Fernando Moraes Ribeiro. 2º Simpósio de Segurança de Voo do GEEV. CTA - São José dos Campos SP 31 de Julho de 2009.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fernando Moraes Ribeiro. 2º Simpósio de Segurança de Voo do GEEV. CTA - São José dos Campos SP 31 de Julho de 2009."

Transcrição

1 Uma Perspectiva Atual 2º Simpósio de Segurança de Voo do GEEV CTA - São José dos Campos SP 31 de Julho de 2009 Fernando Moraes Ribeiro Consultor do CCTA

2

3 Compreender a importância de saber diferenciar erros de violações. Compreender o que é Cultura Justa e como ela contribui para Segurança. Conhecer estratégias para lidar com erros e violações, consolidando a Cultura Justa. 3

4 Defesas Organizacionais incluem tudo que é feito no intuito de garantir os resultados desejados em um processo. Falhas latentes enfraquecem as defesas organizacionais que deveriam proteger o sistema no caso de falhas ativas. 4

5 Falhas Ativas Cometidas por indivíduos em contato direto com o sistema Seus efeitos são imediatamente percebidos Falhas Latentes Podem permanecer adormecidas por muito tempo, sem resultarem em acidentes Seus efeitos só se manifestam após a ocorrência de falhas ativas. 5

6 Prof. James Reason, HFG Conference Error Management Achievements and Challenges: A falibilidade é parte da condição humana. Não vamos mudar a condição humana, mas as podemos mudar as condições sob as quais as pessoas trabalham. 6

7 A assimilação do conceito de Acidente Organizacional resultou em uma maior ênfase na investigação dos fatores organizacionais. Relatório de Investigação do Acidente do Ônibus Espacial Columbia (2003): Estamos convencidos que as práticas de gestão supervisionando o Programa do Ônibus Espacial foram causa do acidente tanto quanto a espuma que atingiu a asa esquerda. Muito bem! 7

8 No mesmo relatório também há exemplos de uma ênfase exagerada nos aspectos conjunturais e organizacionais: As causas na raiz deste acidente podem ser atribuídas, em parte, à turbulenta política pós Guerra Fria, na qual a NASA funcionou a maior parte do tempo entre a destruição do Challengere a perda do Columbia. E daí? 8

9 Acadêmico Valeri Legasov sobre o desastre nuclear em Chernobyl (gravação antes de suicidar-se em 1988): Depois de estar em Chernobyl, cheguei à conclusão inequívoca que o acidente foi... o ápice de toda a condução incorreta da economia, que vinha ocorrendo no nosso país por muitos anos. E daí? 9

10 Fonte: Prof. James Reason Error Management Achievements and Challenges HFG Conference,

11 Prof. James Reason, ErroreUmano Egineeringa Just Culture: Normalmente as melhores pessoas cometem os erros mais graves, porque são mais exigidas. 90 % de todos os erros são isentos de culpa... mas algumas pessoas conscientemente criam condições propícias para os seus próprios erros. Onde marcar a linha divisória? 11

12 ATOS INSEGUROS Erros Violações Erros de Percepção Erros de Desempenho Erros de Decisão Infrações Excepcionais Corrigir a Organização Corrigir o Indivíduo Identificação incorreta de uma Desvios isolados das normas Falhas de Atenção: olhar emergência, sem Desvios habituais de normas levando a cumprir o Não são habituais ver, atuação inadvertida Estimar procedimento em um mal distância, ou regulamentos. incorreto. Conhecimento prévio de que controle ou comando, perceber altitude Desempenho o ou velocidade Não ocorreriam sem algum comprometido diante não seriam toleradas pela perigo só no último instante. Desorientação espacial grau de tolerância ou pressão de Ilusões imprevistos visuais para os quais há Administração por parte da Administração. Falhas de Memória: pular procedimentos um definidos. item do checklist ou etapa Falta de de experiência limitando as procedimento. opções diante de uma situação nova. 12

13 Conjunto de valores, crenças e atitudes que molda e influencia a percepção e o comportamento dos indivíduos em uma organização. Cultura é a convicção individual de que aqui é assim, formada a partir do que esse indivíduo percebe no seu dia-a-dia. Aqui é assim e não Isso sempre foi assim. Orgulho profissional Resignção 13

14 Slogan na parede não garante a percepçãoda mensagem pelo indivíduo. A Cultura é o que faz o papel colado na parede ecoar uma mensagem. Só se forma uma Cultura quando se premia ou se reprime o processo, e não os resultados. 14

15 15

16 Não se limita a uma abordagem não-punitiva. Responsibility x Accountability : Responsabilidade x ser responsabilizado. Responsabilidade sugere uma expectativa, em relação a um indivíduo ou grupo. Ser responsabilizado se refere a uma obrigação individual. 16

17 Normas devem explicitar a diferença entre expectativas e obrigações. Compreensão influencia a reação do indivíduo diante de pressões informais. Exemplo: rubricas nas O/S de MNT na Aviação Naval. A redação da Norma reforçou o vínculo do profissional de MNT com o documento. 17

18 Não há Cultura de Comunicação, nem de Aprendizado, sem a Cultura Justa. A excelência de desempenho é uma decisão individual, nunca obtida por meio de ameaças ou punições. Nenhuma organização é obrigada a tolerar violações intencionais das suas normas. A fronteira entre o aceitável e o inaceitável não depende totalmente de punições. 18

19 Indivíduos capazes e motivados também erram. A punição não previne o erro, mas as defesas contra o erro normalmente não funcionam contra a violação. Em algumas violações, o erro foi subestimar a probabilidade de ser descoberto. Esse erro é inaceitável. Ênfase no processo, independentemente dos resultados. 19

20 Fases da evolução da Cultura Justa: Liberou geral Indignação, com fé nos princípios Distinção entre Erro e Violação Disciplina não é tabu nem solução 20

21 Overtorque durante tentativa de A/R completa: Não houve briefing. A/R completa não prevista para aquele tipo de vôo. A/R com recuperação e perda de motor em vôo librado deveriam preceder a A/R completa. 1P não informou sua intenção ao 2P. Vento < 5 nós, inferior ao mínimo previsto. Recomendações: Exigir o cumprimento das normas. Enfatizar a importância do briefing. Indignação, com fé nos princípios. Liberou geral. 21

22 Indignação, com fé nos princípios. Colisão do helicóptero no solo com o trator que o rebocava Distinção entre erro e violação. 22

23 Ênfase no método, e não nos resultados. 23

24 Disciplina não é tabu nem solução 24

25 Distinção entre erro e violação. Ênfase no método, e não nos resultados. 25

26 A complacência está no hardware do ser humano. Disciplina e ênfase no método são o software. Atenuação da percepção do risco resulta do mesmo processo que a atenuação da satisfação. Acidente do Vôo 3054: Imediatamente após: Uma tragédia anunciada, esperando acontecer! Antes: Quero pousar em Congonhas!

27 Em 2007: Colisão de pá com porta parcialmente aberta do hangar. Quantas vezes a manobra ocorreu assim, sem qualquer intervenção da supervisão, só porque não houve conseqüências? A ênfase nos resultados levou à complacência! 27

28 28

29 Start Start Was the job understood? Was the job understood? Yes No* No* Was the Yes action as No Was the intended? action as No intended? Yes Yes Were the results as No Were the intended? results as No intended? Yes Yes Sabotage or Malevolent Sabotage or Malevolent Act Act Knowingly violated procedures? Knowingly violated No* procedures? Yes Are the Yesprocedures Are the procedures clear? clear? Yes No* Yes Reckless Violation Reckless Violation No* Pass substitution test? Yes* Pass substitution test? No No Defective training or No* Defective selection training experience? or selection experience? Yes* No No Negligent Error Negligent Error Yes* History of violating procedures? History of violating No procedures? Yes* Yes* Yes* No Blame Error No Blame Error Repeated Incident With Repeated Incident Similar With Root Cause Similar Root Cause First written Documented for the First warning; written warning; Documented for the purpose of purpose accident of accident Coaching Coaching / Increased / Increased prevention awareness Final warning and prevention awareness Final warning and Supervision until behavior and training will negative performance Supervision until behavior and training will negative performance is corrected. suffice. appraisal is corrected. suffice. appraisal Severe Sanctions Severe Sanctions * Indicates a System induced error. Manager/supervisor must evaluate what part of the system failed and what corrective * Indicates and preventative a System induced action is error. required. Manager/supervisor Corrective and preventative must evaluate action shall what be part documented of the system for failed and what management corrective review. and preventative action is required. Corrective and preventative action shall be documented for management review. Increasing Individual Culpability / Diminishing Individual Culpability Increasing Individual Culpability / Diminishing Individual Culpability Fonte: IHST SMS Toolkit Edition 1 Joint Helicopter Safety Implementation Team No

30 (From the Shell Hearts and Minds Project, 2004)

31

32 EMA 137 Mod.1 Manual de Liderança da Marinha: Liderança é influenciar pessoas no sentido de que ajam, voluntariamente, em prol dos objetivos da Instituição. Então... se essa ação voluntária não ocorreu, a liderança não foi eficaz. Não basta dar o exemplo, é preciso ser o exemplo. É impossível obter, por ordem a excelência de desempenho (atividades especiais: voluntariado). Comprometimento: é impossível impor e pedir pouco adianta.

33 Sem liderança, não se forma a Cultura Justa. Decisões difíceis, sem autopromoção, ajudam. Somos como queríamos que fosse quem nos lidera? Empatia do Líder é o seu atributo mais importante para a segurança. As pessoas percebem o que você quer pelo seu comportamento, não pelo que você diz em discursos. (Patrick Hudson)

34 Erros e violações afetam a segurança de vôo. Por isso deve haver defesas específicas contra ambos. Em uma Cultura Justa, a verdadeira motivação para tratar violações de forma diferenciada tem que ser a de elevar a segurança, e não a de poder punir sem comprometer a segurança. A ênfase no processo independentemente dos resultadosé vital para formar e manter uma Cultura Justa, mas é um colossal desafio para as lideranças. 34

35 Compreender a importância de saber diferenciar erros de violações. Compreender o que é Cultura Justa e como ela contribui para Segurança. Conhecer estratégias para lidar com erros e violações, consolidando a Cultura Justa. 35

36 A prevenção de acidentes requer a mobilização geral (NSCA 3-3) 36

37 37

38 Fernando Moraes Ribeiro Chave Petrobras MDAJ CCTA: (21) Cel. (21)

Os erros são do sistema, do profissional ou da instituição? Responsabilização e Cultura Justa

Os erros são do sistema, do profissional ou da instituição? Responsabilização e Cultura Justa Os erros são do sistema, do profissional ou da instituição? Responsabilização e Cultura Justa Erro Humano e Cultura Organizacional. Felipe Koeller R. Vieira Oficial Aviador Investigador Sênior de Acidentes

Leia mais

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos

Gerenciamento da Segurança Operacional GSO. Conceitos Gerenciamento da Segurança Operacional GSO Conceitos 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 1 Objetivos Identificar conceitos de gerenciamento

Leia mais

Índice do Número de Acidentes da Aviação Regular a cada um Milhão de Decolagens em 2012

Índice do Número de Acidentes da Aviação Regular a cada um Milhão de Decolagens em 2012 1 2 3 4 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 Índice do Número de Acidentes da Aviação Regular a cada um Milhão de Decolagens em 2012 1,9 4,8 de A. **Fonte do índice dos Continentes: ICAO. 2,7 4,2 3,8 2,8 3,2 1,0 0,0 Brasil*

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

Sistemas Críticos. Resumo do Cap.3 por Rossana M. C. Andrade. 2007 by Pearson Education

Sistemas Críticos. Resumo do Cap.3 por Rossana M. C. Andrade. 2007 by Pearson Education Sistemas Críticos Resumo do Cap.3 por Rossana M. C. Andrade Objetivos Explicar o que significa um sistema crítico, e onde a falha de sistema pode ter conseqüência severa humana ou econômica. Explicar quatro

Leia mais

AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012

AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012 AÇÃO NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL: Belo Horizonte Dezembro de 2012 A implantação do SGSO nos Aeroclubes e Escolas de Aviação Civil Objetivos Esclarecer sobre o processo de confecção do Manual de Gerenciamento

Leia mais

PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO)

PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO) PROGRAMA MOSA MAINTENANCE OPERATIONS SAFETY AUDIT (PROGRAMA DE OBSERVAÇÕES DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO) - - - - - - - - - - Anais do 4º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2011) Direitos Reservados - Página

Leia mais

COMPORTAMENTO SEGURO

COMPORTAMENTO SEGURO COMPORTAMENTO SEGURO A experiência demonstra que não é suficiente trabalhar somente com estratégias para se conseguir um ambiente de trabalho seguro. O ideal é que se estabeleça a combinação de estratégias

Leia mais

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008

HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL. Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 HISTÓRICO DO SMS NO BRASIL Evolução 1º SEMINÁRIO SOBRE SISTEMAS DE GERENCIAMENTO DA SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL ANAC - 05/12/2008 OBJETIVO Conhecer a evolução do pensamento sobre Gerenciamento

Leia mais

Ambiente Colaborador Paciente

Ambiente Colaborador Paciente Ambiente Colaborador Paciente Formas de desenvolvimento do aprendizado e do conhecimento Tentativa e Erro Observação, Exploração e Descoberta Replicação, Similaridade e Adaptação Positiva Transferência

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

ANAC SAFETY CASE AO CONCEITO INTRODUÇÃO. Simpósio de Gerenciamento da Segurança Operacional 29/04/2014

ANAC SAFETY CASE AO CONCEITO INTRODUÇÃO. Simpósio de Gerenciamento da Segurança Operacional 29/04/2014 ANAC INTRODUÇÃO Simpósio de Gerenciamento da Segurança Operacional! AO CONCEITO 29/04/2014 DE SAFETY CASE A Ausência de Acidentes não é Garantia de Segurança E, mesmo que fosse como demonstrar a segurança

Leia mais

Já não lembramos mais o último acidente

Já não lembramos mais o último acidente Já não lembramos mais o último acidente José Luiz Lopes Alves, Dr. Interface Consultoria em SMS www.interface-hs.com.br Introdução Há muito tempo a forma adotada para abordar questões de segurança, numa

Leia mais

CREW RESOURCE MANAGEMENT

CREW RESOURCE MANAGEMENT CREW RESOURCE MANAGEMENT Como integrar o CRM na cultura da sua empresa Monica Lavoyer Escudeiro E S P E C I A L I S TA E M R E G U L A Ç Ã O D E AV I A Ç Ã O C I V I L G E R Ê N C I A T É C N I C A D E

Leia mais

Segurança de Vôo: Uma Prioridade, e Algo Segurança de Vôo: Uma Prioridade, e Algo - Conceito de segurança de vôo: é a parte integral da operação eficiente, que nasce com o projeto, amadurece com o plano

Leia mais

O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar?

O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar? O porquê de se investir na Confiabilidade Humana Parte 7 Por onde começar? Eng. Dr. José L. Lopes Alves INTRODUÇÃO Organizações no ramo industrial, da saúde, de energia, por exemplo, têm investido enormes

Leia mais

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S.

Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Disciplina: Curso de Tecnologia em Redes de Computadores Auditoria e Análise de Segurança da Informação - 4º período Professor: José Maurício S. Pinheiro AULA 4: Trilhas de Auditoria Existe a necessidade

Leia mais

- - - - Anais do 7º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2014) - Direitos Reservados - Página 170 de 843 - - - -

- - - - Anais do 7º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2014) - Direitos Reservados - Página 170 de 843 - - - - - - - - Anais do 7º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2014) - Direitos Reservados - Página 170 de 843 - - - - - - - - Anais do 7º Simpósio de Segurança de Voo (SSV 2014) - Direitos Reservados - Página

Leia mais

Por que gerenciar comunicação nos projetos?

Por que gerenciar comunicação nos projetos? Por que gerenciar comunicação nos projetos? Rogério Magno Pires Rezende Engenheiro Mecânico, Gerente de orçamento, MIP Engenharia SA e pósgraduado em Gestão de Projetos pelo Ietec. Gerenciar comunicação

Leia mais

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP

CULTURA ORGANIZACIONAL. Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP CULTURA ORGANIZACIONAL Prof. Gilberto Shinyashiki FEA-RP USP Cultura é uma característica única de qualquer organização Apesar de difícil definição, compreende-la pode ajudar a: Predizer como a organização

Leia mais

A importância da gestão da mudança para a gestão estratégica

A importância da gestão da mudança para a gestão estratégica A importância da gestão da mudança para a gestão estratégica Armando Kokitsu (M.Sc.) TRIBUNAL SUPERIOR DO TRABALHO Assessoria de Gestão Estratégica Consultor e coach certificado em gestão da mudança (Esta

Leia mais

Os requisitos de SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO dentro de uma organização passaram por duas mudanças importantes nas últimas décadas:

Os requisitos de SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO dentro de uma organização passaram por duas mudanças importantes nas últimas décadas: $XWDUTXLD(GXFDFLRQDOGR9DOHGR6mR)UDQFLVFR± $(96) )DFXOGDGHGH&LrQFLDV6RFLDLVH$SOLFDGDVGH3HWUROLQD± )$&$3( &XUVRGH&LrQFLDVGD&RPSXWDomR 6(*85$1d$($8',725,$'(6,67(0$6 ³6HJXUDQoDGH,QIRUPDo}HV &\QDUD&DUYDOKR

Leia mais

Código de prática para a gestão da segurança da informação

Código de prática para a gestão da segurança da informação Código de prática para a gestão da segurança da informação Edição e Produção: Fabiano Rabaneda Advogado, professor da Universidade Federal do Mato Grosso. Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia

Leia mais

Mário Rocha. A contribuição do Coaching no desenvolvimento das competências

Mário Rocha. A contribuição do Coaching no desenvolvimento das competências Mário Rocha A contribuição do Coaching no desenvolvimento das competências Missão Visão Objetivos estratégicos Competências Organizacionais Competências Conhecimento o que saber Habilidades - saber fazer

Leia mais

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil

Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil Auditoria Interna do Futuro: Você está Preparado? Oswaldo Basile, CIA, CCSA. Presidente IIA Brasil O futuro é (deveria ser) o sucesso Como estar preparado? O que você NÃO verá nesta apresentação Voltar

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Gestão em TI Disciplina: Administração de Suporte e Automação Gerenciamento de Suporte Professor: Fernando Zaidan Ago-2009 1 2 Contexto Área de TI lugar estratégico

Leia mais

Como entendemos a Gestão por Processos?

Como entendemos a Gestão por Processos? RIO DE JANEIRO SÃO PAULO BRASÍLIA BELO HORIZONTE Como entendemos a Gestão por Processos? Mobilizando pessoas para promover melhorias e inovações a partir de processos André Macieira & Leandro Jesus Alguns

Leia mais

AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DE UM SISTEMA DE GESTÃO: PROPOSTA DE UM INSTRUMENTO

AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DE UM SISTEMA DE GESTÃO: PROPOSTA DE UM INSTRUMENTO 1 AVALIAÇÃO DA MATURIDADE DE UM SISTEMA DE GESTÃO: PROPOSTA DE UM INSTRUMENTO Giovanni Moraes de Araújo Mestre em Sistema de Gestão pela UFF giomor@terra.com.br RESUMO Este trabalho tem por objetivo destacar

Leia mais

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR

PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERACIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR PROGRAMA BRASILEIRO PARA A SEGURANÇA OPERA- CIONAL DA AVIAÇÃO CIVIL PSO-BR ANTECEDENTES A Organização de Aviação Civil Internacional

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO

ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO ACIDENTE E INCIDENTE INVESTIGAÇÃO OBJETIVOS Para definir as razões para a investigação de acidentes e incidentes. Para explicar o processo de forma eficaz a investigação de acidentes e incidentes. Para

Leia mais

Claudia Laselva ISMP _ Brasil Ouro Preto MG 2014

Claudia Laselva ISMP _ Brasil Ouro Preto MG 2014 O erro aconteceu. O que o paciente e a família esperam de você agora? Claudia Laselva ISMP _ Brasil Ouro Preto MG 2014 1 Disclosure Uma das premissas para o alcance da cultura de segurança é a existência

Leia mais

Margarida Eiras. margarida.eiras@ensp.unl.pt

Margarida Eiras. margarida.eiras@ensp.unl.pt Qualidade, Gestão do Risco e Segurança do Doente na Prestação de Cuidados de Saúde Margarida Eiras margarida.eiras@ensp.unl.pt Beja, 25 de Março 2009 Índice Conceitos de Qualidade em Saúde da Qualidade

Leia mais

"Criatividade e Inovação para o Aprendizado de Resultados" Apresentado por Jorge Pinheiro

Criatividade e Inovação para o Aprendizado de Resultados Apresentado por Jorge Pinheiro "Criatividade e Inovação para o Aprendizado de Resultados" Apresentado por Jorge Pinheiro Pessoal Relacional Organizacional = Equilibrado, Maduro e Responsável = Amigo, Atencioso, Excelente ouvinte = Desalinhado

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Beber ou Dirigir. Faça a escolha certa

Beber ou Dirigir. Faça a escolha certa Beber ou Dirigir Faça a escolha certa O consumo responsável de bebidas alcoólicas, feito por indivíduos saudáveis com mais de 18 anos, é parte da vida em sociedade. Desde os tempos antigos é utilizado

Leia mais

Cultura de Segurança

Cultura de Segurança Cultura de Segurança Importância do Ensino das Temáticas de SHST em Engenharia João Carlos Matias (UBI) Ana Pinto (ISEL) Sessão de Encerramento Comemorações do Dia Nacional de Prevenção e Segurança no

Leia mais

Segurança do Trabalho. Papel do Gestor Frente a Prevenção

Segurança do Trabalho. Papel do Gestor Frente a Prevenção Segurança do Trabalho Papel do Gestor Frente a Prevenção Papel do gestor frente a prevenção O gestor é responsavel pela segurança de suas equipes: Integração de novos funcionários Conhecer através da CIPA

Leia mais

Gestão de Mudanças Organizacionais e Projetos

Gestão de Mudanças Organizacionais e Projetos Gestão de Mudanças Organizacionais e Projetos Uma introdução 1 O Sucesso em Projetos Sabemos porque projetos fracassam, sabemos como prevenir o fracasso de projetos - - Martin Cobb Treasury Board of Canada

Leia mais

COACHING. Parceria para o sucesso! Coordenação Técnica e Instrutoria : Teorema Consultoria e Assessoria - São Paulo

COACHING. Parceria para o sucesso! Coordenação Técnica e Instrutoria : Teorema Consultoria e Assessoria - São Paulo COACHING Parceria para o sucesso! Coordenação Técnica e Instrutoria : Teorema Consultoria e Assessoria - São Paulo www.teoremaconsult.com.br teorema@teoremaconsult.com.br Coach É o papel que você assume

Leia mais

O relatório deverá ser preenchido e enviado para o e-mail relatorio.semestral@anac.gov.br. Para que serve o sistema de envio de relatório semestral?

O relatório deverá ser preenchido e enviado para o e-mail relatorio.semestral@anac.gov.br. Para que serve o sistema de envio de relatório semestral? O relatório deverá ser preenchido e enviado para o e-mail relatorio.semestral@anac.gov.br. Para que serve o sistema de envio de relatório semestral? O sistema de envio de relatório semestral tem por finalidade

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009

Gestão da Qualidade Políticas. Elementos chaves da Qualidade 19/04/2009 Gestão da Qualidade Políticas Manutenção (corretiva, preventiva, preditiva). Elementos chaves da Qualidade Total satisfação do cliente Priorizar a qualidade Melhoria contínua Participação e comprometimento

Leia mais

Código de Ética e Conduta

Código de Ética e Conduta Código de Ética e Conduta Introdução A Eucatex, através deste Código de Ética e Conduta, coloca à disposição de seus colaboradores, fornecedores e comunidade, um guia de orientação para tomada de decisões

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Paul Persuader. Descrição Individual e Estratégias de Sucesso do Programa de Perfil Pessoal. Dimensões do Comportamento

Paul Persuader. Descrição Individual e Estratégias de Sucesso do Programa de Perfil Pessoal. Dimensões do Comportamento Perfil Comportamental DiSC de: Paul Persuader Descrição Individual e Estratégias de Sucesso do Programa de Perfil Pessoal Estratégias para Gerenciar em Vendas Dimensões do Comportamento 16/07/07 W2.0.0.5

Leia mais

I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações

I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações I Seminário sobre Segurança da Informação e Comunicações GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA (GSI/PR) OBJETIVO Identificar a Metodologia de Gestão de SIC na APF AGENDA Gestão

Leia mais

judgment EM PERSPECTIVA:

judgment EM PERSPECTIVA: EM PERSPECTIVA: judgment As teorias de liderança geralmente estão baseadas em características individuais, como o carisma, influência, ética, entre outras, mas um determinante central da performance de

Leia mais

CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS. Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa. Ricardo Pereira

CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS. Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa. Ricardo Pereira CERTIFICAÇÃO ISO PARA EMPRESÁRIOS Um guia fácil para preparar e certificar sua empresa Ricardo Pereira Antes de começar por Ricardo Pereira Trabalhando na Templum Consultoria eu tive a rara oportunidade

Leia mais

Lançado em Junho 2013. Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP)

Lançado em Junho 2013. Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP) Lançado em Junho 2013 Lançamento Oficial em 12/09/2013 (SP) A Falha não é uma Opção Quem não conhece a história corre o risco de repetí-la JWB Engenharia e Consultoria S/C Ltda JWB Engenharia Empresa nacional

Leia mais

Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da

Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da Informação e Comunicações 1 - Há milhões e milhões de anos

Leia mais

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO:

TEORIAS DE CONTÉUDO DA MOTIVAÇÃO: Fichamento / /2011 MOTIVAÇÃO Carga horária 2 HORAS CONCEITO: É o desejo de exercer um alto nível de esforço direcionado a objetivos organizacionais, condicionados pela habilidade do esforço em satisfazer

Leia mais

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL

PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM II Departamento de Orientação Profissional - EEUSP PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PROFISSIONAL VERA LUCIA MIRA GONÇALVES AVALIAÇÃO JUÍZO DE VALOR Avaliação de desempenho

Leia mais

Apresentação para a implantação da Avaliação de Desempenho

Apresentação para a implantação da Avaliação de Desempenho SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS Data: 22de março de 2012 Local: CEFOR Vila Mariana Apresentação para a implantação da Avaliação de Desempenho Maria Aparecida Novaes Rita

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho

Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Como gerenciar riscos em saúde? Helaine Carneiro Capucho Fortaleza, 28 de novembro de 2012. Análise de Causa-Raiz É um método utilizado na engenharia, nas investigações de acidentes industriais, nucleares,

Leia mais

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE

RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE RECONHECIDO INTERNACIONALMENTE COACHING EDUCATION By José Roberto Marques Diretor Presidente - Instituto Brasileiro de Coaching Denominamos de Coaching Education a explicação, orientação e aproximação

Leia mais

CLIMA ORGANIZACIONAL: FATOR DETERMINANTE PARA O SUCESSO DA EMPRESA

CLIMA ORGANIZACIONAL: FATOR DETERMINANTE PARA O SUCESSO DA EMPRESA CLIMA ORGANIZACIONAL: FATOR DETERMINANTE PARA O SUCESSO DA EMPRESA O QUE É CLIMA ORGANIZACIONAL? É a percepção coletiva que as pessoas têm da empresa, através da experimentação de práticas, políticas,

Leia mais

SEMINÁRIO PAULISTA DE GESTÃO SEPAGE/2011. SEGURANÇA DO PACIENTE: Diferencial na Imagem Institucional

SEMINÁRIO PAULISTA DE GESTÃO SEPAGE/2011. SEGURANÇA DO PACIENTE: Diferencial na Imagem Institucional SEMINÁRIO PAULISTA DE GESTÃO SEPAGE/2011 SEGURANÇA DO PACIENTE: Diferencial na Imagem Institucional A área da saúde costumava ser mais simples, menos eficaz e mais segura. Chantler, 1997. A área da saúde

Leia mais

FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2

FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2 FEEDBACK 1 João Batista Silvério 2 Feedback é um termo da língua inglesa sem um significado preciso em português, usualmente traduzido como realimentação. Inicialmente empregado no campo da mecânica, com

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional

Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional Utilização de processos de gestão e ferramentas computacionais para melhoria da segurança operacional GUILHERME ROCHA São José dos Campos - SP INSTITUTO DE PESQUISAS E ENSAIOS EM VOO Agosto 2011 SSV 2011

Leia mais

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Modelos de analise

Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço. Segurança da informação nas organizações Modelos de analise Escola Naval Mestrado em Segurança da Informação e Direito no Ciberespaço Segurança da informação nas organizações Modelos de analise Fernando Correia Capitão-de-fragata EN-AEL 8 de Dezembro de 2013 Fernando

Leia mais

Planejamento de Campanha Publicitária

Planejamento de Campanha Publicitária Planejamento de Campanha Publicitária Prof. André Wander UCAM O briefing chegou. E agora? O profissional responsável pelo planejamento de campanha em uma agência de propaganda recebe o briefing, analisa

Leia mais

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA

Prof. Gustavo Nascimento. Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA Prof. Gustavo Nascimento Unidade I MODELOS DE LIDERANÇA A liderança e seus conceitos Liderança é a capacidade de influenciar um grupo para que as metas sejam alcançadas Stephen Robbins A definição de liderança

Leia mais

Prof. Guido Carim Júnior

Prof. Guido Carim Júnior Sistema de Gestão da Segurança Operacional (SGSO) : fundamentos e requisitos Prof. Guido Carim Júnior 28 de maio de 2010 Objetivo Apresentar os fundamentos de um sistema de gestão (de segurança) como meio

Leia mais

PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015

PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015 PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015 Disciplina os procedimentos para gestão de incidentes de segurança da informação e institui a equipe de tratamento e resposta a incidentes em redes computacionais

Leia mais

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS

O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS O IMPACTO DA UTILIZAÇÃO DE UM SOFTWARE DE GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE PROJETOS NAS EMPRESAS Nadia Al-Bdywoui (nadia_alb@hotmail.com) Cássia Ribeiro Sola (cassiaribs@yahoo.com.br) Resumo: Com a constante

Leia mais

V Fórum de SHST. Tema central desta apresentação. acidentes de trabalho: tema velho, mas sempre presente na agenda.

V Fórum de SHST. Tema central desta apresentação. acidentes de trabalho: tema velho, mas sempre presente na agenda. O contributo dos acidentes para o processo de aprendizagem Celeste Jacinto, C. Guedes Soares, Tiago Fialho, Sílvia A. Silva V Fórum de SHST Município de Vila Nova de Gaia, 18 Novembro 2009 Apresentado

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 Código de prática para a gestão da segurança da informação A partir de 2007, a nova edição da ISO/IEC 17799 será incorporada ao novo esquema de numeração como ISO/IEC 27002.

Leia mais

TEMPLATES DE REFERÊNCIA PARA PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIMENTO

TEMPLATES DE REFERÊNCIA PARA PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIMENTO TEMPLATES DE REFERÊNCIA PARA PLANEJAMENTO DE PROJETOS DE INVESTIMENTO Estratégia & Desempenho Empresarial Gerência de Análise e Acompanhamento de Projetos de Investimento Março 2010 SUMÁRIO 1. Introdução...

Leia mais

O que é Coaching? É um processo que visa aumentar o

O que é Coaching? É um processo que visa aumentar o O que é Coaching? É um processo que visa aumentar o desempenho de um indivíduo, grupo ou empresa, possibilitando o alcance de resultados planejados, através de metodologias, ferramentas e técnicas, conduzidas

Leia mais

Project Management Institute Building professionalism in project management

Project Management Institute Building professionalism in project management Gestão de Projetos Profa. Tatiana Maia Project Management Institute Building professionalism in project management 1 Normas em Gestão de Projetos 1987 2000 1983 1996 2004 PMBOK O PMBOK é a Biblia da Metodologia

Leia mais

Tolerância a Faltas. 8/28/2003 José Alves Marques. Sistema Computacional

Tolerância a Faltas. 8/28/2003 José Alves Marques. Sistema Computacional Tolerância a Faltas Sistema Computacional Sistema computacional: Formado por um conjunto de componentes internas Contém um estado interno Está sujeito a um conjunto de entradas, ou estímulos externos Tem

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

PMO A implantação do Escritório de Projetos e a C&M. Setembro/2013

PMO A implantação do Escritório de Projetos e a C&M. Setembro/2013 PMO A implantação do Escritório de Projetos e a C&M Setembro/2013 Apresentação Newton Leandro Gonçalves Braga Especialista em Manutenção Industrial e Engenheiro Civil Pós graduando em Gestão de Projetos

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos Política de Gestão de Riscos 1 OBJETIVO Fornecer as diretrizes para a Gestão de Riscos da Fibria, assim como conceituar, detalhar e documentar as atividades a ela relacionadas. 2 ABRANGÊNCIA Abrange todas

Leia mais

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014

Fulano de Tal. Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 FINXS 09.12.2014 Relatório Combinado Extended DISC : Análise Comportamental x Feedback 360 Este relatório baseia-se nas respostas apresentadas no Inventário de Análise Pessoal comportamentos observados através questionário

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta.

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações METODOLOGIA DE GESTÃO DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÕES ORIGEM Departamento de

Leia mais

PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NA MANUTENÇÃO DE AERONAVES

PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NA MANUTENÇÃO DE AERONAVES PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS NA MANUTENÇÃO DE AERONAVES 2013 1978 a 1980: Formação na Escola de Especialistas de Aeronáutica na Especialidade de mecânico de Aeronaves, em Guaratinguetá. 1980 a1986:

Leia mais

Experiência: MUDANÇA ORGANIZACIONAL EM BUSCA DA EXCELÊNCIA

Experiência: MUDANÇA ORGANIZACIONAL EM BUSCA DA EXCELÊNCIA Experiência: MUDANÇA ORGANIZACIONAL EM BUSCA DA EXCELÊNCIA Comissão Nacional de Energia Nuclear Instituto de Engenharia Nuclear Ministério da Ciência e Tecnologia Responsável: Isaac José Obadia - Coordenador-Geral

Leia mais

COACHING UMA NOVA FERRAMENTA NA GESTÃO PÚBLICA

COACHING UMA NOVA FERRAMENTA NA GESTÃO PÚBLICA COACHING UMA NOVA FERRAMENTA NA GESTÃO PÚBLICA O QUE É COACHING É um processo de desenvolvimento humano que, através da investigação e da reflexão, valoriza habilidades, amplia a percepção e os estados

Leia mais

MBA: Master in Project Management

MBA: Master in Project Management Desde 1968 MBA: Master in Project Management Projetos e Tecnologia da Informação FMU Professor: Marcos A.Cabral Projetos e Tecnologia da Informação Professor Marcos A. Cabral 2 Conceito É um conjunto de

Leia mais

Por que Lean & Six Sigma?

Por que Lean & Six Sigma? CONTEÚDO DA PALESTRA O O que é LEAN? O O que é Six Sigma? Por que? LEAN LEAN ORIGEM DO LEAN A metodologia Lean já existe há algum tempo: A Ford foi pioneira no início do século XX 33 horas para concluir

Leia mais

Trabalho padrão do líder: uma das chaves para sustentar os ganhos de desempenho. Joe Murli

Trabalho padrão do líder: uma das chaves para sustentar os ganhos de desempenho. Joe Murli Trabalho padrão do líder: uma das chaves para sustentar os ganhos de desempenho Joe Murli O trabalho padrão do líder, incluindo o comportamento de liderança lean, é um elemento integral de um sistema de

Leia mais

Nisto poderemos perguntar, por que pensar em liderança: Vejamos alguns pontos de vital importância:

Nisto poderemos perguntar, por que pensar em liderança: Vejamos alguns pontos de vital importância: LIDERANÇA EMPRESARIAL EVIDÊNCIAS DO COACHING COMO ESTRATÉGIA DE SUCESSO Prof. Dr. Edson Marques Oliveira, Doutor em Serviço Social pela Unesp-Franca-SP, mestre em Serviço Social pela PUC-SP e bacharel

Leia mais

Estratégias em Propaganda e Comunicação

Estratégias em Propaganda e Comunicação Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento

Leia mais

Cartilha É COM VOCÊ. Comportamento no Trânsito. Urbanidade / Série: Trânsito Nº 3

Cartilha É COM VOCÊ. Comportamento no Trânsito. Urbanidade / Série: Trânsito Nº 3 Cartilha É COM VOCÊ Comportamento no Trânsito Urbanidade / Série: Trânsito Nº 3 É notório que o comportamento do motorista no trânsito é fator decisivo à segurança dos próprios, bem como das demais pessoas

Leia mais

Engenharia de Software II

Engenharia de Software II Engenharia de Software II Aula 8 http://www.ic.uff.br/~bianca/engsoft2/ Aula 8-17/05/2006 1 Ementa Processos de desenvolvimento de software Estratégias e técnicas de teste de software (Caps. 13 e 14 do

Leia mais

Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos

Guia de Tratamento para Dependentes Químicos. Tudo isso você vai saber agora neste Guia de Tratamento para Dependentes Químicos Guia de para Dependentes Químicos O que fazer para ajudar um dependente químico? Qual é o melhor procedimento para um bom tratamento? Internação Voluntária ou Involuntária Como decidir? Como fazer? O que

Leia mais

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas

Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto Introdução a Tolerância a Falhas Francisco José da Silva e Silva Laboratório de Sistemas Distribuídos (LSD) Departamento de Informática / UFMA http://www.lsd.ufma.br

Leia mais

Palestra. Gestão e Planejamento Estratégico. 22/05/2014 14h20 às 15h20

Palestra. Gestão e Planejamento Estratégico. 22/05/2014 14h20 às 15h20 Palestra Gestão e Planejamento Estratégico 22/05/2014 14h20 às 15h20 Empreendedor, Professor e Consultor. Especialista em Gestão de Negócios pela Fundação Dom Cabral (FDC) Bacharel em Direito pelo Centro

Leia mais

E-BOOK LIDERANÇA. Os 5 comportamentos indispensáveis para um líder de sucesso! PRISCILLA BELLETATE. - Coach de Liderança -

E-BOOK LIDERANÇA. Os 5 comportamentos indispensáveis para um líder de sucesso! PRISCILLA BELLETATE. - Coach de Liderança - E-BOOK LIDERANÇA Os 5 comportamentos indispensáveis para um líder de sucesso! PRISCILLA BELLETATE - Coach de Liderança - SUMÁRIO Capítulo 1 - Introdução Capítulo 2 Os 5 comportamentos Capítulo 3 - Conclusão

Leia mais

FERRAMENTAS E ESTRATÉGIAS PARA INCREMENTAR SEU SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL (SSO) Por: José Henrique Farber

FERRAMENTAS E ESTRATÉGIAS PARA INCREMENTAR SEU SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL (SSO) Por: José Henrique Farber FERRAMENTAS E ESTRATÉGIAS PARA INCREMENTAR SEU SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE OCUPACIONAL (SSO) Por: José Henrique Farber Engenheiro Químico e de Segurança do Trabalho, Mestre em Comunicação de

Leia mais

Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação. cynaracarvalho@yahoo.com.br

Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação. cynaracarvalho@yahoo.com.br $XWDUTXLD(GXFDFLRQDOGR9DOHGR6mR)UDQFLVFR± $(96) )DFXOGDGHGH&LrQFLDV6RFLDLVH$SOLFDGDVGH3HWUROLQD± )$&$3( &XUVRGH&LrQFLDVGD&RPSXWDomR Gerenciamento de Riscos em Segurança da informação cynaracarvalho@yahoo.com.br

Leia mais