A RETEXTUALIZAÇÃO E O USO DO INTERNETÊS COMO PRÁTICA ESCOLAR

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1 A RETEXTUALIZAÇÃO E O USO DO INTERNETÊS COMO PRÁTICA ESCOLAR SOUTO, Alex de Araújo e SILVA, Sheila Maria Tabosa (UFCG) RESUMO O presente artigo tem por objetivo endossar a inclusão da retextualização como prática escolar nas escolas de ensino fundamental e médio, numa reaproximação do ensino de línguas com a realidade dos alunos. Ou seja, a vivência deste alunado com a língua falada e com a linguagem utilizada na Internet servirá de base para o desenvolvimento da língua escrita dos estudantes, contribuindo para a formação de melhores leitores e escritores. Trabalhar com retextualização significa colocar o estudante em contato com a língua em uso, visto que retextualizar é converter um texto oral ou da Internet em texto escrito baseado na norma padrão. Além disso, retextualizar contribui para a ampliação do vocabulário e para uma maior competência lingüística, pois o aluno poderá ter embasamento para saber diferenciar não só língua falada e língua escrita como também os mais variados gêneros textuais. A pesquisa foi desenvolvida utilizando se do internetês, tendo como arcabouço teórico autores como Marcuschi e Castilho, dentre outros. PALAVRAS CHAVE: Retextualização; internetês; ensino de línguas ABSTRACT The present paper aims to empower the inclusion of the retextualization process as an educational practice in the primary and secondary schools. It also intends to link the language teaching to the reality of students. The relation of students with the spoken language and the language used in the Internet are a basis to the development of the written language. Therefore, this work contributes to form better readers and writers. The retextualization process puts students in contact with the language in use, because it converts an oral text or an Internet text into a written one based on the standard language. Moreover, the retextualization practice contributes to the increasing of vocabulary and to a better linguistic competence, because the student will be able to know not only the differences between written and oral language but also the ones among textual genres. The research was developed using the Internet language and it was based on the works of Marcuschi and Castilho, among others. KEY WORDS: Retextualization; Internet language; Language Teaching.

2 0. INTRODUÇÃO Ao longo do tempo, o estudo e o ensino de línguas vêm sendo transformado de maneira radical. O ensino baseado exclusivamente na gramática descontextualizada está fadado ao fracasso. Já não se concebem aulas tipicamente estruturalistas que contribuem para uma crescente falta de interesse dos jovens pela escola, especialmente no tocante às aulas de língua materna e estrangeira. Novas tecnologias emergem a cada dia e, com elas, novas formas de comunicação, novas linguagens. Com a explosão da Internet, a redução nos preços de computadores e a proliferação das LAN Houses, a população deparou se com novos gêneros textuais como o e mail, o chat e o scrap. Isso contribuiu para que a leitura se tornasse ainda mais importante nos dias atuais, pois a comunicação virtual é essencialmente visual. Também contribuiu para que um novo código fosse desenvolvido. Esse código, conhecido como internetês, foi rapidamente assimilado e difundido entre os jovens, os maiores usuários da rede mundial de computadores e transformou se numa preocupação para muitos professores de língua portuguesa e para os puritanos da língua. Face a este novo cenário, o professor e a escola têm a obrigação de desenvolver novas metodologias e fazer uso das novas formas de comunicação na sala de aula, de modo a integrar o aprendizado ao mundo no qual os alunos e o professor encontram se inseridos. No caso do ensino de línguas, o mesmo não pode mais considerar a língua como um produto homogêneo, como um produto que deve ser examinado independentemente de suas condições de produção (Castilho, 2004, p.11). Língua é vida, é ação, e não um emaranhado infinito de regras gramaticais fora de contexto. Pelo contrário. A língua é um conjunto de usos concretos, historicamente situados (Idem). Ao considerar a língua um produto de interações sociais, analisaremos uma das vias de comunicação mais usadas pelos jovens atualmente: as conversas através da Internet. Estas serão abordadas sob o enfoque da retextualização, que faz com que o aluno trabalhe sua escrita, habilidade tão importante nos dias atuais. Conforme Poersch(1993) apud Soares(2005, p.94) afirma: [...]para quem vive numa sociedade letrada, a competência no manejo do código escrito constitui requisito básico para uma verdadeira cidadania. Ao se trabalhar com o internetês ou com a língua falada para desenvolver a leitura e a escrita na sala de aula quebra o paradigma existente de que a escola [...]exclui da sua consideração o fato de que o aluno convive em seu cotidiano com diferentes formas de linguagem (Orlandi, 1988, p.38). Infelizmente, ainda é muito presente a máxima de que o professor controla/domina (o aluno, o conhecimento) e é controlado/dominado (pelo sistema escolar) (Sousa, 2002, p.87). Além disso, não se podem apagar [...] as condições sócio históricas nas quais a Educação se encontra inserida (Mascia, 2002, p. 170).

3 Portanto, trabalhar com novas tecnologias requer uma quebra de conceitos arraigados na mente de professores, alunos e da sociedade, que ainda consideram a escola como sendo um mundo à parte do mundo real, devido ao seu caráter estruturalista há muito tempo adotado. 1. O INTERNETÊS Atualmente, a Internet não é apenas uma ferramenta de trabalho. Mais do que isso, é um valioso meio de comunicação pelo qual as pessoas enviam e recebem e mails, têm acesso a todo tipo de assunto, fazem compras, além de se comunicarem de modo quase que instantâneo, por meio de programas como o MSN. Nos dias de hoje o acesso à Internet vem se expandindo rapidamente, colaborando para uma maior disseminação de conhecimentos. A inclusão digital, tema que vem sendo muito discutido, é uma prova disso. A velocidade de comunicação exigida na Internet fez com que as pessoas das mais variadas culturas e falantes das mais diversas línguas desenvolvessem códigos próprios para se comunicarem. Surgiu, então, o internetês, uma mescla entre língua oral e língua escrita que dá rapidez ao processo de comunicação, numa tentativa de se aproximar da velocidade da língua falada. Esta linguagem, baseada na simplificação informal da escrita, com o objetivo principal de tornar mais ágil, rápida, a comunicação (Wikipedia) faz uso de abreviações, de modo que demonstra claramente a interferência da fala na escrita. A simplificação da língua no mundo virtual conquista cada vez mais adeptos, jovens em sua maioria, que usam o internetês para se comunicarem. Assim como na língua falada, no internetês locutor e interlocutor assumem a co autoria do texto, que vai sendo gerado de forma interacional, obrigando ambos a uma sorte de co processamento sintático (Castilho, 2004, p.16

4 17). Ou seja, é uma modalidade diferente do dialogo, difundida em novos gêneros textuais como e mails, conversas on line e scraps. Entretanto, apesar da popularidade da nova linguagem, a mesma encontra resistência por parte de pessoas que acusam os usuários do internetês de destruir a língua portuguesa, o que não passa de um radicalismo. Afinal, há tempos são usadas na escrita de cartas, bilhetes, anúncios de jornais abreviações como p/ (para), nº(número), ap(apartamento), av(avenida), entre outras. E estas abreviações não chegaram nem um pouco perto de destruir a língua portuguesa, o que mostra que esta tem força, apesar das abreviações e modismos. Ao analisarmos o internetês, podemos perceber que se trata de uma redução de caracteres com a finalidade de economizar tempo, numa tentativa de igualar a velocidade da conversação on line à velocidade natural da fala. Muitos destes caracteres possuem relação com a pronúncia da palavra a que se referem. Desta forma, kd vc é facilmente compreendido por cadê você. Porém, casos como o de termos como naum não constitui economia de tempo, apenas um modismo, em nossa opinião, apesar da prevalência da oralidade. Outros caracteres utilizados no internetês já não possuem relação alguma com a oralidade. São os chamados emoticons, cuja origem é a junção das palavras inglesas emotion e icon. Por exemplo, o símbolo :* equivale a mandar um beijo e S2 a um coração. Neste caso, faz se necessário um conhecimento maior da linguagem do mundo virtual. E esta linguagem é adquirida com o convívio com o mundo virtual e também com a telefonia celular, já que estes códigos também são utilizados nas mensagens de texto da telefonia móvel. Essa nova modalidade da linguagem não deve ser condenada, é apenas mais uma modalidade da língua que tem normas próprias, concordando com Marcuschi(2003, p.31), que pondera que todas as variedades submetem se a algum tipo de norma. A língua falada possui a sua norma própria, assim como a língua escrita, ambas em níveis formal e informal. Assim, nada mais normal que a linguagem da Internet possua a sua também. Contudo, os usuários dessa nova modalidade precisam ter a consciência e que a linguagem utilizada para comunicação na Internet deve permanecer exclusivamente na rede e não adentrar na língua escrita propriamente dita. Assim, se as pessoas sabem diferenciar algumas características da oralidade e da escrita, elas precisam saber diferenciar o internetês também. Com a era digital, é possível afirmar que há uma nova diferenciação de línguas: língua falada, língua escrita e língua virtual ou digital. Afinal, a língua [...] reflete em boa medida, a organização da sociedade (Ibid, p.35, grifo do autor). Ainda, segundo Marcuschi, são modos de representação cognitiva e social que se revelam em práticas específicas (Idem). É nesse ponto que surge a necessidade do professor de língua portuguesa aproximar se de seus alunos e explorar em suas aulas essa nova modalidade da língua. A utilização da retextualização pode contribuir para que isso aconteça.

5 Com a aproximação do professor e da escola à realidade dos alunos e do mundo, o ensino pode se tornar mais prazeroso e eficaz. 2. A RETEXTUALIZAÇÃO E AS CONCEPÇÕES DE LÍNGUA O profissional que pretende trabalhar com retextualização não pode ver a língua como um fenômeno homogêneo, imutável, tampouco como sistema de regras. A heterogeneidade da língua, sua dinamicidade e seu contexto histórico social devem servir de orientação para o trabalho do professor que objetiva trabalhar com a retextualização, visto que a contextualização é primordial para o funcionamento pleno da língua (Marcuchi, 2003, p. 43). O professor não deve colocar a oralidade como a modalidade onde tudo é permitido nem a escrita como a modalidade organizada, uma vez que a passagem da fala para a escrita não é a passagem do caos para a ordem: é a passagem de uma ordem para outra ordem (Op. Cit., p.47). O mesmo se aplica para a transformação do internetês para a norma padrão. Todavia, não se pode confundir retextualização com transcrição, pois a primeira é uma atividade complexa em que ocorrem mudanças consideráveis quando um texto de uma modalidade é transformado em texto de outra modalidade. A retextualização caracteriza se por converter textos orais em textos escritos, por meio da eliminação das marcas típicas da oralidade e pela inclusão de elementos característicos da língua escrita. 3. RETEXTUALIZANDO O INTERNETÊS A utilização do internetês para produzir retextualizações faz uso de algumas operações diferentes das nove operações sugeridas por Luiz Antonio Marcuschi em seu livro Da fala para a escrita: atividades de retextualização. Isso porque ocorrem poucas estratégias de eliminação, que dão lugar a estratégias de inclusão, visto que o pouco uso de caracteres no internetês propicia esta condição em parte dos casos. Além disso, faz pouco uso da paragrafação, devido à brevidade das mensagens virtuais, em sua maioria. Vejamos um exemplo de retextualização feita a partir do internetês. Foi solicitado a uma estudante da 1ª série do ensino médio a seguinte tarefa: escrever em uma folha de papel um scrap, como se fosse um recado enviado pelo Orkut, e em seguida, pediu se que os alunos trocassem seus scraps. Então, o professor orientou a turma sobre as diferenças entre fala e escrita, ressaltando que a escrita usada na Internet deve permanecer na Internet, pois a língua portuguesa possui um sistema de normas e regras próprias na sua modalidade escrita e que é muito importante ter conhecimento da escrita da norma padrão. Afinal, é esse conhecimento que permitirá aos alunos as oportunidades de ingressar em um curso superior e/ou pleitear um bom emprego.

6 Texto em Internetês Oiêeeee miga!!!! Td blz? Retextualização Oi amiga! Tudo bem? Nunk + t vi. Pasa lah em ksa tah. Qdo fo avisa Nunca mais vi você. Passe na minha casa depois. Quando você for, me avise. Bju, Kátia Beijos, Kátia! O que se nota na primeira linha é uma influência da oralidade na escrita, sobretudo na saudação inicial. Em seguida, há uma redução de caracteres que, no entanto, não compromete a compreensão. Na segunda parte do scrap há a inclusão de símbolos como o sinal da adição representando a palavra mais, a oralidade presente em nunk, pasa, ksa, fo e bju, em vez de nunca, passa, casa, for e beijos. O acento agudo foi substituído pelo h em lah e tah. Ocorreu ainda a abreviação da palavra quando, que virou qdo. Como se pode observar, a compreensão não foi afetada, apesar do enxugamento do internetês em relação à língua padrão. Ao retextualizar o scrap, o estudante eliminou completamente os traços da linguagem da Internet e produziu um texto coerente com a língua padrão. Obviamente, a retextualização foi feita utilizando o gênero textual carta, que é o que mais se aproxima do scrap. Outro fato interessante foi a substituição do termo blz, facilmente entendido por beleza que, ao ser retextualizado, foi trocado pela palavra bem, formando a expressão Tudo bem?. Este fato demonstra que o aluno sabe que a palavra beleza não caberia no contexto da língua escrita, por se tratar de gíria. Todavia, pode se observar que o trabalho com o internetês visando a retextualização é limitado, pois os gêneros textuais que podem ser utilizados neste processo são poucos. No entanto, os alunos demonstram um maior interesse pela escrita, pois trabalham a partir de dados reconhecidos e produzidos por eles próprios e que tratam de assuntos considerados por eles relevantes, visto que os estudantes julgam ser de suma importância saber se comunicar através do internetês. É possível trabalhar a retextualização usando conversas pelo Windows Live Messenger, popularmente conhecido por MSN. O processo para retextualizar as conversas do MSN é o mesmo utilizado para a conversão da língua falada para a língua escrita. Afinal, o MSN possui as mesmas características de uma conversa, especialmente a informal. A influência da oralidade nos usuários deste programa é altamente visível. O mesmo pode ser aplicado a sites como o Orkut. A diferença é que, no MSN, as conversas ocorrem on line, como se duas ou mais pessoas estivessem conversando. Já no Orkut esse fato nem sempre é possível. Deixa se um recado scrap que, embora seja prontamente enviado pela Internet, o destinatário poderá ver a qualquer tempo, independente dele estar on line ou não.

7 Nos dois casos, o professor explica aos alunos as diferenças entre língua falada e língua escrita, conscientizando seus alunos de que muitas vezes falamos de uma forma, mas escrevemos de outra. Por sua vez, a retextualização do e mail é semelhante a escrever uma carta ou bilhete. Neste caso, o professor expõe os alunos aos gêneros textuais carta, bilhete, mostrando lhes o formato e as características de cada um, sempre contextualizando com a realidade dos estudantes. Afinal, o aluno demonstra mais interesse por assuntos que eles possam utilizar no cotidiano. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS O internetês se torna cada vez mais popular entre as pessoas, não só entre os jovens, mas também entre adultos que necessitam de uma comunicação informal on line rápida. Seja para falar com alguém a milhares de quilômetros, seja para deixar um recado, fato é que são poucos os usuários da Internet imunes às facilidades que a linguagem virtual oferece. Nessa nova realidade, a escola precisa rever algumas de suas práticas para que desperte em seus alunos o gosto pela escrita e pela leitura. Para isso, utilizar se do internetês em sala de aula constitui uma nova prática, uma vez que se abre um novo campo a ser trabalhado pela escola. Junta se ao internetês a importância de se trabalhar com a língua falada e temos a prática da retextualização, que atua [...]como um aferidor da maturidade lingüística do retextualizador quanto à consciência das diferenças da relação fala escrita (Marcuschi, 2003, p.76, gifo do autor). Ou seja, retextualizar permite ao professor a oportunidade de analisar se o que ele está ensinando está sendo aprendido pelos seus alunos. Permite também ao aluno a oportunidade de criar textos distintos a partir de suas retextualizações, visto que dificilmente uma pessoa fará uma retextualização idêntica à de outra pessoa. Outro ponto importante neste processo é a integração da escola com o mundo real em que tanto o professor quanto os alunos estão inseridos. A escola não deve ser vista como algo separado do mundo. Ela é parte do mundo e uma parte de suma importância para o desenvolvimento humanidade. Diante disso, cabe à escola ouvir seus alunos acerca de novos conhecimentos, estimular a participação deles na escola. Nas palavras de Eckert Hoff a respeito da participação dos alunos: [...] é necessário que sua voz seja ouvida, e não abafada (2002, p.41). Trabalhar a escrita a partir da fala e do internetês é trazer de volta a realidade à sala de aula. Desenvolver nos alunos essa capacidade significa desenvolver melhores usuários do código escrito e melhoras na produção textual. Ou seja, uma melhor educação e mais chances dos alunos exercerem a cidadania e saberem expressar se, especialmente no tocante à escrita..

8 5. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS CASTILHO, Ataliba T. A língua falada no ensino de português. 6ª Ed. São Paulo: Contexto, ECKERT HOFF, Beatriz. A leitura na aula de língua estrangeira: o que dizem os professores. In: Trabalhos de Lingüística Aplicada, n. 40. UNICMP: Campinas, SP, 2002, p MARCUSCHI, Luiz A. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, ORLANDI, Eni P. Discurso e leitura. São Paulo: Cortez, SOARES, Débora. O papel do conhecimento prévio na compreensão leitora. In: CARBONI, F. e BOROWSKI, Luana (orgs.). A intertextualidade e o ensino de línguas estrangeiras. Passo Fundo, RS: Universidade de Passo Fundo, 2005, p MASCIA, Márcia. As emergências da resistência. In: Investigações discursivas na pós modernidade: uma análise das relações de poder saber do discurso político educacional de língua estrangeira. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2002, p WIKIPÉDIA, A ENCICLOPÉDIA LIVRE. Internetês. Disponível em: Acesso em 22 de maio de 2008.

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