UNIVERSIDADE LÚRIO PÓLO DE CABO DELGADO FACULDADE DE ENGENHARIA. Licenciatura em Engenharia Informática. Plano de Estudos

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1 UNIVERSIDADE LÚRIO PÓLO DE CABO DELGADO FACULDADE DE ENGENHARIA Licenciatura em Engenharia Informática Plano de Estudos Eng.º Ismael Chutumiá dr. Heráclito Comia dr. Delfim Augusto Eng.º Paul Chipako MSc. Elídio da Silva MSc. Eládio Cuellar MSc. Nelson Canizares MSc. Oliver Telleria dr. Miro Tucua dr. Edson Nhantumbo

2 UNIVERSIDADE LÚRIO PÓLO DE CABO DELGADO FACULDADE DE ENGENHARIA PLANO DE ESTUDOS DO CURSO DE LICENCIATURA EM ENGENHARIA INFORMÁTICA (LEI) Março,

3 ÍNDICE 1 Plano de Estudos e Justificação Linhas orientadoras de formulação do plano de estudos Esquema geral adoptado para o curso Disciplinas obrigatórias Primeiro ano Laboratórios Competências transversais Estágio curricular Actividades Complementares Trabalho de Conclusão do Curso Saídas Profissionais Plano Curricular Áreas Científicas das Unidades Curriculares Tabela de Precedências Conteúdos Programáticos Considerações Finais

4 1 Plano de Estudos e Justificação Desde há vários anos organizações internacionais como o IEEE-CS, a ACM (Association for Computing Machinery) e a AIS (Association for Information Systems) têm vindo a congregar esforços no sentido de produzir linhas orientadoras e definir com precisão os corpos de conhecimento dos curricula de várias áreas relacionadas com a Computação. Esses esforços resultaram num conjunto de trabalhos de referência (acessíveis por exemplo em que estão indicados na figura 1. Figura 1 Seguindo o documento geral (CC The Overview) podemos identificar, no vasto continente do ensino da Computação, as seguintes grandes áreas (ou grandes disciplinas): Engenharia dos Computadores (computer engineering), Ciências da Computação (computer science), Sistemas de Informação (information systems), e Engenharia de Software (software engineering). Apesar de termos também de ter em conta as rápidas alterações na configuração das Organizações no que concerne às técnicas computacionais nelas utilizadas, as grandes disciplinas da computação deverão sobretudo ser caracterizadas por referência aos corpos de conhecimento definidos nesse continente da Computação. De forma genérica, define-se computação como sendo qualquer actividade orientada a objectivos, requerendo ou beneficiando da utilização de computadores. 4

5 Como tal, e neste contexto Computação inclui: Concepção e construção de sistemas de hardware (material) e software (programas) para qualquer das seguintes finalidades: Processamento, estruturação e gestão de informação; estudos científicos através do uso de computadores; inclusão de comportamentos considerados inteligentes em Sistemas de Computadores; criação e utilização de meios de comunicação e entretenimento ( media ); extracção e uso da informação relevante para efeitos específicos, etc. Nascida do convívio com a Engenharia Electrotécnica e Electrónica, a Engenharia de Computadores lutou pela sua afirmação nos anos 70, tendo sido completamente aceite desde o início dos anos 90 devido à enorme quantidade e qualidade da investigação realizada até então, assim como devido à grande procura que o mercado impôs de especialistas nesse ramo. A Ciência da Computação (ou de Computadores) que vinha de meados do século XX, estabeleceu muitos princípios, algoritmos e fundamentos teóricos que permitiram a posterior autonomização de áreas mais especializadas como a Engenharia de Software e os Sistemas de Informação. Com o avanço das técnicas informáticas as Organizações têm-se esforçado por se apetrechar com as ferramentas necessárias à boa utilização da informação, quer no seu interior, quer no relacionamento com outras organizações. Surge então uma nova unidade de conhecimento a que se chama Tecnologias da Informação. Partindo deste referencial histórico, e seguindo ainda as ideias guia do trabalho realizado pelas organizações da especialidade ACM e IEEE-CS, publicado em 2005, depois dos anos 90 podemos identificar três grandes áreas fundamentais da computação, tal como indicado na figura 2. Hardware (envolvendo Engenharia Electrónica e Engenharia de Computadores); Software (envolvendo Engenharia de Computadores, Ciências da Computação, Engenharia de Software); Computação nas Organizações (envolvendo Tecnologias da Informação, Sistemas de Informação); Uma brevíssima caracterização das grandes disciplinas aqui mencionadas pode ser lida de seguida. Engenharia de Sistemas de Computação: Conhecimento focado nas teorias e práticas da Engenharia Electrónica e na matemática e sua aplicação aos problemas relacionados com o projecto de computadores, dispositivos baseados em computadores, incluindo sistemas embebidos, e redes de computadores. Ciências das Computação: Conhecimento permitindo a concepção e implementação de sistemas de software, incluindo os fundamentos teóricos e algorítmicos para aplicar em domínios da computação como os da robótica, visão por computador, sistemas inteligentes, 5

6 bio-informática e outras áreas recentes como a web semântica. Os fundamentos teóricos devem permitir a criação de algoritmos e programas mais eficientes. Figura 2 Sistemas de Informação: Conhecimento que permitirá aos especialistas (em Sistemas de Informação) focar as suas competências na integração de soluções da Tecnologia da Informação e os processos de negócio para disponibilizar a informação necessária às empresas para as suas actividades. O tratamento da informação é ainda mais importante que o conhecimento das ferramentas tecnológicas. Estes especialistas, muitas vezes oriundos de Escolas de Economia e Gestão, têm de conhecer quer os princípios da tecnologia, quer os factores organizacionais, de modo a permitir a correcta incorporação dessas tecnologias nas organizações concretas. Tecnologia da Informação: Conhecimentos que permitam formar os especialistas complementares dos Sistemas de Informação dando maior relevo às plataformas tecnológicas a incluir nas Organizações. Tais especialistas terão conhecimentos sobre a instalação, administração e segurança de redes, projecto de sítios web, gestão de correio electrónico, planificação do ciclo de vida da tecnologia usada. Engenharia de Software: os especialistas nesta disciplina têm muito em comum com os da ciência da computação. Têm competências para desenvolver e manter sistemas de software 6

7 fiáveis, eficientes e concordantes com os requisitos definidos pelos clientes. Devem saber programar, mas também gerir sistemas de software complexos. São estas grandes áreas que constituem o mapa dos corpos de conhecimento passíveis de serem integrados no plano de estudos da LEI. 2 Linhas orientadoras de formulação do plano de estudos A proposta de criação da Licenciatura em Engenharia Informática (LEI) é motivada pela necessidade de dotar a região e o país de capacidade em recursos humanos capazes de impulsionarem o desenvolvimento da indústria, companhias comerciais, instituições do estado e governo através da criação e implementação de sistemas computacionais avançados de informação e comunicação e de aplicações de software. De acordo com os objectivos definidos na iniciativa CDIO (Conceiving-Designing- Implementing- Operating), e com o seu principal lema, um graduado em Engenharia deve ser capaz de Conceber, Projectar, Implementar e Operar sistemas de engenharia complexos que acrescentem valor, num ambiente moderno de trabalho em equipa, no contexto das organizações e da sociedade. Além do conhecimento técnico necessário à sua área de actuação, todos os engenheiros deverão ser preparados e dotados de competências profissionais e pessoais que lhes conferirão as capacidades atrás enunciadas. O CDIO(www.cdio.org) estruturou todas essas competências por forma a ter em conta trabalhos anteriores como: os objectivos especificados pela Commission on Engineering Undergraduate Education do MIT, os critérios adoptados pela ABET em 2000, obrigatórios nos EUA, e ainda os especificados por uma empresa conhecida pelo grande rigor na admissão dos seus engenheiros (Boeing) que publicou os seus Desired Attributes of an Engineer. Todas estas competências e aptidões definidas no currículo CDIO, deverão ser conferidas através de todas as disciplinas de qualquer curso de engenharia utilizando acções concretas bem determinadas e a respectiva avaliação (como por exemplo: resolução de problemas, trabalhos individuais e em grupo, escrita de relatórios e artigos, apresentação pública de trabalhos, participação na discussão de temas controversos e complexos, pesquisa de informação e conhecimento relevantes, argumentação estruturada a favor e contra pontos de debate, trabalho laboratorial, elaboração e execução de projectos com alguma dimensão, etc.). A formação sólida e de banda larga a que são sujeitos através da leccionação de um tronco comum alargado, permite que, os formados detenham competências efectivas e úteis no 7

8 domínio da informática suficientes para enfrentarem qualquer posição no mercado de trabalho. Na Engenharia Informática deverão então ser contemplados conhecimentos técnicos em áreas como: a arquitectura de computadores, a programação e seus paradigmas, as estruturas de dados, os algoritmos fundamentais, as linguagens, os sistemas operativos, o funcionamento das redes, a engenharia de software, os sistemas de informação e as bases de dados, a interacção com os utilizadores, os sistemas distribuídos, e a gestão de projectos de software. Para a definição do currículo serviu-nos como base o volume Computing Curricula 2001 Computer Science Curriculum, recentemente revisto em 2005, que como já se disse define em detalhe o corpo de conhecimento da Ciência da Computação, abarcando grande parte das áreas anteriores, que se procuraram cobrir na íntegra. Algumas indicações sobre áreas de especialização foram retiradas de outros volumes como o IS Information Systems Curriculum, o SE2004 Software Engineering Curriculum, IT Information Technology Curriculum e Computer Science Curriculum An Interim Revision of CS Esquema geral adoptado para o curso No gráfico da figura seguinte pode ver-se o modelo geral da Licenciatura em Engenharia Informática. Ano.Semestre Disciplinas Obrigatórias Projecto FECN Laboratórios Competências Transversais Tese/Projecto/Estágio A LEI é composta por 8 semestres lectivos perfazendo uma carga horária total de 3840 horas lectivas, suportado por 3 pilares fundamentais, nomeadamente: Ciências de Engenharia, Ciências de Engenharia Informática e Competências transversais. 8

9 3.1 Disciplinas obrigatórias Este modelo geral contém uma grande área de disciplinas obrigatórias destinada à leccionação das Ciências de Engenharia e de Ciências de Engenharia Informática, das áreas definidas nos requisitos gerais pelo PUCD para os seus cursos de Licenciatura, e na área de Informática actualmente contemplada no documento CC2001, optou-se por incluir uma parte significativa do corpo de conhecimentos do CC2001, fornecendo a todos os estudantes uma base sólida e completa de banda larga. Assim todas as 12 das 14 grandes áreas definidas no CC2001 estão presentes, incluindo a grande maioria das 132 unidades de conhecimento em que se dividem e do mais de 1 milhar de tópicos que por sua vez as compõem. 3.2 Primeiro ano O primeiro semestre do primeiro ano será constituído por unidades curriculares de Ciências de Engenharia, de Ciências de Engenharia Informática, acrescido de um pacote de Propedêuticas de Ciências de Engenharia, que tem como objectivo principal a revisão e consolidação de conhecimentos adquiridos no ensino pré-universitário, com particular incidência para as disciplinas da área de ciências exactas do curso. Deste modo nas primeiras 4 semanas do 1º semestre será ministrado um pacote especial de actividades lectivas tendo em vista a homogeneização de conhecimentos básicos de Matemática e Física (MaFi) através de uma unidade denominada Projecto Integrador FECN. 3.3 Laboratórios Ao longo de 4 semestres consecutivos, com início no 1º semestre do 3º ano, os estudantes frequentarão 4 disciplinas específicas de laboratório onde terão de realizar pequenos projectos integradores e desenvolver muitas das aptidões não-técnicas de nível pessoal e interpessoal, e de concepção, implementação e operação de sistemas de complexidade crescente, descritas no CDIO. Essas aptidões serão desenvolvidas através de acções concretas, alvo de avaliação, tais como a constituição e gestão de equipas, o trabalho cooperativo e a apresentação pública de resultados. As disciplinas de Laboratório visam complementar a aprendizagem científica e técnica fornecida nas restantes disciplinas e também aplicar, de forma integrada, conhecimentos de várias áreas, conferindo-lhes outra dimensão, recorrendo a trabalhos de maior envergadura. Muitas das outras disciplinas contêm já no seu programa a realização de trabalhos de menor dimensão e grau de finalização, que servem fundamentalmente para o necessário ganhar experiência na área mais específica da respectiva disciplina. Pretende-se nas disciplinas de Laboratório englobar várias áreas, atingir um maior grau de complexidade e finalização, e ainda conferir competências de trabalho em grupo e de concepção, projecto, implementação e operação de sistemas. De forma geral os trabalhos deverão ter 9

10 apenas uma pequena especificação inicial, deixando um grau de liberdade grande aos estudantes para o seu desenvolvimento. Laboratório de Computadores - Pretende-se nesta disciplina completar o estudo da arquitectura de computadores e a ligação da execução de programas ao respectivo hardware. Deverá ser principalmente dedicada à implementação de projectos que envolvam a programação directa de elementos de hardware presentes nos PC s incluindo nesses projectos um esqueleto feito numa linguagem de alto nível como o C/C++ e rotinas de acesso ao hardware feitas directamente em assembly do processador. Ter-se-á aqui oportunidade para lidar de perto com o funcionamento de elementos como as placas gráficas, o teclado, porta série e paralelo, temporizadores, etc., incluindo, de forma importante, a sua utilização assíncrona (ou por eventos) através de rotinas de interrupção, ilustrando como as bibliotecas de alto nível que permitem a utilização confortável desses componentes são na realidade construídas. Este tipo de projectos constitui um excelente meio para a compreensão do funcionamento de algumas partes dos Sistemas Operativos no semestre seguinte. Outro aspecto importante que poderá ser introduzido aqui é o desenvolvimento de software embebido utilizando o PC (sem sistema operativo) como plataforma de hardware. Laboratório de Engenharia de Software O específico neste laboratório é que se adquira habilidades na obtenção dos artefactos das distintas etapas no desenvolvimento de um produto informático, usando as melhores práticas existentes na indústria de Software. A base de todas as técnicas que vão ser estudadas é o padrão UML para a modelação de software orientado a objectos, cujos diagramas serão elaborados com uma ferramenta CASE; O modelo de processo seleccionado é o RUP (Rational Unified Process). Laboratório de Bases de Dados - O tema principal do laboratório é a concepção, projecto e implementação de bases de dados e sua interrogação recorrendo para tal, ao uso de um Sistema de Gestão de Bases de Dados como plataforma. Serão postos em prática os conceitos fundamentais sobre a arquitectura Cliente-Servidor e desenvolver-se-á o domínio na utilização de interfaces de acesso a dados (ODBC, ADO, etc.). Laboratório de Redes de Computadores - O tema principal do laboratório é a análise e projecto de sistemas de rede de computadores de pequena a grande escala, recorrendo numa pequena fase, a simuladores de redes e de seguida a projectos reais. 10

11 3.4 Competências transversais No plano de estudos da LEI, a área de competências transversais é constituída por unidades curriculares das áreas de línguas (Português e Inglês), economia/gestão e desenvolvimento comunitário. A língua Inglesa é ministrada durante primeiros quatro semestres da LEI, desta forma afigurando-se como uma aposta forte no plano de estudos da LEI devido a sua universalidade e à sua afirmação cada vez mais predominante como língua científica, e ainda associando-se a estes dois factores a integração regional da SADC. A ligação a comunidade utilizando TIC s será efectivada por meio da criação de um telecentro multi-propósito, equipado com telefone, fax, Internet e programas de formação, com orientação para o uso do computador, , telefone, fax, biblioteca e serviços de fotocópia. No futuro poder-se-á integrar uma unidade de ensino à distância. O telecentro irá servir directamente as comunidades do bairro Eduardo Mondlane e da aldeia de Chuíba, para além de ficar aberta a comunidade em geral. Ao longo de dois semestres estudantes e docentes participarão nos programas de formação do telecentro, bem como no processo de prospecção e implementação de pacotes informáticos adequados aos níveis de conhecimento e necessidades do público-alvo. Na fase terminal do curso é oferecida uma componente de economia, gestão e negócios com objectivo de conferir ao graduando competências suficientes para a criação, desenvolvimento e gestão do seu próprio negócio. 3.5 Estágio curricular A realização de estágios é fundamental para a integração teórico-prática no Curso, podendo ser desenvolvidos em tempo parcial e em tempo integral. Os estágios são supervisionados e podem realizar-se em períodos de férias ou em períodos lectivos regulares. Preferencialmente, a actividade Estágio deve ser realizada quando o estudante já contar com uma base sólida no campo do estágio, para um melhor aproveitamento. Isso, entretanto, não é impedimento para que os estudantes possam desenvolver actividades práticas nos períodos iniciais do Curso. O contacto directo com o mercado de trabalho é sempre recomendável e proveitoso para os estudantes em qualquer momento do Curso. 11

12 A actuação do estudante como estagiário deverá obedecer aos preceitos legais vigentes. Neste sentido, o Curso deverá fornecer duas possibilidades para que o estágio seja computado como curricular: através de uma disciplina de estágio obrigatória e através de disciplinas de estágio optativas. Em qualquer uma das hipóteses, os estágios deverão contar com a devida supervisão da Instituição, culminando com a apresentação de um relatório final por parte do estudante. Os relatórios finais deverão ser alvo de defesa dos estudantes em um seminário semestral de estágios. Este seminário será um dos elementos de re-alimentação do Curso, servindo como avaliação das práticas e metodologias de ensino. Um maior detalhamento de todos os aspectos relacionados aos tópicos delineados acima deverá constar em documento específico a respeito das normas de estágios curriculares, a ser elaborado pela Direcção do Curso. 3.6 Actividades Complementares O processo de ensino não poderá estar restringido ao cumprimento de uma determinada quantidade de disciplinas, além do estágio curricular. Espera-se que o aluno seja um elemento activo no seu processo de ensino, através da realização de actividades complementares, tais como trabalhos de iniciação científica, projectos multidisciplinares, visitas técnicas, trabalhos em equipa, desenvolvimento de protótipos, monitorias, participação em empresas juniores, entre outras. Todas as actividades a serem consideradas como complementares deverão ser exclusivas, ou seja, não poderão ser computadas para outras finalidades dentro do Curso. As actividades complementares deverão ser regulamentadas através de documento específico, a ser elaborado pela Direcção do Curso. 3.7 Trabalho de Conclusão do Curso O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é uma actividade didáctica obrigatória com o objectivo de sedimentar no estudante os conhecimentos obtidos ao longo do curso. Para o efeito o último semestre está reservado para o desenvolvimento do mesmo com a possibilidade de poder assumir três formas possíveis, nomeadamente: 12

13 Desenvolver a sua capacitação e auto-confiança na geração de soluções através da execução de um projecto teórico-prático a nível laboratorial ou industrial, em forma de monografia e apresentá-lo publicamente; A integração do estudante num projecto já definido, ou em curso, de investigação e/ou desenvolvimento, tendo que elaborar um relatório final da sua actividade e apresentá-lo publicamente; À frequência do estudante num estágio profissional numa empresa reconhecida, elaborar o respectivo relatório de estágio, e apresentar publicamente o conjunto da sua actividade; Para quaisquer uma das formas de culminação de curso, o estudante não terá nenhuma especialidade definida, contudo o curso foi desenhado de modo a que ao terminar, o estudante tenha um perfil orientado à grande área de Sistemas de Informação, fortemente suportada pelas áreas de Engenharia de Software, Programação e Redes de Computadores. Deste modo, o estudante estará dotado de competências para optar por prosseguir com estudos de pós-graduação ou ainda entrar para mercado de trabalho e desenvolver a sua actividade laboral em qualquer uma daquelas áreas de especialidade. As actividades a serem desenvolvidas no Trabalho de Conclusão de Curso deverão ser regulamentadas através de documento específico, a ser elaborado pela Direcção do Curso e ratificadas pelo Conselho de Faculdade. 3.8 Saídas Profissionais No final da Licenciatura em Engenharia Informática (LEI), os estudantes poderão entrar no mercado de trabalho, embora não lhes esteja associada nenhuma área de especialização específica, estarão em condições de desenvolver actividades de engenharia na indústria, e- sistafe, govnet, empresas informáticas de: Análise, desenvolvimento e manutenção de software; Análise, implementação e administração de sistemas de base de dados; Análise, implementação e administração de redes informáticas de pequena, média e grande dimensão; Na, banca entre outras áreas afins. 13

14 4 Plano Curricular No quadro que se segue é apresentado o plano de estudos para a Licenciatura em Engenharia Informática, indicadas as unidades curriculares, horas de contacto semanais e os respectivos créditos por disciplina. Para a conclusão do Curso, o Estudante deverá reunir um total de 208 créditos, resultantes dos créditos por disciplina, estágios curriculares, actividades complementares e 32 créditos pelo trabalho de conclusão de curso. 14

15 4º ano 3º ano 2º ano 1º ano Plano de Estudos de Licenciatura em Engenharia Informática LEI Plano Curricular do Curso de Engenharia Informática [1 o ciclo] Ano Código 1 Semestre T TP P Crédtitos Código 2 Semestre T TP P Crédtitos - Projecto Integrador FECN Fundamentos da Programação Técnicas de Expressão e Comunicação Desenvolvimento Comunitário I Inglês Geral I Inglês Geral II Introdução à Engenharia Mecânica e Ondas Metodologia de Estudo Científico Álgebra Linear e Geometria Analítica Calculo I Calculo II Introdução à Computação Introdução à Organização dos Computadores Total de Créditos 28 Total de Créditos 32 Código 1 Semestre T TP P Uc Código 2 Semestre T TP P Uc Programação Programação Orientada por Objectos Desenvolvimento Comunitário II Desenvolvimento Comunitário III Inglês I Inglês II Electricidade e Magnetismo Probabilidade e Métodos Estatísticos Matemática Discreta Sistemas e Tecnologias de Informação Calculo III Introdução as Base de Dados Arquitectura de Computadores Microprocessadores e Computadores Pessoais Total de Créditos 30 Total de Créditos 30 Código 1 Semestre T TP P Uc Código 2 Semestre T TP P Uc Algoritmos de Programação e Estrutura de Dados Programação Web Desenvolvimento Comunitário IV Técnicas de Gestão e Negócios Redes de Computadores Sistemas Operativos Métodos Numéricos Engenharia de Software II Engenharia de Software I Laboratório de Base de Dados Sistemas de Base de Dados Laboratório de Redes de Computadores Laboratório de Computadores Total de Créditos 30 Total de Créditos 30 Código 1 Semestre T TP P Uc Código 2 Semestre T TP P Uc Sistemas Distribuídos Monografia (Pesquisa/Projecto/Estágio Profissional) Investigação Operacional Gestão de Projectos Informáticos Laboratório de Engenharia de Software Projecto de Licenciatura Total de créditos 28 Total de Créditos 32 Grand Total de Créditos

16 4.1 Áreas Científicas das Unidades Curriculares Área Científica Tecnologias de Informação Arquitectura de Computadores Engenharia de Software Física Matemática Métodos Quantitativos e Gestão Programação Sistemas de Informação Sistemas Operativos e Redes Áreas Transversais Temas Multidisciplinares Unidades Curriculares Introdução à Computação Introdução à Organização de Computadores Arquitectura de Computadores Microprocessadores e Computadores Pessoais Laboratório de Computadores Sistemas e Tecnologias de Informação Engenharia de Software I Engenharia de Software II Laboratório de Engenharia de Software Mecânica e Ondas Electricidade e Magnetismo Cálculo I, II, III Álgebra Linear e Geometria Analítica Matemática Discreta Métodos Numéricos Probabilidade e Métodos Estatísticos Investigação Operacional Técnicas de Gestão e Negócios Gestão de Projectos Informáticos Fundamentos da Programação Programação Programação Orientada por Objectos Algoritmos de Programação e Estruturas de Dados Programação Web Introdução à Base de Dados Sistemas de Base de Dados Laboratório de Base de Dados Sistemas Operativos Redes de Computadores Laboratório de Redes de Computadores Sistemas Distribuídos Inglês Geral I, II Inglês I, II Métodos de Estudo Científico Técnicas de Expressão e Comunicação Introdução à Engenharia Desenvolvimento Comunitário I, II, III, IV Projecto de Licenciatura Monografia (Pesquisa/Projecto/Estágio Profissional) 16

17 4.2 Tabela de Precedências Semestre Disciplinas Uc Pré-requisitos Calculo I 6 Projecto Integrador FECN - Introdução à Computação 6 1 Técnicas de Expressão e Comunicação 4 Inglês Geral I 4 Introdução à Engenharia 4 Metodologia de Estudo Científico 4 Total 28 Calculo II 6 Calculo I Fundamentos da Programação 6 Introdução à Organização dos Computadores 6 2 Inglês Geral II 4 Inglês Geral I Álgebra Linear e Geometria Analítica 5 Mecânica e Ondas 3 Desenvolvimento Comunitário I 2 Total 32 Calculo III 6 Calculo II Programação 6 Fundamentos da Programação Electricidade e Magnetismo 3 Mecânica e Ondas 3 Matemática Discreta 4 Inglês I 4 Arquitectura de Computadores 5 Introdução à Organização dos Computadores Desenvolvimento Comunitário II 2 Total 30 Microprocessadores e Computadores Pessoais 5 Arquitectura de Computadores Programação Orientada por Objectos 6 Programação Introdução à Base de Dados 6 4 Inglês II 4 Inglês I Sistemas e Tecnologias de Informação 4 Probabilidade e Métodos Estatísticos 3 Desenvolvimento Comunitário III 2 Total 30 Algoritmos de Programação e Estrutura de Dados 5 Programação Orientada por Objectos Redes de Computadores 5 Laboratório de Computadores 4 Microprocessadores e Computadores Pessoais, 5 Programação Sistemas de Base de Dados 5 Introdução a Base de Dados Engenharia de Software I 6 Métodos Numéricos 3 Desenvolvimento Comunitário IV 2 Total 30 Engenharia de Software II 6 Engenharia de Software I Laboratório de Base de Dados 6 Sistemas de Base de Dados 6 Programação Web 6 Programação Orientada por Objectos Sistemas Operativos 5 Programação Laboratório de Redes de Computadores 5 Redes de Computadores Técnicas de Gestão e Negócios 2 Total 30 Laboratório de Engenharia de Software 6 Engenharia de Software II Sistemas Distribuídos 6 Laboratório de Redes de Computadores 7 Investigação Operacional 4 Projecto de Licenciatura 6 Gestão de Projectos Informáticos 6 Total 28 8 Monografia (Pesquisa/Projecto/Estágio Profissional) 32 Todas disciplinas 17

18 4.3 Conteúdos Programáticos Sem prejuízo de uma definição e coordenação mais rigorosa dos programas e funcionamento das disciplinas, indicam-se a seguir os seus tópicos fundamentais, bem assim como a respectiva carga horária. Calculo I 1º 1º 6 Dotar o estudante de conhecimentos que o possibilitem compreender e resolver problemas elementares sobre primitivas, séries numéricas e, estudo de funções reais de uma variável real com ênfase no cálculo diferencial e integral que vão fornecer bases sólidas para outras áreas científicas do curso. Formação básica em cálculo diferencial e integral, com domínio nas seguintes matérias: sucessões, diferencial e integral de funções reais de uma variável. Introdução as séries numéricas. Ser capaz de determinar, caso exista, a primitiva de uma função real de variável real, bem como compreender e saber aplicar os métodos de primitivação por partes e por substituição. 1. Sucessões numéricas: definição, sucessões limitadas e sucessões monótonas, definição de subsucessões, sucessões convergentes, limite de sucessões numéricas, teoremas fundamentais sobre sucessões limitadas, sucessões de Cauchy. 2. Funções reais de variável real: funções reais definidos em R, noções de limite (definição de Cauchy), limites laterais e limites de funções reais de variável real, propriedades e operações, estudo da continuidade de funções reais de variável real, propriedades das funções contínuas, definição da continuidade no ponto (segundo Heine e segundo Cauchy), definição de continuidade à direita e à esquerda, propriedades aritméticas com funções contínuas, descontinuidade de primeira espécie e de segunda espécie, teorema de Bolzano, teorema de Weierstrass, estudo das funções trigonométricas, estudo das funções trigonométricas inversas, funções exponenciais e logaritmicas. 3. Cálculo diferencial em R: noções de derivada de uma função, derivadas laterais, derivadas de uma função num ponto, derivadas de função composta e de função inversa, derivadas das funções trigonométricas inversas, diferenciabilidade e continuidade, derivada das equações definidas parametricamente, propriedades das funções diferenciais, regras de derivação, derivação de ordem superior, derivadas de função implícita, derivada de funções dadas na forma paramétrica, definição de máximo (mínimo) local, máximo (mínimo) absoluto. 4. Teoremas fundamentais: teorema de Rolle, 18

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