Erepublicada no anexo ao presente decreto-iei, do qual faz parte integrante, a Lei n. 3/2004, de 15 de Janeiro, com a actual redacc;:ao.

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1 Diario da Republica, I. a serie-n de janeiro de 2012 Artigo 54.0 I.. J 1- Os orgaos de direcc;:ao do instituto podem, mediante previa autorizac;:ao do membro do Governo da tutela, delegar em entidades privadas, por prazo determinado, e com ou sem remunerac;:ao, a prossecuc;:ao de algumas das suas atribuic;:oes e os poderes necessarios para 0 efeito, assumindo 0 delegado a obrigac;:ao de prosseguir essas atribuic;:oes ou colaborar na sua prossecuc;:ao sob orientac;:ao do instituto ,,,...,,» Artigo 3,0 Altera~ilo de epigrafe A epigrafe do Capitulo II da Lei n.o 3/2004, de 15 de Janeiro, passa a ter como redacc;:ao «Servic;:os», Artigo 4. Norma de adapta~ilo Os institutos publicos objecto da Lei n.o 3/2004, de 15 de Janeiro, alterada pela Lei n.o 51/2005, de 30 de Agosto, 5 pelos Decretos-Leis n.0 200/2006, de 25 de Outubro, e 105/2007, de 3 de Abril, pela Lei n.o 64-AI2008, de 31 de Dezembro, pelo Decreto-Lei n.o 40/2011, de 22 de Marc;:o, e pela Resoluc;:iio daassembleia da Republica n.o , de 11 de Abril, devem adaptar os respectivos actos constitutivos e os seus regulamentos internos ao presente decreto -lei, no prazo maximo de 60 dias contados a partir da sua entrada em vigor. Artigo 5. Norma revogatoria Sao revogados os n.os2, 7 e 8 do artigo 20., 0 artigo A, as alineas d) e e) do n.o 1 do artigo 48., 0 artigo e 0 artigo 55. da Lei n.o 3/2004, de 15 de Janeiro, alterada pelas Leis n. os 51 /2005, de 30 de Agosto, 64-AI2008, de 31 de Dezembro, pelos Decretos-Leis n.o' , de 25 de Outubro, 105/2007, de 3 deabril, e 40/2011, de 22 de Marc;:o, e pelaresoluc;:ao daassembleia da Republica n,o 86/2011, de 11 de Abril. Artigo 6. Republicac;:ao Erepublicada no anexo ao presente decreto-iei, do qual faz parte integrante, a Lei n. 3/2004, de 15 de Janeiro, com a actual redacc;:ao. Artigo 7." Produ~ilo de efeitos As aiterac;:oes introduzidas pelo presente decreto-iei a Lei n.o 3/2004, de 15 de Janeiro, produzem efeitos com a entrada em vigor do Orc;:amento do Estado para 2012 e aplicam-se aos titulares dos orgaos dos institutos publicos objecto da referida lei, ja designados ou a designar. Artigo Entrada em vigor o presente decreto-iei entra em vigor no dia seguinte ao da sua publicac;:ao. Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 9 de Novembro de Pedro Passos Coelho - Vitor Louf(ii Rabaf(a Gaspar. Promulgado em 11 de Janeiro de Publique-se. o Presidente da Republica, ANiBAL CAVACO SILVA. Referendado em 13 de Janeiro de o Primeiro-Ministro, Pedro Pass os Coelho. ANEXO (a que se refere 0 artigo 6. ) Republica!t!o da Lei n.o , de 15 de Janeiro TITULO I Objecto e ambito de aplica~ao Artigo 1.0 Objecto 1- A presente lei estabelece os principios e as normas por que se regem os institutos publicos. 2 - As normas constantes da presente lei sao de aplicac;:ao imperativa e prevalecem sobre as normas especiais actual mente em vigor, salvo na medida em que 0 contnirio resulte expressamente da presente lei. Artigo 2. Ambito de aplica~ao 1 - Os institutos publicos integram a administrac;:ao indirecta do Estado e das Regioes Autonomas. 2 A presente lei e aplicavel aos institutos publicos daadministrac;:ao do Estado e sera aphcavel aos institutos publicos das Regioes Aut6nomas dos Ac;:ores e da Madeira, com as necessarias adaptac;:oes estabelecidas em decreto legislativo regional. Artigo 3. Tipologia 1 Para efeitos da presente lei, consideram-se institutos publicos, independentemente da sua designac;:ao, os servic;:os e fundos das entidades referidas no artigo 2., quando dotados de personalidade juridica. 2 - Quer os servic;:os personalizados, quer os fundos personalizados, tam bern designados como fundac;:oes publicas, podem organizar-se em urn ou mais estabelecimentos, como tal se designando as universalidades compostas por pessoal, bens, direitos e obrigac;:oes e posic;:oes contratuais do instituto afectos em determinado local aproduc;:ao de bens ou aprestac;:ao de servic;:os no quadro das atribuic;:oes do instituto. 3 - Nao se consideram abrangidas pela presente lei as entidades publicas empresariais previstas no Decreto-Lei n.o 558/99, de 17 de Dezembro.

2 As sociedades e as associa90es ou funda90es criadas como pessoas colectivas de direito privado pelo Estado, Regioes Autonomas ou autarquias locais nao sao abrangidas pela presente lei, devendo essa cria9ao ser sempre autorizada por diploma legal. TITULO II Principios fundamentais Artigo 4. Conceito I - Os institutos publicos sao pessoas colectivas de dire ito publico, dotadas de orgaos e patrimonio proprio. 2 - Os institutos publicos devem em regra preencher os requisitos de que depende a autonomia administrativa e finance ira. 3 - Em casos excepcionais devidamente fundamentados, podem ser criados institutos publicos apenas dotados de autonomia administrativa. Artigo 5. Principios de gestilo I - Os institutos publicos devem observar os seguintes principios de gestao: a) Presta9ao de urn servi90 aos cidadaos com a qualidade exigida por lei; b) Garantia de eficiencia economica nos custos suportados e nas solu90es adoptadas para prestar esse servi90; c) Gestao por objectivos devidamente quantificados e avalia9ao periodica em fun9ao dos resultados; d) Observancia dos principios gerais da actividade administrativa, quando estiver em causa a gestao publica. 2 - Os orgaos de direc9ao dos institutos publicos devern assegurar que os recursos publicos de que dispoem sao administrados de uma forma eficiente e sem desperdicios, devendo sempre adoptar ou propor as solu90es organizativas e os metodos de actua9ao que representem o menor custo na prossecu9ao eficaz das atribui90es publicas a seu cargo. Artigo 6. Regime juridico I - Os institutos publicos regem-se pelas normas constantes da presente lei e demais legisla9ao aplicavel as pessoas colectivas publicas, em geral, e aos institutos publicos, em especial, bern como pelos respectivos estatutos e regulamentos intemos. 2 - Sao, designadamente, aplicaveis aos institutos publicos, quaisquer que sejam as particularidades dos seus estatutos e do seu regime de gestao, mas com as ressalvas estabelecidas no titulo IV da presente lei: a) 0 Codigo do Procedimento Administrativo, no que respeita a actividade de gestao publica, envolvendo 0 exercicio de poderes de autoridade, a gestao da fun9ao publica ou do dominio publico, ou a aplica9ao de outros regimes juridico-administrativos; b) 0 regime juridico aplicavel aos trabalhadores que exercem fun90es publicas; c) 0 regime da administra9ao financeira e patrimonial do Estado; Diario da Republica, 1."serie-N de janeiro de 2012 d) 0 regime das empreitadas de obras publicas; e) 0 regime da realiza9ao de despesas publicas e da contrata9ao publica; j) 0 regime das incompatibilidades de cargos publicos; g) 0 regime da responsabilidade civil do Estado; h) As leis do contencioso administrativo, quando estejam em causa actos e contratos de natureza administrativa; i) 0 regime de jurisdi9ao e controlo financeiro do Tribunal de Contas. Artigo 7. Ministerio da tutela I - Cada instituto esta adstrito a urn departamento ministerial, abreviadamente designado como ministerio da tutela, em cuja Lei Organica deve ser mencionado. 2 - No caso de a tutela sobre urn determinado instituto publico ser repartida ou partilhada por mais de urn ministro, aquele considera-se adstrito ao ministerio cujo membro do Govemo sobre ele exer9a poderes de superintendencia. Artigo 8. Fins I - Os institutos publicos so podem ser criados para o desenvolvimento de atribui90es que recomendem, face a especificidade tecnica da actividade desenvolvida, designadamente no dominio da produ9ao de bens e da presta9ao de servi90s, a necessidade de uma gestao nao submetida a direc9ao do Govemo. 2 - Os institutos publicos nao podem ser criados para: a) Desenvolver actividades que nos termos da Constitui9ao devam ser desempenhadas por organismos da administra9ao directa do Estado; b) Personificar servi90s de estudo e concep9ao ou servi90s de coordena9ao, apoio e controlo de outros servi90s administrativos. 3 - Cada instituto publico s6 pode prosseguir os fins especificos que justificaram a sua cria9ao. Artigo 9. Formas de cria~ilo I - Os institutos publicos sao criados por acto legislativo. 2-0 diploma que proceder a cria9ao de urn instituto ou Lei Organica define a sua designa9ao, jurisdi9ao territorial, fins ou atribui90es, membro do Govemo da tutela, orgaos e respectivas competencias e os meios patrimoniais e financeiros atribuidos, bern como inclui as disposi90es legais de caracter especial que se revelem necessarias, em especial sobre materias nao reguladas na presente lei enos diplomas legais genericamente aplicaveis ao novo instituto. 3 - Asede dos institutos publicos e definida no diploma que procede a sua cria9ao ou nos respectivos estatutos. 4 - Os institutos publicos podem iniciar 0 seu funcionamento em regime de instala9ao, nos termos da lei geral. Artigo 10. Requisitos e processos de cria~ilo I - A cria9ao de institutos publicos obedece cumulativamente a verifica9ao dos seguintes requisitos: a) Necessidade de cria9ao de urn novo organismo para consecu9ao dos objectivos visados;

3 Diario da Republica, 1. aserie-n de janeiro de 2012 b) Necessidade da personalidade juridica, e da consequente ausencia de poder de direcyao do Governo, para a prossecuyao das atribuiyoes em causa; c) Condiyoes financeiras proprias dos serviyos e fundos autonomos, sempre que disponha de autonomia financeira; d) Se for caso disso, condiyoes estabelecidas para a categoria especifica de institutos em que se integra 0 novo organismo. 2 -Acriac;ao de urn instituto publico sera sempre precedida de urn estudo sobre a sua necessidade e implica90es financeiras e sobre os seus efeitos relativamente ao sector em que vai exercer a sua actividade. Artigo Avalia~lio Artigo 12.0 Estatutos 1 - As disposiyoes relativas a organizayao interna dos institutos publicos constam dos seus estatutos, aprovados por portaria dos membros do Governo responsaveis pelas areas das financ;as, da Administrac;ao Publica e da tutela, e, em tudo 0 mais que, face ao disposto na lei, possa assim ser regulado, de regulamentos intern~s, aprovados pelos orgaos do instituto. 2 Nos casos de autonomia estatutaria, nos termos da Constituiyao ou de lei especial, os estatutos sao elaborados pelo proprio instituto, ainda que sujeitos a aprovayao ou homologayao governamental, a qual revestira a forma de despacho normativo. 3 Os regulamentos internos devem: a) Regular a organizayao e disciplina do trabalho; b) Descrever os postos de trabalho. Artigo Cria~iio ou participa~lio em entidades de direi to privado Os institutos publicos nao podem criar entes de direito privado ou participar na sua criayao nem adquirir participayoes em tais entidades, excepto quando esteja previsto na lei ou nos estatutos e se mostrar irnprescindivel para a prossecuyao das respectivas atribuiyoes, casos em que e necessaria a autorizayao previa dos membros do Governo responsaveis pelas areas das finanyas e da tutela, anualmente renovada. 2 0 disposto no numero anterior nao impede que os institutos publicos autorizados por lei a exercer actividades de gestao financeira de fund os realizem, no quadro normal dessa actividade, aplicayoes em titulos. Artigo 14.0 Principio da especialidade Sem prejuizo da observancia do principio da legalidade no dominio da gestao publica, e salvo disposiyao expressa em contrario, a capacidade juridica dos institutos publicos abrange a pr<itica de todos os actos jurfdicos, 0 gozo de todos os d ireitos e a sujeiyao a todas as obrigayoes necessarias a prossecuyao do seu objecto. 2 Os institutos publicos nao podem exercer actividade ou usar os seus poderes fora das suas atribu iyoes nem 203 dedicar os seus recursos a finalidades diversas das que Ihes tenham sido cometidas. 3 - Em especial, os institutos publicos nao podern garantir a terceiros 0 curnprimento de obrigayoes de outras pessoas jurfdicas, publicas ou privadas, salvo se a lei 0 autorizar expressamente. Artigo Organiza~lio territorial 1 Ressalvada a esfera propria da Adrninistrayao Regional Autonorna, os institutos publicos estaduais tern ambito nacional, com excepyao dos casos previstos na lei ou nos estatutos. 2 Os institutos publicos podem dispor de serviyos territorialmente desconcentrados, nos termos previstos ou autorizados nos respectivos estatutos. 3 A circunscriyao territorial dos servic;os desconcentrados devera, sempre que possivel, corresponder ados serviyos perifericos do correspondente ministerio. Artigo Reestrutura~lio, fusilo e extin~ilo I A reestruturayao, a fusao e a extinyao de institutos publicos sao objecto de diploma de valor igual ou superior ao da sua cria9ao. 2 Os institutos publicos devem ser extintos: a) Quando tenha decorrido 0 prazo pelo qual tenham sido criados; b) Quando tenham sido alcanyados os fins para os quais tenham side criados, ou se tenha tornado impossivel a sua prossecu9ao; c) Quando se verifique nao subsistirem as razoes que ditaram a personificayao do serviyo ou fundo em causa; d) Quando 0 Estado tiver de cumprir obrigayoes assumidas pelos orgaos do instituto para as quais 0 respectivo patrimonio se revele insuficiente. 3 TITULO III Regime comum CAPITULO I Organiza~ao SEC<;AO I 6rgaos Artigo 17.0 Orglios 1 - Os institutos publicos de regime comum adoptam para orgao de direcyao 0 modele de conselho directivo Os institutos publicos dotados de autonomia administrativa e financeira dispoem ainda, obrigatoriamente, de urn fiscal unico. 3-0 diploma organico de cada instituto pode preyer outros orgaos, nomeadamente de natureza consultiva ou de participayao dos destinatarios da respectiva actividade.

4 204 Diario da Republica, J. "serie-n de janeiro de 2012 SEcc;:Ao" Conselho dlrectlvo Artigo Fum;i1o o conselho directivo e 0 6rgao responsavel pela definilfao da actualfao dos institutos, bern como pela direclfao dos respectivos servilfos, em conformidade com a lei e com as orientalfoes govemamentais. Artigo Composi~i1o e designa~ilo I 0 conselho directivo e urn orgao composto por urn presidente e ate dois vogais, podendo ter ainda urn vice-presidente. 2 0 limite previsto no numero anterior nao prejudica a existencia de situalfoes de representalfao cruzada entre 6rgaos de direclfao e de administralfao de outras entidades publicas, expressamente previstas nos respectivos diplomas organicos, caso em que as funlfoes a exercer sao de natureza nao executiva e nao determinam 0 abono de qualquer remuneralfao. 3-0 presidente e substituido, nas faltas e impedimentos, pelo vice-presidente, se 0 houver, ou pelo vogal que ele indicar, e na sua falta pelo vogal mais antigo. 4 Os membros do conselho directivo sao designados por despacho do membro do Govemo da tutela, na sequencia de procedimento concursal, ao qual se aplicam, com as necessarias adaptalfoes, as regras de recrutamento, seleclfao e provimento nos cargos de direclfao superior da Administrayao Publica previstos no Estatuto do Pessoal Dirigente da Administralfao Publica. 5-0 despacho de designalfao, devidamente fundamentado, e publicado no Diario da Republica, juntamente com uma nota relativa ao curriculo academico e profissional do designado. Artigo Dura~lio e ccssa~lio do mandato 1-0 mandato dos membros do conselho directivo tern a durayao de cinco anos, sendo renovavel uma vez por igual periodo Os membros do conselho directivo nao podem ser providos nos mesmos cargos do respectivo instituto antes de decorridos cinco anos. 4-0 mandato dos membros do conselho directivo cessa: a) Pelo seu termo; b) Pela tomada de posse seguida de exercicio, a qualquer titulo, de outro cargo ou funlfao, salvo nos casos e durante o tempo em que haja lugar a suspensao ou em que seja permitida a acumulalfao nos term os do artigo no Estatuto do Pessoal Dirigente da Administralfao Publica; c) Por extinlflio ou reorganizalflio do instituto publico, salvo para os membros do conselho directivo a quem sejam expressamente mantidos os mandatos nos orgaos de direclfao do orglio ou serviyo que the suceda; d) Nos casos do n.o 7 do artigo e do n.o 6 do artigo 17.0 no Estatuto do Pessoal Dirigente da Administralfao Publica; e) Na sequencia de procedimento disciplinar em que se tenha concluido pela aplicayao de sanyao disciplinar; j) A requerimento do interessado, apresentado nos servi~os com a antecedencia minima de 60 dias, e que se considera deferido se no prazo de 30 dias a contar da data da sua entrada sobre ele nao recair despacho de indeferimento; g) Pela nao comprova~lio superveniente da capacidade adequada a garantir 0 cumprimento das orientalfoes e objectivos superiormente fixados. 5 - A cessa~lio do mandato que se fundamente na extin ~ao ou reorganiza~ao de instituto publico ou na necessidade de imprimir nova orienta~ao it gestlio da lugar, desde que contem, pelo men os, 12 meses seguidos de exercicio de fun~oes e quando nlio se siga imediatamente novo exercicio de funlfoes dirigentes do mesmo nivel ou superior ou 0 exercicio de outro cargo publico com nlvel remuneratorio igual ou superior, ao pagarnento de uma indemniza~ao de valor correspondente it remuneralflio base ou equivalente vincenda ate ao termo do mandato, com 0 limite maximo de 12 meses. 6 - A indemnizalfao eventual mente devida e reduzida ao montante da diferenlfa entre a remuneralfao base ou equivalente como membro do conselho directivo e a remuneralfao base do lugar de origem it data da cessayao de fun~oes directivas conselho directivo pode ser dissolvido mediante despacho fundamentado do membro do Govemo da tutela, por motivo justificado, nomeadamente: a) 0 incumprimento das orientalfoes, recomendalfoes ou directivas ministeriais no ambito do poder de superintendencia; b) 0 incumprimento dos objectivos definidos no plano de actividades aprovado ou desvio substancial entre 0 orlfamento e a sua execulfao, salvo por razoes nao imputaveis ao orglio; c) A pratica de infrac~oes graves ou reiteradas as normas que regem 0 instituto; d) A inobservancia dos principios de gestao fixados na presente lei; e) 0 incumprimento de obriga90es legais que, nos termos da lei, constituam fundamento de destitui~ao dos seus orgaos; j) Falta de prestalfao de informalfoes ou prestalfao deficiente das mesmas, quando consideradas essenciais para o cumprimento da politica global do Govemo; g) Necessidade de imprimir nova orientalfao agestlio. loa dissolulfao implica a cessalfao do mandato de todos os membros do conselho directivo. 11 No caso de cessayao do mandato, os membros do conselho directivo mantem-se no exercicio das suas fun Ifoes ate aefectiva substitui9ao, mas podem renunciar ao mandato com a antecedencia minima de tres meses sobre a data em que se propoem cessar funlfoes exercicio de fun~oes ou cargos previstos no n.o 5, no perfodo a que se reporta a indemnizayao, determina a obrigatoriedade da reposi9ao da importancia correspondente it diferen9a entre 0 numero de meses a que respeite a indemnizalflio percebida e 0 numero de meses que mediar ate it nova designa9ao.

5 Dicirio da Republica, 1." serie-n. 012-J7 de janeiro de 2012 Artigo 21.0 Competencia Compete ao conselho directivo, no ambito da orienta~ao e gestao do instituto: a) Dirigir a respect iva actividade; b) E1aborar os pianos anuais e plurianuais de actividades e assegurar a respectiva execu~ao; c) Acompanhar e avaliar sistematicamente a actividade desenvolvida, designadamente responsabilizando os diferentes servi~os pela utiliza~ao dos meios postos a sua disposi~ao e pelos resultados atingidos; d) Elaborar 0 relatorio de actividades; e) Elaborar 0 balan~o social, nos termos da lei aplicavel; j) Exercer os poderes de direc~ao, gestao e disciplina do pessoal; g) Praticar actos respeitantes ao pessoal previstos na lei enos estatutos; h) Aprovar os projectos dos regulamentos previstos nos estatutos e os que sejam necessarios ao desempenho das atribui~oes do instituto; i) Praticar os demais actos de gestao decorrentes da aplica~ao dos estatutos e necessarios ao born funcionamento dos servi~os; j) Nomear os representantes do instituto em organismos exteriores; 1) Exercer os poderes que Ihe tenham sido delegados; m) Elaborar pareceres, estudos e informa~oes que Ihe sejam solicitados pelo membro do Governo da tutela; n) Constituir mandatarios do instituto, em juizo e fora dele, incluindo com 0 poder de substabelecer; 0) Designar urn secretario a quem cabera certi ficar os actos e delibera~oes. 2 - Compete ao conselho directivo, no dominio da gestao finance ira e patrimonial: a) Elaborar 0 or~amento anual e assegurar a respectiva execu~ao; b) Arrecadar e gerir as receitas e autorizar as despesas; c) EJaborar a conta de gerencia; d) Gerir 0 patrimonio; e) Aceitar doa~oes, heranyas ou legados; j) Assegurar as condiyoes necessarias ao exercicio do controlo financeiro e or~amentaj pejas entidades legalmente competentes; g) Exercer os demais poderes previstos nos estatutos e que nao estejam atribuidos a outro orgao. 3 - Os institutos publicos sao representados, designadamente, em juizo ou na pratica de actos juridicos, pelo presidente do conselho directivo, por do is dos seus membros, ou por mandatarios especial mente designados. 4 Sem prejufzo dodisposto naalinean) do n.o 1,0 conselho directivo pode sempre optar por solicitar 0 apoio e a representa~ao em juizo por parte do Ministerio Publico, ao qual competira, nesse caso, defender os interesses do instituto. 5 Os actos administrativos da autoria do conselho directivo sao impugnaveis junto dos tribunais administrativos, nos termos das leis do processo administrativo. Artigo 22.0 Funcionamento o conselho directivo reune uma vez por semana e extraordinariamente sempre que 0 presidente 0 convoque, 205 por sua iniciativa ou a solicitayao da maioria dos seus membros. 2 - Nas votayoes nao ha absten~oes, mas podem ser proferidas declarayoes de voto. 3 - A acta das reunioes deve ser aprovada e assinada por todos os membros presentes, mas os membros discordantes do teor da acta poderao nela exarar as respectivas declara~oes de voto. Artigo Competencia do presidente Compete, em especial, ao presidente do conselho directivo: a) Presidir as reunioes, orientar os seus trabalhos e assegurar 0 cumprimento das respectivas deliberayoes; b) Assegurar as relayoes com os orgaos de tutela e com os demais organismos publicos; c) Solicitar pareceres ao orgao de fiscalizayao e ao conselho consultivo, quando exista; d) Exercer as competencias que Ihe sejam delegadas pelo conselho directivo. 2 0 presidente pode delegar, ou subdelegar, competencias no vice-presidente, quando exista, ou nos vogais. Artigo 24.0 Responsabilidade dos membros Os membros do conselho directivo sao solidariamente responsaveis pelos actos praticados no exercfcio das suas funyoes. 2 Sao isentos de responsabilidade os membros que, tendo estado presentes na reuniao em que foi tomada a de Iibera~ao, tiverem manifestado 0 seu desacordo, em declara~ao registada na respectiva acta, bern como os membros ausentes que tenham declarado por escrito 0 seu desacordo, que igualmente sera registado na acta. Artigo Estatuto dos membros 1 - Aos membros do conselho directivo e aplicavel o regime definido na presente lei e, subsidiariamente, 0 Estatuto do Pessoal Dirigente da Administrayao Publica. 2 0 presidente do conselho directivo eremunerado de acordo com os montantes fixados para 0 cargo de direc ~ao superior de 1. 0 grau daadministrayao Publica. 3-0 vice-presidente e ou os vogais do conselho directivo sao remunerados de acordo com os montantes fixados para 0 cargo de direc~ao superior de 2.0 grau da Administraylio Publica. 4 - Aos membros do conselho directive eapliccivel 0 disposto nos Decretos-Leis n.os 148/2000, de 19 de Julho, e 34/2008, de 26 de Fevereiro. SECCAO III Orgao de fiscaliza~ao Artigo Fun~i1o o fiscal unico e0 orglio responscivel pelo controlo da legalidade, da regularidade e da boa gestao financeira e patrimonial do instituto.

6 206 Artigo 27.0 Designa~ilo. mandato e remunera~ilo I - 0 fiscal unico edesignado por despacho dos membros do Governo responsaveis pelas areas das finan~as e da tutela obrigatoriamente de entre os auditores registados na Comissao de Mercado de Valores Mobiliarios ou, quando tal nao se mostrar adequado, de entre os revisores oficiais de contas ou sociedades de revisores oficiais de contas inscritos na respectiva lista da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas. 2-0 mandato tern a dura~ao de cinco anos e erenovavel uma unica vez mediante despacho dos membros do Governo referidos no numero anterior. 3 No caso de cessa~ao do mandato, 0 fiscal unico mantem-se no exercfcio de fun~oes ate aefectiva substitui~ao ou adeclara~ao ministerial de cessa~ao de fun~oes. 4-0 fiscal unico e remunerado em 25 % dos montantes fixados para 0 cargo de direc~ao superior de 1.0 grau da Administra~ao Publica. I - Artigo Competencias Compete ao fiscal unico: a) Acompanhar e controlar com regularidade 0 cumprimento das leis e regulamentos aplicaveis, a execu~ao or~amental, a situa~ao economica, financeira e patrimonial e analisar a contabilidade; b) Dar parecer sobre 0 or~amento e suas revisoes e altera~oes, bern como sobre 0 plano de actividades na perspectiva da sua cobertura or~amental; c) Dar parecer sobre 0 relatorio de geshlo de exercicio e contas de gerencia, incluindo documentos de certifica~ao legal de contas; d) Dar parecer sobre a aquisi~ao, arrendamento, aliena ~ao e onera~ao de bens imoveis; e) Dar parecer sobre a aceita~ao de doa~oes. heran~as ou legados; j) Dar parecer sobre a contrata~ao de emprestimos, quando 0 instituto esteja habilitado a faze-io; g) Manter 0 conselho directivo informado sobre os resultados das verifica~oes e exames a que proceda; h) Elaborar relatorios da sua ac~ao fiscalizadora, inc1uindo urn relatorio anual global; i) Propor aos membros do Governo responsaveis pelas areas das finan~as e da tutela ou ao conselho directivo a promo~ao de auditorias extern as a realizar por sociedades de revisores oficiais de contas registadas como Auditores junto da Comissao do Mercado de Valores Mobiliarios, quando isso se revelar necessario ou conveniente; j) Pronunciar-se sobre os assuntos que Ihe sejam submetidos pelo conselho directivo, pelo Tribunal de Contas e pelas entidades que integram 0 controlo estrategico do sistema de controlo interno da administra~ao financeira do Estado. 2 0 prazo para elabora9ao dos pareceres referidos no numero anterior e de IS dias a contar da recep~ao dos documentos a que respeitam. 3 - Para exercicio da sua competencia, 0 fiscal unico tern direito a: a) Obter do conselho directivo as informa~5es e os esclarecimentos que repute necessarios; Diario da Republica, J.()serie-N de janeiro de 2012 b) Ter livre acesso a todos os servi~os e adocumenta~ao do instituto, podendo requisitar a presen~a dos respectivos responsaveis, e solicitar os esclarecimentos que considere necessarios; c) Tomar ou propor as demais providencias que considere indispensaveis. 4 0 fiscal unico nao pode ter exercido actividades remuneradas no instituto ou nas entidades a que se refere o artigo nos ultimos cinco anos antes do inlcio das suas fun~oes e nao pode exercer actividades remuneradas no instituto publico fiscalizado ou nas entidades a que se refere 0 artigo durante os cinco an os que se seguirem ao termo das suas fun~oes. SEC<;:AO IV Conselho consultivo Artigo Fun(:ilo o conselho consultivo, quando exista, e0 orgao de consulta, apoio e participa~ao na definiyao das linhas gerais de actuayao do instituto e nas tomadas de decisao do conselho directivo. Artigo Composi~ilo o conselho consultivo e composto, nomeadamente, por representantes das entidades ou organizayoes representativas dos interessados na actividade do instituto, por representantes de outros organismos publicos, bern como por tecnicos e especialistas independentes, nos term os previstos no diploma que procede a cria~ao do instituto. 2-0 conselho consultivo pode incluir representantes respectivamente dos beneficiarios e dos utentes das actividades ou serviyos em causa, cabendo ao membro do Governo da tutela definir as modalidades dessa representayao. 3-0 presidente do conselho consultivo e0 indicado no diploma que procede acriayao do instituto, designado nos term os nele previstos, ou designado por despacho do membro do Governo da tutela. 4 0 exercicio dos cargos do conselho consultivo nao e remunerado, sem prejuizo do pagamento de ajudas de custo, quando a tal houver lugar. Artigo Competencia Compete ao conselho consultivo dar parecer sobre: a) Os pianos anuais e plurianuais de actividades e 0 relat6rio de actividades; b) Os regulamentos internos do instituto. 2 - Compete ainda ao conselho consultivo pronunciar -se sobre as questoes que Ihe sejam submetidas pelo conselho directivo ou pelo respectivo presidente. 3 0 conselho consultivo pode receber reclamay5es ou queixas do publico sobre a organiza9ao e funcionamento em geral do instituto e apresentar ao conselho directivo sugest5es ou propostas destinadas a fomentar ou aperfeiyoar as actividades do instituto.

7 Diario da Republica, I. nserie --N de janeiro de 2012 Artigo 32.0 Funcionamento 1-0 conselho consultivo reune ordinariamente pelo menos duas vezes por ana e extraordinariamente sempre que convocado pelo seu presidente, por sua iniciativa, ou por solicita<;:ao do conselho directivo, ou a pedido de urn ter<;:o dos seus membros. 2 - Podem participar nas reunioes, sem direito a voto, por convoca<;:ao do respectivo presidente, mediante proposta do conselho directivo, quaisquer pessoas ou entidades cuja presen<;:a seja considerada necessaria para esclarecimento dos assuntos em aprecia<;:ao. 3-0 conselho consultivo pode funcionar por sec<;:oes. CAPITULO II Serviftos Artigo Servi~os I - Os institutos publicos dispoem dos servi<;:os indispensaveis it prossecu<;:ao das suas atribui<;:oes. 2 A organiza<;:ao interna adoptada deve possuir uma estrutura pouco hierarquizada e flexivel, privilegiando as estruturas matriciais. 3 - Os institutos publicos devem recorrer it contrata<;:ao de servi<;:os externos para 0 desenvolvimento das actividades a seu cargo, sempre que tal metoda assegure urn controlo mais eficiente dos custos e da qualidade do servi<;:o prestado. Artigo Pessoal Artigo A Altera~ao de regimes de pessoal CAPITULO III Gestao economico-financeira e patrimonial Artigo Regime or~amental e financeiro Os institutos publicos encontram-se sujeitos ao regime or<;:amental e financeiro dos servi<;:os e fundos autonomos, aexcep<;:ao dos institutos publicos desprovidos de autonomia financeira, aos quais sao aplicaveis as normas financeiras dos servi<;:os com autonomia administrativa, sem prejuizo das especificidades constantes da presente lei. 2 Anualmente sera fixada, no decreta de execu<;:ao or<;:amental, a!ista de organismos em que 0 regime de autonomia administrativa e financeira, ou de mera autonomia administrativa, deva sofrer altera<;:ao. Artigo Patrimonio o patrimonio proprio dos institutos publicos que disponham de autonomia patrimonial e constituido pelos bens, direitos e obriga<;:oes de conteudo economico, submetidos ao comercio juridico privado, transferidos pelo Estado para 0 instituto quando da sua cria<;:ao, ou que rnais tarde sejam adquiridos pelos seus 6rgaos, e ainda pelo direito ao uso e frui<;:ao dos bens do patrimonio do Estado que Ihes sejam afectos. 2 Os institutos publicos podem adquirir os bens do patrimonio do Estado que por portaria do membro do Governo responsavel pela area das finan<;:as lhes sejam cedidos para fins de interesse publico. 3 - Podem ser afectos, por despacho do membro do Governo responsavel pela area das finan<;:as, aadministra<;:ao dos institutos publicos os bens do dominio publico afectos a fins de interesse publico que se enquadrem nas respectivas atribui<;:6es e ainda os bens do patrim6nio do Estado que devam ser sujeitos aos seu uso e frui<;:ao, podendo essa afecta<;:ao cessar a qualquer momento por despacho dos membros do Governo responsaveis pelas areas das finan<;:as e da tutela. 4 Os bens dos institutos publicos que se revelarem desnecessarios ou inadequados ao cumprimento das suas atribui<;:oes sao incorporados no patrim6nio do Estado, salvo quando devam ser alienados, sendo essa incorpora <;:ao determinada por despacho dos membros do Governo responsaveis pelas areas das finan<;:as e da tutela. 5 Os institutos publicos elaboram e mantern actualizados, anualmente, com referencia a 31 de Dezembro, 0 inventario de bens e direitos, tanto os proprios como os do Estado que Ihes estejam afectos, e prepararao 0 balan<;:o. 6 Pelas obriga<;:oes do instituto responde apenas 0 seu patrimonio, mas os credores, uma vez executada a integralidade do patrimonio do mesmo ou extinto 0 instituto publico, poderao demandar 0 Estado para satisfa<;:ao dos seus creditos. 7 Artigo Receitas 1 Os institutos publicos dispoem dos tipos de receitas previstos na legisla<;:ao aplicavel aos servi<;:os e fundos aut6nomos e, se for caso disso, na legisla<;:ao da seguran<;:a social, com excep<;:ao daqueles que apenas possuam autonomia administrativa. 2 - Em casos devidamente fundamentados, e mediante portaria dos membros do Governo responsaveis pelas areas das finan<;:as e da tutela, podem ser atribuidas receitas consignadas aos institutos publicos que nao disponham de autonomia financeira. 3 - Os institutos publicos nao podem recorrer ao credito, salvo em circunsuincias excepcionais expressamente previstas na lei de enquadramento or<;:amental. Artigo Oespesas I - Constituem despesas dos institutos publicos as que resultem de encargos decorrentes da prossecu<;:ao das respectivas atribui<;:oes. 2 - Em materia de autoriza'yao de despesas, 0 conselho directivo tern a competencia atribuida na lei aos titulares dos orgaos mfudmos dos organismos dotados de autonomia administrativa e financeira, ainda que 0 instituto publico apenas possua autonomia administrativa, bern como a que Ihe for delegada pelo membro do Governo da tutela. 3 - Considera-se delegada nos conselhos directivos dos institutos publicos dotados de autonomia financeira a

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