Governador Cid Ferreira Gomes. Vice-Governador Francisco José Pinheiro. Secretário Antônio Luiz Abreu Dantas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Governador Cid Ferreira Gomes. Vice-Governador Francisco José Pinheiro. Secretário Antônio Luiz Abreu Dantas"

Transcrição

1

2

3 Governador Cid Ferreira Gomes Vice-Governador Francisco José Pinheiro Secretário Antônio Luiz Abreu Dantas Secretário Executivo Luiz Xavier Oliveira Filho Coordenador Administrativo - Financeiro Rosa Maria Chaves Coordenador da Cidadania Heline Joyce Barbosa Monteiro Coordenador do Sistema Penal José Bento Laurindo de Araújo Supervisor do Núcleo de Saúde Francisco Pereira Alencar

4

5

6

7

8

9

10

11

12

13 Antônio Luiz Abreu Dantas Secretário da Justiça e Cidadania

14

15

16

17

18

19

20

21 1. Assistência à Saúde no Sistema Penitenciário do Estado do Ceará 1.1. Missão A Saúde no Sistema Prisional Recursos Humanos da Equipe de Saúde A População Carcerária no Estado do Ceará Assistência Farmacêutica no Sistema Penitenciário 2.1. As Bases da Assistência Farmacêutica no Sistema Penitenciário Seleção de Medicamentos Programação e Aquisição de Produtos Farmacêuticos Recebimento e Armazenamento Prescrição, Distribuição e Dispensação Unidades de Farmácia nas UPs A Padronização no Sistema Penitenciário 3.1. A Implantação de uma Padronização no Sistema Penitenciário Etapas Seguidas na Implantação do Processo de Padronização de Medicamentos Critérios Empregados no Processo de Padronizados de Medicamentos Critérios para Exclusão de Medicamentos da Padronização Comissão de Padronização de Medicamentos Medicamentos Padronizados 4.1. Medicamentos Padronizados Medicamentos Padronizados por Classificação Terapêutica Analgésicos e antipiréticos Analgésico Narcótico Anestésicos Locais Ansiolíticos Antagonista de Angiotensina II Antiagregante Plaquetário Antianêmicos Antianginosos Antiarrítmicos Anticoagulante Anticonvulsivantes Antidepressivos Antieméticos... 57

22 Antiespasmódicos Antiespasmódicos, Analgésicos Antifiséticos Antifúngicos Sistêmicos Antifúngicos Tópicos Anti-hipertensivos Anti-Histamínico H Antiinflamatório Esteroidal (Corticóide) Sistêmico Antiinflamatórios não-esteroidal (Aine) Sistêmico Antiinflamatórios não-esteroidal (Aine) Tópico Antimicrobiano Aminoglicosídeo Antimicrobiano Aminoglicosídeo Tópico Antimicrobiano Aminoglicosídeo Oftálmico Antimicrobiano Anaeróbico Antimicrobiano Anaeróbico Tópico Antimicrobiano Anfenicol Tópico Antimicrobiano Cefalosporina 1ª Geração Antimicrobiano Cefalosporina 3ª Geração Antimicrobiano Macrolídeo Antimicrobianos Penicilinas Antimicrobianos Quinolonas Antimicrobiano Sulfa Antimicrobiano Tetraciclina Antimicrobianos Tópicos Antimicrobiano Otológico + Corticóide Antiparasitário, Anti-Helmíntico Antipsicóticos, Neurolépticos Anti-Sépticos Tópicos Antitussígeno Antiulcerosos Antivirais Betabloqueadores Bloqueador de Canal de Cálcio Broncodilatadores Cardiotônico Dermatológicos Descongestionante Nasal Diuréticos Eletrólitos, Diluentes Flebotônico Hipoglicemiantes... 63

23 Inibidores da ECA Laxantes Mucolíticos Relaxante Muscular Vitaminas Sistema Medicamentos Sujeitos a Controle Especial (Portaria 344/98) 5. Medicamentos sob Controle Especial (Portaria 344/98) Classificação Tipos de Receituários Notificação da Receita Notificação da Receita A Notificação da Receita B Receita de Controle Especial Recomendações Adicionais Antimicrobianos 6. Antimicrobianos Resistência: Conseqüências do uso Abusivo e Irracional Uso Racional: Um Compromisso de Todos Reação Adversa a Medicamento 7. Reação Adversa a Medicamento Como Reconhecer as RAMs O que Deve ser Notificado Informações Adicionais 8.1. Lei dos Genéricos Medicamentos Fornecidos pelo Ministério da Saúde Programa para DSTs/AIDS Serviços Prestados em cada UP para o Diagnóstico, Aconselhamento e Tratamento em DST/HIV/AIDS HIV Associado à TB Programa para Tuberculose Mudanças no Tratamento da TB Esquema Básico Esquema para Meningoencefalite por Tuberculose Esquemas Especiais Sistema de Distribuição de Medicamentos de Qualidade no Sistema Penitenciário Sistema de Dose Individualizada Procedimentos Operacionais em Fase de Implantação no Hospital Otávio Lobo

24 9. Referências Referências Apêndices Apêndice A Apêndice B

25

26

27 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 27

28 28 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

29 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 29

30 30 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

31 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 31

32

33

34

35 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 35

36 36 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

37 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 37

38

39

40

41 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 41

42 42 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

43 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 43

44 44 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

45 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 45

46 46 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

47 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 47

48

49

50

51 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 51

52 52 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

53 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 53

54 54 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

55 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 55

56 56 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

57 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 57

58 58 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

59 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 59

60 60 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

61 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 61

62 62 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

63 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 63

64 64 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

65

66

67 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 67

68 68 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

69 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 69

70 70 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

71 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 71

72 72 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

73 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 73

74 74 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

75

76

77 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 77

78 78 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

79 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 79

80

81

82

83 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 83

84 84 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

85 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 85

86 86 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

87 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 87

88 88 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

89 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 89

90

91

92

93 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 93

94 94 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

95 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 95

96 96 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

97 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 97

98 98 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

99 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 99

100 100 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

101 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 101

102 102 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

103 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 103

104 104 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

105 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 105

106 106 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

107

108

109 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 109

110 110 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

111 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 111

112 112 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

113

114

115 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 115

116 116 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

117 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 117

118 118 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

119 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 119

120 120 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

121 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 121

122 122 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

123 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 123

124 124 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

125 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 125

126 126 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

127 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 127

128 128 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

129 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 129

130 130 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO

131 GUIA FARMACOTERAPÊUTICO SISTEMA PENITENCIÁRIO 131

132

atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico

atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico atendente de FARMÁCIA Prof. Dr. Luis Antonio Cezar Junior Farmacêutico Bioquímico atendente de FARMÁCIA CLASSIFICAÇÃO DOS FÁRMACOS Introdução o que são FÁRMACOS? Substância química conhecida e de estrutura

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 PLANO DE CURSO

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 PLANO DE CURSO CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: FARMACOLOGIA BÁSICA Código: ENF-109 Pré-requisito: ENF-103 Bioquímica Período

Leia mais

Kelly Braga. Farmácia Hospitalar

Kelly Braga. Farmácia Hospitalar Curso de Atualização em Boas Práticas de Farmácia Hospitalar Aula Inaugural Introdução as Boas Práticas da Farmácia Hospitalar Kelly Braga Farmácia Hospitalar Unidade clínica, administrativa a e econômica,

Leia mais

2 MATERIAIS E MÉTODOS

2 MATERIAIS E MÉTODOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OCORRÊNCIA DE INTOXICAÇÕES MEDICAMENTOSAS NO ANO DE 2009 EM MARINGÁ PR Patrícia Fernanda Premero 1 ; Tanimaria da Silva Lira Ballani 2 ; Silvana Lorenzi

Leia mais

Prof. Márcio Batista

Prof. Márcio Batista Prof. Márcio Batista OBJETIVOS DA AULA Conhecer os principais conceitos em farmácia hospitalar. Conhecer os aspectos técnicos e legais de localização, construção e instalação e estruturação da farmácia

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código:136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: TÉCNICO EM FARMÁCIA Qualificação: Técnico

Leia mais

Relação Municipal de MEDICAMENTOS ESSENCIAIS REMUME ª edição

Relação Municipal de MEDICAMENTOS ESSENCIAIS REMUME ª edição Relação Municipal de MEDICAMENTOS ESSENCIAIS REMUME 014 1ª edição EXPEDIENTE PREFEITURA DE FLORES DA CUNHA Prefeito: Lídio Scortegagna Secretário da Saúde: Vanderlei Luiz Stuani Elaboração, distribuição

Leia mais

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA

ANEXO 4 UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS FISIOLÓGICAS DISCIPLINA: FARMACOLOGIA II CARGA HORÁRIA: 120 HORAS CRÉDITOS: 06 CÓDIGO: SCF0020 PROFESSOR: CARLOS ALBERTO LACERDA

Leia mais

Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União

Ministério da Saúde Consultoria Jurídica/Advocacia Geral da União Nota Técnica N 265/2013 Brasília, agosto de 2013. Princípio Ativo: cabergolina Nome Comercial 1 : Dostinex. Sumário 1. O que é a cabergolina?... 1 2. O medicamento possui registro na Agência Nacional de

Leia mais

Relação Municipal de Medicamentos Essenciais

Relação Municipal de Medicamentos Essenciais Relação Municipal de Medicamentos Essenciais Elaboração, Distribuição e Informações Prefeitura de Maringá Secretaria Municipal de Saúde Central de Abastecimento Farmacêutico - CAF Avenida Prudente de Moraes,

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO. 4º Fica acrescentado ao antigo Edital 001/2005, com os seguintes aspectos, mantendo as demais Cláusulas:

CONCURSO PÚBLICO. 4º Fica acrescentado ao antigo Edital 001/2005, com os seguintes aspectos, mantendo as demais Cláusulas: CONCURSO PÚBLICO ADITIVO 001 ao Edital Nº 001/2005, de 26 de agosto de 2005. A PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAREMA, Estado do Ceará, no uso de suas atribuições e prerrogativas legais e de acordo com o art.

Leia mais

Despacho n.º 3/91, de 8 de Fevereiro 1 (DR, 2.ª série, n.º 64, de 18 de Março de 1991)

Despacho n.º 3/91, de 8 de Fevereiro 1 (DR, 2.ª série, n.º 64, de 18 de Março de 1991) 1 (DR, 2.ª série, n.º 64, de 18 de Março de 1991) Acesso aos medicamentos pelos doentes insuficientes renais crónicos e transplantados renais Os doentes insuficientes crónicos e transplantados renais,

Leia mais

Amoxicilina+Clavulonato de Potássio Comprimido 500mg mg

Amoxicilina+Clavulonato de Potássio Comprimido 500mg mg 3. RELAÇÃO DOS MEDICAMENTOS DISPONÍVEIS NA REMUME 2016 3.1. ANALGÉSICOS Acido Acetilsalicílico Dipirona Sódica solução oral Frasco 500mg/ml Dipirona Sódica Comprimido 500mg Dipirona Sódica - injetável

Leia mais

Exame Farmacoterapia Época normal 2012

Exame Farmacoterapia Época normal 2012 Exame Farmacoterapia Época normal 2012 1. Sindrome metabólico explicar a diabetes, fármacos na terapêutica. 2. 4 antibióticos, num individuo com infecção urinaria resistente aos beta-lactamicos qual o

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO RDC Nº 16, DE 2 DE MARÇO DE 2007

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO RDC Nº 16, DE 2 DE MARÇO DE 2007 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO RDC Nº 16, DE 2 DE MARÇO DE 2007 Aprova Regulamento Técnico

Leia mais

Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social - CRAS

Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social - CRAS Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Sistema Único de Assistência Social Proteção Social Básica Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social - CRAS Brasília - 2009 Luiz

Leia mais

DECRETO Nº 8.389, DE 04 DE JULHO DE 2016.

DECRETO Nº 8.389, DE 04 DE JULHO DE 2016. DECRETO Nº 8.389, DE 04 DE JULHO DE 2016. Define os critérios para o fornecimento de insumos destinados ao monitoramento da glicemia capilar aos portadores de diabetes cadastrados em Programa de Hipertensão

Leia mais

Palavras-chave: Automedicação; Analgésicos; Disfunção erétil.

Palavras-chave: Automedicação; Analgésicos; Disfunção erétil. CLASSES TERAPÊUTICAS MAIS CONSUMIDAS NO MUNICÍPIO DE CERES-GO NO ANO DE 2012. GARCEZ 1a,E.A.M., SOUZA 1b,K.S., BRITO 2,A.F. 1 Acadêmicas do curso de Farmácia da Faculdade de Ceres a ellisgarcez@hotmail.com

Leia mais

LOGÍSTICA REVERSA NO PROJETO USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS

LOGÍSTICA REVERSA NO PROJETO USO RACIONAL DE MEDICAMENTOS 14. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido - ISSN 2238-9113 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE

Leia mais

ANEXO II - PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA. Processo de Seleção para Residência em Área Profissional da Saúde

ANEXO II - PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA. Processo de Seleção para Residência em Área Profissional da Saúde ANEXO II - PROGRAMAS DA PROVA ESCRITA Processo de Seleção para Residência em Área Profissional da Saúde PERFIL: ATENÇÃO BÁSICA CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para todas as categorias profissionais: Conhecimentos

Leia mais

Serviços Farmacêuticos nas Farmácias Comunitárias Portuguesas Vacinação e Administração de Medicamentos Injectáveis

Serviços Farmacêuticos nas Farmácias Comunitárias Portuguesas Vacinação e Administração de Medicamentos Injectáveis Coloquio Servicio de vacunación en farmacia comunitaria. Experiencia internacional Serviços Farmacêuticos nas Farmácias Comunitárias Portuguesas Vacinação e Administração de Medicamentos Injectáveis Carlos

Leia mais

Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Agência Nacional de Vigilância Sanitária Agência Nacional de Vigilância Sanitária Lista de Medicamentos Genéricos Registrados por ordem alfabética Atualizada até Diário Oficial da União de 17/11/2008 Produto Classe Terapêutica Concentração Forma

Leia mais

Caracterização dos medicamentos prescritos aos idosos na Estratégia Saúde da Família

Caracterização dos medicamentos prescritos aos idosos na Estratégia Saúde da Família ARTIGO ARTICLE 1007 Caracterização dos medicamentos prescritos aos idosos na Estratégia Saúde da Família Characterization of drugs prescribed to the elderly in the Family Health Strategy Camila Alves Paes

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE

PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE RESOLUÇÃO SMS N 001 DE 2013. PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS APROVA O ANEXO II, DA RELAÇÃO MUNICIPAL DE MEDICAMENTOS, COMO INSTRUMENTO TÉCNICO-NORMATIVO QUE REÚNE O ELENCO DE MEDICAMENTOS PADRONIZADOS

Leia mais

DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL DIRETORIA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO FEDERAL

DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL DIRETORIA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO FEDERAL DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL DIRETORIA DO SISTEMA PENITENCIÁRIO FEDERAL PORTARIA N o 63, DE 08 DE ABRIL DE 2009. O DIRETOR DO SISTEMA PENITENCIÁRIO FEDERAL, no uso de suas atribuições legais e com

Leia mais

Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado.

Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado. Define-se Acreditação como um sistema de avaliação e certificação da qualidade de serviços de saúde, voluntário, periódico e reservado. Uma maneira diferente de focar a avaliação. Processo interativo,

Leia mais

ANEXO I. Perguntas e Respostas sobre a revisão benefício-risco do piroxicam

ANEXO I. Perguntas e Respostas sobre a revisão benefício-risco do piroxicam ANEXO I Perguntas e Respostas sobre a revisão benefício-risco do piroxicam A Agência Europeia de Medicamentos (EMEA) completou recentemente a avaliação da segurança do anti-inflamatório não esteróide (AINE)

Leia mais

Reação adversa medicamentosa em idosos

Reação adversa medicamentosa em idosos Reação adversa medicamentosa em idosos Rosa Maria Botosso *, Eglivani Felisberta Miranda **, Marilda Aparecida Souza da Fonseca *** Resumo A população idosa está aumentando graças aos avanços no conhecimento

Leia mais

Termo de Verificação de Atividades em Estabelecimento Público

Termo de Verificação de Atividades em Estabelecimento Público Termo de Verificação de Atividades em Estabelecimento Público Denominação do local: Ente responsável pela administração: C.N.P.J.: Endereço: Tel/Fax: Município: Horário de Funcionamento: Farmacêutico:

Leia mais

08 e 09 abril de Ministério do Meio Ambiente

08 e 09 abril de Ministério do Meio Ambiente 1ª Oficina sobre Integração de Sistemas de Informação dos Órgãos do SISNAMA ao Portal da Gestão Florestal 08 e 09 abril de 2008. Objetivos Fazer um diagnóstico do estágio atual da implementação da gestão

Leia mais

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA

EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA EXAME DE INGRESSO AO PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM FARMACOLOGIA Nome:... Data: Assinatura:... ATENÇÃO: Responda todas as questões obrigatórias e 1 questão à sua escolha dos demais blocos (C à F). Para completar

Leia mais

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A número 15 - dezembro/2015 DECISÃO FINAL RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório

Leia mais

A QUIMICA E OS MEDICAMENTOS

A QUIMICA E OS MEDICAMENTOS A QUIMICA E OS MEDICAMENTOS Bolsista: Julia Eisenhardt de Mello O corpo humano poderia ser chamado de corpo químico. Na realidade qualquer material do universo poderia ser chamado de material químico.

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 106/2014 APRAZ NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA. Ilma Dra Valéria S. Sousa

RESPOSTA RÁPIDA 106/2014 APRAZ NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA. Ilma Dra Valéria S. Sousa RESPOSTA RÁPIDA 106/2014 APRAZ NO TRATAMENTO DA FIBROMIALGIA SOLICITANTE Ilma Dra Valéria S. Sousa NÚMERO DO PROCESSO 0112.13.005931-7 DATA 07/03/2014 SOLICITAÇÃO Trata-se de Ação de Obrigação de Fazer

Leia mais

Conselho Federal de Farmácia (CFF) Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim/CFF)

Conselho Federal de Farmácia (CFF) Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos (Cebrim/CFF) Nota Técnica n.º 01/2014 Data de elaboração: 26 de fevereiro de 2014. Tartarato de metoprolol e succinato de metoprolol apresentam diferenças farmacocinéticas, não sendo possível a intercambialidade entre

Leia mais

SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS 2015

SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS 2015 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA MATERNIDADE CLIMÉRIO DE OLIVEIRA SERVIÇO DE FARMÁCIA FUNDADA EM 30 DE OUTUBRO DE 1910 SELEÇÃO DE MEDICAMENTOS 2015 ANTIMICROBIANOS SISTÊMICO AMICACINA SULFATO 100MG/ML AMOXICILINA

Leia mais

ADAB-Lisboa Factores de Adesão à Terapêutica Antibiótica numa População do Concelho de Lisboa

ADAB-Lisboa Factores de Adesão à Terapêutica Antibiótica numa População do Concelho de Lisboa Faculdade de Medicina de Lisboa Instituto de Medicina Preventiva Unidade de Epidemiologia 12º Programa Educação pela Ciência Dezembro 2009 ADAB-Lisboa Factores de Adesão à Terapêutica Antibiótica numa

Leia mais

Antimicrobianos 09/05/2016. Antimicrobianos. Antibacterianos. Quimioterápicos. Antiprotozoários Anti-helmínticos. Antibacterianos.

Antimicrobianos 09/05/2016. Antimicrobianos. Antibacterianos. Quimioterápicos. Antiprotozoários Anti-helmínticos. Antibacterianos. http://elrincondepablospok.blogspot.com.br/2012/07/anti bioticos-mitos-y-realidades.html http://virologiaemdemasia.blogspot.com.br/2010/01/vi rus-seres-vivos-ou-nao-vivos.html http://cantinhodaunidade.com.br/especialidadede-fungos-aprendendo-a-pesquisar/

Leia mais

Judicialização. Solicitação de Medicamento e Insumo indeferido pelo Estado

Judicialização. Solicitação de Medicamento e Insumo indeferido pelo Estado * Fora da lista; * Não para o CID; Judicialização Solicitação de Medicamento e Insumo indeferido pelo Estado * Outras situações similares (ex.: Dosagem maior que a especificada; Não esgotou medicamento

Leia mais

ESTATÍSTICA DOS CONCURSOS PARA JUIZ DE DIREITO SUBSTITUTO DA JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS

ESTATÍSTICA DOS CONCURSOS PARA JUIZ DE DIREITO SUBSTITUTO DA JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS ESTATÍSTICA DOS CONCURSOS PARA JUIZ DE DIREITO SUBSTITUTO DA JUSTIÇA DO DISTRITO FEDERAL E TERRITÓRIOS MÊS / ANO 03/1997 02/1998 09/1998 02/1999 03/2000 03/2001 03/2002 COMISSÃO DO CONCURSO Des. Natanael

Leia mais

USO RACIONAL DOS ANTIBIÓTICOS. Prof. Dra. Susana Moreno

USO RACIONAL DOS ANTIBIÓTICOS. Prof. Dra. Susana Moreno USO RACIONAL DOS ANTIBIÓTICOS Prof. Dra. Susana Moreno 1 Antibióticos Uma das mais importantes descobertas da medicina moderna Salva milhões de vidas ANTIBIÓTICOS BETA-LACTÂMICOS 3 Antibióticos Beta Lactâmicos

Leia mais

RELATÓRIO DE ATIVIDADES CIM-RS

RELATÓRIO DE ATIVIDADES CIM-RS RELATÓRIO DE ATIVIDADES CIM-RS - 2013- Boletim Informativo: http://www.ufrgs.br/boletimcimrs/ 1 de 8 Introdução O Centro de Informações sobre Medicamentos do Rio Grande do Sul (CIM-RS) funciona desde 1999

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 44/2014 Informações sobre carbamazepina, Gardenal,Rivotril e Risperidona

RESPOSTA RÁPIDA 44/2014 Informações sobre carbamazepina, Gardenal,Rivotril e Risperidona RESPOSTA RÁPIDA 44/2014 Informações sobre carbamazepina, Gardenal,Rivotril e Risperidona SOLICITANTE Drª Sabrina da Cunha Peixoto Ladeira Juíza de Direito do Juizado Especial -Pirapora NÚMERO DO PROCESSO

Leia mais

GUIA DE DILUIÇÃO, ESTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DE ANTIMICROBIANOS

GUIA DE DILUIÇÃO, ESTABILIDADE E ADMINISTRAÇÃO DE ANTIMICROBIANOS MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE HOSPITAL FEDERAL DE BONSUCESSO COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA G3 Atualizada em 08/12/2010 GUIA DE DILUIÇÃO, E DE ANTIMICROBIANOS NOME

Leia mais

Debate em foco Tendências e Inovação no Segmento Hospitalar. Inovação na Farmácia Hospitalar

Debate em foco Tendências e Inovação no Segmento Hospitalar. Inovação na Farmácia Hospitalar Debate em foco Tendências e Inovação no Segmento Hospitalar Inovação na Farmácia Hospitalar Nossa instituição hoje 439 Leitos Operacionais UTI com 57 leitos Unidades Críticas 62 leitos 19 Salas Cirúrgicas

Leia mais

26ª Reunião, Extraordinária Comissão de Assuntos Sociais

26ª Reunião, Extraordinária Comissão de Assuntos Sociais 26ª Reunião, Extraordinária Comissão de Assuntos Sociais Dr. Sandro José Martins Coordenador Geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas Diretoria de Atenção Especializada e Temática Secretaria de

Leia mais

candesartana cilexetila Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos simples 8 mg e 16 mg

candesartana cilexetila Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos simples 8 mg e 16 mg candesartana cilexetila Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos simples 8 mg e 16 mg BULA PARA PACIENTE Bula de acordo com a Resolução-RDC nº 47/2009 I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO candesartana cilexetila

Leia mais

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS RESIDENTES NO LAR VILA VICENTINA EM JOÃO PESSOA PB

PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS RESIDENTES NO LAR VILA VICENTINA EM JOÃO PESSOA PB PERFIL EPIDEMIOLÓGICO E QUALIDADE DE VIDA DOS IDOSOS RESIDENTES NO LAR VILA VICENTINA EM JOÃO PESSOA PB Rayane Maria Gomes da Silva Galdino 1 ; Rildeane Alves Gabriel 2 ; Maria Ladjane Sodré de Melo 3

Leia mais

CICLO DE SEMINÁRIOS TRANSVERSALIDADES EM SAÚDE: A ECONOMIA, A GESTÃO E A ÉTICA. Uma parceria:

CICLO DE SEMINÁRIOS TRANSVERSALIDADES EM SAÚDE: A ECONOMIA, A GESTÃO E A ÉTICA. Uma parceria: CICLO DE SEMINÁRIOS TRANSVERSALIDADES EM SAÚDE: A ECONOMIA, A GESTÃO E A ÉTICA Uma parceria: CICLO DE SEMINÁRIOS TRANSVERSALIDADES EM SAÚDE: A ECONOMIA, A GESTÃO E A ÉTICA Uma parceria: CICLO DE SEMINÁRIOS

Leia mais

Medicamentos: da pesquisa ao usuario

Medicamentos: da pesquisa ao usuario Capacitação em PI e Acesso a Medicamentos Recife, 15 de outubro de 2010 Medicamentos: da pesquisa ao usuario Gabriela Costa Chaves Médicos Sem Fronteiras - Brasil Campanha de Acesso a Medicamentos Essenciais

Leia mais

PREVALÊNCIA DE MEDICAMENTOS NEUROPSIQUIÁTRICOS UTILIZADOS POR IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS EM BOA VISTA/RR

PREVALÊNCIA DE MEDICAMENTOS NEUROPSIQUIÁTRICOS UTILIZADOS POR IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS EM BOA VISTA/RR PREVALÊNCIA DE MEDICAMENTOS NEUROPSIQUIÁTRICOS UTILIZADOS POR IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS EM BOA VISTA/RR Victória Câmara da Rocha; Amanda dos Santos Braga; Karen Ludimylla Bezerra Lima; Raquel Voges Caldart;

Leia mais

FOLHETO INFORMATIVO. DIAZEPAM LABESFAL, comprimidos

FOLHETO INFORMATIVO. DIAZEPAM LABESFAL, comprimidos FOLHETO INFORMATIVO DIAZEPAM LABESFAL, comprimidos COMPOSIÇÃO DIAZEPAM LABESFAL 5 mg Diazepam Excipiente 5 mg q.b.p. 1 comp. DIAZEPAM LABESFAL 10 mg Diazepam Excipiente 10,0 mg q.b.p. 1 comp. FORMA FARMACÊUTICA

Leia mais

Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica b

Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica b Utilização de diretrizes clínicas e resultados na atenção básica b à hipertensão arterial Construindo Estratégias e Avaliando a Implementação de Diretrizes Clínicas no SUS Edital 37/2004 CNPq ENSP/FIOCRUZ

Leia mais

Contrato Público de Aprovisionamento. Data de Entrada em Vigor Entrada em Vigor Vigência

Contrato Público de Aprovisionamento. Data de Entrada em Vigor Entrada em Vigor Vigência Mapa da Entrada em Vigor d disponíveis no Catálogo 24/05/2016 CP 2016/112 - Prestação de Serviços de Consultadoria na Área da Saúde e Segurança 25-05-2016 No dia 25/05/2016 entrarão em vigor. CP 2015/6

Leia mais

ATACAND. candesartana cilexetila

ATACAND. candesartana cilexetila ATACAND candesartana cilexetila I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ATACAND candesartana cilexetila APRESENTAÇÕES Comprimidos de 8 mg em embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos de 16 mg em embalagens com

Leia mais

PERFIL DAS INTOXICAÇÕES MEDICAMENTOSAS NO ESTADO DE SANTA CATARINA

PERFIL DAS INTOXICAÇÕES MEDICAMENTOSAS NO ESTADO DE SANTA CATARINA 23 PERFIL DAS INTOXICAÇÕES MEDICAMENTOSAS NO ESTADO DE SANTA CATARINA Paulo Emilio Feuser 1 RESUMO Os medicamentos estão entre as principias causas de intoxicação no Brasil, ficando atrás apenas dos acidentes

Leia mais

Revista Brasileira em Promoção da Saúde ISSN: Universidade de Fortaleza Brasil

Revista Brasileira em Promoção da Saúde ISSN: Universidade de Fortaleza Brasil Revista Brasileira em Promoção da Saúde ISSN: 1806-1222 rbps@unifor.br Universidade de Fortaleza Brasil Alcântara Alves, Denilce; Vieira Eyre de Souza, Luiza Jane; Albuquerque Montenegro de, Vera Lígia

Leia mais

Convibra Saúde Congresso Virtual Brasileiro de Educação, gestão e promoção da saúde saude.convibra.com.br

Convibra Saúde Congresso Virtual Brasileiro de Educação, gestão e promoção da saúde saude.convibra.com.br Prescrição e dispensação de medicamentos psicotrópicos em uma Unidade Básica de Saúde antes da informatização da dispensação de município de grande porte do Estado de São Paulo Prescription and dispensation

Leia mais

OTOSYLASE. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Otológica 0,250mg/mL UI/mL + 3,50mg/mL + 20mg/mL

OTOSYLASE. Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Otológica 0,250mg/mL UI/mL + 3,50mg/mL + 20mg/mL OTOSYLASE Geolab Indústria Farmacêutica S/A Solução Otológica 0,250mg/mL + 10.000UI/mL + 3,50mg/mL + 20mg/mL MODELO DE BULA PARA O PACIENTE Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder a sua leitura

Leia mais

PREFEITURA DE VITÓRIA Se cre taria de Saúde

PREFEITURA DE VITÓRIA Se cre taria de Saúde PREFEITURA DE VITÓRIA Se cre taria de Saúde DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE DIVISÃO DE APOIO DIAGNÓSTICO E TERAPÊUTICO Núcleo de Gestão Participativa da Assistência Farmacêutica (GEPAF) ESTUDO COMPARATIVO

Leia mais

PRINCIPIOS DE CRIAÇÃO DE VALOR

PRINCIPIOS DE CRIAÇÃO DE VALOR PRINCIPIOS DE CRIAÇÃO DE VALOR - A FARMÁCIA DO FUTURO - Visão da ANF Ana Cristina Gaspar DADOS GLOBAIS EVOLUÇÃO DO MERCADO FARMACÊUTICO MERCADO MEDICAMENTOS (VALOR E VOLUME) Fonte: Sistema de Informação

Leia mais

Núcleo de Inteligência Competitiva do Setor de Farmácias de Manipulação do Rio de Janeiro. Sandro Albuquerque

Núcleo de Inteligência Competitiva do Setor de Farmácias de Manipulação do Rio de Janeiro. Sandro Albuquerque Núcleo de Inteligência Competitiva do Setor de Farmácias de Manipulação do Rio de Janeiro Sandro Albuquerque Cenário Farmacêutico Magistral Movimenta US$ 1,3 bilhão por ano no Brasil, cerca de 9% do mercado

Leia mais

Importância do uso racional de medicamentos: uma visão pessoal. Importancy of medicines racional use: a personal view.

Importância do uso racional de medicamentos: uma visão pessoal. Importancy of medicines racional use: a personal view. Importância do uso racional de medicamentos: uma visão pessoal. Importancy of medicines racional use: a personal view. Maria Aparecida Nicoletti 1 Resumo: O artigo aborda, de maneira geral, questões a

Leia mais

Caracterização das prescrições de medicamentos a idosos no serviço público de saúde do município de Jataizinho, Estado do Paraná, 2008

Caracterização das prescrições de medicamentos a idosos no serviço público de saúde do município de Jataizinho, Estado do Paraná, 2008 Acta Scientiarum http://www.uem.br/acta ISSN printed: 1679-9291 ISSN on-line: 1807-8648 Doi: 10.4025/actascihealthsci.v34i1.9803 Caracterização das prescrições de medicamentos a idosos no serviço público

Leia mais

Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids

Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids Mudança da concepção da Vigilância Epidemiológica (VE) do HIV/Aids História da vigilância do HIV e Aids Pré 2004 Múltiplas definições de caso de AIDS (1984-98). A notificação de HIV não era uma recomendação

Leia mais

A influência da margem de lucro na comercialização de medicamentos

A influência da margem de lucro na comercialização de medicamentos Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada Journal of Basic and Applied Pharmaceutical Sciences A influência da margem de lucro na comercialização de medicamentos Barberato-Filho, S. 1 *; Lopes,

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 105 /2013

RESPOSTA RÁPIDA 105 /2013 RESPOSTA RÁPIDA 105 /2013 SOLICITANTE Juíza de Direito: Dr(a). Juizado Especial 0512 Pirapora NÚMERO DO PROCESSO nº0512.13 003595-3 DATA 17/05/2013 1- O medicamento solicitados Venlafaxina (Venlift),é

Leia mais

Candemed. Candesartana cilexetila. Germed Farmacêutica Ltda. comprimido. 8, 16 e 32 mg

Candemed. Candesartana cilexetila. Germed Farmacêutica Ltda. comprimido. 8, 16 e 32 mg Candemed Candesartana cilexetila Germed Farmacêutica Ltda comprimido 8, 16 e 32 mg Candemed Candesartana Cilexetila I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Comprimidos 8mg, 16mg e 32mg. Embalagens contendo 20,

Leia mais

PRINCIPAIS MEDICAMENTOS UTILIZADOS POR GESTANTES. UMA REVISÃO 1

PRINCIPAIS MEDICAMENTOS UTILIZADOS POR GESTANTES. UMA REVISÃO 1 PRINCIPAIS MEDICAMENTOS UTILIZADOS POR GESTANTES. UMA REVISÃO 1 Ana Caroline Fengler 2, Verônica Nunes Camillo 3, Morgana Schiavo 4, Angélica Cristiane Moreira 5. 1 Trabalho apresentado na disciplina Estágio

Leia mais

Medicamentos e Assistência Farmacêutica no Brasil: Problemas, Necessidades, Estratégias e Perspectivas

Medicamentos e Assistência Farmacêutica no Brasil: Problemas, Necessidades, Estratégias e Perspectivas Medicamentos e Assistência Farmacêutica no Brasil: Problemas, Necessidades, Estratégias e Perspectivas Odorico de Moraes Unidade de Farmacologia Clínica - UNIFAC Departamento de Fisiologia e Farmacologia

Leia mais

HOSPITAL RISOLETA TOLENTINO NEVES

HOSPITAL RISOLETA TOLENTINO NEVES HOSPITAL RISOLETA TOLENTINO NEVES IMPLANTAÇÃO DO PROJETO PARA A QUALIFICAÇÃO DO USO DE MEDICAMENTOS NO ÂMBITO HOSPITALAR, TENDO COMO EIXOS NORTEADORES A INTEGRALIDADE DO CUIDADO E O REFERENCIAMENTO DO

Leia mais

Governança Corporativa Transparência e Sustentabilidade

Governança Corporativa Transparência e Sustentabilidade FECOMERCIO - 21/11 SÃO PAULO Governança Corporativa Transparência e Sustentabilidade LUIZ DE LUCA Coordenador Comissão GC em Saúde - IBGC Superintendente Corporativo Hospital Samaritano Governança Corporativa

Leia mais

Interferência nos testes de potência aeróbia pelo uso de fármacos: Efeito em indivíduos saudáveis e portadores de doenças. PhD. Daniele Gabriel Costa

Interferência nos testes de potência aeróbia pelo uso de fármacos: Efeito em indivíduos saudáveis e portadores de doenças. PhD. Daniele Gabriel Costa Interferência nos testes de potência aeróbia pelo uso de fármacos: Efeito em indivíduos saudáveis e portadores de doenças PhD. Daniele Gabriel Costa Correlação entre aptidão cardiorrespiratória e mortalidade

Leia mais

Consulta sobre um modelo futuro para serviços farmacêuticos em Cambridgeshire e Peterborough

Consulta sobre um modelo futuro para serviços farmacêuticos em Cambridgeshire e Peterborough Consulta sobre um modelo futuro para serviços farmacêuticos em Cambridgeshire e Peterborough O que é o Grupo de Comissionamento Clínico (GCC) de Cambridgeshire e Peterborough? O Grupo de Comissionamento

Leia mais

Andreia Manuela Ramos Ferreira Licenciada em Ciências Farmacêuticas

Andreia Manuela Ramos Ferreira Licenciada em Ciências Farmacêuticas AVALIAÇÃO DAS INTOXICAÇÕES MEDICAMENTOSAS EM PORTUGAL Andreia Manuela Ramos Ferreira Licenciada em Ciências Farmacêuticas Faculdade de Ciências da Saúde - UFP 9898@ufp.pt Arlinda Borges Directora do Centro

Leia mais

Candecor. Candesartana Cilexetila NOVA QUIMICA FARMACÊUTICA LTDA. comprimido. 8, 16 e 32 mg

Candecor. Candesartana Cilexetila NOVA QUIMICA FARMACÊUTICA LTDA. comprimido. 8, 16 e 32 mg Candecor Candesartana Cilexetila NOVA QUIMICA FARMACÊUTICA LTDA comprimido 8, 16 e 32 mg I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Comprimidos 8mg, 16mg e 32mg. Embalagens contendo 20, 30 ou 60 comprimidos. Embalagem

Leia mais

VISITA TÉCNICA AO HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA - HUGO

VISITA TÉCNICA AO HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA - HUGO VISITA TÉCNICA AO HOSPITAL DE URGÊNCIA DE GOIÂNIA - HUGO Com o objetivo de conhecer a estrutura e o funcionamento da saúde pública estadual o Presidente da Comissão de Saúde e Promoção Social (CSPS), o

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de

CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de , DOU de CURSO DE FARMÁCIA Reconhecido pela Portaria MEC nº 220 de 01.11.12, DOU de 06.11.12 Componente Curricular: ESTÁGIO SUPERVISIONADO II ATENÇÃO FARMACÊUTICA Código: FAR-502 Pré-requisito: Estágio Supervisionado

Leia mais

zopiclona Medicamento genérico, Lei n o , de 1999

zopiclona Medicamento genérico, Lei n o , de 1999 zopiclona Medicamento genérico, Lei n o. 9.787, de 1999 Forma farmacêutica e apresentação Cartucho com 20 comprimidos revestidos contendo 7,5mg de zopiclona. Via oral USO ADULTO Composição Cada comprimido

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Um laboratório farmacêutico decidiu de forma voluntária recolher do mercado um lote de medicamento antineoplásico à base de carmustina. Em testes realizados com algumas unidades

Leia mais

Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica QUALIFAR-SUS Eixo Estrutura

Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica QUALIFAR-SUS Eixo Estrutura Departamento de Assistência Farmacêutica e Insumos Estratégicos Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Ministério da Saúde Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica

Leia mais

Contextos e desafios para o acesso universal a prevenção, assistência e tratamento em ambientes penitenciários

Contextos e desafios para o acesso universal a prevenção, assistência e tratamento em ambientes penitenciários Contextos e desafios para o acesso universal a prevenção, assistência e tratamento em ambientes penitenciários MISSÃO DO DAPES O Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas em Saúde (DAPES) tem

Leia mais

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO TUBERCULOSE

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO TUBERCULOSE 22 de março de 2016 Página 1/6 DEFINIÇÃO DE CASO CONFIRMADO Todo indivíduo com diagnóstico bacteriológico (baciloscopia ou cultura para BK ou teste rápido molecular para tuberculose) E indivíduos com diagnóstico

Leia mais

MODELO DE BULA IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. COVERSYL 8mg perindopril 8mg. APRESENTAÇÕES: Embalagem contendo 15,30 ou 60 comprimidos de 8 mg.

MODELO DE BULA IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO. COVERSYL 8mg perindopril 8mg. APRESENTAÇÕES: Embalagem contendo 15,30 ou 60 comprimidos de 8 mg. 1 MODELO DE BULA IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO COVERSYL 8mg perindopril 8mg APRESENTAÇÕES: Embalagem contendo 15,30 ou 60 comprimidos de 8 mg. USO ORAL USO ADULTO ACIMA DE 18 ANOS COMPOSIÇÃO: Cada comprimido

Leia mais

IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE RESISTENTES E INFECÇÃO EM UTI

IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE RESISTENTES E INFECÇÃO EM UTI Grupo Técnico Médico Hospitalar - GTMH Divisão Técnica de Serviços de Saúde - SERSA Centro de Vigilância Sanitária - CVS IMPORTÂNCIA DO CONTROLE DE MICROORGANISMOS MULTI- RESISTENTES E INFECÇÃO EM UTI

Leia mais

Integração das Ações de Endemias e Atenção Básica no Município de Canindé-CE

Integração das Ações de Endemias e Atenção Básica no Município de Canindé-CE PREFEITURA MUNICIPAL DE CANINDÉ SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE Integração das Ações de Endemias e Atenção Básica no Município de Canindé-CE Aline Macedo de Oliveira Jocélia Maria de Oliveira José Vanderlan

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA TELEDIAGNÓSTICO (TELE-ECG)

TERMO DE REFERÊNCIA PARA TELEDIAGNÓSTICO (TELE-ECG) TERMO DE REFERÊNCIA PARA TELEDIAGNÓSTICO (TELE-ECG) 1. Objeto Aquisição de unidades de eletrocardiógrafo digital, em especial os requisitos abaixo. 2. Justificativa Os equipamentos sugeridos serão utilizados

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 2.611, DE 2007 (apensado PL 3.533/2.008)

PROJETO DE LEI N o 2.611, DE 2007 (apensado PL 3.533/2.008) COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 2.611, DE 2007 (apensado PL 3.533/2.008) Regulamenta restritivamente o emprego da Eletroconvulsoterapia (ECT) e dá outras providências. Autor:

Leia mais

MONITORAMENTO DO USO DE MEDICAMENTOS PRESCRITOS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA

MONITORAMENTO DO USO DE MEDICAMENTOS PRESCRITOS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA Artigo de Pesquisa Hinrichsen SL, Vilella TAS, Lira MCC, Moura LCRV MONITORAMENTO DO USO DE MEDICAMENTOS PRESCRITOS EM UMA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA SURVEILLANCE OF PRESCRIBED DRUG USAGE IN AN INTENSIVE

Leia mais

ATACAND candesartana cilexetila

ATACAND candesartana cilexetila ATACAND candesartana cilexetila I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO ATACAND candesartana cilexetila APRESENTAÇÕES Comprimidos de 8 mg em embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos de 16 mg em embalagens com

Leia mais

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A número 06 - julho/2015 DECISÃO FINAL RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é uma

Leia mais

Protocolo para Utilização do Levonorgestrel na Anticoncepção Hormonal de Emergência

Protocolo para Utilização do Levonorgestrel na Anticoncepção Hormonal de Emergência Protocolo para Utilização do Levonorgestrel na Anticoncepção Hormonal de Emergência A anticoncepção hormonal de emergência é um método que utiliza concentração de hormônios para evitar gravidez após a

Leia mais

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO

RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO RESUMO DAS CARACTERÍSTICAS DO MEDICAMENTO 1. Denominação do medicamento Enema Fleet 2. Composição qualitativa e quantitativa Fosfato monossódico di-hidratado Fosfato dissódico 8.0 % w/v 18.1 % w/v A dose

Leia mais

1.3. A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE GOIÂNIA E SUA ABRANGÊNCIA

1.3. A SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE GOIÂNIA E SUA ABRANGÊNCIA 1 1. INTRODUÇÃO 1.1. O PROJETO O presente se destina a propor uma reestruturação dos serviços da Assistência Farmacêutica no Município de Goiânia, com vistas à melhoria da qualidade no atendimento e acesso

Leia mais

PORTARIA Nº 077/2013-GS/SEMUT NATAL(RN), 25 DE NOVEMBRO DE 2013.

PORTARIA Nº 077/2013-GS/SEMUT NATAL(RN), 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Publicado no DOM Nº 2655 de 27/11/2013 PORTARIA Nº 077/2013-GS/SEMUT NATAL(RN), 25 DE NOVEMBRO DE 2013. Disciplina o procedimento de indeferimento de opção e de exclusão de ofício ao Regime Especial Unificado

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS GRUPO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA XXVII SJCAMPOS

GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE CONTROLE DE DOENÇAS GRUPO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA XXVII SJCAMPOS GVS XXVII SÃO JOSÉ DOS CAMPOS A missão da Vigilância Sanitária engloba ações relacionadas a quatro áreas fundamentais: controle de bens de consumo que direta ou indiretamente se relacionam à saúde, envolvendo

Leia mais

sulfato de neomicina bacitracina zíncica Pomada 5mg/g + 250UI/g

sulfato de neomicina bacitracina zíncica Pomada 5mg/g + 250UI/g sulfato de neomicina bacitracina zíncica Pomada 5mg/g + 250UI/g MODELO DE BULA COM INFORMAÇÕES AO PACIENTE sulfato de neomicina bacitracina zíncica Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999. APRESENTAÇÕES

Leia mais

O PAP destina se a complementar a formação de recém graduados na área de saúde, exceto médicos, mediante treinamento em serviço. Seus objetivos são:

O PAP destina se a complementar a formação de recém graduados na área de saúde, exceto médicos, mediante treinamento em serviço. Seus objetivos são: O que é O Programa de Aprimoramento Profissional (PAP) é um Programa de Bolsas do Governo do Estado de São Paulo, instituído em 11 de setembro de 1979, pelo Decreto estadual nº 13.919, para profissionais

Leia mais