A FOTOGRAFIA COMO FONTE DE PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: usos, dimensão visual e material, níveis e técnicas de análise.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A FOTOGRAFIA COMO FONTE DE PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: usos, dimensão visual e material, níveis e técnicas de análise."

Transcrição

1 A FOTOGRAFIA COMO FONTE DE PESQUISA EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO: usos, dimensão visual e material, níveis e técnicas de análise. Rosangela Silva Oliveira Doutoranda em Educação/UFRN Nilton Ferreira Bittencourt Junior Mestrando em Educação Tecnológica /CEFET-MG Palavras-chave: fotografia fonte histórica tecnologia - análise iconográfica O artigo propõe reflexões para pesquisadores que se propõem trabalhar com fotografia como fonte histórica, considerando sua força representacional constituída em duas realidades: antes e depois do clik da máquina. O esforço teórico caminha no sentido de compreender a fotografia como documento rico em códigos sociais, aliando a abordagem semiótica à perspectiva histórica. Apresenta níveis e técnicas de análise iconográfica para realizar a crítica interna e externa de fotografias como fonte e documento histórico. 1 Os usos sociais da fotografia Entre as fontes historiográficas existentes há um consenso de que os registros fotográficos revelam-se de pertinaz importância por permitirem a observação cuidadosa das rupturas e continuidades nos ambientes urbanos, sociais e culturais em épocas distintas tornando possível compreender estes processos pelas informações que o material fotográfico fornece. O uso da fotografia no século XIX ampliou as percepções de mundo antes circunscrita ao seu contexto local. Quando a fotografia ingressou no mercado, em versões técnicas variadas, lançadas em pequenos lapsos de tempo entre 1839 e 1850, rapidamente nela se identificou a capacidade de atender às mais diferentes demandas sociais. A rapidez da produção em série e o baixo custo tornaram-se pré-requisitos em uma sociedade com crescente industrialização. (LIMA; CARVALHO, 2011, p.29). Considerada como documento que poderia dar maior visibilidade e divulgar para as gerações futuras informações científicas e referenciais de vistas e paisagens urbanas e rurais, a fotografia também foi aceita como oportunidade para perpetuar a imagem publica colocando em evidência seus ornatos arquitetônicos.

2 No final do século XIX as fotografias eram preteridas como documento. Possuía apenas o valor de ilustração, prova ou testemunho, documento complementar para a construção de narrativas positivistas lineares e evolutivas. Desempenhavam papéis pedagógicos de acentuado caráter narrativo e alegórico, usadas estrategicamente para tornar hegemônicas as representações de identidade nacional vinculadas a interesses de grupos políticos e econômicos. A autenticidade da fotografia exigia sua confirmação em documentos escritos que lastreavam a imagem ou a desqualificava. (PINSKY; DE LUCA, 2011, p. 37). Entretanto o historiador modernista Lucien Paul Victor Febvre ( ), cofundador da Escola dos Annales advertiu que a história também pode ser reconstituída quando os documentos escritos não existem. A história faz-se com documentos escritos, sem dúvida. Quando estes existem. Mas pode fazer-se sem documentos escritos, quando não existem. Com tudo o que a habilidade do historiador lhe permite utilizar para fabricar o seu mel, na falta das flores habituais. Logo, com palavras. Signos. Paisagens e telhas. (...) Numa palavra, com tudo o que, pertencendo ao homem, depende do homem, serve o homem, exprime o homem, demonstra a presença, a atividade, os gostos e as maneiras de ser do homem (FEBVRE, 1949 p.428 apud LE GOFF, 2003 p. 530). Este historiador ainda sugere procedimentos de investigação que recomenda a análise das evidências detectadas nas fontes históricas como interpretação, nunca como representação do passado. Ao assumir o ofício de interpretar o passado em fontes iconográficas o historiador pode explorar os sinais subjetivos, porém evidentes, na fotografia e suas relações com outras fontes históricas, notadamente marcada pela objetividade da línguagem escrita. Devido à propriedade de suscitar sentimentos, há quem pense que fotografias não podem ser consideradas para análise histórica, especialmente se não estiverem acompanhadas por textos. Porém, intrínseca à sua própria característica imagética, além de sentirmos emoções, podemos ler informações, entender situações, descrever paisagens, objetos e pessoas de forma não textual, imaginar épocas e pessoas, enfim lembrar. (STAMATTO, 2009). Nessa perspectiva é necessário considerar na pesquisa histórica que uma imagem fotográfica pode ser mais expressiva que alguns documentos escritos. Quando dispara uma câmara, o fotógrafo cria e produz mundos. Torna-se um viajante que oferece a seu leitor imagens visuais cujo poder de persuasão pode ser muito superior e mais eficiente do que o que emerge do relato escrito. Enquanto o relato textual produz no leitor uma visão de conjunto apenas quando a leitura do texto se encerra, diante do texto visual, o expectador apreende, de uma só vez a mensagem que se quer transmitir. (BORGES, 2003 p. 92).

3 Embora haja muitas dificuldades em analisar a imagem fotográfica sem referencial escrito não é possível entendê-la como simples percepção sensorial, separada de sua historicidade. A ausência do documento escrito pode ser superada com uma sequência de registros fotográficos mas, como todo documento, existe a possibilidade de registros falsos. O documento não é inócuo. É, antes de mais nada, o resultado de uma montagem, consciente ou inconsciente, da história, da época, da sociedade que o produziram, mas também das épocas sucessivas durante as quais continuou a viver, talvez esquecido, durante as quais continuou a ser manipulado, ainda que pelo silêncio. O documento é uma coisa que fica, que dura, e o testemunho, o ensinamento que ele traz devem ser em primeiro lugar analisados, desmistificando-lhe o seu significado aparente. O documento é monumento. Resulta do esforço das sociedades históricas para impor ao futuro voluntária ou involuntariamente determinada imagem de si próprias. No limite não existe um documento verdade. Todo documento é mentira. Cabe ao historiador não fazer o papel de ingênuo. (LE GOFF, 2003 p. 538). Fotografar é falar o mundo por outras palavras, um discurso diferente da linguagem oral e escrita (STAMATTO 2009), mas as relações entre imagem e realidade devem ser cuidadosamente analisadas. A fotografia constitui um (...) fragmento congelado de uma realidade passada (KOSSOY. 2003, p. 37), (...) um registro que cristaliza uma ínfima porção de espaço do mundo exterior ( KOSSOY, 2001, p. 156 ). A fotografia em si, como as demais fontes historiográficas, não é a representação fiel dos fatos nem testemunhas isoladas, não é explicativa por si mesma, mas poderá ser confirmadora de mudanças ocorridas ao longo de um período. O papel da fotografia é conservar o traço do passado ou auxiliar as ciências em seu esforço para uma melhor apresentação da realidade do mundo. (DUBOIS, 2009, p.30). Outrossim é necessário advertir que o uso da fotografia como fonte histórica não dispensa o emprego de metodologias capazes de extrair informações corretas de sua imagem, mesmo que seja uma sequência fotográfica. As praticas fotográficas devem ser entendidas dentro de um campo de forças, em que cada indivíduo ou grupo se posiciona e, a partir deste lugar, apropria-se da fotografia como um marcador social. Um sociograma leigo que permite descobrir em seus elementos cenográficos, relações e papéis sociais como advertiu Pierre Bourdieu e Marie-Claire Bourdieu no artigo O camponês e a fotografia. A imagem fotográfica possui um discurso, uma linguagem interessada para circular numa arena de poder e dentro de estruturas institucionais responsáveis pela produção de consensos que têm como eixo interesses dominantes.

4 2 Considerações sobre a dimensão visual e material da fotografia A fotografia evoca lembranças, emoções e muitas informações. Constitui-se registro e memória visual que retém a imagem fugidia de indivíduos e sociedades. Como registro visual e material a fotografia apresenta-se como fonte e documento privilegiado para uma aproximação entre fragmentos do tempo histórico, permitindo a perpetuação de um momento difícil de ser resgatado com precisão, mas o historiador deve observar que ela não é apenas um complemento da informação oral ou escrita. Uma imagem fotografada possui informação da realidade registrada e, igualmente, historicidade. Difere de outros tipos de iconografia como pinturas, desenhos, gravuras e ilustrações, já que comporta dados de fatos objetivos da realidade apreendida, de lugares que existem ou existiram e de pessoas e sociedades que viveram em um momento determinado (STAMATTO, 2009). A fotografia, analisada com o auxilio de outras fontes históricas permite muitas reflexões sobre as intervenções humanas nos espaços urbanos, as realizações materiais na paisagem, possibilitando a expressão do imaginário social, político e econômico dos sujeitos pertencentes deste núcleo observado, consentindo a divulgação e preservação de uma memória cultural da cidade. Nesta perspectiva [...]toda fotografia assim como os acontecimentos que esta registra ao contrário de apontarem para um passado inacessível são potencialmente históricas e levam os sinais e rastros do seu tempo. (BORGES, 2007). A esse respeito vale ressaltar que a realidade contida na imagem fotográfica não apresenta apenas o testemunho puro e/ou bruto dos fatos sociais. Ali também estão presentes as motivações e interesses do criador da imagem que inclui e exclui conteúdos ou informações. A essa trama de acontecimentos que ocorre antes do click da máquina o pesquisador e historiador paulista Boris Kossoy denomina de primeira realidade ou tempo da criação, de escolhas de poses e seleção de elementos cenográficos. Após o ato fotográfico passa a dialogar com emoções e referenciais culturais distintas, a segunda realidade. Na primeira realidade circulam aparências, contradições, ausências, rastros do passado que trazem informações que, contextualizadas no processo histórico, podem abrir diálogos com outras fontes documentais, com os fundamentos teóricos e hipóteses dos historiadores. Após o efêmero momento do ato fotográfico surge o simbólico ou segunda realidade. O ato criador se dilui no momento em que é registrada a imagem recebe significados distintos ou representação simbólica, oferece uma leitura plural dependendo dos

5 conhecimentos prévios, interpretações, valores e expectativas do observador. A memória, contudo, permanece na fotografia. 3 Níveis e técnicas de análise da fotografia A análise iconográfica exige muitas vezes, uma busca de informações em outras fontes documentais e um trabalho de reflexão sobre as hipóteses de pesquisa, o que permitirá estabelecer as perguntas a serem feitas. Esta relação fontes-hipóteses sugere a necessidade da crítica interna da fotografia, ou seja, indagar ao documento aquilo que ele não deseja revelar, priorizando as informações contidas nas entrelinhas do mesmo, sem perder a perspectiva do contexto histórico e do momento cultural responsável, em parte, pela forma e pelo conteúdo registrado pelo documento. A fotografia pode ter sofrido um processo de falsificação o que deve ser considerado na análise. A possibilidade de falseamentos na imagem fotográfica existe, mas o importante é saber por que o falseamento aconteceu e a quais propósitos serviu. A fotografia é quase sempre menos realista do que parece e distorce a realidade social mais do que a reflete. E apesar de haver elementos indicativos que explicam a imagem [...]nossa interpretação da fotografia depende de nossos conhecimentos e o sentido que dela captamos está ligado a outras informações que não aparecem na imagem. (STAMATTO, 2009, p. 142). Então considere o seguinte: as imagens fotográficas dão acesso não ao mundo social diretamente, mas sim a visões contemporâneas daquele mundo; o testemunho das imagens fotografadas necessita ser colocado em uma série de contextos plurais, sejam culturais, políticos ou de outras ordens; uma série de fotografias oferece testemunho mais confiável do que uma fotografia individual; o historiador, como sujeito de interpretação da primeira realidade, é também um receptor que elabora suas interpretações de acordo com seu repertório cultural; o uso da fotografia como fonte histórica exige a observação cuidadosa de seus elementos significativos. O historiador Ulpiano T. Bezerra de Meneses, conforme Lima; Carvalho (2011) apresenta os seguintes níveis de análise iconográfica: Análise morfológica: seus atributos formais expressos bimensionalmente e assentados em um sistema de representação. Análise do contexto de produção e circulação: envolve reflexões desde as motivações do fotógrafo, condições materiais da imagem produzida (equipamentos, se foi realizada em estúdio ou não, se feita por amador ou profissional, destinada a que

6 tipo de circulação) até os desdobramentos da circulação e as formas de apropriação que sempre implicam resignificações. Sugestões de análise, considerando o contexto da circulação da fotografia: Fotografias no contexto jornalístico (menor dificuldade): analisar as repetições da imagem em diferentes fontes jornalísticas assim como as referencias textuais ou verbais a ela como críticas e especulações; Imagens em cartões postais ou álbuns turísticos (maior dificuldade): analisar, além da imagem de que é suporte, os textos e inscrições; identificar recorrências temáticas e de composição na série de documentos ou produções de ampla difusão, elas favorecem construções de sentidos vinculados à prática social; Retrato de família (circulação reduzida): a análise deve levar em conta seu teor simbólico porque é orientado por convenções na escolha da cenografia e da pose. Cumprem funções afetivas e didáticas ao materializar regras familiares e ritos sociais (casamentos, batizados etc). Por se tratar de uma forma simbólica de representação pública dos sujeitos é importante que se considerem as expectativas sociais e individuais (o olhar do expectador). O pesquisador quando analisa uma imagem fotográfica deve relacionar aquele momento e o espaço que está na fotografia e o momento que ele está vivendo. Observar que a distribuição dos objetos no espaço fotográfico não é gratuita. O lugar dos corpos também não é considerado espontâneo, eles traduzem orientações: linhas de autoridade, de subordinação, de hierarquia, deixando claro a cultura e política de suas relações sociais. Esta observação das imagens remete o pesquisador a uma outra problemática, a da interpretação, cujo significado depende do seu contexto social de forma ampla, os valores de sua época, bem como as circunstâncias nas quais a imagem tenha sido encomendada ou o lugar físico onde foi originalmente exibida. Como já foi dito, o documento visual tem a pretensão de ser natural, neutro, análogo do real, no entanto é sempre codificado, conotado. Sendo que o código de conotação é sempre histórico e reforçado por uma ideologia onde o objeto talvez não possua uma força, mas por certo, possui um sentido. Na imagem fotográfica a conotação é produzida por uma modificação do próprio real, isto é, da mensagem denotada. A fotografia surge aparentemente como natural e espontânea, disfarçada sob a mascara objetiva da denotação, contudo, não é próprio da imagem fotográfica tentar passar por denotada uma mensagem que, na verdade é fortemente

7 conotada. Ela gera uma linguagem que corporeifica práticas sociais específicas. Assim é também importante considerar o olhar do expectador e as expectativas individuais e sociais. De uma forma geral, as pessoas fazem a mesma leitura, mas cada uma interpreta de sua forma, em função de sua idade, do seu sexo, da sua profissão, de sua ideologia, enfim, de seus conhecimentos em função de seu objeto de estudo. Na verdade é a competência interpretativa é de quem olha que fornece significados à imagem. As técnicas de análise externa da fotografia devem considerar as marcas de sua historicidade (relações com aquilo que a cerca, com aquilo que a situa num dado tempo, espaço, sociedade, cultura, relações políticas, econômicas) e as marcas de sua temporalidade (datação, localização espacial, autoria). As técnicas de analise interna da fotografia devem considerar os seguintes elementos inerentes às marcas da sua temporalidade e historicidade: expressão e conteúdo; tempo e espaço; percepção e interpretação. Responder questões como: Quem a produziu? A partir de que valores? De qual grupo cultural? Para quem foi produzida? Com que intenções? Observando os seguintes procedimentos: análise detalhada das evidências internas e a comparação das fotografias com outras imagens; identificação da história da fotografia, incluindo as limitações e convenções tecnológicas; estudo das intenções e dos propósitos do fotógrafo e da maneira pela qual as imagens foram usadas pelo seu criador ou detalhes da composição do cenário desprezado pela atenção do fotógrafo, mas captados pela velocidade da câmara fotográfica; observação do objeto fotografado e suas relações entre si; revisão das evidências históricas relacionadas, incluindo o exame dos usos já feitos das imagens por outros; (SCHERER, 1996, p.72). A fotografia registra o fragmento de um fato ou acontecimento mas também é escolha, portanto constitui representações simbólicas dos códigos culturais de quem a produz. A intenção do fotógrafo, suas escolhas e decisões, as técnicas fotográficas, as correntes estéticas da época, a qualidade do material empregado, o papel, tipo de máquina escolhida e o enquadramento do que retratar feito pelo criador da imagem, alteram o sentido da imagem e a pretensa normalidade. O diálogo estabelecido entre o observador e a fotografia pode oferecer uma reconstituição histórica se a análise iconográfica, mesmo carregando a interpretação do historiador, identificar os elementos icônicos e suas representações criadas dentro de um

8 tempo, espaço, cultura e grupo social, considerando a impossibilidade de reconstruir um passado, apenas significá-lo. 4 Fotografia e as novas mídias Nesta parte do texto a análise se volta para a fotografia como fonte histórica e sua relação com as novas tecnologias, focando o tratamento dado à cultura da preservação. O objetivo é uma reflexão sobre as novas tecnologias e seu impacto sobre as fontes históricas, com foco na fotografia. Muito da motivação desta discussão surgiu após a leitura do livro Arquivos, Fontes e Novas Tecnologias questões para a história da educação que foi organizado pelo Professor Luciano Mendes de Faria Filho, que é o resultado do Seminário O impacto das novas tecnologias na pesquisa e na formação do pesquisador em história da educação que foi organizado pelo Grupo de Trabalho de História da Educação da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd) realizado em Belo Horizonte em agosto de Hoje existe um amontoado de fotos. Fotos da câmara digital, do celular, Instagram e do tablet, armazenadas em CD-ROM, Pen Drives ou publicadas nas páginas pessoais das redes sociais. Até no Currículo Lattes há espaço para, no mínimo, publicar a foto do autor das proezas descritas no currículo. Se fosse para imprimir ou revelar todas as fotos produzidas certamente surgiria a possibilidade de uma reprodução do conto de Júlio Cortázar 1, só que em vez de escritos seriam fotos. Nota-se que em torno do mundo virtual já está existe inúmeras linguagens de imagens. É natural todo pesquisador em história, e neste caso, em história da educação a preocupação com a preservação de documentos, registros e fotografias antigas e atuais. Este zelo, invariavelmente acaba influenciando atitudes como potenciais fontes históricas para o futuro. Assim esta reflexão converge para três pontos relativos ao tratamento de informação, da fotografia em especial, e a preservação da fonte imagética e o impacto das novas tecnologias nesta preservação. São eles: A atual sociedade do esquecimento ; as novas formas de armazenamento de informações; e por último a necessidade de equipamento mediadores para o acesso às informações. 1 Conto Fim do mundo do fim conta sobre o aumento no número de escribas, em consequência a reprodução de manuscritos foi tão grande que o mundo ficou constituído de livros. U mar de livros, paredes de livros. Parte deste conto foi apresentado por Diana Vidal, no citado livro Arquivos, Fontes e Novas Tecnologias questões para a história da educação que foi organizado pelo Professor Luciano Mendes de Faria Filho, nas páginas 31, 32 e 33.

9 O avanço tecnológico da 3º revolução industrial, que iniciou após a 2ª Guerra Mundial, é marcada pela revolução da tecnologia da informação, tendo por base o desenvolvimento da microeletrônica, computadores e telecomunicações. Aumentou consideravelmente a produção e troca de informações e, com isso, as formas de armazenamento. Tais fatos criam para o homem contemporâneo quase a obrigação de consumir a informação de forma acrítica, sem maior cuidado seletivo, perdendo-se, portanto, uma das mais importantes funções da memória humana a capacidade seletiva que é o PODER de escolher aquilo que deve ser preservado, como lembrança importante e aqueles fatos e vivências que podem e devem ser descartados. (VON SIMSON apud FARIA FILHO 2000 p. 64). Hoje os suportes de memória e registros se ampliaram de tal forma que é difícil acompanhá-los. Da escrita à nuvem de armazenamento os aparatos tecnológicos vão se modificando e com eles surgiram novas profissões e instituições, atuando como filtros de seleção do que deve ser retido e o que deve ser descartado, tomando-se como base a cultura de determinada sociedade. São elas os museus, arquivos e centros de memória, que de alguma forma e segundo critérios previamente estabelecidos realizam o trabalho de coletar, tratar, recuperar, organizar e colocar à disposição da sociedade a memória de uma região específica ou de um grupo social retida em suporte materiais diversos.. (VON SIMSON apud FARIA FILHO 2000 p. 64). No caso da fotografia, outras formas de armazenamento não profissionais que sempre existiram também sofreram modificações. E de certa forma sofreram uma ação reversa ao tratamento de informações. Os antigos álbuns de família, retratados e compostos por profissionais, hoje estão difundidos e popularizados devido ao fácil acesso a equipamentos digitais. A escolha e descarte agora são instantâneos, afinal a foto tem a imagem capturada revelada na visualização do display das máquinas. O cenário preparado de antes virou o informal e casual de hoje. As redes sociais são os álbuns modernos onde se registra de tudo um pouco. O descarte também é instantâneo, não se guarda mais fotos, retrata-se o momento, publica-se em redes sociais e fim! Algumas são selecionadas e são guardadas em aparatos tecnológicos de armazenamentos como pen drives, CD-ROM. Poucas fotografias são reveladas (impressas). Outro risco para os albuns de família modernos ou redes sociais é o aparecimento de um programa, que pode até ser de qualidade pior, que entre na moda. A migração de usuários do programa orkut da Google Co., para o Facebook por exemplo pode ter causado o efeito de descarte de histórias e fotografias de uma década. Estão lá, abandonadas uma infinidade de histórias e registros à espera de um pesquisador, no caso da história da educação em busca de relações educativas.

10 Mas não é só as redes sociais que caem em desuso. Os aparatos de armazenamento de dados também evoluem. A capacidade de armazenamento aumenta quase na mesma proporção que seu tamanho diminui. Hoje não há nem a necessidade da existência física deste assessório de memória. Isso vem acompanhado de outra questão: Os códigos de leitura necessitam ser partilhados e construídos historicamente. No entanto, seu fechamento nunca é tão completo quanto o disquete ou CD-ROM, cuja leitura deve ser sempre mediatizada pela máquina (VIDAL, 2000, p. 35) A evolução deste aparato tecnológico no pensamento de Le Goff (apud FELIZARDO & SAMAIN, 2007) é o aparato que revoluciona a memória, a sociedade da época, o pensamento moderno e as implicações desta evolução na memória coletiva e individual. Logo, as reflexões sobre o impacto das novas tecnologias na leitura mediatizada pela máquina (suporte digital) e o rápido descarte de equipamentos de armazenamento e leitura de drivers (disquete 3 e 1/4 por exemplo) podem ser medidas importantes que vão colaborar com a pesquisa histórica. Para Diana Vidal (2000) aponta a necessidade urgente de uma política de preservação e descarte documental, sob o risco de legarmos ao futuro o que o passado nos legou: documentos que sobrevivem a uma espécie de seleção natural. As formas de apropriação do dado, suas fragilidades e o tempo que uma informação pode ser guardada em suporte digital são pontos de análise que crescem no campo da história da educação na proporção direta do surgimento de novas tecnologias e no descuido da preservação dos equipamentos-suporte do suporte documental. Segundo Diana Vidal o Bibliotecário Fred Lerner aponta dois pontos que também devem ser observados: a) manutenção de um quadro de especialistas que constantemente se ocupem de atualizar informações, renovando os programas e as máquinas de uso; b) guarda, por parte das bibliotecas de várias versões de hardware e software, de forma a permitir que cada peça seja lida no equipamento para a qual foi produzida. 4 Considerações Finais A fotografia como fonte histórica é relevante, mas é preciso considerar que, assim como os testemunhos orais e textos escritos, deve ser tratada como um vestígio de uma época que possibilite o entendimento de uma realidade e a elaboração de uma versão do passado.

11 A memória humana não pode ignorar a fotografia como diversificação dos fragmentos/documentos históricos, conforme sinalizam as escolas historiográficas contemporâneas. REFERENCIAS BOURDIEU, P.; CHAMBOREDON, J.-C. & PASSERON, J.-C. A profissão de sociólogo. Preliminares epistemológicas. Petrópolis : Vozes, BURKE, Peter. Testemunha Ocular. História e Imagem. Bauru, SP: EDUSC, DUBOIS, Philippe. O ato fotográfico e outros ensaios. Campinas, Papirus, FELIZARDO, Adair & SAMAIN, Etienne. A fotografia como objeto e recurso de memória. In: Revista Discursos Fotográficos - Volume 3, nº 3 p , Londrina-PR KOSSOY, Boris. Fotografia e História. São Paulo: Ateliê Editorial, Realidades e Ficções na Trama Fotográfica. São Paulo: Ateliê Editorial, A fotografia como fonte histórica: Introdução à pesquisa e interpretação das imagens do passado. São Paulo, SICCT, LE GOFF, Jacques. História e Memória. Unicamp, SP: LIMA, Solange Ferraz; CARVALHO, Vânia Carneiro. Usos sociais e historiográficos. In: PINSKY, Carla Bassanezi; LUCA, Tania Regina. O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, STAMATTO, Maria Inês S. A fotografia em pesquisas históricas. In: ANDRADE, João Maria Valença; STAMATTO, Maria Ines S. (Orgs.) História ensinada e a escrita da história. Natal-RN: EDUFRN, VIDAL, Diana Gonçalves Fim do mundo do fim: avaliação, preservação e descarte documental. In: FARIA FILHO, Luciano Mendes (Org). Arquivos, Fontes e Novas Tecnologias questões para a história da educação. Campinas-SP Autores Associados; p VON SIMSON, Olga Rodrigues de Moraes. Memória, cultura e poder na sociedade do esquecimento: exemplo do Centro de Memória da UNICAMP In: FARIA FILHO, Luciano Mendes(Org). Arquivos, Fontes e Novas Tecnologias questões para a história da educação. Campinas-SP: Autores Associados, p

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA

NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA NO TEMPO DA MINHA AVÓ: REFLEXÃO E USO DA HISTÓRIA ORAL EM SALA DE AULA Juliana de Oliveira Meirelles Camargo Universidade Candido Mendes/ Instituto Prominas e-mail: Ju_meirelles@yahoo.com.br Léa Mattosinho

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.

ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS. Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais. Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail. ACERVOS FOTOGRÁFICOS HISTÓRICOS Organização, Pesquisa e Usos de Documentos Visuais Aline Lopes de Lacerda alopeslacerda@gmail.com Parte I - Fotografia e valor documentário Parte II - A fotografia nos arquivos:

Leia mais

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória

O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória O uso do desenho e da gravura sobre fotografia como práxis poética da memória Vinicius Borges FIGUEIREDO; José César Teatini CLÍMACO Programa de pós-graduação em Arte e Cultura Visual FAV/UFG viniciusfigueiredo.arte@gmail.com

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA CIDADE DE SÃO PAULO

CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA CIDADE DE SÃO PAULO ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO NÚCLEO DE AÇÃO EDUCATIVA O(S) USO(S) DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO EM SALA DE AULA BRUNA EVELIN LOPES SANTOS CENÁRIOS DA PAISAGEM URBANA TRANSFORMAÇÕES DA PAISAGEM DA

Leia mais

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS )

A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO FUNDAMENTAL II ( ANOS FINAIS ) Thainá Santos Coimbra Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro thainahappy@hotmail.com A FOTOGRAFIA COMO INSTRUMENTO DIDÁTICO NO ENSINO DE GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DO CONCEITO DE PAISAGEM ENSINO

Leia mais

CULTURA ESCOLAR DICIONÁRIO

CULTURA ESCOLAR DICIONÁRIO CULTURA ESCOLAR Forma como são representados e articulados pelos sujeitos escolares os modos e as categorias escolares de classificação sociais, as dimensões espaço-temporais do fenômeno educativo escolar,

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

REVISITANDO A HISTÓRIA DA ESCOLA AGRÍCOLA: HISTÓRIA E MEMÓRIA DE UMA ESCOLA CENTENÁRIA

REVISITANDO A HISTÓRIA DA ESCOLA AGRÍCOLA: HISTÓRIA E MEMÓRIA DE UMA ESCOLA CENTENÁRIA REVISITANDO A HISTÓRIA DA ESCOLA AGRÍCOLA: HISTÓRIA E MEMÓRIA DE UMA ESCOLA CENTENÁRIA Camila Damasceno de Paula Larissa Pamplona de Oliveira Ana Carolina de Almeida Bergamaschi Fabrício Roberto Costa

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

IMAGENS EM SALA DE AULA 1

IMAGENS EM SALA DE AULA 1 IMAGENS EM SALA DE AULA 1 Reinaldo Nishikawa 2 (UNOPAR) reinaldo1@unopar.br Continuidade de palavras não significa necessariamente continuidade de significados. (Carlo Ginzburg) Vivemos numa sociedade

Leia mais

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR

COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR O USO DO BLOG COM CRIANÇAS INGRESSANTES NO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA POSSÍVEL NOS DIFERENTES MODOS DE ENSINAR Isnary Aparecida Araujo da Silva 1 Introdução A sociedade atual vive um boom da tecnologia,

Leia mais

RESENHA CRÍTICA A LEITURA DE IMAGENS FOTOGRÁFICAS: PRELIMINARES DA ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE FOTOGRAFIAS.

RESENHA CRÍTICA A LEITURA DE IMAGENS FOTOGRÁFICAS: PRELIMINARES DA ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE FOTOGRAFIAS. FACULDADE DE CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO ISRAEL ANTONIO MANOEL PEREIRA A LEITURA DE IMAGENS FOTOGRÁFICAS: PRELIMINARES DA ANÁLISE DOCUMENTÁRIA DE FOTOGRAFIAS.

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207

RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1201 RESUMOS DE PROJETOS... 1202 RELATOS DE EXPERIÊNCIA... 1205 ARTIGOS COMPLETOS (RESUMOS)... 1207 1202 RESUMOS DE PROJETOS ENSINO, APRENDIZAGEM E FORMAÇÃO DE PROFESSORES EM LETRAS: IDENTIDADES E CRENÇAS

Leia mais

POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO

POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO 1 POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO RESUMO Colégio Londrinense Alunos (as): Laís Knott Oliveira Silva; Clóvis Begnozzi Neto; Lucas Assis; Rafael Noriaki Yamamoto Orientadora: Wiviane

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE PESQUISA INSTITUIÇÕES E INTELECTUAIS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: HISTÓRIA, IDEIAS E TRAJETÓRIAS Responsável: Prof. Dr. Mauro Castilho Gonçalves O projeto investiga a história de instituições educativas

Leia mais

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral

Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral III Mostra de Pesquisa da Pós-Graduação PUCRS Reflexões sobre as dificuldades na aprendizagem de Cálculo Diferencial e Integral Marcelo Cavasotto, Prof.ª Dra. Ruth Portanova (orientadora) Mestrado em Educação

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: ANALISANDO ABORDAGENS DA PRIMEIRA LEI DE NEWTON EM LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA

CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: ANALISANDO ABORDAGENS DA PRIMEIRA LEI DE NEWTON EM LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA CONTRIBUIÇÕES PARA UMA ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA: ANALISANDO ABORDAGENS DA PRIMEIRA LEI DE NEWTON EM LIVROS DIDÁTICOS DE FÍSICA Andrew Stanley Raposo 1, Tayse Raquel dos Santos 2, Katemari Rosa 3 Unidade

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais

Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Público Interno e crises organizacionais: um estudo abordando a incidência de demissões motivadas pelo uso inadequado das redes sociais digitais Penélope da Silva Almeida SANTOS Universidade Sagrado Coração

Leia mais

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula

SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula OFICINA SEMIPRESENCIAL O(S) USO(S) DE DOCUMENTO(S) DE ARQUIVO NA SALA DE AULA ALUNA: Alcinéia Emmerick de Almeida / Núcleo de Ação Educativa - APESP SEQUÊNCIA DIDÁTICA: A Publicidade na Sala de Aula TEMA:

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

FOTOGRAFIA IMPRESSA E EXPOSIÇÕES FOTOJORNALÍSTICAS DO GRUPO FOCA FOTO

FOTOGRAFIA IMPRESSA E EXPOSIÇÕES FOTOJORNALÍSTICAS DO GRUPO FOCA FOTO 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

ARQUIVOS E FONTES DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA EDUCATIVA

ARQUIVOS E FONTES DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA EDUCATIVA ARQUIVOS E FONTES DE HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO E A PRESERVAÇÃO DA MEMÓRIA EDUCATIVA Autor(es) ALLINE CRISTINA BASSO; LUCCAS ESCHER GUARASEMINI Introdução Dominando a produção histórica de 1880 a 1945, o positivismo

Leia mais

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias

MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS. 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias MESTRADO EM MEMÓRIA SOCIAL E BENS CULTURAIS 1.1 Matriz Curricular Disciplinas obrigatórias C/H Memória Social 45 Cultura 45 Seminários de Pesquisa 45 Oficinas de Produção e Gestão Cultural 45 Orientação

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

Divisor de águas : uma etnografia sobre as trajetórias de alunos sobreviventes ao. primeiro ano do ensino médio em uma escola estadual carioca.

Divisor de águas : uma etnografia sobre as trajetórias de alunos sobreviventes ao. primeiro ano do ensino médio em uma escola estadual carioca. Divisor de águas : uma etnografia sobre as trajetórias de alunos sobreviventes ao primeiro ano do ensino médio em uma escola estadual carioca. Mylena Gomes Curvello mylenagcurvello@hotmail.com 9 período

Leia mais

Histórias, Redes Sociais e Memória

Histórias, Redes Sociais e Memória Histórias, Redes Sociais e Memória h.d.mabuse "A capacidade de lembrar o que já se viveu ou aprendeu e relacionar isso com a situação presente é o mais importante mecanismo de constituição e preservação

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

Novas possibilidades de leituras na escola

Novas possibilidades de leituras na escola Novas possibilidades de leituras na escola Mariana Fernandes Valadão (UERJ/EDU/CNPq) Verônica da Rocha Vieira (UERJ/EDU/CNPq) Eixo 1: Leitura é problema de quem? Resumo A nossa pesquisa pretende discutir

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA

Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação Câmpus de Bauru PLANO DE DISCIPLINA PLANO DE DISCIPLINA 1. UNIDADE: Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação 2. PROGRAMA: Pós-graduação em Televisão Digital: Informação e Conhecimento 3. NÍVEL: Mestrado Profissional 4. ÁREA DE CONCENTRAÇÃO:

Leia mais

Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia

Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia Fotografia: Arte,Ciência e Tecnologia E.E. Frontino Guimarães Sala 5 2ª Sessão Professor(es) Apresentador(es): Meire Pereira de França Roseli Fernandes Euquério Lima Realização: Foco Desenvolvimento da

Leia mais

fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção

fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção fotografia fotografia GLOBAL ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção Por que tenho saudade de você, no retrato ainda que o

Leia mais

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS

REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS REALIDADE AUMENTADA APLICADA NA EDUCAÇÃO: ESTUDOS DOS SEUS BENEFÍCIOS Kelly Cristina de Oliveira 1, Júlio César Pereira 1. 1 Universidade Paranaense (UNIPAR) Paranavaí PR Brasil kristhinasi@gmail.com,

Leia mais

1 Doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Professora Adjunta I do Núcleo de

1 Doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Professora Adjunta I do Núcleo de 1 1 Doutora em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro; Professora Adjunta I do Núcleo de Museologia da Universidade Federal de Sergipe; Líder do Grupo de Estudos e Pesquisas em Memória

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA

REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA REPRESENTAÇÃO DO MEIO AMBIENTE MAPAS MENTAIS UMA LINGUAGEM NO ENSINO DA GEOGRAFIA Kelli Carvalho Melo Mestre em Geografia - PPGG/UNIR. Pesquisadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Modos de Vidas e Culturas

Leia mais

COMUNICAÇÃO EDUCAÇÃO - EXPOSIÇÃO: novos saberes, novos sentidos. Título de artigo de SCHEINER, Tereza.

COMUNICAÇÃO EDUCAÇÃO - EXPOSIÇÃO: novos saberes, novos sentidos. Título de artigo de SCHEINER, Tereza. COMUNICAÇÃO EDUCAÇÃO - EXPOSIÇÃO: novos saberes, novos sentidos Título de artigo de SCHEINER, Tereza. Nova Teoria do Museu onde este é pensado já não mais apenas como instituição (no sentido organizacional),

Leia mais

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental

Pedro Bandeira. Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental Pedro Bandeira Pequeno pode tudo Leitor em processo 2 o e 3 o anos do Ensino Fundamental PROJETO DE LEITURA Coordenação: Maria José Nóbrega Elaboração: Rosane Pamplona De Leitores e Asas MARIA JOSÉ NÓBREGA

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO

A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas. José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A Arquivologia como campo de pesquisa: desafios e perspectivas José Maria Jardim Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UNIRIO A indissociabilidade entre ensino/produção/difusão do conhecimento

Leia mais

As Cartilhas e a Alfabetização

As Cartilhas e a Alfabetização As Cartilhas e a Alfabetização Métodos globais: aprender a ler a partir de histórias ou orações Conhecer e respeitar as necessidades e interesses da criança; partir da realidade do aluno e estabelecer

Leia mais

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA. Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2 Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 1029 OS SABERES NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA Cleber Luiz da Cunha 1, Tereza de Jesus Ferreira Scheide 2

Leia mais

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock

ABCEducatio entrevista Sílvio Bock ABCEducatio entrevista Sílvio Bock Escolher uma profissão é fazer um projeto de futuro A entrada do segundo semestre sempre é marcada por uma grande preocupação para todos os alunos que estão terminando

Leia mais

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU

EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU 1 EDUCAÇÃO E PROGRESSO: A EVOLUÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO DA ESCOLA ESTADUAL ELOY PEREIRA NAS COMEMORAÇÕES DO SEU JUBILEU Resumo Rodrigo Rafael Pinheiro da Fonseca Universidade Estadual de Montes Claros digasmg@gmail.com

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO 514502 INTRODUÇÃO AO DESIGN Conceituação e história do desenvolvimento do Design e sua influência nas sociedades contemporâneas no

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período

DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE PEDAGOGIA - 2008. Disciplinas Teórica Prática Estágio Total. 1º Período MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. UNIFAL-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 DINÂMICA CURRICULAR DO CURSO DE

Leia mais

fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção

fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção fotografia ESSENCIAL curso de fotografia sobre criação, poesia e percepção Por que tenho saudade de você, no retrato ainda que o mais recente? E por que um simples retrato, mais que você, me comove, se

Leia mais

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Prof. Juliana Pinto Viecheneski

Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa. Prof. Juliana Pinto Viecheneski Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa Prof. Juliana Pinto Viecheneski LIVRO DIDÁTICO ONTEM E HOJE A escola tem um papel fundamental para garantir o contato com livros desde a primeira infância:

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

PROJETO SALA DE REDAÇÃO

PROJETO SALA DE REDAÇÃO PROJETO SALA DE REDAÇÃO Eliane Teresinha da Silva Acadêmica do Curso de Letras Português e Literaturas UAB Restinga Seca/UFSM Gláucia Josiele Cardoso Acadêmica do Curso de Letras Português e Literaturas

Leia mais

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA

PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA PAISAGEM URBANA A IDENTIDADE CULTURAL E SOCIAL LAPEANA, ATRAVÉS DO PATRIMÔNIO EDIFICADO DA CIDADE DA LAPA Karin Comerlatto da Rosa kcomerlattodarosa@yahoo.com.br Resumo: A história da Lapa está presente

Leia mais

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de 1 Nesta aula você aprenderá a diferenciar um desenhista de um ilustrador e ainda iniciará com os primeiros exercícios de desenho. (Mateus Machado) O DESENHISTA E O ILUSTRADOR Ainda que não sejam profissionais

Leia mais

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA

A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA A FORMAÇÃO DO PROFESSOR PARA ATUAÇÃO EM EAD NOS CURSOS DE PEDAGOGIA DE SANTA CATARINA Zuleide Demetrio Minatti 1 Nilson Thomé 2 UNIPLAC. Resumo: Na atualidade observa-se o crescimento da demanda por cursos

Leia mais

OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA

OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA OFICINA EDUCOMUNICATIVA EM FOTOGRAFIA Uma proposta para aplicação no Programa Mais Educação Izabele Silva Gomes Universidade Federal de Campina Grande UFCG izabelesilvag@gmail.com Orientador (a): Professora

Leia mais

-a evolução tecnológica levou àcriação da fotografia digital (foto digital e analógica escaneada)

-a evolução tecnológica levou àcriação da fotografia digital (foto digital e analógica escaneada) -a evolução tecnológica levou àcriação da fotografia digital (foto digital e analógica escaneada) -quantitativamente a fotografia constitui-se no principal tipo de imagem das coleções dos centros de informação

Leia mais

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO

RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO RELATO DE ESTÁGIO PEDAGÓGICO VOLUNTÁRIO NA DISCIPLINA DE FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DA EDUCAÇÃO Elaine Cristina Penteado Koliski (PIBIC/CNPq-UNICENTRO), Klevi Mary Reali (Orientadora), e-mail: klevi@unicentro.br

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Ensino Médio. Etec. Etec: Professor Massuyuki Kawano Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Etec: Professor Massuyuki Kawano Código: 136 Município: Tupã Área de conhecimento: Ciências Humanas e Suas Tecnologias Componente Curricular:

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA

PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA PROFESSORES DO CURSO DE TECNOLOGIA EM HOTELARIA: CONHECENDO A CONSTITUIÇÃO DE SEUS SABERES DOCENTES SILVA, Daniela C. F. Barbieri Programa de Pós-Graduação em Educação Núcleo: Formação de professores UNIMEP

Leia mais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais

Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia e Prática de Ensino de Ciências Sociais Metodologia I nvestigativa Escolha de uma situação inicial: Adequado ao plano de trabalho geral; Caráter produtivo (questionamentos); Recursos (materiais/

Leia mais

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO)

PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) PLANO DE CURSO REFERENCIAL LÍNGUA PORTUGUESA/GESTAR 6ª SÉRIE (7º ANO) Processo Avaliativo Unidade Didática PRIMEIRA UNIDADE Competências e Habilidades Aperfeiçoar a escuta de textos orais - Reconhecer

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 A MATERIALIZAÇÃO

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA

FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA Fabiana de Jesus Oliveira União de Ensino do Sudoeste do Paraná fabiana@unisep.edu.br Diversas são as pesquisas que têm mostrado que o ensino encontra-se

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS

PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS PESQUISA-AÇÃO COMO ESTRATÉGIA PARA A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA: DESAFIOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA QUE BUSCA TRANSFORMAR REALIDADES SOCIAIS Adriana Do Amaral - Faculdade de Educação / Universidade Estadual de

Leia mais

Manual de conduta nas mídias sociais. colégio magnum cidade nova

Manual de conduta nas mídias sociais. colégio magnum cidade nova Manual de conduta nas mídias sociais colégio magnum cidade nova Manual de conduta nas mídias sociais Práticas de comportamento dos educadores do Colégio Magnum nas mídias sociais A Magnum 2 Introdução

Leia mais

Imagem corporativa e as novas mídias

Imagem corporativa e as novas mídias Imagem corporativa e as novas mídias Ellen Silva de Souza 1 Resumo: Este artigo irá analisar a imagem corporativa, mediante as novas e variadas formas de tecnologias, visando entender e estudar a melhor

Leia mais

1 Como seu Cérebro Funciona?

1 Como seu Cérebro Funciona? 1 Como seu Cérebro Funciona? UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC (UFABC) O cérebro humano é capaz de processar as informações recebidas pelos cinco sentidos, analisá-las com base em uma vida inteira de experiências,

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática

A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática A importância dos Registros de Representação Semiótica no Ensino da Matemática PROF. MS. JOSÉ JOÃO DE MELO (josejoaomelo@gmail.com) PROF ESP. AUGUSTO RATTI FILHO (gutoratti@outlook.com.br) PROF DR. ROGERIO

Leia mais

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria

Código de Ética. PARTE I Relação com o cliente de Consultoria Código de Ética PARTE I Relação com o cliente de Consultoria 1. É essencial que o Consultor estabeleça de inicio com o cliente, de forma clara, os objetivos do trabalho previsto, dos meios a serem utilizados,

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA

UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA UMA CÂMERA OU CELULAR NA MÃO E UMA IDEIA NA CABEÇA: TRABALHANDO O GÊNERO DOCUMENTÁRIO EM SALA DE AULA Wanda Patrícia de Sousa Gaudêncio (UFPB/PROFLETRAS) wandapatricia@evl.com.br Sandra Regina Pereira

Leia mais

CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS

CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS CIÊNCIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESENHOS E PALAVRAS NO PROCESSO DE SIGNIFICAÇÃO SOBRE SERES VIVOS DOMINGUEZ RODRIGUES CHAVES, C. (1) Curso de Licenciatura em Ciências da Natureza. USP - Universidade de

Leia mais

ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte

ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte ORATÓRIA ATUAL: desmistificando a idéia de arte Autora: ADRIJANE ALVES DE AMORIM Introdução Estabelecer objetivamente a medida de um bom orador não é tarefa fácil. Para muitos, falar bem guarda a ideia

Leia mais

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a

Ao considerar e ao explicitar a representação feita, nota-se sua lógica e o que levou o aluno a tal escolha. A partir dela, o professor pode chegar a 37 Ao trabalhar questões socioambientais e o conceito de natureza, podemos estar investigando a noção de natureza que os alunos constroem ou construíram em suas experiências e vivências. Alguns alunos

Leia mais

Oficina Fotográfica Reflexos das Imagens

Oficina Fotográfica Reflexos das Imagens Universidade Federal de Campina Grande Unidade Acadêmica de Arte e Mídia Ilda Imperiano da Costa Oficina Fotográfica Reflexos das Imagens Campina Grande-PB, 2.012 Ilda Imperiano da Costa Oficina Fotográfica

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL

As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL As práticas do historiador: experiências do Laboratório de Documentação do Curso de História da Universidade Cruzeiro do Sul UNICSUL Profa. Dra. Ana Barbara A. Pederiva Professora da Universidade Cruzeiro

Leia mais

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA

AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA AGNÈS VAN ZANTEN PESQUISADORA DO CENTRO NACIONAL DE PESQUISA CIENTÍFICA CNRS. PARIS/FRANÇA COMPRENDER Y HACERSE COMPRENDER: COMO REFORZAR LA LEGITIMIDADE INTERNA Y EXTERNA DE LOS ESTUDIOS CUALITATIVOS

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO

LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO LINGUAGEM ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: FORMAS DE CONHECER O MUNDO SILVA, Hayana Crislayne Benevides da. Graduanda Pedagogia - UEPB/Campus I hayana_benevides@yahoo.com.br SILVA, Alzira Maria Lima da. Graduanda

Leia mais

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo:

Quanto aos meios, trata-se de uma pesquisa bibliográfica, documental, telematizada e pesquisa de campo, conforme descrito abaixo: 3 METODOLOGIA Apresenta-se a seguir a descrição da metodologia utilizada neste trabalho com o objetivo de expor os caminhos que foram percorridos não só no levantamento dos dados do estudo como também

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1. Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3

Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1. Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3 Fotografia - Instrumento de registro e alguns efeitos de inovações tecnológicas 1 Mariana Capeletti CALAÇA 2 Erick Rôso HUBER 3 Resumo Nós conseguimos nos definir enquanto indivíduo e enquanto grupo, baseado

Leia mais

Caminhos para a aprendizagem

Caminhos para a aprendizagem Page 1 of 5 Home Comunicação pessoal Educação Tecnologias na Educação Educação a distância Identidade Caminhos para a aprendizagem inovadora José Manuel Moran Especialista em projetos inovadores na educação

Leia mais

DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO

DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO DESAFIOS DA GESTÃO DAS PARTES INTERESSADAS DE UM PROJETO João Souza Neto, Dr. joaon@ucb.br Diana L. N. dos Santos, MSc. dianas@mpdft.mp.br www.twitter.com/govtiapf http://govtiapf.com.br/blog/ Agenda Relacionamento

Leia mais

COLETA DE DADOS PROFA. ENIMAR JERÔNIMO WENDHAUSEN

COLETA DE DADOS PROFA. ENIMAR JERÔNIMO WENDHAUSEN COLETA DE DADOS PROFA. ENIMAR JERÔNIMO WENDHAUSEN Objetivo da aula Conhecer os instrumentos de coleta de dados, suas vantagens e limitações. Caminhos Para a Obtenção de Dados Pesquisa em ciências sociais

Leia mais

Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0

Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0 Manual Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle-ESPMG 2.0 Adriano Lima Belo Horizonte 2011 SUMÁRIO Apresentação... 3 Acesso ao Ambiente Virtual de Aprendizagem AVA ESP-MG... 3 Programação do curso no AVA-ESPMG

Leia mais