AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE MACRONUTRIENTES ANTES, DURANTE E APÓS A ATIVIDADE FÍSICA DE FREQUENTADORES DE UMA ACADEMIA EM SÃO PAULO

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1 AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE MACRONUTRIENTES ANTES, DURANTE E APÓS A ATIVIDADE FÍSICA DE FREQUENTADORES DE UMA ACADEMIA EM SÃO PAULO Gabriela Tammy Dias de Oliveira * ; Camila Araújo da Silva Monte * ; Mariana de Gomes Rezende ** RESUMO Objetivos: Avaliar o consumo de macronutrientes antes, durante e após a atividade física e a adequação em relação às necessidades de freqüentadores de academia. Métodos: Foi calculado o IMC. Para mensurar o dispêndio energético diário e controle alimentar, foi aplicado o diário das atividades de 24 horas e alimentar de três dias, respectivamente. Resultados: A média do IMC foi de 24,53 kg/m² e 22,49 kg/m² para homens e mulheres, respectivamente, e do gasto energético foi 3380,5 kcal entre homens e 2332,5 kcal entre mulheres. O consumo energético entre homens foi de ±2832,3 kcal e ±1685,5 entre mulheres, abaixo do adequado 84% e 72%, respectivamente. Com relação ao carboidrato diário: 70% consumiam abaixo do recomendado; apenas 22% dos que se alimentavam 1h antes do treino, consumiam quantidades suficientes deste nutriente (1g/kg); apenas 5% consumiam algum alimento durante atividade física com duração maior que 1h e, após a atividade 85% não consumiam a quantidade de carboidrato recomendada para este período. O consumo diário de proteína foi adequado em 50% da amostra, mas 30% apresentaram uma ingestão superior ao recomendado. Quanto aos lipídios, observou-se que 55% consumiam dentro do recomendado. Conclusão: Os sujeitos possuem alimentação inadequada relacionada ao dispêndio diário; o consumo de carboidrato foi inferior ao recomendado, antes, durante e após o exercício; o consumo de proteínas foi adequado em metade dos participantes, porém parte significante apresentou consumo acima do recomendado. Maior parte dos participantes apresentou consumo de proteína supra-recomendado. Tratando-se de lipídios mais da metade dos sujeitos estava adequado, outra parte deles apresentou alto consumo. Palavras-chave: avaliação nutricional; macronutrientes; atividade física. * Discente do Curso de Nutrição da Universidade Bandeirante de São Paulo Campus Campo Limpo. ** Docente do Curso de Nutrição

2 1. INTRODUÇÃO A procura por uma vida saudável, com alimentação equilibrada unida aos exercícios físicos vem crescendo tanto entre aqueles que antes só se preocupavam com a estética, quanto em outros grupos com maior preocupação em relação à saúde (DURAN, 2004 apud PEREIRA, 1999). A vida moderna tende a ser pouco saudável, e pode ser agravada por uma alimentação inadequada e pela não regularidade na prática de exercícios físicos. (TAHARA, 2003). Devido estes fatores, as academias tornaram-se uma opção para a população urbana (TAHARA, 2003 apud SABA, 2001). As necessidades de energia e nutrientes de um esportista são diretamente proporcionais ao tipo, freqüência, intensidade e duração do treinamento, e fatores como peso corporal, estatura, sexo, idade e metabolismo também irão influenciar. Desta forma, para o esportista, é fundamental uma alimentação equilibrada, sendo os carboidratos, dentre todos os nutrientes, aquele que mais requer atenção em relação ao consumo, pois ele pode aumentar as reservas de glicogênio e os resultados (GUERRA, 2002). As proteínas por sua vez, são importantes tanto em exercícios aeróbios como anaeróbios, servindo como material estrutural para a síntese de tecidos, especialmente na hipertrofia muscular e como substrato energético, juntamente com os carboidratos e lipídios (BACURAU, 2006; CAMARGO, 2006). Os lipídios além de participarem como substrato energético, são importantes protetores de órgãos vitais e de articulações, atuam como isolantes térmicos, auxiliam os efeitos imunossupressores do exercício intenso, servem de meio de transporte para as vitaminas lipossolúveis, são constituintes de membrana, entre outras funções (CÉSAR; ROGERO; TIRAPEGUI, 2005, p. 40). A alimentação antes do treino pode afetar significantemente no desempenho. Por isso, deve-se aumentar o conteúdo de glicogênio muscular e hepático que podem estar depletados devido a sessões anteriores de exercícios ou jejum durante a noite, fornecendo uma fonte prontamente disponível de energia para o músculo. Os exercícios iniciados em jejum podem causar mal-estar físico e prejudicar o desempenho (TIRAPEGUI; GOMES; GUERRA, 2005, p. 35). Durante o exercício de longa duração, necessita-se de reposição de fluidos e energia para controlar a temperatura corporal e sustentar a atividade de resistência.

3 A melhora do desempenho associado à ingestão de carboidratos ocorre devido à manutenção das concentrações de glicose sangüínea. Alimentar-se imediatamente após o exercício prolongado é de extrema importância, pois garante a recuperação do atleta (TIRAPEGUI; GOMES; GUERRA, 2005, p. 36). Além do alimento ingerido, principalmente na primeira meia hora, deve-se aumentar o consumo de água, pois dessa maneira leva-se estímulo para maior produção de urina e aumenta-se a excreção de substâncias indesejáveis ao organismo (KAZAPI, 2005). 2. METODOLOGIA 2.1. Local O presente trabalho foi realizado em uma academia de atividade física, localizada no município de São Paulo, com cerca de 150 alunos Características da população estudada A população estudada caracteriza-se por 20 alunos de ambos os sexos. Os critérios de seleção da pesquisa foram os seguintes: ter idade entre 18 a 30 anos e ter uma freqüência igual ou superior a três vezes por semana com um treinamento de no mínimo 1 hora e no máximo 2 horas por sessão de exercício. Os indivíduos foram escolhidos de forma aleatória. A coleta dos dados ocorreu durante o período de 10 de setembro de 2008 a 10 de outubro de Avaliação Antropométrica O peso corpóreo foi registrado em quilogramas (kg), empregando-se uma balança da marca TANITA, com 100 kg de capacidade e sensibilidade de 100 gramas. Para coleta de dados de estatura corporal utilizou-se fita métrica com precisão de até 0,1 centímetros afixada na parede, sem rodapés Anamnese Na anamnese constavam informações sobre nome, idade, sexo, peso, altura (que foram aferidos conforme já descrito), ocupação principal, nível de atividade da ocupação principal, escolaridade, modalidade esportiva, tempo e freqüência de treino, uso de suplementos nutricionais e ergogênicos. Através destes dados foi

4 possível caracterizar o grupo de estudo e foi possível especificar os cálculos de necessidades energéticas e de macronutrientes Diário de atividades e gasto energético O diário de atividades é uma ferramenta que permite o cálculo de energia despendida durante o dia, levando em conta o exercício praticado e atividades cotidianas. Foi utilizado o diário de atividades feito pelas autoras, porém conforme critérios propostos por BOUCHARD et al. (1983) que tem como objetivo registrar as atividades físicas. No presente trabalho, os participantes registraram não apenas as atividades físicas, mas toda a atividade cotidiana, como sono, trabalho, estudo, etc. Os cálculos do Gasto energético diário foram baseados nas fórmulas e nos fatores atividades propostos em METS por Ainsworth (2000) e Farinatti (2003) Avaliação de consumo alimentar Para avaliar o consumo de alimentos, foi aplicado um registro alimentar de 3 dias. Onde o indivíduo registrou imediatamente ao consumo, todo o alimento e bebida ingeridos por um período de 3 dias, sendo 2 dias da semana e 1 dia do final de semana. Após a coleta dos dados foi utilizado o software Dietpro 5i com a finalidade de avaliar o consumo de energia e macronutrientes. Após cálculo através do registro alimentar, o valor energético total foi comparados com as necessidades diárias de energias que foi obtido através de algumas informações que constavam na anamnese. Para avaliar o consumo de carboidrato utilizou-se as recomendações segundo Burke et al. (2001), para proteínas utilizou-se as recomendações propostas por Tarnopolsky e Phillips, (2004) e para lipídios utilizou-se as recomendações segundo as DRIS (2002). Todos os valores constam no apêndice A. 3. RESULTADOS Os dados antropométricos coletados foram peso e altura. Com estes dados foi possível calcular o IMC (Índice de Massa Corporal) e classificar os participantes segundo a OMS, Pode-se observar que 100% dos estudados encontravam-se eutróficos. O IMC médio dos homens foi de 24,53kg/m² e o das mulheres foi de 22,49kg/m².

5 A amostra foi composta de 12 mulheres (60%) e 8 homens (40%), onde 30% faziam somente atividades anaeróbias e 70% faziam atividades anaeróbias e aeróbias. O uso de suplementos foi citados por 30% dos participantes, sendo o mais consumido o de proteína (83%). Embora se saiba que os carboidratos e lipídios são substratos energéticos de preferência durante o exercício físico, muitos praticantes de atividades, principalmente os de atividades anaeróbias, como a musculação, têm aumentado a uso de suplementos protéicos, conforme observado no presente estudo. Porém, o alto consumo protéico juntamente com o baixo consumo de carboidrato mobiliza a proteína para fornecer energia ao invés de ser utilizado para a formação do tecido muscular. Houve também o consumo de 50% de suplementos de carboidrato, sendo este um dado relevante dada à importância do carboidrato na reposição de glicogênio muscular e no retardo da fadiga, a oferta deste nutriente sob a forma de bebidas, pode ser benéfica a estes indivíduos. Em estudo realizado por Araújo & Soares em 1999, com 388 praticantes de atividade física, observa-se que 27% dos entrevistados faziam uso de suplementos. Em outro estudo realizado por Pereira, Lajolo & Hirschbruch em 2003, no qual foram entrevistados 309 praticantes de atividades físicas, foi observado um consumo de suplementos em 24% dos entrevistados. No presente estudo, foi observado que 5% havia passado em consulta com nutricionista (e fazia uso de suplemento). Desta forma entende-se que os demais consumidores de suplementos (96,7%) não tiveram ajuda de um profissional capacitado para a escolha adequada do uso dos mesmos. É de grande importância ressaltar que médicos e nutricionistas estão capacitados para prescrever suplementos. Mas apenas os nutricionistas avaliam o consumo alimentar do indivíduo, sabendo assim mais precisamente as necessidades ideais do uso de suplementos. Observa-se na Tabela 1 que a média do consumo energético está abaixo do estipulado entre ambos os sexos, mas o consumo é ainda menor entre as mulheres, caracterizando um déficit evidente no balanço energético. Um consumo alimentar insuficiente em termos de energia, pode levar o organismo a situação de estresse que prejudica de forma importante o desempenho da atividade física.

6 Tabela 1 Análise da média do gasto energético em relação à média do consumo energético de acordo com o sexo. Sexo Média do gasto Média do Consumo % da média do Energético Energético Consumo Energético Mulheres 2332,5 kcal 1685,5 kcal 72% Homens 3380,5 kcal 2832,3 kcal 84% A quantidade de carboidrato estipulada como adequada para a população estudada foi de 5-7g/kg de peso (BURKE et al., 2001). Mas de acordo com a Tabela 2 é possível notar que mais da metade dos entrevistados consumiam menos que o mínimo estipulado. O baixo consumo de carboidrato, principalmente para praticantes de atividade física, dificulta o armazenamento e diminui as reservas de glicogênio. Com pouca reserva de glicogênio, há menor quantidade de energia disponível para a realização da atividade física, prejudicando o desempenho. Tabela 2 Análise do consumo diário de carboidrato (em gramas por kg de peso) pelos praticantes de atividade física. g/kg N % <5g/kg 14 70% 5-7g/kg 05 25% >7g/kg 01 5% TOTAL % A quantidade de proteína estipulada como adequada para a população estudada foi de 1-2g/kg de peso (TARNOPOLSKY e PHILLIPS, 2004). De acordo com a Tabela 3, nota-se que o consumo de proteínas por kg de peso estava adequado na metade do grupo estudado. Quantidades adequadas de proteína pode favorecer o desempenho e a recuperação do tecido muscular. Outro dado importante encontrado é que 30% dos indivíduos consumiam quantidades de proteína acima do recomendado. Assim, o músculo pode não ter condições de utilizar os aminoácidos para síntese de tecido muscular. Até o momento, não há resultados conclusivos sobre o consumo elevado de proteínas como fator importante e determinante na melhora do desempenho (TIPTON e WOLFE, 2004).

7 Tabela 3 Análise do consumo diário de proteína (em gramas por kg de peso) pelos praticantes de atividade física. g/kg N % <1g/kg 04 20% 1-2g/kg 10 50% >2g/kg 06 30% TOTAL % A quantidade de lipídio é a última a ser estipulada, sendo esta o complemento das necessidades energéticas do indivíduo. A quantidade estipulada como adequada para a população estudada foi de 1g/kg de peso (DRIs, 2002). Mas como os lipídios completam o valor energético, dependendo do tipo e intensidade da atividade, o consumo de carboidrato e proteína pode ser aumentado, conseqüentemente, diminuindo a quantidade de lipídios para completar o valor energético. Desta forma, os indivíduos que consomem menos de 1g de lipídio/kg de peso não serão classificados com o consumo inadequado. Portanto, observa-se na Tabela 4 que, a maioria dos indivíduos consumia quantidades adequadas de lipídios, mas uma boa parte do grupo (45%) tinha um consumo acima do recomendado. Resultado este bem próximo ao encontrado em um estudo realizado por Stefanuto et al. (2003), onde se constatou que 43,7% das participantes do sexo feminino consumiram mais que 110% da adequação de lipídios. Além de evitar doenças, os lipídios têm papel importante no fornecimento de energia durante o exercício, principalmente em atividades leves e moderadas e sua contribuição tende a estender de acordo com o tempo de exercício praticado. Mas o seu consumo deve ser moderado, pois os lipídios são facilmente estocados em nosso organismo. Tabela 4 Análise do consumo diário de lipídio (em gramas por kg de peso) pelos praticantes de atividade física. g/kg N % <1g/kg 09 45% 1 g/kg 02 10% >1g/kg 09 45% TOTAL %

8 Como podemos observar, 45% dos indivíduos se alimentam 1 hora antes do treino (Tabela 5), sendo a melhor recomendação para maximizar a reposição das reservas de glicose depletadas, evitar a fome durante o exercício, além de promover a hidratação adequada para a prática da atividade. Porém, a mesma porcentagem foi observada entre os indivíduos que se alimentam menos de 1 hora antes do início do treino, neste caso, pode ocorrer desconfortos gastrointestinais por não haver tempo para os nutrientes serem digeridos, e conseqüentemente, não estando disponíveis a tempo de serem utilizados no exercício. Tabela 5 Análise do horário da refeição antes do exercício. Horário N % <1h antes do exercício 09 45% 1h antes do exercício 09 45% 3h antes do exercício 01 5% > 3h antes do exercício 01 5% TOTAL % Dentre as pessoas que se alimentava 1 hora antes da atividade, podemos observar que apenas 22% consumiam a quantidade adequada: 1g/kg 1 hora antes (Tabela 6). Mas a maioria consumia abaixo da recomendação, e como já citado, pode não ser suficiente para maximizar a reposição das reservas de glicose depletadas, evitar a fome durante o exercício, promover a hidratação adequada para a prática da atividade (BACURAU, 2006). Observou-se que 80% dos indivíduos treinavam mais de 1 hora por dia, mas apenas 1 participante (5%) consumia carboidrato durante o exercício. Lembrando que o consumo deste, durante atividade, é indicado para exercícios com uma duração maior de 1 hora. Podemos notar que a maioria dos indivíduos não tinham reposição de glicose e eletrólitos, que seriam benéficos para manter a intensidade do exercícios, retardar a fadiga e evitar a desidratação. A média do tempo da refeição pós-treino foi de 01h00minh. Segundo Goforth e col., 2003, o processo de ressíntese de glicogênio começa imediatamente após o exercício e é mais rápido nas 5-6 primeiras horas de recuperação, desta forma o consumo de carboidrato imediatamente após o treino acelerará este processo.

9 Tabela 6 Análise do consumo de carboidrato 1 hora antes da atividade física. Período <1g/kg N % 1g/kg N % >1g/kg N % 1h antes do treino 05 56% 02 22% 02 22% O valor considerado adequado para o grupo estudado foi de 1-1,5g/kg (BURKE et al. 2001). Observa-se na Tabela 7 que a maioria dos estudados consumiam carboidrato abaixo do recomendado após o exercício. Desta forma o reabastecimento do glicogênio muscular e hepático, a recuperação dos fluidos e eletrólitos perdidos através do suor e a otimização da recuperação muscular, não ocorrerão de forma adequada. Tabela 7 Análise do consumo de carboidrato após a atividade física. Quantidade N % <1g/kg 17 85% 1 1.5g/kg 03 15% >1.5g/kg 0 0% TOTAL % Como não existe recomendação exata para a refeição pós-treino de atividades anaeróbias, foi utilizado a proporção 3:1 para a atividade anaeróbica também. Podemos observar que 60% dos indivíduos pesquisados consumiam mais de 1 grama de proteína para 3 gramas de carboidrato (Tabela 8), dificultando a ressíntese do glicogênio, na recuperação após atividade. Tabela 8 Consumo de proteína após a atividade física. Quantidade N % <1g de PTN / 3g de CHO 05 25% 1g de PTN / 3g de CHO 03 15% >1g de PTN/ 3g de CHO 12 60% TOTAL %

10 4. CONCLUSÃO Os estudados encontravam-se eutróficos, segundo os dados antropométricos. O grupo estudado apresentou um comportamento alimentar inadequado, onde o consumo alimentar foi insuficiente em ambos os sexos para atender ao dispêndio energético diário, pois o consumo alimentar estava a baixo das suas necessidades calóricas O consumo de carboidrato foi inferior ao recomendado diariamente, antes, durante e após o exercício, na maioria dos estudados. O consumo diário de proteína foi adequado em metade dos participantes, mas uma parte significante consumiu acima do recomendado. O consumo de proteína após a atividade física foi acima do recomendado na maioria dos participantes. O consumo diário de lipídeo foi adequado em mais da metade dos estudados e houve também um percentual importante de alto consumo de lipídios. Assim, reforça a necessidade de maiores informações e o acompanhamento de um profissional da área de nutrição para prestar orientações alimentares, não só a curto, mas em longo prazo, uma vez que o comportamento alimentar inadequado pode acarretar deficiências alimentares, levando a uma perda do desempenho e, conseqüentemente, um possível comprometimento da saúde. 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS AINSWORTH, B. E. et al. Compendium of Physical Activities: an update of activity codes and MET intensities. Med. Sci. Sports Exerc., Vol. 32, No. 9, Suppl., pp. S498 S516, BACURAU, R. F. Nutrição e Suplementação esportiva. 5.ed. São Paulo: Phorte, p. BLACK, A. E. Dietary assessment for sports dietetics. Brit. Nutr. Found. 2001;6: BOUCHARD, C. et al. A method to assess energy expenditure in children and adults. Am. Jorn. Clin. Nutr. 1983; 37 (3): BURKE, L. Nutrition for recovery after competition and training. In: BURKE L.; DEAKIN V. Clinical Sports Nutrition. Australia: Mc Graw Hill, 2000, p

11 BURKE, L.M. et al. Guidelines for daily carbohydrate intake: do athletes achieve them? Sports Medicine 31, , CAMARGO, M. C. Valor energético total, consumo de macronutrientes e contribuição de complementos nutricionais na alimentação de triatletas adultos f. Dissertação ( Mestrado em Nutrição Humana) Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, DURAN, A. C.F.L et al. Correlação entre consumo alimentar e nível de atividade física habitual de praticantes de exercícios físicos em academia. Rev. Bras. Ci. e Mov. 2004; 12(3): DIETPRO 5i tecnologia para nutrição. Versão 5. Viçosa: A.S. Sistemas, CD- ROM. GUERRA, I. Importância da alimentação do atleta visando a melhora da performace. Rev. Nutrição em Pauta, São Paulo, v. 55, n. 10. jun/ago KAZAPI, M.; STURMER, K.; ALBIERO, K. A. Aspectos para minimizar os efeitos adversos da prática esportiva no calor. Rev. Nutrição em Pauta. São Paulo, v.13, n. 72. maio/jun 2005b. PEREIRA, R. F.; LAJOLO, F. M.; HIRSCHBRUCH, M. D. Consumo de suplementos por alunos de academias de ginástica em São Paulo. Rev. Nutr., Campinas, v.16, n. 3, July/Sept TAHARA, A.K.; SCHWARTZ, G. M.; SILVA, K.A. Aderência e manutenção da prática de exercícios em academias. Rev. Bras. Ci e Mov. 2003; 11(4): TARNOPOLSKY, M. Protein requeriments for endurance athletes. Rev. Nutr, 2004; 20(7-8): TIRAPEGUI, J. Nutrição, metabolismo e suplementação na atividade física. 1. ed. São Paulo: Atheneu, p.

12 6. APÊNDICE APÊNDICE A - RECOMENDAÇÕES DE MACRONUTRIENTES Proteínas Para a análise de proteínas utilizou-se as recomendação proposta por Tarnopolsky e Phillips (2004). Atividades Aeróbias - Endurance Moderada Intensa Muito intensa Atividades Anaeróbias - Força Veteranos Iniciantes 1,1 a 1,4 g/kg/dia 1,5 a 1,7 g/kg/dia 1,8 a 2,0 g/kg/dia. 1,5 a 1,7 g/kg/dia 1,8 g/kg/dia- ganho de massa muscular Carboidratos Para análise de carboidratos utilizou-se as recomendações proposta por Burke et al. (2001), conforme tabela abaixo: Recomendações diárias 1 a 2 horas de exercício com intensidade moderada para alta 5 a 7g/Kg/dia Antes do treino 1 hora antes 1 g/kg 2 horas antes 2 g/kg 3 horas antes 3 g/kg Durante o treino superior à 1 hora 0,5 a 1 g/kg/hora Após o treino 1 a 1,5g/Kg ou mínimo 50g após 2 horas Lipídios Para lipídios utilizou-se a recomendação proposta pelas DRIS (2002), onde-se tem 1g/Kg/dia ou o restante para completar o valor calórico total, podendo chegar até 1,5g/Kg/dia.

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