Empresários portugueses ainda desconhecem franchising. PROJECTOS INOVADORES geram elevadas taxas de retorno

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1 ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1306, DE 17 DE JULHO DE 2009, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Empresários portugueses ainda desconhecem franchising Colaborações: BRODHEIM aposta na expansão em franchising fora de Lisboa e Porto CENTRAIS DE FRANQUIA devem apostar na rentabilidade a curto prazo PROJECTOS INOVADORES geram elevadas taxas de retorno

2 2 sexta-feira, 17 Julho de 2009 franchising e empreendedorismo ANJE e Academia Militar lançam segunda edição do Curso de Liderança para empresários Voltar à recruta é o mote da formação que a ANJE Associação Nacional de Jovens Empresários está a levar a cabo em parceria com a Academia Militar. Com efeito, entre 27 e 31 de Julho, decorre a segunda edição do Curso de Liderança para empresários. Formar gestores e executivos à semelhança de comandantes e demais chefes militares, preparando-os para as duras batalhas do meio empresarial, é o objectivo desta inovadora formação, que terá lugar nas instalações da Academia Militar, em Lisboa, Mafra e Amadora. Os empresários são sujeitos a formação semelhante à que qualifica comandantes e demais chefes militares, bem como a sessões de treino físico e psicológico de grande intensidade. A iniciativa resulta de uma parceria inédita no nosso país, no âmbito da qual a referida instituição de ensino superior militar aplica os seus métodos pedagógicos ao mundo dos negócios, de forma a estimular competências que promovam a eficaz gestão e motivação de equipas de trabalho. O curso de liderança contará uma vez mais com a experiência formativa dos oficiais da Academia Militar, cujas metodologias de ensino assentam na alternância Os empresários verão as suas capacidades serem testadas ao máximo entre sessões teóricas e práticas, bem como entre actividades indoor e outodoor. À semelhança de recrutas, os empresários participantes verão as suas capacidades serem testadas ao máximo em sessões de treino físico e psicológico, que têm subjacentes lições de gestão de stress, gestão de conflitos, gestão de equipas, inteligência emocional, autocontrolo, motivação, comunicação assertiva, planeamento e processos de tomada de decisão. Entre as actividades previstas no programa formativo contam-se Provas de Situação Adaptação ao Meio Ambiente, Provas de Orientação Topográfica diurnas e nocturnas e Sessões de Treino Físico e de Desportos, onde se incluem, por exemplo, Técnicas de Transposição de Obstáculos. Promover desempenho pró-activo Com a duração total de 50 horas, durante cinco dias, esta formação pretende promover o culto de valores que, sendo geradores de atitudes, contribuam para um desempenho comportamental pró-activo nas organizações. O reforço de competências ao nível da gestão de equipas será, então, valorizado enquanto condição essencial ao cumprimento, por parte dos colaboradores, das tarefas correspondentes ao conteúdo funcional dos cargos que ocupam e, por conseguinte, à concretização dos objectivos organizacionais. O Curso de Liderança persegue ainda o propósito de dotar os jovens empresários e gestores cuja autoridade institucional lhes é conferida pelas posições de chefia que ocupam nas organizações de autoridade pessoal, a qual resulta das suas capacidades para motivar, influenciar e persuadir, que são, afinal, qualidades inerentes a um líder de sucesso. Destinado a empresários, gestores e quadros médios e superiores, o Curso de Liderança ANJE/Academia Militar evidencia ainda a referência à prática de actividades desportivas, dado o facto de a condição física regular ser um requisito de participação. Contém: Enquadramento legal; Exploração e expansão da rede; Perguntas e respostas mais frequentes. Autor: António Vilar e Associados Formato: 15.5 x 23 cm Págs.: 148 P.V.P.: A 14 O "Franchising a lei e a prática" recolhe, expõe e explica múltiplas soluções para os problemas que tanto franquiadores como franquiados encontram no seu diaa-dia, quer ao reflectir sobre a celebração do respectivo contrato quer durante a sua vigência, ou para o fazer cessar. A obra aborda com algum destaque a respectiva dinâmica comercial, de modo a fornecer ferramentas aos candidatos a franquiados. Quanto à dinâmica contratual e às consequências da cessação do contrato de franchising, estes temas são abordados de modo a que a opção dos contraentes seja o mais esclarecida possível. Pedidos para: Vida Económica - R. Gonçalo Cristóvão, 111, 6º esq PORTO Tel Fax encomendas: Nome Morada C. Postal - Nº Contribuinte SIM. Solicito o envio de exemplar(es) do livro Franchising - A lei e a prática. Para o efeito envio cheque/vale nº, s/ o, no valor de A Debitem A, no meu cartão com o nº, Cód. Seg. emitido em nome de e válido até /. Solicito o envio à cobrança. (Acrescem A 4 para despesas de envio e cobrança). ASSINATURA Será que o meu negócio é franchisável?? José Vieira Lopes Managing Director da Team Vision consultório Apesar do modelo de expansão em franchising ter grandes vantagens e valias, nem todos os negócios são passíveis de usar esse modelo. Existem algumas características que não se ajustam convenientemente ao modelo do franchising: operações complexas, margens baixas, negócios novos sem experimentação, negócios que necessitem de muitos funcionários, negócios que sejam difíceis de acompanhar à distancia. Por outro lado, existem outras características que se ajustam perfeitamente ao modelo de expansão, desde logo: negócios com conceitos únicos, boas rentabilidades, negócios fáceis de operar, negócios de fácil duplicação, etc. A decisão de expandir um negócio em franchising não deve ser tomada de ânimo leve, mas deverá mesmo ser acompanhada por consultores especialistas que o poderão ajudar a tomar melhor a decisão e a acompanhá-lo no processo. Se quiser ter uma ideia generalista sobre o potencial de expansão em franchising do seu negócio, no portal poderá encontrar um teste que o pode ajudar. Na análise de um negócio em franchising, gostaria de saber que questões colocar aos franchisados dessa rede. Trata-se de um ponto importante e sensível na análise de uma rede. A forma como o franchisado vê o franchisador bem como o negócio que opera deverão ajudá-lo no seu processo de decisão. Importa também salientar que deverá fazer sempre uma boa ponderação daquilo que lhe é dito e apresentado, pois existem franchisados para os quais tudo são rosas e outros que têm uma visão sempre pessimista e de insatisfação. O importante é perceber de uma forma geral como vai a motivação da rede. Como é que foi a formação? Foi-lhe útil para o negócio? O franchisador acorre às suas necessidades? Teve alguma despesa extra que não tivesse prevista? Descreva-me um dia típico para si? Teve algum problema que não tivesse antecipado? Os valores pagos para publicidade, reflectem-se em acções levadas a cabo pelo franchisador (nomeadamente publicidade acções de dinamização de loja, etc.)? Já teve algum conflito com o franchisador? O seu negócio está a atingir os níveis de rentabilidade que previa? Sabendo o que sabe, faria o investimento se fosse hoje? Tente também perceber como é que correu o processo desde a assinatura do contrato até à abertura da unidade. Perceba também se todas as promessas do franchisador foram cumpridas.

3 franchising e empreendedorismo sexta-feira, 17 Julho de COHiTEC distingue projectos inovadores Implantes das ancas, produção de trufas em estufa, tratamento de solos agrícolas contaminados, rastreio da apneia do sono, reutilização de software ou aviões de vigilância de redes de distribuição de energia não tripulados são alguns dos projectos empreendedores premiados na edição de 2009 do COHiTEC. O COHiTEC é uma iniciativa da Cotec Portugal, com o apoio da FLAD - Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, em parceria com a EGP- UPBS e o ISCTE, que visa apoiar a valorização do conhecimento de base tecnológica produzido em instituições nacionais de I&D. Este evento apresenta como elemento distintivo o facto de estes projectos se apoiarem em tecnologias reais, cujo interesse económico é avaliado tendo em vista o seu potencial para a criação de empresas de base tecnológica com elevado potencial de crescimento. Nesse sentido, a apresentação de um plano de negócios detalhado, onde é apresentada a proposta de valor do projecto ou ideia e, bem assim, da taxa de retorno dos investimentos requeridos, constitui condição essencial para o desenvolvimento dos projectos empresariais e participação no concurso. A Vida Económica foi conhecer mais de perto alguns destes projectos, caracterizados pela elevada componente tecnológica e originalidade dos conceitos, por vezes de uma simplicidade desarmante, o que prova que as melhores ideias são, por vezes, as mais simples. Empreendedorismo agrícola É o caso do projecto Tartuffo, que surgiu da constatação do elevado potencial de mercado das trufas que, em todo o mundo, movimentam 400 milhões de euros e encontra-se condicionado pela escassa quantidade produzida, já que a produção de trufa na Europa decresceu de 2000 toneladas, no início do século, para 110 toneladas. Desta forma, a PhytoTec decidiu apostar numa tecnologia que permite a produção destas iguarias em estufa, reduzindo a influência das variáveis ambientais. Apontando uma taxa de retorno de 32%, ao investimento inicial de 7,1 milhões de euros, é esperado um período de retorno de cinco anos, sendo que no ano 10 as vendas deverão atingir 17,2 milhões. Os mesmos empreendedores apresentaram a solução GreenCrops, que pretende aplicar culturas energéticas utilizáveis na produção de biocombustíveis, na requalificação de solos contaminados através de fito-remediação. O investimento inicial de 2,1 milhões, cujo retorno se espera que aconteça em cinco anos, permite a redução de custos até 90% em relação a métodos tradicionais, um ganho de captação de poluentes de 80% e custos de produção de biomassa 40% inferiores aos da concorrência. Projectos de alcance global Também do Porto surgiu o projecto SAM, da SensibleTECH, que pretende actuar num mercado de 25 milhões de pessoas na UE, afectadas por apneia do sono, caracterizada por paragens respiratórias durante o sono. O projecto SAM passa pela criação de um dispositivo simples, barato e fiável, que permite fazer o rastreio da doença, pois estima-se que 80% dos afectados não foram ainda diagnosticados. Trata-se de um segmento onde os produtores crescem acima de 20%/ano e onde o rastreio tem um valor potencial de mil milhões de euros. O investimento inicial previsto é de 600 mil euros, pretendendo os promotores atingir um volume de vendas de 11 milhões em Já do COHiTEC Lisboa, o projecto Soft-Use propõe-se oferecer ganhos de produtividade através da reutilização sistemática de software. Segundo os seus promotores, o investimento global no desenvolvimento de software é de 647 mil milhões de dólares (466 mil milhões de euros), com ganhos potenciais da reutilização sistemática de software de 13 mil milhões Jorge Farinha, responsável da EGP-UPBS, e Pedro Vilarinho da COTEC, de dólares (9,3 mil milhões de euros). A tecnologia desenvolvida permite a criação de software a custo reduzido e com menor tempo de desenvolvimento e o aumento da produtividade nas TI. Num outro campo, a R2DSpACE criou o Gyro- Drone, um avião não tripulado que permite efectuar múltiplas tarefas de monitorização aérea de forma mais eficiente e sem riscos humanos. Segundo os seus promotores, as redes eléctricas, oleodutos e gasodutos estendem-se através de milhares de kms, metade dos quais em zonas de conflito ou propícias a desastres naturais. Os responsáveis por estes equipamentos gastam mais de um bilião de dólares/ano no aluguer de meios de vigilância tripulados. O aluguer do GyroDrone, que possui uma autonomia de sete horas, custa 200 mil euros ou, em alternativa, pode ser alugado por valores mais vantajosos. Investimentos geram altas taxas de retorno A Escola de Gestão de Porto foi o local escolhido para a apresentação destas ideias, as quais estiveram subdivididas pelas suas delegações de Lisboa e Norte. Entre os vencedores estão as empresas REUSE, R2DSpACE, HASystem Tech, Techsuber, Tree Charge, Acellera Therapeutics, NanoKnowledge (CoHiTEC Lisboa), Smart Hip Prosthesis, Truffles, SensibeTech, Green Crops e CYCLOTEC (CoHiTEC Norte). Pedro Vilarinho, da COTEC Portugal, destacou o âmbito nacional da iniciativa e o facto de esta atrair cada vez mais parceiros institucionais. A ligação à universidade e as elevadas taxas de retorno destes projectos são mais-valias apontadas pelo responsável. Com efeito, a segunda fase deste concurso, que decorreu entre 2005 e 2008, deu origem a três start-ups, num investimento contratado de 14,9 milhões de euros e uma valorização de 29,8 milhões. Por sua vez, o programa Neotec contou com 11 iniciativas empresariais, donde foram criadas nove start-ups.

4 4 sexta-feira, 17 Julho de 2009 franchising e empreendedorismo Ibéria Inovação promove empreendedorismo em investigação Novas regras de financiamento de projectos de investigação estimulam espírito de risco Decorridos dois anos do seu nascimento, a Ibéria Inovação, departamento da Ibéria Advanced Healthcare dedicado ao desenvolvimento tecnológico, aplicação de novas tecnologias em produtos dirigidos à saúde e à adopção e difusão de formas mais sofisticadas de tratamentos médicos e farmacológicos em saúde humana e animal e desporto, fez um balanço da sua actividade e da sua estratégia. Segundo o médico e cirurgião António Lúcio Baptista, director daquela unidade, a Ibéria Inovação surge como uma nova forma de actuar no campo da investigação e desenvolvimento de novos projectos de elevado valor acrescentado, abarcando áreas tão diversas como a nanotecnologia, o desporto, o turismo de natureza, a náutica, resort/spa médico, o laser ou a genética. Os vários investigadores, entre os quais cientistas, professores universitários e consultores, estão associados em diversos projectos, numa lógica de complementaridade e estreita ligação às universidades. Neste percurso, impera o espírito de risco e inovação, uma vez que cada investigador é o responsável pelo desenvolvimento e financiamento do seu projecto, mas todos partilham experiências e conhecimentos em áreas comuns. Esta visão surge, como referiu António Lúcio Baptista, da constatação de que as regras de financiamento à investigação estão a mudar em Portugal, algo que aconteceu há muito em países como os EUA e a África do Sul, onde a partilha de um bolo que deveria servir todos deu lugar ao financiamento de projectos pelo seu mérito e pela sua capacidade de gerar riqueza. Aliás, referiu, o estabelecimento de parcerias com instituições de investigação e universidades norte-americanas poderá ser um caminho para o futuro do financiamento das actividades de I&D desenvolvidas em Portugal, num reforço da parceria transatlântica que a Ibéria prossegue actualmente em curso está um projecto que envolve investigadores nacionais com a Universidade de Stanford. Neste balanço, António Lúcio Baptista apontou um primeiro caso de sucesso, na atribuição de um financiamento de 500 mil euros a um dos projectos englobados na Ibéria Inovação, na área da nanotecnologia. O objectivo, referiu, é o de crescer em número de projectos em curso, bem como de financiamentos obtidos no espaço de um ano. Empreender segundo Drucker Durante o evento, o consultor da Iberia e Action Coach António Tomé Ribeiro enunciou o que considera ser os princípios básicos para o sucesso de um projecto empreendedor, qualquer que seja a forma de que se revista. Na sua perspectiva, o trabalho de base deve ser feito sobre o mind set e os resultados, ou seja, 20% sobre o empresário e 80% sobre a empresa ou projecto. Porque muitas vezes devemos ter 80% de atitude e 20% de preparação. Alicerçando a sua perspectiva nos conceitos de gestão por objectivos enunciados pelo economista Peter Drucker, Tomé Ribeiro apontou um conjunto de objectivos essenciais, como visão, missão, objectivos estratégicos e objectivos práticos para levar a bom porto os projectos empreendedores. O conceito SMART (objectivos específicos, Mensuráveis, Atingíveis, com Resultados a atingir em Tempo definido) devem nortear desde o início de cada empreitada. Ainda segundo esta lógica, aquele consultor enunciou o que designa Fórmula para a mudança, onde IxV+P R, ou seja, Insatisfação x Visão + Primeiros passos Resistência. O primeiro passo envolve uma forte e rigorosa autodisciplina conducente à acção, o que provoca, quando fazemos o que nos propusemos, um aumento da auto-estima e um ganho de controlo sobre factores externos, gerando melhores resultados, concluiu.

5 franchising e empreendedorismo sexta-feira, 17 Julho de Grupo Brodheim aposta no franchising para expansão fora de Lisboa e Porto O franchising é o modelo de negócio seleccionado para a expansão das marcas representadas pelo grupo Brodheim fora dos centros urbanos de Lisboa e Porto, sendo que nestas cidades a estratégia passa pela venda das marcas a clientes multimarca ou pela expansão em lojas monomarca próprias. O grupo Brodheim, que representa em Portugal marcas como Timberland Tod s, Burberry, Guess, Trussardi, Furla, Longchamp, Undercolors of Benetton, DKNY Kids, Escada Kids, Hugo Boss Kids, Adidas (eyewear) e Silhouette (eyewear), deverá apostar no franchising para expansão da sua rede. Porém, segundo Ronald Brodheim, presidente do grupo, tal modelo deverá ser aplicado apenas na expansão das suas marcas fora dos centros urbanos de Lisboa e Porto. O modelo de expansão do grupo em Portugal far-se-á, afirmou à VE, quer através da venda destas marcas a clientes multimarca, quer através da expansão em lojas monomarca, que poderão ser próprias do grupo ou de franchisados. A estratégia de crescimento do grupo contará com um volume de investimento, ainda para o segundo semestre de 2009, de 368 mil euros. Quanto ao volume de investimentos nos próximos anos, este estará dependente de um brandstorming interno que faremos no final deste ano, tendo em conta a evolução da crise económica actual, não descurando os mercados internacionais dessa perspectiva. Não obstante, assegurou Ronald Brodheim, as nossas marcas têm tido um nível de resistência superior àquilo que se fala que tem sido a tendência do mercado. A única explicação dever-se-á ao facto de as nossas marcas terem criado, ao longo dos últimos anos, uma relação afectiva e de lealdade muito forte com os seus consumidores. O volume de crescimento do grupo em 2008 foi de 13,2 %, sendo que os números já disponíveis de desempenho para o primeiro quadrimestre de 2009 apontam para uma subida de 1,8%. No entanto, continuou, o grupo representa marcas de todos os sectores do mundo da moda, pelo que, neste contexto, é natural que quer os sectores quer devido ao brandawareness e à relação afectiva e lealdade de cada uma das marcas com os consumidores, que existam variações significativas relativamente ao comportamento das mesmas em todas as circunstâncias. Aquele empresário referiu que, numa conjuntura de retracção ao consumo, os empresários devem continuar a fazer aquilo que sempre fizeram caso o tenham feito bem no passado, isto é, desenvolver o nível de serviço aos consumidores ao patamar de excelência e conhecerem o seu negócio com detalhe de informação de gestão obsessivo, de forma a poderem gerir e reagir da melhor maneira às diversas circunstâncias. Gaffashion aposta em rebranding inovador A Gaffashion, empresa que concebe e comercializa carteiras que apostam num design arrojado, apostou num novo posicionamento e numa imagem mais visível, através do lançamento de uma inovadora campanha de troca de carteiras. Esta campanha pretende, numa conjuntura de crise do mercado, acrescentar argumentos, de modo a facilitar as vendas dos nossos clientes ao cliente final, dando-lhes a possibilidade de aceder a modelos actuais de carteiras com descontos significativos e ainda contribuir para apoiar alguns dos sectores mais carenciados da sociedade, referiu o sócio-gerente da Gaffashion, Luís Martins. Segundo aquele responsável, a campanha-projecto de troca de carteiras nasceu tendo como base a preocupação com a actual conjuntura económica, procurando com este apoio, assente numa maior visibilidade desta campanha, contribuir para revitalizar o comércio de carteiras, permitindo um apoio aos comerciantes, que com esta campanha poderão vender mais. Por sua vez, os consumidores, para além de estarem a ajudar outras pessoas através de instituições de caridade que recebem as carteiras trocadas, com o objectivo de serem reutilizadas como sua fonte de angariação de receitas, poderão beneficiar de um desconto promocional na aquisição de um novo produto. Por outro lado, não é descurada a vertente ecológica e ambientalista do projecto, uma vez que, caso as carteiras e malas não possam ser reutilizadas, serão processadas segundo técnicas amigas do ambiente. Marcas com nova imagem A meta desta campanha é, de acordo com Luís Martins, preencher várias lacunas no mercado e posicionar-se melhor no segmento. O investimento neste rebranding da empresa, que há já alguns anos mantinha a mesma imagem, teve como objectivo definir um novo posicionamento da empresa, assim como de cada uma das suas actuais (Rubre e Luple) e futuras marcas. O objectivo último da Gaffashion é ser reconhecida como um dos principais grupos nacionais, no que diz respeito a artigos em pele e marroquinaria. Actualmente, a empresa detém já várias marcas vocacionadas para diferentes segmentos e apresentará futuramente também a nova imagem de cada uma delas.

6 6 sexta-feira, 17 Julho de 2009 franchising e empreendedorismo Ninho de empresas criado em Cascais A promoção e acompanhamento de projectos e empresas inovadoras na sua fase embrionária e de start-up é o objecto da criação do ninho de empresas DNA, criado em parceria pela autarquia local e a Agência Municipal DNA Cascais. O primeiro Ninho de Empresas DNA é uma infra-estrutura que instala novas empresas num mesmo espaço físico e coloca ao seu dispor um conjunto de valências que permitem fomentar o seu sucesso na fase inicial e consolidar a sua actividade no exterior após a saída do ninho. Localizado em Cruz de Popa, Alcabideche, este espaço fornece também um serviço de incubação virtual e de arrendamento de posto de trabalho em open space, promovendo ainda a interacção entre o meio empresarial e instituições de ensino e investigação, permitindo que ambas possam usufruir das vantagens, sinergias e complementaridade que daí decorrem. No que concerne à incubação física, para além do espaço de trabalho, as empresas contam ainda com um auditório com capacidade para 80 pessoas, salas de formação e reuniões, salas de espera para a recepção de clientes, equipamento de segurança e ainda parque de estacionamento. Já no caso da incubação virtual, as empresas têm a possibilidade de terem a sua sede fiscal no ninho de empresas e ainda de usufruírem de um serviço de atendimento telefónico. Para além disso, pode ainda ser requisitado um serviço de envio de correspondência via digital ou por correio. Onebiz lança LiveBiz SaaS A Onebiz lançou o LiveBiz SaaS, software ERP low-cost, disponibilizado em regime SaaS. Dedicado à gestão de microempresas e PME, o LiveBiz foi desenvolvido totalmente em Portugal, com a integração do know-how tecnológico da Primavera Software e da gestão de negócios em rede do grupo Onebiz. Com um investimento aproximado de dois milhões de euros, o novo LiveBiz é considerado pela Onebiz como o ERP low-cost do mercado. Para Juliana Bonfá, directora de Marketing e Comunicação da Onebiz, o LiveBiz irá revolucionar o mercado porque é acessível a todas as empresas do país. Temos vindo a acompanhar o desenvolvimento das micro e PME s em Portugal há 11 anos e é fácil perceber porque a inovação não está acessível a todos. Este software será disponibilizado às empresas em regime de aluguer. Na fase A rede consultoria imobiliária IMO24, criada em 2006, alargou os seus serviços ao Funchal. A expansão da marca, iniciada em 2008 através dos serviços do grupo Onebiz, assenta num conceito de elo de ligação independente entre os diversos operadores no mercado imobiliário: compradores, mediadores ou outros; recorrendo para tal a tecnologias inovadoras e potenciando a concretização das transacções de uma forma totalmente transparente através da certificação técnica da informação disponibilizada ao mercado. Após um período de experimentação e conquista de notoriedade, o de desenvolvimento da solução, foi implementado na Fiducial. Por centralizar a informação, permite a gestão dos escritórios da própria rede, assim como a consolidação dos dados dos clientes, permitindo uma revolução nos gabinetes de contabilidade. Com uma carteira de clientes empresariais de 15 mil clientes, a estratégia definida pelo grupo Onebiz para 2009/2010 é a fidelização e o up-selling, com o lançamento de produtos e serviços com marca própria que com aplicação transversal as marcas e redes que gere. O software será comercializado no mercado pela Esinow.net, a rede da Onebiz especializada nas TI s para empresas. Para o segundo semestre está previsto o lançamento outras ferramentas para as empresas como o CRM e gestão documental, assim como o básico MS Office. IMO24 expande rede à Madeira processo de expansão ganha cada vez mais força na estratégia de abrangência de mercado. Pretendendo atingir 25 lojas até final do ano, o objectivo da marca é chegar às 200 unidades em seis anos. Teamvision lança novos serviços de apoio ao financiamento A Teamvision lançou um novo conjunto de serviços de consultoria, que se destinam a apoiar as empresas na obtenção de financiamento na presente conjuntura do mercado nacional. Entre estas propostas contam-se serviços financeiros, que pretendem combater a grande dificuldade que os empreendedores têm em financiar o seu próprio projecto, a par da existência de um clima económico e social pouco propício à criação de empresas, a falta de informação sobre os passos a dar, as políticas fiscais e o excesso de burocracias e, sobretudo, o receio de que algo não corra bem. A sua acção desenvolvese junto de instituições de crédito ou outras entidades financeiras na busca de soluções diversas que facilitam o acesso ao investimento. Estas modalidades de financiamento, não assumindo o carácter de incentivo, apresentam facilidades de acesso que justificam a sua inclusão neste sítio, destacando-se, entre estas, o microcrédito, o Financiamento Onebiz e as Soluções Franchising. O Financiamento Onebiz é proporcionado através da parceria com a Exchange e consiste num financiamento em condições especiais através da concessão, a Microcrédito, financiamento Onebiz e Soluções Franchising entre serviços prestados nível particular, de crédito pessoal com o objectivo de apoiar os novos franchisados do grupo Onebiz na aquisição de franquias das marcas do grupo. Destina-se, por isso, exclusivamente, a novos franchisados Onebiz e remete-se, em exclusivo, ao mercado do franchising. Por seu turno, as Soluções Franchising constituem modalidades de financiamento exclusivamente dedicadas ao financiamento de projectos de franquia. Estas soluções de financiamento apresentam várias vantagens e facilidades de acesso, consubstanciadas ao nível de taxas de juro praticadas, períodos de carência e outros benefícios que o empreendedor de um negócio em franchising poderá beneficiar. A Teamvision Financial Services pretende ainda orientar os empresários a navegar pelo universo de apoios que o mercado disponibiliza, abrangendo várias áreas de negócio. Além do convencional recurso ao crédito bancário, existem vários planos de financiamento concebidos para apoio a sectores de actividade diversificados e que tomam a forma de garantias, participações no capital social, crédito a juro bonificado e também subsídios a fundo perdido.

7 franchising e empreendedorismo sexta-feira, 17 Julho de Assegura José Maria Robles, da Alain Afflelou Franquiados com crescimento das vendas acima da média do sector O nosso segredo é crescer sustentadamente e não nos deixarmos enganar por vendas irreais Vida Económica A Alain Afflelou inaugurou recentemente, no Porto, a milésima loja do grupo e a décima em Portugal. Qual o balanço deste primeiro ano de presença no mercado nacional? José Maria Robles Este é o momento de avaliar, mas entendemos que é uma aposta a médio, longo prazo. Uma coisa temos a certeza: a aceitação tem sido muito boa por parte dos nossos clientes. Acreditamos que o mercado português tem uma grande margem de crescimento presente e futura. É um mercado dinâmico e jovem, valores em que aposta toda a nossa politica comercial. Entendemos ser uma aposta ganha. VE Foi publicamente anunciado o objectivo de, durante os próximos cincos anos, abrirem 100 novas lojas. Considerando a actual situação económica, esta é uma meta realista? JMR Sim, este é o momento. É nestes períodos que aparecem no mercado as melhores oportunidades: hoje temos mais e melhores locais do que há dois anos atrás, os investimentos são menores, e os arrendatários são mais flexíveis na hora de negociar. Não só sabemos que é o momento de crescer como de apostar. O nosso segredo é crescer sustentadamente e não nos deixarmos enganar por sonhos de vendas irreais. VE Qual o posicionamento da Alain Afflelou no contexto dos outros grupos de óptica a operar em Portugal? JMR A inovação é o eixo sobre o qual a empresa baseia toda a sua estratégia: nos nossos produtos, na nossa política comercial, na forma como comunicamos com os nossos clientes e franqueados. É por eles que tentamos ser pioneiros, para podermos melhorar a resposta às necessidades dos usuários. VE Quais os princípios orientadores da sua actividade e qual a missão assumida pela empresa? JMR O nosso sucesso é baseado em dois conceitos: o do esforço contínuo para lançar conceitos inovadores que antecipam as necessidades dos nossos clientes e uma ampla e contínua comunicação, o que nos permite demonstrar, explicar, convencer e seduzir. Além disso, baseia-se também nas nossas franquias que são dirigidas por profissionais da visão, que tiram partido de uma nova política comercial em Portugal desenvolvida ao longo de mais de 30 anos com garantias de um crescimento nas vendas bem acima da média do sector, que permite aos nossos franquiados aumentar as suas vendas duas vezes e meia mais do que antes de se juntar à nossa rede. VE A estratégia de crescimento anunciada assenta em campanhas de publicidade e de marketing muito agressivas JMR Até há pouco tempo, o sector óptico foi um sector que satisfazia uma necessidade primária, Ver bem, e nem os ópticos nem os clientes pediam mais que isso, ninguém se preocupava em ir um pouco mais longe, construindo e implementando técnicas de outros sectores. Mas com as rápidas mudanças que ocorrem a nível social, não há alternativa senão a de utilizar todos os tipos de ferramentas e técnicas que têm ajudado a construir a imagem de marca e aumentar as vendas, assim o marketing é hoje uma ferramenta indispensável sem a qual é difícil sobreviver, e em que investimos uma grande quantidade de recursos. VE Do mesmo modo, existe espaço de mercado suficiente para acomodar esta quantidade de novos espaços comerciais? JMR A nossa política de expansão é agressiva e não vai ser fácil consegui-lo. Felizmente, contamos com bons profissionais, motivados e com vontade de alcançar; assim, graças a eles e tendo em conta a situação do mercado vamos fazer que os nossos desejos se convertam em realidade. Também devemos pensar que, graças à actual conjuntura económica, muitos dos nossos concorrentes abandonarão o mercado, e isso ajudar-nos-á a crescer sem ter tantas dificuldades para entrar. Fernanda Silva Teixeira consultório legal Deontologia, ética, transparência e franchising Trindade Barros Advogado e.mail: web : Recomendou, recentemente, o Senhor Presidente da República que era fundamental assegurar a ética e a transparência nos negócios. Em face da presente conjuntura económica e financeira, o sector do franchising (franquia) deve dar especial atenção à ética e à transparência como factor essencial e imprescindível de sobrevivência. Com efeito, inexistindo em Portugal uma lei reguladora do contrato de franquia, a ética e a deontologia ganham contornos de fundamental relevância, em especial para assegurar os legítimos interesses dos franquiados. Mas não se pense que a defesa da ética e da deontologia, no sector da franquia, apenas serve os interesses dos franquiados. Na verdade, os franquiadores são os primeiros interessados em defender e proteger o sistema de franquia. Os franquiadores que actuam com lisura no mercado, de forma séria e transparente, são os primeiros a querer combater aqueles que, sem escrúpulos, procuram, através do franchising, fazer negócios e implementar redes (ditas de franquia) mediante descarado e ostensivo atropelo das mais elementares regras da ética e da deontologia. Foi por isso que os franquiadores dos vários países da Europa, membros da Federação Europeia de Franchise, estabeleceram (com parecer favorável da Comissão da União Europeia) o Código Europeu de Deontologia do Franchising. Quer isto significar que foram os próprios franquiadores, dos vários países da Europa, que entenderam que, o sector da franquia só poderia prosperar se os interesses básicos e elementares dos franquiados fossem, intransigentemente, salvaguardados. O Código Europeu de Deontologia do Franchising traduz, assim, um mínimo denominador comum que os franquiadores europeus entenderam absolutamente necessário e imprescindível para implementar e desenvolver uma rede de franquia. Dizemos, um mínimo denominador, por ter sido o possível, aceite unanimemente por todos os países que assinaram o protocolo. Isto é, as regras constantes no Código Europeu de Deontologia do Franchising devem ser completadas e desenvolvidas pela entidade responsável de cada país, em função das características e especificidades nacionais aliás, conforme recomendação expressa e formal da própria Federação Europeia de Franchise. Em Portugal, não se aditou qualquer complemento ao Código, pelo que as regras existentes nem sequer esgotam as necessárias/convenientes para assegurar a ética e a transparência nos negócios sugerida e recentemente recomendada pelo Presidente da República. A defesa das regras de ética e deontologia no sector da franquia tornou-se o primado não apenas da Federação Europeia de Franchise como da própria Associação Portuguesa de Franchise. Para que dúvidas não restassem, a defesa intransigente das regras deontológicas está formalmente assinalada nos próprios estatutos da Associação Portuguesa de Franchise. Aliás, todos os membros da Associação Portuguesa de Franchise (franquiadores e franquiados principais ( master franchisee ) tiveram que assumir obrigatória e expressamente o compromisso de respeitar, em documento escrito e formal, o Código Europeu de Deontologia do Franchising. Para defender o sector do franchising, foi, também, criado um método de certificação de qualidade dos serviços que os franquiadores ou franquiados principais (master franchisados) prestam aos franquiados/subfranquiados da rede de franquia. A certificação em franchising visa, pois, identificar, no mercado, as redes de franquia que observam padrões de qualidade na sua relação com os membros da rede os franquiados. A certificação em franchising é uma iniciativa desenvolvida pela Associação Portuguesa de Franchise e homologada pelo Instituto Português de Qualidade [instituto público que tem por missão a coordenação do Sistema Português da Qualidade (SPQ) e de outros sistemas de qualificação regulamentar que lhe forem conferidos por lei, a promoção e a coordenação de actividades que visem contribuir para demonstrar a credibilidade da acção dos agentes económicos]. Lamentavelmente, foi exactamente neste contexto de crise económica e financeira, que descobrimos que a empresa acreditada junto do IPQ para implementar o processo de certificação de serviços em franchising decidiu, de forma secreta, fazer tábua rasa no tocante ao cumprimento das regras de ética e de deontologia no franchising, constantes no Código Europeu, aceites unanimemente por todos os países europeus membros da Federação Europeia de Franchise, com o acordo da Comissão da União Europeia. Não conseguimos imaginar o que terá passado pela cabeça dos responsáveis da empresa de certificação para, no maior secretismo, passar a seguir a seguinte orientação: Pode merecer o certificado de qualidade uma rede de franquia que não cumpra nenhuma, ou algumas normas deontológicas, pois que a violação das normas deontológicas passou a ser, secretamente, reputada de desconformidade menor, que não impede a atribuição do certificado de qualidade. Naturalmente que a Associação Portuguesa de Franchise será a primeira interessada em defender de forma intransigente as normas deontológicas. Acreditamos, pois, que APF tomará, de forma célere, as providências necessárias para que a certificação de qualidade não redunde, afinal, no meio de contornar o primado da ética e da deontologia e, assim, satisfazer interesses de redes que não demonstram observar nenhuma regra deontológica. Um candidato a franquiado só estará interessado em integrar uma rede de franquia se o franquiador ou franquiado principal tiver, efectivamente: Um conceito de negócio suficientemente, por ele, testado, com sucesso, no mercado; Um saber-fazer secreto, substancial e identificado, decorrente da sua experiência no mercado; Um direito de propriedade industrial devidamente protegido; Capacidade empresarial para assegurar ao franqueado assistência técnica permanente; Vontade de, quer na negociação, quer durante a vida do contrato, respeitar, sem reservas, a lei, a ética e a transparência nos negócios. O Código Europeu de Deontologia pode ser encontrado em: Mais informação sobre a Certificação de Qualidade em Franchising pode ser encontrada em:

8 8 sexta-feira, 17 Julho de 2009 franchising e empreendedorismo Opção pelo franchising reduz necessidade de recorrer ao crédito bancário A presente conjuntura afigura-se propícia à aposta numa estratégia de franchisação dos negócios. Segundo Paulo Loureiro, consultor de negócios da Tormo & Asociados Portugal, o empresário pode encontrar no franchising uma boa opção para expandir e fazer crescer o seu negócio de uma forma mais económica e sustentada. Da parte do investidor, é certamente uma boa altura para apostar na criação do seu próprio emprego, combatendo uma situação de desemprego existente ou iminente, refere Paulo Loureiro à VE. Não obstante, ainda se regista algum desconhecimento dos empresários portugueses face ao franchising. No entanto, há cada vez mais pessoas a apostarem neste modelo de negócio e a prova pode ser encontrada na cada vez maior quantidade de marcas de origem portuguesa a operarem no sector, algumas já com forte projecção internacional. As actuais dificuldades de financiamento das empresas podem também levar à tomada de decisão da franchisação de um negócio. Segundo aquele consultor, as dificuldades de financiamento são actualmente transversais a todos os sectores de actividade e não são de todo um problema exclusivo do franchising. A opção pelo franchising pode até evitar ou reduzir a necessidade de recorrer ao crédito bancário uma vez que a expansão deste modelo de negócio assenta em grande parte no capital que cada novo aderente à rede deve pagar pelos respectivos direitos de entrada e royalties. Por outro lado, considera, o franchising é um modelo de negócio que se adapta a todos os perfis e tipologias de empresas. Além disso, é uma alternativa de crescimento mais rápido, mais económica e operacionalmente mais simples. A verdade é que a opção pelo crescimento em franchising é uma alternativa que permite ao empresário ter um absoluto controlo sobre o seu produto no mercado, aumentando a sua rede de distribuição, sem necessidade de realização de grandes investimentos em capital ou em recursos humanos, conclui. No entanto, antes de tomar esse passo, a empresa deve desde logo definir o seu plano estratégico. Isto significa que a marca deverá ter já estabelecida uma estratégia e um plano de acção perfeitamente estruturado. Além disso, deverá possuir as bases documentais que dão forma à estratégia desenhada. Esta documentação assume três formas informativas (dar a conhecer o modelo de negócio e o produto/serviço), jurídicas (contratos) e operativas (manuais de operação). É nesse sentido que a Tormo & Asociados realiza regularmente seminários intitulados «Como franchisar o seu negócio», que visam divulgar este modelo de negócio junto do mercado português. Durante duas horas e meia, os participantes podem assistir à palestra ministrada por Rui Frade, consultor da Tormo & Asociados, empreendedor com vasta experiência no sector do franchising e professor do MBA em Franchising da Universidade Autónoma de Lisboa nas áreas de Franchising, Marketing Relacional e Marketing de Serviços. Aposta na rentabilidade a curto prazo marc barros As mudanças verificadas ao nível do franchising a nível internacional implicam a adaptação deste sistema de negócio aos novos tempos. Segundo Eduardo Tormo, director-geral da Tormo & Asociados, é essencial que as centrais de franquias apostem no lançamento de negócios que ofereçam rentabilidade a curto prazo, ao mesmo tempo que apostem no desenvolvimento da figura do multifranchisado. Falando no decurso do Franchise Fórum, que decorreu em Madrid, Eduardo Tormo alertou ainda para a obrigação de pensar na estratégia de internacionalização dos grupos e marcas de franchising e na maior consciência da responsabilidade social e ambiental por parte das empresas. Durante o encontro, Leopoldo Abadía, autor do best seller A Crise Ninja e Outros Mistérios da Economia Actual, deixou como principais conselhos para o sector do franchising a manutenção do optimismo, a prudência (mas nunca a cobardia) e a indiferença em relação a tudo o que sejam questões supérfluas para o negócio. Franchising: a atitude de inovar e criar valor Pedro Santos Administrador Grupo Onebiz O franchising tem implícita a atitude permanente de criação de valor e inovação. Num negócio tradicional, não integrado numa rede de franchising, os meios necessários para a inovação e promoção são reduzidos, pois são proporcionais à dimensão do negócio subjacente. Numa rede de franchising justificam-se investimentos em tecnologia integrada, sites muito elaborados, campanhas de promoção e publicidade, pois a escala da rede permite rentabilizar esses investimentos e torná-los exequíveis. Este é dos primeiros aspectos chave na criação de valor no franchising: a sua escala e dimensão nacional ou internacional, enquanto marca e rede. A inovação na marca, formatação de novos produtos e serviços, novas formas de fazer o negócio e a publicidade diferenciadora, é largamente potenciada pelo knowhow e conhecimento que circula numa rede, ao invés de um negócio independente que está isolado. Aqui o chavão orgulhosamente só não funciona, pois limita o conhecimento e a inovação. A troca de experiências e conhecimento é uma das maias-valias de estar em rede, tendo o franchisador a obrigação de fazer o filtro das ideias e novas práticas, aplicando as alterações e inovações que melhor resultado e experiência têm na sua rede. Desta forma, uma rede de franchising tem essa mais-valia: conhecimento que é partilhado, que evolui e que permite estar sempre à frente dos negócios individuais, que não têm essa massa crítica humana de rede que partilha e desenvolve know-how. A percepção do valor obtido pelo cliente final, ou, por outras palavras, a proposta de valor oferecido pela marca, é um aspecto indispensável no sucesso duma unidade franchisada. O cliente deve percepcionar o valor da marca, nos produtos ou serviços que adquire. No caso dos serviços, a proposta de valor que o cliente percepciona é decisiva na contratação dos serviços da marca, ou seja, a marca deve proporcionar a esse cliente a confiança de que ele necessita para decidir favoravelmente pela marca, em detrimento da concorrência. Essa confiança advém da notoriedade da marca, qualidade dos serviços prestados, especialização, rede nacional e internacional, experiência da marca, maisvalias pela dimensão da rede, etc. A marca tem que criar valor também para os seus colaboradores e para a sociedade em que está inserida. Colaboradores motivados, que se sentem bem e orgulhosos na empresa, que comungam e partilham os valores da marca, passam para o cliente essa energia positiva e favorecem o sucesso da marca. Hoje em dia, não chega ter uma empresa de cujos produtos ou serviços o mercado gosta. As empresas de hoje, têm que ser reconhecidas também pela responsabilidade social. A forma de interagir com a comunidade e de a servir é também uma forma de criar valor, inovando e diferenciando da concorrência, sobretudo das marcas não organizadas em rede, que não têm escala para dar visibilidade a essas acções de responsabilidade social. Indissociável da marca de franchising está o franchisado. Não chega a marca para vender, é necessário que o franchisado tenha a atitude certa. O franchisado deve ser um gestor de o seu negócio, um relações públicas por excelência, focado em objectivos e resultados e um verdadeiro líder dos colaboradores que o apoiam. A probabilidade do negócio ser um rápido sucesso depende em grande parte dessas características do franchisado. A atitude positiva e de missão de servir os clientes é fundamental. Por outro lado, o franchisador tem no desenvolvimento e inovação da rede um papel catalisador e decisivo. Este tem o poder e a obrigação de tomar as decisões, devendo, no entanto, ouvir os seus franchisados e obter a sua contribuição no desenvolvimento da marca. As marcas de franchising são, na sua maioria, o espelho do seu franchisador, sendo necessário que este tenha na sua equipa profissionais competentes, focados na investigação, desenvolvimento, tecnologia e inovação na marca.

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