Presidente : Des. Rafael Godeiro Vice-Presidente: Des. Amaury Moura Corregedor: Des. João Rebouças Ouvidor Geral: Desª. Judite Nunes Diretor da

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1 Presidente : Des. Rafael Godeiro Vice-Presidente: Des. Amaury Moura Corregedor: Des. João Rebouças Ouvidor Geral: Desª. Judite Nunes Diretor da Escola De Magistratura: Des. Osvaldo Cruz Conselho de Magistratura: Desembargadores - Rafael Godeiro, Amaury Moura, João Rebouças, Aderson Silvino e Saraiva Sobrinho Primeira Câmara Cível: Desembargadores - Amílcar Maia, Expedito Ferreira e Dilermando Mota Segunda Câmara Cível: Desembargadores - Aderson Silvino, Osvaldo Cruz e Cláudio Santos Terceira Câmara Cível: Desembargadores - Amaury Moura, Saraiva Sobrinho e Vivaldo Pinheiro Câmara Criminal: Desembargadores - Caio Alencar, Judite Nunes, Virgílio Fernandes e Maria Zeneide Procurador de Justiça: Doutor Manoel Onofre de Souza Neto

2 Presidência AVISO Nos termos do art. 542 do Código de Processo Civil, encontra(m)-se à disposição do(s) RECORRIDO(S), na Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça, pelo prazo de 15 (quinze) dias, para apresentar(em) as contra-razões, querendo, o(s) seguinte(s) processo(s): RECURSO EXTRAORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA COM LIMINAR Nº / Recorrente : Estado do Rio Grande do Norte Procurador : Dr. Ricardo George Furtado de Mendonça e Menezes (1665/RN) Recorrido : Ribamara Fransceloiza de Oliveira Leite Medeiros Advogado : Dr. Maria Carolina Lopes Torres Fernandes (7944/RN) RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO CÍVEL Nº / Recorrente : Estado do Rio Grande do Norte e outro Procurador : Dr. Ricardo George Furtado de Mendonça e Menezes (1665/RN) Recorrido : Dione Moreira Advogado : Dr. Luzinaldo Alves de Oliveira (1834/RN) RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO CÍVEL Nº / Recorrente : Ministério Público Recorrido : Carlos Adel Teixeira de Souza Advogados : Drs. Felipe Augusto Cortez Meira de Medeiros (3640/RN) e outros Recorrido : Maurílio Pinto de Medeiros Advogados : Drs. Cleto de Freitas Barreto (1077/RN) e outros RECURSO ESPECIAL EM APELAÇÃO CÍVEL Nº / Recorrente : Massa Falida de Viação Aérea de São Paulo S.A. Advogados : Drs. Dalmo Ribeiro do Vale Filho (206921/SP) e outros Recorrido : Estado do Rio Grande do Norte Procuradora : Dra. Magna Letícia de Azevedo Lopes Câmara (1727/RN) Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, em Natal, 14 de janeiro de SAMARONE FERREIRA DE SOUZA E SILVA Secretário Judiciário Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 2

3 Departamento - Documentação Judiciária / Secretaria - Judiciária SECRETARIA JUDICIÁRIA De acordo com o Art. 506, III, do CPC, e Art. 171, 1º do Regimento Interno desta Corte, e ainda em conformidade com o Art. 4º, 3º e 4º da lei nº /2006 faço disponibilizar as Conclusões dos Acórdãos lidos e aprovados em Sessões Ordinárias e/ou Extraordinárias do Egrégio Tribunal de Justiça: *HABEAS CORPUS COM LIMINAR N ORIGEM: VARA CRIMINAL DA COMARCA DE CEARÁ MIRIM/RN. Impetrante: Jorge Geraldo de Souza. Paciente: Bruno Alves de Mendonça. Aut. Coatora: Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Ceará-Mirim. Relator: Desembargador Virgílio Macêdo Jr. EMENTA: PROCESSO PENAL. HABEAS CORPUS. CRIME DE ROUBO. CUSTÓDIA PREVENTIVA. PEDIDO DE CONCESSÃO DA ORDEM LIBERATÓRIA FUNDAMENTADO NA ALEGAÇÃO DE EXCESSO DE PRAZO PARA O ENCERRAMENTO DA INSTRUÇÃO CRIMINAL. ANDAMENTO RAZOÁVEL DO PROCESSO. PROCESSO COM MAIS DE UM RÉU. INTERNAÇÃO HOSPITALAR DO PACIENTE PARA TRATAMENTO DE SAÚDE. PRORROGAÇÃO DA CONCLUSÃO DA INSTRUÇÃO CRIMINAL. PRINCÍPIO DA RAZOABILIDADE. CONSTRANGIMENTO ILEGAL NÃO CONFIGURADO. ORDEM DENEGADA. CONCLUSÃO: DECIDEM os Desembargadores da Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, por unanimidade de votos, em consonância com o parecer do Décimo Quarto Procurador de Justiça, Dr. Humberto Pires da Cunha, conhecer e denegar a ordem pleiteada, nos termos do voto do Relator. *Disponibilizado novamente por incorreção. Departamento de Documentação Judiciária da Secretaria do Tribunal de Justiça, em Natal, 14 de janeiro de Wânia Teixeira Barbosa Diretora Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 3

4 Departamento - Documentação Judiciária / Secretaria - Judiciária SECRETARIA JUDICIÁRIA De acordo com o Art. 506, III, do CPC, e Art. 171, 1º do Regimento Interno desta Corte, e ainda em conformidade com o Art. 4º, 3º e 4º da lei nº /2006 faço disponibilizar as Conclusões dos Acórdãos lidos e aprovados em Sessões Ordinárias e/ou Extraordinárias do Egrégio Tribunal de Justiça: APELAÇÃO CRIMINAL Nº ORIGEM: VARA CRIMINAL DE CURRAIS NOVOS/RN Apelante: Francisco Moreira Soares. Advogada: Ednilda Jandira Costa. Apelado: A Justiça. Relator: Henrique Baltazar (Juiz Convocado). EMENTA: PENAL E PROCESSUAL PENAL. APELAÇÃO CRIMINAL. TRÁFICO DE DROGAS (ART. 33 DA LEI Nº /06). ABSOLVIÇÃO POR INSUFICIÊNCIA DE PROVAS. AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADA PELO COTEJO PROBATÓRIO. IMPOSSIBILIDADE. REDUÇÃO DA PENA. VALORAÇÃO EQUIVOCADA DE CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS. INCIDÊNCIA DE CAUSA ESPECIAL DE DIMINUIÇÃO DA PENA PREVISTA NO ART. 33, 4º, DA LEI /2006 DE OFÍCIO. NATUREZA DA DROGA RECLAMA MAIOR REPRESSÃO. APLICAÇÃO DE TERMO MÉDIO. REFORMA QUE SE IMPÕE. RECURSO CONHECIDO E PARCIALMENTE PROVIDO. 1. Não há que se falar em insuficiência de provas se a autoria e materialidade do delito restam sobejamente demonstradas pelo lastro probatório colacionado aos autos. 2. Existindo análise equivocada de circunstâncias judiciais, impõe-se a redução da pena imposta. 3. Uma vez preenchidos os requisitos do art. 33, 4º, da Lei nº 11343/06, mas observada a natureza e quantidade da droga apreendida, com elevado grau de nocividade e poder tóxico, faz jus o apelante à redução da pena no percentual de apenas 1/4 (um quarto). 4. Apelo que deve ser conhecido e parcialmente provido. CONCLUSÃO: ACORDAM os Desembargadores que integram a Câmara Criminal deste Egrégio Tribunal de Justiça, em Turma, à unanimidade de votos, em consonância com parecer de Dr. Anísio Marinho Neto, Primeiro Procurador de Justiça Criminal em substituição à Quinta Procuradora de Justiça, rejeitar a preliminar de intempestividade, suscitada pelo Ministério Público. No mérito, pela mesma votação, em consonância parcial com o Parquet de Segundo Grau, conhecer do recurso e dar parcial provimento ao apelo interposto por Francisco Moreira Soares, nos moldes do voto do Relator, que fica fazendo parte integrante deste acórdão. Departamento de Documentação Judiciária da Secretaria do Tribunal de Justiça, em Natal, 14 de janeiro de Wânia Teixeira Barbosa Diretora Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 4

5 Departamento - Documentação Judiciária / Secretaria - Judiciária SECRETARIA JUDICIÁRIA De acordo com o Art. 506, III, do CPC, e Art. 171, 1º do Regimento Interno desta Corte, e ainda em conformidade com o Art. 4º, 3º e 4º da lei nº /2006 faço disponibilizar as Conclusões dos Acórdãos lidos e aprovados em Sessões Ordinárias e/ou Extraordinárias do Egrégio Tribunal de Justiça: RECURSO EM SENTIDO ESTRITO Nº NATAL Recorrente: Ministério Público. Recorrido: Jerônimo Francisco da Purificação. Advogadas: Nelisse de Freitas Josino Vasconcelos. Relatora: Desembargadora Judite Nunes. EMENTA: CONSTITUCIONAL E PROCESSUAL PENAL. CONCESSÃO DE LIBERDADE PROVISÓRIA A ACUSADO DE TRÁFICO DE DROGAS. IMPOSSIBILIDADE DIANTE DO DISPOSTO NOS ARTIGOS 5º, INCISO XLIII, DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL E 44 DA LEI Nº /06 (PRECEDENTES JURISPRUDENCIAIS). PROVIMENTO DO RECURSO MINISTERIAL. 01. No caso dos autos, a prisão aconteceu em circunstâncias indicativas de tráfico, existindo vedação à concessão da liberdade provisória, norma não declarada inconstitucional. 02. As recentes decisões do Supremo Tribunal Federal não afastaram a possibilidade da prisão preventiva, também de ordem constitucional. CONCLUSÃO: ACORDAM os Desembargadores que compõem a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, à unanimidade, em consonância com o parecer ministerial, dar provimento ao recurso para revogar a decisão vergastada e, restaurando os efeitos do flagrante, determinar a expedição de mandado de prisão em desfavor de Jerônimo Francisco da Purificação, nos termos do voto da relatora. Departamento de Documentação Judiciária da Secretaria do Tribunal de Justiça, em Natal, 14 de janeiro de Wânia Teixeira Barbosa Diretora Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 5

6 Tribunal Pleno - Tribunal Pleno AVISO Nos termos do despacho de fl. 23, intimo o impetrante Wesley Breno de Araújo, através de seu advogado, Dr. Floriano Pigozzo - OAB 5521B/RN, para providenciar o recolhimento das custas processuais e do FRMP, sob pena de extinção do feito sem exame do mérito: Mandado de Segurança Com Liminar Nº Tribunal de Justiça Impetrante: Wesley Breno de Araújo (Advogado: Floriano Pigozzo - OAB 5521B/RN) Impetrado: Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de São Paulo do Potengi. Ente Público: Estado do Rio Grande do Norte Relator: Des. Aderson Silvino Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, em Natal, 14 de janeiro de SAMARONE FERREIRA DE SOUZA E SILVA Secretário Judiciário Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 6

7 Tribunal Pleno - Tribunal Pleno AVISO Nos termos do despacho de fl. 91, INTIMO o Dr. Irismar Damasceno de Paula, OAB/RN 4833, para que, no prazo de 05 (cinco) dias, informe se, após as intimações do Secretário de Tributação do Estado do Rio Grande do Norte e da Fazenda Pública Estadual, persiste o descumprimento do acórdão proferidos nos autos em epígrafe: Embargos de Declaração Em Mandado de Segurança Com Liminar Nº / Tribunal de Justiça Embargante: Secretário de Tributação do Estado do Rio Grande do Norte (Procuradora Maricéu Marinho de Oliveira OAB/RN 986). Embargado: Comercial Praias Belas Ltda (Advogado: Irismar Damasceno de Paula OAB/RN 4833) Relatora: Desª. Maria Zeneide Bezerra Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, em Natal, 14 de janeiro de SAMARONE FERREIRA DE SOUZA E SILVA Secretário Judiciário Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 7

8 Câmara Cível - 2a Câmara Cível PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA JUDICIÁRIA Praça 07 de setembro, s/n 1º Andar Centro Natal/RN CEP: Fones: (84) Fax: (84) EDITAL DE INTIMAÇÃO (Prazo: 20 dias) O Excelentíssimo Senhor Desembargador Aderson Silvino, membro do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, na forma da lei etc. FAZ SABER, a quantos o presente EDITAL virem, ou dele conhecimento tiverem, que, perante o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte se processa um Agravo de Instrumento Com Suspensividade nº , em que é Agravante Estado do Rio Grande do Norte e Agravados Comercial M. M. Ltda e outros, encontrando-se o Sr. FRANCISCO LOBATO DE MOURA, atualmente em lugar incerto e não sabido, vem pelo presente intimá-lo, para que, no prazo de 20 (vinte) dias, querendo, apresentar as contrarrazões do recurso, facultando-lhe juntar copia das peças que entender convenientes. Dado e passado na Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, aos dezesseis de dezembro de dois mil dez (16/12/2010). Eu, Secretário Judiciário digitei e conferi, e vai assinado pelo Excelentíssimo Senhor Desembargador Relator. Desembargador Aderson Silvino Relator Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 8

9 Câmara Cível - 2a Câmara Cível PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA JUDICIÁRIA Praça 07 de setembro, s/n 1º Andar Centro Natal/RN CEP: Fones: (84) Fax: (84) EDITAL DE INTIMAÇÃO (Prazo: 20 dias) O Excelentíssimo Senhor Desembargador Aderson Silvino, membro do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, na forma da lei etc. FAZ SABER, a quantos o presente EDITAL virem, ou dele conhecimento tiverem, que, perante o Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte se processa um Agravo de Instrumento Com Suspensividade nº , em que é Agravante Estado do Rio Grande do Norte e Agravados Comercial M. M. Ltda e outros, encontrando-se o Sr. MANOEL LOBATO DE MOURA, atualmente em lugar incerto e não sabido, vem pelo presente intimá-lo, para que, no prazo de 20 (vinte) dias, querendo, apresentar as contrarrazões do recurso, facultando-lhe juntar cópia das peças que entender convenientes. Dado e passado na Secretaria Judiciária do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Norte, aos dezesseis de dezembro de dois mil dez (16/12/2010). Eu, Secretário Judiciário digitei e conferi, e vai assinado pelo Excelentíssimo Senhor Desembargador Relator. Desembargador Aderson Silvino Relator Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 9

10 Gab. Desembargador - Amilcar Maia Agravo de Instrumento Com Suspensividade n Origem: Vara Única da Comarca de Jucurutu/RN. Agravante : COSERN - Companhia Energética do Estado do Rio Grande do Norte Advogados : Drs. José Rossiter Araújo Braulino (2222/RN) e outros Agravado : Município de Jucurutu Procuradores : Drs. Carlos Gilberto Dias Júnior (987B/PE) e outros Relator:Desembargador Amílcar Maia DECISÃO A Companhia Energética do Estado do Rio Grande do Norte COSERN, pessoa jurídica de direito privado, qualificada nos autos, por seus advogados devidamente habilitados, interpôs agravo de instrumento, com pedido de suspensividade, contra decisão do Juízo de Direito da 16ª Vara Cível da Comarca de Natal que, nos autos da Ação Ordinária registrada sob o n , deferiu tutela antecipada para suspender a cobrança das contribuições sociais do PIS e da COFINS na fatura de consumo de energia elétrica do agravado, sob pena de aplicação de multa diária no valor de R$ 1.000,00 (um mil reais), em caso de descumprimento. A agravante aduziu, em síntese, que: a) a decisão agravada tem por fundamento básico o argumento de que a COSERN estaria agindo ilegalmente ao transformar o consumidor em contribuinte do PIS/PASEP e da COFINS, além de modificar o fato gerador das contribuições, de faturamento da empresa, para o serviço de distribuição de energia elétrica; b) tal argumento é equivocado, pois a forma de cobrança das despesas referentes às questionadas contribuições, além de ter amparo no art. 9º, 3º, da Lei nº 8.987/1995, também é determinada pela Agência Nacional de Energia Elétrica, nos termos da Resolução ANEEL nº 103/2005, com embasamento na Nota Técnica nº 115/2005- SFF/SER/ANEEL; c) com a edição da Lei nº 9.718/1998, as bases de cálculo do PIS/PASEP e da COFINS foram ampliadas, de modo a contemplar, a partir de 1999, não somente a receita bruta de vendas e da prestação de serviços, como também todas as demais receitas auferidas pela pessoa jurídica, independente de sua classificação contábil; d) a modificação na forma de repasse econômico do PIS/PASEP e da COFINS teve como objetivo preservar o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão, rompido pela majoração das alíquotas e pela alteração do seu sistema de apuração, que desde dezembro de 2002 deixou de ser cumulativo, passando a ser não-cumulativo, conforme os termos das Leis nº /2002 e /2003, respectivamente; e) a concessionária nada mais faz do que repassar para o usuário o ônus econômico por ela suportado na qualidade de contribuinte do PIS/PASEP e da COFINS, através da modalidade de repasse do tributo pelo mecanismo fixado na Resolução ANEEL nº 103/2005, como mero destaque na conta de energia elétrica com o fim de informar o valor referente ao custo das contribuições em destaque, rateada proporcionalmente entre todos os consumidores; f) não há repasse jurídico da obrigação tributária, mas apenas do valor econômico efetivamente suportado pela concessionária, valor este que compõe o custo de distribuição de energia elétrica; g) inexiste acréscimo indevido nas faturas de consumo de energia elétrica, na medida em que o PIS/PASEP e a COFINS sempre integraram parte da parcela de custos tributários repassados ao consumidor; h) se a proposta aceita pelo Poder Concedente abrangia o custo suportado pela concessionária a título de PIS/PASEP e COFINS, não pode, agora, ser revista essa parcela da remuneração da empresa sob pena de malferir o ato jurídico perfeito, nos termos do art. 5º, XXXVI, da CF, c/c art. 6º, 1º, da Lei de Introdução ao Código Civil, além de possível configuração de confisco, o que é vedado pelo art. 150, IV, da CF; i) o Recurso Especial nº /RS, tomado como paradigma, referente aos serviços de telecomunicações, não deve ser aplicado ao caso das concessionárias de energia elétrica; j) em decisão monocrática, exarada em 1º de junho de 2010, no Agravo Regimental no Recurso Especial nº /RS, o Ministro Herman Benjamin, reconsiderando sua decisão, reconheceu a inexistência de precedentes no STJ quanto ao repasse do PIS/PASEP e da COFINS no serviço de fornecimento de energia elétrica; k) no dia 25/08/2010, a Primeira Seção do STJ, julgando o REsp. nº /RS (recurso paradigma), firmou entendimento sobre a possibilidade do repasse econômico do PIS e da COFINS nas contas de telefonia; l) a metodologia de cobrança já perdura há mais de quatro (04) anos, conforme determinação da ANEEL, levando a certeza de que não há qualquer dano irreparável em se manter a questionada cobrança para o agravado. Nesse contexto, citando precedentes do STJ, desta Corte de Justiça e de demais Tribunais pátrios, ressaltando, ainda, a relevância de sua fundamentação, disse restar configurado o periculum in mora inverso, pois a insustentável abstenção de repasse econômico do encargo dos tributos por sí suportados poderá lhe trazer conseqüências irreparáveis. Ao final, em sede liminar, requereu a atribuição de efeito suspensivo ao presente recurso, pugnando, no mérito, pela reforma da decisão agravada em razão da inexistência dos requisitos autorizadores da tutela antecipada. Juntou os documentos de fls. 46/590. Liminar deferida às fls. 593/598, conferindo efeito suspensivo à decisão agravada. Contrarrazões pelo agravado por fax (fls. 604/613), com a juntada dos originais às fls. 625/634, pugnando pelo não conhecimento do agravo em razão da intempestividade e, no mérito, pelo improvimento do recurso, mantendo-se a decisão agravada em todos os seus termos. Instada a se manifestar, a 19ª Procuradoria de Justiça, em parecer de fls. 617/623, opinou pelo conhecimento e provimento do recurso. É o breve relato. Decido. Em primeiro lugar, julgo não merecer maiores considerações o argumento trazido pelo agravado de intempestividade do agravo de instrumento, uma vez que, no presente caso, conforme se verifica na certidão de intimação de fls. 46/47, a publicação da decisão agravada serviu de intimação da decisão agravada apenas para os advogados do Município de Jucurutu, já que a tutela concedida foi inaudita altera pars, tendo a intimação da Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 10

11 Gab. Desembargador - Amilcar Maia parte demandada, ora agravante, ocorrido através de Ofício expedido, o qual foi juntado aos autos no dia 03 de setembro de Não há que se falar, portanto, em intempestividade do recurso, uma vez que protocolado no dia 15 de setembro de 2010, último dia do prazo para a sua interposição. Assim, conheço do presente recurso, ante a constatação dos seus requisitos de admissibilidade genéricos e específicos. A discussão travada na lide diz respeito à legalidade da prática adotada pelas concessionárias do serviço público de energia elétrica que repassam ao consumidor o ônus financeiro da contribuição social do PIS e da COFINS, na conta mensal de luz. Compulsando os autos, verifico ser aplicável ao presente caso o comando inserto no art. 557, 1º-A, do CPC, pois a decisão recorrida encontra-se em confronto com a jurisprudência dominante do Superior Tribunal de Justiça. Em que pese a existência de entendimento contrário em que, baseado na jurisprudência relativa aos serviços de telefonia, se admite a ilegitimidade da inclusão dos valores relativos ao PIS e à COFINS nas faturas de energia elétrica, entendo que tal analogia não tem mais razão de ser, pois o STJ já se pronunciou expressamente acerca do tema. Primeiramente, nos autos do AgRg no REsp nº , o Ministro Hermann Benjamim, que havia entendido anteriormente pela suspensão dos referidos tributos, decidiu, porém, reconsiderar sua decisão e encaminhar a questão para o plenário do tribunal. Senão vejamos o inteiro teor da decisão: "Trata-se de Agravo Regimental interposto contra decisão em que afastei o repasse do PIS/COFINS ao consumidor do serviço de fornecimento de energia elétrica. Apliquei a jurisprudência do STJ relativa à telefonia. O pleito da agravante tem fundamento. De fato, o Recurso Especial foi interposto exclusivamente pela alínea "c" do dispositivo constitucional e a empresa, ao impugnar a decisão, afirma que há peculiaridades que afastam a similitude fático-jurídica. Ademais, não há, efetivamente, precedentes específicos quanto ao serviço de fornecimento de energia elétrica. Considerando a relevância da demanda, tanto em seu aspecto jurídico quanto econômico e social, é recomendável sua apreciação pelo colegiado originariamente, possibilitando eventuais sustentações orais. Diante do exposto, reconsidero a decisão agravada para torná-la sem efeito, para que o Recurso Especial seja oportunamente pautado." (decisão publicada no DJe de 29/06/2010) Em seguida, a Egrégia Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça, acompanhando o voto do Eminente Relator do Recurso Especial n.º RS, Ministro Teori Albino Zavascki, em julgamento realizado no dia 22 de setembro próximo passado, sob o regime do artigo 543-C, do CPC, decidiu, à unanimidade, negar provimento ao recurso, considerando legítimo o repasse do PIS e da COFINS às tarifas de energia elétrica a serem pagas pelos consumidores, cujo voto restou assim ementado: "ADMINISTRATIVO. SERVIÇO PÚBLICO CONCEDIDO. ENERGIA ELÉTRICA. TARIFA. REPASSE DAS CONTRIBUIÇÕES DO PIS E DA COFINS. LEGITIMIDADE. 1. É legítimo o repasse às tarifas de energia elétrica do valor correspondente ao pagamento da Contribuição de Integração Social - PIS e da Contribuição para financiamento da Seguridade Social - COFINS devido pela concessionária. 2. Recurso Especial improvido. Acórdão sujeito ao regime do art. 543-C do CPC e da Resolução STJ 08/08." (Julgado em 22/09/2010; Publicado no DJe de 27/09/2010) Convém ressaltar que o recente posicionamento adotado pelo Superior Tribunal de Justiça acima transcrito se coaduna com o entendimento que já havia sido adotado pela 1.º Câmara Cível deste Tribunal, quando firmou jurisprudência ao julgar, à unanimidade, agravo de instrumento de minha relatoria que versava sobre matéria idêntica a aqui tratada. Vejamos: "EMENTA: TRIBUTÁRIO. AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DECLARATÓRIA. SERVIÇO DE ENERGIA ELÉTRICA. PIS E COFINS. INCIDÊNCIA. POSSIBILIDADE. CONTRIBUIÇÕES SOCIAIS QUE INTEGRAM O PREÇO DA ATIVIDADE E SÃO TRANSFERIDAS AO CONSUMIDOR PELO MECANISMO DE MERCADO. AUSÊNCIA DE INCONSTITUCIONALIDADE E ILEGALIDADE. CONHECIMENTO E PROVIMENTO DA PRETENSÃO RECURSAL. - A cobrança em apartado do PIS e da COFINS lastreia-se na Nota Técnica nº 115/2005 da Agência Reguladora do Setor Elétrico no Brasil (ANEEL). - Existem dispositivos legais indicando a possibilidade de repasse dos citados tributos ao preço cobrado do consumidor das concessionárias de energia elétrica (artigo 65, 5º, da Lei Federal nº 8.666/1993 e artigo 9º, 3º, da Lei Federal nº 8.987/1995). - A sistemática de composição das tarifas, e, por conseguinte, da cobrança das contribuições de PIS e COFINS efetuada por concessionária de serviços de telecomunicações é diversa daquela existente para as concessionárias de energia elétrica, sem mencionar que os serviços de telefonia submetem-se à tributação do PIS e da COFINS sob o regime cumulativo (artigo 10, inciso VIII, da Lei Federal nº /2003), ao contrário do que ocorre no setor elétrico. - Presença de verossimilhança das alegações deduzidas nas razões recursais, ante a previsão legal do repasse do custo das contribuições nas faturas mensais, e de perigo de dano irreparável ou de difícil reparação, em razão da possibilidade de o provimento ser efetivo ao final da lide." (TJRN, Agravo de Instrumento n.º ; Relator: Desembargador Amílcar Maia; 1.ª Câmara Cível; julgado em 09/09/2010) Ante o exposto, com esteio nos fundamentos supra, conheço e dou provimento ao recurso de agravo de instrumento para, na forma do art. 557, 1º-A, do CPC, revogar a decisão recorrida que deferiu a tutela antecipada em favor da parte agravada, uma vez que em confronto com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça firmada sob o regime do recurso repetitivo. Oficie-se ao Juiz a quo, dando-lhe conhecimento do inteiro teor desta decisão. Publique-se. Intimem-se Natal, 13 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 11

12 Gab. Desembargador - Amilcar Maia Apelação Cível n Origem: 4ª Vara Cível da Comarca de Mossoró/RN. Apelante : Banco Itaú S.A. Advogadas : Drs. Teresa Pitta Fabricio (679A/RN) e outros Apelados : Francisco Carlos de Carvalho e outros Relator:Desembargador Amílcar Maia DECISÃO Trata-se de Apelação Cível interposta pelo BANCO ITAÚ S.A. contra a sentença proferida pelo Juiz da 4ª Vara Cível de Mossoró que, nos autos da ação monitória, extinguiu o feito, sem resolução do mérito, com base no art. 267, III, do CPC. Alegou, em suma, que: a) o advogado habilitado à época no processo (Dr. José Rego Júnior) não foi intimado da determinação do Juízo para manifestação no feito em 48h, sob pena extinção; b) tal intimação se efetivou junto à sua agência em Mossoró, através de Israel Eleutério de Souza; c) a intimação recebida pelo Sr. Israel é ineficaz pois o mesmo não tinha legitimidade para recebê-la, ensejando, portanto, a nulidade da sentença por ofensa aos princípios do devido processo legal e da publicidade. Pugnou, ao final, pelo conhecimento e provimento do recurso, para o fim de decretar a nulidade da sentença recorrida, "determinando a expedição de nova intimação ao exeqüente, na Av. Dom Luis, n.º 880, Ed Top Center, 12ª andar, Aldeota, cep: , Fortaleza-CE, dandolhe oportunidade para manifestar interesse no prosseguimento do feito, requerendo o que lhe for conveniente". A 7ª Procuradoria de Justiça manifestou desinteresse no feito (fls. 146/148). É que basta relatar. Decido. Compulsando os autos, verifico que o apelo não merece seguimento, nos moldes do art. 557, caput, do CPC. Com efeito, é cediço que, em consonância com o posicionamento perfilhado pelo STJ, a intimação pessoal da parte autora a que se refere o art. 267, 1º do CPC é satisfeita sempre que restar evidenciado que esta atingiu o desiderato de cientificar a parte do conteúdo decisório, o que reputo ser a hipótese dos autos, conforme o teor da certidão de fl. 101 (verso). Nesse sentido trago à colação os seguintes precedentes do STJ: "PROCESSO CIVIL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. NEGATIVA DE PROVIMENTO. AGRAVO REGIMENTAL. EXECUÇÃO. EMBARGOS DO DEVEDOR. DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL. NÃO COMPROVAÇÃO. ALEGAÇÃO DE OFENSA AO ART. 535 DO CPC. INOCORRÊNCIA. CITAÇÃO E INTIMAÇÃO. PESSOA JURÍDICA. TEORIA DA APARÊNCIA. PRECEDENTES. GRATUIDADE DE JUSTIÇA. PESSOA JURÍDICA. NÃO COMPROVAÇÃO DA HIPOSSUFICIÊNCIA FINANCEIRA. AFERIÇÃO DAS CONDIÇÕES ECONÔMICAS DA EMPRESA. REEXAME DE PROVA. SÚMULA 7/STJ. DESPROVIMENTO. (...) Consoante entendimento já consolidado nesta Corte Superior, adota-se a teoria da aparência, considerando válida a citação de pessoa jurídica, por meio de funcionário que se apresenta a oficial de justiça sem mencionar qualquer ressalva quanto à inexistência de poderes para representação em juízo. (...) - (STJ, AgRg no Ag /RJ, Rel. Ministro JORGE SCARTEZZINI, QUARTA TURMA, julgado em , DJ p. 285) - [Grifei]. "PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. ART. 544 DO CPC. EXECUÇÃO FISCAL. PENHORA. CITAÇÃO. PESSOA JURÍDICA. TEORIA DA APARÊNCIA. APARENTE REPRESENTANTE LEGAL DA EMPRESA. 1. Reputa-se válida a citação da pessoa jurídica por intermédio de quem se apresenta na sede da empresa como seu representante legal e recebe a citação sem ressalva de que não possui poderes para tanto. Precedentes desta Corte: AGA /RJ, Relator Ministro Aldir Passarinho Júnior, 4ª Turma, DJ de 22/04/2003; AERESP /PR, Relator Ministra Eliana Calmon, Corte Especial, DJ de 28/10/2002; RESP /RJ, Relator Ministra Eliana Calmon, 2ª Turma, DJ de 23/09/2002. (...) (STJ, AgRg no Ag /MG, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em , DJ p. 223) - [Grifei]. Assim, in casu, verifico que não houve qualquer irregularidade na efetivação da intimação pessoal do apelante para requerer, em 48h, o que fosse de seu interesse, sob pena de extinção do feito (fl. 100), na medida que tal intimação foi realizada por oficial de justiça no endereço correto do apelante por meio de pessoa que se apresentou como gerente operacional da instituição, sendo, portanto, válida. Ademais, como a intimação objeto da presente discussão era pessoal, ou seja, dirigida à parte (Banco Itaú), não se fazia necessário a intimação do advogado declinado nas razões recursais (Dr. José Rego Júnior), que, inclusive, à época do ato já não era mais advogado do apelante, consoante se observa dos documentos de fls. 70/76. Ante o exposto, nego seguimento ao presente recurso com esteio no art. 557, caput, do CPC, pois em confronto com a jurisprudência dominante do STJ. Transitada em julgado a presente decisão, remetam-se os autos ao juízo de origem com a devida baixa na distribuição. Publique-se. Natal, 12 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator Apelação Cível n.º Origem: 3.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal Aptes./Apdos.: Rubens Garcia da Silva e outros Advogado: Dr. João Paulo dos Santos Melo Apte./Apdo.: Estado do Rio Grande do Norte Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 12

13 Gab. Desembargador - Amilcar Maia Procurador: Dr. Cristiano Feitosa Mendes Relator:Desembargador Amílcar Maia DESPACHO Observo que, no caso, além da apelação interposta por RUBENS GARCIA DA SILVA e OUTROS às fls , há, também, um apelo adesivo da parte do ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE (fls ), o qual não foi contra-arrazoado pelos servidores, pois os autos vieram a esta segunda instância sem que tal providência fosse ordenada. Assim sendo, determino a intimação de RUBENS GARCIA DA SILVA e OUTROS para que, querendo, no prazo de 15 (quinze) dias contra-arrazoem o recurso adesivo interposto pelo ente público. Após, à conclusão. Publique-se. Natal, 13 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator Apelação Cível n Origem :13ª Vara Cível da Comarca de Natal/RN. Apelante : Banco Bradesco Financiamentos S.A Advogados : Drs. Adriano Ramos Silva (4517/RN) e outros Apelado : Alyson Lins de Medeiros Relator :Desembargador Amílcar Maia DECISÃO Trata-se de Apelação Cível interposta pelo BANCO BRADESCO FINANCIAMENTOS S.A contra a sentença proferida pela Juíza da 13ª Vara Cível da Comarca de Natal que, nos autos da ação de busca e apreensão, indeferiu a inicial e julgou extinto o processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 267, I, do CPC, tendo em conta a não efetivação da emenda da inicial. Alegou, em síntese, que: a) deixou de cumprir o despacho que determinou a emenda da exordial não por inércia, mas sim "pelo fato de ser humanamente impossível providenciar toda uma documentação e ainda, interpelar pessoalmente a ré"; b) o prazo do art. 284 do CPC pode ser prorrogado pelo magistrado, principalmente em situações que se constate ser altamente trabalhoso o cumprimento da determinação judicial. Requereu, ao final, a reforma do decisum guerreado. A 10ª Procuradoria de Justiça manifestou desinteresse no feito (fl.42). É o que basta relatar. Decido. Compulsando os autos, verifico que o apelo não merece seguimento, nos moldes do art. 557, caput, do CPC. Com efeito, é cediço que não cumprida a determinação de emenda da inicial por inércia do autor, o único caminho será o indeferimento da inicial, nos termos do art. 284, parágrafo único, do CPC, com a consequente extinção do feito consoante o preceituado no art. 267, I, do CPC. Assim, no presente caso, é irrepreensível o procedimento do magistrado sentenciante ao indeferir a exordial, tendo em conta que o apelante quedou-se inerte quanto a determinação de emenda da petição inicial contida no despacho de fl. 20, conforme se observa da certidão de fl. 21. A jurisprudência dominante do STJ corrobora o pensamento acima posto, senão vejamos os seguintes precedentes: "PROCESSUAL CIVIL. PETIÇÃO INICIAL. ABERTURA DE PRAZO PARA SUPRIMENTO DA FALHA. PRINCÍPIOS DA INSTRUMENTALIDADE DAS FORMAS E DA ECONOMIA PROCESSUAL. NÃO REGULARIZAÇÃO. RATIO ESSENDI DO ARTIGO 284 DO CPC. PRECEDENTES JURISPRUDENCIAIS DO STJ. 1. A extinção do processo, sem julgamento do mérito, ante a ausência de documentos essenciais à propositura da ação ou irregularidade na petição inicial, oportunizada a emenda à inicial, não revela violação ao art. 284 do CPC. Precedentes do STJ: REsp /RJ, DJ ; REsp /DF, DJ ; RESP /CE, DJ de ; AGRESP /AL, DJ de ; RESP /SC, DJ de ; RESP /MG, DJ de e RESP /SP, DJ de O Código de Processo Civil, em seus arts. 282 e 283, estabelece diversos requisitos a serem observados pelo autor ao apresentar em juízo sua petição inicial. Caso, mesmo assim, algum desses requisitos não seja preenchido, ou a petição apresente defeito ou irregularidade capaz de dificultar o julgamento do mérito, o CPC permite (art. 284) que o juiz conceda ao autor a possibilidade de emenda da petição - se o vício for sanável, porque, se insanável, enseja o indeferimento prima facie. Não cumprida essa determinação judicial, a petição inicial será indeferida, nos temos do art. 295, VI. do CPC c/c o parágrafo único do 284, o que significa extinção do processo sem julgamento do mérito com fulcro no art. 267, I, do CPC. 3. In casu. não obstante tenha sido intimado para regularizar o feito, o autor não cumpriu da diligência, motivo pelo qual a petição inicial restou indeferida. 4. Recurso especial desprovido". (STJ, REsp /DF, Rel. Ministro LUIZ FUX, PRIMEIRA TURMA, julgado em 04/11/2008, DJe 01/12/2008) - [Grifei]. "AGRAVO REGIMENTAL. EXECUÇÃO. CONFISSÃO DE DÍVIDA. SÚMULA 300/STJ. PROCESSO EXECUTÓRIO NÃO INSTRUÍDO COM O PRIMITIVO CONTRATO. DISCUSSÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS ORIGINÁRIAS. POSSIBILIDADE. SÚMULA N. 286/STJ. EMENDA À PETIÇÃO INICIAL DETERMINADA NO JUÍZO DE PRIMEIRO GRAU. APLICAÇÃO DO ART. 616 DO CPC. INÉRCIA DA PARTE. EXTINÇÃO DO PROCESSO. PRECEDENTES. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO MONOCRÁTICA MANTIDA. (...) 4. O recorrente não cumpriu a determinação, de modo que, quedando-se inerte a parte interessada, correta a extinção do processo. 5. Agravo improvido." (STJ, AgRg no REsp /SC, Rel. Ministro HÉLIO QUAGLIA BARBOSA, QUARTA TURMA, julgado em 13/02/2007, DJ 12/03/2007, p. 253) - [Grifei]. Ademais, convém esclarecer que apesar do prazo para a emenda da inicial, previsto no art. 284 do CPC, ser Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 13

14 Gab. Desembargador - Amilcar Maia considerado dilatório, consoante entendimento do STJ, também é certo que a parte deve, se for o caso, pleitear sua prorrogação antes do seu término, o que não ocorreu na hipótese. Nesse sentido: "PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS À EXECUÇÃO. EMENDA DA INICIAL EXTEMPORÂNEA. DESÍDIA CONFIGURADA. 1. A despeito do entendimento desta Corte no sentido de que o prazo do mencionado dispositivo não é peremptório, mas dilatório, a CEF somente atendeu à determinação do juiz de 1ª instância após decorrido muito tempo do prazo de dez dias concedidos. 2. Configurada a conduta desidiosa da CEF, ao não pleitear a ampliação do prazo, nem apresentar motivos que justificassem a dilação. 3. Recurso especial não provido". (STJ, REsp /RS, Rel. Ministra ELIANA CALMON, SEGUNDA TURMA, julgado em 22/04/2008, DJe 08/05/2008) "PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS À EXECUÇÃO. EMENDA DA INICIAL TARDIA. DESÍDIA CONFIGURADA IN CASU. DESCABIMENTO. INDEFERIMENTO DA INICIAL. 1. Acórdão do TRF da 4ª Região que, em sede de agravo de instrumento contra decisão que rejeitou liminarmente os embargos à execução, entendeu descabida a emenda à inicial ofertada a destempo. Recurso especial que aponta divergência pretoriana na interpretação do art. 284 do CPC, sustentando que o prazo não é peremptório. 2. Não desconheço o entendimento firmado pela Primeira Turma desta Corte, nos autos do REsp n /RS, de minha relatoria, no sentido de que o prazo do mencionado dispositivo não é peremptório, mas dilatório, podendo, portanto, ser reduzido ou ampliado por convenção das partes ou por determinação do juiz, conforme estabelece o art. 181 do CPC. 3. Entretanto, no caso concreto, a CEF tardou por demais no atendimento à determinação do juízo, com a apresentação da emenda à inicial somente depois de decorridos quatro meses do fim do prazo de dez dias fixado pelo juiz, afigurando-se, desse modo, desidiosa a conduta omissiva da empresa pública. 4. Além disso, a empresa pública descurou-se de pleitear o aumento do prazo concedido pelo juiz singular, com a devida apresentação dos motivos que justificariam a sua ampliação. 5. Recurso especial não-provido". (STJ, REsp /RS, Rel. Ministro JOSÉ DELGADO, PRIMEIRA TURMA, julgado em , DJ p. 410) Ante o exposto, nego seguimento ao presente recurso com esteio no art. 557, caput, do CPC, pois em confronto com a jurisprudência dominante do STJ. Transitada em julgado a presente decisão, remetam-se os autos ao juízo de origem com a devida baixa na distribuição. Publique-se. Natal, 12 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator Apelação Cível n Origem: 5.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal Apelantes: IDEMA Instituto de Desenvolvimento Econômico e do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Norte e IPERN Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Rio Grande do Norte Procurador: Dr. Francisco Ivo Cavalcanti Netto Apelado: Valdenor Euclides de Araújo Advogado: Dr. Antônio Luiz Bezerra Lopes Relator: Desembargador Amílcar Maia DECISÃO O IDEMA INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE e o IPERN INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE interpõem recurso de apelação contra decisão do Juízo da 5.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal que, julgando procedente o pedido formulado por VALDENOR EUCLIDES DE ARAÚJO nos autos da ação ordinária registrada sob o n.º , os condenou a implantar no contracheque do apelado a Gratificação de Desempenho de Atividade Econômica (GAEMA) instituída pela Lei Complementar Estadual n.º 328/06, no índice de 25% (vinte e cinco por cento) dos seus proventos de aposentadoria, assim como a pagar a gratificação, de forma retroativa, desde a data da publicação do referido diploma legal, com juros de mora de 0,5% (meio por cento) ao mês e correção monetária conforme a Tabela 1 da Justiça Federal. Às fls , sustentam os apelantes, em síntese, que: a) o art. 8.º, 1.º, da LCE 328/06 é claro ao conceder a GAEMA tão somente aos servidores da ativa, razão porque o apelado não faz jus à sua percepção, mormente porque desde o advento da EC n.º 41/03 "restaram desvinculados os benefícios previdenciários dos vencimentos dos servidores da ativa" (fl. 95); b) a sentença afrontou ao princípio da legalidade, sem mencionar que a súmula 339 do STF expressa que o Poder Judiciário não tem função legislativa e não pode conceder aumento a título de tratamento isonômico; c) a pretensão do recorrido "ainda encontra óbice nos princípios orçamentários que norteiam economicamente a atividade administrativa" (fl. 97); d) na hipótese de ser mantida a decisão recorrida há de ser modificada a forma de cálculo da condenação ao pagamento das gratificações atrasadas, visto que devem elas ser atualizadas de acordo com os índices de remuneração da caderneta de poupança, nos termos do art. 4.º da MP n.º alterado pelo art. 5.º da Lei n.º /09. Assim sendo, pugnam os recorrentes pelo conhecimento e provimento do apelo para que se reforme o decisum de primeiro grau, julgando-se improcedente o pedido formulado na ação ordinária e invertendo-se os ônus de sucumbência. Alternativamente, pedem a adequação dos cálculos aos ditames da Lei n.º /09. Em suas contrarrazões (fls ), o apelado defende a manutenção da sentença ora impugnada, ressaltando o fato de que passou à inatividade antes da edição da EC n.º 41/03. Dessa forma, citando jurisprudência em favor de seus argumentos, requer o desprovimento do apelo. Às fls , o apelado peticiona informando que a tutela antecipada deferida no curso da demanda não foi Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 14

15 Gab. Desembargador - Amilcar Maia cumprida pelos apelados, razão porque pleiteia a imediata implantação da GAEMA aos seus proventos e requer o pagamento da multa diária arbitrada na decisão liminar. É o que importa relatar. Por várias vezes a matéria sob foco já foi objeto de pronunciamento deste Tribunal, tendo-se decidido pela possibilidade de extensão do pagamento da GAEMA aos inativos em vista do seu caráter geral e linear, como se pode constatar nos seguintes precedentes das três Câmaras Cíveis: "EMENTA: DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. GAEMA. GRATIFICAÇÃO INSTITUÍDA POR LEI COMPLEMENTAR. EXPRESSA EXTENSÃO DE SEUS EFEITOS AOS SERVIDORES INATIVOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 12 DA LC Nº. 328/2006. APOSENTADORIA EM DATA ANTERIOR À EMENDA CONSTITUCIONAL 41/2003. APLICAÇÃO DA PARIDADE CONSTITUCIONAL ENTRE ATIVOS E INATIVOS. PRECEDENTE DESTA CORTE DE JUSTIÇA. DECISÃO MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO." (TJRN 1.ª C. Cível AC Rel. Des. EXPEDITO FERREIRA j ). (Grifei). "EMENTA: CONSTITUCIONAL, ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÕES CÍVEIS. PRELIMINAR DE NULIDADE DA SENTENÇA, POR EXCLUSÃO DO IPERN DO POLO PASSIVO DA LIDE, SUSCITADA PELA PROCURADORIA DE JUSTIÇA. ACOLHIMENTO PARCIAL, APENAS PARA SE RECONHECER A NECESSIDADE DE TAL AUTARQUIA SER MANTIDA NO MENCIONADO POLO DA RELAÇÃO PROCESSUAL, REJEITANDO-SE, PORÉM, A ALEGAÇÃO DE INVALIDADE DA DECISÃO. PRECEDENTES DESTA CORTE DE JUSTIÇA. MÉRITO. SERVIDORES APOSENTADOS DO IDEMA. PRETENSÃO DE PERCEPÇÃO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE ECONÔMICA E MEIO AMBIENTE (GAEMA). INSTITUIÇÃO PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 328/2006, EM RELAÇÃO AOS SERVIDORES EM ATIVIDADE. EXTENSÃO AOS APOSENTADOS QUE FORAM PARA A INATIVIDADE ANTES DA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/2003, BEM COMO AOS QUE, EVENTUALMENTE, ATENDERAM ÀS REGRAS DE TRANSIÇÃO PREVISTAS NA EC Nº 47/2005. DIREITO À PARIDADE REMUNERATÓRIA QUE, NA HIPÓTESE, HÁ DE SER RECONHECIDO EM RELAÇÃO A TODOS OS DEMANDANTES. GRATIFICAÇÃO QUE, ADEMAIS, SE REVESTE DE CARÁTER GERAL E LINEAR, A JUSTIFICAR, TAMBÉM SOB ESSE ASPECTO, A PROCEDÊNCIA DA PRETENSÃO VEICULADA NA EXORDIAL, NO QUE DIZ RESPEITO À PERCEPÇÃO DA VANTAGEM. PRECEDENTES DO STF, DO STJ E DESTA CORTE ESTADUAL. PEDIDO DE REFLEXO DA GAEMA SOBRE O CÁLCULO DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO. CABIMENTO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. SUCUMBÊNCIA DA FAZENDA PÚBLICA. FIXAÇÃO DA VERBA EM PERCENTUAL SOBRE O VALOR DA CAUSA. POSSIBILIDADE. INTELIGÊNCIA DO ART. 20, 4º, DO CPC. MONTANTE QUE, TODAVIA, SE REVELOU INSUFICIENTE PARA REMUNERAR O TRABALHO DESEMPENHADO PELOS ADVOGADOS DOS AUTORES. MAJORAÇÃO QUE SE IMPÕE, EM ATENDIMENTO AOS CRITÉRIOS ELENCADOS NO 3º DO ART. 20 DO CPC. CONHECIMENTO E IMPROVIMENTO DO RECURSO INTERPOSTO PELO IDEMA. CONHECIMENTO E PROVIMENTO PARCIAL DO APELO DOS DEMANDANTES." (TJRN 2.ª C. Cível AC Rel. Des. CLÁUDIO SANTOS j ). (Grifei). "EMENTA: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA. PRETENSÃO DE RECEBIMENTO DE GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE ECONÔMICA E MEIO AMBIENTE GAEMA. RECONHECIMENTO DO DIREITO À PERCEPÇÃO DA GRATIFICAÇÃO PLEITEADA. CONHECIMENTO E DESPROVIMENTO DO APELO E DA REMESSA NECESSÁRIA." (TJRN 3.ª C. Cível AC Rel. Des. AMAURY MOURA SOBRINHO j ). (Grifei). Vê-se, portanto, que a magistrada a quo andou bem ao decidir pela procedência do pleito do apelado, não devendo a sentença ser reformada para concluir-se o contrário, como querem os apelantes. No entanto, assiste razão aos recorrentes no que diz respeito à forma de cálculo do pagamento das gratificações atrasadas, eis que, ao contrário do que decidiu a juíza de primeiro grau, os valores devidos pela Administração hão de ser atualizados de acordo com os índices oficiais de remuneração da caderneta de poupança, a teor do disposto no art. 1.º-F da Lei n.º 9.494/97, alterado pelo art. 5.º da Lei n.º /09. Isso porque, consoante entendimento sedimentado do Colendo STJ, as alterações promovidas na Lei n.º 9.494/97 pela Lei n.º /09 que possui natureza instrumental material não valem para os feitos que já se encontravam em curso no momento da entrada em vigor deste último diploma, sendo aplicáveis, a contrariu sensu, apenas para aqueles processos iniciados após a sua vigência, o que é precisamente o caso dos autos, pois a presente ação foi distribuída em (fl. 2) e a alteração legislativa em referência foi publicada no DOU do dia Nesse sentido, confiram-se os precedentes abaixo transcritos: "AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO ESPECIAL. PREVIDENCIÁRIO. LEI FEDERAL Nº /09 QUE ALTEROU ART. 1º-F DA LEI 9.494/97. DESCABIMENTO. APLICAÇÃO AOS PROCESSOS POSTERIORES À SUA VIGÊNCIA.1. O Superior Tribunal de Justiça tem entendimento firmado no sentido de que a regra inserta na Lei nº /2009, tem a mesma natureza jurídica da MP /01 que alterou o art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, incidindo somente aos feitos iniciados posteriormente à sua vigência. 2. "O fato de o Supremo Tribunal Federal ter perfilhado posicionamento diverso do Superior Tribunal de Justiça não impede que esta Corte adote orientação interpretativa que entender mais correta à norma infraconstitucional, embora contrária ao Pretório Excelso, uma vez que as decisões proferidas em sede de recurso extraordinário não têm efeito vinculante." 3. Agravo regimental a que se nega provimento." (STJ 5.ª T. - AgRg no REsp /PR - Rel. Min. HONILDO AMARAL DE MELLO CASTRO (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJ/AP) j. em DJe ). (Grifei). "PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. OMISSÃO/CONTRADIÇÃO/OBSCURIDADE. INEXISTÊNCIA. MERA INSATISFAÇÃO. PREQUESTIONAMENTO DE MATÉRIA Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 15

16 Gab. Desembargador - Amilcar Maia CONSTITUCIONAL. INVIABILIDADE. BENEFÍCIOS. ÍNDICES DE CORREÇÃO. LEI FEDERAL Nº /09. NORMAS DE NATUREZA INSTRUMENTAL MATERIAL. PROCESSOS EM CURSO. INCIDÊNCIA. INVIABILIDADE. EMBARGOS REJEITADOS. I - (...). II - (...). III - (...). IV - De acordo com o entendimento já pacificado no âmbito do e. Superior Tribunal de Justiça, as normas de natureza instrumental material - como aquelas trazidas com a promulgação da Lei Federal nº /09 -, em face dos direitos patrimoniais que geram para as partes, não incidem em processos já em andamento. V - Embargos de declaração rejeitados." (STJ 5.ª T. - EDcl no AgRg no REsp /SP - Rel. Min. GILSON DIPP j. em DJe ). (Grifei). "PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVOS REGIMENTAIS NO RECURSO ESPECIAL. RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. FALHA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. JUROS DE MORA. Agravo Regimental do Estado do Paraná: 1. Esta Corte de Justiça tem firme posicionamento no sentido de que, tratando-se de fato gerador que se protrai no tempo, a definição legal dos juros de mora deve observância ao princípio do direito intertemporal segundo o qual tempus regit actum. 2. Sendo assim, os juros de mora hão de ser calculados a partir do evento danoso (súmula 54/STJ) à taxa de 0,5% ao mês (art do CC/1916) até a entrada em vigor do Código Civil de 2002, quando então deverão observar a taxa que estiver em vigor para a mora no pagamento de impostos devidos à Fazenda Nacional (artigo 406 do CC/2002), ou seja, a Selic. 3. Agravo regimental parcialmente provido tão somente para fixar em 0.5% ao mês a taxa de juros moratórios para o período entre o evento danoso ( ) e a entrada em vigor do Novo Código Civil. Agravo Regimental da União: 1. O Superior Tribunal de Justiça já assentou que a alteração do texto do art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, conferida pela Lei /09, não pode ser aplicada aos feitos em curso, já que se trata de norma de natureza instrumental e material. Precedentes: REsp /RJ, Rel. Min. Luiz Fux, Primeira Turma, DJe 01/07/2010; REsp /MT, Rel. Min. Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe 01/07/ Agravo regimental não provido." (STJ 1.ª T. - AgRg no REsp /PR - Rel. Min. BENEDITO GONÇALVES j. em DJe ). (Grifei). Assim sendo, mantenho a obrigação do IPERN e do IDEMA à implantação da GAEMA aos proventos do apelado, assim como a condenação deles ao pagamento das gratificações retroativas, porém, verificando que parte do dispositivo sentencial confronta-se com a jurisprudência consolidada do STJ, dou parcial provimento ao recurso de apelação, com fundamento no disposto no art. 557, 1.º- A, do CPC, tão somente para determinar que as gratificações não pagas desde o momento da entrada em vigor da LCE n.º 328/06 devem ser atualizadas de acordo com os índices oficiais de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança, na forma do que disciplina o art. 1.º-F da Lei n.º 9.494/97, com a redação dada pelo art. 5.º da Lei n.º /09. No que se refere ao rogo encartado no petitório de fls , por se tratar de cumprimento de decisão interlocutória, entendo que deva ser analisado pelo Juízo a quo, ao qual, aliás, incumbe dirigir a execução do julgado. Com o trânsito em julgado desta decisão, devolvam-se os autos ao Juízo de origem, dando-se baixa na distribuição do apelo. Publique-se. Natal, 12 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator Apelação Cível n Origem: 5.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal Apelantes: IDEMA Instituto de Desenvolvimento Econômico e do Meio Ambiente do Estado do Rio Grande do Norte e IPERN Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Rio Grande do Norte Procurador: Dr. Francisco Ivo Cavalcanti Netto Apelados: Jairde Maria Souza de França e outros Advogada: Dra. Irany Medeiros Germano dos Santos Relator: Desembargador Amílcar Maia DECISÃO O IDEMA INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E DO MEIO AMBIENTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE e o IPERN INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE interpõem recurso de apelação contra decisão do Juízo da 5.ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal que, julgando procedente o pedido formulado por JAIRDE MARIA SOUZA DE FRANÇA, ROBERTO LUIZ DE ARAÚJO, MARTINHO PAIVA SIDON, JOSÉ MARIA FABIANO VERAS, ANTONIO GERMANO, MARIA TERESA DE JESUS, ROBERTO ALVES DA SILVA, ANTÔNIO LÚCIO DE MELO, MARIA CARDOSO DE MEDEIROS ALMEIDA, MARIA DAS GRAÇAS GALVÃO, VALTER DE CARVALHO e ZORAIDE DAMÁSIO DE OLIVEIRA nos autos da ação ordinária registrada sob o n.º , os condenou a implantar nos contracheques dos apelados a Gratificação de Desempenho de Atividade Econômica (GAEMA) instituída pela Lei Complementar Estadual n.º 328/06, no índice de 25% (vinte e cinco por cento) dos seus respectivos proventos de aposentadoria, assim como a pagar a gratificação, de forma retroativa, desde a data da publicação do referido diploma legal, com juros de mora de 0,5% (meio por cento) ao mês e correção monetária conforme a Tabela 1 da Justiça Federal. Às fls , sustentam os apelantes, em síntese, que: a) o art. 8.º, 1.º, da LCE 328/06 é claro ao conceder a GAEMA tão somente aos servidores da ativa, razão porque os apelados não fazem jus à sua percepção, mormente porque desde o advento da EC n.º 41/03 "restaram desvinculados os benefícios previdenciários dos vencimentos dos servidores da ativa" (fl. 293); b) a sentença afrontou ao princípio da legalidade, sem mencionar que a súmula 339 do STF expressa que o Poder Judiciário não tem função legislativa e não pode conceder aumento a título de tratamento isonômico; c) a pretensão dos recorridos "ainda encontra óbice nos princípios orçamentários que norteiam economicamente a atividade administrativa" (fl. 295); d) na hipótese de ser mantida a decisão recorrida há de ser modificada a forma de cálculo da condenação ao pagamento das gratificações atrasadas, visto que devem elas ser atualizadas de acordo com os índices de remuneração da caderneta de poupança, nos termos do Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 16

17 Gab. Desembargador - Amilcar Maia art. 4.º da MP n.º alterado pelo art. 5.º da Lei n.º /09. Assim sendo, pugnam os recorrentes pelo conhecimento e provimento do apelo para que se reforme o decisum de primeiro grau, julgando-se improcedente o pedido formulado na ação ordinária e invertendo-se os ônus de sucumbência. Alternativamente, pedem a adequação dos cálculos aos ditames da Lei n.º /09. Em suas contrarrazões (fls ), os apelados defendem a manutenção da sentença ora impugnada, ressaltando a inconstitucionalidade da LCE n.º 328/06, bem como que todos eles passaram à inatividade antes da edição da EC n.º 41/03. Dessa forma, citando jurisprudência em favor de seus argumentos, requerem o desprovimento do apelo. O 17.º Procurador de Justiça, no parecer de fls , opina pelo conhecimento e desprovimento da apelação de modo a manter inalterada a sentença guerreada. É o que importa relatar. O recurso interposto pelo IDEMA e pelo IPERN abriga argumentação que confronta a jurisprudência dominante desta Corte, sendo o caso de se lhe negar seguimento com fundamento no que disciplina o art. 557, caput, do CPC. Com efeito, por várias vezes a matéria sob foco já foi objeto de pronunciamento deste Tribunal, tendo-se decidido pela possibilidade de extensão do pagamento da GAEMA aos inativos em vista do seu caráter geral e linear, como se pode constatar nos seguintes precedentes das três Câmaras Cíveis: "EMENTA: DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. GAEMA. GRATIFICAÇÃO INSTITUÍDA POR LEI COMPLEMENTAR. EXPRESSA EXTENSÃO DE SEUS EFEITOS AOS SERVIDORES INATIVOS. INTELIGÊNCIA DO ART. 12 DA LC Nº. 328/2006. APOSENTADORIA EM DATA ANTERIOR À EMENDA CONSTITUCIONAL 41/2003. APLICAÇÃO DA PARIDADE CONSTITUCIONAL ENTRE ATIVOS E INATIVOS. PRECEDENTE DESTA CORTE DE JUSTIÇA. DECISÃO MANTIDA. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO." (TJRN 1.ª C. Cível AC Rel. Des. EXPEDITO FERREIRA j ). (Grifei). "EMENTA: CONSTITUCIONAL, ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÕES CÍVEIS. PRELIMINAR DE NULIDADE DA SENTENÇA, POR EXCLUSÃO DO IPERN DO POLO PASSIVO DA LIDE, SUSCITADA PELA PROCURADORIA DE JUSTIÇA. ACOLHIMENTO PARCIAL, APENAS PARA SE RECONHECER A NECESSIDADE DE TAL AUTARQUIA SER MANTIDA NO MENCIONADO POLO DA RELAÇÃO PROCESSUAL, REJEITANDO-SE, PORÉM, A ALEGAÇÃO DE INVALIDADE DA DECISÃO. PRECEDENTES DESTA CORTE DE JUSTIÇA. MÉRITO. SERVIDORES APOSENTADOS DO IDEMA. PRETENSÃO DE PERCEPÇÃO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE ECONÔMICA E MEIO AMBIENTE (GAEMA). INSTITUIÇÃO PELA LEI COMPLEMENTAR Nº 328/2006, EM RELAÇÃO AOS SERVIDORES EM ATIVIDADE. EXTENSÃO AOS APOSENTADOS QUE FORAM PARA A INATIVIDADE ANTES DA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 41/2003, BEM COMO AOS QUE, EVENTUALMENTE, ATENDERAM ÀS REGRAS DE TRANSIÇÃO PREVISTAS NA EC Nº 47/2005. DIREITO À PARIDADE REMUNERATÓRIA QUE, NA HIPÓTESE, HÁ DE SER RECONHECIDO EM RELAÇÃO A TODOS OS DEMANDANTES. GRATIFICAÇÃO QUE, ADEMAIS, SE REVESTE DE CARÁTER GERAL E LINEAR, A JUSTIFICAR, TAMBÉM SOB ESSE ASPECTO, A PROCEDÊNCIA DA PRETENSÃO VEICULADA NA EXORDIAL, NO QUE DIZ RESPEITO À PERCEPÇÃO DA VANTAGEM. PRECEDENTES DO STF, DO STJ E DESTA CORTE ESTADUAL. PEDIDO DE REFLEXO DA GAEMA SOBRE O CÁLCULO DO DÉCIMO TERCEIRO SALÁRIO. CABIMENTO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. SUCUMBÊNCIA DA FAZENDA PÚBLICA. FIXAÇÃO DA VERBA EM PERCENTUAL SOBRE O VALOR DA CAUSA. POSSIBILIDADE. INTELIGÊNCIA DO ART. 20, 4º, DO CPC. MONTANTE QUE, TODAVIA, SE REVELOU INSUFICIENTE PARA REMUNERAR O TRABALHO DESEMPENHADO PELOS ADVOGADOS DOS AUTORES. MAJORAÇÃO QUE SE IMPÕE, EM ATENDIMENTO AOS CRITÉRIOS ELENCADOS NO 3º DO ART. 20 DO CPC. CONHECIMENTO E IMPROVIMENTO DO RECURSO INTERPOSTO PELO IDEMA. CONHECIMENTO E PROVIMENTO PARCIAL DO APELO DOS DEMANDANTES." (TJRN 2.ª C. Cível AC Rel. Des. CLÁUDIO SANTOS j ). (Grifei). "EMENTA: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. APELAÇÃO CÍVEL. SERVIDOR PÚBLICO ESTADUAL DA ADMINISTRAÇÃO INDIRETA. PRETENSÃO DE RECEBIMENTO DE GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE ECONÔMICA E MEIO AMBIENTE GAEMA. RECONHECIMENTO DO DIREITO À PERCEPÇÃO DA GRATIFICAÇÃO PLEITEADA. CONHECIMENTO E DESPROVIMENTO DO APELO E DA REMESSA NECESSÁRIA." (TJRN 3.ª C. Cível AC Rel. Des. AMAURY MOURA SOBRINHO j ). (Grifei). Outrossim, no que diz respeito à forma de cálculo das gratificações atrasadas, é de se dizer que as mudanças impostas na MP n.º pela Lei n.º /09 não são aplicáveis a processos em andamento à época de sua entrada em vigor caso dos autos, posto que este último diploma tem natureza de norma instrumental material. Nesse sentido, colho o entendimento do Colendo STJ: "PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. OMISSÃO/CONTRADIÇÃO/OBSCURIDADE. INEXISTÊNCIA. MERA INSATISFAÇÃO. PREQUESTIONAMENTO DE MATÉRIA CONSTITUCIONAL. INVIABILIDADE. BENEFÍCIOS. ÍNDICES DE CORREÇÃO. LEI FEDERAL Nº /09. NORMAS DE NATUREZA INSTRUMENTAL MATERIAL. PROCESSOS EM CURSO. INCIDÊNCIA. INVIABILIDADE. EMBARGOS REJEITADOS. I - (...). II - (...). III - (...). IV - De acordo com o entendimento já pacificado no âmbito do e. Superior Tribunal de Justiça, as normas de natureza instrumental material - como aquelas trazidas com a promulgação da Lei Federal nº /09 -, em face dos direitos patrimoniais que geram para as partes, não incidem em processos já em andamento. V - Embargos de declaração rejeitados." (STJ 5.ª T. - EDcl no AgRg no REsp /SP - Rel. Min. GILSON DIPP j. em DJe ). (Grifei). "PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVOS REGIMENTAIS NO RECURSO ESPECIAL Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 17

18 Gab. Desembargador - Amilcar Maia RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO. FALHA NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE. JUROS DE MORA. Agravo Regimental do Estado do Paraná: 1. Esta Corte de Justiça tem firme posicionamento no sentido de que, tratando-se de fato gerador que se protrai no tempo, a definição legal dos juros de mora deve observância ao princípio do direito intertemporal segundo o qual tempus regit actum. 2. Sendo assim, os juros de mora hão de ser calculados a partir do evento danoso (súmula 54/STJ) à taxa de 0,5% ao mês (art do CC/1916) até a entrada em vigor do Código Civil de 2002, quando então deverão observar a taxa que estiver em vigor para a mora no pagamento de impostos devidos à Fazenda Nacional (artigo 406 do CC/2002), ou seja, a Selic. 3. Agravo regimental parcialmente provido tão somente para fixar em 0.5% ao mês a taxa de juros moratórios para o período entre o evento danoso ( ) e a entrada em vigor do Novo Código Civil. Agravo Regimental da União: 1. O Superior Tribunal de Justiça já assentou que a alteração do texto do art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, conferida pela Lei /09, não pode ser aplicada aos feitos em curso, já que se trata de norma de natureza instrumental e material. Precedentes: REsp /RJ, Rel. Min. Luiz Fux, Primeira Turma, DJe 01/07/2010; REsp /MT, Rel. Min. Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe 01/07/ Agravo regimental não provido." (STJ 1.ª T. - AgRg no REsp /PR - Rel. Min. BENEDITO GONÇALVES j. em DJe ). (Grifei). "AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO ESPECIAL. PREVIDENCIÁRIO. LEI FEDERAL Nº /09 QUE ALTEROU ART. 1º-F DA LEI 9.494/97. DESCABIMENTO. APLICAÇÃO AOS PROCESSOS POSTERIORES À SUA VIGÊNCIA.1. O Superior Tribunal de Justiça tem entendimento firmado no sentido de que a regra inserta na Lei nº /2009, tem a mesma natureza jurídica da MP /01 que alterou o art. 1º-F da Lei nº 9.494/97, incidindo somente aos feitos iniciados posteriormente à sua vigência. 2. "O fato de o Supremo Tribunal Federal ter perfilhado posicionamento diverso do Superior Tribunal de Justiça não impede que esta Corte adote orientação interpretativa que entender mais correta à norma infraconstitucional, embora contrária ao Pretório Excelso, uma vez que as decisões proferidas em sede de recurso extraordinário não têm efeito vinculante." 3. Agravo regimental a que se nega provimento." (STJ 5.ª T. - AgRg no REsp /PR - Rel. Min. HONILDO AMARAL DE MELLO CASTRO (DESEMBARGADOR CONVOCADO DO TJ/AP) j. em DJe ). (Grifei). Aliás, em casos idênticos ao presente, esta Corte já decidiu pela inaplicabilidade da Lei n.º /09 a processos iniciados antes de sua vigência, senão vejamse os arestos abaixo transcritos: "EMENTA: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL. SERVIDOR PÚBLICO APOSENTADO DO IDEMA. GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE ECONÔMICA E MEIO AMBIENTE - GAEMA INSTITUÍDA PELA LC 328/2006. VANTAGEM LINEAR E GERAL. POSSIBILIDADE DE EXTENSÃO DE TAL BENESSE PARA OS INATIVOS. ATO DA APOSENTADORIA ANTERIOR A ENTRADA EM VIGOR DA LC 41/2003. APLICAÇÃO DA REGRA DA PARIDADE REMUNERATÓRIA. CONCESSÃO DEVIDA. ALEGADA INOBSERVÂNCIA DOS LIMITES ORÇAMENTÁRIOS. OBRIGATORIEDADE DE PRÉVIO PLANEJAMENTO DE IMPACTO (ART. 169, 1º, DA CF). JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA. AÇÃO AJUIZADA EM MOMENTO ANTERIOR À VIGÊNCIA DA LEI Nº /09. NORMA INSTRUMENTAL MATERIAL. INAPLICABILIDADE. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO." (TJRN 3.ª C. Cível AC Rel. Juiz EVERTON AMARAL DE ARAÚJO j ). (Grifei). "EMENTA: CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO. APELAÇÃO CÍVEL EM AÇÃO ORDINÁRIA. IMPLANTAÇÃO DA GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO DE ATIVIDADE ECONÔMICA E MEIO AMBIENTE - GAEMA. PAGAMENTO DA BENESSE EXTENSIVA AOS INATIVOS, DESDE QUE OBSERVADA A ENTRADA EM VIGOR DA EC 41/2003 E O ATO DE CONCESSÃO DA APOSENTADORIA. INEXISTÊNCIA DE MALFERIMENTO AOS LIMITES ORÇAMENTÁRIOS. PRESSUPOSIÇÃO DE PRÉVIO PLANEJAMENTO DE IMPACTO (ART. 169, 1º DA CF/88). AÇÃO AJUIZADA ANTES DA EDIÇÃO DA LEI /09. INAPLICABILIDADE DO ART. 1º- F DA LEI 9.494/97. JUROS MORATÓRIOS QUE DEVEM SER MANTIDOS NA ORDEM 0,5% AO MÊS E CORREÇÃO MONETÁRIA NA FORMA DA TABELA I DA JUSTIÇA FEDERAL. PRECEDENTES DA CORTE E DO STJ. SENTENÇA MANTIDA. CONHECIMENTO E DESPROVIMENTO DO RECURSO." (TJRN 3.ª C. Cível AC Rel.ª Juíza SULAMITA BEZERRA PACHECO - j ). (Grifei). Assim sendo, uma vez que o recurso sub examine confronta a jurisprudência dominante desta Corte, assim como a do STJ, nego-lhe seguimento com fundamento no que vaticina a cabeça do art. 557 do CPC. Com o trânsito em julgado desta decisão, devolvam-se os autos ao Juízo de origem, dando-se baixa na distribuição do apelo. Publique-se. Natal, 12 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator Agravo de Instrumento Com Suspensividade nº Mossoró Agravante: Antônia Augusta dos Santos Advogado: Igor Oliveira Campos e outros Agravado: Banco Fiat S.a. Relator:Desembargador Amílcar Maia DESPACHO Defiro o pedido posto no petitório de fl.68, razão pela qual determino à Secretaria Judiciária que intime o agravado para oferecer contrarrazões no endereço ali informado. Cumpra-se. Publique-se. Natal/RN, 12 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator Agravo de Instrumento n Origem: 1ª Vara Cível da Comarca de São Gonçalo do Amarante Agravante: Banco Volkswagen S/A Advogado: Thaianne Casseb da Silva Agravado: Joseilson de Souza Silva Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 18

19 Gab. Desembargador - Amilcar Maia Advogado: Alysson Hayalla Martins Grilo Relator: Desembargador Amílcar Maia DECISÃO O Banco Volkswagen S/A interpôs Agravo de Instrumento com pedido de efeito suspensivo contra decisão proferida pelo Juízo da 1.ª Vara de Cível da Comarca de São Gonçalo do Amarante/RN que, nos autos da Ação n.º , deferiu a tutela antecipada no sentido de determinar que o agravante se abstenha de inscrever ou exclua o nome do requerente em cadastros de inadimplentes e que sejam depositadas as parcelas no valor de R$ 311,06 (trezentos e onze reais e seis centavos) a partir de 06 de novembro de 2010, além das parcelas em atraso atualizadas com juros de mora de 1% (um por cento) ao mês e multa de 2% (dois por cento) para afastar o débito vencido. Em suas razões, relatou que a parte agravada ajuizou, contra si, ação buscando a revisão do contrato com a limitação dos juros remuneratórios, juros de mora e da multa, sob o argumento de ilegalidade, além da não negativação do seu nome e a manutenção na posse do bem. Alegou que os cálculos apresentados pelo agravado foram elaborados por profissional de confiança apenas do contratante, sendo tendencioso e à deriva de equívocos, não podendo ser considerado como prova inequívoca. Asseverou que o valor das prestações contratadas era do conhecimento do agravado desde a assinatura do contrato e o depósito de valores inferiores aos pactuados não tem o condão de elidir a mora. Salientou que o perigo da irreversibilidade do provimento antecipado da tutela decorre da manutenção do agravado na posse do veículo, pois este é a única garantia da satisfação do débito em caso de inadimplência. Acrescentou que a inscrição do nome do agravado nos órgãos de proteção ao crédito é um exercício regular do seu direito, decorrente da inadimplência contratual. Ressaltou que a abstenção ou o cancelamento da inscrição do nome do recorrido nos referidos banco de dados afronta o artigo 43, 4.º, da Lei 8.078/90 e o artigo 5.º, incisos I, II e III, da Constituição Federal. Ao final, pugnou pelo conhecimento e a concessão do efeito suspensivo ao recurso no sentido de não permitir o depósito das prestações ou sejam estas depositadas no valor contratado, bem como autorizar a negativação do nome do agravado e a busca e apreensão do veículo no caso de haver mora. É o relatório. Juntou os documentos de fls. 14/67. É o que basta relatar. Decido. Preenchidos os requisitos de admissibilidade, conheço do recurso. Quanto ao pleito auspiciado, é cediço que o relator do Agravo de Instrumento poderá atribuir efeito suspensivo ao recurso ou antecipar, total ou parcialmente, os efeitos da tutela pretendida desde que presentes, concomitantemente, os requisitos autorizadores a sua concessão, conforme dicção do artigo 527, inciso III, do Código de Ritos, sem no entanto adentrar no mérito do recurso. Em juízo de cognição sumária, próprio desta fase procedimental, vislumbro a presença dos requisitos indispensáveis à concessão do provimento liminar requerido. Com efeito, o fumus boni iuris da pretensão do recorrente evidencia-se no fato que esta Câmara tem entendido pela impossibilidade de concessão de tutela antecipada em ações revisionais de contratos bancários, sob a alegação de ocorrência de ilegal capitalização de juros embasada unicamente em cálculos unilateralmente efetuados pela parte agravante, como ocorre na espécie. A propósito, na sessão do dia 06/07/2010, foi julgado, à unanimidade de votos, o Agravo de Instrumento nº , da relatoria do Des. Amílcar Maia, em caso semelhante que assim restou ementado: "EMENTA: AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO DE REVISÃO DE CONTRATO. FINANCIAMENTO DE VEÍCULO. DECISÃO QUE INDEFERIU O PEDIDO DE ANTECIPAÇÃO DOS EFEITOS DA TUTELA. CÁLCULOS UNILATERAIS EFETUADOS PELO AGRAVANTE. AUSÊNCIA DE VEROSSIMILHANÇA DAS ALEGAÇÕES. VERIFICAÇÃO DE ABUSIVIDADE QUE DEPENDE DE PERÍCIA CONTÁBIL A SER REALIZADA NA INSTRUÇÃO DO FEITO PRINCIPAL. CONHECIMENTO E DESPROVIMENTO DO RECURSO." (TJRN, Agravo de Instrumento com Suspensividade n , Relator: Desembargador Amílcar Maia, 06/07/2010) - [Grifei]. Destarte, reputo que a presença de juros compostos (capitalização mensal de juros) no contrato em discussão somente será esclarecida na instrução do feito principal, com a realização de perícia e respeitado o contraditório. É importante esclarecer, por oportuno, que não se está sendo contrário ao entendimento sedimentado nesta Corte de Justiça acerca da ilegalidade do anatocismo e inconstitucionalidade do artigo 5º da Medida Provisória nº 2.170/2001, estando-se apenas, nessa fase processual, negando o provimento antecipado pleiteado, por não restar configurada de plano a cobrança ilegal dos juros capitalizados. Por seu turno, o perigo da demora é vislumbrado no recebimento a menor das parcelas pactuadas no contrato, por implicar, prima facie, em desequilíbrio do contrato. Ante o exposto, defiro a antecipação de tutela recursal para determinar que o agravado efetive o depósito judicial das parcelas mensais conforme previsão do contrato objeto da lide. Comunique-se ao MM Juiz de Direito da 1.ª Vara Cível da Comarca de São Gonçalo do Amarante/RN o inteiro teor da presente decisão para o devido cumprimento, solicitando-lhe, na oportunidade, informações, as quais deverão ser prestadas no prazo de 10 (dez) dias. Intime-se a parte agravada para, querendo, apresentar resposta ao presente recurso, em igual prazo, facultandolhe a juntada de cópias dos documentos que julgar necessários. Em seguida, dê-se vista à Procuradoria de Justiça. Cumpridas as diligências, à conclusão. Publique-se. Natal/RN, 12 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator APELAÇÃO CÍVEL N Origem: 17ª Vara Cível da Comarca de Natal/RN Aptes/apdos: O BORRACHÃO - MERCADO DE ARTEFATOS DE BORRACHA LTDA. E OUTRO Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 19

20 Gab. Desembargador - Amilcar Maia Advogados: Drs. Felipe Augusto Mendonça Krepker Leiros (OAB/RN 5837) e outros Aptes/apdos: TOP CAR VEÍCULOS E LOCADORA LTDA. E OUTRO Advogados: Drs. Caio Graco Pereira de Paula (OAB/RN 1.244) e outros Relator:Desembargador AMÍLCAR MAIA DESPACHO Nos termos do artigo 135, parágrafo único, do Código de Processo Civil e do artigo 90 do Regimento Interno desta Corte de Justiça, afirmo suspeição, por motivo de foro íntimo superveniente. Em consequência, na forma do artigo 91 do mesmo regimento interno, determino à Secretaria Judiciária para providenciar a imediata redistribuição do feito. Publique-se. Natal/RN, 11 de janeiro de Desembargador Amílcar Maia Relator Edição disponibilizada em 15/01/2011 DJe Ano 5 - Edição p. 20

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