SETOR MINERAL GANHA NOVOS INVESTIMENTOS

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1 17 de janeiro de 2011 O conteúdo das matérias é de inteira responsabilidade dos meios de origem A missão da ADIMB é a de promover o desenvolvimento técnico científico e a capacitação de recursos humanos para a Indústria Mineral Brasileira SETOR MINERAL GANHA NOVOS INVESTIMENTOS Estado se consolida como pólo de produção mineral. Destaque para o amianto e níquel A implantação do projeto de níquel, pela mineração Anglo American, no município de Barro Alto, com valor de US$ 1,8 bilhão e ampliação da produção de sulfeto de cobre e ouro, pela Mineração Maracá, do grupo canadense Yamana, no município de Alto Horizonte, estão entre os investimentos de destaque no setor mineral goiano, nos últimos cinco anos, apesar dos efeitos da crise mundial, que afetou a demanda e preços das commodities. Esses dois grandes projetos, somados aos investimentos feitos pelas empresas de mineração nos municípios de Americano do Brasil, Faina, Fazenda Nova, Catalão, Crixás, Mara Rosa, Minaçu e Niquelândia, colocam Goiás entre os estados brasileiros maiores produtores e exportadores de bens minerais. A ação do governo estadual no apoio ao desenvolvimento da mineração foi decisiva, criando as condições favoráveis à implantação dos projetos. Em todo o estado, as maiores investidoras Anglo American, Votorantim, Cia Níquel Tocantins, Prometálica, Eternit, Fosfértil e Yamana. Avanços A planta de produção de ferroníquel, em Barro Alto, é o maior projeto da história de Goiás, com exceção das usinas hidrelétricas. Com produção anual prevista de 36 mil toneladas de níquel e ferroníquel, o empreendimento aprovado em 2006, cuja implantação começou em 2007, é grande gerador de empregos e desenvolvimento. A produção de Barro Alto aumentará significativamente a produção de níquel da multinacional Anglo American, que deverá atingir a marca de 90 mil toneladas por ano. Graças às atividades da mineração Maracá, o município de Alto Horizonte, localizado na região norte de Goiás, é líder em exportações (US$ 449,85 milhões entre janeiro e outubro de 2010) e possui o maior PIB per capitã do Brasil, no valor de R$ ,00.

2 Importância De acordo com informações do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o setor mineral vem contribuindo substancialmente com o desenvolvimento do estado de Goiás. Além de induzir a geração de empregos, é crescente, no setor, a conscientização em relação ao meioambiente, com ações efetivas de preservação ambiental e também de apoio social e cultural, aos moradores da região onde estão instalados os empreendimentos. Isso fica demonstrado pelos relevantes projetos ambientais das empresas. Em Goiás, os produtos mais competitivos são cobre, ouro, cobalto, níquel, nióbio, fosfato e vermiculita, fosfato, amianto e pedras preciosas. Por meio do Programa Mineração Gerando Mais Riqueza e Renda, que visa o desenvolvimento sustentável da atividade mineradora, para o incremento da competitividade econômica de Goiás, foram concedidos R$ 22,59 em crédito e empreendimentos no setor, no período de Fonte: Revista Economia & Desenvolvimento, ano XII, nº 29 Data: dezembro de 2010

3 LOBÃO: GOVERNO DISCUTE ALTA EM ROYALTIES DA MINERAÇÃO O novo governo está discutindo um possível aumento dos royalties do setor de mineração, disse nesta sexta feira o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. A discussão, iniciada durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, foi deixada para a presidente Dilma Rousseff. Em entrevista a jornalistas, Lobão voltou a sinalizar que o governo brasileiro tem intenção de aumentar os royalties da mineração, mas ponderou que o Brasil cobra tributos do setor que outros países não cobram. "Cobramos os royalties mais baixos do mundo... mas existem os demais tributos. Outros países produtores como a Austrália cobram royalties maiores, de 8 ou até 10 por cento", disse ele. "Não queremos tirar a competitividade da mineração", acrescentou. Como o governo pode fazer uma mudança combinada de aumento de royalties com alteração em outros tributos, o projeto de lei que trata da questão está sendo analisado conjuntamente pelos ministérios de Minas e Energia e da Fazenda desde o ano passado. Segundo Lobão, o governo deverá enviar para o Congresso ainda no primeiro semestre, além da questão dos royalties, outros dois projetos de lei que constituem o novo modelo do setor de mineração. Os outros dois projetos tratam da criação da agência reguladora e estabelecem o novo marco regulatório do setor. Ambos já haviam sido enviados por Lobão para a Casa Civil no ano passado, antes de sua saída do cargo para concorrer ao Senado Federal, mas retornaram ao ministério. A principal mudança de regras é o estabelecimento de prazos para que as mineradoras iniciem a exploração das jazidas. Hoje não há essa limitação, e muitas empresas são acusadas pelo governo de postergar o início das atividades para especular com o valor da concessão. Fonte: O Globo Autor: Leonardo Goy Data: 07/01/2011 MINERAÇÃO POTENCIALIZA ECONOMIA DO PARÁ Os resultados mais recentes do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios paraenses, divulgados pelo Idesp, confirmam o papel desempenhado pela indústria de mineração como a locomotiva da economia do Estado. Responsável por cerca de 86% de todas as exportações do Pará, e com peso decisivo na formação do segundo maior saldo na balança comercial entre os diversos Estados brasileiros, o setor mineral vem impulsionando também o desenvolvimento dos municípios mineradores. Na relação dos dez municípios paraenses com maiores participações no PIB, conforme consta do estudo divulgado pelo Idesp, observa se que cinco têm sua base econômica fortemente vinculada ao setor mineral. São eles: Parauapebas, segundo maior PIB do Estado (com R$ 7,572 bilhões, abaixo apenas de Belém); Barcarena (R$ 3,860); Marabá (R$ 3,593); Canaã dos Carajás (R$ 1,271 bilhão) e Oriximiná (R$ 980,9 milhões). Belém, por razões óbvias, abre a relação, liderando o ranking do PIB entre os municípios paraenses, com R$ 15,316 bilhões. O segundo maior, entre os municípios não mineradores, é Ananindeua. No caso da capital, explica se a pujança do seu Produto Interno Bruto pela concentração dos serviços especializados,

4 principalmente nas áreas de saúde, educação e financeiro. De acordo com o Idesp, Belém apresentou como principal setor econômico, em 2008, o de serviços, tendo como principais atividades o comércio, aluguel, administração pública e instituições financeiras. Em seguida veio o setor indústria, com destaque para a construção civil e a indústria de transformação com os gêneros alimentar, bebida, madeira e mobiliário. Já o município de Ananindeua, devido à proximidade com a capital, representa de certa forma uma expansão dos serviços oferecidos pela capital. Os outros três municípios não mineradores com expressiva participação no PIB são Tucuruí (R$ 2,591 bilhões), Santarém (R$ 1,654 bilhão) e Castanhal (R$ 1,114 bilhão). Tucuruí tem sua economia impulsionada pela operação da hidrelétrica construída no rio Tocantins. Já os municípios de Santarém e Castanhal são pólos socioeconômicos de reconhecida importância no Pará, concentrando os serviços ligados ao comércio e ao agronegócio. Outro fato revelador da importância que detém a mineração na formação da riqueza nos municípios se acha expresso nos números do PIB per capita. Os cinco maiores PIBs per capita do Pará em 2008 foram Canaã dos Carajás (R$ ), Parauapebas (R$ ), Barcarena (R$ ), Tucuruí (R$ ) e Marabá (R$ ). Nesses municípios, todos eles com PIB muito superior à média estadual (R$ 7.993), estão localizadas importantes indústrias minerais de extração de cobre, ferro e manganês, bem como indústrias de transformação de alumínio e alumina. A única exceção, nesse grupo, é Tucuruí, onde está localizada a hidrelétrica. E dos outros cinco que compõem os dez municípios com melhor colocação no ranking, três são também mineradores Oriximiná, Almeirim e Ourilândia do Norte. Belém e Benevides completam a relação. O peso da indústria mineral na economia do Pará seja ela extrativa ou de transformação não pode ser mensurado, porém, apenas pela elevação do PIB dos municípios mineradores. Além de influenciar de forma avassaladora os números da nossa balança comercial, que está rompendo este ano a barreira dos US$ 10 bilhões, a mineração está irrigando a economia do Estado com pesados investimentos. Os investimentos da Vale influenciam vigorosamente o desempenho de empresas paraenses nos diversos setores da economia. Com expressivo volume de compras e serviços contratados, em valores que já superam hoje a casa de US$ 2,5 bilhões/ano em 2008 foram US$ 2,043 bilhões os negócios proporcionados pela Vale impulsionam de forma significativa a indústria, o comércio e a prestação de serviços na capital e em todos os municípios situados nas áreas de influência dos projetos de mineração. Fonte: Diário do Pará Data: 09/01/2011 PESQUISAS BATEM RECORDE NO RN Em 2010, o número de requerimentos de pesquisa em áreas para garimpo no Rio Grande do Norte bateu o recorde da década 772 pedidos feitos junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) contra metade disso (308) em Com o fim da crise imobiliária americana, que obrigou empresas em todo o mundo a pisar no freio do investimento, o salto no número de

5 requerimentos para pesquisa e lavra reflete a pressa dos players da mineração no mundo em assegurar seus espaços em áreas de exploração promissoras. Trata se de uma resposta do mercado à crise mundial de 2008 e às perspectivas de pesados investimentos no mercado brasileiro de infraestrutura com a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016, resume Otacílio Carvalho, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, ao analisar as perspectivas principalmente na exploração de calcário, matéria prima do cimento. Nas próximas semanas, o chefe do Departamento Nacional de Produção Mineral no RN, Carlos Magno Bezerra Cortez, solicitará a todas as empresas com autorizações de pesquisa mineral no RN que apresentem, ainda nos próximos dois meses, o detalhamento de seus investimentos em pesquisa e lavra para que o DNPM possa direcionar seus trabalho de fiscalização desenvolvido por uma equipe de seis geólogos e três engenheiros de minas. Hoje, por conta do tamanho da equipe de fiscalização, cada profissional consegue analisar apenas um processo por mês. Em cada projeto isolado eles gastam de dois a três dias só no levantamento de informações in loco. A compilação de dados e análise atividade de escritório toma o resto do tempo. Com a nova exigência de que as empresas de mineração apresentem um detalhamento de como andam seus projetos, queremos selecionar melhor as áreas a receberem a visita da fiscalização, evitando dispersões e perda de tempo, acrescenta. No momento, há um visível incremento na exploração do calcário, onde só a Votorantim, a maior produtora brasileira de cimento, tem mais de 60 áreas no RN. A empresa, que concentra operações em setores de base da economia como cimento, mineração e metalurgia, siderurgia, celulose e papel se instalou em Baraúna, próximo a Mossoró, com a Mizu Cimentos, que já concluiu, juntamente com a concorrente CP Cimentos (Poti), o Eia Rima Estudo de Impacto Ambiental e o Relatório de Impacto Ambiental. Todos esses projetos já estão em fase adiantada de instalação, a exemplo também da Cia de Cimento Apodi, ligada a Cerâmica Elisabeth, da Paraíba, e a Companhia de Cimento Cearense. O cálculo é de que aproximadamente 3 mil áreas estejam sob reserva para pesquisa e lavra no Rio Grande do Norte. O brilho das pedras ornamentais Nem só de cimento, extraído a partir do calcário, que é vasto no território potiguar, vive o Rio grande do Norte. Segundo o chefe do DNPM no estado, Carlos Magno Bezerra Cortez, a exploração de pedras ornamentais é uma grande fonte de trabalho e sobrevivência para a população com altos, porém fragmentados, investimentos. Pode se dizer que todas as grandes empresas do mundo no negócio de pedras ornamentais estão no Rio Grande do Norte, assegura Carlos Magno. Mas não há uma predominância desta ou aquela empresa, pois elas são muitas, acrescenta. Num segmento onde os interesses são globais, a diferença entre pesquisa e lavra do início da exploração guarda uma boa distância. Segundo Otacílio Carvalho, da Sedec, há casos em que as empresas já sabem quanto poderão extrair de uma área com pesquisa consolidada, mas não têm interesse de inciar a exploração por terem preços mais competitivos pelo minério em uma de suas minas que pode estar no outro lado do mundo. Motivos logísticos também estão entre as causas que retardam o início de operação de uma mina. Assim, essas empresas preferem guardar a área aqui para um segundo momento, quando a situação se inverter e o mercado favorecer a uma exploração local, explica Otacílio Carvalho. Dimensionar o movimento extremante dinâmico da mineração no estado requer revisões constantes, pois sempre estão mudando de controle acionário e passando por revisões de prioridade. Um dos projetos esperados para entrar em atividade este ano é a mina Bonfim, localizada no município de Lajes, marcando a volta ao estado da exploração da scheelita e de subprodutos com o ouro e o bismuto. A estimativa é de uma produção anual de 170 toneladas de scheelita direcionada para o mercado interno. O processo de reativação da mina já está gerando centenas de empregos como operador de matelete e de carregadeira, técnico de laboratório, torneiro mecânico, especialista em mesa vibratória, sondador e diversas outras atividades.

6 O RN, na fase áurea da exploração mineral, já foi celeiro importante de mão de obra nesse setor. Com a queda da atividade, a maioria dos profissionais migrou para outros estados, principalmente Minas Gerais. Calcário lidera investimentos puxado pelas cimenteiras Em 2008, quando a crise se instalou no mercado imobiliário americano, quebrando bancos e se alastrando pelo mundo, o número de requerimentos para pesquisa e lavra no RN foi de 702. Como a indústria cimenteira é sempre a primeira a cair e a última a se levantar quando a crise atinge as obras civis, os pedidos de pesquisa e lavra no estado despencaram para apenas 308 em A retomada vigorosa da atividade de mineração no estado, agora, coincide com a previsão de 20% no crescimento do mercado de cimento no Nordeste para O geólogo Otacílio Carvalho, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, diz que é preciso prestar muita atenção nesse movimento das mineradoras, pois grandes investimentos no estado se consolidarão a partir disso. Afinal, há pesquisa e exploração mineral em 150 dos 167 municípios do RN, observa. De olho no crescimento do setor da construção civil, principalmente no Nordeste, a Lafarge, o maior produtor de materiais de construção do mundo, adquiriu em meados do ano passado os ativos cimenteiros que pertenciam à Votorantim na Paraíba (Cipasa), na Bahia (estação de moagem de Aratu) e em Goiás (estação de moagem de Cocalzinho). Para manter o direito de pesquisa e lavra, além de pagar taxas anuais que variam de acordo com as dimensões da área requerida, as empresas são fiscalizadas pelo DNPM quanto à efetividade de sua pesquisa. As autorizações tem a vigência de dois ou três anos, renovados por mais dois ou três. A empresa também pode desistir da área em um ano, acelerando o ritmo de seu investimento na pesquisa. Foi isso que fez a CSN Companhia Siderurgia Nacional, ao liberar antes do tempo metade um terreno requerido para a pesquisa e lavra de minério de ferro no estado. Fonte: Tribuna do Norte Autor: Marcelo Hollanda Data: 09/01/2011 OURO DEVE SEGUIR COMO ÓTIMA OPÇÃO DE INVESTIMENTO EM 2011, DIZ ESPECIALISTA Depois de fechar 2010 na posição de melhor investimento do ano, o ouro promete seguir como uma ótima opção para os investidores ao longo de De acordo com Mauri Cavalcante, operador de mercado da Ourominas, para o médio (2 anos) e longo (4 anos) prazo, o ouro continua a ser um ótimo investimento. Com registro de que pode alcançar um excelente resultado ainda em 2011, completa. Segundo Cavalcante, nos últimos anos a commodity tem sido um dos melhores investimentos, pois, pela falta de ouro no mercado, o retorno tem sido acima de qualquer outra aplicação do mercado. Pelas previsões de vários analistas, em 2011, o grama deve atingir a cotação de mais ou menos R$ 100, ficando com alta de 25% até o final do ano, o que significa que será um ótimo período para quem investir em ouro, afirma. Como investir Existem duas formas de comprar ouro: na BM&FBovespa ou no mercado de balcão. Na Bolsa, o investidor precisa ter uma conta em uma corretora de valores e os contratos são negociados em

7 lotes padrão de 250 gramas de ouro, ou seja, só é possível adquirir lotes inteiros um lote (250 gramas), dois lotes (500 gramas), três (750 gramas) e assim por diante. Por adequar se ao bolso do investidor, o ouro como investimento é indicado a qualquer perfil de risco, desde o mais conservador ao mais agressivo, sempre pensando no médio e longo prazo. Sempre indicamos para os investidores que queiram investir acima de R$ 20 mil e para aqueles que querem presentear com brilho alguém que ama, completa Cavalcante. Vantagens e desvantagens Por ser considerado uma reserva de valor e por ser aceito em todo mundo, o ouro é visto como um investimento seguro em épocas turbulentas. Além disso, como já disse o especialista da Ourominas, a escassez do metal, por conta dos problemas que a extração causa ao meio ambiente, faz com que o preço da commodity suba, pois a oferta é menor do que a procura. Essa escassez, no entanto, pode ser vista também como uma desvantagem, pois o preço pode ser manipulável. Independentemente de vantagens e desvantagens, é necessário que a pessoa conheça e entenda o mercado antes de aplicar. Para Cavalcante, apesar de o ouro já ser visto como investimento, a falta de conhecimento ainda limita o crescimento deste mercado. Comprar ouro é uma das coisas mais simples que existem, mas a maioria não sabe disso, revela. É tão simples como comprar um carro, finaliza. Fonte: Infomoney Data: 06/01/2011 NOVO MARCO DA MINERAÇÃO VAI AO CONGRESSO ATÉ JUNHO Lobão espera crescimento do royalty do setor e criação de agência reguladora para substituir atual departamento O ministro Edison Lobão diz que o Ministério de Minas e Energia vai encaminhar para o Congresso, ainda no primeiro semestre, os três projetos de lei que reformam a atividade de mineração no país. O projeto foi enviado ainda no ano passado para a Casa Civil, mas a discussão emperrou quando o Ministério da Fazenda foi chamado para a discussão. O Ministério de Minas e Energia quer elevar o royalty do setor, de 2% na média, para um nível mais próximo do mercado estrangeiro, que chega a 10%. Para elevar o royalty, porém, o Ministério de Minas e Energia articula para que a carga tributária do setor seja reduzida e é aí que surge o conflito com a Fazenda. Os mineradores alegam que não há como elevar o royalty, porque a carga tributária do setor é muito mais alta do que em outros países. Tudo quanto não queremos é retirar condições de competitividade do mercado nacional, diz Lobão, que espera que uma solução para o impasse seja encontrada em breve. Segundo o ministro, a presidenta Dilma Rousseff pediu para ler os projetos e ainda não apresentou resposta final.

8 Lobão destaca que, entre os novos projetos de lei, está um que extingue o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e, em seu lugar, criaria uma agência reguladora. Provisoriamente, ela é chamada de Agência Nacional de Mineração (ANM). Fonte: IG Auotr: Danilo Fariello Data: 07/01/2011 SILVAL FAZ MAPA GEOLÓGICO PARA DETECTAR RIQUEZAS DE MATO GROSSO Bem sucedido na exploração do garimpo em Mato Grosso, o governador Silval Barbosa (PMDB) determinou levantamento para a elaboração de um mapa geológico do Estado para detectar as regiões com maior volume de minérios. As pesquisas reafirmam que temos muitas riquezas que não são exploradas, destacou. Após muita polêmica sobre a descoberta de duas jazidas estimadas em 11,5 bilhões de toneladas de minério de ferro e de 450 milhões de toneladas de fosfato, na região de Mirassol D Oeste, o governador disse que será escolhida uma empresa para a concessão da exploração das riquezas minerais. Em setembro passado, em plena campanha à reeleição, Silval classificou a megajazida de présal de Mato Grosso e gerou polêmica, pois, em seguida, Serviço Geológico do Brasil (CPRM) do Ministério de Minas e Energia desmentiu a informação, alegando que havia somente teores positivos de ferro entre 30% e 40% e altos teores de até 6% em afloramentos de fosfato. Silval, no entanto, bateu o pé e sustentou que se tratava do resultado de um trabalho de anos, desenvolvido pela Secretaria Estadual de Indústria, Comércio, Minas e Energia (Sicme), sob o comando de Pedro Nadaf. A quantidade de minério de ferro anunciada corresponde a mais de um terço do total de 30 bilhões de toneladas do país estimado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Fonte: Olhar Direto Data: 09/01/2011 ANA JÚLIA CAREPA SAI EM DEFESA DE MINERADORA A ex governadora Ana Júlia Carepa (PT) se negou ontem (9), em contato com a reportagem do DIÁRIO, a endossar as críticas feitas à Vale e, em especial, ao presidente da mineradora, Roger Agnelli, em matéria publicada no jornal Valor Econômico. Gerada pela sucursal de Brasília e assinada pela sua chefe de redação, Rosângela Bittar, a matéria diz que eram difíceis as relações do governo Lula com Roger Agnelli, garante que as dificuldades permanecem no governo Dilma Rousseff e prevê, como desenlace possível, a qualquer momento, a troca de comando na empresa. Sem identificar os informantes, o jornal carioca cita como fontes um ministro do atual governo e um dirigente de fundo de pensão sócio da Vale. O ministro, segundo a matéria do Valor Econômico, teria dito até que o mercado já precificou a saída de Agnelli da presidência da Vale. Já

9 ao dirigente do fundo de pensão é atribuído o entendimento de que ele considera certa e iminente a troca de comando na mineradora, e de que essa mudança ocorreria sem maiores traumas ou reações. O jornal afirma que a discussão se dava antes, no governo Lula, e continua se dando agora, no governo Dilma, em torno do papel estratégico da Vale. O ex presidente (Lula) tinha uma certeza, segundo seus intérpretes, de que a Vale deveria participar do esforço para impulsionar a economia brasileira degraus acima, diz a matéria. E acrescenta: Poderia, por exemplo, com grande adequação, fazer usinas siderúrgicas no país, em vez de apenas produzir minério de ferro. AVALIAÇÃO Essa avaliação, creem as autoridades, é consensual, segundo afirma o Valor Econômico, com os governadores, de antes e de agora, do Pará. A ex governadora Ana Júlia Carepa e o atual governador Simão Jatene, segundo análises feitas no âmbito do governo federal, avaliam do mesmo modo a ação da empresa e a conclusão não é favorável. Ambos têm reclamações fortíssimas, acham que a Vale é apenas produtora de buracos, afirma o jornal, acrescentando, em tom concessivo: o que, nessas considerações ouvidas em palácios, é até às vezes considerada uma conclusão injusta. Hoje a Vale até fecha o buraco e faz recuperação ambiental, comenta um dos críticos. Para a ex governadora Ana Júlia, a crítica à Vale, que lhe é atribuída no corpo da matéria veiculada pelo jornal até faria sentido e poderia ser considerada procedente se feita cinco anos atrás. Não agora, porém, depois de haver ela, como governadora do Estado, conseguido, em negociações com a direção da empresa, a implantação no Pará de uma grande siderúrgica, a Aços Laminados no Pará (Alpa), já em fase de construção no município de Marabá. Esta foi uma conquista histórica obtida pelo meu governo, mas uma conquista que é do povo paraense. MATÉRIA PRIMA A ex governadora destacou ter sido, ao longo de sua vida pública, uma crítica impiedosa de todas as empresas que se limitavam a exportar como matérias primas as riquezas naturais produzidas no Pará. Isso é público, até porque fiz muitos discursos sobre o assunto da tribuna do Senado. Na época eu critiquei, sim, também a Vale, mas não só a Vale, disse, lembrando da luta que travou para trazer para o Estado do Pará uma indústria siderúrgica. E foi uma luta afinal vitoriosa, enfatizou. Hoje, segundo ela, não há razão para reclamar, visto que a Vale atendeu finalmente as expectativas e os anseios do povo paraense. O que nós queríamos era que o Pará deixasse de exportar suas riquezas em estado bruto, para serem industrializadas lá fora. Isso nós conseguimos. E a partir do momento em que a Vale vem ao encontro das nossas aspirações e decide construir aqui uma grande planta industrial para a produção de aço, eu acho que as críticas perdem sentido. Nós temos é que marchar juntos em defesa dos nossos interesses. JATENE NÃO ENDOSSA CRÍTICAS Que ninguém espere do governador do Pará, Simão Jatene, um posicionamento público, contra ou a favor da Vale e de Roger Agnelli, em meio às articulações que estariam em curso por áreas sensíveis do governo federal, segundo o Valor Econômico, para mudar o comando da empresa. Adotando em relação ao tema uma postura de equidistância, o governador se negou a endossar as críticas feitas à mineradora sob a direção atual, mas também não emitiu em relação a ela uma única palavra de apoio. Prefiro não discutir a questão sob uma ótica de uma empresa em particular, seja ela a Vale ou qualquer outra, afirmou, acrescentando que sua discussão a respeito do assunto sempre foi de outra natureza. Ele considera que é preciso reavaliar, primeiro, o modelo que o país adotou no campo tributário, de desonerar as exportações sem oferecer a necessária compensação aos Estados. Essa é a primeira questão, e ela é muito séria, declarou, ressaltando que o problema não está relacionado apenas às empresas de mineração. Eu acho que a questão da desoneração das exportações é uma das maiores violências já praticadas até hoje no Brasil contra o sistema federativo.

10 E por que a desoneração representa uma violência? Para Jatene, isso fica claro quando se observa que os Estados contribuem para o equilíbrio das contas nacionais e acabam sendo penalizados por isso. O governador lembra ter dito sempre que, a persistir esse modelo, a melhor alternativa, para qualquer Estado, seria passar a importar tudo do resto do mundo porque, sobre as importações, ele pode cobrar imposto. EXPORTAÇÃO Ao mesmo tempo, para Jatene, o Estado deveria vender tudo no comércio interno, trabalhando com volume zero de exportação. Com isso, ele conseguiria ter um melhor resultado nas suas contas, afirmou, para em seguida expor o absurdo da situação. Ocorre, disse ele, que se todos os Estados colocassem em prática essa política importação de tudo e nada de exportação, o resultado seria a quebra financeira do país. Eu não consigo entender como, diante desse quadro, o Brasil ainda não se dispôs a rever essa questão. Paralelamente ao componente tributário embutido na questão da desoneração das exportações, Jatene aponta ainda para outro elemento, que considera também importante, e cuja discussão deve ser travada especificamente, aí sim, no campo da mineração. E também este assunto não é uma coisa particular da Vale. No seu ponto de vista, a atividade minerária, quando desenvolvida sem a preocupação de internalizar seus efeitos, acaba sempre gerando passivos para o Estado e a sociedade. Ilustrando o seu raciocínio, Jatene alerta que esta não é uma característica que deva ser atribuída especificamente à mineração. É algo inerente aos grandes projetos, sejam eles de mineração ou de qualquer outra atividade econômica. É sabido que os grandes projetos trazem, primeiro, as grandes mazelas, para depois trazer algum tipo de resultado. Destacou que seu ponto de vista sobre o assunto abraça uma formulação conceitual, não devendo ser confundido com visão específica de sua parte em relação a empresas A, B ou C. Eu sempre procurei deixar claro que não tenho nenhuma questão pessoal em relação a qualquer empresa. Eu tenho, sim, uma questão única, que é a defesa dos interesses do Estado do Pará. Fonte: Diário do Pará Data: 10/01/2011 FEAM APRESENTA AÇÕES EXECUTADAS PARA A MINERAÇÃO EM 2010 A Gerência de Desenvolvimento e Apoio Técnico às Atividades Minerárias (Gedam) da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam) encerrou 2010 com relevantes projetos concluídos e com metas traçadas para No ano passado, foram desenvolvidos trabalhos voltados para o setor minerário, dentre eles, a divulgação de Cartilha que dá orientações sobre a Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), ação que possibilitará a melhoria da qualidade de vida da população dos municípios mineradores por meio de investimentos em obras de infraestrutura, urbanização, saúde e meio ambiente. De acordo com a gerente do setor, Rosa Carolina Amaral, ao elaborar a Cartilha, a Gedam disponibiliza aos gestores dos municípios mineradores e aos proprietários de empreendimentos minerários, situados no Estado de Minas Gerais, informações relevantes sobre a Cfem. A compensação é um valor devido aos estados, ao Distrito Federal, aos municípios e aos órgãos da administração da União, como contraprestação pela utilização econômica dos recursos minerais em seus respectivos territórios. Neste ano, capacitamos os gestores dos municípios de Araxá, Itabirito e São Tomé das Letras sobre como arrecadar a Cfem junto às mineradoras, informa.

11 Ainda em 2010, a gerência terminou o Plano de Ação para a Sustentabilidade no Setor de Rochas Ornamentais em Papagaios, município da região Central do Estado. Apresentamos um relatório propondo medidas de controle ambiental e ordenamento do setor produtivo da ardósia visando assegurar o desenvolvimento sustentável, explica Carolina. Outro projeto prevê o uso de cavas da mineração para disposição de resíduos. A atividade, que está sendo desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), visa identificar três possíveis áreas para disposição de resíduos sólidos. Estamos fazendo o levantamento e uma dessas áreas será escolhida, no entanto, não sabemos, ainda, qual o tipo de resíduo ela irá receber. A previsão é de concluirmos esse trabalho em 2011, destaca a gerente. Cavas de mineração podem ser usadas para deposição de resíduos (Foto: Divulgação/Sisema) Paralelamente ao desenvolvimento dos projetos, a Gedam, em cumprimento à Deliberação Normativa (DN) 127/08, do Conselho Estadual de Política Ambiental (Copam), que dispõe sobre o fechamento de minas, faz o acompanhamento dos relatórios que os empreendedores do setor minerário, que estão encerrando seus empreendimentos, encaminham para as Superintendências Regionais de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Suprams) de todo o Estado. Metas 2011 Novos planos já foram traçados para Entre eles está o Mérito Ambiental para menor geração de rejeitos no setor de rochas ornamentais. Esse trabalho tem como objetivo propor uma deliberação normativa instituindo o selo de mérito ambiental para incentivar empreendedores a adotarem medidas que resultem no melhor aproveitamento da lavra e do beneficiamento com menor geração e aproveitamento do rejeito existente, esclarece a gerente. Está previsto, também, trabalho voltado para a mineração de ferro na Serra de Itatiaiuçu. Pretendemos conhecer a situação atual dessa província mineraria com ênfase no processo industrial, abordando o consumo de água, energia, recursos naturais e indicadores ambientais, bem como a recuperação do material fino depositado nas barragens e pilhas de rejeitos, enfatiza Carolina. Fonte: Agência Minas Data: 06/01/2011

12 Vale nega saída de Roger Agnelli da presidência Mineradora brasileira afirma que assunto jamais foi tratado entre acionistas Em comunicado ao mercado nesta segunda feira (10/1), a Vale negou a substituição de Roger Agnelli na presidência da empresa, cargo que ocupa desde Segundo informações publicadas na imprensa, o contrato do presidente, que termina em março, não seria renovado. A notícia, no entanto, não abalou as ações da empresa que, no pré market, continuava com seus papéis estáveis. As especulações sobre a saída de Agnelli começaram durante a crise econômica de Na ocasião, a empresa optou por uma onda de demissões, o que desagradou ao governo especialmente ao presidente Lula que passou a criticar publicamente a gestão de Agnelli e cobrar investimentos da empresa. Com a escolha de Dilma Rousseff para disputar a presidência, a incerteza sobre a permanência do executivo no cargo aumentou devido a uma suposta má relação entre ele e a petista. Durante evento com acionistas, realizado em Nova York em outubro passado, Agnelli negou haver divergências com a atual presidente. Sobre a possibilidade de sua saída, afirmou: "Se os acionistas quiserem mudar, é o trabalho deles tomar esta decisão. Faz parte da democracia e é um ótimo exercício". Apesar da negação, já há pelo menos cinco nomes que entrariam na disputa pela cadeira na maior produtora mundial de minério de ferro: Rossano Maranhão (presidente do Banco Safra e expresidente do Banco do Brasil); Octávio Azevedo (presidente executivo da Andrade Gutierrez); Fábio Barbosa (presidente do Conselho de Administração do Santander); Wilson Brumer (presidente da Usiminas e ex presidente da Vale); e Luciano Coutinho (presidente do BNDES). Fonte: EXAME Data: 10/01/2011 BRASIL EXPORTA MAIS DE US$ 20 BI Apenas com a venda externa de minério de ferro em função da forte demanda internacional o Brasil superou a cifra de comercialização de US$ 20 bilhões com um único produto valor que pode chegar a US$ 28,5 bilhões, segundo estimativas da Associação de Comércio Exterior. José Augusto de Castro, vice presidente da entidade, informa ainda que a Vale respondeu por 80% desse total. Em 2011, as exportações de minério de ferro devem atingir R$ 38 bilhões, mantidas as condições atuais. Fonte: Brasil Mineral Online, nº 483 Data: 06/01/2011

13 VALE E FAPS SELECIONAM 85 PROJETOS A Vale e as Fundações de Amparo à Pesquisa dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Pará selecionaram 85 projetos de pesquisa científica, tecnológica ou de inovação, dos quais 57 individuais e 28 em rede, a serem desenvolvidos por grupos de pesquisas dos três estados envolvidos. O convênio, lançado há um ano, prevê investimentos de R$ 120 milhões dos quais R$ 72 milhões aportados pela Vale e o restante dividido entre os demais parceiros. Os recursos serão usados para fomento de projetos nas áreas de mineração, energia, ecoeficiência e biodiversidade e produtos ferrosos para siderurgia. A contratação dos projetos está prevista para o início de Fonte: Brasil Mineral Online, nº 483 Data: 06/01/2011 SUPERÁVIT DE 121% NA BALANÇA COMERCIAL Estimativas divulgadas pelo Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração), mostram que a participação do setor mineral no resultado da balança comercial brasileira de 2010 deve ser de 121%. Enquanto o superávit entre as compras e vendas realizadas pelo Brasil totalizou US$ 20,27 bilhões, as exportações minerais superaram as importações em US$ 24,5 bilhões. Fonte: Brasil Mineral Online, nº 483 Data: 06/01/2011 ESTADO RASTREIA PREJUÍZO AMBIENTAL DA MINERAÇÃO Feam começa a elaborar, em abril, inventário com áreas degradadas pela atividade e que ameaçam a natureza De um lado, orquídeas e canelas de ema. Do outro, as cavas deixadas pela falida Extrativa Paraopeba, que oferecem riscos de erosão, de carreamento de minério e de contaminação de mananciais. O contraste entre a vegetação nativa e o passivo ambiental na Serra do Rola Moça, Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH), fará parte de um inventário a ser elaborado pela Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam). A partir de abril, o órgão irá mapear todas as áreas abandonadas pela mineração em Minas.

14 Os responsáveis por empreendimentos minerários com Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF) serão obrigados a apresentar uma relação das áreas impactadas pela atividade. O formulário eletrônico estará disponível no site da Feam até dezembro. O cadastramento poderá ser realizado em qualquer período do ano. As empresas que não respeitarem a medida estarão sujeitas a multas que variam de R$ 500 a R$ 50 mil. De acordo com a analista ambiental da Feam Zuleika Torquetti, a partir do levantamento será traçado um raio x da situação ambiental com relação à mineração no Estado. Não sabemos quantas áreas abandonadas existem. Mas apenas que a maioria está concentrada no Quadrilátero Ferrífero. Segundo Zuleika, serão solicitadas informações relativas à localização do empreendimento, ao estado atual da área, ao uso e ocupação do entorno e se há presença de passivos ambientais na região explorada. O mapeamento deveria ter começado em Mas devido a problemas técnicos no banco de dados, tivemos que adiar. Com este estudo, iremos classificar o potencial do impacto causado pela mineração, informa Zuleika. Prefeituras, companhias de polícia ambiental e outras instituições poderão contribuir com informações sobre as áreas abandonadas. Os dados serão repassados ao Ministério Público (MP), responsável por avaliar as providências a serem tomadas. De acordo com o promotor de Justiça Luciano Badine, o MP poderá ajuizar uma ação civil pública ou aplicar multa por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC). Temos feito muitos acordos. A melhor solução é sempre o diálogo. A postura do Ministério Público é: se há um dano, é necessária uma compensação ambiental, afirma Luciano. A maior parte dos passivos ambientais foi causada por antigas contaminações. Os casos ocorreram quando não existia fiscalização eficaz e faltava uma legislação ambiental adequada. Como aconteceu na área devastada pela extinta Mineração Paraopeba, no Parque do Rola Moça, considerado um dos pontos mais críticos na Região Central do Estado. A atividade minerária na região deixou um rastro de destruição de cinco hectares o equivalente a cinco campos de futebol. A ambientalista Maria Dalce Ricas, superintendente executiva da Associação Mineira de Defesa do Ambiente (Amda), foi ao local avaliar a herança deixada pela empresa. Segundo ela, os estragos oferecem riscos ao Rola Moça, terceiro maior parque em área urbana do país. Maria Dalce afirma que, naquele ponto, a vegetação que inclui Mata Atlântica, Cerrado, Campos de Altitude e ferruginosos é castigada há décadas pelas crateras. Além de novas erosões e perda de outras áreas verdes, também há risco de rompimento de barragens, principalmente neste período chuvoso. A Feam informou que já encaminhou um relatório sobre a área ao MP, mas ainda não obteve retorno. A AVG Mineração, comprada pelo Grupo MMX, era a responsável pelo local. No entanto, a assessoria da MMX informou que a mina não foi adquirida durante a transação, e que a Mineração Serra Azul (MSA) seria a proprietário do espaço desativado. Ninguém da MSA foi localizado para falar sobre o assunto. Fonte: Hoje em Dia Autor: Renato Fonseca Data: 10/01/2011

15 LOBÃO ASSUME PROMETENDO MUDANÇAS Na última segunda feira, dia 03 de janeiro, o senador Edison lobão reassumiu, pela segunda vez, o ministério de Minas e Energia, garantindo a continuidade dos projetos iniciados. Sua primeira gestão foi do período de 2008 a Em seu discurso de posse, Lobão lembrou que foi durante o seu mandato que ocorreu a elaboração de um novo marco regulatório para a mineração, que será encaminhada para discussão no Congresso Nacional e para a qual ele pretende pedir urgência na tramitação. Da mesma forma, prometeu editar o mais rapidamente possível o que chamou de Plano Nacional de Mineração 2030, que marca a retomada do planejamento estratégico de médio e longo prazo nos segmentos de Geologia, Mineração e Transformação Mineral. Para o ministro, o novo marco regulatório visa reduzir a especulação improdutiva que ronda o setor e permitir maiores investimentos na pesquisa e produção de minérios e o aproveitamento racional dos recursos minerais do País. Lobão também prometeu articular com os estados projetos de apoio projetos de apoio às cadeias produtivas minerais, para possibilitar maior conhecimento das reservas e desenvolvimento da indústria de extração estadual. Vamos, igualmente, estimular e alavancar investimentos em pesquisa mineral, no desenvolvimento da atividade de mineração e de rotas tecnológicas alternativas, relacionadas aos agrominerais (fósforo e potássio), utilizadas na fabricação de fertilizantes para uso na agricultura, bem como de outras substâncias que impactam a indústria de alta tecnologia, como o Lítio e Terras Raras, reduzindo a dependência brasileira de insumos importados, finalizou o titular do MME. Fonte: Brasil Mineral Online, nº 483 Data: 06/01/2011 CHINA TRAVA AVANÇO DE MINERAL RARO NO PAÍS Concorrência, dificuldades técnicas e burocracia são barreira à exploração de minérios usados em computadores e naves. Brasil responde hoje por 0,5% da produção mundial, apesar de ocupar o 3º posto em relação a reservas De isqueiros a naves espaciais, passando por computadores e alto falantes. É grande e variada a lista de produtos que não poderiam existir se não fossem os chamados minerais raros, nome dado a um grupo de 17 minérios que, apesar de serem diferentes, apresentam propriedades químicas semelhantes. O Brasil é um dos únicos países do mundo a possuir reservas confirmadas desses metais, ocupando, de acordo com estimativas para 2009, a terceira principal fonte de minerais raros no planeta. Mesmo assim, a exploração no país é limitada por fatores como a forte concorrência da China maior produtor mundial desses minérios, dificuldades técnicas e obstáculos burocráticos. No ano passado, o país produziu 650 toneladas de cério e lantânio, minerais classificados como raros disponíveis no Brasil. Apesar de ter ficado atrás só de China e Índia nesse ranking, os metais brasileiros respondem por apenas 0,5% da produção mundial. Os chineses são, disparados, os

16 que possuem as maiores reservas conhecidas de minerais raros e também os que mais os produzem. Porém, nos últimos meses o assunto tem sido motivo de disputa política, com a China limitando suas exportações para o Japão, um dos principais consumidores. A ideia da China é condicionar o fornecimento de minerais raros à instalação de fábricas de alta tecnologia. O raciocínio é o mesmo aplicado por outros países em relação à venda de produtos primários: em vez de exportar matériaprima, utilizá la na produção de bens de maior valor agregado. A estratégia chinesa abre espaço para um grupo de pouco mais de dez países que têm reservas desses minérios e podem, em tese, ocupar esse mercado. No caso brasileiro, porém, há limitações. EXPLORAÇÃO Para Décio Casadei, sócio da Casadei Engenharia Mineral, a viabilidade econômica da exploração de minerais raros no Brasil é muito baixa, já que em muitas regiões sua extração é tecnicamente complexa e cara. "A China consegue vender isso no mercado a um preço baixíssimo porque lá a exploração é muito fácil. Eles possuem uma grande quantidade de minério, que está em regiões muito favoráveis ao beneficiamento", afirma. O Brasil já foi um produtor de maior peso no cenário internacional, mas, nos anos 1990, dificuldades econômicas reduziram a quase zero esse tipo de exploração. Em nota, a INB (Indústrias Nucleares no Brasil), estatal que é uma das únicas companhias a possuir reservas de minerais raros no país, culpa o Plano Collor e a concorrência chinesa pelos problemas enfrentados pelo setor. Restrições ambientais são outra preocupação em relação a esse tipo de exploração, já que os minerais raros existentes no Brasil são sempre encontrados na natureza combinados com minérios que fazem parte do ciclo de produção de energia nuclear, como o urânio e o tório. Por isso, a produção de minerais raros depende não apenas de licenças fornecidas pelo Ministério do Meio Ambiente, mas também de autorização da Comissão Nacional de Energia Nuclear, órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. DIRETRIZES Um grupo de trabalho no governo federal trabalha para finalizar nas próximas semanas um relatório com diretrizes a serem seguidas para incentivar o desenvolvimento do setor no Brasil. "Esse tema deve ser objeto de um programa prioritário e de longo prazo por parte do governo, visando agrupar as competências existentes no país e que estão hoje razoavelmente dispersas em grupos e centros de pesquisa, tanto no setor público como no privado", diz o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Ministério de Ciência e Tecnologia, Ronaldo Mota. Segundo o secretário, antes de falar numa efetiva expansão na produção desses minérios no Brasil, é preciso reunir especialistas de universidades, empresas, consumidores e potenciais produtores para ma pear o real potencial do país no mercado. Fonte: Folha de São Paulo Data: 11/01/2011

17 BRAZILIAN MINING DAY MONDAY, MARCH 07 ROOM 714A 2:00 5:40 PM Brazil is widely recognized for its huge territory, diversified geologic environments and miningindustry tradition. These attributes, together with the available infrastructure and economic stability, make the country a safe place to make successful new investments in prospecting and mining. This Seminar will illustrate Brazil as one of the most suitable countries for mineral exploration and mine development, ranked among the top countries in terms of mineral production, territorial area and geologic environments for new deposit discoveries. Seminar Outline: I Brazilian Mining Sector Overview. Come and hear about the priorities adopted by the Ministry of Mines and Energy, with the implementation of sector policies, presented by Brazilian Federal Government Authorities. Updated geophysical, geological and geochemical survey informations will be presented by the Brazilian Geologic Survey; as well as an outlook of the Brazilian metallogenetic environments and the main mineral provinces potencial. 2:00 2:15 pm: Brazil: A Stable Country Open for Mining Investments Brazilian Ministry of Mines and Energy MME 2:15 2:40 pm: Brazilian Mining Law and its Perspectives.Brazilian Nacional Department of Mineral Production DNPM 2:40 3:05 pm: New Data and Surveys for Mineral Exploration in Brazil Geological Survey of Brazil CPRM 3:05 3:30 pm: Brazil: An Excellent Geological Potential Open for Exploration Jones Belther; The Agency for Technological Development of the Brazilian Mineral Industry ADIMB. 3:30..3:45.pm: Questions & answers. II Recent Successful Cases in Mineral Exploration and Mining Development in Brazil This presentation will focus on the most recent exploration successes and mining developments in Brazil, including diversified global players, mid cap and junior companies. Senior representatives of those companies will review the discovery and development of significant deposits 3:45 4:10 pm: The Serra Sul Carajás/PA Iron Project: Jamil Sebe, VALE 4:10 4:35 pm: The Santa Rita/BA Ni Mine Case Rubens Bichned, Mirabela Nickel 4:35 5:00 pm: Paracatu MG Gold Mine Development José Freire, Kinross Americas 5:00 5:25.pm: The Arapiraca/AL Copper/Iron Project Carlos Bertoni, Aura Minerals. 5:25 5:40 pm: Debates. All are welcome. Registration is not required.

18 Sunday, March 6 Technical Program Commodities and market outlook Room 701 Sponsored by BMO Capital Markets, Gryphon Partners, MPH Consulting Limited, Raymond James Ltd., RBC Capital Markets, Scotia Capital Chairs: Greg Barnes, TD Newcrest, Toronto, Canada & Victor Flores, Paulson & Co., New York, USA 1:00pm: 1:10pm: 1:35pm: 2:00pm: 2:25pm: 2:50pm: 3:15pm: 3:40pm: 4:05pm: 4:30pm: Overview, Philip Klapwijk, GFMS, Madrid, Spain Gold, John Reade, Paulson & Co., London, England Silver, Jim Steel, HSBC Securities Inc., New York, USA Uranium, Greg Barnes, TD Newcrest, Toronto, Canada Platinum group metals (PGM), Edel Tully, UBS, London, England Iron ore, Phil Newman, CRU Strategies, London, England Copper, Mark Fellows, GFMS, London, England Zinc, Andy Roebuck, Teck Resources, Toronto, Canada Nickel, Santo Ranieri, Paradigm Capital Inc., Toronto, Canada Potash, Paul D Amico, TD Newcrest, Toronto, Canadá Panel discussion: Evolving business exploration models in the 21st century Room 718A Chairs: Bob Schafer, Hunter Dickinson Inc. & Michael Doggett, Mineral Economics Consultant, Vancouver, Canada 1:10pm: Global exploration trends: Shifting priorities within the industry, Jason Goulden, Metals Economics Group, Halifax, Canada 1:35pm: 2:00pm: 2:25pm: Incorporating greenfield and brownfield exploration with acquisitions, Glen Masterman, Kinross Gold Corporation, Toronto, Canada New paradigms for junior major company exploration business models, John Mark Staude, Riverside Resources Inc., Vancouver, Canada Growth through domestic and international alliances, Jose Parello, Antofagasta Minerals S.A., Santiago, Chile

19 2:50pm: 3:15pm: 3:35pm: Achieving success through early stage acquisition and strategic alliances, Peter Ravenscroft, Cliffs Natural Resources, Cleveland, USA From boom to bust and back again: A geologist s perspective from 34 years and seven different careers in the mineral exploration business, Mickey Fulp, MercenaryGeologist.com.LLC, New Mexico, USA Panel discussion: Chairs and speaker affiliations noted above Monday, March 7 Opening Ceremonies 8:30 9:15am Keynote session: Managing success Strategies for keeping the leadership edge Room 701 Chairs: Joe Hinzer, Watts, Griffis & McOuat Limited, Toronto, Canada & The Honourable Laurence Golborne, Minister of Mining, Santiago, Chile 9:15am: 9:35am: 10:00am: 10:25am: 10:50am: Is gold a bubble?, John Ing, Maison Placements Canada Inc., Toronto, Canada Exploration targeting, Campbell McCuaig, University of Western Australia, Crawley, Australia Corporate social responsibility: The Goldcorp perspective, David L. Deisley, Goldcorp Inc., Vancouver, Canada Assuring stakeholder support during exploration phases, Lena Brommeland, Hunter Dickinson Inc., Vancouver, Canada Chile: Road to success, The Honourable Laurence Golborne, Minister of Mining, Santiago, Chile Collaborative approaches to capacity development and wealth creation for Indigenous communities: Canada and international Room 715 Chairs: Glenn Nolan, Noront Resources Ltd. & Raziel Zisman, Fogler, Rubinoff LLP, Toronto, Canada 9:10am: 9:35am: The Troilus Mistissani experience: What happens after a mine is closed? Operating in Mexico: Successful integration of communities and projects, Dick Whittington, Farallon Mining Ltd., Vancouver, Canada 10:00am: 10:25am: The Irvine Island project: A blueprint for cooperative development, Tony Shoer, Pluton Resources Limited, Melbourne, Australia The Chilean experience: Goldcorp and their community partner, Valerie Pascale, Goldcorp Inc., Toronto, Canada 10:50am: Panel discussion: Best practices for building prosperity through joint ventures, partnerships and employment Revisit this page in the coming weeks for a complete list of presenters.

20 21 years of Canadian diamonds: Coming of age? Room 716 Chairs: Patricia Sheahan, Consultant & Jonathan Fowler, De Beers, Toronto, Canada 2:00pm: 2:25pm: 2:50pm: 3:15pm: 3:40pm: The Chidliak diamond district, Nunavut: Fifty kimberlites and counting, Jennifer Pell, Peregrine Diamonds Ltd., Vancouver, Canada Renard: Establishing a diamond resource in Quebec, Robin Hopkins, Stornoway Diamond Corporation, Vancouver, Canada Victor: Establishing Ontario s first diamond mine, Bradley Wood, De Beers Canada Inc., Timmins, Canada The development of a leading diamond producer: Petra a historical perspective, Jim Davidson, Petra Diamonds, Johannesburg, South Africa Rio Tinto Diamonds in India: From mine to market, Andy Davy, Rio Tinto Diamonds, London, England Finance: Dealing and developing Room 713 Chairs: Bill Washington, Wellington West Capital Markets Inc. & Daryl Hodges, Jennings Capital Inc., Toronto, Canada 2:00pm: 2:25pm: 2:50pm: 3:15pm: Gold and silver equity and financing trends, Paolo Lostritto, Wellington West Capital Markets Inc., Toronto, Canada Royalty and precious metal stream financing opportunities for exploration and development companies, Paul Brink, Franco Nevada Corporation, Toronto, Canada Restructuring the debt, acquiring and financing the Chief, Victor Wyprysky, Chieftain Metals, Toronto, Canada M&A trends and outlook in the mining industry, John Nyholt, PricewaterhouseCoopers LLP, Toronto, Canada Revisit this page in the coming weeks for a complete list of presenters. Tuesday, March 8 New geoscience in support of exploration in the Canadian Shield North of 60⁰ Chairs: Alan Galley, Natural Resources Canada, Ottawa & Eitan Dehtiar, BBE, Toronto, Canadá 9:10am: 9:35am: 10:00am: Unravelling the mineral potential of the Churchill province, Sally Pehrsson, Geological Survey of Canada, Ottawa, Canada Northern Canada s diamond corridors: From surface to the lithospheric mantle, Bruce Kjarsgaard, Geological Survey of Canada, Ottawa, Canada Northern igneous events and Ni Cu PGE potential, Michel Houlé, Geological Survey of Canada, Quebec City, Canada

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