FATORES PREDISPONENTES ÀS DOENÇAS CARDIOVASCULARES: UMA ANÁLISE DOS PERFIS SOCIAIS, CLÍNICOS E NUTRICIONAIS DE TRIADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS

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1 FATORES PREDISPONENTES ÀS DOENÇAS CARDIOVASCULARES: UMA ANÁLISE DOS PERFIS SOCIAIS, CLÍNICOS E NUTRICIONAIS DE TRIADORES DE MATERIAIS RECICLÁVEIS FACTORS PREDISPOSING TO THE CARDIOVASCULAR DISEASES: AN ANALYSIS OF THE SOCIAL, CLINICAL AND NUTRITIONAL PROFILES OF RAGPICKERS OF RECYCLABLE MATERIALS CRISTIANE ALVES DE OLIVEIRA Nutricionista, Mestranda em Microbiologia Agrícola - Universidade Federal de Viçosa. LINA ENRIQUETA FRANDSEN PAEZ DE LIMA ROSADO Professor Associado I, Departamento de Nutrição e Saúde - Universidade Federal de Viçosa ÂNGELA MARIA CAMPOS SANTANA Professora Adjunto II, Departamento de Nutrição e Saúde, Universidade Federal de Viçosa RESUMO Apesar do tema fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis ser bem abordado pela literatura, pouco se sabe sobre as particularidades da distribuição destes fatores entre as diferentes atividades laborais. Também não são bem interpretadas e compreendidas as interrelações destes fatores para com os perfis sociais dos indivíduos estudados. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi identificar fatores predisponentes às doenças cardiovasculares de acordo com uma ótica descritiva e analítica dos perfis sociais, clínicos e nutricionais de triadores de materiais recicláveis da usina de triagem do município de Viçosa, Minas Gerais. Foi realizado um estudo transversal com 27 indivíduos, com idade entre 18 e 55 anos. Por meio de um questionário semi-estruturado e de inquéritos dietéticos foram coletados dados de identificação; socioeconômicos; de hábitos de vida; de pressão arterial; antropométricos e dietéticos. Utilizou-se os softwares Dietpro e Epi info, para análise das dietas e dos parâmetros estatísticos, respectivamente. Alguns resultados foram diferenciados, como menor prevalência de sobrepeso/obesidade e sedentarismo e maiores prevalências de tabagismo e hipertensão arterial. O que suporta a hipótese recente de que conforme o 798

2 contorno social e atividade profissional executada, os indivíduos podem exibir perfis diferenciados de risco cardiovascular e para outras doenças crônicas não transmissíveis. Palavras-chave: triadores, circunferência abdominal, relação cintura/quadril, saúde do trabalhador, consumo alimentar. ABSTRACT Although the theme of risk factors for chronic diseases to be better addressed in the literature, little is known about the specific distribution of these factors between the different work activities. Nor are correctly interpreted and understood the interrelationships of these factors to social profiles of the individuals studied. Therefore, the objective of this study was to identify factors predisposing to cardiovascular disease according to a descriptive and analytical perspective of social profiles, clinical and nutritional of ragpickers sorting plant of Viçosa, Minas Gerais. We conducted a cross-sectional study with 27 subjects, aged between 18 and 55. Through a semi-structured questionnaire and dietary survey data were collected for identification, socioeconomic, lifestyle habits, blood pressure, anthropometric and dietary factors. We used the softwares Epi info and Dietpro for analysis of diets and statistical parameters, respectively. Some results were different, as a lower prevalence of overweight/obesity and physical inactivity and increased prevalence of smoking and hypertension. This supports the recent hypothesis that in accordance with the outline social and professional activity performed, individuals may exhibit different profiles of risk for cardiovascular and other chronic diseases. Keywords: Ragpickers. Abdominal circumference. Waist-hip. Occupational health. Food consumption. INTRODUÇÃO O aumento descontrolado da produção mundial de lixo, aliado ao mau gerenciamento e a uma população desprovida de educação ambiental; vem trazendo inúmeros prejuízos para a sociedade e se configurando em um sério problema de saúde pública. Este mau gerenciamento inclui entre outros fatores, a ausência de uma política de proteção à saúde dos trabalhadores ligados ao remanejamento dos resíduos, até mesmo nos países desenvolvidos (FERREIRA; ANJOS, 21). Além disto, o mau gerenciamento dos resíduos aliado ao desemprego levou a um aumento no número de indivíduos que sobrevivem do manejo desses detritos; o que reforça a 799

3 necessidade de estudos e do estabelecimento de políticas de apoio aos referidos trabalhadores. A relação lixo-saúde, no que concerne aos impactos do lixo no meio ambiente já está bem esclarecida. Já a relação lixo-saúde no que diz respeito à saúde dos catadores e triadores de lixo, é um aspecto relevante que faz jus a discussões futuras (SOUSA e MENDES, 26). É preciso considerar que além de seus ambientes de trabalho favorecerem o desenvolvimento de doenças de cunho infeccioso, estes trabalhadores também estão inseridos em um contexto que induz ao aumento progressivo das doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), que poderão ser potencializadas pela condição de pobreza e desamparo em que vivem. A sociedade brasileira segue a tendência mundial quanto à transição nos perfis epidemiológico, demográfico e nutricional desde a década de 6, o que vem acarretando um aumento significativo das DCNT (MALTA et al., 26). Diante desse novo cenário epidemiológico, as doenças cardiovasculares (DAC) aparecem como o problema de saúde pública central, representando a principal causa de óbitos (62%) e hospitalizações (39%) em todas as regiões do país (BRASIL, 21). Segundo Monteiro et al. (25), desde o estudo de Framinghan, vários outros estudos epidemiológicos transversais e prospectivos têm comprovado à exaustão, a forte e comum associação, que várias das principais DCNT, mantêm com um conjunto de fatores, em que se destacam tabagismo, consumo excessivo de álcool, excesso de peso, hipertensão arterial, Diabetes mellitus, dislipidemias, baixo consumo de frutas e hortaliças e inatividade física. A despeito do exposto, a maioria destas práticas, é passível de modificação por intervenção sanitária (OPAS/OMS, 24). No caso do Brasil, pelo menos 8% das doenças cardiovasculares poderiam ser evitadas sendo adotados pela população uma dieta saudável, a prática de atividades físicas e abolindo-se o fumo (DUARTE, 26). É importante frisar ainda, que pesquisas recentes indicam aumento da importância relativa das DAC em populações de baixa renda (ISHITANI et al., 26). Neste sentido, impõe-se como de fundamental importância o conhecimento da magnitude e distribuição dos fatores predisponentes às mesmas, nestes grupos populacionais, como base para o planejamento, implantação e avaliação de programas de intervenção. Apesar do tema fatores de risco para DCNT já ter sido bem abordado pela literatura 8

4 nacional e mundial com referências inclusive para sexo, idade, escolaridade e nível de renda, pouco se sabe sobre as particularidades da distribuição destes fatores entre as diferentes profissões e atividades laborais, principalmente para os trabalhadores que exercem atividades pouco remuneradas. Em adição, também não são bem interpretadas e compreendidas as interrelações destes fatores para com os perfis sociais dos indivíduos estudados. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi o de identificar fatores predisponentes às doenças cardiovasculares de acordo com uma ótica descritiva e analítica dos perfis sociais, clínicos e nutricionais de triadores de materiais recicláveis da usina de triagem de Viçosa, Minas Gerais, relacionando o estado de saúde com o tipo de atividade desenvolvida. METODOLOGIA Delineamento do estudo e casuística Trata-se de um estudo epidemiológico, de caráter transversal, descritivo e analítico; realizado com os trabalhadores da usina de triagem de lixo da cidade de Viçosa, Minas Gerais, Brasil. Neste local os trabalhadores se organizam em uma cooperativa e realizam a triagem dos materiais recicláveis e não recicláveis sobre uma esteira mecânica. O material não reciclável é encaminhado aos locais de despejo/tratamento; já os recicláveis são separados por tipo e vendidos. Cabe aqui a ressalva, de que estes trabalhadores não realizam a coleta dos materiais, que são entregues à usina por caminhões de lixo. A amostra foi composta por todos os triadores que optassem por livre consentimento em participar da pesquisa. Os dados foram coletados por meio de um questionário semi-estruturado, com os seguintes tópicos: dados pessoais, estado civil, número de filhos, grau escolaridade, renda per capita, acompanhamento médico, condições de salubridade e desenvolvimento, uso de tabaco, atividade física, antropometria e inquéritos dietéticos. O presente trabalho contou com a aprovação do Comitê de Ética em Pesquisas com Seres Humanos da Universidade Federal de Viçosa, de acordo com a Resolução no. 81

5 196/96 do Conselho Nacional de Saúde. Avaliação socioeconômica e de hábitos de vida A escolaridade foi analisada como padronizado pelo Inquérito Nacional para Fatores de Risco de DCNT concluído em 24, que define como baixa escolaridade 8 anos ou menos de estudo (BRASIL, 25). A renda foi avaliada considerando-se como linha de pobreza, um valor per capita inferior a meio salário mínimo por mês, como adotado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD, 24). Considerou-se o Inquérito Nacional para Fatores de Risco de DCNT, para avaliação da atividade física, em que se adotou a recomendação de atividade física extralaboral com frequência de 5 dias ou duração de 15 minutos semanais para definição dos ativos. Os indivíduos foram considerados irregularmente ativos quando não atingiram a recomendação supracitada. Já os sedentários eram aqueles indivíduos que não realizavam atividade física extra-laboral por pelo menos 1 minutos contínuos por semana (BRASIL, 25). Avaliou-se também a prática de tabagismo; as condições de salubridade e de desenvolvimento em que os entrevistados viviam, considerando a presença de água encanada, energia elétrica, utilização de água filtrada, presença de rede de esgoto e coleta de lixo. Avaliação dietética A avaliação dietética teve caráter qualitativo e quantitativo. Foram aplicados dois inquéritos alimentares: um recordatório de 24 horas e um questionário de frequência alimentar. Este continha aproximadamente 3 itens incluídos nas seguintes categorias: frutas e vegetais, laticínios, carnes, embutidos, cereais, leguminosas, doces/chocolates, refrigerantes, produtos de pastelaria e panificação; além disso, produtos com hábito de consumo regional foram especificados como carne de porco e torresmo. 82

6 Para avaliação do padrão de ingestão habitual considerou-se a contribuição energética percentual dos macronutrientes em relação ao valor energético total, preconizado pelas DRIs - Dietary Reference Intakes (IOM/FNB, 22). Consideraram-se as recomendações da Sociedade Brasileira de Cardiologia (27) para análise da ingestão de gorduras saturadas ( 7%), poliinsaturadas ( 1%), monoinsaturadas ( 2%), e colesterol (<2mg/dia). A recomendação de fibras adotada foi a preconizada pela American Diettetic Association (ADA, 22), consumo mínimo de 2g de fibra alimentar/dia. A adequação para a ingestão de frutas e hortaliças teve como ponto de corte o consumo mínimo de 5 vezes por semana, como padronizado pelo Inquérito Nacional para Fatores de Risco de DCNT (BRASIL, 25). Para os demais itens ou grupos de alimentos constantes no questionário de frequência alimentar, foi considerado hábito a ingestão com frequência maior ou igual a 4 vezes por semana. 4.. Os cálculos dietéticos foram realizados com o auxílio do software Dietpro versão Avaliação antropométrica A avaliação antropométrica constou de tomada de peso, estatura, circunferência abdominal (CA) e do quadril (CQ), estabelecimento do índice de massa corporal (IMC) e da relação cintura/quadril (RCQ). Para a medida da estatura foi utilizado um estadiômetro portátil vertical, com extensão de 2m e escala de,5 cm, adotando-se as normas preconizadas por Jellife (1966). Os indivíduos se mantinham descalços, em uma superfície plana, encostando ombros, nádegas e calcanhares (unidos) em uma parede sem rodapés. O peso foi obtido adotando-se as normas preconizadas por Jellife (1966); durante a pesagem o indivíduo permanecia descalço e com o mínimo de vestimentas possível, sendo retirado, qualquer tipo de item ou adorno. Utilizou-se balança eletrônica digital de bioimpedância bioelétrica, com capacidade de 136 kg e precisão de.1kg. 83

7 A circunferência abdominal (CA) foi medida de acordo com o procedimento descrito por Callaway et al. (1988). A leitura foi feita entre uma expiração e uma inspiração, na menor curvatura localizada entre as costelas e a crista ilíaca com fita métrica flexível e inelástica com aproximação a,1 cm, sem comprimir os tecidos. Quando não era possível identificar a menor curvatura, foi obtida a medida 2 cm acima da cicatriz umbilical. A circunferência do quadril (CQ) foi medida de acordo com o procedimento descrito por Callaway et al. (1988) ao nível da maior curvatura do glúteo com o indivíduo em pé, também utilizando fita métrica flexível e inelástica com aproximação a,1 cm, sem compressão dos tecidos. Para a realização da avaliação da relação peso/estatura foi calculado o Índice de Massa Corporal (IMC), o qual se refere ao peso (kg) dividido pela altura ao quadrado (m 2 ). Utilizou-se como referência a classificação proposta pelo Comitê de Juízes da Organização Mundial de Saúde (WHO, 1998). Segundo a qual, o valor de IMC entre 18,5 e 24,9 é classificado como normal; entre 25, e 29,9, como sobrepeso; entre 3, e 34,9, como obesidade grau I; entre 35 e 39,9, como obesidade grau II; e de 4, como obesidade grau III. Os pontos de corte adotados para CA e RCQ foram os preconizados por Lean et. al (1995) de acordo com o grau de risco para doenças cardiovasculares. Risco aumentado para mulheres (CA > 8 cm) e para homens (CA > 94 cm), e risco muito aumentado para mulheres (CA > 88 cm) e para homens (CA > 12 cm). Para uma alta RCQ foram considerados os valores de,8 cm para as mulheres e,94 cm para os homens. Avaliação clínica A pressão arterial foi aferida usando um monitor de inflação automático, modelo HEM-741CINT, marca OMRON, aprovado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. Os indivíduos permaneciam sentados, com os pés unidos, com o braço repousado sobre uma superfície firme à altura do coração, com a palma da mão voltada para cima e o cotovelo ligeiramente fletido. Os indivíduos eram previamente orientados a não fumar, beber café ou se alimentar nos trinta minutos antecedentes à aferição. Para evitar variações acentuadas nos valores obtidos, a pressão arterial era aferida no período da manhã após 5 a 1 84

8 minutos de repouso e relaxamento. Os critérios diagnósticos e de classificação adotados, foram os recomendados pelo National Institute of Health (NIH) sendo considerados hipertensos os que apresentavam pressão sistólica maior ou igual a 14 mmhg e/ou pressão diastólica maior ou igual a 9 mmhg (NIH, 1993). Análise estatística Os dados foram processados no software estatístico Epi Info versão 6.4T (CDC,1997). Para as variáveis que apresentaram distribuição normal, foi utilizado o teste t de Student e quando as variáveis não apresentaram distribuição normal, utilizou-se o teste de Mann-Whitney. O nível de significância para todos os testes foi fixado em p =,5, considerando o intervalo de confiança de 95%. RESULTADOS Os triadores de materiais recicláveis da usina de triagem de Viçosa totalizam 36 indivíduos, e o alcance deste trabalho se deu para 75% (n: 27) da amostra, correspondendo aos indivíduos que optaram em participar por livre consentimento. A maioria dos indivíduos avaliados era do sexo feminino (74%), com faixa etária, variando de 18 a 55 anos, sendo que a média de idade do sexo feminino (34,1 ± 11,2) era maior que do sexo masculino (3,7 ± 7,3). Com relação ao estado civil, 44% (n: 12) eram casados; 52% (n: 14) solteiros e 4% (n: 1) divorciado. Observou-se que 5% dos trabalhadores (n: 13) tinham até dois filhos, 31% (n: 8) tinham de 3 a 4 filhos e 19 % (n: 5) 5 ou mais filhos. Constatam-se, de acordo com a tabela 1, diferenças estatisticamente significantes entre o gênero apenas para o número de filhos e ingestão de fibras. Todos os triadores (n: 27) recebiam no máximo um salário mínimo por mês, 85

9 contudo grande parte possuía renda familiar per capita inferior a meio salário mínimo (n: 12). A maioria possuía baixo grau de escolaridade (n: 23), eram tabagistas (n: 14) e não relataram acompanhamento médico (n: 16). Entretanto a maior parte foi considerada ativa, como consequência da necessidade de deslocamento da residência até o local de trabalho, utilizando a caminhada e o ciclismo. Embora a maioria dos indivíduos seja eutrófica, constatou-se a presença de inadequação da circunferência a bdominal em número expressivo (n: 1). Dos entrevistados, 89% (n: 24) possuíam água encanada e rede de esgoto, 7% (n: 19) usavam água filtrada, 85% (n: 23) gozavam de coleta de lixo e possuíam energia elétrica em sua residência. Observou-se inadequação do consumo de lipídeos tanto no aspecto quantitativo como qualitativo. Um quadro mais favorável foi observado com relação à ingestão de colesterol total. Pôde-se constatar que o hábito alimentar dos triadores caracteriza-se pelo consumo de cereais (arroz, macarrão, pães), leguminosas, hortaliças e café, verificando-se consumo insuficiente de frutas, carnes, leite e derivados. 86

10 Tabela 1. Caracterização dos trabalhadores da usina de triagem de Viçosa-MG segundo parâmetros socioeconômicos, antropométricos, clínicos e dietéticos. Parâmetros Masculino (n = 7) Feminino (n = 2) Mínimo Mediana Média ± DP Máximo Mínimo Mediana Média ± DP Máximo p Idade (anos) ,7 ± 7, ,1 ± 11,2 55,529 Número de filhos*,7 ±, ,3 ± 2,3 9,9 Renda per capita (reais) ,6 ± 72, ,3 ± 16,2 38,143, Anos de estudo 3, 4,3 ± 3, ,9 ± 2,9 12 IMC (kg/m 2 ) 21,4 22,5 23,5 ± 2,1 26,9 18,9 23,7 24,4 ± 4,2 34,9 CA (cm)* ,5 ± 4, ,5 78 8,8 ± 9,6 16,5 RCQ (cm),7,8,8 ±,1 1,,7,8,8 ±,1 1,2 PAS (mmhg) ,6 ± 9, ± 2,9 187 PAD (mmhg) ,9 ± 15, ,9 ± 15,2 14 Colesterol (mg) 77, ,7 ±172, ,8 142,4 ± 118,9 456,4,49,67,665,799,265,877,151 Gordura Saturada (%) 1,5 6,9 6,7 ± 5,1 13,7 4,6 5,2 ± 3,7 12,3,6 Gordura Poliinsaturada (%),4,7 1,7 ± 1,7 5,5 2,1 3,2 ± 3,6 12,9,289 Gordura Monoinsaturada (%),7 2,5 4,7 ± 4,3 12,9 3,8 5,3 ± 4,2 11,8,747 < Fibra (g) 12,6 18,6 18,4 ± 4,8 26 1,4 1,8 11,2 ± 6,5 23,2,12 Carboidratos (AMDR) Proteínas (AMDR) Lipidíos (AMDR) 42,8 61,3 61,3 ± 13,3 82,4 32,8 54,5 55,9 ± 13,7 88,3 7, 12,9 12,53 ± 3,8 17,6 4,7 15,5 15, ± 5,1 25,5 1, ,1 ± 11,2 39,6 5, ± 9,9 39,6 Kcal ± 128,9 462,5 175,2 1354,6 1383,3 ± 816,6 3939,3 Fonte: Dados da Pesquisa. DP = Desvio padrão; IMC = índice de massa corporal; CA = circunferência abdominal; RCQ = relação cintura/quadril; PAS = pressão arterial sistólica; PAD = pressão arterial diastólica. AMDR = Acceptable Macronutrient Distribution Range; Kcal = ingestão calórica. *Teste de Mann-Whitney, para as variáveis: número de filhos e CA. 87,626,252,533,55

11 A tabela 2 nos permite visualizar as frequências de inadequação dos vários parâmetros analisados. Tabela 2. Frequências de inadequação dos parâmetros analisados. Parâmetros n % Renda per capita: < 1/2 Salário mínimo Escolaridade: 8 anos de estudo Presença de tabagismo Acompanhamento médico não realizado Insuficientemente ativos e sedentários 6 22 Sobrepeso e obesidade 8 3 CA inadequada 1 37 RCQ inadequada 9 33 Hipertensão 8 3 Colesterol dietético > 2mg 6 22 Gorduras Saturadas > 7% 1 37 Gorduras Polinsaturadas > 1% 1 4 Gorduras Monoinsaturadas > 2% Fibra total < 2g Carboidratos: AMDR > 65% do VET* 7 26 Proteínas: AMDR > 35% do VET* Lipídios: AMDR > 3% do VET* Fonte: Dados da Pesquisa. *VET: Valor Energético Total DISCUSSÃO Este estudo corrobora com as afirmações recentes de que ao contrário do que se pensou por muito tempo, as doenças crônicas não transmissíveis atingem em maior grau as camadas da população de mais baixa renda e escolaridade. Dados americanos, por exemplo, revelaram a presença de 2 ou mais fatores associados ao aparecimento destas doenças em 88

12 53% dos indivíduos com baixa escolaridade contra 26% daqueles com curso superior (CDC, 25). Resultado análogo também foi encontrado para amostras populacionais brasileiras em diferentes épocas (DUNCAN et al., 1993 e LESSA et al., 24). No entanto, os resultados observados neste estudo curiosamente contrastaram em alguns aspectos com os demais estudos de prevalência para fatores de risco de DCNT em populações de baixa renda; como menor prevalência de sobrepeso/obesidade e sedentarismo e maiores prevalências de tabagismo e hipertensão arterial (CIPPULO et al., 29; FEIJÃO et al., 25; IBGE, 29; BRASIL, 22-23; BRASIL, 211). O que suporta a hipótese que os indivíduos que exercem a atividade profissional relatada, teriam perfil de risco cardiovascular diferente daqueles que exercem outras atividades também com menor nível de remuneração. Além do fato de existirem poucos estudos sobre a saúde dos trabalhadores dos sistemas de gerenciamento de resíduos; os estudos epidemiológicos já realizados encontram grandes entraves, devido à baixa eficiência estatística ligada ao tamanho das populações expostas (SISINNO e OLIVEIRA, 2). Sabe-se também que a maioria dos trabalhos, raramente tem como componente a saúde destes trabalhadores (FERREIRA e ANJOS, 21). Estes fatos dificultam a confrontação dos resultados obtidos neste trabalho com os de outros estudos semelhantes. O perfil dos trabalhadores pesquisados neste estudo corrobora o do estudo de Dias (22) na cidade de Belo Horizonte - MG, onde a maioria é composta de adultos jovens, do sexo feminino, solteiros e com filhos, com baixa renda familiar per capita e escolaridade. É importante a estratificação por gênero e idade, pois é comum acreditar-se que algumas doenças crônicas, sobretudo as doenças do coração, afetem principalmente os homens. A verdade é que as doenças crônicas, abarcando as doenças do coração, afetam mulheres e homens de maneira praticamente igual. Muitos também pensam que as doenças crônicas afetam primordialmente as pessoas mais idosas. Hoje se sabe que quase metade das mortes causadas por essas doenças ocorrem prematuramente, em pessoas com menos de 7 anos de idade (OPAS, 25). Grande parte dos entrevistados não realizava acompanhamento médico frequentemente, assim como outros grupos menos favorecidos da sociedade (CAVALCANTE, 27), pois é sabido que uma maior renda oferece melhores oportunidades de acesso a bens e serviços de saúde (KAPLAN, 1993). 89

13 Ishitani et al. (26) em seu estudo sobre desigualdade social e Doença Arterial Coronariana (DAC), encontrou associação direta entre estas e a taxa de pobreza, fato que o mesmo relacionou ao acesso limitado aos serviços de saúde, devido à associação negativa entre o número de médicos por habitante e a taxa de pobreza relatada por Duarte et al. (22). Um aspecto negativo é que uma parcela muito expressiva do universo deste estudo era tabagista, chegando a 52% dos entrevistados. Valor este muito superior aos dados mais recentes com representatividade nacional, como os levantados pela Pesquisa Especial de Tabagismo (PETab, 28), os quais mostram que a prevalência de fumantes no Brasil é de 17,2% (IBGE, 29). Já o VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas), em 26 encontrou uma prevalência de 16,2% e em 21 de 15,1% para o conjunto das capitais brasileiras (BRASIL, 211). Estudos que relacionaram o tabagismo com categorias de ocupação constataram diferenças muito significativas foram observadas em diferentes categorias; sendo a prevalência maior entre trabalhadores manuais comparados com não manuais. As razões para tais achados ainda não está bem esclarecida, a maior prevalência de tabagismo nos trabalhadores manuais poderia estar relacionada à baixa escolaridade e renda (SMITH, 28); à ausência de aconselhamento médico; ao fato de seu ambiente de trabalho não impor restrições ao hábito de fumar; bem como ao nível de estresse possivelmente associado com as atividades manuais, já que a nicotina ocasiona sensação de tranquilidade (CALASANS, et al., 211). Outro fator preocupante foi a expressiva ocorrência de hipertensão arterial (3%). Outros estudos nacionais e internacionais já detectaram altos índices de doenças coronarianas e hipertensão arterial entre trabalhadores de limpeza urbana. Anjos et al. (1995) encontraram 46% de hipertensão arterial. Estes valores são superiores aos relatados para outros estudos representativos onde a prevalência deste fator de risco girava em torno de 2% (CIPPULO et al., 29; FEIJÃO et al, 25; BRASIL, 211). Levanta-se aqui a hipótese que o alto índice de tabagismo deste estudo poderia contribuir para a elevada prevalência de hipertensão arterial, já que a nicotina ao se unir a receptores colinérgicos nicotínicos provoca vasoconstrição periférica, aumento da pressão arterial e aumento da frequência cardíaca (CALASANS, et al., 211). Um ponto favorável para a proteção desta população contra os eventos 81

14 cardiovasculares foi a presença de grande parcela de indivíduos ativos, fato que decorre da necessidade dos mesmos se deslocarem de sua residência até o local de trabalho. Para tanto eram utilizados como meios de locomoção a caminhada e a bicicleta. Foi observado para estes indivíduos, um período de atividade física mínimo de 3 minutos ao dia durante 5 dias da semana (15 minutos semanais), o que corresponde exatamente a recomendação adotada por este estudo. No Brasil um inquérito relativamente recente (BRASIL, 22-23) que avaliou a prática da atividade física na maioria das capitais brasileiras, encontrou prevalências de sedentarismo que variaram de 28% (Fortaleza e Belém) a 55% (João Pessoa). Sendo assim a frequência de sedentarismo deste estudo (22%) está abaixo da menor média encontrada recentemente em uma capital do país. Outro fator interessante, apontado por vários estudos e que apoia o resultado deste trabalho, é que no Brasil enquanto os mais pobres são menos ativos no lazer, eles têm um maior nível de atividade física nos outros domínios, como no deslocamento para o trabalho, no próprio trabalho e nos serviços domésticos (COSTA et al., 25; HALLAL et al., 23; MONTEIRO et al., 23). A avaliação da ingestão de nutrientes é essencial para a definição de políticas de saúde e para a avaliação dos fatores que podem estar envolvidos na ocorrência de doenças (OLIVEIRA, 28). Inúmeros trabalhos têm comprovado a associação da dieta com a maior incidência de enfermidades crônicas, entre elas, as doenças cardiovasculares. O consumo elevado de colesterol, lipídios, açúcares e ácidos graxos saturados somados ao baixo consumo de fibras e gorduras monoinsaturadas, participam na etiologia das DAC, dislipidemias, obesidade, diabetes e hipertensão (CASTRO, 24). O resultado da análise de ingestão de macronutrientes encontrado neste estudo confirma o de alguns trabalhos, em que a gordura é o macronutriente para o qual se observa uma maior frequência de ingestão inadequada, principalmente nas populações de baixa renda. Apesar de outros indicarem maior nível de ingestão de gordura de acordo com o aumento dos rendimentos, o fato dos estudos utilizarem diferentes métodos de coleta de informação alimentar e mesmo a própria definição de posição socioeconômica ser diferente nos vários estudos, limita muito as comparações e pode, em parte, esclarecer as 811

15 discrepâncias (OLIVEIRA, 28). Fazendo menção às características dos diferentes tipos de gorduras ingeridos pelos entrevistados, percebe-se que a qualidade dos lipídios deixa a desejar, com grande parcela ingerindo significativas cotas de gordura saturada e baixas de gorduras monoinsaturadas, isso provavelmente se deve ao preço dos alimentos fontes. Todavia o percentual de ingestão acima da recomendação para o colesterol se mostrou relativamente abaixo do esperado, fato que poderia refletir um aspecto positivo. Porém, quando este fato é analisado mais profundamente, podemos supor que provavelmente a baixa ingestão de colesterol, é devida à reduzida ingestão de produtos de origem animal pelo custo elevado, confrontando com o poder aquisitivo extremamente reduzido da população do estudo. A ingestão de proteínas não se mostrou fora das recomendações para nenhum indivíduo. No estudo de Oliveira (28) foi encontrada uma situação semelhante, com inadequação de ingestão proteica de praticamente zero. No presente estudo verificou-se que apesar da baixa ingestão de produtos de origem animal, o hábito de consumo de leguminosas dos entrevistados contribuiu significativamente para o alcance das recomendações de ingestão proteica. Dados epidemiológicos e experimentais confirmam que o consumo de leguminosas diminui a colesterolemia total, o LDL - colesterol e apresenta também efeitos favoráveis na pressão arterial, na regulação glicêmica e no peso corporal. Os mecanismos para estes efeitos cardioprotetores são multifatoriais e estão provavelmente relacionados ao aumento da excreção de ácidos biliares e de esteróis neutros, além de uma ação sinérgica entre vários fitoquímicos como a fibra alimentar, a proteína vegetal, fitosteróis, saponinas e outros (MARTINS e BENTO, 27). O percentual de indivíduos que ingerem carboidratos além da recomendação foi expressivo (26%). Segundo Morris e Zemel (1999), uma atenção especial tem sido dada aos carboidratos, uma vez que as taxas de doenças cardiovasculares, diabetes e obesidade têm aumentado nos indivíduos com dietas ricas em carboidratos simples. E nos grupamentos mais pobres há predomínio de uma alimentação à base de carboidratos e gorduras, altamente indutoras da obesidade (MARTINS et al., 1999). Como se pode constatar pela análise do hábito alimentar, 52% e 89% dos 812

16 indivíduos não tem como hábito a ingestão de hortaliças e frutas, respectivamente. Este fato deixa claro o motivo da reduzida ingestão de fibras que está abaixo da recomendação para 78% dos indivíduos. Neste caso há associação estatística positiva entre o reduzido consumo de fibras e o sexo feminino. O insuficiente consumo de frutas e hortaliças pela maioria dos triadores pode ser apontado como um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. O Inquérito Nacional para Fatores de Risco de Doenças Crônicas verificou que em todas as regiões do país o consumo de frutas, verduras e legumes é sempre inferior entre as pessoas de menor escolaridade (BRASIL, 25). A OMS estima que o insuficiente consumo de frutas e hortaliças está relacionado à cerca de 3% das doenças isquêmicas do coração e 11% dos casos de acidente vascular cerebral (INSTITUIÇÃO, 28). A OMS sugere a utilização de indicadores antropométricos como preditores de risco para doenças crônicas não transmissíveis (WHO, 1995). Podemos dizer que neste estudo encontrou-se uma prevalência de sobrepeso e obesidade (3%) abaixo da média nacional recente e de trabalhos com representatividade, o que pode ser creditado ao perfil de trabalho desenvolvido aliado a menor renda. Por exemplo, no Brasil para os homens em 1989 essa prevalência era de 29,9% segundo a Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição (PNSN) (INAN, 199), atingindo 41,4% em 22/3 e 5,1% em 28 segundo as Pesquisas de Orçamentos Familiares- POF (IBGE, 23; 21). Em mulheres a tendência foi semelhante, atingindo 48% de excesso de peso em 28 (IBGE, 21). Vários estudos já mostraram que quanto maior o IMC da população, maior é a prevalência de fatores de risco cardiovasculares (CERCATO et al., 2); assim também como a mortalidade por estas doenças é maior nos altos extremos da distribuição do IMC (ANJOS et al., 1995). Em adição, inquéritos domiciliares sobre a ocorrência de condições de saúde e nutrição da população brasileira têm revelado crescimento acelerado da obesidade, em particular entre os estratos sociais de menor renda (MONTEIRO et al., 25). Apesar do uso do IMC como indicador de sobrepeso, os indivíduos diferem em relação à composição corporal e localização da gordura. Por isso o uso do IMC deve ser associado a medidas da distribuição de gordura, como a CA e RCQ, para melhor predizer o risco (CASTRO et al., 24). No caso deste estudo há prevalências significativas de 813

17 valores aumentados de CA (37%) e RCQ (33%), indicando, portanto risco aumentado para o desenvolvimento de distúrbios cardiovasculares. CONCLUSÃO Alguns resultados deste trabalho foram diferenciados de outros estudos conduzidos com a população de maneira geral, como menor prevalência de sobrepeso/obesidade e sedentarismo e maiores prevalências de tabagismo e hipertensão arterial. Alguns dos fatores favoráveis para a prevenção de eventos coronarianos eram decorrentes da desfavorecida condição social; como a realização de atividade física para o deslocamento até o local de trabalho e para execução do mesmo, e a ingestão de uma cota baixa de produtos industrializados e colesterol, consequência direta do custo mais elevado. Esses fatos suportam a hipótese recente de que de acordo com o contorno social e atividade profissional executada, os indivíduos podem exibir perfis diferenciados de risco cardiovascular e para outras doenças crônicas não transmissíveis, mesmo estando incluídos em um mesmo estrato social ou populacional. No entanto, a baixa renda e escolaridade, o alto índice de tabagismo e hipertensão arterial, a ausência de acompanhamento médico, os valores aumentados de CA e RCQ, a alta ingestão de gorduras totais e saturadas, a baixa ingestão de fibras, frutas, hortaliças e gorduras monoinsaturadas nos remetem a necessidade de realização de mais estudos e a implantação de estratégias plausíveis de intervenção, como por exemplo, a criação de programas permanentes de educação nutricional e a inserção dos trabalhadores em programas de acesso a alimentação saudável; objetivando a prevenção das doenças cardiovasculares para os trabalhadores dos sistemas de gerenciamento de resíduos urbanos, que frequentemente se encontram excluídos dos programas de intervenção. REFERÊNCIAS ADA - American Dietetic Association (ADA). Position of the American Dietetic 814

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