Globalização, alargamento e o debate sobre o lugar da Turquia na UE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Globalização, alargamento e o debate sobre o lugar da Turquia na UE"

Transcrição

1 SPEECH/06/501 Peter Mandelson Comissário Europeu do Comércio Globalização, alargamento e o debate sobre o lugar da Turquia na UE Conferência no Centro de Reforma Europeia do Bósforo Istambul, Turquia, 15 de Setembro de 2006, (20.30 em Bruxelas)

2 Neste discurso proferido numa conferência organizada pelo Centro de Reforma Europeia em Istambul, em 15 de Setembro de 2006, Peter Mandelson, Comissário Europeu do Comércio, adverte que as repercussões políticas da resposta da Europa aos desafios económicos da globalização terão impacto no debate em curso sobre a adesão da Turquia à UE. Mandelson sustenta que a Turquia corre o risco de se tornar «a imagem projectada de tudo o que a Europa teme num mundo em mudança». Argumenta ainda que a defesa económica e política da globalização na Europa será crucial para garantir um debate «racional» sobre o lugar da Turquia na UE. Afirma Mandelson: «A Europa será a primeira a sentir os custos económicos do insucesso na defesa do alargamento e da globalização, através de um declínio económico relativo e da erosão da base fiscal para os nossos Estados-Providência. Mas as repercussões políticas serão sentidas igualmente aqui, na Turquia: na discussão, que sobe de tom, contra o lugar da Turquia na UE. A responsabilidade da Europa é garantir que isso não aconteça.» Afirma ainda: «Na UE, muitas das vozes discordantes do alargamento à Turquia são as mesmas que se ouvem contra a globalização. São o reflexo de questões mais vastas na sociedade europeia, como o desemprego, a migração e as tensões sociais. São angústias genuínas que devem ser levadas em consideração. É difícil sustentar um debate racional sobre a Turquia e a UE enquanto a Turquia for a imagem projectada de tudo o que tememos num mundo em mudança. Portanto, a Europa tem de cumprir a sua parte.» Mandelson insiste que a Turquia também tem «capacidade para moldar as percepções e desafiar os preconceitos». Assim, exorta a Turquia a avançar com reformas da economia e da justiça, bem como a ratificar e aplicar o protocolo de Ancara, argumentando que a actual recusa de o fazer «serve os interesses daqueles que têm reservas sobre a adesão da Turquia e dão uma justificação para pôr de lado o processo de adesão.» Mandelson diz que a Turquia precisa «de convencer as empresas europeias de que é um lugar seguro e rentável para fazer negócios, um eixo para o Mediterrâneo e um acesso lógico ao mercado único para produtos fundamentais como os têxteis.» Advogando que o lugar da Turquia «deve, a seu tempo, ser na União Europeia», Mandelson conclui: «O argumento mais forte que a Turquia pode opor a todos quantos procuram retardar e até travar o seu processo de adesão é um compromisso inabalável para com as responsabilidades de adesão: não como uma obrigação, mas como uma escolha e uma vocação europeia.» Permitam-me que comece por agradecer aos nossos anfitriões o British Council, o Centro de Reforma Europeia e a Fundação Turca de Estudos Económicos e Sociais. Esta é a minha primeira viagem à Turquia na qualidade de Comissário Europeu do Comércio e, por várias razões, já deveria ter acontecido. Não vos quero demorar antes do jantar, mas gostaria de tecer algumas considerações sobre a Turquia e o alargamento, sobre os desafios comuns à Turquia e à Europa perante a globalização e de que forma o alargamento é uma resposta a esse desafio. Esta é uma audiência de especialistas. Provavelmente, a experiência colectiva nesta sala abarca todos os aspectos e matizes geoestratégicos, económicos e jurídicos da relação da Turquia com a UE. Eu sou um negociador comercial, mas também um político. Portanto, o que se segue é a perspectiva de um político. 2

3 Globalização As negociações comerciais colocam-me na linha da frente da globalização. No meu trabalho, apercebo-me de como o comércio está a remodelar os nossos mercados, a mudar o que compramos e onde o compramos; a mudar o que produzimos e onde o vendemos; a tirar pessoas da pobreza; a alterar velhas profissões e velhas certezas económicas; a confrontar muita gente com mudanças drásticas. A ansiedade perante a mudança é provavelmente a característica que define a política europeia moderna. Em cada debate sobre o nacionalismo económico, as importações provenientes da China, a identidade nacional ou a soberania ou a segurança, o pano de fundo é o medo de ver as velhas certezas substituídas por uma rápida mudança. Os medos são compreensíveis, mas não devemos permitir que nos levem a interpretar mal a realidade e a reagir da forma errada. Embora algumas empresas europeias se encontrem na vanguarda do mercado mundial de exportação, a Europa pouco está a fazer para concorrer na economia global. O crescimento europeu é bom e a nossa indústria transformadora manteve a sua quota do PIB mundial perante a concorrência mundial. A Europa continua a ser o maior exportador do mundo e a sua vantagem comparativa na inovação, na concepção e nas indústrias do conhecimento mantém-se forte. Apesar de todas as ansiedades, o incentivo competitivo de integração na economia global criou mais empregos na Europa do que destruiu. Portanto, em termos gerais, a globalização mantém a Europa a flutuar, não a afunda. Sim, temos de continuar a diversificar, continuar a especializar, continuar a inovar. Precisamos de estender a mão a todos os que são afectados pela rápida mudança económica e ajudá-los através de ajustamentos, antes de eles lançarem mão de soluções de proteccionismo, simplistas e xenófobas. Alargamento E após reflexão, ponderação, com base em provas a conclusão é que precisamos de prosseguir os alargamentos. O alargamento é fulcral para a resposta da Europa à globalização e é descrito frequentemente como a nossa política mais bem-sucedida. É uma afirmação ousada, mas julgo que justificada. Ao crescer de seis para 25 Estados-Membros, criámos a maior economia do mundo. O maior mercado do mundo para os produtores da UE. O maior pólo de atracção para o investimento interno. Desde a realização do mercado único, em 1992, o investimento directo estrangeiro na União Europeia multiplicou-se por 15, as trocas comerciais intra-europeias de mercadorias aumentaram um terço, acrescendo 1,8% ao PIB da UE e criando 2,5 milhões de postos de trabalho. O alargamento e a união tornaram-nos mais fortes. O alargamento trouxe, naturalmente, desafios. Mas os receios anteriores a 1 de Maio de 2004 revelaram-se muito exagerados. Não se concretizou nenhuma das catástrofes previstas. As instituições da União Europeia continuaram a funcionar, conquanto sintamos agora a necessidade de uma reforma institucional de envergadura. As economias dos «antigos» Estados-Membros não foram destruídas ou enfraquecidas pelas economias em crescimento acelerado dos recémchegados. As economias dos novos Estados-Membros permanecem estáveis e fortes, a par das dos seus vizinhos mais consolidados. Beneficiámos das competências que os trabalhadores dos novos Estados-Membros trouxeram, embora tivéssemos de gerir consequências sociais e económicas. 3

4 O fracasso do alargamento se de algum se pode falar não é económico ou institucional, mas político. Não conseguimos vender a ideia. Não conseguimos equilibrar a discussão mediante a insistência na importância da mobilidade dos trabalhadores e da migração da mão-de-obra. Não conseguimos mostrar quão importante é para a nossa economia o mercado único e o fim dos mercados nacionais fechados na energia, nas telecomunicações ou no transporte aéreo. Não conseguimos convencer da importância de que, um dia, um europeu possa guiar de Bruxelas quase até ao Bósforo sem levar o seu passaporte. Não celebrámos suficientemente o nosso próprio êxito. Não valorizamos o bastante o feito histórico que é um continente estável, pacífico, democrático, unido após duas guerras: a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria. Como a globalização, o alargamento mostra que as identidades nacionais podem sobreviver ao fim das fronteiras nacionais; que as culturas são porosas e duradouras; e que o intercâmbio de ideias, pessoas e tecnologia nos enriquece, em vez de nos empobrecer com a uniformidade. A minha profissão é o comércio. E simplesmente não acredito que se possam trocar bens e serviços sem trocar ideias e valores. Ambas as trocas nos enriquecem. Mas talvez essa ideia seja tão perturbante quanto inspiradora. É fácil esquecer que as nossas fronteiras actuais são fronteiras modernas e que até ao século XVIII o conceito de «nação» não descrevia contornos num mapa. Ninguém sustentaria que a Cortina de Ferro representava uma fractura fundamental entre as pessoas que separava. Aliás, desmoronou-se precisamente por isso. As línguas, culturas e religiões da Europa foram sempre uma realidade em movimento. O alargamento acompanhou esta realidade. Mas não conseguimos ainda convencer muitos europeus de que o alargamento é uma coisa positiva. Turquia Daqui resulta claramente um problema para a Turquia. Ora, eu acredito que, a seu tempo, o lugar da Turquia deve ser na União Europeia. Estamos empenhados no processo de adesão em curso. Creio que os benefícios económicos e sociais da adesão da Turquia à UE seriam nos dois sentidos. A Turquia tem um mercado interno enorme, uma população activa jovem e um ambiente empresarial dinâmico. A Turquia é fundamental para a estabilidade global do Médio Oriente e o diálogo com o mundo muçulmano. A Europa precisa tanto da Turquia como a Turquia precisa da UE. Mas há questões muito importantes que precisamos de abordar: a dimensão e a população numerosa da Turquia; a assimetria de prosperidade económica; as questões de identidade cultural e religiosa. Assim, não concordo com os que se opõem à adesão da Turquia, mas reconheço as suas preocupações. Estas pessoas não se encontram unicamente na UE, mas também na Turquia. O problema, como em relação à globalização e à reacção da Europa ao alargamento, consiste na distinção entre receios infundados e preocupações legítimas e em retirar as conclusões políticas certas. 4

5 Aqui, na Turquia, as pessoas receiam que a Europa esteja a exigir demasiado, que queiramos forçar a Turquia a conformar-se a normas europeias, não só económicas e legislativas, mas também culturais e religiosas. Pede-se à Turquia que opte pelas normas europeias em matéria de direitos humanos e de liberdade política e cultural, porque esse pluralismo é a essência de uma vocação europeia. A Turquia fez progressos nestas questões, mas ainda há mais a fazer. E, sem esse impulso interno porque tem de ser um impulso interno, o resto não importa. Na UE, muitas das vozes discordantes do alargamento à Turquia são as mesmas que se ouvem contra a globalização e os alargamentos anteriores. São o reflexo de tensões mais vastas na sociedade europeia: desemprego, migração, tensões sociais. São angústias genuínas que devem ser levadas em consideração. É difícil sustentar um debate racional sobre a Turquia e a UE enquanto a Turquia for a imagem projectada de tudo o que tememos num mundo em mudança. Portanto, a Europa tem de cumprir a sua parte. Mas a Turquia tem capacidade para moldar as percepções e desafiar os preconceitos. O fracasso da Turquia na ratificação e aplicação do protocolo de Ancara representa um risco grave para as nossas negociações. A vossa recusa de abrir os portos turcos a embarcações com pavilhão da UE serve os interesses daqueles que têm reservas sobre a adesão da Turquia como justificação para pôr de lado todo o processo de adesão. Do ponto de vista económico, espero que a Turquia avance resolutamente com o seu esforço de reforma. Os recentes progressos económicos da Turquia resultam da reforma económica constante e do estímulo da união aduaneira UE-Turquia. O avanço rumo à integração na UE tornará irreversíveis as reformas e trará outras oportunidades. A Turquia precisa de convencer as empresas europeias de que é um lugar seguro e rentável para fazer negócios, um eixo para o Mediterrâneo e um acesso lógico ao mercado único para produtos fundamentais como os têxteis. Não tenho quaisquer dúvidas de que isto é possível. Conclusão Tentei, em poucos minutos, esboçar algumas ideias políticas gerais e complexas, de forma a sugerir que têm um tema em comum. A Europa será a primeira a sentir os custos económicos do insucesso na defesa do alargamento e da globalização, através de um declínio económico relativo e da erosão da base fiscal para os nossos Estados-Providência. Mas, neste serão, procurei sugerir que as repercussões políticas serão sentidas aqui: na discussão, que sobe de tom, contra o lugar da Turquia na UE. A responsabilidade da Europa é garantir que isso não aconteça. O argumento mais forte que a Turquia pode opor a todos quantos procuram retardar e até travar o seu processo de adesão é um compromisso inabalável para com as responsabilidades da integração: não como uma obrigação, mas como uma escolha e uma vocação europeia. 5

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu

Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu SPEECH/10/21 José Manuel Durão Barroso Presidente da Comissão Europeia Falar a uma só voz: Definir e defender o interesse europeu Sessão plenária do PE: votação do novo Colégio Bruxelas, 9 de Fevereiro

Leia mais

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL Intervenção de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa na Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas - CEPAL Santiago do Chile, 7 de Novembro de 2007 Senhor Secretário Executivo da

Leia mais

Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa

Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa QUIDGEST Q-DAY: INOVAÇÃO CONTRA A CRISE Inovação e Inteligência Competitiva: Desafios para as Empresas e para a Economia Portuguesa André Magrinho TAGUSPARK: 09 de Setembro 2009 SUMÁRIO 1. Globalização

Leia mais

UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA

UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA S160/06 UMA POLÍTICA EXTERNA AO SERVIÇO DOS INTERESSES DA EUROPA NO DOMÍNIO DA ENERGIA Documento da Comissão e do SG/AR para o Conselho Europeu FAZER FACE AOS RISCOS EXTERNOS NO DOMÍNIO DA ENERGIA A UE

Leia mais

Bruxelas, 18 de Março de 2002

Bruxelas, 18 de Março de 2002 Bruxelas, 18 de Março de 2002 O tratado da UE institui uma política comercial comum cuja execução é da competência da Comissão Europeia : A política comercial comum assenta em princípios uniformes, designadamente

Leia mais

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA

GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE. Cursos Profissionais. Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA GRUPO DE ECONOMIA E CONTABILIDADE Cursos Profissionais Ano Lectivo 2014/2015 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO E PLANIFICAÇÃO ANUAL ECONOMIA (2º ano de formação) Página 1 de 6 Competências Gerais Usar os conceitos

Leia mais

Integração de Portugal na Comunidade Europeia Vinte Anos Depois

Integração de Portugal na Comunidade Europeia Vinte Anos Depois Integração de Portugal na Comunidade Europeia Vinte Anos Depois Integração de Portugal na Comunidade Europeia Vinte Anos Depois Luís Amado Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros Celebraram-se no

Leia mais

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6.

SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. SOUSA GALITO, Maria (2010). Entrevista ao Embaixador Miguel Costa Mkaima. CI-CPRI, E T-CPLP, º8, pp. 1-6. E T-CPLP: Entrevistas sobre a CPLP CI-CPRI Entrevistado: Embaixador Miguel Costa Mkaima Entrevistador:

Leia mais

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP 2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015 Sessão de Abertura António Saraiva, Presidente da CIP Bom Dia, Senhoras e Senhores Embaixadores, Senhores Representantes

Leia mais

DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA

DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA DECLARAÇÃO CONJUNTA DA COESS E DA UNI-EUROPA SOBRE A HARMONIZAÇÃO EUROPEIA DAS LEGISLAÇÕES QUE REGULAM O SECTOR DA SEGURANÇA PRIVADA INTRODUÇÃO O sector da segurança privada, na União Europeia, está em

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Senhores membros do Governo,

Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Senhores membros do Governo, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, Senhores membros do Governo, De acordo com dados fornecidos pela Organização das Nações Unidas, mais de dez mil milhões de pessoas, repito, dez mil milhões

Leia mais

Comércio e investimento da UE na China: mudanças, desafios e opções

Comércio e investimento da UE na China: mudanças, desafios e opções SPEECH/06/442 Peter Mandelson Comissário Europeu responsável pelo Comércio Comércio e investimento da UE na China: mudanças, desafios e opções Conferência EU-China Bruxelas, 7 de Julho de 2006 No discurso

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Adotado pela 24 os Estados Gerais em Malmö em 24 abril 2009

DECLARAÇÃO FINAL Adotado pela 24 os Estados Gerais em Malmö em 24 abril 2009 2 24 os ESTADOS GERAIS DO CONSELHO DOS MUNICÍPIOS E REGIÕES DA EUROPA «PRONTOS PARA O FUTURO? COMO É QUE SE PREPARAM OS PODERES LOCAIS E REGIONAIS DECLARAÇÃO FINAL Adotado pela 24 os Estados Gerais em

Leia mais

NEWSLETTER ALARGAMENTO. Franz Fischler insiste que a qualidade é a chave para o êxito da agricultura na União alargada

NEWSLETTER ALARGAMENTO. Franz Fischler insiste que a qualidade é a chave para o êxito da agricultura na União alargada COMISSÃO EUROPEIA Representação em Portugal NEWSLETTER ALARGAMENTO Sumário: Romano Prodi considera que o processo de Alargamento foi um êxito Banco Europeu para a Reconstrução e o Desenvolvimento (BERD)

Leia mais

DECLARAÇÃO DE HANÔVER

DECLARAÇÃO DE HANÔVER DECLARAÇÃO DE HANÔVER de Presidentes de Câmara de Municípios Europeus na Viragem do Século XXI (versão traduzida do texto original em Inglês, de 11 de Fevereiro de 2000, pelo Centro de Estudos sobre Cidades

Leia mais

Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio. internacional de produtos do sector têxtil e da

Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio. internacional de produtos do sector têxtil e da Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio internacional de produtos do sector têxtil e da Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio internacional de produtos do sector têxtil e da

Leia mais

Quero agradecer o amável convite para estar presente neste Atlantic Business. Forum. Esta semana tem sido, em Portugal, uma semana virada para o mar.

Quero agradecer o amável convite para estar presente neste Atlantic Business. Forum. Esta semana tem sido, em Portugal, uma semana virada para o mar. Atlantic Business Forum 5 de junho de 2015 Minhas Senhoras e meus Senhores, Quero agradecer o amável convite para estar presente neste Atlantic Business Forum. Esta semana tem sido, em Portugal, uma semana

Leia mais

Quero agradecer o amável convite para estar presente. neste Atlantic Business Forum. Esta semana tem sido,

Quero agradecer o amável convite para estar presente. neste Atlantic Business Forum. Esta semana tem sido, Atlantic Business Forum 5 de junho de 2015 Minhas Senhoras e meus Senhores, Quero agradecer o amável convite para estar presente neste Atlantic Business Forum. Esta semana tem sido, em Portugal, uma semana

Leia mais

Introdução aos três subtemas da Trienal

Introdução aos três subtemas da Trienal Introdução aos três subtemas da Trienal 2/9 Introdução aos três subtemas da Trienal A Trienal 2012 : rumo a sistemas de ensino e de formação em prol do desenvolvimento sustentável em África A Trienal de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 08 DE FEVEREIRO PALÁCIO DO ITAMARATY

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

A União Europeia vive, hoje, uma verdadeira questão social. Uma questão que é, ao mesmo tempo, económica, financeira e política. São muitas as razões:

A União Europeia vive, hoje, uma verdadeira questão social. Uma questão que é, ao mesmo tempo, económica, financeira e política. São muitas as razões: DISCURSO DE S. EXA A PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA NA CONFERÊNCIA DE PRESIDENTES DOS PARLAMENTOS DA UNIÃO EUROPEIA NICÓSIA, CHIPRE Sessão III: Coesão social em tempos de austeridade o que podem

Leia mais

1) Breve apresentação do AEV 2011

1) Breve apresentação do AEV 2011 1) Breve apresentação do AEV 2011 O Ano Europeu do Voluntariado 2011 constitui, ao mesmo tempo, uma celebração e um desafio: É uma celebração do compromisso de 94 milhões de voluntários europeus que, nos

Leia mais

SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT

SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT SISTEMA DE INCENTIVOS À I&DT PROJECTOS DE CRIAÇÃO E REFORÇO DE COMPETÊNCIAS INTERNAS DE I&DT: NÚCLEOS DE I&DT AVISO N.º 08/SI/2009 REFERENCIAL DE ANÁLISE DO MÉRITO DO PROJECTO Regra geral, o indicador

Leia mais

Minhas Senhoras Meus Senhores,

Minhas Senhoras Meus Senhores, Discurso proferido a convite da Fundação da Câmara dos Deputados de Itália no Colóquio comemorativo dos 50 anos da assinatura dos Tratados de Roma, intitulado "Ser europeu hoje; caminho para a identidade

Leia mais

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos

Os Desafios da Fileira da Construção. As Oportunidades nos Mercados Externos Os Desafios da Fileira da Construção As Oportunidades nos Mercados Externos Agradeço o convite que me foi dirigido para participar neste Seminário e felicito a AIP pela iniciativa e pelo tema escolhido.

Leia mais

Ministério da Justiça. Intervenção do Ministro da Justiça

Ministério da Justiça. Intervenção do Ministro da Justiça Intervenção do Ministro da Justiça Sessão comemorativa do 30º Aniversário da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos do Homem Supremo Tribunal de Justiça 10 de Novembro de 2008 Celebrar o

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 19.12.2007 C 308/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 5 de Dezembro de 2007 sobre o seguimento do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 47 Discurso em mesa-redonda com membros

Leia mais

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal por Hossein Samiei Conselheiro, Departamento Europeu do FMI Conferência Sobre Reformas Estruturais no Contexto do Programa de

Leia mais

CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE"

CICLO DE CONFERÊNCIAS 25 ANOS DE PORTUGAL NA UE Boletim Informativo n.º 19 Abril 2011 CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE" A Câmara Municipal de Lamego no âmbito de atuação do Centro de Informação Europe Direct de Lamego está a promover

Leia mais

A Presidência de Timor-Leste da CPLP: uma Visão para o Futuro. Centro de Convenções de Díli

A Presidência de Timor-Leste da CPLP: uma Visão para o Futuro. Centro de Convenções de Díli ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, KAY RALA XANANA GUSMÃO, POR OCASIÃO DO SEMINÁRIO GLOBALIZAÇÃO ECONÓMICA CA E OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO:

Leia mais

O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho

O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho O Futuro dos Programas Europeus de Ciência e Inovação Maria da Graça a Carvalho Workshop sobre Políticas de Investigação no Ensino Superior Universidade da Beira Interior 2 Junho 2011 Índice Estratégia

Leia mais

Conselho Europeu extraordinário de Lisboa (Março de 2000): para uma Europa da inovação e do conhecimento

Conselho Europeu extraordinário de Lisboa (Março de 2000): para uma Europa da inovação e do conhecimento Estratégia de Lisboa Conselho Europeu extraordinário de Lisboa (Março de 2000): para uma Europa da inovação e do conhecimento Em 23 e 24 de Março de 2000, o Conselho Europeu extraordinário de Lisboa, nasceu

Leia mais

ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, KAY RALA XANANA GUSMÃO, NA TERCEIRA CONFERÊNCIA

ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, KAY RALA XANANA GUSMÃO, NA TERCEIRA CONFERÊNCIA ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, KAY RALA XANANA GUSMÃO, NA TERCEIRA CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE PEQUENOS ESTADOS-ILHA EM VIAS DE DESENVOLVIMENTO

Leia mais

MARKT/2513/02 PT Orig. EN PROJECTO DE PONTOS DE DELIBERAÇÃO E CONCLUSÕES DA 30ª REUNIÃO DO COMITÉ DOS SEGUROS

MARKT/2513/02 PT Orig. EN PROJECTO DE PONTOS DE DELIBERAÇÃO E CONCLUSÕES DA 30ª REUNIÃO DO COMITÉ DOS SEGUROS MARKT/2513/02 PT Orig. EN PROJECTO DE PONTOS DE DELIBERAÇÃO E CONCLUSÕES DA 30ª REUNIÃO DO COMITÉ DOS SEGUROS Bruxelas, 16 de Abril de 2002 1. Ordem de trabalhos A ordem de trabalhos da reunião foi adoptada.

Leia mais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica.

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica. INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «O QUE FAZER POR PORTUGAL? MEDIDAS PARA ULTRAPASSAR A CRISE», SOB O TEMA «AS PESSOAS E AS EMPRESAS

Leia mais

José Epifânio da Franca (entrevista)

José Epifânio da Franca (entrevista) (entrevista) Podemos alargar a questão até ao ensino secundário Eu diria: até à chegada à universidade. No fundo, em que os jovens já são maiores, têm 18 anos, estarão em condições de entrar de uma maneira,

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2012 Boa noite, A todos os Portugueses desejo um Bom Ano Novo, feito de paz e de esperança. O ano que

Leia mais

Capítulo 03 Mercados regionais

Capítulo 03 Mercados regionais Capítulo 03 Mercados regionais As organizações decidem atuar no mercado global quando sabem que o crescimento externo será maior do que o interno. Nesse sentido, a China é um dos mercados para onde as

Leia mais

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa

POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa POSIÇÃO DA UGT Audição sobre o Futuro da Europa A UGT saúda o debate em curso na Comissão dos Assuntos Europeus sobre o Futuro da Europa e, particularmente, sobre o futuro do Tratado Constitucional. O

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 93 Exposição na abertura do encontro

Leia mais

Minhas senhoras e meus senhores.

Minhas senhoras e meus senhores. Minhas senhoras e meus senhores. Em primeiro lugar, gostaria de transmitir a todos, em nome do Senhor Secretário de Estado das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, a satisfação pelo convite que

Leia mais

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE

D SCUR CU S R O O DE D SUA U A EXCE DISCURSO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO MINISTRO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE, DR. RUI MARIA DE ARAÚJO, POR OCASIÃO DA ATRIBUIÇÃO DA PRESIDÊNCIA DA CONFEDERAÇÃO EMPRESARIAL DA CPLP A

Leia mais

Seminário. Investimento e Financiamento às Empresas. Uma Ideia para Mudar Portugal. 16 de Junho de 2015. Porto Business School

Seminário. Investimento e Financiamento às Empresas. Uma Ideia para Mudar Portugal. 16 de Junho de 2015. Porto Business School Seminário Investimento e Financiamento às Empresas Uma Ideia para Mudar Portugal 16 de Junho de 2015 Porto Business School Novas soluções para incentivar o IDE em Portugal A possibilidade de desenvolver

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO Euro-Latin American Parliamentary Assembly Assemblée Parlementaire Euro-Latino Américaine Asamblea Parlamentaria Euro-Latinoamericana Assembleia Parlamentar Euro-Latino-Americana ASSEMBLEIA PARLAMENTAR

Leia mais

ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DA ABERTURA DA XIV CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DA JUSTIÇA DA CPLP

ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DA ABERTURA DA XIV CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DA JUSTIÇA DA CPLP ALOCUÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O PRIMEIRO-MINISTRO DR. RUI MARIA DE ARAÚJO POR OCASIÃO DA ABERTURA DA XIV CONFERÊNCIA DOS MINISTROS DA JUSTIÇA DA CPLP A propriedade da terra como fator de desenvolvimento Salão

Leia mais

Legislação Laboral Um Problema sem Solução?

Legislação Laboral Um Problema sem Solução? Legislação Laboral Um Problema sem Solução? SUZANA BORGES * A incerteza que caracteriza o nosso tempo torna extremamente difícil a tarefa de promoção da unidade política e económica da Europa e torna particularmente

Leia mais

Programa de Apoio ao Autoemprego

Programa de Apoio ao Autoemprego Programa de Apoio ao Autoemprego Relatório do Programa Operacional Agosto 2013 Promotor: Coordenação da Execução: Introdução Objectivo e enquadramento Este relatório foi redigido com base no estudo As

Leia mais

Prioridades de Comunicação da nova Comissão Europeia. João Tàtá dos Anjos Assessor de Impresa Representação da Comissão Europeia em Portugal

Prioridades de Comunicação da nova Comissão Europeia. João Tàtá dos Anjos Assessor de Impresa Representação da Comissão Europeia em Portugal Prioridades de Comunicação da nova Comissão Europeia João Tàtá dos Anjos Assessor de Impresa Representação da Comissão Europeia em Portugal A nova "Comissão Juncker" Entrou em funções a 11 de novembro

Leia mais

PEJ AÇORES. Associação Regional Parlamento Europeu dos Jovens Núcleo Açores

PEJ AÇORES. Associação Regional Parlamento Europeu dos Jovens Núcleo Açores CONTRIBUTO DA ASSOCIAÇÃO REGIONAL PARLAMENTO EUROPEU DOS JOVENS NÚCLEO AÇORES PARA O LIVRO BRANCO DO COMITÉ DAS REGIÕES SOBRE GOVERNAÇÃO A VÁRIOS NÍVEIS A (PEJ-A) responde ao desafio do Comité das Regiões

Leia mais

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução

Bom dia, Senhoras e Senhores. Introdução Bom dia, Senhoras e Senhores Introdução Gostaria de começar por agradecer o amável convite que o Gabinete do Parlamento Europeu em Lisboa me dirigiu para participar neste debate e felicitar os organizadores

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS PT PT PT COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, COM(2008)XXX COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO CONSELHO, AO PARLAMENTO EUROPEU, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES UE, África e

Leia mais

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO

RESUMO DA AVALIAÇÃO DE IMPACTO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 6.11.2007 SEC(2007) 1425 DOCUMENTO DE TRABALHO DA COMISSÃO que acompanha a proposta de Decisão Quadro do Conselho que altera a Decisão Quadro 2002/475/JAI relativa

Leia mais

Lei de Bases da Economia Social

Lei de Bases da Economia Social Projecto de Lei nº 68/XII Lei de Bases da Economia Social A Economia Social tem raízes profundas e seculares na sociedade portuguesa. Entidades como as misericórdias, as cooperativas, as associações mutualistas,

Leia mais

que beneficie bastante mais cedo, e em maior medida, das fases iniciais da aplicação do TTIP.

que beneficie bastante mais cedo, e em maior medida, das fases iniciais da aplicação do TTIP. Sumário Executivo Em 2013, no rescaldo da recente crise financeira, a União Europeia (UE) e os Estados Unidos da América (EUA) lançaram uma ambiciosa iniciativa conjunta para estimular as suas respetivas

Leia mais

PROJECTO DE RELATÓRIO

PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão da Cultura e da Educação 2007/2253(INI) 7.3.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre a concentração e o pluralismo dos meios de comunicação social na União Europeia (2007/2253(INI))

Leia mais

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta

Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo. Documento de consulta Reapreciação da Comunicação relativa ao seguro de crédito à exportação em operações garantidas a curto prazo 1. Introdução Documento de consulta Em alguns Estados-Membros, as agências oficiais de crédito

Leia mais

O que fazemos por si?

O que fazemos por si? O que fazemos por si? PT O que fazemos por si? Nos últimos anos, a Europa tem vindo a sofrer uma crise económica e financeira internacional de uma dimensão sem precedentes. A segurança social, os sistemas

Leia mais

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI

MNE DGAE. Tratado de Lisboa. A Europa rumo ao século XXI Tratado de Lisboa A Europa rumo ao século XXI O Tratado de Lisboa Índice 1. Contextualização 1.1. Porquê um novo Tratado? 1.2. Como surgiu o Tratado de Lisboa? 2. O que mudará com o Tratado de Lisboa?

Leia mais

Geografia e pensamento contra-intuitivo

Geografia e pensamento contra-intuitivo CONFERÊNCIAS CULTURGEST Geografia e pensamento contra-intuitivo 2. Decifrar: a Europa em transfiguração João Ferrão Instituto de Ciências Sociais Universidade de Lisboa 13 de Março de 2012 A Europa, muitas

Leia mais

Quem somos Em que acreditamos Acreditamos nas pessoas

Quem somos Em que acreditamos Acreditamos nas pessoas Prioridades para 2014-2019 Quem somos Somos o maior grupo político da Europa, orientado por uma visão política de centro-direita. Somos o Grupo do Partido Popular Europeu do Parlamento Europeu. Em que

Leia mais

ESCLARECIMENTO ORDEM DOS ARQUITECTOS, ENCOMENDA PÚBLICA E PARQUE ESCOLAR. UMA CRONOLOGIA 29-03-2010

ESCLARECIMENTO ORDEM DOS ARQUITECTOS, ENCOMENDA PÚBLICA E PARQUE ESCOLAR. UMA CRONOLOGIA 29-03-2010 ESCLARECIMENTO ORDEM DOS ARQUITECTOS, ENCOMENDA PÚBLICA E PARQUE ESCOLAR. UMA CRONOLOGIA 29-03-2010 Por forma a melhor esclarecer os membros da OA quanto à posição e actuação da Ordem, nos últimos dois

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. que acompanha. Proposta de

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO. que acompanha. Proposta de COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.10.2006 SEC(2006) 1314 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO que acompanha Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que estabelece

Leia mais

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra. Senhor Representante de Sua Excelência o Presidente da República, General Rocha Viera, Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Leia mais

Discurso do Embaixador Douglas M. Griffiths Por ocasião da recepção oficial de celebração do Dia da Independência dos Estados Unidos Julho de 2015

Discurso do Embaixador Douglas M. Griffiths Por ocasião da recepção oficial de celebração do Dia da Independência dos Estados Unidos Julho de 2015 Discurso do Embaixador Douglas M. Griffiths Por ocasião da recepção oficial de celebração do Dia da Independência dos Estados Unidos Julho de 2015 Excelentíssima Senhora Ministra da Saúde Caros convidados

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS. Tema Princípios de conduta, de igualdade e equidade

ESCOLA SECUNDÁRIA DO MONTE DA CAPARICA Curso de Educação e Formação de Adultos NS. Tema Princípios de conduta, de igualdade e equidade 1 de 5 Princípios de conduta, de igualdade e equidade OBJECTIVO: Assumir condutas adequadas às instituições e aos princípios de lealdade comunitária. 1 No seu relacionamento social como se posiciona face

Leia mais

Cidadania Europeia. Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009

Cidadania Europeia. Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009 Cidadania Europeia Debate Ser e Estar na Europa, Pintainho, Janeiro 2009 O que é a cidadania? Vínculo jurídico entre o indivíduo e o respectivo Estado, traduz-se num conjunto de direitos e deveres O relacionamento

Leia mais

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores,

Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Boa tarde Senhora Presidente da Escola Superior de Enfermagem de Coimbra, Maria da Conceição Saraiva da Silva Costa Bento Senhoras e Senhores, Deixem-me dizer-vos que é para mim uma honra participar, na

Leia mais

Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada

Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada Código de conduta e de ética para o sector da segurança privada I. Porquê um código de conduta e de ética no sector? O sector da segurança privada representa na União Europeia quase 10.000 empresas que

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão dos Transportes e do Turismo 2008/2136(INI) 1.12.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o desenvolvimento de um Espaço de Aviação Comum com Israel (2008/2136(INI)) Comissão

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. Desenvolvimento de uma política comunitária de aviação civil em relação à Austrália

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO. Desenvolvimento de uma política comunitária de aviação civil em relação à Austrália COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 05.09.2005 COM(2005) 408 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO Desenvolvimento de uma política comunitária de aviação civil em relação à Austrália 1. INTRODUÇÃO 1.1

Leia mais

Negócios Internacionais

Negócios Internacionais International Business 10e Daniels/Radebaugh/Sullivan Negócios Internacionais Capítulo 3.2 Influencia Governamental no Comércio 2004 Prentice Hall, Inc Objectivos do Capítulo Compreender a racionalidade

Leia mais

@ D @ LI Fei* Sub-director da Comissão da Lei Básica da RAEM do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional, RP da China

@ D @ LI Fei* Sub-director da Comissão da Lei Básica da RAEM do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional, RP da China Estudar a Fundo o Sistema da Região Administrativa Especial e Promover a Grande Prática de Um País, Dois Sistemas : Discurso no Fórum de Alto Nível sobre Um País, Dois Sistemas de 6 de Dezembro de 2011

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

Intervenção de Manuel Freitas Primeiro Candidato à Câmara Municipal de Felgueiras. Caros Camaradas e Amigos,

Intervenção de Manuel Freitas Primeiro Candidato à Câmara Municipal de Felgueiras. Caros Camaradas e Amigos, Intervenção de Manuel Freitas Primeiro Candidato à Câmara Municipal de Felgueiras Caros Camaradas e Amigos, Quero partilhar convosco a minha satisfação e o quanto me sinto honrado por ter recebido o convite

Leia mais

Código da Insolvência e Recuperação de Empresas Apresentação e discussão do anteprojecto

Código da Insolvência e Recuperação de Empresas Apresentação e discussão do anteprojecto Fórum Auditório da Reitoria da Universidade Nova 16 de Julho de 2003 Código da Insolvência e Recuperação de Empresas Apresentação e discussão do anteprojecto Discurso de Sua Excelência o Secretário de

Leia mais

OS DESAFIOS ECONÓMICOS E SOCIAIS E A ESTRATÉGIA DE LISBOA

OS DESAFIOS ECONÓMICOS E SOCIAIS E A ESTRATÉGIA DE LISBOA OS DESAFIOS ECONÓMICOS E SOCIAIS E A ESTRATÉGIA DE LISBOA Assembleia da República, 30 de Maio de 2007 José A. Silva Peneda 1. Os Desafios do Futuro da Europa é a designação que serve de pano de fundo a

Leia mais

2009 A CRISE DOS MODELOS DE INTEGRAÇÃO DOS MIGRANTES: UMA COMPARAÇÃO INTERNACIONAL

2009 A CRISE DOS MODELOS DE INTEGRAÇÃO DOS MIGRANTES: UMA COMPARAÇÃO INTERNACIONAL Fórum Gulbenkian Migrações 2009 A CRISE DOS MODELOS DE INTEGRAÇÃO DOS MIGRANTES: UMA COMPARAÇÃO INTERNACIONAL Sessão de Abertura, 25 Novembro, 10h00, Aud. 2 Senhores Deputados Senhores Embaixadores Caros

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 36 Discurso por ocasião do jantar

Leia mais

ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo

ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo ENTERPRISE 2020 Inteligente Sustentável Inclusivo With the support of the European Commission and the Belgian Presidency of the European Union Porquê Enterprise 2020? Os desafios económicos, sociais e

Leia mais

Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização Serviço de Estrangeiros e Fronteiras DISCURSO PRESIDENTE SCIF XVIII CONGRESSO

Sindicato da Carreira de Investigação e Fiscalização Serviço de Estrangeiros e Fronteiras DISCURSO PRESIDENTE SCIF XVIII CONGRESSO DISCURSO PRESIDENTE SCIF XVIII CONGRESSO 16 DN SCIF2015 DE 29/05/2015 EXCELÊNCIAS A 14 de Junho de 1985 foi assinado entre a Alemanha, a Bélgica, a França, o Luxemburgo e a Holanda, o Acordo de Schengen,

Leia mais

As Crianças, a Guerra e os Meios de Comunicação

As Crianças, a Guerra e os Meios de Comunicação As Crianças, a Guerra e os Meios de Comunicação Sara Pereira Instituto de Estudos da Criança Universidade do Minho Maio de 2003 No mundo de hoje, pais, professores e outros agentes educativos enfrentam

Leia mais

Gestão da Comunicação em Situações de Crise no Ambiente Médico-Hospitalar

Gestão da Comunicação em Situações de Crise no Ambiente Médico-Hospitalar Gestão da Comunicação em Situações de Crise no Ambiente Médico-Hospitalar Sumário Prefácio: Os hospitais não são essenciais Introdução: O sistema hospitalar mudou, mas continua o mesmo! Imagem pública

Leia mais

TRÁFICO HUMANO E AS MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS

TRÁFICO HUMANO E AS MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS TRÁFICO HUMANO E AS MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS MOVIMENTOS MIGRATÓRIOS INTERNACIONAIS 1. RAZÕES DAS MIGRAÇÕES FATORES ATRATIVOS X FATORES REPULSIVOS - CONDIÇÕES DE VIDA - OFERTAS DE EMPREGO - SEGURANÇA -

Leia mais

As exigências e transformações do mercado de trabalho neste novo milênio

As exigências e transformações do mercado de trabalho neste novo milênio As exigências e transformações do mercado de trabalho neste novo milênio 1) - Quais as transformações efetivas que estão ocorrendo no mundo dos negócios e como tais mudanças interferem no movimento do

Leia mais

"É imperiosa a necessidade de inverter a política de transportes"

É imperiosa a necessidade de inverter a política de transportes INTERVENÇÃO DE JERÓNIMO DE SOUSA, SECRETÁRIO-GERAL, LISBOA, REUNIÃO METROPOLITANA SOBRE TRANSPORTES PÚBLICOS E MOBILIDADE 10 Março 2016 "É imperiosa a necessidade de inverter a política de transportes"

Leia mais

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin

Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin Programa de trabalho da Presidência Portuguesa para o Conselho Ecofin A Presidência Portuguesa na área dos Assuntos Económicos e Financeiros irá centrar-se na prossecução de três grandes objectivos, definidos

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT

12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT 12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT Estando a chegar ao fim o Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) e, consequentemente, as avaliações regulares

Leia mais

Entrevista com FTM Holding. Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso. Francisco Tavares Machado. Presidente

Entrevista com FTM Holding. Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso. Francisco Tavares Machado. Presidente Entrevista com FTM Holding Com quality media press para LA VANGUARDIA & Expresso Francisco Tavares Machado Presidente Quality Media Press quais os principais sectores de actividade do Grupo FTM? R. O Grupo

Leia mais

Competências essenciais para um mundo em evolução: aplicação do Programa de Trabalho «Educação e Formação para 2010»

Competências essenciais para um mundo em evolução: aplicação do Programa de Trabalho «Educação e Formação para 2010» C 161 E/8 Jornal Oficial da União Europeia 31.5.2011 Competências essenciais para um mundo em evolução: aplicação do Programa de Trabalho «Educação e Formação para 2010» P7_TA(2010)0164 Resolução do Parlamento

Leia mais

Discurso do Primeiro-Ministro no Fórum Empresarial Portugal-Alemanha. Lisboa, 12 de novembro de 2012. (Só faz fé versão lida)

Discurso do Primeiro-Ministro no Fórum Empresarial Portugal-Alemanha. Lisboa, 12 de novembro de 2012. (Só faz fé versão lida) Discurso do Primeiro-Ministro no Fórum Empresarial Portugal-Alemanha Lisboa, 12 de novembro de 2012 (Só faz fé versão lida) Estamos hoje reunidos neste fórum que corporiza a cooperação entre a política

Leia mais

ANEXOS ÀS CONCLUSÕES DA PRESIDÊNCIA

ANEXOS ÀS CONCLUSÕES DA PRESIDÊNCIA ANEXOS ÀS CONCLUSÕES DA PRESIDÊNCIA CONSELHO EUROPEU DE ESTOCOLMO 23 E 24 DE MARÇO DE 2001 SN 100/01 ADD 1 ANEXOS Anexo I Resolução do Conselho Europeu sobre uma regulamentação mais eficaz do mercado de

Leia mais

Temos assim que, ao longo do século XX, as tarefas tradicionais do Estado registaram um incremento extraordinário.

Temos assim que, ao longo do século XX, as tarefas tradicionais do Estado registaram um incremento extraordinário. Palavras do Presidente do Supremo Tribunal Administrativo Conselheiro Manuel Fernando dos Santos Serra Na Sessão de Abertura do Colóquio A Justiça Administrativa e os Direitos Administrativos Especiais

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

Manifesto de Sevilha. European Trade Union Confederation (ETUC) Confédération européenne des syndicats (CES)

Manifesto de Sevilha. European Trade Union Confederation (ETUC) Confédération européenne des syndicats (CES) Manifesto de Sevilha European Trade Union Confederation (ETUC) Confédération européenne des syndicats (CES) PT Manifesto de Sevilha Adoptado pelo XI Congresso da CES, em Sevilha, de 21 a 24 de Maio de

Leia mais