Relatório. Atividades e contas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório. Atividades e contas"

Transcrição

1 2015 Relatório Atividades e contas

2 Índice Preâmbulo... 2 Atividades realizadas... 2 Anexo A... 5 Relatório de contas Memória Descritiva

3 Preâmbulo Relatório de Atividades de 2015 A SUPERA foi desde a sua constituição e pretende continuar a ser, uma associação científica e técnica de natureza multidisciplinar, tal como as suas congéneres internacionais. Esta organização, atualmente com mais de 150 sócios, conta com engenheiros de várias especialidades, informáticos, arquitetos, docentes e estudantes do ensino superior, investigadores, docentes do ensino especial, médicos, terapeutas, psicólogos, técnicos especializados em tecnologias de apoio, entre outros profissionais, tendo em comum um interesse forte pelas Tecnologias de Apoio e pela Acessibilidade. O ano de 2015 foi marcado por eleições para os órgãos sociais da SUPERA que decorreram em Lousã no dia 27 de junho. Destas eleições, apesar da linha de continuidade traçada pela lista única concorrente, surgiram algumas alterações nos membros quer da Direção quer do Conselho Fiscal. Atividades realizadas As atividades realizadas encontram-se organizadas de acordo com as alíneas 1-5 do Artigo 4º dos estatutos da SUPERA. 1. Incentivar a cooperação científica e técnica entre profissionais, instituições e empresas para o desenvolvimento de ambientes, produtos e serviços que conduzam à satisfação das necessidades e à acessibilidade de populações com necessidades especiais: Conclusão do processo de criação dos Grupos Profissionais (GER, GID, GPS e GPE) e dos Grupos de Interesse (GUIA e GISTA) da SUPERA e respetivas coordenações; Reuniões com a Doutora Ana Jorge (Hospital Garcia de Orta, EPE), dando o primeiro passo numa colaboração conjunta; Reuniões com o Senhor Professor Doutor Carlos Salema, Presidente do Instituto de Telecomunicações, dando um primeiro passo nesta colaboração conjunta. 2. Promover o desenvolvimento e a divulgação pública do conhecimento científico e técnico de matérias relacionadas com a Engenharia da Reabilitação e Acessibilidade: 2

4 Organização do debate "O futuro da formação em Engenharia de Reabilitação em Portugal" realizado no Auditório das instalações do Instituto Nacional para a Reabilitação (INR), em Lisboa, no dia 7 de janeiro de 2015; Organização do seminário II Encontro Nacional da SUPERA acessibilidade sustentável realizado no Salão do Parque Alameda Carlos Reis, na Lousã, no dia 27 de junho de 2015; Colaboração trimestral na revista Plural&Singular através de artigos de opinião sobre áreas afins à acessibilidade e reabilitação. No âmbito do Ciclo de Formações SUPERA, realizou-se o Curso de Formação Sinais Biomédicos no Acesso ao Computador: Brain Computer Interface e Sensores Electromiográficos no dia 5 de dezembro nas Instalações da Play Planet em Lisboa. 5. Assessorar e emitir pareceres a pedido de organismos governamentais e outros, bem como formular recomendações por sua própria iniciativa sobre políticas relacionadas com Ciência e Tecnologia aplicada à melhoria da qualidade de vida de populações com necessidades especiais: Mediante resultado positivo da análise pela assembleia da república da Petição para a criação de legislação sobre residências e melhoria dos cuidados prestados a Pessoas com Deficiência Motora Severa, entregue a 17 de fevereiro de 2015 com o total de 5385 subscrições, a SUPERA como 1.º subscritor participou numa audição na sala 3 da Assembleia da República para efeito da apreciação da referida Petição no dia 9 de abril de 2015; Outras atividades: A SUPERA concorreu, junto da Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), a um Fundo de Apoio à Comunidade Científica (FACC), o qual foi aceite e atribuído em agosto de Toda a conceção e realização do processo foi da responsabilidade do sócio e antigo vogal da Direção da SUPERA Professor Doutor Gabriel Pires. Por este facto, a Direção da SUPERA torna público o seu agradecimento e uma nota de louvor pela dedicação, empenho e trabalho de excelência. 3

5 Vila Real, 25 de outubro de 2016 A Direção David Pinheiro, Presidente Márcio Martins, Vogal João Henriques, Vogal Francisco Godinho, Vogal 4

6 Anexo A Relatório de contas 2015 Relatório de contas em Rúbricas Notas Datas Saldo da conta bancária 21,58 Receitas Quotas de sócios 90,00 Donativos 100,00 Ações de formação I Curso de Formação 20,00 Subsídios FCT - FACC 2.500,00 Total receitas 2.710,00 Despesas Ações de formação I Curso de Formação 90,00 Despesas diversas Deslocações AR, intérpretes LGP Lousã 254,00 Adiantamento aquisição software 786,46 Despesas de manutenção de conta 81,64 Total despesas 1.212,10 Resultados líquidos 1.497,90 Saldo conta bancária 1.519,48 5

7 Memória Descritiva No que respeita a despesas, pode-se comprovar que, durante o ano de 2015, a maior fatia pertence a despesas diversas e de representação como deslocações, adiantamento para aquisição/elaboração de software e outras, já que foram poucas as atividades desenvolvidas e conseguiram-se apoios e parcerias que minimizaram as despesas. Outra rúbrica onde se pode verificar saldo negativo na relação receita/despesa é no I Curso de Formação. A explicação para a situação deve-se ao facto de a formação Sinais Biomédicos no Acesso ao Computador: Brain Computer Interface e Sensores Electromiográficos ser gratuita para sócios da SUPERA e colaboradores da empresa que cedeu o espaço (Play Planet). A parcela restante das despesas é incontornável e diz respeito a despesas de manutenção de conta cobradas, no caso da SUPERA, pelo BPI. Durante o ano de 2015, a SUPERA teve um aumento significativo de receitas. Este facto deve-se essencialmente à obtenção de subsídio do Fundo de Apoio à Comunidade Científica financiado pela FCT. A Direção da SUPERA deixa aqui o agradecimento especial ao seu sócio e antigo membro da Direção, o Professor Doutor Gabriel Pires pela elaboração e sucesso da candidatura apresentada. Nota: Em 2014 a Direção da SUPERA fez o apelo aos sócios para efetuarem o pagamento das quotas, esse apelo traduziu-se nos 446,00 apurados em Já em 2015, esse apelo não foi feito, pelo que se verificou uma redução significativa desse valor ( 190,00 incluindo o valor pago pela Mobilitec em forma de donativo). Por esse motivo e também para não tornar a cobrança de quotas em 2016 acrescida do valor de 2015 demasiado dispendioso para os sócios, foi decidido assumir o prejuízo de 2015, deixando à consideração dos sócios o pagamento da quota em atraso de forma voluntária. Desta forma, em 2016, foi solicitado aos sócios apenas o pagamento da quota correspondente ao ano corrente. Alguns decidiram voluntariamente pagar também a quota transata. Essa situação alterou-se já em 2016, visto que, em resposta ao apelo da Direção, para a conta da SUPERA foram, até 30 de setembro de 2016, transferidos 616,00 relativos a pagamento de quotas. 6

7. RELATÓRIOS, PARECERES E DECLARAÇÃO EM CONFORMIDADE DO CONSELHO FISCAL RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL SOBRE O MG - AM E A CEMG

7. RELATÓRIOS, PARECERES E DECLARAÇÃO EM CONFORMIDADE DO CONSELHO FISCAL RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL SOBRE O MG - AM E A CEMG 7. RELATÓRIOS, PARECERES E DECLARAÇÃO EM CONFORMIDADE DO CONSELHO FISCAL RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL SOBRE O MG - AM E A CEMG Exmos. Senhores Associados: No cumprimento das competências definidas

Leia mais

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO

ESCOLA BÁSICA DOS 2º E 3º CICLOS DOS LOUROS ASSOCIAÇÃO DE PAIS E ENCAREGADOS DE EDUCAÇÃO CAPITULO I ARTIGO 1.º (Denominação, natureza, sede e âmbito) 1. A Associação adopta a designação de Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos dos Louros. 2. É uma

Leia mais

A FCT e a CooperaçãoemCiênciae Tecnologia com ospaísesdo EspaçoCPLP

A FCT e a CooperaçãoemCiênciae Tecnologia com ospaísesdo EspaçoCPLP A FCT e a CooperaçãoemCiênciae Tecnologia com ospaísesdo EspaçoCPLP 2ª CONFERÊNCIA SOBRE O FUTURO DA LÍNGUA PORTUGUESA NO SISTEMA MUNDIAL 30 de outubro2013 Maria João Maia Departamento das Relações Internacionais,

Leia mais

REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA. Preâmbulo

REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA. Preâmbulo REGULAMENTO DE ASSIDUIDADE DOS INVESTIGADORES DO INSTITUTO SUPERIOR DE AGRONOMIA Preâmbulo O presente regulamento é elaborado ao abrigo do artigo 75º da Lei Geral do Trabalho em Funções Publicas, aprovado

Leia mais

PROGRAMA PARLAMENTO DOS JOVENS

PROGRAMA PARLAMENTO DOS JOVENS PROGRAMA PARLAMENTO DOS JOVENS PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO ENTRE A ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA, A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES, A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DA REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA, O

Leia mais

REGISTO DE ALTERAÇÕES

REGISTO DE ALTERAÇÕES Versão Nº REGISTO DE ALTERAÇÕES Data de elaboração Data de divulgação 1 2012.06.14 2012.07.10 Elaborado por Ana Jorge; Ana Fazenda; Helena Mira; Manuel Quintãos; Marlene Gonçalves; Nuno Crespo; Rita Fernandes;

Leia mais

Grupos Parlamentares de Amizade

Grupos Parlamentares de Amizade Grupos Parlamentares de Amizade Resolução da Assembleia da República n.º 6/2003, de 24 de janeiro (TP), com as alterações introduzidas pela Resolução da Assembleia da República n.º 26/2010, de 30 de março

Leia mais

Concursos de Principais alterações face a João Carreira

Concursos de Principais alterações face a João Carreira Concursos de 2014 Principais alterações face a 2013 João Carreira Que novos concursos são lançados hoje? São lançados 6 concursos: 2 Concursos de 2014: Principais alterações face a 2013 TIPOLOGIAS DE PROJETO:

Leia mais

Estatutos para associações, clubes e colectividades

Estatutos para associações, clubes e colectividades Estatutos para associações, clubes e colectividades Artigo 1.º Designação e Objectivos O/A (nome da colectividade ou associação), adiante designada por (sigla) é uma associação de fins (concretização dos

Leia mais

U.P.P.S.S. União dos Pensionistas da Previdência e Segurança Social RELATÓRIO E CONTAS DO EXERCICIO DE 2014

U.P.P.S.S. União dos Pensionistas da Previdência e Segurança Social RELATÓRIO E CONTAS DO EXERCICIO DE 2014 INTRODUÇÃO RELATÓRIO E CONTAS DO EXERCICIO DE 2014 Dando cumprimento à alínea b) do nº 1 do Artigo 13º do Decreto-Lei 119/83 de 25 de Fevereiro e á alínea b) do Artigo 31º dos Estatutos, vem a Direcção

Leia mais

SPORTING CLUBE DE PORTUGAL FUTEBOL, SAD

SPORTING CLUBE DE PORTUGAL FUTEBOL, SAD SPORTING CLUBE DE PORTUGAL FUTEBOL, SAD Sociedade Aberta Capital Social: 39 000 000 euros Capital Próprio: (75.593.000) euros aprovado em Assembleia Geral de 28 de Setembro de 2012 Sede Social: Estádio

Leia mais

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020

Deliberação n.º 83 /2015. Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 Deliberação n.º 83 /2015 Regulamento Interno da CIC Portugal 2020 A CIC Portugal 2020, na reunião ordinária de 21 de dezembro de 2015, deliberou, nos temos da alínea q) do n.º 2 do artigo 10.º do Decreto-Lei

Leia mais

Programa USP/U.Porto Edital 2015

Programa USP/U.Porto Edital 2015 1. Introdução A Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade do Porto (U.Porto) Portugal celebraram um Acordo de Cooperação Internacional objetivando a cooperação acadêmica em todas as áreas do conhecimento

Leia mais

Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação

Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação Instituto de Oferta Formativa Pós- Graduada Curso Pós-Graduado de Especialização em Educação Especialização: Tecnologias e Metodologias da Programação no Ensino Básico 16 17 Edição Instituto de Educação

Leia mais

O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social

O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social Securitas Portugal O Sistema de Gestão de Responsabilidade Social Agosto de 2016 1 O Sistema de Gestão da Responsabilidade Social A SECURITAS desenvolveu e implementou um Sistema de Gestão de aspetos de

Leia mais

REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS)

REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS) REGIMENTO DOS CONSELHOS DE DIRETORES DE TURMA DO 2º e 3º CICLOS DO ENSINO BÁSICO GERAL E DO ENSINO SECUNDÁRIO (CURSOS CIENTIFICO-HUMANÍSTICOS) Preâmbulo De acordo com a legislação em vigor e o regulamento

Leia mais

com Professor Doutor Robin McWilliam

com Professor Doutor Robin McWilliam DIA 2 DEZ.2015 CONFERÊNCIA E DEBATE pelo COM TRADUÇÃO SIMULTÂNEA PROGRAMA 9h00 10h00 10h30 11h15 11h45 13h00 14h30 16h00 Acolhimento dos participantes SESSÃO DE ABERTURA CAMINHOS DA INTERVENÇÃO PRECOCE

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE INCENTIVO Á NATALIDADE

PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE INCENTIVO Á NATALIDADE PROJETO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE INCENTIVO Á NATALIDADE Preâmbulo Considerando: - A crescente intervenção dos Municípios, no âmbito das políticas de ação social, com vista, por um lado, à progressiva

Leia mais

MATRÍCULAS/INSCRIÇÕES 2015/2016 3º CICLO DE ESTUDOS EM CRIMINOLOGIA 1º ANO/1ªVEZ. PRAZO DE MATRÍCULA Até 12 de agosto de 2015

MATRÍCULAS/INSCRIÇÕES 2015/2016 3º CICLO DE ESTUDOS EM CRIMINOLOGIA 1º ANO/1ªVEZ. PRAZO DE MATRÍCULA Até 12 de agosto de 2015 MATRÍCULAS/INSCRIÇÕES 2015/2016 3º CICLO DE ESTUDOS EM CRIMINOLOGIA 1º ANO/1ªVEZ PRAZO DE MATRÍCULA Até 12 de agosto de 2015 As matrículas/inscrições no ano letivo de 2015/2016 serão eletrónicas (via e-mail).

Leia mais

CIRCULAR INFORMATIVA

CIRCULAR INFORMATIVA CIRCULAR INFORMATIVA Nº. 22 Data: 2015/05/12 Para conhecimento de: Pessoal docente, discente e não docente ASSUNTO: - Regulamento das Provas Especialmente Adequadas a Avaliar a Capacidade para a Frequência

Leia mais

ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE CONSUMIDORES DE PAÍSES, TERRITÓRIOS E REGIÕES ADMINISTRATIVAS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA OU COM ACORDOS

ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE CONSUMIDORES DE PAÍSES, TERRITÓRIOS E REGIÕES ADMINISTRATIVAS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA OU COM ACORDOS ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DE CONSUMIDORES DE PAÍSES, TERRITÓRIOS E REGIÕES ADMINISTRATIVAS DE LÍNGUA OFICIAL PORTUGUESA OU COM ACORDOS ESPECIAIS NO DOMÍNIO DA PRESERVAÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA

Leia mais

RELATÓRIO & CONTAS FY CFA Society Portugal

RELATÓRIO & CONTAS FY CFA Society Portugal CFA Society Portugal Conteúdo I Nota Introdutória... 3 II Órgãos Sociais e Estrutura de Governo... 4 III Estrutura Organizacional... 5 IV Resumo de Atividades... 6 IV.1 Atividades Desenvolvidas... 6 IV.2

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL 2014

REGULAMENTO ELEITORAL 2014 REGULAMENTO ELEITORAL 2014 Artigo 1.º Organização 1. A organização das eleições é da competência do Conselho Diretivo Nacional da OET Ordem dos Engenheiros Técnicos, doravante designado por Conselho Diretivo

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 1 (DESPESAS ELEGÍVEIS)

ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 1 (DESPESAS ELEGÍVEIS) ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 1 (DESPESAS ELEGÍVEIS) SISTEMA DE APOIO À INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA - ( PROGRAMAS INTEGRADOS DE IC&DT de acordo com alínea d) do artigo 103º do RECI) Para além das condições

Leia mais

Considerando o interesse de medir com regularidade os conteúdos da Web em português de forma a ter uma informação precisa sobre a sua evolução;

Considerando o interesse de medir com regularidade os conteúdos da Web em português de forma a ter uma informação precisa sobre a sua evolução; MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E ENSINO SUPERIOR DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL em matéria de reforço

Leia mais

DESPACHO. Em anexo é republicado o Regulamento nº 10/2012 com a nova redação, agora como Regulamento nº 10/2013. O PRESIDENTE DA ESTeSL

DESPACHO. Em anexo é republicado o Regulamento nº 10/2012 com a nova redação, agora como Regulamento nº 10/2013. O PRESIDENTE DA ESTeSL DESPACHO N.º 12/2013 Data: 2013/03/08 Para conhecimento de: Pessoal Docente, Discente e não Docente ASSUNTO: Alteração ao Regulamento nº 10/2012. A recente revisão do Regulamento do Ciclo de Estudos Conducente

Leia mais

Regulamento para atribuição de apoio financeiro a projetos submetidos no âmbito do Fundo de mobilidade FLAD-UAc Crossing the Atlantic

Regulamento para atribuição de apoio financeiro a projetos submetidos no âmbito do Fundo de mobilidade FLAD-UAc Crossing the Atlantic Regulamento para atribuição de apoio financeiro a projetos submetidos no âmbito do Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento, elaborado nos termos do disposto na cláusula quinta do protocolo de cooperação

Leia mais

MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA. Ac. Câmara (AO-01) COBRANÇA DO IVA NA TARIFA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PEDIDOS DE PARECER

MUNICÍPIO DE VILA NOVA DE CERVEIRA. Ac. Câmara (AO-01) COBRANÇA DO IVA NA TARIFA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PEDIDOS DE PARECER (AO-01) COBRANÇA DO IVA NA TARIFA DE RESÍDUOS SÓLIDOS PEDIDOS DE PARECER Pelo Vereador senhor João Araújo foi questionado o facto de nos recibos de água se estar a cobrar IVA na tarifa de resíduos sólidos

Leia mais

REGULAMENTO DAS PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTNADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DE MAIORES DE 23 ANOS.

REGULAMENTO DAS PROVAS ESPECIALMENTE ADEQUADAS DESTNADAS A AVALIAR A CAPACIDADE PARA A FREQUÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR DE MAIORES DE 23 ANOS. Regulamento Nos termos da lei e dos estatutos da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT/UNL), procede-se à atualização do Regulamento das Provas Especialmente Adequadas

Leia mais

Articulação com a Comunidade na Prestação de Cuidados Integrados

Articulação com a Comunidade na Prestação de Cuidados Integrados Articulação com a Comunidade na Prestação de Cuidados Integrados Filipa Rodrigues SERVIÇO DE PEDIATRIA IPOLFG, EPE Fevereiro 2016 Serviço de Pediatria - Objetivos dos Cuidados Cuidar das Crianças com doença

Leia mais

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL

PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL PROTOCOLO DE COOPERAÇÃO MUNICIPIO DE MANTEIGAS E NERGA NÚCLEO EMPRESARIAL DA REGIÃO DA GUARDA ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL Considerando: Que o NERGA é uma Pessoa Coletiva de Utilidade Pública que, tem como objetivo

Leia mais

Autonomia e Gestão Novos Desafios

Autonomia e Gestão Novos Desafios Autonomia e Gestão Novos Desafios Francisco Oliveira Reforço da participação das famílias e comunidades na direcção estratégica da Escola Reforçar a liderança das Escolas Reforço da autonomia das Escolas

Leia mais

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Resumo do anúncio

AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Resumo do anúncio AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Resumo do anúncio Determina-se a abertura de concurso para a atribuição de 1 (uma) Bolsa de Iniciação Científica, (adiante

Leia mais

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ÁUSTRIA SOBRE COOPERAÇÃO NOS DOMÍNIOS DA CULTURA E CIÊNCIA.

ACORDO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ÁUSTRIA SOBRE COOPERAÇÃO NOS DOMÍNIOS DA CULTURA E CIÊNCIA. Decreto do Governo n.º 7/83 Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República da Áustria sobre Cooperação nos Domínios da Cultura e Ciência Decreto do Governo n.º 7/83 de 24 de Janeiro

Leia mais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais

ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. Capítulo I Princípios Gerais ESTATUTOS DA ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL Capítulo I Princípios Gerais Artigo 1º Denominação, sede e duração 1. A Associação, sem fins lucrativos, adota a denominação ASSOCIAÇÃO OBRIGADO PORTUGAL. 2. A

Leia mais

6º EDITAL SULAMÉRICA SEGUROS, PREVIDÊNCIA, INVESTIMENTOS E CAPITALIZAÇÃO PARA CAPTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

6º EDITAL SULAMÉRICA SEGUROS, PREVIDÊNCIA, INVESTIMENTOS E CAPITALIZAÇÃO PARA CAPTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS 6º EDITAL SULAMÉRICA SEGUROS, PREVIDÊNCIA, INVESTIMENTOS E CAPITALIZAÇÃO PARA CAPTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS I. APRESENTAÇÃO A SulAmérica Seguros, Previdência, Investimentos e Capitalização entende sustentabilidade

Leia mais

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação

II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação II FÓRUM CPA Comissão Própria da Avaliação 25 de maio de 2016 EIXO 1: PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL Dimensão 8: Planejamento e avaliação Fragilidades Melhorar as reuniões da CPA e reestruturar

Leia mais

MINUTA DO CONTRATO-PROGRAMA ENTRE A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA E. (designação da entidade) No âmbito do Programa Investigador FCT

MINUTA DO CONTRATO-PROGRAMA ENTRE A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA E. (designação da entidade) No âmbito do Programa Investigador FCT MINUTA DO CONTRATO-PROGRAMA ENTRE A FUNDAÇÃO PARA A CIÊNCIA E A TECNOLOGIA E (designação da entidade) No âmbito do Programa Investigador FCT Considerando que o investimento sustentável em investigação

Leia mais

Universidade de Évora Universidade de Aveiro. Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologias

Universidade de Évora Universidade de Aveiro. Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologias Universidade de Évora Universidade de Aveiro Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Ciências e Tecnologias Edital Abertura do Mestrado Gestão e Poĺıticas Ambientais Ano Letivo 2015/2016 1. O Curso

Leia mais

b. Na análise e definição das linhas de orientação das políticas de sustentabilidade e de responsabilidade social.

b. Na análise e definição das linhas de orientação das políticas de sustentabilidade e de responsabilidade social. Banif Banco Internacional do Funchal, SA Regulamento da Comissão Interna Especializada de Governo Societário do Conselho de Administração Artigo 1.º Missão: 1. A Comissão Interna Especializada de Governo

Leia mais

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS

EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS INSPEÇÃO-GERAL DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA PROGRAMA ACOMPANHAMENTO EDUCAÇÃO ESPECIAL RESPOSTAS EDUCATIVAS RELATÓRIO Agrupamento de Escolas de Fajões 2014-2015 RELATÓRIO DE ESCOLA Agrupamento de Escolas de Fajões

Leia mais

19 julho e 09 setembro 13. Sala G.3.4 Universidade Lusófona, Campo Grande, 376, Lisboa

19 julho e 09 setembro 13. Sala G.3.4 Universidade Lusófona, Campo Grande, 376, Lisboa CONCURSO DE DESENHO Departamento de Arquitetura da ECATI (CET de Desenho; Pós-Graduação em Revitalização e Gestão de Núcleos Históricos; Mestrado Integrado em Arquitetura) Paixão pelo Desenho, Arquitetura-Desenhada

Leia mais

REGULAMENTO DO 3º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA MECÂNICA NA FCT-UNL

REGULAMENTO DO 3º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA MECÂNICA NA FCT-UNL REGULAMENTO DO 3º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO DOUTORAMENTO EM ENGENHARIA MECÂNICA NA FCT-UNL PREÂMBULO O programa de doutoramento organiza, estrutura e explicita o percurso dos estudantes de doutoramento

Leia mais

Ilha Terceira. Codificação nas Regiões Autónomas: 26 e 27 de Fevereiro de Lisandra Martins Médica 4º ano do IFE Cirurgia Geral

Ilha Terceira. Codificação nas Regiões Autónomas: 26 e 27 de Fevereiro de Lisandra Martins Médica 4º ano do IFE Cirurgia Geral 26 e 27 de Fevereiro de 2016 Codificação nas Regiões Autónomas: Ilha Terceira Lisandra Martins Médica 4º ano do IFE Cirurgia Geral Coordenadora do Gabinete de Codificação Clínica: Dr.ª Mª Helena Correia

Leia mais

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VILA NOVA DE TAZEM

ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VILA NOVA DE TAZEM ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIA DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE VILA NOVA DE TAZEM PLANO DE ACTIVIDADES ORÇAMENTO 2012 Plano de Actividades e Orçamento de 2012 Página 1 ASSOCIAÇÃO HUMANITÁRIADE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS

Leia mais

Manual. Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala

Manual. Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala Manual Representantes dos pais e encarregados de educação da turma e da sala Reuniões de Turma As reuniões com os diretores de turma (no 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e no ensino secundário) ou com

Leia mais

Fisco clarifica alterações a várias declarações fiscais

Fisco clarifica alterações a várias declarações fiscais 03-02-12 - Fisco clarifica alterações a várias declarações fiscais Na sequência das alterações introduzidas ao Código do IRS pela Lei do Orçamento do Estado para 2011, e pela Lei que aprovou a sobretaxa

Leia mais

QUESTIONÁRIO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) E DIRIGENTES INTERMÉDIOS DA DRAP ALGARVE. Apresentação de resultados - relatório CICLO DE GESTÃO 2014

QUESTIONÁRIO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) E DIRIGENTES INTERMÉDIOS DA DRAP ALGARVE. Apresentação de resultados - relatório CICLO DE GESTÃO 2014 QUESTIONÁRIO AOS(ÀS) TRABALHADORES(AS) E DIRIGENTES INTERMÉDIOS DA DRAP ALGARVE Apresentação de resultados - relatório CICLO DE GESTÃO 2014 Março 2015 Conteúdo I. Nota Introdutória... 3 II. Metodologia

Leia mais

Entendendo a Contabilidade Orçamentária Aplicada ao Setor Público

Entendendo a Contabilidade Orçamentária Aplicada ao Setor Público Paulo Henrique Feijó Jorge Pinto de Carvalho Júnior Carlos Eduardo Ribeiro Entendendo a Contabilidade Orçamentária Aplicada ao Setor Público Brasília - 2015 Editora ~estão Pública SUMÁRIO Prefácio Apresentação

Leia mais

Relatório dos Resultados do Questionário de Satisfação aos Clientes Externos do GPP

Relatório dos Resultados do Questionário de Satisfação aos Clientes Externos do GPP Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral Relatório dos Resultados do Questionário de Satisfação aos Clientes Externos do GPP 2015 Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral

Leia mais

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED. ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002)

ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED. ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002) ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA O ESTUDO DA DOR-APED ESTATUTOS (aprovados em Assembleia Geral de 25 de Janeiro de 2002) OBJECTIVOS e SEDE Artigo 1º Parágrafo 1. A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor,

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCV Nº. 003/2015. UNIDADE RESPONSÁVEL: Gerência de Projetos, Planejamento e Orçamento CAPÍTULO I DA FINALIDADE CAPÍTULO II

INSTRUÇÃO NORMATIVA SCV Nº. 003/2015. UNIDADE RESPONSÁVEL: Gerência de Projetos, Planejamento e Orçamento CAPÍTULO I DA FINALIDADE CAPÍTULO II INSTRUÇÃO NORMATIVA SCV Nº. 003/2015 DISPÕE SOBRE CONTROLE E ACOMPANHAMENTO DOS CONSÓRCIOS. VERSÃO: 01 DATA: 03 de março de 2015. ATO APROVAÇÃO: Decreto 2.370/2015 UNIDADE RESPONSÁVEL: Gerência de Projetos,

Leia mais

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março

GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES. Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março GOVERNO REGIONAL DOS AÇORES Resolução Nº 46/2000 de 30 de Março Considerando que as novas tecnologias, ao garantirem uma melhor qualidade de produtos e serviços, potenciam o aumento da competitividade

Leia mais

REGISTO DE ALTERAÇÕES

REGISTO DE ALTERAÇÕES Versão Nº REGISTO DE ALTERAÇÕES Data de elaboração Data de divulgação 1 2008.07.23 2008.08.01 2 2012.02.15 2012.06.01 Elaborado por António Gomes, Celeste Mendes, Carlos Falcão, Ganda Cêncio, Herculana

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE VILA DO PORTO

JUNTA DE FREGUESIA DE VILA DO PORTO ANEXO II Formulário de candidatura a Contrato-Programa A preencher pela Junta de Freguesia DATA DE ENTRADA / / A preencher pela Junta de Freguesia DELIBERAÇÃO DA JUNTA: APROVADO NÃO APROVADO DATA / / ASSINATURA

Leia mais

EDITAL AREX Instituto Superior de Economia e Gestão Economia Finanças Gestão Matemática Aplicada à Economia e à Gestão

EDITAL AREX Instituto Superior de Economia e Gestão Economia Finanças Gestão Matemática Aplicada à Economia e à Gestão EDITAL AREX 2013 INTERCÂMBIO NA UNIVERSIDADE TÉCNICA DE LISBOA Estão abertas as inscrições para seleção de estudantes da UNESP para período de estudos na Universidade Técnica de Lisboa, Portugal, para

Leia mais

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO. Avaliação Interna da EPDRR

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO. Avaliação Interna da EPDRR Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE INTERVENÇÃO Avaliação Interna da EPDRR Ano Letivo 2015/2016 ÍNDICE INTRODUÇÃO 3 COMISSÃO DE TRABALHO 4 METODOLOGIA DE TRABALHO ADOTADA 4 DOMÍNIOS

Leia mais

Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Galega da Merceana

Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Galega da Merceana Santa Casa da Misericórdia de Aldeia Galega da Merceana Relatório de Gestão 05 Introdução Nos dias de hoje, qualquer Instituição ou Entidade tem como dever a apresentação de contas, sendo esta apresentação

Leia mais

Padrão de Gestão e Transparência do Terceiro Setor 2016

Padrão de Gestão e Transparência do Terceiro Setor 2016 O que é o Padrão de Gestão e Transparência Padrão de Gestão e Transparência O Padrão de Gestão e Transparência (PGT) 2013-2014 é um conjunto de práticas e ações recomendadas para as organizações sem fins

Leia mais

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS. Artigo 1.º. Âmbito, Sede e Duração

CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS. Artigo 1.º. Âmbito, Sede e Duração CENTRO DE INVESTIGAÇÃO EM CIÊNCIAS HISTÓRICAS ESTATUTOS Artigo 1.º Âmbito, Sede e Duração 1. Ao abrigo dos presentes Estatutos é criado o Centro de Investigação em Ciências Históricas, adiante designado

Leia mais

Manual de Procedimentos ADENDA_1 IRC. Ver. A Mar.25

Manual de Procedimentos ADENDA_1 IRC. Ver. A Mar.25 Manual de Procedimentos ADENDA_1 IRC Ver. A0.1 2015.Mar.25 I DO FINANCIAMENTO PASSÍVEL DE IRC A1 Fontes de financiamento Meios de financiamento das atividades desenvolvidas nas Unidades de Investigação

Leia mais

APONTAMENTOS. Deduções à Coleta em IRS i) Contribuinte N/A N/A. ii) Famílias monoparentais. iii) Dependentes

APONTAMENTOS. Deduções à Coleta em IRS i) Contribuinte N/A N/A. ii) Famílias monoparentais. iii) Dependentes APONTAMENTOS Última actualização: 22 de janeiro 2015 Deduções à Coleta em IRS 2015 Casado Não casado Pessoais e familiares i) Contribuinte ii) Famílias monoparentais iii) Dependentes 325 325 Dependentes

Leia mais

Cerimónia de Tomada de Posse da Direcção do Colégio de Ortodontia da OMD. 19 de Setembro h30 Lisboa

Cerimónia de Tomada de Posse da Direcção do Colégio de Ortodontia da OMD. 19 de Setembro h30 Lisboa Cerimónia de Tomada de Posse da Direcção do Colégio de Ortodontia da OMD 19 de Setembro 2016 20h30 Lisboa Saudações Excelentíssimo Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos Dentistas, Doutor Orlando Monteiro

Leia mais

ESTATUTOS. Secção de Pediatria Ambulatória. da Sociedade Portuguesa de Pediatria

ESTATUTOS. Secção de Pediatria Ambulatória. da Sociedade Portuguesa de Pediatria ESTATUTOS Secção de Pediatria Ambulatória da Sociedade Portuguesa de Pediatria Braga 2009 Artigo 1º Designação Secção de Pediatria Ambulatória da Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPA-SPP). Artigo 2º

Leia mais

CAIS INVEST EMPRESA PARA O DESENVOLVIMENTO DO MUNICIPIO DE SÃO ROQUE DO PICO E.E.M. EM LIQUIDAÇÃO. Relatório de Gestão 2015

CAIS INVEST EMPRESA PARA O DESENVOLVIMENTO DO MUNICIPIO DE SÃO ROQUE DO PICO E.E.M. EM LIQUIDAÇÃO. Relatório de Gestão 2015 Relatório de Gestão 2015 1. ENQUADRAMENTO ECONOMICO As projeções para a economia portuguesa publicadas pelas diversas instituições nacionais e internacionais apontam para a continuação do processo de recuperação

Leia mais

AVALIAÇÃO DO GRAU DE SATISFAÇÃO

AVALIAÇÃO DO GRAU DE SATISFAÇÃO AVALIAÇÃO DO GRAU DE SATISFAÇÃO Colaboradores 2012 DOC. 412.1 1. PROCEDIMENTO O questionário de avaliação do grau de satisfação dos colaboradores foi aplicado por via Web distribuído por e-mail e em suporte

Leia mais

(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto)

(Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) (Portaria nº266/2012, de 30 de agosto) dezembro, 2013 CARTA DE MISSÃO (Portaria n.º 266/2012, de 30 de agosto) Nome do Diretor Carlos Alberto Martins Carvalho Escalão 9º Unidade Orgânica : Agrupamento

Leia mais

E I X O S

E I X O S 0011 0010 1010 1101 0001 0100 1011 5 E I X O S 10 dimensões 5 eixos 8- Planejamento e Avaliação. 1- Missão e Plano de Desenvolvimento Institucional. 0011 3- Responsabilidade 0010 1010 1101 Social 0001

Leia mais

Lei n.º 4/85 de 9 de abril. Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos. TÍTULO I Remunerações dos titulares de cargos políticos

Lei n.º 4/85 de 9 de abril. Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos. TÍTULO I Remunerações dos titulares de cargos políticos Lei n.º 4/85 de 9 de abril Estatuto remuneratório dos titulares de cargos políticos TÍTULO I Remunerações dos titulares de cargos políticos CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Titulares de cargos

Leia mais

PROGRAMA ELEITORAL LISTA A

PROGRAMA ELEITORAL LISTA A PROGRAMA ELEITORAL 2011-2012 LISTA A ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 2. RELAÇÕES COM OUTROS ORGANISMOS 3. FORMAÇÃO 4. JANTARES-DEBATES E CONFERÊNCIAS 5. ANGARIAÇÃO E RETENÇÃO DE ASSOCIADOS 2 1. INTRODUÇÃO A Lista

Leia mais

Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação

Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação Comissão Nacional de Ciência e Tecnologia Combate à Desertificação Maria José Roxo O papel do Comité de Ciência e Tecnologia Estabelecido pelo artigo 24 da Convenção Mandato e termos de referência adoptados

Leia mais

CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DA ÁGUA

CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DA ÁGUA CURSO PÓS-GRADUADO DE APERFEIÇOAMENTO EM DIREITO DA ÁGUA 2013-2014 Coordenação Científica: Prof. Doutor João Miranda, Prof. Doutor Rui Cunha Marques (IST), Mestre Ana Luísa Guimarães e Mestre Mark Kirkby

Leia mais

APRESENTAÇÃO CINANIMA JÚNIOR. Programas: Crianças, Adolescentes e Jovens

APRESENTAÇÃO CINANIMA JÚNIOR. Programas: Crianças, Adolescentes e Jovens APRESENTAÇÃO CINANIMA JÚNIOR Programas: Crianças, Adolescentes e Jovens O CINANIMA JÚNIOR é uma iniciativa do Serviço Educativo do CINANIMA Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho, numa

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS

REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ DE FINANÇAS I DEFINIÇÃO Este Regimento Interno, organizado em conformidade com o Estatuto Social da Ser Educacional S.A. ( Companhia ), estabelece procedimentos a serem observados

Leia mais

RELATÓRIO E PARECER SOBRE O PROJECTO DE RESOLUÇÃO RELATIVO AO PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DA LEI N.º 11/2003, DE 13 DE MAIO

RELATÓRIO E PARECER SOBRE O PROJECTO DE RESOLUÇÃO RELATIVO AO PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DA LEI N.º 11/2003, DE 13 DE MAIO RELATÓRIO E PARECER SOBRE O PROJECTO DE RESOLUÇÃO RELATIVO AO PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DA LEI N.º 11/2003, DE 13 DE MAIO HORTA, 7 DE MAIO DE 2004 CAPÍTULO I INTRODUÇÃO A Comissão de

Leia mais

APPASSI. Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17

APPASSI. Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17 Associação Portuguesa para o Serviço Social Internacional (Instituição particular de solidariedade social) PLANO DE A C CÃO PARA 2O17 ÍNDICE Introdução Enquadramento 1 Estrutura e Organização Interna 2

Leia mais

Instituto Politécnico de Setúbal. Edital. Abertura de concurso documental para professor coordenador

Instituto Politécnico de Setúbal. Edital. Abertura de concurso documental para professor coordenador Instituto Politécnico de Setúbal Edital Abertura de concurso documental para professor coordenador 1 Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 6º do Regulamento de Recrutamento e Contratação do Pessoal

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO MAR, DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, DO MAR, DO AMBIENTE E DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO 12629 Despacho (extrato) n.º 5181/2013 Em conformidade com o estipulado na alínea b) do n.º 1 do artigo 37.º da Lei n.º 12 -A/2008, de 27 de fevereiro, torna -se público para os devidos efeitos que por

Leia mais

Normas Brasileiras de Contabilidade NBC T IT.01 -Interpretação Técnica NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE

Normas Brasileiras de Contabilidade NBC T IT.01 -Interpretação Técnica NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE INTERPRETAÇÃO TÉCNICA NBC T 10.8 IT.01 ENTIDADES COOPERATIVAS Esta Interpretação Técnica (IT) visa esclarecer critérios e procedimentos específicos de avaliação, de

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA (FATECIB) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISA E EXTENSÃO (NEPE)

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA (FATECIB) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISA E EXTENSÃO (NEPE) FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA (FATECIB) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE ESTUDOS, PESQUISA E EXTENSÃO (NEPE) 1. OBJETIVO GERAL O Núcleo de Estudos, Pesquisa e Extensão da Faculdade de Tecnologia

Leia mais

Safra Fundo de Investimento em Ações Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30

Safra Fundo de Investimento em Ações Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 Safra Fundo de Investimento em Ações Vale do Rio Doce Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de setembro de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Despacho N.º 32/2015

Despacho N.º 32/2015 Despacho N.º 32/2015 Publicam-se, em anexo, os Regulamentos de Propinas dos Ciclos de Estudos (1.º, 2.º e 3.º) e Pós-Graduação para o ano letivo de 2015/2016. Lisboa, 16 de julho de 2015 O Diretor (Prof.

Leia mais

Agrupamento de Escolas Fragata do Tejo, Moita Escola Básica dos 2º e 3º ciclos Fragata do Tejo

Agrupamento de Escolas Fragata do Tejo, Moita Escola Básica dos 2º e 3º ciclos Fragata do Tejo Agrupamento de Escolas Fragata do Tejo, Moita Escola Básica dos 2º e 3º ciclos Fragata do Tejo MELHORAR RESULTADOS EDUCATIVOS E ESCOLARES EM HISTÓRIA E GEOGRAFIA DE PORTUGAL PLANO DE AÇÃO Julho de 2014

Leia mais

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa

Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Regulamento do Cartão Jovem Municipal Nota justificativa Considerando que o Município do Barreiro tem como princípio o bem-estar, a realização pessoal e a plena participação social dos jovens. Considerando

Leia mais

ADITAMENTO N.º 1 AO EDITAL N.º 1/2013 UAB/UNEMAT SELEÇÃO DE DOCENTES 2013

ADITAMENTO N.º 1 AO EDITAL N.º 1/2013 UAB/UNEMAT SELEÇÃO DE DOCENTES 2013 ADITAMENTO N.º 1 AO EDITAL N.º 1/2013 UAB/UNEMAT SELEÇÃO DE DOCENTES 2013 A Universidade do Estado de Mato Grosso UNEMAT, através da Diretoria de Gestão a Educação a Distância e Coordenação da Universidade

Leia mais

Questionário aos Pais e Encarregados de Educação 2015

Questionário aos Pais e Encarregados de Educação 2015 Questionário aos Pais e Encarregados de Educação Caros Pais e/ou Encarregados de Educação, professores e funcionários da EB Leão de Arroios - este inquérito é da responsabilidade da Associação de Pais

Leia mais

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013

Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático 2012/2013 Critérios de Avaliação dos CEF Curso de Operador Informático Língua Portuguesa 2012/2013 ATITUDES Formação para a cidadania. Apresentação dos materiais necessários, cumprimento de tarefas propostas, assiduidade,

Leia mais

CIRCULAR INFORMATIVA. Saúde, retificado. Saúde. 5. Como devem nos termos. Estatuto de. No n.º 1 do. artigo 12.º 2012; dezembro, seguir se indica:

CIRCULAR INFORMATIVA. Saúde, retificado. Saúde. 5. Como devem nos termos. Estatuto de. No n.º 1 do. artigo 12.º 2012; dezembro, seguir se indica: CIRCULAR INFORMATIVA Para conhecimento de todos os serviços e organismos dependentes do Ministério da Saúde N.º 11/2012 DATA 18/10/ /2012 ASSUNTO: Atualização das FAQ n.º ºs 5 e 7 da Circular Informativa

Leia mais

APESPE-RH-Assoc.Port.das Emp.do Sector Priv.de Emp.e dos Rec.Humanos ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 ÍNDICE

APESPE-RH-Assoc.Port.das Emp.do Sector Priv.de Emp.e dos Rec.Humanos ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2015 ÍNDICE (Montantes expressos em euros) ÍNDICE Páginas 1. Nota introdutória 2 2. Referencial contabilístico de preparação nas demonstrações financeiras 2 3. Principais políticas contabilísticas 2 4. Políticas contabilísticas,

Leia mais

Prémios VALORFITO 2012

Prémios VALORFITO 2012 VALORFITO 2012 REGULAMENTO NOTA PRÉVIA Os Pontos de Retoma (PR s) VALORFITO são elementos essenciais e determinantes para o funcionamento do sistema e exercem as suas funções de forma inteiramente gratuita.

Leia mais

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA PROPOSTA DE CERTIFICAÇÃO DE EVENTOS

MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA PROPOSTA DE CERTIFICAÇÃO DE EVENTOS GABINETE DE FORMAÇÃO UNIVERSIDADE DE TRÁS-OS-MONTES E ALTO DOURO PRÓ-REITORIA PARA OS PROJETOS ESTRUTURANTES MANUAL DE PROCEDIMENTOS PARA PROPOSTA DE CERTIFICAÇÃO DE EVENTOS 1 ÍNDICE 1 ÍNDICE 2 NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

GESTÃO MESTRADO DESENVOLVE CONNOSCO AS TUAS COMPETÊNCIAS EM GESTÃO. REGIME PÓS-LABORAL DURAÇÃO 3 semestres N.º DE ECTS 90 créditos OBJETIVOS DO CURSO

GESTÃO MESTRADO DESENVOLVE CONNOSCO AS TUAS COMPETÊNCIAS EM GESTÃO. REGIME PÓS-LABORAL DURAÇÃO 3 semestres N.º DE ECTS 90 créditos OBJETIVOS DO CURSO MESTRADO GESTÃO DESENVOLVE CONNOSCO AS TUAS COMPETÊNCIAS EM GESTÃO REGIME PÓS-LABORAL DURAÇÃO 3 semestres N.º DE ECTS 90 créditos O mestrado em Gestão é uma oferta formativa da ESTG, para o ano letivo

Leia mais

Enquadramento Âmbito de Aplicação Logótipo da FCT... 3

Enquadramento Âmbito de Aplicação Logótipo da FCT... 3 Normas de Informação e Publicitação de Apoios para Beneficiários (Financiamentos exclusivamente por Fundos Nacionais) índice Enquadramento... 2 Âmbito de Aplicação... 2 Logótipo da FCT... 3 Obrigações

Leia mais

Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora

Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora Plano de actividades para 2013 da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de Évora JANEIRO 2013 1 Introdução Conforme previsto nos Estatutos da Escola de Ciências e Tecnologia da Universidade de

Leia mais

Federação Nacional dos Professores Regulamento do 12º Congresso Nacional dos Professores

Federação Nacional dos Professores  Regulamento do 12º Congresso Nacional dos Professores Federação Nacional dos Professores www.fenprof.pt Regulamento do 12º Congresso Nacional dos Professores I DAS COMPETÊNCIAS, DO LOCAL E DA DATA Artigo 1. (Lema) O 12.º Congresso Nacional dos Professores

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO ELEIÇÃO DO CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL. Artigo 1.º. Objeto

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO ELEIÇÃO DO CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL. Artigo 1.º. Objeto AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO RESTELO ELEIÇÃO DO CONSELHO GERAL REGULAMENTO ELEITORAL Artigo 1.º Objeto O presente regulamento define o processo eleitoral dos membros do Conselho Geral referido nos artigos

Leia mais

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DA GUARDA

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DA GUARDA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DA GUARDA Ponto 2.2 Análise, discussão e votação do Plano e Orçamento para o ano de 2016 - Artigo 9º, nº1, alínea a) da Lei nº 75/2013 Guarda, dezembro 2015 Orçamento Inicial da

Leia mais

Escola Secundária José Saramago Mafra. Plano Estratégico

Escola Secundária José Saramago Mafra. Plano Estratégico Escola Secundária José Saramago Mafra Plano Estratégico 2014/2015 Preâmbulo O Plano Estratégico para 2014/2015 visa dar cumprimento ao disposto no artigo 15º do despacho normativo nº 6/2014, de 26 de maio.

Leia mais

Ex. m.ºs Senhores Subdirectores- Gerais Directores de Serviços Directores de Finanças Representantes da Fazenda Pública. Assunto:

Ex. m.ºs Senhores Subdirectores- Gerais Directores de Serviços Directores de Finanças Representantes da Fazenda Pública. Assunto: Classificação: 000.01.09 DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DO IMPOSTO SOBRE O RENDIMENTO DAS PESSOAS COLECTIVAS Ofício n.º: Processo: Entrada Geral: N.º Identificação Fiscal (NIF): Sua Ref.ª: Técnico: João Sousa Cód.

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 254/XI INTEGRA O CONCELHO DE MAÇÃO NA UNIDADE TERRITORIAL DO MÉDIO TEJO

PROJECTO DE LEI N.º 254/XI INTEGRA O CONCELHO DE MAÇÃO NA UNIDADE TERRITORIAL DO MÉDIO TEJO Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 254/XI INTEGRA O CONCELHO DE MAÇÃO NA UNIDADE TERRITORIAL DO MÉDIO TEJO Exposição de Motivos O Município de Mação tem a sua integração coerente com o Médio Tejo e

Leia mais