SEMIOLOGIA DE GRANDES ANIMAIS AULA 4

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1 SEMIOLOGIA DE GRANDES ANIMAIS AULA 4 Médico Veterinário Renato G Santos Esp. Clínica, Cirurgia e Reprodução de Grandes Animais Esp. Bovinocultura Leiteira Esp. Nutrição de Ruminantes

2 O exame físico geral permite avaliar e monitorar o estado atual de saúde do paciente; Muitas vezes a queixa principal não apresenta relação direta como o sistema primariamente comprometido; Desta forma o exame físico constitui um passo decisivo para a realização do exame físico específico.

3 Observação do Animal Nível de Conciência : - alerta; - diminuído; - aumentado. Importante levar em consideração o comportamento de cada categoria da espécie e raça.

4 Postura e Locomoção: - normal; - anormal.

5 Condição física e corporal: - obeso; - normal; - magro; - caquético. Animais com pelos compridos devem ser palpados

6 Pele e anexos: - pelos limpos; - eriçados; - ecto e endoparasitas.

7 Forma Abdominal: - normal; - anormal.

8 Características Respiratórias: - eupneia; - taquipnéia; - dispneia; - secreção nasal.

9 Outros: - apetite; - sede; - defecação; - secreções; - micção.

10 Determinação do Estado de Hidratação Grau Observações Menor 5% Não detectável. 5% Perda sutil de elasticidade. 6 a 8 % Retardo definido no retorno da pele à posição normal. Olhos fundos e as mucosas podem estar ressecadas. 10 a 12% Quando a pele é levantada e permanece no lugar. Pulso e FC fracos. 12 a 15% Choque, colapso e morte eminente.

11 Tempo de Preenchimento Capilar TPC Grau de Desidratação Tempo Sádio 1 a 2 segundos Desidratado 2 a 4 segundos Gravemente Desidratado Acima de 5 segundos

12 Mucosas Mucosas Visíveis: - oculopalpebral; - nasal; - vulvar; - prepucial; - anal. Sempre avaliar mais que uma

13 Mucosas Exame Físico Geral

14 CONDIÇÃO COLORAÇÃO EXEMPLO Normal Rósea Normal Pálida Esbranquiçada Anemia; hemorragia; verminoses Congesta Hiperemica ou avermelhada Inflamação; febre; septicemia Cianótica Azulada Baixa vascularização; edema Ictérica Amarelada Leptospirose; babesiose

15 Mucosa Normal Mucosa Pálida

16 Mucosa Congesta Mucosa Cianótica

17 Mucosa Ictérica Exame Físico Geral

18 Palpação Deve ser feita com: Mão espalmada ou parte ventral dos dedos; Usando-se o polegar e o indicador; Com o dorso da mão para temperatura.

19 Auscutação Ruídos Respiratórios; Bulhas Cardíacas ( normal ou alterações); Sopros; Sons do sistema digestório.

20 Valores normais frequência cardíaca Espécie Batimentos por minuto ( BPM) Equinos 28 a 40 Bovinos 60 a 80 Caprinos 95 a 120 Ovinos 90 a 115

21 Auscutação Cardíaca Exame Físico Geral

22 Movimentos Respiratórios Normais ESPÉCIE MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS Equinos 8 a 16 Bovinos 10 a 30 Ovinos 20 a 30 Caprinos 20 a 30

23 Auscutação Respiratória Exame Físico Geral

24 Termometria Estudo da variação térmica. Exame Físico Geral Para correta aferição da temperatura o animal deve estar adequadamente contido. O termômetro deve se introduzido adequadamente. Cuidado com os erros comuns. Variações normais: ciclo cicardiano, cio, ingestão de alimentos, ingestão de água, esforço físico.

25 Glossário Termométrico Normometria: valores nos limites normais da espécie; Hipertermia: temperatura corporal acima do normal; Hipotermia: temperatura corporal abaixo do normal.

26 Síndrome Febre Elevação da temperatura corporal acima da temperatura máxima normal. Indicativo de doença subjacente. É benéfica na maioria das doenças pois estimula a formação de anticorpos.

27 Por que nos preocupar com a febre então? Perda de peso; Sudorese; Desidratação; Taquipnéia; Depressão; Diminui defecação e micção.

28 MUITO IMPORTANTE, temperatura superior a 42,5 C ocorre a perda da função celular e perda da consciência, risco de óbito ESPÉCIE TEMPERATURA NORMAL EQUINOS 37,5 a 38,5 BOVINOS 38 a 39,5 OVINOS 39 a 40,5 CAPRINOS 38,5 a 40

29 Sistema Linfático É uma via acessória pelos quais os líquidos circulam para o sangue. Linfonodos: São gânglios com função de filtrar possíveis infecções. São muitas vezes palpáveis e nos fornecem orientação sobre o local onde está ocorrendo o processo infeccioso ou inflamatório.

30 Devemos observar: - aumento de volume; - sensibilidade dolorosa; - consistência e aderência.

31 Linfonodo Mandibular: - lateral a faringe; - tamanho de avelã a noz; - drena a metade inferior da cabeça; - se estiver normal não é palpável.

32 Linfonodo Paratídeo: - abaixo da articulação mandibular; - drenam parte superior da cabeça.

33 Linfonodo Retrofaríngeo: - caudo dorsal à faringe; - não são palpáveis; - drenam linfa da parte inferior cabeça.

34 Linfonodo Cervical: - situados mais altos e cranial a articulação do ombro; - espessura de um dedo; - orelha, pescoço, peito, escápula.

35 Linfonodo Subiliaco: - entre o íleo e a patela; - espessura de um dedo; - drenam o posterior do tronco e crânio lateral da coxa.

36 Linfonodo Mamário: - 2 nódulos de cada lado; - entre assoalho da pelve e porção caudal do úbere; - drenam úbere, posterior da coxa. Linfonodo Escrotal: - só macho; - caudal ao cordão espermático; - drena testículo, epidídimo, prepúcio; cordão espermático, pênis.

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