Formação do Professor independência e iniciativa para atuar frente a influência televisiva

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Formação do Professor independência e iniciativa para atuar frente a influência televisiva"

Transcrição

1 Formação do Professor independência e iniciativa para atuar frente a influência televisiva Resumo Rosana Muniz de Medeiros Universidade de Aveiro UA Joana D Arc Ferreira de Macedo Universidade Federal de Alagoas - UFAL Tereza Tânia Cavalcante Silva Universidade de Aveiro - UA O objeto principal deste estudo é apresentar uma reflexão sobre práticas na formação do professor com competência para afrontar os desafios impostos pela mídia televisiva quanto à sua influência no processo de aprendizagem infantil. Essa formação docente deverá contemplar uma educação para a mídia de maneira a não querer sacralizá-la nem satanizá-la. Segundo (Abrantes, 1995) Para que as informações que a televisão fornece às crianças lhes sejam proveitosas, é necessário que aprendam a seleccionar o programa, a situar as emissões no seu contexto e a olhá-las criticamente. É a este nível que não se pode separar a função da televisão da escola: ambas podem perfeitamente caminhar lado a lado e complementar-se, tirando o máximo proveito da sua simbiose. Essas ações só serão contempladas num contexto escolar quando o corpo docente receber uma formação da importância da educação para a mídia que transcenda a sala de aula e o currículo acadêmico. Tomando por base um estudo desenvolvido junto a crianças da rede municipal de ensino em Maceió-AL, observamos o efeito de um programa na aprendizagem infantil e a necessidade de uma formação específica do corpo docente para atuar frente a essa questão. Palavras-Chave: Formação de professor, educação para a mídia, aprendizagem televisiva. Abstract The object of this study is to present a reflection on practices in teacher education with competence to face the challenges posed by the television media as to its influence on children's learning process. This teacher training should include a media education so as not to want to demonize it or sanctified it. Second (Abrantes, 1995) "For the information that television provides children with them are profitable, they need to learn to select the program, to put emissions into context and look at them critically. At this level you can not separate the function of school television: both may well go hand in hand and complement each other, making the most of their symbiosis. "These actions will only be contemplated in a context when the school staff receive training in the importance of media education that transcends the classroom and academic curriculum. Based on a study conducted with children of municipal schools in Maceió-AL, we observed the effect of a program on children's learning and the need for specific training of staff to perform against this issue. Keywords: Teacher training, media education, television learning.

2 Introdução As mudanças e alterações no mundo globalizado de forma exigente pressionam a educação para uma nova postura ou paradigma educativo. O que antes estava posto servia de modelo, hoje não se sustenta. De acordo com (Nóvoa et al., 1999) os valores que sustentaram a produção contemporânea da profissão docente caíram em desuso, fruto da evolução social e da transformação dos sistemas educativos; os grandes ideais da era escolar necessitam de ser reexaminados, pois já não servem de norte à acção pedagógica e à profissão docente. Ao pedagogo, profissional com domínio nas ciências da educação e na docência cabe assumir propostas para uma ação educativa voltadas cada vez mais à potencialização dos indivíduos, conscientes de que boa parte dos conhecimentos adquiridos pelos alunos não são provenientes de ações educativas, ou pelo menos, não são adquiridas nas escolas, atualmente são conhecimentos oriundos dos meios de comunicação de massa, onde a televisão e a internet despontam como um dos mais populares. Para (Abrantes, 1995) os conhecimentos que os alunos adquirem na televisão são conhecimentos fortemente ligados à sua própria existência; no entanto, uma grande parte dessa informação é mal digerida ou perde-se, ou pior, pode perturbar a criança se o seu modo de utilização não estiver integrado. O que é preciso é discutir o que se viu. É preciso fazê-lo na escola. (p. 148). Através de um estudo desenvolvido no âmbito do mestrado em ciências da educação, identificamos que crianças moradoras de bairro pobres são facilmente influenciadas e modelam seus comportamentos por meio de uma aprendizagem obtida em programas televisivos. Na questão da modelação através de programas televisivos ou modelação simbólica (Bandura, Azzi, & Polydoro, 2008) referenda que uma fonte crescente e influente de aprendizagem social é a modelação simbólica global e variada que ocorre por meio da mídia eletrônica. Uma importante vantagem da modelação simbólica é que ela pode transmitir de forma simultânea uma variedade virtualmente ilimitada de informações para uma vasta população em locais bastante diversos. (p. 20)

3 O que não está assegurado nessa questão é o conteúdo das informações veiculadas por esses meios de comunicação de massa nem tampouco o seu valor ético e compromisso pedagógico formador. Essa, não é uma preocupação dos canais de televisão, pelo menos no Brasil, pois de acordo com (Pfromm, 2001) no Brasil, distribuidores e programadores de televisão fazem muitas vezes uma espécie de seleção às avessas, oferecendo aos pequenos telespectadores uma programação na qual os maus desenhos animados, os maus programa com atores, a grosseria, a pobreza artística, a estultice, a gritaria, o material de baixa qualidade sob todos os aspectos constituem a regra geral e não a exceção. (p. 154) Com essa constatação, cabe-nos questionar: até que ponto os cursos de formação de pedagogo/professor estão comprometidos em habilitar e capacitar seus alunos para atuar como agente neutralizador desse processo numa educação para os mídias? Em sua grande maioria, os cursos de Pedagogia no Brasil apresentam-se com a finalidade de formar o profissional de educação para atuar de forma crítica, reflexiva e transformadora no processo pedagógico. Desenvolver a formação para a ação docente na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, na Educação Inclusiva e na Educação de Jovens e Adultos além de articular a formação para a docência com a pesquisa e a gestão no espaço educacional e em diferentes organizações sociais. O objetivo desse estudo é analisar a importância de uma educação para a mídia em valores éticos morais como proposta reflexiva aos cursos de Pedagogia oferecidos no Brasil. Pressupomos que essa ação não tem sido valorizada em sua especificidade nesses cursos. Nesse estudo buscou-se aporte em teóricos que transitam pelo tema televisão/aprendizagem e dando continuidade aprofundamos a pesquisa bibliográfica para fundamentar nossa postura frente à necessidade de habilitar o pedagogo/professor para atuar com a educação para a mídia. A relevância do tema escolhido prende-se a um repensar do momento atual, objetivando uma análise de valores sobre o profissional que sai do Ensino Superior para desenvolver suas atividades docentes junto a crianças, jovens e adultos.

4 Metodologia do Estudo Nesse percurso desenvolvemos uma pesquisa bibliográfica junto a teóricos que abordam o tema televisão e aprendizagem infantil em busca de pistas que pudessem contribuir com uma reflexão sobre o tema. Com base nessa reflexão aprofundamos a pesquisa bibliográfica para fundamentar nossa postura frente à necessidade de habilitar o pedagogo/professor para atuar com a educação para a mídia em valores éticos e morais. Restringimos a nossa abordagem de estudo aos cursos de pedagogia porque esses têm como objetivo principal desenvolver a formação para a ação docente na Educação Infantil, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, na Educação Inclusiva e na Educação de Jovens e Adultos e porque concebemos a pedagogia contemporânea na mesma perspectiva de (Roza, 2008) sustentando que a pedagogia contemporânea entende que o processo de construção do conhecimento remete à aprendizagem, a uma educação que visa a formação intelectual e cidadã do sujeito, efetivando-se no espaço pedagógico através de processos interativos de reflexão, de discussão e de permanentes questionamentos, de promoção de situações que permitam ao acadêmico mobilizar seus conhecimentos, ressignificá-los e contextualizá-los frente aos novos conhecimentos. (p. 26) Com essa postura buscamos contribuir reflexivamente com intuito de provocar debates e reflexões sobre a importância de desenvolver uma educação para a mídia nos cursos de Pedagogia no Brasil como forma de capacitar os seus egressos para atuar de maneira consciente frente aos efeitos da televisão na aprendizagem infantil. Aprendizagem Infantil através da Televisão Para discorrer sobre a aprendizagem infantil através da televisão fazemos uso de uma citação de (Ferrés, 1996) quando diz que a criança aprende por experimentação, por observação e por imitação. Tudo o que não aprende por experiência direta aprende por submissão a uma autoridade ou por imitação de modelos atraentes. (p. 57) Sem dúvidas, tudo na televisão atraí, seduz e sem muitos esforços acaba provocando uma aprendizagem por imitação conseguindo maior alcance na infância por conta da vulnerabilidade ligada à sua imaturidade. O problema dessa aprendizagem fica por conta de um certo descompromisso com os trâmites pedagógicos na regra dos programas, a qual segundo (Medeiros, 2011) a regra

5 televisiva é não ter regra. Se a televisão atua combinando estratégias e fórmulas de sedução que a ela se prende através de imagens, sons, cores e um forte apelo emocional, da mensagem oculta só se ver os efeitos, pois fica muito mais fácil a predisposição das crianças em aceitar tudo o que é transmitido pela TV como verdade sem tempo para refletir sobre o que vê, ouve ou sente enquanto assiste a uma determinada programação. (p. 42) O alcance desse meio de comunicação de massa facilita todo o processo. O aparelho de televisão deixou de ser considerado um simples aparelho eletrônico assumindo o papel de bem material indispensável e desde muito cedo as crianças aprendem a conviver familiarmente com eles. Em (Savater, 2006) encontramos um posicionamento nada favorável quanto a influência televisiva junto às crianças quando esse afirma que não há nada tão educativamente subversivo como um televisor; longe de mergulhar as crianças na ignorância, como acreditam os ingénuos, fá-las aprender tudo desde o início, sem qualquer respeito pelos trâmites pedagógicos... (p. 56) O que facilmente percebemos é que cada vez mais os gostos, as ações, os comportamentos e as atitudes das crianças e até dos jovens apresentam-se maciçamente padronizados. (Freire, 2006) corrobora com essa questão quando diz que nas sociedades massificadas os indivíduos pensam e agem de acordo com as prescrições que recebe diariamente dos chamados meios de comunicação. (p. 97) Em sua grande maioria os discursos acadêmicos educacionais voltam-se as necessidades de educar para uma cidadania crítica em que cada educando seja capaz de refletir sobre o que vêem e ouvem através dos meios de comunicação de massa, só assim, terá condições de filtrar as informações recebidas. Para (Lourenço, 2003) formar um cidadão crítico é dar condições para que ele reflita sobre o que lhe é imposto (o que é apresentado como verdade absoluta) e possa optar pela transformação ou pela manutenção de suas práticas; é torná-lo co-participante desta realidade em transformação. (p. 121) Na atualidade, já se percebe um certo senso comum na emissão de juízo moral sobre os efeitos da aprendizagem infantil obtida através dos programas televisivos e em sua grande maioria o que tem sido ressaltado é que a televisão modela comportamento, forma hábitos e valores sociais de acordo com os interesses de uma classe dominante. Em (Marx & Engels, 1978) podemos encontrar um posicionamento correlato quanto a

6 interesses nessa divisão de classes quando diz que toda a sociedade dividida em duas classes é necessariamente idealista: a elite esclarecida dita as normas, e a massa bruta deve segui-las sem discussão. (p. 35) Quando passamos a analisar alguns programas exibidos nos canais de televisões brasileiros temos a convicção que a classe dominante se mantém com uma situação de alienação das massas, e necessita que estas permaneçam estagnadas, incapaz de pensar e reagir em questões de direitos sociais que permaneçam mais tempo entretidas em reality show, novelas que nas questões políticas de direitos sociais e fundamentais da cidadania. Segundo (Popper & Condry, 2007) com à inércia das instituições políticas, incapazes de reagir com rapidez, a televisão tornou-se um poder incontrolado, e qualquer poder incontrolado contradiz com os princípios da democracia. (p. 11) Nesse contexto encaminhamos nossas reflexões sobre a formação do professor em uma educação para a mídia acreditando ser esse o único caminho capaz de neutralizar seus efeitos e desenvolver uma capacidade crítica nos telespectadores. Formação de Professor Necessária para uma Educação Midiática Um dos grandes desafios impostos aos futuros pedagogos/professores em sua formação é reconhecer que o conhecimento não é adquirido em via única, ou pelo menos, não ocorre apenas na escola, provém de pontos e situações diversas, portanto, a aprendizagem se dá de forma individual. Segundo (Kronbauer & Simionato, 2008) de uma formação recebida para trabalhar com públicos homogêneos, o professor passa a trabalhar com grupos cada vez mais heterogêneos, (p. 5-6) E é no campo de atuação, na sala de aula que os professores constatam o quanto seus alunos estão impregnados de conhecimentos dos meios de comunicação de massa, especialmente da televisão. É comum encontrarmos crianças e jovens utilizando cortes e cor de cabelos idêntico aos personagens das telenovelas, adotar vestimentas que os identifique e apresentar linguagem, comportamento igualmente idênticos as representações dos mesmos. Na sua grande maioria, nem sempre esse aprendizado corresponde a um modelo socialmente aceitável. Percebemos comportamentos de rebeldia, desinteresse e agressividade. Além de uma enorme apatia e até um certo desprezo quando as atividades educacionais encaminham-se à formação de valores e respeito ético/moral.

7 Cabe a escola, portanto, ao professor a tarefa de conduzir para uma reflexão crítica esse aprendizado. Segundo (Mercado, 2000) É papel da escola possibilitar o desenvolvimento da inteligência, criatividade e da capacidade de tomar decisões, com autonomia e independência; que oriente os seus alunos para que eles aprendam a aprender, adquirindo livre acesso às informações disponíveis através dos meios de comunicação... (p. 71) Toda essa situação só vem comprovar a necessidade de uma educação para a mídia, a qual pode ser referendada em (Santos, 2003) que diz. A educação para os media e a educação para a cidadania democrática convergem, pois, para a criação de um conjunto de valores que incluem a tolerância, a solidariedade, a compreensão, o respeito pelo outro e a multiculturalidade. (p. 58) Diante dessas necessidades cabe a pergunta: Em que aspecto as Instituições de Ensino Superior estão capacitando seus alunos para atuar de maneira eficiente na educação para a mídia, ou qual o conceito de profissional pedagogo/professor para essas Instituições? Para (Sacristán, 1999) significa dizer que o conceito de profissionalidade docente está em permanente elaboração, devendo ser analisado em função do momento histórico concreto e da realidade social que o conhecimento escolar pretende legitimar; em suma, tem de ser contextualizado. (p. 65) É portanto, necessário reexaminar a prática de formação docente em sua especificidade. Ao que (Freire, 1993) complementa quando diz que a melhora da qualidade da educação implica a formação permanente dos educadores. E a formação permanente se funda na prática de analisar a prática. (p. 72) É preciso pois analisar a prática que fundamenta essa formação. Esses cursos avançaram a largos passos em inovações e conhecimentos na atualidade, observa-se alunos em tenras idades utilizando as novas tecnologias muitas dessas aprendidas nas escolas. O que está ausente nessa formação é um aprendizado voltado ao necessário olhar midiático e que esse olhar possa estar conectado aos valores éticos morais ao respeito a si e aos outros, a reflexão crítica sobre o que vê e o que ouve através dos ecrãs das TVs, da valorização de uma cultura local e do respeito a uma cidadania global. Ao que (Perrenoud, Thurler, Macedo, Machado, & Alessandrini, 2002) contribui nos dizendo que A formação dos professores deveria ser orientada para uma aprendizagem por problemas para que os estudantes se confrontassem com experiência da sala de aula e

8 trabalhassem a partir de suas observações, surpresas, sucessos e fracassos, medos e alegrias, bem como de suas dificuldades para controlar os processos de aprendizagem e as dinâmicas de grupos ou os comportamentos de alguns alunos. (p. 22) É necessário que esse profissional desenvolva também esse olhar crítico reflexivo sobre os meios de comunicação. Em (Abrantes, 1995) encontramos a seguinte afirmação para que as informações que a televisão fornece às crianças lhes sejam proveitosas, é necessário que aprendam a seleccionar o programa, a situar as emissões no seu contexto e a olhá-las criticamente. É a este nível que não se pode separar a função da televisão da escola: ambas podem perfeitamente caminhar lado a lado e complementar-se, tirando o máximo proveito da sua simbiose. (p. 27) Para que isso ocorra, é necessário que o professor ouse investir num diferencial de atuação com competência necessária para desmistificar o que está oculto nas mensagens, nas publicidades, na programação jornalística, nas telenovelas, filmes etc. E tudo isso deve ser exercitado em sua formação. De acordo com (Perrenoud, 2000) quando há um coletivo forte em nível de instituição, com um andamento de projeto, é relativamente fácil definir necessidades de formação conectadas ao projeto comum. É preciso que as Instituições de Ensino Superior induzam uma formação inicial dos pedagogos com esse cariz reflexivo da educação para a mídia, pois, esse meio de comunicação tem sido um competente formador de opiniões. Considerações Finais O presente estudo, desenvolvido a partir de uma necessidade constatada em pesquisa anterior, revela que a formação do professor/pedagogo do ensino superior deve estar também conectada aos conhecimentos e aprendizagens desenvolvidas através dos meios de comunicação de massa. Urge que haja uma preparação adequada a nível de Instituição de Ensino Superior para que esse profissional obtenha uma formação de educação para a mídia que o capacite a atuar com a necessária competência que a profissão exige. O desafio proposto a esse profissional será o de desenvolver além do novos conhecimentos a autonomia em seus alunos, fomentar a criticidade reflexiva para interpretar o que está oculto nas entrelinhas das mensagens, das imagens e da verbalização em toda e qualquer programação assistida. Para (Nóvoa, et al., 1999) esse

9 desafio tem o significado de que os professores têm de reencontrar novos valores, que não reneguem as reminiscências mais positivas (e utópicas) do idealismo escolar, mas que permitam atribuir um sentido à acção presente. Não podemos fechar os olhos a essa influência obtida através dos meios de comunicação de massa, não dá para fingir que as Instituições de Ensino Superiores não precisam adentrar a esse nível de questão. É fundamental que o professor absorva essa concepção que segundo (Carlsson & Feilitzen, 2002) a educação para a mídia não pode, de acordo com os direitos da criança, basicamente objetivar apenas proteger as crianças de certos conteúdos da mídia, injetando nelas certos princípios e opiniões que lhes ensinem dissociar-se do seu mau conteúdo da mídia e selecionar o de boa qualidade. Tampouco deveria a educação para a mídia objetivar ensinar as crianças a desconstruir as mensagens e ver através do poder, isto é, compreender de quem e com quais objetivos as mensagens são transmitidas. (p. 27) A educação para a mídia é uma necessidade, formar professores com competência necessária para atuar frente a essa influência é papel das Instituições formadoras. Cabe a estas, articular um projeto educacional de educação para a mídia, com definição de uma didática visando objetivos, pressupostos e as temáticas que junto aos interesses e expectativas do aluno será definida. É importante que a televisão possa fazer parte da sala de aula com tudo o que ela apresenta em sua programação diuturna e que os futuros professores aprendam a decodificar a sua mensagem na sua formação educativa para construção da aprendizagem de seus futuros educandos. Sem essa formação específica, o professor não terá condições de resolver problemas cuja complexidade excede sua competência. Referências Bibliográficas Abrantes, J. C. (1995). A imprensa, a rádio e a televisão na escola. In J. C. Abrantes, C. Coimbra & T. Fonseca (Eds.), A escola e os media 2 (1a ed.). Lisboa: Instituto de Inovação Educacional. Bandura, A., Azzi, R. G., & Polydoro, S. (2008). Teoria social cognitiva: conceitos básicos (R. C. Costa, Trans.). Porto Alegre: Artmed. Carlsson, U., & Feilitzen, o. C. v. (2002). A CRIANÇA E A MIDIA: Imagem, Educação, Participação. São Paulo: Cortez. Ferrés, J. (1996). TELEVISÃO E EDUCAÇÃO (B. A. Neves, Trans.). Porto Alegre: Artes Médicas. Freire, P. (1993). Política e educação: ensaios São Paulo: Cortez. Freire, P. (2006). Extensão ou comunicação? (13ª ed.). Rio de Janeiro: Paz e Terra. Kronbauer, S. C. G., & Simionato, M. F. (2008). Formação de professores: abordagens contemporâneas. São Paulo: Paulinas.

10 Lourenço, R. B. M. R. (2003). Televisão, Cultura de massa: Educação e Cidadania. In r. M. Prado (Ed.), Educação para a cidadania (pp ). São Carlos: EduFSCar. Marx, K., & Engels, F. (1978). Crítica da educação e do ensino (A. M. Rabaça, Trans.). Lisboa: Moraes. Medeiros, R. M. d. (2011). Televisão e Aprendizagem Social na Infância. Impacto de um programa. Mestrado, Universidade de Aveiro, Aveiro. Mercado, L. P. L. (2000). NOVAS TECNOLOGIAS NA EDUCAÇÃO: NOVOS CENÁRIOS DE APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO DE PROFESSORES. In O. M. A. A. d. Oliveira (Ed.), Reflexões Sobre Conhecimento e Educação (pp ). Maceió - AL: EDUFAL. Nóvoa, A., Hameline, D., Sacristán, J. G., Esteve, J. M., Woods, P., & Cavaco, M. H. (1999). (2ª ed.). Porto - Portugal: Porto Editora. Perrenoud, P. (2000). DEZ NOVAS COMPETÊNCIAS PARA ENSINAR (1ª ed.). Porto Alegre: Artmed. Perrenoud, P., Thurler, M. G., Macedo, L. d., Machado, N. J., & Alessandrini, C. D. (2002). As Competências para ensinar no século XXI: a formação dos professores e o desafio da avaliação (C. Schilling & F. Murad, Trans.). Porto Alegre: Artmed. Pfromm, S. N. (2001). Telas que ensinam: mídia e aprendizagem do cinema ao computador (2ª ed.). Cmpina - SP: Alínea. Popper, K. R., & Condry, J. (2007). Televisão: um perigo a democracia (M. Carvalho, Trans. 3 ed.). Lisboa: Gradativa. Roza, J. P. d. (2008). Desafios da docência: algumas reflexões sobre a possibilidade de uma gestão pedagógica da pesquisa. In S. C. G. Kronbauer & o. M. F. Simioto (Eds.), FORMAÇÃO DE PROFESSORES: Abordagens contemporâneas (pp ). São Paulo: Paulinas. Sacristán, J. G. (1999). CONSCIÊNCIA E ACÇÃO SOBRE A PRÁTICA COMO LIBERTAÇÃO PROFISSIONAL DOS PROFESSORES. In A. Nóvoa, D. Hameline, J. G. Sacristán, J. M. Esteve, P. Woods & M. H. Cavaco (Eds.), PROFISSÃO PROFESSOR (pp ). Porto - Portugal: Porto Editora. Santos, M. M. N. (2003). A educação para os media no contexto educativo. Lisboa: Ministério da Educação - Instituto de Inovação Educacional. Savater, F. (2006). O valor de educar (M. S. Pereira, Trans.). Lisboa: Dom Quixote.

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTÁCIO RADIAL DE SÃO PAULO SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: LICENCIATURA EM ARTES VISUAIS MISSÃO DO CURSO O Curso de Licenciatura em Artes Visuais busca formar profissionais habilitados para a produção, a pesquisa

Leia mais

A FORMAÇÃO DOCENTE PARA A INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS ESPECIAIS

A FORMAÇÃO DOCENTE PARA A INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS ESPECIAIS 44 A FORMAÇÃO DOCENTE PARA A INCLUSÃO ESCOLAR DE ALUNOS ESPECIAIS I- INTRODUÇÃO Aline SEGATE Universidade Federal de Uberlândia (UFU) As transformações sociais dos últimos tempos, conseqüência de grandes

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

Formação de professores para o uso das TIC: um estudo de caso sobre os cursos presenciais de Letras no Vale do Paraíba

Formação de professores para o uso das TIC: um estudo de caso sobre os cursos presenciais de Letras no Vale do Paraíba 1 Formação de professores para o uso das TIC: um estudo de caso sobre os cursos presenciais de Letras no Vale do Paraíba Sílvia Helena Santos Vasconcellos 1 Resumo O presente artigo apresenta os resultados

Leia mais

Mídia, linguagem e educação

Mídia, linguagem e educação 21 3 22 Mídia, Linguagem e Conhecimento Segundo a UNESCO (1984) Das finalidades maiores da educação: Formar a criança capaz de refletir, criar e se expressar em todas as linguagens e usando todos os meios

Leia mais

PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS

PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS EM CIÊNCIAS NATURAIS FREITAS, M.L.L 1 PROJETOS DE ENSINO: PROPOSTA NA FORMAÇÃO ACADÊMICA E DOCENTE PARA OS LICENCIANDOS

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA: PAPEIS E ATORES

FORMAÇÃO CONTINUADA: PAPEIS E ATORES FORMAÇÃO CONTINUADA: PAPEIS E ATORES Shuellen Cristina Pereira da Silva (Pedagogia/UFPI/Parnaíba/shuellencristina@gmail.com) Marcos Junio Lira Silva (Pedagogia/UFPI/Parnaíba/marcos-junio100@hotmail.com)

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

O PODER DE INFLUÊNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA VIDA DAS CRIANÇAS. Resumo. Abstract 1. INTRODUÇÃO

O PODER DE INFLUÊNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA VIDA DAS CRIANÇAS. Resumo. Abstract 1. INTRODUÇÃO O PODER DE INFLUÊNCIA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO NA VIDA DAS CRIANÇAS CRUZ, Amanda Janaina da Silva Discente do Curso de Pedagogia da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva KAULFUSS, Marco Aurélio

Leia mais

A educação para a criticidade: o texto publicitário no processo educomunicativo 1

A educação para a criticidade: o texto publicitário no processo educomunicativo 1 A educação para a criticidade: o texto publicitário no processo educomunicativo 1 Anadelly Fernandes Pereira Alves 2 Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, Mossoró, RN RESUMO As representações

Leia mais

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO

AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO AS RELAÇÕES DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O TRABALHO DO TUTOR COMO MEDIADOR DO CONHECIMENTO SOEK, Ana Maria (asoek@bol.com.br) Universidade Federal do Paraná (UFPR) - Brasil HARACEMIV,

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

Tecnologia e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? Technology and curriculum: convergent or divergent trajectories?

Tecnologia e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? Technology and curriculum: convergent or divergent trajectories? Tecnologia e currículo: trajetórias convergentes ou divergentes? Technology and curriculum: convergent or divergent trajectories? Katia Alexandra de Godoi e Silva* * Doutora em Educação: Currículo, na

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2004.1. Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Disciplinas do Núcleo Comum 01 ANTROPOLOGIA CULTURAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 10 h/a Créditos: 2 : A Antropologia enquanto ciência e seus principais ramos. Metodologia da pesquisa em Antropologia

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO PLENO RESOLUÇÃO CNE/CP Nº 1, DE 15 DE MAIO DE 2006. Institui Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Graduação em Pedagogia, licenciatura. O Presidente

Leia mais

OS SABERES DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO

OS SABERES DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO OS SABERES DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO Magaly Kelly Oliveira Leonel Universidade do Estado do Rio Grande do Norte Dináh Cristina Pereira da Silva Universidade do Estado do Rio Grande do Norte RESUMO Quando

Leia mais

A CONTRIBUIÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO PROFESSOR DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA

A CONTRIBUIÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO PROFESSOR DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA A CONTRIBUIÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO PARA A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO PROFESSOR DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA Winne Katharine Souza Rocha (Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB) Edinaldo Medeiros

Leia mais

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1

PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 PRÁTICA DOCENTE E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO: A TV NA SALA DE AULA 1 Autora: Maria Thaís de Oliveira Batista Graduanda do Curso de Pedagogia Unidade Acadêmica de Educação/CFP/UFCG Email: taholiveira.thais@gmail.com

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021

Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021 Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021 Maria Rebeca Otero Gomes Coordenadora do Setor de Educação da Unesco no Brasil Curitiba, 02 de outubro de 2015 Princípios orientadores (i) A educação é um direito

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA REDAÇÃO CONCURSO PÚBLICO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PREFEITURA DE DUQUE DE CAXIAS/RJ PROFESSOR DE INFORMÁTICA EDUCATIVA

PADRÃO DE RESPOSTA REDAÇÃO CONCURSO PÚBLICO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PREFEITURA DE DUQUE DE CAXIAS/RJ PROFESSOR DE INFORMÁTICA EDUCATIVA PROFESSOR DE INFORMÁTICA EDUCATIVA 3. O tema: Capacitação e formação continuada como ingredientes indispensáveis ao sucesso do profissional da educação. A exposição e a defesa das ideias do autor do texto

Leia mais

Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais

Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais Cursos de Pedagogia têm novas Diretrizes Curriculares Nacionais O Conselho Nacional de Educação baixou a Resolução nº 1, de 15 de maio de2006, publicada no Diário 0ficial da União de 16, instituindo as

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E SUA INTERFACE COM A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E SUA INTERFACE COM A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E SUA INTERFACE COM A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Manoel Santos da Silva (IFAL) manoel.silva@ifal.edu.br RESUMO Este trabalho percorre por alguns questionamentos sobre

Leia mais

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792

ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 ÀGORA, Porto Alegre, Ano 3, jan/jun.2012. ISSN 2175-3792 70 A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O USO DE AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Rita de Cássia Viegas dos Santos

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano XII Número 24 Julho de 2014 Periódicos Semestral

REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE PEDAGOGIA ISSN: 1678-300X. Ano XII Número 24 Julho de 2014 Periódicos Semestral CURRÍCULO E CONHECIMENTO ESCOLAR: O USO DA TECNOLOGIA NA EDUCAÇAO INFANTIL Amanda Aparecida ALVES 1 Marta Fresneda TOMÉ 2 RESUMO Esta pesquisa investiga questões relacionadas ao currículo suas teorizações

Leia mais

A DIDÁTICA DO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR: a importância de uma prática reflexiva nos dias atuais.

A DIDÁTICA DO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR: a importância de uma prática reflexiva nos dias atuais. 1 A DIDÁTICA DO PROFESSOR NO ENSINO SUPERIOR: a importância de uma prática reflexiva nos dias atuais. Introdução Amanda Da Fonseca Cavalcanti &Isabely Fernandes Leão Nunes O ensino superior, incluso numa

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA ACEG FAHU: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

UTILIZAÇÃO DO COMPUTADOR EM ATIVIDADES PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS NO PROGRAMA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS DA ACEG FAHU: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001

5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 5572 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 201 30 de Agosto de 2001 2 No âmbito do disposto no número anterior, o professor: a) Reflecte sobre as suas práticas, apoiando-se na experiência, na investigação

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A escola católica será uma instituiçao com mística evangelizadora UMA ESCOLA A SERVIÇO DA PESSOA E ABERTA A TODOS UMA ESCOLA COM

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA

A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS SOB O OLHAR DE FORMANDAS EM PEDAGOGIA Aleciane Carmagos Nunes Ana Cláudia dos Santos Lima Nayara de Oliveira Souza Adriana A. Martins Faculdade Católica de Uberlândia Quando

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA

A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA A RELAÇÃO ENTRE A TEORIA E A PRÁTICA NO ENSINO DE ARTE NA ESCOLA Rivaldo Bevenuto de Oliveira Neto Departamento de Artes UFRN RESUMO O ensino de Arte é a educação que oportuniza ao aluno o acesso à Arte

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PRÁTICAS BEM SUCEDIDAS: ANÁLISE PRELIMINAR DE EXPECTATIVAS REVELADAS

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PRÁTICAS BEM SUCEDIDAS: ANÁLISE PRELIMINAR DE EXPECTATIVAS REVELADAS FORMAÇÃO DE PROFESSORES E PRÁTICAS BEM SUCEDIDAS: ANÁLISE PRELIMINAR DE EXPECTATIVAS REVELADAS Resumo Diante do conhecimento de condições propiciadas no período de formação inicial de professores, faz-se

Leia mais

O TRABALHO DO PEDAGOGO NO DISCURSO DOS COORDENADORES DE CURSOS DE PEDAGOGIA: UMA VISÃO A PARTIR DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS

O TRABALHO DO PEDAGOGO NO DISCURSO DOS COORDENADORES DE CURSOS DE PEDAGOGIA: UMA VISÃO A PARTIR DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS O TRABALHO DO PEDAGOGO NO DISCURSO DOS COORDENADORES DE CURSOS DE PEDAGOGIA: UMA VISÃO A PARTIR DOS PROJETOS PEDAGÓGICOS ALVES FIORIN, Bruna Pereira 1 ; FERREIRA, Liliana Soares 2 Resumo: Este estudo foi

Leia mais

Curso de Especialização Gestão Educacional 5ª Edição

Curso de Especialização Gestão Educacional 5ª Edição Curso de Especialização Gestão Educacional 5ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Gestão Educacional e organização do trabalho pedagógico pressupostos teórico - metodológicos Alberto Albuquerque Gomes Total

Leia mais

A PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: UMA PERSPECTIVA DE ATENÇÃO À HETEROGENEIDADE

A PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: UMA PERSPECTIVA DE ATENÇÃO À HETEROGENEIDADE A PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES: UMA PERSPECTIVA DE ATENÇÃO À HETEROGENEIDADE Isauro Beltrán Nuñez Doutor em Educação Betânia Leite Ramalho Doutora em Educação - UFRN

Leia mais

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS

FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS FORMAÇÃO DOCENTE: ASPECTOS PESSOAIS, PROFISSIONAIS E INSTITUCIONAIS Daniel Silveira 1 Resumo: O objetivo desse trabalho é apresentar alguns aspectos considerados fundamentais para a formação docente, ou

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA

A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA Luciana Pereira de Sousa 1 Carmem Lucia Artioli Rolim 2 Resumo O presente estudo propõe discutir o contexto da formação dos pedagogos para o ensino da

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO DE PEDAGOGIA, Licenciatura REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das disposições gerais O presente documento

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva

CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES. Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva CURSO PREPARATÓRIO PARA PROFESSORES Profa. M. Ana Paula Melim Profa. Milene Bartolomei Silva 1 Conteúdo: Concepções Pedagógicas Conceitos de Educação; Pedagogia; Abordagens Pedagógicas: psicomotora, construtivista,

Leia mais

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1

ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ANEXO AO MODELO DO PLANO DE AULA DO PROCESSO SELETIVO DOCENTE GERAL (PSD-G) 2015.1 ARQUITETURA E URBANISMO Graduar arquitetos e urbanistas com uma sólida formação humana, técnico-científica e profissional,

Leia mais

Palavras chaves: Formação de Professores Arte Educação Infantil Formação Integral- Arte-educação.

Palavras chaves: Formação de Professores Arte Educação Infantil Formação Integral- Arte-educação. FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE ARTE E AS POSSIBILIDADES DE FORMAÇÃO INTEGRAL DA CRIANÇA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Solange Almeida Gobbi RESUMO Este trabalho coloca em pauta a formação de professores de Arte e

Leia mais

Educação para os Media e Cidadania

Educação para os Media e Cidadania Educação para os Media e Cidadania Sara Pereira Instituto de Estudos da Criança Universidade do Minho Com este artigo procura-se reflectir sobre a educação para os media como uma forma e uma via de educar

Leia mais

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Mariana da Rocha C. Silva Mariana C. A. Vieira Simone C. Marconatto Faculdade de Educação-Unicamp Educação e Mídias

Leia mais

ENSINO E PESQUISA, UMA PRÁTICA INDISSOCIÁVEL NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA ESCOLA SANTA CLARA DE ASSIS, ARAPIRACA-AL

ENSINO E PESQUISA, UMA PRÁTICA INDISSOCIÁVEL NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA ESCOLA SANTA CLARA DE ASSIS, ARAPIRACA-AL ENSINO E PESQUISA, UMA PRÁTICA INDISSOCIÁVEL NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA ESCOLA SANTA CLARA DE ASSIS, ARAPIRACA-AL Rafael Vieira da Silva 1 Universidade Estadual de Alagoas - UNEAL rafaelgeouneal@hotmail.com

Leia mais

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT

A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT A UNIVERSIDADE E OS PROJETOS SOCIAIS: PROJETO RONDON COOPERAÇÃO ENTRE A UNIVERSIDADE E COMUNIDADES DO ESTADO DO MATO GROSSO / MT Myrian Lucia Ruiz Castilho André Luiz Castilho ** A educação é um direito

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

MÍDIA EDUCAÇÃO: UM LONGO CAMINHO A PERCORRER

MÍDIA EDUCAÇÃO: UM LONGO CAMINHO A PERCORRER MÍDIA EDUCAÇÃO: UM LONGO CAMINHO A PERCORRER Maria Elisabeth Goidanich O presente seminário foi dividido em quatro partes para melhor entendermos o que é mídia educação e o que podemos fazer a respeito

Leia mais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais

EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais EDUCAÇÃO INCLUSIVA: Atendimento e o Currículo para o Trabalho com Pessoas com Necessidades Educativas Especiais Edilson José de Carvalho¹ Jarbas de Holanda Beltrão² 1 Pedagogo e Especialista em Educação

Leia mais

Objetivos. Pressupostos da Inclusão. Pedagogia Profa. Ms. Maria José de Oliveira Russo (Marjô)

Objetivos. Pressupostos da Inclusão. Pedagogia Profa. Ms. Maria José de Oliveira Russo (Marjô) Pedagogia Profa. Ms. Maria José de Oliveira Russo (Marjô) Formação de professores para a escola inclusiva: uma reflexão sobre culturas, políticas e práticas inclusivas Objetivos Discutir a importância

Leia mais

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RE SIGNIFICANDO A AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Maria Celina Melchior Dados da autora Mestre em Educação, Avaliadora Institucional do INEP/SINAES/MEC, atuou como avaliadora in loco do Prêmio Inovação em Gestão

Leia mais

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1

PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade. Democracia na escola Ana Maria Klein 1 PROGRAMA ÉTICA E CIDADANIA construindo valores na escola e na sociedade Democracia na escola Ana Maria Klein 1 A escola, instituição social destinada à educação das novas gerações, em seus compromissos

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ

A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ A FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFESSORES E A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NO MUNICIPIO DE MOSSORÓ Selma Andrade de Paula Bedaque 1 - UFRN RESUMO Este artigo relata o desenvolvimento do trabalho de formação de educadores

Leia mais

Utopias e educação libertadora: possíveis fazeres na prática escolar participativa

Utopias e educação libertadora: possíveis fazeres na prática escolar participativa P á g i n a 19 Utopias e educação libertadora: possíveis fazeres na prática escolar participativa Marcos Antonio da Silva * Resumo: O presente trabalho analisa, crítico-dialeticamente, as práticas quotidianas

Leia mais

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB.

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. Cinema como ferramenta de aprendizagem¹ Angélica Moura CORDEIRO² Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. RESUMO Este artigo pronuncia o projeto Criancine que

Leia mais

TUTORIA DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS

TUTORIA DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS TUTORIA DE ESTÁGIO: CONTRIBUIÇÕES À FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES/AS Gabriella Pizzolante da Silva Universidade Federal de São Carlos gabriellapizzolante@gmail.com Maria José da Silva Rocha - Universidade

Leia mais

O PAPEL DO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NO DESIGN INSTRUCIONAL DE UM CURSO A DISTÂNCIA

O PAPEL DO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NO DESIGN INSTRUCIONAL DE UM CURSO A DISTÂNCIA 1 O PAPEL DO PLANEJAMENTO PEDAGÓGICO NO DESIGN INSTRUCIONAL DE UM CURSO A DISTÂNCIA Adriana Clementino - SENAC-SP / FIPEN / UniABC-FUNADESP São Paulo 05/2012 Categoria: C Métodos e Tecnologias Setor Educacional:

Leia mais

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL.

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL. 1 INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL Paradigmas da educação Competências Paradigmas contemporâneos

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 60 h Prática: 15 h Créditos: 4 A Biologia e o educador. Herança e meio, a hereditariedade. Reprodução humana. As funções vegetativas (digestão e alimentos,

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009

Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA: Passar do Discurso para a Ação Philippe Perrenoud Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação Universidade de Genebra 2009 1º Fórum de Ideias - Cambridge University Press

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA E O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO PROFISSIONAL

FORMAÇÃO CONTINUADA E O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇÃO CONTINUADA E O PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO PROFISSIONAL Maria Ozita de Araújo Albuquerque Mestranda PPGEd/UFPI Formar professores é trabalhar numa situação muito particular, na qual o conhecimento

Leia mais

Educação física inclusiva como prática de inclusão social e qualidade de vida para todos

Educação física inclusiva como prática de inclusão social e qualidade de vida para todos JORGE STEINHILBER 1 Educação física inclusiva como prática de inclusão social e qualidade de No Brasil, a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva assegura acesso ao

Leia mais

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13

ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 ANEXO E: EMENTÁRIO DO CURRÍCULO 13 I CICLO DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES (1º e 2º semestres): FUNDAMENTOS DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO EMENTÁRIO: O I Ciclo do Curso de Pedagogia do UniRitter desenvolve os fundamentos

Leia mais

2 Segundo Jean Piaget as características observáveis mais importantes do estágio pré-operacional são:

2 Segundo Jean Piaget as características observáveis mais importantes do estágio pré-operacional são: PROVA DE CONHECIMENTOS PEDAGÓGICOS 1 Segundo Piaget toda criança passa por estágios do desenvolvimento. Assinale a alternativa que indica a qual estágio corresponde a idade em que o pensamento da criança

Leia mais

CURRÍCULO E FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES. Palavras-Chave: Currículo, Escolas democráticas, Multiculturalismo, Formação de professores.

CURRÍCULO E FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES. Palavras-Chave: Currículo, Escolas democráticas, Multiculturalismo, Formação de professores. CURRÍCULO E FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES Sérgio Donizeti Mariotini (Faculdades Integradas FAFIBE) Resumo: O presente artigo levanta reflexões sobre a formação do currículo no Brasil a partir da influência

Leia mais

AS COMPETÊNCIAS NO PROJETO EDUCATIVO, NOS PROGRAMAS E NAS PRÁTICAS ESCOLARES

AS COMPETÊNCIAS NO PROJETO EDUCATIVO, NOS PROGRAMAS E NAS PRÁTICAS ESCOLARES AS COMPETÊNCIAS NO PROJETO EDUCATIVO, NOS PROGRAMAS E NAS PRÁTICAS ESCOLARES RESUMO Luis Carlos de Menezes 1 Promover o processo de ensino e de aprendizagem com vistas a ultrapassar o treinamento simplesmente

Leia mais

EDUCAÇÃO, PEDAGOGIA E A IDENTIDADE DOCENTE

EDUCAÇÃO, PEDAGOGIA E A IDENTIDADE DOCENTE EDUCAÇÃO, PEDAGOGIA E A IDENTIDADE DOCENTE CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESUMO Este texto tem como objetivo apresentar alguns pontos que possa contribuir para reflexão e problematização da pedagogia como

Leia mais

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA

O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA 1 O CURRÍCULO DE CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA NECESSÁRIA Joelma da Silva Moreira 1 Angela Maria Corso 2 RESUMO: O presente artigo, na condição de trabalho de conclusão de curso, pretende

Leia mais

AS IMAGENS MIDIÁTICAS EM SALA DE AULA: POR UM DESENVOLVIMENTO CRÍTICO DA LEITURA.

AS IMAGENS MIDIÁTICAS EM SALA DE AULA: POR UM DESENVOLVIMENTO CRÍTICO DA LEITURA. AS IMAGENS MIDIÁTICAS EM SALA DE AULA: POR UM DESENVOLVIMENTO CRÍTICO DA LEITURA. Considerações prévias Erika Fernandes de Souza, UEPB José Augusto Soares Lima, UEPB Vender...comprar...vedar os olhos jogar

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Rosana Maria Gessinger Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS rosana.gessinger@pucrs.br Valderez Marina

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola *

Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola * Disciplina: construção da disciplina consciente e interativa em sala de aula e na escola * Dorotéia Baduy Pires** O que seria de uma orquestra, se cada músico tocasse o que quisesse? Se não houvesse disciplina?

Leia mais

APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO

APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO APRENDENDO A ENSINAR: A SALA DE AULA COMO UM ESPAÇO DE REFLEXÃO PAIXÃO LINHARES 1, MARÍLIA e MACEDO REIS 2, ERNESTO 1 Laboratório de Ciências Físicas, UENF 2 Coordenação de Física, CEFET-Campos Palavras

Leia mais

Regulamento de Estágio Curricular

Regulamento de Estágio Curricular Regulamento de Estágio Curricular REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR O presente regulamento normatiza o Estágio Curricular em acordo com a Lei nº 11.788, de 25/09/2008, componente do Projeto Pedagógico

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

PROJETO TE VEJO NA ESCOLA

PROJETO TE VEJO NA ESCOLA PROJETO TE VEJO NA ESCOLA Flávia Oliveira Machado 1 Isabela Mayara Cheida José Leonardo Gallep Maria do Carmo Palhaci (coordenadora) Maria Helena Gamas (coordenadora) RESUMO O projeto em questão visa a

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE MIDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE MIDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE MIDIAS NA EDUCAÇÃO ANGELA CRISTINA NUNES GUEDES HUERTAS ORIENTADOR: PROFESSOR: PAULO GUILHERMETI O ENSINO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA EDUCAÇÃO INFANTIL:

Leia mais

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem

Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Contribuição das Tecnologias da Informação e Comunicação no Processo Ensino-Aprendizagem Prof. Dr. Luis Paulo Leopoldo Mercado Programa de Pós-Graduação em Educação Universidade Federal de Alagoas Conteúdos

Leia mais

RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA

RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA EDUCAÇÃO, CURRÍCULO E DIVERSIDADE CULTURAL RELAÇÕES DA EDUCAÇÃO ÉTNICO-RACIAL NA PRÉ-ESCOLA: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Michelly Spineli de Brito Campos Vieira/Prefeitura de Itapissuma-PE Paloma Viana de

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO. Resumo

EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO. Resumo EDUCAÇÃO FÍSICA: REPRESENTAÇÕES DOS PROFESSORES APLICADOS AOS SABERES NO COTIDIANO ESCOLAR PARA O ENSINO MÉDIO Marcelo José Taques * Ilma Célia Ribeiro Honorato** Resumo O presente estudo tem como principal

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT

RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT RESOLUÇÃO Nº 257/06-CEE/MT Dispõe sobre a Implantação do Ensino Fundamental para Nove Anos de duração, no Sistema Estadual de Ensino de Mato Grosso, e dá outras providências. O CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

CLASSE HOSPITALAR E A PRÁTICA DA PEDAGOGIA

CLASSE HOSPITALAR E A PRÁTICA DA PEDAGOGIA CLASSE HOSPITALAR E A PRÁTICA DA PEDAGOGIA OLIVEIRA, Linda marques de Acadêmica do curso de Pedagogia da ACEG/FAHU-Garça-SP E-MAIL: linda_faculdade@yahoo.com.br FILHO, Vanessa Cristiane de Souza Acadêmico

Leia mais

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D

TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D TECNOLOGIAS DIGITAIS E INOVAÇÃO NO CURRÍCULO ESCOLAR COM O USO DO SOFTWARE P3D Luzivone Lopes GOMES UEPB luzivone@gmail.com Filomena Mª Gonçalves da Silva Cordeiro Moita - UEPB filomena_moita@hotmail.com

Leia mais

HISTÓRIA ORAL INTEGRADA A HISTÓRIA LOCAL: UM OLHAR SOBRE O VÍDEO TVESCOLA AULA LÁ FORA-PARTE II-MINHA COMUNIDADE

HISTÓRIA ORAL INTEGRADA A HISTÓRIA LOCAL: UM OLHAR SOBRE O VÍDEO TVESCOLA AULA LÁ FORA-PARTE II-MINHA COMUNIDADE HISTÓRIA ORAL INTEGRADA A HISTÓRIA LOCAL: UM OLHAR SOBRE O VÍDEO TVESCOLA AULA LÁ FORA-PARTE II-MINHA COMUNIDADE Resumo: Fabiana Machado da Silva Mestre em História Regional e Local (UNEB/ Campus V) A

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO Fátima Aparecida Queiroz Dionizio UEPG faqdionizio@hotmail.com Joseli Almeida Camargo UEPG jojocam@terra.com.br Resumo: Este trabalho tem como

Leia mais

A NECESSIDADE DA FORMAÇÃO ESPECÍFICA DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A NECESSIDADE DA FORMAÇÃO ESPECÍFICA DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DA EDUVALE Publicação científica da Faculdade de Ciências Sociais aplicadas do Vale de São Lourenço- Jaciara/MT Ano III, Número 05, outubro de

Leia mais

Vani Moreira Kenski USP/SITE As coisas têm outro sentido se as olharmos retrospectivamente. (Morley, M., 2014)

Vani Moreira Kenski USP/SITE As coisas têm outro sentido se as olharmos retrospectivamente. (Morley, M., 2014) Pedagogia em 2044 Vani Moreira Kenski USP/SITE As coisas têm outro sentido se as olharmos retrospectivamente. (Morley, M., 2014) Pedagogia hoje: Para quem? Para que? ÁREAS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL FORMADO:

Leia mais

e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 1 CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 2 CONVERSANDO SOBRE CURRÍCULO Diferentes concepções Conteúdos e competências Sobre aprendizagens Projetos alternativos

Leia mais

COTIDIANO DAS SALAS DE AULA DA SÉRIE INICIAL DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE SOBRE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA DE ENSINO

COTIDIANO DAS SALAS DE AULA DA SÉRIE INICIAL DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE SOBRE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA DE ENSINO COTIDIANO DAS SALAS DE AULA DA SÉRIE INICIAL DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ANÁLISE SOBRE UMA INSTITUIÇÃO PRIVADA DE ENSINO LEITE, Sandra Regina Mantovani UEL sleite@uel.br OLIVEIRA, Daiane Carine S. de UEL

Leia mais

TECNOLOGIAS, EDUCAÇÃO E A CRITICIDADE DIANTE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO

TECNOLOGIAS, EDUCAÇÃO E A CRITICIDADE DIANTE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO Tecnologia, Educação e Inclusão TECNOLOGIAS, EDUCAÇÃO E A CRITICIDADE DIANTE DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO Ângela Maria Oliveira da Cruz Silva Antonilma S. de Almeida Castro (orientadora, Mestre em Educação

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO 2013. DESAFIO PROFISSIONAL Módulo C

EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO 2013. DESAFIO PROFISSIONAL Módulo C EDUCAÇÃO INFANTIL PÓS-GRADUAÇÃO 13 1. ENUNCIADO DESAFIO PROFISSIONAL Módulo C Criança, a Oralidade e a Cultura Escrita Expressão Artística na Educação Infantil Tecnologias Aplicadas a Educação Infantil

Leia mais