Itautec e sustentabilidade. guia para o gestor. De frente para o futuro.

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1 Itautec e sustentabilidade guia para o gestor de TI SUSTENTÁVEL FSC De frente para o futuro.

2 2 Índice Quem somos 3 Introdução 4 A sustentabilidade e a Tecnologia da Informação 6 A sustentabilidade na Itautec 10 O uso eficiente de energia 11 Resíduo eletrônico: um desafio para as empresas e a sociedade 15 O mercado cinza riscos para o meio ambiente e a sociedade 19 TI Sustentável e partes interessadas 21 Glossário 23 Saiba mais 30

3 3 Quem somos Somos a empresa de tecnologia do Grupo Itaúsa, 100% brasileira. Há mais de 30 anos desenvolvemos produtos e soluções de computação, automações bancária e comercial e também prestamos serviços de tecnologia. Atendemos a mais de cidades brasileiras a partir de nossas 34 unidades de serviços e 10 laboratórios de suporte. Atuamos junto aos principais fóruns da indústria, defendendo a evolução do setor de tecnologia e valorizando a pesquisa e o desenvolvimento genuinamente brasileiros. Nosso compromisso com a sustentabilidade agrega em nossos produtos benefícios sociais, ambientais e econômicos e, entre outras medidas, fazemos o uso racional dos recursos naturais e somos pioneiros na fabricação de equipamentos livres de substâncias tóxicas e na reciclagem de resíduos de equipamento de informática no Brasil. Por conta desta experiência e por acreditar na importância da sustentabilidade, decidimos compartilhar com você nossos conhecimentos em gestão sustentável. Acreditamos que a divulgação destas ideias e sugestões irá estimular profissionais envolvidos nos processos de estratégia, aquisição, implantação e manutenção dos equipamentos de TI, que podem incorporar essas e outras práticas em suas decisões de compra e gerência. Lembre-se, o mundo melhor se faz com boas práticas.

4 4 Introdução A Itautec acredita que TI e sustentabilidade podem e devem andar juntas. É por isso que há muitos anos este assunto passou a ser prática constante da empresa, através de políticas e processos que focam na responsabilidade socioambiental.

5 5 Foi para partilhar nossas experiências na utilização de recursos naturais e incorporar os elementos sustentáveis em decisões estratégicas que desenvolvemos este guia, com uma série de referências e informações, mostrando que é possível transformar a sustentabilidade em algo tangível, com retorno positivo para a empresa em termos financeiros, de negócios e de fortalecimento da reputação. Acreditamos que você pode contribuir de forma valiosa para uma postura mais sustentável em sua organização, promovendo a eficiência profissional e adotando medidas que otimizam o consumo de energia e o gerenciamento do ciclo de vida dos produtos, como a adoção de arquiteturas que facilitam o atendimento às demandas presentes e futuras de processamento, entre outras. Para produzir este material, além de utilizarmos nossa própria experiência, contamos com o apoio especializado da Gestão Origami, uma consultoria em gestão de negócios com foco na sustentabilidade, e a parceria com o Instituto Akatu pelo Consumo Consciente, organização reconhecida por seu trabalho de conscientização do consumidor. O resultado deste esforço você tem em suas mãos, um guia que responde com segurança às dúvidas mais frequentes de pesquisadores e profissionais ligados à área de tecnologia. Com isso, esperamos contribuir para o uso responsável da tecnologia da informação, com o respeito ao meio ambiente e à defesa dos interesses das futuras gerações. Caso você queira partilhar conosco qualquer sugestão ou comentário, será bem-vindo. Basta escrever para o

6 6 A sustentabilidade e a Tecnologia da Informação A sustentabilidade é a forma de utilizar recursos naturais conscientemente, prejudicando o menos possível o meio ambiente e todas as suas formas de vida. O desafio comum para todos nós indivíduos, empresas, governos, organizações é encontrar um meio termo entre a satisfação de nossos desejos e a garantia de que as RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE RESPONSABILIDADE SOCIAL Responsabilidade Social Empresarial é a forma de gestão que se define: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL SUSTENTABILIDADE Pelo compromisso público de IMPLEMENTAÇÃO DE PROCESSOS PRODUTIVOS, COMERCIAIS E GERENCIAIS baseados em relações éticas, transparentes e solidárias da empresa com todos os públicos afetados pelas suas atividades. Pelo estabelecimento de METAS EMPRESARIAIS COMPATÍVEIS COM A SUSTENTABILIDADE DA SOCIEDADE, PRESERVANDO RECURSOS AMBIENTAIS E CULTURAIS PARA GERAÇÕES FUTURAS, RESPEITANDO A DIVERSIDADE E PROMOVENDO A IGUALDADE. ATENDER AS NECESSIDADES DO PRESENTE SEM COMPROMETER A POSSIBILIDADE DE FUTURAS GERAÇÕES ATENDEREM ÀS SUAS PRÓPRIAS NECESSIDADES Fonte: ONU, baseado em The Brundtland Report - World Comission on Environment and Development, 1987 Econômico Social Ambiental SUSTENTABILIDADE É A CAPACIDADE DE CONTINUIDADE NO LONGO PRAZO Fonte: The Brundtland Report Fonte: Instituto Ethos

7 7 futuras gerações possam continuar desfrutando de tudo que o meio ambiente tem a nos oferecer. O conceito de sustentabilidade começou a ganhar força em 1987, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou o Relatório Nosso Futuro Comum 1. O documento alertou sobre o risco de se manter o modelo de desenvolvimento adotado pelos países ricos e copiado pelas nações menos desenvolvidas, baseado na exploração excessiva da natureza. O aviso era que, se continuássemos seguindo este exemplo, os recursos naturais começariam a faltar, comprometendo o futuro das gerações seguintes. Esta definição evoluiu muito rápido, amparada na constatação de que a atuação da humanidade no planeta está produzindo os efeitos que sentimos agora. Basta lembrar que hoje, em diversas partes do mundo, os efeitos das mudanças climáticas e do aquecimento global já se fazem presentes. A busca pela sustentabilidade para as empresas significa encontrar uma maneira de fazer negócios que garantam lucro ao mesmo tempo em que geram efeitos positivos para a sociedade, com o menor impacto possível sobre o meio ambiente. Isso é resumido pelo conceito de triple bottom line (ou tripé da sustentabilidade ), criado pelo economista inglês John Elkington, para fazer uma ligação entre o crescimento econômico, a proteção ao meio ambiente e o desenvolvimento da sociedade. No âmbito da sustentabilidade, as empresas não existem apenas para gerar um lucro para os acionistas o tradicional single bottom line mas também devem produzir benefícios sociais para as demais partes interessadas e para a sociedade e contribuir com o uso responsável dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente. 1 Mais informações sobre o Relatório Nosso Futuro Comum podem ser obtidas em

8 8 A TI Sustentável A Tecnologia da Informação pode ajudar as empresas e a sociedade, desenvolvendo atitudes e práticas sustentáveis. TI SUSTENTÁVEL Devemos lembrar que os produtos eletrônicos são também grandes consumidores de recursos naturais: um único computador pessoal precisa da manipulação de 1,8 tonelada de recursos naturais para extrair os elementos necessários para a fabricação de seus componentes. A energia utilizada para fazer funcionar os equipamentos e mantê-los refrigerados chega, em alguns casos, a representar 60% do total consumido pelas corporações. Cálculos da PNUMA (agência da ONU responsável pelo meio ambiente) indicam também que, anualmente, cerca de 50 milhões de equipamentos eletrônicos diversos de celulares e tocadores de MP3 a computadores e impressoras são descartados e transformados em lixo eletrônico 2. Grande parte vai direto para lixões ou aterros sanitários, trazendo enorme risco para o meio ambiente e para a saúde pública. É por isso que nos últimos anos o conceito de TI Sustentável vem se popularizando e ganhando força. Chega a ser um elemento chave na estratégia de aquisição de produtos e ativos e no gerenciamento dos recursos de TI de empresas e governos com o fim de reduzir suas pegadas ecológicas. AMBIENTAL SUSTENTABILIDADE Proteção do meio ambiente Cultura da sustentabilidade SUSTENTABILIDADE SOCIAL Crescimento da empresa SUSTENTABILIDADE ECONÔMICA 2 Recycling From E-Waste To Resources, UNEP,

9 9 A TI sustentável está, então, diretamente relacionada ao desenvolvimento e implementação de estratégias e ações que sejam consequências dos seguintes pontos de vista 3 : Econômico garantindo um equilíbrio de custo-eficiência, colaborando com a perenidade dos negócios, gerando vantagem competitiva, consolidando a reputação institucional. Ambiental gerando padrões de aquisição e uso dos equipamentos considerando seus impactos na natureza em todo o ciclo de vida (fabricação, uso e descarte), uso eficiente dos recursos energéticos necessários para operar os equipamentos e manejo correto do seu pós-uso e descarte, com ênfase na reciclagem. Social na geração e valorização de uma cultura de sustentabilidade junto aos stakeholders, especialmente funcionários, colaboradores e cadeia de valor, e na sociedade em geral. 3 Sustainable IT - The Case For Strategic Leadership (2008)

10 10 A sustentabilidade na Itautec Na Itautec a sustentabilidade há muito saiu do campo das boas ideias para ser incorporada às nossas práticas produtivas. Desde 2001, contamos com um Sistema de Gestão Ambiental (SGA) que reúne nossas políticas, programas e práticas corporativas dedicadas à responsabilidade socioambiental. Isto significa o uso racional dos recursos materiais, energéticos e hídricos, além de realizarmos a separação dos resíduos, promovendo a reciclagem, entre outras ações. Mas fomos além em nossas iniciativas e nos tornamos a primeira empresa do Brasil no campo de Tecnologia da Informação a fabricar equipamentos livres de chumbo. Desde 2007 fabricamos microcomputadores e notebooks livres de substâncias nocivas ao ambiente e à saúde humana, como o cádmio, o cromo hexavalente (um anticorrosivo para partes metálicas) e a cadeia de bromobifenilas (usadas para evitar a propagação de chamas). Estes materiais foram substituídos por outros, de acordo com as recomendações da diretiva europeia RoHS, referência mundial na restrição ao uso de substâncias que agridem o ambiente. No final de 2008, outras linhas de produtos da Itautec também passaram a ser fabricadas em conformidade com a RoHS, com rígidos controles ambientais. Isto consumiu investimentos em torno de R$ 3 milhões, aplicados ao longo de dois anos na adequação de linhas de produção. A adoção de novos processos foi ampliada à cadeia de fornecedores da empresa, fazendo com que muitos deles adequassem seus insumos segundo a diretiva ambiental europeia. A empresa também é pioneira no desenvolvimento do que hoje é um dos projetos mais avançados em destinação de resíduos eletroeletrônicos em operação no Brasil. Trata-se do Centro de Reciclagem, localizado em Jundiaí, no interior de São Paulo, onde equipamentos são reciclados ao fim de sua vida útil. Neste espaço, os equipamentos são recebidos, desmontados, descaracterizados, pesados e depois têm suas partes separadas por tipo de material, que são encaminhadas a recicladores homologados pela Itautec. Todos os nossos esforços em favor da sustentabilidade têm recebido diversos tipos de reconhecimento, como os prêmios 5º e 6º Benchmarking Ambiental Brasileiro e a 13 a edição do Prêmio Fiesp de Mérito Ambiental. Para saber mais sobre as ações da Itautec no campo da sustentabilidade, visite a página ou entre em contato pelo

11 11 O uso eficiente de energia O uso eficiente de energia é, sem dúvida, o ponto fundamental para qualquer política de TI Sustentável. Para se ter uma ideia, em 2007 o governo americano publicou um relatório mostrando que, no período de seis anos entre 2000 e 2006, o consumo de energia pelos datacenters nos Estados Unidos mais do que dobrou, chegando 61 bilhões de kwh. Isso era o equivalente a 1,5% de todo o consumo de energia do país ou o mesmo que a energia consumida anualmente por 5,8 milhões de casas. O relatório apontava que este consumo iria dobrar novamente em cinco anos e que, em 2011, os datacenters demandariam cerca 2,9% de todo o consumo de eletricidade no país. 4 Com certeza esta é uma situação que se repete proporcionalmente no Brasil, devido à rápida expansão da economia vivida pelo país nos últimos 15 anos. Números da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) indicam que datacenters e centros de tecnologia podem chegar a consumir cerca de 45% do total de energia usada pelas grandes corporações. O consumo alto é amplificado pelo processo de refrigeração dos datacenters, que sozinho consumiria cerca de 60% da eletricidade. 5 Esses dados apontam para um aspecto econômico evidente, que por si só já justificaria a implantação de processos de uso eficiente de 4 O document Report to Congress on Server and Data Center Energy Efficiency pode ser baixado do seguinte endereço: development/downloads/epa_datacenter_report_ Congress_Final1.pdf 5 Fonte: noticias/bancos-vao-intensificar-esforcos-para-odesenvolvimento-sustentavel

12 12 energia. Mas existe um aspecto ambiental também importantíssimo: a geração da eletricidade necessária para fazer funcionar a extensa malha de computadores e equipamentos de TI contribui para o lançamento na atmosfera de gases de efeito estufa, dando o seu quinhão para o processo de aquecimento global. Cerca de 2% a 2,5% do total mundial de emissões globais de CO 2 (um dos principais gases de efeito estufa) são atribuídas aos produtos e processos associados à TI (desde computadores pessoais aos grandes datacenters). Isto é o mesmo que toda a indústria da aviação e o mesmo que 5% a 6% dos países desenvolvidos. E a previsão é que estes números tripliquem até Fonte: jsp?id= Algumas práticas sustentáveis de consumo de energia dos equipamentos de TI 1 O primeiro ponto é montar uma estratégia de TI que privilegie a aquisição e manutenção de equipamentos que sejam eficientes do ponto de vista energético. Tais equipamentos podem chegar a economizar até 65% de energia. A própria estrutura necessária para refrigerar os equipamentos, especialmente nos datacenters, pode ser dimensionada para fazer um uso mais eficiente de energia.

13 13 2 Outro elemento cada vez mais usado é o processo de consolidação e virtualização dos datacenters, que consiste em pegar uma quantidade de servidores que estejam sendo subutilizados e consolidar em uma quantidade menor de servidores. Com isso é possível reduzir a quantidade de máquinas exigidas no centro de dados, impactando favoravelmente na redução dos custos de suporte e manutenção. Ocorre também uma diminuição da quantidade de energia consumida diretamente pelos servidores e pelos aparelhos utilizados para o resfriamento do ambiente. A utilização e a eficiência dos demais servidores também são aumentadas. Tudo isso tem um impacto na pegada ecológica da empresa ao reduzir indiretamente a emissão de gases de efeito estufa. 6 3 A auditoria de energia é outro instrumento importante ao considerar o desempenho de A otimização da operação de datacenters pode incluir a monitoração permanente e a reparação correta de unidades de ar condicionado e dos pisos, criação de corredores frios e quentes, o aumento do nível de temperatura em um ou dois graus e a limpeza periódica do centro de dados para reduzir a poeira e detritos que possam impedir o fluxo de ar, os quais reduzem a eficiência da refrigeração. Todas as melhorias no funcionamento das instalações do centro de dados ajudam a aumentar a eficiência energética. consumo de energia como um dos critérios dos testes de produtos, normalmente realizados pelos laboratórios de desempenho e avaliação mantidos pelas empresas. Os resultados devem ser levados em consideração no momento de decisão de compra dos equipamentos. 6 Mais informação em

14 14 4 A monitoração do consumo de energia por parte dos equipamentos de TI deve ser feita regularmente para evitar desperdícios e garantir seu uso eficiente. Isso implica a elaboração e aplicação de protocolos internos de controle e avaliação, e ajustes constantes. 5 Outro passo simples é configurar os equipamentos para fazer o uso mais eficiente possível da energia, como ajustá-los para se desligarem automaticamente após determinado tempo sem uso. Além disso, é importante considerar a aquisição de equipamentos com fontes de energia com maior eficiência e desempenho. 6 Os usuários finais também devem ser permanentemente conscientizados e mobilizados a fazer uso eficiente de seus equipamentos. É fundamental que tenham a consciência da necessidade de desligar o equipamento quando não for usá-lo por mais de uma hora O Relatório The Power to Save Energy, lançado em 2009, mostra que as corporações americanas desperdiçam 2,8 bilhões de dólares anualmente com a energia usada para manter ligados 106 milhões de PCs que não são usados efetivamente. Estes PCs ligados, mas não usados, contribuíram com 20 milhões de toneladas de CO 2 para o aquecimento global, mais ou menos o equivalente a 4 milhões de carros. Fonte: PC Energy Report docs/1e_pc_energy_report_2009_us.pdf Um estudo de 2007 estimou que a Unicamp gastaria por ano cerca de 3 milhões de kwh em energia desperdiçada para manter parte de seus 17 mil computadores ligados, mas sem uso. Isso seria o suficiente para abastecer casas com consumo médio de 170 kwh por um ano inteiro. Ou seja, o desperdício de energia produzido por um ato tão simples como o de apagar a máquina tem um forte impacto econômico, alem do ambiental. Fonte: Avaliação do desperdício de energia pelos computadores ociosos da Feec/Unicamp. Fev/2007 ou ao saírem do escritório depois do dia de trabalho, principalmente antes do fim de semana. Estudos mostram que em um escritório médio até 50% dos equipamentos permanecem ligados, sem ser usados.

15 15 Resíduo eletrônico: um desafio para as empresas e a sociedade Como já foi dito, os produtos de TI em geral são vorazes consumidores de recursos naturais em sua fabricação. Também usam uma grande variedade de componentes potencialmente tóxicos, que, apesar de existirem em pequena quantidade em cada equipamento individual, multiplicam-se quando levamos em consideração os milhões de equipamentos descartados a cada ano em todo o mundo. O manejo e o processo de descarte dos aparelhos eletrônicos e o que fazer com eles quando já não têm uso são dois grandes desafios atuais da indústria. A recente aprovação da Lei de Resíduos Sólidos aumenta ainda mais a pressão sobre as empresas ao estabelecer a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Isso abrange fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, além dos consumidores e titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos. Segundo pesquisa da ONU, o Brasil detém a liderança dos países em desenvolvimento na produção per capita de lixo eletrônico 7. Seriam 96,8 mil toneladas métricas de PCs abandonados no país a cada ano isso é o equivalente a meio quilo de lixo eletrônico produzido em média por cada brasileiro. 7 Recycling From E-Waste To Resources, UNEP,

16 16 O manejo correto do pós-uso dos equipamentos eletrônicos tem um impacto direto nos três aspectos da sustentabilidade: ambiental, econômico e social. Do ponto de vista do meio ambiente, é fundamental para impedir que os muitos compostos químicos que fazem parte destes equipamentos contaminem a natureza. Para se ter uma ideia, um simples celular pode contar com até 40 elementos químicos da tabela periódica, desde metais preciosos, como ouro, até alguns extremamente tóxicos, como o cádmio 8. Computadores pessoais e laptops usam quantidade semelhante de elementos químicos, com um destaque para metais mais comuns, como o ferro. Você pode conhecer mais informações sobre a composição de desktops, notebooks e netbooks no endereço sustentabilidade/ti-verde/ocomputador-por-dentro. Vários dos elementos químicos e metais pesados existentes nos equipamentos eletrônicos podem ter um efeito extremamente nocivo para o meio ambiente e, em consequência, para as diferentes formas de vida, inclusive a humana. O cádmio, por exemplo, se acumula no fígado, pulmões, pâncreas, testículos, coração e nos rins, onde pode permanecer ativo por 30 anos. A intoxicação crônica pode gerar descalcificação óssea, lesão renal, enfisema pulmonar, além de O valor monetário da utilização anual de importantes metais nos equipamentos elétricos e eletrônicos corresponde a US$ 45,4 bilhões (em níveis de preço de 2007). A reciclagem desse material representa um recurso potencial de materiais da ordem de 40 milhões de toneladas por ano. A reciclagem eficaz dos metais/materiais é fundamental para mantêlos disponíveis para a fabricação de novos produtos, inclusive eletrônicos, aplicações de energia renováveis ou aplicações não inventadas ainda. Dessa forma, os recursos de metais primários (não retirados do solo ainda) e de energia podem ser conservados para as futuras gerações. Recycling From E-Waste to Resources, UNEP, Recycling From E-Waste To Resources, UNEP,

17 17 má-formação nos fetos 9. A contaminação provocada pelo descarte inadequado de equipamentos eletrônicos não se resume aos lixões ou terrenos baldios, onde muitas vezes são lançados. A ação da natureza, como a chuva, por exemplo, pode apressar a decomposição dos equipamentos, levando os componentes químicos a alcançar o solo, águas superficiais e os lençóis freáticos e daí levar a contaminação muito mais distante. As populações que vivem próximo aos lixões e aterros contaminados são as primeiras a serem afetadas. Outras vidas, como peixes, também são comprometidas. Os componentes químicos se acumulam nos organismos vivos, vários deles seguem pela cadeia alimentícia e acabam chegando aos seres humanos, mesmo àqueles que vivem distantes dos locais contaminados 10. A produção de 1 kg de alumínio a partir da reciclagem utiliza apenas 10% ou menos da energia que é necessária na produção primária (via mineração) e evita a criação de 1,3 kg de resíduo de bauxita, 2 kg de emissões de CO 2 e 0,011 kg de emissões de SO 2. Fonte: PNUMA, 2009 Parte significativa dos metais usados na confecção dos elementos que compõem os produtos eletrônicos ainda vem das chamadas fontes primárias, ou seja, diretamente da exploração mineira, com um enorme impacto sobre a natureza. No caso dos metais preciosos e especiais, o custo financeiro e ambiental é ainda maior, já que é necessário o uso extensivo de terras para a mineração, existe uma grande geração de águas 9 Resíduos Eletroeletrônicos no Brasil (2007) 10 Esvaziando a Lixeira: Qual o Destino do Seu Computador? (2007) impacto-ambiental-lixo-eletronico2-v-i-t-a-l

18 18 residuais, de dióxido de enxofre (SO 2 ), consumo de energia e emissões de CO 2. Por exemplo, para produzir uma tonelada de ouro, paládio e platina, são 11 geradas 10 mil toneladas de CO 2. O processo de reciclagem, por seu lado, pode assegurar que uma significativa parte dos metais usados na fabricação de produtos eletrônicos provenham das chamadas fontes secundárias, ou seja, da reutilização. A recuperação de metais usando processos de reciclagem altamente eficientes gera uma fração da emissão de CO 2 se comparada à mineração, além de utilizar muito menos recursos de água e solo 11. Em resumo, o tema da reciclagem e reuso dos componentes eletrônicos é cada vez mais crítico para qualquer estratégia de TI Sustentável. Primeiro porque é fundamental dar um destino correto e seguro para o lixo eletrônico. Depois, porque cada vez mais países estão impondo legislações que obrigam as empresas fabricantes e revendedores a se responsabilizarem pelo recolhimento e destinação correta dos equipamentos vendidos, incluindo o Brasil. Finalmente, porque a reciclagem dos componentes, além de beneficiar o meio ambiente, pode trazer grandes retornos financeiros. A CADEIA DA RECICLAGEM Coleta Desmontagem e pré-processamento Processamento final Materiais reciclados Reuso Componentes e frações separadas Manejo do descarte final Fonte: Recycling - From E-Waste to Resource, Final Report, July Recycling From E-Waste To Resources, Final Report, July 2009

19 19 O mercado cinza riscos para o meio ambiente e a sociedade O termo xing ling é usado para denominar os equipamentos eletrônicos genéricos que imitam aparelhos produzidos por marcas conhecidas, mas que usam componentes e um processo de montagem de origem nada confiável. É uma das facetas do chamado mercado cinza, no qual equipamentos eletrônicos são produzidos e comercializados à margem dos requisitos legais, muitas vezes usando elementos contrabandeados. Em 2009, 30% dos computadores vendidos no Brasil vieram deste mercado, o que corresponde a aproximadamente 3,5 milhões de unidades 12. O efeito imediato desse mercado é a evasão fiscal, resultado do contrabando dos componentes ou de equipamentos completos, sua montagem ou remontagem em fabriquetas de fundo de quintal, sem registro formal que resulte em pagamentos de impostos ou na garantia de proteções trabalhistas, e a sua venda e revenda sem nota fiscal. Os consumidores também ficam desprotegidos por não contar com qualquer tipo de garantia formal, imperando a famosa frase: la garantía soy yo. Quando esses equipamentos perdem sua utilidade e são descartados, representam um risco adicional para o meio ambiente, pela sua potencial toxidade e pelo fato 12 Fonte: Abinee -

20 20 de que nenhuma empresa formal se responsabiliza pela sua coleta e correta reciclagem. Ou seja, o mercado cinza vai na contramão de qualquer política de TI Sustentável, que utiliza parâmetros de avaliação das empresas fornecedoras. Essas empresas precisam: estar legalmente registradas, cumprir com todas as suas obrigações fiscais e trabalhistas e atuar no mercado por um tempo suficiente para gerar referências de outros compradores; comprovar a origem de todos os equipamentos e/ou componentes vendidos, garantindo pelo menos a sua adequação aos padrões legais e ambientais vigentes; ter assistência técnica adequada, com uma rede de profissionais certificados e treinados capazes de atender às necessidades dos seus clientes; contar com regras definidas e transparentes de compliance, ou seja, cumprir corretamente as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para suas atividades no âmbito público e ter instrumentos para evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer; ter compromissos e práticas de sustentabilidade expressos de maneira clara e transparente e compartilhar essas políticas e os resultados alcançados com os stakeholders, produzindo como mínimo um balanço social e preferencialmente um relatório de sustentabilidade compatível com as regras do GRI (Global Reporting Initiative

21 21 TI Sustentável e partes interessadas Um tema pouco explorado no que se refere à aplicação de uma estratégia de TI Sustentável é o seu impacto imediato, tanto junto ao público interno das empresas funcionários e colaboradores como na cadeia de valor e na sociedade como um todo. É uma contribuição concreta para a consolidação de uma cultura da sustentabilidade. É importante que exista um trabalho coordenado entre as áreas de TI e de sustentabilidade das empresas, para que sua estratégia seja desenvolvida como parte de um processo orgânico. Parece óbvio, mas uma pesquisa realizada em 2009 junto a 30 empresas canadenses mostrou que existia ainda pouco diálogo entre os CIOs (Chief Information Officers) e os CSOs (Chief Sustainability Officers) 13. Uma pesquisa sobre a percepção dos jovens brasileiros em relação à sustentabilidade, de 2009, indicou que 20% dos entrevistados trabalhavam em empresas com mais de 100 funcionários. Nessas empresas, a porcentagem de funcionários que já haviam escutado falar em sustentabilidade, responsabilidade social empresarial e mudanças climáticas era maior do que em empresas com menos de 100 funcionários. Isso apontaria para um importante papel pedagógico das grandes empresas em relação a esses temas. Os funcionários, nesse contexto, poderiam ser indutores desses temas nas suas famílias e comunidades. Fonte: Instituto Akatu Pesquisa Estilos Sustentáveis de Vida (2009) 13 The Sustainability / IT Dialogue (2009)

22 22 Essa falta de entendimento comum resultaria na perda de oportunidades para aumentar os níveis gerais de desempenho da empresa no que se refere à sustentabilidade. Um ponto que poderia se beneficiar de um trabalho mais coordenado entre as duas áreas é a geração de métricas que determinem de forma mais concreta o impacto ambiental das atividades e produtos de TI. Isto é importante para demonstrar de forma palpável os benefícios do investimento em TI Sustentável. Finalmente, a influência das empresas em suas cadeias de valor pode ser também um forte canal indutor da sustentabilidade no mercado como um todo. Empresas com estratégias de TI Sustentável naturalmente buscam fornecedores que sejam capazes de demonstrar a eles mesmos suas práticas no campo da sustentabilidade. Ou então, os estimulam a adotar tais práticas. Seja como for, os benefícios econômicos, sociais e ambientais se multiplicam ao longo da cadeia de valor. Quem ganha no final é a sociedade como um todo.

23 23 GLOSSÁRIO ATM CX3 Fabricado pela Itautec em 2007, inicialmente para o mercado europeu, foi o primeiro equipamento de automação bancária projetado e produzido considerando todos os atributos definidos pela diretriz europeia RoHS. Ou seja, livre de substâncias tóxicas, como cádmio, mercúrio, cromo hexavalente e bromobifenilas. Esse projeto foi utilizado como piloto para a mudança dos processos de fabricação da Itautec e teve dois reconhecimentos públicos pelo pioneirismo na área de tecnologia e meio ambiente. Fonte: Itautec Bromobifenilas Utilizadas como retardantes de chamas nas partes plásticas de alguns equipamentos eletroeletrônicos, as bromobifenilas também conhecidas como Éter de Difenila Polibromado (PBDE, pela sua sigla em inglês) têm a finalidade de evitar a propagação de chamas em objetos expostos a situações de risco de incêndios. São proibidas pela diretriz europeia RoHS. Os equipamentos fabricados com PBDE e que são descartados no meio ambiente sem tratamento adequado podem fazer mal à nossa saúde, já que, com o tempo, a substância vai criando uma poeira que se acumula no ar. Ao respirarmos essa poeira podemos ser afetados no fígado, nos rins e até no cérebro, onde ela pode ser responsável por mudanças de comportamento da pessoa. Uma vez dentro do corpo, o pó inalado passa pela via respiratória e se acumula no tecido adiposo. Bebês durante a amamentação correm risco de inalar o pó se estiverem por perto. Mais informações: e

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