P O R T A R I A Nº 001 DE 11 DE JANEIRO DE 1.988

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "P O R T A R I A Nº 001 DE 11 DE JANEIRO DE 1.988"

Transcrição

1 P O R T A R I A Nº 001 DE 11 DE JANEIRO DE O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 131, VII, do Decreto nº 4.852, de 11 de outubro de 1979, R E S O L V E : Baixar, na forma do anexo, o Regimento Interno dos Estabelecimentos Penais da Secretaria de Segurança Pública, já devidamente apreciado pelo Conselho Penitenciário e Juízo das Execuções Criminais do Distrito Federal. Brasília-DF, 11 de janeiro de JOÃO MANOEL SIMCH BROCHADO Secretário de Segurança Pública

2 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS Art. 1º - A Coordenação do Sistema Penitenciário do Distrito Federal COSIPE, adota os princípios contidos nas REGRAS MÍNIMAS PARA O TRATAMENTO DOS RECLUSOS E RECOMENDAÇÕES PERTINENTES formuladas pela Organização das nações Unidas ONU, respeita as diretrizes fixadas nas RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA UMA PROGRAMAÇÃO PENITENCIÁRIA, editadas pelo Ministério da Justiça e cumpre as Leis nº e de 11 de julho de 1984 (Código Penal Parte Geral e Lei de Execução Penal). Art. 2º - A Coordenação do Sistema Penitenciário do Distrito Federal COSIPE é subordinada diretamente ao Secretário de Segurança Pública. Art. 3º - O presente Regimento aplica-se ao Núcleo de Custódia de Brasília NCB, à Cadeia Pública CP, ao Centro de Internamento e Reeducação CIR, à Colônia Agrícola, Industrial ou Núcleo de Prisão Semi-Aberta CAINPSA, à casa do Albergado- CA, ao Centro de Observação CO, ao Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico HCTP e demais estabelecimentos prisionais que venham a fazer parte do Sistema Penitenciário do Distrito Federal. CAPÍTULO II DO NÚCLEO DE CUSTÓDIA DE BRASÍLIA - NCB - Art. 4º - O Núcleo de Custódia de Brasília é o presídio do Distrito Federal e se destina a receber presos provisórios do sexo masculino e feminino. 1º - Excepcionalmente, enquanto não for instalada a Penitenciária feminina, as mulheres cumprirão pena no NCB. 2º - Haverá alas separadas e tratamento compatível para as internas, não se permitindo contato promíscuo com internos e servidores. Art. 5º - O regime do NCB é o de segurança máxima. Sua guarda externa será feita pela Polícia Militar, com contingentes especialmente treinado para o serviço, sendo-lhes vedados o trânsito e a permanência na parte interna do estabelecimento, exceto, quando necessário, em reforço à guarda interna, a qual incumbe, com exclusividade, a Agente Penitenciários.

3 Art. 6º - Por motivo de excesso de lotação no CIR, excepcionalmente e com autorização judicial, os presos condenados ficarão recolhidos no NCB ou em outro local adequado e seguro. Parágrafo Único - Neste caso, os condenados deverão ser recolhidos separadamente dos demais, recebendo tratamento compatível com a sua situação prisional. Art. 7º - Em casos excepcionais, com autorização judicial e pelo estrito tempo necessário, presos provisórios e condenados poderão ficar recolhidos nas Delegacias de Polícia da Secretaria de Segurança Pública ou quartéis da Polícia Militar. Art. 8º - Haverá alas especiais para jovens-adultos, policiais, presos por prisão civil e com direito a prisão especial (art. 295 do CPP). Art. 9º - Aos presos provisórios aplicar-se-á tratamento prisional sem rigor penitenciário, com direito ao trabalho, ao lazer à educação e instrução curricular e profissionalizante, às assistências médica em geral, religiosa da sua fé, social e jurídica, assim como regime disciplinar prescrito na Lei de Execução Penal e neste Regimento. Art Será assegurado aos presos provisórios eficiente comunicação com seus advogados, de maneira que garanta o sigilo nas entrevistas. Art O Transporte de presos provisórios para atender aos chamados do Judiciário e da Polícia Civil será da responsabilidade da Direção do Estabelecimento, que deve velar pela segurança e rapidez do atendimento, que será sempre feito através de requisição de autoridade judicial. CAPÍTULO III DA CADEIA PÚBLICA - CP Art. 12 Poderão ser criadas Cadeias Públicas nas Cidades Satélites de maior índice populacional. Parágrafo Único As instalações das Cadeias Públicas observarão o disposto na Lei de Execução Penal.

4 CAPÍTULO IV DO CENTRO DE INTERNAMENTO E REEDUCAÇÃO - CIR - Art O Centro de Internamento e Reeducação é a penitenciária do Distrito Federal e tem como finalidade receber presos condenados do sexo masculino. Art O CIR terá regime de segurança máxima. Sua guarda externa será realizada pela Polícia Militar, com contigentes especialmente treinados para o serviço, sendo-lhes vedados o trânsito e a permanência na parte interna do estabelecimento, exceto, quando necessário, em reforço à guarda interna, a qual incube, com exclusividade, a Agente Penitenciários. Art Aos presos assegura-se regime compatível com sua situação prisional, com direito ao trabalho, ao lazer, à educação curricular e profissionalizante, às assistências médicas em geral, religiosa da sua fé, social, jurídica, bem como se lhes aplica o regime disciplinar estabelecido na Lei de Execução Penal e neste Regimento. Art Haverá alas especiais para policiais e com direito a prisão especial (art. 295 do CPP). Art Será assegurado aos presos condenados eficiente comunicação com seus advogados, de maneira que garanta o sigilo nas entrevistas. Art O transporte de presos condenados para atender aos chamados do Judiciário e da Polícia Civil será de responsabilidade da Direção do Estabelecimento, que deve velar pela segurança e rapidez do atendimento, que será sempre feito através de requisição de autoridade judicial. CAPÍTULO V DA COLÔNIA AGRÍCOLA, INDUSTRIAL OU NÚCLEO DE PRISÃO SEMI-ABERTA - C.A.I.N.P.S.A - Art A colônia Agrícola, Industrial ou Núcleo de Prisão Semi-Aberta destina-se ao cumprimento da pena em regime semi-aberto. Art O condenado poderá ser alojado em compartimento coletivo, observados os requisitos da Lei de Execução Penal. coletivas: Parágrafo Único - São também requisitos básicos das dependências a) a seleção adequada dos presos;

5 b) o limite de capacidade máxima que atenda os objetivos de individualização da pena. CAPÍTULO VI DA CASA DO ALBERGADO - C.A - Art A Casa do Albergado, destina-se: I. abrigar internos em cumprimento de pena privativa de liberdade, em regime aberto, e de pena de limitação de fim de semana; II. assistir o egresso em sua reintegração á vida em liberdade; III. proporcionar ao egresso, quando necessário, alojamento e alimentação durante dois meses; IV. colaborar com egresso na obtenção de trabalho. Art O estabelecimento terá instalações para os serviços de fiscalização e orientação dos condenados, observando-se o que a respeito dispõe a Lei de Execução Penal. CAPÍTULO VII DO CENTRO DE OBSERVAÇÃO - C.O - Art No Centro de Observação serão realizados exames gerais e criminológicos dos internos dos estabelecimentos penais do Distrito Federal, na forma prevista na Lei de Execução Penal. Parágrafo Único - No Centro poderão ser realizadas pesquisas criminológicas e acompanhamento do tratamento de internos. CAPÍTULO VIII DO HOSPITAL DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO - H.C.T.P - Art O Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico é um estabelecimento prisional e destina-se a custodiar e tratar inimputáveis e semi-imputáveis. Art À esta unidade médica compete:

6 I. organizar e manter assistência médica e odontológica, a enfermaria e a farmácia; II. realizar exames clínicos em internos; III. encaminhar ao isolamento os internos portadores de doença contagiosa, comunicando os casos à autoridade competente. Art O tratamento ambulatorial, previsto na Lei Penal, será de competência desta unidade, ou em outro local com dependência médica adequada, mediante autorização judicial. CAPÍTULO IX DO INGRESSO, TRANSFERÊNCIA E SAÍDAS DO PRESO Art O ingresso do preso no sistema será feito no NCB e somente por ordem escrita da autoridade competente. Art O preso, ao ingressar no sistema, terá aberto em seu nome um prontuário, devidamente numerado em ordem seriada, onde serão anotados, entre outros: seus dados de qualificação de forma completa; dia e hora do ingresso; grau de instrução situação de saúde física; aptidão profissional e se condenado, a data real do término de sua pena. Parágrafo Único - No prontuário ficarão arquivados todos os documentos relativo ao preso. Art O encarregado do prontuário responderá pessoalmente pela manutenção do sigilo das informações nele contidas, somente podendo fornecer dados ao judiciário, ao Conselho Penitenciário, à Direção do estabelecimento ou à Comissão Técnica de Classificação. Art Feito o prontuário, o preso será minunciosamente instruído acerca das normas de procedimentos adotadas no Estabelecimento, recebendo um exemplar dos direitos e deveres prescritos no Estabelecimento, recebendo um exemplar dos direitos e deveres prescritos no presente Regimento. Parágrafo Único - Os analfabetos serão instruídos oralmente. Art O preso condenado cumprirá um período inicial, considerado probatório, de cento e oitenta (180) dias, durante os quais terá seu comportamento e desempenho avaliados pela Comissão Técnica de Classificação. Parágrafo Único - O prazo de que trata este artigo, nas penas até dois anos, será estabelecido pelo Diretor, ouvida a Comissão Técnica de Classificação. Art Sempre que possível, haverá separação entre presos de comportamento, tendências, níveis de educação e faixa etária diversas.

7 Parágrafo Único - O preso primário cumprirá pena em seção distinta daquela reservada para os reincidentes. Art O preso transferido do NCB para o CIR, será acompanhado do seu prontuário e de informações sobre conceito, elogios e punições, devendo restar apenas a ficha prisional no estabelecimento de origem. Art O Diretor do Estabelecimento ou Conselho Disciplinar informará sobre presos transferidos, de modo a facilitar sua classificação. Art Na época de transferência, se o preso estiver cumprindo pena disciplinar, a mesma poderá ser concluída no outro estabelecimento. Art As transferências para unidades prisionais de outros estados da federação deverão ser feitas através de autorização judicial, contendo relato sobre a situação do interno. Art A soltura do preso dar-se-á pelo término do cumprimento da pena ou em virtude de algum benefício incidente, sempre por ordem escrita da autoridade judiciária competente. Art. 38 Poderá haver saídas excepcionais, na forma e pelo modo autorizado nos artigos 120 e 121 da Lei de Execução Penal. CAPÍTULO X DA CLASSIFICAÇÃO Art A classificação do preso far-se-á pela Comissão Técnica de Classificação, consoante o rendimento apurado através do seu comportamento e desempenho prisional. Art Haverá 03 (três) graus de classificação: BOM; REGULAR; e MAU. 1º - Os requisitos serão os constantes da ficha prisional, além da soma dos conceitos dados por escrito pelos membros. 2º - Durante o período probatório não haverá classificação de comportamento.

8 Art Punição ou comportamento incompatíveis praticados pelo preso podem importar em desclassificação, além de aplicação de penalidade. A desclassificação importa no retorno a qualquer grau inferior. Art As alterações de classificação não podem ocorrer em períodos inferior a seis meses. Art Qualquer alteração na classificação ou desclassificação terá de ser fundamentada. Art Da desclassificação caberá recurso, oral ou escrito, para o Diretor do estabecimento, no prazo de 08 (oito) dias úteis, contados da data em que for dada ciência ao preso. Parágrafo Único - O recurso a que se refere este artigo será assinado pelo interessado, e redigido por ele ou por estagiário de Direito, advogado, Defensor Público, Promotor de Justiça ou Procuradoria do Distrito Federal. CAPÍTULO XI DO TRATAMENTO PENITENCIÁRIO Art O tratamento penitenciário terá como objetivo efetivar as disposições da sentença ou decisão criminal, a emenda do preso e a preparação de sua volta à sociedade. Art São instrumentos de tratamento penitenciário, entre outros: I. assistência material, médica, jurídica, educacional, social e religiosa; II. trabalho; e III. disciplina. 1º - A assistência visa ao atendimento das necessidades morais, espirituais e materiais do preso e será prestada nas modalidades social, religiosa, jurídica, médica e educacional. 2º - A educação tem por fim atingir um mínimo ético-social quanto à personalidade do preso. Nela se inclui o lazer prisional. 3º - O trabalho, de qualquer natureza, é obrigatório e remunerado, podendo ser realizado dentro ou fora do estabelecimento, na forma prevista na Lei de Execução Penal. 4º - A disciplina será aplicada visando a obter o hábito da ordem e o sentimento de respeito à autoridade e ao semelhante, devendo o preso ter conhecimento amplo do regime e do tratamento prisional.

9 5º - O preso e/ou internado, usará o tipo de vestimenta a ser adotado e distribuído pela COSIPE ou por ela permitido. CAPÍTULO XII DA ASSISTÊNCIA PENITENCIÁRIA SECÇÃO I DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Art A assistência social tem por finalidade amparar o preso e o internado e prepará-lo para o retorno à liberdade. Art A assistência social, exercida por profissionais qualificados, será prestada diretamente ao interno e a sua família. Parágrafo Único É facultado o auxílio de entidades públicas ou privadas nas tarefas de atendimento social. Art Incumbe ao Serviço de Assistência Social: I. conhecer os resultados dos diagnósticos e exames; II. relatar, por escrito, ao Diretor do estabelecimento, os problemas e as dificuldades enfrentadas pelo assistido; III. acompanhar o resultado das permissões de saídas e de saídas temporárias; IV. promover, no estabelecimento, pelos meios disponíveis, a recreação; V. promover a orientação do assistido, na fase final do cumprimento da pena, e do liberando, de modo a facilitar o VI. seu retorno à liberdade; providenciar a obtenção de documentos, dos benefícios da previdência social e do seguro por acidente no trabalho; VII. orientar e amparar, quando necessário, a família do preso, do internado e da vítima. Art Para os efeitos da assistência social, o conceito de família é compreensivo de todos aqueles que mantenham relação de dependência com o preso, haja ou não parentesco legal. SECÇÃO II DA ASSISTÊNCIA RELIGIOSA Art A assistência religiosa, com liberdade de culto, será prestada aos presos e aos internados, permitindo-lhes a participação nos serviços organizados no estabelecimento penal, bem como a posse de livros de instrução religiosa.

10 1º - No estabelecimento haverá local apropriado para os cultos religiosos. 2º - Nenhum preso ou internado poderá ser obrigado a participar de atividade religiosa. Art A direção velará para que seja mantida, de forma atualizada, a relação de religiosos e leigos e seus grupos, autorizados a trabalharem no estabelecimento prisional, onde constará a qualificação completa de cada um e o respectivo diretor, encarregado, ou orientador espiritual. Art Nenhum religioso ou leigo ou grupo religioso ou grupo leigo poderá iniciar seus trabalhos sem antes ser advertido e instruído para os problemas prisionais e devidamente cientificado de que seu trabalho se deve desenvolver em harmonia com as normas do estabelecimento. Art Será permitido que os trabalhos religiosos se realizem fora do estabelecimento, desde que haja prévia autorização do Juízo das Execuções Criminais. Art Na realização de trabalhos internos dever-se-á dar preferência a atividades ecumênicas. Art. 56 De modo algum se permitirão cultos ou atividades que causem ou possam causar tumultos ou delírios. SECÇÃO III DA ASSISTÊNCIA EDUCACIONAL Art A assistência educacional compreenderá a instrução escolar e a formação profissional do preso e do interno. Art O ensino de primeiro grau será obrigatório integrando-se no sistema escolar da Unidade Federativa. Art O ensino profissional será ministrado em nível de iniciação ou aperfeiçoamento técnico. sua condição. Parágrafo Único - A mulher condenada terá ensino profissional adequado à Art As atividades educacionais podem ser objeto de convênio com entidade públicas ou particulares, que instalem escola ou ofereçam cursos especializados. Art Em atendimento às condições legais, dotar-se-á cada estabelecimento de uma biblioteca, para uso de todas as categorias de reclusos, provida de livros instrutivos, recreativos e didáticos.

11 Art Não haverá limitação às formas de educação e instrução, devendo dar-se ênfase especial às atividades artísticas, culturais e outras que possam produzir no preso nova visão da vida bem como se incentivar a educação física e profissionalizante. Art Será conferida especial atenção ao lazer prisional, voltada para o relaxamento da tensão e para o entrosamento da vida social do preso, visando à sua integração à sociedade. Parágrafo Único - Todas as formas sadias de lazer aconselhadas para o tipo e idade dos presos devem ser desenvolvidas. SECÇÃO IV DA ASSISTÊNCIA JURÍDICA Art A assistência jurídica terá por fim a proteção dos direitos penais nos termos da Lei de Execução Penal e deste Regimento. Parágrafo Único - Ao preso que puder defender seus direitos, sem prejuízo dos seus encargos pessoais e familiares, não se dará assistência jurídica. Art A assistência jurídica consiste nas seguintes tarefas: I. manter o preso informado de sua situação jurídica penal; II. requerer e acompanhar todos os benefícios penais incidentes na execução; III. manter contatos com o Juízo das Execuções, Tribunais, Conselho Penitenciário e Direção do Estabelecimento no sentido de velar pela situação do preso; IV. providenciar o recebimento de qualquer benefício extrapenal a que o preso tiver direito; V. providenciar para que os prazos prisionais não sejam ultrapassados, requerendo o que for de direito; VI. zelar pela situação patrimonial e cuidar dos registros civis do preso e de sua família. Art A assistência jurídica que se relacionar com recursos no foro será desenvolvida por estagiário de Direito, Promotoria ou Defensoria Pública da Procuradoria do Distrito Federal. SECÇÃO V DA ASSISTÊNCIA MÉDICA Art A assistência médica será ampla, abrangendo a assistência dentária e o acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

12 Art Os Médicos, Dentistas, Psicólogos e Psiquiatras dos estabelecimentos prisionais, farão atendimento ambulatorial e de emergência, encaminhando o preso, nos casos mais graves para atendimento nos hospitais da rede oficial. Art A assistência médica contará com uma farmácia, enfermaria e salas de consultas. Art O serviço de saúde prisional será auxiliado por pessoal de enfermagem. Art Ao ingressar no estabelecimento o preso será obrigatoriamente submetido a exame de saúde, bem como ás medidas profiláticas e terapêuticas indicadas, lançando-se registro no seu prontuário. Parágrafo Único Tal exame inclui atendimento psicológico para efeito de poder ser levantado um perfil de sua personalidade, além de exame dentário completo. Art O preso terá asseguradas as medidas de higiene e conservação da saúde durante todo o tempo do seu recolhimento. Art Á assistência médica compete, entre outras, as seguintes atividades: I. manter o fichário dos presos, com todas as alterações cronologicamente registradas; II. velar pela inspeção sanitária da alimentação, vestuário e dependências prisionais, comunicando à Direção qualquer irregularidade encontrada; III. recomendar, em sendo o caso, exame de periculosidade ou de cessação desta; IV. ajudar na manutenção da ordem interna, aliviando tensões pessoais ou coletivas; V. realizar, quando solicitada, laudos técnicos acerca dos presos; e VI. realizar, periodicamente, palestras para os presos, apreciando temas de interesse, como saúde, higiene, sexo, drogas e outros julgados apropriados. SECÇÃO VI DO TRABALHO INTERNO Art O trabalho do condenado, como dever social condição de dignidade humana, terá finalidade educativa e produtiva. 1º - Aplicam-se à organização e aos métodos de trabalho precauções relativas à segurança e à higiene.

13 2º - O trabalho do preso não está sujeito ao regime de Consolidação das Leis do Trabalho. 3º - O trabalho do preso será remunerado, mediante prévia tabela, não podendo ser inferior a três quartos do salário mínimo. Art O condenado á pena privativa de liberdade esta obrigado ao trabalho na medida de suas aptidões e capacidade. Parágrafo Único - Para o preso provisório, o trabalho não é obrigatório e só poderá ser executado no interior do estabelecimento. Art Na atribuição do trabalho deverão ser levadas em conta a habilitação, a condição pessoal e as necessidades futuras do preso, bem como as oportunidades oferecidas pelo mercado. econômica. sua idade. 1º - Deverá ser limitado, tanto quanto possível, o artesanato sem expressão 2º - Os maiores de sessenta anos poderão solicitar ocupação adequada à 1 3º - Os doentes ou deficientes físicos somente exercerão atividades apropriadas ao seu estado. Art A jornada de trabalho não será inferior a seis, nem superior a oito horas, com descanso nos domingos e feriados. Parágrafo Único - Poderá ser atribuído horário especial de trabalho aos presos designados para os serviços de conservação e manutenção do estabelecimento penal. Art O trabalho poderá ser gerenciado por fundação, ou empresa pública, com autonomia administrativa, e terá por objetivo a formação profissional do condenado. 1º - Nessa hipótese, incumbirá à entidade gerenciadora promover e supervisionar a produção, com critérios e méritos empresariais, encarregar-se de sua comercialização, bem como suportar despesas, inclusive pagamento de remuneração adequada. 2º - Todas as importâncias arrecadadas com as vendas reverterão em favor da fundação ou empresa pública. Art O trabalho externo será admissível para os presos em regime fechado somente em serviço ou obras públicas realizadas por órgãos da Administração Direta ou Indireta, ou entidades privadas, desde que tomadas as cautelas contra a fuga e em favor da disciplina.

14 1º - A verificação das condições de admissibilidade, conveniência e oportunidade do trabalho externo será realizada pela Comissão Técnica de Classificação, a cujo parecer, entretanto, não ficará adstrito o Diretor do estabelecimento. 2º - O limite máximo do número de presos será de dez por cento do total de empregados na obra. 3º - Caberá ao órgão de Administração, à entidade ou à empresa empreiteira a remuneração desse trabalho. 4º - A prestação de trabalho a entidades privada depende do consentimento expresso do preso. Art A prestação de trabalho externo, a ser autorizada pela direção do estabelecimento, dependerá de aptidão, disciplina e responsabilidade, além do cumprimento mínimo de um sexto da pena. Parágrafo Único - Revogar-se-á a autorização de trabalho externo ao preso que vier a praticar fato definido como crime, for punido por falta grave, ou tiver comportamento contrário aos requisitos estabelecidos neste artigo. Art Será proibido qualquer tipo de trabalho que importe em fiscalização ou controle de um preso sobre outro. Art. 82 A remuneração do preso poderá ser depositada em Caderneta de Poupança, aberta na Caixa Econômica Federal, para formação de pecúlio. CAPÍTULO XIII DA DISCIPLINA PRISIONAL SECÇÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art A disciplina consiste na colaboração com a ordem, na obediência às determinações das autoridades e seus agentes e no desempenho do trabalho. Parágrafo Único Estão sujeitas à disciplina o condenado à pena privativa de liberdade ou restritiva de direitos e o preso provisório. Art Não haverá falta nem sanção disciplinar sem expressa e anterior previsão legal ou regulamentar. 1º - As sanções não poderão colocar em perigo a integridade física e moral do condenado.

15 2º - É vedado o emprego de cela escura. 3º - São vedadas as sanções coletivas. Art. 85 O condenado ou denunciado no início da execução da pena ou da prisão, será cientificado das normas disciplinares. Art. 86 Não haverá pena disciplinar em razão de dúvidas ou suspeitas. Art. 87 Nas faltas graves, a autoridade representará ao Juiz da execução para os fins dos arts. 118, inciso I, 125, 127, 181 1º, letra d, e 2º, da Lei n.º de Art. 88 Serão considerados faltas disciplinares leves e médias todas as ações ou omissões do interno, infringentes de normas constantes deste Regimento e graves as previstas na Lei de Execução Penal. Art O preso que de qualquer modo concorra para a prática de falta disciplinar incide na mesma sanção cominada ao faltoso, na medida da sua culpabilidade. SECÇÃO II DAS SANÇÕES DISCIPLINARES Art. 90 Aplicam-se aos presos infratores as seguintes sanções principais: I. advertência verbal; II. repreensão escrita; III. suspensão ou restrição de direitos (art. 41, único da Lei de Execução Penal); e IV. isolamento na própria cela ou em cela especial. Art Consideram-se sanções secundárias : I. perda de favores; II. suspensão de visita concedida em caráter de favor; III. rebaixamento de classificação disciplinar; e IV. apreensão de valores ou objetos. Art A cela de isolamento que ficará em local afastado dos pavilhões e será de segurança máxima, terá as mesmas dimensões das celas comuns, como higiene, aeração e iluminação satisfatórias, mas guarnecida apenas com instalações sanitárias, cama e colchão. Art O rebaixamento de classificação disciplinar poderá verificar-se para qualquer conceito de grau inferior.

16 Art A pena de apreensão de valores ou objetos será sempre aplicada quando o preso tiver em seu poder, irregularmente, valor ou objeto. 1º - Quando a apreensão incidir sobre valor ou objeto, que, pela sua natureza e importância, autorize a presunção de origem ilícita, o Diretor do estabelecimento o remeterá à autoridade competente para as providências cabíveis. 2º - Nos casos em que não ocorra a hipótese prevista no 1º, o valor apreendido será depositado na conta do pecúlio prisional do preso, não podendo, entretanto, ser adicionado à parcela destinada a seus gastos particulares. 3º - O objeto de uso não consentido, que houver sido apreendido, só se restituirá ao preso quando este haja adquirido condições de usá-lo ou ao ser posto em liberdade. SEÇÃO III DA APLICAÇÃO DAS SANÇÕES Art Na aplicação das sanções disciplinares, Ter-se-á em conta os antecedentes do preso, o motivo que determinou a falta, as circunstâncias em que ocorreu e as consequências que acarretou. Art As sanções disciplinares na própria cela ou em cela especial de isolamento não ultrapassarão o prazo de trinta dias, para cada falta cometida. Art Compete ao Diretor do estabelecimento, ouvido o Conselho Disciplinar, aplicar as sanções disciplinares. Art As sanções disciplinares poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente. Art São circunstâncias que sempre atenuam a sanção: I. a personalidade abonadora do preso; II. a ausência de faltas anteriores; III. ser menor de 21 anos e maior de 60 anos; IV. haver sido de somenos importância sua cooperação na falta; V. ter confessado, espontaneamente, a autoria da falta ignorada ou imputada a outrem; VI. haver agido sob coação a que não podia resistir; e VII. ter procurado, logo após a falta, evitar ou minorar suas consequências. Art São circunstâncias que agravam a sanção: I. a personalidade desabonadora do preso;

17 II. a reincidência; III. promover ou organizar a cooperação na falta ou dirigir a atividade dos demais agentes; IV. haver coagido ou introduzido outros presos à prática de falta; V. ter praticado a falta quando, em virtude da confiança nele depositada pelas autoridades administrativas, gozava da liberação de alguma ou algumas normas gerais de segurança; e VI. haver agido em conluio com funcionário. Art A execução da sanção disciplinar aplicada poderá ser suspensa, por seis meses, quando, a critério do Diretor do estabelecimento, as circunstâncias, a gravidade e a personalidade do agente autorizem a presunção de que não voltará a praticar faltas. Art Cometendo o interno nova falta, durante o período de suspensão, será a sanção suspensa executada cumulativamente com a que vier a sofrer. Art A execução da sanção disciplinar será suspensa quando o órgão médico do Sistema Penitenciário a desaconselhar por motivo de saúde, em parecer acolhido pelo Diretor do estabelecimento. Art Ao preso submetido a regime disciplinar será assegurado banho de sol e visita médica, nos dias e horários fixados pela Direção do estabelecimento. Art O tempo de isolamento preventivo do infrator será sempre computado no prazo de duração da sanção disciplinar aplicada. SECÇÃO IV DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Art Cometida a infração, deverá o preso ser conduzido ao Chefe de Vigilância interna para a lavratura da ocorrência. Art O Chefe de Vigilância interna deverá, tendo em vista a gravidade da falta, adotar as providências preliminares que o caso requeira, e, sendo necessário, determinará o isolamento preventivo do preso. Art O Chefe de vigilância interna comunicará, imediatamente, a ocorrência ao Diretor do estabelecimento, a fim de que este mantenha ou revogue as providências inicialmente tomadas. Art Cabe ao Diretor do estabelecimento encaminhar à Comissão Técnica de Classificação e ao Conselho Disciplinar a comunicação de que trata o artigo anterior.

18 Art O Conselho Disciplinar realizará as diligências indispensáveis à precisa elucidação do fato, velando pelo direito de defesa do infrator. Art Concluído o inquérito disciplinar, o Conselho o remeterá, com o seu parecer, no prazo máximo de 24 horas, ao Diretor do estabelecimento para julgamento. Art No parecer de que trata o artigo anterior, o Conselho opinará quanto a culpabilidade do interno e proporá ao Diretor do estabelecimento a punição que entender cabível. Art As faltas cometidas no serviço externo serão julgadas pelo diretor do estabelecimento, depois de exarado o parecer do Conselho Disciplinar. Art Admitir-se-á como prova todo elemento de informação que o Conselho Disciplinar entender necessário ao esclarecimento do fato. Art O interno poderá solicitar reconsideração do ato punitivo, no prazo de 08 (oito) dias úteis contados daquele em que a decisão seja comunicada ao preso, quando: I. não tiver sido unânime o parecer do Conselho Disciplinar em que se fundamentou o ato punitivo; e II. o ato punitivo tiver sido aplicado em desacordo com o parecer do Conselho. Parágrafo Único - O pedido de reconsideração não pode ser reiterado. Art Somente após tornar-se definitivo será o ato punitivo anotado no prontuário do preso. Art Em qualquer época, o preso poderá requerer a revisão da punição sofrida, desde que prove haver sido: I. a decisão fundamentada em testemunha ou fato comprovadamente falso; e II. aplicada a punição em desacordo com este Regimento. Parágrafo Único - O pedido de revisão só se admitirá se fundado em provas não apresentadas anteriormente. SECÇÃO V DAS FALTAS DISCIPLINARES Art São faltas disciplinares leves:

19 I. ocultar fato ou coisa relacionada com a falta de outrem, para dificultar averiguações; II. utilizar material, ferramenta ou utensílio do estabelecimento em proveito próprio, sem a autorização competente; III. portar objeto de valor, além do regulamente permitido; IV. transitar pelo estabelecimento ou por suas dependências em desobediência às normas estabelecidas; V. desobedecer às prescrições médicas, recusando o tratamento necessário ou utilizando medicamentos não prescritos ou autorizados pelo órgão médico competente; VI. enviar correspondências sem autorização do Diretor do estabelecimento; VII. efetuar ligações telefônicas sem autorização; VIII. utilizar-se de local impróprio para satisfação de necessidades fisiológicas; IX. utilizar-se de objeto pertencente a outro preso sem o devido consentimento; X. proceder grosseira ou imoralmente em relação a outro interno; XI. simular doença ou estado de precariedade física para eximirse de obrigação; XII. cometer desatenção propositada durante estudos ou aula de serviço. Art. 119 São faltas disciplinares médias: I. praticar ou contribuir para a prática de jogos proibidos, agravando-se a falta quando essa prática envolver exploração de outros presos; II. resistir, inclusive por atitude passiva, à execução de ordem ou ato administrativo; III. caluniar, difamar ou injuriar funcionário; IV. praticar compra ou venda não autorizada, em relação a outro preso; V. faltar à verdade com o fim de obter vantagem ou eximir-se de responsabilidade; VI. formular queixa ou reclamação com improcedência, reveladora de motivo reprovável; VII. explorar companheiros sob qualquer pretexto ou forma; VIII. desobedecer aos horários justo ao trabalho que for determinado; IX. recusar-se sem motivo justo ao trabalho que for determinado; X. recusar-se à assistência ou ao dever escolar, sem razão justificada; XI. entregar ou receber objetos sem a devida autorização;

20 XII. desleixar-se da higiene corporal, do asseio da cela ou alojamento, e descurar da conservação de objetos de uso pessoal; XIII. lançar nos pátios águas servidas ou objetos, bem como lavar, estender ou secar roupas em local não permitido; XIV. produzir ruídos para perturbar a ordem, nas ocasiões de descanso, de trabalho ou de reunião; XV. desrespeitar os visitantes, seus ou de outros internos; XVI. retardar o cumprimento de ordem, com intuito de proscrastinação; XVII. descurar da execução de tarefa; XVIII. ausentar-se dos lugares em que deva permanecer. Art. 120 São faltas disciplinares graves: I. praticar atos constitutivos de crimes ou contravenções; II. iniciar movimento coletivo de subversão à ordem ou à disciplina, ou dele participar; III. agredir ou tentar agredir funcionário ou visitante, agravandose a falta quando a agressão for praticada com uso de arma ou objeto equivalente, ou dela resultar lesão corporal ou morte; IV. agredir ou tentar agredir companheiro, agravando-se a falta quando a agressão ou tentativa se praticar com uso de arma ou objeto equivalente, ou dela resultar lesão corporal ou morte; V. evadir-se ou tentar evadir-se, agravando-se a falta quando a evasão ou tentativa for praticada através de abuso de direito VI. ou favor, ou, ainda, mediante violência ou grave ameaça; adquirir, usar, portar ou fornecer substância que cause dependência física ou psíquica; VII. confeccionar, portar ou guardar objetos proibidos; VIII. falsificar, alterar ou fazer uso de cartões de identidade ou documento fornecidos pela administração; IX. praticar atos contrários à moral e aos bons costumes; X. rebelar-se contra ordens não manifestamente ilegais; XI. desobedecer a ordem de funcionário no exercício da função respectiva; XII. desacatar funcionário. SECÇÃO VI DAS SANÇÕES DISCIPLINARES Art São sanções disciplinares leves: I. advertência verbal; II. repreensão.

Prof. Alison Rocha QUESTÕES COMENTADAS DA LEI DE EXECUÇÕES PENAIS

Prof. Alison Rocha QUESTÕES COMENTADAS DA LEI DE EXECUÇÕES PENAIS Prof. Alison Rocha QUESTÕES COMENTADAS DA LEI DE EXECUÇÕES PENAIS A respeito da execução penal, instituída pela Lei n.º 7.210/1984, assinale a opção correta. a) O trabalho do condenado, como dever social

Leia mais

TRABALHO CARTILHA DO REEDUCANDO

TRABALHO CARTILHA DO REEDUCANDO TRABALHO VOLTA AO CRIME CARTILHA DO REEDUCANDO CARTILHA DO REEDUCANDO ÍNDICE Introdução...5 Deveres...6 Direitos...7 Disciplina...10 Sanções...11 Formulário para Habeas Corpus...12 Petição Simplificada...13

Leia mais

Penitenciário do Distrito Federal.

Penitenciário do Distrito Federal. PARECER N.º /2015 - CCJ DA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA, sobre o PROJETO DE LEI N.º 308, de 2015, que Institui o Código Disciplinar Penitenciário do Distrito Federal. Autores: Deputados RODRIGO DELMASSO

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO N.º 13, DE 02 DE OUTUBRO DE 2006. (Alterada pela Res. 111/2014) Regulamenta o art. 8º da Lei Complementar 75/93 e o art. 26 da Lei n.º 8.625/93, disciplinando, no âmbito do Ministério Público,

Leia mais

ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR

ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR ADVERTÊNCIA E SUSPENSÃO DISCIPLINAR A CLT ao estabelecer em seu artigo 2º a definição de empregador, concede a este o poder e o risco da direção da atividade, controlando e disciplinando o trabalho, aplicando,

Leia mais

Errado, pois não abrange o menor infrator.

Errado, pois não abrange o menor infrator. Exercícios LEP 1. (SEJUS-ES/09) O objetivo da execução penal é efetivar as disposições de decisão criminal condenatória, ainda que não definitiva, de forma a proporcionar condições para a integração social

Leia mais

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01

Brigada 1 Combate Voluntário a Incêndios Florestais CNPJ 05 840 482 0001/01 REGIMENTO INTERNO O presente Regimento Interno, dirigido aos associados da ONG Brigada 1, inscrita no CNPJ 05.840.482/0001-01 e previsto no Art. 4º do Capítulo II do Estatuto da Instituição, visa estabelecer

Leia mais

REGIMENTO DISCIPLINAR PENITENCIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

REGIMENTO DISCIPLINAR PENITENCIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DECRETO Nº 46.534, DE 04 DE AGOSTO DE 2009. (publicado no DOE nº 148, de 05 de agosto de 2009) (com as alterações do Decreto 47.594, de 23/11/2010) Aprova o Regimento Disciplinar Penitenciário do Estado

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E DEVERES ÉTICOS DO ALUNO

CÓDIGO DE ÉTICA CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E DEVERES ÉTICOS DO ALUNO CÓDIGO DE ÉTICA CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS E DEVERES ÉTICOS DO ALUNO Art. 1 Os princípios éticos contidos nesse código dizem respeito ao relacionamento do aluno com seus semelhantes, com os professores,

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 128, DE 2014 Altera a Lei de Execução Penal e o Código Penal para criminalizar o diretor do estabelecimento penal ou o agente público competente pela não atribuição de trabalho

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO IV DA ORGANIZAÇÃO DOS PODERES CAPÍTULO I DO PODER LEGISLATIVO Seção II Das Atribuições do Congresso Nacional Art. 49. É da competência exclusiva

Leia mais

FORMULÁRIO DE INSPEÇÃO

FORMULÁRIO DE INSPEÇÃO FORMULÁRIO DE INSPEÇÃO COMARCA: I Quanto ao Centro de Reintegração Social da APAC Feminina Nome: Endereço: Bairro: CEP: - Telefone: E-mail: Vagas: recuperandas Lotação atual: recuperandas Responsável:

Leia mais

GENILDO LINS DE ALBUQUERQUE NETO

GENILDO LINS DE ALBUQUERQUE NETO MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 126, DE 25 DE JUNHO DE 2014 O MINISTRO DE ESTADO DAS COMUNICAÇÕES Interino, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS GABINETE DA SECRETÁRIA RESOLUÇÃO N 126/2012 GS/SEJU

SECRETARIA DE ESTADO DA JUSTIÇA, CIDADANIA E DIREITOS HUMANOS GABINETE DA SECRETÁRIA RESOLUÇÃO N 126/2012 GS/SEJU RESOLUÇÃO N 126/2012 GS/SEJU Dispõe sobre a criação da Central de Alvarás de Soltura e disciplina os procedimentos administrativos para o encaminhamento, cumprimento e execução dos alvarás de soltura eletrônicos.

Leia mais

* DECRETO Nº 21.459, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2009. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso de suas atribuições legais,

* DECRETO Nº 21.459, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2009. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso de suas atribuições legais, Governo do Estado do Rio Grande do Norte Gabinete Civil Coordenadoria de Controle dos Atos Governamentais * DECRETO Nº 21.459, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2009. Institui o Programa Estadual de Proteção a Vitimas

Leia mais

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11.

TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11. TEXTO INTEGRAL DA INSTRUÇÃO CVM N o 497, DE 3 DE JUNHO DE 2011, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 515/11. Dispõe sobre a atividade de agente autônomo de investimento. A PRESIDENTE DA

Leia mais

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS

INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Data do boletim informativo Volume 1, Edição 1 Digite o título aqui INFORMATIVO 14/2015 LEI COMPLEMENTAR REGULAMENTA DIREITO DOS EMPREGADOS DOMÉSTICOS Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015 -

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 16 DE JUNHO DE 2009

CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 16 DE JUNHO DE 2009 CONSELHO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO RESOLUÇÃO Nº 42, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (Alterada pelas Resoluções nºs 52, de 11 de maio de 2010 e 62, de 31 de agosto de 2010) Dispõe sobre a concessão de estágio

Leia mais

DECRETO-LEI Nº 2.848, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1940

DECRETO-LEI Nº 2.848, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1940 DECRETO-LEI Nº 2.848, DE 07 DE DEZEMBRO DE 1940 Código Penal O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe confere o art. 180 da Constituição, decreta a seguinte lei: CÓDIGO PENAL PARTE ESPECIAL

Leia mais

DECRETO Nº 32965 DE 20 DE OUTUBRO DE 2010.

DECRETO Nº 32965 DE 20 DE OUTUBRO DE 2010. DECRETO Nº 32965 DE 20 DE OUTUBRO DE 2010. Institui o Regimento Interno do Clube do Servidor Municipal da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro Clube do Servidor e dá outras providências. O PREFEITO DA

Leia mais

LEI FEDERAL Nº 9.982, DE 14 DE JULHO DE

LEI FEDERAL Nº 9.982, DE 14 DE JULHO DE Legislação Capelania CONSTITUIÇÃO FEDERAL / 1988 Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 105, DE 10 DE JANEIRO DE 2001.

LEI COMPLEMENTAR Nº 105, DE 10 DE JANEIRO DE 2001. LEI COMPLEMENTAR Nº 105, DE 10 DE JANEIRO DE 2001. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, Dispõe sobre o sigilo das operações de instituições financeiras e dá outras providências. Faço saber que o Congresso Nacional

Leia mais

REGRAS MÍNIMAS PARA O TRATAMENTO DE PRESOS NO BRASIL

REGRAS MÍNIMAS PARA O TRATAMENTO DE PRESOS NO BRASIL REGRAS MÍNIMAS PARA O TRATAMENTO DE PRESOS NO BRASIL RESOLUÇÃO Nº 14, DE 11 DE NOVEMBRO DE 1994 Publicada no DOU de 2.12.2994 O Presidente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP),

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6

RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6 RESOLUÇÃO Nº 18.523 Processo 2013/52.449-6 Institui o Código de Ética e Disciplina dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado do Pará. O Tribunal de Contas do Estado do Pará, no uso de suas atribuições

Leia mais

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL

LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL LEGISLAÇÃO DE INTERESSE DA DEFESA CIVIL / CBMERJ CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art.5º Todos são iguais perante a lei.. XI a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento

Leia mais

DECRETO Nº 6.029, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2007

DECRETO Nº 6.029, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2007 SENADO FEDERAL SUBSECRETARIA DE INFORMAÇÕES DECRETO Nº 6.029, DE 1º DE FEVEREIRO DE 2007 Institui Sistema de Gestão da Ética do Poder Executivo Federal, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA,

Leia mais

Rtgukfípekc"fc"Tgrûdnkec"

RtgukfípekcfcTgrûdnkec Página 1 de 8 Rtgukfípekc"fc"Tgrûdnkec" Ecuc"Ekxkn" Uudejghkc"rctc"Cuuupvqu"Lutîfkequ NGK"P "340625."FG"6"FG"OCKQ"FG"42330 Vigência Altera dispositivos do Decreto-Lei n o 3.689, de 3 de outubro de 1941

Leia mais

Áreas de atuação do Perito Criminal

Áreas de atuação do Perito Criminal Áreas de atuação do Perito Criminal Art. 19. São deveres do funcionário policial civil: I - assiduidade; II - pontualidade; III - discreção; IV - urbanidade; V - lealdade às instituições constitucionais

Leia mais

TÍTULO I CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO

TÍTULO I CAPÍTULO I DA UTILIZAÇÃO ORDEM DE SERVIÇO Nº 01, Amparo, 09 abril de 2013. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA UTILIZAÇÃO DOS RECURSOS DE INFORMÁTICA E REDES DA PREFEITURA MUNICIPAL DE AMPARO, VISANDO ESTABELECER UMA POLÍTICA DE

Leia mais

PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e

PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006. O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e PORTARIA N o 1.516, DE 12 DE SETEMBRO DE 2006 O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições, e CONSIDERANDO a necessidade de reafirmar o compromisso público e formal do Ministério da Justiça

Leia mais

DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009

DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009 DECRETO JUDICIÁRIO Nº 135/2009 Dispõe sobre o registro e controle da freqüência dos servidores do Poder Judiciário. PUBLICADO NO DIÁRIO DO PODER JUDICIÁRIO NO DIA 24 DE AGOSTO DE 2009. A PRESIDENTE DO

Leia mais

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013

CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013 CONSELHO SUPERIOR DA DEFENSORIA PÚBLICA RESOLUÇÃO CSDPE Nº 016/2013 Dispõe sobre as atribuições da Coordenação de Atendimento ao Preso Provisório da Defensoria Pública da Capital e dá outras providências.

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA Dispõe sobre normas para realização do estágio de prática jurídica, componente curricular obrigatório dos Cursos de Direito. Do Núcleo de Prática Jurídica Art.

Leia mais

MENSAGEM Nº, de 2008.

MENSAGEM Nº, de 2008. MENSAGEM Nº, de 2008. = Tenho a honra de submeter à elevada consideração de Vossas Excelências o projeto de Lei anexo, que objetiva criar o Conselho Municipal Antidrogas COMAD. Um dos mais graves problemas

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015)

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015) COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 215, DE 2015 (EM APENSO OS PLS NºS 1.547 E 1.589, DE 2015) Acrescenta inciso V ao art. 141 do Decreto- Lei nº 2.848, de 7 de dezembro

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO ESCOLA MUNICIPAL DE GOVERNO

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO ESCOLA MUNICIPAL DE GOVERNO FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO ESCOLA MUNICIPAL DE GOVERNO SÃO CARLOS 2011 SUMÁRIO TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º a 3º... 3 Capítulo I Da Natureza (art. 1º)... 3 Capítulo II Da Finalidade

Leia mais

DECRETO Nº 54.311, DE 7 DE MAIO DE 2009

DECRETO Nº 54.311, DE 7 DE MAIO DE 2009 Página 1 de 5 DECRETO Nº 54.311, DE 7 DE MAIO DE 2009 Institui a Política Estadual para o Controle do Fumo, regulamenta a Lei nº 13.541, de 7 de maio de 2009, que proíbe o consumo de produtos fumígenos,

Leia mais

PM/Bombeiro PR. sua vida privada; (Incluído pela Lei nº 12.010, de

PM/Bombeiro PR. sua vida privada; (Incluído pela Lei nº 12.010, de Título II Das Medidas de Proteção Capítulo I Art. 98. As medidas de proteção à criança e ao adolescente são aplicáveis sempre que os direitos reconhecidos nesta Lei forem ameaçados ou violados: I - por

Leia mais

Superior Tribunal de Justiça

Superior Tribunal de Justiça Revogado pela Portaria STJ n. 417 de 24 de outubro de 2012 PORTARIA N. 329 DE 19 DE OUTUBRO DE 2011. Dispõe sobre o controle de acesso, circulação e permanência de pessoas no Superior Tribunal de Justiça.

Leia mais

Código de Ética FTEC

Código de Ética FTEC CÓDIGO DE ÉTICA Código de Ética FTEC O Código de ética FTEC estabelece um conjunto de normas e valores que visam orientar as relações entre os membros da comunidade acadêmica entre si, com a Instituição,

Leia mais

SUMÁRIO. 1. Resolução n.º 742/2004... Pág. 02. 2. Exposição de Motivos... Pág. 03. 3. Capítulo I Das disposições gerais... Pág. 06

SUMÁRIO. 1. Resolução n.º 742/2004... Pág. 02. 2. Exposição de Motivos... Pág. 03. 3. Capítulo I Das disposições gerais... Pág. 06 ! SUMÁRIO 1. Resolução n.º 742/2004... Pág. 02 2. Exposição de Motivos... Pág. 03 3. Capítulo I Das disposições gerais... Pág. 06 4. Capítulo II Dos deveres e dos direitos... Pág. 06 4.1 Seção I Dos deveres...

Leia mais

CAPÍTULO I PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS. Artigo 1º Âmbito de aplicação

CAPÍTULO I PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS. Artigo 1º Âmbito de aplicação PROPOSTA ESTATUTO DISCIPLINAR DOS ESTUDANTES (Aprovada pelo Conselho Geral em reunião de 29.10.2012, órgão com competência para aprovar o regulamento, nos termos do disposto no artigo 90º, n.º 1 dos Estatutos

Leia mais

TÍTULO I. Do Objeto e da Aplicação da lei de Execução Penal

TÍTULO I. Do Objeto e da Aplicação da lei de Execução Penal TÍTULO I Do Objeto e da Aplicação da lei de Execução Penal Art. 1º. A execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal e proporcionar condições para a harmônica integração

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ABERTA DO TRABALHADOR

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ABERTA DO TRABALHADOR FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SÃO CARLOS REGIMENTO INTERNO UNIVERSIDADE ABERTA DO TRABALHADOR SÃO CARLOS 2011 SUMÁRIO TÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO Art. 1º a 3... 3 Capítulo I Da Natureza (art. 1º)... 3 Capítulo II

Leia mais

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV

DIREITO PROCESSUAL PENAL IV AULA DIA 25/05/2015 Docente: TIAGO CLEMENTE SOUZA E-mail: tiago_csouza@hotmail.com DIREITO PROCESSUAL PENAL IV Procedimento Sumaríssimo (Lei 9.099/95) - Estabelece a possibilidade de conciliação civil,

Leia mais

Rogério Sanches Cunha

Rogério Sanches Cunha Art. 24 SEÇÃO VII Da Assistência Religiosa Art. 24 A assistência religiosa, com liberdade de culto, será prestada aos presos e aos internados, permitindo-se-lhes a participação nos serviços organizados

Leia mais

Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu.

Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. Campus de Botucatu PORTARIA nº 141 de 20 de setembro de 2000 Dispõe sobre a regulamentação dos estágios curriculares de internato para alunos da Faculdade de Medicina de Botucatu. O Diretor da Faculdade

Leia mais

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997.

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997. LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997. CAPÍTULOXV DAS INFRAÇÕES Art. 161. Constitui infração de trânsito a inobservância de qualquer preceito deste Código, da legislação complementar ou das resoluções

Leia mais

DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL

DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL DA IDENTIFICAÇÃO PROFISSIONAL * Da Carteira de Trabalho e Previdência Social Art. 13 - A Carteira de Trabalho e Previdência Social é obrigatória para o exercício de qualquer emprego, inclusive de natureza

Leia mais

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175 CONSTITUIÇÃO FEDERAL 88 DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.127 a art.130- A Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem

Leia mais

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSSUNTOS JURÍDICOS

PREFEITURA DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSSUNTOS JURÍDICOS DECRETO N o 525, DE 11 DE JULHO DE 2013. Regulamenta a utilização de veículos oficiais pela administração direta e indireta do Município de Palmas. O PREFEITO DE PALMAS, no uso de suas atribuições que

Leia mais

DECRETO Nº 30033 DE 10 DE NOVEMBRO DE 2008

DECRETO Nº 30033 DE 10 DE NOVEMBRO DE 2008 DECRETO Nº 30033 DE 10 DE NOVEMBRO DE 2008 Regulamenta as Leis nº 2.475, de 1996, e nº 4.774, de 2008, e dá outras providências. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL

SECRETARIA DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO REGIONAL Edital de Credenciamento de examinadores de trânsito, conforme arts. 148 e 152 do CTB, art. 12 da Resolução nº 168/2004 do CONTRAN, e art. 24 da Resolução nº 358/2010 do CONTRAN para prestação de serviços

Leia mais

LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965

LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965 LEI Nº 4.898, DE 9 DE DEZEMBRO DE 1965 Regula o Direito de Representação e o Processo de Responsabilidade Administrativa Civil e Penal, nos casos de abuso de autoridade. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço

Leia mais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais

ENUNCIADOS. Suspensão Condicional do Processo. Lei Maria da Penha e Contravenções Penais ENUNCIADOS Suspensão Condicional do Processo Enunciado nº 01 (001/2011): Nos casos de crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher não se aplica a suspensão condicional do processo. (Aprovado

Leia mais

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ

CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO AMAPÁ AULA IX DIREITO PENAL II TEMA: MEDIDA DE SEGURANÇA E REABILITAÇÃO PROFª: PAOLA JULIEN O. SANTOS MEDIDA DE SEGURANÇA 1. Conceito: sanção penal imposta pelo Estado, na execução de uma sentença, cuja finalidade

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA - Cesumar)

REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA - Cesumar) REGULAMENTO DA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS (CEUA - Cesumar) CAPÍTULO 1 Da Definição Artigo 1º - A Comissão de ética no uso de animais (CEUA - Cesumar) é o órgão responsável pelo acompanhamento

Leia mais

ENERPREV PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO GRUPO ENERGIAS DO BRASIL ESTATUTO SOCIAL. Aprovação: 18/08/2015

ENERPREV PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO GRUPO ENERGIAS DO BRASIL ESTATUTO SOCIAL. Aprovação: 18/08/2015 ENERPREV PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO GRUPO ENERGIAS DO BRASIL 2015 ESTATUTO SOCIAL Aprovação: 18/08/2015 SUMÁRIO DA ENTIDADE E SEUS FINS Página 2 DOS MEMBROS DA ENERPREV Página 2 DAS CATEGORIAS DE MEMBROS

Leia mais

Questões de Processo Penal

Questões de Processo Penal Questões de Processo Penal 1º) As Contravenções Penais (previstas na LCP) são punidas com: a) ( ) Prisão Simples; b) ( ) Reclusão; c) ( ) Detenção; d) ( ) Não existe punição para essa espécie de infração

Leia mais

PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador RENATO CASAGRANDE

PARECER Nº, DE 2010. RELATOR: Senador RENATO CASAGRANDE PARECER Nº, DE 2010 Da COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO, JUSTIÇA E CIDADANIA, em caráter terminativo, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 37, de 2010, da Senadora Lúcia Vânia, que altera o art. 10 do Código de

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014

CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014 CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA RESOLUÇÃO CONJUNTA N 4, DE 28 DE FEVEREIRO DE 2014 Regulamenta, no âmbito do Poder Judiciário e do Ministério Público, os arts. 6º, inciso XI, e 7 -A, ambos da

Leia mais

AVISO/INFORME Nº 01/2013 CURSO DE DIREITO.

AVISO/INFORME Nº 01/2013 CURSO DE DIREITO. AVISO/INFORME Nº 01/2013 CURSO DE DIREITO. ALTERA E REGULAMENTA O REGIMENTO INTERNO DO D.A.J. - DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA JUVENIL VICENTE DE SOUZA, DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PEDRO LEOPOLDO

Leia mais

Da contratação e estabilidade: Estabilidade Após 3 anos de efetivo exercício. (CF 1988, Art. 41)

Da contratação e estabilidade: Estabilidade Após 3 anos de efetivo exercício. (CF 1988, Art. 41) SERVIÇO DE PESSOAL Lista dos benefícios / direitos / deveres dos servidores Legislação trabalhista: ESU http://www.usp.br/drh/novo/esu/esuorig1.html CLT http://www.planalto.gov.br/ccivil/decreto-lei/del5452.htm

Leia mais

Lei Nº 10.294, de 20 de abril de 1999

Lei Nº 10.294, de 20 de abril de 1999 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO CORREGEDORIA GERAL DA ADMINISTRAÇÃO Lei Nº 10.294, de 20 de abril de 1999 Dispõe sobre proteção e defesa do usuário do serviço público do Estado de São Paulo e dá outras

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 92.790, DE 17 DE JUNHO DE 1986. Regulamenta a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, que regula o exercício da profissão

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012

AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR DIRETORIA COLEGIADA RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN No- 301, DE 7 DE AGOSTO DE 2012 Altera a Resolução Normativa - RN nº 48, de 19 de setembro de 2003, que dispõe sobre o

Leia mais

NOTA TÉCNICA SEJUR nº 078/2014 (Aprovada em Reunião de Diretoria em 04/11/2014)

NOTA TÉCNICA SEJUR nº 078/2014 (Aprovada em Reunião de Diretoria em 04/11/2014) NOTA TÉCNICA SEJUR nº 078/2014 (Aprovada em Reunião de Diretoria em 04/11/2014) Referência: Expediente n.º 3896/2014 Origem: Câmaras Técnicas EMENTA: RESOLUÇÃO CONTRAN Nº 460/13. EXAME TOXICOLÓGICO DE

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV

REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE DE DIREITO DE VITÓRIA FDV REGIMENTO INTERNO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA TÍTULO I Dos Princípios gerais Art. 1. Este regimento Interno disciplina

Leia mais

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA

CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA CÓDIGO DE ÉTICA E DE CONDUTA Belo Horizonte 2012 SUMÁRIO CAPÍTULO I...2 PRINCÍPIO ORIENTADOR... 2 CAPÍTULO II...2 DOS DEVERES COMUNS...2 CAPÍTULO III...3 DA RESPONSABILIDADE...3 CAPÍTULO IV...4 DOS DIREITOS,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS MINUTA DE LEI LEI N Dispõe sobre a Política Municipal do Idoso e dá outras providências. A Câmara Municipal de Piraí, aprova e eu sanciono a seguinte Lei, TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Esta Lei dispõe

Leia mais

CAPÍTULO I Das Espécies de Pena

CAPÍTULO I Das Espécies de Pena PROJETO DE LEI Nº /2011 (Do Senhor Deputado Hugo Leal) Altera dispositivos do Decretolei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 Código Penal, e da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 Lei de Execução Penal,

Leia mais

IMPOSSIBILIDADE DE RECOLHIMENTO DE PRESO CIVIL EM PRISÃO MILITAR

IMPOSSIBILIDADE DE RECOLHIMENTO DE PRESO CIVIL EM PRISÃO MILITAR ELBERT DA CRUZ HEUSELER Mestre em Direito da Administração Pública Doutorando em Ciências Jurídicas e Sociais Pós Graduado em Estratégia e Relações Internacionais Especialista em Globalização e Brasil

Leia mais

LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que a Câmara Municipal decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 5026 DE 19 DE MAIO 2009 Dispõe sobre a qualificação de entidades como Organizações Sociais e dá outras providências. Autor: Poder Executivo O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, faço saber que

Leia mais

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ REGIMENTO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ REGIMENTO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ REGIMENTO DO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO TERESINA-PI 2005 RESOLUÇÃO Nº 011/84 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Aprova o Regimento do Conselho de

Leia mais

PARECER DO CRESS/SP SOBRE A RESOLUÇÃO SAP 88, de 28/04/2010.

PARECER DO CRESS/SP SOBRE A RESOLUÇÃO SAP 88, de 28/04/2010. 1/7 CONSIDERANDO a Lei de Execução Penal 7.210/1984, a partir da redação em vigor dada pela Lei 10.792/2003, especificamente no que diz respeito ao Exame Criminológico; CONSIDERANDO a Súmula Vinculante

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988

LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 LEGISLAÇÃO CITADA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988 TÍTULO VIII Da Ordem Social CAPÍTULO VII DA FAMÍLIA, DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO Art. 227. É dever da família, da sociedade

Leia mais

REGULAMENTO Título I DA COSAT Art. 1º - Os servidores (técnico-administrativos e docentes) da Universidade organizarão na sua unidade, acadêmica e

REGULAMENTO Título I DA COSAT Art. 1º - Os servidores (técnico-administrativos e docentes) da Universidade organizarão na sua unidade, acadêmica e REGULAMENTO Título I DA COSAT Art. 1º - Os servidores (técnico-administrativos e docentes) da Universidade organizarão na sua unidade, acadêmica e administrativa, e nos órgãos suplementares da administração

Leia mais

MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS

MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS Ato Infracional: é tudo o que para um adulto seria crime ou contravenção penal. Se praticado por criança, serão aplicadas as medidas protetivas. Se for cometido

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI COMPLEMENTAR Nº 11.977, DE 07 DE OUTUBRO DE 2003. (publicada no DOE nº 195, de 08 de outubro de 2003) Introduz

Leia mais

Regulamento Interno - Janeiro 2010 REGULAMENTO INTERNO

Regulamento Interno - Janeiro 2010 REGULAMENTO INTERNO REGULAMENTO INTERNO A PROGRESSO E DESENVOLVIMENTO DE GUARULHOS, com sede em Guarulhos visando disciplinar as relações de trabalho com seus empregados, publica o REGULAMENTO INTERNO aprovado pela Resolução

Leia mais

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA

PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA PROPOSTAS PARA A REDUÇÃO DA VIOLÊNCIA 1. Criar o Fórum Metropolitano de Segurança Pública Reunir periodicamente os prefeitos dos 39 municípios da Região Metropolitana de São Paulo para discutir, propor,

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE LAURENTINO CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE COMAM REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE

PREFEITURA MUNICIPAL DE LAURENTINO CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE COMAM REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE PREFEITURA MUNICIPAL DE LAURENTINO CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE COMAM REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE APRESENTADO PARA SER DISCUTIDO E APROVADO na reunião do Conselho CAPÍTULO

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 011/2013 DE 19 DE AGOSTO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 011/2013 DE 19 DE AGOSTO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 011/2013 DE 19 DE AGOSTO DE 2013 Ementa: Dispõe sobre o programa de avaliação dos servidores em estágio probatório, conforme especifica. A Presidenta da Autarquia do Ensino Superior de Garanhuns

Leia mais

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CABIXI PODER EXECUTIVO

ESTADO DE RONDÔNIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CABIXI PODER EXECUTIVO LEI Nº 861/2015 DISPÕE SOBRE ALTERAÇÃO DA LEI MUNICIPAL Nº 403/2001 QUE TRATA DA POLÍTICA MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E DA OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE CABIXI,

Leia mais

PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES

PRINCÍPIOS BÁSICOS E ORIENTADORES ÍNDICE PREFÁCIO par. pág. Razão de ser 1-3 13 Os objectivos 4-5 13 A origem 6-8 13 Agradecimentos: aos redactores 9 14 Agradecimentos: aos patrocinadores 10 14 Aos destinatários 11 14 ONDE COMEÇA O MANUAL

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA

REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA 20//2013 1 REGIMENTO INTERNO DO HOSPITAL SANTA HELENA CAPÍTULO I Princípios e Objetivos ARTIGO 1 O regimento interno do corpo clínico visa disciplinar a constituição, ações, relações, avaliações e direção

Leia mais

Legislação. Lei de Execução Penal. Apresentação

Legislação. Lei de Execução Penal. Apresentação Legislação Lei de Execução Penal Apresentação A Lei de Execução Penal Lei nº 7.210, de 1984 continua a ser um diploma moderno e abrangente, que reconhece o preso como sujeito de direitos e avoca para si

Leia mais

PORTARIA PGR/MPU Nº 378 DE 9 DE AGOSTO DE 2010

PORTARIA PGR/MPU Nº 378 DE 9 DE AGOSTO DE 2010 PORTARIA PGR/MPU Nº 378 DE 9 DE AGOSTO DE 2010 Regulamenta o Programa de Estágio no âmbito do Ministério Público da União e da Escola Superior do Ministério Público da União e dá outras providências. O

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO REGULAMENTO NPJ E ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS GERAIS Art. 1º Este Regulamento rege as atividades

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO POVO

ESTADO DE MATO GROSSO PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DO POVO LEI Nº516/2012- DE 09 DE ABRIL DE 2012 Altera a Lei Municipal nº 280, de 30 de março de 2004, que dispõe sobre o Estatuto Geral do Servidores Públicos do Município de São José do Povo. JOÃO BATISTA DE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 001/2010

RESOLUÇÃO Nº 001/2010 RESOLUÇÃO Nº 001/2010 ALTERA O REGIMENTO INTERNO DA OUVIDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE GOIÁS. O COLÉGIO DE PROCURADORES DE JUSTIÇA, no uso das atribuições conferidas pelo artigo 18, inciso XVII,

Leia mais

PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES Caçapava do Sul RS Capital Farroupilha

PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES Caçapava do Sul RS Capital Farroupilha RESOLUÇÃO N 026/2015 Institui o Código de Ética e Decoro Parlamentar do Poder Legislativo de Caçapava do Sul/RS e dá outras providências. PEDRO DA SILVA GASPAR, Presidente da Câmara Municipal de Vereadores

Leia mais

REGIMENTO INTERNO EDT. - ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDIÇÃO AUDIOVISUAL

REGIMENTO INTERNO EDT. - ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDIÇÃO AUDIOVISUAL REGIMENTO INTERNO EDT. - ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDIÇÃO AUDIOVISUAL DA FINALIDADE Este Regimento Interno complementa e disciplina as disposições do Estatuto da EDT. - Associação de Profissionais

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Licitações e Compras Contrato nº /05

PREFEITURA MUNICIPAL DE FRANCA Secretaria de Planejamento e Gestão Econômica Divisão de Licitações e Compras Contrato nº /05 MINUTA 1 TERMO DE CONTRATO Tomada de Preços nº 010/05 Processo nº 10.091/05 Contratante: Prefeitura Municipal de Franca Contratada: Valor: R$ ( ) OBJETO: CONTRATAÇÃO DE EMPRESA ESPECIALIZADA EM TRANSPORTE

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA ANSEF/RJ

REGIMENTO INTERNO DA ANSEF/RJ REGIMENTO INTERNO DA ANSEF/RJ I - DOS ASPECTOS LEGAIS Art. 1º - A ANSEF/RJ reger-se-á pelo seu ESTATUTO e por este REGIMENTO INTERNO. Art. 2º - O presente Regimento Interno tem por fim estabelecer normas,

Leia mais

DE Diretoria de Ensino cae@svs.iffarroupilha.edu.br (55)3257.4142 CAE Coordenação de Assistência Estudantil cae@svs.iffarroupilha.edu.

DE Diretoria de Ensino cae@svs.iffarroupilha.edu.br (55)3257.4142 CAE Coordenação de Assistência Estudantil cae@svs.iffarroupilha.edu. DE Diretoria de Ensino cae@svs.iffarroupilha.edu.br (55)3257.4142 CAE Coordenação de Assistência Estudantil cae@svs.iffarroupilha.edu.br (55)3257.4173 REGULAMENTO DE CONVIVÊNCIA DISCENTE DO INSTITUTO FEDERAL

Leia mais

PORTARIA Nº 15, DE 08 DE MARÇO DE 2007.

PORTARIA Nº 15, DE 08 DE MARÇO DE 2007. PORTARIA Nº 15, DE 08 DE MARÇO DE 2007. Regulamenta o uso dos veículos da frota oficial e estabelece normas gerais sobre as atividades de transporte de usuários da FHDSS-Unesp. O Diretor da Faculdade de

Leia mais