Compressão de Imagens

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Compressão de Imagens"

Transcrição

1 Compressão de Imagens

2 Compressão de Imagens Geradas por Computador (Gráficos) Armazenamento (e transmissão) como um conjunto de instruções (formato de programa) que geram a imagem Utilização de algum esquema de compressão sem perdas. Imagens Digitalizadas (Fotos) Armazenadas em formato matricial ou bitmap (pixels). Dois métodos de compressão (padronizados) utilizados: Combinação de codificação estatística e por repetição de série (run-length) Compressão sem perdas de documentos digitalizados. Combinação de codificações por transformadas, diferenças e por repetição de série (runlength) Caso genérico. Geradas por modelos matemáticos (fractais) Armazenadas como um conjunto de equações Compressão intrínseca

3 Padrão GIF Graphics Interchange Format

4 GIF Permite codificação de imagens com 24 bits por pixel (8 por componente RGB), embora o formato selecione as 256 (das 2 24 ) cores que melhor representam aquelas presentes na imagem. A lista de 256 cores resulta numa tabela de cores, cada entrada contendo um valor de 24 bits de cor.

5 GIF Cada pixel é codificado com um elemento da tabela (8 bits) ao invés de 24, com uma compressão 3:1. A Tabela de Cores pode ser Global: é utilizada na imagem inteira. Local: é utilizada apenas em parte da imagem. O conteúdo da tabela é enviado pela rede (ou armazenado), junto com informação sobre as dimensões da imagem e os dados referentes aos pixels da imagem propriamente ditos. A codificação LZW pode ser utilizada para maior compressão. A tabela de valores vai sendo dinamicamente estendida à medida que as strings de cores vão aparecendo. Usualmente a tabela começa com 512 posições, 256 das quais contendo as cores selecionadas. Se a tabela estiver cheia, ela pode crescer em incrementos de 1 bit (209 cores, 210 cores, 211 cores, etc.).

6 GIF

7 GIF - Entrelaçamento Armazenamento e transmissão da imagem podem ser feitos em modo entrelaçado (interlaced). A imagem a ser transmitida é organizada de modo que a imagem possa ser reconstruída, com qualidade menor, mais rapidamente. Mais níveis de detalhe são acrescentados até que a imagem completa é apresentada. Isso é muito útil para canais de comunicação lentos, pois rapidamente já se recebe um esboço da imagem (o usuário pode cancelar uma transferência de imagem...). A imagem é dividida em quatro grupos, o primeiro com 1/8 da informação da imagem, o segundo com outros 1/8, o terceiro com 1/4 e o último com o 1/2 restante.

8 Padrão JPEG Joint Photographic Experts Group

9 JPEG - Introdução O JPEG (Joint Photographic Experts Group) é um padrão desenvolvido em conjunto pela ISO, IEC e ITU-TS (1992) Primeiro padrão internacional de compressão de imagem estáticas (P&B ou em cores). Define vários modos de compressão, um para cada tipo de aplicação considerada. Compressão sem perdas ou com perdas Taxa de compressão dos métodos sem perda (lossless) não é suficiente para compressão vídeo JPEG usa transform coding, que é baseada em 2 observações sobre mudanças no conteúdo e sobre a limitações humanas.

10 JPEG Obs 1: existe uma mudança relativamente lenta dentro do conteúdo de uma imagem, i.e., é difícil encontrar mudanças bruscas de intensidade em áreas pequenas que compõe a imagem (ex, dentro de um bloco 8x8 de imagem)... No domínio da freqüência: algo como dizer que os componentes de freqüência mais baixa contêm mais informação que os de alta freqüência (detalhes menos importantes e ruídos) Obs 2: Experimentos psicofísicos mostraram que humanos são menos receptivos a perda de componentes de freqüência espacial mais alta do que os de mais baixa...

11 Visão geral da Codificação JPEG I Preparação da Imagem Processamento da Imagem Quantização Codificação por entropia Construção do Quadro I

12 Visão geral da Codificação JPEG (2) Fonte:

13 Preparação da Imagem (1) 1) Seleciona-se o tipo de imagem a ser comprimida. 2) Partição da imagem em blocos de 8x8 pixels (permite uma execução mais eficiente do passo seguinte, a DCT ).

14 Processamento da Imagem (1) Como exemplo seja um dos blocos de 8x8 pixels obtidos na fase anterior

15 Processamento da Imagem (2) A primeira etapa do processamento consiste em deslocar o valor das amostras de 128 (256/2): Na verdade, os valores de pixel devem ser padronizados no intervalo de 128 a +127, já que os valores poderiam estar, anteriormente, entre 0 e 255 (R, G, B, Y) ou entre -128 e +127 (Cr, Cb). O resultado do deslocamento é a seguinte matriz:

16 Processamento da Imagem (2) A primeira etapa do processamento consiste em deslocar o valor das amostras de 128 (256/2): Na verdade, os valores de pixel devem ser padronizados no intervalo de 128 a +127, já que os valores poderiam estar, anteriormente, entre 0 e 255 (R, G, B, Y) -65 ou -69 entre e (Cr, -56 Cb) O resultado -65 do -70 deslocamento é a seguinte matriz:

17 Transformada Discreta de Cossenos DCT: Domínio do espaço para o domínio da freqüência DCT F(x,y) F(u,v)

18 Transformada de Cossenos Direta x u y v F ( u, v ) = C ( u ) C ( v ) f ( x, y ) cos ( ) p cos ( ) p x = 0 y = 0 1 C ( w ) = para w = 2 0 C ( w ) = 1 para w = 1, 2,..., 7 Inversa x u y v f ( x, y ) = C ( u ) C ( v ) F ( u, v ) cos ( ) p cos ( ) p u = 0 v = 0

19 Entendendo a DCT... Todos os 64 valores da matriz de entrada f(x,y) contribuem para cada valor na matriz transformada F(u,v). Para u = v = 0, os termos de cosseno são 1. Como cos(0) =1, o valor em F(0,0) da matriz transformada consiste de nada mais que uma função do somatório dos valores da matriz de entrada P. Mais precisamente, F(0,0) é o valor médio dos 64 valores da matriz e é conhecido como coeficiente DC. Todos os outros valores na matriz são chamados coeficientes AC, já que os mesmos tem um componente de frequência horizontal (u = 1-7, v = 0), vertical (v = 1-7, u = 0) ou ambos (u = 1-7, v = 1-7) relacionados. Para v = 0 (ou u = 0) somente frequências horizontais (verticais) estão presentes com aumento de frequências para u=1-7 (v=1-7). Todas as outras posições (u 0, v 0) contém ambos componen-tes de frequência horizontais e verticais.

20 64 Funções (8 x 8) DCT de base

21 Propriedades da DCT Para muitas frequências a DCT resulta num valor nulo ou próximo de 0 Esses valores (ou frequências) podem ser ignorados na codificação : COMPRESSÃO A compressão de uma imagem de pixels seria iniciada com a identificação do tipo de imagem, seguida do particionamento dela em blocos de 8 8 pixels. Seriam, portanto, necessários blocos (um total de 4800 blocos). Considerando que a imagem ocupa uma tela de 16 (~ 40cm), cada bloco teria, apenas, 5 5mm. As regiões que contêm uma única cor (cores próximas) gerarão matrizes transformadas cujos coeficientes DC tem valores idênticos (ou próximos) e poucos coeficientes AC. As regiões da imagem original que possuem transição de cores seriam as que levariam à criação de matrizes transformadas com coeficientes DC distintos e vários componentes AC.

22 Aplicando a DCT Depois do deslocamento, aplica-se a DCT obtendo-se a seguinte matriz:

23 Quantização da Matriz Após a transformada os valores são quantizados utilizando-se uma matriz de quantização Q : os valores da matriz Q expressam a importância relativa das freqüências Matriz de Quantização Q Matriz Resultante O JPEG define duas tabelas padrão de quantização (uma para matrizes de luminância e outra para componentes de crominância), além de também permitir o uso de tabelas customizadas.

24 Resultados da Quantização JPEG O cálculo dos valores durante a Quantização envolve arredondamento dos coeficientes resultantes. Os valores na tabela de quantização aumentam à medida que aumenta a freqüência espacial (o olho humano é menos sensível a freqüências espaciais mais elevadas) O Coeficiente DC é o maior valor armazenado. Muitos dos coeficientes de maior freqüência espacial são zerados na matriz depois da Quantização.

25 JPEG - Codificação por Entropia Algoritmos de codificação por entropia operam sobre um vetor de símbolos. Converter o bloco resultante da DCT + Quantização (matricial) para um vetor unidimensional. Para tirar proveito da matriz de quantizada, uma varredura em zig-zag é utilizada: A vetorização deixa o coeficiente DC (o maior) sendo o 1 o, seguido imediatamente dos coeficientes AC de menor freqüência espacial e no final os de maior freqüência espacial. A maioria dos valores não nulos se concentra no início do vetor, facilitando a compressão!

26 Vetorização: Ordenação dos coeficientes Blocos de Coeficientes DCT (a) Ordenação zig-zag dos coeficientes (b) Ordenação Alternada dos coeficientes

27 Resultado da Compressão A transformada e a normalização resultam em um número muito grande de zeros como coeficientes O primeiro elemento do vetor é o coeficiente DC, que representa a cor (luminância/crominância) média do bloco de 8 8 pixels Devido à sua importância, o coeficiente DC é mantido com a maior resolução possível durante a quantização Usando a seqüência zig-zag, o resultado da linearização do bloco anterior é o vetor unidimensional: [ EOB]

28 Codificação por Entropia Por causa das pequenas dimensões de um bloco, os coeficientes DC de blocos vizinhos variam pouco de um para outro (imagine uma foto do mar...): Codificação por Diferença Cada coeficiente é codificado como uma diferença para o anterior O primeiro DC é codificado em relação a zero! Em geral, o no. de bits para representar a diferença é menor. Para os demais 63 valores do vetor (que contém uma grande sequência de zeros): Codificação por Repetição de Série (run-length)

29 Codificação por Diferença Os valores de diferenças são codificados no formato (SSS, value), onde SSS representa o no. de bits necessários para armazenar o valor e value é a representação do valor naquele no. de bits. Valores positivos são codificados usando o formato sem sinal (unsigned) e valores negativos são codificados como complemento Zero é codificado com um único bit zero no campo SSS.

30 Codificação por Repetição de Série Os demais 63 valores do resultado da vetorização da matriz quantizada são codificados como uma string de pares de valores (skip, value),onde skip representa o número de zeros na seqüência e value é o próximo coeficiente não zero. (0,6)(0,7)(0,3)(0,3)(0,3)(0,2)(0,2)(0,2)(0,2)(0,0) A seqüência (0,0) indica que todos os demais valores no vetor são nulos. O campo value é codificado no formato (SSS, value) anterior. Por causa do grande uso de codificação com palavras de tamanho variável, a etapa de codificação por entropia de JPEG também é conhecida como etapa variable-lenght coding (VLC).

31 Codificação de Huffman Codificação de Huffman é utilizada em seguida para codificar o resultado da codificações diferencial e por repetição de série. Os bits do campo SSS são enviados como códigos de Huffman, o que permite que o receptor identifique os códigos sem ambigüidade (princípio do prefixo da codificação de Huffman). Ambos os components skip e SSS são codificados por Huffman ou por uma tabela customizada que é armazenada (enviada) no formato JPEG. Para permitir o decodificador diferenciar os códigos skip e SSS cada um é codificado separadamente e o par resultante é então substituído por um código de Huffman equivalente (ver tabela).

32 Codificação de Huffman Codificação de Huffman é utilizada em seguida para codificar o resultado da codificações diferencial e por repetição de série. Os bits do campo SSS são enviados como códigos de Huffman, o que permite que o receptor identifique os códigos sem ambigüidade (princípio do prefixo da codificação de Huffman). Ambos os components skip e SSS são codificados por Huffman ou por uma tabela customizada que é armazenada (enviada) no formato JPEG. Para permitir o decodificador diferenciar os códigos skip e SSS cada um é codificado separadamente e o par resultante é então substituído por um código de Huffman equivalente (ver tabela).

33 JPEG - Construção de Quadro A etapa de construção de quadro consiste em encapsular os dados resultantes das etapas anteriores de modo que possam ser tratados por um decodificador. O formato hierárquico resultante é composto por camadas, cada uma com seus cabeçalhos próprios e demais campos: Nível 1 (Frame), cujo cabeçalho define: Largura e comprimento da imagem. Número e tipo de componentes que formam a imagem (RGB, YCrCb, etc.). Tipo de digitalização utilizada (4:2:2, 4:2:0, etc.). Nível 2 (Scan), cujo cabeçalho define: Identidade do componente (R, G, B, etc.). Número de bits utilizado para codificar cada componente. Tabelas de quantização utilizadas na codificação de cada componente. Nível 3 (Segment) : O cabeçalho define as Tabelas de Códigos de Huffman utilizadas para codificar cada componente, caso as tabelas padrão não sejam utilizadas. Um segmento é composto de um grupo de blocos.

34 Quadros JPEG

35 Decodificação JPEG

36 Decodificação/Descompressão JPEG O procedimento é exatamente o inverso, isto é: 1. O Decodificador de Quadros identifica o conjunto de dados e as tabelas incluídas no quadro. 2. O conjunto de dados passa então pelo decodificador de Huffman, que gera os coeficientes DC e AC de cada bloco. 3. Os coeficientes passam pelos decodificadores diferenciais (DCs) ou de repetição de série (ACs). 4. O bloco 2D é reconstituído a partir do vetor 1D quantificado. 5. O bloco é desnormalizado utilizando a matriz de quantização. 6. Aplica-se a DCT Inversa (vista anteriormente...). 7. Finalmente, o construtor de imagens gera a imagem original a partir dos blocos gerados, utilizando a informação de controle recebida pelo decodificador de frames.

37 JPEG: Considerações Finais Embora o JPEG seja relativamente complicado por conta do número de etapas envolvidas, níveis de compressão de mais de 20:1 são alcançados com boa qualidade de imagem. Tal nível de compressão, no entanto, se aplica a imagens relativamente simples (poucas transições de cor). Níveis de compressão da ordem de 10:1 são mais comuns para imagens típicas. Como em GIFs, pode-se também codificar uma imagem JPEG em modo progressivo (envio de uma versão simplificada da imagem, seguida de níveis de detalhes), útil para transmissões na Internet. Metodologias de transmissão progressiva incluem: Modo progressivo: primeiro são transmitidos os coeficientes DC e componentes de baixa frequência dos blocos, seguidos dos coeficientes de maior frequência. Modo hierárquico: A imagem é enviada com uma resolução menor (ex. 320x240), seguida de maior resolução (ex. 640x480),...

38 JPEG Atual JPEG 2000: Padrão mais recente do JPEG (Jul/2000) Ver status atual em Maior mudança: uso de transformadas de Wavelets no lugar da DCT na codificação Objetivos propostos: Melhoria de desempenho de compressão: reduzir taxas Codificação com perda e sem perdas (lossless e lossy) numa mesma stream Robustez: transmissão em ambientes ruidosos com taxas de erro elevadas Aplicação para imagens coloridas e em tons de cinza, imagens com texto, imagens reais e imagens geradas por computador Interface com MPEG-4, Descrição baseada no conteúdo (semântica)

39 JPG, GIF, PNG-8 & PNG-24 8-colour GIF (1292 bytes) 64-colour GIF (2940 bytes) 16-colour PNG-8 (6481 bytes Full-colour PNG-24 (34377 bytes) Low-quality JPEG (4089 bytes) High-quality JPEG (17465 bytes)

40 8-colour GIF (1292 bytes)

41 64-colour GIF (2940 bytes)

42 16-colour PNG-8 (6481 bytes)

43 Full-colour PNG-24 (34377 bytes)

44 Low-quality JPEG (4089 bytes)

45 High-quality JPEG (17465 bytes)

46 GIF x JPG GIF é melhor para tratar bordas (cantos) (imagens sintéticas) GIF 4 cores 2.3Kbytes JPG 256 cores 7.14Kbytes

47 GIF x JPG JPG é melhor para mudanças suaves (foto-realismo) GIF bytes 256-color Dithered JPEG bytes 16.8M-color PSP Compression: 40

Compressão com perdas

Compressão com perdas Compressão com perdas Codificação por transformadas e o padrão JPEG Anderson L Menezes Leonardo G Tampelini Maxiwell S Garcia Introdução Um método é dito com perdas (lossy data) quando a informação obtida

Leia mais

2. O que é Redundância de código ou informação? Como a compressão Huffman utiliza isso? Você conhece algum formato de imagem que a utiliza?(1.

2. O que é Redundância de código ou informação? Como a compressão Huffman utiliza isso? Você conhece algum formato de imagem que a utiliza?(1. Respostas do Estudo Dirigido Cap. 26 - Reducing the information:... ou Image Compression 1. Para que serve comprimir as imagens? Que aspectos estão sendo considerados quando se fala de: Compression Rate,

Leia mais

Codificação/Compressão de Vídeo. Tópico: Vídeo (Codificação + Compressão)

Codificação/Compressão de Vídeo. Tópico: Vídeo (Codificação + Compressão) Tópico: Vídeo (Codificação + Compressão) Um vídeo pode ser considerado como uma seqüência de imagens estáticas (quadros). Cada um desses quadros pode ser codificado usando as mesmas técnicas empregadas

Leia mais

Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática. Imagem. Prof. Thales Vieira

Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática. Imagem. Prof. Thales Vieira Universidade Federal de Alagoas Instituto de Matemática Imagem Prof. Thales Vieira 2014 O que é uma imagem digital? Imagem no universo físico Imagem no universo matemático Representação de uma imagem Codificação

Leia mais

Sistemas e Conteúdos Multimédia. 4.1. Imagem. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt

Sistemas e Conteúdos Multimédia. 4.1. Imagem. Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Sistemas e Conteúdos Multimédia 4.1. Imagem Nuno Miguel Gil Fonseca nuno.fonseca@estgoh.ipc.pt Cores O que é a cor? Distribuição espectral do sinal de excitação. Função da reflectância e da iluminação

Leia mais

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4)

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4) Prof. Breno Leonardo G. de M. Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4) 1 Classificação da imagem Em relação à sua origem pode-se classificar uma imagem,

Leia mais

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Formatos de Imagens

Introdução à Tecnologia Web HTML HyperText Markup Language XHTML extensible HyperText Markup Language Formatos de Imagens IntroduçãoàTecnologiaWeb HTML HyperTextMarkupLanguage XHTML extensiblehypertextmarkuplanguage FormatosdeImagens ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger ProfªMSc.ElizabeteMunzlinger FormatosdeImagens Índice 1 FORMATOS

Leia mais

ferramentas da imagem digital

ferramentas da imagem digital ferramentas da imagem digital illustrator X photoshop aplicativo ilustração vetorial aplicativo imagem digital 02. 16 imagem vetorial X imagem de rastreio imagem vetorial traduz a imagem recorrendo a instrumentos

Leia mais

Padrões ITU-T H.261 e H.263

Padrões ITU-T H.261 e H.263 Padrões ITU-T H.261 e H.263 Acadêmicos: Orlando L. Pelosi Jr. Rodrigo Matheus da Costa Vinicius Mariano de Lima Professor: Prof. Adair Santa Catarina Vídeo Digital Vídeos são compostos por frames que contém

Leia mais

Aquisição e Representação da Imagem Digital

Aquisição e Representação da Imagem Digital Universidade Federal do Rio de Janeiro - IM/DCC & NCE Aquisição e Representação da Imagem Digital Antonio G. Thomé thome@nce.ufrj.br Sala AEP/33 Sumário. Introdução 2. Aquisição e Representação da Imagem

Leia mais

Aula 2 Aquisição de Imagens

Aula 2 Aquisição de Imagens Processamento Digital de Imagens Aula 2 Aquisição de Imagens Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira mvieira@sc.usp.br EESC/USP Fundamentos de Imagens Digitais Ocorre a formação de uma imagem quando

Leia mais

Codificação de Vídeo em MPEG-4

Codificação de Vídeo em MPEG-4 Codificação de Vídeo em MPEG-4 Agenda O que é MPEG-4 Evolução da Norma Especificação Ferramentas e Algoritmos Empacotamento Scopus Aplicações Presentation for SSPI event 05-06-07 Entendendo a Sopa de Letrinhas

Leia mais

H.264: UMA BREVE DISCUSSÃO ACERCA DA CODIFICAÇÃO DE VÍDEO

H.264: UMA BREVE DISCUSSÃO ACERCA DA CODIFICAÇÃO DE VÍDEO H.264: UMA BREVE DISCUSSÃO ACERCA DA CODIFICAÇÃO DE VÍDEO Eduardo Viana Rezende eduardo.viana@superig.com.br Centro Universitário de Belo Horizonte Av. Prof. Mário Werneck, 1685 - Estoril CEP: 30455-610

Leia mais

2.1.2 Definição Matemática de Imagem

2.1.2 Definição Matemática de Imagem Capítulo 2 Fundamentação Teórica Este capítulo descreve os fundamentos e as etapas do processamento digital de imagens. 2.1 Fundamentos para Processamento Digital de Imagens Esta seção apresenta as propriedades

Leia mais

Thales Trigo. Formatos de arquivos digitais

Thales Trigo. Formatos de arquivos digitais Esse artigo sobre Formatos de Arquivos Digitais é parte da Tese de Doutoramento do autor apresentada para a obtenção do titulo de Doutor em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da USP. Thales Trigo

Leia mais

COMPRESSÃO DE DADOS MULTIMÍDIA

COMPRESSÃO DE DADOS MULTIMÍDIA COMPRESSÃO DE DADOS MULTIMÍDIA Por que Compressão? Apesar da expansão das capacidade de comunicação e computação, a demanda das novas aplicações multimídia cresce rapidamente Custo de transmissão e armazenagem

Leia mais

O padrão MPEG para compressão de Vídeo

O padrão MPEG para compressão de Vídeo O padrão MPEG para compressão de Vídeo H. S. Nigri Marcio Portes de Albuquerque Marcelo Portes de Albuquerque M. Taves Março 2000 O padrão MPEG para compressão de Vídeo Introdução... 2 Padrões MPEG...

Leia mais

Formatos de Imagem PNG. Universidade Federal de Minas Gerais. Bruno Xavier da Silva. Guilherme de Castro Leite. Leonel Fonseca Ivo

Formatos de Imagem PNG. Universidade Federal de Minas Gerais. Bruno Xavier da Silva. Guilherme de Castro Leite. Leonel Fonseca Ivo Universidade Federal de Minas Gerais Formatos de Imagem PNG Bruno Xavier da Silva Guilherme de Castro Leite Leonel Fonseca Ivo Matheus Silva Vilela Rafael Avelar Alves Belém Belo Horizonte, 5 de maio de

Leia mais

Imagem digital. Configuração de 640 x 480 e 24 bits/pixel (RGB) 7,37 Mbits Solução compactação

Imagem digital. Configuração de 640 x 480 e 24 bits/pixel (RGB) 7,37 Mbits Solução compactação Imagem digital Configuração de 640 x 480 e 24 bits/pixel (RGB) 7,37 Mbits Solução compactação Imagem digital - compactação - JPEG Joint Photographic Experts Group Definido no padrão internacional 10918

Leia mais

Multimédia, Qualidade de Serviço (QoS): O que são?

Multimédia, Qualidade de Serviço (QoS): O que são? Multimédia, Qualidade de Serviço (QoS): O que são? Aplicações Multimédia: áudio e vídeo pela rede ( meios contínuos ) QoS a rede oferece às aplicações o nível de desempenho necessário para funcionarem.

Leia mais

Recomendação H.261 para serviços audiovisuais a taxas de transmissão p*64 kbit/s

Recomendação H.261 para serviços audiovisuais a taxas de transmissão p*64 kbit/s 1. Introdução A compressão digital de imagem tem vindo a ganhar uma importância crescente, em especial nos sistemas de transmissão, uma vez que a capacidade dos canais é normalmente limitada e muito inferior

Leia mais

FCA - Editora de Informática 1

FCA - Editora de Informática 1 1 - Introdução à Compressão Multimédia A codificação e representação de informação multimédia é uma área tecnológica em expansão. As aplicações multimédia combinam conteúdos que pertencem a tipos de informação

Leia mais

Formatos Imagem. Apontamentos CG + Edward Angel, Sec. 8.2. Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010

Formatos Imagem. Apontamentos CG + Edward Angel, Sec. 8.2. Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 Formatos Imagem Apontamentos CG + Edward Angel, Sec. 8.2 Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 1 Na última aula Ray-Tracing Ferramentas Utilizadas: POV-Ray 3.6 (modelling, texturing,

Leia mais

TRATAMENTO DE IMAGENS. Elisa Maria Pivetta

TRATAMENTO DE IMAGENS. Elisa Maria Pivetta TRATAMENTO DE IMAGENS Elisa Maria Pivetta CATEGORIAS DE IMAGENS Distinguem-se geralmente duas grandes: Bitmap (ou raster) - trata-se de imagens "pixelizadas", ou seja, um conjunto de pontos (pixéis) contidos

Leia mais

Desenho e Apresentação de Imagens por Computador

Desenho e Apresentação de Imagens por Computador Desenho e Apresentação de Imagens por Computador Conteúdo s: Aspetos genéricos sobre o trabalho com imagens computacionais. Imagens computacionais e programas que criam ou manipulam esse tipo de imagens.

Leia mais

Strings (Compressão) Estrutura de Dados II Jairo Francisco de Souza

Strings (Compressão) Estrutura de Dados II Jairo Francisco de Souza Strings (Compressão) Estrutura de Dados II Jairo Francisco de Souza Compressão de Dados Objetivos Reduzir espaço de armazenagem Reduzir tempo de transmissão Muito importante Informação (e dados) tende

Leia mais

Utilização do Sistema Multimédia. 2. Formatos de ficheiros 2.1. Compressão 2.2. Formatos mais comuns 2.3 Captura de imagens. 2. Formatos de ficheiros

Utilização do Sistema Multimédia. 2. Formatos de ficheiros 2.1. Compressão 2.2. Formatos mais comuns 2.3 Captura de imagens. 2. Formatos de ficheiros Utilização do Sistema Multimédia 2.1. Compressão 2.2. Formatos mais comuns 2.3 Captura de imagens 2.1. Compressão Formatos com e sem compressão Técnicas de compressão (reduzem tamanho) de 2 tipos: Compressão

Leia mais

ESTRUTURAS DE DADOS II

ESTRUTURAS DE DADOS II ESTRUTURAS DE DADOS II Msc. Daniele Carvalho Oliveira Doutoranda em Ciência da Computação - UFU Mestre em Ciência da Computação UFU Bacharel em Ciência da Computação - UFJF Conteúdo Programático 1. Introdução

Leia mais

3 PROCESSOS DE COMPRESSÃO

3 PROCESSOS DE COMPRESSÃO Revista Mackenzie de Engenharia e Computação, Ano 5, n. 5, p. 13-96 Neste ponto existem duas possibilidades. Se o receptor for do tipo Digital o sinal de TV digitalizado oriundo do decompressor MPEG2 vai

Leia mais

DO ANALÓGICO AO DIGITAL: CONCEITOS E

DO ANALÓGICO AO DIGITAL: CONCEITOS E DO ANALÓGICO AO DIGITAL: CONCEITOS E TÉCNICAS BÁSICASB Fernando Pereira Instituto Superior TécnicoT Digitalização Processo onde se expressa informação analógica de forma digital. A informação analógica

Leia mais

Capítulo V - Introdução ao Sistema MPEG de Codificação de Vídeo

Capítulo V - Introdução ao Sistema MPEG de Codificação de Vídeo Capítulo V - Introdução ao Sistema MPEG de Codificação de Vídeo 5.1 Introdução O grupo MPEG - Moving Pictures Expert Group (http://www.mpeg.org) iniciou seus trabalhos em 1988 como um grupo de trabalho

Leia mais

Informática Aplicada a Radiologia

Informática Aplicada a Radiologia Informática Aplicada a Radiologia Apostila: Imagem Digital parte I Prof. Rubens Freire Rosa Imagem na forma digital A representação de Imagens na forma digital nos permite capturar, armazenar e processar

Leia mais

MO447 Análise Forense de Documentos Digitais Fichamento do Seminário. Identification and recovery of JPEG files with missing fragments

MO447 Análise Forense de Documentos Digitais Fichamento do Seminário. Identification and recovery of JPEG files with missing fragments MO447 Análise Forense de Documentos Digitais Fichamento do Seminário Identification and recovery of JPEG files with missing fragments por Husrev T. Sencar e Nasir Memon 23 de Outubro de 2011 Autores: Allan

Leia mais

Processamento de Imagens

Processamento de Imagens Processamento de Imagens Prof. Marcelo Portes de Albuquerque Prof. Márcio Portes de Albuquerque Monitores: Fernanda Dutra Moraes (CBPF) Pedro de Souza Asad (CBPF) IX Escola do CBPF 2012 IX Escola do CBPF

Leia mais

o tratamento do sinal de vídeo no âmbito da televisão digital

o tratamento do sinal de vídeo no âmbito da televisão digital 1 o tratamento do sinal de vídeo no âmbito da televisão digital é indiscutível o fato de que a televisão tenha se tornado o principal meio de comunicação em massa do ponto de vista técnico, desde o estabelecimento

Leia mais

Processamento de Imagem. Representação, Armazenamento e Formato de imagens Professora Sheila Cáceres

Processamento de Imagem. Representação, Armazenamento e Formato de imagens Professora Sheila Cáceres Processamento de Imagem Representação, Armazenamento e Formato de imagens Professora Sheila Cáceres Representação e armazenamento de imagens Process. de Imagem - Prof. Sheila Cáceres 2 Representação Matricial

Leia mais

FUNDAMENTOS SOBRE IMAGENS PARA A WEB

FUNDAMENTOS SOBRE IMAGENS PARA A WEB FUNDAMENTOS SOBRE IMAGENS PARA A WEB Bons web sites necessitam de uma correta integração entre textos e imagens. Este artigo contém o mínimo que você precisa saber sobre imagens para a web. Introdução

Leia mais

Nenhum dado é perdido durante o processo de compressão. Preserva todas as informações que permitirão a reconstrução exata da imagem. Reversível.

Nenhum dado é perdido durante o processo de compressão. Preserva todas as informações que permitirão a reconstrução exata da imagem. Reversível. Compressão sem Perda Explora a redundância entre pixels na codificação. Nenhum dado é perdido durante o processo de compressão. Preserva todas as informações que permitirão a reconstrução exata da imagem.

Leia mais

OTIMIZAÇÃO E REDUÇÃO DE OPERAÇÕES PARA UMA ARQUITETURA DCT-2D COM A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CMM

OTIMIZAÇÃO E REDUÇÃO DE OPERAÇÕES PARA UMA ARQUITETURA DCT-2D COM A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CMM OTIMIZAÇÃO E REDUÇÃO DE OPERAÇÕES PARA UMA ARQUITETURA DCT-2D COM A UTILIZAÇÃO DO MÉTODO CMM Eduardo Yoshimoto Aluno do curso de Engenharia de Telecomunicações Universidade Federal do Pampa eduardo.yoshimoto@alunos.unipampa.edu.br

Leia mais

Representação de Informação -- Texto -- Representação de Informação. Representação de Caracteres

Representação de Informação -- Texto -- Representação de Informação. Representação de Caracteres Representação de Informação -- Texto -- Sistemas Informáticos I, 2004/2005 (c) Paulo Marques SLIDES 5 Representação de Informação Como é que se representa texto? Como é que se representam imagens? Como

Leia mais

Imagem digital. Unidade 3

Imagem digital. Unidade 3 Imagem digital Unidade 3 Objectivos Reconhecer o potencial comunicativo/ expressivo das imagens; Reconhecer as potencialidades narrativas de uma imagem; A criação de sentido nas associações de imagens

Leia mais

Processamento de Sinais Áudio-Visuais

Processamento de Sinais Áudio-Visuais Processamento de Sinais Áudio-Visuais Parte III Imagem e Video Prof. Celso Kurashima Introdução à Engenharia da Informação Fevereiro/2011 1 A Picture is worth a thousand words Uma imagem vale mil palavras

Leia mais

TV Digital II: Conceitos e Sistemas

TV Digital II: Conceitos e Sistemas TV Digital II: Conceitos e Sistemas Esta série de tutoriais tem como objetivo descrever os sistemas de TV Digital ATSC, DVB e ISDB. Será feito o estudo das modulações COFDM e VSB, comparando-as e analisando

Leia mais

- Representação da Informação pelo computador - Sistemas de Numeração - Código Binário - Digitalização

- Representação da Informação pelo computador - Sistemas de Numeração - Código Binário - Digitalização Disciplina Bases Computacionais Aula 03 Informação, Dados, Variáveis, Algoritmos Roteiro da Aula: - Representação da Informação pelo computador - Sistemas de Numeração - Código Binário - Digitalização

Leia mais

Capítulo II Imagem Digital

Capítulo II Imagem Digital Capítulo II Imagem Digital Proc. Sinal e Imagem Mestrado em Informática Médica Miguel Tavares Coimbra Resumo 1. Formação de uma imagem 2. Representação digital de uma imagem 3. Cor 4. Histogramas 5. Ruído

Leia mais

WEB DESIGN ELEMENTOS GRÁFICOS

WEB DESIGN ELEMENTOS GRÁFICOS ELEMENTOS GRÁFICOS Parte 4 José Manuel Russo 2005 24 A Imagem Bitmap (Raster) As imagens digitais ou Bitmap (Raster image do inglês) são desenhadas por um conjunto de pontos quadrangulares Pixel alinhados

Leia mais

Fundamentos de Imagens Digitais. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens

Fundamentos de Imagens Digitais. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens Fundamentos de Imagens Digitais Aquisição e Serão apresentadas as principais características de uma imagem digital: imagem do ponto de vista matemático processo de aquisição e digitalização de uma imagem

Leia mais

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 16

Informática. Prof. Macêdo Firmino. Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 16 Informática Prof. Macêdo Firmino Representação da Informação Macêdo Firmino (IFRN) Informática Setembro de 2011 1 / 16 Introdução Estamos acostumados a pensar nos computadores como mecanismos complexos,

Leia mais

Sistema de Monitoração Remota de Baixo Custo Baseado em Vídeo Digital

Sistema de Monitoração Remota de Baixo Custo Baseado em Vídeo Digital 1 Sistema de Monitoração Remota de Baixo Custo Baseado em Vídeo Digital Patrick Letouzé Moreira, letouze@unb.br Francisco Assis de Oliveira Nascimento, assis@unb.br Cristiano Jacques Miosso, miosso@engineer.com

Leia mais

19/11/2015. Um pouco de história antes... A FOTOGRAFIA. James Clerk Maxwell (1831 1879) Escócia (Reino Unido) físico, filósofo e matemático.

19/11/2015. Um pouco de história antes... A FOTOGRAFIA. James Clerk Maxwell (1831 1879) Escócia (Reino Unido) físico, filósofo e matemático. Prof. Reginaldo Brito Um pouco de história antes... A FOTOGRAFIA Joseph-Nicéphore Niepce * França, (1765-1833) James Clerk Maxwell (1831 1879) Escócia (Reino Unido) físico, filósofo e matemático. 1826,

Leia mais

O Padrão de Compressão de Vídeo MPEG - Moving Picture Experts Group

O Padrão de Compressão de Vídeo MPEG - Moving Picture Experts Group 1 UNESP Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Faculdade de Engenharia do campus de Guaratinguetá O Padrão de Compressão de Vídeo MPEG - Moving Picture Experts Group GUSTAVO DOS SANTOS

Leia mais

Pág 31. UC Introdução a Informática Docente: André Luiz Silva de Moraes 1º sem Redes de Computadores. 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress

Pág 31. UC Introdução a Informática Docente: André Luiz Silva de Moraes 1º sem Redes de Computadores. 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress 5 Introdução ao uso do BrOffice Impress O pacote BrOffice é um pacote de escritório muito similar ao já conhecido Microsoft Office e ao longo do tempo vem evoluindo e cada vez mais ampliando as possibilidades

Leia mais

PROJETO DE ARQUITETURA DE CODIFICADOR DE ENTROPIA PARA COMPRESSÃO JPEG DE IMAGENS EM TONS DE CINZA

PROJETO DE ARQUITETURA DE CODIFICADOR DE ENTROPIA PARA COMPRESSÃO JPEG DE IMAGENS EM TONS DE CINZA PROJETO DE ARQUITETURA DE CODIFICADOR DE ENTROPIA PARA COMPRESSÃO JPEG DE IMAGENS EM TONS DE CINZA Luciano Volcan Agostini agostini@inf.ufrgs.br Ivan Saraiva Silva* ivan@dimap.ufrn.br *Universidade Federal

Leia mais

Figura 1: Formato matricial de uma imagem retangular. Figura 2: Ampliação dos pixels de uma imagem

Figura 1: Formato matricial de uma imagem retangular. Figura 2: Ampliação dos pixels de uma imagem Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Departamento de Eletrônica e Computação - DELC Introdução à Informática Prof. Cesar Tadeu Pozzer Julho de 2006 Imagens Uma imagem é representada por uma matriz

Leia mais

FORMATO DE ARQUIVO: BMP

FORMATO DE ARQUIVO: BMP FORMATO DE ARQUIVO: BMP 1. INTRODUÇÃO: Formato nativo do ambiente Windows O formato de arquivos BMP foi desenvolvido pela Microsoft, sendo o formato nativo de mapa de bits do Windows (a partir da versão

Leia mais

Colorindo com Números Representação de Imagens

Colorindo com Números Representação de Imagens Atividade 2 Colorindo com Números Representação de Imagens Sumário Os computadores armazenam desenhos, fotografias e outras imagens usando apenas números. A atividade seguinte demonstra como eles podem

Leia mais

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada 5.1 AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens Nessa aula serão apresentadas algumas funcionalidades do TerraView relativas a manipulação de dados matriciais. Como dados matriciais são entendidas

Leia mais

Introdução à Multimédia conceitos

Introdução à Multimédia conceitos 1. Introdução à Multimédia conceitos Popularidade mercado potencial aparece nos anos 90 Avanços Tecnológicos que motivaram o aparecimento/ desenvolvimento da MULTIMÉDIA Indústrias envolvidas - Sistemas

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro - IM/DCC & NCE

Universidade Federal do Rio de Janeiro - IM/DCC & NCE Universidade Federal do Rio de Janeiro - IM/DCC & NCE Processamento de Imagens Tratamento da Imagem - Filtros Antonio G. Thomé thome@nce.ufrj.br Sala AEP/033 Sumário 2 Conceito de de Filtragem Filtros

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO WAVELETS EZW ABORDAGEM EM COMPRESSÃO DE IMAGENS

UTILIZAÇÃO DO MÉTODO WAVELETS EZW ABORDAGEM EM COMPRESSÃO DE IMAGENS 1 UTILIZAÇÃO DO MÉTODO WAVELETS EZW ABORDAGEM EM COMPRESSÃO DE IMAGENS Aldo Ventura da Silva * RESUMO O presente trabalho visou à elaboração de um compressor de imagens baseado em métodos wavelets, para

Leia mais

PAPEL BRANCO. Padrão de compactação de vídeo H.264. Novas possibilidades em vigilância por vídeo.

PAPEL BRANCO. Padrão de compactação de vídeo H.264. Novas possibilidades em vigilância por vídeo. PAPEL BRANCO Padrão de compactação de vídeo H.264. Novas possibilidades em vigilância por vídeo. Índice 1. Introdução 3 2. Desenvolvimento do H.264 3 3. Como funciona a compactação de vídeo 4 4. Perfis

Leia mais

Recuperação e Remanência de Dados. Allan da Silva Pinto, 115149

Recuperação e Remanência de Dados. Allan da Silva Pinto, 115149 Recuperação e Remanência de Dados Allan da Silva Pinto, 115149 Série de Seminários Disciplina de Análise Forense de Documentos Digitais Prof. Dr. Anderson Rocha anderson.rocha@ic.unicamp.br http://www.ic.unicamp.br/~rocha

Leia mais

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada

AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens. 5.1 Importando Grades e Imagens Interface Simplificada 5.1 AULA 5 Manipulando Dados Matriciais: Grades e Imagens Nessa aula serão apresentadas algumas funcionalidades do TerraView relativas à manipulação de dados matriciais. Como dados matriciais são entendidas

Leia mais

Formatos Gráficos de Imagens na Web

Formatos Gráficos de Imagens na Web Formatos Gráficos de Imagens na Web Eduardo Corsaletti Godoy 1, Ayslan Trevizan Possebom 1 1 Departamento de Informática Universidade Estadual de Maringá (UEM) Maringá PR Brazil edu_corsaletti@hotmail.com,

Leia mais

FORMATOS DE ARQUIVOS FORMATOS DE ARQUIVOS NATIVOS FORMATOS DE ARQUIVOS GENÉRICOS. Produção Gráfica 2 A R Q U I V O S D I G I T A I S -

FORMATOS DE ARQUIVOS FORMATOS DE ARQUIVOS NATIVOS FORMATOS DE ARQUIVOS GENÉRICOS. Produção Gráfica 2 A R Q U I V O S D I G I T A I S - Produção Gráfica 2 FORMATOS DE ARQUIVOS A R Q U I V O S D I G I T A I S - FORMATOS DE ARQUIVOS PARA IMAGEM BITMAPEADAS Uma imagem bitmapeada, uma ilustração vetorial ou um texto são armazenados no computador

Leia mais

Capítulo 5 Filtragem de Imagens

Capítulo 5 Filtragem de Imagens Capítulo 5 Filtragem de Imagens Capítulo 5 5.1. Filtragem no Domínio da Frequência 5.2. Filtragem no Domínio Espacial 2 Objetivo Melhorar a qualidade das imagens através da: ampliação do seu contraste;

Leia mais

Imagem tipo Bitmap. Introdução. Arquivos Gráficos. Arquivos Gráficos. Há dois métodos básicos de se representar uma imagem

Imagem tipo Bitmap. Introdução. Arquivos Gráficos. Arquivos Gráficos. Há dois métodos básicos de se representar uma imagem Arquivos Gráficos Arquivos Gráficos Introdução Imagem tipo Bitmap Há dois métodos básicos de se representar uma imagem A imagem é subdividida pequenas áreas denominada pixels (picture elements) Bitmap

Leia mais

Tecnologias Multimédia

Tecnologias Multimédia Universidade da Beira Interior Departamento de Informática Sebenta Tecnologias Multimédia Autor: Manuela Pereira Última actualização: 7 de Janeiro de 2009 Conteúdo 1 Introdução 1 1.1 Multimédia..............................

Leia mais

Mídias Contínuas. Mídias Contínuas

Mídias Contínuas. Mídias Contínuas Mídias Contínuas Processamento da Informação Digital Mídias Contínuas Mídias Contínuas (dinâmicas ou dependentes do tempo) Digitalização de Sinais Áudio Vídeo 1 Digitalização de Sinais Codificadores de

Leia mais

a marca bematech Tudo o que você precisa para usar a marca. Dezembro de 2009

a marca bematech Tudo o que você precisa para usar a marca. Dezembro de 2009 16 a marca bematech Tudo o que você precisa para usar a marca. 17 Marca Dinâmica e evolutiva, a marca Bematech é formada pelo símbolo e logotipo. Suas elipses simbolizam a essência de uma empresa empreendedora.

Leia mais

Representação Digital de Imagens

Representação Digital de Imagens Representação Digital de Imagens Definição de Imagem Uma imagem é composta por um conjunto de pontos, denominados "Pixels" (Picture Elements) ou "Dots". Estes "pixels" estão dispostos na tela do computador

Leia mais

Tamanho e resolução da imagem

Tamanho e resolução da imagem Tamanho e resolução da imagem Para se produzir imagens de alta qualidade, é importante compreender como é que os dados dos pixels da imagem são medidos e mostrados. Dimensões dos pixels O número de pixels

Leia mais

Prof. Manuel A Rendón M

Prof. Manuel A Rendón M Prof. Manuel A Rendón M Tanenbaum Redes de Computadores Cap. 1 e 2 5ª. Edição Pearson Padronização de sistemas abertos à comunicação Modelo de Referência para Interconexão de Sistemas Abertos RM OSI Uma

Leia mais

Tratamento da Imagem Transformações (cont.)

Tratamento da Imagem Transformações (cont.) Universidade Federal do Rio de Janeiro - IM/DCC & NCE Tratamento da Imagem Transformações (cont.) Antonio G. Thomé thome@nce.ufrj.br Sala AEP/133 Tratamento de Imagens - Sumário Detalhado Objetivos Alguns

Leia mais

ETI - Edição e tratamento de imagens digitais

ETI - Edição e tratamento de imagens digitais Curso Técnico em Multimídia ETI - Edição e tratamento de imagens digitais 2 Fundamentos "Conserva o modelo das sãs palavras que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus." 2 Timóteo 1:13

Leia mais

Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint

Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint Tecnologias da Informação e Comunicação Guia de Estudo Criação de Apresentações Microsoft PowerPoint Aspectos genéricos sobre o trabalho com imagens computacionais Imagens computacionais e programas que

Leia mais

Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia básica. Objetivos da Disciplina

Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia básica. Objetivos da Disciplina Circuitos Digitais Cap. 1 Prof. José Maria P. de Menezes Jr. Circuitos Digitais Tópicos Digitais I- Engenharia Elétrica -UFPI Programa da disciplina, i metodologia de ensino, avaliações e bibliografia

Leia mais

B. Piropo. Arquitetura, Organização e Hardware de Computadores - Prof. B. Piropo

B. Piropo. Arquitetura, Organização e Hardware de Computadores - Prof. B. Piropo B. Piropo Computadores usam internamente o sistema binário. O sistema binário adota apenas dois algarismos com os quais pode representar qualquer número. Portanto: Computadores só podem trabalhar com números.

Leia mais

O vídeo. O vídeo. Sistemas analógicos de vídeo. O vídeo. 2001 Wilson de Pádua Paula Filho

O vídeo. O vídeo. Sistemas analógicos de vídeo. O vídeo. 2001 Wilson de Pádua Paula Filho O vídeo O vídeo Interfaces de vídeo Sistemas de televisão: as características do sinal de vídeo são determinadas pelos padrões de televisão principais padrões existentes: televisão em preto-e-branco televisão

Leia mais

Conteúdo. SCC5909 Fundamentos de Multimídia. Ementa do Curso. 1. Apresentação da Disciplina. Ementa do Curso. Ementa do Curso

Conteúdo. SCC5909 Fundamentos de Multimídia. Ementa do Curso. 1. Apresentação da Disciplina. Ementa do Curso. Ementa do Curso SCC5909 Fundamentos de Multimídia Aula 1 Conteúdo Apresentação da disciplina Conceitos e definições em multimídia Princípios de compressão Prof.: Dr. Rudinei Goularte (rudinei@icmc.usp.br) Instituto de

Leia mais

Formatos de Compressão de Imagem - Introdução. Introdução

Formatos de Compressão de Imagem - Introdução. Introdução Formatos de Compressão de Imagem - Introdução Introdução A imagem digital é cada vez mais importante no mundo actual. No entanto como as imagens digitais geram ficheiros de grandes dimensões, torna de

Leia mais

Módulo 6 Compressão de Imagem e Som

Módulo 6 Compressão de Imagem e Som Módulo 6 Compressão de Imagem e Som Sistema Multimédia Ana Tomé José Vieira Departamento de Electrónica, Telecomunicações e Informática Universidade de Aveiro 1 Sumário Codificação sem Perdas (continuação)

Leia mais

Quais as diferenças entre os formatos de imagem PNG, JPG, GIF, SVG e BMP?

Quais as diferenças entre os formatos de imagem PNG, JPG, GIF, SVG e BMP? Quais as diferenças entre os formatos de imagem PNG, JPG, GIF, SVG e BMP? 66.393 Visualizações Por Daniele Starck Disponível em: www.tecmundo.com.br/imagem/5866 quais as diferencas entre os formatos de

Leia mais

Dispositivos de Entrada e Saída

Dispositivos de Entrada e Saída Dispositivos de Entrada e Saída Prof. Márcio Bueno {cgtarde,cgnoite}@marciobueno.com Fonte: Material do Prof. Robson Pequeno de Sousa e do Prof. Robson Lins Dispositivos de Entrada Teclado, Mouse, Trackball,

Leia mais

Processamento de Imagem. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com

Processamento de Imagem. Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Processamento de Imagem Prof. MSc. André Yoshimi Kusumoto andrekusumoto.unip@gmail.com Visão Computacional Não existe um consenso entre os autores sobre o correto escopo do processamento de imagens, a

Leia mais

MPEG 4 e H264. Cena 1

MPEG 4 e H264. Cena 1 MPEG 4 e H264 Cena 1 Seu avatar caminha através de um mundo virtual sofisticado habitado por outros avatares, propaganda de produtos e paredes de vídeo. Em uma tela de vídeo virtual está a transmissão

Leia mais

Considerações: Leia a lista toda, o quanto antes, para evitar más interpretações e muitas dúvidas em cima da hora

Considerações: Leia a lista toda, o quanto antes, para evitar más interpretações e muitas dúvidas em cima da hora Universidade Federal de Pernambuco Centro de Informática Lista 4 Introdução a Programação Prof: Adriano Sarmento Data: 16/12/2013 Data de entrega: 07/01/2014 Considerações: Leia a lista toda, o quanto

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL

REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL Representação da imagem Uma imagem é uma função de intensidade luminosa bidimensional f(x,y) que combina uma fonte de iluminação e a reflexão ou absorção de energia a partir

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA ÁREA DEPARTAMENTAL DE ENGENHARIA ELECTRÓNICA E TELECOMUNICAÇÕES E DE COMPUTADORES RAMO DE TELECOMUNICAÇÕES CODIFICADOR JPEG BASEADO EM FPGA ANDRÉ MIGUEL DE SOUSA

Leia mais

Codec. Finalização de audiovisual. Bit Rate (Taxa de Bits) formatos de exportação. Pro res. ProRes 16/05/13. Sigla de COmpressor/DEcompressor.

Codec. Finalização de audiovisual. Bit Rate (Taxa de Bits) formatos de exportação. Pro res. ProRes 16/05/13. Sigla de COmpressor/DEcompressor. Codec Finalização de audiovisual Sigla de COmpressor/DEcompressor. Conjunto de instruções que permite comprimir um sinal de vídeo ou áudio, para armazenamento, e descomprimir, para reprodução. Bit Rate

Leia mais

COMPUTAÇÃO GRÁFICA RESOLUÇÃO

COMPUTAÇÃO GRÁFICA RESOLUÇÃO COMPUTAÇÃO GRÁFICA RESOLUÇÃO Curso: Tecnológico em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina: COMPUTAÇÃO GRÁFICA 4º Semestre Prof. AFONSO MADEIRA RESOLUÇÃO Associada à quantidade e a qualidade de

Leia mais

Projeto de uma Arquitetura de DCT 1D para a Compressão de Imagens JPEG

Projeto de uma Arquitetura de DCT 1D para a Compressão de Imagens JPEG Projeto de uma Arquitetura de DCT 1D para a Compressão de Imagens JPEG Luciano Agostini, Sergio Bampi Grupo de Microeletrônica Instituto de Informática Universidade Federal do Rio Grande do Sul Cx. Postal

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Processamento Digital de Imagens

Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Processamento Digital de Imagens Universidade Federal de Goiás Instituto de Informática Processamento Digital de Imagens Prof Fabrízzio Alphonsus A M N Soares 2012 Capítulo 2 Fundamentos da Imagem Digital Definição de Imagem: Uma imagem

Leia mais

FUNDAMENTOS DE TV DIGITAL. Objetivos do Sistema Digital. Digital. Comparação. (NTSC x ATSC) Transmissão simultânea de várias programações

FUNDAMENTOS DE TV DIGITAL. Objetivos do Sistema Digital. Digital. Comparação. (NTSC x ATSC) Transmissão simultânea de várias programações PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ FUNDAMENTOS DE TV DIGITAL Prof. Alexandre A. P. Pohl Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e Informática Industrial - CPGEI 1 Objetivos do Sistema

Leia mais

1 Transmissão digital em banda base

1 Transmissão digital em banda base 1 Transmissão digital em banda base A transmissão digital oferece algumas vantagens no que diz respeito ao tratamento do sinal, bem como oferecimento de serviços: Sinal pode ser verificado para avaliar

Leia mais

1) Entrando com Matrizes no MatLab.

1) Entrando com Matrizes no MatLab. PRÁTICA 1. Atenção! Os quadros indicados com a letra T referem-se a Treinamento. Devem ser implementados mas não fazem parte do relatório da prática. Os quadros indicados coma letra E são os exercícios

Leia mais

Bitmap X Vetorial OS DOIS PRINCIPAIS TIPOS DE ARQUIVOS NA COMPUTAÇÃO GRÁFICA

Bitmap X Vetorial OS DOIS PRINCIPAIS TIPOS DE ARQUIVOS NA COMPUTAÇÃO GRÁFICA OS DOIS PRINCIPAIS TIPOS DE ARQUIVOS NA COMPUTAÇÃO GRÁFICA Editores vetoriais são frequentemente contrastadas com editores de bitmap, e as suas capacidades se complementam. Eles são melhores para leiaute

Leia mais

Considerações gerais sobre arquivos abertos e fechados

Considerações gerais sobre arquivos abertos e fechados Considerações gerais sobre arquivos abertos e fechados Este tutorial tem por finalidade esclarecer algumas dúvidas sobre arquivos abertos e arquivos fechados. Leia e entenda um pouco mais sobre PDF, diferenças

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores Curso de Eng. Informática Curso de Eng. de Electrónica e Computadores Aula Prática Bit stuffing, CRC e IP 1 Introdução 1.1 Framing O nível de ligação de dados utiliza o serviço fornecido

Leia mais

PACS e Compressão de Imagens Médicas

PACS e Compressão de Imagens Médicas PACS e Compressão de Imagens Médicas Conceitos Importantes 1 Resolução Espacial Define riqueza de detalhes da imagem Resolução de Profundidade Define riqueza de meios-tons Define cores Tamanho da Imagem

Leia mais