CONJUNTURA DO MÊS MAIOL/2009

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1 ANÁLISE MACRO ECONÔMICA DO MÊS Apresentamos uma compilação de análises de gestores 1. O COPOM reuniu-se no final de março, mas ata foi publicada apenas no início de abril. A ata da reunião considerou que o balanço de riscos para a inflação continua favorável, com a economia operando com uma margem de ociosidade ainda bastante grande, apesar da recuperação observada nas últimas semanas. Digno de nota, no entanto, foi a observação feita sobre a curva de juros futuros, a qual, na avaliação do Banco Central, não estaria refletindo adequadamente as perspectivas benignas para a inflação. Como o Banco Central não costuma tecer comentários sobre a curva de juros, o mercado entendeu essa observação como uma sinalização de que a política monetária não mudaria no curto prazo, o que não estaria adequadamente refletido na curva de juros. Os vencimentos mais curtos (até janeiro/11) recuaram logo em seguida, e o BC foi ajudado pelos fracos números de vendas no varejo norte americano, comentados acima, o que frustrou, pelo menos por ora, as expectativas de uma recuperação mais rápida da atividade econômica, fazendo com que as taxas mais longas também recuassem, principalmente as taxas reais. O contrato futuro com vencimento em janeiro/2012 veio de 11,25% para 10,61%, enquanto as NTNs-B com vencimento em agosto/2012 recuaram de 6,86% para 6,19%. O real continuou a se valorizar em maio, principalmente em relação ao dólar. O forte fluxo de recursos para bolsa (cerca de US$ 2,4 bi até o dia 22/05) e os investimentos estrangeiros diretos (outros US$ 2,5 bi) explicam parte da valorização. Também o enfraquecimento do dólar em relação às principais moedas do mundo, comentado acima, além da forte valorização das commodities, foram determinantes para o movimento. A bolsa local também se beneficiou do bom humor generalizado. Ao contrário do mês de abril, no entanto, os destaques voltaram a ser as empresas de commodities, principalmente as siderúrgicas e Petrobras. Vale mencionar também a boa performance de Perdigão e Sadia, após o anúncio da fusão das duas empresas. O destaque negativo ficou por conta das empresas do setor de energia elétrica, que haviam sido o porto seguro durante a crise. Ou seja, podemos esperar crescimento abaixo do potencial por ainda alguns anos. Portanto, rallies dos ativos de risco devem ser vistos com algum cuidado. 1 Opinião Westren Página 1 de 40

2 Apesar dos preços bastante baixos, a recuperação não se dará da noite para o dia. O mundo parece ter definitivamente descoberto o Brasil. Os nossos bosques têm mais vida, nossa vida tem mais amores, e nossa economia tem mais blindagem, crescimento e altas taxas de juros. Resultado: o real valorizou-se mais do que os seus pares internacionais nos últimos dois meses. A moeda brasileira fortalece-se por vários motivos: (i) é uma commodity currency, e como tal beneficia-se do rali das commodities neste ano, (ii) a confortável posição externa brasileira, com reservas acima de US$ 200 bilhões, (iii) os ainda altos juros reais pagos pelos títulos soberanos e (iv) o real foi a moeda que mais sofreu durante a crise. Um patamar de R$ 2,20 parece ser razoável do ponto de vista de financiamento das contas correntes. A continuidade do fluxo de recursos para o país, em função de melhora adicional dos níveis de aversão a risco, pode levar a moeda a apreciar-se ainda mais. O mercado local de juros tirou uma parte do otimismo que vinha dando o tom até há algumas semanas. Não totalmente, no entanto. A curva de juros futuros ainda embute elevações da taxa SELIC já a partir do início do ano que vem, ainda que em menor intensidade do que há um mês. Considerando que o mercado local, por mais dinâmica própria que tenha, não está desconectado do que acontece no restante do universo, parece ser uma hipótese heróica a retomada da atividade econômica a ponto de comprometer a meta de inflação do ano que vem. Não houve mudança significativa de nosso cenário para os diversos componentes da decisão do BACEN sobre política monetária. O crescimento do PIB recuou para um nível tão abaixo de seu potencial, que se torna difícil imaginar como seria possível retomar os níveis anteriores em um espaço tão curto de tempo. As expectativas de inflação parecem bem ancoradas. O câmbio apreciado, por fim, deve ajudar a controlar as expectativas de inflação. Considerando todos os aspectos apresentados, avaliamos que o BC não só terá espaço para cortar a SELIC até ela atingir o nível de 8,75% ao ano, como poderá manter este nível por, no mínimo, um ano. Ou seja, uma retomada do aperto monetário ocorreria, quando muito, no 2º semestre de Por isso, acreditamos que existe espaço para um recuo ainda maior da curva de juros dos atuais patamares. A bolsa deve continuar sensível às perspectivas de desaceleração global e, principalmente, aos preços das commodities. Porém, o atual nível de preços indica que muito dos impactos negativos já estão apreçados. Há muitas Página 2 de 40

3 pechinchas à disposição do investidor com horizonte de longo prazo, mesmo depois do rali de abril e maio. Vale mencionar o debate sobre mudanças na Caderneta de Poupança. Ainda que emblemático, este é apenas um dos muitos entraves institucionais (entre os quais também se encontra a questão das metas atuariais para os fundos de pensão), mencionados pelo BC na ata do COPOM, que podem impedir uma queda mais vigorosa das taxas de juros nominais. Ao fixar 6% como ganho nominal (considerando que, no limite, a TR poderia chegar a zero) sem risco e sem imposto, a Caderneta estabelece um piso para as taxas de juros nominais. Como se trata de um assunto politicamente explosivo (e aqui vemos como atitudes irresponsáveis de dirigentes políticos, como foi o caso do confisco de 1990, ainda têm seus efeitos uma geração depois), tentou-se (e pelo visto por ora engavetou-se) uma solução de compromisso, complexa e pouco eficiente. A solução, simples e correta, de mudar a remuneração da Caderneta e dos financiamentos imobiliários, atrelando-as à SELIC, parece ter perdido a briga para soluções mais populistas, em que se divide o mundo entre poupadores e especuladores, como se houvesse alguma diferença econômica entre os dois tipos de agente. De qualquer modo, não será possível fugir deste assunto durante muito mais tempo, e provavelmente o presidente será chamado, em algum momento nos próximos meses, a gastar parte de seu imenso capital político para implementar uma solução definitiva para o problema. A menos que decida pelo remendo, deixando a batata quente no colo do próximo presidente. Ou que o COPOM decida interromper a trajetória de queda da SELIC por este motivo. Seria o típico exemplo do rabo que abana o cachorro. Página 3 de 40

4 PLANO DE BENEFÍCIO DEFINIDO A FAELCE elaborou sua política de investimento para o ano de 2009 a 2012 com o objetivo de obter para seus participantes rentabilidade compatível com o mercado e evitar a deterioração do patrimônio, garantindo a aqueles que já tiveram seus benefícios concedidos, que estes serões mantidos, e a aqueles que ainda estão formando seu patrimônio, sejam geridos de forma a proporcionar um beneficio futuro de acordo com as expectativas. Todas as analises constantes nas páginas seguintes foram desenvolvidas pela UGB de Investimentos e RiskOffice. RENDIMENTO ACUMULADO DOS INVESTIMENTOS DA FAELCE - ANO ,00% 40,00% 38,74% 35,00% 30,00% 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 5,00% 6,38% 5,56% 4,98% 5,01% 0,00% Renda Fixa Renda Variável Invest. Imobiliário Op. Participantes Op. Patrocinadora Retorno 9,41% Bruto Retorno 9,41% Ajust. Retorno 9,29% Ajust. Retorno 9,28% Ajust. Tributos Desp.Adm. Desp. ñ Op. Investimentos Atuarial Página 4 de 40

5 maio-09 Alocação Proposta (ALM) x Posição Atual Segmentos de alocação Variação (%) Proposto Atual Desvio Renda Fixa atuarial 68,73% 66,04% 2,69% Renda Fixa (liquidez / Selic) 6,88% 2,48% 4,40% Renda Fixa (Multimercados e credito ativo) 3,55% 6,50% -2,95% Renda Variável 10,56% 14,04% -3,48% Imóveis 8,00% 8,79% -0,79% Empréstimos 2,28% 2,16% 0,12% Total 100,00% 100,00% 0,00% Página 5 de 40

6 INVESTIMENTOS FAELCE Quadro de Desempenho dos Investimentos - Plano Benefício Definido - BD TAXA INTERNA DE RETORNO Inv estimentos jan-2009 fev mar-2009 abr-2009 mai-2009 Ano 2009 Renda Fix a 1,05% 0,97% 1,06% 0,85% 2,30% 6,38% Renda Variáv el 3,37% -0,87% 2,44% 23,93% 6,65% 38,74% Inv estimento Imobiliário 1,11% 0,89% 0,84% 1,93% 0,67% 5,56% Op. Participantes 0,98% 1,06% 1,22% 0,84% 0,78% 4,98% Op. Patrocinadora 0,87% 1,23% 0,90% 0,78% 1,14% 5,01% Retorno Bruto 1,27% 0,80% 1,17% 3,31% 2,57% 9,41% Retorno Ajust. Prov. IR 1,27% 0,80% 1,17% 3,31% 2,57% 9,41% Retorno Ajust. Desp.Adm. 1,25% 0,77% 1,15% 3,29% 2,54% 9,29% Retorno Ajust. Desp. ñ Op. 1,25% 0,77% 1,15% 3,29% 2,54% 9,28% INDICADORES Índices jan-2009 fev mar-2009 abr-2009 mai-2009 Ano 2009 Atuarial 1,05% 0,72% 0,61% 0,96% 1,01% 4,42% Selic 1,05% 0,86% 0,98% 0,82% 0,77% 4,56% Ibov espa-m 4,66% -2,84% 7,18% 15,55% 12,49% 41,67% Ibx -M 4,29% -1,07% 7,92% 13,12% 11,50% 40,43% Inpc 0,64% 0,31% 0,20% 0,55% 0,60% 2,32% IPCA + 7% aa 0,97% 1,04% 0,69% 0,97% 0,96% 4,71% DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO (R$ MIL) Renda Fix a Renda Variáv el Inv estimento Imobiliário Operações c/ Participantes Operação c/ Patrocinadora RESULTADO BRUTO (-) Tributos (-) Desp. Adm. Inv (-) Desp. ñ Operacionais RESULTADO LÍQUIDO Página 6 de 40

7 DISTRIBUIÇÃO DOS BENEFÍCIOS CONCEDIDOS E CONCEDER - BD Alocação em R$ mil maio-09 Plano BD Benefícios Concedidos/a Conceder Concedidos Simulação A conceder Provisões Matemáticas Benefícios concedidos Benefícios a conceder Provisões matemáticas a constituir ( ) ( ) ( ) Renda Fixa % % % Fundos PACTUAL Canoa BNP Flexeiras BB Quixaba SUL AMÉRICA Jeri Renda Variável % 0 0% % Fundos Icatu Ennesa Citibank Cumbuco Carteira Própria Coelce Imóveis % % % Uso Próprio Locados Patrocinadora Locados Terceiros Participações Direitos em Alienações Outros Investimentos Imobiliários Empréstimo a participantes % % % Ativos Assistidos CCD % % 0 0% Total * Outras Contas ( ) ( ) RM - a definir ( ) Página 7 de 40

8 maio-09 Enquadramento das carteiras de investimentos SEGMENTOS LIMITE VALOR (R$mil) ALOCAÇÃO RENDA FIXA 100% R$ ,0% Fundos ,0% Debêntures 0 0,0% RENDA VARIÁVEL 50% R$ ,0% Fundos ,3% Ações ,7% IMÓVEIS 8% ,8% Op.PARTICIPANTES 15% R$ ,2% Total da Resolução R$ ,0% Op.PATROCINADORA 0% R$ Total de Recursos R$ Página 8 de 40

9 RISCO DAS CARTEIRAS DE RENDA FIXA E VARIÁVEL O risco de mercado se deve às mudanças nos preços dos instrumentos financeiros. Estas, por sua vez, se devem as alterações nas taxas de juros, nas taxas de câmbio, nos preços das ações e nos preços das commodities. O gerenciamento de risco de mercado tem como objetivo medir a máxima perda esperada de uma carteira de investimento, sob condições normais de mercado, com um grau de confiança especificado, para um dado horizonte de tempo. VaR O relatório apresenta os seguintes valores: Risco de mercado Maio Abril Limite FAELCE BD FAELCE BD Média FAELCE BD VaR RF 0,18% 0,09% 0,18% 2,50% VaR RV 13,48% 14,26% 15,28% 20,00% VaR Consolidado 2,08% 2,06% 1,54% Em maio, o risco de mercado do consolidado dos investimentos e do segmento de renda fixa aumentou em relação ao mês anterior, enquanto o VaR de renda variável recuou. O risco de mercado assumido no consolidado e no segmento de renda variável ficou acima das respectivas médias dos planos BD das EFPC. Já o VaR de renda fixa ficou igual. O risco de mercado assumido em renda fixa e em renda variável ficou dentro do limite, respectivamente, de 2,5% e 20,0%, estabelecido pela política de investimento. A Bolsa é o elemento que mais agrega risco à carteira, respondendo por 97,2% do VaR. Página 9 de 40

10 EXPOSIÇÃO POR FATOR DE RISCO A tabela a seguir apresenta a exposição, por fator de risco, de cada um dos veículos de investimentos que recebem aplicação do plano BD da FAELCE. Veículo de Investimen to Pré S elic Caixa CDI I GPM I PCA BB IN S TITU C ION AL FEDE RAL RF LP 2,79% 41,23% 55,17% 0,80% BN P PA RIBAS IN FLAC AO FI RF 5,41% 2,18% 1,69% 90,71% BN P PA RIBAS P RE FI RF 58,12% 68,42% 3,67% 22,87% BN P P ARIBAS SM A RT FI M U LTIM ERC A DO 11,96% 32,54% 1,90% 62,79% 0,01% BN P PA RIBAS S OVERE IGN DI FI REFEREN C IADO 0,09% 40,05% 0,60% 59,44% BN P P M A TC H DI FI REFERE N C IA DO C RED PRIV 1,94% 7,01% 29,56% 65,41% BN Y M ELLON ARX TARGE T P LU S FI M U LTIM 10,44% 55,38% 21,07% 23,47% 11,66% C ARTE IRA PRÓP RIA FAELC E 0,01% C U M BU C O FI E M AC OES 1,16% 0,26% EN N ESA FI AC OES 7,73% FI FATOR SIGM A IN S T M U LTIM E RC ADO 67,39% 45,08% 7,24% 21,63% FI REN DA FIXA FA ELC E QU IXA BA 21,89% 31,19% 4,26% 42,70% FI RF FAE LC E JERI 1,31% 0,12% 0,06% 98,50% FIC FI M U LTIM ERC ADO FAE LC E C AN OA 0,95% 22,43% 39,66% 39,46% 0,00% 0,03% FIC FI M U LTIM E RC ADO FAELC E FLE IXEIRA S 8,11% 20,90% 17,89% 48,68% 0,09% 5,72% GAP IN S TITU C ION AL FI M U LTIM E RC ADO 9,77% 6,00% 12,18% 68,66% 0,01% GERA C AO FIA 0,00% 0,22% 0,31% 0,11% H SBC FIC FI M U LTIM E RC ADO M U LTIFU N DOS 41,06% 35,22% 18,56% 2,15% 0,36% 6,40% ITAU SOBERAN O REFERE N C IA DO DI LP FI 0,00% 44,06% 55,97% 0,03% SC H RODER P ERFORM AN C E FI EM AC OES 1,73% U BS P AC TU AL YIELD DI FI REF C RED PRIV 1,96% 21,86% 81,33% 0,00% 0,06% Página 10 de 40

11 Veículo de Investimen to Dólar Bolsa Eu ro Ou ro Commodities Cotas Fundos BB IN S TITU C ION AL FEDE RAL RF LP BN P PA RIBAS IN FLAC AO FI RF BN P PA RIBAS P RE FI RF BNP PARIBAS SMART FI M U LTIM ERCADO 11,66% 3,78% BNP PARIBAS SOVEREIGN DI FI REFERENC IADO BNP PMACH DI I REFERENIADO CREDPRIV BN Y M ELLON ARX TARGE T P LU S FI M U LTIM 2,28% 1,16% C ARTE IRA PRÓP RIA FAELC E 0,9999 C U M BU C O FI E M AC OES 98,58% EN N ESA FI AC OES 0,9227 FI FATOR SIGM A IN S T M U LTIM E RC ADO 1,92% FI REN DA FIXA FA ELC E QU IXA BA FI RF FAE LC E JERI FIC FI M U LTIM ERC ADO FAE LC E C AN OA 0,00% 0,00% FIC FI M U LTIM E RC ADO FAELC E FLE IXEIRA S 2,32% 0,43% 0,28% GAP IN S TITU C ION AL FI M U LTIM E RC ADO 0,04% 0,16% 3,68% GERA C AO FIA 99,36% H SBC FIC FI M U LTIM E RC ADO M U LTIFU N DOS 0,75% 1,41% 0,10% 0,00% 0,17% 0,75% ITAU SOBERAN O REFERE N C IA DO DI LP FI SC H RODER P ERFORM AN C E FI EM AC OES 0,9827 U BS P AC TU AL YIELD DI FI REF C RED PRIV Página 11 de 40

12 Participação O quadro abaixo apresenta os veículos de investimentos que compõem a carteira consolidados, com seus respectivos patrimônios líquidos totais, valores aplicados e a participação desse montante sobre o PL do fundo: Veículo d e Investimento PL Total Valor Total Aplicado Participação da Ap licação/pl Total BB IN STITU C ION AL FE DERAL RF LP 931,559,340,72 13,785,176,80 1,48% BN P PARIBAS IN FLAC AO FI RF 65,592,881,80 924,326,46 1,41% BN P PARIBAS PRE FI RF 8,318,099,24 543,685,76 6,54% BN P P ARIB AS S M A RT FI M U LTIM ERC A DO 47,195,372,95 3,221,970,36 6,83% BN P PARIBAS SOVEREIGN DI FI REFEREN C IADO 205,254,317,57 309,071,17 0,15% BN PP M A TC H DI FI REFEREN C IADO C RED PRIV 295,147,111,17 8,449,909,62 2,86% BN Y M ELLON A RX TARGET PLU S FI M U LTIM 121,835,691,89 1,451,113,09 1,19% C ARTEIRA PRÓPRIA FAELC E 22,661,638,94 22,661,638,94 100,00% C U M B U C O FI EM AC OES 45,060,230,06 45,060,230,06 100,00% EN N ESA FI AC OE S 53,807,686,70 8,080,788,68 15,02% FI FATOR SIGM A IN ST M U LTIM ERC ADO 157,216,037,81 1,356,640,96 0,86% FI REN DA FIXA FAELC E QU IXABA 13,921,980,35 13,921,980,35 100,00% FI RF FAELC E JERI 371,429,985,19 371,429,985,19 100,00% FIC FI M U LTIM E RC ADO FAELC E C AN OA 18,354,164,69 1,370,127,23 7,46% FIC FI M U LTIM ERC ADO FAELC E FLEIXEIRAS 18,179,470,66 598,014,44 3,29% GAP IN STITU C ION AL FI M U LTIM E RC ADO 244,951,194,89 1,324,738,80 0,54% GERAC AO FIA 214,724,718,00 355,166,45 0,17% H SBC FIC FI M U LTIM ERC ADO M U LTIFU N DOS 114,433,781,53 10,526,550,25 9,20% ITAU SOBERAN O REFERE N C IADO DI LP FI 7,021,516,041,39 8,682,030,60 0,12% SC H RODE R PE RFORM AN C E FI EM AC OES 112,436,672,96 1,222,314,85 1,09% U BS PAC TU AL Y IELD DI FI REF C RE D PRIV 3,191,675,695,21 8,302,006,86 0,26% Página 12 de 40

13 Caixa Operações Compromissadas RENDA FIXA - BD As posições em Caixa representam 2,7% do patrimônio líquido, percentual que ficou abaixo da média dos planos BD. CDI A exposição ao CDI representa 4,2% do patrimônio líquido, proporção inferior à média dos planos BD. Os CDBs indexados ao CDI geram exposição. Os papéis vencem entre junho de 2009 e março de 2013 com taxas que variam de 100% a 106% ao ano do indexador. As debêntures indexadas ao CDI contribuem para a exposição. O título privado mais longo, emitido pela Telemar Norte Leste SA, vence em janeiro de 2018 com taxas de 120% ao ano do indexador. As CCBs indexadas ao CDI compõem a exposição ao fator de risco. Os papéis vencem entre novembro de 2010 e dezembro de 2011 com taxas que variam de 101,25% a 114% ao ano do indexador. As cotas FIDCs, presentes no fundo UBS Pactual Yield DI FI REF Credito Privado também geram exposição ao CDI. Os contratos de DI Futuro também contribuem para a exposição. Os vencimentos ocorrem entre junho de 2009 e janeiro de 2014 e, no consolidado, geram exposição ativa ao CDI. Completam a exposição, os contratos de swap DI x IGP, DI x Pré e DI x IPCA. Página 13 de 40

14 Pré-fixado A exposição à taxa pré representa 1,9% do patrimônio líquido, percentual que ficou abaixo da média dos planos BD. Parte da exposição se deve às LTNs presentes na carteira. O quadro abaixo resume a exposição a esse papel, por ano de vencimento. Vencimento % dos papéis ,67% ,26% ,07% Em maio, o percentual dos títulos com vencimento em 2011 aumentou, enquanto que a proporção dos papéis demais papéis recuou. As operações a termo pré-fixadas geram exposição. Os contratos vencem entre junho de 2009 e maio de Os CDBs pré-fixados compõem a exposição. Os papéis, emitidos pelo Banco ABN AMRO Real SA, vencem em junho de 2009 com taxas de 10,5% ao ano. As NTNFs geram exposição a esse fator de risco. Os títulos públicos vencem em janeiro de 2012 e janeiro de Os contratos futuros de juros também geram exposição. No consolidado, eles geram exposição passiva à taxa pré-fixada e o maior vencimento ocorre em janeiro de Os contratos de Ibovespa Futuro também geram exposição a esse fator de risco. No consolidado, é gerada posição ativa à taxa pré-fixada. Completam a exposição os contratos de swap Pré x DI. A duration da exposição à taxa pré-fixada é de 384 dias úteis, prazo abaixo da média dos planos BD. Página 14 de 40

15 Cupom de IGP-M A exposição ao IGPM representa menos que 0,1% do patrimônio líquido, percentual abaixo da média dos planos BD. Os CDBs indexados ao IGPM geram exposição ao fator de risco. Os papéis, emitidos pelo Unibanco SA, vencem em julho de 2010 com taxas de 9,4% ao ano mais variação do índice de preços. As debêntures indexadas ao IGPM também compõem a exposição. Os títulos privados vencem entre janeiro e outubro de 2010 com taxas que variam de 9,5% a 10,3% ao ano mais variação do índice de preços. Os contratos de swap DI x IGPM completam a exposição a esse fator de risco. A duration da exposição ao IGPM é de 295 dias úteis, prazo inferior à média dos planos BD. Cupom de IPCA A exposição ao IPCA representa 73,7% do patrimônio líquido, percentual que ficou acima da média dos planos BD. A maior parte da exposição se deve as NTNBs. O quadro abaixo resume a exposição a esse papel, por ano de vencimento. Ven cimen to % d o s p ap éis ,02% ,43% ,07% ,50% ,16% ,11% ,65% ,33% ,87% ,84% Ao longo de maio, o percentual dos títulos permaneceu praticamente estável, com saída dos papéis com vencimento em Página 15 de 40

16 As debêntures indexadas ao IPCA geram exposição ao fator. Os títulos privados vencem entre agosto de 2012 e maio de 2014 com taxas que variam de 6,8% a 9,0% ao ano mais variação do índice de preços. Os contratos de swap DI x IPCA completam a exposição. A duration da exposição ao IPCA é de dias úteis, prazo superior à média dos planos BD. Dólar e Cupom de Dólar A exposição ao Dólar e ao Cupom de Dólar representa - 0,1% do patrimônio líquido, proporção inferior à média dos planos BD. Os contratos futuros de dólar comercial geram exposição. O vencimento ocorre em junho e julho de 2009 e, no consolidado, é gerada exposição passiva ao Dólar. As opções de venda de dólar também completam a exposição. Os contratos vencem em junho e julho de Página 16 de 40

17 Selic A exposição à taxa Selic representa 2,6% do patrimônio líquido, proporção que ficou abaixo da média dos planos BD. A totalidade dessa exposição se deve à presença de LFTs. O quadro abaixo resume a exposição a esse papel, por ano de vencimento. Vencimento % dos papéis ,85% ,14% ,85% ,53% ,81% ,39% ,43% No decorrer de maio, o percentual dos títulos com vencimento em 2014 e 2015 aumentou, enquanto que a proporção dos demais papéis diminuiu. A duration da exposição à taxa Selic é de 579 dias úteis, prazo que ficou acima da média dos planos BD. Página 17 de 40

18 RENDA VARIÁVEL - BD Acompanhamento do enquadramento da carteira própria: Considera-se recursos garantidores do plano de benefícios administrado pela entidade fechada de previdência complementar, os ativos do programa de investimentos, adicionadas as disponibilidades e deduzidos os valores a pagar, classificados no exigível operacional do referido programa. 5% (cinco por cento) do total dos recursos garantidores podendo esse limite ser majorado para até 10% (dez por cento) no caso de ações representativas de percentual igual ou superior a 2% (dois por cento) do Ibovespa, IBrX, IBrX-50, FGV-100, IGC, ou ISE Recursos Garantidores do plano de benefícios (Conforme Art. 1º, 1º do regulamento anexo a Resolução nº 3.121/2003 e Art. 1º, 1º do regulamento anexo a Resolução nº 3.456/2007) Data Realizável do programa de imvestimentos Disponibilidades Exigível do programa de investimentos Recursos Garantidores do plano de benefícios Aplicação em ações de uma mesma companhia (COELCE) Conta Situação ago , ,41 ( ,69) , ,53 3,76% Enquadrado set , ,60 ( ,22) , ,76 3,43% Enquadrado out , ,18 ( ,90) , ,95 3,01% Enquadrado nov , ,60 ( ,55) , ,60 3,43% Enquadrado dez , ,07 ( ,20) , ,10 3,48% Enquadrado jan , ,55 ( ,10) , ,75 3,73% Enquadrado fev , ,56 ( ,55) , ,40 3,82% Enquadrado mar , ,72 ( ,43) , ,03 3,73% Enquadrado abr , ,66 ( ,82) , ,15 4,38% Enquadrado mai , ,52 ( ,88) , ,47 4,03% Enquadrado A contagem do prazo será suspensa enquanto o montante financeiro do desenquadramento permanecer inferior ao resultado superavitário acumulado do respectivo plano de benefícios, sem prejuízo das disposições do art. 20, Página 18 de 40

19 2º, da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, devidamente deduzidos os créditos contratados com o(s) patrocinador (es) e as provisões matemáticas a constituir. Bolsa A exposição ao fator de risco Bolsa responde por 15% do patrimônio líquido, proporção superior à média dos planos BD. As maiores posições se devem, respectivamente, às ações da COELCE ON, UPTICK ON e GERDAU PN, que juntas representam 46,2% da composição de investimentos em Bolsa. Os papéis que apresentam maior contribuição para o risco total da carteira, ou seja, os papéis que possuem maior VaR Incremental são, respectivamente, GERDAU PN, BRASCAN RES ON e COELCE ON. No tocante a análise por setores, predomina ações ligadas às empresas de Energia Elétrica, de Bancos e de Siderurgia, que somadas representam 59,5% da composição setorial. Grande parte das ações incorpora a carteira teórica do IBrX, o que confere considerável liquidez à carteira. Entre abril e maio, notam-se as seguintes alterações nos papéis que compõem a carteira: Entradas: AMBV10 (AMBV10), CPFE3 (CPFL Energia ON), FESA4 (Ferbasa PN), ITUB4 (ItauUnibanco PN), LAME4 (LOJAS AMERIC PN), PCAR2 (P Açúcar CBD DP), PDGR11 (PDG Realty S.A. Empreend e Participações), RENT3 (Localiza ON), SUZB5 (Suzano Papel PNA). Saídas: AMBV2 (AMBEV DP), BRTP4 (Brasil T Part PN), CRUZ3 (Souza Cruz ON), ESTC3 (Estácio Part ON), GETI3 (Aes Tiete ON), IGTA3 (Iguatemi ON), ITAU4 (Itaubanco PN), KSSA3 (KlabinSegall ON), LAME3 (Lojas Americ ON), LLXL3 (LLXL3), LLXL9 (LLX Log ON REC), NATU3 (Natura ON), TCSL10 (Tim Part S/A PN REC), TCSL2 (TIim Part S/A DP), TRNA11 (Terna Part UNT), TRPL4 (Tran Paulist PN). Página 19 de 40

20 Os futuros de Ibovespa encerram a exposição. Os contratos se encontram em posição vendida e vencem em junho de Participações A alocação em participações responde por 1,7% do patrimônio líquido da entidade. Essa exposição se deve às aplicações no fundo Ennesa FI Ações. Página 20 de 40

21 IMÓVEIS - BD Alocação atual: maio-09 Alocação da Carteira Imóveis Valor Atual Alocação De Uso próprio ,2% Locados a Patrocinadora ,2% Locados a Terceiros (0) 0,0% Shopping 762 1,5% Alienações 0 0,0% Destinado a Venda ,1% Total ,0% Existem os seguintes valores a receber: maio-09 Endereço do imóvel Objeto Nº Prest Total Av. Visconde do Rio Branco, 1447 Alienação Ed. Ne. Center - Sala 1201 Aluguel Rua Boa Vista, 360 Alienação Total Os valores a receber estão sendo cobrados através de ação judicial. Página 21 de 40

22 Recursos garantidores Valores Discriminação jan-09 fev-09 mar-09 Ativos programa de investimentos R$ ,99 R$ ,61 R$ ,30 Disponibilidades R$ ,55 R$ ,56 R$ ,72 Valores a pagar exigível operacional R$ ( ,10) R$ ( ,55) R$ ( ,43) Total R$ ,44 R$ ,62 R$ ,59 Carteira de imóveis R$ ,35 R$ ,19 R$ ,77 Alocação 9,65% 9,63% 9,57% Pela 3456 Desenquadrado Desenquadrado Desenquadrado Pela política de investimento Desenquadrado Desenquadrado Desenquadrado Recursos garantidores Valores Discriminação abr-09 mai-09 jun-09 Ativos programa de investimentos R$ ,80 R$ ,66 Disponibilidades R$ ,66 R$ ,52 Valores a pagar exigível operacional R$ ( ,82) R$ ( ,88) Total R$ ,64 R$ ,30 Carteira de imóveis R$ ,70 R$ ,60 Alocação 8,99% 8,79% Pela 3456 Desenquadrado Desenquadrado Pela política de investimento Desenquadrado Desenquadrado A carteira encontra-se desenquadrada devido a reavaliação e impacto da renda variável no ano de 2008, mas se consideramos o que consta o art. 33 da Res de 1/7/2007 que diz: A diferença entre o valor de reavaliação e o valor contabilizado dos imóveis não será computada para efeito de enquadramento aos limites estabelecidos nos arts. 30 e 31 pelo prazo de 12 (doze) meses contados da data de reavaliação, devendo a mesma ser objeto de referencia expressa na entidade fechada de previdência complementar, no exercício em que ocorrer a referida reavaliação. Deveremos aguardar até novembro de 2009 para tomar a providencias para enquadramento. Página 22 de 40

23 EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTES - BD Em atraso maio-09 Tipo Mês Total Anterior Atual R$ mil Ativos Assistidos Auto patrocinados Ex participantes Total OPERAÇÃO COM A PATROCINADORA - BD Posição Atual Operação com a Patrocinadora R$mil Data Saldo Juros Juros Saldo Correção Amortização Devedor Devidos Pagos Atual dez jan fev mar abr mai Página 23 de 40

24 Estratégia Plano BD Deliberações: 1) Renda Fixa: Ao contrário do que aconteceu em abril, as taxas pré-fixadas sofreram forte queda em maio. A sinalização da ata do Copom de que a curva de juros não havia incorporado a melhora no quadro de inflação foi a principal causa do movimento. Apesar da recente recuperação em alguns dados econômicos, o nível de atividade continua em níveis baixos, mantendo espaço para mais cortes de juros. Com prêmio moderado na curva de juros e continuamos recomendando aplicações em fundos de renda fixa e pelo perfil do plano em títulos indexados ao IPCA. 2) Renda Variável: Vemos de maneira positiva a melhora nos indicadores econômicos e acreditamos que a percepção favorável dos investidores estrangeiros em relação aos fundamentos econômicos brasileiros pode continuar promovendo o descolamento da Bolsa local em relação às principais Bolsas internacionais. 3) Imóveis: Mantemos a mesma estratégia do mês anterior. Como atualmente todos os imóveis estão locados a patrocinadora levar conhecimento da diretoria a necessidade que os mesmos sejam todos corrigidos pele mínimo atuarial. Página 24 de 40

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