Dra. ANA CRISTINA MACHADO CESAR, Prefeita Municipal da Estância de Campos do Jordão, Estado de São Paulo, usando de suas atribuições legais,

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1 AO PÚBLICO: Transcrevo abaixo para conhecimento público o seguinte Decreto, promulgado pela Prefeita Municipal da Estância de Campos do Jordão, Dra. ANA CRISTINA MACHADO CESAR, em data de hoje: DECRETO Nº 6607/11 DE 03 DE FEVEREIRO DE Dispõe sobre o Regimento Escolar Básico do Ensino Fundamental da Rede Pública do Município de Campos do Jordão SP. Dra. ANA CRISTINA MACHADO CESAR, Prefeita Municipal da Estância de Campos do Jordão, Estado de São Paulo, usando de suas atribuições legais, D E C R E T A: REGIMENTO ESCOLAR DAS ESCOLAS MUNICIPAIS DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CAMPOS DO JORDÃO Art. 1º - O presente Regimento Escolar regulamenta a organização didáticoadministrativa das Escolas Municipais da Rede Pública de Ensino de Campos do Jordão, nos termos da legislação vigente e dos dispositivos normativos do Sistema Municipal de Ensino. TÍTULO I ORGANIZAÇÃO DAS ESCOLAS MUNICIPAIS CAPÍTULO I Estrutura Organizacional Art. 2º - As Escolas Municipais, integrantes da Rede Pública Municipal de Ensino, são integradas e administradas pela Secretaria Municipal de Educação, nos termos da Legislação Federal, Estadual e Municipal em vigor. 1º As Unidades Escolares Municipais são públicas e gratuitas e se fundamentam nas diretrizes básicas emanadas da política educacional traçadas pela Secretaria Municipal de Educação. 2º Cada Unidade Escolar se encontra vinculada ao Setor de Supervisão de Ensino Básico, com a qual funciona articulada, em ação conjunta com a Secretaria Municipal de Educação. Art. 3º - O horário de funcionamento das Unidades Escolares da Rede Pública Municipal de Ensino poderá ser integral ou parcial, em regime de turnos diurnos. Parágrafo Único Funcionamento noturno poderá ser autorizado. CAPÍTULO II Fls. 1

2 Fins e Princípios Art. 4º - As Escolas Municipais, inspiradas nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, têm por finalidade oferecer ensino público gratuito e de qualidade, com a participação da família e da comunidade. Art. 5º - A política de democratização desenvolvida na Rede Pública Municipal deve assegurar a melhoria da qualidade de ensino e a valorização da escola, em todos os seus níveis e segmentos, e dos profissionais de educação mediante: I uma política salarial justa e condigna; II um plano de cargos e salários atualizado, que permita ascensão profissional durante o exercício do cargo; III a garantia da realização de espaços de estudos; IV a garantia da capacitação desses profissionais em locais descentralizados dentro ou fora do horário de trabalho, garantindo o atendimento alternativo ao aluno; V a garantia das condições materiais e de pessoal indispensáveis ao pleno desenvolvimento do aluno e ao trabalho dos profissionais de educação, ressaltando-se o compromisso do Poder Público com a conservação e a manutenção do prédio, do acervo, do mobiliário escolar e de todo o equipamento de infra-estrutura necessário ao desenvolvimento do trabalho educativo; VI o acesso e permanência do aluno, garantindo-se Atendimento Educacional Especializado - AEE adequado ao aluno portador de necessidades educativas especiais, temporárias ou não, com o devido acompanhamento de profissionais capacitados ou especializados, de acordo com as orientações do Centro Integrado de Recursos Pedagógicos Especializados - CIREPE; VII o direito do aluno à matrícula em unidade escolar próxima a sua residência; VIII a participação da comunidade escolar, através dos seus organismos como o Conselho de Escola e o Grêmio Estudantil, na gestão da Unidade Escolar; IX a formação da cidadania do aluno; e X o acesso à cultura e às transformações tecnológicas. CAPÍTULO III Gestão das Escolas Municipais Art. 6º - Caberá à estrutura administrativa da Escola Municipal gerenciar todas as ações administrativas, pedagógicas e culturais, de acordo com as normas e diretrizes educacionais da Secretaria Municipal de Educação. Art. 7º - As Escolas Municipais dispõem da seguinte organização básica: I Equipe Técnica; II Corpo Docente; III Corpo Discente; IV Quadro de Funcionários; V Conselho de Escola; VI Associação de Pais e Mestres; e VII Grêmio Estudantil. Fls. 2

3 Parágrafo Único - A liberdade de expressão deve ser assegurada a todos que compõem a organização básica das Escolas Municipais, respeitadas a organização e a ordem hierárquica. Seção I Equipe técnica Art. 8º A Equipe Técnica da Escola Municipal é composta pelos integrantes da Direção e Coordenação Pedagógica, sendo que a ação gestora da Unidade Escolar é exercida por um diretor de escola efetivo integrante do Quadro do Magistério Municipal. Art. 9º - A direção é responsável pela execução e acompanhamento do processo de planejamento e avaliação das ações pedagógicas, comunitárias e administrativas, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Secretaria Municipal de Educação, garantindo a qualidade da educação oferecida para todos os alunos. Parágrafo Único - A direção deverá cumprir e fazer cumprir a Legislação vigente, a Lei Orgânica do Município e às diretrizes estabelecidas pela Secretaria Municipal de Educação. Seção II Corpo Docente Art O corpo docente da Escola Municipal é constituído de professores legalmente habilitados e pertencentes à Carreira do Magistério Público Municipal de Campos do Jordão. Art São direitos dos professores, além dos conferidos pela legislação específica vigente: I receber tratamento condigno com a função de professor; II dispor de condições adequadas ao desenvolvimento da ação educativa; III ter autonomia didático-pedagógica de ensino, observadas no Projeto Político Pedagógico; IV participar de eventos pedagógicos; V zelar por sua formação continuada; VI utilizar o HTPC para fins de formação continuada e de atendimento às necessidades dos alunos; e VII participar da elaboração e execução do Projeto Político Pedagógico; Art Além das obrigações expressas na legislação, constituem deveres do professor: I - participar da elaboração do Projeto Político Pedagógico; II - tratar igualitariamente a todos os alunos, considerando a diversidade, sem distinção de etnia, sexo, credo religioso, convicção política ou filosófica e condições físicas, intelectuais, sensoriais e comportamentais; III - executar as tarefas pedagógicas e de registro da vida escolar do aluno, em instrumentos próprios da Secretaria Municipal de Educação, cumprindo os prazos Fls. 3

4 fixados pela direção, e em conformidade com o calendário escolar da rede pública de ensino, para a entrega dos documentos à Secretaria da Escola; IV deixar a disposição da unidade escolar, o planejamento das atividades a serem cumpridas; V - cumprir os dias letivos e as horas estabelecidas, participando integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional; VI - zelar pela aprendizagem dos alunos, estabelecendo estratégias de recuperação e de adequações curriculares, quando necessárias; VII- avaliar os alunos, de acordo com os critérios estabelecidos nas Diretrizes de Avaliação da Aprendizagem, no Projeto Político Pedagógico e neste Regimento; VIII - oferecer, quando necessário, reforço escolar ao aluno, sob o acompanhamento da Coordenação Pedagógica; IX - entregar, imediatamente após o encerramento do bimestre e do ano letivo, os resultados de seus alunos; X - realizar registro diário da freqüência do aluno, sem rasuras ou ressalvas; XI - encaminhar à direção os alunos com dificuldades de aprendizagem ou com problemas de adaptação ao regime escolar; XII - articular ações junto ao atendimento educacional especializado para o atendimento ao aluno com deficiência, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação; XIII - atuar como professor representante de turma, quando escolhido pelos alunos; XIV - participar do Conselho de Classe e Ciclo Inicial de Alfabetização e do Conselho de Escola; XV - participar das atividades de articulação da escola municipal com a família e com a comunidade; XVI - desenvolver os conteúdos estabelecidos para o ano e componente curricular em que atua; XVII - desenvolver os programas e projetos implementados pela Secretaria Municipal de Educação, que constituem as políticas públicas que visem à melhoria qualitativa e contínua do processo educacional; XVIII- realizar a recuperação do processo de ensino e aprendizagem, quando necessário; XIX- propiciar compensação de ausência nos termos deste Regimento; XX- em caso de ausências, o professor deverá comunicar não só a escola sede, como também as demais escolas que atua; XXI- apresentar bimestralmente a Direção/Coordenação, cópias dos instrumentos de avaliação que serão utilizados; XXII - cumprir os dispositivos deste Regimento. Parágrafo Único - O não cumprimento dos deveres por parte do docente acarretará penalidades previstas na legislação vigente. Seção III Corpo Discente Art O corpo discente é constituído pelos alunos regularmente matriculados na Unidade Escolar. Art São direitos do aluno: Fls. 4

5 I ser respeitado em sua condição de ser humano e não sofrer qualquer forma de discriminação em decorrência de diferenças étnicas, de credo, gênero, ideologia, necessidades especiais, preferências político-partidárias ou quaisquer outras; II ter ensino de qualidade ministrado por professores capacitados para o exercício de suas funções e atualizados em suas áreas de atuação; III ter oportunidade de ampliação de carga horária, com atividades garantidas através da educação integral, dos projetos ou programas da Secretaria Municipal de Educação; IV conhecer as Diretrizes de Avaliação do Processo Ensino Aprendizagem para Educação Básica da Rede Municipal de Campos do Jordão, bem como os critérios adotados pelo professor na sua operacionalização; V ter assegurada a sua participação na gestão democrática da escola; VI receber ensino de qualidade; VII conhecer o resultado de seu desempenho escolar, através de Boletim Escolar ou Programas Informatizados; VIII receber Atendimento Educacional Especializado, por meio do Serviço de Apoio Educacional Especializado, quando necessário; e IX organizar e participar de entidades estudantis, a partir do 6ª série; Art São deveres do aluno: I assistir às aulas e participar das demais atividades pedagógicas escolares; II ser assíduo e pontual às atividades pedagógicas escolares, permanecendo na Unidade Escolar durante o horário estabelecido; III usar o uniforme adotado pela rede municipal de ensino, quando cedido aos alunos pela Secretaria Municipal de Educação; IV participar, semanal ou diariamente, do hasteamento da Bandeira e do canto do Hino Nacional, com postura adequada; V assistir às aulas, respeitando as determinações de caráter disciplinar e pedagógico; VI uma vez em sala de aula, aguardar o professor; VII - a saída da sala de aula dar-se-á mediante autorização do professor; VIII ao sentir-se mal, o aluno deverá informar imediatamente ao seu professor, que o encaminhará à secretaria para que sejam tomadas as medidas necessárias; IX colaborar para a preservação e manutenção do prédio, do mobiliário, de todo o material escolar e de infra-instrutura necessários ao desenvolvimento do trabalho pedagógico, além das instalações de uso coletivo; X estabelecer uma relação de respeito com seus colegas, professores, funcionários da Unidade Escolar e demais representantes da comunidade; XI conhecer e cumprir o regimento básico da Rede Municipal de Ensino; XII realizar o dever de casa proposto pelo professor e refazê-lo se solicitado; e XIII procurar o professor ou diretor, em caso de falta nos dias de provas ou outras avaliações, para justificar-se e ter nova data marcada de acordo com a necessidade; ou, na impossibilidade de fazê-lo, caberá ao responsável adotar tal procedimento; XIV- Cumprir as regras estabelecidas pela unidade escolar, elaboradas junto à Comunidade Escolar. Art Não será permitido ao aluno: I o uso de adereços e vestimentas impróprias que expressem insinuações sexuais nas dependências da Unidade Escolar; Fls. 5

6 II ausentar-se da Unidade Escolar durante o período de aulas, salvo expressa a presença e autorização do responsável; III qualquer comportamento de agressão física, verbal ou eletrônica a aluno, professor, funcionário da Escola ou demais representantes da comunidade escolar; IV portar objeto ou substância que represente perigo para a sua saúde, segurança e integridade física própria ou de outrem; V promover, na escola, qualquer tipo de campanha ou atividade, sem prévia autorização do Diretor; VI impedir colegas de participar das atividades escolares ou incitá-los a ausências; VII utilizar aparelhos eletrônicos em sala de aula, salvo por orientação do professor, com o objetivo de desenvolver atividades pedagógicas pertencente ao componente curricular; e VIII o uso do celular na sala de aula e de quaisquer aparelhos eletrônicos portáteis, podendo acarretar apreensão, por até três dias, pela direção, considerando que a escola não é responsável por estes aparelhos. Os referidos aparelhos deverão ser entregues somente ao responsável. Parágrafo Único - A Unidade Escolar não se responsabilizará por objetos de valor perdidos ou extraviados dentro do espaço escolar. Art O regime disciplinar é decorrente das disposições legais e das determinações deste Regimento e das demais normas emanadas pela Secretaria Municipal de Educação, aplicáveis a cada caso. Parágrafo Único - A Escola Municipal deve: I realizar, no início de cada ano letivo, reunião com os pais, alunos e professores, com o intuito de os mesmos tomarem conhecimento das normas que regem a Escola, por escrito, através de Informativo criado para essa finalidade; II informar pai e mãe, conviventes ou não com seus filhos, e, se for o caso, os responsáveis legais, sobre a freqüência e rendimento dos alunos, bem como sobre a execução da Proposta Pedagógica da Instituição Educacional; III convocar para reunião os pais ou responsáveis pelos alunos que se encontram com desvio de comportamento, bem como baixo rendimento escolar ou inassiduidade para junto com a Escola, tomarem as medidas necessárias de intervenção e prevenção de futura reprovação ou transferência; e IV registrar todas as advertências atinentes aos alunos, devendo seus pais ou responsáveis serem convocados para conhecimento das mesmas. Art Aos alunos que descumprirem os seus deveres, esgotadas todas as possibilidades de conciliação, aplicar-se-ão as seguintes medidas: I advertência e repreensão verbal; II advertência e repreensão por escrito; III comunicação da ocorrência, por escrito, aos pais; e IV convocação do responsável, por escrito, para comparecer à escola e tomar ciência dos fatos com registro em ata. 1º - O não comparecimento do responsável, dentro do prazo estipulado pela Unidade Escolar, implicará no afastamento do aluno das atividades pedagógicas pertinentes ao seu grupamento, permanecendo no espaço escolar, até que seu responsável Fls. 6

7 compareça à Escola Municipal para tomar ciência das advertências anteriores e as devidas providências. 2º - Nos casos graves ou em reincidência, o Conselho de Escola poderá ser convocado para deliberar, junto à direção da Unidade Escolar, quanto aos procedimentos a serem adotados: I troca de turma; II troca de turno; III encaminhamento, através de instrumentos legais, aos órgãos competentes. IV suspensão, com tarefas escolares, de, no máximo 3 (três) dias letivos, e/ou com atividades alternativas na Escola. O aluno que sofrer esta sanção, implicando em perda de provas, testes e/ou trabalhos será dada a oportunidade de realizá-los logo após seu retorno as atividades escolares. Ao adotar esse procedimento, deverá haver o conhecimento prévio dos pais com ciência do registro das ocorrências; V transferência por comprovada inadaptação ao regime da Escola Municipal, quando o ato for aconselhável para a melhoria do desenvolvimento do aluno, da garantia de sua segurança ou de outros. 3º - As sanções podem ser aplicadas gradativamente, ou não, dependendo da gravidade ou reincidência da falta. 4º - No caso de aplicações de sanções ao aluno é garantido o direito ao contraditório e à ampla defesa, com a presença dos pais ou responsáveis, quando menor de idade. 5º - Aos alunos com diagnóstico de deficiência ou com necessidades educacionais especiais, temporárias ou não, em razão de suas condições físicas ou mentais que não cumprirem as normas contidas neste Regimento será adotado procedimento diferenciado ao exposto neste artigo e seus parágrafos, a ser definido em reunião de estudo de caso com o Conselho de Escola, contando com a participação da Supervisão de Ensino Básico, responsável pela Educação Especial, professores do SAEE ou demais profissionais envolvidos que auxiliem na identificação dos fatores subjacentes ao caso e nos encaminhamentos devidos. 6º - Os danos causados por alunos ao patrimônio escolar ou a terceiros, dentro da Unidade Escolar, serão passíveis de reparação, conforme o Artigo 116 do Estatuto Criança e do Adolescente, independentemente da aplicação de medidas educativas, com respaldo e acompanhamento do Conselho Tutelar. da Art. 19 Deverão ser observadas na aplicação da sanção de transferência do aluno por inadaptação ao regime escolar: I medidas aplicadas por deliberação do Conselho de Escola, deverão respeitar os direitos constitucionais do aluno; II o Conselho de Escola deverá convocar o Conselho Tutelar para reunião que deliberará sobre a possível transferência do aluno, com ciência de todos os procedimentos adotados ao Setor de Supervisão de Ensino Básico; III a presença na reunião do Conselho de Escola de representante de turma do aluno que se encontre na iminência de ser transferido, quando se considerar relevante; Fls. 7

8 IV em caso de transferência, será permitida, quando conveniente, a participação de, no máximo, três testemunhas na reunião do Conselho de Escola, devendo-se efetuar os devidos registros; V ao aluno transferido por inadaptação será assegurada vaga em outra escola da Rede Municipal de Ensino e, sempre que possível próximo de sua residência, tendo ainda assegurado o atendimento específico, tanto pela Escola como pela Secretaria Municipal de Educação, bem como assegurado passe escolar para atender a essa determinação; VI a transferência ficará condiciona à declaração de vaga da Escola Municipal receptora; e VII transferência em período de férias, recessos ou entre bimestres letivos, caso contrário não será homologado pela S.M.E. Seção IV Quadro de Funcionários Art. 20 O Quadro de Funcionários de Apoio à Escola Municipal é aquele previsto na Lei Municipal no de 12 de julho de Seção V Conselho de Escola Art O Conselho de Escola promoverá a integração escola-comunidade, garantindo um espaço permanente de discussão que envolva todos os segmentos da Comunidade Escolar, visando contribuir para a organização e funcionamento da Escola Municipal e assegurando o desenvolvimento da política de democratização da escola, considerando: I acompanhar e avaliar o processo de ensino e de aprendizagem dos alunos; II - analisar o rendimento escolar dos alunos, a partir dos resultados da avaliação formativa, contínua e cumulativa do seu desempenho; III propor alternativas que visem o melhor ajustamento dos alunos com dificuldades evidenciadas; IV definir ações que visem à adequação dos métodos e técnicas didáticas ao desenvolvimento das competências e habilidades; V sugerir procedimentos para resolução de problemas evidenciados no processo de aprendizagem dos alunos com dificuldades; VI discutir e deliberar sobre os possíveis casos de reprovação de estudos; VII discutir e deliberar sobre a aplicação do regime disciplinar e de recursos interpostos; e VIII analisar, discutir e refletir sobre o Projeto Político Pedagógico da Escola Municipal de modo a promover mudanças no espaço escolar voltadas para avaliação de todos os processos e procedimentos adotados para o alcance da melhoria da educação. Parágrafo Único A Escola Municipal deverá ainda, observar o que dispõe o Decreto Municipal nº de 10 de junho de 2009, disciplina da matéria da Rede de Ensino Pública Municipal. Fls. 8

9 Seção VI Associação de Pais e Mestres - APM Art A Associação de Pais e Mestres APM é uma instituição de direito privado criada com o objetivo específico de apoiar a Escola Municipal em sua gestão pedagógica, administrativa e financeira, sem caráter lucrativo. Parágrafo Único - A organização e o funcionamento da Associação de Pais e Mestres - APM devem estar de acordo com as normas legais vigentes e estabelecidas em estatuto próprio aprovado pela Secretaria Municipal de Educação. Seção VII Grêmio Estudantil Art O Grêmio Estudantil é o órgão representativo do corpo discente de cada Escola Municipal e sua criação será favorecida e incentivada pela Secretaria Municipal de Educação. 1º. O Grêmio Estudantil será uma organização representativa dos estudantes, eleita pelos mesmos, com finalidade educacional, cultural e/ou social. 2º. As normas do Grêmio Estudantil serão próprias e elaboradas pelos alunos com suporte técnico da Equipe Técnica da Escola e acompanhamento da Secretaria Municipal de Educação. 3º. O Grêmio Estudantil solicitará à direção da Escola Municipal definição de local para suas atividades, sem prejuízo do trabalho escolar, bem como contar com suporte da direção para implementar e executar o Informativo Escolar e sua divulgação para a Comunidade Escolar. CAPÍTULO IV Organização Pedagógica Art As Escolas Municipais têm os seguintes elementos do processo pedagógico, acompanhados pela Secretaria Municipal de Educação, através do Setor de Supervisão de Ensino Básico: I Coordenação Pedagógica; II Serviços de Apoio Educacional Especializado SAEE; III Salas de Apoio Educacional Especializado SAPEs; e IV Conselho de Classe. Seção I Coordenação Pedagógica Fls. 9

10 Art A Coordenação Pedagógica é formada por professores efetivos integrantes do Quadro do Magistério Municipal, de acordo com os quantitativos estabelecidos pela legislação pertinente. Parágrafo Único - A Coordenação Pedagógica é responsável pelo processo de acompanhamento do trabalho da Equipe Docente e no desenvolvimento de ações efetivas e significativas que possam contribuir, de forma eficaz e eficiente, para a aprendizagem do corpo discente. Seção II Serviços de Apoio Educacional Especializado SAEE Art O SAEE, no contexto de Educação para Diversidade, constitui-se em apoio técnico-pedagógico especializado com o objetivo de promover a melhoria do desempenho escolar de todos os alunos, com e sem necessidades educacionais especiais, por meio de atuação conjunta de professores especialistas ou especializados, em um trabalho de equipe inter e multidisciplinares. Art O SAEE é desenvolvido no contexto escolar, preferencialmente. Art A atuação do SAEE deverá ser direcionada para o atendimento a pequenos grupos de alunos encaminhados, tanto nas áreas da Psicopedagogia Institucional e/ou Pedagogia Especializada; no assessoramento à prática pedagógica e ao acompanhamento do processo de ensino e de aprendizagem em suas perspectivas preventiva, institucional e interventiva, sempre em articulação com as demais instâncias pedagógicas da instituição educacional e outros profissionais diretamente ligados ao processo educacional dos alunos em atendimento. Art A atuação do SAEE pauta-se em três dimensões concomitantes e contextualizadas: I - mapeamento institucional das instituições educacionais; II - assessoria ao trabalho coletivo da equipe escolar; e III atendimento e acompanhamento do processo de ensino-aprendizagem dos alunos encaminhados para o AEE, por meio da ressignificação das práticas educacionais e de intervenções específicas nas situações de queixas escolares. Art O SAEE oferece aos alunos cujas condições requerem apoios específicos e diferenciados daqueles que a escola comum, no momento, pode ofertar substituição curricular, por meio da proposta de um currículo funcional que atenda às necessidades e às especificidades desses alunos e lhes possibilitem o desenvolvimento de competências e habilidades que favoreçam a sua autonomia e maior participação na vida em sociedade. Parágrafo Único. O Projeto Político Pedagógico do SAEE contemplará: I - Currículo Adaptado organizado com base no currículo da Educação Infantil e anos/séries iniciais do Ensino Fundamental, mais especificamente até a conclusão do ciclo de alfabetização e Etapas Iniciais da Educação de Jovens e Adultos, com as adaptações Fls. 10

11 necessárias a cada aluno, com vistas à sua inclusão na instituição educacional regular; e II - Currículo Funcional - organizado para atender os alunos que não apresentam condições pedagógicas para currículo comum, e que necessitam de uma organização curricular específica, bem como para os alunos que, depois de esgotadas todas as possibilidades pedagógicas previstas nas adequações curriculares, não apresentam indicação para continuidade do processo de escolarização e não conseguem atingir o nível exigido para conclusão do Ensino Fundamental; III Relatório bimestral de acompanhamento detalhado. Art É assegurada a Terminalidade Específica de Ensino Fundamental àqueles alunos que, pelas suas deficiências, não puderem atingir o nível exigido para sua conclusão, bem como a aceleração para concluírem em menor tempo o programa escolar aos alunos superdotados. 1º A certificação de Terminalidade Específica deve ser fundamentada em avaliação pedagógica e registrada de forma descritiva, incluindo as competências alcançadas pelo aluno com grave deficiência intelectual e múltipla, conforme diploma legal expedido pela SME; 2º Os alunos com certificado de Terminalidade Específica do Ensino Fundamental podem ser encaminhados para cursos de Educação de Jovens e Adultos, bem como para inserção no mundo do trabalho, seja competitivo ou protegido. 3º - No processo de Terminalidade Específica a direção da escola municipal deverá observar também o que dispõe a Portaria nº. 136/2008, de 30 de outubro de Seção III Sala de Apoio Educacional Especializado SAPE Art As Salas de Apoio Educacional Especializado estão disciplinadas, no âmbito da Rede Pública Municipal, através da Resolução: 01/SME/2008, de 1º de fevereiro de Art. 33 O Atendimento Educacional Especializado em SAPE para alunos cegos, surdos e surdocegos contarão, ainda, com a participação de: I - intérprete de LIBRAS, para atuação em sala de aula comum em que esteja matriculado o aluno surdo, conforme previsto na estratégia de matrícula; II instrutor de LIBRAS, para instrução de alunos surdos e alunos ouvintes na LIBRAS; III - professor guia-intérprete, para atuação junto ao aluno surdocego; IV - professor itinerante, para atuação junto aos alunos e professores em escolas municipais que não possuem SAPE; V psicopedagogo institucional, para atuação junto aos alunos com dificuldades de aprendizagem, NEE e nas várias modalidades de atendimento da Educação Especial, quando capacitados; e VI revisor de BRAILLE, para revisar textos e instruir alunos cegos e videntes na metodologia BRAILLE. Fls. 11

12 Art Os professores que atuam no Atendimento Educacional Especializado serão submetidos à avaliação de desempenho pedagógico por meio de instrumento próprio elaborado pela Secretaria Municipal de Educação, com vistas à adequação do profissional à função desenvolvida e à qualidade do processo educacional. Seção IV Conselho de Classe Art O Conselho de Classe é o espaço democrático de tomada de decisões acerca do Projeto Político Pedagógico da escola, do fazer pedagógico na sala de aula e do desenvolvimento da aprendizagem do aluno. Parágrafo Único - Os alunos representantes de classe participarão das reuniões de Conselho de classe com direito a voz, conforme o previsto no Plano de Gestão da Escola. Art Compete ao Conselho de Classe: I - avaliar o rendimento da classe e confrontar resultados de aprendizagem com os diferentes componentes curriculares; II - propor estratégias pedagógicas para alunos que pleitearem reclassificação; III - orientar o processo de recuperação sempre que for identificada qualquer deficiência no processo de aprendizagem; IV - reorganizar o processo de recuperação tão logo o professor identifique alunos que não atingiram com proficiência os objetivos do curso, inclusive encaminhando para o reforço escolar em período contrário ao período de aula regular; V - decidir sobre o encaminhamento e dispensa de alunos ao reforço escolar; VI - realizar análise diagnóstica da turma; VII discutir o processo pedagógico desenvolvido com as turmas, visando o seu aperfeiçoamento; VIII - acompanhar o desenvolvimento das atividades pedagógicas propostas para potencializar o aproveitamento dos alunos; e IX - verificar a situação de freqüência dos alunos, procurando-se estratégias para evitar a evasão e reprovação por esse motivo. Art O Conselho de Classe é constituído por: I equipe técnica da Escola Municipal; II todos os professores regentes de turma; III representantes do Conselho de Escola; e IV representantes do Grêmio Estudantil. Parágrafo Único. O Conselho de Classe é autônomo, porém não é soberano, seus atos dependerão da homologação do Diretor, sob pena de nulidade de seus efeitos. Art. 38 O Conselho de Classe deverá reunir-se, ordinariamente, uma vez por bimestre, ou extraordinariamente quando convocado pelo Diretor. Parágrafo Único A ata de sessão do Conselho de Classe será lavrada em livro próprio, constando à assinatura de todos os presentes. Fls. 12

13 CAPÍTULO V Planejamento e Controle das Atividades nas Escolas Municipais Seção I Plano de Gestão da Escola Municipal Art O Plano de Gestão da Escola é o documento que estabelece seu perfil, conferindo-lhe identidade própria, na medida em que contempla as intenções de todos os envolvidos e norteia o gerenciamento das ações intra-escolares. 1º - O Plano de Gestão da Escola, deverá ser elaborado, visando implementar a proposta pedagógica com duração de 4 (quatro) anos de vigência e contemplará os seguintes aspectos: I - identificação e caracterização da unidade escolar, de sua clientela, de seus recursos físicos, materiais e humanos, bem como dos recursos disponíveis na comunidade local; II - definição dos objetivos da escola e de compromissos com metas a serem atingidas a curto, médio e longo prazo, bem como das ações a serem desencadeadas em função dos objetivos e metas propostas; III - projetos educacionais; e IV - estabelecimento de critérios e formas de acompanhamento, controle e avaliação da execução do trabalho realizado pelos diferentes atores do processo educacional. 2º - Anualmente serão incorporadas, em forma de anexos ao Plano de Gestão da Escola, informações atualizadas sobre: I - agrupamento de alunos e sua distribuição por turnos, curso, ano e turma, especificando a modalidade do curso, utilizando-se da Planilha: Quadro Escolar - QE; II - quadro curricular por curso e ano, com especificação da carga horária anual e final; III - horário dos funcionários, bem como escala de férias; IV - calendário escolar e cronograma anual de trabalho e eventos da escola; e V - organização das horas de trabalho coletivo pedagógico (HTPC) explicitando o horário e o cronograma. Subseção I Plano de Curso Art O Plano de Curso, sob responsabilidade da Equipe Técnica, será elaborado com a finalidade de garantir: I - relacionamento, ordenação e seqüência dos componentes curriculares; II - interação de cada componente curricular com os objetivos do curso; III - síntese dos conteúdos programáticos como subsídio à elaboração do plano de ensino de cada professor; e IV - cumprimento da carga horária mínima do curso e dos componentes curriculares. 1º - A validade do plano de curso será correspondente à duração mínima prevista para o curso, podendo, após este prazo, ser alterado no todo ou em parte, a critério da Escola Municipal. Fls. 13

14 2º - A Escola Municipal poderá fazer alterações em seu Plano de Curso antes do prazo previsto no parágrafo anterior, desde que vigorem a partir do ano ou não prejudiquem a continuidade dos estudos dos alunos. 3º - A elaboração do plano de ensino, em consonância com o plano de curso, é atribuição do professor, constituindo-se em documento da Escola Municipal e do próprio professor, e será mantido à disposição da direção e supervisão de ensino. Art. 41 O Plano de Gestão deverá ser submetido à aprovação do Conselho de Escola e, em seguida, à homologação do setor de Supervisão de Ensino Básico. Subseção II Plano de Desenvolvimento da Escola PDE-Escola Art. 42 O Plano de Desenvolvimento da Escola PDE-Escola, constitui-se em um processo de planejamento estratégico desenvolvido pela escola para a melhoria da qualidade do Ensino. 1º - O programa tem por objetivo fortalecer a autonomia da gestão escolar a partir de um diagnostico dos desafios de cada escola e da definição de um plano para melhoria dos resultados com foco na aprendizagem dos alunos. 2º - O PDE-Escola define o que é a escola, o que pretende fazer, aonde pretende chegar, de que maneira e com quais recursos, sendo elaborado de modo participativo com a comunidade escolar dentre eles Equipe Escolar, pais de alunos e outras partes interessadas. Subseção III Projeto Político Pedagógico - PPP Art A elaboração do Projeto Político Pedagógico é prerrogativa de cada Escola Municipal, que será construído de acordo com as necessidades e anseios da comunidade escolar, respeitadas as diretrizes da Secretaria Municipal de Educação. Art O processo de consolidação do Projeto Político Pedagógico, em todas as suas etapas, deve ter a ação conjunta dos segmentos da comunidade escolar, por meio de seus organismos. Parágrafo Único - Todas as diretrizes, ações, filosofia e objetivos da Escola Municipal devem estar delineados no Projeto Político Pedagógico. Art. 45 O Projeto Político Pedagógico deve contemplar: I- origem histórica, natureza e contexto da instituição; II- fundamentos norteadores da prática educativa; III- missão e objetivos institucionais; IV- organização pedagógica da educação e do ensino oferecidos; V- organização curricular e respectivas matrizes; Fls. 14

15 VI- objetivos da educação e metodologia adotada; VII- processos de avaliação da aprendizagem e de sua execução; VIII- infra-estrutura contendo as instalações físicas, equipamentos didático pedagógicos, laboratórios, pessoal docente, funcionários, SAPE e SAEE; e IX- gestão administrativa e pedagógica. Seção II Acompanhamento das Atividades Art O desenvolvimento das atividades programadas pela escola municipal é controlado e administrado pela Direção e acompanhado pelo Conselho de Escola, por meio de mecanismos e instrumentos específicos, instituídos pela Secretaria Municipal de Educação. Seção III Controle e Avaliação das Atividades Art O controle e a avaliação das atividades da escola municipal são efetuados pela quipe Técnica, pelo Conselho de Escola e pelo Setor de Supervisão de Ensino Básico da Secretaria Municipal de Educação. CAPÍTULO VI Nível, Etapas e Modalidades de Educação e Ensino Seção I Educação Básica Art A Educação Básica tem por objetivo proporcionar o desenvolvimento integral do aluno, assegurando-lhe formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecendo-lhe os meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. Subseção I Educação Infantil Art A Educação Infantil, primeira etapa da Educação Básica, tem por objetivo favorecer o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos cognitivo, afetivo, social e psicomotor, respeitando seus interesses e suas necessidades, e cumprindo as funções de educar e cuidar. Parágrafo Único. A Educação Infantil compreende a faixa etária de 0 (zero) até 5 (cinco) anos de idade. Art A Educação Infantil, em regime anual, será oferecida em: I - creche, para crianças de até 3 (três) anos; e Fls. 15

16 II - pré-escola, para crianças de 3 (três) a 5 (cinco) anos de idade. Parágrafo Único - Nos casos expressos nos incisos deste artigo deverá ser observada a data-limite de 31 de março para fins de matrícula. Subseção II Ensino Fundamental Art O Ensino Fundamental, em regime seriado, tem por objetivo a formação básica do cidadão, assegurando-lhe a formação comum indispensável ao exercício da cidadania, bem como os meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores. Art O Ensino Fundamental da Rede Pública Municipal, com duração de 09 anos letivos, será estruturado da seguinte forma: I Estruturação do Regime Misto Escolar: a) Séries Iniciais do Ensino Fundamental: 1ª, 2ª, 3ª, 4ª e 5ª séries do Ensino Fundamental; e b) Séries Finais do Ensino Fundamental: 6ª, 7ª, 8ª e 9ª séries do Ensino Fundamental. II Esquematização do Regime Escolar: a) Tabela Esquemativa: 1ª 1ª SÉRIE TURMAS DE 6 ANOS SÉRIES INCIAIS 2ª 2ª SÉRIE 3ª 3ª SÉRIE 4ª 4ª SÉRIE TURMAS DE 7 ANOS TURMAS DE 8 ANOS TURMAS DE 9 ANOS 5ª 5ª SÉRIE TURMAS DE 10 ANOS 6ª 6ª SÉRIE TURMAS DE 11 ANOS SÉRIES FINAIS 7ª 7ª SÉRIE 8ª 8ª SÉRIE TURMAS DE 12 ANOS TURMAS DE 13 ANOS Fls. 16

17 9ª 9ª SÉRIE TURMAS DE 14 ANOS Subseção III Educação de Jovens e Adultos Art A Educação de Jovens e Adultos destina-se àqueles que não tiveram acesso à escolarização em idade própria, ou que sofreram descontinuidade de estudos no Ensino Fundamental. Art O atendimento à escolarização de jovens e adultos desenvolve-se sob a forma de cursos presenciais, quando de responsabilidade do Sistema Municipal de Ensino. Art Os cursos da Educação de Jovens e Adultos, ofertados de acordo com organização curricular própria, estabelecida nas Diretrizes Pedagógicas da Secretaria Municipal Educação, em regime semestral, são organizados em 2 (dois) Termos: I Termo I - 1º Segmento/Ensino Fundamental Etapas Iniciais ofertado em um único bloco de componentes curriculares e corresponde as séries iniciais do Ensino Fundamental; e II Termo II - 2º Segmento/Ensino Fundamental Etapas Finais ofertado em um único bloco de componentes curriculares e corresponde as séries finais do Ensino Fundamental. 010 Subseção IV Educação Especial Art A Educação Especial, modalidade da educação escolar, será oferecida, preferencialmente, nas escolas municipais da Rede Municipal de Ensino, considerando a especificidade dos alunos com necessidades especiais, temporárias ou não, fundamentada na concepção dos direitos humanos, pautada pelos princípios éticos, políticos, estéticos e da eqüidade, de modo a assegurar: I o respeito da dignidade humana; II a busca da identidade; III a igualdade de oportunidades; IV o exercício da cidadania; e V a valorização da diferença. Parágrafo Único No âmbito do Sistema Municipal de Ensino a escola municipal deverá observar desde que não conflitante ao presente Regimento, o que dispõe o Decreto nº. 5951/2008, de 27 de junho de 2008, que dispõe da Política Municipal de Atendimento aos Alunos com Necessidades Educacionais Especiais e na Portaria nº 125, de 28 de agosto de 2008 que dispõe sobre a regulamentação do Decreto no 5951/2008. Fls. 17

18 Art Os Projetos Político Pedagógicos das Escolas Municipais devem incluir os princípios da Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, garantindo atendimento educacional especializado em suas peculiaridades, adaptando o currículo e oferecendo uma avaliação que atenda aos educandos com necessidades educacionais especiais, quando se fizer necessária. Art A Educação Especial será oferecida em todos os níveis, etapas, modalidades de ensino aos educandos com necessidades educacionais especiais para a inclusão escolar e/ou em condições específicas, em atendimento educacional especializado. Art O Programa de Educação Inclusiva da Secretaria Municipal de Educação, coordenado pelo Centro Integrado de Recursos Pedagógicos Especiais CIREPE, será responsável em mediar à educação inclusiva, orientando as práticas educativas sobre promoção, acesso e permanência de educandos com necessidades especiais e pertencentes a grupos étnico-raciais e demais grupos historicamente discriminados. Art Caberá ao Centro Integrado de Recursos Pedagógicos Especiais CIREPE, com o apoio e assessoramento da Secretaria Municipal de Educação o acompanhamento e manutenção, quando necessário, de Sala de Apoio Pedagógico Especializado SAPE nas Escolas Municipais com professores especialistas e/ou especializados que realizarão a complementação ou suplementação curricular, utilizando procedimentos, equipamentos e materiais específicos para o Atendimento Educacional Especializado AEE dos alunos com necessidades educacionais especiais, temporárias ou não. CAPÍTULO VII Orientação Curricular Art O currículo e sua forma são fixados pela Secretaria Municipal de Educação a partir das diretrizes educacionais estabelecidas e de acordo com a legislação em vigor. Art. 62 Nas séries iniciais do Ensino Fundamental, a organização curricular enfatiza a construção de conceitos, possibilitando ao aluno ampliar sua capacidade de aprender, tendo em vista a aquisição de conhecimento, competências e habilidades, bem como a formação de atitudes e valores. Parágrafo Único. As duas primeiras séries do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, objetiva garantir à criança, a partir dos 6 (seis) anos de idade, à aquisição da alfabetização/letramento na perspectiva da ludicidade e do seu desenvolvimento integral. Art A organização curricular das séries finais do Ensino Fundamental visa aprofundar conhecimentos relevantes e introduzir novos componentes curriculares que contribuam para formação integral dos alunos, sendo constituída obrigatoriamente pela Base Nacional Comum e pela Parte Diversificada, organicamente integradas por meio da interdisciplinaridade e da contextualização. Fls. 18

19 Art A organização curricular dos cursos da Educação de Jovens e Adultos compreende a Base Nacional Comum e a Língua Estrangeira Moderna na parte Diversificada. Art A organização curricular da Educação Especial segue as Orientações Curriculares da Educação Básica e as Diretrizes Pedagógicas da Secretaria Municipal de Educação, sendo estruturada de forma a atender aos alunos com deficiências, reais ou temporárias, transtorno global do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, observando: I - a introdução ou eliminação de conteúdos, considerando a condição individual do aluno; II - a modificação metodológica dos procedimentos, da organização didática e da introdução de métodos; III - a temporalidade, com a flexibilização do tempo para realizar as atividades e o desenvolvimento de conteúdos; e IV - a avaliação e promoção com critérios diferenciados, de acordo com as adequações e em consonância com o PPP da Escola Municipal, respeitada a freqüência obrigatória. Art Será ofertado um currículo funcional aos alunos da Educação Especial, cujas características funcionais inviabilizam o desenvolvimento do currículo da Educação Básica, considerando suas condições individuais. Art Integra-se aos componentes curriculares, o desenvolvimento de temas transversais adequados à realidade e aos interesses do aluno, da família e da comunidade, de modo a propiciar a constituição do saber aliado ao exercício da cidadania plena e a atualização de conhecimentos e valores em uma perspectiva crítica, responsável e contextualizada. CAPÍTULO VIII Freqüência do Aluno Art A Escola Municipal fará o controle sistemático de freqüência dos alunos às atividades escolares e bimestralmente adotará as medidas necessárias para que os alunos possam compensar ausências que ultrapassem o limite de 20 % dos dias letivos ao longo do desenvolvimento do curso. 1º - As atividades de compensação de ausência serão programadas e orientadas pelo professor de classe, com a finalidade de suprir as dificuldades provocadas por ausência irregular às aulas, de forma a evitar a permanência na série ou evasão ocasionada por excesso de faltas e deverão ficar arquivadas no prontuário do aluno. 2º - A compensação de ausências não exime a direção de adotar as medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente e nestas normas regimentais, junto à família e do próprio aluno de justificar suas faltas. Fls. 19

20 Art. 69 Terá direito à compensação de ausências o aluno que tiver no mínimo cinqüenta por cento de freqüência durante o ano letivo. Art Objetivando garantir a freqüência de 75% dos alunos aos estudos a Escola Municipal adotará os seguintes procedimentos: I alertar e manter informados os pais quanto às suas responsabilidades no tocante à educação dos filhos, no que se refere à freqüência dos mesmos; II tomar as providências cabíveis no âmbito da Escola, junto aos alunos faltosos e respectivos professores; e III encaminhar a relação dos alunos que excederam o limite de 20% de faltas à Secretaria Municipal de Educação e ao Conselho Tutelar. Art O aluno, que, por motivo justo, faltar a qualquer atividade pedagógica deverá apresentar justificativa até 48 (quarenta e oito) horas, após o ocorrido, para a direção. Art Serão atribuídos exercícios domiciliares aos alunos internados e/ou em atendimento médico domiciliar, cujas faltas são justificadas por atestado médico ou licença maternidade, amparados conforme legislação vigente. 1º - Quando em exercícios domiciliares, sistematicamente acompanhados e registrados pelos professores, as faltas não deverão ser computadas para definição da aprovação ou reprovação dos alunos. 2º - Os exercícios domiciliares não se referem às avaliações, mas sim às competências e às habilidades desenvolvidas em sala de aula, na forma de compensação. CAPÍTULO IX Avaliação do Processo de Ensino e Aprendizagem Art A avaliação deve ser centrada na totalidade da prática escolar, abrangendo não apenas o processo de aprendizagem do aluno, mas também a prática pedagógica dos profissionais de educação nela envolvidos. Art Entendida como processo, a avaliação deve impulsionar os mecanismos de ação / reflexão / planejamento, objetivando o aperfeiçoamento da prática educacional. Art O processo de avaliação do ensino e da aprendizagem será realizado através de procedimentos internos e externos. Art A avaliação externa do rendimento escolar tem por objetivo oferecer indicadores comparativos do desempenho para a tomada de decisões em âmbito da própria escola e nas diferentes esferas do Sistema Municipal de Ensino. Art A avaliação interna do processo de ensino e aprendizagem, responsabilidade da Escola, será realizada de forma contínua, cumulativa e sistemática, tendo, como um dos seus objetivos, o diagnóstico da situação de aprendizagem de cada aluno em relação à programação curricular prevista e desenvolvida em cada nível e etapa de escolaridade. Fls. 20

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