Diversidade linguística. como pré-requisito de diversidade cultural. Par. M. Dueñas. speak bla. maio / junho de

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1 Diversidade linguística s d v i i D er da e Par O speak bla R e v i s t a d a ES P M maio / junho de 2009 M. Dueñas como pré-requisito de diversidade cultural

2 Manolita Correia Lima L i ng uís tic a }Je te parle dans ta langue et c est dans la mienne que je te comprends.~ c ontemporaneamente, parte expressiva dos espaços reservados a exercícios de reflexão e debate prestigia temas ligados à perda do monopólio da história pelo Ocidente. Nesta direção, a arquitetura de um mundo unipolar vai cedendo lugar para o desenho de mundo multipolar em que há múltiplos centros de poder influenciando a escrita do grande relato. Mas a escrita deste grande relato por inúmeras mãos força a aproximação de diversas culturas e favorece a emergência de sociedades multiculturais que necessitam estabelecer um diálogo intercultural e a base que permitirá a fluência desse diálogo dependerá do multilinguismo. Na intenção de pormenorizar essas ideias, o texto foi estruturado em quatro partes: na primeira se discute a gênese da língua e sua importância para a formação e sobrevivência das culturas humanas; na segunda ressalta o uso político da língua engendrando a agonia e morte de algumas e a imposição de outras a extenso contingente de nações e indivíduos; nas partes subsequentes duas experiências são descritas: a política de democratização da aprendizagem de línguas estrangeiras na União Europeia e a política de elitização da aprendizagem de línguas estrangeiras no Brasil. A gênese da língua enquanto sistema simbólico Os homens se revelaram capazes de formular complexos sistemas simbólicos e a linguagem é apenas um deles. Com o suporte de uma série ordenada de símbolos podem nomear o que ocorre com eles, o que existe à sua volta, imprimir significado aos sentimentos, valores e às experiências vividas, além de transformá-los em um discurso com significado, em condições de ser transmitido aos seus contemporâneos e descendentes. Enquanto seres pensantes comunicam-se e aprendem, consequentemente têm a possibilidade de se transformar e modificar o ambiente em que vivem, além de influir sobre o próprio destino. Ao formular o conhecimento sobre si e sobre o mundo, os homens estabelecem as bases que suportam as Édouard Glissan î maio/junho de 2009 R e v i s t a d a E S P M 77

3 Diversidade linguística culturas humanas. Essa elaboração sob forma simbólica da experiência contribui para que recriem o mundo de acordo com suas necessidades e valores. Com isso têm a possibilidade de representar e modificar o ambiente, compartilhando experiências comuns adaptadas ao seu modo de vida, promovendo expressões diferenciadas de cultura. Na medida em que inexiste uma racionalidade única, tampouco uma única forma de pensar e viver, infere-se a inexistência de sistemas linguísticos ecumênicos (SANTOS, 2002, p.109). Levando em conta que tanto a cultura quanto a língua têm raízes, significados e características próprios, há uma espécie de circularidade entre as duas e por isso mesmo são qualitativamente comparáveis. Enquanto instrumento que permite a comunicação entre os homens, a língua é parte intrínseca da história dos povos, traduz seu inconsciente, códigos sociais e referências coletivas. Então, cada uma delas é um universo, cuja estrutura de pensamento é única. Suas associações, metáforas, modalidades de pensamento, vocabulário, sistema fonético e gramatical são peculiares e funcionam conjuntamente para formar uma estrutura arquitetônica (MOSELEY, 2009). Razão pela qual a preservação da diversidade cultural depende diretamente da diversidade linguística. Guillaume Vuilletet (2005, p.28-29) destaca a importância da língua e da diversidade linguística chamando atenção para aspectos culturais, científicos, econômicos e políticos. Para o Autor, A prática da língua ganha centralidade entre nações que compreendem a língua como parte integrante do patrimônio nacional, exercendo influência comparável ao seu território ou a sua história. Nesta direção, défendre la langue nationale, c est défendre l indépendance nationale ideia já expressa em versos tanto por Fernando Pessoa (A minha pátria é a língua portuguesa) quanto por Caetano Veloso (Língua). O papel da língua na vida econômica de um povo se manifesta particularmente nas atividades ligadas ao comércio, à gestão e às profissões subordinadas ao setor de serviço uma vez que as relações de trocas são precedidas por negociações e trâmites que envolvem tanto a comunicação oral quanto a escrita. O pensamento científico, por sua vez, é fortemente influenciado pelas estruturas linguísticas, assim sendo, traiter de questions scientifiques dans une langue étrangère conduit dans une certaine mesure à adopter les attitudes de pensée et les démarches intellectuelles de la civilisation dont elle est expression (p.29). Referindo-se às ciências sociais, Anthony Giddens (1996, p.127) afirma que se os cientistas sociais dominassem várias línguas, os resultados das investigações realizadas se elevariam sobremaneira uma vez que o domínio de outras línguas abre o espírito do estudioso a outros modos de organizar o conhecimento. A diversidade linguística tem implicações muito amplas porque envolve referências culturais na medida em que tanto a Filosofia quanto a prática do Direito, os princípios e as estruturas sociais, os valores políticos e até os modelos econômicos são suportados pela língua. Pelo fato de serem produtos do ambiente social, as línguas são territorializadas, expressam a visão de mundo e a identidade dos atores que formam determinado grupo social. Mas com a intensificação do comércio e o advento da expansão territorial ocorre a emergência de dois eventos aparentemente contraditórios: por um lado ocorre desagregação e por outro o enriquecimento linguístico (SANTOS, 2002, p.109). Apesar de os linguistas assegurarem que todas elas se equivalem, socialmente as línguas são desiguais na medida em que o valor atribuído a cada uma delas varia (PRADO, 2004, p.67). Para Jean-Louis Calvet (1999, apud PRADO, 2004, p.67), seria difícil avaliar a importância das diversas línguas existentes e mais difícil ainda hierarquizá-las. Contudo, o uso recorrente de algumas expressões contribui para forjar uma espécie de classificação possível línguas minoritárias, pequenas línguas, línguas menos faladas, línguas veiculares, grandes línguas, línguas regionais, línguas internacionais, entre outras mas tais classificações, adverte o Autor, estão mais ligadas à ideologia e às relações de força do que à ciência (CALVET, 1999, apud PRADO, 2004, p.66) ideia que vai ao encontro da teoria da legitimidade cultural, proposta por Pierre Bourdieu (2007). Partindo do princípio de que o domínio dos códigos de linguagem viabiliza a comunicação e amplia a compreensão entre indivíduos de diferentes culturas, aprender diversas línguas equivale a reduzir as barreiras provocadas pelas singularidades culturais e ampliar os horizontes de visão. Então, quais seriam os critérios que as famílias utilizariam quando podem escolher a(s) língua(s) que os filhos irão aprender ou quais seriam os critérios considerados pelos países cujos governos decidem 78 R e v i s t a d a E S P M maio/junho de 2009

4 Manolita Correia Lima incluir o ensino de uma ou mais línguas no currículo dos respectivos sistemas educacionais quando se estima a existência de seis mil línguas no mundo? 1. Se um dia esta decisão esteve associada à defesa de sólida cultura geral afinal, o gosto classifica e distingue o indivíduo, contemporaneamente ela tem transitado entre interesses políticos (manutenção da influência política dos países hegemônicos), econômicos (ampliação da influência dos países do centro da economiamundo), comerciais (intensificação das trocas comerciais entre países) e trabalhistas (ampliação da empregabilidade), por um lado, e a defesa da diversidade cultural e do diálogo intercultural, por outro. Atendo-se ao aspecto econômico, Calvet (1999, apud PRADO, 2004, p.67) esclarece que enquanto algumas línguas são reconhecidas como um capital cujo domínio confere mais valia, outras não desfrutam de qualquer prestígio no mercado linguístico. Neste contexto, facilmente se percebe que as noções de valor ou prestígio estão associadas às representações e às realidades e tais representações não só alimentam as realidades quanto as reforçam. Ou seja, quanto mais famílias e governos atribuem valor comercial à língua inglesa, por exemplo, maior é o número de pessoas que se empenham em aprendê-la, consequentemente maior é o número de pessoas que reforçam a sua importância e supremacia sobre as demais. Tanto é que, ao chamar a atenção para fatores que podem contribuir para a preservação das línguas, Marleen Haboud (2009) destaca o grau de apreciação que determinada língua suscita entre os falantes e não-falantes partindo do princípio de que uma pessoa orgulhosa de sua língua e de sua cultura estaria mais propensa a garantir sua preservação do que aquela que perdeu a admiração tanto pela cultura quanto pela língua. Entre o monolinguismo e o multilinguismo Por mais que os termos multiculturalismo e multiliguismo sejam temas recorrentes nos discursos veiculados tanto na mídia quanto na academia, observa-se que a quantidade de línguas faladas no mundo é em número decrescente na medida em que muitas delas desapareceram e outras tantas estão em diferentes estágios de risco (UNESCO, 2009). Levando-se em conta que a comunicação entre os indivíduos pressupõe a convivência social, as línguas morrem se os contextos em que elas são utilizadas são radicalmente modificados ou desaparecem. Na terceira edição do UNESCO interactive atlas of the world s languages in danger (2009), 2 os autores não dissimulam a preocupação com a rapidez com que tem ocorrido o desaparecimento de diversas línguas: mais de 200 extinguiram-se ao longo das três últimas gerações, 538 estão em situação considerada crítica, 502 estão seriamente ameaçadas, 632 estão sob ameaça, e 607 se encontram em estado vulnerável. Cento e noventa e nove línguas, por exemplo, contam com menos de dez falantes e 178 mobilizam um grupo de falantes que não ultrapassa 50 pessoas. Esse processo corrobora o pensamento de Milton Santos (2002, p.113) quando o geógrafo assegura que a história das relações internacionais dos últimos três séculos é também uma história de desvalorização do saber dos outros. De acordo com Marleen Haboud (2009), à semelhança dos seres humanos, as línguas nascem e morrem, entretanto, não há registros que apontem para o desaparecimento de tantas em um espaço de tempo tão curto quanto o que se tem visto no decorrer dos últimos decênios. Para a Autora, isso implica não apenas a perda de palavras ou de expressões, mas, sobretudo, de um acervo de conhecimentos e maneiras de conceber o mundo e se comunicar com ele, de recriar a história, se relacionar com outros seres humanos, além de definir noções de tempo e espaço, visões de vida e morte. Pelo fato de cada língua ser um universo, insiste Haboud, a extinção de uma palavra acarreta o desaparecimento de narrativas únicas e, por isso mesmo, insubstituíveis. Então, quais fatores têm contribuído para o desaparecimento das línguas? A rapidez com que tem ocorrido o desaparecimento de línguas autóctones decorre da combinação de múltiplos fatores: a intensificação do comércio associada ao incremento dos meios de transporte terminam por influir sobre a mobilidade das pessoas (processos migratórios) que, por sua vez, repercute sobre a multiplicidade de contatos entre diferentes povos e respectivas culturas, engendrando tanto a desagregação quanto o enriquecimento î maio/junho de 2009 R e v i s t a d a E S P M 79

5 Diversidade linguística linguístico (SANTOS, 2002, p.109). As alterações radicais no modo de vida das comunidades humanas, associadas à degradação de seu território e não raro ao óbito dos falantes são fatores igualmente responsáveis pelo desaparecimento de diversas línguas (HABOUD, 2009). Seria impossível desconsiderar o peso exercido pela formação das Monarquias e posterior emergência do Estado-nação uma vez que na 1. Tabela: Principais línguas faladas no mundo LÍNGUAS Mandarim Inglês Hindi EXEMPLOS DE PAÍSES EM QUE A LÍNGUA É OFICIAL China, Taiwan, Malásia, Singapura Reino Unido (Inglaterra, Irlanda do Norte, Escócia e País de Gales), EUA, Austrália, Bahamas, Canadá, Guiana, República da Irlanda, Nova Zelândia, África do Sul, Filipinas, Índia. Índia MILHÕES DE PESSOAS Espanhol Russo Árabe Dialetos derivados de Mandarim Bengalês Português Malaio Francês Alemão Japonês Espanha, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Guiné Equatorial, Honduras, México, Novo México (EUA), Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela. Rússia, Azerbaijão, Biolorússia, Estônia, Geórgia, Cazaquistão, Quirguistão, Letônia, Lituânia, Moldávia. Argélia, Bahreim, Comoros, Chade, Djibuti, Egito, Iraque, Israel, Jordânia, Kuwait, Líbano, Líbia, Maurotânia, Marrocos, Omã, Palestina, Qatar, Arábia Saudita, Somália, Sudão, Síria, Tunísia, Emirados Árabes Unidos, Saara Ocidental, Iêmen. Portugal, Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste. França, República Democrática do Congo, Canadá, Madagáscar, Costa do Marfim, Camarões, Burquina Fasso, Mali, Senegal, Bélgica, Ruanda, Haiti, Suíça, Burundi, Togo, República Centro Africana, República do Congo, Gabão, Comores, Dijibouti, Luxemburgo, Guadalupe, Martinica, Vanuatu, Seicheles. Alemanha, Áustria, Liechtenstein, Bélgica, Suíça, Luxemburgo. Japão FONTE: Quid (2001, apud VUILLETET, 2005, p.32), adaptado pela Autora. 80 R e v i s t a d a E S P M maio/junho de 2009

6 Manolita Correia Lima Anthony Giddens afirma que o domínio de outras línguas abre o espírito do estudioso a outros modos de organizar o conhecimento. s Divulgação busca de unificar os povos e dispor de uma base capaz de sustentar a formação de uma identidade nacional, os governos impuseram o uso de determinada língua na expectativa de alcançar uma espécie de padronização do processo de comunicação por meio do uso de uma língua oficial pelas instituições vinculadas à administração pública, à educação, à Igreja e ao comércio. Exemplos disso seria o desaparecimento ou franco enfraquecimento de línguas e dialetos existentes na Itália, França, Alemanha e Espanha 3. Os movimentos expansionistas e respectivos processos de colonização na Ásia, Oceania, África e Américas também serviram de combustível para eliminar ou, no mínimo, enfraquecer diversas línguas ao impor o uso de línguas transplantadas de outras geografias (SANTOS, 2002, p.109), também nomeadas de as grandes línguas coloniais inglês, espanhol, francês, português. Se assim não fosse, como explicar a existência de países que, apesar de modestos em território e população, sua língua oficial está entre as doze mais faladas no mundo? Neste caso, há inequívoco processo de desterritorialização da língua usando a terminologia adotada por Milton Santos (2002) a exemplo do português no Brasil, espanhol no México, francês no Canadá, ou do inglês na Austrália (Tabela n o 1). Na sociedade do conhecimento, a revolução das tecnologias de informação incide sobre a rapidez do registro e acesso aos fluxos de informação hegemônica por meio das infovias globais responsáveis pela subversão na noção de tempo e espaço. Neste contexto, a possibilidade de utilizar o próprio idioma determina processos de inclusão ou exclusão dos indivíduos à sociedade do conhecimento. Na tentativa de alcançar a unificação de uma racionalidade que visa a exploração de instrumentos de ação capazes de assegurar a implantação generalizada da fluidez a serviço do pragmatismo, o inglês se impõe como o código comum de linguagem e ameaça as linguagens territoriais. Esta constatação autoriza Milton Santos (2002, p.110), a afirmar que, nas condições atuais, tudo o que se refere às ações hegemônicas na vida econômica, política e cultural parece se dizer em inglês. Contudo, o Autor chama atenção para um aspecto fundamental: da mesma forma que não existe espaço global, senão espaços de globalização, também não existe língua universal, senão apenas uma língua universalizante (p.110). Com a preocupação de ser claro, Santos esclarece que enquanto os novos espaços linguísticos são espaços instrumentais, as linguagens territoriais correspondem a espaços vitais porque orgânicos (p.110). O fato de diversas línguas não disporem de conteúdo na internet e ainda não existir ferramentas em condições de gerar informação nessas línguas ou traduzi-la, parece revelador. Consequentemente, extensões importantes da população mundial estão impossibilitadas de usufruir os benefícios decorrentes do avanço tecnológico e de ter acesso a informações relevantes. Sem ações que se contraponham a essa situação, há risco de perda de diversidade cultural nas redes de informação e de ampliação das existentes desigualdades socioeconômicas. 4. Na sequência, discutir-se-á a política de multilinguismo na União Europeia e no Brasil. União Europeia in varietate concordia Em sua versão mais recente a União Europeia é formada por 27 países e envolve a convivência de 23 línguas oficiais. Com a preocupação de aproximar os cidadãos europeus incentivando o fluxo de comunicação entre eles (a), desenvolvendo uma cultura de respeito à diversidade cultural e linguística entre os países da macro-região (b), e consolidando a formação de uma identidade europeia (c), foi instituída uma política comprometida com a diversidade linguística de modo que todo o cidadão da EU tenha incentivo para aprender, pelo menos, duas línguas além da língua materna. Nessa direção foram criados programas de cooperação que incluem intercâmbios de estudantes e professores, desenvolvimento de metodologias î maio/junho de 2009 R e v i s t a d a E S P M 81

7 Diversidade linguística de ensino de línguas, concessão de bolsas de estudo para professores de língua etc. Erasmus desde 1987 promove a mobilidade de estudantes e professores vinculados a instituições de educação superior europeias no âmbito dos países europeus; 5 Comenius promove a mobilidade de estudantes, professores e administrativo do ensino fundamental e médio entre os países europeus; 6 Língua contribui para a promoção do ensino e da aprendizagem de línguas entre os estudantes europeus nos países da União Europeia; 7 Leonardo da Vinci financia a mobilidade transnacional a estudantes e profissionais europeus interessados em formação profissional, desenvolvimento de novas expertise e melhores práticas profissionais em instituições europeias; 8 Tempus desde 1990 promove a mobilidade transeuropeia de acadêmicos do ensino superior entre 27 países situados nas regiões da Europa de Leste, Ásia Central, África do Norte e Oriente Médio. 9 Tanto a política quanto as ações em curso estão subordinadas a um princípio coletivamente estabelecido: unidos na diversidade. Mas esta unidade inclui os europeus e exclui o não-europeu, então não seria uma política de afirmação? Entusiasta do esforço da UE por uma Europa multilingue, Anthony Giddens adverte que o êxito de projetos calcados no multilinguismo depende da legitimidade alcançada por meio da via intelectual e organizativa, materializada com o uso efetivo de várias línguas nas atividades pedagógicas ligadas ao ensino, à produção e difusão de conhecimento. Em suas palavras, só pode haver diálogo e intercâmbio se houver um respeito profundo entre colegas (GIDDENS, Marco Michelini 1996, p.127). Na mesma direção, Immanuel Wallerstein conclui o livro Para abrir as ciências sociais (1996, p.141), aprovando o esforço da UE de aproximar as universidades da região com a implantação de programas de intercâmbio e de incentivo a novos projetos de investigação de âmbito pan-europeu. Para o Autor, tal esforço corresponde a uma resposta criativa à questão da multiplicidade de línguas utilizadas no ambiente acadêmico na expectativa de que as soluções encontradas possam contribuir para a restauração da riqueza linguística própria às ciências sociais. Quem sabe, imbuídos desse espírito se ultrapasse a ideia de que o mérito acadêmico está concentrado em poucos autores, países e línguas e Caetano Veloso tenha que reescrever versos admitindo que brasileiros e alemães, por exemplo, tanto podem filosofar quanto fazer canções se você tem uma ideia incrível é melhor fazer uma canção, está provado que só é possível filosofar em alemão. Com a preocupação de monitorar o impacto das políticas e ações orientadas para o estímulo da diversidade cultural e do diálogo intercultural, o comitê de educação e cultura da Comissão Europeia desenvolveu um levantamento Enquête eurobaromètre sur les valeurs culturelles en Europe cujos resultados foram publicados em setembro de Os dados relativos ao interesse pela língua e pelo diálogo intercultural chamam, particularmente, a atenção quando é impossível desconsiderar a política de imigração selecionada adotada por diversos países europeus ou a tolerância ao que Francine Blanche (apud PIOT, 2008, p.15), nomeia de escravidão moderna (ou seja, trabalhadores sem documentos). Particularmente, quando se leva em conta que o modelo de desenvolvimento até então adotado gerou sociedades multiculturais como negar a importância da presença dos indianos na hierarquia ocupacional da Inglaterra, ou dos turcos na Alemanha, ou dos portugueses e argelinos na França? De toda maneira, quando interrogados sobre a importância exercida pela cultura e diálogo intercultural muito mais de três quartos dos respondentes (89%) afirmaram que a cultura e as trocas culturais merecem ocupar espaço preponderante na EU na medida em que permitem aos cidadãos de diferentes Estadosmembros se conhecerem melhor e partilharem do sentimento de ser europeu contudo, os contatos transnacionais ocorrem de forma 82 R e v i s t a d a E S P M maio/junho de 2009

8 Manolita Correia Lima indireta: 45% apreciam a cozinha estrangeira. Para 88% a cultura e as trocas culturais podem exercer grande importância porque ajudam a ampliar a compreensão e a tolerância em relação aos outros sublinha-se que tolerar equivale a suportar o diferente, diversamente de compreender e crescer com a diferença. E para 84%, a Europa é reconhecida como uma região privilegiada em virtude da herança cultural e dos valores que cultiva e por esta razão pode contribuir de forma singular para a tolerância no mundo. Talvez esta visão eurocêntrica, inspirada no darwinismo social (que reconhece a cultura europeia como o estágio mais desenvolvido da humanidade), esteja desconsiderando que, com a desintegração da União Soviética, a queda do Muro de Berlim e a explosão da atual crise do sistema financeiro uma alteração da arquitetura geopolítica está em curso e promove transformações importantes: o desenho de um mundo unipolar na direção do conceito de totalitarismo democrático global proposto por Alexandre Zinoviev cede lugar para a configuração de um mundo multipolar na direção do conceito de diálogo das culturas proposto por Mohamed Khatami (GRESH, 2008; PAVLOV, 2000). Apesar de os contatos transnacionais ocorrerem predominantemente na mesa, quando interrogados sobre o interesse de encontrar cidadãos originários de outros países europeus, de um total de 63%, manifestaram muito interesse (19%) ou simplesmente interesse (44%). Compreensivelmente, o percentual de interessados se amplia sobremaneira quando se extraem as respostas de grupos sociodemográficos específicos: 76% dos respondentes que estão na faixa etária de 14 a 24 anos têm interesse em encontrar europeus de outros países e o percentual alcança 80% quando se leva em consideração o grupo formado por estudantes e profissionais qualificados. Infere-se que quanto mais jovens, esclarecidos e expostos ao mundo do trabalho mais atraídos pelo diálogo intercultural. Neste contexto, não causa surpresa que 60% dos respondentes se revelem interessados em aprender ou aperfeiçoar um idioma estrangeiro. Parece sintomático que o interesse revelado por respondentes de países que têm como língua nacional uma língua colonial seja apenas moderado: classificando os 27 países por ordem de interesse em aprender uma língua estrangeira, a França ocupou o 13 o lugar (63%), o Reino Unido ficou em 14 o (63%), a Espanha atingiu o 21 o (52%) e Portugal se manteve em 24 o (47%). Compreensivelmente, os respondentes mais jovens (83%), de um nível de escolaridade mais elevado (77%), que nasceram fora da Europa (76%) e que trabalham (82%) comparativamente aos aposentados (31%) se revelaram particularmente interessados em aprender uma língua estrangeira. Quais seriam os interesses motivadores da aprendizagem de uma segunda língua? Apesar de as respostas variarem, prevalecem os interesses particulares: 51% associam o interesse à satisfação pessoal, 37% associam à possibilidade de compreender melhor as pessoas provenientes de outra cultura. Para 72% os motivos estão associados ao trabalho: possibilidade de aplicar o que aprendeu na realização do trabalho (28%), ampliar as chances de trabalhar em um outro país (25%) e de conquistar uma promoção profissional (19%). Para 17% a aprendizagem de uma língua permite o acesso a bens culturais disponíveis em outra língua (jornais, livros, cursos, filmes etc.). Apenas 9% associam a aprendizagem da língua à possibilidade de estudar em outro país e 6% ao fortalecimento de uma identidade europeia. Ao serem interrogados sobre a forma mais eficiente de aproximar os europeus e estabelecer um ambiente propício ao diálogo intercultural, as respostas se concentraram em duas alternativas: investir em programas que promovam o ensino de línguas estrangeiras nas instituições educacionais (56%) e na ampliação de programas que promovam a mobilidade de estudantes e professores (41%). Coerentes com as respostas registradas, os respondentes identificaram os governos nacionais (50%) e as instituições da EU (44%) como protagonistas das iniciativas culturais suscitadas. Como a preocupação com o multilinguismo tem se manifestado no Brasil? Qual tem sido o papel de governos e famílias na aprendizagem de línguas estrangeiras? Até que ponto o acesso ao ensino de línguas estrangeiras tem sido democratizado no País? São as î maio/junho de 2009 R e v i s t a d a E S P M 83

9 s Diversidade linguística questões que nortearão a parte final deste texto. O Brasil na trilha do poliglotismo Invariavelmente, a decisão de inclusão ou exclusão de línguas estrangeiras nos currículos escolares esteve associada a fatores políticos, ideológicos, econômicos e culturais (PRADO, 2004, p.67). É interessante lembrar que por mais que a academia admita que a língua portuguesa praticada no Brasil tenha sofrido forte influência das línguas elaboradas pelas populações autóctones, as famílias, tampouco o Governo, tiveram interesse de valorizar e incluir no currículo das escolas brasileiras a língua tupiguarani, por exemplo. Enquanto o sistema educacional brasileiro esteve orientado para e pela elite social, econômica e política do País, o currículo escolar contemplava línguas consideradas aristocráticas coincidentemente, as línguas coloniais reconhecidas como relevantes para a formação do capital social dos privilegiados uma vez que as relações estabelecidas entre indivíduos e grupos refletem a mobilização de capital É interessante lembrar que por mais que a língua portuguesa praticada no Brasil tenha sofrido forte influência das línguas elaboradas pelas populações autóctones, o Governo nunca teve interesse em incluir no currículo das escolas brasileiras a língua tupi-guarani. econômico (material) e cultural (simbólico). Em 1925, por exemplo, o currículo do Ensino Secundário incluía estudos de francês, alemão e inglês (PRADO, 2004, p.67). Curiosamente, com a elevação do número de escolas e respectiva ampliação do acesso à educação pelas camadas populares, houve redução do número línguas estrangeiras no currículo escolar brasileiro. Ainda de acordo com Prado (2004, p.67), as sucessivas reformas na educação incorreram em flagrante redução, não apenas no número de línguas presente no currículo, mas também no tempo dedicado ao ensino de tais línguas, até ocorrer seu quase desaparecimento na maioria das escolas brasileiras: em 1971 a obrigatoriedade do ensino de línguas estrangeiras foi extinta do currículo do Ensino Fundamental e reduzido em um ano no Ensino Médio. É nesse contexto que o aprendizado de uma ou mais línguas estrangeiras ficou restrito às elites social, econômica e política na medida em que apenas aqueles que podiam pagar pela frequência a cursos livres, oferecidos por Divulgação estabelecimentos especializados e de impossível acesso às camadas populares Aliança Francesa, Cultura Inglesa, Goethe Institut, Instituto Cervantes, Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos, entre outros podiam se afirmar poliglotas. Apenas em 1996, com a publicação da Lei de Diretrizes Curriculares, o ensino de língua estrangeira passa a ser obrigatório a partir da 5 a série, e no Ensino Médio seria incluída uma língua estrangeira além de uma segunda língua, em caráter opcional será incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição (BRASIL, LDB, 1996). Nove anos depois (em 2005) é publicada a Lei n o , cujo conteúdo institui a obrigatoriedade do ensino de espanhol e os Conselhos Estaduais assumem a responsabilidade de elaborar normas para que ela seja cumprida, respeitando as peculiaridades de cada região do País. O renascimento da valorização do aprendizado de línguas estrangeiras no Brasil é percebido a partir de três eventos recentes: a) a obrigatoriedade do ensino de línguas estrangeiras nos currículos escolares, em 1996; b) a ampliação da matrícula em cursos livres de língua estrangeira; c) e a elevação substancial do número de estudantes que viajam para aprender a língua desejada de forma vivenciada. Para Ceres Leite Prado (2004, p.69), os programas de intercâmbio representam uma nova etapa na reconstituição incessante das desigualdades escolares porque a experiência permite não apenas a aprendizagem 84 R e v i s t a d a E S P M maio/junho de 2009

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