ESTIMATIVA TRIMESTRAL DO PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DE ALAGOAS. Maceió, AL 20 de Julho de 2012

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1 ESTIMATIVA TRIMESTRAL DO PRODUTO INTERNO BRUTO DO ESTADO DE ALAGOAS Maceió, AL 20 de Julho de 2012

2 Breve Histórico PIB dos Estados da Região Nordeste calculado pela SUDENE Década de 90: Necessidade crescente de informação socioeconômica dos Estados, para formulação de políticas públicas e avaliação de resultados. Maio/1996: Realizada a IV Conferência Nacional de Estatística (CONFEST), promovida pelo IBGE. 1997: IBGE convoca os Órgãos Estaduais de Estatística, visando à construção de um conjunto de indicadores coerentes e comparáveis, no tempo e no espaço. 1999: Alagoas adere ao projeto Contas Regionais

3 Contas Nacionais e Regionais Objetivo do projeto: Desenvolver uma metodologia de construção das Contas Regionais: Compatível com os conceitos adotados pelas Contas Nacionais Atender o requisito básico de comparação inter-regional

4 Contas Nacionais e Regionais VANTAGENS COMPARATIBILIDADE Garantir a comparação entre os Estados Base de informações diferente ou inexistentes COMPATIBILIDADE Compatível com os conceitos adotados pelas Contas Nacional Garantir a real participação dos estados

5 Produto Interno Bruto dos Municípios Projeto decorrente do sucesso da metodologia de cálculo das Contas Nacionais e Regionais Coordenado pelo IBGE, com a adesão inicial de 13 estados do Brasil 4 da região Nordeste, inclusive Alagoas

6 Estimativa Trimestral do PIB Informações a curto prazo Antecipação dos problemas Comparações: Brasil Estados

7 Aspectos Metodológicos Metodologia adaptada da estimativa trimestral do PIB nacional Resultados trimestrais ajustados ao PIB regional, quando consolidado. Base de comparação: trimestre contra igual trimestre do ano anterior.

8 Benefícios Variação real da economia alagoana, por meio da evolução física de seus principais setores de atividade: Agropecuária, Indústria e Serviços. Resultadoscalculadosdesdeoanode2001,com periodicidade trimestral Reduçãodadefasagemtemporal(2anos)doPIBanual. Reflete a conjuntura econômica no curto prazo.

9 Método de disponibilização dos dados Anual Semestral Trimestral Acumulado nos últimos doze meses

10 RESULTADOS

11 TABELA 1 -Taxa (em relação ao mesmo período anterior) -% ANO Trimestre PIB Trimestral Acumulado no ano Acumulado em 12 meses I 2,3 2,3 3, II 5,8 4,0 3,9 III 3,1 3,7 4,1 IV 5,1 4,1 4,1 I 4,2 4,2 4, II 5,6 4,9 4,5 III 5,1 5,0 5,0 IV 2,2 4,1 4,1 I 1,3 1,3 3, II 0,9 1,1 2,4 III 2,9 1,8 1,9 IV 2,9 2,1 2,1 I 8,7 8,7 3,8 2010(*) II 8,8 8,7 5,5 III 3,2 6,7 5,6 IV 6,4 6,6 6,6 I 4,1 4,1 5,5 2011(*) II 0,4 2,3 3,7 III 4,8 3,2 4,1 IV 8,0 4,6 4,6 2012(*) I 6,1 6,1 5,1 Fonte: Seplande/ Sinc (*) estimativa preliminar

12 TABELA 2 - Taxa (em relação ao mesmo período anterior) -% ATIVIDADES ECONÔMICAS ANO Trimestre Agropecuária Indústria Serviços Valor adicionado Impostos Trimestral (*) 2011(*) I -3,9-1,5 4,3 2,2 3,9 2,3 II -8,0 4,1 7,1 5,7 6,9 5,8 III -8,7 5,5 3,9 3,2 3,8 3,1 IV 4,8 3,6 5,6 5,2 5,3 5,1 I 14,8 3,6 3,1 4,1 3,3 4,2 II 14,4 6,3 4,1 5,4 4,3 5,6 III 14,1 5,6 3,8 4,9 4,0 5,1 IV 15,0 1,2 0,7 2,0 1,0 2,2 I -4,7-0,3 2,5 1,2 1,7 1,3 II 3,7-2,8 2,7 0,8 1,6 0,9 III -3,7 0,3 4,5 2,8 3,5 2,9 IV -14,8 8,5 4,3 2,8 3,8 2,9 I -1,6 13,0 8,5 8,7 8,6 8,7 II -12,3 16,7 7,9 8,9 8,2 8,8 III -15,0 8,2 3,7 3,1 3,6 3,2 IV -1,5 6,9 6,7 6,3 6,8 6,4 I 9,0 5,5 3,9 4,1 4,0 4,1 II -6,7 0,6 1,4 0,3 1,2 0,4 III -5,6 10,7 4,2 4,8 4,5 4,8 IV 17,8 6,0 5,6 8,3 5,9 8,0 2012(*) I -1,3 12,8 4,6 6,2 4,9 6,1 Fonte: Seplande/ Sinc (*) estimativa preliminar

13 Comportamento da Economia em Alagoas 2010 Análise trimestral Fonte: Seplande-AL/Sinc Elaboração: Seplande-AL/Sinc

14 Comportamento da Economia em Alagoas 2011 Análise trimestral Fonte: Seplande-AL/Sinc Elaboração: Seplande-AL/Sinc

15 Atividade Alagoas X Estados do Nordeste x Brasil 1º Trimestre 2012 Brasil Alagoas Pernambuco Bahia Ceará Agropecuária -8,5-1,3-23,8 2,6-9,8 Indústria 0,1 12,8 9,0 4,7 1,6 Serviços 1,6 4,6 4,5 4,1 5,1 Valor Adicionado 0,6 6,2 4,3 4,4 3,5 Impostos 1,6 4,9 6,3 7,0 2,6 PIBpm 0,8 6,1 4,6 4,8 3,4 Fonte: IBGE /CONDEPE-FIDEM/IPECE/SEI-BA/Seplande-AL Elaboração: Seplande-AL/Sinc

16 ANÁLISES

17 AGROPECUÁRIA Atividade 1º Trimestre 2012 Alagoas Brasil Pernambuco Bahia Ceará Agropecuária -1,3-8,5-23,8 2,6-9,8 Nordeste: queda na produção ocasionado pela seca Alagoas: Queda das lavouras temporárias (-1,8%) destacando as do milho (-64,8%)efeijão(-15,0%); Lavouras permanentes apresentaram crescimento de 3,7% Influência do incremento de 2,2% no cultivo da banana Decréscimo na pecuária(-3,3%) Influenciada pela redução nos efetivos de aves (-5,8%), quedas nas produções de leite(-2,3%) e ovos(-4,8%)

18 INDÚSTRIA Atividade 1º Trimestre 2012 Alagoas Brasil Pernambuco Bahia Ceará Indústria 12,9 0,1 9,0 4,7 1,6 A exceção da indústria extrativa mineral (-8,2%) os demais sub-setoresindustriais exibiram números positivos Industria da construção civil: crescimento de 12,9% Cimento: cresceu 16,5% Industria de transformação: alta de 16,3% Produtos Químicos: crescimento de 82,4%

19 SERVIÇOS Atividade 1º Trimestre 2012 Alagoas Brasil Pernambuco Bahia Ceará Serviços 4,6 1,6 4,5 4,1 5,1 Comércio alagoano: Segundo Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, cresceu6,5%no1ºtrimestrede2012 Serviços prestados as empresas: subiu 4,6% Sub-setor Transporte: crescimento de 2,7% Modal Transportes Terrestres: alta de 3,1%

20 Índices de volume de vendas no comércio varejista Fonte: IBGE / Pesquisa Mensal do Comércio

21 Fonte: IBGE / Seplande-AL m Alagoas x Brasil

22 Fonte: IBGE/CONDEPE-FIDEM/IPECE/SEI-BA/Seplande-AL Alagoas x Estados do Nordeste x Brasil

23 Muito Obrigado! Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento Sinc

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