O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

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1 O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Orienta na implantação e no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora. Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução

2 O que são palestras gerenciais? Repasse de conhecimento, de forma a gerar melhorias empresariais, aproveitamento de oportunidades e estimular a percepção de possibilidades e tendências. PALESTRA: DETERMINAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO Objetivos Oferecer aos empresários e empreendedores, conhecimentos sobre a Gestão do Capital de Giro, que propiciem o desenvolvimento das habilidades gerenciais e, através disso, as condições para a obtenção de melhores resultados econômicos e financeiros em seus empreendimentos.

3 Custo financeiro alto. CENÁRIO ATUAL Concorrência e Competitividade dificultando o giro dos estoques. Consumidor exigindo maiores prazos de pagamento. Fornecedores praticando prazos cada vez menores e se aumentarem os prazos, implicará maiores custos financeiros.

4 ALGUNS QUESTIONAMENTOS... Por que as empresas quebram? R: Por terem problemas de liquidez-capacidade de pagamento. Quais as prováveis causas disso? R: Provavelmente uma combinação de diversos fatores de caráter operacional e de decisões estratégicas que infelizmente não deram certo: - Estoques/Prazos/Vendas/Recebimento etc.

5 ENTÃO, CAPITAL DE GIRO É para qualquer empresa, o valor total do conjunto de recursos formados por: valores em caixa e bancos; valores a receber e valores estocados.

6 DETERMINAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO - VALOR APLICADO EM: Estoques aumento e redução de volumes Contas a Receber expandir prazos de recebimentos vendas a vista x vendas a prazo Caixa Disponível o dia-a-dia das contas

7 FONTES DE CAPITAL DE GIRO Capital Próprio Empréstimos/Financiamentos - de curto e de longo prazo - Descontos de duplicatas e cheques Fornecedores Adiantamento de Clientes Lucros

8 EMPRESA: EXEMPLO Aplicação dos Recursos Caixa 500 Bancos Contas a Receber Estoques Imobilizado Origem dos Recursos Fornecedores Empréstimo Bancário Folha de Pagamento Impostos a Recolher 500 Capital Próprio Lucros Acumulados Total Total

9 APLICAÇÃO DOS RECURSOS aplicação no giro financeiro Caixa e Bancos 3.000,00 aplicação no giro operacional Contas a Receber de Clientes 4.000,00 Estoques 6.000,00 aplicação ativo fixo Imobilizado ,00

10 ORIGEM DOS RECURSOS Origens financeiras empréstimos bancários 8.000,00 Origens operacionais fornecedores 4.500,00 salários e encargos sociais 2.000,00 impostos a recolher 500,00 Origens de recursos próprios capital próprio 8.000,00 resultados acumulados 3.000,00

11 Onde estão os Recursos Giro Financeiro Caixa e Bancos R$ 3.000,00 Giro Operacional Contas a Receber Estoques R$ ,00 Parte dos Empréstimos Ativo Fixo R$ ,00 De onde vêm os Recursos Origens Financeiras Empréstimos R$ 8.000,00 Origens Operacionais Fornecedores Salários a Pagar Impostos a Pagar R$ 7.000,00 Origem de Recursos Próprios Capital Próprio Resultados Acumulados Lucros/Prejuízos R$ ,00

12 CAPITAL DE GIRO INSTRUMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO NCG Necessidade de Capital de Giro Giro Operacional Aplicações x Origens - histórico saldos patrimoniais - projeção prazos médios (ciclo operacional) CGP Capital de Giro Próprio Imobilizações x Recursos Próprios SLC - Saldo Líquido de Caixa Giro Financeiro - Caixa e Bancos x Empréstimos

13 NCG NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO Indica quanto o Giro Operacional está sendo financiado com recursos de terceiros. NCG = Giro Operacional ( ) Origens Operacionais (A Receber + Estoques) (Fornecedores + Salários + Impostos) (4.000, ,00) (4.500, , ,00) NCG = ,00 ( ) 7.000,00 NCG = 3.000,00 As origens operacionais dos recursos de terceiros cobrem 70% do Giro Operacional. Logo, quem está bancando os 30% restantes? Vamos ver!

14 NCG NECESSIDADE DE CAPITAL DE GIRO Aumenta com: acréscimo no volume de vendas; ampliação dos prazos de recebimentos e de estoques; redução de prazos de pagamentos; aumento do volume de vendas a prazo. Diminui com: queda de vendas; redução dos prazos de recebimentos e de estoques; aumento dos prazos de pagamentos; redução do volume de vendas a prazo. Estão lembrados, no nosso exemplo, 70% do giro estão cobertos com recursos de terceiros. E os 30% restantes? Vamos ver!

15 CGP CAPITAL DE GIRO PRÓPRIO Indica quanto dos recursos próprios da empresa estão sendo utilizados no Capital de Giro. CGP = Recursos Próprios ( - ) Ativo Fixo (Capital Próprio + Resultados de Vendas) Imobilizado (8.000, ,00) ,00 CGP = ,00 ( - ) ,00 = (2.000,00) Dos recursos próprios, nenhum centavo está aplicado no Capital de Giro, todo ele está investido no Ativo Fixo. Logo, não são os recursos próprios que bancam aqueles 30% de necessidade do giro operacional.

16 CGP CAPITAL DE GIRO PRÓPRIO Aumenta com: Geração de lucros; Aporte de capital; Venda de Imobilizados. Diminui com: Geração de prejuízos; Distribuição de lucros; Aquisição de Imobilizados. Então, quem banca a necessidade de capital de giro é...

17 SLC SALDO LÍQUIDO DE CAIXA Indica a situação líquida de Caixa, ou seja, o que tem em Caixa em relação ao que foi emprestado de bancos. SLC = Giro Financeiro - Origem Financeira (Caixa e Bancos) - (Empréstimos) SLC = 3.000,00 ( - ) 8.000,00 SLC = (5.000,00) Desvendado o mistério! O valor encontrado indica que empréstimos estão garantindo as atividades operacionais e ainda as imobilizações. Dos 5.000,00, podemos entender que 2.000,00 complementam o Ativo Fixo e 3.000,00 bancam a Necessidade do Giro Operacional, aqueles 30%. Lembra?

18 SLC SALDO LÍQUIDO DE CAIXA Aumenta com: aumento do Capital de Giro Próprio; diminuição da Necessidade de Capital de Giro; aumento de empréstimos. Diminui com: diminuição do Capital de Giro Próprio; aumento da Necessidade de Capital de Giro; diminuição do uso de empréstimos.

19 DETERMINAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO INSTRUMENTOS PARA A ADMINISTRAÇÃO RESUMO: Necessidade de Capital de Giro = R$ 3.000,00 Capital de Giro Próprio = R$ (2.000,00) Saldo Líquido de Caixa = R$ (5.000,00) Entre os tantos desafios do dia-a-dia de uma empresa, o Capital de Giro é um dos que merece total e especial atenção, afinal se a empresa não girar tudo mais ficará imóvel.

20 APURANDO A NCG ATRAVÉS DOS PRAZOS MÉDIOS - PM A NCG envolve o ciclo financeiro e o volume de vendas de uma empresa. A cada venda, existirá uma necessidade de capital de giro. Ciclo Financeiro é o período que a empresa leva para que os recursos financeiros retornem ao caixa. Onde, Ciclo Financeiro é igual a : [(PM.Estoques + PM.Recebimentos) PM.Pagamentos]

21 APURANDO A NCG ATRAVÉS DOS PRAZOS MÉDIOS - PM NCG = [CFA / ( P x F )] CFA = Ciclo Financeiro Ajustado às Vendas CFA = [( PMEA + PMR ) PMPA] PMEa = Prazo Médio de Estoques Ajustado às Vendas PMR = Prazo Médio de Recebimento PMPa = Prazo Médio Pagamento Ajustado às Vendas Fornecedores e Despesas (impostos, salários...) P = Período de tempo (mensal, semestral...) F = Faturamento Mensal

22 EXEMPLO DOS CÁLCULOS PME = 60 dias PMR = 35 dias PMP = 30 dias Compra Mensal = R$ 9.266,00 Despesas do mês = R$ 4.000,00 Faturamento = R$ 8.000,00 Custos de Vendas = R$ 3.470,00 PMEa = [(Custo das Vendas / Faturamento) x PME] PMEa = [(3.470,00 / 8.000,00) x 60 dias] = 26 dias PMPa = {[(Compras + Despesas) / Faturamento] x PMP} PMPa = [(13.266,00 / 8.000,00) x 30 dias] = 49,75 dias CFA = [(PMEa + PMR) PMPa] CFA = [( ) 49,75] CFA = 11,25 dias NCG = [(CFA / P) x F)] NCG = [(11,25 / 30) x 8.000,00)] NCG = 3.000,00

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