A FAMÍLIA O ELEMENTO-CHAVE DE UM MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A FAMÍLIA O ELEMENTO-CHAVE DE UM MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO"

Transcrição

1 A FAMÍLIA O ELEMENTO-CHAVE DE UM MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO Maria Adélia Campello Honrou-se a Dra. Maria Teresa Carcomo Lobo com o convite para participar como palestrante do 3º Encontro Latino-Americano de Direito, Sociedade e Cultura, atribuindo-me o tema A Família o elemento-chave de um mundo em transformação. Esse tema contém 03 elementos: o primeiro, a família; o segundo, o mundo em transformação; e o terceiro, a família como elemento-chave desse mundo em transformação. São, portanto, 03 subtemas contidos em um tema principal, e é nessa ordem que eu vou expor meu pensamento. A FAMÍLIA. Inicialmente, precisamos determinar exatamente de que família estamos falando. Se é da família tradicional, matrimonializada, ou seja, formada por pai, mãe e filhos ocupando o mesmo espaço habitacional, ou se falamos das diversas entidades familiares que hoje existem e assim são consideradas por força de mandamento constitucional. Melhor explicando: desde o Código Civil de 1916 até, pode-se dizer, o advento da Constituição Federal de 1988, apenas a família matrimonializada era considerada ao abrigo da lei. Quando a Constituição Federal abriu a possibilidade da existência de entidades familiares de outras naturezas, como aquela formada pelas uniões estáveis ou, ainda, as famílias monoparentais, um universo de variadas núcleos passou a ser considerado família, e todos esses novos tipos começaram a reivindicar proteção legal.

2 vem bem a propósito: O texto do Prof. Mauro Serapioni, da Universidade Federal do Ceará, A família forma a unidade básica da organização social da nossa sociedade. Ela representa o pré-requisito de um sistema social estável. Muitos cientistas sociais, entretanto, percebem um declínio da família como instituição social e sustentam que a família tem perdido sua autoridade moral e seu sentido de responsabilidade e, somente voltando aos valores da família tradicional, é possível deter o declínio moral. Esse tipo de análise contém uma imagem idealizada da família: um casal heterossexual casado, incluindo os parentes biológicos da criança, formado por um único domicílio monofamiliar. Essa tipologia constitui o que muitos definem como núcleo familiar normal ou família tradicional (Clarke, 2001). Analisando, contudo, dados referentes à tipologia e estrutura da família de qualquer país ocidental, industrializado ou em desenvolvimento, pode-se observar que a família não é uma entidade fixa, mas uma pluralidade de formas. Então, diante da existência dos diferentes tipos de família, o uso do termo família pode confundir. Vários estudiosos, por exemplo, para evitar essa controvérsia conceitual, têm adotado uma abordagem mais pragmática e preferem falar de famílias (Clarke, 2001), de vida familiar (Donati & Di Nicola) ou, ainda, de formas empíricas de família (Vaitsman, 1999). A mudança dos modelos familiares, um dado inegável, é objeto de análise e debate nos principais fóruns internacionais. Realmente, a redução do número de filhos, o retardo do matrimônio, o atraso da maternidade, o aumento da porcentagem de divórcios e o incremento das uniões de fato representam alguns dos indicadores familiares que caracterizam os países industrializados, como também muitos países em desenvolvimento. Esses fenômenos têm tido um impacto relevante na estrutura dos núcleos familiares, produzindo significativas mudanças e novas formas de organização familiar (De Ussel, 1996). Junto com o padrão de família nuclear que ainda representa o arranjo residencial predominante, observa-se o surgimento das seguintes tendências de organização da família: 1) pluralização das

3 formas familiares; 2) aumento das famílias monoparentais; 3) aumento das famílias com um único elemento; 4) surgimento das famílias reconstituídas. 1 Essa pluralização das formas familiares nos leva a absorver como família todos os grupos que se entendem como tal. Assim, para facilitar o entendimento a respeito de qual família vamos falar, gostaria de enumerar alguns tipos de entidade familiar: 1. casal casado com filhos; 2. casal casado sem filhos; 3. casal casado com filhos adotivos; 4. casal não casado com filhos (união estável); 5. casal não casado sem filhos; 6. casal não casado com filhos adotivos; 7. família monoparental, formada por um dos genitores com filhos; 8. família monoparental, com filhos adotivos; 9. uma pessoa com seu filho de criação ; 10. irmãos que vivem juntos; 11. por exemplo, duas amigas idosas que moram juntas, para auxílio e proteção mútua; 12. o single, que é a pessoa que vive só, constituindo uma família de uma pessoa, mas gozando de benefícios próprios da família como, por exemplo, do direito ao bem de família. Esses são alguns tipos de entidade familiar às quais vamos chamar de família durante esta palestra, para melhor compreensão da exposição. Vou incluir também no conceito de entidade familiar as parcerias homoafetivas, principalmente as que cuidam de filhos adotados por um dos parceiros, porque essa inclusão é igualmente importante para o desenvolvimento do tema. 1 Serapioni, Mauro. O papel da família e das redes primárias na reestruturação das políticas sociais. Ciência & Saúde coletiva, vol. 10, supl., Rio de Janeiro, set/dez 2005.

4 Portanto, a família à qual vamos nos referir são aqueles grupos que, de modo geral, residem sob o mesmo teto, formados por pessoas que se unem pelo afeto, pelo cuidado mútuo e pelos interesses comuns, defendendo valores nos quais acreditam e mantendo hábitos e tradições aprendidos desde a infância e que serão transmitidos para a descendência, se houver. O MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO. Essas famílias, portanto, são as que vivem em nosso mundo em transformação. E quando falamos em mundo em transformação estamos nos referindo à maior mudança global na esfera socioeconômica e política enfrentada nas últimas décadas: a globalização. O termo globalização refere-se à reorganização das estruturas produtivas e ao aumento dos fluxos comerciais e financeiros, configurando uma situação de crescente interdependência mundial, no presente contexto de aceleração do desenvolvimento tecnológico. 2 Em outras palavras, a globalização é um processo de integração mundial, com diminuição crescente das barreiras tarifárias entre os Estados, agilização do comércio internacional e fluxo de informações entre os mais diversos e remotos pontos do planeta. Ao lado do fenômeno da globalização, paralelamente a ele, estão ocorrendo outros processos, em setores nos quais aparentemente a globalização não interferiria mas que, direta ou indiretamente, são conseqüências dele. Alguns desses processos são claramente benignos por exemplo, a expansão do universo geográfico da democracia representativa, resultante do colapso de regimes autoritários, mas também do advento de instituições democráticas em países que só agora começam a experimentá-las. Outros são claramente malignos: a expansão exponencial do crime organizado e do tráfico de drogas; a proliferação de 2 Lamounier, Bolivar. Crise ou Mudança: o futuro da política na era da globalização. In Leite, Celso Barroso, Antologia Informal da Globalização.

5 armas nucleares e não-nucleares; agressões graves ao meio-ambiente e consumo acelerado de recursos não renováveis. E outros (processos) há de difícil avaliação no longo prazo, mas que são sumamente problemáticos no curto prazo: a intensificação de alguns fluxos migratórios internacionais; a reafirmação de identidades nacionais, étnicas ou religiosas, com a conseqüente emergência de irredentismos e a fragmentação latente ou já evidente em várias partes do mundo, inclusive em regiões críticas, no que diz respeito à manutenção da paz mundial (...). Todos esses processos, ligados em maior ou menor grau ou pelo menos concomitantes à globalização suscitam uma questão angustiante: estaremos assistindo à iminente implosão ou, pelo menos, a uma situação de significativo debilitamento dos Estados nacionais, unidades e pilares políticos da ordem mundial como a conhecemos ao longo dos últimos três séculos? 3 Porque um dos aspectos mais preocupantes da globalização diz respeito à desnacionalização que, no que nos interessa para esta exposição, seria a perda das características culturais das nações globalizadas. Já existem estudos a respeito do que poderá vir a ser a descaracterização dos idiomas, por exemplo, com a adoção de palavras e expressões alienígenas a tal ponto que acaba se perdendo a noção sobre se determinada palavra faz parte da língua ou se foi adotada. O passo seguinte seria a miscigenação do idioma nacional com a língua dominante e, finalmente, a substituição da língua nacional pela língua dominante. Existem até os mais pessimistas, que prevêm o desaparecimento de um grande número de idiomas regionais, que serão engolidos pelas línguas mais faladas, como o inglês, o espanhol, o híndi e o mandarim. Um estudo a esse respeito dá conta de que existem no mundo cerca de idiomas, dos quais mais de estarão extintos até Línguas faladas localmente, como o occitano, o romance, o aragonês, o galego, o ladino, o mirandês, tendem a desaparecer, e com elas um acervo cultural irrecuperável. 3 Lamounier, Boliver. Op. Cit.

6 A preocupação com a extinção de idiomas é tão grande que a UNESCO decretou o ano passado, 2008, como o ano internacional das línguas. O objetivo é chamar a atenção para o fato de que muitas línguas estão morrendo, levando com elas lendas e tradições milenares. 4 O que ocorre é que para que uma língua seja transmitida para a geração seguinte, ela tem que ser falada por pelo menos nativos. No entanto, hoje em dia, enquanto que os mais velhos falam a língua local ou regional, os jovens têm que aprender inglês, espanhol e às vezes até uma terceira língua na escola. Acabam por ir deixando de falar a língua nativa e passando a se comunicar em outra. Chega um momento em que não há mais falantes que possam transmitir o idioma para a geração seguinte, e a língua é extinta. O fenômeno da extinção de idiomas sempre ocorreu, mas o preocupante é que, com a globalização, isso vem ocorrendo de maneira muito mais rápida. Naturalmente, não se está querendo dizer que palavras novas não devam ser incorporadas ao nosso idioma, pois elas são fonte de enriquecimento para a língua. No entanto, adotar palavras estrangeiras que já possuam similar nacional faz com os modismos absorvam essas novas palavras, enquanto que as similares nacionais passam ao ostracismo, e acabam por ser apenas verbete de dicionário. Quando Fernando Pessoa afirmou que minha pátria é minha língua ele estava querendo se referir àquilo que um povo tem de mais nacional e de mais autêntico, que é o seu próprio idioma. Ao lado do idioma, os povos possuem suas tradições, costumes, hábitos, mitologia, superstições, músicas, folclore, que precisam ser preservados. A perda do idioma representa a perda de todo esse acervo, pois não se pode imaginar, por exemplo, uma canção folclórica que não seja cantada em seu idioma de origem. 4 Internet Idiomas do Mundo.

7 É preciso que se faça todo o esforço possível na preservação dos idiomas e dos acervos culturais dos povos, sob pena de perda da identidade cultural desses povos. A FAMÍLIA COMO ELEMENTO-CHAVE DE UM MUNDO EM TRANSFORMAÇÃO. E pode-se dizer que a preservação da identidade cultural do povo encontra-se, em grande parte, nas mãos da família. Ela é o elemento-chave na preservação dos valores culturais no mundo globalizado, valores esses tão ameaçados pela desnacionalização dos Estados. Sob todos os aspectos que se analise, vemos a família como uma espécie de guardiã desses valores, não apenas os culturais mas também os valores morais e éticos, protegendo-os, transmitindo-os às gerações seguintes, principalmente pela transmissão oral, enfim cuidando para que os costumes, tradições e língua permaneçam vivos. Em determinada época, a França tentou erradicar as línguas provençais, o languedoc que ainda é falado na parte mais ao sul do país determinando que nas escolas e em eventos públicos só se falasse o idioma francês. Ocorre que as famílias que, por tradição, utilizavam o languedoc em casa continuaram a manter esse hábito, inclusive de maneira mais consciente e de forma recrusdecida, de sorte que a proibição não vingou. Hoje em dia não existe mais a proibição e o uso dessa língua local tem sido até estimulado. Esse é um pequeno exemplo, localizado em um país altamente civilizado, de que a família é o elemento-chave na preservação dos valores culturais do povo. Sob outro aspecto, no campo da saúde, a família desempenha um papel importante na provisão de cuidado informal para seus membros. Há um geral reconhecimento, hoje em dia, de que ela está no centro das funções de cuidado. Uma grande parte do cuidado acontece no lar. A vida cotidiana doméstica é caracterizada pelo atendimento às necessidades físicas e psicológicas dos diferentes membros da

8 família. É no seu contexto social que se salvaguarda a saúde e se lida com as doenças. A família representa, na verdade, a unidade básica de atenção à saúde; é o primeiro nível de atenção à saúde. Uma pesquisa realizada em 1996 pela British Medical Association evidenciou que 80% das doenças menores são diagnosticadas e tratadas em casa, sem a intervenção dos profissionais de saúde. (Muitos desses tratamentos caseiros consistem em xaropes, chás e emplastros feitos em casa, com receitas de família que já vêm de gerações passadas). As pesquisas epidemiológicas e psicossociais têm demonstrado os efeitos positivos das relações sociais na evolução de inúmeras patologias. Coesão e solidez dos laços familiares podem reduzir a percepção da gravidade dos eventos mórbidos. Segundo vários autores, a mortalidade e a morbidade são significativamente mais elevadas entre as pessoas com escassas relações sociais (e familiares). Portanto, hoje em dia, todos reconhecem que a família contribui, de maneira fundamental, para o bem-estar da população e recomendam que as políticas sociais, os governos e as organizações não-governamentais apóiem as famílias no desenvolvimento dessa importante tarefa. 5 Em outra vertente, a Doutrina Social da Igreja reafirma a prioridade da família em relação à sociedade e ao Estado (...) A família não é, portanto, para a sociedade e para o Estado; antes a sociedade e o Estado são para a família. Qualquer modelo social que se pretenda servir ao bem do homem não pode prescindir da centralidade e da responsabilidade social da família. A sociedade e o Estado, nas suas relações com a família, têm o dever de se ater ao princípio da subsidiariedade. Por força de tal princípio, as autoridades públicas não devem subtrair à família aquelas tarefas que ela pode bem perfazer sozinha ou livremente associada a outras famílias; por outro lado, as autoridades têm o dever de apoiar a família, 5 Serapioni, Mauro. Op. Cit.

9 assegurando-lhe todos os auxílios de que ela necessita para desempenhar de modo adequado todas as suas responsabilidades. 6 Pelo que vimos, em qualquer campo de atividade, o papel da família é relevantíssimo, mormente face a globalização, que representa a grande transformação que está se operando no mundo. Seja na preservação dos valores culturais, morais e éticos, seja no campo social, da educação ou da saúde, é inarredável a responsabilidade da família na manutenção e preservação desse contexto no que ele tem de melhor e de mais típico. Podemos concluir afirmando que, a despeito de o fenômeno da globalização acarretar, como conseqüência de si mesmo, a perda das mais profundas raízes das culturas nacionais, a família permanecerá como instituição guardiã dessas culturas, preservando os valores que ela mesma recebeu de seus antecedentes e que tem o dever de transmitir às gerações futuras. * * * * * * * O texto publicado não reflete necessariamente o posicionamento do IAB 6 João Paulo II, exort.apost. Familiaris Consortio, no. 45, AAS 74, 1982, p. 136/137.

Primeira Reunião de Cúpula das Américas Declaração de Princípios

Primeira Reunião de Cúpula das Américas Declaração de Princípios Primeira Reunião de Cúpula das Américas Declaração de Princípios A seguir inclui-se o texto completo da Declaração de Princípios assinada pelos os Chefes de Estado e de Governo que participaram da Primeira

Leia mais

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL

CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL CLT.2002/WS/9 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL 2002 DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A Conferência Geral, Reafirmando seu compromisso com a plena realização dos direitos

Leia mais

Declaração de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável

Declaração de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável Declaração de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável Das origens ao futuro 1. Nós, representantes dos povos do mundo, reunidos durante a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável em Joanesburgo,

Leia mais

CURSO EXTENSIVO 2014**

CURSO EXTENSIVO 2014** Temos unidade em São Paulo e Campinas e nossas aulas são presenciais. *Lançamento de nosso curso on-line de exercícios com material exclusivo - última semana do mês de FEV/13. Índice de aprovação de 15

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

Declaração de Santa Cruz de la Sierra

Declaração de Santa Cruz de la Sierra Reunião de Cúpula das Américas sobre o Desenvolvimiento Sustentável Santa Cruz de la Sierra, Bolivia, 7 ao 8 de Dezembro de 1996 Declaração de Santa Cruz de la Sierra O seguinte documento é o texto completo

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996.

ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. Doe, EOOCAC'~ 1-fJ~ Tõ~-5. - " ~ 9qr;, ENCONTRO DA MEIA DÉCADA DO FÓRUM CONSULTIVO INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO PARA TODOS Aman, Jordânia, 16-19 de Junho de 1996. EDUCAÇÃO PARA TODOS: ATINGINDO O OBJETIVO

Leia mais

5. Considerações finais

5. Considerações finais 99 5. Considerações finais Ao término da interessante e desafiadora jornada, que implicou em estabelecer um olhar crítico e relativamente distanciado em relação ao universo pesquisado, na medida em que

Leia mais

A A A A A A A A A A A A A A A

A A A A A A A A A A A A A A A SOCIOLOGI 1 Nas democracias modernas, a cidadania se concretiza pelo acesso aos direitos constitucionais. Na sociedade brasileira, o texto da Constituição Federal de 1988 estende os direitos ao conjunto

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS BR/1998/PI/H/4 REV. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Brasília 1998 Representação

Leia mais

Ser mãe hoje. Cristina Drummond. Palavras-chave: família, mãe, criança.

Ser mãe hoje. Cristina Drummond. Palavras-chave: família, mãe, criança. Ser mãe hoje Cristina Drummond Palavras-chave: família, mãe, criança. Hoje em dia, a diversidade das configurações familiares é um fato de nossa sociedade. Em nosso cotidiano temos figuras cada vez mais

Leia mais

[sem remissão prévia a uma Comissão Principal (A/53/L.79)] 53/243. Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz

[sem remissão prévia a uma Comissão Principal (A/53/L.79)] 53/243. Declaração e Programa de Ação sobre uma Cultura de Paz Nações Unidas A Assembléia Geral Distr. GERAL A/RES/53/243 6 de outubro de 1999 Qüinquagésimo terceiro período de sessões Tema 31 do programa RESOLUÇÕES APROVADAS PELA ASSEMBLÉIA GERAL [sem remissão prévia

Leia mais

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que:

CARTA DE BRASÍLIA. Com base nas apresentações e debates, os representantes das instituições e organizações presentes no encontro constatam que: CARTA DE BRASÍLIA Contribuições do I Seminário Internacional sobre Políticas de Cuidados de Longa Duração para Pessoas Idosas para subsidiar a construção de uma Política Nacional de Cuidados de Longa Duração

Leia mais

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Este Tratado, assim como a educação, é um processo dinâmico em permanente construção. Deve portanto propiciar a reflexão,

Leia mais

Educação escolar indígena

Educação escolar indígena Educação escolar indígena O principal objetivo desta apresentação é fazer uma reflexão sobre a cultura indígena kaingang, sobre as políticas educacionais integracionistas e sobre a política atual, que

Leia mais

Uma análise preliminar do perfil demográfico das crianças e adolescentes cadastrados para adoção no município de São Paulo

Uma análise preliminar do perfil demográfico das crianças e adolescentes cadastrados para adoção no município de São Paulo Uma análise preliminar do perfil demográfico das crianças e adolescentes cadastrados para adoção no município de São Paulo Paulo José Pereira 1 Maria Coleta Ferreira Albino de Oliveira 2 Introdução Pesquisar

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE SERVIÇO SOCIAL INTRODUÇÃO AO SERVIÇO SOCIAL EMENTA: A ação profissional do Serviço Social na atualidade, o espaço sócioocupacional e o reconhecimento dos elementos

Leia mais

Declaração de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável. Das nossas origens ao futuro

Declaração de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável. Das nossas origens ao futuro Declaração de Joanesburgo sobre Desenvolvimento Sustentável Das nossas origens ao futuro 1. Nós, representantes dos povos do mundo, reunidos durante a Cúpula Mundial sobre Desenvolvimento Sustentável em

Leia mais

REDISCUTINDO A INSTITUIÇÃO FAMÍLIA: DESAFIOS PARA OS AVÓS NA ATUALIDADE

REDISCUTINDO A INSTITUIÇÃO FAMÍLIA: DESAFIOS PARA OS AVÓS NA ATUALIDADE REDISCUTINDO A INSTITUIÇÃO FAMÍLIA: DESAFIOS PARA OS AVÓS NA ATUALIDADE 1 Sâmea Moreira Mesquita Alves RESUMO: O presente texto tem como objetivo ampliar o debate sobre as gerações intergeracionais, bem

Leia mais

Procedimentos para a indicação das crianças e dos adolescentes e de suas famílias de origem/extensa para o Projeto Piloto Família Acolhedora

Procedimentos para a indicação das crianças e dos adolescentes e de suas famílias de origem/extensa para o Projeto Piloto Família Acolhedora Procedimentos para a indicação das crianças e dos adolescentes e de suas famílias de origem/extensa para o Projeto Piloto Família Acolhedora 1) A indicação de casos para o Projeto poderá ser realizada

Leia mais

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras

UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras UNESCO Brasilia Office Representação no Brasil Declaração sobre as Responsabilidades das Gerações Presentes em Relação às Gerações Futuras adotada em 12 de novembro de 1997 pela Conferência Geral da UNESCO

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 Artigos da Constituição Mundial A Constituição Mundial é composta de 61º Artigos, sendo do 1º ao 30º Artigo dos Direitos Humanos de 1948, e do 31º ao 61º Artigos estabelecidos em 2015. Dos 30 Artigos

Leia mais

Willian Nicolas Varella Graduado em Geografia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail:wnvarella@hotmail.com.

Willian Nicolas Varella Graduado em Geografia, Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail:wnvarella@hotmail.com. Valorização e resgate cultural, uma experiência no projeto Rondon: a importância das pessoas responsáveis pela perpetuação da cultura local da cidade de Palmeirina-PE Willian Nicolas Varella Graduado em

Leia mais

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO

CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO CURSO E COLÉGIO ESPECÍFICO FAMÍLIA NA PERSPECTIVA SOCIOLÓGICA DISCIPLINA: SOCIOLOGIA PROFESSOR: WALDENIR FAMÍLIA NA PERSPECTIVA SOCIOLÓGICA Como instituição social, a família é definida pelas funções sociais

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80

SERVIÇO SOCIAL. Disciplina: Metodologia Científica. Número de créditos: 04. Carga horária: 80 Disciplina: Metodologia Científica SERVIÇO SOCIAL Ementa: Finalidade da metodologia científica. Importância da metodologia Número âmbito das ciências. Metodologia de estudos. O conhecimento e suas formas.

Leia mais

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Considerando ser essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, A Declaração Universal dos Direitos Humanos é um dos documentos básicos das Nações Unidas e foi assinada em 1948. Nela, são enumerados os direitos que todos os seres humanos possuem. Preâmbulo Considerando

Leia mais

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão.

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão. CRISE DO ESCRAVISMO A Dinamarca foi o primeiro país Europeu a abolir o tráfico de escravos em 1792. A Grã-Bretanha veio a seguir, abolindo em 1807 e os Estados Unidos em 1808. O Brasil foi o último país

Leia mais

Poderemos viver juntos? Éticas e filosofias da convivência ambiental Manuel Muñoz

Poderemos viver juntos? Éticas e filosofias da convivência ambiental Manuel Muñoz Poderemos viver juntos? Éticas e filosofias da convivência ambiental Manuel Muñoz 1. Ecoética: do paradigma antropocêntrico ao paradigma biocêntrico. A pergunta que inicia o presente texto também faz parte

Leia mais

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Ana Carolina Rosso de Oliveira Bacharel em Relações Internacionais pela Faculdades Anglo-Americano, Foz do Iguaçu/PR Resumo:

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

Educação para a Cidadania linhas orientadoras

Educação para a Cidadania linhas orientadoras Educação para a Cidadania linhas orientadoras A prática da cidadania constitui um processo participado, individual e coletivo, que apela à reflexão e à ação sobre os problemas sentidos por cada um e pela

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS HUMANOS DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS HUMANOS Tradução sob a responsabilidade da Cátedra UNESCO de Bioética da UnB por solicitação da Sociedade Brasileira de Bioética SBB Tradução: Mauro Machado

Leia mais

Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade

Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade Dupla Ação: ConscientizAção e EducAção Ambiental para a Sustentabilidade A Agenda 21 vai à Escola Autora: Zióle Zanotto Malhadas Nucleo Interdisciplinar de Meio Ambiente e Desenvolvimento/UFPR/Curitiba/2001

Leia mais

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997

DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 DECLARAÇÃO FINAL Quebec, 21 de setembro de 1997 Reunidos na cidade de Quebec de 18 a 22 de setembro de 1997, na Conferência Parlamentar das Américas, nós, parlamentares das Américas, Considerando que o

Leia mais

SEMANA DO IDOSO 2013

SEMANA DO IDOSO 2013 SEMANA DO IDOSO 2013 Itens para reflexão Experiências anteriores A mobilização em 2013 O envelhecimento nos tempos atuais Idoso sem autonomia Excluído do mercado de trabalho Gera dependência Exclusão das

Leia mais

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO

TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO [25] TRATADO SOBRE AGRICULTURA SUSTENTÁVEL PREÂMBULO Entendendo que: 1. O sistema sócio-econômico e político internacionalmente dominante, ao qual se articula o modelo industrial de produção agrícola e

Leia mais

Segmentação na gestão da comunicação e do marketing

Segmentação na gestão da comunicação e do marketing Segmentação na gestão da comunicação e do marketing Dra. Iara Silva da Silva 6º Encontro Nacional de Comunicação e Relacionamento dos Fundos de Pensão É um processo social e gerencial pelo qual indivíduos

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS. UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS UNIC / Rio / 005 - Dezembro 2000 DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da dignidade inerente a todos os membros

Leia mais

TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL 1

TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL 1 TRATADO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PARA SOCIEDADES SUSTENTÁVEIS E RESPONSABILIDADE GLOBAL 1 Nós, signatários, pessoas de todas as partes do mundo, comprometidos com a proteção da vida na Terra, reconhecemos

Leia mais

BIBLIOTECA PARA PAIS.

BIBLIOTECA PARA PAIS. Nossa sociedade mudou, temos uma inversão de papeis e valores, mais informação do que podemos absorver, a mulher trabalha fora, o avanço tecnológico foi grande, a família mudou, a criança mudou, o aluno

Leia mais

Família nuclear casal e filhos solteiros.

Família nuclear casal e filhos solteiros. Família Uma família é um conjunto de pessoas ligadas por parentesco de sangue, por casamento ou algum outro tipo de relacionamento acordado ou adoção, e que compartilha a responsabilidade básica de reprodução

Leia mais

A ARTE DE EDUCAR FRENTE AOS DI REITOS FUNDAM ENTAIS

A ARTE DE EDUCAR FRENTE AOS DI REITOS FUNDAM ENTAIS A ARTE DE EDUCAR FRENTE AOS DI REITOS FUNDAM ENTAIS ELIANE FLAUZINO 1 FAPI FACULDADES DE PINHAIS PINHAIS-PR DOURIVALDO TEIXEIRA DE ARAÚJO 2 FAPI FACULDADES DE PINHAIS PINHAIS-PR Área: Direito Eixo: Salud

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br Direito Ambiental Internacional e Interno: Aspectos de sua Evolução Publicado na Gazeta Mercantil em 12 de dezembro de 2002 Paulo de Bessa Antunes Advogado Dannemann Siemsen Meio

Leia mais

O brincar hoje: da colaboração ao individualismo

O brincar hoje: da colaboração ao individualismo O brincar hoje: da colaboração ao individualismo Profa. Dra. Maria Angela Barbato Carneiro Campo Grande/ Simpósio Internacional da OMEP Jul/ 2012 Este trabalho tem por objetivo discutir sobre o brincar

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO - e eu com isso?

GLOBALIZAÇÃO - e eu com isso? o que é Um mundo sem fronteiras onde interagimos com todos povos. Influenciamos todo o mundo e somos por todos influenciados. o termo GLOBALIZAÇÃO surgiu na década de 1970 e ganhou popularidade nas décadas

Leia mais

Globalização e solidariedade Jean Louis Laville

Globalização e solidariedade Jean Louis Laville CAPÍTULO I Globalização e solidariedade Jean Louis Laville Cadernos Flem V - Economia Solidária 14 Devemos lembrar, para entender a economia solidária, que no final do século XIX, houve uma polêmica sobre

Leia mais

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br

O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. Conheça: est.edu.br O talento é seu. A gente só aperfeiçoa. EXTENSÃO Conheça: est.edu.br PROGRAMA DE EXTENSÃO A Faculdades EST é vinculada à Rede Sinodal de Educação, identificada com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana

Leia mais

Ministério da Justiça. Intervenção do Ministro da Justiça

Ministério da Justiça. Intervenção do Ministro da Justiça Intervenção do Ministro da Justiça Sessão comemorativa do 30º Aniversário da adesão de Portugal à Convenção Europeia dos Direitos do Homem Supremo Tribunal de Justiça 10 de Novembro de 2008 Celebrar o

Leia mais

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Arnaldo Rezende Setembro/2010. Um pouco da origem... 1543 Implantação da 1ª. Santa Casa de Misericórdia. 1549 - Chegada dos Jesuítas no

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação

Ensino Médio em Questão. José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Ensino Médio em Questão José Fernandes de Lima Conselho Nacional de Educação Introdução O ensino médio tem sido debatido em todos os países Trata com adolescente e jovens que estão decidindo seus destinos.

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN EDUCAÇÃO INFANTIL 2013 DIRETRIZES CURRICULARES INFANTIL IV DISCIPLINA : MUNDO SOCIAL OBJETIVOS GERAIS Demonstrar interesse e curiosidade pelo mundo social e natural, formulando

Leia mais

A Declaração de Jacarta. sobre Promoção da Saúde no Século XXI

A Declaração de Jacarta. sobre Promoção da Saúde no Século XXI A Declaração de Jacarta sobre Promoção da Saúde no Século XXI * * * * * * * * * * * * * * * * * ** * * * * * * * * * A Declaração de Jacarta sobre Promoção da Saúde no Século XXI * * * * * * * * * * *

Leia mais

Lei Maria da Penha: uma evolução histórica

Lei Maria da Penha: uma evolução histórica Lei Maria da Penha: uma evolução histórica Karina Balduino Leite e Rivadavio Anadão de Oliveira Guassú Maria da Penha foi uma entre as incontáveis vítimas de violência doméstica espalhadas pelo planeta.

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE O GENOMA HUMANO E OS DIREITOS HUMANOS A Conferência Geral, Lembrando que o Preâmbulo da Carta da Unesco refere-se a os princípios democráticos de dignidade, igualdade e respeito

Leia mais

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno

Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno A crise de representação e o espaço da mídia na política RESENHA Violência contra crianças e adolescentes: uma análise descritiva do fenômeno Rogéria Martins Socióloga e Professora do Departamento de Educação/UESC

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO PSICOSSOCIAL DE PRETENDENTES À ADOÇÃO INTERNACIONAL (CONTEÚDOS RELEVANTES)

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO PSICOSSOCIAL DE PRETENDENTES À ADOÇÃO INTERNACIONAL (CONTEÚDOS RELEVANTES) ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO PSICOSSOCIAL DE PRETENDENTES À ADOÇÃO INTERNACIONAL (CONTEÚDOS RELEVANTES) ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO PSICOSSOCIAL DE PRETENDENTES À ADOÇÃO INTERNACIONAL

Leia mais

Matéria da Recuperação. Industrialização Urbanização População

Matéria da Recuperação. Industrialização Urbanização População Disciplina: Geografia Roteiro de Recuperação Ano / Série: 7º Professor (a): Gabriel Data: / / 2013 Matéria da Recuperação Industrialização Urbanização População 1- A função urbana de uma cidade diz respeito

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS HUMANOS DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS HUMANOS TEXTO DA DUBDH DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE BIOÉTICA E DIREITOS HUMANOS Tradução e revisão final sob a responsabilidade da Cátedra UNESCO de Bioética

Leia mais

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS

CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO CAPÍTULO 3 COMBATE À POBREZA ÁREA DE PROGRAMAS Capacitação dos pobres para a obtenção de meios de subsistência sustentáveis Base para

Leia mais

FETREMIS-FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA REGIÃO MISSIONÁRIA SIRLÉIA APARECIDA DE REZENDE SILVA

FETREMIS-FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA REGIÃO MISSIONÁRIA SIRLÉIA APARECIDA DE REZENDE SILVA FETREMIS-FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DA REGIÃO MISSIONÁRIA SIRLÉIA APARECIDA DE REZENDE SILVA CONSCIENTIZAÇÃO E RESPONSABILIDADE SOCIAL Contagem-MG 2013 2 FETREMIS - FACULDADE DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA

Leia mais

Criando memórias brasileiras - Falantes de herança que aprendem brincando Keyla Zorzella Mensageiros da Cultura

Criando memórias brasileiras - Falantes de herança que aprendem brincando Keyla Zorzella Mensageiros da Cultura 1 Criando memórias brasileiras - Falantes de herança que aprendem brincando Keyla Zorzella Mensageiros da Cultura O Mensageiros da Cultura O programa Mensageiros da Cultura é um projeto cultural infantil

Leia mais

Educação de qualidade, equidade e desenvolvimento sustentável:

Educação de qualidade, equidade e desenvolvimento sustentável: Setor de Educação Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Educação de qualidade, equidade e desenvolvimento sustentável: uma concepção holística inspirada nas quatro conferências

Leia mais

Juristas Leigos - Direito Humanos Fundamentais. Direitos Humanos Fundamentais

Juristas Leigos - Direito Humanos Fundamentais. Direitos Humanos Fundamentais Direitos Humanos Fundamentais 1 PRIMEIRAS NOÇÕES SOBRE OS DIREITOS HUMANOS FUNDAMENTAIS 1. Introdução Para uma introdução ao estudo do Direito ou mesmo às primeiras noções de uma Teoria Geral do Estado

Leia mais

POVOS INDÍGENAS NO BRASIL. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG

POVOS INDÍGENAS NO BRASIL. Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG POVOS INDÍGENAS NO BRASIL Professor Sebastião Abiceu 7º ano Colégio Marista São José Montes Claros - MG Conhecendo os povos indígenas Para conhecer melhor os povos indígenas, é importante estudar sua língua.

Leia mais

P R O J E T O ALVORADA

P R O J E T O ALVORADA P R O J E T O ALVORADA O Projeto Alvorada foi idealizado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso para reduzir as desigualdades regionais e elevar a qualidade de vida das populações mais carentes do País.

Leia mais

Projetos Sociais da Faculdade Campo Real CIDADANIA REAL 1. O que é o projeto? 2. Em que consistem as atividades do projeto?

Projetos Sociais da Faculdade Campo Real CIDADANIA REAL 1. O que é o projeto? 2. Em que consistem as atividades do projeto? Projetos Sociais da Faculdade Campo Real A promoção da cidadania é qualidade de toda instituição de ensino consciente de sua relevância e capacidade de atuação social. Considerando a importância da Faculdade

Leia mais

Categorias Sociológicas

Categorias Sociológicas Categorias Sociológicas Fato Social DURKHEIM, E.; AS REGRAS DO MÉTODO SOCIOLÓGICO.São Paulo, Abril, Os Pensadores, 1973 p. 389-90. O que é fato social O objeto de estudo da Sociologia é o fato social.

Leia mais

Envelhecimento Ativo e seus Eixos

Envelhecimento Ativo e seus Eixos Envelhecimento Ativo e seus Eixos Profa. Ruth Gelehrter da Costa Lopes Novembro / 2014 ENVELHECIMENTO ACTIVO / ATIVO REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO Machado,Paulo, REFLECTINDO SOBRE O CONCEITO DE ENVELHECIMENTO

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS DO HOMEM com a Independência dos E.U.A. e a Revolução Francesa, a Declaração Universal dos Direitos do Homem é um documento extraordinário que precisa ser mais conhecido

Leia mais

Adoção por Casal Homoafetivo

Adoção por Casal Homoafetivo Assunto Especial - Doutrina União Homoafetiva - Alimentos e Adoção Adoção por Casal Homoafetivo DOUGLAS PHILLIPS FREITAS 1 Advogado, Psicopedagogo, Presidente do IBDFAM/SC, Professor da AASP - Associação

Leia mais

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO

Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO Carta Internacional da Educação Física e do Esporte da UNESCO 21 de novembro de 1978 SHS/2012/PI/H/1 Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura,

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR

ESTRUTURA CURRICULAR ESTRUTURA CURRICULAR Referência: 2015 Curso: Bacharelado em Relações Internacionais DURAÇÃO IDEAL: 08 SEMESTRES 1 o semestre Aula Trabalho Semestral Anual DFD0125 Instituições de Direito EAE0110 Fundamentos

Leia mais

Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular

Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular Parecer da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual sobre a proposta de Revisão da Estrutura Curricular Introdução A APECV, utilizando vários processos de consulta aos seus associados

Leia mais

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos.

3 a 5. 6 a 10. 11 a 14. Faixa Etária Prevista. Etapa de Ensino. Duração. Educação Infantil. anos. Ensino Fundamental: Anos Iniciais. 5 anos. Etapa de Ensino Faixa Etária Prevista Duração Educação Infantil 3 a 5 anos Ensino Fundamental: Anos Iniciais 6 a 10 anos 5 anos Ensino Fundamental: Anos Finais 11 a 14 anos 4 anos EDUCAÇÃO INFANTIL EDUCAÇÃO

Leia mais

Um dos grandes desafios para tornar o Brasil mais condizente com os anseios da sua população é a "modernização" da vida política.

Um dos grandes desafios para tornar o Brasil mais condizente com os anseios da sua população é a modernização da vida política. Apesar dos problemas associados à má distribuição de renda, o Brasil- ingressa no século XXI com uma das maiores economias do mundo e um compromisso com a paz mundial e o sistema democrático e sem conflitos

Leia mais

CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil

CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil CARTA DA TERRA Adaptação Juvenil I TRODUÇÃO Vivemos um tempo muito importante e é nossa responsabilidade preservar a Terra. Todos os povos e todas as culturas do mundo formam uma única e grande família.

Leia mais

PATERNIDADE SOCIOAFETIVA X PATERNIDADE BIOLÓGICA

PATERNIDADE SOCIOAFETIVA X PATERNIDADE BIOLÓGICA PATERNIDADE SOCIOAFETIVA X PATERNIDADE BIOLÓGICA Renata Martins Sena Advogada Pós-graduada em Direito Constitucional As inúmeras mudanças sociais ocorridas nos últimos tempos têm refletido sobremaneira

Leia mais

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS

DISCIPLINA: INTRODUÇÃO AO ESTUDO DAS RELAÇÕES INTERNACIONAIS 7.PROJETO PEDAGÓGICO 1º SEMESTRE DISCIPLINA: INTRODUÇÃO À ECONOMIA EMENTA: Conceitos Fundamentais; Principais Escolas do Pensamento; Sistema Econômico; Noções de Microeconomia; Noções de Macroeconomia;

Leia mais

ACESSO EDUCAÇÃO PRÉ-VESTIBULAR AULA 01 DEMOGRAFIA BRASILEIRA

ACESSO EDUCAÇÃO PRÉ-VESTIBULAR AULA 01 DEMOGRAFIA BRASILEIRA ACESSO EDUCAÇÃO PRÉ-VESTIBULAR AULA 01 DEMOGRAFIA BRASILEIRA ACESSO EDUCAÇÃO PRÉ-VESTIBULAR AULA 02 DEMOGRAFIA MUNDIAL (MACK) O Brasil em 2020 Será, é claro, um Brasil

Leia mais

A GLOBALIZAÇÃO UM MUNDO EM MUDANÇA

A GLOBALIZAÇÃO UM MUNDO EM MUDANÇA A GLOBALIZAÇÃO UM MUNDO EM MUDANÇA Que dimensões sociológicas existem numa passeio ao supermercado? A variedade de produtos importados que costumamos ver nos supermercados depende de laços econômicos

Leia mais

Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021

Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021 Estratégia UNESCO para a Educação 2014-2021 Maria Rebeca Otero Gomes Coordenadora do Setor de Educação da Unesco no Brasil Curitiba, 02 de outubro de 2015 Princípios orientadores (i) A educação é um direito

Leia mais

Declaração Universal dos. Direitos Humanos

Declaração Universal dos. Direitos Humanos Declaração Universal dos Direitos Humanos Ilustrações gentilmente cedidas pelo Fórum Nacional de Educação em Direitos Humanos Apresentação Esta é mais uma publicação da Declaração Universal dos Direitos

Leia mais

Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes. Resenha Desenvolvimento

Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes. Resenha Desenvolvimento Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes Resenha Desenvolvimento Luiz Fernando Neiva Liboreiro 14 de dezembro de 2006 Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes Resenha Desenvolvimento Luiz Fernando

Leia mais

Carta da Responsabilidades Humanas Novos desafios: novas dimensões da responsabilidade

Carta da Responsabilidades Humanas Novos desafios: novas dimensões da responsabilidade Version 13 11 2007 Carta da Responsabilidades Humanas Novos desafios: novas dimensões da responsabilidade A inegável evolução das relações internacionais pode ser atribuída principalmente ao reconhecimento

Leia mais

CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA O TERRORISMO

CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA O TERRORISMO CONVENÇÃO INTERAMERICANA CONTRA O TERRORISMO Os Estados Partes nesta Convenção, Tendo presente os propósitos e princípios da Carta da Organização dos Estados Americanos e da Carta das Nações Unidas; Considerando

Leia mais

PROJETO INTERDISCIPLINAR BALAIO DE IDEIAS

PROJETO INTERDISCIPLINAR BALAIO DE IDEIAS PROJETO INTERDISCIPLINAR BALAIO DE IDEIAS 6º ANO / ENSINO FUNDAMENTAL Goiânia, 2014 COLÉGIO AGOSTINIANO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA A maior riqueza de um país é a sua cultura I. APRESENTAÇÃO No decorrer do

Leia mais

CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993

CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993 CONFERÊNCIA MUNDIAL SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM Viena, 14-25 de Junho de 1993 DECLARAÇÃO DE VIENA E PROGRAMA DE ACÇÃO Nota do Secretariado Em anexo encontra-se o texto da Declaração de Viena e do Programa

Leia mais

II FÓRUM SESI DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL

II FÓRUM SESI DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL II FÓRUM SESI DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL Investimento Social Privado: oportunidades e riscos Rebecca Raposo Dezembro, 2006 Como chegamos até aqui? Principais mudanças Democratização e mudança

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04

MATRIZ CURRICULAR 1.ª SÉRIE DE OFERTA 99-8791-04 DIDÁTICA 160 0 160 99-8792-04 Curso: Graduação: Regime: Duração: PEDAGOGIA LICENCIATURA PLENA MATRIZ CURRICULAR SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO

Leia mais