O SULCO COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA. PRIMAVERA JohnDeere.com.br

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1 10 - Precisão na pecuária 14 - Trigo com tecnologia 18 - Turistas no pomar PRIMAVERA 2013 O SULCO JohnDeere.com.br COMO O BRASIL VAI INVESTIR NO ARMAZENAMENTO DE SUA SUPERSAFRA.

2 capa 1 2 RICARDO TELES - PULSAR IMAGENS GERSON GERLOFF - PULSAR IMAGENS 1 Interior de silo em Diamantino no Mato Grosso: espaço não é suficiente 2 No Rio Grande do Sul bags de plástico são usados como reforço para os silos 6 sulco

3 Mais espaço para os grãos Aumento da capacidade de armazenagem dá força para produção agrícola crescer ainda mais Gleise de Castro PRODUÇÃO DE GRÃOS E CAPACIDADE DE armazenagem ESTÁTICA E IDEAL (em milhões T) Acapacidade brasileira de estocagem não tem conseguido acompanhar a velocidade do crescimento da produção de grãos, que vem batendo recordes sucessivos desde Com a previsão de um novo recorde para a colheita 2012/13, de 185 milhões de toneladas, 11,4% acima da safra passada, serão mais 18,9 milhões de toneladas, especialmente de soja e milho, o que elevará o déficit de armazenagem a quase 30 milhões de toneladas, se considerado apenas o tamanho da safra. Mas levando-se em conta a recomendação da FAO - Organização para a Agricultura e Alimentação da ONU, para que os países mantenham uma capacidade estática 20% acima do volume colhido, o déficit aumenta para 67 milhões de toneladas. Segundo o IBGE, a capacidade de estocagem do país, no final do ano passado, era de 158 milhões de toneladas, em estabelecimentos. Em dezembro, 45,3% desses estabelecimentos encontravam-se na Região Sul, 22% no Sudeste, 21,6% no Centro-Oeste, 7,8% no Nordeste e 3,3% no Norte. Os maiores estoques registrados no final de 2012 foram de milho em grão, trigo em grão, arroz em casca, soja e café em grão. Produtos de mais e armazéns de menos levam os produtores a concentrar o escoamento da safra em um curto período, logo após a colheita, o que contribui para os longos congestionamentos de caminhões carregados de grãos nas estradas e de navios à espera dos produtos nos portos, encarecendo o frete e reduzindo o preço recebido pelo agricultor. Enquanto o pacote de logística de transporte não sai, a falta de novos investimentos em estradas, ferrovias e portos poderá ser compensada, em parte, por novos recursos para ampliar a estrutura de estocagem. A armazenagem ganhou destaque no Plano de Safra da Agricultura e da Pecuária para o ano agrícola 2013/14, com a destinação de R$ 25 bilhões para ampliar a capacidade em 65 milhões de toneladas nos próximos cinco anos. Os recursos para a construção de novos armazéns destinam-se a produtores, cooperativas e cerealistas e preveem condições favoráveis, com juros de 3,5% ao ano e pagamento em até 15 anos. Já a Conab vai investir R$ 350 milhões para a construção de dez novas unidades armazenadoras no país, que aumentarão sua capacidade estática de 1,96 milhão para 2,81 milhões de toneladas. PROBLEMAS NO OESTE É um grande programa e os valores são robustos, comenta Carlos Favaro, presi Safra de grãos Capacidade de Armazenagem Capacidade Ideal dente da Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso. Os produtores do Centro-Oeste são os que enfrentam maiores problemas com a escassez de silos e armazéns. Como são os mais distantes dos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), por onde sai a maior parte de sua produção para exportação, a disponibilidade de maior número de armazéns perto de suas lavouras tende a melhorar também seus problemas logísticos para escoamento da safra. Segundo Favaro, o déficit de armazenagem no Mato Grosso é de 28%, mas essa defasagem deve dobrar em pouco tempo, com o crescimento esperado da produção. Em cinco a dez anos, a produção do Mato Grosso deve dobrar, sem derrubar uma árvore, com o reaproveitamento das pastagens, prevê o produtor. Para ele, com maior capacidade de estocagem, o problema do escoamento pode ser reduzido. Com mais armazéns, não teremos mais pressão de venda. A segunda safra, de milho, chega com a soja ainda sendo escoada, não há espaço no armazém, afirma Favaro. Por isso, é cada vez mais frequente, na região, milho guardado a céu aberto. Aumentando-se a capacidade de estocagem, poderemos ter mais prazo para vender, para uma comercialização mais programada. O escoamento logo após a colheita aumenta o preço do frete, tira a competitividade do produto e o caminhão é usado como armazém, diz o produtor. Comparando os preços médios recebidos nos períodos de safra e entressafra, nas últimas cinco safras, Carlos Cogo, sóciodiretor da Carlos Cogo Consultoria Agroeconômica, calculou em R$ 6,1 bilhões os prejuízos acumulados com o déficit de armazenagem de soja e milho no Brasil. Segundo levantamento da consultoria, o maior déficit está no Centro-Oeste, um total de 24,6 milhões de toneladas, equivalente a 70% do total no Brasil. Hoje o déficit é de pelo menos 70 milhões de toneladas, considerando-se um estoque de passagem de 10% a 15%, de uma safra para sulco

4 capa outra. Se fôssemos considerar a recomendação da FAO, como fazem os Estados Unidos, teríamos que ter espaço para 222 milhões de toneladas, estima o consultor. A meta de 65 milhões de toneladas de capacidade, segundo Cogo, estará defasada em cinco anos. Essa meta vai ajudar muito, mas é preciso ser mais audacioso, comenta. O consultor projeta para 2018, prazo previsto para o final do pacote, uma capacidade de 179 milhões de toneladas, enquanto a produção, estimada pelo próprio governo, será de 234 milhões de toneladas. A capacidade ideal seria de 281 milhões de toneladas. Vão faltar 102 milhões de toneladas de armazenagem em 2018, ele prevê. Cogo observa que o nó da logística começa na falta de armazéns. Esse é o calcanhar de Aquiles de todo o sistema de distribuição. O produtor vende mal, na hora errada, paga mais caro pelo frete e o custo no porto fica mais alto, pois o navio cobra uma taxa de espera diária, afirma. DÉFICIT NO SUL Mais próximos dos terminais de embarque para exportação, os estados do Sul não vivem situação tão dramática quanto a do Centro-Oeste, especialmente o Mato Grosso, mas ainda assim o déficit de armazenagem é significativo. Apesar de concentrar 43% de toda a capacidade nacional de estocagem, a região convive com um déficit de 6,7 milhões de toneladas. O Rio Grande do Sul é o estado com maior capacidade do país, de 31 milhões de toneladas, seguido pelo Mato Grosso, com 28 milhões de toneladas, Paraná (27 milhões ) e Goiás (13 milhões). A situação do Paraná é melhor do que a do Centro-Oeste, mas isso não quer dizer que não temos problemas, diz Flavio Turra, gerente técnico e econômico da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar). Quando temos escoamento rápido da safra, não temos grandes problemas. Mas em anos em que passaram estoques de uma safra para outra, já tivemos problemas sérios. No Paraná, a maior concentração de armazéns está nas cooperativas de produtores, que detêm metade da capacidade de armazenagem do estado, um total de 28,5 milhões de toneladas, segundo Turra. Ele diz que o pacote de investimento em novos armazéns será suficiente para recuperar a capacidade de estocagem do país, desde que os recursos prometidos sejam mesmo liberados, que sejam tomados em sua totalidade e que as condições do crédito sejam mantidas. A pressão por escoamento em curto espaço de tempo é prejudicial também para as tradings e para a indústria processadora. As empresas compram a safra dos produtores, descontando do preço o custo estimado com o frete. Na safra deste ano, o custo do transporte foi tão alto que se tornou prejuízo para a indústria processadora de soja, segundo Daniel Furlan Amaral, gerente de economia da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove). De acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os problemas logísticos no Centro-Oeste impuseram a produtores e empresas, entre janeiro e maio, um custo adicional de R$ 974 milhões para escoamento da safra de grãos 2012/2013. Esse valor ficará ainda maior depois de concluído o escoamento da segunda safra de milho e da primeira de algodão da região. Na próxima safra, segundo Amaral, as empresas vão tentar repassar aos preços pagos ao produtor um valor acima do que tiveram de arcar neste ano. Segundo ele, a indústria se vê obrigada a fazer uma logística altamente eficiente e o escoamento acaba sendo um momento de muita tensão. Isso porque falta tudo. Faltam armazéns, caminhões, trens e o frete sobe muito, afirma. Para a Abiove, os investimentos em logística de transporte prometidos pelo governo, incluindo estradas e ferrovias, precisam sair do papel. Investir em armazéns é uma das saídas. Estaremos tratando mais dos sintomas do que das causas,mas já ajuda, afirma o presidente da associação. Armazéns em Tio Hugo (RS), ao lado de plantações de soja 8 sulco GERSON GERLOFF - PULSAR IMAGENS

5 PRAZO CURTO A safra precisa ser retida por algum tempo até para que a limitada estrutura dos portos dê conta dos grandes volumes exportados. Parte da soja brasileira segue para processamento, para atender ao mercado interno, e outra parte é adquirida pelas tradings, para exportação. Renato Casali Pavan, da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), calcula o déficit de capacidade de estocagem no país em 154 milhões de toneladas estáticas. Para ele, os R$ 25 bilhões para financiamento de novos armazéns são suficientes apenas a curto prazo. A longo prazo os recursos deverão ser complementados afirma. Isso porque, segundo ele, o custo médio para se implantar uma unidade de armazenagem é de cerca de 400 reais por tonelada. Para cobrir o déficit serão necessários R$ 60 bilhões, ou seja R$ 6 bilhões por ano, explica. No cálculo do déficit, Pavan tomou os Estados Unidos como base de comparação e explica que a armazenagem se divide em quatro níveis do produtor, coletor, regulador e dos terminais. O Brasil armazena apenas 16% de sua safra nas propriedades, enquanto nos EUA os armazéns dos produtores estocam o equivalente a duas safras. Considerando-se apenas uma safra, o déficit no nível do produtor seria de aproximadamente 150 milhões de toneladas. No nível regulador, da Conab, a capacidade do Brasil chega a 44% da safra, enquanto a norte-americana é de 20% da safra, o que dá um superávit aparente de 24%. Mas quando se excluem os armazéns de sacaria, que não são utilizados e aqueles com localização incorreta, há um déficit de 1 milhão de toneladas. Para supri-lo, novos armazéns serão construídos pela Conab, diz Pavan. Nos terminais portuários, a necessidade é de 3,5 milhões de toneladas estáticas. A capacidade existente é suficiente e encontra-se bem distribuída pelos principais portos. O déficit é de longo prazo, afirma. Segundo Pavan, o Brasil movimenta pelos portos a cada ano, entre grãos e derivados, cerca de 40% da produção, ou cerca de 70 milhões de toneladas. As perdas com o déficit de armazenagem não se limitam ao alto custo do frete, mas ocorrem em toda a cadeia produtiva, segundo o diretor da Abag. Pela falta do armazém na propriedade, o produto é colhido mais seco do que a umidade recomendada, provocando perda da ordem de 5%. Uma vez colhido, o produto é transportado de caminhão que enfrenta uma enorme fila até descarregar o produto para ser limpo e seco. Como o produto está úmido, fermenta e perde qualidade e, consequentemente, o preço diminui em mais 5%, diz. Com isso, a perda até o armazém coletor é de 10% do valor da produção, ou R$ 126 bilhões. Somando-se a esse valor a perda causada pelo congestionamento no escoamento da safra, estimada em R$ 8 bilhões pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o total de perdas anuais, conforme cálculos de Pavan, chega a R$ 134 bilhões. LONGE DA NECESSIDADE Capacidade de armazenagem de grãos em comparação com necessidade de produção nas regiões (em milhões de t) ,3 3,0-2.2 NORTE +3,7 23,3 8, ,6 NORDESTE Capacidade Déficit Superavit SUDESTE -6,7 CENTRO-OESTE SUL Fonte: Carlos Cogo Consultoria Agronomica sulco

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