CONCRETO APARENTE: COMO EVITAR DANOS NA EXECUÇÃO E CONSERVAÇÃO

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1 ANGELO MELCHIOR DOS REIS CONCRETO APARENTE: COMO EVITAR DANOS NA EXECUÇÃO E CONSERVAÇÃO Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Anhembi Morumbi no âmbito do Curso de Engenharia Civil com ênfase Ambiental. SÃO PAULO 2005

2 II ANGELO MELCHIOR DOS REIS CONCRETO APARENTE: COMO EVITAR DANOS NA EXECUÇÃO E CONSERVAÇÃO

3 III Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Anhembi Morumbi no âmbito do Curso de Engenharia Civil com ênfase Ambiental. Orientador: Prof. Fernando José Relvas SÃO PAULO 2005

4 iv RESUMO Este trabalho estuda a perda da eficiência de desempenho de uma estrutura em concreto, a causa por fatores externos ou internos, que isoladas ou concomitantes podem levar à necessidade de manutenção e até à ruína. Iniciada a construção, podem ocorrer falhas das mais diversas naturezas, associadas as causas tão diversas como: não capacitação profissional da mão-deobra, inexistência de controle de qualidade de execução, má qualidade de materiais e componentes, irresponsabilidade técnica e até mesmo sabotagem. E a utilização de técnicas executivas e materiais apropriados para o tratamento de recuperação e proteção, impermeabilização e acabamento do concreto aparente, para atender as exigências de desempenho frente à agressividade do meio ambiente que envolve a edificação.

5 ABSTRACT v

6 vi LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 5.1: Lei de evolução de custos...19 Figura 5.2: Espaçamento irregular em armaduras de lajes...27 Figura 5.3: Armadura negativa da laje fora de posição...27 Figura 5.4: Escoramento das fôrmas das colunas...36 Figura 5.5: Juntas das fôrmas e posição das tábuas...38 Figura 5.6: Armadura curta. Disposição incorreta...43 Figura 5.7: Armadura prolongada. Disposição correta...43 Figura 5.8: Efeito parede...50 Figura 5.9: Juntas de concretagem em suportes inclinados....53

7 LISTA DE TABELAS Tabela 5.1 Origem das manifestações patológicas em diversos países...20 Tabela 5.2 Diâmetro dos pinos de dobramento Tabela 5.3 Idade de desfôrma e descimbramento...61

8 8 LISTA DE FOTOS Foto 6.1: Fachada Moura Schwark Foto 6.2: Fachada Moura Schwark Foto 6.3: Viga superior da fachada Moura Schwark...67 Foto 6.4: Pilar lateral esquerda da fachada Moura Schwark...67 Foto 6.5: Pilar com alta densidade de armadura...80 Foto 6.6: Alta densidade de armadura na base da viga...81 Foto 6.7: Laje sem cobrimento minimo...83 Foto 6.8: Laje permeavel...84 Foto 6.9: Corrosão e expansão da armadura A...85 Foto 6.10: Corrosão e expansão da armadura B...85 Foto 6.11: Pites de corrosão e lascamento...87 Foto 6.12: Viga com nicho de concretagem...88

9 9 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico METODOLOGIA DO TRABALHO JUSTIFICATIVA O QUE LEVA A DETERIORAÇÃO DE UMA ESTRUTURA DE CONCRETO APARENTE E COMO EVITAR Anomalias do concreto Durante o projeto Durante a construção O uso de fôrmas Falhas construtivas nas formas e escoramentos convencionais Problemas patológicos causados por deficiências ou erros na colocação das armaduras As deficiências nos sistemas de ancoragem podem ser: Tipos de deficiências nos sistemas de emenda:...28

10 A má utilização dos anti-corrosivos: Mistura do concreto Localização de juntas Descimbramento Durante a utilização Ações previsíveis e imprevisíveis Causas químicas Fissuração Procedimentos que podem evitar as anomalias Formas e escoramentos Pilares Vigas e lajes Juntas nas fôrmas Armadura Cobrimento Dobramento Ancoragem Emendas Concreto Durante o transporte Durante o lançamento do concreto Adensamento do concreto Juntas de concretagem Cura do concreto...53

11 O concreto como protetor da armadura Proteção do concreto aparente Desformas e descimbramentos AÇÕES INTERNAS Corrosão da armadura CONCRETO APARENTE SUA EXECUÇÃO E CONSERVAÇÃO Especificação técnica para recomposição e tratamento do concreto aparente Recomposição do concreto aparente Tratamento do concreto aparente Histórico das condições das áreas a serem tratadas Requisitos mínimos para habilitação do material Requisitos para o desempenho dos serviços Tratamento de ferragens expostas e oxidadas Limpeza e estucamento do concreto Aplicação do verniz de proteção das fachadas de concreto aparente Outras patologias Corrosão de armaduras na base de pilares Corrosão de armaduras em vigas com juntas de dilatação Corrosão na armadura de laje Corrosão de armadura devido a presença de umidade Corrosão de armaduras por ataque de cloretos Nichos e segregações em viga de concreto...878

12 12 7 CONCLUSÃO...89 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...91

13 13 1 INTRODUÇÃO Para atender as condições previstas de durabilidade da estrutura de concreto aparente, deve-se em primeiro lugar estudar os processos de deterioração do principal elemento de composição da estrutura, o CONCRETO. A perda da eficiência de desempenho de uma estrutura em concreto é causada por fatores externos ou internos, que isoladas ou concomitantes podem levar à necessidade de manutenção e até à ruína. Deve-se, portanto definir vida útil como sendo o espaço de tempo em que a estrutura desempenha suas funções de modo satisfatório para o usuário, com as devidas manutenções preventivas realizadas e mantendo-se as condições de exposição estipuladas em projeto. Para execução deste projeto deve ser avaliados alguns fatores, os quais serão essenciais para que o mesmo obtenha sucesso econômico, técnico e de durabilidade: - Destinação ao uso; - Localização; - Umidade relativa do ambiente; - Tipo de sistema estrutural; - Materiais disponíveis; - Manutenção.

14 14 Podem assim ser estabelecidos os parâmetros para qualquer tipo de atividade a que a obra se destina, e assim estabelecer as especificações para cada ambiente e suas características de estabilidade, vedação, ventilação, iluminação, e demais aspectos relevantes ao uso. A estabilidade da estrutura é função direta do estudo dos carregamentos e da metodologia de determinação dos dimensionamentos das peças que a compõe, através de normas ou práticas específicas. Seu estado de conservação depende de parâmetros também normalizados de proteção dos materiais em que é composta, aos agentes agressores, como o caso das estruturas em concreto armado, em que o aço estrutural e especificações do concreto devem ser específicos para cada condição de exposição. Neste caso, são essenciais as especificações não só de dimensionamento, mas principalmente de cobrimento da armadura, relação água/cimento, tipo de cimento e agregados, dosagem, mistura, transporte, lançamento, adensamento e principalmente cura. Estando a estrutura íntegra, deve-se manter uma manutenção preventiva, o que garante a vida útil da estrutura especificada em projeto.

15 15 2 OBJETIVOS O presente trabalho tem os seguintes objetivos: 2.1 Objetivo Geral Este estudo permitirá especificar adequações executivas que mantenham as obras duráveis, com as resistências necessárias e suficientes para suportar a exposições ambientais (químicas) a que a obra estará expostas durante sua vida útil. 2.2 Objetivo Específico Apresentar os problemas que podem surgir na parte externa de uma estrutura de concreto aparente e os procedimentos de execução e conservação que pode evitar estes problemas.

16 16 3 METODOLOGIA DO TRABALHO Este trabalho de pesquisa foi baseado em Normas Técnicas Brasileiras, Livros técnicos e sites de internet. A pesquisa deste trabalho iniciou com um livro de patologias de estruturas de concreto, o qual pode apresentar os possíveis tipos de danos causados em uma estrutura de concreto. Após ter conhecimento destes danos, a pesquisa foi desenvolvida para a busca da melhor solução de execução para cada item que compõem a estrutura.

17 17 4 JUSTIFICATIVA Criar um roteiro dos possíveis danos em uma estrutura de concreto aparente, como evitá-los e repará-los. As medidas terapêuticas de correção dos problemas tanto podem incluir pequenos reparos localizados, quanto uma recuperação generalizada da estrutura ou reforços de fundações, pilares, vigas e lajes. É sempre recomendável que, após qualquer uma das intervenções citadas, sejam tomadas medidas de proteção da estrutura, com implantação de um programa de manutenção periódica. O custo do programa de manutenção periódica, reduz muito o custo da manutenção corretiva. No Brasil se tem capacidade técnica de prevenir as doenças nas estruturas, mas nem sempre são aplicadas durante a execução, só estão preocupados com o término da obra, e acaba se esquecendo da qualidade dos materiais utilizados, do processo de concretagem, dos procedimentos em geral. Todos esses fatores, apesar de termos em mãos projetos bem definidos, acarretarão em processos de deterioração das estruturas de concreto armado em curto prazo.

18 18 5 O QUE LEVA A DETERIORAÇÃO DE UMA ESTRUTURA DE CONCRETO APARENTE E COMO EVITAR Os problemas patológicos, salvo raras exceções, apresentam manifestação externa característica, a partir da qual se pode deduzir qual a natureza, a origem e os mecanismos dos fenômenos envolvidos, assim como pode-se estimar suas prováveis conseqüências. 5.1 Anomalias do concreto Os problemas patológicos só se manifestam após o início da execução propriamente dita, a última etapa da fase de produção. Em relação a recuperação dos problemas patológicos, Helene (1992) afirma que as correções serão mais duráveis, efetiva, fáceis de executar e muito mais baratas quanto mais cedo forem executadas. A demonstração mais expressiva dessa afirmação é a chamada "lei de Sitter" que mostra os custos crescendo segundo uma progressão geométrica. Dividindo as etapas construtivas e de uso em quatro períodos correspondentes ao projeto, à execução propriamente dita, à manutenção preventiva efetuada antes dos primeiros três anos e à manutenção corretiva efetuada após surgimento dos problemas, a cada uma corresponderá um custo que segue uma progressão geométrica de razão cinco, conforme indicado na figura 5.1.

19 19 Figura Lei de evolução de custos SITTER, Fonte: Helene (1992) Segundo Helene (1992), colaborador do CEB Comitê Euro internacional du Béton formulador dessa lei de custos amplamente citada em bibliografias específicas da área, adiar uma intervenção significa aumentar os custos diretos em progressão geométrica de razão 5 (cinco). Cánovas (1988) diz que, a patologia na execução pode ser conseqüência da patologia de projeto, havendo uma estreita relação entre elas; isso não quer dizer que a patologia de projeto sendo nula, a de execução também o será. Nem sempre com projetos de qualidade desaparecerão os erros de execução. Estes sempre existirão,

20 20 embora seja verdade que podem ser reduzidos ao mínimo caso a execução seja realizada seguindo um bom projeto e com uma fiscalização intensa. Tabela 5.1 Origem das manifestações patológicas em diversos países Número Causas Tipo de obra País De Casos P M E U N R C I H Inglaterra Alemanha Romênia Bélgica Dinamarca Iugoslávia França Espanha Brasil Causas: P = projeto, M = materiais, E = execução, U = utilização, N = naturais. Tipo de obra: R = residencial, C = comercial, I = industrial, H = hidráulica. Fonte: Carmona Filho & Marega e Bueno, Aranha & Dal Molin (1994) Segundo Aranha e Dal Molin (1994), as falhas de execução das estruturas podem ser de todo tipo, podendo estar vinculadas à confecção, instalação e remoção das fôrmas e cimbramentos; corte, dobra e montagem das armaduras e dosagem, mistura, transporte, lançamento, adensamento e cura do concreto, todas elas relacionadas, principalmente, ao emprego de mão-de-obra desqualificada ou falta de supervisão técnica. 5.2 Durante o projeto

21 21 Várias são as falhas possíveis de ocorrer durante a etapa de concepção da estrutura. Elas podem se originar durante o estudo preliminar (lançamento da estrutura), na execução do anteprojeto, ou durante a elaboração do projeto de execução, também chamado de projeto final de engenharia. Souza e Ripper (1998) constataram que os responsáveis, principalmente, pelo encarecimento do processo de construção, ou por transtornos relacionados à utilização da obra, são as falhas originadas de um estudo preliminar deficiente, ou de anteprojetos equivocados, enquanto as falhas geradas durante a realização do projeto final de engenharia geralmente são as responsáveis pela implantação de problemas patológicos sérios e podem ser tão diversas como: - Elementos de projeto inadequados (má definição das ações atuantes ou da combinação mais desfavorável das mesmas, escolha infeliz do modelo analítico, deficiência no cálculo da estrutura ou avaliação da resistência do solo, etc.); - Falta de compatibilização entre a estrutura e a arquitetura, bem como com os demais projetos civis; - Especificação inadequada de materiais; - Detalhamento insuficiente ou errado; - Detalhes construtivos inexeqüíveis; - Falta de padronização das representações (convenções); - Erros de dimensionamento.

22 22 Ripper (1996) aponta que, em casos de dúvidas ou falhas de projeto, o responsável da obra deve consultar o projetista, porque somente este sabe o objetivo do elemento construtivo em questão. Em casos excepcionais, se for difícil a consulta ou por falta de tempo, só um engenheiro pode tomar as providências necessárias, conhecendo como trabalham os diversos componentes do concreto armado e da estrutura, e somente ele pode saber que medidas devem ser tomadas. Mas o engenheiro da obra deve decidir somente quando estiver absolutamente seguro da solução do problema. 5.3 Durante a construção A seqüência lógica do processo de construção civil indica que a etapa de execução deva ser iniciada apenas após o término da etapa de concepção, com a conclusão de todos os estudos e projetos que lhe são inerentes. Suponha-se, portanto, que isto tenha ocorrido com sucesso, podendo então ser convenientemente iniciada a etapa de execução, cuja primeira atividade será o planejamento da obra. Iniciada a construção, podem ocorrer falhas das mais diversas naturezas, associadas a causas tão diversas como falta de condições locais de trabalho (cuidados e motivação), não capacitação profissional da mão-de-obra, inexistência de controle de qualidade de execução, má qualidade de materiais e componentes, irresponsabilidade técnica e até mesmo sabotagem.

23 23 Nas estruturas, vários problemas patológicos podem surgir. Uma fiscalização deficiente e um fraco comando de equipes, normalmente relacionados a uma baixa capacitação profissional do engenheiro e do mestre de obras, podem, com facilidade, levar a graves erros em determinadas atividades, como a implantação da obra, escoramento, fôrmas, posicionamento e quantidade de armaduras e a qualidade do concreto, desde o seu fabrico até a cura. A ocorrência de problemas patológicos cuja a origem está na etapa de execução é devida, basicamente, ao processo de produção, que é em muito prejudicado por refletir, de imediato, os problemas sócio-econômicos, que provocam baixa qualidade técnica dos trabalhadores menos qualificados, como os serventes e os meio-oficiais, e mesmo do pessoal com alguma qualificação profissional O uso de fôrmas O uso de fôrmas convencionais de madeira ou metal faz com que junto as superfícies do concreto forme-se uma camada de pasta e argamassa com qualidade inferior as camadas internas do concreto devido a elevada relação água/cimento. Essas fôrmas podem ocasionar efeitos indesejáveis no concreto, que podem afetar sua própria estrutura produzindo vazios, alvéolos, ondulações, deformações, ou efeitos que podem afetar seu aspecto, produzindo mudança de coloração que

24 24 enfeiam concretos que tem que ficar aparentes. Para Cánovas (1988) esses efeitos indesejáveis podem ser resumidos nos seguintes: Grupos de cavidades em forma de ninhos de pedras, devidos à segregação, má compactação ou fugas de nata através das juntas da fôrma; Destacamentos por aderência do concreto à fôrma; Deformações por deficiência no alinhamento da fôrma; e Deformação da fôrma sob a carga do concreto fresco etc Falhas construtivas nas formas e escoramentos convencionais Exemplificação das falhas construtivas mais comuns relacionadas diretamente às fôrmas e aos escoramentos convencionais: Falta de limpeza e de aplicação de desmoldantes nas fôrmas antes da concretagem, o que acaba por ocasionar distorções e "embarrigamentos" natos nos elementos estruturais (o que leva à necessidade de enchimentos de argamassa maiores dos que os usuais e, consequentemente, à sobrecarga da estrutura); Insuficiência de estanqueidade das fôrmas, o que torna o concreto mais poroso, por causa da fuga de nata de cimento através das juntas e fendas próprias da madeira, com a conseqüente exposição desordenada dos agregados;

25 25 Retirada prematura das fôrmas e escoramentos, o que resulta em deformações indesejáveis na estrutura e, em muitos casos, em acentuada fissuração; Remoção incorreta dos escoramentos (especialmente em balanços, casos em que as escoras devem ser sempre retiradas da ponta do balanço para o apoio), o que provoca o surgimento de trincas nas peças, como conseqüência da imposição de comportamento estático não previsto em projeto (esforços não dimensionados) Problemas patológicos causados por deficiências ou erros na colocação das armaduras Os problemas patológicos causados por deficiências ou erros na colocação das armaduras são das mais diversas ordens e, lamentavelmente, ocorrem com freqüência muito elevada. As deficiências que podem ser apontadas como as mais freqüentes são: Má interpretação dos elementos de projeto; que, em geral, implica na inversão do posicionamento de algumas armaduras ou na troca de uma peça com as de outra; Defeitos nas plantas de armação; emprego de escalas insuficiente ou substituição de plantas por listas de armações confusas já comentadas;

26 26 Insuficiência nas armaduras; como conseqüência de irresponsabilidade, dolo ou incompetência, com implicação direta na diminuição da capacidade resistente da peça estrutural; Qualidade das armaduras; nas obras com estrutura de responsabilidade e nas obras de grande porte em geral deve-se tomar de cada remessa de aço e de cada bitola dois pedaços de barras de 2,2 m de comprimento (não considerando 200 mm da ponta da barra fornecida) para ensaios de tração e eventualmente outros ensaios. Isso é necessário para verificação da qualidade do aço, em vista de haver muitos laminadores que não garantem a qualidade exigida pelas normas que serviram como base para os cálculos; Posicionamento das armaduras; mau posicionamento das armaduras, que se pode traduzir na não observância do correto espaçamento entre as barras (em lajes isto é muito comum), como se vê na figura 5.2, ou no deslocamento das barras de aço de suas posições originais, muitas vezes motivado pelo trânsito de operários e carrinhos de mão, por cima da malha de aço, durante as operações de concretagem, o que é praticamente comum nas armaduras negativas das lajes e poderá ser crítico nos casos de balanço. O recurso a dispositivos adequados (espaçadores, pastilhas, caranguejos) é fundamental para garantir o correto posicionamento das barras da armadura e evitar ao erro no posicionamento com o indicado na figura 5.3;

27 27 Figura 5.2 Espaçamento irregular em armaduras de lajes Fonte: Helene (1998) Figura 5.3 Armadura negativa da laje fora de posição Fonte: Helene (1998)

28 28 Concentração de armaduras em nós ou outros pontos singulares, o que impede não apenas que sejam corretamente posicionadas, mas que seja realizada a concretagem de maneira correta nessas zonas As deficiências nos sistemas de ancoragem podem ser: Com utilização indevida de ganchos (na compressão, por exemplo), que, muitas vezes, só vêm a introduzir estados de sobretensão (como já se referiu, para o caso do dobramento); Falha é registrada com a não observância do correto comprimento de ancoragem, necessário para redução, ao mínimo, dos esforços transferidos ao concreto. Em ambos os casos, o resultado será o surgimento de um quadro fissuratório que, algumas vezes, poderá trazer conseqüências bastante graves Tipos de deficiências nos sistemas de emenda: Que, para além daquelas já referidas para as ancoragens, podem surgir também como resultado da excessiva concentração de barras emendadas em uma mesma seção, e por utilização incorreta de métodos de emenda.

29 A má utilização dos anti-corrosivos: A má utilização dos anticorrosivos nas barras da armadura, que são pinturas efetuadas para diminuir a possibilidade do ataque da corrosão, mas reduzem a aderência das barras ao concreto Mistura do concreto Conforme Cánovas (1988), a falta de uniformidade no concreto, conseqüência da falta de análises freqüentes do cimento, agregados, umidade dos mesmos etc., pode ser prevista ao dosar o concreto; entretanto existe uma série de erros de execução que pode diminuir ainda mais as resistências e ocasionar falta de uniformidade na mistura, com o aparecimento de trincas, fissuras, vazios, bolhas, desprendimentos, etc. A maior parte dos erros e descuidos no concreto correspondem as fases de aplicação e cura do mesmo. Já aconteceram falhas importantes em concretos procedentes de centrais, por apresentarem torrões de argila em sua massa; outras vezes, foi preciso demolir uma parte de uma estrutura, uma vez que a central havia enviado um concreto de 200 kg/m 3 de cimento, em lugar de um de 20,00 MPa de resistência etc.

30 30 Existem centrais muito boas e de grande garantia e outras, felizmente em menor número, que fornecem concretos muito variáveis. Por outro lado, é conveniente assinalar que a responsabilidade da central sobre a qualidade do concreto, termina com a sua entrega em obra, e pode acontecer que um bom concreto transforme-se em deficiente por causa das operações realizadas, e alheias a quem o dosou, transportou e entregou Localização de juntas São dois os problemas que podem apresentar as juntas de concretagem e que podem ser causas de patologias: um é a escolha da junta, e outro o tratamento a lhe ser dado. Não é costume dar muita atenção à localização da junta, principalmente porque essa é uma solução improvisada em obra e está, geralmente, nas mãos de encarregados ou operários que pouco conhecem da distribuição de esforços nas estruturas. As juntas de concretagem são tão importantes que é obrigatório que estejam previstas. Quando as juntas não estão previstas no projeto, nos lugares aprovados pelo engenheiro responsável pela obra, como orientação, conforme Dias (1990)

31 Descimbramento Conforme Ripper (1996), são muito freqüentes as falhas produzidas como conseqüência de descimbramento com cargas superiores às estimadas ou quando o concreto ainda não atingiu o endurecimento e resistências adequadas nas datas previstas, devido à influência de baixas temperaturas ou emprego de cimentos inadequados. 5.4 Durante a utilização As alterações estruturais são muitas como, sobrecargas exageradas, alterações nas condições do terreno de fundação e falta de manutenção preventiva / corretiva Ações previsíveis e imprevisíveis Acabadas as etapas de concepção e de execução, e mesmo quando tais etapas tenham sido de qualidade adequada, as estruturas podem vir a apresentar problemas patológicos originados da utilização errônea ou da falta de um programa de manutenção adequado.

32 32 Ainda segundo Souza e Ripper (1998), os problemas patológicos ocasionados por uso inadequado podem ser evitados informando-se aos usuários sobre as possibilidades e as limitações da obra, descritos abaixo, por exemplo: Edifícios em alvenaria estrutural o usuário (morador) deve ser informado sobre quais são as paredes portantes, de forma que não venha a fazer obras de demolição ou de aberturas de vãos portas ou janelas nestas paredes, sem a prévia consulta e a assistência executiva de especialistas, incluindo, preferencialmente, o projetista da estrutura; Pontes a capacidade de carga da ponte deve ser sempre informada, em local visível e de forma insistente. Os problemas patológicos ocasionados por manutenção inadequada, ou mesmo pela ausência total de manutenção, tem sua origem no desconhecimento técnico, na incompetência, no desleixo e em problemas econômicos. Exemplos típicos, casos em que a manutenção periódica pode evitar problemas patológicos sérios e em alguns casos, a própria ruína da obra: são a limpeza e a impermeabilização das lajes de cobertura, marquises, que se não forem executadas, possibilitarão a infiltração prolongada de águas de chuva e o entupimento de drenos, fatores que, além de implicarem a deterioração da estrutura, podem levá-la à ruína por excesso de carga (acumulação de água). Segundo Aranha & Dal Molin (1994), os procedimentos inadequados durante a utilização podem ser divididos em dois grupos: ações previsíveis e ações

33 33 imprevisíveis ou acidentais. Nas ações previsíveis, podemos compreender o carregamento excessivo, devido a ausência de informações no projeto e/ou inexistência de manual de utilização. No caso das ações imprevisíveis temos: alteração das condições de exposição da estrutura, incêndios, abalos provocados por obras vizinhas, choques acidentais, etc Causas químicas São causas químicas de patologia do concreto as reações internas ao concreto, expansibilidade de certos constituintes do cimento, presença de cloretos, de ácidos, de sais, anidrido carbônico, elevação de temperatura interna do concreto e corrosão das armaduras. Conforme consta no TEXSA (2005), há anos verificou-se que determinados componentes do concreto, especificamente os agregados de origem morfológica a base de sílicas, podem reagir com certos compostos do cimento álcali KOH, Na 2 O, sendo esta reação expansiva e degradante. Corrosão da armadura, carbonatação ocorre nos primeiros dias da confecção do concreto ele alcalinidade, pela presença de hidróxidos e, principalmente, de cálcio. Neste nível de alcalinidade o ferro está em situação passiva e não há perigo de oxidação. Com o passar do tempo vai diminuindo a alcalinidade, pela presença da umidade. Com a diminuição do ph o concreto não protege a ferragem.

34 34 No processo da oxidação das ferragens há expansão e, em seguida, o desprendimento do concreto Fissuração Segundo Neville (1997), os motivos que levam à fissuração do concreto ou a que ele não atinja suas resistências ou as atinja tardiamente, são as seguintes: Temperatura do ar superior à massa do concreto; Baixa umidade relativa do ar; e Superfícies de concreto expostas a vento seco e quente. O não atendimento da cura acarreta diminuição da resistência final do concreto e possibilidade de aparecimento de fissuras na estrutura. 5.5 Procedimentos que podem evitar as anomalias A garantia de que uma estrutura ou qualquer peça da construção seja executada fielmente ao projeto e tenha a forma correta depende principalmente da exatidão das fôrmas e do escoramento.

35 Formas e escoramentos Geyer & Greven (1999), objetivando propor uma alternativa a este problema, aplicam um método de drenagem do concreto através das fôrmas, chamado Método das Fôrmas Drenantes. RIPPER (1996), diz que para se conseguir rigidez das fôrmas e obter um concreto fiel ao projeto, são necessárias algumas precauções: Pilares Deve-se prever contraventamento segundo duas direções perpendiculares entre si (geralmente é feito só em uma direção). Devem ser bem apoiadas no terreno em estacas firmemente batidas ou nas fôrmas da estrutura inferior. É necessário cuidado na fixação dos contraventamentos, onde se erra muito, aplicando-se somente um ou dois pregos. Os contraventamentos podem receber esforços de tração e por este motivo devem ser bem fixados com bastante pregos nas ligações com a fôrma e com os apoios no solo. No caso de pilares altos, prever contraventamento em dois ou mais pontos de altura. Em contraventamentos longos prever travessas com sarrafos para evitar flambagem (ver figura 5.4).

36 36 Figura 5.4 Escoramento das fôrmas das colunas. Fonte: RIPPER (1996 ) Deixar na base dos pilares uma janela para limpeza e lavagem do fundo (isto é muito importante). No caso de pilares altos, deixar janelas intermediárias para concretagem em etapas Vigas e lajes Deve-se verificar se as fôrmas tem as amarrações, escoramentos e contraventamentos (escoras laterais inclinadas) suficiente para não sofrerem deslocamentos ou deformações durante o lançamento do concreto.

37 37 As distâncias máximas de eixo a eixo são as seguintes: Para gravatas: 0,6 a 0,8 m; Para caibros horizontais das lajes: 0,5 m; Entre mestras ou até apoio nas vigas: 1 a 1,2 m; Entre pontaletes das vigas e mestras das lajes: 0,8 a 1 m. Cuidado especial nos apoios dos pontaletes sobre o terreno para evitar o recalque e, em conseqüência, flexão nas vigas e lajes. Quanto mais fraco o terreno, maior a tábua, ou, melhor ainda, duas tábuas ou pranchas, para que a carga do pontalete seja distribuída em uma área maior, segundo Ripper (1996). Nas fôrmas laterais das vigas (principalmente no caso de vigas altas) a das paredes (muros de arrimo, cortinas) não é suficiente a armação com escoras verticais e horizontais, ancoradas através do espaço interior das fôrmas com arame grosso ou ferro redondo fino, é necessário prever também um bom escoramento lateral com mãos francesas entre a parte superior da escora vertical e a travessa do pontalete ou contra o piso ou terreno, conforme o caso. Nas paredes altas deve-se prever mãos francesas em diversas alturas. Este escoramento lateral inclinado evita um empenamento das fôrmas sob pressão do concreto fresco e garante um perfeito alinhamento da peça. Assim se evitam as desagradáveis "barrigas" ou superfícies tortas. Nas vigas de grandes vãos deve-se prever contraflechas que, quando não indicadas no projeto, podem ser executadas com cerca de 1/300 do vão.

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