A utilização de Mídias Digitais nas práticas pedagógicas: uma experiência em cursos de formação docente

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1 A utilização de Mídias Digitais nas práticas pedagógicas: uma experiência em cursos de formação docente Daniele da Rocha Schneider UFRGS Brasil Sérgio Roberto Kieling Franco UFRGS Brasil Marcelo Magalhães Foohs UFRGS Brasil ABSTRACT The work discusses the importance of the inclusion of digital media as teaching and learning materials in the training courses of teachers. Considering that the previous experience with the use of media enables the appropriation of knowledge and of its technological, pedagogycal and communicational particularities that are applied in the classroom, a methodological approach of the course Media and Digital Technologies in School Spaces, offered in the undergraduate programs at the Federal University of Rio Grande do Sul (UFRGS), is reported. This course was shown to be a diferentiated training that provides oportunities for the future teachers to exchange knowledges and to develop reflections and transformative practices. Key-words: Digital Media, Training of teachers, Pedagogycal Practice RESUMO O trabalho discute a importância da inserção de mídias digitais como material didático-pedagógico nos cursos de formação de professores. Considerando que a experiência prévia com o uso de mídias possibilita a apropriação de conhecimentos e suas especificidades tecnológicas e comunicacionais para aplicação em sala de aula, relata-se a proposta metodológica da disciplina Mídia e Tecnologias Digitais em Espaços Escolares, ofertada nos cursos de licenciatura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Evidenciou-se a disciplina como formação diferenciada que oportuniza aos futuros professores troca de saberes e construção de reflexões e práticas transformadoras. Palavras Chaves Mídias Digitais, Formação de professores, Prática Pedagógica 1. INTRODUÇÃO Educação engloba um processo contínuo de ensinar e aprender. Perpassa os mais variados espaços sociais de interação. Sua intervenção formal e pedagógica acontece na instituição de ensino, desencadeando um complexo processo de ensinoaprendizagem. Esse processo vem evoluindo com o desenvolvimento das tecnologias digitais, evidenciando a necessidade de (re)pensar práticas pedagógicas inovadoras que instiguem e provoquem os estudantes. Um dos desafios da Universidade é possibilitar um diálogo com os assuntos que perpassam a sociedade, envolvendo as tecnologias, pois os estudantes interagem e se comunicam incorporando as inovações tecnológicas. A inserção de disciplinas que problematizem as mídias digitais nos cursos de formação de professores se torna uma alternativa na busca de novas metodologias de ensino que venham a auxiliar os futuros professores na utilização de recursos tecnológicos para elaboração de material didático digital. Pensar o currículo dos cursos de formação de professores com a incorporação das mídias digitais, além de ser uma visão para a realidade, possibilita ao estudante desenvolver um conhecimento diferenciado, vivenciar situações de interação e colaboração. A partir desse contexto, o propósito deste trabalho é apresentar a experiência de utilização de mídias digitais na disciplina Mídia e Tecnologias Digitais em Espaços Escolares, oferecida nos cursos de licenciatura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Inicia-se abordando a relação entre a prática docente e as mídias digitais. A seguir, discute-se o desenvolvimento de conhecimentos a partir das mídias e a experiência implementada da referida disciplina. 2. MÍDIAS DIGITAIS E PRÁTICA DOCENTE A prática pedagógica do professor perpassa por planejamento, implementação, acompanhamento e avaliação do processo ensino-aprendizagem. Essas ações não se alteram em decorrência do avanço, desenvolvimento e incorporação das mídias digitais no contexto educacional, o que muda é a interface. Ao explorar diferentes formas de potencializar a realização de uma aula, complementando a forma tradicional de ensinar, o professor é desafiado a integrar as finalidades da Instituição com o potencial que as mídias digitais apresentam. A necessidade de inserção de recursos tecnológicos em cursos de formação docente já está contemplada nas Diretrizes Curriculares Nacionais para Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior [1]. Destaca-se no artigo 2º, inciso VI, o uso de tecnologias da informação e da comunicação e de metodologias, estratégias e materiais de apoio inovadores [1]. Quanto às instituições que formam, destaca-se no artigo 7º, inciso VI, que as escolas de formação garantirão, com qualidade e quantidade, recursos pedagógicos como biblioteca, laboratórios,

2 videoteca, entre outros, além de recursos de tecnologias da informação e da comunicação [1]. Corroborando com tal proposta, Correia [2] afirma que as tecnologias devem promover o desenvolvimento de competências e habilidades cognitivas básicas dos estudantes, explorando a aprendizagem de uma forma interativa e lúdica, permitindo novos processos educativos, novas experiências, novas descobertas e novas formas de aprender. Competência que, para Perrenoud [9], é cada vez menos técnica, sendo sobretudo lógica, epistemológica e didática. Na cultura contemporânea, observa-se que os processos comunicacionais se complexificam, ocorrendo uma desterritorização. O estudante aprende também fora da sistematização da educação formal. O professor, diante dessa nova realidade da aprendizagem, precisa pensar sua prática pedagógica para além de uma estrutura engessada, aproveitando as diferentes mídias digitais disponíveis. Assim como a tecnologia perpassa a sociedade, ela precisa fazer o mesmo com o currículo da formação de professores. Somente assim será possível pensar uma nova forma de construir conhecimento, transformando teoria em práticas modernas, criativas e inspiradoras. O professor precisa desafiar o estudante a utilizar as mídias digitais para que ele desenvolva habilidades relacionadas à utilização do computador de modo criativo e significativo [8]. É preciso motivar, incentivar a inovação, permitindo a construção de conteúdo próprio. Conforme Freire [3], ensino não é a transferência do conhecimento, mas a criação das possibilidades para a sua produção ou para sua construção. Através da manipulação dos artefatos tecnológicos para o desenvolvimento de atividades, o estudante é levado a conectar assuntos, a compreender, dialogar e construir sua própria aprendizagem. Para Richit [13], o processo de desenvolvimento profissional docente está atrelado às vivências pessoais e profissionais, as quais precisam ser permeadas pelas tecnologias, visando à formação docente. A experiência prévia com o uso de tecnologias possibilita a apropriação de conhecimentos pedagógicos para aplicação em sala de aula. Isso significa a necessidade de manipular e aplicar as mídias digitais em contextos de formação de professores, e não apenas as conhecer. Ao explorar as potencialidades didáticas das mídias digitais em relação aos objetivos do ensino, é possível instigar no estudante o senso crítico, o pensamento hipotético e dedutivo, as faculdades de observação e de pesquisa [9]. Esse trabalho com as mídias, proporciona novas formas comunicacionais, assim como novas metodologias de ensinar e aprender, valorizando a flexibilidade e a colaboração na construção do conhecimento. 3. FORMAÇÃO DOCENTE: DESENVOLVENDO CONHECIMENTOS A PARTIR DAS MÍDIAS DIGITAIS A tecnologia vem se desenvolvendo num ritmo acelerado, alterando as formas de produzir e socializar os conhecimentos e informações. O estudante passou a ter acesso próprio às informações e de diferentes formas atrativas, fato que representa um desafio ao professor. Diante desse cenário, a Universidade não pode ficar alheia ao avanço e às potencialidades pedagógicas que as mídias digitais podem oferecer. Conforme Libâneo [6], as novas exigências educacionais pedem às universidades um novo professor capaz de ajustar sua didática às novas realidades da sociedade, do conhecimento, do aluno, dos meios de comunicação. Da mesma forma, o foco de ensino não pode voltar-se tão somente à tecnologia em si, como ferramenta, pois essa não gera aprendizagem. Ela apenas oferece suporte ao conteúdo, favorecendo o desenvolvimento de estruturas cognitivas que são fundamentais na aprendizagem. O professor que, na sua formação, não tem oportunidade de conhecer e agir sobre determinado recurso tecnológico terá dificuldade de compreender, utilizar, comunicar e criar possibilidades de interação e interatividade nas diferentes etapas do processo ensino-aprendizagem. Mesmo o professor que conhece e interage com os recursos precisa se manter atualizado, considerando a rapidez com que as tecnologias evoluem. Esse processo requer assimilação de novos conhecimentos e acomodação desse novo conhecimento aos esquemas anteriormente desenvolvidos. Para que essa adaptação ocorra, fazse necessário a interação do professor com seu objeto de conhecimento [11], no caso, as mídias digitais. De nada adianta as instituições terem recursos tecnológicos avançados a seu dispor se não são utilizados na formação de futuros professores. A análise, compreensão, decodificação e interatividade sobre o recurso tecnológico faz-se necessária para possibilitar as relações possíveis de serem estabelecidas para o desenvolvimento do conhecimento. A fluência sobre a ferramenta requer do estudante em formação conhecimentos pedagógicos aliados aos conhecimentos tecnológicos. Fluência que envolve não apenas saber como usar ferramentas tecnológicas, mas também saber como construir coisas significativas com essas ferramentas [8]. A fluência é desenvolvida com a utilização, a experimentação e a abstração de seu uso em diversas situações de ensino. Ser fluente tecnologicamente significa conhecer e apropriar-se dos princípios e aplicabilidade das ferramentas. Criar, corrigir, modificar interativamente, compartilhando novos conceitos, funções, programas e ideias [4]. Aplicar de forma sistemática e cientificamente esses conhecimentos, adaptando-os às necessidades do contexto educacional é essencial para problematização das situações-limite, transformando a prática educativa em caminho para a emancipação dos alunos. A inserção das mídias digitais nos cursos de formação de professores viabiliza uma nova configuração do processo didático e metodológico, visando à construção do conhecimento e desenvolvimento cognitivo. O estudante precisa compreender e refletir a partir do acesso, manipulação e análise das informações. Isso requer, por parte do professor, conhecimento de novas formas de aprender e ensinar, assim como de produzir, representar e problematizar o conteúdo [13]. A complementaridade entre o pedagógico e tecnológico vem ao encontro de uma das dez competências que [9] destaca serem fundamentais ao professor: conhecer as possibilidades e dominar os recursos. Esse conhecimento permite aos professores reconhecer, avaliar e tomar decisões em relação à potencialidade de cada ferramenta em virtude dos objetivos e dos conteúdos a

3 serem propostos aos estudantes. Implica a organização (planejamento) e diálogo em torno dos problemas (implementação) e reflexão compartilhada acerca das soluções encontradas (avaliação). O conhecimento das possibilidades da ferramenta tecnológica viabiliza a implementação de atividades relevantes pedagogicamente e contribui para a melhoria da qualidade do ensino. Sendo a aprendizagem um processo sempre em construção, a criação de condições de integração da tecnologia à formação docente perpassa de um conhecimento para outro mais complexo. Essas releituras das possibilidades são necessárias ao professor para que ele coloque em cheque seu modo de pensar e, a partir desse desequilíbrio, produza uma nova possibilidade pedagógica, confrontando certezas anteriores. Esse processo contínuo de modificações de ações e pensamentos vai aperfeiçoando o conhecimento do professor sobre as potencialidades imbricadas em cada recurso tecnológico, o qual ocorre por meio de um duplo movimento de assimilação às estruturas e acomodação dessas ao real [11]. A experiência do aprender fazendo é essencial para que o estudante em formação utilize as interfaces de comunicação como potencializadoras de problematizações, questionamentos, confronto de ideias e soluções. Na maioria das situações, o agir do estudante diante do recurso tecnológico provoca desconforto, desequilíbrio que é provocado pelo desconhecido. Esse fato para Piaget desencadeia a construção do conhecimento. A interação com o objeto provoca sucessivas transformações no pensar e agir (transformações de esquemas), e essas reelaborações de pensamentos resultam de processos de equilibração majorante que vão tentar estabilizar os desequilíbrios provocados pelo objeto [12]. Esse reequilíbrio não necessariamente é o retorno ao estado anterior, e sim a um mais elaborado que enriquece o processo. Ao incorporar o recurso tecnológico aos seus esquemas, os mesmos se ajustam às características do sujeito e transformam-se, caracterizando o progresso do estudante no entendimento de determinada situação, a partir de um conflito cognitivo por ele anteriormente instalado. O estudante tem possibilidade de construir seu conhecimento ao agir sobre as mídias digitais, retirar informações desse objeto (abstração empírica) e aplicar as próprias conclusões sobre sua ação (abstração reflexiva) a diferentes etapas do processo ensino-aprendizagem. Ao refletir sobre determinada possibilidade didática diante de um recurso digital, está agindo sobre o objeto a partir da experimentação e retira dessa ação informações, possibilitando em determinados momentos a realização de abstrações reflexionantes. Em determinados momentos, a abstração empírica é suficiente para dar continuidade ao processo ensinoaprendizagem. No entanto, o desafio do estudante em formação é chegar a realizar abstrações reflexionantes sobre as inúmeras possibilidades que as mídias digitais têm a oferecer para potencializar uma prática pedagógica. Discutir a incorporação de mídias digitais nos cursos de formação de professores, fazendo proposições do ponto de vista concreto do sistema didático, implica compreender e avançar em termos de ensino-aprendizagem. Nesse sentido, relata-se na próxima seção a experiência de uma disciplina na qual o estudante em formação tem a possibilidade de agir sobre o objeto (mídia digital), transformá-lo, modificá-lo, adaptá-lo a sua área de conhecimento e entender essa ação através da experiência, construindo, assim, conhecimento sobre a mídia digital. 4. O CASO DA DISCIPLINA MÍDIA E TECNOLOGIAS EM ESPAÇOS ESCOLARES Mídia e Tecnologias Digitais em Espaços Escolares se constitui em uma disciplina eletiva, de caráter teórico-prático, ofertada para os cursos de licenciatura da UFRGS. Com carga horária de 30 horas, tem como objetivo estudar os processos pedagógicos da mídia e das tecnologias digitais e suas implicações/relações no que diz respeito ao ensino e aprendizagem escolar. Especificamente para esse estudo, utilizou-se como referência a edição implementada no 1º semestre de As aulas semanais foram desenvolvidas no laboratório de informática, intercalando atividades teóricas e práticas. A articulação entre teoria e prática possibilita o desenvolvimento investigativo, que é essencial para o uso pedagógico dos recursos audiovisuais e digitais em espaços escolares. A tabela 1 resume os conteúdos e ações desenvolvidas ao longo do semestre, na disciplina. Tabela 1: Conteúdos desenvolvidos na disciplina Mídia e Tecnologias Digitais em Espaços Escolares 2014/2 Conteúdo Oficina Weebly Princípios de Educomunicação Análise de vídeo: ícones, índices, símbolos, verossimilhança, atos de fala e formação de subsunçores Teorias do processo de ensino/aprendizagem Alfabetização visual e análise de material didático digital Ações realizadas O Weebly é uma ferramenta que possibilita a criação de sítios Web. Como base para hospedagem de todos os materiais digitais criados ao longo da disciplina, a oficina oportuniza o cadastro e conhecimento dos recursos básicos da ferramenta. A partir de textos disponibilizados e um fórum de discussão, problematizase questões relacionadas ao conceito de Educomunicação, sua aplicabilidade, seus entraves, possíveis soluções e sua influência na preparação de materiais didáticos. A partir do vídeo Ilha das Flores problematiza-se questões teóricas relacionadas à semiótica, atos de fala, ícones, símbolos, índices e a formação de subsunçores. Através de uma exposição dialogada, discute-se teorias do processo ensinoaprendizagem (Piaget, Vygotsky, Ausubel, Albert Bandura). Na sequência, realiza-se questionamentos, através de um fórum, sobre a influência dessas teorias no planejamento e elaboração de materiais didáticos. A partir de textos indicados, problematiza-se a importância da alfabetização visual e a teoria da carga cognitiva na produção de material

4 Roteiro: argumento, cenas e enquadramentos Elaboração do roteiro e filmagens Oficina Windows Movie Maker Edição dos vídeos Oficina Webquest Oficina de Histórias em quadrinhos ou fotonovela Construção final do site no Weebly Apresentação/defesa do material didático criado educacional digital. Como atividade relacionada, os alunos analisam sítios web de escolas disponíveis na Internet. Discussão teórica sobre os elementos de um roteiro. Escolha de grupos para definição de um roteiro de filmagem. Disponibilização de exemplos de roteiros para conhecimento dos estudantes, assim como discussão relacionada ao processo de consentimento livre e esclarecido. Elaboração, por parte dos alunos, de um roteiro relacionado à temática a ser desenvolvida na elaboração de material didático. Apresentação do editor de vídeo Movie Maker e seus recursos de edição. Período disponibilizado aos estudantes para implementarem as gravações dos roteiros elaborados e editarem os vídeos conforme necessidade. Apresentação da Webquest como uma metodologia de pesquisa orientada da Web. Elaboração por parte dos alunos de uma Webquest relacionada à temática escolhida para posterior inserção na Weebly. Exploração de diversos programas que possibilitam a criação de uma história em quadrinhos. Criação de uma história em quadrinhos relacionada ao tema de cada estudante. Inserção de todos os objetos de aprendizagem criados ao longo da disciplina na Weebly e configuração final da mesma. Compartilhamento do conteúdo da Weebly com o grupo e discussão do processo de desenvolvimento de todas as etapas do objeto de aprendizagem. Ao trabalhar princípios da Educomunicação, teorias do processo ensino-aprendizagem, alfabetização visual, criação de sites, edição de vídeos, elaboração de Webquest e criação de histórias em quadrinhos, o professor inter-relaciona a teoria com a implementação prática dos recursos digitais para elaboração de material didático. A disciplina se torna um subsídio aos futuros professores no decorrer de sua formação docente considerando a metodologia utilizada. Por exemplo, a preparação para gravação e edição de vídeos. O estudante primeiro estuda e identifica aspectos, como ícones, índices, símbolos, verossimilhança, atos de fala e formação de subsunçores. Da mesma forma lhe é apresentado os elementos de um roteiro assim como exemplos. A partir dessa fundamentação teórica, elabora o próprio roteiro, realiza a filmagem e faz a edição do material, quando necessário. O professor em formação precisa vivenciar essa possibilidade de desenvolver um conteúdo didático mais interativo, envolvendo imagens, sons, textos, vídeos para que reconheça o potencial desses recursos digitais para sua prática pedagógica futura. Isso se torna essencial, considerando que o aluno, hoje, chega à escola conhecendo e utilizando diferentes recursos digitais. O professor, nesse sentido, precisa estar minimamente preparado para fazer a transposição técnica ou instrumental para o uso didático das ferramentas digitais [7]. A escolha de um tema único, como base para desenvolver os objetos de aprendizagem propostos na disciplina, possibilitou ao aluno visualizar que o conteúdo didático pode conter diversas mídias (auditivas, visuais, sonoras) de forma a flexibilizar o aprendizado, respeitando os estilos de aprendizagem e a diversidade dos estudantes. Mais uma situação estudada na teoria e visualizada no desenvolvimento da própria disciplina. As atividades propostas, além de utilizarem diferentes mídias, desafiaram o estudante, estimulando-o a pesquisar, estudar e ser autor e coautor na elaboração de um material didático. Conforme Levy [5], todo conhecimento é mais facilmente apreendido e retido quando a pessoa se envolver mais ativamente no processo de aquisição de conhecimento.. Houve dificuldades tanto técnicas quanto teóricas que foram problematizadas e sanadas com muito diálogo e cooperação entre os participantes. No decorrer da disciplina, as discussões enfatizam as possibilidades didáticas das diferentes mídias e a necessidade de planejamento para escolha das que realmente agregassem inovação e a possibilidade de construção do conhecimento em sala de aula. As mídias digitais se constituem num agente de mudança educacional a partir do momento que forem implementadas com o objetivo de estimular e favorecer o desenvolvimento cognitivo dos alunos, levando a autonomia dos mesmos. Fato que requer professores com boa formação. A tabela 2 mostra a relação de alguns endereços de materiais didáticos desenvolvidos pelos estudantes na disciplina. Tabela 2: Endereço dos materiais desenvolvidos. Temática A Ditadura do Relógio Ensino de Japonês O ser brincante Transito com segurança Aprender é muito legal Jogos, Mídias e Educação Brincares Como seria se eu fosse INDIO? O mito da caverna Croácia na Copa Obesidade Infantil A Escola ideal Poéticas em teatro URL

5 A turma é composta por estudantes de diferentes licenciaturas, justificando, assim, as temáticas diferenciadas. Essa diversidade de temas (Figura 1) enriquece o processo educacional, e o seu compartilhamento com o grupo amplia a aprendizagem, valorizando ainda mais a trajetória desenvolvida na disciplina. A partir dos trabalhos desenvolvidos, os estudantes são incentivados a se inscreverem em eventos locais, a exemplo do Salão de Ensino que se constitui num espaço de diálogo, divulgação de práticas e experiências e discussão das produções acadêmico-científicas da UFRGS. Ação que incentiva os estudantes a manterem o interesse pelo desenvolvimento de materiais digitais e compartilhamento dos mesmos para serem utilizados em situações pedagógicas, contribuindo, assim, com a qualificação da formação na Universidade. E, desse modo, a disciplina, ofertada a cada semestre, contribui com a formação de futuros professores, propiciando embasamento teórico e prático necessário à formação de novas gerações já imersas no mundo digital. familiarizem com diversas possibilidades metodológicas. As variadas formas de comunicação e linguagens utilizadas na disciplina potencializou a articulação entre conteúdo e método, alcançando a efetividade dos objetivos propostos. Os alunos, a partir da autonomia a eles concedida, escolheram uma temática relacionada a sua área de formação e criaram materiais digitais a partir da base teórica problematizada em aula. O desenvolvimento foi gradativo a partir de açõesreflexões-ações, que envolveram atividades cognitivas relacionadas à interatividade e à aplicação do conhecimento. Ressalta-se, assim, a importância dessa disciplina para a formação de professores, considerando que oportuniza troca de saberes e construção de reflexões e práticas transformadoras. 6. REFERÊNCIAS [1] BRASIL. Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP 1, de 18 de fevereiro de Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação de Professores da Educação Básica, em nível superior, curso de licenciatura, de graduação plena. Resolução CNE/CP 01/2002. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/ CP pdf>. Acesso em: 24 jul [2] CORREIA, S. Inteligência Emocional e Robótica na Educação. Revista Perspectiva, Disponível em: <http://bica.imagina.pt/2008/inteligencia-emocional-erobotica-na-educacao/>. Acesso em: 07 jun [3] FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, Figura 1: Interface de alguns dos materiais didáticos desenvolvidos. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS A inserção de mídias digitais como ferramenta pedagógica nos cursos de formação de professores faz-se necessária diante da função sócio-educacional que tais mídias vêm desenvolvendo na educação. Com os avanços tecnológicos, surgem novas possibilidade de construção do conhecimento que demandam um novo perfil de professor. Perfil que começa a se delinear a partir dos cursos de formação de professores. Considerando que a experiência prévia com o uso de mídias digitais possibilita a apropriação de conhecimentos e o desenvolvimento cognitivo, a disciplina Mídia e Tecnologias em Espaços Escolares contribuiu para a formação de futuros professores a partir da integração das tecnologias em situações de aprendizagem. As atividades desenvolvidas ao longo da disciplina proporcionaram para além da instrumentalização de conhecimentos técnicos, momentos interativos e comunicativos, desafiando a autoria e a autonomia do estudante. A formação em relação à tecnologia, ao ser vinculada à base teórica apresentada aos licenciandos, possibilita a eles se [4] KAFAI, Y. et al. Being Fluent with Information Technology, Disponível em: <http://www.nap.edu/catalog/6482.html>. [5] LÉVY, P. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Editora 34, [6] LIBÂNEO, J. C. Adeus professor, adeus professora? novas exigências educacionais e profissão docente. São Paulo: Cortez, [7] MERCADO, L. P. L. (org). Experiências com tecnologia de informação e comunicação na educação. Maceió: EDUFAL, [8] PAPERT, S.; RESNICK, M. Technological Fluency and the Representation of Knoledge. Proposal to the National Science Foundation. MIT MediaLab, [9] PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 2000.

6 [10] PIAGET, J e GRÉCO, P. Aprendizagem e conhecimento. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, [11] PIAGET, J. Biologia e Conhecimento. 2 ª Ed. Vozes : Petrópolis, [12] PIAGET, J; INHELDER, B. Da Lógica da Criança à Lógica do Adolescente. São Paulo: Pioneira, [13] RICHIT, A. Tecnologias digitais em educação: perspectivas teóricas e metodológicas sobre formação e prática docente. 1 ed. Curitiba, PR:CRV, [14] SOUSA, R. P.; MIOTA, F.M.C.S.C.; CARVALHO, A.B.C. org. Tecnologias digitais na educação [online]. Campina grande: EDUEPB, Disponível em: books.scielo.org/id/6pdyn/pdf/sousa pdf. Acesso em: 25 jul

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