José Mario Dionizio. André Luis Sermarini

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1 GESTÃO AMBIENTAL EM SUBESTAÇÕES AVALIAÇÃO DE RESULTADOS DA IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL COM VISTAS A PRESERVAR A IMAGEM DA CIA E GARANTIR A SUSTENTABILIDADE DE SEUS NEGÓCIOS José Mario Dionizio Analista Ambiental Depart. de Desenvolvimento Organizacional Diretoria Administrativa CTEEP-Brasil André Luis Sermarini Gerente de Departamento Depart. de Desenvolvimento Organizacional Diretoria Administrativa CTEEP-Brasil RESUMO. Com a implementação das políticas de gestão empresarial do Grupo ISA, em especial a política ambiental, e também focada em atingir sua missão, qual seja, expandir, operar e manter sistemas de transmissão de energia elétrica, com excelência na prestação de serviços, satisfação dos clientes, sustentabilidade ambiental, retorno adequado aos acionistas e contribuição para o desenvolvimento econômico e social da comunidade, a CTEEP vem direcionando esforços no sentido de sistematizar a Gestão Ambiental em todas as suas instalações elétricas, a fim de atender as diretrizes da política e a sustentabilidade ambiental definida em sua missão. Nesse sentido, este resumo tem a finalidade de destacar algumas ações preventivas e os resultados alcançados, relacionados a implantação de um sistema de gestão ambiental pela CTEEP em suas subestações de energia elétrica, de forma a garantir que as atividades de operação e manutenção dos equipamentos elétricos sejam realizadas dentro de padrões sustentáveis e ambientalmente corretos. As ações preventivas e resultados alcançados são: 1) Adoção de sistemática para monitoramento e atendimento da legislação ambiental aplicável Evitar autuações e multas de órgãos ambientais; Adequar processos, procedimentos internos e instalações da Cia às exigências dos órgãos governamentais. 2) Adequação física das subestações Evitar degradação de solo, rios, lençóis freático, mortandade de espécies marinhas, etc.; Evitar autuações e multas de órgãos ambientais; Evitar propagação de ocorrências ambientais. 3) Monitoramento e destinação correta de resíduos perigosos e não perigosos Evitar degradação de solo, rios, lençóis freático, mortandade de espécies marinhas, etc. Evitar autuações e multas de órgãos ambientais; Controle dos resíduos gerados e reciclagem daqueles que possuem esta característica. 4) Adoção de procedimentos e sistemática de controle de documentos e registros relacionados a gestão ambiental Controle, arquivo e recuperação de documentos de atendimento as exigências ambientais. 5) Redução de utilização de recursos naturais como água e energia Conscientização dos empregados; Economia com despesas de consumo de água e energia. 6) Adoção de idéias apresentadas por empregados com soluções simples e de baixo custo com a finalidade de controlar aspectos de impacto significativo e relativos a consumo de recursos naturais Economia com despesas de consumo de água; Participação ativa dos empregados com a implantação de boas práticas ambientais. Além destas, outras ações de caráter preventivo foram implementadas para consistência do sistema de gestão ambiental (SGA) e efetivação da metodologia baseada no PDCA. PALAVRAS CHAVES. gestão ambiental, impacto ambiental, sustentabilidade, resíduos, subestação 1

2 INTRODUÇÃO. A CTEEP atua no mercado de transmissão de energia elétrica dentro do Estado de São Paulo (1) / Brasil. A empresa é responsável por uma complexa malha de transmissão, por onde trafegam 30% da energia produzida no país. Privatizada em 2006, a Cia. é uma empresa do Grupo Empresarial ISA Interconexión Elétrica S.A. O sistema elétrico da CTEEP é composto por km de linhas de transmissão, km de circuitos de transmissão (com mais de torres) e 105 subestações com capacidade de MVA (dados de maio/2010). Isso representa uma extensa malha de linhas de transmissão e subestações, que atende concessionárias de distribuição, consumidores de grande porte e ao exigente mercado brasileiro. A empresa nasceu da reestruturação do setor elétrico paulista em Com a implementação das políticas de gestão empresarial e com foco em atingir sua missão, a Cia. vem direcionando esforços no sentido de promover a gestão ambiental em todas as suas atividades e instalações, contribuindo assim com a preservação e a conservação do meio ambiente, além de promover o desenvolvimento sustentável. Realizar as atividades de expansão, operação e manutenção do sistema elétrico de forma a não causar impactos ambientais é um fator essencial nos processos de trabalho da CTEEP, priorizando e elaborando uma avaliação profunda de como suas atividades e processos interagem com o meio ambiente. Assim, onde for inevitável o impacto ambiental, a CTEEP prontamente realiza todas as ações necessárias para minimizá-los e/ou compensá-los. Devido a uma gestão empresarial pautada na efetiva implantação e manutenção de um sistema de gestão ambiental, a CTEEP já obteve a recomendação à certificação ambiental pela norma NBR ISO 14001:2004 de 63 subestações (2) de energia elétrica, pelo organismo certificador Associação Brasileira de Normas Técnicas (3) ABNT e almeja alcançar a certificação para todas as suas subestações num curto prazo. A complexidade do setor elétrico e a legislação 2 ambiental do país requerem que a implantação de um sistema de gestão ambiental em uma instalação elétrica, além do emprego de recursos humanos e financeiros, um grande esforço, comprometimento e dedicação da alta administração, gerentes e empregados envolvidos, pois os desafios a vencer são sempre diversificados. Face a experiência adquirida desde 2002, quando a Cia implantou o sistema de gestão ambiental (SGA) em 2 subestações (projeto piloto), temos a demonstrar os significativos resultados alcançados através de ações preventivas e efetivas que foram implantadas ao longo de 8 anos nas subestações. (1) São Paulo é o estado da Federação mais industrializado e mais rico do país. É dividido em 645 municípios, possui km 2 e habitantes (maior produtor e consumidor de energia do país). (2) Gráfico de evolução do sistema de gestão ambiental nas subestações da CTEEP ( ) QTDE / % EVOLUÇÃO DO SGA NAS SEs 1,9 4,8 5,7 9,5 18,1 55,2 19,0 60, Fonte: Documento do SGA da CTEEP Gráfico 1: Evolução do sistema de gestão ambiental na CTEEP ( ) (3) A ABNT é uma entidade privada, sem fins lucrativos e o órgão responsável pela normalização técnica no país. É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization) e a única e exclusiva representante no Brasil desta entidade Internacional. DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO ANOS AÇÕES PREVENTIVAS / RESULTADOS DA IMPLANTAÇÃO DO SGA 1. ADOÇÃO DE SISTEMÁTICA PARA MONITORAMENTO E ATENDIMENTO DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL APLICÁVEL AO SGA META SEs SGA %

3 O sistema jurídico no país é muito complexo. Tanto o poder federal, como o estadual e o municipal tem autoridade para disciplinar qualquer tema relacionado ao meio ambiente dentro de sua esfera de atuação. Assim, é de extrema importância que as empresas adotem mecanismos para monitorar toda a legislação emanada das esferas governamentais e tenham um corpo jurídico capaz de avaliar e emitir pareceres técnicos definindo a aplicabilidade ou não de cada uma das legislações aos negócios da empresa. Devido a implantação do SGA, a CTEEP adotou uma sistemática para monitoramento das legislações ambientais emanadas dos órgãos governamentais, e periodicamente com a área jurídica e equipe técnica do SGA, avalia a aplicabilidade de cada uma destas legislações. Como resultado desta sistemática, a Cia vem garantindo o pleno cumprimento da política ambiental para as empresas do Grupo ISA (marco jurídico). Isto representa diretamente: Evitar autuações e multas dos órgãos ambientais, que em alguns casos alcançam cifras de milhões de reais. Adequação das instalações e de práticas internas às exigências dos órgãos ambientais. Abaixo indicamos os dados de legislações do país, identificas e aplicáveis ao SGA: ADEQUAÇÃO FÍSICA DE INSTALAÇÕES Considerando que a Cia possui instalações elétricas das décadas de 50, 60, 70, 80 e 90 cuja construção realizou-se sem critérios ambientais e ainda, por não existir naquela época legislações ambientais que disciplinassem o assunto, faz-se necessário nos dias atuais, a adequação destas instalações as atuais exigências ambientais, principalmente para eliminar ou minimizar impactos ambientais, decorrentes de ocorrências com potencial de médio/grande impacto ambiental no ecossistema ao redor das instalações. Assim, a CTEEP vem promovendo, como por exemplo, as seguintes adequações das instalações: 2.1 INSTALAÇÃO DE BACIAS DE CONTENÇÃO DE ÓLEO E DE SEPARAÇÃO DE ÁGUA/ÓLEO EM EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS COM GRANDE VOLUME DE ÓLEO (TRANSFORMADORES E REATORES) Visando garantir que os equipamentos elétricos operados pela Cia. não causem ou causem o menor impacto possível ao meio ambiente quando de ocorrências ambientais, a Cia. vem implementando para o seu risco de maior significância (vazamento de óleo isolante), em suas subestações, a instalação de bacias de contenção de óleo e caixas separadoras de água e óleo em todos os transformadores de potência e reatores, ou seja, caso ocorra uma ocorrência ambiental, estas bacias e caixa irão conter o óleo isolante na própria subestação, evitando o impacto ambiental nos arredores da instalação Leg Identificada Leg Atendida FEDERAIS ESTADUAIS MUNICIPAIS NBRs Fonte: Documento do SGA da CTEEP Gráfico 2: Legislação Identificada x Atendida 3

4 Foto 1: Bacia de coleta de óleo em volta do transformador Subestação CTEEP Foto 3: Paredes corta-fogo em transformadores Subestação CTEEP 2.3 INSTALAÇÃO DE SISTEMAS MULSI- FIRE O sistema Mulsy-Fire em transformadores tem por finalidade promover o abafamento imediato do princípio de incêndio, através da emissão de pequenos jatos de água sobre os transformadores de potência. Esta ação visa diminuir a abrangência da ocorrência e também minimizar o impacto ambiental. Foto 2: Bacia de coleta de óleo em volta do transformador Subestação CTEEP 2.2 INSTALAÇÃO DE PAREDES CORTA- FOGO A instalação de paredes corta-fogo entre os transformadores de potência e reatores tem por finalidade garantir o menor impacto possível ao meio ambiente em caso de ocorrências ambientais. A Cia. vem realizando estas obras em suas subestações, as quais limitam a abrangência de uma ocorrência, ou seja, caso um equipamento sofra uma explosão e/ou incêndio, esta ocorrência dificilmente atingirá outro equipamento (ao lado), restringindo a proporção da mesma. 4 Foto 4: Sistema Mulsy-Fire (tubulação vermelha) em transformadores Subestação CTEEP Como resultados desta ação, destacamos: Evitar degradação de solo, rios, lençóis freático, mortandade de espécies marinhas,

5 etc.; Evitar autuações e multas de órgãos ambientais; Evitar propagação de ocorrências ambientais. 3. MONITORAMENTO E DESTINAÇÃO CORRETA DE RESÍDUOS PERIGOSOS E NÃO PERIGOSOS Todos os resíduos gerados pelas atividades de operação e manutenção dos equipamentos elétricos são acondicionados de forma apropriada na própria instalação ou numa outra próxima, exceto, lixo orgânico. Este procedimento tem por finalidade impedir que os resíduos considerados perigosos (classe I) e também alguns não perigosos (classe II), tenham sua destinação final de forma ambientalmente correta. A Cia. construiu áreas específicas para recepção e separação desses resíduos, até que os mesmos sejam transportados e destinados por empresas especializadas. Quanto aos materiais que são recicláveis (plásticos, papéis, vidros, metais etc.) a Cia. faz doações a entidades e/ou instituições que promovem ajuda a famílias carentes. Como resultados desta ação, destacamos: Evitar degradação de solo, rios, lençóis freático, mortandade de espécies marinhas, etc. Controle dos resíduos gerados e reciclagem daqueles que possuem esta característica. 4. ADOÇÃO DE PROCEDIMENTOS E SISTEMÁTICA DE CONTROLE DE DOCUMENTOS E REGISTROS RELACIONADOS A GESTÃO AMBIENTAL A implementação do SGA proporcionou um rigoroso controle de todos os documentos e registros necessários ao sistema, através de uma ferramenta eletrônica denominada DinamISO. Esta ferramenta nos garante que todos os documentos e registros relativos a legislação ambiental, indicadores, treinamentos, controles de atividades operacionais, monitoramento de calibrações de equipamentos etc. sejam arquivados, rastreados, atualizados, cancelados, etc. Foto 5: Sala de triagem de resíduos Subestação CTEEP Figura 1: Tela principal do Sistema DinamISO Dentre os resultados desta ação destacamos: Controle, arquivo e recuperação de documentos de atendimento as exigências ambientais. 5

6 5. REDUÇÃO DE UTILIZAÇÃO DE RECURSOS NATURAIS COMO ÁGUA E ENERGIA A redução dos consumos de água e energia é resultado de várias ações planejadas pela CTEEP, dentre as quais destacamos: a conscientização dos empregados, através de palestras e treinamentos corporativos. Referente ao recurso natural água, também foram realizadas a substituição de torneiras antigas por novas com tecnologia automática, a correção de vazamentos da rede e substituição de encanamento antigo por novo. Especificamente ao recurso natural energia, foram realizadas a substituição de lâmpadas incandescentes por fluorescentes, a instalação de sensores de presença nos ambientes internos e a divisão de circuitos elétricos, a fim de eliminar pontos específicos que permaneciam acesos sem necessidade. Através da implantação do SGA, os recursos naturais passaram a ser monitorados mensalmente, o que representa a preocupação da Cia. em contribuir de forma efetiva na redução destes recursos, conforme gráficos abaixo: CONSUMO DE ÁGUA (m 3 )- SEs CERTIFICADAS DIV. REGIONAIS Meta cumprida Redução recurso natural água R$ ( ) JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ CONSUMO DE ENERGIA (kw/h) - SEs CERTIFICADAS DIV. REGIONAIS TOTAL 2008 MÉDIA 2008 TOTAL 2009 MÉDIA 2009 Fonte: Indicadores do SGA CTEEP Gráfico 3: Consumo de água entre 2008/2009 (20 SEs certificadas ) Meta não cumprida Aumento recurso natural energia R$ ( ) TOTAL 2008 MÉDIA 2008 TOTAL 2009 MÉDIA 2009 O recurso natural energia não é efetivamente uma despesa para a Cia, pois a CTEEP aproveita da própria energia que transporta para realizar o consumo deste recurso. Por isso, o valor do consumo é apenas uma estimativa de quanto a CTTEP teria de custo caso necessitasse comprar esta energia de uma empresa distribuidora. Dentre os resultados desta ação destacamos: Conscientização dos empregados; Economia com despesas de consumo de água e energia. 6. ADOÇÃO DE IDÉIAS APRESENTADAS POR EMPREGADOS COM SOLUÇÕES SIMPLES E DE BAIXO CUSTO COM A FINALIDADE DE CONTROLAR ASPECTOS DE IMPACTO SIGNIFICATIVO E RELATIVOS A CONSUMO DE RECURSOS NATURAIS O envolvimento e comprometimento dos empregados com o SGA têm sido demonstrados através da participação dos mesmos propondo melhorias que apresentam significativos resultados a Cia. Podemos destacar o projeto piloto de captação de água pluvial para utilização nos serviços de lavagem das bases metálicas dos equipamentos, o que proporcionará uma substancial redução no consumo de água das subestações. Este projeto está sendo avaliado e certamente contribuirá para promover a cultura da gestão ambiental nas instalações. Dentre os resultados desta ação destacamos: Economia com despesas de consumo de água; Participação ativa dos empregados com a implantação de boas práticas ambientais JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Fonte: Indicadores do SGA CTEEP Gráfico 4: Consumo de energia entre 2008/2009 (20 SEs certificadas ) 6

7 7. CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES A motivação e a confiança da alta administração para a implantação e ampliação da gestão ambiental nas instalações da empresa tem sido o fator fundamental para o sucesso e o alcance dos efetivos resultados apresentados através deste trabalho. A implementação de um sistema de gestão ambiental com boas práticas, principalmente no setor elétrico, representa a superação de muitos desafios, inclusive a garantia do atendimento da legislação ambiental aplicável ao negócio da Cia. O grande desafio da implantação e manutenção do sistema de gestão ambiental é comprometer e envolver as pessoas, além de capacitá-las para incorporar em seu dia a dia as boas práticas ambientais. A aplicação de recursos financeiros deve ser precedida de análises que possam avaliar o quanto de retorno a Cia obterá, seja ele financeiro ou não, levando em consideração inclusive, fatores intangíveis, tais como: o reconhecimento de ser uma empresa sustentável no ramo de atuação e ter uma imagem que desperta confiança dos investidores. A incorporação da gestão ambiental nos negócios da CTEEP e diretamente em suas subestações de energia está contribuindo de forma simples, mas expressiva para um mundo ambientalmente melhor. Além dos resultados já relacionados tanto no aspecto qualitativo, quanto no aspecto quantitativo, temos outros ganhos importantes, dentre os quais destacamos a seguir: Reconhecemos que ainda há um longo caminho para o alcance da excelência empresarial sustentável. No entanto, a CTEEP já iniciou esta jornada e pretende ser a pioneira no setor de transmissão de energia elétrica do país. 8. REFERÊNCIAS [1] Norma NBR ISO 14001, Sistemas de Gestão Ambiental Requisitos com orientações de uso. ABNT, 2004 Nome Autor 1 José Mario Dionizio MBA em Gestão Ambiental nas empresas Graduado em Administração de Empresas Auditor da NBR ISO anos de experiência na implantação e manutenção do sistema gestão ambiental Nome Autor 2 André Luis Sermarini Mestrado em Engenharia de Manutenção Industrial Mestrado em Sistema Elétrico de Potência MBA em Gestão Ambiental Graduado em Engenharia Elétrica e Eletrônica Graduado em Engenharia Eletrotécnica Graduado em Administração de Empresas Auditor líder em Gestão Ambiental Auditor Lead Assessor em Qualidade 7 anos de experiência no gerenciamento da implantação e manutenção do sistema gestão ambiental 4 anos de experiência como auditor líder da NBR ISO e 8 anos como auditor líder da NBR ISO 9001 Criação de Procedimentos Operacionais Padrão de manutenção para atividades consideradas críticas e potencialmente críticas que podem causar um impacto ambiental; Recomendação por organismos de certificação ambiental do pleno atendimento da NBR ISO 14001:2004 e à efetividade da gestão ambiental em 63 subestações de energia elétrica e 1 linha de transmissão 7

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