Processo de gerenciamento de capacidade

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Processo de gerenciamento de capacidade"

Transcrição

1 Processo de gerenciamento de capacidade O fornecimento da capacidade exigida para processamento e armazenamento de dados é tarefa do gerenciamento de capacidade. Isso é feito para que o provimento desta capacidade não venha de uma definição tomada às pressas, sem planejamento, fazendo com que seja compensador quanto ao custo. Quando se leva em consideração que muitos data centers, com elevado número de servidores, operam, por exemplo, com 20% ou menos da capacidade, pode-se afirmar que muito dinheiro está sendo desperdiçado na provisão de serviço. Segundo o Office of Government Commerce (OGC) (2006), o gerenciamento de capacidade trata das seguintes questões: O valor de compra da capacidade de processamento pode ser justificado levando-se em conta as exigências do negócio? A capacidade de processamento é utilizada de modo eficiente (custo x capacidade)? A capacidade atual de processamento atende as demandas presentes e futuras do cliente (oferta x demanda)? A capacidade de processamento disponível está funcionando ao máximo com eficiência (ajuste do desempenho)? Quando a capacidade adicional deverá ser disponibilizada exatamente? Há conhecimento de que capacidade de TI será necessária futuramente e quando? Importante: Para que o objetivo do gerenciamento de capacidade possa ser desenvolvido, é necessário um relacionamento próximo

2 ao negócio, aos processos de negócio e à estratégia de TI. Por este motivo, processo de gerenciamento de capacidade pode ser visto como reativo, que visa a medir e melhorar, e proativo, que visa a analisar e prever. Alguns conceitos do gerenciamento de capacidade merecem um destaque, tais como: a. gerenciamento do desempenho: aperfeiçoa o desempenho da infraestrutura de TI através de ajustes, mensuração e monitoração dos componentes de infraestrutura; b. modelagem: determina melhores soluções e estabelece exigências de capacidade através de tendências, simulações ou modelos analíticos; c. dimensionamento da aplicação: determinação da carga de trabalho futura prevista, além da definição da capacidade de hardware (neste caso considera-se rede) necessário para suportar novos serviços ou serviços modificados; d. planejamento da capacidade: criação de um plano de capacidade, através da utilização de cenários, para atender a demanda esperada pelos serviços de TI. Esse plano deve estar baseado em uma avaliação da situação atual, bem como de uma previsão de utilização da infraestrutura de TI. Objetivos O gerenciamento de capacidade tem por objetivo fazer o provimento de capacidade de recursos de TI, adequadas às necessidades atuais e futuras do negócio, com custo justificável (preço razoável) e de acordo com os prazos. Esse processo tem papel fundamental na determinação das defesas do custo e dos retornos de investimentos. O gerenciamento de capacidade deve produzir, e manter, um plano de capacidade que reflita as necessidades atuais e futuras do negócio, garantindo com isso que as metas para

3 níveis de desempenho sejam atingidas, ou, se possível, superadas. O apoio a diagnósticos e resolução de incidentes e problemas, relacionados com capacidade, deve ser fornecido. Além disso, deve ser feito um levantamento dos impactos que as mudanças no plano de capacidade possam causar, bem como desempenho e capacidade de recursos e serviços. Com todos esses aspectos sendo tratados, pode-se afirmar que haverá uma redução de riscos associados aos serviços existentes, pois há uma administração eficiente. A redução dos custos é visível, pois todo investimento é feito sem pressa, ou seja, na hora certa, sem pressionar o processo de compras e com compras refletindo a realidade que se precisa, não indo além da necessidade e sem equipamentos com capacidade exagerada. Com relação aos serviços novos e/ou modificados, o processo possibilita um conhecimento do impacto dos mesmos sobre os serviços existentes. Isso tudo só vem a melhorar o relacionamento da organização com clientes e fornecedores, pois prevê as exigências do usuário e organiza os acordos com os fornecedores, tais como compra, entrega, manutenção, etc. O processo Com o passar do tempo, a facilidade de aquisição de hardware, devido ao preço mais acessível, fez com que algumas organizações, sem levar em consideração o gerenciamento de capacidade, comprassem um hardware com excesso de capacidade. Este tipo de comportamento é responsável pelo alto grau de risco e custo, fazendo com que a gestão de um data center se torne mais problemático que o próprio hardware existente nele.

4 Com auxílio do gerenciamento de capacidade, a organização evitará investimentos desnecessários, impedindo surpresas e compras precipitadas. Assim, os recursos são utilizados de forma mais equilibrada. Além disso, esse processo ajuda a coordenar as capacidades, garantindo que os elevados investimentos que forem realizados sejam utilizados de modo eficiente. Como a infraestrutura de TI é muito complexa, a dependência da capacidade com relação aos componentes de TI só tende a aumentar, exigindo cada vez mais da infraestrutura para que os níveis de serviços acordados com o cliente sejam atendidos. Atividades do gerenciamento de capacidade A figura a seguir ilustra as principais atividades do gerenciamento de capacidade: O gerenciamento de capacidade possui três subprocessos, nos quais se pode considerar a capacidade:

5 a. gestão da capacidade do negócio: garante que as necessidades futuras do negócio sejam consideradas, planejadas e atendidas em tempo apropriado. Isso pode ser feito através de análise de tendências, previsões e modelagens. O foco está nas necessidades atuais e futuras do negócio; b. gestão da capacidade de serviços: gerencia o desempenho dos serviços de TI em operação. São suas responsabilidades garantir, monitorar e reportar os níveis de desempenho definidos nos acordos de nível de serviço (SLA) e nos requisitos de nível de serviço (SLR). Seu foco está nos serviços atuais suportados pelo negócio; c. gestão da capacidade de recursos: monitora e reporta os níveis de desempenho, individuais, dos recursos (componentes) de infraestrutura de TI. Seu foco está na tecnologia responsável por sustentar toda a provisão de serviços. Dados de saída Plano de capacidade Banco de dados de capacidade Referências e perfis Limiares e alarmes Relatórios de capacidade Recomendações sobre nível de serviço Recomendações sobre custeamento e cobrança Mudanças proativas Aperfeiçoamentos no serviço Programações operacionais revistas Revisões de eficiência Relatórios de auditoria Como visto nesta leitura, o processo de gerenciamento de capacidade deve assegurar que a capacidade da infraestrutura de TI esteja alinhada com as necessidades de negócio. Esse processo deve não só desenvolver e manter um plano de capacidade que reflita as necessidades atuais e futuras do negócio, como também garantir medidas proativas para melhorar o desempenho, quando justificável financeiramente. Referência OFFICE OF GOVERNMENT COMMERCE (OGC). Introdução ao ITIL.

6 Norwich: OGC, Autores: Miguel Garcia Junior e Rodrigo Santana

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições regimentais,

O PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 24ª REGIÃO, no uso de suas atribuições regimentais, PORTARIA TRT/GP/DGCA Nº 38/2016 Define a Política de Gerenciamento da Central de Serviços de Tecnologia da Informação e Comunicações do Tribunal Regional do Trabalho da 24ª Região. O PRESIDENTE DO TRIBUNAL

Leia mais

Eficiência e Eficácia

Eficiência e Eficácia Eficiência e Eficácia Desempenho das Organizações A eficiência é determinante da eficácia: caso haja recursos disponíveis, e estes forem utilizados corretamente, a probabilidade de atingir os objetivos

Leia mais

PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia

PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06. Prof.: Franklin M. Correia 1 PRINCÍPIOS DA ENGENHARIA DE SOFTWARE- AULA 06 Prof.: Franklin M. Correia NOS CAPÍTULOS ANTERIORES... Atividades de Gerenciamento Planejamento de Projetos Programação de Projeto O QUE TEMOS PARA HOJE!!

Leia mais

Projeto Físico e Lógico de Redes de Processamento. Kleber A. Ribeiro

Projeto Físico e Lógico de Redes de Processamento. Kleber A. Ribeiro Projeto Físico e Lógico de Redes de Processamento Kleber A. Ribeiro Um pouco sobre o PMI PMI - Project Management Institute PMI Instituição internacional sem fins lucrativos criada em 1969 Desenvolve normas,

Leia mais

Introdução a Sistemas de Informação

Introdução a Sistemas de Informação Introdução a Sistemas de Informação Orivaldo Santana Jr A partir de slides elaborados por Ivan G. Costa Filho, Fernando Fonseca & Ana Carolina Salgado Graduação 1 Introdução Sistema de Informação (SI)

Leia mais

Serviços Financeiros - A visão da nova tecnologia

Serviços Financeiros - A visão da nova tecnologia Serviços Financeiros - A visão da nova tecnologia Ofertas em tempo real para os clientes faz com que os bancos busquem as tecnologias que emergem do compartilhamento de informações. Apresento a tecnologia

Leia mais

MANUAL RISCO DE LIQUIDEZ

MANUAL RISCO DE LIQUIDEZ MANUAL DE RISCO DE LIQUIDEZ ANO 2013 COOPERATIVA DE ECONOMIA 1 E CRÉDITO MÚTUO CECREB 1. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL - Diretoria Define as Regras de Operacionalização. - Gerência Executa as determinações

Leia mais

BIG DATA Business Analytics Alexandre Massei

BIG DATA Business Analytics Alexandre Massei Filme BIG DATA Business Analytics Alexandre Massei almassei@gmail.com » A quantidade de informação gerada hoje pelos sistemas de informação dobra a cada 14 meses!» 90% dos dados no mundo hoje foram criados

Leia mais

ISO 9000 e ISO 14.000

ISO 9000 e ISO 14.000 DISCIPLINA: QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFESSORA: ALEXSANDRA GOMES PERÍODO: 3º PERÍODO CARGA HORÁRIA: 60 HORAS ISO 9000 e ISO 14.000 ISO 9000 A expressão ISO 9000 designa um grupo de normas técnicas

Leia mais

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5

Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 Sumário Introdução, 1 Parte I Dimensões do Uso de Tecnologia de Informação, 5 1 Direcionadores do Uso de Tecnologia de Informação, 7 1.1 Direcionadores de mercado, 8 1.2 Direcionadores organizacionais,

Leia mais

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL

O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL O PROCESSO DE AVALIAÇÃO PROFISSIONAL Carmen Leite Ribeiro Bueno* A Avaliação Profissional tem como objetivo geral auxiliar o indivíduo em seu desenvolvimento pessoal e profissional, utilizando sistematicamente

Leia mais

Business Case (Caso de Negócio)

Business Case (Caso de Negócio) Terceiro Módulo: Parte 5 Business Case (Caso de Negócio) AN V 3.0 [54] Rildo F Santos (@rildosan) rildo.santos@etecnologia.com.br www.etecnologia.com.br http://etecnologia.ning.com 1 Business Case: Duas

Leia mais

S12 - Software e Engenharia de Software

S12 - Software e Engenharia de Software S12 - Software e Engenharia de Software ENGENHARIA DE SOFTWARE PRESSMAN, 2011 Gilberto Wolff UTFPR Introdução Introdução Introdução Introdução Busquem respostas para: 1. Há diferença entre Software e Programa?

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação UNIDADE VIII Auditoria em Informática Professor : Hiarly Alves www.har-ti.com Fortaleza - 2014 Tópicos Noções gerais de auditoria na empresa em SI Conceito de auditoria Etapas do processo de auditoria

Leia mais

Introdução aos Princípios da Gestão Empresarial

Introdução aos Princípios da Gestão Empresarial Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Unidade Curricular Gestão Empresarial ADS 2 M/N Introdução aos Princípios da Gestão Empresarial

Leia mais

Projeto para a Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas (UNASUL)

Projeto para a Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas (UNASUL) SECRETÁRIA-GERAL DA UNASUL Ficha para a identificação de Iniciativas Conjuntas da UNASUL (PIC-UNASUL) I Nome do projeto: Implementação do Banco de Preços de Medicamentos da União das Nações Sul-americanas

Leia mais

7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos

7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos 7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos 1 Introdução Sub-Comitê de Gestão de Riscos (nov 2004) Motivação: O fortalecimento do Conselho

Leia mais

Sistema da Gestão da Qualidade. Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original

Sistema da Gestão da Qualidade. Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original Sistema da Gestão da Qualidade Agradecimentos ao Prof. Robson Gama pela criação da apresentação original 1 CONCEITO QUALIDADE O que é Qualidade? 2 Qualidade Conjunto de características de um objeto ou

Leia mais

1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia. LOCAL: Recife-PE 22/11/2013

1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia. LOCAL: Recife-PE 22/11/2013 DIVISÃO DE CONSULTORIA 1º SEMINÁRIO: Gestão Estratégica para Departamentos Jurídicos e Escritórios de Advocacia LOCAL: Recife-PE 22/11/2013 TEMA DA PALESTRA: Gestão de Fluxos de Trabalho e Indicadores

Leia mais

DIREÇÃO GERAL DE REFORMAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

DIREÇÃO GERAL DE REFORMAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO DIREÇÃO GERAL DE REFORMAS E SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ESTRUTURA Direção de Serviço de Reformas Cargo Função Técnico Diretor de Serviço Dirigir e enquadrar os projetos de modernização e reforma no âmbito do

Leia mais

EUS CTIS END USER SUPPORT. case eus ctis

EUS CTIS END USER SUPPORT. case eus ctis 01 EUS CTIS END USER SUPPORT case eus ctis 01 TELESSERVIÇOS/TELEMARKETING Prestação de telesserviços (telemarketing) no atendimento e suporte operacional e tecnológico aos produtos, serviços e sistemas

Leia mais

Manual de Gerenciamento de Risco de Liquidez

Manual de Gerenciamento de Risco de Liquidez Manual de Gerenciamento de Risco de Liquidez Novembro 2015 1. Introdução Este manual de gerenciamento de risco de liquidez foi criado pela equipe da Spectra Investimentos e visa atender os requerimentos

Leia mais

PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS

PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS PLANO DE ATUALIZAÇÃO E MANUTENÇÃO DOS EQUIPAMENTOS 1. INTRODUÇÃO A Faculdade Fleming dispõe atualmente de infraestrutura de Tecnologia da Informação com rede de computadores que interliga em torno de 300

Leia mais

Demonstração Internacional da Plataforma de informações de tráfego e de trânsito

Demonstração Internacional da Plataforma de informações de tráfego e de trânsito Demonstração Internacional da Plataforma de informações de tráfego e de trânsito As grandes cidades e áreas metropolitanas encaram o aumento da demanda nos sistemas de transportes, especialmente nas regiões

Leia mais

Genersys. Gestão de Riscos em Ativos - GRA. Gestão de Ativos. Operação e Manutenção. Camaçari, 13/05/2016. Slide 1.

Genersys. Gestão de Riscos em Ativos - GRA. Gestão de Ativos. Operação e Manutenção. Camaçari, 13/05/2016. Slide 1. Genersys Gestão de Ativos Operação e Manutenção Gestão de Riscos em Ativos - GRA Camaçari, 13/05/2016 Full power ahead Slide 1 Agenda 01 02 03 04 05 Introdução Ciclo de Gestão de Risco Ferramenta de Suporte

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental da PREVI

Política de Responsabilidade Socioambiental da PREVI 1.1. A PREVI, para o cumprimento adequado de sua missão administrar planos de benefícios, com gerenciamento eficaz dos recursos aportados, buscando melhores soluções para assegurar os benefícios previdenciários,

Leia mais

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador

Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como processo Sintetizador Criação do Conhecimento como Processo Sintetizador Coleta de informações publicadas e não publicadas Coleta de informações externas Coleta de informações

Leia mais

Simulado "1.Introdução"

Simulado 1.Introdução Pá gina 1 de 7 Simulado "1.Introdução" Simulado do PMI por Antônio Augusto 17 de March de 2012 Pá gina 2 de 7 Disciplinas e temas deste simulado 01 - Introdução ao gerenciamento de projetos (3 questões)

Leia mais

Documento Especificação de Requisitos da Ferramenta de construção de Modelos de Casos de Uso.

Documento Especificação de Requisitos da Ferramenta de construção de Modelos de Casos de Uso. Documento Especificação de Requisitos da Ferramenta de construção de Modelos de Casos de Uso. Objetivo: Construção de uma ferramenta capaz de auxiliar a construção de modelos de casos de uso de sistemas,

Leia mais

Governança em TI na UFF. Modelo de Gestão da STI. Henrique Uzêda

Governança em TI na UFF. Modelo de Gestão da STI. Henrique Uzêda Governança em TI na UFF Modelo de Gestão da STI Henrique Uzêda henrique@sti.uff.br 2011-2013 Universidade Federal Fluminense 122 cursos de graduação e 359 de pós-graduação ~ 45.000 alunos de graduação

Leia mais

Documento de Arquitetura de Software- SGE

Documento de Arquitetura de Software- SGE Documento de Arquitetura de Software- SGE IFG Autor: Marcelo Roldrin Barros Silva 1. Introdução 1.1 Finalidade Este documento oferece uma visão geral arquitetural abrangente do sistema SGE (Sistema de

Leia mais

Metodologias de PETI. Prof. Marlon Marcon

Metodologias de PETI. Prof. Marlon Marcon Metodologias de PETI Prof. Marlon Marcon PETI O PETI é composto de: Planejamento Estratégico da organização, que combina os objetivos e recursos da organização com seus mercados em processo de transformação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA 1. Número e Título do Projeto: OEI BRA/09/004 - Aprimoramento da sistemática de gestão do Ministério da Educação

Leia mais

GESTÃO DE PROCESSOS E OPERAÇÕES

GESTÃO DE PROCESSOS E OPERAÇÕES GESTÃO DE PROCESSOS E OPERAÇÕES Guia da Disciplina Informações sobre a Disciplina A Administração de Operações ou Administração da Produção é a função administrativa responsável pelo estudo e pelo desenvolvimento

Leia mais

Unidade: Pesquisa Operacional e a Tomada de

Unidade: Pesquisa Operacional e a Tomada de Unidade: Pesquisa Operacional e a Tomada de Unidade I: Decisão 0 Unidade: Pesquisa Operacional e a Tomada de Decisão Pesquisa Operacional é um ramo da ciência administrativa que fornece instrumentos para

Leia mais

SERVIÇOS DE CONSULTORIA

SERVIÇOS DE CONSULTORIA SERVIÇOS DE CONSULTORIA Apresentação Ao longo de 16 anos de atuação no mercado, viemos acompanhando a evolução das necessidades de evolução dos negócios de nossos clientes, e a evolução das necessidades

Leia mais

Projeto para Implantação de um Novo Curso de Mestrado em uma Instituição de Ensino Superior.

Projeto para Implantação de um Novo Curso de Mestrado em uma Instituição de Ensino Superior. Projeto para Implantação de um Novo Curso de Mestrado em uma Instituição de Ensino Superior. PLANO GERAL DO PROJETO 1. INTRODUÇÃO Com a entrada em vigor da Lei 9.394/96 Lei de Diretrizes e Bases da Educação

Leia mais

Logística de Suprimentos

Logística de Suprimentos Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@ifsp.edu.br Mestre em Engenharia de Produção Introdução No passado, muitas empresas consideraram os suprimentos como uma área da empresa que se limitava a enviar

Leia mais

Padrão de Vencimento. João Pessoa, de maio de Cargo

Padrão de Vencimento. João Pessoa, de maio de Cargo INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA FICHA DE INSCRIÇÃO Curso: Excelência na Prestação de Serviços na Administração Pública Módulo I Excelência no Relacionamento e Atendimento

Leia mais

Rabobank International Brazil

Rabobank International Brazil Rabobank International Brazil Política de Gerenciamento de Capital Resolução 3.988/2011 Conteúdo 1. Introdução... 3 Patrimônio de Referência Exigido (PRE)... 3 2. Princípios... 4 3. Papéis e Responsabilidades...

Leia mais

Prémio Floresta e Sustentabilidade 2016

Prémio Floresta e Sustentabilidade 2016 Prémio Floresta e Sustentabilidade 2016 Formulário de Candidatura Categoria Sustentabilidade Florestal Iniciativa desenvolvida pela CELPA em associação com o Correio da Manhã e o Jornal de Negócios, com

Leia mais

PLANO DE CURSO RESUMIDO

PLANO DE CURSO RESUMIDO PLANO DE CURSO RESUMIDO CURSO Assistente de planejamento e controle de produção CBO 7842-05 CÓD.SGE 013.861 MODALIDADE Qualificação Profissional Básica ÁREA TECNOLÓGICA Gestão CARGA HORÁRIA 180 horas ITINERÁRIO

Leia mais

Soluções & Infraestrutura

Soluções & Infraestrutura Soluções & Infraestrutura Somos SBR-T.I. surgiu para suprir a demanda e necessidade atual do mercado para garantir a adequação das tecnologias para alcançar mais competitividade no mercado. Estruturada

Leia mais

ESCLARECIMENTO I. Em relação a questionamento formulado por empresa interessada em participar da licitação em referência, informamos o que segue:

ESCLARECIMENTO I. Em relação a questionamento formulado por empresa interessada em participar da licitação em referência, informamos o que segue: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SOBSECRETARIA DE ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS COORDENAÇÃO GERAL DE COMPRAS E CONTRATOS PREGÃO 28/2011 SRP ESCLARECIMENTO I Em relação a questionamento formulado por empresa interessada

Leia mais

Certificação ISO no

Certificação ISO no Certificação ISO 27001 no Instituto t de Informática, I.P. (MTSS) 30-11-2010 1 Agenda O Instituto t de Informática, I.P.; Sistema de Gestão Integrado (ISO 9001, 27001, 20000) Manutenção da Certificação

Leia mais

Planejamento e Controle da Produção I

Planejamento e Controle da Produção I Planejamento e Controle da Produção I Atividades do Prof. M.Sc. Gustavo Meireles 2012 Gustavo S. C. Meireles 1 Introdução Sistemas produtivos: abrange produção de bens e de serviços; Funções básicas dos

Leia mais

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCOS BANCO ABN AMRO S.A. Setembro de 2013

RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCOS BANCO ABN AMRO S.A. Setembro de 2013 RELATÓRIO SOBRE A GESTÃO DE RISCOS BANCO ABN AMRO S.A. Setembro de 2013 SP Rua Leopoldo Couto de Magalhães Júnior, 700, 4º andar Itaim Bibi São Paulo SP CEP: 04542000 Tel: (11) 30737400 Fax: (11) 30737404

Leia mais

Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira

Gestão Estratégica A BATALHA DE KURSK. Aula 6 Estratégia Competitiva. Prof. Dr. Marco Antonio Pereira Gestão Estratégica Aula 6 Estratégia Competitiva Prof. Dr. Marco Antonio Pereira marcopereira@usp.br A BATALHA DE KURSK 1 Modelo de Porter As 5 forças Competitivas Estratégias Genéricas Propósito da Empresa

Leia mais

Introdução à Ciência da Computação

Introdução à Ciência da Computação 1 Universidade Federal Fluminense Campus de Rio das Ostras Curso de Ciência da Computação Introdução à Ciência da Computação Professor: Leandro Soares de Sousa e-mail: leandro.uff.puro@gmail.com site:

Leia mais

NOME DA AÇÃO EDUCACIONAL. Curso: Gestão de Riscos na Administração Pública - T01/2015-TRF

NOME DA AÇÃO EDUCACIONAL. Curso: Gestão de Riscos na Administração Pública - T01/2015-TRF NOME DA AÇÃO EDUCACIONAL Curso: Gestão de Riscos na Administração Pública - T01/2015-TRF OBJETIVO Apresentar os conceitos, os princípios, a estrutura e o processo para gerenciamento de riscos em organiza

Leia mais

O FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA GERENCIAL NA TOMADA DE DECISÃO

O FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA GERENCIAL NA TOMADA DE DECISÃO O FLUXO DE CAIXA COMO FERRAMENTA GERENCIAL NA TOMADA DE DECISÃO Fernanda Zorzi 1 Catherine Chiappin Dutra Odir Berlatto 2 INTRODUÇÃO Esta pesquisa apresenta como tema principal a gestão financeira através

Leia mais

PERFIL CORPORATIVO CTIS

PERFIL CORPORATIVO CTIS PERFIL CORPORATIVO CTIS PERFIL CORPORATIVO Sobre a CTIS Iniciou sua trajetória com dois sócios, um office- boy e uma secretária, ocupando uma área de apenas 27m². Hoje, é uma das maiores do mercado brasileiro

Leia mais

Segurança da Informação

Segurança da Informação Segurança da Informação A Dataprev Data centers DF SP RJ Área 257 384 988 Capacidade elétrica (kva) 600 900 1200 Capacidade de processamento RISC 48 Tflop/s X86 116 Tflop/s Mainframe 153.000 RPM Capacidade

Leia mais

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 1. A Norma NBR ISO 9001:2000 A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 A ISO International Organization for Standardization, entidade internacional responsável

Leia mais

Planejamento de carreira para profissionais de Infraestrutura de TI. Rafael Gonçalves

Planejamento de carreira para profissionais de Infraestrutura de TI. Rafael Gonçalves Planejamento de carreira para profissionais de Infraestrutura de TI Rafael Gonçalves Profissionais de Infraestrutura de TI Novos nichos tecnológicos O que eu preciso fazer para me destacar nesse novo

Leia mais

Sistemas de Informação e Decisão. Douglas Farias Cordeiro

Sistemas de Informação e Decisão. Douglas Farias Cordeiro Sistemas de Informação e Decisão Douglas Farias Cordeiro Decisão Tomamos decisões a todo momento! O que é uma decisão? Uma decisão consiste na escolha de um modo de agir, entre diversas alternativas possíveis,

Leia mais

ROTEIRO EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E COMPETITIVIDADE DESEMPENHO DAS ORGANIZAÇÕES EFICIÊNCIA E DESPERDÍCIO PRODUTIVIDADE PRODUTIVIDADE E QUALIDADE COMBINADAS

ROTEIRO EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E COMPETITIVIDADE DESEMPENHO DAS ORGANIZAÇÕES EFICIÊNCIA E DESPERDÍCIO PRODUTIVIDADE PRODUTIVIDADE E QUALIDADE COMBINADAS FILIPE S. MARTINS ROTEIRO EFICIÊNCIA, EFICÁCIA E COMPETITIVIDADE DESEMPENHO DAS ORGANIZAÇÕES EFICIÊNCIA E DESPERDÍCIO PRODUTIVIDADE PRODUTIVIDADE E QUALIDADE COMBINADAS EFICÁCIA COMPETITIVIDADE DESEMPENHO

Leia mais

ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO EMPRESARIAL CONCEITOS E APLICAÇÕES PROF. SILVIA FLORES ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ORÇAMENTO É um plano administrativo que cobre todas as operações da empresa, para um período de

Leia mais

Tomada de Decisão Estratégica

Tomada de Decisão Estratégica EXERCÍCIO N N Tópico Tópico 1 2 Sistemas Tomada de de Informação Decisão Estratégica nos negócios DCC133 Introdução a Sistemas de Informação TÓPICO 2 Tomada de Decisão Estratégica Prof. Tarcísio de Souza

Leia mais

Mesa de Ajuda.

Mesa de Ajuda. Mesa de Ajuda Trabalhamos para lhe oferecer o melhor serviço tanto de nossos funcionários como também de suporte post-implementação através de nossa mesa de ajudas, desde consultas telefônicas a consultas

Leia mais

Reduza os riscos. Reduza os custos. Aumente o desempenho.

Reduza os riscos. Reduza os custos. Aumente o desempenho. Reduza os riscos. Reduza os custos. Aumente o desempenho. Serviços para Compras profissional. Tenha melhores informações, tome decisões melhores. Serviço de Gestão de Fornecedores por Comunidades (CSMS)

Leia mais

Certificação e Auditoria Ambiental

Certificação e Auditoria Ambiental Certificação e Auditoria Ambiental Auditoria Ambiental - 5 Prof. Gustavo Rodrigo Schiavon Eng. Ambiental Auditoria Ambiental Questionário Pré-Auditoria É um instrumento utilizado na etapa de pré-auditoria,

Leia mais

Apresentação. Conteúdo. Conteúdo. Revisão Conceitos Didática utilizada Papel da Integração Processo de iniciação

Apresentação. Conteúdo. Conteúdo. Revisão Conceitos Didática utilizada Papel da Integração Processo de iniciação Apresentação Conteúdo Revisão Conceitos Didática utilizada Papel da Integração Processo de iniciação Conteúdo Contexto do termo de abertura do projeto Processo do termo de abertura do projeto Contexto

Leia mais

Resumo dos livros ITIL v3 download grátis

Resumo dos livros ITIL v3 download grátis Resumo dos livros ITIL v3 download grátis Faça download do resumo dos livros ITIL v3, todos no formato de mapa mental, simples, prático e gostoso de ler. Passo 1: Acesse: http://www.companyweb.com.br/downloads/

Leia mais

Pesquisa Operacional. Evanivaldo Castro Silva Júnior

Pesquisa Operacional. Evanivaldo Castro Silva Júnior Evanivaldo Castro Silva Júnior Conteúdo Fundamentos da Pesquisa Operacional. Modelos Lineares. Métodos de solução gráfica e algoritmo simplex. Aplicações de Programação Linear. Análise de Sensibilidade.

Leia mais

SOBRE A EQUIPE. SOBRE A I9Gestão

SOBRE A EQUIPE. SOBRE A I9Gestão SOBRE A EQUIPE A equipe da I9Gestão é formada por consultores experientes, altamente qualificados e apaixonados pelo que fazem. SOBRE A I9Gestão A I9Gestão Consultoria & Treinamento é especializada na

Leia mais

Desenvolvimento de um Conjunto de Processos de Governança de Tecnologia de Informação para uma Instituição de Ensino Superior

Desenvolvimento de um Conjunto de Processos de Governança de Tecnologia de Informação para uma Instituição de Ensino Superior Desenvolvimento de um Conjunto de Processos de Governança de Tecnologia de Informação para uma Instituição de Ensino Superior Ângela F. Brodbeck (Escola de Administração) Jussara I. Musse (Centro de Processamento

Leia mais

Ambiente de Marketing

Ambiente de Marketing Ambiente de Marketing Mercado: Mercado deve ser definido com base na existência de uma necessidade; Se não há necessidade, não há mercado; Condições básicas para que exista um mercado: Que o consumidor

Leia mais

GESPÚBLICA - FMVZ/USP

GESPÚBLICA - FMVZ/USP Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia GESPÚBLICA - FMVZ/USP Desburocratização & Excelência 2008 O que é GESPÚBLICA? É o programa do Ministério do Planejamento, Orçamento

Leia mais

CRIATIVIDADE Relatório de Consultoria

CRIATIVIDADE Relatório de Consultoria ELBI ELÉTRICA LTDA Betim/MG Proposta_ELBI-Betim-7_2015_((Criatividade))_rev.B Este relatório contem um resumo das atividades desenvolvidas na ELBI Betim/MG desde o início das atividades de consultoria

Leia mais

I - Introdução à Simulação

I - Introdução à Simulação 1 I - Introdução à Simulação Simulação é, entendida como a imitação de uma operação ou de um processo do mundo real. A simulação envolve a geração de uma história artificial de um sistema para a análise

Leia mais

Planejamento e Desempenho de Custos. Disciplina: Gerenciamento de Projetos Docente: Cristina Almeida

Planejamento e Desempenho de Custos. Disciplina: Gerenciamento de Projetos Docente: Cristina Almeida Planejamento e Desempenho de Custos Disciplina: Gerenciamento de Projetos Docente: Cristina Almeida O que é um orçamento? É o planejamento financeiro para um determinado projeto. Objetivo da aula: apresentar

Leia mais

Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo

Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo Critérios Específicos de Avaliação - 1º ciclo A avaliação, como parte integrante do processo de ensino/ aprendizagem, deverá ter em conta: Os programas e as metas curriculares em vigor para o 1º ciclo;

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos ISO 9001:2008 GESTÃO DE QUALIDADE O que é ISO? ISO = palavra grega que significa Igualdade O Comitê - ISO A Organização Internacional de Normalização (ISO) tem sede em Genebra na Suíça, com o propósito

Leia mais

Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Esta é uma área essencial para aumentar as taxas de sucesso dos projetos, pois todos eles possuem riscos e precisam ser gerenciados, ou seja, saber o

Leia mais

ANEXO 4 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX SOLICITAÇÃO, PROVIMENTO E PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO DE INTERCONEXÃO

ANEXO 4 AO CONTRATO DE INTERCONEXÃO DE REDES CLASSE V ENTRE SAMM E XXX NºXXX SOLICITAÇÃO, PROVIMENTO E PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO DE INTERCONEXÃO SOLICITAÇÃO, PROVIMENTO E PLANEJAMENTO TÉCNICO INTEGRADO DE INTERCONEXÃO 1. CONDIÇÕES GERAIS 1.1 Qualquer das Partes poderá, na forma da regulamentação pertinente, solicitar novas Interconexões ou alterações

Leia mais

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA ANEXO I ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA 1. OBJETO DE CONTRATAÇÃO A presente especificação tem por objeto a contratação de empresa Especializada de Consultoria para Planejamento da Estrutura Funcional e Organizacional

Leia mais

Esta política abrange a todos os departamentos da Instituição.

Esta política abrange a todos os departamentos da Instituição. I. OBJETIVO Esta Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA), tem como objetivo estabelecer os princípios e as diretrizes compatíveis com a natureza e complexidade das atividades e produtos da Instituição,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 4.282, DE 4 DE NOVEMBRO DE 2013 Estabelece as diretrizes que devem ser observadas na regulamentação, na vigilância e na supervisão das instituições de pagamento e dos arranjos de pagamento

Leia mais

GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO AÇÕES ESTRATÉGICAS Ações que objetivam, basicamente, o aproveitamento das oportunidades, e potencialidades, bem como a minimização do impacto das ameaças e fragilidades.

Leia mais

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. (85)

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE. (85) COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE nucit@saude.ce.gov.br (85) 3101-5234 SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DE TECNOLOGIAS EM SAÚDE E SAÚDE BASEADA EM EVIDÊNCIAS 5 e 6 de Maio de 2009 Fortaleza / CE Gestão

Leia mais

Jornadas FCCN ITIL nos revisitando processos de trabalho nos Serviços de Informática

Jornadas FCCN ITIL nos revisitando processos de trabalho nos Serviços de Informática Jornadas FCCN 2016 ITIL nos SI@UE revisitando processos de trabalho nos Serviços de Informática Antes... falta de respostas consistentes para problemas similares respostas não especializadas, incompletas

Leia mais

Processo de Gerenciamento do Catálogo de Serviços de TIC

Processo de Gerenciamento do Catálogo de Serviços de TIC de TIC Escritório de Gerenciamento de Processos de Tecnologia da Informação e Comunicação EGPr-TIC João Pessoa 2016 Versão 1.0 Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região Desembargador Presidente Ubiratan

Leia mais

PSP: Personal Software Process. PSP- Personal Software Process. PSP: Personal Software Process. PSP: Personal Software Process

PSP: Personal Software Process. PSP- Personal Software Process. PSP: Personal Software Process. PSP: Personal Software Process PSP- Personal Software Process Maria Cláudia F. P. Emer PSP: Personal Software Process z Já foram vistas ISO/IEC 9126 foco no produto ISO 9001 e CMM foco no processo de desenvolvimento z Critica a essas

Leia mais

Novos modelos de negócio na era digital A transformação sem fronteiras

Novos modelos de negócio na era digital A transformação sem fronteiras Novos modelos de negócio na era digital A transformação sem fronteiras Dilemas da era da economia digital Descompasso envolvendo culturas e estruturas na maior parte das empresas Tecnologias do século

Leia mais

5 dicas para diminuir custos em desenvolvimento de softwares

5 dicas para diminuir custos em desenvolvimento de softwares 5 dicas para diminuir custos em desenvolvimento de softwares Para manter a competitividade grandes companhias têm adotado tecnologias disruptivas com o intuito de aprimorar e automatizar serviços e processos

Leia mais

Centro Paroquial e Social de Barroselas Casa de S.Pedro

Centro Paroquial e Social de Barroselas Casa de S.Pedro Centro Paroquial e Social de Barroselas Casa de S.Pedro Estudos, certificação, auditoria e assessoria no contexto da implementação de sistema solar térmico, sistema fotovoltaico e bomba de calor Proposta

Leia mais

Conceitos Básicos INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO E SUAS APLICAÇÕES

Conceitos Básicos INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO E SUAS APLICAÇÕES FACULDADE DOS GUARARAPES INTRODUÇÃO À COMPUTAÇÃO E SUAS APLICAÇÕES Conceitos Básicos Prof. Rômulo César romulodandrade@gmail.com romulocesar@faculdadeguararapes.edu.br www.romulocesar.com.br INTRODUÇÃO

Leia mais

Elementos Fundamentais para a Melhoria da Qualidade de Software nas Organizações de TI

Elementos Fundamentais para a Melhoria da Qualidade de Software nas Organizações de TI Elementos Fundamentais para a Melhoria da Qualidade de Software nas Organizações de TI Ana Cervigni Guerra Eduardo Paulo de Souza Projeto Reconhecido na Categoria Serviços Tecnológicos Brasília, 31 de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO E DIVERSIDADE DIRETORIA DE POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS TERMO DE REFERÊNCIA (TOR) BRA/06/005 - OEI - A Educação Como

Leia mais

NAGEH Pessoas. Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015. Compromisso com a Qualidade Hospitalar

NAGEH Pessoas. Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015. Compromisso com a Qualidade Hospitalar Eixo: Capacitação e Desenvolvimento de Pessoal 28/09/2015 Agenda: 28/09/2015 8:30 as 9:00 h Recepção dos participantes 9:00 as 11:00 h Eixo: Capacitação e Desenvolvimento 11:00 as 11:30 h Análise de Indicadores

Leia mais

Planejamento Estratégico Aula 1

Planejamento Estratégico Aula 1 ORGANIZAÇÃO Estratégico Aula 1 Prof. Dr. James Luiz Venturi Administração UNIFEBE 2008/II MODERNA TEORIA DAS ORGANIZAÇÕES Organização éum Sistema Aberto ORGANIZAÇÃO MEIO AMBIENTE 2 ORGANIZAÇÃO Conceito

Leia mais

Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação

Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação Fórum de Empresas Estatais Federais Plano de Cargos, Salários e Remuneração Capacitação de RH para Inovação A prática de remuneração variável e gestão por competências no setor público brasileiro Agenda

Leia mais

Governança e Gestão da Informação na APF. Prof. Rosalvo E. Streit UCB Univ. Católica de Brasília Junho/2012

Governança e Gestão da Informação na APF. Prof. Rosalvo E. Streit UCB Univ. Católica de Brasília Junho/2012 Governança e Gestão da Informação na APF Prof. Rosalvo E. Streit UCB Univ. Católica de Brasília Junho/2012 Adaptado de Helmut Schindlwick, http://schindlwick.com, 2009. Complexidade nas Organizações Complexidade

Leia mais

Soluções estratégicas em economia

Soluções estratégicas em economia Soluções estratégicas em economia Impactos Econômicos da Resolução 05/15 da ANP Fórum Permanente do Gás LP 7º Encontro Rio de Janeiro, 28 de Abril de 2015 Resolução n 05/15 da ANP Obrigatoriedade de formação

Leia mais

BONSUCESSO ASSET ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA

BONSUCESSO ASSET ADMINISTRADORA DE RECURSOS LTDA ELABORAÇÃO: APROVAÇÃO: GERÊNCIA DE RISCOS JULIANA PENTAGNA GUIMARÃES Diretoria da Sociedade LEANDRO SALIBA Diretoria da Sociedade INDICE 1. OBJETIVO... 2 2. REFERÊNCIAS... 2 3. CONCEITO... 2 4. ABRANGÊNCIA...

Leia mais

Desmistificando o Scrum e o Product Owner

Desmistificando o Scrum e o Product Owner Desmistificando o Scrum e o Product Owner Resumo do Ciclo do Scrum Resumo do Ciclo do Scrum Resumo do Ciclo do Scrum Resumo do Ciclo do Scrum Resumo do Ciclo do Scrum Resumo do Ciclo do Scrum Resumo do

Leia mais

ENGENHARIA DE USABILIDADE. Aula 08 - Técnicas para avaliação de interfaces

ENGENHARIA DE USABILIDADE. Aula 08 - Técnicas para avaliação de interfaces Aula 08 - Técnicas para avaliação de interfaces Na aula anterior... Técnicas para modelagem de requisitos The Bridge 1: Expressar os requisitos dos usuários como fluxos de tarefas. 2: Mapear os fluxos

Leia mais

A quem se destina. Principais Benefícios. Empresas que pretendam reduzir os seus consumos energéticos localização: Norte Centro

A quem se destina. Principais Benefícios. Empresas que pretendam reduzir os seus consumos energéticos localização: Norte Centro FORMAÇÃO FORMAÇÃO A quem se destina Empresas que pretendam reduzir os seus consumos energéticos localização: Norte Centro Principais Benefícios Conhecimento do perfil energético da empresa; Verificação

Leia mais