Segurança em Banco de Dados

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1 Segurança em Banco de Dados Brasília-DF, 2011.

2 Elaboração: Max Bianchi Godoy Produção: Equipe Técnica de Avaliação, Revisão Linguística e Editoração Segurança em Banco de Dados 2

3 Sumário Apresentação... 4 Organização do Caderno de Estudos e Pesquisa... 5 Organização da Disciplina... 6 Introdução... 7 Unidade 1 Backup e Recovery de Banco de Dados... 9 Capítulo 1 Técnicas de Backup e Recovery Capítulo 2 Tipos de Backup Capítulo 3 Recuperação Completa e Parcial de Banco de Dados Unidade 2 Gestão de Segurança de Banco de Dados Capítulo 4 Levantamento de Necessidades de Usuários Capítulo 5 Administrador, Dono de Objetos, Usuário Comum Capítulo 6 Proteção em Nível de Tabela; Acesso a Objetos Capítulo 7 Integração com o Sistema Operacional Capítulo 8 Views, Stored Procedures, Triggers Capítulo 9 Auditoria Referências Pós-Graduação a Distância 3

4 Apresentação Caro aluno, Bem-vindo ao estudo da disciplina Segurança em Banco de Dados. Este é o nosso Caderno de Estudos e Pesquisa, material elaborado com o objetivo de contribuir para a realização e o desenvolvimento de seus estudos, assim como para a ampliação de seus conhecimentos. Para que você se informe sobre o conteúdo a ser estudado nas próximas semanas, conheça os objetivos da disciplina, a organização dos temas e o número aproximado de horas de estudo que devem ser dedicadas a cada unidade. A carga horária desta disciplina é de 40 (quarenta) horas, cabendo a você administrar o tempo conforme a sua disponibilidade. Mas, lembre-se, há uma data-limite para a conclusão do curso, incluindo a apresentação ao seu tutor das atividades avaliativas indicadas. Os conteúdos foram organizados em unidades de estudo, subdivididas em capítulos de forma didática, objetiva e coerente. Eles serão abordados por meio de textos básicos, com questões para reflexão, que farão parte das atividades avaliativas do curso; serão indicadas, também, fontes de consulta para aprofundar os estudos com leituras e pesquisas complementares. Desejamos a você um trabalho proveitoso sobre os temas abordados nesta disciplina. Lembre-se de que, apesar de distantes, podemos estar muito próximos. A Coordenação Segurança em Banco de Dados 4

5 Organização do Caderno de Estudos e Pesquisa Apresentação: Mensagem da Coordenação. Organização da Disciplina: Apresentação dos objetivos e da carga horária das unidades. Introdução: Contextualização do estudo a ser desenvolvido por você na disciplina, indicando a importância desta para sua formação acadêmica. Ícones utilizados no material didático Provocação: Pensamentos inseridos no material didático para provocar a reflexão sobre sua prática e seus sentimentos ao desenvolver os estudos em cada disciplina. Para refletir: Questões inseridas durante o estudo da disciplina para estimulá-lo a pensar a respeito do assunto proposto. Registre sua visão sem se preocupar com o conteúdo do texto. O importante é verificar seus conhecimentos, suas experiências e seus sentimentos. É fundamental que você reflita sobre as questões propostas. Elas são o ponto de partida de nosso trabalho. Textos para leitura complementar: Novos textos, trechos de textos referenciais, conceitos de dicionários, exemplos e sugestões, para lhe apresentar novas visões sobre o tema abordado no texto básico. Sintetizando e enriquecendo nossas informações: Espaço para você fazer uma síntese dos textos e enriquecê-los com sua contribuição pessoal. Sugestão de leituras, filmes, sites e pesquisas: Aprofundamento das discussões. Praticando: Atividades sugeridas, no decorrer das leituras, com o objetivo pedagógico de fortalecer o processo de aprendizagem. Para (não) finalizar: Texto, ao final do Caderno, com a intenção de instigá-lo a prosseguir com a reflexão. Referências: Bibliografia consultada na elaboração da disciplina. Pós-Graduação a Distância 5

6 Organização da Disciplina Ementa: Estudo das técnicas de backup e recovery. Tipos de backup. Recuperação completa e parcial de Banco de Dados. Criação de Banco de Dados Stand by. Técnicas de Auditoria. Criação de perfis de usuário. Política de senhas e Acesso. Sessões de usuários. Banco de Dados Flashback. Objetivos: Estudar as técnicas de backup e recovery. Explicar os principais tipos de backup. Dissertar sobre algumas técnicas de auditoria. Unidade I Backup e Recovery de Banco de Dados Carga horária: 15 horas Conteúdo Capítulo Técnicas de Backup e Recovery 1 Tipos de Backup 2 Recuperação Completa e Parcial de Banco de Dados 3 Unidade II Gestão de Segurança de Banco de Dados Carga horária: 25 horas Conteúdo Capítulo Levantamento de Necessidades de Usuários 4 Administrador, Dono de Objetos, Usuário Comum 5 Proteção em Nível de Tabela e Acesso a Objetos 6 Integração com o Sistema Operacional 7 Views, Stored Procedures, Triggers 8 Auditoria 9 Segurança em Banco de Dados 6

7 Introdução O único sistema verdadeiramente seguro é aquele que está desligado, desplugado, trancado num cofre de titanium, lacrado, enterrado em um bunker de concreto, envolto por gás nervoso e vigiado por guardas armados muito bem pagos. Mesmo assim, eu não apostaria minha vida nisso. Gene Spafford Iniciaremos estudando as principais técnicas de backup e recovery, que protegem os dados e a continuidade dos negócios; veremos também os tipos de backup existentes e os processos de recuperação completa e parcial de banco de dados. Estudaremos não só os aspectos da gestão de segurança de Banco de Dados, tais como aprender a levantar as necessidades dos usuários, tendo em vista o que eles desejam e o que realmente precisam, como também os perfis comuns, os níveis de segurança e a adaptação às regras da empresa. Aprofundaremos os conceitos de Administrador do Banco de Dados, de Dono de Objetos e dos chamados Usuários Comuns, analisando aspectos relativos a cada um desses atores na segurança dos Bancos de Dados. Depois, discutiremos aspectos relativos à proteção em nível de tabela e à chamada gerência da base, sobretudo no que concerne ao acesso a objetos, tais como as tabelas, as visões e outros. Em seguida, estudaremos as fragilidades nos Bancos de Dados devido aos Sistemas Operacionais e abordaremos os conceitos e a aplicabilidade das Views, Stored Procedures e Triggers. Finalmente, verificaremos os aspectos relacionados à Auditoria, uma vez que é necessário saber se os procedimentos de backup e formas de recovery e demais sistemas de proteção e controle estão em pleno funcionamento, a fim de que a continuidade do negócio possa estar garantida, caso ocorram algumas situações desagradáveis que possam levar à perda de alguns dados. Pós-Graduação a Distância 7

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9 Backup e Recovery de Banco de Dados Unidade I Segundo Heuser (2001), os Bancos de Dados, arquivos físicos, gravados em dispositivos periféricos, armazenam os dados provenientes de vários sistemas, a fim de que os usuários possam realizar consultas ou atualizações. Segundo Elmasri; Navathe (1988), os Bancos de Dados correspondem a coleções de dados relacionados, logicamente dispostos e coerentes, que apresentam significados intrínsecos ou objetivos definidos. A segurança em Banco de Dados é constituída pelo estudo do conjunto de medidas, por mecanismos e polílicas de segurança que se destinam a prover dispositivos, a fim de que sejam mantidos os aspectos de disponibilidade, de confidencialidade e integridade dos dados, além de fornecer proteção aos sistemas contra possíveis acidentes, falhas ou ataques perpetrados interna ou externamente às empresas. Tais medidas de segurança têm como um dos principais mecanismos de continuidade os procedimentos de backup e recovery, sendo o primeiro o ato de realizar cópias de segurança e o segundo a forma de recuperar tais cópias, o que veremos durante este estudo. Pós-Graduação a Distância 9

10 Backup e Recovery de Banco de Dados Unidade I Capítulo 1 Técnicas de Backup e Recovery Um Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é constituído por um conjunto de dados associados a um conjunto de programas para acesso a esses dados. O conjunto de dados, comumente chamado Banco de Dados, contém informações sobre uma empresa em particular. Korth (2005) O backup refere-se à técnica de realização de cópia de segurança dos dados de um dispositivo de armazenamento para outro com o objetivo de, que posteriormente, esses dados possam ser recuperados (recovery) no caso de algum problema ou por uma necessidade específica. A origem da palavra backup vem da chamada era industrial e foi utilizada para identificar as peças de reposição dos carros que saiam das linhas de montagem e das máquinas e equipamentos sobressalentes que as substituiam, em caso de defeito. Assim, da mesma forma, realizar um backup é fazer uma cópia de segurança de determinado trabalho, arquivo, banco de dados ou sistema, a fim de que, no caso de uma eventualidade que impeça o seu uso ou leitura, estes possam ser rapidamente recuperados, minimizando, assim, os prejuízos e permitindo a continuidade dos serviços. Portanto, de uma forma geral, o backup corresponde a uma tarefa essencial para todos os que utilizam computadores e outros dispositivos informatizados. Atualmente, os mais conhecidos dispositivos de gravação para os backups são: as fitas magnéticas ou DAT, os CD-ROMs, os DVDs, o Blue-Ray e os discos rígidos externos. Além destes, existem inúmeros softwares que podem ser utilizados para criação de backups e para posterior recuperação dos dados (recovery). Basicamente, a importância dos backups é assegurar a integridade dos dados contra possíveis problemas que possam eventualmente ocorrer nos sistemas, mais equipamentos ou nas unidades de armazenamento utilizadas. Além disso, devem assegurar a recuperação de arquivos dos usuários que possam ser apagados ou corrompidos acidentalmente ou algum tipo de vírus ou outras pragas virtuais. Segurança em Banco de Dados Dessa forma, a fim de ser carecterizada a realização de um backup contingencial (para ser usado em caso de contingências), o usuário deve utilizar um outro meio de armazenamento, que não esteja diretamente vinculado aos equipamentos de uso ou à utilização normal do equipamento em que se encontram os arquivos e dados que estão sendo utilizados. Portanto, nesses casos, o ideal é a utilização de alguma mídia removível, após a efetivação dos procedimentos de backup e sua guarda realizada em local seguro e, se possível, distante do local das atividades normais. Tal cuidado é muito importante, pois na eventual ocorrência de um dano ao local onde está o equipamento ou mesmo de algum problema no Banco de Dados o backup anteriormente realizado deverá estar em local seguro e, de preferência, longe e isolado do problema que levou à indisponibilidade daquela informação, a fim de que possa ser baixado (recovery) e, no menor tempo possível, as atividades operacionais retornarem à normalidade. 10

11 Backup e Recovery de Banco de Dados Unidade I Assim, a realização de backups e sua administração são os mecanismos determinantes da reversibilidade dos efeitos e dos danos provocados por falhas. Ocorrido um problema ou uma falha, e reinicializado o Banco de Dados, o sistema gerenciador de Banco de Dados deverá ser capaz de verificar se o encerramento anormal ocorreu, portanto, é fundamental que esse possua ferramentas capazes de determinar as providências cabíveis e as tomar no menor tempo possível. Tais providências correspondem, normalmente, a decidir se o backup deve ser restaurado ou não, determinar quantas e quais as transações devem ser desfeitas e se é necessário verificar ou rolar o log de transações. Além disso, há a necessidade de backups operacionais, isto é, a realização de cópias de segurança, efetivadas durante a execução das atividades operacionais, que ficam bem próximas ou dentro do mesmo ambiente de trabalho, devido à fragilidade dos equipamentos ou necessidade premente da informação. Nesses casos, além das técnicas já vistas, de acordo com a necessidade, podem ser requeridas outras técnicas de backups, as quais veremos a seguir. Uma das técnicas mais conhecidas de realização de backup de Banco de Dados é chamada de Stand by, que se utiliza do recurso de um Servidor de Backup. Contudo, nessa técnica, no momento em que ocorrer a sua utilização, será necessário um auxílio externo para que esse dispositivo possa ficar disponível para utilização. Segundo Molina (1990), há uma técnica conhecida em que os backups realizados ocorrem remotamente: existem dois tipos específicos de backups remotos, sendo um conhecido como 1-safe e, o outro, como 2-safe. Dessa forma, no modelo 1-safe, a grande maioria das transações realizadas no Banco de Dados principal são automaticamente propagadas para o Servidor de Backup e, logo após, aplicadas. Tal operação representa que, em caso de algum tipo de desastre, algumas transações que haviam sido executadas e não geraram os logs poderão ser perdidas. Já no modelo 2-safe, o Servidor Principal e o de Backup executam as atualizações em duas fases, para certificar que as transações serão aplicadas em ambos os Servidores. Tal opção diminui a performance do Banco de Dados, uma vez que, em cada transação efetivada, seria necessário esperar o retorno do Servidor de Backup, sinalizando o êxito da execução. Nesses processos, segundo King (1991), os Servidores de Banco de Dados podem apresentar-se em três estados (modos) diferentes chamados de produção, em que se realiza a operação normal, em mode de backup ou em situação de recuperação. Assim, apenas quando o servidor de Banco de Dados estiver em produção é que poderão ser realizadas as operações normais, ou seja, o Banco de Dados está disponível para receber dados ou realizar o processamento das transações e essas irão gerar os logs para o Servidor de Backup. Pós-Graduação a Distância 11

12 Backup e Recovery de Banco de Dados Unidade I Capítulo 2 Tipos de Backup O ser humano sempre buscou o controle sobre as informações que eram importantes, até mesmo na mais remota antiguidade, o que mudou foram as formas de registro e armazenamento dessas informações, que nos dois últimos séculos passaram a ter importância crucial para as organizações humanas. Caruso; Steffen (1999) Backups Completo (Full) O backup conhecido como completo ou Full consiste em realizar o backup de todos os arquivos de um determinado local ou sistema para a mídia de backup, lembrando que os dados serão uma fotografia estática do momento em que foram copiados (não são alterados até o próximo backup). Assim, um backup completo não verifica se o arquivo foi alterado desde o último backup, pois realiza um cópia de todas as informações solicitadas para a mídia de backup; mesmo que os arquivos fontes tenham modificações, essas só serão transferidas junto com os demais arquivos que não foram modificados no próximo Full. Dessa forma, verificamos porque os backups completos não são realizados com muita frequência, uma vez que todos os arquivos seriam gravados na mídia de backup, sendo que, na maioria das vezes, apenas poucos desses arquivos teriam sido alterados ou atualizados. Dessa maneira, como vantagem, apresenta o fato de os arquivos serem mais fáceis de localizar porque estão todos na mídia de backup, requerendo apenas uma mídia ou um mesmo conjunto de mídias para a recuperação dos arquivos. Contudo, como desvantagem há o fato de ser, normalmente, bem mais demorado que os outros tipos e, se os arquivos forem atualizados/alterados com pouca frequência, os arquivos gravados nos backups serão muito semelhantes. Backups Incrementais Segurança em Banco de Dados Os backups incrementais, de forma diferente dos completos, primeiro verificam se o horário de alteração gravado de um arquivo foi mais recente que o do último backup e, caso o arquivo não tenha sido modificado desde o último backup realizado, este será ignorado na relação de arquivos a fazerem parte do backup. Contudo, se as datas de modificação dos arquivos forem mais recentes do que a data registrada como sendo do último backup, isto é, se houve modificações, este será incluído no backup a ser realizado. Quanto à sua utilização, normalmente os backups incrementais trabalham em conjunto com os backup completos como, por exemplo, realizando um backup completo (Full) semanal e, depois, diariamente, backups incrementais frequentes ou diários. Nesse caso, para se reconstituir todo o Banco de Dados, numa eventual necessidade, é obrigatório baixar, realizar o recovery (inicialmente do Full) seguido de todos os incrementais até a data da ocorrência do problema que danificou a base. 12

13 Backup e Recovery de Banco de Dados Unidade I Como vantagem principal, há o fato de os backups incrementais serem realizados bem mais rápido que os backups completos; como principal desvantagem, o fato de, para ser restaurado determinado arquivo, é necessário procurar em diversos backups incrementais até que este seja encontrado, além do fato exemplificado que é o de, para ser restaurado um sistema ou base de dados completa, seria necessário restaurar o último backup completo e todos os backups incrementais subsequentes. A fim de minimizar a necessidade da procura em todos os backups incrementais quando da procura de determinados arquivos, foi implementada uma tática ligeiramente diferente, conhecida como backup diferencial. Backups Diferenciais Os backups diferenciais de certa forma são similares aos incrementais, uma vez que os dois realizam cópias de segurança somente dos arquivos modificados, porém os backups diferenciais apresentam a característica de serem acumulativos. Em um backup diferencial, uma vez que os arquivos são alterados, continuam a ser incluídos em todos os backups diferenciais até que seja realizado outro backup completo. Dessa forma, cada backup diferencial apresentará todos os arquivos modificados desde o último backup completo realizado, bastando, para executar uma restauração completa, apenas o último backup completo associado à baixa do último backup diferencial. Como estratégia de utilização, os backups incrementais agem em conjunto com os completos (Full), ou seja, periodicamente é realizado um backup completo e, até que o próximo ocorra, são feitos backups diferenciais. Contudo, uma das desvantagens desse tipo de backup é o fato de que, como acumulam os arquivos alterados desde o último backup Full, a cada um deles o seu tamanho vai crescendo ao longo do tempo, se mais arquivos forem modificados, como normalmente acontece. Tal fato faz com que os backups diferenciais, em termos de estratégia, fiquem entre os backups incrementais e os completos em termos de utilização de mídias de armazenamento e, também, velocidade. Contudo, como grande vantagem, está o fato de se utilizar um menor número de backups a serem restaurados e, por essa característica, normalmente, é o mais utilizado quando o volume de dados atualizados não for tão grande em quantidade ou em volume. Apresenta como vantagem a recuperação apenas dos últimos backups normal e diferencial. Contudo, como desvantagem está o fato de que uma restauração completa do sistema poderia levar mais tempo do que se forem utilizadas outras formas de backup; no caso de ocorrerem diversas alterações nos dados, estes podem levar mais tempo do que backups do tipo incremental. Alguns autores citam essas formas de backup apresentadas anteriormente como estratégias, uma vez que prescindem de análise para sua utilização. Contudo, tais autores acrescentam, como sendo espécies de backup, os seguintes. Backups Operacionais Representam as cópia de segurança realizadas das atividades operacionais e ficam acondicionadas próximas ou dentro do Ambiente de Trabalho, pois podem ser requeridas com certa urgência para continuar as atividades operacionais. Backups Contingenciais São cópias guardadas fora do Ambiente de Trabalho a fim de serem utilizadas para resolver Situações de Contingência. Backups Legais Constituem-se das cópias de segurança realizadas para fins de manutenção de Registros Históricos, Fiscais ou para Auditoria, uma vez que podem ser solicitadas para esclarecimentos ou por solicitações legais ou fiscais. Pós-Graduação a Distância 13

14 Backup e Recovery de Banco de Dados Unidade I Capítulo 3 Recuperação Completa e Parcial de Banco de Dados [...] um software de Banco de Dados deve ser capaz de garantir a integridade física e lógica da Base de Dados, independente do número de usuários simultâneos que estejam atualizando ou consultando dados, para isso, o software utiliza mecanismos que permitam a concorrência. Fernades (2002) A recuperação completa dos Bancos de Dados é, via de regra, para os usuários, uma tarefa simples. Contudo devemos lembrar que, normalmente, dependendo do tamanho do banco de dados, é algo bem demorado devendo ser realizado em horários de janela de processamento, em que o sistema não seja utilizado. Devemos lembrar que ao ser baixado integralmente o backup completo todos os dados anteriores presentes no backup serão substituídos pelos do backup, ao ser feito o recovery. Às vezes, porém, além do Banco de Dados principal, outras tabelas ou arquivos, que não apresentaram problemas e estão mais atualizadas que as do backup realizado, poderiam representar problemas se fossem substituídas por versões mais antigas. Assim, a recuperação completa dos dados, operacionalmente, deve requerer uma análise detalhada e um cuidado em seu planejamento e realização, uma vez que, como vimos, ao ser recuperado completamente, o Banco de Dados irá substituir o anterior integralmente. Dessa forma, a fim de evitar as perdas de alguns dados que foram atualizados no período de janela (espaço) entre um backup e outro, podem ser utilizadas algumas estratégias para minimizar os problemas. Para tanto, é necessário que os usuários sejam informados de como são realizados os procedimentos e possam tentar verificar se existem dados e arquivos em bom estado, com datas de atualização posteriores às da realização dos últimos backups, os quais podem ser, pelo próprio usuário, copiados para outras áreas ou mídias de armazenamento e, depois da restauração, sobrepor alguns dos dados restaurados. Segurança em Banco de Dados Uma das formas de minimizar tais problemas é a utilizaçâo de rotinas que contenham a utilização de comandos de comparação de valores e de arquivos, que variam de acordo com o Sistema de Recovery ou SGBD utilizados, em que a restauração de todos os arquivos poderá ser realizada em outra pasta/diretório que não os de uso e tais rotinas verificarão, por exemplo, se os arquivos são idênticos, significando que o arquivo não precisa ser substituído e que está bom, ou se a data do arquivo que está no backup é anterior ao do arquivo presente no diretório e, se este estiver em boas condições, não será trocado. A restauração parcial de backups implica, basicamente, as especificidades dos softwares utilizados para realizar os backups. Como a maioria destes apresenta registros de log internos bem detalhados, é possível permitir aos usuários responsáveis a escolha específica do que se quer restaurar, fornecendo um estado operacional consistente e utilizável. Contudo, esse processo de escolha pode ser, normalmente, um pouco complicado, uma vez que pode depender de intervenção manual ou da confecção de rotinas. 14

15 Gestão de Segurança de Banco de Dados Unidade II O conceito de risco admite numerosas definições, não havendo consenso entre os diversos autores. Entretanto, todas as definições possuem dois elementos em comum: incerteza e magnitude. Risco está associado à ideia de incerteza visto que ele se refere a situações futuras imprevisíveis e/ou fora do controle do gerente ou tomador de decisões. Sob esse aspecto, ao risco está associada uma probabilidade de ocorrência. Além disso, o evento ao qual o risco se refere pode causar uma perda ou consequência indesejável maior ou menor, isto é, ele contém uma certa capacidade de dano. Sob esse aspecto, ao risco está associada uma magnitude. Essas duas dimensões combinadas permitem uma avaliação global do risco numa determinada situação. Chamon (2001) Os Bancos de Dados armazenam diversos tipos de informações e variam de complexidade e, também, no que concerne aos aspectos relativos à segurança. Assim, os dados neles armazenados necessitam ser protegidos contra acessos não autorizados, destruição ou alteração intencional ou não. Assim, quanto à segurança dos Bancos de Dados, existem alguns aspectos que devem ser considerados, tais como: seus controles físicos (acesso ao local dos servidores ou aos terminais), aspectos legais, éticos e sociais (informações cadastrais de clientes etc.), problemas operacionais (manutenção de senhas, controle de acesso lógico, formas de autenticação e autorização), questões de políticas de acesso e de segurança, controles de hardware, segurança dos sistemas operacionais e as políticas de armazenamento e de guarda de informações. O uso inadequado do Banco de Dados pode ser considerado como erro acidental, que pode gerar alguma perda. Contudo, as perdas de origem acidental podem, normalmente, apenas resultar em quebras durante o processamento de transações, anomalias causadas pela distribuição ou acessos concorrentes aos dados. Assim, é mais fácil proteger os sistemas contra eventuais perdas acidentais do que contra os acessos mal-intencionados aos Bancos de Dados. Estes podem ser exemplificados por modificações não autorizadas, roubo de informações (leituras não autorizadas), inserções de dados não autorizadas e até destruição ou deleção de alguns ou de todos os dados. Pós-Graduação a Distância 15

16 Gestão de Segurança de Banco de Dados Unidade II Capítulo 4 Levantamento de Necessidades de Usuários Negociação é um processo de tomada de decisão conjunta. É comunicação, direta ou implícita, entre indivíduos que estão tentando chegar a um acordo para benefício mútuo. O significado original da palavra é simplesmente fazer negócios, mas negociação é também a atividade central na diplomacia, na política, na religião, no direito e na família. A negociação engloba conversações sobre controle de armas, a interpretação de textos religiosos e a disputa de guarda de crianças. Todos negociam. Young (1991) O que os Usuários Desejam Todas as pessoas querem ter seus trabalhos protegidos da melhor forma. Contudo, nem sempre o usuário tem a noção correta dos custos de um backup, da queda da performance dos sistemas quando de sua realização e da existência de um planejamento adequado a fim de obter o melhor custo-benefício dessas tarefas. Na ânsia de proteger os dados muitos usuários acabam programando os sistemas que realizam backups indiscriminadamente e, muitas vezes, utilizam frequências de backup (tempo entre um backup e outro) muito inadequadas, sendo até anteriores ao tempo de atualização dos próprios arquivos ou realizando cópias de arquivos sem importância que podem ser repostos com uma nova instalação dos sistemas. Tais aspectos geram gastos excessivos para a empresa na guarda de um volume muito grande e desnecessário de dados armazenados, o que pode dificultar a recuperação e a localização dos dados necessários. Para que sejam resolvidos tais problemas, é necessário que os usuários verifiquem quais os arquivos importantes, sua frequência de atualização e possam, junto com analistas do suporte técnico, determinar a frequência correta para evitar backups desnecessários. Em alguns casos, é possível propor especificidades e exceções necessárias, ou realizar sazonalmente cópias de alguns arquivos em outras mídias, a fim de resguardar certos dados específicos. Segurança em Banco de Dados O que Precisam Antes de determinar qual seria a frequência correta dos backups em sistemas, é necessário consultar os usuários e, a partir daí, realizar algumas verificações. Dessa forma, é preciso que os responsáveis verifiquem as datas de atualização dos arquivos, a frequência de alteração dos usuários, os arquivos mais utilizados e os mais importantes. Além disso, analisar o impacto que a falta de cada tipo de informação poderia causar na empresa e, assim, determinar realmente quais seriam as reais necessidades dos usuários. 16

17 Gestão de Segurança de Banco de Dados Unidade II Para os dados que tenham alterações frequentes, é necessário estimar o quanto de trabalho os funcionários poderiam perder e, assim, discutir com os usuários um ou mais que os representem (para grandes empresas) a fim de determinar a frequência correta de realização do backup, e dos horários de sua realização, a fim de que não atrapalhe o desenvolvimento normal das atividades. Além disso, é necessário calcular a janela de exposição que corresponde ao período entre a realização de um backup e do próximo, procurando que esse período forneça a cobertura de segurança necessária às atividades realizadas. Perfis Comuns Uma vez realizadas as análises e as reuniões com os usuários ou seus representantes, podem ser determinados, de acordo com a especificidade do serviço, dos sistemas e das diferentes janelas de processamento, alguns perfis comuns, que poderão ser estabelecidos de acordo com as atividades realizadas, o grau de vulnerabilidade e de exposição aos riscos, determinando a importância para a empresa daquelas informações e da dimensão dos eventuais prejuízos que poderiam ser causados pela sua perda ou falta. Níveis de Segurança Segundo Sêmola (2003), o nível de segurança de um sistema equivale a vulnerabilidade de sua porta mais fraca. Assim, o estabelecimento dos riscos inerentes aos processos é muito importante para que sejam estabelecidos tanto o planejamento dos backups, quanto sua operacionalização e o estabelecimento dos níveis de acessos às informações constantes dos bancos de dados e diretórios dos servidores das empresas. Dessa forma, a implementação de níveis de segurança nos acessos aos Bancos de Dados visa garantir que dados ou informações considerados importantes ou sigilosos não sejam acessados por indivíduos não autorizados que poderiam fazer mal uso dessas informações ou divulgá-las. Adaptação às Regras da Empresa As empresas precisam definir e divulgar sua política de segurança, que se constitui de um instrumento muito importante a fim de proteger as organizações contra possíveis reveses, uma vez que atribui direitos e responsabilidades aos usuários, que lidam com as informações da empresa. Para ser efetiva, a política de segurança precisa estipular penalidades, às quais se sujeitam os que as descumprirem. Além disso, recomenda-se que seja estabelecida uma política de backup da empresa, que precisa, também, ser divulgada aos usuários a fim de que estes tomem as precauções necessárias e possam, caso necessário, cobrir as janelas de exposição, período entre os backups, fazendo cópias dos arquivos prioritários e disponibilizando as últimas versões atualizadas nos períodos quando forem realizados os backups. Para que seja implementada uma estratégia de backup e de armazenamento seguro e efetivo, deverão ser considerados os aspectos referentes ao tempo de armazenamento, a massa total de dados a ser copiada, a existência eventual de replicação incremental dos dados para servidores remotos, dispositivos e midias de armazenamento, implemetação de políticas referentes ao armazenamento, conservação e utilização das mídias de armazenamento e criar uma política de recuperação de desastres que permita a reinstalação dos sistemas fundamentais no menor tempo possível (plano de continuidade dos negócios). Pós-Graduação a Distância 17

18 Gestão de Segurança de Banco de Dados Unidade II Capítulo 5 Administrador, Dono de Objetos, Usuário Comum A todo instante os negócios, seus processos e ativos físicos, tecnológicos e humanos são alvo de investidas de ameaças de toda ordem. Sêmola (2003, p. 18) Administrador (Database Administrator DBA) O administrador do Banco de Dados (conhecido como DBA Database Administrator) constitui-se no responsável pela gestão do Banco de Dados, apresentando as funções de definir as estratégias de recuperação e reserva de dados, garantir a segurança e implementar o uso do Banco de Dados, monitorar o desempenho e prestar suporte à equipe de desenvolvimento, sendo o responsável por implementar as técnicas de gerenciamento de backup e de recovery para os Bancos de Dados. Além de garantir que os dados estejam seguros, o administrador é responsável pela disponibilidade do Banco de Dados pelo tempo necessário e com o melhor desempenho possível e, para tanto, o DBA deve monitorar o ambiente e verificar a otimização de consultas e a utilização adequada da infraestrutura pelos usuários, sendo necessária uma boa interação com a equipe de desenvolvimento e de suporte. Segundo Korth & Silberschatz (2005), o administrador dos Banco de Dados (DBA Database Administrator) é a pessoa que detém o controle central dos dados e dos programas de acesso a eles, sendo o principal usuário de um Sistema Gerenciador de Banco de Dados e, por conseguinte, o responsável pela manutenção dos objetos do Banco de Dados e, portanto, exigindo que este tenha um profundo conhecimento técnico ou esteja cercado de auxiliares que o tenham. Dono de Objetos Segurança em Banco de Dados O Dono dos Objetos pode, por meio do controle de acesso do tipo DAC Discretionary Access Control, proteger aqueles objetos que lhe pertençam. O DAC é um tipo de controle de acesso em que são especificados os privilégios para acesso aos objetos e as regras aos quais os usuários podem garantir ou revogar seus acessos a outros usuários. Dessa forma, o DAC representa uma forma bem comum de controle de acesso, implementado mediante um modelo de matriz de acesso composta por sujeitos/objetos/privilégios, já utilizada há um bom tempo em sistemas operacionais para proteção de arquivos. Assim, o controle de acesso DAC permite que o dono de objetos possa transmitir ou delegar os privilégios que desejar a outros usuários. 18

19 Gestão de Segurança de Banco de Dados Unidade II Usuário Comum O termo usuário designa pessoas ou organizações que utilizam algum tipo de serviço. Assim, os usuários em Bancos de Dados são considerados agentes externos ao sistema ou base de dados, que usufruem de privilégios específicos concedidos pelo DBA ou pelo Dono de Objetos, sem, contudo, poder conceder acessos, a não ser que tal atribuição possa lhe ser delegada. De uma forma mais abrangente, um usuário seria qualquer pessoa que tem acesso a um Sistema ou Banco de Dados. Assim, podemos citar que os tipos de usuários de Banco de Dados podem ser classificados como: sofisticados interagem com os sistemas sem realizar a confecção de programas, ou seja, formulam diretamente solicitações com linguagens de realização de consultas; especialistas correspondem a uma espécie de usuários sofisticados de aplicações não tradicionais, tais como bases de conhecimento e alguns sistemas especialistas; navegadores são os usuários finais, que interagem com os bancos de dados e sistemas por meio da utilização de programas aplicativos. Além desses, existem outros tipos de usuários, os analistas de sistemas e os programadores de aplicações, que interagem com o sistema mediante operações chamadas DML. Pós-Graduação a Distância 19

20 Gestão de Segurança de Banco de Dados Unidade II Capítulo 6 Proteção em Nível de Tabela e Acesso aos Objetos Proteção em Nível de Tabela Um Banco de Dados em conformidade com o esquema de Banco de Dados entidade-relacionamento pode ser representado por uma coleção de tabelas. Para cada conjunto de entidades e para cada conjunto de relacionamentos, dentro de um Banco de Dados, existe uma tabela única registrando o nome do conjunto de entidades ou relacionamentos correspondente. Cada tabela possui várias colunas, cada uma delas com um único nome. Korth (2005) A proteção em nível de tabela corresponde à definição de uma regra de integridade aplicada sobre uma ou mais tabelas determinadas. Tal forma de proteção é conhecida em alguns sistemas gerenciadores de Bancos de Dados como Constraint ou regra de integridade. Essa regra é definida e mantida nos Bancos de Dados e, geralmente, tais artifícios são utilizados a fim de se prevenir entradas ou atualizações de dados que sejam inválidas nas tabelas. Dessa forma, ao serem implementadas as regras em nível de tabela, estas serão verificadas todas as vezes que um registro for inserido, alterado ou excluído das tabelas e, se a regra instaurada não for respeitada, a operação não será concluída, protegendo o Banco de Dados. Acesso a Objetos (Tabelas, Visões etc.) Segurança em Banco de Dados Sob a estrutura do Banco de Dados está o modelo de dados: um conjunto de ferramentas conceituais usadas para a descrição de dados, relacionamentos entre dados, semântica de dados e regras de consistência. Os vários modelos que vêm sendo desenvolvidos são classificados em três diferentes grupos: modelos lógicos com base em objetos, modelos lógicos com base em registros e modelos físicos. Korth (2005) Segundo Heuser (2001), o Banco de Dados é um arquivo em que ficam armazenados diversos dados de um ou mais sistemas, a fim de que os usuários autorizados possam realizar consultas e atualizações quando for necessário. 20

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