Trabalhos Relevantes Sobre a Previdência Social Uma Contribuição do TCU ao Debate da Reforma da Previdência Social

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1 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Trabalhos Relevates Sobre a Previdêcia Social ISC /CEDOC SEDIP Uma Cotribuição do TCU ao Debate da Reforma da Previdêcia Social

2 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO Trabalhos Relevates Sobre a Previdêcia Social Uma Cotribuição do TCU ao Debate da Reforma da Previdêcia Social

3 Copyright 2003, Tribual de Cotas da Uião Impresso o Brasil / Prited i Brazil Ficha catalógráfica elaborada pela Biblioteca Miistro Rube Rosa Brasil. Tribual de Cotas da Uião Trabalhos relevates sobre a previdêcia social : uma cotribuição do TCU ao debate da reforma da previdêcia social / Tribual de Cotas da Uião. Brasília : TCU, 4ª Secex, p. 1. Previdêcia social. I. Título.

4 Tribual de Cotas da Uião Miistros Valmir Campelo, Presidete Adylso Motta, Vice-Presidete Marcos Viicios Rodrigues Vilaça Iram Saraiva Humberto Guimarães Souto Walto Alecar Rodrigues Guilherme Palmeira Ubirata Aguiar Bejami Zymler Miistros-Substitutos Licol Magalhães da Rocha Augusto Sherma Cavalcati Marcos Bemquerer Costa Miistério Público Lucas Rocha Furtado, Procurador-Geral Jatir Batista da Cuha, Subprocurador-Geral Paulo Soares Bugari, Subprocurador-Geral Ubaldo Alves Caldas, Subprocurador-Geral Maria Alzira Ferreira, Procuradora Marius Eduardo de Vries Marsico, Procurador Cristia Machado da Costa e Silva, Procuradora

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6 Sumário Apresetação 7 Acompahameto Orçametário e Fiaceiro da Seguridade Social 9 Cotas do Govero Federal Auditoria de Cálculos Atuariais 13 Acompahameto das Receitas e Despesas do Orçameto da Seguridade Social a Acompahameto das Receitas e Despesas do Orçameto da Seguridade Social Acompahameto das Receitas e Despesas do INSS Acompahameto das Receitas e Despesas do INSS Arrecadação de Receitas Prevideciárias 23 Auditoria Sobre o Impacto do Aumeto do Salário Míimo e dos Beefícios 24 Sistemas da Previdêcia Social 27 Auditoria Itegrada o INSS e Dataprev 1994 a Auditoria os Sistemas Iformatizados da Previdêcia Social Auditoria os Sistemas de Beefícios da Previdêcia Social 34 Avaliação dos Cotroles Iteros a Área de Beefícios 36 Devedores da Previdêcia Social 39 Acompahameto da Relação de Devedores Acompahameto da Relação de Devedores Acompahameto da Relação de Devedores Avaliação do Motate dos Créditos Prevideciários Assutos Admiistrativos do INSS 49 Licitações e Cotratos 51 Avaliação da Gestão dos Bes Imóveis do INSS 52 Cotratação de Pessoal Terceirizado 54 Siglas e Glossário Técico 56

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8 Apresetação Esta publicação apreseta a sítese dos pricipais trabalhos relacioados à Previdêcia Social desevolvidos por esta Corte de Cotas, com o objetivo de forecer subsídio aos debates que ora se travam o âmbito do Cogresso Nacioal a respeito da Reforma da Previdêcia. Tema dos mais complexos, a Previdêcia Social costitui hoje uma das pricipais preocupações da sociedade brasileira. Com efeito, o debate de que se cuida a atualidade diz respeito ao sistema de aposetadoria e pesões de toda a população brasileira. Nesse cotexto, ão poderia o Tribual de Cotas da Uião furtar-se a oferecer esta cotribuição técica ao Cogresso Nacioal. É, portato, com o espírito de colaboração que se levou a efeito a sítese dos pricipais trabalhos desevolvidos pelo Tribual o exercício do cotrole extero sobre a gestão da Previdêcia Social, estado adstrito, todavia, aos limites de sua competêcia costitucioal. Buscou-se esta publicação destacar os pricipais aspectos de algus dos trabalhos mais relevates sobre o tema. Na medida do iteresse do leitor, as iformações poderão ser obtidas em cosulta ao texto itegral dos respectivos relatórios, que se ecotram refereciados quato à sua origem e à sua publicação e que podem ser acessados também a home-page do TCU a Iteret, O Tribual coloca-se, desde já, à disposição daqueles que evetualmete teham iteresse em aprofudar suas pesquisas ou em acessar também os relatórios técicos. As auditorias costates desta publicação estão distribuídas, o quato possível, os seguites blocos de assuto: arrecadação e beefícios, devedores da Previdêcia (créditos prevideciários), sítese das Cotas do Govero, além de temas admiistrativos como cotratação de pessoal terceirizado, sistemas iformatizados, gestão de imóveis e licitações e cotratos. Dada a importâcia do tema, estão icluídos algus trabalhos aida em fase de apreciação. O Tribual tomou todas as providêcias para que esses trabalhos sejam cocluídos com a maior brevidade. Detre os trabalhos aida ão julgados, destaca-se, pela oportuidade de seu escopo, o TC º /2003-8, que trata de auditoria, aida em adameto, com o objetivo de avaliar a situação fiaceira do Sistema de Previdêcia Social dos servidores públicos da Uião e do Sistema de Previdêcia orgaizado sob a forma do Regime Geral, com base em cálculos atuariais, cosiderado os diversos parâmetros costates da proposta de reforma prevideciária. Espera-se, assim, que esta publicação teha valor prático e que efetivamete cotribua para os debates o Cogresso Nacioal acerca da Reforma Prevideciária. Miistro Valmir Campelo Presidete do TCU

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10 Acompahameto Orçametário e Fiaceiro da Seguridade Social

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12 Cotas do Govero Federal Este processo, TC º /2003-2, trata das cotas do Govero Federal o exercício de O parecer do TCU será publicado o DOU e em edição especial da Revista do TCU. Um dos pricipais temas abordados essas cotas se refere à Previdêcia Social. A sítese relativa à Previdêcia Social diz o seguite: O crescimeto do pagameto de beefícios prevideciários foi da ordem de 17%, advido, primordialmete, do acréscimo líquido de ovos beefícios. Dos 75 milhões de brasileiros que compõe a população ecoomicamete ativa, 41 milhões, apesar de ão cotribuírem para o Sistema, como determia a Costituição, terão suas aposetadorias ou pesões pagas pela Previdêcia. Caso se calcule a difereça etre a arrecadação líquida das cotribuições de trabalhadores e empregadores para a Previdêcia Social e os valores pagos a título de beefícios prevideciários pelo INSS, costatar-se-á um diferecial egativo de R$ 17 bilhões o exercício. Esse diferecial se compõe de R$ 2,2 bilhões atribuídos aos trabalhadores urbaos, com de beeficiários, e de R$ 14,8 bilhões relativos aos trabalhadores rurais, com de beeficiários, ficado evidete que a baixa cotribuição patroal do setor rural é uma das pricipais razões de desequilíbrio fiaceiro do Regime Geral da Previdêcia Social. Outro fator de desequilíbrio do Regime Geral da Previdêcia Social RGPS são as aposetadorias ou as pesões cocedidas aos trabalhadores por idade, que hoje represetam mais de 30% dos beefícios cocedidos, e aos portadores de ecessidades especiais, que ão possuem meios próprios de sobrevivêcia, que itegram a despesa do Sistema Prevideciário. Esse quadro é aida mais agravado, se cosiderarmos os dados do IBGE referetes a 2001, em que, dos 75 milhões de brasileiros que compõem a população ecoomicamete ativa, cerca de 54%, ou seja, 41 milhões, apesar de ão cotribuírem para o Sistema, como determia a Costituição, terão suas aposetadorias ou pesões pagas pela Previdêcia. Some-se, aida, a esse quadro caótico o impacto que as reúcias de receitas exercem sobre o Sistema, cosiderado que correspoderam a R$ 9,2 bilhões em Isso implica dizer que algus segmetos, a exemplo das etidades filatrópicas, já estão se beeficiado ou se beeficiarão sem uca terem cotribuído para o Sistema, o que tede a prejudicar aida mais a situação preexistete, ão obstate, o caso dessas etidades, estarem amparadas pela Costituição Federal. 11 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

13 Beefícios de atureza assistecial ão podem ser cosiderados a equação de equilíbrio fiaceiro e atuarial do RGPS. Aliás, as cotribuições sociais, patroais e dos trabalhadores, de que trata o art. 195, icisos I, alíea a, e II, Costituição Federal, por imperativo de seu art. 167, iciso XI, somete podem ser utilizadas para o pagameto de beefícios do regime geral de previdêcia social de que trata o art A assistêcia social, ão obstate essecial, como defie a própria Costituição, deve ser fiaciada exclusivamete por receitas orçametárias ão viculadas e distitas das referidas. Acrescete-se, aida, o grade volume de créditos prevideciários em cobraça, que totalizaram o exercício R$ 169 bilhões, sedo R$ 93,4 bilhões em dívida ativa e R$ 75,6 bilhões em cobraça admiistrativa, destacado-se a baixa eficiêcia a arrecadação, que o exercício foi de apeas R$ 3,9 bilhões o âmbito admiistrativo e R$ 1,1 bilhão o âmbito judicial. Por todo o exposto, os dados apurados por este Tribual ão deixam dúvida de que, a persistirem as distorções apotadas, em especial o alto ídice de iformalidade da ecoomia, o Sistema de Seguridade será completamete iviabilizado pela absoluta falta de recursos em razão do exaurimeto de sua fote de fiaciameto, o caso, a ecoomia formal, mesmo que se cosiga reduzir drasticamete os beefícios daqueles que cotribuem e se aumete sigificativamete o limite de idade, como, aliás, tem sido a tedêcia dos últimos aos. A persistirem as distorções apotadas, em especial o alto ídice de iformalidade da ecoomia, o Sistema de Seguridade será completamete iviabilizado mesmo que se cosiga reduzir drasticamete os beefícios daqueles que cotribuem e se aumete sigificativamete o limite de idade. No que trata do Regime de Previdêcia dos Servidores Públicos, observa-se diferecial egativo etre as receitas específicas de cotribuição para o seu fiaciameto e as respectivas despesas de R$ 27,8 bilhões. Cotudo, em setido estrito, o regime prevideciário dos servidores civis e militares ão é de atureza prevideciária, sedo mais bem coceituado como uilateral e admiistrativo. Recorde-se que a Costituição de 1988 determiou a istituição de um regime jurídico úico que possibilitou a trasformação de mais de 650 mil celetistas em servidores públicos, que à época totalizavam apeas 150 mil servidores, com a coseqüete redução o pagameto de ecargos sociais, a exemplo da cotribuição patroal e do FGTS, pela Uião, da ordem de 28% sobre a folha de pagameto, sem que tais recursos itegrassem fudo cotábil que amparasse o custeio da futura iatividade desses ovos servidores. Destaquese, aida, que ehuma compesação foi realizada etre a Uião e o INSS, o que diz respeito às cotribuições ateriores desses servidores, como determia o art. 247 da Lei º 8.112/90. TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO 12

14 Auditoria de Cálculos Atuariais O Tribual está realizado auditoria para avaliar a situação fiaceira do Sistema de Previdêcia Social dos servidores públicos da Uião, previsto o art. 40 da Costituição da República, bem como do Sistema de Previdêcia orgaizado sob a forma do Regime Geral, fixado o art. 201 da Carta Costitucioal, com base em cálculos atuariais, cosiderado os diversos parâmetros costates da proposta de reforma prevideciária que está sedo debatida atualmete o Cogresso Nacioal. Esta auditoria se iiciou em 23/6/2003, com previsão de térmio em 22/8/2003. Para cosecução do trabalho, a equipe de auditoria delieou roteiro de atividades direcioado ao atigimeto de quatro objetivos. O primeiro objetivo cosiste a idetificação e a aálise dos modelos coceituais referetes aos sistemas prevideciários dos servidores públicos civis e militares da Uião e dos seus pesioistas, assim como do Regime Geral da Previdêcia Social - RGPS, buscado-se, aida, defiir o âmbito de atuação da Previdêcia Social o cotexto mais amplo da Seguridade Social e os pricípios gerais que orteiam esses Sistemas e a legislação aplicável. O segudo objetivo compreede a idetificação e a aálise dos modelos atuariais utilizados os exercícios de 2001, 2002 e 2003 pelo Miistério da Previdêcia Social - MPS, pelo Miistério do Plaejameto, Orçameto e Gestão - MPOG e pelo Miistério da Defesa - MD, para a projeção atuarial do RGPS, do Regime Próprio de Previdêcia Social dos Servidores Públicos Civis da Uião e dos compromissos fiaceiros da Uião com os militares das Forças Armadas e seus pesioistas, respectivamete, coforme o disposto o art. 4º, 2º, iciso IV, a, Lei Complemetar 101, de 4 de maio de O terceiro objetivo visa à obteção e à cosolidação de séries de dados estatísticos, tato do RGPS quato do Regime Próprio dos Servidores Públicos da Uião, os aspectos atietes às projeções atuariais adotadas, de modo a suportar o exame das ecessidades presete e futura de fiaciameto desses Regimes, o que permitiria, em última istâcia, a crítica das hipóteses adotadas as referidas projeções. Por fim, o quarto objetivo, e cere da auditoria, focaliza os efeitos da reforma prevideciária em discussão o Cogresso Nacioal sobre as projeções atuariais dos regimes prevideciários em foco. 13 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

15 Cabe observar que a auditoria ão abarca exames atuariais sobre os regimes próprios dos servidores públicos civis e militares dos estados e dos muicípios, bem como ão apresetará alterativa ou sugestão ao teor da proposta de reforma prevideciária atualmete em exame o Cogresso Nacioal. TC º /2003-8, aida em adameto. Acompahameto das Receitas e Despesas do Orçameto da Seguridade Social a 2000 Ispeção realizada o Miistério da Fazeda, o Miistério do Plaejameto, Orçameto e Gestão e o Miistério da Previdêcia e Assistêcia Social para acompahameto das receitas e das despesas da Seguridade Social e do INSS o período de 1997 a O relatório produzido costitui cotribuição técica oferecida pelo TCU ao Govero Federal e ao Cogresso Nacioal a complexa tarefa de coaduar a elaboração do orçameto da Seguridade Social com os diversos coceitos tratados a Costituição Federal relativamete à Seguridade Social, à Ordem Social, aos Orçametos, às Fiaças Públicas e à Tributação e Orçametos. Realizou-se mapeameto do orçameto da Seguridade Social brasileira, com aálise de potos críticos de receita e de despesa e proposta de metodologia para idetificação de receitas e despesas da Seguridade Social. Foram explicitadas respostas aos seguites questioametos apresetados pelas Comissões de Trabalho, de Admiistração e Serviço Público, de Seguridade Social e Família e de Fiscalização e Cotrole da Câmara dos Deputados: - receitas totais previstas o Orçameto da Seguridade Social, icluido a parcela destiada à Desviculação de Receitas da Uião DRU; - destiação, por programa, das receitas acima, iclusive da parcela relativa à DRU; - execução orçametária, o exercício de 2000, cosiderado a receita destiada à DRU e a respectiva destiação por programa e cofirmação da existêcia ou ão do superávit o orçameto e a sua dimesão, cosiderado, esse cálculo, os valores de receita cosigados e o motate de despesas realizadas sob os auspícios da DRU. Costatou-se a ão-segregação dos orçametos fiscal e da Seguridade Social TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO 14

16 Cofrotados os valores deduzidos a título de Fudo de Estabilização Fiscal e de Desviculação de Receitas da Uião das receitas viculadas à Seguridade Social o período 1997/2000 com as respectivas despesas executadas as fotes 100, 175 e 199, verificouse que o valor das receitas desviculadas supera o valor das despesas, exceto em Costatou-se a ão-segregação dos orçametos fiscal e da Seguridade Social, o que implica dificuldades a idetificação do resultado da Seguridade Social, falta de clareza de quais são as receitas que compõem sua base de fiaciameto e de qual real destiação das receitas legalmete viculadas ao orçameto da Seguridade. Verificaram-se também problemas a classificação orçametária da receita e da despesa da Seguridade Social. Foram cofrotados os valores deduzidos a título de Fudo de Estabilização Fiscal e de Desviculação de Receitas da Uião das receitas viculadas à Seguridade Social o período 1997/2000 com as respectivas despesas executadas as fotes 100, 175 e 199; verificouse que o valor das receitas desviculadas supera o valor das despesas, exceto em 1998, coforme tabelas iseridas a seguir: Tabela 1 Comparativo etre Receitas Desviculadas da Seguridade Social e Despesas Executadas à cota dos Recursos do FEF Receitas Desviculadas* da Seguridade - FEF e DRU**(A) Despesa Liquidada da Seguridade Social Fote Fote 100**** Fote Subtotal da Despesa*** (B) Resultado (A-B) % (B/A) 85,9% 103,7% 71,1% 45,1% Fote: STN e Seado Federal. (*) Referete ao valor deduzido das receitas viculadas à seguridade social a título de FEF e DRU, ão expressa a totalidade da composição dessas desviculações. (**) FEF para os exercícios de 1997 a 1999 e DRU para o de (***) Despesa executada a fote 199 para os exercícios de 1997 a 1999 e as fotes 100 e 175 para o de TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

17 (****) Total da fote 100 a DRU. No exercício de 2000, a execução da despesa ão observa a fote específica da DRU. A iformação costate a tabela tem caráter meramete iformativo. O total executado o orçameto da seguridade social a fote 100, a qual cosiga todos os recursos ordiários, isto é, sem destiação específica. Quato ao resultado da Seguridade Social de 1997 a 2000, ate a iexistêcia de balaço para essa esfera orçametária, a equipe de auditoria motou a Tabela 2, em que são comparadas as receitas viculadas à Seguridade Social e as despesas efetivadas essa esfera orçametária. A equipe ajustou a despesa da Seguridade Social em decorrêcia da exclusão de despesas cosideradas como ão-pertecetes ao referido orçameto - o item 9 da Tabela 2. Tabela 2 Resultado da Seguridade Social Ajustado 1997/ Em R$ 1. Subtotal - Ajuste da despesa* 2. Despesa Liquidada Total da Seguridade % ("1"/"2") 2,39% 2,26% 2,32% 2,45% 3. Despesa Total da Seguridade Ajustada (2-1) Receitas Arrecadadas Idetificou-se lacua legal o que se refere à iexistêcia de alíquota para a cotribuição da Uião para o Plao de Seguridade Social do Servidor Público. 5. Recursos Próprios Multas Total de Receitas (4+5+6) Resultado da Seguridade (7)-(2) Resultado da Seguridade Ajustado (7)-(3) DRU Resultado da Seguridade Ajustado + DRU (9+10) Fotes: Siafi Gerecial, STN e Seado Federal. (*) Totais para ações que ão deveriam itegrar o orçameto da seguridade social, executados por uidades orçametárias ãotípicas da seguridade social (ver Apêdice 9). TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO 16

18 Idetificou-se lacua legal o que se refere à iexistêcia de alíquota para a cotribuição da Uião para o Plao de Seguridade Social do Servidor Público. Como resultado, foram feitas diversas determiações e recomedações ao Miistério da Fazeda, ao Miistério do Plaejameto, Orçameto e Gestão, à Secretaria do Tesouro Nacioal e à Secretaria de Orçameto Federal. TC º / Decisão º 1511/2002 Pleário. Relatório, voto e decisão publicados o DOU de 8/7/2002 e a Ata TCU-Pleário º 21/2002. Acompahameto das Receitas e Despesas do Orçameto da Seguridade Social Relatório de acompahameto das despesas e das receitas da Seguridade Social, icluído o INSS, relativas ao exercício Destaque-se que, similarmete a este processo, está prestes a ser julgado o TC º /2002-5, relativamete ao exercício de Receitas Observado o descumprimeto ao 5º do art. 165 da Costituição Federal de 1988, uma vez que iexiste orçameto específico para a Seguridade Social. Foi costatado que as atuais classificações orçametárias da receita, por atureza ou fote orçametária, ão coduzem de forma objetiva à idetificação das receitas viculadas à Seguridade Social. Nesse particular, a Secretaria de Orçameto Federal esclareceu que estão sedo adotadas providêcias, em especial com a edição da Portaria SOF º 10, de 22/ 10/02. Arrecadou-se as aturezas de receitas viculadas à Seguridade Social o total de R$ 165,8 bilhões. Deduzidas as receitas desviculadas pela DRU, o motate de R$ 19,5 bilhões, que ão têm destiação específica e podem ser aplicadas as ações da esfera fiscal, restaram R$ 146,28 bilhões para aplicação a esfera orçametária da Seguridade Social. Não se excluido a DRU da arrecadação, o resultado da Seguridade apresetaria situação superavitária os exercícios de 2000 a Com a DRU, o resultado é deficitário o período de 1997 a TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

19 Despesas Foi aalisada a participação das uidades orçametárias viculadas ao MPAS e ao Miistério da Saúde a despesa da Seguridade Social realizada em Ela realizou despesas de R$ 175,4 bilhões. Ao MPAS correspoderam 56,75% desse valor e ao Miistério da Saúde, 16,12%. A fução previdêcia acumulou despesa de R$ 123,2 bilhões, cabedo R$ 92,3 ao MPAS. O restate, executado por outros órgãos, correspode ao pagameto da previdêcia de iativos e pesioistas da Uião. Resultado Prevideciário Costatou-se déficit de R$ 17 bilhões o Regime Geral da Previdêcia Social em Este déficit pode ser explicado pelo aumeto da quatidade de beefícios prevideciários cocedidos e emitidos e também pelas seguites razões: (a) elevada reúcia de receitas, em fução de políticas de subsídios a segmetos específicos da sociedade, estimadas em R$ 9,2 bilhões para o exercício de 2002; (b) aumeto real do salário-míimo; (c) trasferêcia de reda da área urbaa para a rural. As receitas prevideciárias do regime dos servidores da Uião totalizaram em 2002 R$ 5,3 bilhões, sedo R$ 2,2 bilhões referetes à cotribuição patroal da Uião e R$ 3,1 bilhões relativas às cotribuições de servidores civis e militares, permitido iferir daí que a cotribuição patroal atigiu cerca de 70% da cotribuição efetivada pelos servidores, tato civis quato militares, diferetemete, portato, dos moldes adotados para o Regime Geral, em que os empregados cotribuem etre 7,65% e 11% e os empregadores 20%. As despesas prevideciárias somaram R$ 33,1 bilhões, sedo R$ 21,0 bilhões relativos ao pessoal civil e R$ 12,1 bilhões referetes à área militar. Assim, cofrotadas as receitas de cotribuições de servidores públicos da Uião e as despesas com aposetados e pesioistas, apurou-se déficit de R$ 27,8 bilhões o Regime de Previdêcia dos Servidores Públicos. Nesse cotexto, os recetes úmeros oficiais divulgados pela Secretaria de Previdêcia Social do MPAS já cotemplam a cotribuição patroal a razão de 2:1, ou Costatou-se déficit de R$ 17 bilhões o Regime Geral da Previdêcia Social devido à elevada reúcia de receitas, em fução de políticas de subsídios a segmetos específicos da sociedade, estimadas em R$ 9,2 bilhões para o exercício de TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO 18

20 seja, a cotribuição da Uião equivale a duas vezes a cotribuição do servidor. Nessa proporção, o déficit em 2002 decresceria para R$ 23,8 bilhões, resultate do cofroto de despesas de R$ 33,1 bilhões e receitas de R$ 9,3 bilhões. Aalisou-se o fluxo de caixa e a composição de despesas do INSS. Foi verificado o crescimeto médio aual de 4,3% a despesa com beefícios. Beefícios Urbaos X Beefícios Rurais A Costituição Federal de 1988 garatiu aos trabalhadores rurais beefícios sem estabelecer a cotrapartida. Em 2002, os beefícios rurais totalizaram R$ 17,2 bilhões, valor equivalete a 19,4% do total gasto. Costatou-se icremeto a ecessidade de fiaciameto dos beefícios relativos ao setor rural, que passou de R$ 7,58 bilhões em 1997 para R$ 14,77 bilhões em No setor urbao, passou-se de um superávit de R$ 4,48 bilhões em 1997 para uma ecessidade de fiaciameto de R$ 2,2 bilhões em Detre as causas de déficit do setor urbao, destacam-se: - a alta taxa da iformalidade da ecoomia brasileira; - a adoção de uma política pública que garatiu o acesso aos beefícios prevideciários a grade cotigete de trabalhadores que ão cotribuíram para a Previdêcia Social; - o déficit do regime de previdêcia dos servidores públicos. Apotou-se que a istituição do Regime Jurídico Úico ocasioou aumeto das despesas com beefícios de servidores públicos. Com o adveto da Costituição de 1988, mais de 650 mil servidores celetistas toraram-se estatutários. Além disso, de 1995 a 2001, ocorreu dimiuição de 15% o úmero de servidores ativos e acréscimo de 17% o de iativos/ pesioistas. Foi efetuada aálise histórica dos regimes prevideciários de servidores públicos adotados o Brasil, com as possíveis implicações o quadro atual. Aalisou-se a cotribuição patroal dos etes públicos o resultado prevideciário, evideciado-a como uma das causas do déficit. TC º /2003-2, aida em tramitação. 19 TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

21 Acompahameto das Receitas e Despesas do INSS Acompahameto das receitas e das despesas prevideciárias a cargo do INSS em 1998, com base em dados da STN, da Secretaria de Previdêcia Social, do INSS e do Siafi. Esta auditoria cuidou pricipalmete dos seguites aspectos: coformação costitucioal do Sistema de Seguridade Social brasileiro; comportameto e evolução das receitas e das despesas; A Costituição de 1988 ampliou os beefícios sociais sem a respectiva cotrapartida da receita. aálise dos fatores determiates do déficit dos diversos regimes prevideciários: fatores estruturais (modificações o padrão demográfico, iformalização do trabalho, políticas sociais); fatores cojuturais (estagação ecoômica, fim do regime iflacioário); fatores gereciais (fraudes, evasão fiscal, ieficiêcia da cobraça admiistrativa e da execução de débitos); coclusão técica quato à isolvêcia do Regime Geral da Previdêcia Social; iviabilidade de ovos aumetos as alíquotas de cotribuições; possibilidade de adoção de medidas de atureza admiistrativa e operacioal com vistas a ampliar-se a arrecadação do Sistema. Foi efetivada aálise descritiva do comportameto das receitas o RGPS, icluido evolução os últimos aos. Demostrativo de receitas do INSS em 1998, por fotes de recursos, idica que as fotes 154 e 153 represetam a quase totalidade das receitas. Quato ao comportameto das despesas, verificou-se que 94% dos gastos com o RGPS correspodem a pagametos de beefícios e que 6% desses gastos se destiam a despesas operacioais e com pessoal. No triêio , verificou-se aumeto de 34,81% as despesas com aposetadorias. Aalisou-se a evolução das aposetadorias rurais e urbaas esse período. TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO 20

22 Costatou-se que, a partir de 1996, o INSS passou a se valer de empréstimos para fiaciar o déficit. Em 1996, o INSS utilizou R$ 3,48 bilhões de empréstimos do Baco do Brasil. Em 1997, foram utilizadas duas modalidades de fiaciameto: cotrato de operação de crédito a título de atecipação de receitas, o valor de R$ 2,3 bilhões, e fiaciameto por meio de operação de crédito com a Uião, o valor de R$ 3,44 bilhões. Essa última modalidade de fiaciameto foi utilizada também em 1998, o valor de cerca de R$ 2,5 bilhões. Foram atribuídas as razões do déficit a fatores estruturais, cojuturais e gereciais. Observou-se que a Costituição de 1988 ampliou os beefícios sociais sem a respectiva cotrapartida da receita. O desempeho da arrecadação do INSS em 1998 foi agravado por reúcia e iseção fiscais, por perda com cotribuições substitutivas e por evasão fiscal, da seguite forma: perda de arrecadação decorrete de imuidade (etidades filatrópicas) - R$ 2,08 bilhões; reúcia de receitas decorrete de cotribuições substitutivas: produtores rurais R$ 4,44 bilhões; A melhor maeira para reduzir a pressão sobre o déficit prevideciário, com meor custo social, seria aumetar a eficiêcia do Sistema, pelo melhorameto da arrecadação e pelo aperfeiçoameto das estruturas admiistrativa e operacioal do INSS empresas de pequeo porte (Simples) R$ 1,04 bilhão; clubes de futebol profissioal R$ 22,8 milhões. Cocluiu-se que o motate de reúcia e iseção, avaliado em R$ 7,59 milhões, superou o déficit prevideciário, que foi da ordem de R$ 7,11 bilhões. Aalisou-se aida a evasão de receitas, que apresetam valores aida maiores. Na área rural, a evasão de 1998 foi avaliada em R$ 577 milhões. No setor urbao, a evasão relativa à iformalidade foi avaliada em R$ 12,2 bilhões e a do setor formal em R$ 15,5 bilhões. Como coclusão, idicou-se a possibilidade de que a melhor maeira para reduzir a pressão sobre o déficit prevideciário, com meor custo social, seria aumetar a eficiêcia do Sistema, pelo melhorameto da arrecadação e pelo aperfeiçoameto das estruturas admiistrativa e operacioal do INSS. TC º / Decisão º 624/2001-Pleário. Relatório, voto e decisão publicados o DOU de 22/8/2001 e a Ata TCU-Pleário º 134/ TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO

23 Acompahameto das Receitas e Despesas do INSS 1999 Relatório de acompahameto das receitas e das despesas prevideciárias a cargo do INSS em 1999, cosiderado as modificações itroduzidas pela EC 20/98. Objetivou-se uma aálise técica da situação geral do INSS o tocate aos aspectos mais diretamete relacioados às suas atividades fialísticas. A aálise ateve-se basicamete à problemática da Previdêcia Social e, o âmbito dessa, ao Regime Geral da Previdêcia Social. As iformações que fudametaram esta auditoria foram obtidas o INSS, a STN, a Secretaria de Previdêcia Social e a atiga Secretaria de Estado de Assistêcia Social, além de cosultas ao Siafi e à bibliografia relacioada ao tema. Realizou-se a descrição do Sistema de Seguridade Social e a de sua orgaização, icluido suas atribuições costitucioais e sua orgaicidade, icluido o Regime de Previdêcia dos Servidores Públicos, o Regime de Previdêcia Complemetar dos Servidores Públicos, o Regime Geral de Previdêcia Social e o Regime de Previdêcia Privada Complemetar. Houve extesiva avaliação do orçameto prevideciário de 1999, com aálise das receitas e das despesas do INSS. Verificou-se a composição das diversas fotes de custeio e aalisou-se o desempeho da arrecadação do INSS e o fim da sistemática de apropriação cotábil do FEF, que trasferia 20% da fote 154, por meio da fote 199, para a fote 153. Foi discutida a evolução da dívida ativa prevideciária e a do cotecioso geral e mecioada a permaêcia de elevada evasão fiscal e reúcia de receitas e as implicações do mercado iformal a arrecadação do INSS. Foi aalisada a composição das despesas e a capacidade de auto-fiaciameto do Regime Geral da Previdêcia Social e o déficit do setor rural. Apotaram-se os primeiros resultados da reforma prevideciária de 1998, com a subsistêcia do déficit do Sistema Prevideciário, pricipalmete o que diz respeito ao Regime de Previdêcia dos Servidores Públicos das três esferas de govero. Costatou-se a ieficiêcia do sistema de cobraça admiistrativa e a da execução judicial dos créditos prevideciários. TC º / Decisão º 677/2002-Pleário. Relatório, voto e decisão publicados o DOU de 8/7/2002 e a Ata TCU-Pleário º 21/2002. Apotaram-se os primeiros resultados da reforma prevideciária de 1998, com a subsistêcia do déficit do Sistema Prevideciário, pricipalmete o que diz respeito ao Regime de Previdêcia dos Servidores Públicos das três esferas de govero. TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO 22

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