Objectivo e Organização do Documento Introdução Objectivos centrais Âmbito da formação ministrada

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Objectivo e Organização do Documento... 5 1. Introdução... 5 1.1. Objectivos centrais... 5 1.2. Âmbito da formação ministrada... 6 1.3."

Transcrição

1 CICLO DE ESTUDOS INTEGRADO CONDUCENTE AO GRAU MESTRE EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores Instituto Superior Técnico 10 de Março 200

2 Este documento foi elaborado por: Isabel Maria Cacho Teixeira Coordenadora da LEEC António Alves Moreira Vice-Presidente do DEEC João Miranda Lemos Presidente do DEEC 2

3 Índice Objectivo e Organização do Documento Introdução Objectivos centrais Âmbito da formação ministrada Natureza dos conhecimentos a leccionar Objectivos de ensino e de aprendizagem Organização do ciclo de formação A Engenharia Electrotécnica e de Computadores no IST Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Objectivos Genéricos Estrutura do Curso Organização Pedagógica Modelo de ensino Métodos de ensino aprendizagem e demonstração de competências Estrutura Curricular Área Científica de Computadores Área Científica de Energia Área Científica de Electrónica Área Científica de Sistemas, Decisão e Controlo Área Científica de Telecomunicações Estrutura do Tronco Comum Áreas de Especialização Área de Especialização em Computadores Área de Especialização em Electrónica Área de Especialização em Energia Área de Especialização em Sistemas, Decisão e Controlo Área de Especialização em Telecomunicações Área Secundária de Biologia Computacional Precedências Resposta aos quesitos do Artº 53 MEEC... 2 a) Indicação dos ciclos de estudo em funcionamento que são objecto da adequação:2 Ciclo de estudo em funcionamento:... 2 Conversão para os dois ciclos seguintes em regime de Mestrado Integrado:... 2 b) Objectivos visados pelo ciclo de estudos: Objectivos do 1º Ciclo: Objectivos do 2º Ciclo: Objectivos dos dois ciclos integrados: c) Fundamentação do número de créditos atribuído a cada unidade curricular d) Fundamentação do número total de créditos que, com base no trabalho estimado, é atribuído a cada ciclo de estudos e) Demonstração da adequação da organização do ciclo de estudos à aquisição de competências e aos objectivos fixados: e-i) Aquisição de competências a que se referem os artigos 5º (Licenciatura) e 15º (Mestrado) e-ii) Objectivos fixados no nº 4 do artigo 18º f) Análise comparativa com cursos de referência no espaço europeu

4 g) Forma como os resultados da avaliação externa foram incorporados na organização do ciclo de estudos... 3 Justificação da duração do ciclo de estudos Conclusões Anexos

5 Objectivo e Organização do Documento Este documento destina-se a fundamentar a proposta de adequação ao modelo de Bolonha da Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, LEEC, do Instituto Superior Técnico. O documento está organizado do seguinte modo. Na introdução destaca-se o papel da LEEC na comunidade em que se insere e as competências que confere. Apresentam-se os objectivos gerais do Mestrado que se propõe, bem como o tipo de formação que se pretende ministrar e o modelo pedagógico a desenvolver para adequar o ensino da Engenharia Electrotécnica ao modelo de Bolonha. No capítulo 2 apresenta-se, em perspectiva, a criação do ensino de Engenharia Electrotécnica no IST e a importância crescente que esta Área de Engenharia tem assumido no mundo actual. No capítulo 3 apresenta-se a descrição da proposta de ciclo integrado conducente ao grau de Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores (MEEC). Apresentam-se os pressupostos e a influência da estrutura actual da LEEC no futuro Mestrado, bem como a estrutura curricular do novo curso e a sua organização pedagógica. Realça-se ainda a participação de várias Áreas Científicas do IST na formação das Bases da Engenharia e das Áreas Científicas Departamento em Engenharia Electrotécnica e de Computadores (DEEC) na criação de Áreas de Especialização deste Mestrado. No capítulo 4 apresenta-se a resposta aos quesitos constantes do Artº 53. Finamente, nas conclusões destacam-se os aspectos mais inovadores e as expectativas de consecução associados a esta proposta de curso. 1. Introdução A Engenharia Electrotécnica e de Computadores existe para prestar um serviço à comunidade onde é exercida. Assim os responsáveis pela organização e funcionamento do Mestrado que agora se propõe devem estar correctamente informados e ser sensíveis à realidade que os cerca. Só deste modo podem, em tempo útil, satisfazer os requisitos dessa comunidade e dos seus agentes económicos e culturais, bem como os dos indivíduos que buscam a qualificação que o MEEC confere. Todavia, a missão de um sistema educativo universitário não se esgota na intervenção de curto prazo. De facto, os formados deverão intervir durante décadas no mercado de trabalho. Além disso, o tempo de resposta de um sistema educativo, proporcionando uma qualificação em 5 anos, é longo em valor absoluto e criticamente longo num contexto de mudança tecnológica e social acelerada. Pretende-se assim, através do MEEC, formar profissionais que tenham capacidade de intervenção, em curto prazo, mas que sejam de facto motores de inovação e de transformação no contexto da sociedade em que prestam serviço. O sucesso dos formados depende inteiramente do modo como forem capazes de aplicar os conhecimentos, de utilizar a criatividade para produzir inovação, de entender cabalmente o contexto social, económico e ambiental em que actuam e, finalmente, no modo como pessoalmente se relacionam com outros Objectivos centrais Considera-se que os objectivos centrais do ciclo de estudos conducentes ao Grau de Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores são os seguintes: Dotar os formados da capacidade de intervenção no domínio da Engenharia Electrotécnica e de Computadores, ao longo de toda a sua vida activa, isto é, qualificálos independentemente da evolução dos conhecimentos, que precisam constantemente acompanhar; Prover a formação académica necessária para a subsequente atribuição do título profissional de Engenheiro, conferido pela Ordem dos Engenheiros. 5

6 A prossecução destes objectivos exige que os formados possuam uma sólida formação de base bem como uma formação avançada em áreas de especialização, que lhes permita intervir, como especialistas, em sub-áreas da Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Adicionalmente, é crucial que os formados tenham desenvolvido espírito crítico, flexível e criativo. Para a consecução destes objectivos há que ter em atenção: o tipo de formação a ministrar, a natureza dos conhecimentos a leccionar e a forma de os transmitir. Finalmente é necessário aferir o modo como os alunos se apropriam e utilizam os conhecimentos e práticas adquiridos ao longo da sua formação Âmbito da formação ministrada O ciclo de estudos deve providenciar formação em três áreas complementares: Formação científica e técnica: aprendizagem de metodologias e de ferramentas para resolução de problemas de engenharia, nos domínios da Engenharia Electrotécnica e de Computadores Formação contextual: conhecimento e compreensão do mercado de trabalho, e do mercado empresarial; produtividade e competitividade; contexto de globalização, regionalização (UE) e localização; gestão e economia; ambiente, segurança, qualidade; normalização; networking; enquadramento legal; ética e deontologia profissional. Formação pessoal: estruturação do pensamento e do raciocínio, capacidade de identificação, formalização, prevenção e resolução de problemas; atitude ética e profissional; capacidade de comunicação oral e escrita; capacidade de trabalho em equipa; capacidade de gestão do tempo e de outros recursos; relacionamento intercultural e inter-pessoal; domínio de línguas estrangeiras; capacidade de negociação; capacidade de liderança; capacidade de adaptação, num contexto de mudança acelerada; disposição de aprendizagem contínua; capacidade de gestão da carreira pessoal. Na prossecução deste objectivo, é claramente privilegiada a formação científica e técnica. Procura-se incluir as formações contextual e pessoal de forma implícita no modo como a formação científica e técnica é ministrada, e de forma explícita quando necessário através de disciplinas de competências transversais Natureza dos conhecimentos a leccionar Consideram-se dois tipos de conhecimentos que os alunos necessitam de adquirir: conhecimentos duradouros, associados às disciplinas horizontais, fornecendo a formação de base. São exemplos deste tipo de conhecimentos, a matemática, a física, a química, a ciência da computação, a ciência dos materiais, os fundamentos da electrónica e das comunicações e a teoria dos circuitos, sistemas e sinais. conhecimentos temporários, associados a técnicas e tecnologias em rápida mutação. Estão neste caso, por exemplo, as linguagens de programação, tecnologias de informação, ferramentas computacionais de projecto, tecnologias de electrónica, óptica, etc Objectivos de ensino e de aprendizagem Um dos aspectos importantes do modelo de Bolonha é o ensino centrado nos alunos, isto é, o valorizar da aprendizagem e não da transmissão de conhecimento por si só. Este paradigma

7 exige a implementação de métodos e modelos de ensino/aprendizagem que, baseados numa transmissão eficaz de conhecimentos e de metodologias de aprendizagem, conduzam de facto a uma efectiva aquisição de competências por parte dos formandos. Pretende-se assim que, durante a sua formação, o aluno do MEEC desenvolva uma atitude crítica perante os problemas, que o habilite a definir com clareza a melhor solução para um dado problema, sendo capaz de recorrer, para esse efeito, ao método científico e ao procedimento experimental. Para tal, no primeiro ciclo, que visa primariamente a aquisição de conhecimentos nas ciências básicas de engenharia electrotécnica e de computadores, procura-se que, em simultâneo com a aquisição de formação técnica, os alunos aprendam a desenvolver trabalho individual e em grupo em disciplinas específicas e num contexto interdisciplinar, bem como apreendam noções de gestão do tempo e de alguma ligação com o exterior. No segundo ciclo, os formandos adquirem os conhecimentos de prática de engenharia através da escolha de uma de cinco áreas de especialização principal e de uma área de especialização secundária. A especialização assim obtida não é redutora nem autista, isto é, não visa, no limite, conduzir a indivíduos que saibam quase tudo sobre quase nada, susceptíveis de se transformar em reservatórios estanques de conhecimento. Pelo contrário, a especialização convive com a interdisciplinaridade. Assim, por exemplo, disciplinas de competências transversais, que visam a aquisição de competências em áreas de conhecimento não nucleares à formação em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, utilizam casos de estudos fornecidos por disciplinas de especialização. Consegue-se, deste modo que os formandos olhem para os problemas segundo perspectivas diversas. Para tal, um projecto é olhado na perspectiva dos requisitos técnicos que devem ser satisfeitos, na perspectiva da gestão de engenharia, do mercado, etc. Neste contexto, o trabalho individual é enquadrado no trabalho de equipa, numa perspectiva de engenharia simultânea, levada a efeito num ambiente de mundo real no qual os professores são especialistas das matérias ensinadas, quer pela vivência de investigação quer pela prática profissional avançada Organização do ciclo de formação O sistema educativo é organizado em processos educativos, designados por unidades curriculares, que visam desenvolver nos alunos, ao longo do curso, a endogeneização das metodologias de análise e de resolução de problemas. Cada unidade curricular apresenta objectivos próprios, corporizados em competências, satisfazendo o objectivo central. O grau de sucesso da realização destes objectivos deve ser mensurável. Os métodos de ensino devem ser orientados para a aquisição das competências a desenvolver pelos alunos em resultado da realização com sucesso de cada unidade curricular. Adicionalmente, para cada área científica, procura-se que os objectivos das diferentes disciplinas permitam aos alunos a integração de conhecimentos e de metodologias obtidas nas disciplinas anteriores. Deste modo, os alunos são ajudados a relacionar, de forma contínua, os conhecimentos novos com os já adquiridos, aumentando a sua compreensão, e a sua capacidade de aplicação do conhecimento e da compreensão e tornando assim o todo superior à soma das partes. Este racional corresponde a uma integração vertical. Todavia, como foi realçado, os objectivos centrais do ciclo de formação exigem o desenvolvimento da capacidade de integração interdisciplinar no contexto da formação e desejavelmente, com ligação ao mundo exterior. A aquisição deste tipo de formação é demonstrada na realização da Dissertação de Mestrado no último ano de formação do segundo ciclo. 7

8 2. A Engenharia Electrotécnica e de Computadores no IST O contexto e a perspectiva histórica em que surgiu no IST o ensino da Engenharia Electrotécnica estão detalhadamente descritos num texto do Professor Abreu Faro, incluído no último relatório de avaliação da LEEC. A actualidade deste texto e a forma como descreve o aparecimento e a consolidação do ensino de Engenharia Electrotécnica e de Computadores no IST justificam a reprodução, neste documento, de partes deste texto, que testemunham a importância desta área de conhecimento no IST e no próprio país. (Alguns excertos do texto do Prof. Abreu Faro) O Instituto Superior Técnico desde os primórdios até hoje orientou as suas actividades de acordo com a intenção primeira de uma formação de quadros superiores, inicialmente de modo mais marcado para o sector público, depois e também com ênfase para o sector privado. Foi sempre uma escola marcada pela modernidade e que não enjeitou contemplar e aproveitar do modelo estrangeiro onde exactamente convinha e a experiência se tinha revelado frutuosa e promissora.. Foi neste terreno que nasceu e se fundou em 1911 o Instituto Superior Técnico. Cientificamente e pedagogicamente, o Instituto Superior Técnico deve-se a Alfredo Bensaude, professor do Instituto Industrial e Comercial de Lisboa desde A instalação requerida por Alfredo Bensaude levou-a a bom termo Duarte Pacheco. Foi na pausa de , quando, de novo, Director, que Duarte Pacheco pôs a funcionar as novas instalações do IST que passaram a trabalhar em pleno em A acção de Duarte Pacheco foi notabilíssima e por ela se ofereceu à Engenharia Portuguesa motivação forte de intervenção em obras que urgia levar a efeito.. Em 1955, Decreto nº de 14 de Novembro, são estabelecidos os «Novos Planos de Cursos de Engenharia Professados na Universidade Portuguesa». É nessa ambiência que no âmbito da Engenharia Electrotécnica se definiu e se deu prioridade aos problemas de electrificação do País, da racionalização dos métodos e meios, de produção e distribuição de energia eléctrica: uma política da Electricidade, da energia eléctrica. Deve-se a um professor do IST a acção primeira e maior no domínio destas matérias. O Professor Ferreira Dias afirma-se na Junta de Electrificação Nacional, 195, e acabará por dar realidade ao seu projecto criando a Companhia Nacional da Electricidade em Produção e distribuição da energia eléctrica aproveitamentos hidro-eléctricos, barragens, linhas e estruturas adequadas a alta e muito alta tensão constituíam o 8

9 temário dominante da Engenharia Electrotécnica no Instituto Superior Técnico desde os anos 30 até Em matéria de Comunicações, de Telecomunicações, a situação portuguesa no virar do século 1 não era má, mas isso não se reflectia de modo significativo no ensino. No entanto, e isso já vinha de trás, por ocasião da criação do Instituto Superior Técnico constava do elenco das suas cadeiras a 42ª - «Telegraphia e Telephonia». Pelos anos 40 funcionava no âmbito da Engenharia Electrotécnica a cadeira de Telecomunicações regida por um professor da Escola do Exercito, o Prof. Brito Aranha que se especializara em França. Neste espaço se alicerçou uma nova afirmação do Instituto Superior Técnico no domínio da Engenharia Electrotécnica. Por outro lado e no domínio da investigação científica as coisas modificaram-se, para melhor. Em 1952 foi criada a Comissão de Estudos da Energia o que ocorreu no âmbito do Instituto de Alta Cultura. A sua acção exercia-se através de Centros de Estudos, para a época bem equipados. Assim se foram estabelecendo os nós das actuais infra-estruturas. Assim se preparavam os docentes capazes de arcar e propor ensino especializado em domínios actualizados da Electrotecnia dos anos 70. Dir-se-á sem erro ou exagero que estavam lançados todos os ingredientes que viabilizariam as reformas que há muito se impunham. Resumindo e apurando o essencial: O Instituto Superior Técnico foi criado em 1911 no âmbito do Ministério do Fomento. Em 1930 foi criada a Universidade Técnica de Lisboa e nela, com outras três escolas, se integrou o Instituto Superior Técnico. O Instituto Superior Técnico pela dinâmica que presidiu à sua criação, pela modernidade das suas atitudes e iniciativas, pela formação que garantiu aos seus docentes, na Europa e nos Estados Unidos da América, pela acção continuada que esses docentes que se doutoraram e especializaram tem tido, orientando mestrados e doutoramentos, professando cursos especializados, intervindo em numerosos programas e projectos de investigação, por tudo isso se afirmou como uma Escola de excelência no panorama nacional e europeu. Nesse contexto, o Departamento de Engenharia Electrotécnica e de Computadores ocupa pela sua extensão e níveis de intervenção, que são diversos e importantes, um lugar cimeiro e fonte de irradiação de novos pólos de Ensino, Investigação e Desenvolvimento. (Fim dos extractos do texto do Prof. Abreu Faro) 1 Não consta do documento, mas refere-se ao virar do século XIX para o século XX. 9

10 Desde o fim do período a que se refere o texto do Prof. Abreu Faro até ao presente, o IST e em particular o DEEC, beneficiaram de importantes factores de desenvolvimento que se reflectiram na dinâmica dos cursos oferecidos. Entre estes factores estão as novas infra-estruturas proporcionadas pelo Programa Ciência e a criação de Institutos e de Centros de Investigação Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores A actual Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores (LEEC) é um curso de 5 anos e está organizada em cinco Áreas de Especialização. O grau de Licenciado é atribuído numa Área Principal (major) e numa Área Secundária (minor) de especialização. A Licenciatura funciona num regime de créditos. Esta licenciatura está acreditada na Ordem dos Engenheiros (ver AnexoI) e foi já objecto de dois exercícios de auto avaliação. Os avaliadores externos que participaram da avaliação da LEEC destacaram a qualidade técnica e a capacidade notável de trabalho dos engenheiros qualificados pela LEEC. Uma falha frequentemente apontada a estes engenheiros está relacionada com a sua comparativamente fraca preparação em ciências sociais, nomeadamente no que se refere ao relacionamento entre pessoas, e ainda na sua pouca capacidade de comunicação oral e escrita. Foram indicadas sugestões no sentido de minorar essa falha na formação. Em consequência destes pareceres, os órgãos responsáveis pela licenciatura empenharam-se num esforço sério para implementar na LEEC diversos melhoramentos, quer de ordem técnica e humanística, quer de ordem pedagógica, podendo afirmar-se que algum progresso foi registado nesses campos. Em complemento do processo de adequação curricular da LEEC, o DEEC analisou a reformulação do seu programa de Mestrado tendo criado a possibilidade de realização do chamado Mestrado Integrado (MI). Na proposta de curso que agora se apresenta, são reforçadas substancialmente as competências transversais (soft skills). Propõem-se módulos de comunicação oral e escrita e de língua estrangeira durante o 1º ciclo e propõem-se duas disciplinas relacionadas com gestão de projectos de engenharia e com o empreendedorismo, a inovação e transferência de tecnologia no segundo ciclo. Mantém-se ainda no 2º ciclo um conceito implementado na actual LEEC, isto é, o conceito de disciplina livre. Esta disciplina pode ser escolhida de entre as disciplinas dos cursos no IST, necessitando porém do acordo da coordenação do curso. A actual (2005/200) estrutura curricular da LEEC foi iniciada no ano lectivo de 2000/01 e caracteriza-se por um tronco comum sólido, permitindo contudo aos alunos a escolha orientada do seu plano de estudos através de um conjunto de precedências e de uma combinação entre uma Área Principal de Especialização e uma Área Secundária de Especialização as quais estão estruturadas em termos do número de créditos atribuídos a diferentes grupos de disciplinas. Este regime é mais flexível do que o tradicional regime de ramos, dando uma liberdade adicional ao aluno na escolha do conteúdo completo da sua Licenciatura. Nesta adequação procurou-se implementar as duas directrizes gerais encorajadas na última Avaliação Externa da LEEC, isto é, melhorar a formação humanística dos licenciados e aumentar a flexibilidade do curso. De facto, pela sua organização coerente em Áreas de Especialização, a LEEC passou a dispor de um modelo onde é mais simples introduzir alterações do que no modelo de Ramos, respondendo ao requisito de flexibilidade, definido e valorizado no Guião da Fundação das Universidades Portuguesas (FUP). Este modelo mantém-se na estrutura proposta para o novo MEEC. É num contexto de melhoria contínua dos processos educativos, que se propõe agora a reformulação do ensino de Engenharia Electrotécnica e de Computadores de forma a enquadrar-se nos princípios e práticas associados e subjacentes ao modelo de Bolonha. 10

11 3. Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Descreve-se nesta secção a organização do novo Ciclo Integrado de Estudos conducente ao grau de Mestre em Engenharia Electrotécnica e de Computadores, MEEC. Assim, apresentamse inicialmente os aspectos gerais da organização do MEEC. Seguidamente, apresenta-se o plano de estudos destacando-se a responsabilidade das várias áreas Científicas relativamente às disciplinas que constituem a estrutura curricular do MEEC. Apresentam-se ainda as tabelas de precedências entre disciplinas Objectivos Genéricos Entre os objectivos básicos que melhor destacam o modelo de Bolonha estão: o ensino centrado na aquisição de competências e a mobilidade. As competências são expressas no modelo de Bolonha através dos Descritores de Dublin, os quias estão organizados nas cinco categorias seguintes: (1) conhecimento e compreensão, (2) aplicação de conhecimento e compreensão, (3) formulação de juízos, (4) competências de comunicação e (5) competências de aprendizagem. Para satisfazer o primeiro objectivo, aquisição de competências, torna-se necessário identificar as competências associadas aos vários patamares do processo educativo, desde os grandes ciclos de aprendizagem às unidades curriculares, bem como aos conteúdos e modelos pedagógicos que permitirão aos formandos adquirir tais competências. Neste sentido, e em ligação com uma sólida formação técnica, procura-se implementar um modelo pedagógico que estimule o gosto pela pesquisa de conhecimentos e de soluções, pela prática da engenharia, individualmente e em equipa, num contexto interdisciplinar que explora as sinergias entre as diferentes disciplinas em curso em cada período lectivo. Para satisfazer o objectivo de mobilidade, recorre-se a um dos mecanismos básicos subjacentes ao modelo de Bolonha: a utilização do conceito de créditos ECTS (European Credit Transfer System). Sendo a LEEC actual uma licenciatura organizada num regime de créditos, a introdução deste conceito na nova organização do ciclo de ensino conducente ao MEEC está bastante facilitada. De facto, embora o conceito ECTS difira semanticamente do conceito de Unidade de Crédito (UC) praticado presentemente, a estrutura organizativa do ciclo actual de ensino mantém-se Estrutura do Curso O MEEC é organizado num regime de créditos (ECTS) devendo o aluno completar, em cada um dos estágios de formação, um número pré determinado de créditos. O ciclo completo de aprendizagem desenrola-se em 10 semestres aos quais correspondem 300 créditos ECTS. Embora se proponha que o MEEC seja organizado num ciclo integrado, mantém-se subjacente à sua formação o conceito de que há objectivos e competências específicas a ser atingidas progressivamente. Assim, há um primeiro ciclo de formação, com a duração de semestres, ao qual correspondem 180 ECTS, no qual o aluno adquire competências nas Ciências Básicas de Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Embora nesta proposta este ciclo não seja individualizado, ao terminá-lo o aluno poderá requerer o diploma de Licenciado em Ciências da Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Porém, esta nova licenciatura não lhe dará acesso à inscrição na Ordem dos Engenheiros, a qual só confere o título profissional de Engenheiro após uma formação de 10 semestres (300 ECTS). 11

12 Nestes primeiros semestres os alunos obterão competências em Ciências Básicas da Engenharia e em Ciências Básicas da Engenharia Electrotécnica, através de um conjunto de disciplinas estruturantes nestes domínios. Estes seis semestres constituem, de facto, um Tronco Comum de formação para os Mestrados em Engenharia Electrotécnica. Nos 3 semestres subsequentes os alunos adquirirão competências em Áreas de Especialização. O modelo seguido na organização deste ciclo de formação do MEEC é o modelo de Áreas Principais (majors) e Áreas Secundárias (minors) praticado na actual LEEC. Os alunos deverão completar uma Área Principal e uma área Secundária. O 10º semestre é dedicado à elaboração e discussão da Dissertação de Mestrado Organização Pedagógica O modelo de organização pedagógica adoptado no MEEC está de acordo com os princípios delineados pelo Conselho Científico (CC) do IST para a adequação das várias licenciaturas da Escola ao modelo de Bolonha. Na atribuição de ECTS às unidades curriculares constituintes do curso, valoriza-se na contabilização do esforço dos alunos, o número de horas de ensino presencial em aulas de diversos tipos e o número de horas de trabalho autónomo ou em grupo realizado pelos alunos. Cada ECTS corresponde a 28 horas de trabalho, distribuído entre ensino presencial e trabalho autónomo. Consideram-se, em cada semestre, 14 semanas efectivas de aulas. De acordo com as directivas do CC do IST, o modelo de organização pedagógica é baseado num máximo de 25 horas de contacto nos dois primeiros anos e de aproximadamente 22.5 horas nos anos subsequentes. Esta carga horária representa no máximo 40% do total de horas de trabalho semanal exigido ao aluno Modelo de ensino Subjacentes ao modelo de Bolonha estão os conceitos de aprendizagem e da sua validação através da demonstração de competências. A aplicação destes conceitos exige que o docente acompanhe e monitorize o progresso do aluno na consecução dos seus objectivos de aprendizagem. Métodos de ensino aprendizagem e demonstração de competências Pretende-se que os estudantes adquiram conhecimento, compreensão e capacidade de aplicação do conhecimento em áreas tecnológicas do domínio da Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Pretende-se ainda que desenvolvam as capacidades de comunicação oral e escrita na língua mãe e em línguas estrangeiras bem como adquiram a capacidade de gestão de projectos de engenharia e sejam capazes de se ver como empreendedores e motores de inovação e de transferência de tecnologia. Esta aprendizagem é realizada através das disciplinas de índole técnica e de 4 disciplinas de competências transversais. O ensino processa-se através de aulas, de seminários e de orientação de trabalhos. A aprendizagem processa-se por meio de estudo, reflexão, realização de problemas, de laboratórios, de projectos e de apresentação de trabalhos, entre outros. A demonstração de competências é validada através de exames, testes, problemas, relatórios de projectos, sistemas desenvolvidos e de apresentações orais e escritas. O ensino presencial tem lugar em aulas teóricas, de problemas, laboratoriais e seminários. Através destas aulas é transmitido conhecimento ao aluno num processo em que se valoriza muito a estimulação do aluno para intervir activamente como construtor do seu próprio 12

13 conhecimento. A apreensão deste conhecimento exige que o aluno acompanhe o progresso da exposição através de estudo e de reflexão. São utilizados exemplos concretos para a explicação de conceitos e utilizam-se problemas para relacionar matérias. A capacidade de relacionar o que se conhece com o que é exposto de novo estimula a compreensão. Os alunos são assim incentivados a resolver problemas ilustrativos das diversas matérias. São fornecidos problemas com resolução e problemas sem solução bem como questões que orientam o aluno na redescoberta dos métodos a estudar. Se os primeiros ajudam a perceber determinada aplicação de conceito, os segundos ajudam o estudante a aplicar e relacionar conceitos de uma forma autónoma. Só a resolução do segundo tipo de problemas ajudará o aluno a compreender uma matéria e a demonstrar que a compreendeu. Os laboratórios destinam-se a demonstrar em realização física os conceitos aprendidos e são um primeiro degrau para a realização de sistemas. São utilizados para demonstrar o comportamento físico de dispositivos e sistemas. São ainda utilizados para, através dos desvios entre o comportamento real e os resultados obtidos através de modelos teóricos, compreender o significado de um dos mais importantes conceitos de engenharia, o conceito de modelo, como representação limitada (somente os aspectos considerados relevantes para o efeito) da realidade bem como o significado de domínio de validade, como o âmbito no qual o modelo é válido. Permitem ainda introduzir e aferir os conceitos de erro e de grau de confiança em resultados. Estimulam a atitude de crítica de resultados, ao fomentar a comparação entre o medido e o esperado. Os laboratórios são avaliados através de relatórios e eventualmente de respostas, escritas ou orais, a questões relacionadas com os trabalhos. Os seminários são fóruns de divulgação de conhecimento. Abrem caminhos, estimulam a curiosidade científica e são o meio por excelência para rasgar novos horizontes e como plataforma para o estímulo da aprendizagem autónoma. O seu resultado pode ser avaliado através de trabalhos de pesquisa (escritos e/ou orais) realizados sobre os temas apresentados, ou outros. Finalmente através de projectos podem aprender-se conceitos importantes de engenharia, nomeadamente, a captura para cada enunciado mais ou menos vago de problemas propostos, de requisitos de engenharia que os descrevem, a procura de tecnologias existentes que possam adequar-se à resolução do problema em causa, e a procura da metodologia de desenvolvimento mais adequada. Na realização do sistema pode ser introduzida a noção de processo de desenvolvimento, que foca a necessidade de criação da equipa, da definição de tarefas, de tempos de realização de relatórios de progresso e técnico, etc. A noção da gestão do tempo e do cumprimento dos prazos é crucial neste elemento de ensino. Estas últimas competências são o foco de uma das disciplinas de competências transversais leccionadas no segundo ciclo, isto é, Gestão de Projecto de Engenharia. Os casos de estudo são fornecidos pelas disciplinas técnicas que funcionam no mesmo semestre. Consegue-se deste modo, adquirir competências múltiplas, nomeadamente, de pesquisa, de realização de trabalho em grupo ou em equipa e de comunicação interpessoal. Consegue-se ainda através dos relatórios e da exposição oral aferir e aprimorar a capacidade de comunicação oral e escrita. Uma última competência que se pretende ver desenvolvida nos estudantes é a capacidade de empreendedorismo. Na disciplina de Empreendedorismo, Inovação e Transferência Tecnológica, procurar-se-á que os alunos utilizem os projectos que desenvolvem noutras disciplinas para confrontá-los com os existentes no mercado, a fim de determinar até que ponto faz sentido transformá-lo em produto. O aluno é treinado a avaliar quais os custos, quais as oportunidades, etc., preparando-se deste modo para, na sua vida profissional, ser um protagonista na cadeia de criação de valor na sua vida profissional. 13

14 3.5. Estrutura Curricular Como foi referido, o ciclo integrado de ensino está organizado em 10 semestres. Os semestres iniciais visam a aquisição de competências em ciências Básicas de Engenharia Electrotécnica e conferem o grau de Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Os 3 semestres finais conferem competências em áreas de especialização neste domínio da Engenharia. O último semestre destina-se à realização e discussão da Dissertação e Mestrado. Nas Bases da Engenharia incluem-se matérias comuns a um número significativo de licenciaturas, nomeadamente, a Matemática, a Física a Química e a Gestão. No grupo das Bases da Engenharia Electrotécnica e de Computadores englobam-se todas as matérias básicas da formação dos engenheiros electrotécnicos e de computadores. No que se refere às Áreas de Especialização, considera-se que cada Área deve englobar todas as disciplinas necessárias ao seu domínio de especialização, pelo que existirão disciplinas comuns a diversas áreas. Por exemplo, uma área de Telecomunicações deverá englobar algumas disciplinas de Electrónica. O aluno tem a liberdade de escolher a AP e AS que entender, desde que sejam diferentes, devendo realizar 9 disciplinas na Área Principal e 3 disciplinas na Área Secundária. São definidas as seguintes cinco Áreas de Especialização: Computadores Energia Sistemas, Decisão e Controlo Electrónica Telecomunicações Qualquer destas áreas (ou subconjuntos das suas disciplinas constituintes) constitui também uma AS. Existe ainda a Área de Especialização Secundária em Biologia Computacional. Apresenta-se seguidamente a organização curricular dos diferentes semestres que constituem o ciclo integrado de formação conducente ao grau de Mestrado em Engenharia Electrotécnica e de Computadores. Nas Tabela 1 a Tabela 5 indicam-se as disciplinas das diferentes áreas científicas incluídas na formação das ciências básica da Engenharia Electrotécnica, bem como o número de ECTS atribuídos aos diversos grupos de disciplinas. Na Tabela apresenta-se a estrutura curricular do Tronco Comum, indicando-se a organização pedagógica das várias unidades, através da carga horária relativa a aulas presenciais que lhes correspondem e ainda o número total de horas de contacto por semana Área Científica de Computadores 1º Ciclo (30 ECTS) Grupo de Disciplinas (GD) ECTS/GD Disciplinas (cada ECTS) Arquitectura de Computadores Sistemas Digitais 12 Arquitectura de Computadores Metodologia e Tecnologia da Programação 18 Programação Algoritmos e Estruturas de Dados Programação de Sistemas Tabela 1 Unidades curriculares das ciências básicas da Engenharia Electrotécnica da Área Científica de Computadores 14

15 Área Científica de Energia 1º Ciclo (12 ou 18 ECTS) Grupo de Disciplinas (GD) ECTS/GD Disciplinas (cada ECTS) Electromagnetismo Aplicado e Electrotecnia Teórica 12 Conversão de Energia Fundamentos de Energia Eléctrica Redes e Sistemas de Energia 0 ou Redes e Instalações Eléctricas* * Em opção com Redes de Computadores Tabela 2 Unidades curriculares das ciências básicas da Engenharia Electrotécnica da Área Científica de Energia Área Científica de Electrónica 1º Ciclo (30 ECTS) Grupo de Disciplinas (GD) ECTS/GD Disciplinas ( ECTS cada) Disp. e Cir. Electrónicos 24 Análise de Circuitos Fundamentos de Electrónica Electrónica I Electrónica II Sistemas Electrónicos Instrumentação e Medidas Tabela 3 Unidades curriculares das ciências básicas da Engenharia Electrotécnica da Área Científica de Electrónica Área Científica de Sistemas, Decisão e Controlo 1º Ciclo (12 ou18 ECTS) Grupo de Disciplinas (GD) ECTS/GD Disciplinas ( ECTS cada) Decisão e Controlo Controlo ou 12 Modelação e Simulação* Sinais e Sistemas Sinais e Sistemas *Em opção com Materiais Tabela 4 Unidades curriculares das ciências básicas da Engenharia Electrotécnica da Área Científica de Sistemas, Decisão e Controlo Área Científica de Telecomunicações 1º Ciclo (12 ou 18 ECTS) Grupo de Disciplinas (GD) ECTS/GD Disciplinas de Licenciatura ( ECTS cada) Fundamentos das Comunicações Fundamentos de Telecomunicações Propagação e Radiação de Ondas Propagação e Radiação Electromagnéticas Redes e Sistemas de Telecomunicações 0 ou Redes de Computadores * *Em opção com Redes e Instalações Eléctricas Tabela 5 Unidades curriculares das ciências básicas da Engenharia Electrotécnica da Área Científica de Telecomunicações 15

16 3.. Estrutura do Tronco Comum Disciplinas Área Científica ECTS 1º ano 1º Semestre Álgebra Linear Cálculo Diferencial e Integral I Programação Computadores Química Sistemas Digitais Computadores total de horas de contacto semanais 1º ano 2º Semestre Algoritmos e Estrutura de Dados Computadores Cálculo Diferencial e Integral II 7.5 Mecânica e Ondas Arquitectura de Computadores Computadores Língua Estrangeira Competências Tranversais 4.5 total de horas de contacto semanais 2º ano 1º Semestre Análise de Circuitos Electrónica Análise Complexa e Equações Diferenciais 7.5 Electromagnetismo e Óptica Gestão Gestão 4.5 Prob. Estatística total de horas de contacto semanais 2º ano 2º Semestre Matemática Computacional 4.5 Termodinâmica e Estrutura da Matéria Fundamentos de Electrónica Electrónica Electrotecnia Teórica Energia Sinais e Sistemas Sistemas, Decisão e Controlo Comunicação Oral e Escrita Competências Tranversais 1.5 total de horas de contacto semanais 3º ano 1º Semestre Programação de Sistemas Computadores Electrónica I Electrónica Fundamentos de Energia Eléctrica Energia Fundamentos de Telecomunicações Telecomunicações Controlo Sistemas, Decisão e Controlo total de horas de contacto semanais 3º ano 2º Semestre Instrumentação e Medidas Electrónica Prop e Rad Ondas Electromagnéticas Telecomunicações Electrónica II Electrónica Redes e Instalações Eléctricas ou Redes Energia/Computadores de Computadores Propriedades e Desempenho de Materiais ou Modelação e Simulação Materiais/ Sistemas, Decisão e Control total de horas de contacto semanais Abreviaturas usadas na tabela: Comp. AC Computadores; Elect - AC Electrónica; Tele AC Telecomunicações; SDC AC Sistemas, Decisão e Controlo; CT Competências Transversais. Tabela Estrutura curricular e Pedagógica do Tronco Comum do MEEC 1

17 3.7. Áreas de Especialização A estrutura curricular nas Áreas de Especialização segue também, como pode observar-se na Tabela 7, o modelo de organização pedagógica delineado pelo Conselho Científico do IST no que se refere às cargas horárias presenciais em cada unidade curricular. Na Tabela 7 apresenta-se a estrutura curricular dos dois últimos semestres do ciclo de estudos. Nesta tabela, AP/AS refere-se a disciplinas da Área Principal ou da Área Secundária. Disciplinas ECTS 4º ano 1º Semestre AP/AS AP/AS AP/AS AP/AS Livre total de horas de contacto semanais 4º ano 2º Semestre AP/AS AP/AS AP/AS AP/AS Gestão de Projectos de Engenharia total de horas de contacto semanais 5º ano 1º Semestre AP/AS AP/AS AP/AS AP/AS Empreededorismo, Inovação e Transferência de Tecnologia total de horas de contacto semanais 5º ano 2º Semestre Dissertação 30 * Esta distribuição de horas por tipo de aula é uma indicação genérica (4.5 horas/semana em cada disciplina). O modelo correcto está definido, para cada disciplina, nas fichas de Disciplina Competência. Tabela 7 Estrutura curricular e Pedagógica dos semestres de especialização do MEEC Na Tabela 7 a disciplina Livre representa, como foi dito anteriormente, a possibilidade que um aluno tem de frequentar qualquer disciplina leccionada em qualquer curso do IST, desde que tenha a concordância da coordenação do MEEC. Nas Tabela 8 a Tabela 12 apresentam-se as estruturas curriculares relativas às Áreas de Especialização do MEEC, indicando-se o número de créditos ECTS que o aluno deverá obter para terminar a sua graduação. 17

18 Área de Especialização em Computadores Área Principal de Computadores Área Científica Grupo de Disciplinas ECTS/GD Disciplinas ECTS/ D Arq. Avançadas Computadores Projecto de Sistemas Digitais 12 ou 18 Arquitectura de Computadores Sistemas Operativos e Distribuídos Computadores Sistemas Computacionais Sistemas de Informação (DEI) Computadores Telecomunicações Sistemas, Decisão e Controlo Electrónica Metodologia e Tecnologia da Programação Sistemas de Informação Redes de Comunicação e de Informação Redes e Sistemas de Telecomunicações Sinais e Sistemas Electrónica de Computadores 12 ou ou 18 0 ou Software de Telecomunicações Compiladores Programação Orientada por Objectos Sist. Informação e Bases de Dados Redes com Integração de Serviços Redes Móveis e Sem Fios Redes de Acesso Redes de Computadores Aplicações de Proc. de Sinais a Sist. Multimédia Aprendizagem Automática Electrónica das Interfaces Área Secundária de Computadores (18 ECTS) Pertencem a esta área secundária todas as disciplinas da área principal que fazem parte dos seguintes grupos de disciplinas: Arquitectura de Computadores, Metodologia e Tecnologia da Programação, Redes de Comunicação e Informação e Sistemas de Informação (DEI) 18 Tabela 8 Estrutura curricular da Área de Especialização de Computadores 18

19 Área de Especialização em Electrónica Área Principal de Electrónica Área Científica Grupo de Disciplinas ECTS/GD Disciplinas de Mestrado (2º ciclo) ECTS /D Electrónica Computadores Telecomunicações Dispositivos e Circuitos Electrónicos a 12 Sistemas Electrónicos 18 a 24 Electrónica de Computadores Arquitectura de Computadores Metodologia e Tecnologia da Programação Redes e Sistemas de Telecomunicações 12 a 24 a 18 0 a Electrónica Rápida Microelectrónica Sensores e Actuadores Simulação e Teste de Sistemas Electrónicos Filtros Analógicos e Digitais Electrónica de Potência Sistemas Integrados Analógicos Sistemas de Medida em Radiofrequência Sistemas Electrónicos das Telecomunicações Electrónica de Computadores Electrónica das Interfaces Sistemas Electrónicos de Processamento de Sinal Instrumentação Suportada em Computadores Pessoais Arquitecturas Avançadas de Computadores Projecto de Sistemas Digitais Programação Orientada por Objectos Comunicação de Áudio e Vídeo Redes de Computadores (*) (*) Para os alunos que não frequentaram a disciplina no 1º ciclo Área Secundária de Electrónica Pertencem a esta Área Secundária todas as disciplinas da área principal indicadas nos grupos de disciplinas Dispositivos e Circuitos Electrónicos, Sistemas Electrónicos e Electrónica de Computadores 18 Tabela 9 Estrutura curricular da Área de Especialização de Electrónica 19

20 Área de Especialização em Energia Área Principal de Energia Área Científica Grupo de Disciplinas ECTS/GD Disciplinas ECTS/D Electromagnetismo Aplicado e Conversão de Energia Produção e Consumo de Energia Eléctrica Energias Renováveis e Produção Descentralizada Sistemas Electromecânicos I Sistemas Electromecânicos II Energia Redes e Sistemas de Energia Electrónica de Energia Accionamentos e Veículos Eléctricos Análise de Redes de Energia I Análise de Redes de Energia II Alta Tensão Controlo e Operação de Sistemas de Energia Tecnologias do Transporte e Distribuição Sistemas de Energia em Ambiente de Mercado Electrónica de Regulação e Comando Electrónica de Energia I Electrónica de Energia II Sistema de Energia em Telecomunicações Área Secundária de Energia (18 ECTS) Pertencem a esta área secundária todas as disciplinas da área principal de energia 18 Tabela 10 Estrutura curricular da Área de Especialização de Energia 20

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO CAMPUS DE SOBRAL INTEGRALIZAÇÃO CURRICULAR (Currículo 2006.2) Agosto de 2010 Hodiernamente não mais se concebe que a formação do futuro profissional

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA

FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA FACULDADE DE DIREITO UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA 1º CICLO DE ESTUDOS LICENCIATURA I. OBJECTIVOS O objectivo deste ciclo de estudos é garantir aos estudantes uma sólida formação jurídica de base. Tendo

Leia mais

REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO A APLICAR AOS 1 OS CICLOS

REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO A APLICAR AOS 1 OS CICLOS REGULAMENTO DE FREQUÊNCIA E AVALIAÇÃO A APLICAR AOS 1 OS CICLOS DE ESTUDOS DOS CURSOS ADEQUADOS AO PROCESSO DE BOLONHA I Calendário e carga horária 1. O ano escolar tem início em Setembro e termina em

Leia mais

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO

UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA ÁREA DE FORMAÇÃO EM CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CURRÍCULO DO CURSO LICENCIATURA EM ENGENHARIA E GESTÃO DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO ( T

Leia mais

O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS

O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS O Processo de Bolonha na ESTBarreiro/IPS João Vinagre Santos A ESTBarreiro/IPS Criação em Julho de 1999, pelo Ministro da Educação Prof. Marçal Grilo 4ª Escola do IPS, 2ª Escola de Tecnologia, 1ª Escola

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

NCE/10/00531 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/00531 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/00531 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Cofac - Cooperativa De Formação E

Leia mais

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança)

Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) Mestrado em Sistemas Integrados de Gestão (Qualidade, Ambiente e Segurança) 1 - Apresentação Grau Académico: Mestre Duração do curso: : 2 anos lectivos/ 4 semestres Número de créditos, segundo o Sistema

Leia mais

Departamento de Engenharia Mecânica Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade de Coimbra

Departamento de Engenharia Mecânica Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade de Coimbra Departamento de Engenharia Mecânica Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade de Coimbra Plano de transição da Licenciatura em Engenharia Mecânica para o Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica

Leia mais

Proposta de Adequação de LESI- Ramo de Sistemas em Mestrado Integrado em Engenharia Electrónica e Telecomunicações. Versão 6.0

Proposta de Adequação de LESI- Ramo de Sistemas em Mestrado Integrado em Engenharia Electrónica e Telecomunicações. Versão 6.0 Proposta de Adequação de LESI- Ramo de Sistemas em Mestrado Integrado em Engenharia Electrónica e Telecomunicações Versão 6.0 Preâmbulo LESI (Ramo de Informática) LI LEI (3 anos) MEI (2 anos) LESI (Ramo

Leia mais

CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM ENERGIAS RENOVÁVEIS CONVERSÃO ELÉCTRICA E UTILIZAÇÃO SUSTENTÁVEIS. Normas Regulamentares

CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM ENERGIAS RENOVÁVEIS CONVERSÃO ELÉCTRICA E UTILIZAÇÃO SUSTENTÁVEIS. Normas Regulamentares CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTE AO GRAU DE MESTRE EM ENERGIAS RENOVÁVEIS CONVERSÃO ELÉCTRICA E UTILIZAÇÃO SUSTENTÁVEIS Normas Regulamentares PREÂMBULO As presentes Normas Regulamentares do Ciclo de Estudos

Leia mais

Regulamento dos cursos de primeiro ciclo na FCTUC

Regulamento dos cursos de primeiro ciclo na FCTUC Regulamento dos cursos de primeiro ciclo na FCTUC Aprovado na reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico de 2006-10-09, na reunião do Conselho Directivo de 2006-10-13 e na reunião da Comissão

Leia mais

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26931 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Centro

Leia mais

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE

ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE ACEF/1314/21732 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Lisboa A.1.a. Outras Instituições

Leia mais

ACEF/1112/03902 Relatório final da CAE

ACEF/1112/03902 Relatório final da CAE ACEF/1112/03902 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / /

Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões. Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Universidade Autónoma de Lisboa Luís de Camões REGULAMENTO GERAL DE CURSOS NÃO CONFERENTES DE GRAU Aprovado na reunião do Conselho Científico de / / Lisboa 2007 2 Regulamento Geral de Cursos não Conferentes

Leia mais

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa

Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Instituto Superior de Engenharia de Lisboa Regulamento dos cursos do ciclo de estudos conducente ao grau de licenciado O presente regulamento estabelece as normas que complementam as que decorrem do regime

Leia mais

4928-(5) c) Os n. os 3.1 e 3.2 do anexo III.B (mestrados); d) O n.º 1 do anexo III.C (ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre).

4928-(5) c) Os n. os 3.1 e 3.2 do anexo III.B (mestrados); d) O n.º 1 do anexo III.C (ciclo de estudos integrado conducente ao grau de mestre). N.º 65 31 de Março de 2006 DIÁRIO DA REPÚBLICA II SÉRIE 4928-(5) Despacho n. o 7287-B/2006 (2. a série). O regime jurídico dos graus académicos e diplomas do ensino superior prevê que os estabelecimentos

Leia mais

PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO. Princípios orientadores

PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO. Princípios orientadores PLANO CURRICULAR DO ENSINO SECUNDÁRIO Princípios orientadores O Ensino Secundário no Colégio Pedro Arrupe orienta-se de forma coerente para o desenvolvimento integral do aluno, promovendo um crescimento

Leia mais

Regulamento do Curso de. Mestrado Integrado em Engenharia Informática

Regulamento do Curso de. Mestrado Integrado em Engenharia Informática Regulamento do Curso de Mestrado Integrado em Engenharia Informática (Ciclo integrado de estudos superiores) (Registado na DGES através do n.º R/A-Cr 21/2013) Artigo 1.º Regulamento geral aplicável O Curso

Leia mais

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/03877 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Da Beira Interior A.1.a. Identificação

Leia mais

ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA

ISEL INSTITUTO SUPERIOR DE ENGENHARIA DE LISBOA SUPLEMENTO AO DIPLOMA (versão em português) A estrutura do suplemento ao diploma segue o modelo elaborado pela Comissão Europeia, pelo Conselho da Europa e pela UNESCO/CEPES. Tem por objetivo fornecer

Leia mais

Caracterização dos cursos de licenciatura

Caracterização dos cursos de licenciatura Caracterização dos cursos de licenciatura 1. Identificação do ciclo de estudos em funcionamento Os cursos de 1º ciclo actualmente em funcionamento de cuja reorganização resultam os novos cursos submetidos

Leia mais

O Sistema de Créditos ECTS

O Sistema de Créditos ECTS O Sistema de Créditos ECTS Isabel Nunes Gabinete de Estudos e Planeamento Coord. Marta Pile Maio 2001 Índice 1. O Sistema de Créditos ECTS 1 1.1. ECTS/Sistema em vigor 1 1.2. Declaração de Bolonha 2 1.3.

Leia mais

NCE/12/00706 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/12/00706 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/12/00706 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Ensilis - Educação E Formação Sa A.1.a.

Leia mais

1ª ETAPA - TURMA E e F

1ª ETAPA - TURMA E e F Atualizado em: 20/05/2013 1/7 CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL I PF 3 CIÊNCIAS DO AMBIENTE PF 3 ÉTICA E CIDADANIA I PF 3 FÍSICA GERAL I PF 3 GEOMETRIA ANALITICA E VETORES PF 3 COMPUTAÇÃO, ALGORITMOS E PROGRAMAÇÃO

Leia mais

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE ACEF/1112/02397 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Identificação

Leia mais

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA

FUNDAÇÃO MINERVA CULTURA ENSINO E INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA NOTA EXPLICATIVA NOTA EXPLICATIVA DA AQUISIÇÃO DE COMPETÊNCIAS NO ÂMBITO DO 1º CICLO DE ESTUDOS DO CURSO DE LICENCIATURA/MESTRADO INTEGRADO EM ARQUITECTURA, CONDUCENTE AO GRAU DE LICENCIADO EM CIÊNCIAS DA ARQUITECTURA.

Leia mais

Projeto Pedagógico do Curso

Projeto Pedagógico do Curso Projeto Pedagógico do Curso Fundamentação Diretrizes curriculares do MEC Diretrizes curriculares da SBC Carta de Princípios da UNICAP Projeto Pedagógico Institucional da UNICAP Diretrizes Curriculares

Leia mais

Pós-Graduação Conservação e Reabilitação do Edificado

Pós-Graduação Conservação e Reabilitação do Edificado Pós-Graduação Conservação e Reabilitação do Edificado Edital 4ª Edição 2012-2013 Barreiro, Julho de 2012 Pós-Graduação Conservação e Reabilitação do Edificado 1 ENQUADRAMENTO A Pós-Graduação em Conservação

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ANÁLISE DE DADOS E GESTÃO DE INFORMAÇÃO Grupo de trabalho Armando Mendes Áurea Sousa Fátima Brilhante Rita Marques Brandão Osvaldo Silva Fevereiro 2010 Enquadramento e justificação

Leia mais

NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG

NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG NORMAS REGULAMENTARES DOS MESTRADOS DO ISEG Nos termos do artigo 26.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março e do Regulamento de Mestrados da Universidade Técnica de Lisboa (Deliberação do Senado da

Leia mais

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA

UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA UNIVERSIDADE DO PORTO GLOSSÁRIO DA ÁREA DA EDUCAÇÃO CONTÍNUA Acção de formação Módulo, curso, curso livre, curso multidisciplinar ou seminário realizado no âmbito da Educação Contínua ou da Aprendizagem

Leia mais

ECTS: European Credit Transfer System (Sistema europeu de transferência de créditos)

ECTS: European Credit Transfer System (Sistema europeu de transferência de créditos) http://www.dges.mcies.pt/bolonha/ ECTS: European Credit Transfer System (Sistema europeu de transferência de créditos) A razão de um novo sistema de créditos académicos Um dos aspectos mais relevantes

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA 2007/2008 DEPARTAMENTO Departamento de Economia, Gestão e Engenharia Industrial CURSO Mestrado em Engenharia e Gestão Industrial (2.º Ciclo) 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Mestrado Construção Civil. Edital 3ª Edição 2011-2012

Mestrado Construção Civil. Edital 3ª Edição 2011-2012 Mestrado Construção Civil Edital 3ª Edição 2011-2012 Barreiro, Maio de 2011 ENQUADRAMENTO O curso de Mestrado em Construção Civil da Escola Superior de Tecnologia do Barreiro do Instituto Politécnico de

Leia mais

REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS

REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Faculdade de Ciências Sociais e Humanas REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS Artigo 1º Natureza O presente regulamento

Leia mais

Portfolio MEEC: Introdução à Engenharia Electrotécnica e de Computadores no IST

Portfolio MEEC: Introdução à Engenharia Electrotécnica e de Computadores no IST 1 Portfolio MEEC: Introdução à Engenharia Electrotécnica e de Computadores no IST João Miranda Lemos CnaPPes.15 3 de Julho de 2015 2 Objectivo Abordar os aspectos inovadores da UC Portfolio MEEC (1º ano,

Leia mais

Departamento de Ciências e Tecnologias

Departamento de Ciências e Tecnologias Futuro Departamento de Ciências e Tecnologias Licenciatura em Engenharia Informática Missão Dotar os alunos de uma sólida formação teórica e experimental que garanta aos futuros licenciados a capacidade

Leia mais

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS

COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS COERÊNCIA DO CURRÍCULO DO CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO EM FACE DAS DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS O documento que serviu de base para a análise a seguir é o denominado "Diretrizes Curriculares

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.640, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2015 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Bacharelado

Leia mais

Estrutura Curricular do 2º Ciclo do Mestrado integrado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores (MIEEC)

Estrutura Curricular do 2º Ciclo do Mestrado integrado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores (MIEEC) Estrutura Curricular do 2º Ciclo do Mestrado integrado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores (MIEEC) No segundo Ciclo do Mestrado em Engenharia Eletrotécnica e Computadores (MIEEC), i.e, 7º a 10º

Leia mais

Localização. Visão. Missão. Entidades promotoras

Localização. Visão. Missão. Entidades promotoras ESCOLA TECNOLÓGICA DO LITORAL ALENTEJANO ETLA Localização A Escola Tecnológica do Litoral Alentejano fica situada no Complexo Petroquímico da empresa Repsol na ZILS. Perto da realidade industrial, a sua

Leia mais

47720 Diário da República, 2.ª série N.º 233 6 de Dezembro de 2011

47720 Diário da República, 2.ª série N.º 233 6 de Dezembro de 2011 47720 Diário da República, 2.ª série N.º 233 6 de Dezembro de 2011 UNIVERSIDADE DA MADEIRA Aviso (extracto) n.º 23548/2011 Nos termos do disposto no n.º 6 do artigo 12.º da Lei n.º 12 -A/2008, de 27 de

Leia mais

Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente

Universidade do Algarve. Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente Universidade do Algarve Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente Licenciatura (1º Ciclo) em Engenharia do Ambiente: Duração: 3 anos Grau: Licenciatura Directores de Curso: Prof.ª Doutora Maria João Bebianno

Leia mais

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação

Ficha Técnica. Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Ficha Técnica Título: Educação Pré-Escolar e Avaliação Edição: Região Autónoma dos Açores Secretaria Regional da Educação e Ciência Direcção Regional da Educação Design e Ilustração: Gonçalo Cabaça Impressão:

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA

REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA NORMAS REGULAMENTARES De acordo com o estipulado pelos artigos 14.º e 26.º do Decreto-Lei n.º 107/2008, de 25 de Junho REGULAMENTO DE ESTUDOS CURSOS DE ESPECIALIZAÇÃO TECNOLÓGICA Regulamento n.º 487/2010,

Leia mais

NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/11/01851 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fedrave - Fundação Para O Estudo E

Leia mais

Licenciatura em Matemática Aplicada e Computação

Licenciatura em Matemática Aplicada e Computação 1 Licenciatura em Matemática Aplicada e Computação Adequação no quadro do Processo de Bolonha Departamento de Matemática 21 de Março de 2006 2 A proposta de adequação da LMAC (Licenciatura em Matemática

Leia mais

design de jogos digitais o essencial da licenciatura

design de jogos digitais o essencial da licenciatura design de jogos digitais o essencial da licenciatura ÍNDICE ciclo de estudos plano de estudos metodologias de ensino perfil de saída candidaturas ipb virtual Dados do ciclo de estudos ciclo de estudos

Leia mais

Regulamento de Funcionamento e Avaliação dos Mestrados da APNOR

Regulamento de Funcionamento e Avaliação dos Mestrados da APNOR ASSOCIAÇÃO DE POLITÉCNICOS DO NORTE (APNOR) Instituto Politécnico de Bragança Instituto Politécnico do Cávado e do Ave Instituto Politécnico do Porto Instituto Politécnico de Viana do Castelo Regulamento

Leia mais

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO

REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO REGULAMENTO DE CREDITAÇÃO Artigo 1.º Objectivo e Âmbito 1 - O presente regulamento estabelece, de acordo com o n.º 3 do artigo 45.º do Decreto-Lei n.º 74/2006 de 24 de Março, com a redação dada pelos Decretos-Leis

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Educação Intercultural Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa julho de 2015

Leia mais

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08)

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) 20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/31 Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, TENDO EM CONTA

Leia mais

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE

ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE ACEF/1112/20852 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Fundação Minerva - Cultura - Ensino E Investigação

Leia mais

CURSOS DA FEUP. Grupo: 1MIEEC07_01. . Alexandre Almeida. . Diogo Dias. . João Monteiro. . Paulo Reis. Supervisor: . Prof. Jorge de Carvalho.

CURSOS DA FEUP. Grupo: 1MIEEC07_01. . Alexandre Almeida. . Diogo Dias. . João Monteiro. . Paulo Reis. Supervisor: . Prof. Jorge de Carvalho. CURSOS DA FEUP Grupo: 1MIEEC07_01. Alexandre Almeida. Diogo Dias. João Monteiro. Paulo Reis Supervisor:. Prof. Jorge de Carvalho Monitora:. Eduarda Sousa 1 Agradecimentos Queríamos antes de mais, agradecer

Leia mais

MESTRADO EM. Métodos Quantitativos e Gestão

MESTRADO EM. Métodos Quantitativos e Gestão MESTRADO EM Métodos Quantitativos em Economia e Gestão ANO LECTIVO 2011/2012 Mestrado em Métodos Quantitativos em Economia e Gestão Apresentação O Mestrado em Métodos Quantitativos em Economia e Gestão

Leia mais

ACEF/1314/07362 Relatório final da CAE

ACEF/1314/07362 Relatório final da CAE ACEF/1314/07362 Relatório final da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: Universidade De Trás-Os-Montes E Alto Douro A.1.a.

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: História da Educação (Regime a Distância) Edição Instituto de Educação da Universidade de

Leia mais

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior

UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA Reitoria Gabinete do Reitor. Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior Apreciação do anteprojecto de decreto-lei Graus académicos e diplomas do Ensino Superior 1. O anteprojecto de decreto-lei apresentado pelo governo regulamenta a recente alteração da Lei de Bases (Lei 49/2005,

Leia mais

NCE/10/02916 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/02916 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/02916 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto Politécnico De Lisboa

Leia mais

Regulamento de Aplicação do Sistema do Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) à formação ministrada pelo Instituto Politécnico de Santarém (IPS)

Regulamento de Aplicação do Sistema do Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) à formação ministrada pelo Instituto Politécnico de Santarém (IPS) Regulamento de Aplicação do Sistema do Europeu de Transferência de Créditos (ECTS) à formação ministrada pelo Instituto Politécnico de Santarém (IPS) CAPÍTULO I Objecto, âmbito e conceitos Artigo 1º Objecto

Leia mais

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores

Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Guia do Mestrado em Informática Sistemas e Redes & Ciência de Computadores Faculdade de Ciências, Universidade do Porto Faculdade de Ciências da Universidade do Porto 2006-2008 http://www.dcc.fc.up.pt/mi

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Sociologia

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Sociologia UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Departamento de Sociologia REGULAMENTO DO 2º CICLO DE ESTUDOS CONDUCENTES AO GRAU DE MESTRE EM SOCIOLOGIA: EXCLUSÕES E POLÍTICAS SOCIAIS Artigo 1º Objecto O Regulamento do

Leia mais

Código IMP.EM.EE.37_00. Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO

Código IMP.EM.EE.37_00. Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO Ano Lectivo: 2014/2015 I. PREÂMBULO A Escola Superior de Saúde Egas Moniz (ESSEM), tutelada pela Egas Moniz Cooperativa de Ensino Superior, C.R.L., foi criada pelo decreto-lei 381/99 de 22 de Setembro,

Leia mais

Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto

Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto Escola Superior de Desporto de Rio Maior (ESDRM) Instituto Politécnico de Santarém (IPS) Regulamento do Curso de Mestrado em Desporto Artigo 1º Natureza e âmbito de aplicação 1. O curso pretende atingir

Leia mais

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO DOS ESTUDANTES

REGULAMENTO DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO DOS ESTUDANTES DO APROVEITAMENTO DOS CONSELHO PEDAGÓGICO Julho de 2014 CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Objeto e âmbito O presente regulamento estabelece o regime de funcionamento e as normas de avaliação a aplicar

Leia mais

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006

O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal. Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O Relatório da OCDE: A avaliação do sistema de ensino superior em Portugal Lisboa, 13 de Dezembro de 2006 O relatório de avaliação do sistema de ensino superior em Portugal preparado pela equipa internacional

Leia mais

NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/09/01302 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas 1 a 7 1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade De Aveiro 1.a. Descrição

Leia mais

REGULAMENTO DE APLICAÇÃO DO SISTEMA DE CRÉDITOS CURRICULARES (ECTS)

REGULAMENTO DE APLICAÇÃO DO SISTEMA DE CRÉDITOS CURRICULARES (ECTS) REGULAMENTO DE APLICAÇÃO DO SISTEMA DE CRÉDITOS CURRICULARES (ECTS) (Ratificado pelo Conselho Científico em 20 de Abril de 2006) CAPÍTULO I Objecto, âmbito e conceitos Artigo 1.º Objecto Em conformidade

Leia mais

Regulamento de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares (ECTS - european credit transfer system) no IPS

Regulamento de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares (ECTS - european credit transfer system) no IPS INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL (IPS) Regulamento de Aplicação do Sistema de Créditos Curriculares (ECTS - european credit transfer system) no IPS Nos termos do artigo 11º do Decreto-Lei nº 42/2005, de

Leia mais

NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/00116 Relatório final da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade Do Minho A.1.a. Descrição

Leia mais

Mestrado em Bioorgânica Normas Regulamentares

Mestrado em Bioorgânica Normas Regulamentares Mestrado em Bioorgânica Normas Regulamentares Artigo 1º Criação A Universidade Nova de Lisboa, através da Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT-UNL) confere o grau de Mestre em Bioorgânica. Artigo 2º

Leia mais

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar á ficha modelo ACC 2

Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar á ficha modelo ACC 2 CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DE FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório,

Leia mais

Sistemas de Comunicações Móveis

Sistemas de Comunicações Móveis Sistemas de Comunicações Móveis 2007 / 2008 Inquérito O inquérito foi realizado a 59 estudantes. 1. Considera que o uso da língua inglesa nas aulas foi prejudicial para a boa compreensão das matérias?

Leia mais

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração:

EngIQ. em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química. Uma colaboração: EngIQ Programa de Doutoramento em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química Uma colaboração: Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação (AIPQR) Universidade de Aveiro Universidade

Leia mais

Manual do Ensino Aprendizagem SIGAQUIPAM

Manual do Ensino Aprendizagem SIGAQUIPAM Manual do Ensino Aprendizagem SIGAQUIPAM Índice Preambulo... 3 ÁREA (ii) APRENDIZAGENS E APOIO AOS ESTUDANTES... 5 1. ASSESSMENT/AVALIAÇÃO... 7 2. IMPROVEMENT/MELHORIA... 7 3. ENGAGEMENT/COMPROMISSO/GARANTIA...

Leia mais

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I.

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 23/2008 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, do Centro

Leia mais

ACEF/1213/23052 Relatório preliminar da CAE

ACEF/1213/23052 Relatório preliminar da CAE ACEF/1213/23052 Relatório preliminar da CAE Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de Ensino Superior / Entidade Instituidora: ISCTE - Instituto Universitário de Lisboa

Leia mais

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/27636 Relatório final da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Instituto

Leia mais

REGULAMENTO ESPECIFICO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO 2009 REGULAMENTO

REGULAMENTO ESPECIFICO DO CURSO DE MESTRADO EM DESPORTO 2009 REGULAMENTO Instituto Politécnico de Santarém Escola Superior de Desporto de Rio Maior MESTRADO EM DESPORTO REGULAMENTO Artigo 1º Natureza e âmbito de aplicação 1. O curso pretende atingir os objectivos apresentados

Leia mais

PARECER CEE/PE Nº 81/2011-CES APROVADO PELO PLENÁRIO EM 20/06/2011 I RELATÓRIO:

PARECER CEE/PE Nº 81/2011-CES APROVADO PELO PLENÁRIO EM 20/06/2011 I RELATÓRIO: INTERESSADA: ESCOLA POLITÉCNICA DE PERNAMBUCO - POLI ASSUNTO: RENOVAÇÃO DE RECONHECIMENTO DO CURSO DE BACHARELADO EM ENGENHARIA DE TELECOMUNICAÇÕES RELATOR: CONSELHEIRO ARNALDO CARLOS DE MENDONÇA PROCESSO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO - PRÓ-REITORIA PARA ASSUNTOS ACADÊMICOS CURRÍCULO DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DA COMPUTAÇÃO PERFIL PERFIL 3001 - Válido para os alunos ingressos a partir de 2002.1 Disciplinas Obrigatórias Ciclo Geral Prát IF668 Introdução à Computação 1 2 2 45 MA530 Cálculo para Computação 5 0 5 75 MA531 Álgebra Vetorial

Leia mais

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO

REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO REFERENCIAL DO CURSO DE COORDENAÇÃO DE Área de Formação 862 Segurança e Higiene no Trabalho Formação Profissional Contínua/de Especialização ÍNDICE 1- ENQUADRAMENTO... 3 2- OBJECTIVO GERAL... 4 3- OBJECTIVOS

Leia mais

EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE. (2ª Edição 2011/2013)

EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE. (2ª Edição 2011/2013) EDITAL MESTRADO EM SISTEMAS E TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO PARA A SAÚDE (2ª Edição 2011/2013) Nos termos do Decreto-Lei nº 42/2005, de 22 de Fevereiro, do Decreto-Lei nº 74/2006, de 24 de Março, com as alterações

Leia mais

Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências

Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências Regulamento de Creditação e Avaliação das Competências O Conselho Técnico-Científico do ISCE Douro, na sua reunião de 6 de maio de 2015, deliberou, por unanimidade, assumir que todos os regulamentos do

Leia mais

FICHA DE CURSO. 1. Designação do Curso: 2. Denominação do Diploma ou Certificado. 3. Objectivos Gerais e Enquadramento: 4.

FICHA DE CURSO. 1. Designação do Curso: 2. Denominação do Diploma ou Certificado. 3. Objectivos Gerais e Enquadramento: 4. 1. Designação do Curso: Curso de Especialização Pós-Graduada em Computação Móvel Aplicada 2. Denominação do Diploma ou Certificado Diploma de Pós-Graduação em Computação Móvel Aplicada 3. Gerais e Enquadramento:

Leia mais

REGIME DE TRANSIÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA APLICADA PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM ESTATÍSTICA E APLICAÇÕES

REGIME DE TRANSIÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA APLICADA PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM ESTATÍSTICA E APLICAÇÕES REGIME DE TRANSIÇÃO DO CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA APLICADA PARA O CURSO DE LICENCIATURA EM ESTATÍSTICA E APLICAÇÕES Normas regulamentares Artigo 1º Objecto O presente documento apresenta as normas

Leia mais

Instituto de Educação

Instituto de Educação Instituto de Educação Universidade de Lisboa Oferta Formativa Pós-Graduada Mestrado em Educação Especialização: Administração Educacional Edição Instituto de Educação da Universidade de Lisboa julho de

Leia mais

Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK)

Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) UNIVERSIDADE TÉCNICA DE MOÇAMBIQUE UDM DIRECÇÃO ACADÉMICA CURRÍCULO DA ÁREA DE FORMAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO E GESTÃO DE EMPRESAS AFAGE Licenciatura em Gestão de Marketing (LMK) Maputo, Julho de 2015 UDM 1

Leia mais

Regulamento dos cursos de segundo ciclo na FCTUC

Regulamento dos cursos de segundo ciclo na FCTUC Regulamento dos cursos de segundo ciclo na FCTUC Aprovado na reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico de 2006-10-09, na reunião do Conselho Directivo de 2006-10-13 e na reunião da Comissão

Leia mais

Entre os elementos desejados no perfil dos egressos podem ser citados:

Entre os elementos desejados no perfil dos egressos podem ser citados: COMPETÊNCIAS E HABILIDADES Apesar do foco do curso de Engenharia de Computação da UCDB está na área de software, o profissional formado pelo curso de Engenharia da Computação deve adquirir as seguintes

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação

Curso Geral de Gestão. Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Curso Geral de Gestão Pós Graduação Participamos num processo acelerado de transformações sociais, políticas e tecnológicas que alteram radicalmente o contexto e as

Leia mais

NCE/10/00411 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos

NCE/10/00411 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos NCE/10/00411 Relatório preliminar da CAE - Novo ciclo de estudos Caracterização do pedido Perguntas A.1 a A.10 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Iade Instituto De Artes Visuais,

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA

PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA PLANO DE ESTUDOS DO 51º CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE PÚBLICA Janeiro de 2012 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. DESTINATÁRIOS... 4 3. FINALIDADE... 4 4. OBJECTIVOS GERAIS... 4 5. PLANO CURRICULAR... 5 6.

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação

PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação PEDIDO DE ACREDITAÇÃO PRÉVIA DE NOVO CICLO DE ESTUDOS (PAPNCE) (Ensino Universitário e Politécnico) Guião de apresentação Versão de Abril de 2014 APRESENTAÇÃO DO PEDIDO A1. Instituição de ensino superior

Leia mais

Prof. Dr. Reinaldo Gonçalves Nogueira Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação Diretor

Prof. Dr. Reinaldo Gonçalves Nogueira Escola de Engenharia Elétrica, Mecânica e de Computação Diretor À PROGRAD: Prof.ª Sandramara Matias Chaves Goiânia, 22 de Novembro de 2013 Em reunião no dia 22 de Novembro de 2013, o Conselho Diretor da EMC, aprovou a alteração do Anexo 1 da Resolução CEPEC 765/2005,

Leia mais

1494 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 37 22 de Fevereiro de 2005 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR

1494 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 37 22 de Fevereiro de 2005 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR 1494 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-A N. o 37 22 de Fevereiro de 2005 MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, INOVAÇÃO E ENSINO SUPERIOR Decreto-Lei n. o 42/2005 de 22 de Fevereiro A 19 de Junho de 1999, os ministros da educação

Leia mais