UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

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1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE ANÁLISE DE CRÉDITO, EMPRESAS E PESSOAS FÍSICAS. Por: JORGE RODRIGUES DIAS JUNIOR Orientador Prof. Vilson Sérgio de carvalho Rio de Janeiro 2007

2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE ANÁLISE DE CRÉDITO EMPRESAS E PESSOAS FISICAS O objetivo do projeto de pesquisa referese à análise e concessão de crédito aplicado as Empresas e Pessoas Físicas. 2

3 RESUMO Crédito nada mais é do que confiança em uma pessoa que se compromete a honrar uma obrigação futura. A concessão de crédito pode ser requerida normalmente para aquisição de bens de consumo, para investimentos, pagamentos de despesas extraordinárias ou emergenciais e pagamentos de outras dívidas. Para isto é necessária sempre uma análise de crédito do tomador. Neste estudo foram abordados os principais fatores para análise e concessão de crédito. Na análise de crédito destaca-se o estudo do passado, presente e futuro do tomador. Este trabalho visa determinar os riscos inerentes as C s do crédito que são: o caráter, a capacidade, o capital, colateral, as condições e as garantias apresentadas pelo tomador. A análise conjunta do C s do crédito determina a concessão do crédito ou não ao tomador. As Empresas necessitam de recursos para a sua alavancagem financeira, para ter acesso ao crédito elas recorrem aos Bancos para obtenção destes recursos para investimentos, capital de giro, dentre outras formas de financiamento. O cenário macroeconômico e o ramo de atividade da empresa são aspectos considerados, mas mesmo assim, a inadimplência neste segmento de mercado tem crescido. Foi apresentada ainda, a ficha cadastral para pessoas físicas com todos os seus elementos fundamentais para análise da concessão de crédito a este público. Dentre os elementos que compõe a ficha cadastral podem-se ressaltar os dados pessoais, atividades profissionais e rendimentos, informações patrimoniais e referências sempre acompanhadas de suas respectivas fontes de confirmação. Toda operação de crédito envolve risco, para diminuí-los existem diversas formas de garantias, podendo-se citar: aval, penhor, alienação fiduciária, hipoteca entre outras: portanto, a análise de crédito é um raciocínio: ela deve focalizar as razões para, eventualmente, não conceder um empréstimo (assumir riscos), e não apenas razões para concedê-las (SCHURICKEL, 2000). 3

4 METODOLOGIA O desenvolvimento do trabalho se deu através de pesquisa bibliográfica e consulta a internet, abordando a análise de crédito de pessoa física e jurídica. Contudo, também serão apontadas as principais linhas de crédito direcionadas aos segmentos mencionados acima, os riscos de crédito, e como uma boa análise de crédito pode minimizar os riscos de inadimplência e favorecer o processo empresarial. 4

5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 7 CAPÍTULO I - CRÉDITO, SUAS FINALIDADES E RISCOS CLASSIFICACÁO DO CRÉDITO CAPÍTULO II - LINHAS DE CRÉDITO LINHAS DE CRÉDITO AS PESSOAS FISICAS LINHAS DE CRÉDITO AS PESSOAS JURIDICAS CAPÍTULO III GARANTIAS GARANTIAS PESSOAIS GARANTIAS REAIS CAPÍTULO IV - ANÁLISE DE CRÉDITO PARA EMPRESAS E PESSOAS FISICAS 4.1 OS CS DO CRÉDITO FASES DA ANÁLISE SUBJETIVA DE CRÉDITO PROCESSO DE ANÁLISE DE CRÉDITO PARA PESSOAS FISICAS E EMPRESAS CAPÍTULO V - CONCEITUAÇÃO DE RISCOS PRINCIPAIS TIPOS DE RISCOS RISCO DE CRÉDITO RISCO DE MERCADO RISCO LEGAL RISCO OPERACIONAL CAPÍTULO VI MODELOS AVANÇADOS DE AVALIAÇÃO DE RISCO DE CRÉDITO VALOR EM RISCO (VAR) CREDITMETRICS RETORNO SOBRE O CAPITAL ECONÔMICO AJUSTADO AO RISCO (RAROC) MODELO KMV MODELO DE PROBABILIDADE DE INADIMPLÊNCIA. 42 CAPÍTULO VII - RATINGS DE CRÉDITO RATINGS ESCALAS DE RATINGS

6 CAPÍTULO VIII - PROCESSO DE COBRANÇA ALERTAS DE RISCO PERFIL DO CLIENTE MEDIDAS PREVENTIVAS FUNÇÃO E PROCEDIMENTOS DE COBRANÇA CONCLUSAO BIBLIOGRAFIA

7 INTRODUÇÃO O presente trabalho destina-se ao entendimento da análise crédito, nos segmentos de empresas e pessoas físicas, e como minimizar os riscos de inadimplência. Ao conceder crédito, as empresas se expõem ao risco de inadimplência, ou seja, a probabilidade do não recebimento do valor financiado, e para minimizar esse risco, os credores devem realizar uma análise de todas as informações do cliente (cadastrais, financeiras, patrimoniais e de idoneidade). Além disso, também será abordada à análise do risco de crédito para empresas e pessoas físicas, a linha de crédito, as garantias, os Ratings de crédito, a administração da cobrança, e, os modelos avançados de avaliação do risco de crédito. O trabalho é composto por oito capítulos, assim estruturado. No capitulo I faz uma introdução ao tema, conceituando o crédito e destacando suas finalidades e riscos. No capítulo II será apresentado às principais linhas de crédito direcionadas aos segmentos de pessoas físicas e de empresas. No capítulo III apresentará a conceituação de garantia, destacando seu papel como recurso de risco para os credores e descreve as principais modalidades para propostas de crédito de empresas e pessoas físicas. No capítulo IV apresenta a análise de crédito, sob a visão da abordagem tradicional, que considera a análise dos Cs do cliente (caráter, capacidade, capital, colateral e condições). Ao longo desse capítulo, serão apresentadas as 7

8 informações indispensáveis (financeiras, patrimoniais, sistemáticas e de idoneidade) para viabilizar concessões de crédito as empresas e pessoas físicas. No capítulo V abordará a conceituação de risco, os principais tipos de riscos inerentes ao crédito. No capítulo VI apresenta os principais modelos de avaliação do risco de crédito, e destaca suas contribuições para as tarefas diárias de monitoramento e destinação de reservas financeiras para cobrir perdas inesperadas com a inadimplência dos clientes. No capítulo VII destaca o papel seletivo e a contribuição dos ratings de crédito para a classificação e monitoramento de riscos dos clientes. No capítulo VIII descreve-se a importância do processo de cobrança para a recuperação (total ou parcial) de créditos problemáticos. Além disso, destaca os principais fatores de risco dos clientes que devem ser acompanhados pelos credores, ao longo do relacionamento. 8

9 CAPITULO I CRÉDITO, SUAS FINALIDADES E RISCOS. Crédito, em finanças, é definido como a modalidade de financiamento destinada a possibilitar a realização de transações comerciais entre empresas e seus clientes. O crédito inclui duas noções fundamentais; confiança expressa na promessa de pagamento, e tempo, que se refere ao período fixado entre a aquisição e a liquidação da dívida, ou seja, a troca de um valor presente por uma promessa de reembolso futuro, não necessariamente certo, em virtude do fator risco. Daí a necessidade do credor efetue uma análise cuidadosa da capacidade financeira de cada cliente, antes da concessão do financiamento (Santos, 2006). O crédito abrange todo tipo de atividade e atende a múltiplas necessidades econômicas, tais como; Financiamentos as pessoas Físicas e Financiamentos a Empresas. Trata-se de algo presente no dia a dia das pessoas, particularmente, facilitando a compra e venda de serviços ou produtos. Assim, na simples compra/venda de um produto no supermercado, temos uma operação que envolve o conceito de crédito, pelos seguintes motivos. A confiança na qualidade do produto; A confiança no dinheiro (ou cheque ou cartão) utilizado na transação. Silva (1998) define crédito como um instrumento de política de negócios a ser utilizado por uma empresa comercial ou industrial na venda a prazo de seus produtos ou por banco comercial, na concessão de empréstimos, financiamentos ou fianças. Segundo Beckman (1949), a importância do crédito por parte das empresas e instituições financeiras deve ser vista como um importante recurso estratégico 9

10 para atingir a meta principal da administração financeira, ou seja, a de atender as necessidades de todos os supridores de capital e agregar valor ao patrimônio dos acionistas. Contudo, a determinação do risco de inadimplência constitui-se em uma das principais preocupações dos credores, tendo em vista relacionar-se com a ocorrência de perdas financeiras que poderão prejudicar a liquidez e a captação de recursos nos mercados financeiros e de capitais. Wesley (1993) destaca dois fatores que tendem a ser determinantes do risco de inadimplência; a fraca qualidade no processo de análise de crédito (fator interno), e o agravamento da situação macroeconômica que pode resultar na escassez de clientes saudáveis (fator externo). Segundo o autor, essa situação tende a influenciar na maior concentração de crédito com clientes de alto risco, o que pode resultar na diminuição da receita e da lucratividade de empresas e instituições financeiras. Segundo Sinkey (1989), o risco total na concessão de crédito e função direta da associação dos dois fatores abordados por Wesley; ou seja; fatores internos e fatores externos. Entre os fatores internos identificados como responsáveis pelas perdas financeiras em concessões de crédito, usualmente são citados os seguintes de natureza administrativa. Fatores Internos Profissionais desqualificados; Controles de riscos inadequados; Ausência de modelos estatísticos; Concentração de crédito com clientes de alto risco. 10

11 Os fatores externos são de natureza macroeconômica e, por isso, relacionam-se diretamente com liquidez (capacidade de pagamento) de empresas e de pessoas físicas no mercado de crédito, usualmente são citados os seguintes exemplos de fatores externos a atividade empresarial. Fatores Externos Concorrência; Carga tributária; Caráter dos clientes; Inflação; Taxa de juros; Paridade cambial. Conforme Sinkey e Greenawalt (1991), para medir a taxa de perdas em carteiras de crédito (TPE), são indispensáveis que seja avaliado o risco total do investimento, baseado no conhecimento dos fatores de risco (internos e externos) influenciadores na capacidade de pagamento dos clientes. Ao incorporar tais fatores para determinação do risco total na concessão de crédito, o Modelo TPE divide-se em duas partes; risco não sistemático e risco sistemático. Risco não sistemático, é a parte do risco que independe da economia e que está relacionada com as características de uma empresa ou de um segmento da atividade econômica. Consiste no risco intrínseco e controlável do investimento. Baseado no modelo de Sinkey; o risco não sistemático está relacionado com os fatores internos; Risco sistemático é a parte relevante do risco de um investimento, principalmente relacionado à situação econômica e cinco, as quais determinam o nível de atividade econômica e de taxa de juros. Baseado no 11

12 modelo de Sinkey, o risco sistemático está relacionado com os fatores externos. 1.1 Classificação do Crédito Para termos uma idéia da gama de situações, extremamente comuns, em que o crédito está presente, citamos alguns exemplos. Empréstimos pessoais; Empréstimo para as empresas; Operações de MIDDLE MARKET; Operações de CORPORATE; Operações à vista com pagamento em cheque. As operações de crédito podem ser entendidas como empréstimos, no sentido de que; Recursos estão sendo imediatamente disponibilizados ao tomador pelo doador; O tomador, de posse dos recursos, realiza uma operação, em geral a vista, pagando uma obrigação contraída; Em seguida, pelo prazo e juros contratados, o tomador pagará, até o vencimento, a obrigação futura contraída com o doador dos recursos. Ao menos, é nisso que o doador acredita, ou seja, esse é o objetivo do crédito, da confiança. Assim, as classificações de crédito acabam por se enquadrar nas operações de empréstimos, quando examinamos do ponto de vista do perfil do tomador de recursos. Nessa análise, podemos classificar o crédito em público ou privado, onde; 12

13 Crédito Público tem origem nas necessidades de cobertura dos gastos governamentais, tanto de custeio como de investimento. Em geral, este crédito é obtido por meio da emissão de papéis ou títulos, que caracterizam obrigações com prazos e juros definidos. Crédito Privado tem origem na necessidade de recursos das empresas dos mais variados setores, para cobertura de capital de giro ou para investimentos visando à continuidade e crescimento de seus negócios. O crédito privado também se estende às pessoas físicas, no mesmo sentido das jurídicas, para suprir necessidades imediatas de caixa ou para antecipar consumo ou investimento. Dentro de uma classificação ampla, podemos considerar várias outras subdivisões conforme sua utilização final; Crédito Bancário quando o doador de recursos é um banco; Crédito Imobiliário quando os recursos tomados tëm como objetivo a aquisição de imóveis; Crédito Agrícola quando os recursos tomados tëm como objetivo a aquisição de imóveis; Crédito ao Consumidor quando os recursos tomados são destinados à aquisição de bens duráveis. No caso brasileiro, os doadores são financeiros que recebem o bem em garantia; Crédito Educativo crédito para pequenas e médias empresas, enfim, um conjunto de linhas de crédito específicas para as necessidades dos vários perfis de tomadores. 13

14 Embora tenhamos caracterizado a operação de crédito, em sua excelência, como uma operação de empréstimo, é importante que se observe sua regulamentação. Resumidamente, o M.N.I. Manual de Normas e Instruções do Banco Central do Brasil estabelece a área de atuação de cada tipo de instituição financeira da seguinte forma; O conceito de empréstimo admite a possibilidade de existência de garantias diferenciadas e a posição doadora é prerrogativa das instituições financeiras tais como; Bancos Comerciais, Bancos de Investimento, Financeiras, Caixas Econômicas e Bancos de Desenvolvimento; As instituições financeiras não podem captar recursos na forma de empréstimos, pois se o fizessem poderiam dar garantias diferenciadas aos doadores. Essa captação é realizada pela venda de produtos bancários ou serviços em conta corrente; Os empréstimos Inter-Company são aceitos com parcimônia pelo Banco Central e, em geral, para empresas coligadas. Assim, quando caracterizamos as operações de crédito com operações de empréstimos, estamos fazendo no sentido amplo do termo, procurando estabelecer uma relação entre doador e tomador de recursos, mesmo que o lastro da operação seja uma mercadoria ou serviço (Securato, 2002). 14

15 CAPITULO II LINHAS DE CRÉDITO A finalidade do crédito deve estar diretamente vinculada com a necessidade do cliente. Por isso, é preciso conhecê-lo detalhadamente quanto à situação financeira e patrimonial, para oferecer-lhe uma linha de crédito compatível com suas necessidades de financiamento e capacidade de amortização. As linhas de crédito podem atender a três necessidades básicas; A) Pessoas Físicas Créditos emergenciais; destinam-se a atender às necessidades imediatas do cliente, para cobrir eventuais desequilíbrios orçamentários ou financiamentos de compras. Os créditos emergenciais são operações de curtíssimo prazo (prazo inferior a um mês), com a amortização concentrada na data do vencimento; Financiamentos de compras; esses financiamentos permitem ao cliente adquirir produtos e serviços para consumo e bem-estar. Os financiamentos de compras são operações de curto prazo (prazo inferior a 12 meses), como forma de amortização parcelada ou concentrada na data do vencimento; Investimentos; os investimentos permitem ao cliente adquirir bens de maior valor para integrar seu patrimônio ou mesmo desempenhar suas atividades profissionais. Os investimentos são operações de longo prazo (prazo superior a 12 meses), com forma de amortização parcelada. 15

16 B) Empresas Hot Money; destina-se a cobrir eventuais necessidades de caixa, ou seja, desequilíbrios entre os prazos de recebimento e pagamento, ocorridos por poucos dias; Capital de giro; recursos para financiar o ciclo operacional das empresas período que vai desde a aquisição da matéria-prima até o recebimento da venda do produto acabado ou serviço prestado. Durante o ciclo operacional, empresas com problemas de fluxo de caixa buscam financiamentos para amortizar dívidas com fornecedores, funcionários e entidades governamentais; Investimentos; recursos para financiar imobilizações (instalações, máquinas, equipamentos e veículos), visando aumentar a capacidade produtiva das empresas. Para o financiamento das necessidades básicas, os clientes podem recorrer à obtenção de duas modalidades de linhas de crédito; as linhas rotativas e as linhas pontuais. Linhas rotativas são limites de crédito que ficam à disposição do cliente para financiamento de suas necessidades, dentro de valores, prazos e garantias previamente definidos por políticas de crédito. O cliente poderá utilizar a linha, a seu critério, por quantas vezes necessitar, uma vez que, esta modalidade é mais arriscada, tendo em vista as incertezas do real direcionamento quanto à utilização dos recursos financeiros. Linhas Pontuais destinam-se a financiar necessidades com caracterização previamente definida quanto à finalidade, valor, prazo e 16

17 garantia. Esta modalidade de crédito apresenta forma de amortização parcelada ou concentrada na data de vencimento. 2.1 LINHAS DE CRÉDITO ÀS PESSOAS FÍSICAS Neste segmento, os exemplos mais comuns de crédito são os limites rotativos (cheque especial e cartão de crédito), o contrato de crédito, o crédito direto ao consumidor, o crédito imobiliário e o Leasing. Essas modalidades de crédito são direcionadas as necessidades temporárias ou eventuais dos clientes. Cheque especial trata-se de modalidade de crédito rotativo para atender às necessidades eventuais ou temporárias dos clientes. A aprovação dessa modalidade somente será efetivada após a prévia avaliação do risco do cliente, baseada na qualidade das informações financeiras, patrimoniais e de idoneidade no mercado de crédito. Como parâmetro, os Bancos aprovam limites de cheque especial em valores compatíveis com a renda líquida mensal comprovada dos clientes e, com taxas prefixadas e definidas mensalmente, variando de acordo com o risco do cliente. A garantia usual em contratos de cheque especial é vinculada a uma nota promissória avalizada, com valor superior ao valor do crédito aprovado, sendo substituída, toda vez que houver alteração no valor do cheque especial, para que não haja uma defasagem. Cartão de Crédito esta modalidade permite aos clientes a realização de saques e compras de bens e serviços, de acordo com o limite de crédito concedido. A sua aprovação somente será efetivada conforme a prévia 17

18 avaliação do risco do cliente, baseada em dados fornecidos (financeiros, patrimoniais e de idoneidade). Como parâmetro, os bancos somente aprovarão limites em valores conforme a renda líquida mensal comprovada dos clientes (Visa e Credicard). As taxas são prefixadas e definidas mensalmente, variando conforme a atual situação e perspectivas de risco apresentadas pelo cliente. Contrato de Crédito - modalidade de crédito condicionada a amortização parcelada do principal mais os juros. Essa modalidade de financiamento é considerada pontual, uma vez que, possibilita ao banco o conhecimento prévio do direcionamento que o cliente dará para os recursos financeiros (gastos com moradia, saúde, educação e aquisição de bens). Os contratos de crédito podem ser de natureza coberta, quando a aprovação está condicionada à vinculação de bens patrimoniais, ou descoberta, quando somente são amparados pela vinculação de avais de terceiros. Crédito Direto ao Consumidor Trata-se de linha de crédito destinada a financiar a prestação de serviços e aquisição de bens duráveis (novos ou usados; os mais comuns são os financiamentos destinados à aquisição de veículos e eletrodomésticos) com amortizações mensais fixas com encargos envolvidos. Usualmente, o próprio bem objeto do financiamento (carro, máquina e equipamentos) representa para o banco, a garantia, em caso de inadimplência do cliente. Crédito Imobiliário financiamento destinado à aquisição ou construção de imóveis residenciais, amortizáveis em prestações mensais, com períodos superiores há cinco anos. Para essa modalidade, há a necessidade de avalistas coobrigados e com potencial para assumir a 18

19 dívida do cliente em caso do não pagamento. O imóvel objeto do financiamento, além do aval, constitui-se na garantia acessória para minimizar o risco. Leasing operação de arrendamento ou aluguel de veículos de passeio às pessoas físicas. A amortização dessa modalidade de financiamento ocorre de forma mensal e em longo prazo (24 ou 36 meses), o bem é adquirido pela arrendadora, conforme especificações fornecidas pelo cliente, e os arrendadores condicionam a aprovação do Leasing à vinculação de contrato de seguro do bem, o qual pode ser efetuado com o banco financiador ou com um banco concorrente, conforme designação do cliente. 2.2 LINHAS DE CRÉDITO ÀS EMPRESAS As linhas de crédito oferecidas às empresas são direcionadas ao financiamento de capital de giro e de investimentos conforme a necessidade do cliente. A seguir relacionamos algumas modalidades de linhas de crédito utilizadas pelas empresas. Contratos de Capital de Giro - compreendem as linhas de crédito direcionadas ao financiamento de necessidades operacionais de curto prazo. Os bancos oferecem os contratos de capital de giro na modalidade de créditos rotativos ou créditos pontuais, onde se estabelece prazo, taxas, valores e garantias exigidas. A garantia exigida é sempre a nota promissória, e conforme o risco envolvido os bancos podem condicionar a aprovação desse financiamento à vinculação de duplicatas previamente selecionadas, em valor equivalente ou superior ao do crédito concedido. 19

20 Desconto de Duplicatas operação em que uma instituição financeira adianta recursos ao cliente, referentes a valores de duplicatas geradas de vendas mercantis ou prestação de serviços, recebendo como garantia tais duplicatas. É uma operação que permite ao cliente uma antecipação de seu fluxo de caixa, uma vez que pode receber adiantado o resultado de suas vendas a prazo. Na data de vencimento, caso a duplicata não seja paga, o cedente assume a responsabilidade pelo pagamento, incluindo multa e/ou juros sobre mora pelo atraso. O desconto de duplicatas é feito sobre títulos com prazo máximo de 60 dias e prazo médio de 30 dias. Os encargos, normalmente, são cobrados antecipadamente (Securato, 2002). Vendor Nessa operação, a empresa realiza a venda a prazo a prazo aos seus clientes e faz uma cessão de crédito a um banco, ou seja, vende a prazo e recebe a vista, transferindo o crédito à instituição financeira mediante uma determinada taxa de desconto, sendo que a empresa assume o risco de crédito de seus clientes. O Vendor é uma maneira da empresa financiar seus compradores através da instituição financeira. Normalmente as taxas de juros praticadas neste produto, são menores que as taxas praticadas no financiamento direto. A empresa que realiza as vendas presta fiança como garantia de pagamentos dos financiamentos. As operações podem ser pré-fixadas de 30 a 90 dias, pós-fixadas corrigidas pela TR de 120 a 360 dias, e acima de 360 dias corrigidas pelo IPC-R. Podem também ser feitas operações de vendor com correção cambial de 90 a 180 dias, com realização de operações de swaps que transformem a correção pré ou pós-fixada em cambial. 20

21 Adiantamento sobre contratos de Cambio (ACC) - O ACC, destina-se às empresas exportadoras. A empresa recebe antecipadamente (parcial ou total) do banco, em moeda nacional, o valor equivalente aos valores em moeda estrangeira decorrentes da exportação. A concessão do ACC está condicionada à aprovação de crédito baseada na idoneidade, solidez e pontualidade de pagamento do exportador. Sobre o adiantamento são cobrados juros variáveis em função do prazo de entrega dos documentos de embarque, valor da operação, modalidade de entrega (cobrança, carta de crédito etc.), conceito do importador e situação econômica do país do importador. O prazo máximo para a contratação do ACC é de 180 dias da data prevista para embarque, e, superior ao prazo de 180 dias, somente com autorização do Banco Central. O público-alvo são as empresas que necessitam de financiamento e que já disponham de um contrato firmado para exportação futura. Adiantamento sobre Cambiais Entregues (ACE) O ACE, tem a mesma definição do ACC diferenciando deste por ser utilizado quando a mercadoria já está pronta e embarcada, ou seja, já foi superada a fase de produção da empresa exportadora. Sobre o ACE são cobrados juros pelo período da operação. Caso a operação tenha sido inicialmente contratada como ACC, com a aprovação do embarque, ocorre uma alteração no contrato de cambio, transformando o ACC em ACE. O prazo máximo para a contratação do ACE é de 180 dias após o embarque da mercadoria. Resolução 63 Esta operação leva o nome de resolução na qual o Banco Central a regulamentou. Consiste no empréstimo de recursos captados no 21

22 exterior por instituição financeira, por meio da emissão de títulos. O repasse do empréstimo somente é feito em moeda nacional, indexado à variação cambial, acrescido de juros pré ou pós-fixados e com datas fixas de pagamento. A vantagem desse financiamento ao cliente decorre da possibilidade de representar custo final menor do que o custo dos empréstimos em moeda nacional. Leasing Trata-se de uma operação de arrendamento ou aluguel destinada ao financiamento de veículos, máquinas, equipamentos e imóveis. A amortização dessa modalidade de financiamento ocorre de forma mensal e a longo prazo (24 ou 36 meses). Após a aprovação de crédito, o bem é adquirido pela arrendadora, seguindo as especificações técnicas fornecidas pelo cliente. Em face das características dos bens financiados, os arrendadores condicionam a aprovação do Leasing à vinculação de contrato de seguro do bem, o qual pode ser efetivado com o banco financiador ou com um banco concorrente, conforme designação do cliente. 22

23 CAPÍTULO III GARANTIAS Define-se garantia, em seu aspecto de risco, como a vinculação de um bem ou de uma responsabilidade conversível em numerário que assegure a liquidação do crédito. A finalidade da garantia é evitar que fatores de natureza sistemática ou externa à atividade da pessoa física ou da empresa, podendo ser resultante de medidas governamentais, concorrências, climáticas ou acidentais, impossibilitem a liquidação do crédito. O Banco Central estabelece que as instituições financeiras, na realização de operações de crédito, devem exigir dos clientes garantias adequadas e suficientes para assegurar o retorno do capital aplicado, e que seja adequada ao tipo, ao montante e ao prazo do crédito. As melhores garantias são as de maior liquidez, especialmente as chamadas autoliquidáveis, ou seja, aquelas cuja conversão em caixa, e respectiva liquidação do contrato de crédito, independem de sentença judicial. A decisão de conceder crédito deve ser baseada na capacidade de reembolso do cliente e não sobre as garantias (Santos, 2006). Mesmo com uma boa concessão de crédito, poderá ocorrer um não recebimento futuro, em face da ocorrência de fatores sistemáticos inesperados que podem acarretar em uma situação financeira negativa do cliente. Para reduzir o risco de crédito, as instituições financeiras devem formalizar as garantias vinculadas às operações e registrá-las em cartório para que sirva de prova eficaz contra terceiros. 23

24 3.1 GARANTIAS PESSOAIS São garantias que, em vez de serem constituídas sobre coisas específicas, repousam sobre pessoas (físicas ou jurídicas), uma vez que, não é vinculado qualquer tipo de bem específico do cliente ou do garantidor, mas recaem sobre a totalidade dos bens que ambos possuírem no momento da liquidação do crédito. As garantias constituídas são basicamente aval e fiança, conforme especificadas abaixo; Aval garantia pessoal do pagamento de um título de crédito, data por pessoa (física ou jurídica), que fica solidariamente responsável com o devedor pelo pagamento do crédito, e é atrelada a todas as operações de crédito, por ser a forma mais comum e reduzir a exposição de riscos de inadimplência do cliente (pessoa física), ou de concordata ou falência da empresa. Fiança consiste em uma garantia pessoal, mediante a qual uma pessoa (fiador) garante, no todo ou em parte, o cumprimento da obrigação que outra pessoa (afiançado/ devedor) assumiu com um concessor de financiamento (beneficiário). Para ser válida, a fiança deve contar com a anuência escrita do outro cônjuge, normalmente compreende o principal mais os juros, todas as despesas acessórias como juros de mora, comissão de permanência, multa, despesas judiciais etc. O fiador demandado pelo pagamento da dívida, tem o direito de exigir, até a contestação do processo, que primeiramente sejam penhorados os bens do devedor, e que perderá esta oportunidade caso tenha concordado expressamente em renunciar ao benefício de ordem e obrigar-se como devedor solidário nos casos em que o devedor principal tornar-se insolvente ou falido. 24

25 3.2 GARANTIAS REAIS São garantias que se constituem sobre a vinculação de bens tangíveis do cliente, como; veículos, imóveis, máquinas, equipamentos, mercadorias e duplicatas. Quando se constitui uma garantia sobre determinado bem, esse bem será vinculado legalmente ao contrato de crédito, e no caso do não pagamento total da dívida, estará à disposição do credor, que mediante processo, poderá recorrer à recuperação do financiamento via venda judicial. As garantias são indivisíveis, ou seja, mesmo que o devedor pague uma parcela da dívida, a garantia continua por inteiro. Caução de Duplicatas duplicata é um título de crédito que se origina de uma venda ou prestação de serviços com recebimento a prazo. É uma garantia muito utilizada pelos credores e que possibilita a redução do risco de crédito por meio da vinculação de duplicatas diversificadas ao contrato de crédito. A caução de duplicatas é uma espécie de penhor e, como tal, constitui-se como garantia real, e, só produz efeitos mediante entrega dos títulos ao credor. Caução de Cheques cheque é uma ordem de pagamento a vista dada por alguém que possui conta de depósito em uma instituição financeira e deve ser paga no momento de sua apresentação. Como forma de garantia, refere-se à vinculação de cheques ao contrato de crédito. Em face da elevada inadimplência em épocas de recessão, algumas empresas financeiras e não financeiras excluem essa modalidade de garantia de suas políticas de crédito. 25

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