CONTRIBUICOES PARA 0 ESTUDO DA EXPANSAo DA LINGUA PORTUGUESA NO MUNDO

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1 CONTRIBUICOES PARA 0 ESTUDO DA EXPANSAo DA LINGUA PORTUGUESA NO MUNDO Benilde Justo L.CANlATO (Universidade de Sao Paulo) - Coordenadora Maria Valiria A. de Mello VARGAS (Universidade de Sao Paulo) Maria Vicentina P. do Amaral DICK (Universidade de Sao Paulo) Aida Rameza HANANlA (Universidade de Sao Paulo) ABSTRACT: The aim of this paper is to present the fundamental research questions of the project that consists in a study about the expansion of Portuguese language in Brazil, Africa and Asia. The theoretical and methodological procedures are discussed and the texts and documents to be analysed by the research group are pointed out. KEY WORDS: Portuguese language, expansion of Portuguese language, historiography of Linguistcs. Portugal, Espanha e Fran9a fundaram Imperios latinos, hoje habitados por 16% da popula9ao mundial. Portugal, 0 menor e menos povoado dos tres, com apenas km2, expandiu sua lingua pelos continentes da Africa, Asia, America do SuI e pelo mundo insular da Oceania. A expansa:omaritima e colonial, a partir da primeira metade do secwo XV, e a emigra900 com ela relacionada, a principio, e depois motivada por outras raz5es, foram os principais fatores que determinaram a expansao da lingua portuguesa pelos quatro cantos do mundo. A diaspora da lingua se inicia, na primeira metade do seculo XV, com a coloniza93:oda ilha da Madeira e a descoberta dos A90res. Na segunda metade do seculo, tomando outro rumo, a expansao atinge as ilhas de Cabo Verde, Sao Tome e Principe e na penultima d6cada do secwo atinge Angola. Ultrapassando as costas ocidentais da Africa, Bartolomeu Dias dobra 0 Cabo das Tormentas, em 1488, e dez anos mais tarde Vasco da Gama chega a Calecute. Em 1500, os portugueses descobrem 0 Brasil. A lingua portuguesa chega, ao final do secwo XV, a Africa, a Asia e ao Brasil, preenchendo os espa90s descobertos, e criando com eles uma rela93:o potencial de comunicabilidade. Sihtio Elia (1989: 16) denomina 0 espa90 geo-lingiiistico da lingua portuguesa de Lusitdnia, considerando-a no conjunto de sua unidade e variedades, ao comparar

2 com 0 sentido que se deu it palavra Romania, no mundo neolatino. Dai 0 espa<;oda lusojonia, sendo seus usuanos os lusofalantes. As faces da Lusitania sao assim denominadas por nosso :filologo: Lusitania Antiga (portugal, A<;ores e Madeira); Lusitania Nova (Brasil); Lusitania Novissima (Angola, Cabo Verde, Guine-Bissau, M< iillbique e Sao Tome e Principe); Lusitania Perdida (regioesda Asia e Oceania); e Lusitania Dispersa (mundo nao-lusofono). Como neste grupo de trabalho foram expostas as reflexoes que norteiam urn projeto de pesquisa sobre a expansao da lingua portuguesa na Africa, Asia e Brasil, a seguir abordaremos algumas questoessobre esses espa<;os. A. Lusitania Nova. o portugues transplantado para 0 Brasil no tempo do descobrimento, alem da concorrencia da lingua geral -falada por indios missionados e aculturados e por mamelucos e brancos em suas relacroescom 0 gentio-, sofreu, ao longo do periodo colonial, uma desloca~o decorrente das condi es historicas, sociais e geogr3.ficas, determinando urn tipo lingiiistico novo e diferente, com divergencias acidentais, que permitiam reconhecer urn aspecto brasileiro da lingua portuguesa. Ao longo do tempo devido ao contacto com as linguas africanas e com as linguas europeias, estas provenientes da imigra~o, ocorreram outras divergencias. o portugues so passou a existir de fato como lingua falada no Brasil depois da expulsao dosjesuitas em 1759 pelo Marques de Pombal, quando foi eliminado 0 ensino da lingua geral das escolas. Mas, ainda que tivesse sido adotada oficialmente a Gramatica Portuguesa de Reis Lobato, em 1770, 50 depois da vinda de D.Joao VI, no inicio do secuio XIX, e que a lingua padrao de Portugal come<;oua fixar-se aqui. A prop6sito de uma expressiva e continua presen~ da tradi~o literciria portuguesa no Brasil, e tambem de uma certa rigidez da lingua escrita, 0 portugues metropolitano e 0 do Brasil tem-se rnantido muito proximos, ao longo destes 500 anos. Considere-se tambem que a coloniza~o no Brasil, por seu carater met6dico, acabou por constituir urn prolongamento do portugues de Portugal, ao contrario do que aconteceu na Africa e na Asia. B. Lusitania Novissima. Nos cinco paises africanos, 0 portugues e a lingua oficial, mas a popula~o se exprime, no contacto diario, por urna ou varias linguas nativas. Sua literatura tern revelado ser a lingua instrumento por excelencia de integra~o nacional e formador da identidade nacional de cada urn destes paises. Em Angola, a lingua portuguesa predomina nas regioes urbanas e, nas rurais, os falares nativos. Metade da popula~o angolana fala 0 portugues, que, embora BaO seja a lingua materna dos nativos, se estendeu tambem entre eles devido a presen~ de soldados lusos. Os falares nativos englobam cerca de 11 grupos lingiiisticos, subdivididos em 90 grupos menores, com 60% da popula~o falante. 0 papel mais importante, no entanto, cabe a tres linguas nativas: 0 umbundo, 0 quimbundo e 0 quicongo. Em Cabo Verde, 0 portugues se afirma como lingua oficial e de cultura, mas e ali evidente a situa~o de diglossia, com 0 crioulo como lingua do contacto diario. Nao se difundindo homogeneamente pelo arquipelago, que se constitui de dez ilhas

3 habitadas, 0 crioulo acabou por distribuir-se em dois grupos; 0 de Barlavento e 0 de Sotavento. A lingua portuguesa na Guine-Bissau s6 e falada e escrita por urna pequena minoria, ou seja, II %. Com a independencia, na clecada de 70, tornou-se a lingua oficial, como nas outras nacoes luso-africanas. Em face das muitas etnias ali dominantes, houve necessidade de uma lingua veicular entre os vanos grupos, e 0 crioulo pouco a pouco se constituiu a lingua falada pelo povo e pelos letrados em seu quotidiano. Tamoom em M~mbique a lingua oficial e de unidade nacional e 0 portugues, escolhida em razao da multiplicidade de linguas nativas ali faladas. 0 pais tern por volta de 10 milhoes de habitantes, com 8 linguas bantas principais, que se distribuem por zonas lingiiisticas, atingindo mais de quarenta variantes. Apenas 25% da popula~o de M~bique se comunica esporadica e elementarmente em portugues. Nas ilhas de Sao Tome e Principe, a politica lingiiistica tern procurado incrementar a coexistencia do portugues, lingua oficial, com os crioulos: 0 siiotomense ou/orro e 0 angolar (Sao Tome); eo monco (Principe). C. Lusitania Perdida. Mundo lingiiistico completamente novo e ex6tico, onde se falavam centenas de linguas e dialetos, a difusao da lingua portuguesa pelo litoral asiatico foi de tal monta que se tornou a lingua franca do Oceano Indico nos secuios XVI e XVII. Espalhando-se pelas costas banhadas pelo Indico por vias politica, comercial e missionana, nos lugares onde se estabeleceu de forma mais plena a soberania de Portugal 0 portugues se imp6s como lingua da administra~o, difundindo-se literariamente nos moldes da lingua metropolitana. No secuio XIX, no entanto, 0 portugues no Oriente com~ou a extinguir-se, devido ao advento da supremacia politica e comercial da Inglaterra. Ainda assim, Goa, Damao e Diu tiveram 0 portugues como lingua oficial ate dezembro de 1961, quando houve a integra~o dos territ6rios na India. Os 6rgaos administrativos do antigo Estado Portugues da India passaram, entlio, a ser dirigidos por funcionanos indianos que so sabiam a lingua inglesa. Esta, aos poucos, foi sendo aceita em toda a India, pois 0 portugues ja nao servia para os futuros funcionanos das reparticoes pilblicas e comerciais, ainda que fosse a sua lingua materna. A situa~o da lingua portuguesa em Macau, embora nao seja melhor que das outras regioesda Lusitania Perdida, constitui urn caso bem particular. Pequena aldeia de pescadores, quando da fixa~ao dos portugueses (1557), Macau logo se transformou em pr6spero porto. Especie de zona neutra, os portugueses conseguiram manter ali 0 monop6lio que detinham na comercializa~o entre 0 Oriente e 0 Ocidente ate fins do secuio XVII. 0 regime de administra~o colonial perdurou ate a decada de 60 do nosso secuio, quando a legitimidade da administra~o portuguesa foi posta em causa pelos chineses do territ6rio. Em 1979, quando a China e Portugal estabeleceram rela~oes diplomaticas, ficou estabelecido ser Macau territ6rio chines sob administra~o portuguesa. De acordo com a Declara9iio Conjunta entre os dois paises, a China retomara 0 exercicio da soberania sobre 0 territ6rio em 20 de dezembro de 1999.

4 Apesar de ter urn numero reduzido de falantes em portugues, Macau acumula urn patrimonio cultural valioso, com livros, jornais, revistas periodicas e folhetos publicados pelos Servi~s PUblicos, a maioria editados em portugues. Acrescente-se tambem que 0 ensino da lingua portuguesa vem constituindo urn desafio de importfulcia estrategica, neste periodo de transi~o. Ao!ado do mandarim, 0 portugues sera lingua da Administra~o, mesmo depois de 1999, potencializando sua utilidade pelo relacionamento de Macau com a Europa e com 0 mundo de fala portuguesa, particularmente as cinco na~s africanas e 0 Brasil. Cabe lembrar que em 1989 foi criado 0 Instituto Portugues do Oriente (IPOR) com objetivo essencial de preservar e difundir a lingua e a cultura portuguesas no Oriente. Com sede em Macau, 0 territ6rio devera ser para 0 IPOR 0 polo irradiador e coordenador da sua a~o. Nesta decada de final de seculo em que a Comissao Naciona/ dos Descobrimentos Portugueses vem promovendo reflexoes nos paises de lingua portuguesa sobre os Descobrimentos e suas conseqiiencias, juntando-nos a tal programa, pretendemos apresentar contribui~s sobre a expans o da Lingua Portuguesa no Brasil, Africa e Asia. Nesse sentido, os participantes deste grupo de trabalho vem desenvolvendo 0 projeto Contribui90es para 0 estudo da expansao da lingua portuguesa no mundo, vinculado as seguinte areas de pos-gradua~o da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciencias Humanas da Universidade de Sao Paulo: a) Filologia e Lingua Portuguesa; b) Estudos Comparados das Literaturas de Lingua Portuguesa; c) Semi6tica e Lingiiistica Geral; d) Lingua, Literatura e Cultura Arabe. o percurso que pretendemos estabelecer devera valorizar 0 fator lingiiistico, responsavel pela fraternidade que une os povos de Lingua Portuguesa. A nosso ver imp5e-se por varias razoes 0 estudo da expansao da lingua portuguesa no mundo ocidental e oriental: a) 0 espa90 em que se fala 0 portugues abrange os quatro continentes; b) somos hoje cerca de duzentos milhoes de pessoas nos sete paises de expressao portuguesa, alem dos imigrantes de fala portuguesa em varios lugares do mundo; ainda, 0 portugues e a setima lingua mais falada no mundo e a terceira no ocidente (depois do ingles e do espanhol); c) e fato expressivo a presen~ ainda hoje da lingua nos territ6rios asiaticos de Goa, Macau e Timor; d) eixo da lusofonia, a lingua portuguesa abrange sete paises soberanos: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guine-Bissau, M~bique, Portugal, e Sao Tome e Principe. Para tanto e necessario recolher e analisar textos e documentos referentes a expansao da lingua portuguesa, considerando-se dois fatores: a expansao maritima e colonial, a partir de meados do seculo XV, e a emigra~o relacionada com a expansao. E necessario, ainda, identificar os motivos dos empreendimentos portugueses e verificar como se mantiveram e alargaram as linhas comerciais, a presen~ cultural e

5 religiosa de Portugal e, principalmente, como se deu a expansao da lingua nos tres continentes. Pretendemos tambem examinar as transforma9oes do vocabullmo e das estruturas gramaticais desde que 0 portugues se tomou lingua franca das costas africanas e asiaticas nos secuios XVI e XVII, a qual servia principalmente as necessidades de comercio. Da lingua franca chegou-se ao pidgin, com processos morfol6gicos e sintliticos reduzidos. Mais tarde, com a estabiliza930 deste falar de emergencia, formaram-se crioulos no litoral africano e em algumas regioes asiaticas. Na Africa (Cabo Verde, Guine-Bissau e Sao Tome e Principe), os crioulos sao hoje a lingua do dia-a-dia, instrumento principal de comunica930 destes tres paises africanos. Na Asia os vanos crioulos de Damao, Chaul e Koral (india), de Sri-Lanka (antiga Ceilao), de varias ilhas da Indonesia, e ainda de Malaca e Macau sao falados por urn nu.mero reduzido de pessoas. Em Malaca, por exemplo, 0 papia kristang e falado por cerca de pessoas, e em Macau 0 patois sobrevive apenas em can~s, ~ teatrais e textos literlirios (poesias e contos), estes de Jose dos Santos Ferreira. No Brasil 0 projeto se justifica pela necessidade de verificar, primeiramente, como 0 portugues transplantado sofreu, ao longo do periodo colonial, a concorrencia da lingua geral. A lingua literliria, praticada em Portugal, continuava, no entanto, a ser preservada pelos nossos escritores, como se pode observar nos poetas da Inconfidencia Mineira. A partir do secuio XIX, com 0 movimento romantico, 0 nacionalismo assume lugar preponderante, tendo como desdobramentos tematicos 0 indianismo, 0 africanismo e 0 regionalismo. Os nossos gramliticos, ainda que tivessem por modele a norma da metr6pole, nao deixavam de acolher, vez por outra, expressoes de gosto familiar, instalando-se uma nova orienta930 lingiiistica, que eclodirli mais tarde com os modernistas da decada de 20. sao questoes pelas quais nosso projeto tambem se interessa. Alem destas contribui95es, pretendemos examinar igualmente a das comunidades de imigrantes, merecendo considera930 especial os elementos lirabes presentes na lingua de modo constitutivo. Impoe-se, para sua compreensao, entretanto, urna restrospectiva hist6rica que focalize 0 periodo em que a Peninsula Iberica esteve amplamente dominada pela presen93 lirabe (do secuio VIII ao XV). o portugues, lingua nacional unificada em Portugal, desde fins do seculo XV e inicio do XVI, e lingua de cu/tura, grafica, literatada, desde 0 secuio XIII, possui urn expressivo patrimonio literlirio nos dias atuais (A Houaiss, 1988: 46). Considerando a literatura como urn dos agentes que atua sobre a lingua, as literaturas de lingua portuguesa de espa90s Laodiversificados tern contribuido, por urn lade, para urn nivelamento da lingua e, por outro, para a sua diversidade. Estas razoes nos levam a examinar textos literlirios, buscando identificar os vanos espa9qspreenchidos pela lingua portuguesa. o Instituto Intemacional de Lingua Portuguesa (lilp), criado em Sao Luis do Maranhao. em primeiro de novembro de 1989, tern como urn dos objetivos

6 fundamentais encorajar a coopera o, a pesquisa e 0 intercambio de especialistas nos campos da lingua e da cultura. Na esteira deste objetivo, prop5e-se, com 0 projeto: a) Estudar as narrativas das primeiras expedic;5es portuguesas, conforme sao expostas no dicirio de viagem de Vasco da Gama e nas obras dos cronistas portugueses do seculo XVI -sobretudo Joao de Barros, Femao Lopes de Castanheda, Gaspar Correia e Diogo do Couto-, com enfase em dados que permitam compreender os motivos da dominac;ao portuguesa. b) Analisar os textos de cronistas posteriores -Joao Ribeiro, Antonio Bocarro e Joao Baptista Lavanha- e tambem dos jesuitas missioncirios que narraram a historia da Companhia de Jesus no Oriente, entre eles, Femao Guerreiro e Sebastiao Gonc;alves; examinar as obras de historiadores, como R. M. Panikkar e Romila Thapar, que expoem suas aruilises sob a perspectiva asiatica, ou seja, do ponto de vista do povo colonizado. c) Examinar a contribui o arabe na lingua portuguesa, a partir da forma o etno-lingiiistica do portugues metropolitano, observando-se, a principio, os niveis em que tal contribui o se verifica, e depois, 0 modo como a mesma se apresenta nos dias atuais. d) Considerar, na Asia: 0 legado lingiiistico-eultural na India, sobretudo em Goa, onde se manteve a lingua portuguesa como lingua oficial ate 1961; 0 legado lingiiistico em Macau, como lingua oficial e como lingua de cultura. e) Ter em vista os seguintes aspectos na Africa: 0 portugues como lingua oficial e como lingua veicular nos cinco paises africanos; 0 crioulo de Cabo Verde, especialmente seu acervo litercirio. f) Considerar, no Brasil, os seguintes aspectos: a concorrencia que 0 portugues transplantado sofreu da lingua geral, ao 10ngo do periodo colonial; 0 vocabulcirio de origem indigena e africana; 0 dialetismo, a partir dos romanticos; 0 purismo gramatical; a contribuic;ao irrabe, por parte dos imigrantes. g) Examinar textos litercirios que valorizem a lingua portuguesa como suporte de cultura, na medida em que os discursos sao construidos como formas de expressao que assinalem a identidade de cada espac;o geogrcifico. Enfim, nosso objetivo e, principalmente, refletir sobre 0 lugar que a lingua portuguesa vem ocupando no mundo desde os tempos medievais ate este final de milenio. Certamente chegaremos a conduir com Celso Cunha e Lindley Cintra (1985: 9-10): Apesar da addentada histbria que foi a sua expansao na Europa e, principalmente, fora dela, nos distantes e extensissimos territbrios de outros continentes, a lingua portuguesa conseguiu manter ate hoje apreciavel coesao entre as suas variedades por mais afastadas que se encontrem no espa

7 132 RESUMO: 0 objetivo deste trabalho e apresentar as questoes fundamentais de pesquisa do projeto que consiste num estudo sobre a expansiio da lingua portuguesa no Brasil, na Africa e na Asia. Siio discutidos os procedimentos teoricos e metodologicos e siio apontados os textos e documentos a serem analisados pelo grupo de pesquisa. PALA VRAS-CHA VE: Lingua portuguesa, expansiio da lingua portuguesa, historiografia lingiiistica CUNHA, C. e CINTRA, L. (1985). Nova Gramatica do Portugues Contemporaneo. Rio de Janeiro, Nova Fronteira. ELlA, S. (1989). A Lingua Portuguesa no Mundo. Sao Paulo, Atica. HOUAISS, A. (1988). 0 Portugues no Brasil, Rio de Janeiro, Unibrade.

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