INTERFRANCHISING. LEVOU MARCAS E OPORTUNIDADES AO CENTRO DO PAÍS Pág. 4. Cort&Cose ajusta tipos de investimento

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1 Este suplemento faz parte integrante da Vida Económica nº 1464, de 19 de outubro 2012, e não pode ser vendido separadamente INTERFRANCHISING LEVOU MARCAS E OPORTUNIDADES AO CENTRO DO PAÍS Pág. 4 Cort&Cose ajusta tipos de investimento empreendedor Pág. 2 COSTA COFFEE de novas unidades ao turismo Pág. 3 Onebiz expande para Médio Oriente e reforça presença Pág. 8 Colaborações:

2 2 sexta-feira, 19 de outubro 2012 FRANCHISING Cort&Cose alarga portefólio de oportunidades de investimento Se vai arriscar num negócio, jogue pelo seguro. Quando os tempos são de risco, nada melhor que arriscar num negócio seguro. A marca nacional de lojas de arranjos de costura Cort&Cose inaugurou uma nova unidade, desta feita no Dolce Vita Tejo. Segundo Catarina Pinto, responsável da marca, esta unidade foi aberta no regime mais comum, isto é, no modelo tradicional, na medida em que será um negócio complementar a outra atividade para o nosso franchisado. Para além do modelo dito tradicional, a marca oferece ao mercado um outro conceito, apelidado Quiosque. Segundo aquela responsável, o quiosque tem vindo a ser um verdadeiro sucesso, até porque, desde o seu lançamento em 2010, foram realizadas adaptações que nos permitem uma adaptação ainda maior ao espaço disponível, nomeadamente através da inovação que consiste no provador elevatório. Neste novo formato são já três os quiosques em operação: Continente de Torres Novas, Continente do Barreiro e C. C. Gran Plaza, no Porto. Por sua vez, o quiosque tradicional, alto e com provador convencional, está mais disseminado pelo país, encontrando- -se cinco unidades em funcionamento na área da Grande Lisboa, associadas a unidades do grupo Jerónimo Martins. Ainda para este ano estão previstas as aberturas de três novos quiosques em espaços da Jerónimo Martins: Av. 5 de Outubro, Campolide e Mafra. Por outro lado, a marca pretende reforçar o conceito em franchising low-cost, sendo que a tabela de preços foi reajustada. Neste momento, esclareceu Cristina Pinto, é possível abrir o conceito Cort&Cose a partir de 20 mil euros. É uma solução muito ajustada, acessível, sendo que ainda facilitamos o pagamento da solução. Em termos gerais, o perfil indicado O mercado dos seguros irá crescer nos próximos anos. E você pode ganhar com isso. Escolha a força da rede Accive, a única que lhe oferece vantagens exclusivas: Integração numa Marca Líder e com Forte Poder Negocial Software Integrado de Gestão do Negócio Suporte Centralizado e Permanente Formação Inicial e Contínua Sinergias de Marketing e Comunicação Trabalhamos com todas as Seguradoras. Contacte-nos para saber mais: Accive Insurance Corretor de Seguros, SA., sediada na Rua António Nicolau de Almeida n.º 45, 2º andar Escritório 2.11, Porto, pessoa colectiva número , com o capital social de , inscrito em 17/07/2007 no registo do ISP com o número , com a categoria de Corretor de seguros, com autorização para os ramos vida e não vida, verificável em: A Accive Corretor de Seguros, SA, não assume a cobertura de riscos. Esta informação publicitária não dispensa a consulta da informação pré-contratual e contratual legalmente exigida. Marca conta abrir três novas unidades até final do ano A Cort&Cose oferece três modelos de investimento, adequados a diversos perfis de investimento. para ser franchisado Cort&Cose passa por profissionais que queiram um investimento empresarial ou uma experiência profissional por conta própria em condições justas e acessíveis, referiu aquela responsável. É também importante ter algum tempo para dedicar à loja, o que não impede a manutenção de uma atividade profissional por conta de outrem. Três modelos de investimento Para cada uma das soluções Cort&Cose foi definido um perfil tipo. Assim, o Modelo Tradicional confere a possibilidade de deter e gerir um negócio próprio seguro e socialmente reconhecido, de forma perfeitamente conciliável com uma ocupação profissional principal, disse Cristina Pinto. Apesar de uma gestão próxima ser essencial, este modelo não implica funções operacionais e, logo, a presença contínua na unidade. O modelo Auto-Emprego é destinado a quem quer criar o seu posto de trabalho, como líder de uma unidade Cort&Cose. Este requer disponibilidade em full-time e forte apetência para a gestão presencial de pessoal e para o relacionamento interpessoal, nomeadamente no atendimento, sendo que não é de todo necessário experiência na área da costura, explicou aquela responsável. Marca avança para Angola Já a solução Cessão de Exploração poderá constituir uma ótima forma de investimento a médio e longo prazo, disse. Através da cessão de exploração, o negócio é do franchisado, mas a sua exploração não. Terá a explorar e a gerir a loja alguém completamente dedicado que rentabiliza o seu investimento, entregando-lhe um retorno mensal. Esta flexibilidade de opções tem permitido à empresa adaptar-se, por um lado, à atual conjuntura da economia e às consequentes dificuldades de financiamento. Segundo Catarina Pinto, temos tido muita procura e mesmo as unidades da marca têm conseguido manter os níveis de atividade, com algumas perdas, é certo, mas que nada são quando comparadas com as que o sector do pronto-a- -vestir, por exemplo, tem vindo a sofrer. Por outro lado, acrescentou, temos feito inovações ao nível do atendimento e temos apostado nas parcerias como forma de colmatar as perdas por via da conjuntura económica. Assim, no decurso do ano, inaugurámos oito novas unidades até à data e contamos abrir mais três até ao final do ano, resumiu Catarina Pinto. Até final do ano serão três novas unidades na modalidade quiosque em galerias Pingo Doce e, em princípio, um quiosque com provador elevatório numa galeria Sonae, concluiu Paralelamente, a Cort&Cose prepara a expansão para outros mercados, nomeadamente países de língua oficial portuguesa. Como explicou Catarina Pinto, responsável da marca, continuando um percurso de crescimento e sustentação da rede em Portugal, iremos inaugurar, em Novembro, a primeira loja da marca em Angola, no Centro Comercial Atrium Nova Vida, em Luanda Sul. Desta forma, será dado um primeiro passo para a expansão internacional da marca e do conceito. A escolha daquele espaço comercial deve-se ao facto de, segundo a mesma responsável, oferecer um mix completo de serviços aos seus visitantes, onde o conceito de costura personalizada não poderia faltar. A loja do Atrium Nova Vida será inaugurada em regime de franchising. Este é, para já, o modelo considerado adequado ao momento, expectando-se que no futuro e noutros mercados seja possível a criação da figura de Master Franchising para cada um dos países onde a marca possa vir a marcar presença

3 FRANCHISING sexta-feira, 19 de outubro Franchise Roadshow 2012 chega ao Porto em Novembro Depois de Viseu, o Porto. O Franchise Roadshow 2012 continua a sua volta pelo país, estando prevista a realização deste evento na Invicta no próximo dia 17 de Novembro, depois da realização em Viseu. Com efeito, integrado no evento Expo Oportunidades, que decorreu no Pavilhão Expovis, Viseu foi a sexta cidade que recebeu o Franchise Roadshow. Neste encontro, várias marcas franchisadas procuram potenciais parceiros e interessados em criar o seu próprio negócio, ou emprego. A iniciativa, lançada pelo Instituto de Informação em Franchising (IIF), em parceria com o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), está a percorrer, entre Março e Novembro de 2012, sete capitais de distrito, que representam 40% do poder de compra nacional e que pretende ser um impulsionador do empreendedorismo regional, em articulação com instituições nacionais e locais. Recorde-se que o Franchise Roadshow já passou por Faro, Coimbra, Évora, Castelo Branco e Braga. Neste, tem lugar um seminário onde é feita uma abordagem global do franchising como forma de criação de empresas, que analisará as perspetivas e as principais etapas da criação de um negócio. Seguidamente, serão realizados dois painéis, cada um com quatro marcas, que irão apresentar os seus conceitos de negócio. Os temas associados ao financiamento e gestão serão ainda tidos em conta. O Franchise RoadShow de Viseu contou ainda com a participação de nove marcas de franchising de diversos setores de atividade que procuram parceiros na região. Entre estas estão a NBrand, grupo OneBiz, Optimus Negócios, Poster Digital, Decisões e Soluções, Stetikxpress, Solar Project, Vertical e Tactum. JOSÉ VIEIRA LOPES Managing Director Teamvision Franchise Services & ptfranchising.com Portal Português do Franchising A internacionalização pela via do franchising (V) Area Developer Nesta terceira hipótese, o franchisador concede a um único franchisado o direito exclusivo de desenvolver a rede e abrir um certo número de estabelecimentos em determinado país ou território, de acordo com um plano preestabelecido. O area developer é uma empresa que compra os direitos de um país ou região, que, ao contrário do master franchise, não vai subfranchisar, ou seja, todas as unidades são da própria empresa. Nesta forma de expansão, a gestão do sistema é facilitada pela existência de um único franchisado que garante à partida o pagamento integral do direito de ingresso para todo o território. A maior desvantagem decorre do risco de haver um único franquiado que, em caso de litígio, coloca em causa a marca do franchisador. Em suma, independentemente da forma e da sua estruturação, o sistema de franchise é uma excelente oportunidade de crescimento de empresas cujo modelo de negócio assente na inovação ou em competências organizacionais, ou seja know-how e metodologias, que possam ser replicadas e geradoras de vantagens competitivas noutros mercados. Para as empresas portuguesas que cumpram estes requisitos e existem muitas, Portugal não basta! Paulo Vilhena em seminário Paralelamente, o IIF - Instituto de Informação em Franchising, promove o seminário Como fazer crescer as suas vendas, que decorrerá no dia 5 de dezembro, em Lisboa. Este será conduzido por Paulo Vilhena, empresário e especialista na área de vendas, autor do O livro secreto das vendas. Através desta formação visa-se sensibilizar o tecido empresarial para os aspetos essenciais para o crescimento das empresas: Conhecer e saber como a força do otimismo pode influenciar o seu rendimento ; identificar como transformar vendas em lucro ; sensibilizar para as ferramentas que podem utilizar para otimizar os resultados ; determinar os fatores de sucesso para criar valor numa empresa e compreender quais as competências de liderança essenciais. Ao contrário do que vejo a maior parte das empresas fazer, acredito que o mais difícil nos negócios nem sequer é vender, mas sim conservar uma parte do dinheiro gerado por essas mesmas vendas. E é aqui que entra a capacidade e o conhecimento do próprio empresário, destaca Paulo Vilhena. O seminário pretende proporcionar uma experiência de aprendizagem interativa, dando especial atenção ao esclarecimento de dúvidas e partilha de experiências entre todos os intervenientes da formação Franchise Roadshow 2012 percorre sete capitais de distrito que representam 40% do poder de compra nacional

4 4 sexta-feira, 19 de outubro 2012 FRANCHISING Patrick Mendes, diretor-geral da InterFranchising, considera que franchising deveria ter entidade reguladora InterFranchising leva novos negócios à região Centro A região centro conta já com um certame dedicado ao franchising. Patrick Mendes, diretor-geral da Interfranchising, explicou à VE que deste certame resultam 25 a 50 novos contratos de franchising, que representam 100 novos postos de trabalho. A participação de marcas de origem nacional dominou o certame, que contou ainda com uma importante representação brasileira. Vida Económica - Que aspectos destacaria da Interfranchising? Qual o seu público- -alvo e que impacto pode ter na zona Centro? Patrick Mendes - A Expo InterFranchising destaca-se pela sua multidisciplinaridade, espelhada no conceito NET - Negócios, Empreendedorismo e Tecnologia. Ao nível dos negócios, este evento reuniu, a par de fornecedores de diversas áreas, empresários e investidores em torno das mais variadas marcas nacionais e internacionais. A parte do empreendedorismo, com a presença de instituições e profissionais de formação/ consultoria, centrou-se na partilha de conhecimento na área empresarial e informação sobre apoios à criação e desenvolvimento sustentável de empresas. O público-alvo são atuais e futuros empresários, investidores, estudantes e público com interesse nas temáticas do empreendedorismo, mundo empresarial e formação de profissionais. Para além da considerável participação de marcas a operar em regime de franchising em Portugal, a procura e o interesse, até agora demonstrado, por parte de instituições de ensino universitário, incubadoras de empresas, associa- A Expo InterFranchising, que teve lugar em Pombal, vem de certa forma colmatar ou esbater a necessidade de presença deste tipo de certames em todas as regiões do país. Assim, assente em três modelos de atuação: Negócio, Empreendedorismo e Tecnologia, o certame pretendeu dar resposta a várias interrogações que normalmente se colocam a potenciais investidores ou empreendedores, mas também aos próprios empresários. Entre estas, por exemplo, estão: Como captar investidores para a minha marca? ou Como transformar o meu conceito num franchising de sucesso? Para além disso, na vertente empreendedorismo, o certame procurou explicar aos investidores Existe défice de formação empresarial por parte de alguns franchisadores, refere Patrick Mendes. Marcas nacionais dominam certame como proceder à seleção das marcas e conceitos em quem apostar e onde encontrar parceiros de negócio credíveis e eficazes. Ao nível da tecnologia, o debate recaiu sobre a forma como este pode melhorar a gestão das redes e apoiar franchisados. O certame contou ainda com uma comitiva especial de marcas nacionais e instituições brasileiras, com o apoio da ANFranchising - Associação Nacional de Franchising. Nesse sentido, também marcou presença um representante da Câmara do Comércio Brasil-Portugal, que abordou a temática das relações entre os dois países. A realização da Expo Interfranchising deve ser percebida como um sinal claro ções empresariais, entre outras, pode ser um sinal da importância deste evento na região Centro. Com a presença da Universidade de Coimbra ou do Instituto Politécnico de Leiria, podemos afirmar que a zona Centro está ávida de eventos deste género que pretendem dar a conhecer outras soluções para o futuro, tendo o empreendedorismo como base para o desenvolvimento profissional e pessoal. dado pelos diversos players nacionais de aposta num modelo de negócio que continua a aumentar de acordo com dados do 17º Censo do Franchising, o número de marcas franchisadas em Portugal aproxima-se das 600 e gera um volume de negócios que ultrapassa os cinco milhões de euros, disse Patrick Mendes. Para além da predominância dos serviços especializados, aquele responsável destacou ainda a tendência de proliferação de marcas made in Portugal. Entre estas destacam-se a Academia Apamm, Assistebem, Casa Viva, Comunicarte, Ductus, Estamos Aí, GesArrenda, Gofranchising.pt, Increment, Low-Cost.come, My Fit, Trema, Zineo e grupo Os Mosqueteiros Intermarché, Bricomarché e Roady VE - Quantas empresas estiveram representadas e quais os setores de mercado mais expostos? PM - Para além da presença de vários organismos institucionais, estiveram representados na Expo Interfranchising cerca de 40 empresas/marcas. Existe uma grande variedade de setores, com destaque para a mediação de obras, formação profissional, compra e venda de ouro, alimentação e sector imobiliário. VE - Quantos visitantes receberam e quantos contratos e postos de trabalho resultam? PM - As previsões apontavam para um número entre 2500 e 4000 visitantes. Para além da capacidade negocial das marcas presentes que resultarão em contratos para abertura de novas lojas franchisadas estima-se que o evento possa gerar, direta ou indiretamente entre 25 e 50 contratos que poderão corresponder a mais de 100 novos postos de trabalho. Défice de regulação em Portugal VE - Que aspetos considera que atualmente mais preocupam os empresários do franchising dificuldades de financiamento, saturação de alguns conceitos em determinado setores, ou outros temas? PM - Muitos dos desafios do franchising em Portugal, em nossa opinião, são semelhantes à generalidade das empresas; outros são mais específicos da área. Entre estes contam-se a dificuldade de financiamento, o défice de formação empresarial de alguns franchisadores, a falta de legislação na área do franchising, a não-existência de entidade reguladora do franchising em Portugal ou a falta de apoio institucional e político para esta vertente de expansão de negócios. VE As alternativas ao financiamento muitas vezes apontadas constituem-se como reais e efetivas no franchising, seja na abertura de novas unidades, seja na perspetiva de internacionalização das marcas nacionais? PM - Hoje em dia, as formas de financiamento são escassas e, como tal, é expectável que os franchisadores pretendam ter acesso a fontes de financiamento que possam apoiar o seu crescimento nacional e internacional. Os programas de financiamento estão atualmente vocacionados para a realidade da exportação, mas são, no entanto, para todas as empresas em geral, sejam elas exportadoras de produtos, serviços ou conceitos de negócio. VE - Existe uma forte representação de marcas ou conceitos ditos low-cost e microfranchising? Esta tendência poderá ser reforçada? PM - A área do franchising segue de perto a tendência generalizada da conjuntura económica. Como tal, os conceitos low-cost estão, neste momento, a proliferar no nosso país, tanto ao nível do franchising em si por exemplo através dos direitos de entrada e royalties como nos serviços ou produtos que as marcas desenvolvem. Pensamos que esta tendência irá continuar e que as marcas low-cost poderão constituir uma parte significante da oferta ao nível do franchising

5 FRANCHISING sexta-feira, 19 de outubro Afirma José Sousa, sócio-gerente da Marhotel, empresa que representa a Costa Coffee em Portugal Costa Coffee inicia no Porto projeto de expansão a quatro anos A baixa do Porto recebeu a mais recente unidade da marca Costa Coffee. A estratégia aponta para a abertura em locais de forte penetração turística, visando retirar benefícios do reconhecimento da marca de origem britânica. Assim, entre os próximos destinos de abertura está o Algarve, disse José Sousa, responsável da Marhotel, à VE. A Costa Coffee tem o seu posicionamento próprio e não está na corrida dos conceitos low-cost, explicou José Sousa, responsável da marca. VE - Podemos falar de crescimento numa conjuntura negativa? JS - Como estamos no arranque de uma fase de expansão só poderemos ter crescimento. VE - Qual a estratégia adoptada para o mercado nacional? JS - Como já anteriormente referi, a zona Norte deu início à expansão da marca Costa Coffee e irá continuar na cidade do Porto e não só. Iremos simultaneamente começar a mesma expansão no Algarve, junto dos centros turísticos. VE - De que forma tiveram que adaptar a vossa estratégia comercial e de expansão à presente conjuntura? JS - A expansão iniciou-se já num tempo de crise, não havendo necessidade de adaptações. O plano de expansão foi desenhado já de acordo com a conjuntura. VE - Na vossa estratégia estão acordados apoios de financiamento com instituições bancárias ou outros parceiros? JS - A Marhotel não irá ter franchisados e irá ser ela própria a abrir todas as lojas previstas para o território nacional, ao abrigo do contrato que, em regime de exclusividade, celebrou com a marca Costa Coffee. Nesta estratégia contamos com capitais próprios e financiamento de entidades bancárias Vida Económica - Que balanço faz do desempenho da marca Costa Coffee em Portugal? José Sousa - A Marhotel opera a marca em Portugal há cerca de dois anos. A atividade no primeiro ano iniciou- -se com a abertura de três lojas no Aeroporto Internacional de Faro. A seguir abrimos uma quarta loja no Aeroporto Sá Carneiro. Os resultados têm sido muito acima do que tínhamos projetado para esta fase do projeto e, como corolário do mesmo, gostaríamos de levar a marca para o aeroporto internacional de Lisboa. VE - Que balanço pode ser traçado de 2012 quanto ao franchising Costa Coffee em Portugal? JS - No ano 2012 iniciámos de facto um plano de expansão para todo o território nacional. A abertura de uma loja de referência junto à torre dos Clérigos, na cidade do Porto, marca o arranque da expansão da marca, de forma sistemática e sustentada, nos próximos quatro anos. VE - Por que razões apostaram na abertura de uma unidade no centro do Porto, mais particularmente nos Clérigos? JS - A existência de uma loja Costa Coffee na zona pública do Aeroporto Sá Carneiro foi um fator determinante na escolha da cidade do Porto para a primeira grande loja de rua em Portugal. Tínhamos já investido num centro de produção próprio para fornecimento (sandes e bolos) da referida loja, uma vez que pretendemos ter um controle absoluto sobre a qualidade dos produtos que vendemos. Possuíamos, desta forma, uma infraestrutura de apoio capaz de suportar várias lojas na zona norte do país. Logo, o passo natural seguinte seria expandir a presença da marca no norte do pais, a começar pelo Porto. Tendo surgido uma oportunidade junto à Torre dos Clérigos, inserida num projeto de grande qualidade, não hesitámos. A componente turística do público que visita a área gera sinergias com as lojas do aeroporto, sendo mais um fator a concorrer para o êxito deste projeto. De qualquer forma a cidade do Porto, com a sua importância e características únicas, seriam sempre um alvo preferencial para a marca Costa Coffee em Portugal. O Costa Coffee Porto contempla cerca de 400 m2 de área total no Passeio dos Clérigos e conta com 14 novos baristas. Esta procura localizações onde goze do reconhecimento que os turistas votam à marca. Três novas unidades em 2012 VE - Quantas unidades franchisadas estão abertas e quantas pretendem abrir até final do ano? JS - Até ao momento a Marhotel possui cinco lojas em Portugal continental: três no Aeroporto Internacional de Faro, uma no aeroporto Internacional Sá Carneiro e a mais recente junto da Torre dos Clérigos. Contamos abrir mais três lojas até ao final do ano.

6 6 sexta-feira, 19 de outubro 2012 FRANCHISING Iberia Advanced Healthcare gere grupos funcionais para desenvolver projetos inovadores Metodologia de gestão Boss Free estimula empreendedorismo São cada vez mais as empresas que adotam um modelo de funcionamento e gestão que dispensa a figura tradicional do patrão. Estes modelos, ditos boss free, começam a ganhar terreno no nosso país, estimulados pelo desempenho que algumas multinacionais, como a GE, conseguem obter a partir da dinâmica dos seus colaboradores. Em Portugal, a Iberia Advanced Healthcare é uma empresa que atua na área da saúde e desenvolve projetos inovadores que resultam do cruzamento de várias áreas do conhecimento. Segundo António Lúcio Baptista, CEO da empresa, esta nasceu porque detetámos uma lacuna no mercado: a falta de plataformas que façam a transferência, de forma organizada e metodológica, entre a investigação científica e as empresas comerciais e industriais que, posteriormente, coloquem os produtos no mercado. Rapidamente os seus responsáveis aperceberam-se que existem áreas complementares, nomeadamente no desporto e no lazer, que podem sofrer benefícios importantes desta associação e do cruzamento de conhecimento. Na sua opinião, a saúde oferece grandes oportunidades para desenvolver novos projetos, de valor acrescentado, que possam ser importantes para a vida das pessoas. Ao mesmo tempo, são produtos comercializáveis e exportáveis, disse à VE. Equipa boss free remunerada por projeto Modelo estimula empreendedorismo As universidades, por outro lado, começaram a compreender que necessitam de ver o empreendedorismo com outros olhos. Isto porque, referiu, têm que recolher financiamento alternativo, através de parcerias em que possam beneficiar da propriedade intelectual fornecida às empresas e, por outro lado, da capacidade de recorrer aos fundos comunitários. A novidade que a Iberia aportou está em integrarmos doutorados e mestres de várias áreas de conhecimento, num cruzamento que se tem revelado muito importante na geração de novos projetos avançados ; porém, segundo aquele responsável, faz-se também entre gerações, com pessoas novas de grande capacidade e outras de grande experiência acumulada. É uma transmissão de conhecimento que passa por osmose, com benefícios mútuos. Nesse sentido, a Iberia implementou uma metodologia para entusiasmar esta equipa, remunerada por projeto, designada boss free, em que não há uma hierarquia rígida, antes uma grande flexibilidade entre projetos, e focada em resultados, esclareceu. António Lúcio Baptista deu como exemplo a GE, que desenvolveu e implementou esta metodologia em vários departamentos, com resultados muito positivos: Até as secretárias têm rodas, pois não há lugares fixos, todos partilham os projetos. A principal dificuldade detetada, sublinhou, é que os novos colaboradores necessitam de um prazo de adaptação, que pode ir de seis a oito meses Esta forma de trabalho permite cruzamento de conhecimento, mas também na capacidade de motivar as empresas a estarem abertas à inovação, considera António Lúcio Baptista. Metodologia Boss Free com resultados no terreno Há exemplos concretos da aplicação da metodologia Boss Free já no terreno: António Lúcio Baptista referiu um projeto de meias elásticas funcionalizadas com nanotecidos, já patenteado e em fase de industrialização, que transmitiu inputs para o desenvolvimento de um dispositivo médico para doentes oncológicos com têxtil funcionalizado. Paralelamente, outros cientistas que trabalham com nanofibras dão inputs para projetos na área do desporto. Verifica-se o cruzamento de know-how e crítica positiva, tanto na fase de desenvolvimento dos projetos como na fase de testes. Assim, este modelo reúne especialistas nas áreas do desporto, saúde, lazer, nanofibras e novos têxteis funcionalizados, com tecnologia incorporada, os quais são estimulados a contribuírem para um todo comum. Um outro exemplo, este mais desenvolvido, é o das Pistas Check-up. Estas são formadas por um conjunto de equipamentos, que podem ser instalados em espaços públicos, mas também ginásios, campos de golfe, marinas, spas, entre outros, onde as pessoas poderão fazer o seu auto check-up periódico e o seu exercício de forma orientada. Trata-se de aplicar o conceito Avalia-te a ti próprio, desenvolvido pela Iberia, que pretende estimular que as pessoas se tornem autónomas na sua saúde, de forma preventiva e com uma componente educativa, com forte responsabilidade social ANTÓNIO GODINHO Administrador Sartorial A competitividade: o desafio do crescimento económico de Portugal Na atual conjuntura económica, a pequena unidade de produção ou comercial não tem condições de sobreviver hoje de forma isolada. Cooperar, associar, formar redes e internacionalizar é o segredo para poder competir com sucesso no século XXI. A cooperação é a atitude de trabalhar em conjunto e em benefício de metas comuns. Esta é a melhor maneira de se potenciar resultados. Existem diversas formas de cooperação, desde a forma da cooperativa, passando pelo associativismo, até ao modelo de franchising, para colocar em prática esta estratégia. É por aqui que as micro e as pequenas empresas, que têm na agilidade uma das suas vantagens, se podem tornar competitivas. E a competitividade, sabemos todos, é vital para ultrapassarmos esta crise. A visão acerca do termo competitividade esteve, historicamente, ligada à existência de recursos financeiros e de infra-estrutura adequada. Assim, os seus detentores teriam mais hipóteses de progresso. Tal compreensão vigorou até à última década do século passado, quando alguns países com menos recursos financeiros, porém com maior capacidade de organização, revelou um novo caminho para a conquista de condições de competitividade externa e interna. A tradução mais adequada para este contexto pode ser definida como atitude cooperativa e profunda sinergia entre os empreendedores. Se a palavra competitividade for seccionada, encontram-se pelo menos dois subconteúdos: competição e produtividade. É assim que alguns especialistas encaram o termo. A competitividade pode ser descrita como produtividade, não apenas no seu contexto imediato de eficiência na produção de bens e serviços por unidade de trabalho ou capital, mas também pode e deve ser relacionada ao valor dos produtos e serviços. Competitividade deve ser também associada à capacidade de inovação e à prosperidade de uma região ou de um país. A capacidade de inovação de uma nação, seja estratégica ou tecnológica, é um elemento crítico e central para garantir o nível de competitividade. Quando isso ocorre, pode-se afirmar que é possível aumentar o nível de prosperidade, cuja essência reside no crescimento económico. Desde o nascimento do movimento cooperativo na Inglaterra, no século XVIII, o associativismo aparece como uma alternativa à concentração de rendimento e capital produzida pela Revolução Industrial. Por outro lado, a cooperação pode ser uma poderosa ferramenta para inserir muitos empreendedores - que hoje estão jogados a uma pequena dimensão local - no vigoroso espaço da competição empresarial estruturada. Quando a excelência da gestão produzida pelo movimento empreendedor é acrescida do valor da cooperação, eleva-se consideravelmente a capacidade das empresas envolvidas para competir. Assim, um modelo nacional de fomento e estímulo competitividade deve contemplar tanto o conceito de cooperação quanto a obrigatoriedade de tratar os entes cooperantes como empresas. Mas, afinal, quais são os benefícios reais para que as empresas adotem uma postura de cooperação e passem a trabalhar articuladamente? A resposta é simples: possibilitar o acesso a conhecimento, modelos, informações e tecnologias sem canibalizar os parceiros entre si; reduzir custos com a partilha de estruturas operacionais; adquirir força através de uma rede de interesses, elevando o poder negocial e qualificar a capacidade de empreender e gerir. O associativismo consiste assim, na possibilidade real de aglutinar produtores de bens e serviços com diferentes características para trabalharem juntos. A atitude cooperativa é imprescindível para se obterem melhores resultados que, se somados aos esforços de outras empresas do mesmo setor ou cluster, podem influenciar a situação competitiva de todo um conjunto de empresas. De facto, a grande resposta das empresas à globalização e à concorrência externa tem sido a regionalização, ou seja, a cooperação e a integração de esforços para tornar toda a cadeia produtiva de uma região competitiva. Às vezes, é importante cooperar e competir ao mesmo tempo com as demais empresas da cadeia produtiva ou região. A competitividade de uma empresa não depende apenas das ações internas desempenhadas pela organização em si, mas, também, da forma como ela se relaciona com as demais empresas e instituições atuantes na sua cadeia produtiva e na sua região de abrangência

7 FRANCHISING sexta-feira, 19 de outubro Candidaturas abertas para a segunda edição até 31 de Outubro Prémio Kaizen Lean em marcha A segunda edição do Prémio Kaizen Lean está em marcha. As candidaturas para este galardão, que distingue as entidades com exemplos de boas práticas, garantindo um aumento de competitividade e a criação de valor acrescentado estão abertas até ao próximo dia 31 de Outubro. O Kaizen Institute vai atribuir quatro galardões e quatro menções honrosas, nas áreas da produtividade, qualidade, saúde e melhoria contínua. Segundo António Costa, diretor do Kaizen Institute Ibéria, as quatro categorias Excelência na Produtividade, Excelência na Qualidade, Excelência no Sector da Saúde e Excelência no Sistema de Melhoria Contínua foram definidas pelo Kaizen Institute, associando a cada galardão uma entidade parceira, explicou à VE. O único requisito que colocamos é que sejam projetos recentes concluídos há menos de dois anos. As candidaturas, efetuadas através do preenchimento de um formulário disponível no portal do Kaizen Institute, serão analisadas por uma comissão de avaliação que integra elementos do Kaizen Institute e das entidades parceiras, tendo em conta as ações implementadas e os resultados alcançados. Serão efetuadas visitas in loco às empresas e instituições, sendo tomada a decisão dos premiados para cada categoria. Segundo António Costa, diretor do Kaizen Institute Ibéria, as boas práticas premiadas contemplam as alterações na cultura da organização. As candidaturas ao Prémio Kaizen Lean podem ser efetuadas por qualquer empresa, de qualquer setor de atividade e de qualquer dimensão, desde que o seu projeto reflita a aposta da organização na implementação da melhoria contínua. Não há qualquer obrigatoriedade de o projeto ter sido desenvolvido com o apoio do Kaizen Institute ou de outra entidade externa, explicou aquele responsável. Candidaturas são abertas a qualquer entidade Melhoria contínua induz a excelência De acordo com António Costa, as boas práticas premiadas vão além da organização e dos processos das organizações. Estas contemplam as alterações na cultura da organização. Isto porque, resumiu, a prática da melhoria contínua conduz à transformação dos hábitos das organizações e garante a procura permanente pela excelência operacional, assegurou. Recorde-se que, na primeira edição do Prémio Kaizen Lean, a Sonae MC, o INEM, a RARO (unidade do grupo Amorim & Irmãos) e a Câmara Municipal do Porto foram os grandes vencedores. As candidaturas são abertas a qualquer entidade, sendo necessário preencher um formulário disponível em mencionando a área a concurso e a descrição do projecto concluído há menos de dois anos. A inscrição deverá ser enviada para Franchise e arrendamento. As oportunidades da crise Com todo o setor económico a ser afetado pelos prolongados efeitos da crise, com o consumo em baixa agravado por uma drástica ausência de crédito, muitos negócios de pequena e média dimensão procuram reduzir a sua estrutura de custos, na tentativa de compensar as perdas determinadas pela drástica redução do seu volume de negócio. Uma área por vezes negligenciada (quando se pensa em redução de custos) é a do valor do espaço que ocupamos para desenvolver a nossa atividade. Quando se inicia uma qualquer atividade económica, a escolha do local é via de regra um factor importante. No caso do franchise, a escolha do local é, na maior parte das vezes, um fator determinante, já que o franquiador hesitará em associar a sua marca a espaços e locais que não ofereçam as condições consideradas adequadas para a exploração e desenvolvimento do negócio. Se optou por um contrato de arrendamento (em alternativa à compra e venda com ou sem financiamento bancário), então tenho boas notícias para si: atualmente (dependendo é certo, das condições concretas de mercado), é relativamente fácil negociar com o seu senhorio um abaixamento de renda, sendo frequente conseguir reduções de 15 a 25% do respectivo valor. Como deve abordar o seu senhorio neste processo negocial? Primeiro, certifique-se de que o mercado de oferta de arrendamento na sua zona geográfica é razoavelmente competitivo (por exemplo, se tem arrendada uma pequena loja no centro da Vila de Sintra, numa zona de grande afluxo turístico, onde espaços como o seu são raros, então provavelmente o melhor será nada fazer). Pode e deve consultar uma ou duas empresas de mediação mobiliária na zona e tentar perceber se o valor que paga atualmente de renda está ou não acima do que é praticado pelo mercado. Em segundo lugar, terá de analisar o seu contrato de arrendamento e perceber se a duração que ficou convencionada permite (ou não) a sua desvinculação no curto prazo. Será inútil negociar se, por hipótese, se obrigou a permanecer no local por um prazo de 3 anos e não acautelou a possibilidade de desvinculação prematura (sim, é verdade, deveria ter ido falar com o seu advogado antes de ter assinado o contrato). Admitindo que se possa desvincular mediante um prazo de denúncia curto (30 a 90 dias será o habitual) certifique-se de que dispõe efetivamente de alternativas de arredamento que sejam economicamente mais vantajosas mas que não signifiquem uma pior localização. Logo que esteja na posse de todos estes dados, aborde o seu senhorio no sentido de perceber se há ou não abertura para uma redução de renda. Se for um bom inquilino, que paga a renda a tempo e horas e faz do local arrendado uma utilização prudente e se, para além disso, o seu negócio significar (v.g. pelo prestígio da marca que representa) uma valorização do espaço, então o mais provável será o seu senhorio preferir negociar a perdê-lo como inquilino trocando o certo pelo incerto (os bons inquilinos são, nos dias que correm também eles um ativo precioso que nenhum senhorio quer perder). Por último, se chegou a um acordo com o seu senhorio, não se esqueça de reduzir esse acordo a escrito. O melhor será preparar um aditamento ao contrato para que não restem dúvidas sobre o montante da redução de renda, a duração da mesma (i.e., se falamos de uma redução transitória ou definitiva) e, aspeto muito importante, garantir que permanecem inalteradas as demais condições do contrato de arrendamento inicial. Caso não lhe tenha ocorrido, este é o momento de consultar o seu advogado MANUEL GIBERT PRATES spsadvogados.com

8 8 sexta-feira, 19 de outubro 2012 FRANCHISING Onebiz expande rede ao Médio Oriente A Onebiz celebrou um contrato de master franchising que prevê a expansão da marca EZTradeCenter para o Médio Oriente; esse contrato foi celebrado com uma empresa de consultoria, com presença em vários países daquela região, explicou à VE Pedro Santos, administrador da Onebiz. A sede será no Dubai e a equipa de consultores é constituída por profissionais da Arábia Saudita, Líbano e Egipto. O acordo de master inclui os seguintes países: Arábia Saudita, Kuwait, EAU, Jordânia, Líbano, Bahrain, Qatar e Omã. O objetivo é, esclareceu Pedro Santos, prestar serviços de consultoria em redução de custos, incluindo a empresas petrolíferas e de telecomunicações da região, já atualmente clientes desta empresa master. A empresa é especialista na otimização das compras empresariais e redução de custos operacionais, permitindo gerar poupanças significativas para as organizações e consecutivamente aumentar os seus lucros. Assim, a sede comercial será no Dubai, procurando servir as grandes empresas lá sediadas, sendo a equipa operacional baseada no Líbano. Este é o primeiro contrato de master franchising do grupo Onebiz nesta área geográfica do mundo, frisou aquele responsável. Desta forma, e em função das características do mercado, é objetivo do master EZTradeCenter servir grandes empresas através dos serviços de consultoria em redução de custos. Nesse sentido, serão criadas equipas de consultores internacionais para o efeito. Assim, estas equipas constituirão uma oportunidade para os franchisados portugueses poderem vir a prestar serviços a essas grandes empresas clientes do Médio Marcas Onebiz deverão assinar novos contratos no Brasil Empresas petrolíferas e telecomunicações estão entre os principais alvos da EZTradeCenter no Médio Oriente. Oriente, integrados numa equipa consultora internacional, resumiu. Em alguns destes mercados, a marca nacional pretende vir a selecionar 10 parceiros franchisados, que atuarão sob a coordenação da estrutura master, disse Pedro Santos. A equipa master do Médio Oriente participará na convenção anual do grupo Onebiz a 10 de Novembro próximo e estará no Porto em formação intensiva. Para além disso, outra marca do grupo Onebiz, a Bioqual, finalizou a formação para master em Santa Catarina, no Brasil, assim como Valência, em Espanha, referiu Pedro Santos. A Bioqual, empresa de consultoria em qualidade, higiene e segurança alimentar, celebrou ainda um contrato de master franchising para Angola. Onebiz prossegue expansão no Brasil Paralelamente, e ainda no que concerne à internacionalização do grupo, a Onebiz esteve presente no Rio Franchising Business 2012, feira do franchising que decorreu no Rio de Janeiro, em Setembro último. A Onebiz tem um plano integrado de expansão das nossas marcas no Brasil. Para este efeito, está a ser desenvolvido um plano de comunicação do grupo, por forma a suportar e a credibilizar a expansão de todas as marcas, explicou o administrador do grupo. Nesse sentido, a Onebiz esteve presente este ano nas duas maiores feiras do país, a ABF Franchising Expo 2012, que decorreu em Junho, em São Paulo, e no Rio de Janeiro, e estaremos também em Novembro na feira do Nordeste, em Recife, esclareceu. Na participação tida no Rio de Janeiro, tivemos um stand de grupo, no qual estiveram representadas os master ou franchisados brasileiros das quatro marcas já presentes no Brasil - Morangos, Elevus, Bioqual e MarketSales. Além disso, prosseguiu, tivemos duas diretoras de Portugal a coordenar o evento e também a selecionar novos master e franchisados para as marcas que ainda não têm franchisados no Brasil. Foi também objetivo desta participação integrar no espírito e cultura de grupo os master e franchisados brasileiros das várias marcas Onebiz, objetivo que foi totalmente conseguido, afirmou. Nesse sentido, Pedro Santos referiu que decorrem negociações avançadas com candidatos que visitaram a feira do Rio, sendo previsto que venha a ser celebrado um novo contrato de master e vários novos franchisados para as marcas do grupo Onebiz já presentes no mercado, concluiu. Consolidada como uma das dez maiores feiras de franquias do mundo, a Rio Franchising Business contou com cerca de 220 expositores, tendo recebido 25 mil visitantes e movimentando 150 milhões de reais (cerca de 57 milhões de euros) em negócios. O evento ocupou 12 mil metros quadrados do Pavilhão 4, do Riocentro, o maior centro de exposições do Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca. A Onebiz procura apostar na expansão para o mercado brasileiro no processo de internacionalização das suas marcas, devido à proximidade cultural (linguística) e à rentabilidade dos negócios no Brasil, um país com elevado potencial em termos económicos que se encontra em fase de crescimento

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