Programa Integração Socioeconômica dos Catadores de Materiais Recicláveis CATA AÇÃO

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1 Programa Integração Socioeconômica dos Catadores de Materiais Recicláveis CATA AÇÃO PLANO DE NEGÓCIOS 2012

2 PLANO DE NEGÓCIOS - CONCAVES EQUIPE DE ELABORAÇÃO Coordenação Raquel Chrispim Responsáveis Técnicos pelo Plano de Negócio João Guerreiro Sergio Roberto Martins Consultores Técnicos em Plano de Negócio Marcos Eduardo Amaral Jackson Moreira Robson Lima Sergio Roberto Matins Consultores Tecnicos do Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental Maria Margarida di Filippo Alexandre Serpa Colaboração: CONCAVES Faculdade de Comunicação da UFPA Organização das Cooperativas Brasileiras OCB

3 SUMÁRIO I - SUMÁRIO EXECUTIVO 04 II - HISTÓRICO E DESCRIÇÃO GERAL DA COOPERATIVA 05 II.1 Parcerias 07 III - CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO 10 III.1 - Perfil Organizacional 12 III.2 Produtos 13 III.3 Serviços 16 III.4 Fornecedores 17 III.5 Comercialização 17 III.6 - Equipamentos, Materiais Permanentes e Local de Triagem / Armazenamento 19 III.7 Organização 20 III.8 - Recursos Humanos 20 III.9 - Legalização e Contabilidade 20 III.10 - Como a CONCAVES está organizada? 22 IV - ANÁLISE DE MERCADO 24 IV.1 - Identificação dos principais clientes e concorrentes da CONCAVES 24 IV.2 - Concorrentes, Mercado Local e Tendências 24 IV.3 - Análise pela Matriz SWOT 27 IV.4 - Fatores Críticos de Sucesso 31 V - PLANO DE MARKETING 40 V.1 - Mercado Alvo 40 V.1.1 Fases do Negócio 40 V.2 Estratégia de Preço e Comercialização 42 V.3 Idéias de Estratégias de Comunicação 42 VI - ASPECTOS FINANCEIROS 43 VII - PLANO DE TRABALHO 46 VIII - DICAS / PONTOS QUE MERECEM ATENÇÃO / PROJETOS 50 REFERÊNCIAS 57 ANEXOS

4 LISTA DE TABELAS 1 - Características dos principais produtos comercializados Tipo e quantidade média de material coletado Receita média da CONCAVES/ Equipamentos e Material Permante CONCAVES/ Documentação existente e necessária 21 6 Quantificação (estimativa mensal) do custo fixo da CONCAVES Análise SWOT Ambiente Interno Análise SWOT Ambiente Externo Parcerias existentes e potenciais Cenário de cooperados por função exercida Plano de trabalho 48 LISTA DE FIGURAS 1 - Organograma de composição societária da CONCAVES/ Coleta 33 3 Triagem 34 4 Comercialização 36

5 I. SUMÁRIO EXECUTIVO Um dos maiores problemas que a humanidade enfrenta no século 21 são, sem dúvida, o gerenciamento e destinação final dos resíduos gerados pela sociedade. Assim sendo, o grande desafio das sociedades contemporâneas é alcançar um equilíbrio entre as esferas econômica, social e ambiental. Cada vez mais é percebida pelas empresas a necessidade de incorporar assuntos de ordem social e ambiental na definição de seus negócios e operações. Acredita-se que se CONCAVES se basear nos princípios internacionais do cooperativismo e nas oito metas do milênio esteja mais próxima de possibilitar aos seus cooperados e moradores do bairro de Terra Firme, uma vida mais plena, não pensando apenas na questão da geração de renda, mas também em questões como saúde, educação, meio ambiente e violência. Dentro dessa perspectiva o objetivo do Plano de Negócio é contribuir para o desenvolvimento da cooperativa a fim de reverter a vulnerabilidade social na qual os cooperados estão expostos; combater à pobreza através de ações de reciclagem e coleta seletiva, gerando aumento de renda, mais postos de trabalho e a autosustentabilidade da CONCAVES; e contribuir para a preservação do meio ambiente. Através do Plano de Negócio pretende-se a médio e longo prazo adquirir novos equipamentos para aumentar a capacidade produtiva, organizar e programar serviços de coleta e beneficiamento de resíduos sólidos, ampliando sua clientela, com maior variedade e melhor qualidade. A meta, em especial, é trazer para o empreendimento uma marca social que fará com que os serviços oferecidos pela CONCAVES se diferenciem dos concorrentes locais. Dentro dessa marca social está o Plano de Desenvolvimento Individual de cooperados estratégicos que podem garantir uma melhor gestão e continuidade de avanços da CONCAVES

6 II. HISTÓRICO E DESCRIÇÃO GERAL DA COOPERATIVA A CONCAVES foi fundada em 2004, após a iniciativa de alguns trabalhadores que recolhiam diariamente latas, garrafas PET e outros resíduos sólidos comercializáveis no bairro Montese, mais conhecido como Terra Firme (Belém, PA) e seus arredores. Um dos bairros mais populosos da capital, com mais de 100 mil habitantes, é chamado dessa forma por ser formado por terras firmes e altas próximas à áreas alagadas pelo rio Tucunduba no limite dos bairros de Canudos e Guamá. Concentração de boa parte da população de baixa renda da Zona Central, o bairro enfrenta problemas sérios como falta de saneamento básico e a violência. Em 2005, deu-se a primeira conquista da CONCAVES: sua legalização, com o apoio da Incubadora de Cooperativas da Universidade Federal do Pará. A ideia da criação da cooperativa foi uma forma de unir os catadores para buscar reconhecimento, direitos enquanto trabalhadores, além de criar uma alternativa para a geração de renda em benefício das famílias da localidade onde a CONCAVES esta inserida. Dentro dessa perspectiva, ser catador e cooperado da CONCAVES é uma oportunidade de inserção social, uma vez que por meio da Cooperativa os catadores têm a oportunidade de legitimar suas reivindicações por meio de parcerias com órgãos públicos e privados. Atualmente, segundo o Relatório de Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental 1 a Cooperativa é formada por 32 cooperados, sendo 57% mulheres e 43% homens. Nesse contexto a população de jovens e adultos é de 95%, o que reflete uma população economicamente ativa. Outro fator destacado no diagnóstico é o de todos os cooperados residirem no bairro Terra Firme. Observa-se que esse fato reforça o sentimento de pertencimento em relação à CONCAVES. Esse aspecto favorece dois fatores importantes para o Plano de Negócio: a oportunidade de fortalecer as parcerias e despertar o desejo de trabalhar a questão da educação ambiental no bairro. A CONCAVES mantém contato com o Movimento Nacional dos Catadores de 1 Relatório Socioeconômico e Ambiental realizado pela empresa RC8 Consultoria em nov./dez. de 2011.

7 Materiais Recicláveis (MNCR), mas não possui representante no movimento. Está representada no Movimento de Economia Solidária no Estado do Pará. Mas ainda não está inserida em nenhuma central de catadores de Belém. Em 2009, foi a cooperativa da Região Norte selecionada a participar do Programa CATA AÇÃO, um modelo de intervenção socioeconômica local, realizado a partir de ações de integração social e organização produtiva. Suas ações visam contribuir para a sustentabilidade econômica e a cidadania plena de catadores e suas famílias, através de uma melhor integração na cadeia produtiva, no desenvolvimento de opções de geração de trabalho e renda no contexto da economia solidária e do fortalecimento dos laços comunitários de solidariedade. O Programa é fruto de parceria entre o Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), o Banco Interamericano de Desenvolvimento, através do Fundo Multilateral de Investimentos (BID/FUMIN), o Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), a Fundación AVINA, a Coca Cola Brasil e a entidade holandesa Organização Intereclesiástica de Cooperação para o Desenvolvimento (ICCO) 2. II.1 Parcerias As parcerias com a sociedade e com instituições são fundamentais no desenvolvimento da Cooperativa, tanto no âmbito da doação de materiais recicláveis gerados nestes locais quanto no apoio institucional à Cooperativa. Além da parceria com o programa CATA AÇÃO, a CONCAVES conta com o apoio da Faculdade de Comunicação, da Universidade Federal do Pará (UFPA), que através de um Programa de Extensão denominado Agência Cidadã de Comunicação contempla a Cooperativa com diversas ações devidamente organizadas no Plano de Comunicação produzido pelos estudantes e aprovados pelos cooperados. Um dos produtos desse Plano de Comunicação é o blog da cooperativa. 3 Outra parceria que está sendo construída é com a Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará OCEPA. No momento, além de orientar sobre as questões legais, a OCEPA está oferecendo curso de capacitação de Introdução ao 2 3

8 Cooperativismo para todos os cooperados. O primeiro módulo desse curso consta de discussões sobre: capacitação de cooperados em cooperativismo primeiras lições; capacitação de dirigentes em cooperativismo Conselho de Administração; capacitação de Conselheiros Fiscais; Governança Coorporativa. O próximo módulo proposto pela OCEPA é sobre a questão jurídica, com o tema Direitos e Deveres da Cooperativa e Cooperados e suas Responsabilidades. A capacitação proporcionada pelos parceiros está sendo estendida a mais dois cooperados que participam durante um ano (2011/2012) de uma série de cursos sobre Cooperativismo. Essa capacitação é promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo SESCOOP, que conta com o financiamento do Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo Fundecoop. Este fundo é constituído por 20% da arrecadação líquida do SESCOOP e tem como objetivo apoiar ações que visem o desenvolvimento de sociedades cooperativas e seus integrantes 4. Essa iniciativa é importante para os cooperados, pois se entende que a informação, capacitação e conhecimento são aspectos fundamentais para o desenvolvimento da cooperativa. Com essas capacitações e outras que podem ser planejadas será possível estimular os cooperados a inserir a CONCAVES na forma mais correta de cooperativismo, que consiste em estar inserida no mercado tomando como valores norteadores da suas ações os sete princípios internacionais do cooperativismo. Os princípios relacionados ao cooperativismo foram reafirmados em 1995 no Congresso da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) realizado em Manchester (Ing.) e são 5 :» Adesão livre e voluntária - As cooperativas são organizações voluntárias abertas a todas as pessoas aptas a usar seus serviços e dispostas a aceitar as responsabilidades de sócios, sem discriminação de classe social, racial, política, religiosa e sexual (de gênero).» Gestão democrática e livre - As cooperativas são organizações democráticas controladas por seus sócios, os quais devem participar ativamente no estabelecimento de suas políticas e na tomada de decisões. Homens e mulheres, quando eleitos como 4 Fundecoop, disponível em: Acessado em 26 de janeiro de Guerreiro, João e Salomão, Inessa. Integrar Cooperativas. Unitrabalho, Ed. EspalhaFato Comunicações, 1999.

9 representantes, são responsáveis para com os sócios.» Participação econômica dos sócios - Os sócios devem contribuir de forma igualitária e controlar democraticamente o capital das cooperativas. Parte desse capital é propriedade comum da cooperativa.» Autonomia e independência - As Cooperativas são organizações autônomas, para ajuda mútua, controladas por seus membros. Em acordo operacional com outras entidades, inclusive governamentais, ou recebendo capital de origem externa, elas devem fazê-lo em termos que preservem o controle democrático pelos sócios e mantenham sua autonomia.» Educação, treinamento e informação - As cooperativas devem buscar mecanismos para proporcionar educação e treinamento aos seus sócios, dirigentes eleitos, administradores e funcionários, de modo a contribuir efetivamente para o seu desenvolvimento.» Cooperação entre as cooperativas - As cooperativas, além de atender mais efetivamente aos interesses comuns de seus sócios, devem procurar fortalecer o movimento cooperativista, trabalhando juntas, através de estruturas locais, nacionais, regionais e internacionais.» Preocupação com a comunidade - As cooperativas devem trabalhar para o desenvolvimento sustentável de suas comunidades através de políticas aprovadas por seus associados. Acrescente-se a estes princípios internacionais, os Princípios do Cooperativismo Popular que reforça, no caso de empreendimentos populares como o da CONCAVES, estratégias e ações solidárias, além de chamar atenção para aspectos específicos associados às atividades desenvolvidas. Assim, o grande desafio cotidiano da CONCAVES é afirmar e buscar superar a sua origem: criada a partir de uma situação de exclusão vivenciada por seus associados e construir um modelo de gestão DEMOCRÁTICO E PARTICIPATIVO. Conforme apresentado por Guerreio e Salomão (op. cit.) apresentamos alguns dos princípios do Cooperativismo Popular 6 a seguir e que são, ao mesmo tempo, o 6 Para uma apresentação dos nove Princípios do Cooperativismo Popular ver GUERREIRO e SALOMÃO (op. cit.), p

10 grande desafio a ser enfrentado pela CONCAVES conforme poderemos observar no decorrer do Plano de Negócios: Origem dos cooperados: formado por moradores em áreas de baixa renda e/ou; formado por iniciativa de profissionais de um mesmo ramo, que estejam desempregados, ou vivenciando situações de precarização do trabalho; Quanto à constituição do capital: a força de trabalho é o principal capital, senão o único que os cooperados dispõem no processo de formação da cooperativa; Quanto à gestão democrática: diretoria eleita entre os associados periodicamente, com renovação garantida de pelo menos 2/3 da direção; Quanto à divisão de tarefas: todo o trabalho é desenvolvido pelo associado, não havendo terceirização das atividades fins; Quanto à responsabilidade social: contribuir nas ações de melhoria de sua comunidade e; priorizar o ingresso de pessoas de sua comunidade na cooperativa; Quanto à distribuição de renda: remuneração pelo trabalho; fator 1 para 3, entre a menor e a maior remuneração dos cooperados exceto quando a base de remuneração de categoria for superior; tabela de remuneração de todos os cooperados, inclusive diretores aprovados em assembléia geral. (p ) São estas diretrizes que fundamentaram a construção, com os cooperados da CONCAVES, deste Plano de Negócios.

11 III CARACTERIZAÇÃO DO EMPREENDIMENTO Em novembro de 2011, com validação em fevereiro de 2012, foram realizadas oficinas de elaboração do Planejamento Estratégico da CONCAVES. Partiu-se da constatação da existência de uma unidade do grupo em trabalhar coletiva e solidariamente. E, assim, definiu-se alguns conceitos sobre este empreendimento popular. Conforme reafirmado na validação destes em fev. de 2012, caberá aos próprios cooperados perceberem a necessidade de rever estes conceitos que são a bússola a guiálos nos próximos anos. O FOCO O foco da CONCAVES, segundo seus cooperados, é atender clientes locais e, futuramente, regionais visando o seu fortalecimento, contribuindo desta forma para o crescimento dos cooperados, consolidação da autogestão e uma maior visibilidade das ações de coleta seletiva na cidade de Belém/Pa. Quem é o cooperado da CONCAVES? Conforme já ressaltado, o cooperado tem um forte sentimento de pertencimento ao grupo. É, também, consciente do seu papel na comunidade. E a principal luta do grupo é o reconhecimento do seu papel de agente ambiental VISÃO: A CONCAVES deseja ser uma organização pioneira e uma referência na coleta, beneficiamento e destino de resíduos sólidos recicláveis capacitando pessoas para o desenvolvimento social com responsabilidade ambiental, contribuindo desta forma para a valorização do trabalho e profissão dos Catadores (tornando a sociedade consciente da importância de seu papel social) e contribuir para o desenvolvimento socioeconômico da região onde esta inserida. MISSÃO Assegurar o desenvolvimento social e econômico dos cooperados do

12 empreendimento por meio da coleta, triagem, comercialização e destino correto de resíduos sólidos recicláveis, atendendo plenamente seus clientes, visando o desenvolvimento sustentável, a proteção do meio ambiente e do ser humano 7. III.1 Perfil Organizacional Fruto de avaliações realizadas em entrevista com diversos cooperados, com os membros dos órgãos gestores e de controle da cooperativa e em oficinas com a participação de todos os cooperados, observou-se que a CONCAVES possui uma organização e definição dos papeis dos cooperados de forma muito incipiente. Entretanto, é possível apresentar o esboço de um organograma para demonstrar como está estruturada a cooperativa: Figura 1 - Organograma de composição societária da CONCAVES/2011 Assembléia Geral Diretor Presidente Conselho Fiscal Tesoureiro Cooperado Cooperado Cooperado Cooperado Cooperado Fonte: Entrevista com cooperados em novembro de 2011 e Diagnóstico socioeconômico e ambiental 7 Vale ressaltar que tanto Visão como Missão foram construídos com a participação dos cooperados da CONCAVES em oficinas de Plano de Negócios nos meses de novembro de 2011 e fevereiro de 2012.

13 Mesmo verificando a importância da formalização da estrutura de funcionamento da CONCAVES, cabe ressaltar um compromisso mesmo que informal com a transparência e democratização das informações para todos os cooperados. Verifica-se esta preocupação pela prática de reuniões / encontros semanais - aos sábados - para discussão dos eventos da semana e das ações que estão previstas a ocorrer nas próximas semanas. Ao final destes encontros há uma assembléia para aprovação dos dados financeiros da cooperativa, bem como definição do que pode ser chamado de metas para as semanas seguintes. Pela própria natureza do processo de catação e pelo estágio de desenvolvimento da CONCAVES ainda há um planejamento mais calcado no curto prazo, apesar de ser enfatizada pelos cooperados a necessidade de processos de planejamento de médio e longo prazo. Estas reuniões favorecem, ainda, a integração dos catadores e busca demonstrar que a responsabilidade por determinada atividade não exclui a necessidade de participar de outras da cooperativa, por exemplo: o responsável por realizar parcerias também pode estar envolvido com a triagem etc. Contudo, esta busca pela transparência e democratização na tomada de decisão na CONCAVES não encobre as diversas falhas na gestão conforme poderá ser observado no item III.3. III.2 Produtos Resíduo é qualquer tipo de substância ou objeto que o possuidor se desfaz ou tem a intenção/obrigação de se desfazer. Pode ser classificado de acordo com sua origem: resíduos agrícolas, resíduos comerciais, resíduos de construção e demolição, resíduos domésticos, resíduos hospitalares, resíduos industriais, resíduos de limpeza urbana e resíduos sólidos urbanos (RSU) 8. No caso do RSU, genericamente conhecido como lixo urbano, a reciclagem busca valorizar alguns dos seus componentes, que parecem já não ter valor, para dar origem a novos produtos. É também uma forma de diminuir a quantidade de resíduos nos aterros, poupando recursos naturais e energéticos. 8 Para uma discussão sobre a caracterização dos RSU ver STREB et alli (2004).

14 Além disso, as vantagens para as cooperativas de catadores, fornecedores, clientes e comerciantes são inúmeras, como geração de trabalho e menor preço para o consumidor dos artefatos produzidos como, por exemplo, o plástico reciclado que é aproximadamente 30% mais barato do que os mesmo produto fabricado com matériaprima virgem. Os materiais recolhidos pela CONCAVES são: papel, plástico, ferro, cobre, alumínio, vidros, resíduos de madeira, lixo eletrônico e resíduo de óleo alimentício. Na tabela a seguir seguem os principais materiais comercializados pela cooperativa, suas peculiaridades e benefícios gerados. Tabela nº 01 Características dos principais produtos comercializados Material Características Benefícios Papel Papelão É o reaproveitamento do papel nãofuncional para produzir papel reciclado. Tem um apelo ecológico, o que faz com que alcance um preço até maior que o material não reciclado. É um tipo mais grosso e resistente de papel, geralmente utilizado na fabricação de caixas, podendo ser liso ou enrugado. É produzido dos papéis compostos das fibras da celulose, que são virgens ou reciclados. Por este motivo o papelão e seus produtos são alvo de processos de reciclagem. A cada 28 toneladas de papel reciclado evita-se o corte de 1 hectare de floresta (30 ou mais árvores). 1 tonelada de papel novo precisa de 50 a 60 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia 1 tonelada de papel reciclado precisa de Kg de papel velho, 2 mil litros de água e a KW/h de energia. Uma tonelada de aparas pode evitar o corte de 10 a 12 árvores de plantações comerciais reflorestadas.

15 Plástico RC8 Consultoria em Responsabilidade Social São derivados do petróleo, recurso natural não renovável com previsão de esgotamento dentro de 40 anos. A sua reciclagem economiza até 90% de energia e gera mão-deobra pela implantação de pequenas e médias indústrias. 100 toneladas de plástico reciclado evita a extração de 1 tonelada de petróleo Sopro Branco e colorido (Polietileno de alta densidade) Pet P.Filme cristal P.Filme colorido Alumínio Ferro São garrafas e frascos de PEAD Brancas e Incolores. Ex: amaciantes, iogurte, suco, detergente, álcool, leite, desinfetante, água sanitária, alvejante, óleo lubrificante, iogurte, amaciante etc. Possuem alta resistência mecânica a impactos, barreira para gases e odores, o peso é baixo e é 100% reciclável É um material leve, flexível e não faz barulho quando amassado com a mão. Sacos de alimentos, lixo, ração, lona agrícola de todas as cores. O alumínio reciclado pode ser obtido a partir de esquadrias de janelas, componentes automotivos, eletrodomésticos, latas de bebidas, entre outros. O ferro pode ser obtido a partir de Autopeças, latinhas de produtos alimentícios, latas de outros produtos como tintas, grades, esquadrias, alicerces de construções. O Pet reciclado é utilizado na fabricação de cordas e fios de costura, carpetes, bandejas de frutas e até mesmo novas garrafas. Além de desviar o lixo plástico dos aterros, utiliza apenas 30% da energia necessária para a produção da resina virgem. A mineração e o refino deste requerem enormes gastos de eletricidade, enquanto que a reciclagem requer apenas 5% da energia para produzi-lo. Por isto, a reciclagem tornou-se uma atividade importante para esta indústria. A reciclagem de 1 tonelada de aço, relativamente à produção de aço novo, permite economizar 1,5 ton s de minerais de ferro, 75 árvores, 70% de energia e 40% no consumo de água

16 III.3 Serviços RC8 Consultoria em Responsabilidade Social A CONCAVES realiza a coleta, triagem, comercializa e dá o destino correto ao material coletado. A coleta ocorre nos bairros Batista, Campos, Canudos, Centro, Cremação, Curió-Utinga, Fátima, Guamá, Jurunas, Marco, Nazaré, Pedreira, Sacramento, São Braz, São Domingos e Terra Firme 9 Aqui, pretende-se estabelecer o modo que ela esta organizada e que tipo de beneficiamento poderá dar ao material coletado para que o mesmo tenha valor agregado. Dentre os materiais mais coletados estão: latinha, papel branco, papelão, cobre, ferro, alumínio, PET e plástico duro. A tabela abaixo demonstra os atuais produtos coletados pelos cooperados da CONCAVES e suas respectivas quantidades: Tabela 2 Tipo e quantidade média de material coletado CONCAVES/2011 MATERIAL PET PAPEL BRANCO PAPEL MISTO JORNAL PAPELÃO PVC FERRO ALUMÍNIO/LATINHA COBRE POLIETILENO (PP) QTD Acumulada (média) / Mês KG Ver Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental (op. cit.).

17 FILME (SACOLAPLASTICA) 200 Total KG Fonte: Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental (op. cit.), p. 16. III.4 Fornecedores A catação é realizada de acordo com o percurso do catador da sua casa até à Cooperativa: 79% dos cooperados recolhem o material nas ruas, 68% em residências, 42% em escolas e universidades, 42% em empresas e 16% em lixão 10. Não existe uma rota ou período regular de coleta. No caso das empresas a coleta é realizada quando o empreendedor liga para a cooperativa e avisa que existe material a ser coletado. E, no caso de órgãos público, existem os dias de coleta. No geral a coleta é feita por experiência ou intuição. Já estão acostumados com as ruas que mais acumulam lixo no bairro e arredores experiência na prática; III.5 Comercialização O empreendimento não possui poder para determinar o preço dos materiais coletados, tendo em vista que a função preço depende de fatores externos, como por exemplo, o valor atual da matéria-prima virgem, mas o empreendimento tem buscado investir em fatores que podem ajudar a reduzir essa variação. Desta forma a cooperativa tem estado atenta a três fatores: quantidade de material, regularidade no fornecimento e qualidade. Sabe-se hoje que é necessário que seja garantida a quantidade, pois quantidades maiores de material barateiam custos de transportes, e podem atender indústrias ao invés de atravessadores (ferro velho). Quando mantiver a regularidade de fornecimento ganhará a confiança do comprador, que no caso de uma indústria, barateia sua produção tendo em vista que seus processos produtivos não ficam ociosos, por exemplo. Ao falarmos sobre qualidade do material estamos chamando a atenção para dois fatores: a limpeza e classificação dos materiais. Para isso foi necessário entender as exigências de cada comprador, já que alguns exigem que matéria prima esteja 10 Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental (op. cit.), p. 25.

18 corretamente separada. Atualmente a CONCAVES, com o número de cooperados e recursos disponíveis consegue gerar o seguinte quantitativo de materiais e renda: Tabela 3 Receita média da CONCAVES/2011 QTD Acumulada Valor Médio MATERIAL (média) / Mês do Quilo Receita Mensal KG R$ R$ PET 700 0,40 280,00 PAPEL BRANCO ,22 100,00 PAPEL MISTO ,12 480,00 JORNAL ,06 180,00 PAPELÃO ,09 585,00 PVC 250 0,25 62,50 FERRO ,30 600,00 ALUMÍNIO/LATINHA 300 1,35 405,00 COBRE 15 10,00 150,00 POLIETILENO (PP) 100 0,50 50,00 FILME 0,30 0, (SACOLAPLASTICA) Total R$ 3.952,50 Fonte: Entrevista com cooperados em novembro de 2011 e Diagnóstico socioeconômico e ambiental A CONCAVES pretende aumentar essa receita com o aumento da quantidade acumulada por mês através da obtenção de mais 06 carrinhos para coleta, com a possibilidade de novas parcerias para coleta e com o aumento do número de cooperados. Entretanto, necessário se faz aquisição de outros equipamentos, como prensa para papel, PET e máquina picotar PET. Com estes equipamentos, mais os carrinhos e EPIs pode-se planejar uma ampliação de parcerias e clientes, como por exemplo, a própria Coca Cola que é parceira do Programa CATA AÇÃO e poderá ser contatada para implementar uma parceria com a cooperativa em Belém. Esta parceria, se efetivada, por si só garantiria uma novo patamar nas ações da CONCAVES. Outra ação para fortalecer o poder de comercialização da cooperativa é a participação em redes, centrais ou outras formas de articulação com outras cooperativas

19 de catadores visando a comercialização coletiva. Esta ação já vem sendo negociada na cidade de Belém e com cooperativas de outros municípios. Está em andamento no estado, a implementação de um Consórcio de Gestão de Resíduos Sólidos Metropolitano. A CONCAVES deve se articular buscando ser um dos atores nesta gestão tendo em vista as diretrizes constantes do Plano Nacional de Resíduos Sólidos que, espera-se, entre em vigor neste ano de A sua participação ativa neste consórcio poderá representar um aumento de patamar na sua participação de coleta, triagem e, porque não, implementação de beneficiamento do material coletado. III.6 Equipamentos, Materiais Permanentes e Local de Triagem / Armazenamento A cooperativa conta com poucos equipamentos que poderiam não só contribuir para um melhor processo de trabalho, como também dar a possibilidade da cooperativa dar algum beneficiamento aos resíduos sólidos por ela coletado. A CONCAVES dispõe dos seguintes recursos para exercer sua atividade fim. Tabela 04 Equipamentos e Material Permante CONCAVES/2011 EQUIPAMENTOS E MATERIAIS EXISTENTES 01 Caminhonete aberta 01 computador 01 Balança eletrônica 01 Balança manual 32 Equipamentos de Proteção Individual (não 03 carrinhos utilizado pela maioria dos cooperados) Fonte: Entrevista com cooperados e Validação do Plano de Negócios (nov./2011 e fev./2012 respectivamente). Mas é reconhecido por todos que a cooperativa precisa adquirir equipamentos que lhe permitam processar o material, eliminado assim dessa forma a figura do atravessador. Para que isso ocorra é necessário que a CONCAVES saiba e entenda sobre as formas de triagem, beneficiamento e armazenamento (levando em consideração sua capacidade de estocagem) dos resíduos sólidos. Local de Triagem e Armazenamento

20 A cooperativa não possui sede própria e realiza suas atividades em um galpão com 240 metros quadrados, cedido pela família de um de seus cooperados. III.7 Organização A CONCAVES deve ter um procedimento de coleta, armazenamento e comercialização do material de forma correta, de maneira que o galpão ocupado pela cooperativa não fique entulhado, já que possui apenas 240 m 2. Desta forma, é necessário que todos os cooperados saibam o que é e o que não é reciclável, assim como a melhor forma de armazenar o material e os valores de cada produto. Desta forma, além de uma ação educativa incentivando os moradores de Terra Firme a não consumir produtos que não sejam recicláveis, a CONCAVES pode estabelecer parcerias com entidades das quais receberá resíduos sólidos comercializáveis. III.8 Recursos Humanos Segundo observou-se em entrevistas e oficinas, os cooperados definem individualmente as atividades que fazem no interior da cooperativa. Assim, constata-se que 80% dos cooperados fazem a mesma tarefa, que no caso é a catação nas ruas. O ideal seria ter um número menor nas ruas realizando a coleta seletiva e um número maior na tarefa de triagem para agilizar a organização do material já que o galpão é pequeno. E, com a aquisição de equipamento, realizar as tarefas de prensa e trituração. Por estar ainda em uma fase incipiente de organização/gestão e pela própria característica dos grupos de catadores, na CONCAVES os cooperados ainda não fizeram a integralização de suas cotas partes. Isso, entretanto, não vem trazendo maiores implicações em relação às retiradas financeiras. III.9 Legalização e Contabilidade Com relação à legalização, a cooperativa já conta com o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e do Número de Inscrição no Registro de

21 Empresas (NIRE): Nome: Cooperativa dos Catadores de Materiais Recicláveis CONCAVES CNPJ: / NIRE Sede administrativa: Passagem Brasília - Nº 125 Bairro Terra Firme - Belém/PA. CEP: Apesar de já ter estas documentações e estar sendo assessorada pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) no tocante à obtenção das demais certidões e estruturação contábil, a CONCAVES ainda não possui uma estrutura financeira organizada. Sabe-se, entretanto, que é necessário para o sucesso da cooperativa que ela tenha muito organizada sua parte legal e contábil, pois para concorrer a editais, convênios, fechar parcerias, participar de licitações, abertura de conta em banco etc., será exigido da cooperativa cópia de seus atos constitutivos, bem como atas registradas, balanços contábeis etc. Abaixo descrevemos o estado da arte de algumas documentações e ações a serem adotadas pela cooperativa 11 : Tabela 05 Documentação existente e necessária para funcionamento CONCAVES/2011 Documentos Formalização da cooperativa O que a CONCAVES precisa averiguar A CONCAVES possui Estatuto. Mas precisa averiguar junto a OCB se esta completamente regular junto as Fazendas Federal, Estadual e Municipal; Observação Estatuto ok. Ações Propostas: Solicitar a OCB orientação sobre números de registros nos respectivos órgãos ou como obtê-los; Verificar se as atas da Assembléia Geral Ordinárias estão registradas no Cartório junto com o balanço contábil do respectivo ano da AGO. É muito importante que a cooperativa 11 Cabe salientar que no período de validação do Plano de Negócio (fevereiro de 2012) o presidente da CONCAVES informou que alguns dos documentos que ainda não estavam em poder da cooperativa estavam tramitando junto aos respectivos órgãos de licenciamento.

22 mantenha esses documentos arquivados, pois os mesmos são solicitados em editais, convênios, bancos e contratos; Alvará de funcionamento do Corpo de Bombeiros É preciso contatar o Corpo de Bombeiros do município, que fará a vistoria. Verificar quais as necessidades de se adequar ao Decreto Municipal Nº , de 09/04/2001. Na lei fala sobre licenciamento ambiental,. É necessário averiguar junto a OCB-PA quais são as normas e exigências para obtenção da licença em Belém. Ainda não encaminhado. Solicitar a OCB o documento expedido pelo Corpo de Bombeiros que autoriza a cooperativa a funcionar; Autorização da Vigilância Sanitária Registro de marca no INPI É preciso iniciar o processo de regularização Por meio de processo junto ao órgão competente Área Contábil No Brasil qualquer empreendimento precisa cumprir as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC) Ainda não encaminhado. Provavelmente exigirão a utilização de Equipamentos de Proteção Individual Ainda não encaminhado. Verificar se há a necessidade desse registro no momento Verificar junto a OCB-PA: Solicitar os balanços contábeis que foram registrados; Verificar se todas as declarações com as informações contábeis estão sendo encaminhadas a Receita Federal: DIPJ, DCTF, RAIS, GPS. Licenciamento Ambiental A CONCAVES necessita ter licenciamento ambiental Agendar ida a Secretaria Estadual de Meio Ambiente. Fonte: Entrevista com cooperados e Validação do Plano de Negócios (nov./2011 e fev./2012 respectivamente). III.10 Como a CONCAVES está organizada? Qualquer cooperado pode realizar a coleta no horário das 8h às 13h. Não há um roteiro de coleta pré-definido. A busca é por ruas aleatórias com excepcionais anúncios de lojas, supermercados que informam haver material para serem coletados. Com o

23 veículo é feita 8h as 12h e das 14h as 18h diretamente nos locais que chamam por telefone em qualquer dia. Há um plantão de 4 a 5 catadores sempre após o horário comercial para coleta com o veículo 12. Todo material é separado quando chega no galpão das 7h a 13h, todos os dias. Em geral a metade do grupo de cooperados trabalha na separação. O serviço mais bruto de arrumação e amarração do material é feito por homens. Neste momento, as mulheres ficam mais na triagem. A separação de ferro exige mais cuidado para não haver acidentes; há uso de luvas e botas para o manuseio deste material. Para realizar atualmente sua produção a CONCAVES possui os seguintes custos: Tabela 06 Quantificação (estimativa mensal) do custo fixo da CONCAVES Despesas Mensais Item R$ Energia R$ 80,00 Telefone / Internet R$ 180,00 Combustivel / Diesel R$ 750,00 Total R$ 1.010,00 Fonte: Entrevista com cooperados e Validação do Plano de Negócios (nov./2011 e fev./2012 respectivamente). 12 No bairro de Terra Firme, a coleta de lixo feita pela empresa contratada pelo município de Belém ocorre às 3ª, 5ª, e sábados.

24 III. RC8 Consultoria em Responsabilidade Social ANÁLISE DE MERCADO IV.1 Identificação dos principais clientes e concorrentes da CONCAVES Hoje a CONCAVES não possui contrato de prestação de serviço de coleta com qualquer entidade ou instituição. Entretanto, vem participando de reuniões e discussões com representantes de outras cooperativas principalmente às participantes do Movimento Nacional dos Catadores de Material Reciclável (MNCR) que já vem realizando este tipo de prestação de serviço. IV.2 Concorrentes, Mercado Local e Tendências Com base no tipo de serviços que a CONCAVES oferece e / ou pretende oferecer, além dos catadores que trabalham de forma individual, de acordo com os dados do sitio do CEMPRE 13 (Compromisso Empresarial para a Reciclagem) e conversa com representantes da CONCAVES, em Belém, há apenas duas outras cooperativas que atuam na região metropolitana. As mesmas são: COOPERATIVAS 14 ACCSB Associação Catadores Da Coleta Seletiva de Belém Endereço: Trav. Padre Eutiquio s/n (entre Trav. Quintino Bocaiuva e São Miguel) Contato: ACCSB Bairro: Cidade: Belém Estado: PA Fone: (91) Tipo: Cooperativa Materiais: Plástico, Metal, Papel, Vidro. Comercialização: Resíduo Triado Material: PET, PEBD, PEAD, ALUMÍNIO, PAPELÃO, VIDRO, METAIS FERROSOS, PAPEL, PET Forma de Venda: Solto, Separado, Prensado, Inteiro. Ação Cidadania para Todos Endereço: estrada Santana do Aurá Contato: Maria Trindade de Araújo Bairro: Aurá Cidade: Belém Estado: PA Fonte: Acesso em 05 de dezembro de 2011.

25 Fone: (91) Tipo: Cooperativa Materiais: Plástico, Metal, Papel. Comercialização: Resíduo Triado Material: PAPELÃO, PAPEL JORNAL, PAPEL. Forma de Venda: Solto, Separado, Limpo, Inteiro. Mais do que encarar as cooperativas como concorrentes, a CONCAVES tem o intuito de agir em rede tanto com as cooperativas existentes, como também com catadores individuais, uma vez que agir em conjunto pode organizar compras coletivas, vendas coletivas e obter algum poder de barganha junto aos sucateiros e recicladores, os quais listamos abaixo: SUCATEIROS 15 CMT - Comércio de Metais Ltda. Endereço: Rod. Mário Covas, 100 Contato: Silvio Nascimento Trindade Bairro: Vila Nova Cidade: Belém Estado: PA Fone: (91) Materiais: Metal Comercialização: Resíduo Triado Material: FERRO, AÇO, ALUMÍNIO, BRONZE, COBRE, INOX, LATÃO, NÍQUEL, ZAMAK. Forma de Venda: Solto, Separado, Prensado. Forma de Compra: Não se aplica Riopel Comércio de Aparas de Papel ltda. Endereço: Avenida Independencia, Contato: Hermógenes/Márcio/Simália Bairro: Val de Cans Cidade: Belém Estado: PA Fone: / Tipo: Sucateiro Materiais: Plástico, Papel. Comercialização: Resíduo Triado Material: PET, PP, PAPEL BRANCO, PAPELÃO, PAPEL JORNAL, PAPEL MISTO, PET verde, PET incolor, PAPEL, PET, PLÁSTICO FILME. Forma de Venda: Moído (flake), Triturado, Separado, Prensado, Limpo 15 Fonte: Acesso em 05 de dezembro de 2011.

26 Forma de Compra: Não se aplica RECICLADORES 16 FACEPA Endereço: Passagem 03 de Outubro, 536. Contato: Bairro: Cidade: Belém Estado: PA Fone: (91) Tipo: Reciclador Materiais: Papel Comercialização: Material Reciclado Material: PAPEL BRANCO, PAPELÃO, PAPEL JORNAL, PAPEL MISTO. Forma de Venda: Produto Final Forma de Compra: Solto, Separado, Prensado. Plaspel Indústria e Comércio Recicláveis Endereço: Av. Leopoldo Teixeira, 808. Contato: Rogério Bairro: Levilandia Cidade: Belém Estado: PA Fone: (91) Tipo: Reciclador Materiais: Plástico Comercialização: Material Reciclado Material: PEBD, PEAD, PP. Forma de Venda: Pellets Reciclagem Viggiano. Endereço: Rua Nove de janeiro, Contato: Fernando Bairro: condor Cidade: Belém Estado: PA Fone: / Tipo: Reciclador Materiais: Plástico, Metal, Pneu, Papel, Borracha. Comercialização: Resíduo Triado 16 Fonte: Acesso em 05 de dezembro de 2011.

27 Material: PET, PEBD, PEAD, NYLON, FERRO, AÇO, ALUMÍNIO, BRONZE, COBRE, INOX, LATÃO, NÍQUEL, ZAMAK, PAPEL BRANCO, PAPELÃO, PAPEL JORNAL, PET incolor, PEBD rígido, PEBD filme, PEAD flexível, BOMBONAS, METAIS FERROSOS, PAPEL, PET, TAMBORES. Forma de Venda: Chapas, Triturado, Separado, Prensado, Limpo, Inteiro. Forma de Compra: Sujo, Barras, Granulado, Chapas, Bobinas, Aglutinado, Triturado, Solto, Separado, Prensado, Misturado, Limpo, Inteiro. Forma de Compra: Não Informado. UNIVERSO METAIS LTDA Endereço: Rua frederico Dias, 35 Contato: Abalém Cordeiro Bairro: Águas Lindas Cidade: Belém Estado: PA Fone: Tipo: Reciclador Materiais: Metal Comercialização: Resíduo Triado Material: ALUMÍNIO, BRONZE, COBRE, INOX, LATÃO, ZAMAK Forma de Venda: Barras, Chapas, Bobinas, Solto, Separado, Prensado, Limpo, Inteiro. Forma de Compra: Barras, Chapas, Bobinas, Solto, Separado, Limpo, Inteiro. IV.3 Análise pela Matriz SWOT A análise estratégica elaborada aqui foi realizada a partir das pesquisas e percepções sobre o mercado local e o ambiente regional e demonstra como os fatores externos e internos influenciam no negócio, assim como seus aspectos positivos e negativos. A coleta de informações também é produto da oficina de Plano de Negócio realizada em novembro de 2011, como os cooperados da CONCAVES. Os resultados desta análise foram validados junto aos cooperados em fevereiro de Desenvolvida como um instrumento de análise de cenários dos empreendimentos no Estados Unidos na década de 1960, foi construído com os cooperados da CONCAVES uma matriz buscando obter informações sobre Forças (Strengths) existente no empreendimento, Fraquezas (Weaknesses) também existentes, Oportunidades (Opportunities) existente no mercado e Ameaças (Threats) no ambiente externo ao empreendimento, como mudanças políticas ou entradas de outras empresas competidoras pelos clientes da CONCAVES. A matriz desenvolvida está baseada, assim, na análise SWOT ou, como ficou

28 conhecida no Brasil, análise FOFA (Força, Oportunidade, Fraqueza e Ameaça). No ambiente interno veremos os fatores que podem interferir no negócio, sobre os quais os cooperados têm governabilidade. Esse ambiente apresenta Pontos Fortes (aspectos internos positivos que favorecem o negócio) e Pontos Fracos (aspectos internos negativos que podem prejudicar ou comprometer o negócio). Tabela 07 - Análise SWOT Ambiente Interno Pontos Fortes: A cooperativa visa melhorar a condição dos catadores, melhorando a visão que os mesmos possuem perante a sociedade, lutando para serem reconhecidos como agentes ambientais; Contribuição para um meio ambiente mais saudável; O fato de a cooperativa dispor de um caminhão resultante de parceria com o poder público e um espaço, relativamente bom para armazenamento; Se consideram um projeto social de inserção e geração de renda; Apoio de empresas e setores de universidades; Sentimento de pertencimento dos cooperados para com a cooperativa; Abundância de matéria prima no entorno da cooperativa; Engajamento da liderança. Pontos Fracos: Falhas nos processos de coleta dos materiais a serem triados; GESTÃO Indefinição dos materiais principais a serem coletados; GESTÃO Ausência de um processo de logística interno quem faz o que no galpão rotineiramente? GESTÃO Ausência de um processo de logística externa indefinição da rota de coleta de material, sazonalidade da coleta etc.); GESTÃO Falta de um galpão próprio e maior; Baixo número de cooperados e instabilidade de participação dos mesmos; Falta de estruturação interna comercial para negociações com os clientes; Falta de equipamentos como:

29 prensas, trituradores e esteiras. Muitos cooperados ainda trabalham sem usar Equipamentos de Proteção Individual; Materiais sem saída para clientes: vidro, plástico duro, isopor, fibra, pneus etc. Falta de documentação em dia; Problemas com fluxo financeiro e estruturação financeira / administrativa; Falta de capital de giro e/ou crédito de curto-prazo; Falta de conta em banco, o que inviabiliza aquisição de recursos; Ausência de participação na política de construção coletiva de um projeto de comercialização municipal ou regional Central de Cooperativas/grupos de produção informais; Falta de foco no momento de realização das parcerias; Dificuldade de elaborar projetos. Fonte: Oficina de Plano de Negócio e Validação do Plano de Negócios (nov./2011 e fev./2012 respectivamente). No ambiente externo veremos como os fatores fora da cooperativa podem interferir no negócio, os quais os cooperados não têm governabilidade e poder de interferência. Esse ambiente possibilita oportunidades ao negócio e também ameaças.

30 Tabela 08 - Análise SWOT Ambiente Externo Oportunidades: A CONCAVES possui parceiros institucionais fortes e possibilidade de parcerias que podem gerar mais renda aos cooperados. A cooperativa esta inserida em um bairro com cerca de (cem mil) habitantes; O fato de estarem fazendo parte do Programa CATA AÇÃO; Criação de um Consórcio Intermunicipal de Gestão de Resíduos Sólidos; Inexistência de concorrentes (empreendimentos legalizados) com as mesmas características sociais na área de sua atuação; Legislações e Políticas de inserção das cooperativas de catadores na execução das ações com resíduos sólidos, como por exemplo, a Política Nacional de Resíduos Sólidos; Editais públicos e de Organizações Não Governamentais para estruturação física / financeira de cooperativas de catadores; Ameaças: Ser excluída da implementação do Consórcio de gestão de Resíduos Sólidos metropolitano; Fragilidade de negociação com os canais de venda; Baixo preço dos materiais coletados já que a cooperativa não realiza nenhum tipo de agregação de valor; Existência de concorrência entre os catadores independentes do bairro de Terra Firme; Atravessadores organizados para venda e beneficiamento do material coletado; Ambiente externo de violência e exclusão, além de problemas de drogas com possíveis novos cooperados da comunidade. Baixo grau de relacionamento com representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis local; Baixo grau de relacionamento com a Central existente em Belém (sem diálogo); Formação do Consórcio Intermunicipal que pode prever a não inclusão dos catadores.

31 Políticas RC8 Consultoria em Responsabilidade Social sociais institucionalizadas direcionadas para cooperados e/ou para população em situação de risco social (programas de transferência de renda, programas de auxílio alimentação etc.) Política Social articulando a família; Obrigatoriedade de ações de logística de recolhimento de resíduos de produtos por parte das indústrias (logística reversa em eletroeletrônico, por exemplo); Formação do Consórcio Intermunicipal que pode prever a inclusão dos catadores. Fonte: Oficina de Plano de Negócio e Validação do Plano de Negócios (nov./2011 e fev./2012 respectivamente). IV.4 Fatores Críticos de Sucesso Os fatores críticos de sucesso são resultados do cruzamento das Oportunidades do Ambiente Externo com os Pontos Fortes do Ambiente Interno, e descrevem quais os fatores/situações que promoverão o desenvolvimento e sucesso do negócio. Nesse sentido, observa-se como potencial de sucesso o planejamento de ações que visem à entrada de novos cooperados, com objetivo de aumentar a capacidade de coleta da cooperativa, principalmente no bairro de Terra Firme. Para isso, recomenda-se buscar formas de fidelizar catadores que já estão na CONCAVES e aqueles que não são cooperados. Atualmente a CONCAVES conta com 32 cooperados. Mas existe uma média de 10 cooperados não atuantes com licença médica, maternidade, problemas com família,

32 estudos etc. É coerente que a CONCAVES permita a seus cooperados essa flexibilidade, pois muitos deles possuem filhos pequenos que não estão em creche, pessoas doentes na família e outras possuem outras ocupações remuneradas (bicos) 17. Por esses motivos os próprios cooperados reconhecem a necessidade da adesão de novos membros à cooperativa. Outro fator importante é a formação de parcerias com instituições públicas inseridas em Terra Firme e seu entorno, e com empresas que possuam políticas de responsabilidade social. E, por último, mas muito importante, é unir as ações do marketing social dos serviços à implementação de um programa de qualificação dos cooperados em gestão do negócio e técnica na coleta, triagem, beneficiamento e comercialização de resíduos sólidos, criando um selo/ marca socioambiental. Esta é a maior fragilidade apresentada pela CONCAVES e será determinante para o desenvolvimento da cooperativa de forma sustentável ou a sua extinção. Ou ainda, que poderá levará a CONCAVES a se manter com dependência de auxílio financeiro por tempo indeterminado. Resultado da Matriz SWOT A avaliação dos resultados obtidos pela Matriz Swot pode ser feita de várias formas. Achou-se, porém, mais importante para os cooperados apresentá-lo subdividido em três fases: coleta, triagem e comercialização. Coleta Conforme apresentado anteriormente, por problemas de gestão, não há um roteiro/rota pré-definida e muito menos uma regularidade na coleta de material reciclável. É necessário o estabelecimento deste roteiro. Este roteiro sendo cumprido regularmente facilitará a adesão de moradores, comerciantes e outras instituições em um factível programa de coleta seletiva, inicialmente no bairro de Terra Firme. Para esta adesão será necessário, ainda, que a informação sobre o roteiro e periodicidade circule entre todos os possíveis beneficiados 17 Ver dados no Relatório de Diagnóstico Socioeconômico e Ambiental (op. cit.).

33 e fornecedores de material reciclável. Este sistema de informação (folderes, filipetas, inserção em rádios comunitárias, redes sociais etc.) deverá conter as instruções básicas sobre a forma de separação do material reciclável. Da parte do cooperado, será necessário treinamento/qualificação. Figura 2 Coleta Fonte: Elaboração própria Triagem Apesar de metodologicamente estar sendo apresentado separadamente, as três fases se complementa. Neste sentido, os cuidados na coleta do material terão impactos na hora de se fazer a triagem. De acordo com o atual estágio formativo dos cooperados será necessário obter parcerias que possibilitem um maior treinamento/qualificação dos cooperados na triagem dos materiais recicláveis. Com a separação prévia ocorrida na coleta e na hora da armazenagem no galpão, a tendência é que a qualidade do material melhore possibilitando uma maior retirada por parte dos cooperados. Contudo para aumentar a eficiência da triagem será necessária a obtenção de

34 equipamentos - picotador de PET, prensa para papel (500 kg) e para PET, carrinhos, transpaletes 18 e fragmentadora de papel - e ampliação do local de armazenagem (novo galpão) e da infra-estrutura (mesa/esteira de triagem). Figura 3 Triagem Fonte: Elaboração própria Comercialização Espera-se que com a introdução de um sistema de gestão mais eficiente e com maior qualificação dos cooperados haja impactos imediatos sobre a comercialização dos materiais. Isto só será viável, se a cooperativa mantiver regularidade na coleta, souber trabalhar com a sazonalidade de alguns materiais, tenha material em quantidade 18 Também conhecido como paleteira, trata-se de um carrinho hidráulico essencial para movimentar cargas acondicionadas em palete (estrado de madeira, metal ou plástico). Fonte: html. Acesso em 06 de fevereiro de 2012.

35 suficiente para influenciar o preço no mercado. Neste sentido, sugere-se a sua participação em uma rede, central ou outra instância de articulação com outras cooperativas que as possibilitem atingir um outro patamar de negociação no mercado saindo da órbita dos intermediários. Figura 4 Comercialização Fonte: Elaboração própria Percebe-se ser necessário o estabelecimento de um sistema de gestão que hoje carece a CONCAVES. Este talvez seja a principal resultado deste Plano de Negócio: detectar esta fragilidade e sugerir que se obtenha auxílio para a implantação deste sistema de gestão. Resumidamente, indica-se: Implementar um processo de Planejamento, Programação e Controle da Produção da cooperativa que irá impactar os processos de coleta, triagem, beneficiamento, comercialização e destino adequado aos materiais reciclados coletados pela cooperativa;

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