A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL"

Transcrição

1 A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA E O COMPROMISSO SOCIAL Ferreira, Aparecida de Jesus Unioeste/Cascavel A língua Inglesa sem dúvida é, hoje, a língua mais falada e utilizada no mundo como língua internacional. Mesmo tendo este caráter de língua internacional, ainda são entendidas como privilegiadas algumas variedades da mesma como a americana e britânica e dentro dessas variedades são encontrados diversos dialeto i[i]. Embora haja dentro da variedade britânica ou americana muitos dialetos ainda assim é considerado o inglês padrão, para os meios de comunicação, seja da escrita (jornais,etc.) ou da falada (televisão, rádio etc.), de acordo com Kachru (1996:73) " o conceito de inglês padrão é definido de várias formas como na Inglaterra é o "(RP) Received Pronunciation ii[ii] ", a variedade tradicionalmente usada e associada com as Universidades de Oxford e Cambridge". Embora este seja o padrão britânico McArthur citado por Kachru (op. cit.:73) considera discriminatório e antidemocrático considerar o "RP" como padrão, porque mesmo as pessoas educadas não falam o padrão. As pessoas na Inglaterra falam com diferentes pronúncias. O mesmo inglês padrão pode ser falado com vários sotaques (pronúncia local), tanto nos Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, por pessoas, que obrigatoriamente, devem falar o padrão através dos meios de comunicação oral. Mas mesmo que estes países citados acima apresentem/tenham as variedades mais aceitas que sem dúvidas as duas primeiras são as mais consideradas e fora estes cinco países ainda há muitos outros países em que a língua inglesa é considerada como língua oficial. Essas variedades evidenciam-se fortemente na situação de ensino de língua inglesa, isso porque, os aprendizes reiteradamente fazem alusão ao tipo de inglês, se americano ou se britânico. Tal alusão traz em seu bojo a busca de uma identificação positiva com uma ou outra destas variedades. Percebe-se que essa "preocupação" não é prerrogativa única dos acadêmicos, parece estar em um imaginário coletivo haja vista que as editoras trazem este foco o que visivelmente, pode ser observado nos livros didáticos. Em tais materiais de ensino, a relação se estabelece em relação à pronúncia. No caminho desta visão ideológica, encontram-se crenças dos alunos, em outras palavras, para muitos deles somente é bom professor de inglês aquele que tiver a pronúncia ou americana ou britânica. Há casos extremos em que ao buscarem por escolas de línguas,

2 alguns destes alunos recusam-nas porque não oferecem o inglês americano. Finalmente há aqueles que buscam eliminar qualquer traço de português ao falar inglês. Neste caso, há uma busca à semelhança com o "falante nativo". Pode estar aí subjacente a questão da identidade cultural, discussão na qual este trabalho não estará centrado. Estes conceitos/crenças que os acadêmicos possuem estão em consonância com conceitos sobre a cultura de aprender línguas, Almeida Filho (1993:13), afirma que: "aprender é caracterizada pelas maneiras de estudar, de se preparar para o uso, e pelo uso real da língua-alvo que o aluno tem como "normais", tendo maneiras de aprender típicas de sua região, etnia, classe social, grupo familiar e evoluem no tempo, em forma de tradições de maneira naturalizada, subconsciente e implícita." Os acadêmicos tiveram uma vida escolar anterior ao ingresso na universidade bem como vivem em uma sociedade que tem seus conceitos sobre aprendizagem de línguas adquiridos no decorrer de sua vida. Com o tempo, essas crenças se tornam verdades, que se não são discutidas e entendidas para desmitificar, permanecem como verdades e se tornam muito "perigosas" principalmente em se falando na formação de futuros professores de línguas. Barcelos (1999:158) em pesquisa feita recentemente sobre "A Cultura de Aprender Línguas" (inglês) de alunos no Curso de Letras nos mostra sua definição "o termo cultura de aprender línguas foi definido como o conhecimento intuitivo implícito (ou explícito) dos aprendizes constituído de crenças, mitos, pressupostos culturais e idéias sobre como aprender línguas. Este conhecimento, compatível com sua idade e nível sócioeconômico, é baseado na experiência educacional anterior, leituras prévias e contatos com pessoas influentes." Fazendo uma análise, percebemos que os aprendizes não conseguem notar que na qualidade de aprendizes, terão que saber a língua para se comunicar com o mundo independentemente da variante que irão usar, pois mesmo dentro do seu próprio país encontrarão pessoas falando inglês na variedade americana, mas com sotaque do nordeste ou sotaque do sul, ou ainda falando na variedade britânica, mas com sotaque do sudeste ou do norte. E este sentimento manifestado pelo aprendiz brasileiro é visto de uma outra forma, afirma Costa (1997). Em seu estudo feito sobre o Caso Henfil no momento em que estava aprendendo inglês nos Estados Unidos, em luta para manter sua "identidade de brasileiro" e nessa perspectiva, assevera que o sotaque em inglês não é importante. A análise feita por Costa (op.cit.) explica que:

3 A resistência de Henfil era um sinal dos tempos, na época (1973), o lema da esquerda brasileira era resistir. Resistir sempre. Henfil percebia na vergonha dos compatriotas, ao vê-lo falar imperfeitamente inglês, com forte sotaque brasileiro, um indicativo do processo de americanização, considerada, obviamente, uma traição. Henfil via na pronúncia "correta" das palavras, o processo de assimilação: "o candidato à assimilação esconde seu passado, suas tradições, todas suas raízes". Henfil se vê como um parente pobre que deve ser evitado, pelos candidatos à assimilação. Não se sente diminuído, pelo contrário percebe que o "sotaque" faz dele um "brasileiro legítimo", que apenas utiliza uma outra língua com objetivo definido, não nutrindo por ela nenhuma afetividade, ao contrário dos "traidores" que se esmeram na perfeita pronúncia do inglês com o intuito escuso, segundo o entendimento de Henfil, de esconder a origem brasileira. (Costa op.cit.:86) Desta análise surgem as questões para quê aprender inglês de fato? Somente para se comunicar com os Estados Unidos ou com o Reino Unido? Acredito que se deve ir, além disso, pois se se fala inglês em vários outros países, e por que essas outras variedades não são apresentadas ao aprendiz para que tenha contato com as outras formas de se comunicar com o mundo? Como percebemos na citação acima, é o sotaque que vai dar ao aprendiz a marca de cidadania, e pelo fato de não falar com um sotaque perfeito, isso não indica não saber falar a língua. Percebe-se que os fatores econômicos de fato levam os aprendizes a escolherem determinada variedade como sendo a única isto porque é a variedade dos países economicamente fortes e estes "detêm" o padrão para o aprendizado de línguas. Tudo isso gera um sentimento de "inferioridade lingüística que acaba acarretando para o brasileiro uma pretensa inferioridade intelectual, caso não fale inglês." Costa (op.cit. p. 60). Este sentimento de inferioridade é também apontado por Ferreira (2000: 122), "no caso de língua inglesa, a maioria dos países que falam este idioma são economicamente dominantes como os Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Austrália e Nova Zelândia e isso acaba gerando na maioria dos aprendizes um sentimento de inferioridade e assim passando a considerar a cultura do outro melhor do que a própria." Este sentimento de ver o outro como melhor, como superior gera uma inibição ao aprendizado da língua inglesa dentro do seu próprio país, sendo somente possível este aprendizado acontecer no país onde a língua é falada como primeira língua. Pereira (2000) coloca que, "Um dos fatores externos responsável pela aprendizagem está no ambiente social em que a aprendizagem toma lugar. As condições sociais influenciam nas oportunidades que os aprendizes têm para ouvir e falar a língua e as atitudes que desenvolvem em relação a essa 2ª língua." Essas questões são relevantes para

4 que sejam levadas para o interior das salas de aulas e discutidas com os aprendizes de línguas, para assim terem uma visão crítica do ensino de línguas e para saberem para que serve uma língua estrangeira. No que diz respeito às atitudes positivas e negativas que o aprendiz tem/desenvolve em relação a tal língua, Kachru (1996:76) assevera que "é importante que professores e alunos estejam cientes de qual é o tipo de presença que o inglês tem no mundo hoje, para assim manter as divergências entre as variedades existentes em um contexto moderado". Essas diferenças aqui colocadas também não indicam que alguém esteja errado. É vital que essas variedades sejam do conhecimento de muitos para que assim possam perceber o pluralismo do inglês inclusive em contextos sócio-lingüisticamente diferentes. Segundo Lortie, citado por André (1997:234), "os anos todos que o professor passa em sala de aula como aluno (no Curso de Licenciatura) não são suficientes para mudar as crenças que ele traz de sua formação anterior". Por essas razões alunos acabam tendo muitas crenças com relação ao ensino de língua inglesa na universidade, mas que poderiam ser sanados se algumas atitudes fossem tomadas com relação a isso como sugere Rokeach, citado por André (op.cit.) "tais anos de estudo seriam suficientes para desenvolver, alterar todos os tipos de crenças, se houvesse real interesse para isso, mostrando que a investigação das crenças educacionais, durante o Curso de Licenciatura, que futuros professores de LE trazem como únicas e verdadeiras referentes ao processo de ensino/aprendizagem de LE ao ingressar no Curso de Letras." Ou seja, estabelecer discussões constantes com os alunos do curso sobre suas próprias crenças, fazer debates no sentido de levar a reflexão sobre as mesmas. No entanto, não se pode negar que a língua inglesa assumiu grande importância no mundo, seja no campo dos negócios, educação, literatura, etc. O poder do inglês é mostrado de muitas formas, incluindo o acesso a modernidade em termos de tecnologia e conhecimento. Saber inglês, hoje está muito relacionado a que classe social o falante pertence, bem como que tipo de profissional o indivíduo é ou pretende ser. Mas, por outro lado, o aprendiz deve ter um olhar crítico sobre o seu aprendizado de língua, perceber a língua enquanto instrumento de comunicação e não como instrumento de dominação (Freire, 1987:128). Pois é a partir do momento em que se domina o instrumento de comunicação do dominador é que se pode interagir com ele, enquanto conhecedor de sua língua, mas não como uma forma de aceitação da língua do dominador sendo melhor ou superior à sua própria língua.

5 Bibliografia ALMEIDA FILHO, José Carlos Paes. Dimensões Comunicativas no Ensino de Línguas. Campinas, SP: Pontes, ANDRÉ, Maximira Carlota da Silva. Preocupado com o futuro do ensino de LE? Uma sugestão: Mergulhe no oceano de crenças educacionais de professores da língua alvo e as otimize. In. Anais do XIV Encontro Nacional de Professores universitários de Língua Inglesa, 21 a 25 Julho p BARCELOS, Ana Maria Ferreira. A Cultura de Aprender Línguas (Inglês) de Alunos no Curso de Letras. In ALMEIDA FILHO (org). O Professor de Língua Estrangeira em Formação. Campinas, SP: Pontes, COSTA, Rinaldo Vitor da.o Caso Henfil: Será que a Esquerda Brasileira Aprende Inglês Sem Culpa? Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Campinas, Campinas FERREIRA, Aparecida de Jesus. Aspectos Culturais e o Ensino de Língua Inglesa. In Revista Línguas & Letras. CECA/Cvel. Vol.1. Nº 1, p , jan/jun FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro : Paz e Terra, KACHRU, B. Braj e NELSON, Cecil L. World Englishes. In MCKAY, Lee Sandra e Hornberger, Nancy H. Sociolinguistics and Language Teaching. Cambridge University Press, PEREIRA, Maria Ceres. Tematizando: Sobre a questão da aquisição de 2ª língua, língua estrangeira. São sempre equivalentes? In Revista Línguas & Letras vol. 2 Edunioeste i[i] Dialetos: tipos de inglês que são identificados com o residente de determinado lugar. Há também idade, sexo, e outros tipos de grupos relacionados a dialetos e o caso de que tipo de linguagem se fala. Qualquer falante pode falar vários dialetos, dependendo das circunstâncias da discussão, em termos geográficos pode-se dizer que uma pessoa cresceu falando inglês americano do sul, e em termos de profissão e educação, pode-se falar o inglês padrão (Kachru 1996:71). ii[ii] Pronúncia recebida.

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE)

LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE) História da profissão docente em São Paulo: as estratégias e as táticas em torno dos fazeres cotidianos dos professores primários a instrução pública paulista de 1890 a 1970 Linha de Pesquisa: LINHA DE

Leia mais

IV Seminário de Iniciação Científica

IV Seminário de Iniciação Científica O BOM PROFESSOR DE LÍNGUA ESTRANGEIRA E A SUA RELAÇÃO COM OS MÉTODOS DE ENSINO Ângela Cristina de Jesus Jancitsky 1 ; Marília Moreira de Souza 1 ; Pollyanna Morais Espíndola 2 ; Ms. Marcelo da Silva Pericoli

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL Referência: CHAGURI, J. P. A Importância do Ensino da Língua Inglesa nas Séries Iniciais do Ensino Fundamental. In: O

Leia mais

OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO?

OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO? OFICINA DE CULTURA E VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: INGLÊS BRITÂNICO OU INGLÊS AMERICANO? Ewerton Felix da Silva Antônio Fernandes Dias Júnior Cristiane Vieira Falcão Maria Glayce Kelly Oliveira

Leia mais

DIFICULDADES NO ENSINO DA ORALIDADE EM AULAS DE LÍNGUA INGLESA

DIFICULDADES NO ENSINO DA ORALIDADE EM AULAS DE LÍNGUA INGLESA DIFICULDADES NO ENSINO DA ORALIDADE EM AULAS DE LÍNGUA INGLESA Maria do Socorro Silva RESUMO: O artigo aqui presente trata-se de uma pesquisa realizada em turmas de 9º ano, de duas escolas de rede publica

Leia mais

Manual do aluno. Curso Master

Manual do aluno. Curso Master Manual do aluno Curso Master Sumário A escola... 3 Inglês por nível... 3 Material Didático Interchange Fourth Edition... 4 Série complementar pós-interchange:... 5 Metodologia do curso Master:... 5 Em

Leia mais

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA

CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA CRENÇAS DE GRADUANDOS DE INGLÊS LÍNGUA ESTRANGEIRA SOBRE A PRÓPRIA PRONÚNCIA Neide Cesar CRUZ Universidade Federal de Campina Grande Resumo: Este estudo de pequeno porte focaliza as crenças que graduandos

Leia mais

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE

CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE CRENÇAS DE UMA ALUNA INICIANTE NO CURSO DE LETRAS INGLÊS ACERCA DA ORALIDADE Marrine Oliveira Sousa (UFG) Tatiana Diello Borges (UFG) marrine_@hotmail.com tatiana.diello@gmail.com 1. Introdução No exterior,

Leia mais

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA

ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA SOCIOLINGUÍSTICA ANÁLISE DE ALGUNS EXERCÍCIOS DE COMPREENSÃO AUDITIVA DA COLEÇÃO AMERICAN HEADWAY NA PERSPECTIVA DA Cristiane Toffanello Mestranda UniRitter/Laureate International Universities Cristoffi@hotmail.com SOCIOLINGUÍSTICA

Leia mais

Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE)

Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE) Descrição de um projeto de pesquisa voltado para a formação pré-serviço do professor de Língua Estrangeira (LE) 1 Resumo: Este trabalho refere-se a um projeto de pesquisa na área de Linguística Aplicada

Leia mais

Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês

Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês Subsídios para elaboração de um exame de proficiência para professores de inglês Teresa Helena Buscato Martins ( Comunicação apresentada no I SEMAPLE. ) A falta de preparo profissional adequado do professor

Leia mais

ACENSA IDIOMAS. Início das aulas 04 de março.

ACENSA IDIOMAS. Início das aulas 04 de março. ACENSA IDIOMAS Início das aulas 04 de março. AS AULAS - Apoiados em material de última geração, com livros e Cds produzidos Inglaterra, as aulas são dinâmicas, explorando farto material visual, para fixar

Leia mais

16 Pronúncia do Inglês

16 Pronúncia do Inglês Este livro tem por objetivo central apresentar os sons do inglês aos falantes do português brasileiro. Pretende-se, ainda, indicar algumas diferenças de pronúncia entre variedades do inglês falado em diferentes

Leia mais

Daniel Fernando Rodrigues 1. Introdução

Daniel Fernando Rodrigues 1. Introdução O PERFIL DE ALUNOS DE LÍNGUA INGLESA INGRESSANTES NO CURSO DE LICENCIATURA EM LETRAS: DELIMITANDO EXPECTATIVAS E METAS PARA A COMPETÊNCIA 1 RESUMO: Este artigo apresenta o perfil dos alunos de inglês de

Leia mais

1 CRÍTICA AO MÉTODO ATUAL USADO NAS ESCOLAS PÚBLICAS

1 CRÍTICA AO MÉTODO ATUAL USADO NAS ESCOLAS PÚBLICAS MOTIVAÇÃO E DIVERSIDADE PARA APRENDER A LÍNGUA INGLESA NAS ESCOLAS Luciana Virgília Amorim de Souza Faculdade são Luis de França Aracaju- SE Isabel Maria Amorim de Souza Faculdade são Luis de França Aracaju-

Leia mais

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA

CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 761 CRENÇAS DISCENTES SOBRE A FORMAÇÃO EM LETRAS E A DOCÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA Fabiana Gonçalves Monti 1, Sérgio

Leia mais

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa

Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Uma análise sobre a produção de conteúdo e a interatividade na TV digital interativa Mariana da Rocha C. Silva Mariana C. A. Vieira Simone C. Marconatto Faculdade de Educação-Unicamp Educação e Mídias

Leia mais

Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior

Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior Artigos Revista Semioses Rio de Janeiro Vol. 01 N. 05 Agosto de 2009 Semestral Dificuldades encontradas por professores de língua inglesa de instituições privadas de ensino superior RESUMO: Este artigo

Leia mais

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa

O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa ARTIGO...Letrônica v. 3, n. 1, p.153, julho 2010 O Ensino da Pronúncia do Inglês e a Abordagem Comunicativa Luciane Guimarães de Paula Introdução O presente artigo 1 relata um recorte dos resultados de

Leia mais

UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB

UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB UM ESTUDO SOBRE A CONSTITUIÇÃO DA IDENTIDADE DO PROFESSOR DE INGLÊS DA CIDADE DE FAGUNDES - PB 01. RESUMO Karla Rodrigues de Almeida Graduada em Letras pela UFCG e-mail: karlaalmeida.1@hotmail.com Izanete

Leia mais

Crenças sobre pronúncia na formação de professores de língua inglesa

Crenças sobre pronúncia na formação de professores de língua inglesa Crenças sobre pronúncia na formação de professores de língua inglesa Thaíse Jordania Porto Dos Santos 1 Resumo: Diante de todos os avanços tecnológicos e em meio a tempos de total globalização, o Inglês

Leia mais

Carlos Fabiano de Souza IFF (carlosfabiano.teacher@gmail.com; carlos.souza@iff.edu.br) Mestrando em Estudos de Linguagem (UFF)

Carlos Fabiano de Souza IFF (carlosfabiano.teacher@gmail.com; carlos.souza@iff.edu.br) Mestrando em Estudos de Linguagem (UFF) RELAÇÕES DICOTÔMICAS NO ENSINO DE INGLÊS EM CURSOS DE IDIOMAS: as implicaturas da (de)formação do professor de línguas que atua nesse contexto de ensinoaprendizagem de língua estrangeira Carlos Fabiano

Leia mais

NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NA UEPG

NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA NA UEPG 110. ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA: PROPOSIÇÕES PARA

Leia mais

7ª Semana de Licenciatura Educação Científica e Tecnológica: Formação, Pesquisa e Carreira De 08 a 11 de junho de 2010

7ª Semana de Licenciatura Educação Científica e Tecnológica: Formação, Pesquisa e Carreira De 08 a 11 de junho de 2010 7ª Semana de Licenciatura Educação Científica e Tecnológica: Formação, Pesquisa e Carreira De 08 a 11 de junho de 2010 ENSINAR INGLÊS É O MÁXIMO! : REVELANDO AS CRENÇAS SOBRE ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE CIÊNCIAS SÓCIO-ECONÔMICAS E HUMANAS DE ANÁPOLIS 1. EMENTA Estudo do processo de aquisição/ aprendizagem de uma segunda língua/ língua estrangeira, métodos e técnicas para o ensino, especialmente da habilidade de leitura. Análise de recursos didáticos.

Leia mais

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA

PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA PENSAMENTO E LINGUAGEM: ESTUDO DA INOVAÇÃO E REFLEXÃO DOS ANAIS E DO ENSINO/APRENDIZAGEM DO INGLÊS EM SALA DE AULA Adriana Zanela Nunes (UFRJ) zannelli@bol.com.br, zannelli@ig.com.br zannelli@ibest.com.br

Leia mais

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

LINGUÍSTICA APLICADA AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA SPADA, Nina. Linguística Aplicada ao Ensino de Língua Estrangeira: uma entrevista com Nina Spada. Revista Virtual de Estudos da Linguagem - ReVEL. Vol. 2, n. 2, 2004. Tradução de Gabriel de Ávila Othero.

Leia mais

Faculdade CNEC Gravataí (Facensa) IDIOMAS. Inscrições Abertas! Você pronto para dialogar com o mundo.

Faculdade CNEC Gravataí (Facensa) IDIOMAS. Inscrições Abertas! Você pronto para dialogar com o mundo. Faculdade CNEC Gravataí (Facensa) IDIOMAS Inscrições Abertas! Você pronto para Os Diferenciais - O estudante aprende a Língua Inglesa em turmas reduzidas e ainda pode continuar praticando depois das aulas

Leia mais

A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL

A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL A ABORDAGEM DE QUESTÕES AMBIENTAIS NAS AULAS DE INGLÊS DO NONO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL Rafaela Alves Melo RESUMO O presente projeto buscou investigar a presença de temas que envolvem questões ambientais

Leia mais

MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM

MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM MÉTODOS E ABORDAGENS DE ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS E PROCESSOS DE ENSINO / APRENDIZAGEM Katharine Dunham Maciel- (UFRJ) Ingeborg Hartl- (UFRJ) Os métodos apontam um caminho para o professor, fornecem-lhe

Leia mais

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos

Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Educação inclusiva para surdos: desmistificando pressupostos Paula Botelho Mestre em Educação pela Faculdade de Educação da UFMG. Coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação de Surdos (GEPES),

Leia mais

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL

ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL ANÁLISE DE NECESSIDADES DO CONTROLADOR DE TRÁFEGO AÉREO: EM BUSCA DE UMA PROPOSTA DE CURSO DA DISCIPLINA LÍNGUA INGLESA COM ENFOQUE NO DESEMPENHO ORAL INTRODUÇÃO Patrícia Palhares Tupinambá FERNANDES DE

Leia mais

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO

POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO 1 POR UM ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA CONTEXTUALIZADO SOUSA, Grazielle de Jesus Leal de 1 RESUMO O ensino de língua portuguesa ainda é visto por muitas pessoas como um ensino mecânico, cheio de regras e

Leia mais

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS

LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS LINGUAGEM: O COMPLEXO JOGO DAS MUDANÇAS SOCIAIS Aline Almeida de Araújo 1 RESUMO A sociolinguística estuda as variações do meio social, procura entender e explicar as várias maneiras de expressão dos falantes.

Leia mais

A (RE)CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DOCENTE NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA INGLESA

A (RE)CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DOCENTE NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA INGLESA A (RE)CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE PROFISSIONAL DOCENTE NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM LÍNGUA INGLESA Sandra Maria Araújo Dias UFERSA - Campus Caraúbas sandra.dias@ufersa.edu.br Maria Isabela Tavares de Freitas

Leia mais

AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE

AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE AS VARIEDADES DA LÍNGUA INGLESA E O SEU STATUS DE LÍNGUA MUNDIAL 1 THE VARIETIES OF THE ENGLISH LANGUAGE AND ITS STATUS OF WORLD LANGUAGE Kátia Cristina Galatti 2 RESUMO Este artigo pretende destacar as

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Curso: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BACHARELADO

Curso: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BACHARELADO Curso: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BACHARELADO 11 B 12 B 15 D 16 A 17 D 18 E 19 B 20 E 21 E 23 D 25 B 26 C 27 A 28 C 29 A 30 E 31 B 32 C 33 D 34 E 36 C 37 D 38 D 39 B Curso: SISTEMAS DE INFORMAÇÃO BACHARELADO

Leia mais

INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO

INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO INGLÊS INSTRUMENTAL: PRÉ-REQUISITO INDISPENSÁVEL À FORMAÇÃO DO ENGENHEIRO QUÍMICO Adriana Recla Pós-graduada em Língua Inglesa e Língua Portuguesa Professora da Faculdade de Aracruz - UNIARACRUZ Professora

Leia mais

INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA

INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA INGLÊS PARA INICIANTES: ESTRATEGIAS DE COMUNICAÇÃO E INSERÇÃO NA CULTURA INGLESA 1 Cintia Paula Santos da Silva 2 Lucília Teodora Villela de Leitgeb Lourenço Comunicação Educação - Línguas Estrangeiras

Leia mais

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br

O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br O PAPEL SOCIAL DA LÍNGUA: O PODER DAS VARIEDADES LINGÜÍSTICAS Carmen Elena das Chagas (UFF/UNESA) carmenelena@bol.com.br CONSIDERAÇÕES INICIAIS A língua, na concepção da sociolingüística, é intrinsecamente

Leia mais

PONTO DE CONTATO: Transferência da Palatalização do Português para o Inglês 1

PONTO DE CONTATO: Transferência da Palatalização do Português para o Inglês 1 PONTO DE CONTATO: Transferência da Palatalização do Português para o Inglês 1 Mestranda Neliane Raquel Macedo Aquino (UFT) Resumo: A aprendizagem de uma língua estrangeira LE possibilita transferências

Leia mais

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras

A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras A Prática do Inglês nas Escolas Públicas Brasileiras Luciana Virgília Amorim de Souza¹ RESUMO O trabalho busca questionar os métodos ensinados para praticar a Língua Inglesa nas escolas. O inglês, no Brasil,

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA: RELATOS DO NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA - UEPG

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA INGLESA: RELATOS DO NAP NÚCLEO DE ASSESSORIA PEDAGÓGICA - UEPG 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( x ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA FORMAÇÃO DE

Leia mais

LÍNGUAS EM CONTATO E EM CONFLITO: A TRAJETÓRIA DO SURDO NA ESCOLA

LÍNGUAS EM CONTATO E EM CONFLITO: A TRAJETÓRIA DO SURDO NA ESCOLA LÍNGUAS EM CONTATO E EM CONFLITO: A TRAJETÓRIA DO SURDO NA ESCOLA Ivani Rodrigues Silva 1 CEPRE / FCM / UNICAMP (Brasil) 1. Introdução Em estudos anteriores (Silva-Mendes, 1993 e Silva, 1998) procuramos

Leia mais

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E SUAS VARIAÇÕES: UM ESTUDO SOBRE AS VARIANTES UTILIZADAS NAS ESCOLAS DE SURDOS Karina Ávila Pereira (UFPEL) Apoio financeiro: Capes - bolsa de Mestrado A pesquisa de mestrado

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE

PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS: FORTALECIMENTO DA LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Abril 2015 POLÍTICAS PÚBLICAS

Leia mais

DISCUTINDO AS CRENÇAS DE UMA PROFESSORA UNIVERSITÁRIA E DE SEUS ALUNOS SOBRE O QUE É SER BEM-SUCEDIDO EM AVALIAÇÕES ORAIS

DISCUTINDO AS CRENÇAS DE UMA PROFESSORA UNIVERSITÁRIA E DE SEUS ALUNOS SOBRE O QUE É SER BEM-SUCEDIDO EM AVALIAÇÕES ORAIS 1 DISCUTINDO AS CRENÇAS DE UMA PROFESSORA UNIVERSITÁRIA E DE SEUS ALUNOS SOBRE O QUE É SER BEM-SUCEDIDO EM AVALIAÇÕES ORAIS Marcela Ferreira Marques (Universidade Federal de Goiás) Introdução Cada professor

Leia mais

Prêmio Victor Civita 2010 Educador Nota 10

Prêmio Victor Civita 2010 Educador Nota 10 1 Prêmio Victor Civita 2010 Educador Nota 10 LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Relatório analítico do processo de seleção de trabalhos Selecionadora: Sandra Baumel Durazzo Com a crescente intergração dos diferentes

Leia mais

EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS

EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS EDUCAR PARA OS DIREITOS HUMANOS Sandra Regina Paes Padula * Gostaria aqui fazer um breve histórico de como surgiu os Direitos Humanos para depois entendermos como surgiu a Educação em Direitos Humanos.

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: Linguagens, Códigos e Suas Tecnologias Componente Curricular: Inglês Série:

Leia mais

Enunciação e política de línguas no Brasil

Enunciação e política de línguas no Brasil Enunciação e política de línguas no Brasil Eduardo GUIMARÃES Universidade Estadual de Campinas Considerando o fato de que o Brasil é um país multilingüe, tomo como objetivo específico aqui a reflexão sobre

Leia mais

FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA FAIFA. Projeto de Oficina de Letramento. COORDENAÇÃO DO PROJETO: Profª. Ms.Alessandra Carlos Costa Grangeiro

FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA FAIFA. Projeto de Oficina de Letramento. COORDENAÇÃO DO PROJETO: Profª. Ms.Alessandra Carlos Costa Grangeiro FACULDADE DA IGREJA MINISTÉRIO FAMA FAIFA Projeto de Oficina de Letramento COORDENAÇÃO DO PROJETO: Profª. Ms.Alessandra Carlos Costa Grangeiro Goiânia 2010 1 APRESENTAÇÃO DE PROJETO DE RESPONSABILIDADE

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: TECENDO RELAÇÕES COM O PENSAMENTO DE PAULO FREIRE Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a definição dos conceitos de alfabetização e letramento,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA

A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA 1 A IMPORTÂNCIA DA FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS DE LÍNGUA INGLESA Deyseany Nunes Lima da Cruz (FA) INTRODUÇÃO Este trabalho consiste em uma reflexão acerca do tema a importância da formação

Leia mais

A potencialização da aprendizagem de uma língua adicional através do blended learning

A potencialização da aprendizagem de uma língua adicional através do blended learning A potencialização da aprendizagem de uma língua adicional através do blended learning Rossana Kramer Mestre em Letras - Língua Inglesa rossana_kramer@uniritter.edu.br Fabiana Saldanha Pós-Graduada em Ensino-Aprendizagem

Leia mais

A QUESTÃO INTERCULTURAL NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA: DESENVOLVENDO A SENSIBILIDADE INTERCULTURAL

A QUESTÃO INTERCULTURAL NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA: DESENVOLVENDO A SENSIBILIDADE INTERCULTURAL A QUESTÃO INTERCULTURAL NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE LÍNGUA INGLESA: DESENVOLVENDO A SENSIBILIDADE INTERCULTURAL Daniel de Lima Goulart 1 Neuda Alves do Lago 2 Maria Cristina Faria Dalacorte Ferreira

Leia mais

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores

II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores II Congresso Nacional de Formação de Professores XII Congresso Estadual Paulista sobre Formação de Educadores AS (DES)ARTICULAÇÕES ENTRE TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO INICIAL DO FUTURO PROFESSOR DE LÍNGUA

Leia mais

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO Gustavo Cançado de Azevedo O autor relaciona educação e tecnologia, tomando como ponto de partida a maneira com que os avanços

Leia mais

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS

ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS ALFABETIZAR-SE: UM DIREITO DA CRIANÇA DE 6 ANOS Marcia Aparecida Alferes 1 Resumo O presente texto pretende refletir sobre a questão da alfabetização como conceito presente nas políticas educacionais que

Leia mais

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO VAITEKA, SANDRA; FERNANDEZ, CARMEN Instituto de Química da Universidade de São Paulo, Brasil; Programa de Pós Graduação Interunidades

Leia mais

Alguns comentários sobre a pesquisa de crenças no contexto de aprendizagem de língua estrangeira

Alguns comentários sobre a pesquisa de crenças no contexto de aprendizagem de língua estrangeira Alguns comentários sobre a pesquisa de crenças no contexto de aprendizagem de língua estrangeira Fabio Madeira R. Jaguaribe, 629, apto. 3d. São Paulo SP Instituto de Estudos da Linguagem Abstract. This

Leia mais

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E IDENTIDADE PROFISSIONAL

FORMAÇÃO DE PROFESSORES E IDENTIDADE PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES E IDENTIDADE PROFISSIONAL Profª Ms. Vanderlice dos Santos Andrade Sól 1. INTRODUÇÃO A construção da identidade profissional possui relações estreitas com o ambiente de formação

Leia mais

A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA

A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA A FORMAÇÃO INCLUSIVA DE PROFESSORES NO CURSO DE LETRAS A DISTÂNCIA Autor - Juliana ALVES - IFTM 1 Coautor - Andriza ASSUNÇÃO IFTM 2 Coautor - Aparecida Maria VALLE IFTM 3 Coautor - Carla Alessandra NASCIMENTO

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1

DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 DESENVOLVIMENTO DA PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA INGLESA DOS ACADÊMICOS DE LETRAS DA UNIFRA: UM PARALELO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A AUTONOMIA DOS MESMOS 1 OLIVEIRA, Vinícius. O. 2 MACIEL, Adriana. M. N. RESUMO: O

Leia mais

APRENDER INGLÊS É MARAVILHOSO, APESAR DAS DIFICULDADES : REVELANDO AS CRENÇAS SOBRE ENSINO/APRENDIZAGEM DE UMA ALUNA FORMANDA EM LETRAS (INGLÊS)

APRENDER INGLÊS É MARAVILHOSO, APESAR DAS DIFICULDADES : REVELANDO AS CRENÇAS SOBRE ENSINO/APRENDIZAGEM DE UMA ALUNA FORMANDA EM LETRAS (INGLÊS) APRENDER INGLÊS É MARAVILHOSO, APESAR DAS DIFICULDADES : REVELANDO AS CRENÇAS SOBRE ENSINO/APRENDIZAGEM DE UMA ALUNA FORMANDA EM LETRAS (INGLÊS) 1. Introdução Tatiana Diello Borges (UFG) Neuda Alves do

Leia mais

TESTE SELETIVO COLEGIADO DE LETRAS - 2013 LISTA DE PONTOS

TESTE SELETIVO COLEGIADO DE LETRAS - 2013 LISTA DE PONTOS ENSINO DE LÍNGUA INGLESA 1. New technologies and ELT 2. Teaching English pronunciation for Brazilian EFL speakers 3. Developing reading skills in the EFL classroom: theory and practice 4. Assessment in

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO NO ENSINO A DISTÂNCIA (EAD)

A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO NO ENSINO A DISTÂNCIA (EAD) A IMPORTÂNCIA DA MOTIVAÇÃO NO ENSINO A DISTÂNCIA (EAD) PADILHA, Emanuele Coimbra; SELVERO, Caroline Mitidieri Graduada em Letras-Espanhol pela Universidade Federal de Santa Maria UFSM. E-mail: emanuelecp@hotmail.com

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS GAROPABA Aprovação do curso e Autorização da oferta

Leia mais

A ABORDAGEM INSTRUMENTAL E O ENSINO DE LEITURA: CRENÇAS E HISTÓRIA

A ABORDAGEM INSTRUMENTAL E O ENSINO DE LEITURA: CRENÇAS E HISTÓRIA A ABORDAGEM INSTRUMENTAL E O ENSINO DE LEITURA: CRENÇAS E HISTÓRIA Cinara Leal Azevedo (UFSM) 1 André Gonçalves Ramos (UFSM) 2 Resumo: Neste artigo tomamos como objeto a crença de que o ensino instrumental

Leia mais

CRENÇAS E EXPERIENCIAS DOS ALUNOS DE LINGUA INGLESA DO IFMG

CRENÇAS E EXPERIENCIAS DOS ALUNOS DE LINGUA INGLESA DO IFMG CRENÇAS E EXPERIENCIAS DOS ALUNOS DE LINGUA INGLESA DO IFMG OLIVEIRA, Shirlene Bemfica de Oliveira 1 CARMO, Kamila Oliveira do 2 LEITE, Gabriela Maria Ferreira Leite 3 OLIVEIRA, Tatiane Morandi de 4 ROSSI,

Leia mais

PARA SE APRENDER INGLÊS, É PRECISO QUE O ALUNO TENHA PAIXÃO PELO IDIOMA : EM QUE ACREDITA UM ALUNO INICIANTE DO CURSO DE LETRAS (INGLÊS)?

PARA SE APRENDER INGLÊS, É PRECISO QUE O ALUNO TENHA PAIXÃO PELO IDIOMA : EM QUE ACREDITA UM ALUNO INICIANTE DO CURSO DE LETRAS (INGLÊS)? 2845 PARA SE APRENDER INGLÊS, É PRECISO QUE O ALUNO TENHA PAIXÃO PELO IDIOMA : EM QUE ACREDITA UM ALUNO INICIANTE DO CURSO DE LETRAS (INGLÊS)? 0. Introdução Tatiana Diello BORGES - UFG/CAJ Neuda Alves

Leia mais

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EAD: IMPORTANTES INDICADORES DOS ATORES PEDAGÓGICOS

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EAD: IMPORTANTES INDICADORES DOS ATORES PEDAGÓGICOS REPRESENTAÇÕES SOCIAIS SOBRE O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NA EAD: IMPORTANTES INDICADORES DOS ATORES PEDAGÓGICOS Brasil - Santa Catarina Indaial (04/2014) Vera Lúcia Hoffmann Pieritz - Centro Universitário

Leia mais

XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA

XVIII CONGRESSO NACIONAL DE LINGUÍSTICA E FILOLOGIA A GRAMÁTICA DE USOS DO PORTUGUÊS NA CONTEMPORANEIDADE: UMA PROPOSTA DE ENSINO Camila Rodrigues da Silva (UFT) Kmila-rodriguess@hotmail.com Luiz Roberto Peel Furtado de Oliveira (UFT) luizpeel@mail.uft.edu.br

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA - LICENCIATURA. Lia Gonçalves Gurgel. Projeto de pesquisa

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA - LICENCIATURA. Lia Gonçalves Gurgel. Projeto de pesquisa 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA - LICENCIATURA Lia Gonçalves Gurgel Projeto de pesquisa AQUISIÇÃO DA LÍNGUA DE SINAIS A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA BILÍNGÜE

Leia mais

PERCEPÇÕES DOS ALUNOS DO CURSO DE LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA INGLESA EM RELAÇÃO AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

PERCEPÇÕES DOS ALUNOS DO CURSO DE LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA INGLESA EM RELAÇÃO AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PERCEPÇÕES DOS ALUNOS DO CURSO DE LETRAS COM HABILITAÇÃO EM LÍNGUA INGLESA EM RELAÇÃO AO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Michelle de Sousa Bahury Thelma Helena Costa Chahini RESUMO Universidade Lusófona de

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO NOS LARES DE LONGA PERMANÊNCIA: UMA CONQUISTA

ALFABETIZAÇÃO NOS LARES DE LONGA PERMANÊNCIA: UMA CONQUISTA ALFABETIZAÇÃO NOS LARES DE LONGA PERMANÊNCIA: UMA CONQUISTA Fernanda Aparecida Rodrigues Silva UFOP 1 Isabella Maria de Oliveira Duarte UFOP 2 RESUMO: Pretendendo a alfabetização do idoso das instituições

Leia mais

MARLIANE DIAS SILVA LET S SPEAK ENGLISH

MARLIANE DIAS SILVA LET S SPEAK ENGLISH MARLIANE DIAS SILVA LET S SPEAK ENGLISH Campos Belos 2014 Vicente Pereira de Almeida Reitor Claudecir Gonçalves Pró-Reitor de Administração e Planejamento Elias de Pádua Monteiro Pró-Reitor de Desenvolvimento

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Médio ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Área de conhecimento: : Linguagens, Códigos e suas Tecnologias. Componente Curricular: Inglês Série: 3º

Leia mais

CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável: Sandra Mari Kaneko Marques

CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável: Sandra Mari Kaneko Marques INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SÃO PAULO CAMPUS SÃO CARLOS CURSO DE EXTENSÃO Ensino e Aprendizagem de Língua Inglesa para Comunicação em Contextos Acadêmicos Professora Responsável:

Leia mais

PROJETO LÍNGUA DE FORA

PROJETO LÍNGUA DE FORA DESCRIÇÃO PROJETO LÍNGUA DE FORA O, de responsabilidade dos professores da disciplina de estágio supervisionado das línguas espanhola, francesa e inglesa, corresponde a 50 horas de estágio, das 200 horas

Leia mais

Principais informações sobre o exame

Principais informações sobre o exame Principais informações sobre o exame A chave para o inglês essencial Key English Test (KET) A chave para o inglês essencial Ao obter sucesso no Cambridge English: Key você demonstra que conquistou os conceitos

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS

A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS NO ENSINO DE MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS SILVA, Bárbara Tavares da 1 ARAÚJO, Junivan Gomes de 2 ALVES, Suênha Patrícia 3 ARAÚJO, Francinário Oliveira de 4 RESUMO Sabemos que

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE PLANO DE CURSO FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Licenciatura em Letras com Habilitação em Português e Inglês Disciplina: Estágio Supervisionado I Professor: Joranaide

Leia mais

RESPOSTA FÍSICA TOTAL

RESPOSTA FÍSICA TOTAL RESPOSTA FÍSICA TOTAL Valdelice Prudêncio Lima UEMS João Fábio Sanches Silva UEMS O método apresentado é baseado na coordenação da fala e da ação, desenvolvido por James Asher, professor de psicologia

Leia mais

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de

Quando começou a pensar na alfabetização, em 1962, Paulo Freire trazia mais de 15 anos de PAULO FREIRE E A ALFABETIZAÇÃO Vera Lúcia Queiroga Barreto 1 Uma visão de alfabetização que vai além do ba,be,bi,bo,bu. Porque implica uma compreensão crítica da realidade social, política e econômica

Leia mais

A COMPETENCIA GRAMATICAL NAS AULAS DE ESPANHOL COMO LINGUA ESTRANGEIRA

A COMPETENCIA GRAMATICAL NAS AULAS DE ESPANHOL COMO LINGUA ESTRANGEIRA A COMPETENCIA GRAMATICAL NAS AULAS DE ESPANHOL COMO LINGUA ESTRANGEIRA Bruna de Souza Fraga (UFS) Monize Batista de Jesus (UFS) INTRODUÇÃO A gramática, por muito tempo foi um dos instrumentos mais utilizados

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1

CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1 CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO PARA O ENSINO DE PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS 1 FABRI, Ana Sophia 2 ; RANGEL, Eliane 3 ; BARIN, Nilsa Reichert 4 1 Artigo final produzido no PROBIC- Projeto de bolsisita

Leia mais

O ENSINO DE INGLÊS NO IFRJ: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO OLHAR DO ALUNO

O ENSINO DE INGLÊS NO IFRJ: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO OLHAR DO ALUNO O ENSINO DE INGLÊS NO IFRJ: UMA PERSPECTIVA A PARTIR DO OLHAR DO ALUNO Elza Maria Duarte Alvarenga de Mello Ribeiro (1); Carla Cristina de Souza (2); Giovana de Oliveira Caxias (3). (1) Instituto Federal

Leia mais

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO Extensão, docência e investigação. Danielle Gomes Mendes Theciana Silva Silveira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marize Barros Rocha

Leia mais

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA

O AUXÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA O AUÍLIO DA FONÉTICA NO ENSINO DA LÍNGUA INGLESA Ana Beatriz Miranda Jorge UFCG/ beatrizjmiranda@gmail.com Bruna Melo do Nascimento UEPB/ bruna.melo.nascimento@gmail.com Isabelle Coutinho Ramos Benício

Leia mais

IDENTIDADE DOCENTE NA TUTORIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

IDENTIDADE DOCENTE NA TUTORIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA IDENTIDADE DOCENTE NA TUTORIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA IINTRODUÇÃO Educação a distância (EaD) é uma modalidade de educação na qual aluno e professor estão separados fisicamente, pautada no pressuposto de

Leia mais

Daniel no mundo do silêncio

Daniel no mundo do silêncio Guia para pais Daniel no mundo do silêncio Walcyr Carrasco série todos juntos ilustrações de Cris Eich Daniel perde a audição nos primeiros anos de vida, e sua família dá todo o apoio para ele se comunicar

Leia mais

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

Palavras-chave: Prática de Ensino. Estágio Supervisionado. Língua Estrangeira. Formação de professores

Palavras-chave: Prática de Ensino. Estágio Supervisionado. Língua Estrangeira. Formação de professores AS (DES)ARTICULAÇÕES ENTRE TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS Rosangela Sanches da Silveira Gileno (FCLAr/UNESP) O presente texto tem por objetivo apresentar uma discussão sobre as(des)articulações

Leia mais

ANÁLISE DE TRABALHOS PRODUZIDOS NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO

ANÁLISE DE TRABALHOS PRODUZIDOS NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO ANÁLISE DE TRABALHOS PRODUZIDOS NOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA REGIÃO SUDESTE, ÁREA 46 DA CAPES, SOBRE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE QUÍMICA. Osmair Benedito da Silva (Departamento de Química, Universidade

Leia mais

O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1

O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1 O ensino de línguas estrangeiras via redes sociais 1 Gabriel Belinazo 2 gbelinazo@inf.ufsm.br Abstract: In this review article, the main goal is to review and analyze information about social networks

Leia mais

TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING

TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS DEPARTAMENTO DE LINGUAGEM E TECNOLOGIA Mestrado em Estudos de Linguagens TECHONOLOGY FOR SECOND LANGUAGE LEARNING CAROL A. CHAPELLE Disciplina: Ambientes

Leia mais