SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS: PROF. ARRAIS 5ª SÉRIE / ENSINO FUNDAMENTAL FEVEREIRO E MARÇO

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1 SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS: PROF. ARRAIS 5ª SÉRIE / ENSINO FUNDAMENTAL FEVEREIRO E MARÇO TURMA; TURNO: DATA / / / NOMES: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 1ª AULA RECONHECIMENTO DO LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS RECONHECER OS MATERIAIS A SEREM TRABALHADOS ALGUMAS APARELHAGENS DE LABORATÓRIO. Frasco de Erlenmeyer - Utilizado em titulação, aquecimento de líquidos, dissolução de substâncias e realização de reações. Quando aquecê-lo, empregue o tripé com a proteção da tela de amianto. Alonga- serve para conectar o condesador ao frasco coletor nas destilações, direcionando o fluxo de líquido. Balão de fundo chato - Nele são aquecidos líquidos e realizadas reações com liberação de gases. Para aquecê-lo, use o tripé com a proteção da tela de amianto. Funil - O funil é utilizado para filtração, sendo que para filtrações mais delicadas (geralmente, em análises quantitativas), emprega-se o funil analítico, que tem diâmetro pequeno e haste maior. Às vezes, o analítico apresenta internamente estrias no cone e na haste. Béquer- Apropriado para reações, dissolução de substâncias, precipitações e aquecimento de líquidos. Para levá-lo ao fogo, use tripé com a proteção da tela de amianto. Mangueira - usada para conectar e transportar a água para o condensador, ou outras utilidades.

2 Tubo de ensaio - Empregado para reações em pequena escala, principalmente testes de reação. Com cuidado, pode ser aquecido diretamente na chama do bico de Bunsen. Bico de Bunsen - Também conhecido como búnsen. É a fonte de aquecimento mais empregada em laboratório. No entanto não se deve utilizá-lo para aquecer substâncias inflamáveis, para isso, deve-se utilizar uma chapa elétrica. Condensador- Dispositivo para liquefazer vapores. É utilizado na destilação de soluções. Cadinho - Geralmente é feito de porcelana. Serve para calcinação (aquecimento a seco e muito intenso) de substâncias. Poder ser colocado em contato direto com a chama do bico de Bunsen. Aguenta altas temperaturas, dependendo do material que foi feito. Suporte universal - É empregado em várias operações, para sustentação de peças. Vareta de vidro - Cilindro oco, feito de vidro de baixo ponto de fusão. Interliga peças como balões, condensadores, erlenmeyers etc. Tripé de ferro - Sustentáculo utilizado com a tela de amianto para aquecimento de várias vidrarias. Bastão de vidro - baqueta ou bagueta. Haste maciça de vidro com que se agitam misturas, facilitando reações. É utilizado, principalmente para ajudar na dissolução de substâncias sólidas em líquidas. Pipeta graduada e pipeta volumétrica - São utilizadas para medir com exatidão e transferir pequenos volumes de líquido. (Nunca se deve pipetar líquidos com a boca, utilize uma "pera" para puxar o líquido. Anel, ou argola - Preso à haste do suporte universal, sustenta o funil na filtração universal. Pinça simples - Espécie de braçadeira para prender certas peças ao suporte universal. Termômetro - usado nas medidas de temperatura. Garra de condensador. Espécie de braçadeira que prende o condensador (ou outras peças, como balões, erlenmeyers etc.) à haste do suporte universal.

3 Estante de tubos de ensaio - Serve para alojar tubos de ensaio. Pinça de madeira - Utilizada para segurar tubos de ensaio em aquecimento, evitando queimaduras nos dedos. Cápsula de porcelana - Recipiente para evaporar líquidos. Almofariz e pistilo - Empregados para triturar e pulverizar sólidos. Frasco de Kitassato - Compõe a aparelhagem das filtrações a vácuo. Sua saída lateral se conecta a uma trompa de vácuo. É utilizado para uma filtragem mais veloz, e também para secagem de sólidos precipitados. Vidro de relógio - Peça côncava para evaporação em análises de líquidos. Para aquecê-lo, use tripé com tela de amianto. Bureta - Serve para medir volumes, principalmente em análises. É utilizada para realizar medidas precisas de volume, também é utilizada em titulações. Balão de destilação - Destinado a destilação, pode ter um ou dois gargalos. Funil de decantação - Utilizado na separação de misturas de líquidos imiscíveis. Triângulo de porcelana - Suporte para cadinhos de porcelana colocados em contato direto com a chama do bico de Bunsen. Tela de amianto - Serve para evitar o aquecimento direto de vidros refratários distribuindo o calor do bico de gás de forma uniforme. Dessecador - Nele se guardam substâncias sólidas para secagem. Sua atmosfera interna deve conter baixo teor de umidade, para isso, utiliza-se agentes secantes, como sílica gel. Pinça de Mohr e pinça de Hofmann - Servem para reduzir ou obstruir a passagem de gases ou líquidos em tubos frexíveis. Provetas - Destinadas a medir volumes de líquidos e preparo de soluções.

4 Funil de Buchner - Utilizado para realização de filtragem à vácuo, é empregado juntamente com o kitassato. Pinça metálica ou tenaz - Serve para manipular objetos aquecidos. Pisseta - Frasco para lavagem de materiais e recipientes por meio de jatos de água, álcool e outros solventes. Chapa elétrica e agitador - É utilizada para o aquecimento de substâncias de uma forma em geral, principalmente as substâncias inflamáveis. Esta é a forma mais comum e segura de aquecimento em um laboratório de química, atualmente. Ela também pode ser utilizada para o agitamento de soluções, aquecidas ou não. Furadores de rolhas - Jogo de furadores utilizado para produzir orifícios de diferentes diâmetros em rolhas de cortiça ou de borracha. Espalhador de chama - Adaptado ao bico de Bunsen, produz chama larga, apropriada para dobrar varetas de vidro. Trompa de vácuo - Equipamento que, ligado à uma torneira, faz sucção nas filtrações à vácuo. Aparelhagem de destilação - Montagem de aparelhos para uma destilação. É utilizado, um condensador reto, uma alonga, um balão volumétrico, um adaptador para destilação e uma manta aquecedora. balança - Utilizada para efetuar medidas de peso de substâncias, sendo possível uma determinada precisão de massa. É a balança mais utilizada em laboratórios qualitativos. Balão volumétrico - É utilizado para realizar reações sem aquecimento, no entanto, ele também pode ser aquecido, sendo utilizado uma manta aquecedora ou até mesmo adaptações com bico de bunsen. Funil para sólidos - É utilizado para direcionamento de sólidos à um recipiente com a abertura reduzida.

5 Conta gotas - É utilizado para retirar pequenas quantidades de volume de líquidos de soluções. ATITUDES CORRETAS DENTRO DE UM LABORATÓRIO - Usar guarda-pó de algodão e abotoado, sapatos fechado, em caso de cabelos compridos, devem ser mantidos amarrados; - Usar óculos de segurança; - Não utilizar lentes de contato em laboratório, pois vapores corrosivos podem ficar presos entre a lente e a córnea e, em caso de algum líquido espirrar no olho, o lava-olhos não é eficiente; -Não usar produto que esteja sem rótulo; - Verificar sempre a toxidez e a possibilidade de inflamar dos compostos químicos; - Não pipetar nenhum líquido com a boca, para isso existe as peras, ou seringas; - De forma alguma, efetuar procedimentos ou experiências sem a autorização do professor; - Não pôr as mãos na boca ou nos olhos, quando estiver manuseando algum composto do laboratório, é muito importante evitar este contato de forma a evitar problemas mais graves à saúde; - Não fume, não coma e não tome nada no laboratório. Isto pode contaminar reagentes, comprometer aparelhos e provocar intoxicação; - Não coloque bolsas, roupas, livros, etc. sobre a bancada; - Não brinque no laboratório. Esteja sempre atento à experiência. Laboratório não é lugar para crianças; - Não receba colegas no laboratório. Atenda-os no corredor; - Siga rigorosamente as instruções fornecidas pelo professor; - Caso esteja usando um aparelho pela primeira vez, leia sempre o manual antes e consulte o professor; - Nunca teste um produto químico pelo sabor; - Conheça as propriedades físicas, químicas e toxicológicas das substâncias com que vai lidar, bem como métodos de descarte dos resíduos gerados; - Antes de usar qualquer reagente, leia cuidadosamente o rótulo do frasco para ter certeza de que aquele é o reagente desejado; - Não aqueça líquidos inflamáveis em chama direta, caso seja necessário aquecer use banho maria; - Nunca deixe frascos contendo solventes inflamáveis (éter, acetona, álcool) próximos a uma chama; - Não armazene substâncias oxidantes próximo a líquido voláteis e inflamáveis; - Abra frascos o mais longe possível do rosto e evite aspirar ar neste momento; - Nunca torne a colocar no frasco uma droga retirada em excesso e não usada. Ela pode ter sido contaminada; - Nunca aqueça o tubo de ensaio, apontando sua extremidade aberta para um colega ou para si mesmo; - Cuidado com chapas elétricas. Elas podem estar quentes, verifique-a aproximando a mão lentamente das mesmas; - Ao preparar soluções aquosas diluídas de um ácido, coloque o ácido concentrado lentamente na água, nunca o contrário isto pode causar projeções; - Ao se retirar do laboratório, lave sempre as mãos. INCÊNDIO NO LABORATÓRIO Em caso de um incêndio no laboratório, é de fundamental importância que os alunos mantenham a calma e sigam as orientações do professor. O registro geral de gás deve ser o primeiro a ser fechado, para evitar o agravamento do incêndio, além disso, deve-se desligar todos os equipamentos elétricos, sendo importante, desligar a chave geral do laboratório. Os incêndios podem ser causados por diversas situações, caso ele tenha se iniciado em um pequeno recipiente é recomendado colocar um pano úmido emcima do recipiente, abafando-o e acabando com o foco. No entanto, pode ocorrer um de tamanho maior, sendo assim mais grave, para contornar esta situação é bom utilizar areia seca ou extintores de incêndio. Não use água ou óleo, pois eles servem para espalhar ainda mais o fogo. Os incêndios em um laboratório podem ser de três tipos: os causados por papel, madeira, ou qualquer outro material que deixe cinzas ou brasas, neste caso, deve ser utilizado um material que esfrie e molhe o foco do incêndio;(classe A) os causados por líquidos inflamáveis, do tipo, gasolina, óleos, querosene, entre outros, deve-se tomar uma atitude rápida de resfriar e abafar o local;(classe B)

6 os causados por equipamentos elétricos, que deve ser combatidos por qualquer agente não condutor de eletricidade.(classe C) Os extintores de CO2 devem ser utilizados no caso de incêndios de classe C. Os extintores de pó químico devem ser utilizados nos incêndios de classe B. Os extintores de água devem ser utilizados nos casos de incêndios de classe A. Queimaduras em laboratório Caso ocorra alguma queimadura leve, é possível a aplicação de pomadas para queimaduras, no entanto, podem ocorrer queimaduras do tipo mais graves, com formação de empolas, ou bolhas, sendo nestes casos, importante a aplicação de solução de bicarbonato a 1% e a procura de um médico, sendo importante a não retirada de roupas ou outros materiais que estejam "colados" no local da queimadura, sendo importante evitar o choque térmico no local. Até a condução do acidentado até um médico é fundamental manter o paciente aquecido. As queimaduras em um laboratório de química, podem ser de dois tipos diferentes, sendo possível a queimadura térmica e a queimadura química, que pode ser causada por reagentes químicos.

7 SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS: PROF. ARRAIS 6ª SÉRIE/ENSINO FUNDAMENTAL FEVEREIRO E MARÇO TURMA; TURNO: DATA / / / NOMES: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) II-METODOLOGIA 2.1.OBJETIVO Que o aluno conheça um microscópio. I - PRÁTICAS A FRESCO 1. Observação de células de Elodea sp 2. Observar o formato de células vegetais. 3. Observar os cloroplastos de uma célula vegetal. Observar uma célula vegetal e o seu núcleo. Observar célula vegetal, estômato e cloroplastos. Observar as diferentes formas de grãos de pólen 2 Observar a forma, o tamanho e o núcleo de uma célula animal e compará-la com uma célula vegetal. 2.2.PROCEDIMENTO 1. Observação de estômatos Com o auxílio da gilete fazer um corte paradérmico na parte inferior da folha de Tradescantia sp. Com o pincel transportar este corte para a lâmina. Com o conta-gotas colocar 1 gota d'água sobre o material; cobrir com lamínula e levar ao microscópio para observação. Com o pincel, retirar o pólen de várias flores (isoladamente). Colocar o pólen coletado em uma placa de Petri contendo água. Com um conta-gotas, retirar uma amostra e colocar sobre uma lâmina. 2.3.MATERIAL Microscópio Tecido animal Tecido vegetal Lâmina de vidro II - CONCLUSÃO: IV-APLICAÇÃO: 1-Unidade estrutural e funcional básica de formação dos seres vivos.

8 2. Estrutura que compõe uma célula, responsável por funções específicas. 3. Instrumento ótico utilizado para observação dos seres vivos ou de partes deles, que não são visíveis a olho nu. 4. Solução que pode dar ou modificar a cor de uma substância, organismo ou partes dele. 5. Material retangular de vidro utilizado em preparações de microscopia para observação de pequenos seres vivos ou parte deles. 6. Lâmina diminuta colocada sobre uma outra lâmina maior, para facilitar a visualização de materiais em microscópio.

9 SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS: PROF. ARRAIS 7ª SÉRIE/ENSINO FUNDAMENTAL FEVEREIRO E MARÇO TURMA; TURNO: DATA / / / NOMES: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) I-METODOLOGIA 1.1.OBJETIVO Que o aluno conheça um microscópio. I - PRÁTICAS A FRESCO 4. Observação de células de Elodea sp 5. Observar o formato de células vegetais. 6. Observar os cloroplastos de uma célula vegetal. Observar uma célula vegetal e o seu núcleo. Observar célula vegetal, estômato e cloroplastos. Observar as diferentes formas de grãos de pólen 2 Observar a forma, o tamanho e o núcleo de uma célula animal e compará-la com uma célula vegetal. 1.2.PROCEDIMENTO 1. Observação de estômatos Com o auxílio da gilete fazer um corte paradérmico na parte inferior da folha de Tradescantia sp. Com o pincel transportar este corte para a lâmina. Com o conta-gotas colocar 1 gota d'água sobre o material; cobrir com lamínula e levar ao microscópio para observação. Com o pincel, retirar o pólen de várias flores (isoladamente). Colocar o pólen coletado em uma placa de Petri contendo água. Com um conta-gotas, retirar uma amostra e colocar sobre uma lâmina. 1.3.MATERIAL Microscópio Tecido animal Tecido vegetal Lâmina de vidro II - CONCLUSÃO: III-APLICAÇÃO: 1-Unidade estrutural e funcional básica de formação dos seres vivos.

10 2. Estrutura que compõe uma célula, responsável por funções específicas. 3. Instrumento ótico utilizado para observação dos seres vivos ou de partes deles, que não são visíveis a olho nu. 4. Solução que pode dar ou modificar a cor de uma substância, organismo ou partes dele. 5. Material retangular de vidro utilizado em preparações de microscopia para observação de pequenos seres vivos ou parte deles. 6. Lâmina diminuta colocada sobre uma outra lâmina maior, para facilitar a visualização de materiais em microscópio.

11 SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE QUÍMICA: PROF. ARRAIS 8ª SÉRIE/ENSINO FUNDAMENTAL FEVEREIRO E MARÇO TURMA; TURNO: DATA / / / NOMES: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) I METODOLOGIA: 1.1 OBJETIVO: QUÍMICA NO NOSSO COTIDIANO Levar o aluno a perceber como a química está presente no nosso dia-a-dia e não percebemos nas simples coisas. 1.2 MATERIAIS: - Água - Limpador com amoniáco (ex: ajáx) - 1 comprimido de Lacto-purga - Meio copo de álcool (etanol) - folhas de repolho roxo - trapos brancos umedecidos com suco de uva ou vinho tinto - trapos brancos umedecidos com suco de amora - Vinagre 1.3 PROCEDIMENTOS: 3.1-PREPARANDO INDICADORES ÁCIDO-BASE Muitos pigmentos que são extraídos de vegetais podem ser usados como indicadores ácido-base. Um indicador ácido-base é uma substância que apresenta uma determinada coloração em meio ácido e outra em meio básico. Você pode preparar indicadores ácido-base na sua casa e depois testar a acidez ou basicidade de algumas substâncias como suco de laranja, detergente, shampoo, vinagre, café, leite, etc.. Nesta experiência vamos preparar um indicador ácido-base a partir do ropolho roxo e outro a partir do Lacto-purga. 3.2-PREPARAÇÃO DA SOLUÇÃO DE FENOLFTALEÍNA Nas farmácias há o medicamento chamado Lacto-purga que contém fenoltaleína. Ela pode ser extraída do comprimido triturando-so e dissolvendo-o em álcool. Para isso siga o seguinte procedimento: - Triture um comprido de lacto-pugra em um pilão de amassar alho - Coloque o pó em um copo pequeno e adicione álcool até a metade - Após mexer bem, restará no fundo do copo um resíduo insolúvel - Despeje a solução obtida em um outro copo para separá-la do resíduo. Está pronta a solução de fenolfatleína! 3.3-PREPARAÇÃO DO EXTRATO DE REPOLHO ROXO

12 Outro material que usaremos é o líquido que dá cor ao repolho roxo. Ele pode ser extraído fervendo-se as folhas em um pouco de água: - pique algumas folhas de repolho roxo com uma faca. - Ferva com um pouco de água por cerca de 10 minutos - Despeje o líquido roxo obtido em um copo. Você preparou dois indicadores ácido-base: a solução de fenolftaleína e a solução de repolho roxo. Agora é só testar a mudança de coloração na presença de ácido ou base: Coloque vinagre em dois copos e adicione os indicadores preparados para verificar as mudanças (ou não ) das colorações. Faça o mesmo utilizando amoniânico (ajáx) ao invés de vinagre. Você pode também ver as mudanças da coloração adicionando esses indicadores em trapos umedecidos com suco de uva ou vinho tinto e suco de amora. IV-CONCLUSÃO OU RESUMO:

13 SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE FÍSICA: PROF. ARRAIS 8ª SÉRIE/ENSINO FUNDAMENTAL FEVEREIRO E MARÇO TURMA; TURNO: DATA / / / NOMES: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) VELOCIDADE MÉDIA A ROSCA E A ARRUELA I- APRESENTAÇÃO: Encaixe a extremidade inferior da vareta com rosca num suporte e soltei novamente a arruela lá de cima, encaixada na vareta. Beleza, que movimento espetacular. Cronômetro na mão, metro de balcão ao lado da vareta e... o movimento é uniforme. Testei com outras arruelas, umas com furos maiores, outras com massas maiores, outras mais largas. E assim nasceu esse projeto. II - METODOLOGIA 2.1. OBJETIVO Estudo do movimento retilíneo e uniforme. Cronometragem, gráficos do M.U MATERIAL Vareta com rosca de 3/8" ou 5/8" e as duas arruelas e porcas que acompanham tais varetas. Cronômetro (relógio digital) e metro de balcão ou trena. Grampo (presilha) para fixar na mesa e prender a vareta na vertical PROCEDIMENTO Prenda a vareta no grampo de modo que fique firme na vertical. Coloque o metro de balcão ao lado da vareta, paralelo a ela. Solte a arruela a partir da extremidade superior. Assim que o movimento da arruela estabilizar (isso depende do modo como soltá-la) veja sua cota (altura) na régua e acione o cronômetro.anote, a cada 20 segundos (ou outro intervalo de tempo), a cota por onde passa a arruela. Com esse conjunto de par de dados (tempo e cota) construa o gráfico "cota x tempo".como esse texto, numa primeira mão, destina-se ao professor, poderemos dispensar detalhes no desenvolvimento do estudo do movimento uniforme. Daí para a frente tem-se todo o trabalho de análise já comum em outros experimentos do tipo, tais como: Bolinha de gude dentro da água do tubo de vidro (perigo de quebrar o tubo e dificuldade em obtê-lo); Bolina de aço dentro do óleo do tubo de vidro (e tem que usar ímã para levar a bolinha para cima); Bolha de ar em tubo com água etc.

14 Verifique o comportamento com várias arruelas, mais finas e mais grossas, mais leves e mais pesadas, mais estreitas e mais largas etc. Com arruela adequada o "tempo de queda" pode superar os três minutos para descer 1 metro! Dica Selecione duas arruelas cujas velocidades de queda em movimento uniforme sejam diferentes. Coloque as duas arruelas na vareta (a mais lenta por cima da mais rápida) mantendo-as afastadas, com os mesmos dedos, cerca de 5 mm. Abandone simultaneamente as duas arruelas. Uma descerá com velocidade escalar média V (a de baixo) e a outra com V', sendo V > V'. No decorrer do tempo, a distância (D) entre elas irá aumentando. Eis uma boa questão para os meninos: escrever a função D = f(t) que fornece, em cada instante, a distância entre as arruelas Comentário A lentidão e regularidade do movimento de descida de uma arruela, no caso geral, acompanhado de um ruído especial, torna o experimento ideal para sala de aula e serve, por outro lado, para o professor explicar os "macetes" do uso do cronômetro (cartilagem da mão que deve ser comprimida antes do mecanismo acionar realmente o cronômetro etc.) e sobre os cursos oficiais para cronometristas (pelo que soube, alguns para corridas de cavalos, duravam cerca de 3 anos!). Estou preparando uma filmagem do movimento (junto com cronômetro e régua) para examiná-lo, com detalhes, em câmara lenta. Em cada instante, não deve ser um movimento simples. Já devemos prever combinações de quedas livres, oscilações forçadas e entretidas, choques mecânicos e atritos. A agitação da arruela deve provocar, também, movimento turbilhonar no ar. IV-CONCLUSÃO OU RESUMO:

15 SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE QUÍMICA: PROF. ARRAIS 1ª SÉRIE/ENSINO MÉDIO FEVEREIRO E MARÇO TURMA; TURNO: DATA / / / NOMES: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) A QUÍMICA NO COTIDIANO: ACIDEZ DO LEITE I-PROPÓSITO DO PROJETO E HIPÓTESE: O leite de vaca é um alimento de alto valor nutritivo, cuja composição aproximada é mostrada abaixo. O leite fresco apresenta acidez devido à presença de caseína, fosfatos, albumina, dióxido de carbono e citratos. Esta acidez natural varia entre 0,13% e 0,17%, expressa como massa de ácido lático (13D a 17D). A acidez do leite pode aumentar através da hidrólise da lactose por enzimas microbianas (fermentação), que leva à formação de ácido lático. Se esta acidez desenvolvida for muita elevada, o leite é impróprio para consumo, pois ela indica alta atividade microbiana. Neste experimento, o que se determina é a acidez total do leite. II-METODOLOGIA: 2.1.OBJETIVO: Esta prática tem por objetivo a determinação da qualidade do leite de acordo com a acidez utilizando como unidade de medida graus Dornic. 2.2.MATERIAL E REAGENTES 1 pipeta volumétrica de 10 ml 1 erlenmeyer de 50 ml 1 bureta de 10 ml Solução de NaOH 1/9 mol/l (0,111 mol/l), chamada de soda Dornic Amostras de leite de origens ou marcas diferentes Solução alcoólica de fenolftaleína a 2% CUIDADOS Evite o contato do NaOH e de sua solução com a sua pele. Caso isto ocorra, lave a região afetada com bastante água. 2.3PROCEDIMENTO: Coloque, com o auxílio da pipeta volumétrica, 10,0 ml de leite no erlenmeyer e, após adicione cerca de 20 ml de água e algumas gotas da solução alcoólica de fenolftaleína. Encha a bureta com a solução de soda Dornic e proceda a titulação do leite até que ele adquira uma coloração rósea persistente por cerca de 1 minuto. Anote o volume de soda Dornic gasto. Repita este procedimento para as outras amostras de leite. Sabendo que cada 0,1 ml de soda Dornic gasta, corresponde a uma acidez de um grau Dornic (1D), calcule a acidez das amostras de leite em graus Dornic e conclua se as amostras são próprias para consumo (acidez entre 16 D e 20 D). III-ANÁLISE DOS DADOS: Constituinte Teor Porcentual água 87,3 lactose 4,6 gordura 3,9

16 proteínas 3,25 substâncias minerais 0,65 ácidos orgânicos 0,18 outros 0,14 IV-CONCLUSÃO OU RESUMO:

17 SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE FÍSICA: PROF. ARRAIS 1ª SÉRIE/ ENSINO MÉDIO FEVEREIRO E MARÇO TURMA; TURNO: DATA / / / NOMES: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 1 - LEIS DE NEWTON -AÇÃO E REAÇÃO I-PROPÓSITO DO PROJETO E HIPÓTESE: Toda ação requer uma reação, demonstrando que os pares de ação e reação agem de forma contínua e recíproca quando atuam num mesmo corpo. Quando você assopra, para que o ar ao percorrer o canudo, saia pela outra extremidade, é preciso que a parede do canudo exerça uma força na direção ( e sentido apontando para saída do ar) da extremidade menor do canudo. Da mesma forma, o ar exerce uma força na mesma direção, mas em sentido contrário. Portanto o que se observa é o recuo para trás (sentido contrário à saída do ar) do canudo II-METODOLOGIA: 2.1.OBJETIVO: Ilustrar o princípio da lei de ação e reação. 2.2.MATERIAL: Um canudo comum ou um dobrável. 2.3.PROCEDIMENTOS: 1.Você pode simplesmente virar a menor parte do canudo dobrável de modo a formar um ângulo de aproximadamente 90 o graus 2.Realizar um corte no canudo comum 3.Depois colocar fita crepe com o cuidado para não deixar a fita tampar a passagem do ar.

18 4.Agora é só soprar com a boca pela parte maior e ver o que acontece. 2-TROMBADA I-PROPÓSITO DO PROJETO HIPÓTESE: O experimento consiste em deixar um carrinho, com uma bolinha presa a ele, rolar uma rampa e chocar-se com um obstáculo (veja a figura abaixo). O carrinho percorrerá a rampa, até atingir o lápis (obstáculo). Ao atingí-lo, o carrinho pára; a bolinha de aço, porém, estando apenas levemente presa ao carrinho, tende a continuar seu movimento, sendo lançada para a frente. A idéia é a de que, ao mesmo tempo que o carrinho pára devido à ação de uma força externa (aplicada pelo obstáculo), a bolinha continua o seu movimento pelo fato de estar fracamente ligada ao carrinho, não sofrendo portanto a ação de nenhuma força externa II- METODOLOGIA: 2.1.OBJETIVO Demonstrar que objetos em movimento, quando não há ação de forças externas, tendem a continuar em movimento. 2.2.MATERIAL Um carrinho de aço É essencial que este carrinho rode muito bem (menos atrito possível). Uma Bolinha de Aço Esta bolinha pode ser encontrada em bicicletarias ou oficinas mecânicas. São retiradas de várias peças, na sua maioria rolamentos; as maiores são obtidas de juntas homocinéticas. Duas Réguas Qualquer régua ou objeto similar deve servir para fazer o papel de rampa. Um Lápis Um pedaço de Massa de Modelar Serve de adesivo entre a bolinha de aço e o carrinho. Alguns Livros Fita Adesiva 2.3.PROCEDIMENTO Junte as duas réguas com fita adesiva, de forma que o lado numerado de uma, coincida com a outra. Empilhe um ou mais livros sobre uma mesa reta e lisa. Apoie o começo das réguas, já coladas, no topo da pilha de livros. Fixe as extremidades das réguas com fita adesiva (na mesa e na pilha de livros) para que não haja escorregamento, formando assim uma rampa. Fixe um lápis com fita adesiva, a mais ou menos 20cm da base da rampa, perpendicularmente a esta. Coloque um pedaço de massa de modelar no capô do carrinho e sobre a massa de modelar, levemente presa, a bolinha de aço. Posicione o conjunto carro+massa+bolinha no alto da rampa. Esquema Geral de Montagem:

19 3-PETELECO I-PROPÓPÓSITO DO PROJETO HIPÓTESE: O Princípio da Inércia, ou Primeira Lei de Newton, diz que "um objeto tende sempre a manter o seu estado de movimento, este podendo também ser o de repouso, se não houver a ação de forças externas". Este experimento serve para mostrar que um objeto em repouso tende a continuar em repouso. Já o experimento "TROMBADA (1)" serve para mostrar que o objeto em movimento tende a continuar em movimento. Os dois experimentos em conjunto ilustram o Princípio da Inércia. II-METODOLOGIA: 2.1.OBJETIVO: Demonstrar que objetos em repouso, quando não há ação de forças externas, tendem a continuar em repouso. 2.2.MATERIAL: Um pedaço de Cartolina (15x15 cm) Dê preferência para cartolinas lisas. Uma Bolinha de Vidro (ou Aço) A bolinha de vidro pode ser do tipo usada pelos garotos em jogos. A de aço pode ser encontrada em bicicletarias ou oficinas mecânicas. São retiradas de várias peças, na sua maioria rolamentos; as maiores são obtidas de juntas homocinéticas. 2.2.PROOCDIMNTO Enrole a cartolina, formando um cilindro. Deixe a cartolina desenrolar naturalmente. Apoie a cartolina sobre uma superfície lisa. Coloque a bolinha no centro da cartolina. Bata com os dedos, simultaneamente, nas extremidades superiores da cartolina. III-ANÁLIS DOS DADOS: O experimento consiste de apoiar-se uma cartolina em forma de calha em cima de uma mesa e colocar-se uma bolinha de vidro (ou de aço, que dá melhores resultados) no seu centro. Aplica-se um "peteleco" nas bordas mais altas da calha de modo que a cartolina desloque-se com uma velocidade considerável. A idéia é de que a bolinha tende a permanecer em repouso, ou seja, parada na mesma posição que ocupava antes da cartolina se movimentar, pois a força que alterou o repouso da cartolina não se transmitiu à bolinha devido à insuficiência de atrito Esquema Geral de Montagem:

20 IV:CONCLUSÃO: V - APLICAÇÃO: Quais as realizações práticas podemos empregar no nosso dia a dia estes experimentos?

21 SOCIEDADE EDUCACIONAL DO PIAUÍ S/C LTDA COLÉGIO PRO CAMPUS LABORATÓRIO DE BIOLOGIA: PROF. ARRAIS 1ª SÉRIE/ ENSINO MÉDIO FEVEREIRO E MARÇO TURMA; TURNO: DATA / / / NOMES: 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 1-MICROSCOPIA: MICROSCÓPIO E PRÁTICAS A FRESCO CÉLULA ANIMAL E VEGETAL I-PROPÓSITO DO PROJETO E HIPÓTESE: II ORGANELAS CITOPLASMÁTICAS 1 Observar também os grãos de pólen a seco. Identificar a importância dos grãos de pólen na formação de sementes e reprodução das plantas. Caracterizar a importância dos polinizadores e do processo de polinização na produtividade agrícola. Os alunos poderão colorir as organelas utilizando cores iguais para organelas que se repetem nas 2 células e cores diferentes para as que não se repetem. Explicar a importância dos cloroplastos na fotossíntese (função). Determinar a importância ecológica da fotossíntese. 2. Observação de células de cebola Comparar a forma das duas células vegetais observadas. 3. Observação de células da mucosa bucal humana Caracterizar a célula como unidade estrutural dos seres vivos. Identificar a ausência de cloroplastos e relacionar isto à incapacidade de se realizar fotossíntese. II-METODOLOGIA 2.1.OBJETIVO Que o aluno conheça um microscópio. I - PRÁTICAS A FRESCO 7. Observação de células de Elodea sp 8. Observar o formato de células vegetais. 9. Observar os cloroplastos de uma célula vegetal. Observar uma célula vegetal e o seu núcleo. Observar célula vegetal, estômato e cloroplastos. Observar as diferentes formas de grãos de pólen 2 Observar a forma, o tamanho e o núcleo de uma célula animal e compará-la com uma célula vegetal. 2.2.PROCEDIMENTO 1. Observação de estômatos Com o auxílio da gilete fazer um corte paradérmico na parte inferior da folha de Tradescantia sp. Com o pincel transportar este corte para a lâmina. Com o conta-gotas colocar 1 gota d'água sobre o material; cobrir com lamínula e levar ao microscópio para observação. Com o pincel, retirar o pólen de várias flores (isoladamente). Colocar o pólen coletado em uma placa de Petri contendo água. Com um conta-gotas, retirar uma amostra e colocar sobre uma lâmina.

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