Caderno 2 JURISDICIONAL - PRIMEIRO GRAU

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1 Caderno 2 JURISDICIONAL - PRIMEIRO GRAU Presidente: (a) Sebastião Costa Filho Ano III Edição 640 Maceió, Sexta-feira, 24 de Fevereiro de TRIBUNAL DE JUSTIÇA Capital Varas Cíveis da Capital 1ª Vara Cível da Capital - Intimação de Advogados TJ/AL - COMARCA DE MACEIÓ JUÍZO DE DIREITO DA 1ª VARA CÍVEL DA CAPITAL JUIZ(A) DE DIREITO IVAN VASCONCELOS BRITO JUNIOR ESCRIVÃ(O) JUDICIAL IRENE BEATRIZ PESSOA FRANCO RELAÇÃO Nº 0034/2012 ADV: NIELSON MOREIRA DIAS JÚNIOR (OAB 21461/PE), CELINA BASTOS DOWSLEY RAMIRES (OAB 7302/AL) - Processo ( ) - Embargos à Execução - Efeito Suspensivo / Impugnação / Embargos à Execução - EMBARGANTE: Reymar Empreendimentos Turísticos Ltda e outro - EMBARGADO: Banco do Nordete do Brasil S.A- DESPACHO Defi ro a produção de prova pericial requerida à fl. 394 dos autos; Nomeio o Sr. José Carlos Medeiros Silva, para atuar como perito contábil no presente processo, e fi xo desde já o prazo de 20 (vinte) dias para entrega do laudo quando do recebimento da documentação necessária à realização da perícia. Após, intime-se o perito nomeado, no endereço profi ssional na Rua Barão de Penedo, nº 187, Sala 509, 5º andar, Centro, Maceió/AL para que apresente proposta de honorários profi ssionais; Intimem-se as partes para em 05 (cinco) dias indicarem assistente técnico e apresentarem quesitos, na forma do artigo 421 do Código de Processo Civil. Maceió(AL), 27 de janeiro de Ivan Vasconcelos Brito Junior Juiz de Direito Celina Bastos Dowsley Ramires (OAB 7302/AL) Nielson Moreira Dias Júnior (OAB 21461/PE) 4ª Vara Cível da Capital - Intimação de Advogados TJ/AL - COMARCA DE MACEIÓ JUÍZO DE DIREITO DA 4ª VARA CÍVEL DA CAPITAL JUIZ(A) DE DIREITO HENRIQUE GOMES DE BARROS TEIXEIRA ESCRIVÃ(O) JUDICIAL JULIANA CALHEIROS BARBOSA RELAÇÃO Nº 0063/2012 ADV: WALMAR PAES PEIXOTO (OAB 3.325/AL), VALQUIRIA DE MOURA CASTRO FERREIRA (OAB 6.128/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Indenização por Dano Moral - AUTOR: Geraldo Tenório Silveira Júnior- RÉ: Empresa de Comunic.Tribuna de Alagoas-Jornal Tribuna de Alagoas e outro - Ao autor para se ma nifestar sobre a petição de fl s. 233/34 em 5 dias. ADV: MARCELA FERNANDES VIANA (OAB 8477/AL) - Processo ( ) - Busca e Apreensão em Alienação Fiduciária - Obrigação de Entregar - AUTOR: HSBC Bank Brasil S/A- RÉU: José Maria de Moraes Carvalho- Cls. INDEFIRO o pedido de retro, à falta de amparo legal, posto que não compete à Justiça diligenciar sobre informações que cabe à própria parte colher. Nesse sentido: AGRAVO DE INSTRUMENTO - AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO - REQUISIÇÃO JUDICIAL DE INFORMAÇÕES SOBRE ENDEREÇO DO RÉU - ENTIDADES PÚBLICA E PRIVADAS - IMPOSSIBILIDADE QUANTO A JUSTIÇA ELEITORAL. A título de medida excepcional, é possível a requisição judicial de informações sobre a existência de endereço do réu junto a cadastros de órgãos públicos e empresas privadas, depois de exauridos pelo autor os meios normais disponíveis para tal mister (...) (AI n.º /001, 12.ª C. Do TJMG. Rel. Nilo Lacerda, j , unânime.) Promova a parte autora o andamento do feito, no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de extinção. Intime-se. ADV: PAULO HENRIQUE FERREIRA (OAB 894/PE) - Processo ( ) - Busca e Apreensão em Alienação Fiduciária - Obrigação de Entregar - AUTORA: BV Financeira S/A Crédito, Financiamento e Investimento- RÉU: Valdir dos Santos- Intime-se a parte autora para, querendo, manifestar-se acerca do prosseguimento do feito, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, sob pena de extinção do feito. ADV: JOSEMAR MENDES ROCHA NETO (OAB 24562/PE), AUDISIO PEREIRA LEITE (OAB 8195/AL), ZENEIDE DO CARMO

2 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição LIMA (OAB 4865/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - REQUERENTE: Geraldo Lima dos Santos- REQUERIDO: Banco Finasa S.A- HOMOLOGO por sentença o acordo fi rmado entre as partes para que produza seus devidos e legais efeitos, extinguindo-se o feito com resolução do mérito. Custas e honorários nos termos do acordo fi rmado. Expeçam alvará para levantamento dos valores depositados judicialmente. ADV: CARLOS FELIPE COIMBRA LINS COSTA (OAB 5809/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - REQUERENTE: Solange Maria Leite Borges dos Santos e outro - REQUERIDO: Consenco Construções e Engenharia Cavalcante Oliveira Ltda- Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria- Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a contestação e documentos acostados, querendo, em 10 (dez) dias. ADV: JOSÉ CAVALCANTE DE RANGEL MOREIRA (OAB 9466/PE) - Processo ( ) - Reintegração / Manutenção de Posse - Posse - REQUERENTE: Banco Sudameris Brasil S/A- REQUERIDO: Luciano da Silva Marinho- Intimem-se a parte autora para falar sobre certidão de fl s.38, em 48(quarenta e oito)horas sob pena de EXTINÇÃO do feito sem resolução do mérito. ADV: MARCELA FERNANDES VIANA (OAB 8477/AL), ALLYSON SOUSA DE FARIAS (OAB 8763/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - REQUERENTE: Erivanio Benedito dos Santos- Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a contestação e documentos acostados, querendo, em 10 (dez) dias. ADV: JOÃO GUSTAVO M. ALVES PINTO (OAB 5676/AL) - Processo ( ) - Execução de Título Extrajudicial - Liquidação / Cumprimento / Execução - EXEQUENTE: Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Profissionais da Saúde de Nível Superior de Alagoas - UNICRED- EXECUTADA: Maria Josilene dos Santos Machado e outro - Intime-se a parte autora para que manifeste-se no prazo de 10 (dez) dias acerca de Certidão de fl s. 35, requerendo o que entender de direito. ADV: ANTONIO JOSÉ CARDOSO FRAGA (OAB 2782/SE) - Processo ( ) - Mandado de Segurança - Garantias Constitucionais - IMPETRANTE: Luiz Augusto Tenório Jucá Sá e outros - IMPETRADA: Diretora da Faculdade de Alagoas - FAL- Intimem-se as partes autoras para, querendo, se manifestar acerca do cumprimento do feito, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, sob pena de extinção do feito. ADV: NELSON HENRIQUE RODRIGUES DE FRANÇA MOURA (OAB 7730/AL) - Processo ( ) - Execução de Título Extrajudicial - Liquidação / Cumprimento / Execução - EXEQUENTE: SAUDECRED - Cooperativa de Crédito Mútuo dos Funcionários do Ministério da Saúde em Maceió- EXECUTADO: Asfnasa - Associacao dos Servidores da Fundacao Nacional de Saude em Alagoas e outros - Intime-se a parte Exequente para manifestar-se sobre Certidão de fl s. 64, querendo, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, requerendo o que entender de direito. ADV: FERNANDO ANTÔNIO JAMBO MUNIZ FALCÃO (OAB 5589/AL) - Processo ( ) - Monitória - Pagamento - AUTORA: ASSEFAZ - Fundação Assistencial dos Serv. do Ministério da Fazenda- RÉU: Carlos Henrique Feijó de Carvalho- Promova a parte autora o andamento do feito, no prazo de 10 (dez) dias, sob pena de extinção. ADV: IVES SAMIR BITTENCOURT SANTANA PINTO (OAB 7290/AL), FELIPE DE PÁDUA DE CARVALHO (OAB 5206/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - AUTOR: Nivaldo Cavalcante Salgueiro- RÉU: BANCO FIAT S/A- Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria- Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a contestação e documentos acostados, querendo, em 10 (dez) dias. Maceió, 17 de janeiro de ADV: ALLYSON SOUSA DE FARIAS (OAB 8763/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - REQUERENTE: Edivaldo Gomes da Silva- Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a contestação e documentos acostados, querendo, em 10 (dez) dias. ADV: ALLYSON SOUSA DE FARIAS (OAB 8763/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - REQUERENTE: Diego Vinicius Souza Santana- Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria- Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a contestação e documentos acostados, querendo, em 10 (dez) dias. ADV: BRUNO ANTONIO ACIOLY CALHEIROS (OAB 9812/AL) - Processo Busca e Apreensão em Alienação Fiduciária - Alienação Fiduciária - REQUERENTE: Banco Itaúcard S/A- Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a certidão de fl s. 52v, no prazo de 10 (dez) dias. Maceió, 10 de fevereiro de ADV: CRISTIANE BELINATI GARCIA LOPES (OAB 9957/AL) - Processo Busca e Apreensão em Alienação Fiduciária - Alienação Fiduciária - AUTORA: BV Financeira S/A Crédito, Financiamento e Investimento- Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a certidão de fl s. 32, no prazo de 10 (dez) dias. Maceió, 10 de fevereiro de ADV: THIAGO ROBERTO DE SOUZA GOMES (OAB 8340/AL) - Processo ( ) - Reintegração / Manutenção de Posse - Posse - AUTOR: BFB Leasin S/A Arrendamento Mercantil- RÉ: Maria Rosilda Silva- HOMOLOGO por sentença o pedido de desistência formulado pelo Requerente para que produza seus devidos e legais efeitos, extinguindo-se o feito sem resolução do mérito. Sem custas e honorários. Arquive-se. ADV: MIRABEAU MADEIROS SANTOS SOBRINHO (OAB 8473/AL), ALLYSON SOUSA DE FARIAS (OAB 8763/AL) - Processo

3 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição ( ) - Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - REQUERENTE: Gedalva Alcântara de Magalhães Maurício- REQUERIDA: BV Financeira S/A Crédito, Financiamento e Investimento- Levando-se em conta a proposta de acordo referida na petição às fl s. 86/87, manifestem-se as partes para dizerem se tem interesse no prosseguimento do feito, sob pena de extinção, no prazo de 48 horas. ADV: MARIA CRISTINA DE SOUZA AMORIM (OAB 8151/AL), CESAR ROBERTO REIS DE AMORIM (OAB 2435/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Indenização por Dano Moral - REQUERENTE: Anilson Alves da Silva- REQUERIDO: Condomínio Residencial Aldebaran ALFA- Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a contestação e documentos acostados, querendo, em 10 (dez) dias. Maceió, 17 de janeiro de Allyson Sousa de Farias (OAB 8763/AL) Antonio José Cardoso Fraga (OAB 2782/SE) Audisio Pereira Leite (OAB 8195/AL) Bruno Antonio Acioly Calheiros (OAB 9812/AL) Carlos Felipe Coimbra Lins Costa (OAB 5809/AL) Cesar Roberto Reis de Amorim (OAB 2435/AL) Cristiane Belinati Garcia Lopes (OAB 9957/AL) Felipe de Pádua de Carvalho (OAB 5206/AL) Fernando Antônio Jambo Muniz Falcão (OAB 5589/AL) Ives Samir Bittencourt Santana Pinto (OAB 7290/AL) João Gustavo M. Alves Pinto (OAB 5676/AL) José Cavalcante de Rangel Moreira (OAB 9466/PE) Josemar Mendes Rocha Neto (OAB 24562/PE) Marcela Fernandes Viana (OAB 8477/AL) Maria Cristina de Souza Amorim (OAB 8151/AL) Mirabeau Madeiros Santos Sobrinho (OAB 8473/AL) Nelson Henrique Rodrigues de França Moura (OAB 7730/AL) Paulo Henrique Ferreira (OAB 894/PE) Thiago Roberto de Souza Gomes (OAB 8340/AL) Valquiria de Moura Castro Ferreira (OAB 6.128/AL) Walmar Paes Peixoto (OAB 3.325/AL) ZENEIDE DO CARMO LIMA (OAB 4865/AL) 7ª Vara Cível da Capital - Intimação de Advogados TJ/AL - COMARCA DE MACEIÓ JUÍZO DE DIREITO DA 7ª VARA CÍVEL DA CAPITAL JUIZ(A) DE DIREITO JOSÉ AFRÂNIO DOS SANTOS OLIVEIRA ESCRIVÃ(O) JUDICIAL DANIEL BRAGA DE VASCONCELOS RELAÇÃO Nº 0013/2012 ADV: THIAGO RODRIGUES DE PONTES BOMFIM (OAB 6352/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Processo e Procedimento - AUTORA: Fergama Parafusos Ltda.- RÉ: Companhia Brasileira de Meios de Pagamento - CBPM- Recebo a apelação de fl s. 100/252, por tempestiva, em seus efeitos devolutivo e suspensivo. Intime-se o apelado para, querendo, apresentar suas contra-razões, no prazo de 15 (quinze) dias. Decorrido o prazo do item anterior, com ou sem manifestação do apelado, remetam-se os autos ao Egrégio Tribunal de Justiça com as nossas homenagens. ADV: CLAÚDIO FRANCISCO VIEIRA (OAB 1198/AL) - Processo ( ) - Reintegração / Manutenção de Posse - Posse - AUTORA: Mangabeiras Veículos Ltda.- RÉU: José Eduardo Tranquilin- DESPACHO Intime-se a parte executada, nos termos dos arts. 475-I e 475-J, ambos do CPC, para que efetue o pagamento da dívida, no importe de R$ ,68 (setecentos e setenta e três mil seiscentos e quarenta e dois reais e sessenta e oito centavos), no prazo de 15 (quinze) dias, sob pena de cominação de multa de 10% (dez por cento) do valor do débito exeqüendo. Decorrido o prazo do item anterior sem o pagamento pelos executados, intime-se a parte autora para que proceda a juntada do demonstrativo do débito atualizado, acrescido da multa do item anterior, para expedição de mandado de penhora e avaliação. ADV: ADRIANO SOARES DA COSTA (OAB 5588-AL), THAÍS MALTA BULHÕES (OAB 6097AL), GUSTAVO JOSÉ MENDONÇA QUINTILIANO (OAB 5135/AL), CARLOS HENRIQUE DE MENDONÇA BRANDÃO (OAB 6770/AL), CARLOS HENRIQUE LUZ FERRAZ (OAB 6108/AL), JOSÉ AREIAS BULHÕES (OAB 789/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Indenização por Dano Material - AUTOR: Philipe Fernandez Medeiros- RÉ: Cia Brasileira de Distribuição (EXTRA)- Recebo as apelações de fl s. 206/223 e 224/247, por tempestivas, em seus efeitos devolutivo e suspensivo. Intimem-se os apelados para, querendo, apresentar suas contra-razões, no prazo comum de 15 (quinze) dias. Decorrido o prazo do item anterior, com ou sem manifestação dos apelados, remetam-se os autos ao Egrégio Tribunal de Justiça com as nossas homenagens. ADV: JANINE MOURA PITOMBO LARANJEIRA (OAB 7173/AL), VITOR LOPES DE ALBUQUERQUE (OAB 7294/AL), RENATO TADEU RONDINA MANDALITI (OAB /SP) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Multa Cominatória / Astreintes - AUTORA: Christiane Lamenha Barros de Almeida- RÉ: Bradesco Saúde S/A- Autos n Ação: Procedimento Ordinário Autor: Christiane Lamenha Barros de Almeida Réu: Bradesco Saúde S/A Sentença Vistos etc... Trata-se de Ação Cominatória c/c Pedido de Antecipação de Tutela e Indenização por Danos Morais interposta por Christiane Lamenha Barros de Almeida em face de Bradesco Saúde S/A, ambos devidamente qualifi cados nos autos. Alega a autora que é benefi ciária do plano de saúde demandado desde 31 de julho 1997, na modalidade ambulatorial + hospitalar. Afi rma, ainda, que apresenta

4 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição Lombalgia Crônica com Cruralgia Bilateral. Que necessitou de uma intervenção cirúrgica (cirurgia de endometriose), em 2008, em decorrência da patologia anteriormente citada. Segue alegando a autora que o plano de saúde Bradesco negou o procedimento citado com o fundamento de que o mesmo não estaria dentro da cobertura do plano da requerente. Ocorre que, a parte autora só conseguiu a realização da cirurgia depois de um (01) mês da solicitação do médico, devido ao seu caráter emergencial, a requerente necessitou da interferência do judiciário, só com a intervenção do mesmo é que a autora conseguiu a realização do procedimento. Entretanto, em razão da demora para a realização da cirurgia a demandante, preocupada com sua saúde, passou a ter crises de hérnia de disco e desenvolveu transtorno misto ansioso-depressivo, o que acabou por agravar o seu estado de saúde, necessitando, assim, de tratamento psiquiátrico para a melhoria do quadro, conforme relatório médico que a autora anexou aos autos. Afi rma a requerente que a negativa do plano, ora demandado, em realizar os procedimentos médicos solicitados, só vem a agravar a sua situação, pois a mesma apresenta estado de saúde precário, sendo essa demora prejudicial ao seu quadro. Atesta, ainda, que está perfeitamente adimplente com as parcelas do plano de saúde requerido, não havendo,b pois, motivo para restrição em fornecer a assistência requisitada. Relata, também, que a sua relação com o plano requerido é de consumo, aplicando-se a mesma todos os princípios inerentes a ela, sendo assim a autora seria parte hipossufi ciente. Segue alegando que sofreu dano moral devido à recusa indevida do plano em fornecer o tratamento essencial à melhora de sua saúde, afi rma que, segundo o entendimento do STJ, a recusa à cobertura pleiteada pelo segurado é causa de danos morais, pois agrava a sua situação de afl ição psicológica e de angústia no espírito. Por fi m, a requerente tentou demonstrar os requisitos necessários para a antecipação de tutela pretendida, quais sejam a inequívoca verossimilhança das alegações, que pode ser observada na existência de contrato fi rmado entre as partes, no pagamento das mensalidades e a não autorização do tratamento determinado pelo médico. Como também o fundado receio de dano irreparável, que é demonstrado pelo laudo médico demonstrado o risco da doença, a necessidade do tratamento, podendo a demora na sua realização causar riscos à saúde e á vida da autora. Requereu, a autora, a concessão de medida liminar para que este juízo determine que a parte ré autorize a realização, em caráter emergencial, de tratamento psiquiátrico, consoante requisição do médico Fabrício Avelino de Castro Lopes, bem como seja custeado todos os procedimentos supervenientes que porventura sejam necessários à melhora da saúde da demandante. Que, fi ndo o prazo determinado por este Juízo, sem que tenha sido realizado os procedimentos, seja cominada multa de R$ 500,00 (quinhentos reais) por dia. Bem como requereu os benefícios da justiça gratuita. No mérito, pugnou pelo julgamento procedente da ação, ao fi nal a confi rmação da medida liminar ou a sua concessão no mérito, na hipótese de não ter sido concedida a medida liminar, que seja o plano de Saúde Bradesco compelido a custear o tratamento da demandante, acompanhamento psiquiátrico conforme a solicitação médica, bem como dispor de toda assistência necessária, conforme a lei 9.656/98. Pede, ainda, a condenação do requerido em danos morais a serem arbitrados por este Juízo, bem como a condenação da ré ao pagamento dos honorários advocatícios, a serem revertidos ao FUNDEPAL. Juntou documentos de fl s. 14/88. Medida Liminar deferida em fl s.90/92. Citada, a parte ré respondeu à ação, em contestação de fl s. 101/125, argumentando que a autora é titular da apólice de nº , do tipo individual- Multi Cob. Compreensiva- Quarto- condição geral 18, com data de implantação da apólice em 31/07/1997. Alega que a parte autora contratou com a ré por livre e espontânea vontade, tendo recebido todas as condições da apólice, sendo essa contratação desprovida de vício jurídico capaz de permitir a alegação de desconhecimento. Arrazoa que, o contrato fi rmado tem como objeto a garantia de reembolso das despesas médicos hospitalares, nos termos das condições gerais da apólice do segurado. Sendo certo que a ré não tem a obrigação de efetuar a cobertura de todas as despesas indiscriminadamente, especialmente daquelas excluídas ou não previstas na apólice. Assim sendo, no contrato fi rmado entre as partes autora e ré há explícita exclusão de cobertura para despesas referentes a casos psiquiátricos e doenças mentais, conforme dispõe a cláusula 10, alínea d da apólice, estando a empresa ré desobrigada a fornecer meios para a efetivação do tratamento requerido pela autora. Alega a requerida, que o contrato fi rmado entre as partes é de 1997, ou seja, anterior à vigência da Lei 9.656/98, não podendo esta ser aplicada ao presente caso, não havendo que se falar em contrato de trato sucessivo, vez que a apólice não foi adaptada à referida lei. Afi rma que a lei não pode retroagir. Tendo que ser observadas as condições gerais da apólice contratada, conforme dito anteriormente. Atesta a parte ré a legalidade de sua conduta em negar a cobertura requerida pela autora, uma vez que há no contrato cláusula expressa e válida de exclusão da cobertura para doenças mentais de todas as espécies. Que o segurado paga somente pelas coberturas estabelecidas na apólice por ele escolhida, ao assinar o contrato concorda integralmente com as condições e termos ali estabelecidos. A ré exerce a função de gestora dos fundos constituídos pelo pagamento do prêmio, que é calculado em função do risco assumido para fazer frente aos sinistros de cada um de seus benefi ciários, com base nas coberturas contratadas. Afi rma que ao pagar por sinistro não coberto, provoca desequilíbrio nesse fundo, podendo comprometer a situação dos demais segurados. Alega que, no presente caso, não há que se falar em cláusulas abusivas. Que o fato de se tratar de contrato de adesão não exclui o dever do contratante de ler o contrato. Afi rma a demandada que não há que se falar em dano moral do presente caso, visto que demonstrada a motivação da negativa de cobertura levada a efeito pela parte ré, não havendo como imputar qualquer responsabilidade a esta. A ré alega ainda que não descumpriu o contrato e não causou prejuízos de ordem moral a autora, não havendo que se falar em direito à indenização. Na hipótese remota de ser devida a indenização por dano moral, este deve ter valor razoável e compatível com o suposto dano efetivamente sofrido. Defende, ainda, que inexistem requisitos para a concessão da liminar requerida pela autora, estando ausente a prova inequívoca das alegações, bem como inexiste a verossimilhança das alegações. Ausente, também, o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação. Que há perigo de irreversibilidade do provimento antecipatório, haja vista que o valor despendido difi cilmente será restituído a parte ré. Pede o afastamento da multa diária, uma vez que já deu cumprimento à decisão antecipatória. A parte ré relata que os documentos juntados pela autora não comprovam o que ela alega em sua petição inicial. Ao fi nal, pede que a ação seja julgada improcedente, condenando-se a parte autora ao pagamento de honorários advocatícios, custas e despesas processuais e demais cominações legais. Colacionou documentos de fl s.126/154. Em réplica a contestação de fl s.159/174, a autora afi rma que o médico indicou tratamento psiquiátrico a mesma, não por que esta sofresse de doença mental, mas por que havia a necessidade de controlar seu estado ansioso e depressivo (levado a efeito pela negativa do demandado em lhe proporcionar os procedimentos médicos solicitados), para que houvesse melhora do seu quadro crônico de lombalgia. Aduz, ainda, que a aplicação da lei 9.656/98 não pode ser afastada, uma vez que se trata de contrato de trato sucessivo. A cláusula contratual que implica limitação, nas condições apresentadas é abusiva, aplicando-se a esse caso o CDC em que o segurado não pode fi car em desvantagem exagerada em relação à seguradora. Reiterou o pedido de procedência da ação nos termos da inicial, requerendo, ainda, a declaração da abusividade da cláusula 10, alínea d, do contrato. Juntou documento de fl s Em despacho de fl s. 179 as partes foram intimadas para que apresentassem razões fi nais em forma de memorial. A parte autora apresentou em fl s. 180/195 razões fi nais reiterativas. A parte ré também apresentou razões fi nais reiterativas de fl s.197/202. É o relatório. Fundamento e decido. É de se perceber que, no presente caso, não há como negar o direito da autora em ter mantida a prestação de serviço de assistência médico-hospitalar decorrente do contrato de plano de saúde fi rmado com a parte ré. É assim porque, conforme restou demonstrado na exordial, a autora necessita urgentemente do tratamento médico, de modo que, mantendo a ré sua negativa em autorizar o tratamento da demandante, qual seja o acompanhamento psiquiátrico, poderá incorrer em dano irreversível à saúde da mesma, mormente diante do estado grave em que se encontra. O contrato fi rmado com o plano de saúde é caracterizado como contrato de trato sucessivo, ou seja, é renovado a cada ano, a cada pagamento, devendo ser adaptado a lei 9.656/98, não prospera, pois, o argumento trazido pela parte ré de que tendo a apólice de seguro da autora sido fi rmada em 31/07/97, anterior a vigência da referida lei não podendo ser adaptado a ela. Deve ser aplicado ao caso o Código de Defesa do Consumidor, não podendo o

5 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição consumidor fi car em desvantagem excessiva perante o plano de saúde contratado. A relação contratual deve ser fundamentada nos princípios inerentes a mesma, observa-se no caso em análise o desrespeito ao princípio da boa-fé, pois não é admissível que uma cláusula contratual venha a limitar um direito do autor, direito este que é inerente ao objetivo do contrato, qual seja o de assegurar os meios necessários para promover a saúde da contratante, ora autora. Cláusulas que venham a limitar esse direito devem ser consideradas abusivas. Se uma empresa se dispõe a assegurar a saúde do contratante, ela deve proporcioná-la da melhor forma possível e essa prestação tem que ser efetiva no sentido de realmente preservar a saúde do assegurado. Inviável a negativa pelo plano demandado de cobertura contratual, sob a alegação da existência de cláusula de exclusão de cobertura no contrato. Aplicam-se à hipótese as disposições da Lei nº 9.656/98, ainda que a apólice seja anterior à sua edição. Nesse sentido é o entendimento do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul conforme se observa nas jurisprudências abaixo: Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. SEGURO. PLANO DE SAÚDE. CONTRATO FIRMADO ANTES VIGÊNCIA DA LEI 9.656/98. RENOVAÇÕES CONTRATUAIS SUCESSIVAS. APLICAÇÃO DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROTESE. COBERTURA SECURITÁRIA DEVIDA. REEMBOLSO DAS DESPESAS. DANO MORAL CARACTERIZADO. 1.O contrato de seguro e plano de saúde tem por objeto a cobertura do risco contratado, ou seja, o evento futuro e incerto que poderá gerar o dever de indenizar por parte da seguradora. Outro elemento essencial desta espécie contratual é a boa-fé, na forma do art. 422 do Código Civil, caracterizada pela lealdade e clareza das informações prestadas pelas partes. 2.Há perfeita incidência normativa do Código de Defesa do Consumidor nos contratos atinentes aos planos e seguros de saúde, como aquele avençado entre as partes, podendo se defi nir como sendo um serviço a cobertura do seguro médico ofertada pela demandada, consubstanciada no pagamento dos procedimentos clínicos decorrentes de riscos futuros estipulados no contrato aos seus clientes, os quais são destinatários fi nais deste serviço. Inteligência do art. 35 da Lei 9.656/98. Aliás, sobre o tema em lume o STJ editou a súmula n. 469, dispondo esta que: aplica-se o Código de Defesa do Consumidor aos contratos de plano de saúde. 3. O objeto do litígio é o reembolso dos valores despendidos para o pagamento da prótese necessária ao procedimento cirúrgico a que se submeteu a autora, bem como indenização por danos morais devido à negativa securitária. 4.No presente feito há a incidência da legislação atual atinente aos planos e seguros privados de assistência à saúde, em razão da adequação do contrato a esse regramento jurídico, pois em função do caráter de ordem pública deste, as normas em questão têm aplicação imediata ao caso em concreto. 5.A exclusão de prótese e/ou órtese de qualquer espécie essenciais ao procedimento clínico realizado, estabelecido no contrato fi rmado entre as partes é abusiva, conforme defi nido no art. 10 da Lei n.º 9.656/98, violando o disposto no inciso IV do art. 51 do CDC, salvo se empregadas para fi ns estéticos ou não ligadas ao ato cirúrgico. 6.Entretanto, não há se falar em aplicação do artigo 42, parágrafo único, do Código de Defesa do Consumidor, porquanto o consumidor não foi cobrado pela ré em quantia indevida. Assim, não restou preenchido o suporte fático para incidência da mencionada regra. 7.Ressalte-se que a relação jurídica avençada no caso dos autos desborda da idéia tradicional de contrato no qual há simples comutatividade de prestações, com vantagens e obrigações recíprocas, na hipótese dos autos se paga pela tranqüilidade, a fi m de garantir incerteza futura quanto a bem inestimável, no caso a vida, pois restabelecimento da plena saúde é o resultado esperado, logo, discutir a contrato sem justa causa com o fi m de protelar o cumprimento da obrigação, importa conduta ilícita que merece imediata reprimenda e reparação. 7. Relava ponderar, ainda, que os paradigmas atinentes ao regular cumprimento deste tipo de contrato foram ultrapassados, resultando em efetivo prejuízo de ordem moral, atingidos direitos inerentes a personalidade da parte autora, tendo em vista a frustração da expectativa de lhe ser prestado adequadamente o serviço ofertado, ilícito contratual que ultrapassa o mero incômodo. 8. Assim, a demandada deve ressarcir os danos morais reconhecidos, na forma do art. 186 do novo Código Civil, cuja incidência decorre da prática de conduta ilícita, a qual se confi gurou no caso em tela, decorrente do inadimplemento injustifi cado da prestação devida, atitude abusiva na qual a ré assumiu o risco de causar lesão à parte autora, mesmo de ordem extrapatrimonial, daí ensejando o dever de indenizar. Aliado ao fato de que também se encontra presente a hipótese de incidência da responsabilidade objetiva, a teor do que estabelece o art. 14 do CDC, pois a prestação de serviço defi citária importa no dever de reparar, na medida em que o modo pelo qual foi prestado aquele e o resultado decorrente deste atingiram a esfera físico-psíquica da parte autora, fato que prescindi de culpa 9.No que tange à prova do dano moral, por se tratar de lesão imaterial, desnecessária a demonstração do prejuízo, na medida em que possui natureza compensatória, minimizando de forma indireta as conseqüências da conduta da ré, decorrendo aquele do próprio fato. Conduta ilícita da demandada que faz presumir os prejuízos alegados pela parte autora, é o denominado dano moral puro. 10. O valor a ser arbitrado a título de indenização por dano imaterial deve levar em conta o princípio da proporcionalidade, bem como as condições da ofendida, a capacidade econômica do ofensor, além da reprovabilidade da conduta ilícita praticada. Por fi m, há que se ter presente que o ressarcimento do dano não se transforme em ganho desmesurado, importando em enriquecimento ilícito. Dado parcial provimento ao apelo. (Apelação Cível Nº , Quinta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Jorge Luiz Lopes do Canto, Julgado em 31/08/2011; Data de Julgamento: 31/08/2011; Publicação: Diário da Justiça do dia 06/09/2011; 12. Número: ; Tribunal: Tribunal de Justiça do RS; Seção: CIVEL ;Tipo de Processo: Apelação Cível; Órgão Julgador: Quinta Câmara Cível; Decisão: Acórdão;Relator: Jorge Luiz Lopes do Canto; Comarca de Origem: Comarca de Porto Alegre ) Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. SEGUROS. PLANO DE SAÚDE. COBERTURA DE MATERIAIS - PRÓTESES E ÓRTESES - LIGADOS AO ATO CIRÚRGICO. CONTRATO ANTERIOR À LEI Nº 9.656/98. APLICAÇÃO DA REFERIDA LEI EM RAZÃO DA RENOVAÇÃO AUTOMÁTICA E SUCESSIVA DO CONTRATO ENTRE AS PARTES MESMO QUE A PARTE CONTRATANTE NÃO TENHA OPTADO POR MIGRAR DE PLANO. ORDEM PÚBLICA. APLICAÇÃO IMEDIATA DA LEI. APELO PROVIDO. (Apelação Cível Nº , Sexta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Antônio Corrêa Palmeiro da Fontoura, Julgado em 22/09/2011; Data de Julgamento: 22/09/2011;Publicação: Diário da Justiça do dia 26/09/2011; 1. Número: ; Inteiro Teor: doc html Tribunal: Tribunal de Justiça do RS; Seção: CIVEL;Tipo de Processo: Apelação Cível; Órgão Julgador: Sexta Câmara Cível; Decisão: Acórdão;Relator: Antônio Corrêa Palmeiro da Fontoura; Comarca de Origem: Comarca de Porto Alegre). Grifei Ementa: PLANO DE SAUDE. NEGATIVA DE COBERTURA. CONTRATO FIRMADO EM PERIODO ANTERIOR AO ADVENTO DA LEI 9.656/98. INTERPRETAÇÃO DO CONTRATO EM CONFORMIDADE AO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. CASO EM QUE NÃO SE EXCLUI A COBERTURA EM CASOS DE COLOCAÇÃO DE MARCAPASSO. 1. A autora fi rmou contrato de plano de saúde em setembro de Sendo portadora de doença coronária, com necessidade de realização de procedimento cirúrgico para colocação de marcapasso, teve negado pela ré o ressarcimento das despesas gastas com o procedimento médico e colocação do marcapasso, no valor de R$ , Plano de saúde anterior à Lei nº 9.656/98. Ausência de notifi cação para adaptação para novos planos de saúde, sem o devido esclarecimento, quanto às restrições a manutenção do plano existente (impossibilidade de realização de cirurgias cardíacas e utilização de implantes e próteses), em caso de não migração para novo plano. Aplicação do princípio da boa-fé. Dever anexo de informação. 3. A colocação de prótese (marcapasso) é inerente ao ato cirúrgico que se fez necessário. Não são passíveis de exclusão, em contratos de seguro saúde, as despesas com implante de próteses, órteses e seus acessórios ligados ao ato cirúrgico, de acordo com o disposto na Lei nº 9.656/ Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor. Cláusulas devem ser interpretadas da maneira mais favorável ao consumidor. Obrigação de restituição devida no valor de R$ , Dano moral inexistente, considerando que o mero inadimplemento contratual não gera o dever de indenizar supostos danos extrapatrimoniais. Sentença confi rmada por seus próprios fundamentos. Recurso improvido. (Recurso Cível Nº , Primeira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: Ricardo Torres Hermann, Julgado em 11/08/2011;Data de Julgamento: 11/08/2011;Publicação: Diário da Justiça do dia 15/08/2011; Número: ; Inteiro Teor: doc html; Tribunal: Turmas Recursais; Seção: CIVEL;Tipo de Processo: Recurso Cível; Órgão Julgador: Primeira Turma Recursal Cível; Decisão:

6 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição Acórdão;Relator: Ricardo Torres Hermann; Comarca de Origem: Comarca de Triunfo) No mesmo sentido seguem as jurisprudências do Tribunal de Justiça de São Paulo: Ementa Plano de saúde - Restrição de cobertura de radioterapia com intensidade modulada (IMRT) -Aplicação necessária ao tratamento oncológico - Exclusão da cobertura constitui afronta ao objetivo do contrato, que é a preservação da saúde - Existência de cláusula genérica de cobertura, cuja interpretação deve ser favorável ao consumidor, não podendo ser invocada para legitimar o abuso contratual e ferir a boa-fé objetiva inerente aos contratos - Relativização do princípio pacta sunt servanda -Incidência da Lei nº /98 e do Código de Defesa do Consumidor -Pacto celebrado por prazo indeterminado, com perspectiva de longa duração e com execução continuada, vale dizer, em obrigação de trato sucessivo, que se renova a cada pagamento - Proteção ao consumidor decorre diretamente de comando constitucional (arts. 5o, XXXII e 170 da CF)- Pactuado deve ser analisado à luz da função social do contrato, de modo a excluir as cláusulas excessivamente violadoras da respectiva fi nalidade -Observância das garantias constitucionais e princípios fundamentais do Estado Democrático de Direito (art. 196 da CF)- Sentença mantida - Recurso improvido.( Processo:APL ; SP ;Relator(a):José Joaquim dos Santos; Julgamento:14/06/2011;Órgão Julgador:2ª Câmara de Direito Privado;Publicação:20/06/2011) Ementa Ação Declaratória Antecipação de tutela - Confi rmação Reconhecimento de abusividade da cláusula contratual que prevê restrição de cobertura ao tratamento oncológico por radioterapia ou quimioterapia Contrato de trato sucessivo Aplicação da Lei 9656/98 e Código de Defesa do Consumidor - Violação ao princípio da boa-fé objetiva Reembolso de valores gastos Confi rmação Sentença de procedência Recurso não provido.(dadosgeraisprocesso:apl ;SP ;Relator(a):MarciaReginaDallaDéa Barone;Julgamento:26/07/2011;Órgão Julgador:10ª Câmara de Direito privado; ublicação:29/07/2011). Com relação ao pedido de dano moral feito pela parte autora na peça inicial, considero-o devido, visto que os danos sofridos pela requerente ultrapassam o mero incômodo, pois a atitude do plano demandado em negar os procedimentos recomendados pelo médico para o restabelecimento da saúde da demandante acentuaram a afl ição e a angústia da mesma que já se encontrava debilitada. Assim, a demandada deve ressarcir os danos morais reconhecidos, na forma do art. 186 do novo Código Civil, cuja incidência decorre da prática de conduta ilícita, a qual se confi gurou no caso em tela, decorrente do inadimplemento injustifi cado da prestação devida, atitude abusiva na qual a ré assumiu o risco de causar lesão à parte autora, mesmo de ordem extrapatrimonial, daí ensejando o dever de indenizar. Conforme se observa no artigo do CC anteriormente citado: Art Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito. O valor do dano moral deve ser arbitrado pelo magistrado de acordo com a razoabilidade e proporcionalidade, na medida do efetivo dano sofrido. Seguem as jurisprudências do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul: Ementa: APELAÇÃO CÍVEL. PLANO DE SAÚDE. NEGATIVA DE COBERTURA DE CESARIANA. FETO APRESENTOU NA GRAVIDEZ PROBLEMAS CARDIOLÓGICOS. DANO MORAL CONFIGURADO NO CASO CONCRETO. REDUÇÃO DO QUANTUM INDENIZATÓRIO. POSSIBLIDADE. No caso concreto, a situação vivenciada pela autora extrapola o mero dissabor, ante a negativa de cobertura da realização da cesariana em caráter de emergência. Visível o constrangimento e o abalo moral a que foi submetida à autora, confi gurando o dano imaterial pleiteado. A fi xação do dano deve atentar para as condições fi nanceiras das partes, a gravidade do dano e, especialmente, para o grau de culpa no cometimento do ato ilícito. O valor da indenização (R$ 5.450,00) deve ser reduzido para adequar-se aos parâmetros adotados por esta Colenda Câmara em casos análogos. APELO PARCIALMENTE PROVIDO. (Apelação Cível Nº , Quinta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Romeu Marques Ribeiro Filho, Julgado em 24/08/2011; 3. Número: Inteiro Teor: doc html Tribunal: Tribunal de Justiça do RS Seção: CIVEL ; Tipo de Processo: Apelação Cível; Órgão Julgador: Quinta Câmara Cível; Decisão: Acórdão; Relator: Romeu Marques Ribeiro Filho; Comarca de Origem: Comarca de Caxias do Sul ; Data de Julgamento: 24/08/2011; Publicação: Diário da Justiça do dia 30/08/2011). Ementa: APELAÇÕES CÍVEIS. PLANOS DE SAÚDE. COBERTURA PARA CIRURGIA COM COLOCAÇÃO DE PRÓTESE TOTAL DE QUADRIL. APLICABILIDADE DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR E DA LEI 9.656/98. DANO EXTRAPATRIMONIAL CONFIGURADO. VALOR MANTIDO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS ARBITRADOS EM CONSONÃNCIA COM O 3º DO ART. 20 DO CPC. - Renovações sucessivas do contrato autorizam a imediata aplicação da Lei nº 9.656/98. O autor possui direito a cobertura do plano de saúde, uma vez que a colocação de prótese mostrou-se essencial ao ato cirúrgico. Aplicabilidade dos arts. 47 e 51, IV do CDC e art. 10 da Lei nº 9.656/98. Precedentes desta Corte. DANO EXTRAPATRIMONIAL. Confi gurado dano extrapatrimonial, diante da negativa de cobertura, aliado ao reiterado ato de abusividade da demandada. O arbitramento judicial do dano moral deve respeitar critérios de prudência e eqüidade, observando-se padrões utilizados pela doutrina e jurisprudência, evitando-se com isso que as ações de indenização por danos morais se tornem mecanismos de extorsão ou de enriquecimento ilícito, reprováveis e injustifi cáveis. Valor da indenização mantido. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS Verba honorária fi xada em 15% do valor total da condenação, pois em consonância com o disposto no 3º do art. 20 do CPC e de acordo com os parâmetros adotados por esta Câmara julgadora. APELO DA RÉ DESPROVIDO E APELO DOS AUTORES PARCIALMENTE PROVIDO, VENCIDO O VOGAL QUE DAVA PROVIMENTO EM MAIOR EXTENSÃO. (Apelação Cível Nº , Quinta Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Gelson Rolim Stocker, Julgado em 29/06/2011; Data de Julgamento: 29/06/2011; Publicação: Diário da Justiça do dia 06/07/2011; Número: Inteiro Teor: doc html Tribunal: Tribunal de Justiça do RS Seção: CIVEL; Tipo de Processo: Apelação Cível; Órgão Julgador: Quinta Câmara Cível; Decisão: Acórdão ;Relator: Gelson Rolim Stocker; Comarca de Origem: Comarca de Porto Alegre). Ante os fatos narrados no processo em epígrafe, julgo procedente a ação, na forma da inicial, no sentido de determinar que o Plano de Saúde Bradesco custeie o tratamento da demandante, com acompanhamento psiquiátrico conforme solicitação médica, bem como disponha de toda a assistência necessária de acordo com a Lei 9.656/98. Condeno, também, com fulcro nos artigos 186 e 927 do Código Civil a empresa ré ao pagamento de R$ 4.000,00 (quatro mil reais), a título de danos morais. No mais, confi rmo a liminar outrora concedida, condeno ainda a ré ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, que arbitro em 20% (vinte por cento) do valor da causa. P.R.I. Maceió,10 de outubro de José Afrânio dos Santos Oliveira Juiz de Direito ADV: ROBERTO BARRETO CARDOSO (OAB 9494/AL), JOSÉ EDGARD DA CUNHA BUENO FILHO (OAB 9559A/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Defeito, nulidade ou anulação - AUTORA: Laiza Granja de Souza- RÉU: Banco IBI S.A. - Banco Múltiplo - Ao teor do exposto, na forma do art. 269, I, do CPC, julgo procedentes os pedidos formulados na inicial, para tornar defi nitiva a antecipação de tutela concedida às fl s. 32/38. Declarar a inexistência dos débitos que ensejaram a inclusão do nome da demandante nos cadastros de proteção ao crédito (fl. 45), bem como de qualquer débito a partir da data do cancelamento do cartão, ou seja, a partir de dezembro de 2011 (fl. 15). Condenar o réu Banco IBI S/A - Banco Múltiplo a pagar à autora Laiza Granja de Souza, a título de indenização por danos morais, a quantia de R$ ,00 (doze mil reais), importância acrescida de juros de mora de 1% (um por cento) ao mês a contar da citação (art. 405 do CC) e correção monetária pelo INP-C a partir do arbitramento, conforme Súmula 362 STJ. Condeno, ainda, o réu em custas e honorários advocatícios, os quais fi xo em 15% (quinze por cento) sobre o valor da condenação, nos termos do 3º, do art. 20, do CPC em vigor, a ser atualizado da mesma forma até o efetivo adimplemento. P.R.I. Maceió, 01 de fevereiro de José Afrânio dos Santos Oliveira Juiz de Direito ADV: MICHELLE KARINE SALGUEIRO TEIXEIRA (OAB 6422/AL), RICARDO LIMA TORRES (OAB 9104/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - REQUERENTE: José Américo

7 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição Alves- REQUERIDO: Banco Finasa BMC S/A- Assim é que homologo por sentença, para que produza os seus jurídicos e legais efeitos, o acordo realizado entre as partes, julgando o presente processo EXTINTO COM RESOLUÇÃO DO MÉRITO, nos exatos termos do art. 269, inciso III do Código de Processo Civil. No mais, diante do silêncio das partes, determino que cada parte efetue o pagamento dos honorários advocatícios de seu respectivo patrono, do mesmo modo que rateio o pagamento das despesas processuais entre estas. Tanto que transitada em julgado esta sentença, remetam-se os autos à contadoria para apuração das custas fi nais e, após, intimem-se as partes para efetuarem o pagamento em 05 (cinco) dias. Não efetuado o pagamento, expeça-se ofício ao FUNJURIS e arquivem-se ADV: CLARISSE CHRISTINE S. FREITAS (OAB 9623/AL) - Processo Despejo por Falta de Pagamento Cumulado Com Cobrança - Rescisão / Resolução - AUTOR: WALDENIR BASTOS DE OLIVEIRA- RÉU: ALISSON LOPES DOS SANTOS- SENTENÇA Trata-se de ação de despejo ajuizada por WaldemirBastos de Oliveira em face Alisson Lopes dos Santos, em que postula tutela jurisdicional para o fi m rescindir o contrato de locação, decretar o despejo, condenar o réu ao pagamento dos aluguéis vencidos, honorários advocatícios e danos materiais, sob o argumento de que os litigantes fi rmaram contrato de locação, com valor do aluguel em R$ 1.000,00 (mil reais) referente à área de lazer, e R$ 200,00 (duzentos reais) referente ao aluguel da casa, além dos aluguéis o requerido assumiu a obrigação acessórias consistente em taxas de água e enérgia elétrica, conforme consta no contrato. Ocorreu que, o réu não cumpriu sua obrigação deixando de efetuar o pagamento dos aluguéis. Citada para se defender na demanda, a parte ré deixou transcorrer sem manifestação o prazo que lhe foi concedido, tornando-se revel, nos termos do disposto nos artigos 319 e 320 do CPC. É, em aperta síntese, o relatório. FUNDAMENTO e DECIDO. Inicialmente, tendo em vista o que dispõe os artigos 319 c/c o 330, II, do CPC, enquadra-se o feito naqueles que podem ser julgados antecipadamente, até por que não inserida a causa nas exceções do artigo 320 e incisos, do mesmo estatuto processual. O processo, decorrente de ação regularmente interposta, inclusive quanto aos documentos imprescindíveis à sua propositura, seguiu validamente seu curso, tendo-se por angularizada a relação jurídica processual em vista do correto procedimento citatório da parte ré, que, entretanto, deixou transcorrer sem resposta o prazo que lhe foi conferido para debater as afi rmações formuladas pela parte autora na petição inicial. A omissão do(a) demandado(a) em apresentar contestação aos pedidos do(a) demandante, conforme o disposto no artigo 319 do CPC, enseja o surgimento do fenômeno processual da revelia, que, em razão do ônus processual não desfeito pela apresentação de contestação, implica na presunção (relativa) de veracidade dos fatos afi rmados na petição inicial, razão pela qual a parte autora se desobriga do ônus de provar os fatos constitutivos do seu direito. Revel é quem não contesta a ação ou, o que é o mesmo, não a contesta validamente. A revelia é o efeito daí decorrente. A falta de contestação faz presumir verdadeiros os fatos alegados pela parte autora, desde que se trate de direito disponível, como é o caso dos autos. Sendo assim, encontra-se plenamente caracterizado no feito o fenômeno da revelia acompanhado do seu principal efeito. A presunção de veracidade dos fatos alegados pela parte autora em face à revelia do(a) ré(u) é relativa, podendo ceder a outras circunstâncias constantes dos autos, de acordo com o princípio do livre convencimento do juiz. Contudo, no caso em análise, a revelia e sua presunção de veracidade se encontram em plena consonância com o direito alegado na petição inicial, bem assim sustentada pela documentação acostada a ela. Consta da documentação acostada à petição inicial prova do alegado pelo autor. DISPOSITIVO. Diante do exposto, dando por encerrada esta etapa do procedimento com a resolução do mérito, com supedâneo no artigo 269, I, do CPC, JULGO PROCEDENTE a pretensão deduzida na petição inicial, para decretar a rescisão contratual, bem como a decretação do despejo. Condeno o réu ao pagamento dos aluguéis vencidos, com juros e correções monetárias. Condeno, ainda, o réu a entregar as chaves dos imóveis, com todos os bens móveis constantes no contrato, que poderá ser convertido em danos materiais, no caso de impossibilidade de devolução dos referidos bens, ou de danos causados. Ademais, condeno a parte ré ao pagamento das custas processuais, iniciais e fi nais, bem assim condeno-a, também, ao pagamento de honorários advocatícios em favor da parte autora, sendo este último, em face do disposto no artigo 20, 4.º, do CPC, arbitrado em 20% (por cento) sobre o valor da condenação, que será apurada em liquidação de sentença. Certifi cado o trânsito em julgado e paga as custas, arquive-se o processo com baixa no SAJ/PG. Publique-se. Adriano Soares da Costa (OAB 5588-AL) Carlos Henrique de Mendonça Brandão (OAB 6770/AL) Carlos Henrique Luz Ferraz (OAB 6108/AL) Clarisse Christine S. Freitas (OAB 9623/AL) Claúdio Francisco Vieira (OAB 1198/AL) Gustavo José Mendonça Quintiliano (OAB 5135/AL) JANINE MOURA PITOMBO LARANJEIRA (OAB 7173/AL) José Areias Bulhões (OAB 789/AL) José Edgard da Cunha Bueno Filho (OAB 9559A/AL) Michelle Karine Salgueiro Teixeira (OAB 6422/AL) Renato Tadeu Rondina Mandaliti (OAB /SP) RICARDO LIMA TORRES (OAB 9104/AL) Roberto Barreto Cardoso (OAB 9494/AL) Thaís Malta Bulhões (OAB 6097AL) Thiago Rodrigues de Pontes Bomfi m (OAB 6352/AL) Vitor Lopes de Albuquerque (OAB 7294/AL) 8ª Vara Cível da Capital - Intimação de Advogados TJ/AL - COMARCA DE MACEIÓ JUÍZO DE DIREITO DA 8ª VARA CÍVEL DA CAPITAL JUIZ(A) DE DIREITO ROLDÃO OLIVEIRA NETO ESCRIVÃ(O) JUDICIAL BIANKA FERNANDA DUARTE LESSA FERREIRA DOS SANTOS RELAÇÃO Nº 0035/2012 ADV: CARLO ANDRE MELLO DE QUEIROZ (OAB 6047/AL), DANUTTA CARDOSO DE SOUZA (OAB 9177/AL) - Processo ( ) - Busca e Apreensão em Alienação Fiduciária - Alienação Fiduciária - AUTOR: Aymoré Crédito, Financiamento e Investimento S/A- RÉU: José Pedro da Rocha- Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Autora intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 9,13, sob pena de expedição de

8 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: ALLYSON SOUSA DE FARIAS (OAB 8763/AL), ADILSON FALCÃO DE FARIAS (OAB 1445A/AL), EDUARDA VIANA MAFRA (OAB 6778/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - AUTOR: Cledison da Silva Moraes- RÉU: Banco BMG S/A- Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Autora intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 498,97, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: TAISY RIBEIRO COSTA (OAB 5941/AL), LUÍS CARLOS LOURENÇO (OAB 16780/BA), CANDICE MARTINS COSTA SAMPAIO (OAB 8098/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - AUTOR: Fabio Capella Arena- RÉU: BANCO DO BRAIL S/A- Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Autora intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$9,94, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: PAULA FALCÃO ALBUQUERQUE (OAB 6935/AL), CARLOS LEOPOLDO BRANDÃO UCHÔA DE CASTRO (OAB 4414/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Processo e Procedimento - REQUERENTE: Carlos Eugênio Rocha- REQUERIDO: Madeiras do Brasil Ltda e outro - Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Requerente intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 14,96, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: WALTER SAMMYR VELOSO DE CARVALHO (OAB 9453/AL), SILVANE D. BATISTA DE OLIVEIRA (OAB 2732/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Extinção - AUTOR: Kelly Christiane da Silva e outro - RÉU: Maria Aureliano da Silva e outros - Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Autora intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 170,57, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: PAULO VICENTE RAMALHO (OAB 83783/SP), RICARDO SAHARA (OAB /SP) - Processo Procedimento Ordinário - Indenização por Dano Moral - AUTOR: Paz Publicidade e Markenting ltda.- RÉU: Ashtar Glass Comércio de Artigos Para Hoteis e Similares Ltda- Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a contestação e documentos acostados, querendo, em 10 (dez) dias. ADV: ALBERTO BRAGA GOES (OAB 1187/AL), FERNANDO ANTÔNIO BARBOSA MACIEL (OAB 4.690/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Processo e Procedimento - AUTOR: Falcão Construção e Incorporação Ltda- RÉU: Jerônymo Theobaldo de Lima e outros - Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Autora intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 26,23, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: PLÍNIO GOES FILHO (OAB 2328/AL), SAÚ LIBANO XAVIER DA SILVA (OAB 4377/AL) - Processo ( ) - Despejo por Falta de Pagamento Cumulado Com Cobrança - Locação de Imóvel - REQUERENTE: PÁTIO MACEIÓ S/A- REQUERIDO: Sol Comercial ltda- Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Requerida intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 2.829,49, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: MARENCIO EDIEL LIMA DE ALBUQUERQUE (OAB 4530/AL), MARIA DO SOCORRO VAZ TORRES (OAB 3788/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Processo e Procedimento - AUTOR: Luiz Paulo de Assis Martins- RÉU: Banco Bradesco S/A- Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Ré intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 17,39, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: FÁBIO BARBOSA MACIEL (OAB 7147/AL), JANAINA MOURA REZENDE BARROSO (OAB 7417/AL), FERNANDO ANTÔNIO BARBOSA MACIEL (OAB 4690/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Processo e Procedimento - AUTORA: Reycon Construções Ltda- RÉ: Elianete de Melo Gomes e outro - Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Ré intimada, na pessoa

9 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 450,37, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/ documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. ADV: JOÃO ARTUR ANDION (OAB 7221/AL), MIRIAM FERREIRA TABOZA (OAB 1350/AL), PAULO HENRIQUE M. BARROS (OAB 15131/PE), JOÃO HUMBERO DE FARIAS MARTORELLI (OAB 7489/PE) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Responsabilidade Civil - AUTOR: Marinalva da Silva e outros - RÉU: Cia Excelsior de Seguros- Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, V, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte Ré intimada, na pessoa do seu advogado, para, no prazo de 5 (cinco) dias, providenciar o recolhimento das custas judiciais fi nais, no valor de R$ 825,01, sob pena de expedição de certidão ao FUNJURIS (Resolução TJ/AL nº 01/07, com alteração processada pela Resolução TJ/AL n.º 10/97) para inscrição na dívida ativa estadual, após o que será arquivado o processo, fi ncando proibida a expedição de qualquer expediente/documento enquanto não efetuado o pagamento do débito. Adilson Falcão de Farias (OAB 1445A/AL) Alberto Braga Goes (OAB 1187/AL) Allyson Sousa de Farias (OAB 8763/AL) Candice Martins Costa Sampaio (OAB 8098/AL) Carlo Andre Mello de Queiroz (OAB 6047/AL) Carlos Leopoldo Brandão Uchôa de Castro (OAB 4414/AL) Danutta Cardoso de Souza (OAB 9177/AL) Eduarda viana mafra (OAB 6778/AL) Fábio Barbosa Maciel (OAB 7147/AL) Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB 4.690/AL) Fernando Antônio Barbosa Maciel (OAB 4690/AL) Janaina Moura Rezende Barroso (OAB 7417/AL) João Artur Andion (OAB 7221/AL) João Humbero de Farias Martorelli (OAB 7489/PE) Luís Carlos Lourenço (OAB 16780/BA) Marencio Ediel Lima de Albuquerque (OAB 4530/AL) Maria do Socorro Vaz Torres (OAB 3788/AL) Miriam Ferreira Taboza (OAB 1350/AL) Paula Falcão Albuquerque (OAB 6935/AL) Paulo Henrique M. Barros (OAB 15131/PE) Paulo Vicente Ramalho (OAB 83783/SP) Plínio Goes Filho (OAB 2328/AL) Ricardo Sahara (OAB /SP) Saú Libano Xavier da Silva (OAB 4377/AL) Silvane D. Batista de Oliveira (OAB 2732/AL) Taisy Ribeiro Costa (OAB 5941/AL) Walter Sammyr Veloso de Carvalho (OAB 9453/AL) 11ª Vara Cível da Capital - Atos Cartorários e Editais EDITAL DE CITAÇÃO COM PRAZO DE 30 (TRINTA) DIAS O Dr. Jerônimo Roberto F. dos Santos, Juiz de Direito da 11ª Vara Cível da Capital, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a todos que o presente Edital virem ou dele tomarem conhecimento que tramita por este Juízo os autos de Procedimentos Especiais de Jurisdição Contenciosa n.º , requerida pelo(a) Maria Julia de Lima Santos, em desfavor de Elza de Santa Maria, este(a) atualmente em local incerto e não sabido, fi cando o(a) mesmo(a) CITADO(A) para levantar o depósito consignado ou no prazo de 15 (quinze) dias oferecer resposta, contados do transcurso do prazo deste edital. D E S P A C H O: (íntegra) Tudo bem visto, examinado e ainda inexistente o devido processo legal passo a editar provimento de teor:i. Considerando os termos da peça vestibular, bem como, os elementos que a acompanham, e nos termos do art. 900 do CPC, fi xo o prazo de 05 (cinco) dias para a consignante efetuar o necessário depósito em conta bancária à disposição deste juízo (art. 893, I do CPC); II. Uma vez presentes os pressupostos que autorizam a citação fi cta, proceda-se, por edital, com o prazo de 30 (trinta) dias, a CITAÇÃO da consignada; III. Observe a Sra. Escrivã que no edital deverá constar expressamente que, fi ndo o prazo de dilação: (a) No prazo de 15 (quinze) dias poderá a consignada oferecer resposta ou levantar o depósito; (b) Em caso de recepção do valor consignado, fi xo verba honorária no percentual de 10% (dez por cento); (c) A verba honorária, bem como, as custas judiciais serão deduzidas da importância devida à consignada; IV. Expedientes e comunicações de estilo. Maceió, 07/12/2009. Jerônimo Roberto F. Dos Santos. ADVERTÊNCIA: Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo autor na petição inicial (art. 285, c/c art. 319 do CPC). E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, foi expedido o presente edital, o qual será afi xado no local de costume e publicado na forma da lei.eu, Carmem Lúcia de Barros, Analista Judiciária o digitei. E, eu Amanda Medeiros Cavalcante subscrevo. Maceió, 14 de fevereiro de Jerônimo Roberto F. dos Santos Juiz de Direito EDITAL DE CITAÇÃO RITO ORDINÁRIO COM PRAZO DE 30 (TRINTA DIAS) O Dr. Jerônimo Roberto F. dos Santos, Juiz de Direito da 11ª Vara Cível da Capital, na forma da Lei, etc. FAZ SABER a todos que o presente Edital virem ou dele tomarem conhecimento que tramita por este Juízo os autos de Procedimento Ordinário n.º , requerida pelo(a) Carlos Roberto Cavalcante, em desfavor de Francisco Ivo Pereira, CPF nº e Capricho Comércio e Construção Ltda, portador do CNPJ nº / , estes atualmente em local incerto e

10 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição não sabido, fi cando os mesmos CITADOS para responderem à ação, querendo, em 15 (quinze) dias, contados do transcurso do prazo deste edital. DESPACHO: (íntegra) - Tudo bem visto e examinado, passo a editar provimento de teor: I. Uma vez presentes os pressupostos que autorizam a citação fi cta, atenda-se na forma do requerimento de fl. 93; II. Para tanto, proceda-se, por edital, com o prazo de 30 (trinta) dias, a CITAÇÃO dos réus Capricho Comércio e Construções Ltda. e Franscisco Ivo Pereira, na forma do art. 232 do CPC; III. Observe a Sra. Chefe de Secretaria que no edital deverá constar expressamente a advertência da parte segunda do art. 285 do CPC; IV. Considerando que a parte autora é benefi ciária de assistência judiciária gratuita, fi ca dispensada a sua intimação para publicação de editais; V. Expedientes e comunicações necessárias. Em 14/12/2011. Jerônimo Roberto F. dos Santos Juiz de Direito. ADVERTÊNCIA: Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo autor na petição inicial (art. 285, c/c art. 319 do CPC). E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, foi expedido o presente edital, o qual será afi xado no local de costume e publicado na forma da lei. Eu, Carmem Lúcia de Barros, Analista Judiciária o digitei. E, eu Amanda Medeiros Cavalcante, o subscrevo. Maceió, 13 de fevereiro de Jerônimo Roberto F. dos Santos Juiz de Direito 12ª Vara Cível da Capital - Intimação de Advogados TJ/AL - COMARCA DE MACEIÓ JUÍZO DE DIREITO DA 12ª VARA CÍVEL DA CAPITAL JUIZ(A) DE DIREITO GUSTAVO SOUZA LIMA ESCRIVÃ(O) JUDICIAL CLÁUDIA TORRES DE MORAES RELAÇÃO Nº 0051/2012 ADV: ANTÔNIO BRAZ DA SILVA (OAB 8736A/AL) - Processo ( ) - Reintegração / Manutenção de Posse - Posse - REQUERENTE: BFB Leasing S/A Arrendamento Mercantil- REQUERIDA: Rosicleide Ferreira de Souza- Autos n Ação: Reintegração / Manutenção de Posse Requerente: BFB Leasing S/A Arrendamento Mercantil Requerido: Rosicleide Ferreira de Souza DESPACHO Considerando o acordo que foi fi rmado na ação de revisão de contrato, já homologado por sentença, intime-se a parte autora para, em cinco dias, dizer do seu interesse no feito. Publique-se. Maceió(AL), 27 de outubro de Gustavo Souza Lima Juiz de Direito ADV: TANIA VAINSENCHER (OAB 20124/PE) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Multa Cominatória / Astreintes - AUTOR: Marcus Paulo da Costa Barros- RÉ: HSBC Seguros ( Brasil ) S.A.- DECISÃO (...) 5. Ainda que a réplica não venha acompanhada de fatos novos e/ou documentos, intime-se o réu para dizer, em dez dias, se pretende a produção de provas, devendo especifi cá-las e justifi cá-las. Maceió, 8/2/2011. Gustavo Souza Lima. ADV: LÚCIO FLÁVIO COSTA OMENA (OAB 2184/AL) - Processo ( ) - Execução de Título Extrajudicial - Liquidação / Cumprimento / Execução - EXEQUENTE: A Cooperativa de Crédito Rural dos Plantadores de Cana de Alagoas - COPLANA- EXECUTADO: Diógenes Agra Tenório e outro - Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, XIII, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte exequente intimada, na pessoa do(a) advogado(a), para se manifestar, no prazo de 5 (cinco) dias, sobre a nomeação de bens, bem assim sobre o(s) novo(s) documento(s) apresentado(s), nos termos do disposto no artigo 398 do CPC. ADV: JACLYN FALCÃO (OAB 6754/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - REQUERENTE: Palmeira e Filhos Ltda.- REQUERIDA: Cerâmica Carmelo Fior Ltda (CECAFI)- Ato Ordinatório: Em cumprimento ao art. 3º, do Provimento nº 02/2006, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas e, tendo em vista o decurso do prazo e/ou suspensão e/ou a paralisação do feito, intimo a parte autora, inicialmente, através de seus advogados, para, no prazo de 05(cinco) dias, dar impulso ao feito e, na falta de resposta, pessoalmente, para, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, manifestar interesse no prosseguimento do mesmo, sob pena de extinção sem resolução do mérito. Maceió, 16 de fevereiro de ADV: CARLO ANDRE MELLO DE QUEIROZ (OAB 6047/AL), JOSÉ FERREIRA JÚNIOR (OAB 5247/AL), TOMÉ RODRIGUES LEÃO DE CARVALHO GAMA (OAB 7312/AL) - Processo ( ) - Busca e Apreensão em Alienação Fiduciária - Obrigação de Entregar - REQUERENTE: Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não - padronizados PCG - Brasil Multicarteira- REQUERIDO: Francisco Henrique da Silva- Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, abro vista dos autos ao advogado da parte AUTORA, para indicar o fi el depositário, pelo prazo de 05 (cinco) dias, Maceió, 17 de maio de Cláudia Torres de Moraes Escrivã ADV: DIOGO PRATA LIMA (OAB 7909/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Planos de Saúde - AUTOR: Nailton Ferreira dos Santos- RÉ: GEAP - Fundação de Seguridade Social- Em cumprimento ao disposto no artigo 2.º, IX, do Provimento n.º 13/2009, da Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Alagoas, fi ca a parte autora intimada, por seu advogado(a), para se manifestar, no prazo de dez dias, sobre a contestação e/ou documentos, com especial atenção às preliminares e aos fatos extintivos, impeditivos ou modifi cativos, acaso suscitados na defesa. Maceió, 02 de março de Aristéa Duarte Lima Cavalcanti Analista Judiciário ADV: CARLO ANDRE MELLO DE QUEIROZ (OAB 6047/AL) - Processo ( ) - Busca e Apreensão em Alienação Fiduciária - Alienação Fiduciária - AUTORA: Aymoré Crédito Financiamento e Investimento S/A- RÉU: Izidro Atanazio de Vasconcelos Teixeira- Ato Ordinatório: Em cumprimento ao art. 3º, do Provimento nº 02/2006, da Corregedoria- Geral da Justiça do Estado de Alagoas e, tendo em vista o decurso do prazo e/ou suspensão e/ou a paralisação do feito, intimo a parte autora, inicialmente, através de seus advogados, para, no prazo de 05(cinco) dias, dar impulso ao feito e, na falta de resposta, pessoalmente, para, no prazo de 48 (quarenta e oito) horas, manifestar interesse no prosseguimento do mesmo, sob pena de extinção

11 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição sem resolução do mérito. Maceió, 09 de fevereiro de Raquel Ventura Gomes Analista ADV: JOEL CHERNICHIARRO CÔRREA (OAB 2432/AL) - Processo ( ) - Execução de Título Extrajudicial - Liquidação / Cumprimento / Execução - EXEQUENTE: Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Médicos e Profissionais de Saúde de Maceió Unicred- EXECUTADA: Maria Teresa de Albuquerque Medeiros- 1. Ajuizada a demanda pela parte autora acima referida, o procedimento seguiu seu curso natural, quando então foram realizados atos processuais visando impulsionar o feito à conclusão com o julgamento do mérito.2. No entanto, antes da manifestação do Estado-juiz no sentido de acolher ou rejeitar à pretensão deduzida na inicial, a parte autora peticionou formulando pedido de desistência da ação. Por força da desistência o(a) demandante postulou a homologação judicial, com fundamento no artigo 267, VIII, do CPC.No essencial, é o relatório.3. O pedido de desistência formulado pela parte autora, manifestado de forma expressa, não encontra obstáculo algum no sistema processual, sequer se fazendo necessária a ouvida da parte ré, uma vez que ainda não havia sido determinada sua citação.4. Diante das razões expostas, dando por encerrada esta etapa do procedimento, HOMOLOGO O PEDIDO DE DESISTÊNCIA FORMULADO PELA PARTE AUTORA, para que possa produzir todos os seus efeitos legais e jurídicos, julgando extinto o processo sem a resolução do mérito, nos termos do artigo 267, VIII, do CPC.5. Sem condenação em custas e honorários advocatícios.6. Certifi cado o trânsito em julgado, arquivese o processo. Acaso haja pedido de liberação de documentação, autorizo o desentranhamento independente de despacho, devendo permanecer cópia nos autos, além da certifi cação do ocorrido.p.r.i.maceió, 09 de dezembro de ADV: MICHELLE KARINE SALGUEIRO TEIXEIRA (OAB 6422/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - AUTOR: Lucilio Pereira da Silva- RÉU: Banco Itaúcard S/A- 5. Diante das razões expostas, dando por encerrada esta etapa do procedimento, HOMOLOGO O PEDIDO DE DESISTÊNCIA FORMULADO PELA PARTE AUTORA, para que possa produzir todos os seus efeitos legais e jurídicos, julgando extinto o processo sem a resolução do mérito, nos termos do artigo 267, VIII, do CPC. 6. Sem condenação em honorários advocatícios. Custas fi nais pelo desistente. 7. Certifi cado o trânsito em julgado e pagas as custas, arquive-se o processo. 8. Autorizo a liberação dos valores depositados judicialmente por meio de alvarás, respeitando-se o que fora acordado na transação. P.R.I. Maceió, 9/2/2012. Gustavo Souza Lima Juiz de Direito ADV: MICHELLE KARINE SALGUEIRO TEIXEIRA (OAB 6422/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Interpretação / Revisão de Contrato - AUTOR: Eraldo Mandú da Silva- RÉU: Banco Finasa BMC S/A- 23. Diante do exposto, INDEFIRO às pretensões liminares formuladas pela parte autora, determinando que a parte ré relacionada na petição inicial seja citada, para, no prazo de 15 dias, defender-se na causa, cientifi cando-a de que, não o fazendo, presumir-se-ão como verdadeiros os fatos afi rmados pela parte autora. Por ocasião da defesa deve a parte ré exibir o contrato que embasa a relação jurídica negocial entre ela e a parte autora, para todos os fi ns de direito. 24. Apresentada a defesa, se a parte ré alegar preliminares e/ ou juntar documentos, intime-se a parte autora para se manifestar, no prazo de 10 dias, bem como para dizer se pretende a produção de provas, devendo especifi cá-las e justifi cá-las. 25. Decorrido o prazo descrito no item supra, intime-se a parte ré para dizer se pretende a produção de provas, devendo especifi cá-las e justifi cá-las. 26. Nada sendo requerido pelas partes, anote-se para sentença, se a lide versar apensas sobre matéria de direito; havendo requerimento de produção de provas, venham conclusos. 27. Em face do indeferimento das pretensões antecipatórias, autorizo, desde já e independentemente de novo despacho, a liberação, por meio de alvará, de qualquer depósito que tenha sido efetuado pela parte autora sem autorização judicial, portanto, sem nenhum valor jurídico. 28. Intimações necessárias. Decisão proferida somente agora em razão do acúmulo de serviço em face dos processo da denominada Meta 2. Maceió, 28 de janeiro de ADV: AFRÂNIO DE LIMA SOARES JÚNIOR (OAB 6266/AL) - Processo ( ) - Consignação em Pagamento - Pagamento em Consignação - AUTORA: Unibanco AIG Seguros S.A.- RÉ: Hildenilza Silva Sales e outro - Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifestese a parte autora sobre a Carta Precatória devolvida e junta aos autos, no prazo de 10 (dez) dias. Maceió, 02 de janeiro de Afrânio de Lima Soares Júnior (OAB 6266/AL) Antônio Braz da Silva (OAB 8736A/AL) Carlo Andre Mello de Queiroz (OAB 6047/AL) Diogo Prata Lima (OAB 7909/AL) Jaclyn Falcão (OAB 6754/AL) Joel Chernichiarro Côrrea (OAB 2432/AL) José Ferreira Júnior (OAB 5247/AL) Lúcio Flávio Costa Omena (OAB 2184/AL) Michelle Karine Salgueiro Teixeira (OAB 6422/AL) Tania Vainsencher (OAB 20124/PE) Tomé Rodrigues Leão de Carvalho Gama (OAB 7312/AL) TJ/AL - COMARCA DE MACEIÓ JUÍZO DE DIREITO DA 12ª VARA CÍVEL DA CAPITAL JUIZ(A) DE DIREITO GUSTAVO SOUZA LIMA ESCRIVÃ(O) JUDICIAL CLÁUDIA TORRES DE MORAES RELAÇÃO Nº 0052/2012 ADV: CARLA DE LUCENA BINA XAVIER (OAB 8406/AL), MARCO VINICIUS PIRES BASTOS (OAB 9366/AL) - Processo Execução de Título Extrajudicial - Nota de Crédito Rural - EXEQUENTE: Banco do Nordeste do Brasil S/A- EXECUTADO: JOSé CEZARIO DOS SANTOS - COLôNIA DE PESCADORES Z-02- Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a parte autora sobre a certidão de fl s.28, no prazo de 10 (dez) dias. Maceió, 16 de fevereiro de Aristéa Duarte Lima Cavalcanti Analista Judiciário ADV: MÁRCIO ALVES BARBOSA (OAB 9440/AL) - Processo Execução de Título Extrajudicial - Cédula de Crédito Bancário - EXEQUENTE: Banco Bradesco S/A- EXECUTADO: M R Jato Serviços LTDA - David Costa Pereira - Raphael Freire Araújo- Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, manifeste-se a

12 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição parte autora sobre a certidão de fl s.25, 28/29 no prazo de 10 (dez) dias. Maceió, 16 de fevereiro de Aristéa Duarte Lima Cavalcanti Analista Judiciário Carla de Lucena Bina Xavier (OAB 8406/AL) Márcio Alves Barbosa (OAB 9440/AL) Marco Vinicius Pires Bastos (OAB 9366/AL) 17ª Vara Cível da Capital / Fazenda Estadual - Intimação de Advogados TJ/AL - COMARCA DE MACEIÓ JUÍZO DE DIREITO DA 17ª VARA CÍVEL DA CAPITAL / FAZENDA ESTADUAL JUIZ(A) DE DIREITO HELESTRON SILVA DA COSTA ESCRIVÃ(O) JUDICIAL JADER COURA DE MELLO RIBEIRO RELAÇÃO Nº 0048/2012 ADV: LÚCIO FLÁVIO DE OLIVEIRA GOMES (OAB 6534B/AL), ANDRÉ LUIZ TELLES UCHÔA (OAB 4386/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Processo e Procedimento - AUTOR: CEAL - Companhia Energética de Alagoas - RÉU: E. de A. - Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, intime- se a parte autora através de seu advogado, para no prazo de 10 (dez) dias, querendo, requerer o que achar de direito. Maceió, 23 de fevereiro de ADV: ROBERTA LUIZA SENA VIEIRA (OAB 7027/AL), RODRIGO BRANDÃO PALÁCIO (OAB 6236B/AL) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Multa Cominatória / Astreintes - REQUERENTE: Maria Elaine da Silva - REQUERIDO: Estado de Alagoas - Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, intime- se a parte autora através de seu advogado, para no prazo de 10 (dez) dias, querendo, requerer o que achar de direito. Maceió, 23 de fevereiro de ADV: LILIAN MÁRCIA MATOS DE OLIVEIRA (OAB 6253/AL), PAULO CÉSAR MATOS DA SILVA (OAB 4755/AL), LIVIA MOREIRA DE OLIVEIRA SILVA (OAB 25268/BA) - Processo ( ) - Procedimento Ordinário - Processo e Procedimento - AUTOR: Sebastião Ferreira da Rocha - RÉU: Estado de Alagoas - Ato Ordinatório: Em cumprimento do Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas, arquivem-se os presentes autos. Maceió, 23 de fevereiro de André Luiz Telles Uchôa (OAB 4386/AL) Lilian Márcia Matos de Oliveira (OAB 6253/AL) Lívia Moreira de Oliveira Silva (OAB 25268/BA) Lúcio Flávio de Oliveira Gomes (OAB 6534B/AL) Paulo César Matos da Silva (OAB 4755/AL) Roberta Luiza Sena Vieira (OAB 7027/AL) Rodrigo Brandão Palácio (OAB 6236B/AL) TJ/AL - COMARCA DE MACEIÓ JUÍZO DE DIREITO DA 17ª VARA CÍVEL DA CAPITAL / FAZENDA ESTADUAL JUIZ(A) DE DIREITO HELESTRON SILVA DA COSTA ESCRIVÃ(O) JUDICIAL JADER COURA DE MELLO RIBEIRO RELAÇÃO Nº 0049/2012 ADV: BRUNO BEZERRA DE SOUZA (OAB 19352/PE) - Processo Procedimento Ordinário - Nulidade - AUTOR: Central Nacional Unimed- Cooperativa Central- RÉU: Procon /AL.,Proteção e Defesa do Consumidor de Alagoas- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Ordinário Autor:Central Nacional Unimed- Cooperativa Central Réu: Procon /AL.,Proteção e Defesa do Consumidor de AlagoasDECISÃO Trata-se de ação declaratória de nulidade proposta por Central Nacional Unimed- Cooperativa Central em face do Procon/AL, através da qual se requer, através de antecipação dos efeitos da tutela, provimento que proíba a ré de promover a sua inscrição do débito referido no documento de página 72. Argumenta, em suma, que foi autuada indevidamente pelo réu sem que lhe fosse oportunizada a interposição de recurso administrativo. Juntou documento às páginas 17 usque 78. É, em apertada síntese, o relatório. Decido. Em análise de antecipação genérica dos efeitos da tutela, deve-se observar o disposto no art. 273 do Código de Processo Civil, in verbis: Art O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I - haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II - fi que caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. [...] 6o A tutela antecipada também poderá ser concedida quando um ou mais dos pedidos cumulados, ou parcela deles, mostrar-se incontroverso. Com efeito, a incontrovérsia aduzida no dispositivo supra é aquela prevista no art. 334, III, do CPC, que dispensa a produção de provas sobre os fatos alegados. Não se deve olvidar, todavia, que a incontrovérsia proveniente da não impugnação pelo réu, não justifi ca a antecipação dos efeitos da tutela quando esta for a Fazenda Pública, visto que a mesma não se submete aos efeitos da revelia. Por sua vez, o próprio CPC prescreve, ainda, os requisitos indicativos de um provimento antecipatório dos efeitos tutela para casos específi cos, qual seja, o cumprimento das obrigações de fazer, não fazer e de entregar coisa. In verbis: Art Na ação que tenha por objeto o cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer, o juiz concederá a tutela específi ca da obrigação ou, se procedente o pedido, determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento. [...] 3o Sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justifi cado receio de inefi cácia do provimento fi nal, é lícito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou mediante justifi cação prévia, citado o réu. A medida liminar poderá ser revogada ou modifi cada, a qualquer tempo, em decisão fundamentada. 4o O juiz poderá, na hipótese do parágrafo anterior ou na sentença, impor multa diária ao réu, independentemente de pedido do autor, se for sufi ciente ou compatível com a obrigação, fi xando-lhe prazo razoável

13 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição para o cumprimento do preceito. 5o Para a efetivação da tutela específi ca ou a obtenção do resultado prático equivalente, poderá o juiz, de ofício ou a requerimento, determinar as medidas necessárias, tais como a imposição de multa por tempo de atraso, busca e apreensão, remoção de pessoas e coisas, desfazimento de obras e impedimento de atividade nociva, se necessário com requisição de força policial. Vistas as generalidades da antecipação da tutela, deve-se asseverar a atual unifi cação do sistemas de tutelas de urgência, sendo certo que se aplica à antecipação dos efeitos da tutela as mesmas restrições relativas às liminares e cautelares contra a Fazenda Pública. Neste sentido, o art. 7º, parágrafo 5º, da Lei nº /2009, in verbis: 5o As vedações relacionadas com a concessão de liminares previstas neste artigo se estendem à tutela antecipada a que se referem os arts. 273 e 461 da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973 Código de Processo Civil. Assim, vale dizer, com fulcro nas Leis nº /2009, nº 9.494/1997, nº 4.348/1964, nº 5.021/1966 e nº 8.437/1992, que não se afi gura cabível a antecipação dos efeitos da tutela em desfavor da Fazenda Pública nos seguintes casos: quando tiver por fi to a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos, ou a concessão de aumento ou extensão de vantagens; quando objetivar a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos, bem assim a concessão de aumento ou extensão de vantagens; sempre que providência semelhante não puder ser concedida em ações de mandado de segurança, em virtude de vedação legal; quando impugnado, na primeira instância, ato de autoridade sujeita, na via do mandado de segurança, à competência originária do tribunal; quando a medida esgotar, no todo ou em parte, o objeto da ação; para a compesação de créditos tributários e previdenciários; para a entrega de mercadorias e bens provenientes do exterior. Analisando percucientemente os autos, verifi co que, além do pedido antecipatório não encontrar óbices nas disposições supra, os documentos acostados aos autos comprovam a verossimilhança da alegação, mormente pelo fato de que o recurso administrativo interposto foi, aparentemente, tempestivo. Com efeito, apesar de ser competente para expedir multas por infrações à legislação consumerista consectário direto do seu poder de polícia o Procon não se exime da observância dos princípios da ampla defesa e do contraditório, os quais são ínsitos ao sistema democrático de direito. Nesta toada, entendo que, apesar de não restar evidenciada, até o presente momento, a ilegalidade da multa imposta, a mera violação de normas procedimentais de cunho principiológico fundamental justifi cam a suspensão da exigibilidade da penalidade imposta. No que tange ao periculum in mora, este se mostra evidente diante do fato de que o patrimônio do requerente se encontra na iminência de ser violado, ante a sua submissão à cobrança aparentemente indevida. Ante o exposto, defi ro o pedido de antecipação dos efeitos da tutela para determinar ao réu a suspensão da inscrição do débito referente ao processo nº , sob pena de incidência de multa diária, a qual fi xo em R$ 500,00 (quinhentos reais) por dia da atraso. Cite-se o réu na forma da lei. Publique-se. Intimem-se. Maceió(AL), 20 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: ANTÔNIO FERNANDO COSTA (OAB 2011/AL), RODRIGO HOLANDA GUIMARÃES (OAB 4972/AL) - Processo Petição - Medida Cautelar - AUTOR: Usinas Reunidas Seresta S/A- RÉU: Companhia Energética de Alagoas- CEAL.- Processo nº: Classe do Processo: Petição Autor:Usinas Reunidas Seresta S/A Réu: Companhia Energética de Alagoas- CEAL. DECISÃO Defi ro o pedido de juntada na forma do art. 526 do CPC, deixando, todavia, de proceder à reforma da decisão impugnada, por não vislumbrar alteração fática ou jurídica apta a formar um juízo de convencimento diverso do anteriormente exarado. Dê-se vistas ao representante do Ministério Público a fi m de que oferte parecer nestes autos. Após, façam os autos conclusos para sentença. Maceió/AL, 16 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: ANA CELIA FIDALGO DA SILVA (OAB 64414/RJ), SERGIO BERMUDES (OAB 17587/RJ), CAETANO BERENGUER (OAB /RJ), PADRO HENRIQUE CARVALHO (OAB /RJ), FABIANO ROBALINHO CAVALCANTI (OAB 95237/RJ), ADILSON VIEIRA MACABU FILHO (OAB /RJ) - Processo Mandado de Segurança - Liminar - IMPETRANTE: B2W - Companhia Global de Varejo- IMPETRADO: Ilmo. Sr. Secretário da Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação do Estado de Alagoas e outro - Autos n Ação: Mandado de Segurança Impetrante: B2W - Companhia Global de Varejo Impetrado: Ilmo. Sr. Secretário da Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação do Estado de Alagoas e outro Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas e tendo em vista o recebimento da apelação faço vista dos autos ao advogado da impetrante para apresentar contrarrazões á Apelação no prazo de 15 (quinze) dias. Maceió, 23 de fevereiro de Geomário Dourado Silva Analista Judiciário-B ADV: FELIPE REBELO DE LIMA (OAB 6916/AL), MARCELO HENRIQUE BRABO MAGALHÃES (OAB 4577/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Antecipação de Tutela / Tutela Específi ca - AUTOR: Associação dos Procuradores Autárquicos e Advogados da Fundação do Estado de Alagoas - APAFAL- RÉU: Estado de Alagoas- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Ordinário Autor:Associação dos Procuradores Autárquicos e Advogados da Fundação do Estado de Alagoas - APAFAL Réu: Estado de Alagoas DECISÃO Trata-se de agravo retido interposto pela Associação dos Procuradores Autárquicos e Advogados da Fundação do Estado de Alagoas, através do qual requer a reconsideração da decisão de fl s. 604/605, que indeferiu o pedido de antecipação dos efeitos da tutela formulado na exordial. Instado a se manifestar, o Estado de Alagoas informou que a matéria em testilha é objeto de discussão no STF, sendo que nã há lei estadual que abarque a pretensão vencimental da autora. Relatado. Decido. Em percuciente análise das razões recursais, entendo que a recorrente não trouxe novos elementos fáticos ou jurídicos que sustentassem um juízo de retratação por parte deste magistrado. Ademais, entendo que, in casu, o recurso cabível seria o agravo de instrumento, e não em forma retida, já que interposto contra decisão que denegou a antecipação dos efeitos da tutela; fato que confi gura nítida situação de urgência. Neste sentido, mantenho a decisão interlocutória ora impugnada. Dê-se vistas dos autos ao representante do Ministério Público. Publique-se. Intimem-se. Maceió(AL), 20 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: JOSE MARIO SOARES NETO (OAB 5584/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Antecipação de Tutela / Tutela Específi ca - REQUERENTE: Joab Ferreira dos Santos- REQUERIDO: O Estado de Alagoas- Autos n Ação: Procedimento Ordinário Requerente: Joab Ferreira dos Santos Requerido: O Estado de Alagoas Ato Ordinatório: Em cumprimento ao Provimento nº 13/2009, da Corregedoria-Geral da Justiça do Estado de Alagoas e em virtude da juntada da contestação aos autos abro vista dos autos ao advogado da parte autora para querendo impugne-a no prazo de 10 (dez) dias. Maceió, 23 de fevereiro de Geomário Dourado Silva Analista Judiciário-B ADV: ANTONIO PIMENTEL CAVALCANTE (OAB 8821/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Adicional de Insalubridade - AUTOR: EDMILSON ANASTCIO DOS SANTOS- LITSATIVA: ELIZABETE RODRIGUES BRAGA LIMA e outros - RÉU: ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Ordinário Autor:EDMILSON ANASTÁCIO DOS SANTOS e outros Réu: ESTADO DE ALAGOAS DECISÃO Trata-se de pleito interlocutório formulado pela parte demandada, a qual argumenta a impossibilidade de adoção do rito especial dos Juizados Especiais da Fazenda Pública, instituído pela Lei nº /2009 e regulamentado pela Resolução nº 09/2010 do Tribunal de Justiça de Alagoas. Em que pese não haver lei estadual específi ca que trate da transação nos moldes preconizados pela norma de regência, entendo que a adoção do rito

14 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição especial para casos como o da espécie não restaria frustrada, mormente pelo fato de que, apesar do objetivo conciliatório constituir a linha mestra destes procedimentos, este não se perfaz como o único almejado pela Lei nº /2009, a qual busca imprimir, às causas de menor complexidade, um rito mais célere e simplifi cado. Assim, frustada a conciliação, o que de fato constitui o único caminho nas ações que tem o Estado de Alagoas como parte, o feito seguiria o seu curso através do rito especial, o qual, baseado nos princípios da celeridade e da oralidade, permitiria que, apresentada a contestação na própria audiência, fosse proferida de plano sentença de mérito simplifi cada e sem relatório, pondo fi m ao processo sem que a máquina pública restasse demasiadamente onerada pelo imenso número de atos processuais inerentes ao procedimento ordinário. Com efeito, a não adoção do procedimento em epígrafe traz duplo ônus à administração, visto que, além de infl ar a serventia jurisdicional e o magistrado competente com a prática desnecessária de uma imensidão de atos procedimentaisintimações, mandados, despachos e decisões referentes ao rito ordinário, obriga o Estado a arcar com os custos de uma sentença meritória de completa procedência, em sendo o caso, sem oportunidade para barganhar sobre o objeto do processo. Além disso, não se deve olvidar que a complexidade do procedimento ordinário, desnecessariamente adotado, impõe à parte o ônus e os encargos da demora judicial. Ademais, deve-se asseverar que, mesmo quando o valor do crédito postulado ultrapassar o teto legal do art. 13 da Lei nº /2009, nos termos do seu parágrafo 5º, é facultado a parte interessada a renúncia do valor excedente, o que possibilita a adequação do pleito ao rito especial, bem como o seu pagamento através de RPV. In verbis: 5o Se o valor da execução ultrapassar o estabelecido para pagamento independentemente do precatório, o pagamento far-se-á, sempre, por meio do precatório, sendo facultada à parte exequente a renúncia ao crédito do valor excedente, para que possa optar pelo pagamento do saldo sem o precatório. Destarte, em que pese o absurdo evidenciado, entendo que a adoção do rito especial nos juízos da fazenda pública estadual encontra óbice, justamente, na ausência de um órgão jurisdicional de segundo grau, uma vez que, diante do silêncio da Resolução nº 09/2010, os recursos contra as decisões proferidas pelas varas da fazenda pública continuariam sendo interpostos junto ou para o Tribunal de Justiça, situação que eliminaria a celeridade dos feitos em epígrafe. Diante de tais fatos, mostra-se lamentável o notório atraso do sistema político do Estado de Alagoas, sendo que a inefi ciência estatal resta, mais uma vez, evidenciada como fruto da inércia do Poder Legislativo, da inefi ciência do Executivo e da submissão do Judiciário. Enquanto este panorama perdurar, aguardemos o longo tramitar processual do rito ordinário. Por todo o exposto, chamo o feito à ordem, para imprimir ao presente processo o rito ordinário. Indefi ro o pedido de exclusão do litisconsorte passivo, visto não haver nos autos prova de sua irresponsabilidade pelo crédito ou da ausência de vínculo com os requerentes. Citem-se os requeridos para contestarem a presente ação nos prazos legais. Com a alteração do rito, intimem-se os autores para procederem ao recolhimento das custas ou formularem pedido de assistência judiciária. Promovam-se as alterações devidas no SAJ. Maceió(AL), 21 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: ANTONIO PIMENTEL CAVALCANTE (OAB 8821/AL) - Processo Procedimento Sumário - Adicional de Insalubridade - AUTOR: MAURICIO RABELO COSTA- LITSATIVO: MARCUS VINICIUS PEREIRA e outros - RÉU: ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Sumário AutorLitisconsorte Ativo:MAURICIO RABELO COSTA e outros, MARCUS VINICIUS PEREIRA Réu: ESTADO DE ALAGOAS DECISÃO Trata-se de pleito interlocutório formulado pela parte demandada, a qual argumenta a impossibilidade de adoção do rito especial dos Juizados Especiais da Fazenda Pública, instituído pela Lei nº /2009 e regulamentado pela Resolução nº 09/2010 do Tribunal de Justiça de Alagoas. Em que pese não haver lei estadual específi ca que trate da transação nos moldes preconizados pela norma de regência, entendo que a adoção do rito especial para casos como o da espécie não restaria frustrada, mormente pelo fato de que, apesar do objetivo conciliatório constituir a linha mestra destes procedimentos, este não se perfaz como o único almejado pela Lei nº /2009, a qual busca imprimir, às causas de menor complexidade, um rito mais célere e simplifi cado. Assim, frustada a conciliação, o que de fato constitui o único caminho nas ações que tem o Estado de Alagoas como parte, o feito seguiria o seu curso através do rito especial, o qual, baseado nos princípios da celeridade e da oralidade, permitiria que, apresentada a contestação na própria audiência, fosse proferida de plano sentença de mérito simplifi cada e sem relatório, pondo fi m ao processo sem que a máquina pública restasse demasiadamente onerada pelo imenso número de atos processuais inerentes ao procedimento ordinário. Com efeito, a não adoção do procedimento em epígrafe traz duplo ônus à administração, visto que, além de infl ar a serventia jurisdicional e o magistrado competente com a prática desnecessária de uma imensidão de atos procedimentais intimações, mandados, despachos e decisões referentes ao rito ordinário, obriga o Estado a arcar com os custos de uma sentença meritória de completa procedência, em sendo o caso, sem oportunidade para barganhar sobre o objeto do processo. Além disso, não se deve olvidar que a complexidade do procedimento ordinário, desnecessariamente adotado, impõe à parte o ônus e os encargos da demora judicial. Ademais, deve-se asseverar que, mesmo quando o valor do crédito postulado ultrapassar o teto legal do art. 13 da Lei nº /2009, nos termos do seu parágrafo 5º, é facultado a parte interessada a renúncia do valor excedente, o que possibilita a adequação do pleito ao rito especial, bem como o seu pagamento através de RPV. In verbis: 5o Se o valor da execução ultrapassar o estabelecido para pagamento independentemente do precatório, o pagamento far-se-á, sempre, por meio do precatório, sendo facultada à parte exequente a renúncia ao crédito do valor excedente, para que possa optar pelo pagamento do saldo sem o precatório. Destarte, em que pese o absurdo evidenciado, entendo que a adoção do rito especial nos juízos da fazenda pública estadual encontra óbice, justamente, na ausência de um órgão jurisdicional de segundo grau, uma vez que, diante do silêncio da Resolução nº 09/2010, os recursos contra as decisões proferidas pelas varas da fazenda pública continuariam sendo interpostos junto ou para o Tribunal de Justiça, situação que eliminaria a celeridade dos feitos em epígrafe. Diante de tais fatos, mostra-se lamentável o notório atraso do sistema político do Estado de Alagoas, sendo que a inefi ciência estatal resta, mais uma vez, evidenciada como fruto da inércia do Poder Legislativo, da inefi ciência do Executivo e da submissão do Judiciário. Enquanto este panorama perdurar, aguardemos o longo tramitar processual do rito ordinário. Por todo o exposto, chamo o feito à ordem, para imprimir ao presente processo o rito ordinário. Citem-se os requeridos para contestarem a presente ação nos prazos legais. Com a alteração do rito, intimem-se os autores para procederem ao recolhimento das custas ou formularem pedido de assistência judiciária. Promovam-se as alterações devidas no SAJ.Maceió(AL), 21 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: ANTONIO PIMENTEL CAVALCANTE (OAB 8821/AL) - Processo Procedimento Sumário - Adicional de Insalubridade - AUTOR: MAURICIO RABELO COSTA- LITSATIVO: MARCUS VINICIUS PEREIRA e outros - RÉU: ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Sumário AutorLitisconsorte Ativo:MAURICIO RABELO COSTA e outros, MARCUS VINICIUS PEREIRA Réu: ESTADO DE ALAGOAS DECISÃO Trata-se de pleito interlocutório formulado pela parte demandada, a qual argumenta a impossibilidade de adoção do rito especial dos Juizados Especiais da Fazenda Pública, instituído pela Lei nº /2009 e regulamentado pela Resolução nº 09/2010 do Tribunal de Justiça de Alagoas. Em que pese não haver lei estadual específi ca que trate da transação nos moldes preconizados pela norma de regência, entendo que a adoção do rito especial para casos como o da espécie não restaria frustrada, mormente pelo fato de que, apesar do objetivo conciliatório constituir a linha mestra destes procedimentos, este não se perfaz como o único almejado pela Lei nº /2009, a qual busca imprimir, às causas de menor complexidade, um rito mais célere e simplifi cado. Assim, frustada a conciliação, o que de fato constitui o único caminho nas ações que tem o Estado de Alagoas como parte, o feito seguiria o seu curso através do rito especial, o qual, baseado nos princípios da celeridade e da oralidade, permitiria que, apresentada a contestação na própria audiência, fosse proferida de plano

15 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição sentença de mérito simplifi cada e sem relatório, pondo fi m ao processo sem que a máquina pública restasse demasiadamente onerada pelo imenso número de atos processuais inerentes ao procedimento ordinário. Com efeito, a não adoção do procedimento em epígrafe traz duplo ônus à administração, visto que, além de infl ar a serventia jurisdicional e o magistrado competente com a prática desnecessária de uma imensidão de atos procedimentais intimações, mandados, despachos e decisões referentes ao rito ordinário, obriga o Estado a arcar com os custos de uma sentença meritória de completa procedência, em sendo o caso, sem oportunidade para barganhar sobre o objeto do processo. Além disso, não se deve olvidar que a complexidade do procedimento ordinário, desnecessariamente adotado, impõe à parte o ônus e os encargos da demora judicial. Ademais, deve-se asseverar que, mesmo quando o valor do crédito postulado ultrapassar o teto legal do art. 13 da Lei nº /2009, nos termos do seu parágrafo 5º, é facultado a parte interessada a renúncia do valor excedente, o que possibilita a adequação do pleito ao rito especial, bem como o seu pagamento através de RPV. In verbis: 5o Se o valor da execução ultrapassar o estabelecido para pagamento independentemente do precatório, o pagamento far-se-á, sempre, por meio do precatório, sendo facultada à parte exequente a renúncia ao crédito do valor excedente, para que possa optar pelo pagamento do saldo sem o precatório. Destarte, em que pese o absurdo evidenciado, entendo que a adoção do rito especial nos juízos da fazenda pública estadual encontra óbice, justamente, na ausência de um órgão jurisdicional de segundo grau, uma vez que, diante do silêncio da Resolução nº 09/2010, os recursos contra as decisões proferidas pelas varas da fazenda pública continuariam sendo interpostos junto ou para o Tribunal de Justiça, situação que eliminaria a celeridade dos feitos em epígrafe. Diante de tais fatos, mostra-se lamentável o notório atraso do sistema político do Estado de Alagoas, sendo que a inefi ciência estatal resta, mais uma vez, evidenciada como fruto da inércia do Poder Legislativo, da inefi ciência do Executivo e da submissão do Judiciário. Enquanto este panorama perdurar, aguardemos o longo tramitar processual do rito ordinário. Por todo o exposto, chamo o feito à ordem, para imprimir ao presente processo o rito ordinário. Citem-se os requeridos para contestarem a presente ação nos prazos legais. Com a alteração do rito, intimem-se os autores para procederem ao recolhimento das custas ou formularem pedido de assistência judiciária. Promovam-se as alterações devidas no SAJ.Maceió(AL), 21 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: ANTONIO PIMENTEL CAVALCANTE (OAB 8821/AL) - Processo Procedimento Sumário - Adicional de Insalubridade - AUTOR: MARCIO RABELO COSTA- LITSATIVO: MARCUS VINICIUS PEREIRA e outros - RÉU: ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Sumário AutorLitisconsorte Ativo:MARCIO RABELO COSTA e outros, MARCUS VINICIUS PEREIRA Réu: ESTADO DE ALAGOAS DECISÃO Trata-se de pleito interlocutório formulado pela parte demandada, a qual argumenta a impossibilidade de adoção do rito especial dos Juizados Especiais da Fazenda Pública, instituído pela Lei nº /2009 e regulamentado pela Resolução nº 09/2010 do Tribunal de Justiça de Alagoas. Em que pese não haver lei estadual específi ca que trate da transação nos moldes preconizados pela norma de regência, entendo que a adoção do rito especial para casos como o da espécie não restaria frustrada, mormente pelo fato de que, apesar do objetivo conciliatório constituir a linha mestra destes procedimentos, este não se perfaz como o único almejado pela Lei nº /2009, a qual busca imprimir, às causas de menor complexidade, um rito mais célere e simplifi cado. Assim, frustada a conciliação, o que de fato constitui o único caminho nas ações que tem o Estado de Alagoas como parte, o feito seguiria o seu curso através do rito especial, o qual, baseado nos princípios da celeridade e da oralidade, permitiria que, apresentada a contestação na própria audiência, fosse proferida de plano sentença de mérito simplifi cada e sem relatório, pondo fi m ao processo sem que a máquina pública restasse demasiadamente onerada pelo imenso número de atos processuais inerentes ao procedimento ordinário. Com efeito, a não adoção do procedimento em epígrafe traz duplo ônus à administração, visto que, além de infl ar a serventia jurisdicional e o magistrado competente com a prática desnecessária de uma imensidão de atos procedimentais intimações, mandados, despachos e decisões referentes ao rito ordinário, obriga o Estado a arcar com os custos de uma sentença meritória de completa procedência, em sendo o caso, sem oportunidade para barganhar sobre o objeto do processo. Além disso, não se deve olvidar que a complexidade do procedimento ordinário, desnecessariamente adotado, impõe à parte o ônus e os encargos da demora judicial. Ademais, deve-se asseverar que, mesmo quando o valor do crédito postulado ultrapassar o teto legal do art. 13 da Lei nº /2009, nos termos do seu parágrafo 5º, é facultado a parte interessada a renúncia do valor excedente, o que possibilita a adequação do pleito ao rito especial, bem como o seu pagamento através de RPV. In verbis: 5o Se o valor da execução ultrapassar o estabelecido para pagamento independentemente do precatório, o pagamento far-se-á, sempre, por meio do precatório, sendo facultada à parte exequente a renúncia ao crédito do valor excedente, para que possa optar pelo pagamento do saldo sem o precatório. Destarte, em que pese o absurdo evidenciado, entendo que a adoção do rito especial nos juízos da fazenda pública estadual encontra óbice, justamente, na ausência de um órgão jurisdicional de segundo grau, uma vez que, diante do silêncio da Resolução nº 09/2010, os recursos contra as decisões proferidas pelas varas da fazenda pública continuariam sendo interpostos junto ou para o Tribunal de Justiça, situação que eliminaria a celeridade dos feitos em epígrafe. Diante de tais fatos, mostra-se lamentável o notório atraso do sistema político do Estado de Alagoas, sendo que a inefi ciência estatal resta, mais uma vez, evidenciada como fruto da inércia do Poder Legislativo, da inefi ciência do Executivo e da submissão do Judiciário. Enquanto este panorama perdurar, aguardemos o longo tramitar processual do rito ordinário. Por todo o exposto, chamo o feito à ordem, para imprimir ao presente processo o rito ordinário. Citem-se os requeridos para contestarem a presente ação nos prazos legais. Com a alteração do rito, intimem-se os autores para procederem ao recolhimento das custas ou formularem pedido de assistência judiciária. Promovam-se as alterações devidas no SAJ.Maceió(AL), 21 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: SEBASTIANA PATRICIA DOS ANJOS LIMA (OAB 3313AL) - Processo Mandado de Segurança - Promoção - IMPETRANTE: Jerson Vieira e Outro e outro - IMPETRADO: Comandante Geral da Polícia Militar de Alagoas- Processo nº: Classe do Processo: Mandado de Segurança Impetrante:Jerson Vieira e Outro e outro Impetrado: Comandante Geral da Polícia Militar de Alagoas DECISÃOJerson Vieira e Outro e outro, já qualifi cados, impetraram mandado de segurança com pedido liminar em face do Comandante Geral da Polícia Militar de Alagoas, aduzindo, em suma, que: Foram benefi ciados com sentença proferida nos autos do Processo nº , a qual determinou ao Estado de Alagoas que promovesse os impetrantes à graduação de 3º Sargento PM/AL, caso estes fossem aprovados nos testes de aptidão física e mental. Ocorre que os mesmos foram considerados inaptos no exame médico, por motivos não idôneos. O impetrante Jerson Vieira não fora aprovado no referido exame em razão de constar em seu prontuário médico, que o mesmo foi submetido a uma cirurgia em 02/12/1988, olvidando a junta médica da PM/AL que este foi considerado apto fi sicamente no CFCP que ocorreu após a data da cirurgia. Já Jean Carlos Silva fora considerado inapto por constar em seu prontuário que havia se submetido a uma cirurgia no braço, tendo, também, sido considerado apto no CFCP. Por tais razões, afi rma que ato da administração militar é ilegal e violador do seu direito líquido e certo. É, em breve síntese, o relatório. Decido. Em análise de antecipação genérica dos efeitos da tutela, deve-se observar o disposto no art. 273 do Código de Processo Civil, in verbis: Art O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I - haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II - fi que caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. [...] 6o A tutela antecipada também poderá ser concedida quando um ou mais dos pedidos cumulados, ou parcela deles, mostrar-se incontroverso. Com efeito, a incontrovérsia aduzida no dispositivo supra é aquela prevista no art. 334, III,

16 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição do CPC, que dispensa a produção de provas sobre os fatos alegados. Não se deve olvidar, todavia, que a incontrovérsia proveniente da não impugnação pelo réu, não justifi ca a antecipação dos efeitos da tutela quando esta for a Fazenda Pública, visto que a mesma não se submete aos efeitos da revelia. Por sua vez, o próprio CPC prescreve, ainda, os requisitos indicativos de um provimento antecipatório dos efeitos tutela para casos específi cos, qual seja, o cumprimento das obrigações de fazer, não fazer e de entregar coisa. In verbis: Art Na ação que tenha por objeto o cumprimento de obrigação de fazer ou não fazer, o juiz concederá a tutela específi ca da obrigação ou, se procedente o pedido, determinará providências que assegurem o resultado prático equivalente ao do adimplemento. [...] 3o Sendo relevante o fundamento da demanda e havendo justifi cado receio de inefi cácia do provimento fi nal, é lícito ao juiz conceder a tutela liminarmente ou mediante justifi cação prévia, citado o réu. A medida liminar poderá ser revogada ou modifi cada, a qualquer tempo, em decisão fundamentada. 4o O juiz poderá, na hipótese do parágrafo anterior ou na sentença, impor multa diária ao réu, independentemente de pedido do autor, se for sufi ciente ou compatível com a obrigação, fi xando-lhe prazo razoável para o cumprimento do preceito. 5o Para a efetivação da tutela específi ca ou a obtenção do resultado prático equivalente, poderá o juiz, de ofício ou a requerimento, determinar as medidas necessárias, tais como a imposição de multa por tempo de atraso, busca e apreensão, remoção de pessoas e coisas, desfazimento de obras e impedimento de atividade nociva, se necessário com requisição de força policial. Vistas as generalidades da antecipação da tutela, deve-se asseverar a atual unifi cação do sistemas de tutelas de urgência, sendo certo que se aplica à antecipação dos efeitos da tutela as mesmas restrições relativas às liminares e cautelares contra a Fazenda Pública. Neste sentido, o art. 7º, parágrafo 5º, da Lei nº /2009, in verbis: 5o As vedações relacionadas com a concessão de liminares previstas neste artigo se estendem à tutela antecipada a que se referem os arts. 273 e 461 da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973 Código de Processo Civil. Assim, vale dizer, com fulcro nas Leis nº /2009, nº 9.494/1997, nº 4.348/1964, nº 5.021/1966 e nº 8.437/1992, que não se afi gura cabível a antecipação dos efeitos da tutela em desfavor da Fazenda Pública nos seguintes casos: quando tiver por fi to a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos, ou a concessão de aumento ou extensão de vantagens; quando objetivar a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos, bem assim a concessão de aumento ou extensão de vantagens; sempre que providência semelhante não puder ser concedida em ações de mandado de segurança, em virtude de vedação legal; quando impugnado, na primeira instância, ato de autoridade sujeita, na via do mandado de segurança, à competência originária do tribunal; quando a medida esgotar, no todo ou em parte, o objeto da ação; para a compesação de créditos tributários e previdenciários; para a entrega de mercadorias e bens provenientes do exterior. Analisando percucientemente os autos, verifi co que os documentos de páginas 30 usque 34, apesar de provarem a inaptidão dos impetrantes, não trazem os fundamentos que levaram a tal conclusão. Dessa forma, os autos ainda carecem de elementos aptos a formar neste magistrado um juíz de verossimilhança das alegações, razão pela qual se faz necessária colheita de novos elementos probatórios. Neste ponto, deve-se ressaltar que, apesar da necessidade inexorável de que a petição do mandado de segurança venha devidamente instruída com os documentos necessários à comprovação do direito alegado, entendo, por razões de economia processual, não proferir, de plano, sentença extintiva, visto que, quando da apresentação das informações pela autoridade coatora, há possibilidade de que as omissões probatórias restem sanadas. Ante o exposto, denego a liminar requestada. Notifi que-se a autoridade coatora, para que, no prazo de 10 (dez) dias apresente suas informações. Cientifi que-se o Estado de Alagoas, através da PGE. Publique-se. Intimem-se. Cumpra-se. Maceió/AL, 19 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: DISRAELI VIEIRA ROCHA (OAB 1392/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Obrigação de Fazer / Não Fazer - AUTORA: VANDETE SOARES DOS SANTOS- RÉU: GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS- Autos n Ação: Procedimento Ordinário Autor: VANDETE SOARES DOS SANTOS DESPACHO Tratando-se de pleito consistente na majoração de benefício previdenciário administrado pela AL Previdência, intimem-se a requerente, através da causídica constituída, para que, no prazo de 10 (dez) dias, promova a emenda da inicial, incluindo no pólo passivo da presente demanda aquela entidade da administração pública indireta AL Previdência. Após, façam os autos conclusos para decisão. Maceió, 20 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: ANTONIO PIMENTEL CAVALCANTE (OAB 8821/AL) - Processo Procedimento Sumário - Adicional de Insalubridade - AUTORA: SÁLUA MARIA HORA MELO- LITSATIVA: TEREZA CRISTINA DE MORAES WEPFER e outros - RÉU: ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Sumário AutorLitisconsorte Ativo:SÁLUA MARIA HORA MELO e outros, TEREZA CRISTINA DE MORAES WEPFER Réu: ESTADO DE ALAGOASDECISÃO Tratase de pleito interlocutório formulado pela parte demandada, a qual argumenta a impossibilidade de adoção do rito especial dos Juizados Especiais da Fazenda Pública, instituído pela Lei nº /2009 e regulamentado pela Resolução nº 09/2010 do Tribunal de Justiça de Alagoas. Em que pese não haver lei estadual específi ca que trate da transação nos moldes preconizados pela norma de regência, entendo que a adoção do rito especial para casos como o da espécie não restaria frustrada, mormente pelo fato de que, apesar do objetivo conciliatório constituir a linha mestra destes procedimentos, este não se perfaz como o único almejado pela Lei nº /2009, a qual busca imprimir, às causas de menor complexidade, um rito mais célere e simplifi cado. Assim, frustada a conciliação, o que de fato constitui o único caminho nas ações que tem o Estado de Alagoas como parte, o feito seguiria o seu curso através do rito especial, o qual, baseado nos princípios da celeridade e da oralidade, permitiria que, apresentada a contestação na própria audiência, fosse proferida de plano sentença de mérito simplifi cada e sem relatório, pondo fi m ao processo sem que a máquina pública restasse demasiadamente onerada pelo imenso número de atos processuais inerentes ao procedimento ordinário. Com efeito, a não adoção do procedimento em epígrafe traz duplo ônus à administração, visto que, além de infl ar a serventia jurisdicional e o magistrado competente com a prática desnecessária de uma imensidão de atos procedimentais intimações, mandados, despachos e decisões referentes ao rito ordinário, obriga o Estado a arcar com os custos de uma sentença meritória de completa procedência, em sendo o caso, sem oportunidade para barganhar sobre o objeto do processo. Além disso, não se deve olvidar que a complexidade do procedimento ordinário, desnecessariamente adotado, impõe à parte o ônus e os encargos da demora judicial. Ademais, deve-se asseverar que, mesmo quando o valor do crédito postulado ultrapassar o teto legal do art. 13 da Lei nº /2009, nos termos do seu parágrafo 5º, é facultado a parte interessada a renúncia do valor excedente, o que possibilita a adequação do pleito ao rito especial, bem como o seu pagamento através de RPV. In verbis: 5o Se o valor da execução ultrapassar o estabelecido para pagamento independentemente do precatório, o pagamento far-se-á, sempre, por meio do precatório, sendo facultada à parte exequente a renúncia ao crédito do valor excedente, para que possa optar pelo pagamento do saldo sem o precatório. Destarte, em que pese o absurdo evidenciado, entendo que a adoção do rito especial nos juízos da fazenda pública estadual encontra óbice, justamente, na ausência de um órgão jurisdicional de segundo grau, uma vez que, diante do silêncio da Resolução nº 09/2010, os recursos contra as decisões proferidas pelas varas da fazenda pública continuariam sendo interpostos junto ou para o Tribunal de Justiça, situação que eliminaria a celeridade dos feitos em epígrafe. Diante de tais fatos, mostra-se lamentável o notório atraso do sistema político do Estado de Alagoas, sendo que a inefi ciência estatal resta, mais uma vez, evidenciada como fruto da inércia do Poder Legislativo, da inefi ciência do Executivo e da submissão do Judiciário. Enquanto este panorama perdurar, aguardemos o longo tramitar processual do rito ordinário. Por todo o exposto, chamo o feito à ordem, para imprimir ao presente processo o rito ordinário. Citem-se os requeridos para contestarem a presente ação nos prazos

17 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição legais. Com a alteração do rito, intimem-se os autores para procederem ao recolhimento das custas ou formularem pedido de assistência judiciária. Promovam-se as alterações devidas no SAJ. Maceió(AL), 21 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: RODRIGO CAVALCANTE FERRO (OAB 8387/AL), SANDRA CLARISSA CAMARA GAMA (OAB 8870/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Pensão por Morte (Art. 74/9) - AUTORA: CARMELIA PEREIRA GOMES- RÉU: Estado de Alagoas e outro - Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Ordinário Autor:CARMELIA PEREIRA GOMES Réu: Estado de Alagoas e outro DECISÃOTrata-se de ação ordinária proposta por Carmelia Pereira Gomes em face do Estado de Alagoas e da AL Previdência, através da qual requer, em sede de antecipação dos efeitos da tutela, a implantação de benefício de pensão por morte em seu favor, argumentando, em síntese, que: Conviveu com o Sr. Eraldo Alves Silva, inativo como primeiro sargento da PM/AL, até a data do seu falecimento, o qual ocorreu em 23 de março de Apesar do falecido ser casado, a convivência da requerente com mesmo era pública e notória, sendo que o mesmo era responsável pelo sustento do lar. Trouxe os documentos de fl s. 19 usque 43. Despacho determinando a comprovação de miserabilidade às fl s. 44. Pedido de reconsideração às fl s. 47/48. É o que se tem a relatar. Decido. Nos termos do art. 273 do CPC, a antecipação dos efeitos da tutela deve fundamentar-se na presença do fumus boni iuris e do pericullum in mora. In verbis: Art O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I - haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II - fi que caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. Outrossim, em sede de provimento liminar manejado contra a Fazenda Pública, não se deve olvidar do disposto no art. 7º, 2º, da Lei nº /2009: 2º Não será concedida liminar que tenha por objeto a compensação de créditos tributários, a entrega de mercadorias e bens provenientes do exterior, a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos e a concessão de aumento ou a extensão de vantagens ou pagamento de qualquer natureza. (GRIFEI) Com efeito, no caso em testilha, apesar do pedido antecipatório não encontrar óbice nas normas supra transcritas, não vislumbro in limine a verossimilhança das alegações deduzidas na inicial, visto que os documentos trazidos aos autos pela autora são insufi cientes para embasar um juízo de convencimento neste magistrado, mormente pelo fato de que se faz necessária a manifestação da esposa do de cujus. Note-se que o STJ entende não haver óbice na implantação precária do benefício de pensão por morte. AgRg no Ag / RJ - PROCESSUAL CIVIL. ANTECIPAÇÃO DA TUTELA. FAZENDA PÚBLICA. EXCEÇÃO ÀS HIPÓTESES DO ART. 1º DA LEI 9.494/97. POSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DA TUTELA ANTECIPADA CONTRA A FAZENDA PÚBLICA. I- A antecipação de tutela em face da Fazenda Pública pode ser concedida nas situações que não se encontrem inseridas nas hipóteses impeditivas da Lei 9.494/97. Precedentes. II- Agravo Regimental a que se nega provimento. Note-se que, nos termos da jurisprudência do STJ, não há óbice legal à concessão de provimento antecipatório que determine ao Estado o pagamento precário de pensão por morte, desde que esta verba seja necessária ao sustento da requerente e de que esteja devidamente comprovada a relação de convivência do casal. É possível a antecipação de tutela em face da Fazenda Pública para a concessão de pensão por morte a dependente de ex-servidora pública, a qual tem idade avançada e não possui recursos fi nanceiros para sua subsistência, uma vez que, apesar de onerar os cofres públicos, o benefício da pensão por morte não está inserido nas hipóteses impeditivas da concessão da tutela antecipada em face da Fazenda Pública, dispostas no artigo 1º da Lei de 1997, consoante entendimento do STJ e do STF. Assim, apesar de não evidenciar óbice legal, não encontro nos autos elementos sufi cientes à supedanear a antecipação dos efeitos da tutela requestada sem que haja prévia oitiva da esposa do de cujus. Ex positis, DENEGO, por hora, o pedido de antecipação dos efeitos da tutela pleiteada, reservando-me a reapreciá-lo após a manifestação da terceira interessada. Citem-se os réus, para que atenda ao disposto no art. 297 e seguintes do CPC, com as cautelas do art. 188 do Estatuto Processual Civil. Intime-se a requerente, através do seu advogado constituído, para que, no prazo de 10 (dez) dias, emende a inicial incluindo no pólo passivo a esposa do Sr. Eraldo Alves da Silva. Ofi cie-se à AL Previdência para que informe se vem ocorrendo o pagamento do benefício de pensão por morte em favor de algum benefi ciário, bem como para que forneça o nome e a qualifi cação de todos os benefi ciários inscritos e vinculados ao Sr. Eraldo Alves da Silva, qualifi cado às fl s. 19. Maceió/AL, 20 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: AYKOERNE LIMA BARBOSA (OAB 10248/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Classifi cação e/ou Preterição - AUTOR: José Leandro da Silva- RÉU: Estado de Alagoas- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Ordinário Autor:José Leandro da Silva Réu: Estado de Alagoas DECISÃO Trata-se de ação ordinária, com pedido de tutela antecipada, ajuizada por José Leandro da Silva em face do Estado de Alagoas, através da qual se busca provimento jurisdicional antecipatório que lhe integre no cargo de 3º Soldado da Polícia Militar em Alagoas. Aduz que se submeteu ao concurso público, regido pelo Edital nº 003/2006/SEARHP/PMAL, para provimento de (mil) vagas para os Cargos de Policias Militares- Soldados Combatentes da Polícia Militar do Estado de Alagoas, tendo logrado aprovação na 2.529ª classifi cação. Relata que, no decorrer da validade do concurso, após a convocação dos candidatos aprovados, 900 (novecentos) candidatos foram convocados diante da necessidade de preenchimento das vagas na polícia militar. Afi rma que, das novecentas vagas oferecidas, somente foram preenchidas 669 (seiscentos e sessenta e nove) vagas, restando, ainda, 231 (duzentos e trinta e um) vagas em aberto. Sustenta a necessidade de um maior número de policias no efetivo da Policia Militar do Estado, além de outros candidatos, em posição classifi catória inferior a do demandante, haver obtido direito à convocação judicialmente, razão pela qual se encontra preterido, fazendo jus à convocação para a realização das próximas fases do concurso. Trouxe documentos os documento de fl s. 14 usque 51. Determinada a emenda à inicial, houve pedido de reconsideração, formulado às páginas 55/57. É o que interessa relatar. Decido.Inicialmente, observo que o prazo de validade do concurso em apreço foi prorrogado por 2 (dois) anos, restando expirado em 25 de junho de 2010, ou seja, antes da propositura da presente demanda, que se dera abril do presente ano. Assim, compete esclarecer, inicialmente, a possibilidade de propositura de Ação Ordinária após o prazo de validade do concurso. Nesse sentido, o Superior Tribunal de Justiça entende que não se reveste de falta de interesse a ação intentada quando já expirado o prazo de validade do concurso público, caso o debate não alcance os atos da Administração concernentes à realização do certame, mas aqueles que envolvem a nomeação de candidatos classifi cados. In verbis: ADMINISTRATIVO. CONCURSO PÚBLICO. INSURGÊNCIA CONTRA ATO DE NOMEAÇÃO APÓS EXPIRAÇÃO DO PRAZO DE VALIDADE. FALTA DE INTERESSE PROCESSUAL. INOCORRÊNCIA. Não caracteriza falta de interesse processual o fato de a ação ter sido intentada após expirado o prazo de validade do concurso, nos casos em que não se questionam os atos da Administração relacionados à realização do concurso público, mas sim atos referentes à nomeação dos demandantes. Precedentes. Agravo regimental desprovido. (AgRg no Ag /MG, 5.ª Turma, Rel. Min. FELIX FISCHER, DJe de 02/03/2009; sem grifos no original.) ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DO CARGO DE FISCAL FEDERAL AGROPECUÁRIO. EDITAL 1/2004-MAPA. DECADÊNCIA. AFASTAMENTO. FALTA DE INTERESSE PROCESSUAL. PRAZO DE VALIDADE EXPIRADO. NÃO-OCORRÊNCIA. INSURGÊNCIA CONTRA ATOS DE NOMEAÇÃO. CANDIDATO APROVADO, MAS NÃO CLASSIFICADO. DIREITO LÍQUIDO E CERTO À NOMEAÇÃO. INEXISTÊNCIA. SEGURANÇA DENEGADA. 1. O impetrante insurgese contra a Portaria 290, de 30/6/2005, do Coordenador-Geral de Administração de Recursos Humanos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que teria deixado de incluí-lo entre os candidatos ali convocados para assumirem o cargo de Fiscal Federal Agropecuário. Assim, impetrado o mandamus em 25/10/2005, foi observado o prazo decadencial de 120 (cento e vinte) dias, previsto

18 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição no art. 18 da Lei 1.533/ O fato de ter-se encerrado o prazo de validade antes da impetração do mandamus não enseja falta de interesse processual do impetrante, porquanto ele não questiona as provas do concurso público, mas atos diretamente relacionados à nomeação de aprovados, ocorridos enquanto válido o certame e dentro do prazo decadencial. [...] Segurança denegada. (MS / DF, 3ª Seção, Rel. Min.ARNALDO ESTEVES LIMA, DJ de 23/10/2006; sem grifos no original.) Assim, como o autor pretende discutir a existência de vaga para sua convocação, reputo existente o interesse processual na demanda. Passo a apreciação do pedido de tutela antecipada. Para a concessão da tutela antecipada, faz-se necessária a presença de prova inequívoca do direito alegado, bem como o fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação com o aguardo do provimento fi nal.quanto à verossimilhança das alegações do autor, não é demais registrar que a doutrina e a jurisprudência pátrias já consagraram o entendimento de que aprovação em concurso público, no limite de vagas defi nidos no edital do concurso, gera direito à nomeação para o cargo. Por outro lado, os aprovados nas vagas remanescentes ou na reserva técnica têm apenas mera expectativa de direito, competindo à administração, dentro do seu poder discricionário, nomear candidatos aprovados de acordo com sua conveniência. No caso dos autos, a convocação realizada pela administração de mais 900 candidatos, além do número de vagas ofertadas no edital, inegavelmente vincula a administração a essas novas vagas, evidenciando a necessidade de nomeação e preenchimento das referidas vagas. No entanto, tal entendimento não socorre o demandante, uma vez que se encontra classifi cado na 2.437ª posição, ou seja, além das (dois mil cento e trinta e um) vagas que foram ofertadas ao todo, considerando a soma das vagas iniciais, acrescidas das 900 vagas e do remanescente de 231 vagas decorrente do não preenchimento das novecentas vagas. Por outro lado, a alegação, por parte do demandante, de que fora preterido, porquanto outros candidatos foram convocados para a realização das próximas fases do certame, apoiados em decisões judiciais, não merece prosperar, nomeadamente porque tais decisões podem ser revertidas no âmbito dos tribunais, de sorte que não se revela lídimo, neste momento processual, o reconhecimento ou convalidação do direito do autor baseado apenas em outras decisões judiciais de caráter precário. No mais, importa destacar que a não concessão da medida pleiteada não impossibilita a realização posterior das demais fases do certame, acaso, ao fi nal, seja julgada procedente a pretensão do autor, o que fragiliza a alegação de urgência invocada na inicial. Em face do exposto, indefi ro o pedido de antecipação dos efeitos da tutela. Destarte, reputo presentes os requisitos autorizadores da concessão de assistência judiciária gratuita, motivo pelo qual, nos termos da Lei nº 1.060/1950, defi ro o pedido formulado neste sentido. Publique-se. Intimem-se. Cite-se o requerido na forma e prazo legais. Maceió/AL, 19 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: CLÁUDIO JORGE RODRIGUES DE MELO (OAB 3482/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Enquadramento - AUTORA: MARIA DO SOCORRO BARBOSA CAVALCANTI e outros - RÉU: Estado de Alagoas- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Ordinário Autor:MARIA DO SOCORRO BARBOSA CAVALCANTI e outros Réu: Estado de Alagoas DECISÃO Trata-se de ação ordinária proposta por Maria do Socorro Barbosa Cavalcanti e outros em face do Estado de Alagoas, através da qual requer, em sede de antecipação dos efeitos da tutela, suas respectivas reintegrações aos cargos para os quais ascederam por força das Leis nº 5.464/1993, 5.538/1993 e 5.599/1994, assim como a implantação e percepção de todas as vantagens inerentes aos mesmos. Para tal, argumenta, em síntese, que: Tiveram sua ascensão funcional implementada pela Administração Estadual por força do que dispõem as Leis nº 5.464/1993, 5.538/1993 e 5.599/1994, através da qual passaram a auferir vantagens patrimoniais inerentes aos cargos respectivos. Todavia, após mais de dois anos de enquadrados, os autores subtamente tiveram suas vantagens suprimidas e desconstituídas, por força do Decreto nº /1996, o qual, conforme explica, constitui ato inexistente, visto que o seu subscritor o vice-governador do Estado à época não se encontrava no exercício da governadoria. Aduz, ainda, que, por ser inexistente, o referido ato não gera efeitos; bem como que a posterior tentativa de convalidação deste não pode surtir efeitos. Por fi m, alega que outros servidores teriam sido re-enquadrados, recebendo tratamento desigual em relação aquele dado aos demandantes. Trouxe os documentos de fl s. 20 usque 87. À página 88, consta despacho deste Juízo determinando a emenda da inicial, o qual fora atendido às fl s. 93/94, através de pedido de reconsideração. É o que se tem a relatar. Decido. Nos termos do art. 273 do CPC, a antecipação dos efeitos da tutela deve fundamentar-se na presença do fumus boni iuris e do pericullum in mora. In verbis: Art O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I - haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II - fi que caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. Outrossim, em sede de provimento liminar manejado contra a Fazenda Pública, não se deve olvidar do disposto no art. 7º, 2º, da Lei nº /2009: 2º Não será concedida liminar que tenha por objeto a compensação de créditos tributários, a entrega de mercadorias e bens provenientes do exterior, a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos e a concessão de aumento ou a extensão de vantagens ou pagamento de qualquer natureza. (GRIFEI) Com efeito, no caso em testilha, além do óbice evidenciado pela norma supra transcrita, não vislumbro in limine a verossimilhança das alegações deduzidas na inicial, visto que os documentos trazidos aos autos pelo autor são insufi cientes para embasar um juízo de convencimento neste magistrado. Assim, não encontro nos autos elementos sufi cientes à supedanear a antecipação dos efeitos da tutela requestada sem que haja prévia oitiva do Estado de Alagoas. Ex positis, DENEGO o pedido de antecipação dos efeitos da tutela pleiteada, reservando-me a reapreciá-lo após a manifestação do requerido. Destarte, com base na documentação fi nanceira das partes, entendo que, mesmo diante da ausência das declarações de pobreza, encontram-se presentes os requisitos da Lei nº 1.060/1950, razão pela qual defi ro o pedido de assistência judiciária gratuita. Cite-se o réu, para que atenda ao disposto no art. 297 e seguintes do CPC, com as cautelas do art. 188 do Estatuto Processual Civil. Intime-se. Maceió/AL, 19 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: RICARDO ALEXANDRE DE ARAÚJO PORFÍRIO (OAB 7528/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Serviço Militar - AUTOR: DORGIVAL JOSE DA SILVA e outros - RÉU: ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Ordinário Autores:Dorgival José da Silva, Eraldo Barbosa dos Santos, Sebastião Freire da Silva, Marco Antônio Pacheco e Auricélio Gomes Lopes Réu: Estado de Alagoas DECISÃO Trata-se de ação ordinária com pedido de antecipação de tutela proposta por Dorgival José da Silva, Eraldo Barbosa dos Santos, Sebastião Freire da Silva, Marco Antônio Pacheco e Auricélio Gomes Lopes em face do Estado de Alagoas, através da qual postulam, em síntese, suas promoções à graduação de 3º Sargento PM da Polícia Militar de Alagoas. Com a inicial, vieram os documentos de fl s. 11 usque 40. É, em síntese, o relatório. Decido. Nos termos do art. 273 do CPC, a antecipação dos efeitos da tutela deve fundamentar-se na presença do fumus boni iuris e do pericullum in mora. In verbis: Art O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I - haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II - fi que caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. Outrossim, em sede de provimento liminar manejado contra a Fazenda Pública, não se deve olvidar do disposto no art. 7º, 2º, da Lei nº /2009: 2º Não será concedida liminar que tenha por objeto a compensação de créditos tributários, a entrega de mercadorias e bens provenientes do exterior, a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos e a concessão de aumento ou a extensão de vantagens ou pagamento de qualquer natureza. (GRIFEI) Com efeito, no caso em testilha, além do óbice evidenciado pela norma supra transcrita, não vislumbro in limine a verossimilhança das alegações deduzidas na inicial,

19 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição visto que os documentos trazidos aos autos pelos autores são insufi cientes para embasar um juízo de convencimento neste magistrado. Assim, não encontro nos autos elementos sufi cientes à supedanear a antecipação dos efeitos da tutela requestada sem que haja prévia oitiva do Estado de Alagoas. Ex positis, INDEFIRO o pedido de antecipação dos efeitos da tutela pleiteada, reservando-me a reapreciálo após a manifestação do requerido. Cite-se o Estado de Alagoas, através de seu Representante Legal Procurador de Justiça para que, no prazo legal, apresente a respetiva contestação, observado o disposto no artigo 188 do CPC. Tratando-se de processo digital, proceda-se à citação, nos termos do art. 6º da Lei nº /2006, mediante ofício que informe a disponibilização integral dos autos digitais via e-saj. Cumpra-se. Maceió/AL, 16 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: RÔMULO SANTA ROSA ALVES - Processo Ação Civil Pública - Tratamento Médico-Hospitalar e/ou Fornecimento de Medicamentos - AUTOR: Defensoria Pública do Estado de Alagoas /Sucessões- RÉU: ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Ação Civil Pública Autor:Defensoria Pública do Estado de Alagoas Benefi ciária: Maria Fabjanne Leite da Silva Réu: Estado de Alagoas DECISÃO Trata-se de Ação Civil Pública com pedido de antecipação dos efeitos da tutela proposta pela Defensoria Pública, em face do Estado de Alagoas, em favor de Maria Fabjanne Leite da Silva, através da qual busca salvaguardar a saúde e vida da referida benefi ciária. Para tanto, aduziu o Defensor Público subscritor da peça inicial que a benefi ciária apresenta defi ciência de cálcio e, por essa razão, foram prescritos, por seu médico, alguns medicamentos necessários à realização do tratamento de sua patologia, sendo eles: a) Levotiroxina Sódica, na concentração de 125mg, quantidade mensal de 30 (trinta) cápsulas; b) Calcitriol, na concentração de 0,25mg, quantidade mensal de 60 (sessenta) cápsulas; c) Carbonato de Cálcio, na concentração de 500mg, quantidade mensal de 120 (cento e vinte) cápsulas, todos de uso contínuo. Ademais, afi rmou o Defensor que a benefi ciária não dispõe de recursos fi nanceiros sufi cientes para custear a aquisição dos medicamentos requeridos, tampouco o têm seus familiares, razão porque se busca as vias judiciais pára tal fi nalidade. Ao fi nal, requer a antecipação dos efeitos da tutela requestada, a fi m de que seja o Estado de Alagoas condenado provisoriamente a fornecer ao benefi ciário os suplementos alimentares especifi cados na inicial, sob pena de aplicação de multa de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) por dia, a qual deverá incidir individualmente na pessoa do Secretário de Saúde do Estado. Com a inicial, vieram os documentos de fl s. 04 usque 13. É, sinteticamente, o relatório. Decido. A partir da análise percuciente dos autos, verifi co que a benefi ciária Maria Fabjanne Leite da Silva pleiteia, através da Defensoria Pública, a condenação do Estado para fi ns de fornecimento dos medicamentos apontados na inicial, sob o argumento de que não possui recursos fi nanceiros sufi cientes para custeá-los, bem assim que o Estado não os fornece nas vias administrativas. Nesse sentido, cumpre salientar que a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, mais precisamente em seus arts. 6º, I, d, e 7º, II, garante aos cidadãos, através do SUS, a assistência terapêutica integral, inclusive com o fornecimento dos fármacos necessários, in verbis: Art. 6º. Estão incluídas ainda no campo de atuação do sistema Único de Saúde (SUS): I - a execução de ações: d) de assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica; Art. 7º. As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no artigo 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes princípios: II - integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; Com efeito, o Superior Tribunal de Justiça, com supedâneo do Supremo Tribunal Federal, já têm decidido acerca da pretensão em apreciação, notadamente em processos análogos, consignando inclusive a possiblidade de bloqueio de verbas diretamente nas contas públicas, caso haja a negativa de cumprimento da decisão exarada, senão vejamos: EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO DE INSTRUMENTO. FORNECIMENTO DE MEDICAMENTOS A PACIENTE HIPOSSUFICIENTE. OBRIGAÇÃO DO ESTADO. Paciente carente de recursos indispensáveis à aquisição dos medicamentos de que necessita. Obrigação do Estado de fornecê-los. Precedentes. Agravo regimental a que se nega provimento. (AI AgR/RS) RECURSO ESPECIAL. MEDICAMENTO ESPECÍFICO. RISCO DE MORTE. NÃO FORNECIMENTO PELO ESTADO. BLOQUEIO DE VALORES NECESSÁRIOS À AQUISIÇÃO. POSSIBILIDADE. ART. 461, 5º, DO CPC. PROVIMENTO DO RECURSO. 1. Recurso especial interposto por Karem Patrícia Maia Gomes, pelas letras a e c da permissão constitucional contra acórdão proferido em sede de agravo de instrumento e assim ementado (fl. 107): AGRAVO DE INSTRUMENTO CONSTITUCIONAL. ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. SAÚDE PÚBLICA. MEDICAMENTO EXCEPCIONAIS. DIABETES TIPO 1. PEDIDO DE BLOQUEIO DE VALORES INDEFERIMENTO NA ORIGEM. INTERLOCUTÓRIA CORRETA. POSICIONAMENTO RESSALVADO. IMPOSSIBILIDADE. DO BLOQUEIO DE VALORES. EFEITO SUSPENSIVO ATIVO NÃO-CONCEDIDO. AGRAVO DE INSTRUMENTO DESPROVIDO. Os fundamentos recursais indicam, em síntese, que: a) o acórdão infringiu o artigo 461, 4º e 5º ao entender inaplicável à Fazenda Pública o depósito ou o seqüestro das verbas para cobrir os valores necessários ao fornecimento dos medicamentos necessários à saúde da recorrente; b) a impenhorabilidade dos bens públicos deve ser mitigada devendo ser imposta a medida coercitiva pleiteada pela recorrente ao recorrido para que este cumpra obrigação de fazer determinada pelo Juízo; c) o Superior Tribunal Justiça tem posicionamento formado no sentido da possibilidade de se proceder ao bloqueio de contas públicas para o cumprimento de determinação judicial de fornecimento de medicamento necessário no tratamento de moléstias graves. Contra-razões pelo desprovimento do recurso. 2. Em situações reconhecidamente excepcionais, tais como a que se refere ao urgente fornecimento de medicação, sob risco de perecimento da própria vida, a jurisprudência deste Superior Tribunal de Justiça é reiterada no sentido do cabimento do bloqueio de valores diretamente na conta corrente do Ente Público. No caso particular, os autos noticiam que, não obstante a determinação judicial, o Estado do Rio Grande do Sul não forneceu os medicamentos, encontrando-se a recorrente, desde agosto de 2005, sem receber o tratamento e em sério risco de morte, sem obter do Estado sequer a insulina comum, motivo pelo qual postulou o bloqueio dos valores necessários à sua aquisição por seis meses, o que lhe foi indeferido, propiciando a interposição de agravo de instrumento com pedido de efeito suspensivo, o qual, também, foi denegado, sendo, no mérito, desprovido o recurso. 3. Com efeito, o art. 461, 5º, do CPC, ao referir que o juiz poderá, de ofício ou a requerimento da parte, para a efetivação da tutela específi ca ou para obtenção do resultado prático equivalente, determinar as medidas necessárias, tais como a imposição de multa por tempo de atraso, busca e apreensão, remoção de pessoas ou cousas, desfazimento de obras e impedimento de atividade nociva, se necessário com requisição de força policial, apenas previu algumas medidas cabíveis na espécie, não sendo, contudo, taxativa a sua enumeração. De tal maneira, é permitido ao julgador, à vista das circunstâncias do caso apreciado, buscar o modo mais adequado para tornar efetiva a tutela almejada, tendo em vista o fi m da norma e a impossibilidade de previsão legal de todas as hipóteses fáticas. É possível, pois, em casos como o presente, o bloqueio de contas públicas. 4. Recurso provido para determinar o bloqueio dos valores, na conta do recorrido, e sua imediata liberação para que a recorrente possa adquirir a medicação de que necessita. (Resp /RS) Cumpre salientar, por oportuno, que o Defensor Público acostou aos autos folhas 09 e 10 documentos que comprovam que a benefi ciária Maria Fabjanne Leite da Silva apresenta defi ciência de cálcio em seu organismo demonstrando, por conseguinte, a necessidade da mesma fazer uso dos medicamentos requeridos. Feitas estas considerações, verifi ca-se que se encontram presentes os pressupostos autorizadores da concessão dos efeitos antecipatórios da tutela, insculpidos no art. 273 do CPC, a saber: - o fumus boni iuris se faz presente na plausibilidade do direito perseguido pela benefi ciária, o qual encontra amparado na legislação supra referida e no escol da jurisprudência dos Tribunais Superiores; - o periculum in mora resta evidente pelo inafastável prejuízo à saúde da benefi ciária, caso devesse aguardar até o provimento jurisdicional fi nal, mormente pelo fato de que o tratamento

20 Disponibilização: Sexta-feira, 24 de Fevereiro de 2012 Diário Ofi cial Poder Judiciário - Caderno Jurisdicional - Primeiro Grau Maceió, Ano III - Edição pleiteado consiste em medicação de uso diário. Por estas considerações, o pleito se apresenta translúcido ao ponto de autorizar a antecipação dos efeitos da tutela, face à existência dos requisitos mínimos exigíveis para a concessão da medida antecipatória requestada. Ex positis, defi ro o pedido de antecipação dos efeitos da tutela para determinar ao Estado de Alagoas que forneça, no prazo de 05 (cinco) dias, à benefi ciária Maria Fabjanne Leite da Silva os medicamentos denominados: a) Levotiroxina Sódica, na concentração de 125mg, quantidade mensal de 30 (trinta) cápsulas; b) Calcitriol, na concentração de 0,25mg, quantidade mensal de 60 (sessenta) cápsulas; c) Carbonato de Cálcio, na concentração de 500mg, quantidade mensal de 120 (cento e vinte) cápsulas, todos de uso contínuo, até ulterior decisão meritória, Determino, outrossim, que seja ofi ciada a Secretaria Estadual de Saúde para cumprimento, no prazo estabelecido, da presente decisão, sob pena de bloqueio, via Sistema Bacen Jud 2.0, dos valores correspondentes aos materiais requeridos na inicial e ora deferidos, fazendo-o com fulcro no artigo 465, 5º, do CPC. Ademais, cumpre salientar que o documento de fl s. 04 faz prova sufi ciente da hipossufi ciência fi nanceira da benefi ciária, garantido-lhe os benefícios da Lei nº 1.060/50, razão porque defi ro, desde já, o pedido de assistência judiciária, consoante pleiteado na inicial. Cite-se o Estado de Alagoas, através de seu Representante Legal Procurador de Justiça para que, no prazo legal, apresente a respetiva contestação, observado o disposto no artigo 188 do CPC. Tratando-se de processo digital, proceda-se à citação, nos termos do art. 6º da Lei nº /2006, mediante ofício que informe a disponibilização integral dos autos digitais via e-saj. Cumpra-se. Maceió(AL), 16 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: THYAGO BEZERRA SAMPAIO (OAB 7488/AL) - Processo Mandado de Segurança - Liminar - IMPETRANTE: RICARDO OLIVEIRA DE LIMA- IMPETRADO: SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA DO ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Mandado de Segurança Impetrante:RICARDO OLIVEIRA DE LIMA Impetrado: SECRETARIA EXECUTIVA DE FAZENDA DO ESTADO DE ALAGOAS DECISÃO Trata-se de mandado de segurança impetrado por Ricardo Oliveira de Lima contra ato supostamente ilegal praticado pela Secretária Executiva de Fazenda do Estado de Alagoas, através do qual aduz que: É portadora de defi ciência física que lhe retira a capacidade para conduzir veículo automotor. Ao postular junto à Receita Federal, obteve autorização para a aquisição de veículo automotor com isenção de IPI, tendo em vista ser portador de paraplegia, atrofi a, diminuição importante de força em ambas as mãos e deformidade dos quirodácitos à direita, sendo que para tal indicou duas pessoas que seriam autorizados à conduzir o veículo. Todavia, ao requerer a isenção de ICMS junto à Receita Estadual, foi informado por um servidor da Sefaz/AL que não seria possível a concessão de isenção de ICMS sobre o veículo que pretendia adquirir por não ser o impetrante o futuro condutor do mesmo. Argumenta, que tal comportamento viola legislação e o direito do impetrante. Trouxe documentos às páginas 15 usque É o que interessa relatar. Decido. Em análise de pedido liminar em mandado de segurança, deve-se observar, além das disposições contidas na Lei nº /2009, as regras atinentes à antecipação dos efeitos da tutela, prescritas no art. 273 do Código de Processo Civil, in verbis: Art O juiz poderá, a requerimento da parte, antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida no pedido inicial, desde que, existindo prova inequívoca, se convença da verossimilhança da alegação e: I - haja fundado receio de dano irreparável ou de difícil reparação; ou II - fi que caracterizado o abuso de direito de defesa ou o manifesto propósito protelatório do réu. [...] 6o A tutela antecipada também poderá ser concedida quando um ou mais dos pedidos cumulados, ou parcela deles, mostrar-se incontroverso. Com efeito, a incontrovérsia aduzida no dispositivo supra é aquela prevista no art. 334, III, do CPC, que dispensa a produção de provas sobre os fatos alegados. Não se deve olvidar, todavia, que a incontrovérsia proveniente da não impugnação pelo réu, não justifi ca a antecipação dos efeitos da tutela quando esta for a Fazenda Pública, visto que a mesma não se submete aos efeitos da revelia. Assim, diante das generalidades da antecipação da tutela, deve-se asseverar a atual unifi cação dos sistemas de tutelas de urgência, sendo certo que se aplica à antecipação dos efeitos da tutela as mesmas restrições relativas às liminares e cautelares contra a Fazenda Pública. Neste sentido, o art. 7º, parágrafo 5º, da Lei nº /2009, in verbis: 5o As vedações relacionadas com a concessão de liminares previstas neste artigo se estendem à tutela antecipada a que se referem os arts. 273 e 461 da Lei nº 5.869, de 11 de janeiro de 1973 Código de Processo Civil. Assim, vale dizer, com fulcro nas Leis nº /2009, nº 9.494/1997, nº 4.348/1964, nº 5.021/1966 e nº 8.437/1992, que não se afi gura cabível a antecipação dos efeitos da tutela em desfavor da Fazenda Pública nos seguintes casos: quando tiver por fi to a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos, ou a concessão de aumento ou extensão de vantagens; quando objetivar a reclassifi cação ou equiparação de servidores públicos, bem assim a concessão de aumento ou extensão de vantagens; sempre que providência semelhante não puder ser concedida em ações de mandado de segurança, em virtude de vedação legal; quando impugnado, na primeira instância, ato de autoridade sujeita, na via do mandado de segurança, à competência originária do tribunal; quando a medida esgotar, no todo ou em parte, o objeto da ação; para a compesação de créditos tributários e previdenciários; para a entrega de mercadorias e bens provenientes do exterior. Analisando percucientemente os autos, verifi co que, apesar do pedido em epígrafe não encontrar óbice nas hipóteses legais retro evidenciadas, os documentos de páginas 15 usque não conduzem este magistrado a um juízo de certeza quanto à negativa estatal na seara administrativa. Com efeito, o interesse de agir se manifesta em razão da pretensão resistida, a qual, apesar de restar genericamente indicada através das disposições do art. 1º do Decreto Estadual nº /1991, com redação dada pelo Decreto nº 3.611, não houve comprovação concreta da negativa do Estado de Alagoas em conceder a isenção postulada, mormente pelo fato de que a administração fi scal pode dar interpretação extensiva ou restritiva aos dispositivos normativos da legislação fi scal. Destarte, entendo que a omissão retro evidenciada pode facilmente ser sanada por meio da apresentação das informações da autoridade apontada como coatora, a qual, uma vez promovendo a defesa do dispositivo supra estará encampando as alegações do impetrante e, consequentemente, viabilizando a análise da legalidade e constitucionalidade do dispositivo supra referido. Como se sabe, a cognição em mandado de segurança é plena e exauriente secundum eventum probationis, ou seja, depende, apenas, dos elementos que acompanham a inicial. Assim, caso tais elementos venham a ser rechaçados nas informações, não haverá outra alternativa ao magistrado senão denegar a segurança perquirida, restando ao impetrante o socorro às vias ordinárias. Ante o exposto, por não vislumbrar elementos sufi cientes a formar um juízo de verossimilhança da alegação, indefi ro, por hora, o pedido liminar. Notifi que-se a autoridade coatora, nos termos do art. 7º, I, da Lei nº /2009, para que, no prazo de 10 dias, preste informações. Cientifi que-se o Estado de Alagoas, através da PGE, nos termos do art. 7º, II, da Lei nº /2009. Intimem-se. Publique-se. Maceió/AL, 18 de fevereiro de Helestron Silva da Costa Juiz de Direito ADV: GUSTAVO HENRICK LIMA RIBEIRO (OAB 6760/AL) - Processo Procedimento Ordinário - Antecipação de Tutela / Tutela Específi ca - AUTOR: ADERVAL ARAÚJO DE SOUZA- RÉU: ESTADO DE ALAGOAS- Processo nº: Classe do Processo: Procedimento Ordinário Autor:Aderval Araújo de Souza Réu: Estado de Alagoas DECISÃO Trata-se de ação ordinária com pedido de antecipação de tutela proposta por Aderval Araújo de Souza em face do Estado de Alagoas, através da qual postula usa transferência para a reserva remunerada, bem como sua promoção à patente de 3º Sargento da Polícia Militar de Alagoas. Para tanto, sustentou que possui mais de 30 anos de Polícia Militar e, mesmo asssim, não foi promovido, não obstante ter efetivado requerimento junto ao Comando Geral da Polícia Militar de Alagoas. Por fi m, requereu a antecipação dos efeitos da tutela para fi ns de realização de sua promoção à patente de 3º Sargento PM, bem assim sua transferência para a reserva remunerada. Com a inicial, trouxe os documentos de fl s. 10 usque 18. É o que se tem a relatar. Decido. Nos termos do art. 273 do CPC,

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