UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ MOACIR ZIMMERMANN FERREIRA

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ MOACIR ZIMMERMANN FERREIRA SEGURO OBRIGATORIO DE DANOS PESSOAIS CAUSADOS POR VEICULOS AUTOMOTORES DE VIA TERRESTRE (DPVAT) Biguaçu 2008

2 2 MOACIR ZIMMERMANN FERREIRA SEGURO OBRIGATORIO DE DANOS PESSOAIS CAUSADOS POR VEICULOS AUTOMOTORES DE VIA TERRESTRE (DPVAT) Monografia apresentada à Universidade do Vale do Itajaí UNIVALI, como requisito parcial a obtenção do grau em Bacharel em Direito. Orientadora: Prof. MSc. Marciane Zimmermann Ferreira Biguaçu 2008

3 3 MOACIR ZIMMERMANN FERREIRA SEGURO OBRIGATORIO DE DANOS PESSOAIS CAUSADOS POR VEICULOS AUTOMOTORES DE VIA TERRESTRE (DPVAT) Esta Monografia foi julgada adequada para a obtenção do título de bacharel e aprovada pelo Curso de Direito, da Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Ciências Sociais e Jurídicas. Área de Concentração: Direito Civil: Contrato de Seguro Biguaçu, 13 de novembro de Prof. MSc. Marciane Zimmermann Ferreira UNIVALI Campus de Biguaçu Orientador Prof. Dr. Liton Lanes Pilau Sobrinho UNIVALI Campus Biguaçu Membro Prof. MSc. Joseane Aparecida Correa UNIVALI Membro

4 A minha esposa pelo apoio e amor incondicional. 4

5 5 AGRADECIMENTOS Agradeço, em primeiro lugar a minha mãe, Margarida Zimmermann Ferreira, e ao meu pai, Moacir Silvestre Ferreira, que sempre estiveram ao meu lado nos estudos. Agradeço também, a todos os meus irmãos Mariléia, Maike, e em especial, a minha orientadora e Irmã Marciane, que por mais atarefada que estivesse jamais deixou de me aconselhar, focar e auxiliar na conclusão deste trabalho. Devo ainda agradecimentos aos meus demais familiares, pelo constante incentivo e apoio ao longo da vida acadêmica, em especial ao meu padrinho, amigo e irmão, Ivo Silvestre Ferreira e seus familiares, e principalmente a aqueles que não mais se encontram entre nós, minha singela homenagem. Agradeço ainda, aos amigos conquistados durante a vida acadêmica, em especial aos amigos, Gilvan Fávero, Diogo J. Pereira, Eliane K. Assis, Andrea Helena da Silva e também a Fernanda H. Loef. Desta forma, encerro aqui com meu agradecimento a DEUS, pois sem ele, nenhum dos agradecimentos acima seria possível.

6 6 Nem tudo o que se enfrenta pode ser modificado, mas nada pode ser modificado até que seja enfrentado. Albert Einstein

7 7 TERMO DE ISENÇÃO DE RESPONSABILIDADE Declaro, para todos os fins de direito, que assumo total responsabilidade pelo aporte ideológico conferido ao presente trabalho, isentando a Universidade do Vale do Itajaí, a coordenação do Curso de Direito, a Banca Examinadora e o Orientador de toda e qualquer responsabilidade acerca do mesmo. Biguaçu, 13 novembro de Moacir Zimmermann Ferreira

8 8 RESUMO O contrato de seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre (DPVAT) é celebrado quando do pagamento para obter o licenciamento do veículo e com isso garantir interesse legítimo do Estado, na manutenção das rodovias e hospitais. O presente trabalho tem por pretensão analisar as controvérsias existentes no que concerne ao seguro DPVAT, notadamente no que se refere ao valor da indenização, cobertura e procedimentos. O estudo desta modalidade de seguro obrigatório revela-se, um tanto quanto controvertido, tendo em vista a omissão da legislação em alguns aspectos, o que de certa forma colabora para ação de pessoas que se aproveitam do silêncio da Lei, para enganar aquelas pessoas mais desavisadas, o que também é uma falta da Lei. Conclui-se desta forma, que o seguro DPVAT necessita e urgente de modificações, sendo que estas modificações devem ser realizadas através da reformulação da Lei. A omissão do Estado na regulamentação deste seguro revelou-se intencional, tendo em vista o esquecimento do propósito deste seguro, que sempre foi de amparo social. Palavra-chave: Contrato; Seguro; DPVAT.

9 9 RESUMEN El contrato del seguro del obligator de lesiones corporales causadas por los vehículos del automachine de la sierra terrestres (DPVAT) se celebra cuando del pago para conseguir licenciar del vehículo y con esto al interés legítimo de la garantía del estado, en el mantenimiento de las carreteras y de los hospitales. El actual trabajo tiene para que el pretension analice las controversias existentes con respecto al seguro DPVAT, al notadamente en cuanto al valor de la indemnidad, a la cubierta y a procedimientos. El estudio de esta modalidad del obligator del seguro divulga, uno de tal manera cuánto controverted, debido a la omisión de la legislación en algunos aspectos, qué de cierta forma colabora para la acción de la gente que si uso a la ventaja del silencio de la ley, para engañar a esa gente más imprudente, cuál también es una carencia de la ley. Uno de tal manera concluye, ese seguro DPVAT necesita y las modificaciones urgentes, siendo que estas modificaciones se deban llevar a través con el reformularization de la ley. La omisión del estado en la regulación de este seguro demostró intencional, debido al esquecimento de la intención de este seguro, que estaba siempre de ayuda social. Palabra-llave: : Contrato; Seguro; DPVAT

10 10 ROL DE ABREVIATURAS OU SIGLAS DPVAT Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre FENASEG Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização FUNENSEG Fundação Escola Nacional de Seguros SUSEP Superintendência de Seguros Privados CNSP Conselho Nacional de Seguros Privados MP Medida Provisória CRLV Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo CC/02 Código Civil Brasileiro de 2002 CRFB Constituição da República Federativa do Brasil de 1988

11 11 ROL DE CATEGORIAS Apólice/Bilhete Instrumento de formalização do contrato de seguro. 1 Contrato Espécie do gênero negócio jurídico, bilateral, decorrente do acordo de duas ou mais vontades, expressas na conformidade da lei, com objetivo de gerar efeitos jurídicos de adquirir, resguardar, modificar, transferir e extinguir direitos. 2 Contrato de seguro Pelo contrato de seguro, o segurador se obriga, mediante o pagamento do prêmio, a garantir interesse legítimo do segurado, relativo a pessoa ou a coisa, contra riscos predeterminados. 3 Despesas de Assistência Médica e Hospitalar: São aquelas decorrentes do atendimento à Vítima de acidente de trânsito com veículo automotor de via terrestre, prestando por médico, médico-assistente, enfermeira, etc., em hospital (público ou privado), clínica, ambulatório, farmácia, etc. 4 Indenização 1 Cf. OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria geral dos contratos de seguros. V. 1. Campinas: LZN, p RODRIGUES, Silvio. Direito civil: dos contratos e das obrigações unilaterais da vontade. 30. ed. atual. de acordo com o novo Código Civil. São Paulo : Saraiva, v. 3. p Art Pelo contrato de seguro, o segurador se obriga, mediante o pagamento do prêmio, a garantir interesse legítimo do segurado, relativo a pessoa ou a coisa, contra riscos predeterminados. (BRASIL. Código civil. 2007). 4 FUNENSEG Fundação Escola Nacional de Seguros.Rio de Janeiro p.79.

12 12 Valor monetário que representa, na Consciência Jurídica, o ressarcimento integral dos Danos Pessoais sofridos pelas Vítimas ou Beneficiários das Vítimas Fatais em acidente de trânsito. 5 Prêmio Contraprestação do segurado em troca do risco. 6 Segurado Contratante que, mediante o pagamento do prêmio, obtém a transferência do risco para a seguradora. 7 Seguradora Contratada que, assumindo o risco, propõe-se a indenizar o segurado da perda ou dos danos sofridos em caso de sinistro do bem segurado e a pagar o capital segurado no caso de sinistro de pessoa. 8 Seguro de Danos Pessoais: Espécie do gênero Seguro Social que tem como Valoração Jurídica a indenização da vida de todas as Vítimas ou todos os Beneficiários das Vítimas Fatais em acidente de trânsito com veículo automotor de via terrestre, indenizando de forma limitada a Morte, a Invalidez Permanente e as Despesas de Assistência Médica e Suplementar. 9 Seguro Obrigatório DPVAT: 5 MARTINS, Rafael Tárrega. Seguro DPVAT.3ª ed.campinas: Servanda, 2008.p Cf. OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria geral dos contratos de seguros v. 1. p RODRIGUES, Silvio. Direito civil: dos contratos e das obrigações unilaterais da vontade v. 3. p RODRIGUES, Silvio. Direito civil: dos contratos e das obrigações unilaterais da vontade v. 3. p FUNENSEG Fundação Escola Nacional de Seguros.Rio de Janeiro p.75.

13 13 Espécie do gênero Seguridade Social, contratado compulsivamente por força de lei, mediante bilhete de seguro, por todos os proprietários de veículos automotores de via terrestre, no âmbito do território brasileiro, pela existência/circulação destes veículos, através de uma contribuição repartida pela metade entre as Companhias Seguradoras e o Estado, com a finalidade de prevenir acidentes de trânsito e indenizar todas as Vítimas ou Beneficiários das vítimas Fatais do prejuízo resultante de Danos Pessoais causados por aqueles veículos, por intermédio de um valor monetário pré-determinado para os casos de Morte, Invalidez Permanente e Despesas de Assistência Médica e Hospitalar, independentemente da existência de culpa. 10 Seguro de dano Instituto de seguridade privado que tem por finalidade garantir interesses obrigacionais e patrimoniais relacionados a bens, valores, direitos etc., caracterizando-se essencialmente pela natureza indenizatória da obrigação devida pela seguradora 11. Seguro de pessoa Instituto de seguridade privado que objetiva proteger a pessoa, garantindo interesses envolvendo danos pessoais; determinados eventos mesmo inexistente o dano, como o recebimento de uma soma ao se atingir idade mais avançada; ou quando da morte do segurado. 12 Sinistro 10 MARTINS, Rafael Tárrega. Seguro DPVAT.3ª ed.campinas: Servanda, 2008.p COELHO, Fábio Ulhoa. Manual de direito comercial. 14. ed. rev. e atual. de acordo com o novo código civil e alterações da LSA, e ampl. com estudo sobre o comércio eletrônico. São Paulo : Saraiva, p RIZZARDO, Arnaldo. Contratos. 5. ed. São Paulo : Forense, p p

14 14 Ocorrência do risco coberto, durante o período de vigência do plano de seguro. 13 Seu acontecimento significa a obrigação da seguradora em realizar a indenização no seguro de dano e o pagamento do capital segurado no seguro de pessoa. 14 Vítima de acidente de trânsito: Ser humano que, sofrendo um Dano Pessoal ocasionado por veículo automotor de via terrestre e coberto pelo Seguro Obrigatório DPVAT, deve ser indenizado nas modalidades de Invalidez Permanente e Despesas de Assistência Médica e Suplementar Cf. CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. Resolução CNSP nº 117, de 22 de dezembro de Disponível em /textos/resol pdf. Acesso: em 10 set OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria geral dos contratos de seguros v. 1. p RIZZARDO, Arnaldo. A Reparação nos Acidentes de Trânsito. 5. ed. São Paulo : Forense, p. 83.

15 15 SUMÁRIO INTRODUÇÃO DO CONTRATO DE SEGURO BREVE HISTÓRICO DO CONTRATO DE SEGURO CONCEITO PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DOS CONTRATOS DE SEGURO CLASSIFICAÇÃO DO CONTRATO DE SEGURO ELEMENTOS E REQUISITOS DE VALIDADE Requisitos subjetivos Requisitos objetivos Requisitos formais DIREITOS E OBRIGAÇÕES DO SEGURADO E DA SEGURADORA Direitos e deveres do segurado Direitos e deveres da segurada FASES DO CONTRATO DE SEGURO RELAÇÃO DE CONSUMO NA ATIVIDADE SEGURITÁRIA MODALIDADE DE SEGURO Seguro de dano Seguro de pessoas EXTINÇÃO DO CONTRATO DE SEGURO DO CONTRATO DE SEGURO DE PESSOA BREVE HISTÓRICO CONCEITO MODALIDADES DO SEGURO DE PESSOAS O Seguro de Vida Tradicional O Seguro de Vida em Caso de Sobrevivência O Seguro Misto Do Seguro de Vida em Grupo Do Seguro de Acidentes Pessoais Distinção entre o Seguro de Vida e Seguro de Acidentes Pessoais COBERTURAS DO SEGURO DE PESSOAS INSTRUMENTOS DO CONTRATO DE SEGURO... 61

16 Proposta de Seguro Apólice de Seguro Bilhete de Seguro SINISTRO NO SEGURO DE PESSOAS EXTINÇÃO DO CONTRATO DE SEGURO EXTINÇÃO DO CONTRATO DE SEGURO DE PESSOAS EXTINÇÃO DO CONTRATO COLETIVO DE SEGURO DE PESSOAS DO SEGURO DPVAT ASPECTOS HISTÓRICOS DO SEGURO OBRIGATÓRIO NO BRASIL NATUREZA JURÍDICA RESPONSABILIDADE CIVIL O CONTRATO DE SEGURO DPVAT O segurador no contrato de seguro DPVAT O Segurado no contrato de seguro DPVAT DA COBERTURA E INDENIZAÇÃO DO BENEFICIÁRIO A LIQUIDAÇÃO DO SEGURO DPVAT Liquidação extrajudicial Liquidação Judicial DA DESTINAÇÃO DO SEGURO DPVAT CONCLUSÃO

17 17 INTRODUÇÃO O tema da presente pesquisa é a análise do Seguro Obrigatório de Veículos Automotores de Via Terrestre, também denominado seguro obrigatório DPVAT ou, simplesmente, seguro DPVAT. A utilização desta ultima nomenclatura, não é a mais correta, embora seja muito utilizada por nós no dia a dia, bem como pela Doutrina e Jurisprudência. Tem-se a pretensão de investigar o tema do Seguro Obrigatório de Veículos Automotores de Via Terrestre, analisando as constantes demandas ajuizadas. O tema é polêmico ante as controvérsias existentes geradas em sua maioria pela edição das normas reguladoras desta modalidade especial e obrigatória de seguro de pessoas. A idéia para realização da pesquisa deu-se em virtude de constantes consultas recebidas no ambiente de trabalho. Embora o seguro DPVAT seja obrigatório por imposição legal faltam informações ao cidadão comum que muito embora conheça da obrigação, desconhece muitas vezes seu direito ou a forma de acessá-lo. A importância social do deste trabalho de conclusão de curso revela-se pela conotação social do seguro DPVAT. Se de um lado o cidadão deve obrigatoriamente efetuar o pagamento do prêmio correspondente ao seguro obrigatório DPVAT para ter o veículo licenciado, de outro, quase nenhuma informação ou esclarecimento a respeito do tema lhe é fornecido. O referido instituto alcança qualquer pessoa vítima de acidente de trânsito ocasionado por veículo automotor de via terrestre. As informações sobre esta espécie de seguro constam no Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo CRLV e são impressas de maneira resumida o que prejudica o direito da vítima de obter a indenização, notadamente, quando não é proprietária de veículo. Com tal estudo, tem-se a finalidade de contribuir para a elucidação dos dilemas comumente surgidos no âmbito das indenizações e direitos a que tem toda população, fornecendo, para tanto, as diretrizes legais, sociais, doutrinárias e jurisprudenciais acerca do assunto, sem exclusão de apontamentos pessoais.

18 18 Por intermédio do método dedutivo, será necessário proceder ao estudo do contrato de seguro e, mais especificamente, do contrato de seguro de pessoas, para ter uma noção coordenada e concatenada de informações para adentrar ao tema central dessa pesquisa, qual seja, o seguro DPVAT. Será utilizada a técnica de documentação indireta, através da pesquisa documental, que envolverá o Código Civil, a Lei n /74, a legislação da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) e a jurisprudência, e da pesquisa bibliográfica em livros e artigos que versem sobre o tema, afim de que se possa analisar as problemáticas existentes sobre o contrato de seguro DPVAT. No que tange ao Capítulo 1, será abordado, o contrato de seguro, sua raiz histórica, conceito, natureza jurídica, princípios norteadores, elementos e requisitos de validade, direitos e obrigações do segurado e da seguradora, fases do contrato, relação de consumo na atividade securitária e as modalidades de seguro. No Capítulo 2, será abordado o contrato de seguro de pessoa, seu histórico, conceito, as suas modalidades, da extensão de suas coberturas, da apólice de seguro e do bilhete, bem como, uma abordagem de forma simplificada do que é o sinistro no seguro de pessoa, assim como a forma de extinção deste contrato. No Capitulo 3, tratar-se-á especificamente do tema do trabalho, o Seguro Obrigatório de Veículos Automotores de Vias Terrestres, o DPVAT. Abordar-se-á, de forma sucinta, as origens do seguro DPVAT, principalmente no Brasil, a sua natureza jurídica, as especificidades dessa modalidade de contrato, bem como, a desnecessidade de caracterização de culpa, os danos acobertados, os valores de indenização e a forma de sua liquidação. Posteriormente, serão abordados os aspectos controvertidos dessa modalidade de seguro, tão presente em nossos dias.

19 19 1 DO CONTRATO DE SEGURO O presente capítulo tem por objetivo delinear o contrato de seguro. Para tanto, será abordado, ainda que brevemente, sua raiz histórica, conceito, natureza jurídica, princípios norteadores, elementos e requisitos de validade, direitos e obrigações do segurado e da seguradora, fases do contrato, relação de consumo na atividade securitária e as modalidades de seguro a fim de subsidiar o apreciador com uma noção coordenada de informações, concatenadas para adentrar no contrato de seguro de danos, objeto de estudo do capítulo 2, que dará impulso ao capítulo 3, que versa sobre o Seguro Obrigatório de Veículos Automotores de Via Terrestre (Seguro DPVAT). 1.1 BREVE HISTÓRICO DO CONTRATO DE SEGURO A data exata do primeiro negócio jurídico que teve por objeto o seguro de um bem de interesse humano se perdeu no tempo. Pairam acirradas dúvidas sobre a gênese desse importante e antigo instituto proveniente da criatividade do homem, todavia, não se pode negar que o seguro surgiu há tempos extremamente distante como um produto cultural vinculado a figura do comerciante que, no exercício de suas atividades, demonstrou preocupação em conceber determinado mecanismo capaz de preservar seus bens de eventuais fatalidades que, em alguns casos, poderiam brotar até mesmo da má-fé dos seus concorrentes ou, em outras hipóteses, de malogros provenientes de causas naturais. 16 O seguro, portanto, é fruto da necessidade humana voltada à previdência dos bens da vida direcionados ao exercício da mercancia. Assim, historicamente, o instituto do seguro nasceu no seio do comércio como um 16 SILVA, Ivan de Oliveira Silva. Curso direito do Seguro. São Paulo: Saraiva, p.1.

20 20 instrumento garantidor da preservação das estações de produção e escoamento de riquezas. 17 Um dos primeiros indícios da existência do seguro se dá na antiga Babilônia em forma de seguro viagem, em que os cameleiros precisavam atravessar o deserto para vender seus animais e com isso realizavam acordos para garantir que cada camelo que morresse ou se perdesse na travessia, fosse pago pelos demais cameleiros do grupo 18. Entretanto, não é possível determinar historicamente a origem embrionária do contrato de seguro. Os doutrinadores acreditam que esteja ligado à idéia de risco, ou seja, aquele perigo existente notadamente nas viagens marítimas. Todavia, eram cláusulas acessórias de outros contratos, não havendo ainda um sistema autônomo de cobertura. 19 Acreditam os autores, que o contrato de seguro é algo bastante recente, que teria sido ignorado na Antiguidade e surgido na Idade Medieval em decorrência do desenvolvimento da navegação e teria inicialmente encontrado certa resistência, pelas semelhanças que tinha com o jogo e a aposta e pela falta de segurança que apresentava, em virtude de vários fatores, como por exemplo, a freqüente falência dos seguradores e a falta de garantia do recebimento da indenização em virtude da ocorrência do sinistro. 20 Neste período, o contrato de seguro era estabelecido entre pessoas não previamente organizadas em empresas, apenas em operações realizadas entre o segurado e o segurador, daí por entender a sua semelhança ao jogo e a aposta, pois não apresentava segurança jurídica, sendo esse o seu maior atributo. Hoje, o seu elemento base é o mútuo, com a formação de um fundo financeiro pelos segurados ao pagamento de eventuais indenizações SILVA, Ivan de Oliveira Silva. Curso direito do Seguro. São Paulo: Saraiva, p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral dos Contratos de Seguro. Campinas/SP: LZN,2005. p Oliveira, Celso Marcelo de. Teoria Geral dos Contratos de Seguro. Campinas/SP: LZN,2005. p RODRIGUES, Silvio. Direito Civil: dos contratos e das obrigações unilaterais da vontade. São Paulo: Saraiva, v. 3, p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral dos Contratos de Seguro. Campinas/SP: LZN,2005. p.6.

21 21 No século XIV, foram pactuadas as duas primeiras apólices de seguro, uma em Pisa, em 1385, e a outra em Florença, em Neste século o seguro teve acentuado desenvolvimento e aceitação, notadamente a partir da Renascença. O desenvolvimento do comércio e a acentuada movimentação financeira fizeram com que os comerciantes se preocupassem com os bens que ficavam sujeitos aos riscos oriundos da atividade ou até mesmo das intempéries naturais. 22 Muito embora tenha sido Portugal o primeiro país a estabelecer o contrato de seguro, a primazia da elaboração do documento legislativo coube a Barcelona, no século XV. As Ordenações de Barcelona, datadas de 1435 determinavam que contrato devia ser firmado por escrito e que o segurado participava do risco, ou seja, ele não poderia fazer o seguro total dos bens, devendo ficar a seu cargo uma parcela. O seguro duplo também foi proibido, assim, não era possível segurar a mesma coisa mais de uma vez. 23 Em decorrência desta ordenação foi criado um tribunal especializado para julgamento da matéria e proibida a prática abusiva de certas operações que desfiguravam a natureza do contrato 24. Ainda neste período surgiram os seguros de transportes terrestres e de escravos. 25 No século XVI as grandes descobertas impulsionaram o contrato de seguro, havendo intensa produção legislativa, aparecendo Ordenações na Florença, Burgos, Sevilha, etc. A criação das chamadas Tontinas e das sociedades de socorro mútuo dão nova vertente ao contrato de seguro. 26 Em 1666, ocorreu grande incêndio em Londres, destruindo praticamente toda cidade e logo se concluiu que a grande concentração urbana era elemento propício a catástrofes. Em decorrência do sinistro foi criada a Fire Office para atender as vítimas, surgindo o seguro contra incêndio. Dois anos após, em 1668, é fundado o Lloys s, uma espécie de bolsa de seguros e, em 22 SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de Direito do Seguro. São Paulo: Saraiva, p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral dos Contratos de Seguro. Campinas/SP: LZN,2005. p ALVIN, Pedro. O contrato de seguro. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, p ALVIN, Pedro. O contrato de seguro. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral dos Contratos de Seguro. Campinas/SP: LZN,2005. p.13.

22 , Edward Lloyd, funda o Lloyd s Coffee, cuja clientela composta, principalmente por banqueiros e financistas, organiza-se e forma uma bolsa de seguros de navios e cargas.também em Londres, no ano seguinte, fundou-se a primeira companhia de seguros se vida: Union. 27 No século XVII foram lançadas as bases do seguro de vida e, no século XVIII, em decorrência principalmente da Revolução Industrial, os seguros terrestres, notadamente o contra incêndio e de vida se expandiram por diferentes classes sociais. A partir deste século foram utilizados critérios técnicos que contribuíram para que, paulatinamente, fossem abandonas as especulações empíricas e a atividade securitária passou a ter maior crescimento e credibilidade. 28 Do início do século XIX em diante, as atividades de seguro se expandiram para novos ramos, como a responsabilidade civil, acidentes pessoais, acidentes de trabalho, furto e roubo e locação. O Código Comercial Francês de 1807 trouxe dispositivos que tratavam do seguro marítimo, mas não abordou o seguro terrestre, embora este já possuísse consideráveis contratações. A Holanda, em 1838, foi o primeiro país a incluir em sua legislação codificada dispositivos sobre os seguros terrestres. A partir daí outros países foram paulatinamente promulgando seus códigos e incluindo dispositivos sobre seguro. 29 No Brasil, os seguros começaram a se desenvolver [...] a partir de 1808, com a chegada da Família Real Portuguesa e conseqüente abertura dos portos às nações estrangeiras [...] 30. Neste ano foram fundadas as primeiras seguradoras, ambas sediadas na Bahia, sendo uma denominada Cia. de Seguros Boa-Fé e a outra Conceito Público OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral do Contrato de Seguro. Campinas/SP. LZN,2005. p SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de Direito do Seguro. São Paulo: Saraiva, p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral do Contrato de Seguro. Campinas/SP. LZN,2005. p ALVIN, Pedro. O contrato de seguro. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, p ALVIN, Pedro. O contrato de seguro. 3. ed. Rio de Janeiro: Forense, p

23 23 A evolução histórica dos seguros no Brasil pode ser dividida em cinco fases. A primeira, anterior a criação do Código Comercial em 1850, marcada pela predominância das companhias estrangeiras, que, basicamente, captavam negócios para suas matrizes no exterior. 32 A atividade securitária brasileira era regulada pelas leis de Portugal e seu objeto era apenas o seguro marítimo. 33 A segunda fase, que vai da publicação do Código Comercial de 1850 até o Código Civil de O Código Comercial regulamentou o seguro marítimo e impulsionou o surgimento de seguradoras nacionais. Em 1853, as sociedades seguradoras iniciam os primeiros seguros terrestres. 34 O seguro de vida de pessoas livres era expressamente proibido pelo Código Comercial, mas o seguro contra óbito dos escravos, tidos na época como mercadorias, era admitido, sendo inclusive fundada em 1858, a Cia. de Seguros Mútuos sobre a Vida de Escravos. Todavia, a Cia. Tranquilidade, fundada em 1855 praticava o seguro de vida tanto de pessoas livres quanto de escravos. 35 O potencial brasileiro despertou o interesse de empresas estrangeiras, todavia elas transferiam os recursos financeiros obtidos com os prêmios cobrados para suas matrizes, ocasionando uma grande evasão de divisas. A fim de proteger os interesses econômicos do país, o governo brasileiro promulgou a Lei n. 294, em 5 de setembro de A referida lei regulamentou a atividade das empresas estrangeiras de seguro de vida, [...] determinando que suas reservas técnicas fossem constituídas e tivessem seus recursos aplicados no Brasil, para fazer frente aos riscos aqui assumidos. Todavia, várias seguradoras estrangeiras não concordaram e fecharam suas portas MAGALHÃES, Raphael de Almeida. O Mercado de Seguros no Brasil. Brasília: Funenseg, 2000., p SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS (SUSEP). História do Seguro. Disponível em: Acesso em: 20 mar (no item História do Seguro). 34 OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral do Contrato de Seguro. Campinas/SP. LZN,2005. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral do Contrato de Seguro. Campinas/SP. LZN,2005. p MARQUES, Lúcio : o príncipe, o rei e o mercado. Disponível em Acesso em 20 mar

24 24 O Decreto n , de 10 de dezembro de 1901, regulamentou as operações de seguro e criou a Superintendência Geral dos Seguros. No entanto, a referida lei não teve aceitação entre as seguradoras estrangeiras e em 12 de dezembro de 1902, foi promulgado o Decreto n que regulamento todas as seguradoras dependiam de autorização do Governo Federal para funcionar no país e que as mesmas tinham de prestar uma garantia em dinheiro ou em apólices federais e uma reserva não inferior a 20% dos lucros líquidos anuais. 37 A terceira fase inicia com a promulgação do Código Civil Brasileiro de 1916 que os seguros em geral, salvo o marítimo que já estavam regulados. Neste período as segurados estrangeiras detinham o controle do mercado haja vista que as nas nacionais não possuíam capacidade técnica ou financeira para assumir grandes responsabilidades. Outro destaque deste período foi a promulgação do Decreto n , de 14 de julho de 1934, que criou o Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalizações. 38 A quarta fase inicia com a criação do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), através do Decreto-lei n. 1805, de 27 de novembro de Sua criação tinha como objetivo fortalecer as seguradoras nacionais, para isso foram tomadas várias medidas dentre as quais se destacam o resseguro automático e o funcionamento do Instituto como ressegurador único. 39 Nesta mesma fase foi fundada em 25 de junho de 1951, a Federação Nacional das Empresas de Seguro Privado e de Capitalização (FENASEG), sendo constituída inicialmente por 5 sindicatos de seguradoras e tendo como objetivo promover o desenvolvimento do setor. 40 Em 21 de novembro de 1966, o Decreto-lei n. 73, criou a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que deu novo contorno ao setor de seguros, vez que regulamentou [...] as operações de seguros e 37 OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral do Contrato de Seguro. Campinas/SP. LZN,2005. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral do Contrato de Seguro. Campinas/SP. LZN,2005. p OLIVEIRA, Celso Marcelo de. Teoria Geral do Contrato de Seguro. Campinas/SP. LZN,2005. p FEDERAÇÃO NACIONAL DAS EMPRESAS DE SEGUROS PRIVADOS E DE CAPITALIZAÇÃO. A Fenaseg. Disponível em Acesso em 20 mar

25 25 resseguro e instituiu o Sistema Nacional de Seguros Privados, formado pelo Conselho Nacional de Seguros Privados, SUSEP e IRB, sociedades autorizada a operar em seguros privados e corretores habilitados 41. Na década de 70, ocorreram várias fusões e incorporações e em 1972 foi fundada a Escola Nacional de Seguros (FUNENSEG). 42 O período atual iniciou, na década de 90, com a edição do Plano Diretor do Sistema de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar pela FENASEG. A partir do governo Collor e, principalmente, nos governos Fernando Henrique Cardoso, assiste-se um grande desenvolvimento do setor, notadamente quando foi lançado o Plano Real em Outro fator importante para expansão do mercado foi a quebra do monopólio da atividade de resseguro, iniciada com a promulgação da Emenda Constitucional n. 13 de 21 de agosto de 1996 que eliminou a figura do IRB como ressegurador, possibilitando a privatização e concorrência. 44 A intenção de extinção do monopólio foi confirmada pelo legislador ordinário ao criar a Lei n , de 20 de dezembro de 1999, que transferiu as funções regulatória e fiscalizadora inerentes ao IRB para SUSEP. A referida lei foi objeto de duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (n e ), todavia, em virtude da nova alteração do texto constitucional introduzida pela Emenda Constitucional n. 43, de 29 de maio de 2003, o Ministro relator Marco Aurélio declarou o prejuízo do pedido inserto na inicial. 45 Para se ter uma idéia da expansão do mercado de seguro: No período de janeiro a maio de 1997 o volume de prêmios emitidos era de US$ 18,5 bilhões, contra aproximadamente 41 MARQUES, Lúcio : o príncipe, o rei e o mercado. Disponível em Acesso em 20 mar MARQUES, Lúcio : o príncipe, o rei e o mercado. Disponível em Acesso em 20 mar MARQUES, Lúcio : o príncipe, o rei e o mercado. Disponível em Acesso em 20 mar BRASIL. Constituição (1988). Emenda constitucional n. 13, de 21 de agosto de Disponível em Acesso em 20 mar SILVA, Ivan de Oliveira. Curso de Direito do Seguro. São Paulo: Saraiva, p. 9.

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