ESPAÇOS DE NASCER: REFLEXÕES SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO DE PARTOS NA CONTEMPORANEIDADE

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1 ESPAÇOS DE NASCER: REFLEXÕES SOBRE A TERCEIRIZAÇÃO DE PARTOS NA CONTEMPORANEIDADE Rusvênia Luiza B. R. da Silva CEPAE- IESA/ UFG Gabriela Leles Amaral IESA/ UFG INTRODUÇÃO Este texto é uma reflexão estimulada inicialmente a partir da experiência de uma pesquisa de doutorado realizada de , cujo espaço etnográfico foi dois povoados rurais do interior de Goiás. Na ocasião dessa pesquisa algumas ideias não foram desenvolvidas, porém elas iluminam possibilidades de pesquisar a vida cotidiana, a urbanização da produção do espaço. O estudo intitulado Patrimônios: Espaço e Lugar Um estudo das vilas de Cibele e Caiçara e seus conteúdos, centralizou a temática na discussão dos elementos da vida cotidiana dos moradores de duas vilas e de como tais elementos dialogam com o mundo rural. A abordagem transitou para além de uma perspectiva de resíduo, pois se percebia uma transição incompleta, uma situação intransitiva 1, que se manifesta tanto nas formas espaciais como nos conteúdos da vida cotidiana. Compareceu, de maneira tangencial, uma narrativa acerca de como aconteciam os ritos fúnebres nas vilas e a participação dos moradores nesses ritos. Foram descritos, minunciosamente, o papel desempenhado por cada morador no preparo do velório e do enterro. Tais 1 A ideia de situação intransitiva é mais bem explicada na tese. Para o conceito de situação elencamos a noção clássica de situação geográfica, que desde Pierre George é usual na Geografia, embora tenha comparecido de maneira mais residual nos estudos urbanos e rurais.

2 elementos demonstraram a maneira como o grupo compreendia, resolvia e se organizava no tratamento da morte. Outro importante elemento, antagônico a morte, é o nascimento. As narrativas sobre a gestação e os partos ocuparam posição, muitas vezes central, na fala de informantes mulheres. A gestação no mundo rural é muito incorporada ao cotidiano e, apesar de importante, não tem a centralidade de alguns elementos que comparecem no mundo urbano. Relatos de pessoas mais velhas demonstram que mulheres grávidas no campo desempenham suas atividades de trabalho, normalmente, até o momento do parto. Registros dos cartórios das vilas indicaram outro relevante fator: o elevado número de natimortos e de crianças mortas antes de completar o primeiro ano de vida. As principais preocupações apontadas pelas mulheres grávidas ou nos relatos das gestações, de maneira mais sistemática, era descobrir o sexo da criança. Esta preocupação pode representar uma permanência na diferenciação da expectativa de ter filhos homens ou mulheres, para a ajuda nos labores da casa e do campo. Inúmeras formas de descobrir o sexo da criança foram construídas no mundo rural/tradicional, como por exemplo: o uso do garfo e da colher (quando se ofertam duas cadeiras para uma mulher grávida colocando antes um dos talheres diferentes em cada uma dela, sendo a colher reveladora de gravidez de menina e o garfo de menino); ou cozinha-se um rim de porco (se abrir na fervura é menino e se fechar é menina), dentre outros; ou inicia-se uma reza e o sexo da primeira visita que chegar, no momento da reza ou depois dela, é o sexo do bebê. Curiosamente, as estratégias para descoberta do sexo da criança são elaboradas no espaço da casa, no ambiente doméstico, por mulheres, como se elas estivessem mais autorizadas a este ofício. Assim também as parturientes se preparavam para o parto no espaço da casa, na cama do casal, local em que nasce o filho/filha, na presença de mulheres, das mãos de uma parteira. Embora haja várias narrativas de partos e parteiras, mesmo nas vilas estudadas elas parecem ocupar um espaço-tempo do passado, como demonstra uma entrevista feita em Cibele: S1 - Mas ela fez muito parto aqui? [referindo-se a uma parteira] S2- Fez.

3 S1b- Ensinou alguém o oficio dela? S2- Ensinou mais já quase num existe mais, porque depois foi caindo essa moda, só ia pra mão dos médicos ai, e foi desistindo desse negócio de a mulher ficar quieta em casa pra ganha neném, porque, sabe o que acontece assim oh: num sei se serei [] ou com toda família, mais, quando acontece de uma parteira ir cuidar de uma mulher pra ganha neném, e ela seja muito feliz, tudo bem, éh que fulana é boa pra trabalhar, é boa pra zela duma mulher pra ganha neném, quando acontece de uma parteira cuidar de uma fulana pra ganhar neném, ou do neném morrer [] é fulano não cuidou direito, fulana machucou o menino, fulana fez aquilo por isso o menino morreu. Quando a mulher que morre: não, o outro, ah, eu num vô deixar a fulana ajudar a minha mulher por conta de fulana não, vô leva pro doutor, pra o que é que tem doutor, pra o que é que tem hospital, e desse jeito foi cortando os parto de parteira... S1- O que o senhor acha disso? S2- Euacho, certo e de acordo, porque não só doido pra ganhar uma criança, pode ser arriscado dá também qualquer uma outra doença,, naquele ato, e uma parteira aqui que não se entende nada, assim, não é que não se entende nada, de medicina, no hospital vai ter conforto aqui, naquela hora, num tem ah vamos levar pra Itapuranga [cidade mais próxima, com assistência hospitalar adequada], que nem sempre é Itapuranga,é Crixás vamos levar pro Crixá para o doutor fulano, doutor fulano, quando chega lá já passou da hora,o doutor tem aquele negócio de tacá [jogar] na cara do homem: deixou a mulher morrer, poderia ter trazer [no hospital], você não serve para ser pai de família. Então eu achei certo e muito certo de levar pra mão do médico lá dentro do hospital porque, primeiro que Deus abençoe que não, mas se precisa a medicina dá/. No depoimento há várias questões que podem ser exploradas sendo que uma delas, talvez a mais central, seja a oposição parteira/parto doméstico e médico/parto hospitalar. Este processo de transição crescente do parto nos ambientes caseiros para o parto hospitalar ocorre, porém numa perspectiva relativa: a parteira pode ser boa ou não. Ofício fora de moda, quando feliz é respaldada/autorizada pelo grupo e quando não é feliz torna-se desautorizada. Assim também o homem parece ser aquele que procedeu de maneira incorreta quando, numa fatalidade de perda do bebê ou da mulher, teria relegado a esposa ao parto doméstico, em oposição ao parto hospitalar, mais confortável e seguro. Em outros depoimentos, numa falha médica, outro depoente disse ao doutor que ele seria pior que um benzedor, denotando a desconfiança ao saber perito coexistindo com o respaldo desse saber. A partir desses elementos algumas perguntas começaram a aparecer: o protagonismo da mulher como sujeito do seu corpo não é, necessariamente, um fator

4 visto como centralidade apenas pelo fato de o parto ser doméstico. Por outro lado, o problema do deslocamento, levar para Itapuranga/ ou Crixás, pequenos municípios do interior de Goiás, próximos as vilas estudadas, pode ser ocorrer passado da hora. O parto doméstico não parece ser necessariamente, uma opção por convicção de vocação. Parece coexistir uma relação de confiança e desconfiança o mesmo que de certeza e incerteza. Ao analisar sociedades indígenas Da Mata (1975, p.242) descreve os ritos sociais entre os Apinayé relacionando a regularidade ao Sol a inconveniência a Lua. O Sol seria o senhor da regularidade enquanto a Lua seria a criadora de ritos fúnebres e de resguardo de parto. Manuela Carneiro da Cunha (s/n) referenda a reflexão, quando ao pesquisar o mesmo tema, aponta o fato de que para os indígenas, a Lua é o universo do obscuro que podem assolar a vida dos homens: E, como se queixa da ausência de movimento, Lua provoca a criação de mosquitos e cobras que atormentam os homens. Lua é, portanto causa de diversos males e inconvenientes, instigador de várias desordens, por certo, mas é também e precisamente por isso mesmo, o principio dinâmico na criação, e finalmente o fundador de dois ritos fundamentais. Esses dois ritos são, como vimos, o resguardo de parto e os funerais, e tornar-se-á (espero) claro mais adiante que isso não parece fortuito: são esses ritos de separação de indivíduos do seio de suas parentelas que têm a vez com a criação e a destruição de um espaço propriamente pessoal. No entanto, embora a incerteza presente na fala do depoente aponte uma relação entre o significado do evento (parto/resguardo/parir), no ambiente doméstico e rural, à incerteza, percebe-se a presença da ideia de coexistênciade duas formas de parto como possibilidade. A coexistência é tematizada nas obras de Pierre Bourdieu e serviu de escopo teórico para que se compreendesse, de maneira mais profunda, os limites da ruptura do passado, já que o número de determinadas Luas continua servindo de referência para organizar o período de tempo da gestação. OBJETIVOS/METODOLOGIAS Com base nessas observações, considerando o núcleo fértil dessa discussão iniciou-se a construção de outra proposta de pesquisa, sobre os espaços de nascer e os

5 tipos de partos em Goiânia, tentando buscar os elementos de permanência, dentro da cidade e como eles se especializam e ao mesmo tempo em que dialogam com o passado. Organizou-se uma seleção previa de textos (seleção de pré-referencial teórico estado da arte dos estudos) que eluciadam vários temas, dentro da Geografia e em outras áreas. Nesse quesito, observou-se que tais temas parecem ter interessado mais aos estudos de saúde pública e enfermagem. Mesmo na chamada Geografia da Saúde ou na Geografia da População eles não comparecem de maneira centralizada. Parte da abordagem desse tema, nos estudos de população, será apresentada no tópico a seguir, mesmo que não diretamente centralizando na discussão dos partos. REFLEXÕES SOBRE OS ESTUDOS POPULACIONAIS, OU DE COMO FAZER UMA GEOGRAFIA DOS HOMENS CONCRETOS Para tratar do tema proposto procurou-se apresentar, primeiramente, a maneira como a discussão que tangencia a questão dos partos comparece nos estudos da Geografia. Especificamente, assuntos como gestações, partos, e nascimentos são reduzidos ao conceito de natalidade. A despeito dos estudos demográficos, ao que se sabe, eles se assentam em pelo menos três pilares. Um viés antigo, onde a procriação está vinculada a prosperidade. Um viés intermediário com a solidificação dos estudos de população a partir das ideias de Malthus. E um viés recente, a partir da teoria do neomalthusianismo com o final da 2 Guerra Mundial. Neste tópico iremos apresentar a maneira como a discussão comparece nos estudos populacionais. Na Antiguidade Clássica sempre existiram preocupações relativas ao crescimento populacional, pois já havia uma migração constante de povos em busca de alimentação. Na Grécia, Aristóteles e Platão desenvolveram estudos sobre a quantidade ideal de uma população para as cidades- estados gregos. No Império Romano notava-se claramente a abordagem dessas questões vinculada a expansão territorial do império pois isto exigia soldados e determinava ações, por parte dos governos, de incentivo aos casamentos e a procriação.

6 Já na Idade Média os preceitos bíblicos da multiplicação dos pães eram postulados, agrupados a ideia de povoamento como sinônimo de prosperidade. Há um versículo bíblico que contribui para esta reflexão, em Gênesis capítulo IX versículo 1: E Deus abençoou a Noé e seus filhos e disse-lhe: crescei e multiplicai-vos e enchei a terra. Apesar das preocupações com a procriação e o incentivo a multiplicação dos povos, a Antiguidade Clássica não é um período reconhecido como marco dos estudos e pesquisas sobre população. Sabe-se que o pensamento ocidental tem suas raízes na Grécia com as concepções de Platão e Aristóteles, tendo sido também desenvolvido em Roma e durante a Idade Média com Tomás de Aquino como demonstra Denis (1974). No entanto é somente no século XVIII que a Economia Política nasce como um dos frutos de transformações radicais das concepções relativas ao conhecimento científico que se desenvolviam no século XVII. O século XVIII foi marcado por intensos debates no Pensamento Social Inglês, sobre temas que refletia a situação dos trabalhadores, a pobreza, o alto índice da mortalidade infantil e desnutrição e a ascensão da burguesia. Adam Smith foi um importante pensador da época elaborando um estudo que durou 12 anos para explicar o modo como o mercado agia como regulador da sociedade, contribuindo, sobretudo, ao debate contra a noção de Fisiocracia que dominava as primeiras escolas de economia com fortes influências das concepções de que a riqueza originava a produção (agrícola) e espalhava-se através do país de mão em mão, fortalecendo o organismo social com a circulação de sangue. Duas leis são importantes na obra de Smith a lei de Acumulação e a deu da População. Ele dizia que os trabalhadores poderiam, como as mercadorias, serem produzidos de acordo com a demanda por sua força de trabalho. Assim, se os salários são altos, e número de trabalhadores se multiplica e se eles caem o número diminui: é como se a demanda por homens regula-se a produção dos homens. No século XVIII a Inglaterra precisava saber quantas pessoas existiam no país. O aspecto que tornava a situação preocupante, os inimigos naturais da Inglaterra, ou seja, os habitantes do continente aumentavam com o que deve ter parecido, aos olhos britânicos, uma verdadeira onda de gente, mesmo que pagamentos de dízimos ao

7 Vaticano e os registros de batismos no final do século XVII demonstrassem o contrário: apontavam o declínio populacional. Ao mesmo tempo, multiplicavam-se idéias sobre o liberalismo, escola que se consolidou na França em 1789, assim como o debate da valorização da classe burguesa críticando ao Antigo Regime onde a riqueza e a propriedade eram uma espécie de Direito Natural. A partir deste universo de acontecimentos, Thomas Robert Malthus, pároco de uma igreja anglicana e membro da classe média superior inglesa, sendo economista e professor, escreveu uma tese que transformou o pensamento economista e influenciou gerações: Ensaio sobre o princípio da população e como ele afeta o futuro desenvolvimento da sociedade. Está neste trabalho, compendiado, a primeira teoria demográfica a qual, para Yves Saroste se apóia na defesa da classe burguesa agrária a qual Malthus estava ligado. Para explicar a tesse, Malthus acreditava serem os continentes um fator fixo, portanto, uma área finita e limitada. Em contrapartida, a população seria um fator variável e por tal fato haveria de ser controlada para não obedecer sua lógica infinita de reprodução. Assim, apoiou-se na Lei dos Rendimentos de Crescentes, teoria desenvolvida pelo economista do século XVIII. A população cresce, para Malthus, em PG (2, 4, 8, 16,...) enquanto que os recursos disponíveis em PA (2, 4, 6,...). Algumas questões são importantes na obra de Malthus. Primeiro, a tese deve ser lida como uma obra da burguesia agrícola. Ao afirmar que o vício e a miséria são positivos para o controle da população, o economista burguês era contra o desenvolvimento de projetos como construção de casas populares bem como também apregoava que as relações afetivas deveríam ser controladas em função da procuração. Malthus também apresentava um debate que se opunha os chamados socialistas utópicos (Condorcet, Godwin e Wallace) os quais propunham uma sociedade igualitária como alternativa para solução da miséria, e isto não estava de acordo com os ideais liberais conforme analisou Marilena Chauí. Porém, a população não cresceu em conformidade com as teses e previsões do pároco. A produção não obedeceu a lógica da lei do Rendimentos Decrescentes. Porém,

8 as pequisas demográficas tornaram-se importantes para o segmento científico. Em quase todos os Manuais de Economia, bem como nos tratados há pelo menos um capítulo dedicado a importância da demografia. Assim, a Demografia se consolida como um ramo de pesquisa científica no mundo contemporâneo, permitindo a Economia, a Sociologia e a Geografia trabalharem de forma mais segura os estudos relacionados à população. Ruy Moreira aponta dois problemas desta demografia, por ele intitulada de Demografia liberal. O primeiro é a descaracterização do caráter histórico do fenômeno populacional e, segundo, a fragmentação Natureza e Sociedade. Para o geógrafo fluminense discutir população é parte/ estrutura da totalidade, a sociedade, e neste sentido, os estudos desse tema são sempre fragmentários: estudos de partes: crescimento, natalidade, mortalidade, distribuição espacial, enfim; fragmenta-se a totalidade sociedade em uma série de partes dessa totalidade. Assim, a opção pelo estudo das estruturas representa a saída de uma totalidade dialética para uma totalidade fragmentária. Com o início das preocupações, no nível global com os estudos demográficos, a ONU, criada em substituição à Liga das nações - pós 1ª Guerra-, após a 2ª Guerra Mundial, anuncia uma série de problemas graves ligados as estatísticas de educação, alimentação e saúde dos países coloniais, segundo Pierre George. É importante resgatar rapidamente o momento histórico vivido pelo mundo neste pós guerra. Talvez o primeiro importante fato a situação das polêmicas européias, arrasadas e sem nenhuma hegemonia; ao contrário a burguesia norte americana consolida sua hegemonia mundial e impõe uma nova divisão do trabalho, ou o neocolonialismo tal qual diz Pierre George. Cresceram idéias como a do Reformismo Social (criação de uma teoria capaz de romper com a situação de atraso de que padeciam as ex- colônias) e o Welfare State, uma forma de gestão da sociedade pelo Estado, que torna, para si a tarefa dos investimentos em infra estrutura (transportes, comunicações etc) e os meios de consumo coletivos (escolas, hospitais etc). Assim é criada a Teoria do Subdesenvolvimento, desenvolvida e elaborada por cientistas e especialistas em

9 economia, sociologia e ciência política dos países centrais, completamente desvinculados das realidades dos países subdesenvolvidos. Mas como a dependências dos países pobres em relação às nações que detêm o poder mundial se manifesta em diferentes níveis, essa teoria foi prontamente aceita até mesmo por intelectuais e políticos, bem como pela opinião pública. Dos critérios e sintomas do subdesenvolvimento alguns devem ser apontados, como: a insuficiência alimentar; as deficiências das populações (analfabetismos e epidemias); a forte proporção de agricultores com produtividade baixa; a industrialização restrita ou incompleta (tardia); o desemprego e trabalho infantil, o rápido crescimento demográfico e as diferenças sociais videntes. Assim, o mundo conhece todo um arcabouço de justificativas para uma nova Teoria demográfica: A Teoria Neomalthusiana. Segundo Josué de Castro, autor de obras importantes sobre a relação entre alimentos, território e população, no Brasil e no mundo, a Teoria Neomalthusiana é a Teoria do Faminto Nato. Primeiro por que ela é defendida pelo mundo desenvolvido e a partir daí a o início da relação entre, de um lado, o forte crescimento populacional e ao outro a necessidade, segundo o mundo desenvolvido, de se estabelecer o controle de natalidade. A tese fundamental dos neomalthusianos é a de que o crescimento demográfico acelerado cria obstáculos para o desenvolvimento econômico das nações. Ele dizia que, havendo altas taxas de natalidade em um país, haveria um contingente maior de jovens na estrutura da população o que exigiria investimentos sociais consideráveis no campo social, esses, retirados dos recursos escassos; acarretariam uma limitação dos investimentos produtivos, dificultando, portanto, o desenvolvimento econômico e social das nações. Assim o mundo desenvolvido inicia uma enorme campanha de políticas para controle de natalidade com incremento de medicamentos, vacinas, programas de prevenção de doenças, epidemias e outros problemas ambientais. Um dos principais contestadores da teoria neomalthusiana é o geógrafo Josué de Castro. Para ele, os problemas ambientais ligados a fome, não devem ser explicados de

10 modo simplista, como se o tema fosse um limite fixo. Isto seria um retorno a teoria do determinismo geográfico de Ratzel na qual o homem se torna peça passiva no jogo da natureza, com força criadora e se, possibilidade de reagir diante das imposições das forças naturais. Assim é a fome que origina superpopulação, pois ela aumenta o coeficiente de fertilidade e não o contrário. Para Josué de Castro a fome e suas conseqüências devem ser tratadas como um fenômeno social e não natural o qual só pode ser superado pela ação do próprio homem. O crescimento populacional e a estrutura da população foram naturalizados no pensamento malthusiano e neomalthuasiano. Apesar de os avanços técnicos apontarem, desde o século XVIII que o crescimento da produção de alimentos pode acompanhar o crescimento da população o retorno as idéias do velho Malthus ainda são defendidas por muitos países e diferentes ramos da ciência até hoje. Contudo, a principal e talvez mais polêmica tese de Josué de Castro trata a relação entre fome e fenômeno da superpopulação trabalhando com o princípio da causalidade, ou seja, a superpopulação não causa fome, mas sim que a fome é causa do fenômeno da superpopulação. E a pesquisa desse autor demonstra que as populações com deficiências alimentares se tornariam mais férteis, tendo mais filhos, o que causaria um aumento indesejado da população. Dentre as divergências a Teoria Neomalthusianista o que mais ocasionou confeitos é o fato de que, para eles, o mundo está condenado a parecer de uma epidemia total de fome porque os homens não controlam de maneira adequada os nascimentos de novos seres humanos, ou seja, a culpa da fome é dos próprios famintos. Assim, os neomalthusianos seriam, conforme diz Yves Lacoste, aproveitadores da economia do tipo imperialista e fazem renascer assim o espantalho de Malthus. Há desta forma, questões ideológicas, ou seja, fatores de ordem política e economista escondido atrás da formulação de contenção de natalidade. No entanto, como provado que a natalidade não se vincula a pobreza, não do modo como querem os neomalthusianos. Com a apresentação de todas as teorias populacionais é necessário propor uma relação entre elas e a estrutura da população e os elementos da dinâmica populacional.

11 As duas principais variáveis para pensar a dinâmica populacional que mais influenciam na sociedade e no território são a natalidade (variável ligada a fecundidade e ao comportamento reprodutivo) e a mortalidade (variável ligada ao comportamento demográfico como mortalidade diferencial, segundo idade e camada social/ profissional, mortalidade infantil e migração). Tanto a natalidade quanto a mortalidade são índices que interferem diretamente na dinâmica populacional em todos os níveis espaciais e a variação desses índices são demonstrativos importantes para a reflexão do momento econômico- produtivo de cada país. Esses índices ou variáveis contribuem para o entendimento do mundo e os valores da sociedade. Os estudos da população na Geografia têm no longo dos anos, sido caracterizado por um duplo aspecto segundo Ruy Moreira. O primeiro seria a descaracterização do caráter histórico do fenômeno populacional, ou seja, o isolamento das estruturas do seu contexto histórico. A segunda é a fragmentação colagem uma representação caótica -, quebra indevida e parcelamento da totalidade em um conjunto de partes, deixando o movimento do real para ser o conjunto da soma das partes: idade, sexo, atividade, etc. Assim, de acordo com Ruy Moreira, os estudos de população criados para fundamentar empírico e ideologicamente uma conjuntiva de reformismo social. Por fim é necessário estar atento para a afirmativa de Pierre George quando diz que a desigualdade entre os homens é hoje a sua origem geográfica, isto é, o lugar onde nascem, no nosso caso, nos atentaremos para além do onde: como nascem. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVAREZ, Santiago. Enterrando heróis, patriarcas, suicidas e traidores: solidariedade e ostracismo nos Andes Colombianos. MANA 7(2): 35-55, CRIZÓSTOMO, Cilene Delgado; NERY, Inez Sampaio; LUZ, Maria Helena Barros. A vivência de mulheres no parto domiciliar e hospitalar. Esc Anna Nery Rev. Enferm. 2007, mar; 11 (1):

12 CUNHA, Maria Manuela Carneiro da.de amigos formais e pessoa: de companheiros, espelhos e identidades. Núcleo de Estudos e Assuntos Indígenas. Universidade Fedeígenas. Universidade Federal do Tocantins, Campus do Porto. s/d. DENIS, Henri. História do pensamento econômico. Lisboa: Livros Horizonte. s/d. GEORGE, Pierre. Geografia da População. São Paulo: Difel MEDEIROS, Renata MarienKnupp; SANTOS, Inês Maria Meneses; SILVA, Leila Rangel. A escolha pelo parto domiciliar: história de vida de mulheres que vivenciaram esta experiência. Esc Anna Nery Rev. Enferm. 2008, dez; 12 (4): MOREIRA, Ruy. O círculo e a espiral: Para a crítica da geografia que se ensina- 1. Niterói- RJ: Edições AGB Niterói, ROCHA, Juan StuardoYazlle; ORTIZ, Pabla Clotilde; FUNG, Yang Tai. A incidência de cesáreas e a remuneração da assistência ao parto. Caderno de Saúde Pública, R. J. 1 (4): , out/dez, 1985.

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