CONJUNTURA DO MÊS FEVEREIRO/2009

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1 ANÁLISE MACRO ECONÔMICA DO MÊS Apresentamos uma compilação de análises de gestores 1. Bancos prevêem taxa de juros real em 5% no final de 2009: Na reunião de março, o Comitê de Política Monetária do Banco Central baixou em 1,5 ponto percentual a taxa básica de juros, para 11,25% ao ano. Embora essa tenha sido a maior redução desde 2003, o mercado espera que a taxa caia ainda mais. Projeções de grandes bancos prevêem que a Selic encerre o 2009 próxima de 9,5%, o que resultaria em um juro real de 5%. Europa e Grã Bretanha reduzem juros para mínimo histórico: Recessão mais forte do que se esperava e receios acerca da solidez do sistema bancário. Essas foram as razões que levaram os bancos centrais europeu e britânico a reduzirem os juros. A União Européia baixou sua taxa de 2% para 1,5% ao ano. Na Grã Bretanha, o corte de 0,5 ponto levou os juros a 0,5% ao ano. Ibovespa cai 2,8% em fevereiro. siderúrgicas lideram queda: A tímida recuperação da bolsa observada no início do ano não se repetiu em fevereiro. As ações da Vale tiveram queda acima de 4%. Os papéis da Usiminas, CSN e Gerdau, que representam quase um décimo do índice, tiveram queda de mais de 10%. O índice Small Caps também fechou em baixa (-4,9%). Volatilidade não cede e dólar tem alta de 2,69% em fevereiro: Após a tímida baixa de 0,89% verificada em janeiro, a taxa de câmbio apurada pelo Banco Central (PTAX) voltou a subir no segundo mês do ano. As operações foram marcadas pela alta volatilidade da cotação da moeda norte-americana, que oscilou entre R$ 2,24 e R$ 2,39 no período. Bovespa registra entrada de R$ 544 mi em capital externo: O fluxo de investimento estrangeiro para o mercado de ações foi positivo em fevereiro. A bolsa registrou R$ 25,89 bilhões em operações de venda e R$ 25,43 bilhões em compras de ativos por estrangeiros. O resultado positivo não foi suficiente, porém, para recuperar a saída de recursos em janeiro. No consolidado do ano, o saldo permanece negativo em R$ 101,9 milhões. 1 Opinião RiskOffice Página 1 de 37

2 IPCA sobe 0,55% em fevereiro. IGP-M tem variação de 0,26%: A inflação medida pelo IPCA registrou alta de 0,55% e acumula variação de 5,9% em 12 meses. O IGP-M, que subiu 0,26% no mês, está em 7,85% no acumulado de 12 meses. O INPC seguiu trajetória inversa e caiu 0,31% em fevereiro. Ainda assim, o índice acumula variação de 6,25% desde março de PIB recua 3,6% no quarto trimestre. setor industrial cai 7,4%: A queda do PIB (Produto Interno Bruto) nos três últimos meses do ano passado ficou acima do esperada. A estimativa era de que a retração fosse de, no máximo, 3,50%. Esse declínio foi causado principalmente pelo mau desempenho da indústria, setor que mais encolheu em comparação ao terceiro trimestre. Sem prêmio, CDI já não garante superação da meta atuarial: Os fundos de pensão que possuem exposição elevada ao CDI já enfrentam dificuldade maior para superar a meta atuarial. Um estudo realizado com 57 entidades mostra que nos últimos cinco anos aumentou a freqüência com que os planos apresentam rentabilidade inferior à meta atuarial no segmento de renda fixa, apesar da elevação do retorno médio relativo ao CDI. Essa mudança é resultado da retração da taxa de juros. Hoje, a expectativa é que os juros reais fechem 2009 próximos de 5%, abaixo dos 6% previsto pela maioria das metas atuariais. No curtíssimo prazo, o primeiro efeito prático dessa mudança é evidenciado pelo aumento da freqüência com que os planos têm de justificar os resultados da DNP. No longo prazo, a exposição excessiva ao CDI pode gerar resultados mais preocupantes, já que o fechamento da taxa achata o prêmio pago pelas NTNBs. Há a possibilidade de que, no futuro, o cupom pago pelos títulos federais seja inferior aos juros de 6% previstos na meta atuarial de grande parte dos planos de benefícios. Página 2 de 37

3 PLANO DE BENEFÍCIO DEFINIDO A FAELCE elaborou sua política de investimento para o ano de 2009 a 2012 com o objetivo de obter para seus participantes rentabilidade compatível com o mercado e evitar a deterioração do patrimônio, garantindo a aqueles que já tiveram seus benefícios concedidos, que estes serões mantidos, e a aqueles que ainda estão formando seu patrimônio, sejam geridos de forma a proporcionar um beneficio futuro de acordo com as expectativas. Todas as analises constantes nas páginas seguintes foram desenvolvidas pela UGB de Investimentos e RiskOffice. 3,00% 2,50% 2,00% 2,03% RENDIMENTO ACUMULADO DOS INVESTIMENTOS DA FAELCE - ANO ,47% 2,01% 2,05% 2,11% 1,50% 1,00% 0,50% 2,08% 2,08% 2,03% 2,03% 0,00% Renda Fixa Renda Variável Invest. Imobiliário Op. Participantes Op. Patrocinadora Retorno Bruto Retorno Ajust. Tributos Retorno Ajust. Desp.Adm. Retorno Ajust. Desp. ñ Op. Investimentos Atuarial Página 3 de 37

4 fevereiro-09 Alocação Proposta (ALM) x Posição Atual Segmentos de alocação Variação (%) Proposto Atual Desvio Renda Fixa atuarial 68,73% 67,24% 1,49% Renda Fixa (liquidez / Selic) 6,88% 2,98% 3,90% Renda Fixa (Multimercados e credito ativo) 3,55% 6,69% -3,14% Renda Variável 10,56% 11,13% -0,57% Imóveis 8,00% 9,68% -1,68% Empréstimos 2,28% 2,28% 0,00% Total 100,00% 100,00% 0,00% Página 4 de 37

5 INVESTIMENTOS FAELCE Quadro de Desempenho dos Investimentos - Plano Benefício Definido - BD TAXA INTERNA DE RETORNO Inv estimentos jan-2009 fev Ano 2009 Renda Fix a 1,05% 0,97% 2,03% Renda Variáv el 3,37% -0,87% 2,47% Inv estimento Imobiliário 1,11% 0,89% 2,01% Op. Participantes 0,98% 1,06% 2,05% Op. Patrocinadora 0,87% 1,23% 2,11% Retorno Bruto 1,27% 0,80% 2,08% Retorno Ajust. Prov. IR 1,27% 0,80% 2,08% Retorno Ajust. Desp.Adm. 1,25% 0,77% 2,03% Retorno Ajust. Desp. ñ Op. 1,25% 0,77% 2,03% INDICADORES Índices jan-2009 fev Ano 2009 Atuarial 1,05% 0,72% 1,78% Selic 1,05% 0,86% 1,92% Ibov espa-m 4,66% -2,84% 1,69% Ibx -M 4,29% -1,07% 3,17% Inpc 0,64% 0,31% 0,95% IPCA + 7% aa 0,97% 1,04% 2,02% DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO (R$ MIL) Renda Fix a Renda Variáv el Inv estimento Imobiliário Operações c/ Participantes Operação c/ Patrocinadora RESULTADO BRUTO (-) Tributos (-) Desp. Adm. Inv (-) Desp. ñ Operacionais RESULTADO LÍQUIDO Página 5 de 37

6 DISTRIBUIÇÃO DOS BENEFÍCIOS CONCEDIDOS E CONCEDER - BD Alocação em R$ mil fevereiro-09 Plano BD Benefícios Concedidos/a Conceder Concedidos Simulação A conceder Provisões Matemáticas Benefícios concedidos Benefícios a conceder Provisões matemáticas a constituir ( ) ( ) ( ) Renda Fixa % % % Fundos PACTUAL Canoa BNP Flexeiras BB Quixaba SUL AMÉRICA Jeri Renda Variável % 0 0% % Fundos Icatu Ennesa Citibank Cumbuco Carteira Própria Coelce Imóveis % % % Uso Próprio Locados Patrocinadora Locados Terceiros Participações Direitos em Alienações Outros Investimentos Imobiliários Empréstimo a participantes % % % Ativos Assistidos CCD % % 0 0% Total * Outras Contas ( ) ( ) RM - a definir ( ) Página 6 de 37

7 RISCO DAS CARTEIRAS DE RENDA FIXA E VARIÁVEL O risco de mercado se deve às mudanças nos preços dos instrumentos financeiros. Estas, por sua vez, se devem as alterações nas taxas de juros, nas taxas de câmbio, nos preços das ações e nos preços das commodities. O gerenciamento de risco de mercado tem como objetivo medir a máxima perda esperada de uma carteira de investimento, sob condições normais de mercado, com um grau de confiança especificado, para um dado horizonte de tempo. VaR O relatório apresenta os seguintes valores: VaR Consolidado 4,47030% VaR RF 2,80793% VaR RV 16,71300% Em fevereiro, o risco de mercado do consolidado dos investimentos e do segmento de renda fixa aumentou, enquanto que o VaR de renda variável recuou em relação ao mês anterior. O risco de mercado assumido no consolidado e no segmento de renda fixa ficou acima das respectivas medianas de mercado. Já o VaR de renda variável ficou abaixo. O Cupom de IPCA é o elemento que mais agrega risco à carteira, respondendo por 84,1% do VaR. Página 7 de 37

8 EXPOSIÇÃO POR FATOR DE RISCO A tabela a seguir apresenta a exposição, por fator de risco, de cada um dos veículos de investimentos que recebem aplicação do plano BD da FAELCE. Veículo de Investimento Caixa Pré Selic Bolsa Cupom de Cupom de IGP IPCA CDI BNY MELLON ARX TARGET PLUS FI MULTIM 28,10% 47,98% 58,63% 2,56% 10,30% 44,47% CARTEIRA PRÓPRIA FAELCE 0,03% 99,97% CUMBUCO FI EM ACOES 1,17% 1,19% 97,64% ENNESA FI ACOES 8,17% 91,83% FI MULTIMERCADO PACTUAL SELECT BOLSA 20,96% 29,91% 32,20% 25,72% 8,23% FI MULTIMERCADO PACTUAL HEDGE INSTITUCIO 52,56% 0,25% 0,25% 6,45% 40,98% FI MULTIMERCADO PACTUAL INST DINAMICO 57,60% 0,00% 4,83% 37,73% FI RENDA FIXA FAELCE QUIXABA 13,76% 12,62% 41,49% 32,21% FI RF FAELCE JERI 0,73% 0,12% 99,15% FICFI MULTIMERCADO FAELCE CANOA 27,81% 29,21% 26,50% 1,02% 0,02% 7,49% 9,90% FICFI MULTIMERCADO FAELCE FLEIXEIRAS 21,11% 13,99% 17,68% 0,46% 0,17% 5,10% 44,87% GAP INSTITUCIONAL FI MULTIMERCADO 6,16% 54,87% 5,38% 0,08% 0,01% 34,66% HSBC FI REF DI LP TITULOS PUBLICOS 9,80% 0,00% 83,05% 7,15% IMA B FI RENDA FIXA 0,02% 100,02% ITAU INSTITUCIONAL DERIVATIVOS MULT FI 33,35% 39,32% 41,65% 0,36% 0,13% 1,62% 12,92% ITAU SOBERANO REFERENCIADO DI LP FI 61,84% 0,00% 38,19% 0,02% MODAL INST FI MULTIMERCADO 4,15% 144,26% 7,73% 0,32% 22,48% 66,86% UBS PACTUAL CAPITAL PROTEG IBOV FI MULTI 2,39% 109,42% 11,71% UBS PACTUAL INSTITUCIONAL DIVIDENDOS FIA 3,50% 96,50% UBS PACTUAL YIELD DI FI REF CRED PRIV 8,46% 0,22% 0,07% 0,05% 93,52% Página 8 de 37

9 Veículo de Investimento Euro Dólar Cupom Cupom de Participa Commo de Dólar Euro ções dities BNY MELLON ARX TARGET PLUS FI MULTIM 3,10% 3,10% CARTEIRA PRÓPRIA FAELCE CUMBUCO FI EM ACOES ENNESA FI ACOES 91,83% FI MULTIMERCADO PACTUAL SELECT BOLSA FI MULTIMERCADO PACTUAL HEDGE INSTITUCIO FI MULTIMERCADO PACTUAL INST DINAMICO FI RENDA FIXA FAELCE QUIXABA FI RF FAELCE JERI FICFI MULTIMERCADO FAELCE CANOA 0,20% 0,20% 0,02% FICFI MULTIMERCADO FAELCE FLEIXEIRAS 0,79% 1,41% 1,41% 0,79% GAP INSTITUCIONAL FI MULTIMERCADO 0,71% 0,71% HSBC FI REF DI LP TITULOS PUBLICOS IMA B FI RENDA FIXA ITAU INSTITUCIONAL DERIVATIVOS MULT FI 1,01% 1,01% ITAU SOBERANO REFERENCIADO DI LP FI MODAL INST FI MULTIMERCADO 2,43% 2,43% 0,25% UBS PACTUAL CAPITAL PROTEG IBOV FI MULTI UBS PACTUAL INSTITUCIONAL DIVIDENDOS FIA UBS PACTUAL YIELD DI FI REF CRED PRIV Página 9 de 37

10 Participação O quadro abaixo apresenta os veículos de investimentos que compõem a carteira consolidados, com seus respectivos patrimônios líquidos totais, valores aplicados e a participação desse montante sobre o PL do fundo: Veículo de Investimento PL Total Valor Total Aplicado Participação da Aplicação/PL Total BNY MELLON ARX TARGET PLUS FI MULTIM 105,032,212,74 1,651,545,18 1,57% CARTEIRA PRÓPRIA FAELCE 20,166,287,16 20,166,287,16 100,00% CUMBUCO FI EM ACOES 30,556,005,01 30,556,005,01 100,00% ENNESA FI ACOES 54,313,348,79 8,156,728,52 15,02% FI MULTIMERCADO PACTUAL SELECT BOLSA 13,595,452,17 569,179,02 4,19% FI MULTIMERCADO PACTUAL HEDGE INSTITUCIO 47,080,125,98 1,431,226,27 3,04% FI MULTIMERCADO PACTUAL INST DINAMICO 256,807,662,29 930,418,34 0,36% FI RENDA FIXA FAELCE QUIXABA 15,751,149,27 15,751,149,27 100,00% FI RF FAELCE JERI 355,650,329,15 355,650,329,15 100,00% FICFI MULTIMERCADO FAELCE CANOA 17,769,744,66 (5,468,13) 0,03% FICFI MULTIMERCADO FAELCE FLEIXEIRAS 17,615,012,92 17,615,012,92 100,00% GAP INSTITUCIONAL FI MULTIMERCADO 186,427,705,88 1,684,148,25 0,90% HSBC FI REF DI LP TITULOS PUBLICOS 1,980,728,669,82 1,885,366,61 0,10% IMA B FI RENDA FIXA 12,694,933,71 506,976,12 3,99% ITAU INSTITUCIONAL DERIVATIVOS MULT FI 344,897,510,65 1,085,698,12 0,31% ITAU SOBERANO REFERENCIADO DI LP FI 7,411,768,516,32 3,484,975,73 0,05% MODAL INST FI MULTIMERCADO 413,422,012,22 1,591,649,97 0,38% UBS PACTUAL CAPITAL PROTEG IBOV FI MULTI 22,910,460,95 522,621,59 2,28% UBS PACTUAL INSTITUCIONAL DIVIDENDOS FIA 10,516,011,36 202,739,86 1,93% UBS PACTUAL YIELD DI FI REF CRED PRIV 3,177,087,181,75 2,228,667,73 0,07% RENDA FIXA - BD Caixa Operações Compromissadas As posições em Caixa representam 3,1% do patrimônio líquido, percentual que ficou abaixo da mediana de mercado. As Operações Compromissadas representam a maior parte da exposição a esse fator de risco. Página 10 de 37

11 CDI A exposição ao CDI representa 3,1% do patrimônio líquido, proporção inferior à mediana de mercado. Os CDBs indexados ao CDI geram exposição Os papéis vencem entre março de 2009 e setembro de 2013, com taxas que variam de 100% a 107% ao ano do indexador. As debêntures indexadas ao CDI contribuem para a exposição. Esses títulos privados vencem entre julho de 2010 e janeiro de 2018, com taxas que variam de 100% a 125% ao ano do indexador. As CCBs indexadas ao CDI compõem a exposição ao fator de risco. O papel mais longo, emitido por Furnas Centrais Elétricas SA, vence em dezembro de 2011 com taxa de 105% ao ano do indexador. As cotas FIDCs também geram exposição. O vencimento mais longo ocorre em junho de 2017 com taxa de CDI + 1,75% ao ano. Os contratos de DI Futuro também contribuem para a exposição. Os vencimentos ocorrem entre abril de 2009 e janeiro de 2017 e, no consolidado, geram exposição ativa ao CDI. Os contratos de opções de compra e venda de IDI, com vencimentos entre abril de 2009 e janeiro de 2010, contribuem para a exposição a esse fator de risco. Completam a exposição, os contratos de swap DI x IGP e DI x IPCA, que no consolidado geram posição ativa ao indexador, e o swap DI x Pré, operação na qual gera posição passiva ao CDI. Pré fixado A exposição à taxa pré representa 2,0% do patrimônio líquido, percentual que ficou abaixo da mediana de mercado. Parte da exposição se deve às LTNs presentes na carteira. O quadro abaixo resume a exposição a esse papel, por ano de vencimento. Página 11 de 37

12 Vencimento % dos papéis ,87% ,74% ,39% Em fevereiro, o percentual dos títulos com vencimento em 2010 recuou, enquanto que a proporção dos papéis demais papéis aumentou. As operações a termo pré-fixadas geram exposição. Os contratos vencem entre março de 2009 e fevereiro de Os CDBs pré-fixados compõem a exposição. Os papéis, emitidos pelo Banco ABN AMRO Real SA, vencem em junho de 2009 com taxas de 15,22% ao ano. As NTNFs geram exposição a esse fator de risco. Os títulos públicos vencem em janeiro de Os contratos futuros de juros também geram exposição. No consolidado, eles geram exposição passiva à taxa pré-fixada e o maior vencimento ocorre em janeiro de Os contratos de Ibovespa Futuro também geram exposição a esse fator de risco. No consolidado, é gerada posição ativa à taxa pré. Completam a exposição os swaps Pré x DI. No consolidado, a operação gera exposição ativa à taxa pré. A duration da exposição à taxa pré-fixada é de 244 dias úteis, prazo próximo à mediana de mercado. Cupom de IGP A exposição ao Cupom de IGP representa menos que 0,1% do patrimônio líquido, percentual abaixo da mediana de mercado. Página 12 de 37

13 Os CDBs indexados ao IGP-M geram exposição ao fator de risco. Os papéis, emitidos pelo Unibanco SA, vencem em julho de 2010 com taxas de 9,4% ao ano mais variação do índice de preços. As debêntures indexadas ao IGP-M também compõem a exposição. Os títulos privados vencem entre janeiro e outubro de 2010, com taxas que variam de 9,0% a 10,5% ao ano mais variação do índice de preços. Os contratos de swap DI x IGP completam a exposição a esse fator de risco. No consolidado, a operação gera exposição passiva ao índice de preços. Participações A alocação em participações responde por 1,7% do patrimônio líquido da entidade. Essa exposição se deve às aplicações no fundo Ennesa FI Ações. Cupom de IPCA A exposição ao Cupom de IPCA representa 76,4% do patrimônio líquido, percentual que ficou acima da mediana de mercado. A maior parte da exposição se deve as NTNBs. O quadro abaixo resume a exposição a esse papel, por ano de vencimento. Vencimento % dos papéis ,10% ,06% ,66% ,00% ,97% ,51% ,54% Página 13 de 37

14 ,18% ,98% Ao longo de fevereiro, o percentual dos títulos permaneceu praticamente estável. As debêntures indexadas ao IPCA completam a exposição ao fator. Os títulos privados vencem entre agosto de 2012 e maio de 2014 com taxas que variam de 6,85% a 9,95% ao ano mais variação do índice de preços. A duration ao Cupom de IPCA é de dias úteis, prazo superior à mediana de mercado. Dólar e Cupom de Dólar A exposição ao Dólar e ao Cupom de Dólar representa - 0,1% do patrimônio líquido, proporção compatível com a mediana de mercado. Os contratos futuros de taxa de câmbio geram exposição. O vencimento ocorre em abril de 2009 e, no consolidado, é gerada exposição passiva ao Dólar. As opções de compra e venda de dólar também geram exposição. Os contratos vencem em abril de Completam a exposição os contratos de swap Cupom Cambial x Euro, que, no consolidado, geram exposição ativa ao Dólar. Euro e Cupom de Euro A exposição ao Euro e ao Cupom de Euro representa menos de 0,1% do patrimônio líquido. A exposição se deve ao swap Euro x Cupom Cambial, que no consolidado gera posição passiva ao Euro. Commodities A exposição em Commodities representa menos de 0,1% do patrimônio líquido. Página 14 de 37

15 A totalidade dessa exposição se deve as posições em ouro à vista. Selic A exposição à taxa Selic representa 4,2% do patrimônio líquido, proporção abaixo da mediana de mercado. A totalidade dessa exposição se deve à presença de LFTs. O quadro abaixo resume a exposição a esse papel, por ano de vencimento. Vencimento % dos papéis ,10% ,02% ,93% ,04% ,49% ,42% Em janeiro, o percentual dos títulos com vencimento em 2009 e 2012 recuou, enquanto que a proporção dos demais papéis aumentou. A duration da exposição à taxa Selic é de 577 dias úteis, prazo que ficou acima da mediana de mercado. Página 15 de 37

16 Análise de Alocação por Contraparte A tabela a seguir se refere aos maiores riscos de crédito apresentado por algumas das operações que compõem a carteira do plano de BD da FAELCE. Contraparte Fitch Atlantic Austin Asis S & P MOODY S BCO BRADESCO SA AAA(bra) AAA braaa Aaa.br BCO ITAU SA AAA(bra) braaa Aaa.br BCO CACIQUE SA AAA(bra) A+ UNIBANCO UNIAO BCOS BRASILEIROS SA AA+(bra) AAA braa Aaa.br BCO BRASIL SA AA+(bra) Aaa.br HSBC BANK BRASIL SA BANCO MULTIPLO Aaa.br RENDA VARIÁVEL - BD Acompanhamento do enquadramento da carteira própria: Considera-se recursos garantidores do plano de benefícios administrado pela entidade fechada de previdência complementar, os ativos do programa de investimentos, adicionadas as disponibilidades e deduzidos os valores a pagar, classificados no exigível operacional do referido programa. 5% (cinco por cento) do total dos recursos garantidores podendo esse limite ser majorado para até 10% (dez por cento) no caso de ações representativas de percentual igual ou superior a 2% (dois por cento) do Ibovespa, IBrX, IBrX-50, FGV-100, IGC, ou ISE Página 16 de 37

17 Recursos Garantidores do plano de benefícios (Conforme Art. 1º, 1º do regulamento anexo a Resolução nº 3.121/2003 e Art. 1º, 1º do regulamento anexo a Resolução nº 3.456/2007) Data Realizável do programa de imvestimentos Disponibilidades Exigível do programa de investimentos Recursos Garantidores do plano de benefícios Aplicação em ações de uma mesma companhia (COELCE) Conta Situação ago , ,41 ( ,69) , ,53 3,76% Enquadrado set , ,60 ( ,22) , ,76 3,43% Enquadrado out , ,18 ( ,90) , ,95 3,01% Enquadrado nov , ,60 ( ,55) , ,60 3,43% Enquadrado dez , ,07 ( ,20) , ,10 3,48% Enquadrado jan , ,55 ( ,10) , ,75 3,73% Enquadrado fev , ,56 ( ,55) , ,40 3,82% Enquadrado A contagem do prazo será suspensa enquanto o montante financeiro do desenquadramento permanecer inferior ao resultado superavitário acumulado do respectivo plano de benefícios, sem prejuízo das disposições do art. 20, 2º, da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, devidamente deduzidos os créditos contratados com o(s) patrocinador (es) e as provisões matemáticas a constituir. Bolsa A exposição ao fator de risco Bolsa responde por 12,3% do patrimônio líquido, proporção superior ao da mediana de mercado. As maiores posições se devem, respectivamente, às ações da Coelce ON, Uptick ON e Petrobras PN, que juntas representam 53,0% da composição de investimentos em Bolsa. Os papéis que apresentam maior contribuição para o risco total da carteira, ou seja, os papéis que possuem maior VaR Incremental são, respectivamente, Coelce ON, Gerdau PN e Unibanco UNT N1. Página 17 de 37

18 No tocante a análise por setores, predomina ações ligadas às empresas de Energia Elétrica, de Holdings Diversificadas e de Intermediários Financeiros, que somadas representam 64,2% da composição setorial. Grande parte das ações incorpora a carteira teórica do IBrX, o que confere considerável liquidez à carteira. Entre janeiro e fevereiro, notam-se as seguintes alterações nos papéis que compõem a carteira: Entradas: EMBR3 (Embraer ON), NETC2 (Net Dir Pré N2), SLED4 (Saraiva Livr PN), UGPA2 (Ultrapar DP), UOLL4 (UOL PN) e VIVO2 (Vivo DP). Saídas: BISA1 (BRASCAN RES ON) e LPSB3 (Lopes Brasil ON). Os contratos de opções de compra e venda de Flex e de ações da Petrobras também geram exposição à Bolsa. Os futuros de Ibovespa encerram a exposição. Os contratos se encontram em posição vendida e vencem em abril de Participações A alocação em participações responde por 1,7% do patrimônio líquido da entidade. Essa exposição se deve às aplicações no fundo Ennesa FI Ações. Página 18 de 37

19 IMÓVEIS - BD Alocação atual: fevereiro-09 Alocação da Carteira Imóveis Valor Atual Alocação De Uso próprio ,1% Locados a Patrocinadora ,8% Locados a Terceiros (0) 0,0% Shopping 372 0,7% Alienações ,2% Destinado a Venda Total ,7% 100,6% Existem os seguintes valores a receber: fevereiro-09 Endereço do imóvel Objeto Nº Prest Total Av. Visconde do Rio Branco, 1447 Alienação ,50 Ed. Ne. Center - Sala 1201 Aluguel ,17 Rua Boa Vista, 360 Alienação ,24 Total ,91 Os valores a receber estão todos sendo cobrados através de ação judicial. Página 19 de 37

20 EMPRÉSTIMO A PARTICIPANTES - BD fevereiro-09 Tipo Mês Total Anterior Atual R$ mil Ativos Assistidos Auto patrocinados Ex participantes Total OPERAÇÃO COM A PATROCINADORA - BD Posição Atual R$mil Data Saldo Juros Juros Saldo Correção Amortização Devedor Devidos Pagos Atual dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez jan fev Página 20 de 37

21 fevereiro-09 Enquadramento das carteiras de investimentos SEGMENTOS LIMITE VALOR (R$mil) ALOCAÇÃO RENDA FIXA 100% R$ ,0% Fundos ,0% Debêntures 0 0,0% RENDA VARIÁVEL 50% R$ ,1% Fundos ,8% Ações ,2% IMÓVEIS 8% ,6% Op.PARTICIPANTES 15% R$ ,3% Total da Resolução R$ ,0% Op.PATROCINADORA 0% R$ Total de Recursos R$ Deliberações: Estratégia Plano BD 1) Renda Fixa: Com a aparentemente desaceleração da economia e a deflação mundial predominam na definição do cenário para a inflação local. As taxas prefixadas já recuaram bastante, incorporando este cenário, mas novos dados benignos de inflação ou de desaceleração adicional da economia doméstica podem dar um novo impulso ao movimento. O principal risco para a classe de ativo continua sendo o comportamento do câmbio e, secundariamente, uma eventual antecipação da recuperação da atividade econômica. Então na medida em que as taxas reflitam de maneira exagerada um cenário de desaceleração da economia, sem apreçamento dos efeitos do câmbio, é provável a diminuição de posições na classe de ativo. Continuar aproveitando as taxas acima do atuarial para posição em título de inflação. 2) Renda Variável: Página 21 de 37

22 A bolsa parece já estar refletindo uma desaceleração bastante forte da atividade econômica mundial. Sugerimos ao gestor fazer pequenas posições compradas dado o atual preço da classe de ativo. 3) Imóveis: Como atualmente todos os imóveis estão locados a patrocinadora levar conhecimento da diretoria a necessidade que os mesmos sejam todos corrigidos pele mínimo atuarial. Página 22 de 37

23 PLANO DE CONTRIBUIÇÃO DEFINIDA 4,00% 3,00% 2,00% 1,00% 0,00% -1,00% -2,00% -3,00% -4,00% -5,00% 1,99% RENDIMENTO ACUMULADO DOS INVESTIMENTOS DA FAELCE - ANO ,86% 3,32% 1,90% Renda Fixa Renda Variável Op. Participantes Retorno Bruto Retorno Ajust. Tributos 1,90% 1,85% 1,84% Retorno Ajust. Desp.Adm. Retorno Ajust. Desp. ñ Op. Investimentos Meta fevereiro-09 Alocação Proposta (ALM) x Posição Atual Segmentos de alocação Variação (%) Proposto Atual Desvio Renda Fixa (Multimercados) 83,98% 87,32% -3,34% Renda Variável 5,00% 3,42% 1,58% Empréstimos 11,02% 9,26% 1,76% Total 100,00% 100,00% 0,00% Página 23 de 37

24 INVESTIMENTOS CONJUNTURA DO MÊS FAELCE Inv estimentos jan-2009 fev Ano 2009 Renda Fix a 1,13% 0,86% Renda Variáv el Quadro de Desempenho dos Investimentos - Plano Contribuição Definida - CD -0,67% -3,21% Op. Participantes 1,89% 1,40% 3,32% Retorno Bruto 1,13% 0,76% 1,90% Retorno Ajust. Prov. IR 1,13% 0,76% 1,90% Retorno Ajust. Desp.Adm. 1,11% 0,73% 1,85% Retorno Ajust. Desp. ñ Op. 1,11% 0,73% 1,84% 1,99% -3,86% Índices jan-2009 fev Ano 2009 Selic 1,05% 0,86% 1,92% Ibx -M 4,29% -1,07% 3,17% DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO (R$ MIL) Renda Fix a Renda Variáv el TAXA INTERNA DE RETORNO INDICADORES Inv estimento Imobiliário Operações c/ Participantes Operação c/ Patrocinadora RESULTADO BRUTO (-) Tributos (-) Desp. Adm. Inv (-) Desp. ñ Operacionais RESULTADO LÍQUIDO Página 24 de 37

25 fevereiro-09 Plano CD Benefícios Alocação em R$ mil Concedidos/a Conceder/Risco Provisões Matemáticas Benefícios concedidos Benefícios a conceder Provisão benefícios de risco Renda Fixa Fundos BB Institucional Federal PACTUAL Yield BNP Troppo VI HSBC Multifundos Renda Variável Fundos SCHRODER Premium GERAÇÃO Fia Empréstimo a participantes Ativos Assistidos Total Outras Contas RISCO DAS CARTEIRAS DE RENDA FIXA E VARIÁVEL VaR O relatório apresenta os seguintes valores: VaR RF 0,09597% VaR RV 6,84998% VaR Consolidado 0,35306% Página 25 de 37

26 Em fevereiro, o risco de mercado do consolidado dos investimentos e do segmento de renda variável recuou em relação ao mês anterior. Já o VaR de renda fixa aumentou. O risco de mercado assumido no consolidado e nos segmentos de renda fixa e renda variável se encontra abaixo de suas respectivas medianas de mercado. O fator Bolsa é o elemento que mais agrega risco à carteira, respondendo por 82,5% do VaR. Exposição por Fator de Risco A tabela seguinte apresenta a exposição, por fator de risco, de cada um dos veículos de investimentos que recebem aplicação do PLANO CD: Cupom Cupom Veículo de Investimento Caixa Pré Selic Bolsa de I GP de IPCA BB IN STITUCIONAL FEDERAL RF LP 56,87% 0,94% 42,19% BN P PARIBAS TROPPO VI 1,92% 97,58% 94,60% 4,18% GERACAO FIA 2,31% 0,00% 0,01% 97,67% HSBC FIC FI MU LTIMERC ADO MULTIFUNDOS 17,95% 37,01% 34,72% 0,64% 0,26% 10,32% SCH RODER PREMIU M FIA 6,10% 93,90% UBS PACTUAL YIELD DI FI REF C RED PRIV 8,46% 0,22% 0,07% 0,05% Veículo de Investimento CDI Euro Cupom Cupom Commo Dólar de Dólar de Euro dities BB IN STITUCIONAL FEDERAL RF LP BN P PARIBAS TROPPO VI 98,08% GERACAO FIA 0,01% HSBC FIC FI MU LTIMERC ADO MULTIFUNDOS 4,58% 0,45% 0,55% 0,55% 0,45% 0,05% SCH RODER PREMIU M FIA UBS PACTUAL YIELD DI FI REF C RED PRIV 93,52% Página 26 de 37

27 Participação O quadro abaixo apresenta os veículos de investimentos que compõem a carteira consolidada do plano CD da FAELCE, com seus respectivos patrimônios líquidos totais, valores aplicados e a participação desse montante sobre o patrimônio líquido dos fundos: Veículo de Investimento PL Total Valor Total Aplicado Participação da Aplicação/PL Total BB INSTITUCIONAL FEDERAL RF LP 782,938,763,57 13,440,095,25 1,72% BNP PARIBAS TROPPO VI 5,881,822,94 2,350,885,34 39,97% GERACAO FIA 146,503,743,51 230,408,44 0,16% HSBC FIC FI MULTIMERCADO MULTIFUNDOS 111,452,659,02 10,245,120,38 9,19% SCHRODER PREMIUM FIA 3,525,124,53 912,186,39 25,88% UBS PACTUAL YIELD DI FI REF CRED PRIV 3,177,087,181,75 2,228,667,73 0,07% RENDA FIXA - CD Caixa Operações Compromissadas A exposição em Caixa representa 33,2% do patrimônio líquido, percentual acima da mediana de mercado. As Operações Compromissadas respondem por praticamente toda exposição ao fator de risco. CDI A exposição ao CDI representa 0,8% do patrimônio líquido, proporção abaixo da mediana de mercado. Os CDBs indexados ao CDI geram exposição. O papel mais longo, emitido pelo Banco Bradesco S/A,vence em agosto de 2016 com taxa de 102,5% ao ano do indexador. Página 27 de 37

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