P O R T A R I A Nº 001 DE 11 DE JANEIRO DE 1.988

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1 P O R T A R I A Nº 001 DE 11 DE JANEIRO DE O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que lhe confere o artigo 131, VII, do Decreto nº 4.852, de 11 de outubro de 1979, R E S O L V E : Baixar, na forma do anexo, o Regimento Interno dos Estabelecimentos Penais da Secretaria de Segurança Pública, já devidamente apreciado pelo Conselho Penitenciário e Juízo das Execuções Criminais do Distrito Federal. Brasília-DF, 11 de janeiro de JOÃO MANOEL SIMCH BROCHADO Secretário de Segurança Pública

2 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INTRODUTÓRIAS Art. 1º - A Coordenação do Sistema Penitenciário do Distrito Federal COSIPE, adota os princípios contidos nas REGRAS MÍNIMAS PARA O TRATAMENTO DOS RECLUSOS E RECOMENDAÇÕES PERTINENTES formuladas pela Organização das nações Unidas ONU, respeita as diretrizes fixadas nas RECOMENDAÇÕES BÁSICAS PARA UMA PROGRAMAÇÃO PENITENCIÁRIA, editadas pelo Ministério da Justiça e cumpre as Leis nº e de 11 de julho de 1984 (Código Penal Parte Geral e Lei de Execução Penal). Art. 2º - A Coordenação do Sistema Penitenciário do Distrito Federal COSIPE é subordinada diretamente ao Secretário de Segurança Pública. Art. 3º - O presente Regimento aplica-se ao Núcleo de Custódia de Brasília NCB, à Cadeia Pública CP, ao Centro de Internamento e Reeducação CIR, à Colônia Agrícola, Industrial ou Núcleo de Prisão Semi-Aberta CAINPSA, à casa do Albergado- CA, ao Centro de Observação CO, ao Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico HCTP e demais estabelecimentos prisionais que venham a fazer parte do Sistema Penitenciário do Distrito Federal. CAPÍTULO II DO NÚCLEO DE CUSTÓDIA DE BRASÍLIA - NCB - Art. 4º - O Núcleo de Custódia de Brasília é o presídio do Distrito Federal e se destina a receber presos provisórios do sexo masculino e feminino. 1º - Excepcionalmente, enquanto não for instalada a Penitenciária feminina, as mulheres cumprirão pena no NCB. 2º - Haverá alas separadas e tratamento compatível para as internas, não se permitindo contato promíscuo com internos e servidores. Art. 5º - O regime do NCB é o de segurança máxima. Sua guarda externa será feita pela Polícia Militar, com contingentes especialmente treinado para o serviço, sendo-lhes vedados o trânsito e a permanência na parte interna do estabelecimento, exceto, quando necessário, em reforço à guarda interna, a qual incumbe, com exclusividade, a Agente Penitenciários.

3 Art. 6º - Por motivo de excesso de lotação no CIR, excepcionalmente e com autorização judicial, os presos condenados ficarão recolhidos no NCB ou em outro local adequado e seguro. Parágrafo Único - Neste caso, os condenados deverão ser recolhidos separadamente dos demais, recebendo tratamento compatível com a sua situação prisional. Art. 7º - Em casos excepcionais, com autorização judicial e pelo estrito tempo necessário, presos provisórios e condenados poderão ficar recolhidos nas Delegacias de Polícia da Secretaria de Segurança Pública ou quartéis da Polícia Militar. Art. 8º - Haverá alas especiais para jovens-adultos, policiais, presos por prisão civil e com direito a prisão especial (art. 295 do CPP). Art. 9º - Aos presos provisórios aplicar-se-á tratamento prisional sem rigor penitenciário, com direito ao trabalho, ao lazer à educação e instrução curricular e profissionalizante, às assistências médica em geral, religiosa da sua fé, social e jurídica, assim como regime disciplinar prescrito na Lei de Execução Penal e neste Regimento. Art Será assegurado aos presos provisórios eficiente comunicação com seus advogados, de maneira que garanta o sigilo nas entrevistas. Art O Transporte de presos provisórios para atender aos chamados do Judiciário e da Polícia Civil será da responsabilidade da Direção do Estabelecimento, que deve velar pela segurança e rapidez do atendimento, que será sempre feito através de requisição de autoridade judicial. CAPÍTULO III DA CADEIA PÚBLICA - CP Art. 12 Poderão ser criadas Cadeias Públicas nas Cidades Satélites de maior índice populacional. Parágrafo Único As instalações das Cadeias Públicas observarão o disposto na Lei de Execução Penal.

4 CAPÍTULO IV DO CENTRO DE INTERNAMENTO E REEDUCAÇÃO - CIR - Art O Centro de Internamento e Reeducação é a penitenciária do Distrito Federal e tem como finalidade receber presos condenados do sexo masculino. Art O CIR terá regime de segurança máxima. Sua guarda externa será realizada pela Polícia Militar, com contigentes especialmente treinados para o serviço, sendo-lhes vedados o trânsito e a permanência na parte interna do estabelecimento, exceto, quando necessário, em reforço à guarda interna, a qual incube, com exclusividade, a Agente Penitenciários. Art Aos presos assegura-se regime compatível com sua situação prisional, com direito ao trabalho, ao lazer, à educação curricular e profissionalizante, às assistências médicas em geral, religiosa da sua fé, social, jurídica, bem como se lhes aplica o regime disciplinar estabelecido na Lei de Execução Penal e neste Regimento. Art Haverá alas especiais para policiais e com direito a prisão especial (art. 295 do CPP). Art Será assegurado aos presos condenados eficiente comunicação com seus advogados, de maneira que garanta o sigilo nas entrevistas. Art O transporte de presos condenados para atender aos chamados do Judiciário e da Polícia Civil será de responsabilidade da Direção do Estabelecimento, que deve velar pela segurança e rapidez do atendimento, que será sempre feito através de requisição de autoridade judicial. CAPÍTULO V DA COLÔNIA AGRÍCOLA, INDUSTRIAL OU NÚCLEO DE PRISÃO SEMI-ABERTA - C.A.I.N.P.S.A - Art A colônia Agrícola, Industrial ou Núcleo de Prisão Semi-Aberta destina-se ao cumprimento da pena em regime semi-aberto. Art O condenado poderá ser alojado em compartimento coletivo, observados os requisitos da Lei de Execução Penal. coletivas: Parágrafo Único - São também requisitos básicos das dependências a) a seleção adequada dos presos;

5 b) o limite de capacidade máxima que atenda os objetivos de individualização da pena. CAPÍTULO VI DA CASA DO ALBERGADO - C.A - Art A Casa do Albergado, destina-se: I. abrigar internos em cumprimento de pena privativa de liberdade, em regime aberto, e de pena de limitação de fim de semana; II. assistir o egresso em sua reintegração á vida em liberdade; III. proporcionar ao egresso, quando necessário, alojamento e alimentação durante dois meses; IV. colaborar com egresso na obtenção de trabalho. Art O estabelecimento terá instalações para os serviços de fiscalização e orientação dos condenados, observando-se o que a respeito dispõe a Lei de Execução Penal. CAPÍTULO VII DO CENTRO DE OBSERVAÇÃO - C.O - Art No Centro de Observação serão realizados exames gerais e criminológicos dos internos dos estabelecimentos penais do Distrito Federal, na forma prevista na Lei de Execução Penal. Parágrafo Único - No Centro poderão ser realizadas pesquisas criminológicas e acompanhamento do tratamento de internos. CAPÍTULO VIII DO HOSPITAL DE CUSTÓDIA E TRATAMENTO PSIQUIÁTRICO - H.C.T.P - Art O Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico é um estabelecimento prisional e destina-se a custodiar e tratar inimputáveis e semi-imputáveis. Art À esta unidade médica compete:

6 I. organizar e manter assistência médica e odontológica, a enfermaria e a farmácia; II. realizar exames clínicos em internos; III. encaminhar ao isolamento os internos portadores de doença contagiosa, comunicando os casos à autoridade competente. Art O tratamento ambulatorial, previsto na Lei Penal, será de competência desta unidade, ou em outro local com dependência médica adequada, mediante autorização judicial. CAPÍTULO IX DO INGRESSO, TRANSFERÊNCIA E SAÍDAS DO PRESO Art O ingresso do preso no sistema será feito no NCB e somente por ordem escrita da autoridade competente. Art O preso, ao ingressar no sistema, terá aberto em seu nome um prontuário, devidamente numerado em ordem seriada, onde serão anotados, entre outros: seus dados de qualificação de forma completa; dia e hora do ingresso; grau de instrução situação de saúde física; aptidão profissional e se condenado, a data real do término de sua pena. Parágrafo Único - No prontuário ficarão arquivados todos os documentos relativo ao preso. Art O encarregado do prontuário responderá pessoalmente pela manutenção do sigilo das informações nele contidas, somente podendo fornecer dados ao judiciário, ao Conselho Penitenciário, à Direção do estabelecimento ou à Comissão Técnica de Classificação. Art Feito o prontuário, o preso será minunciosamente instruído acerca das normas de procedimentos adotadas no Estabelecimento, recebendo um exemplar dos direitos e deveres prescritos no Estabelecimento, recebendo um exemplar dos direitos e deveres prescritos no presente Regimento. Parágrafo Único - Os analfabetos serão instruídos oralmente. Art O preso condenado cumprirá um período inicial, considerado probatório, de cento e oitenta (180) dias, durante os quais terá seu comportamento e desempenho avaliados pela Comissão Técnica de Classificação. Parágrafo Único - O prazo de que trata este artigo, nas penas até dois anos, será estabelecido pelo Diretor, ouvida a Comissão Técnica de Classificação. Art Sempre que possível, haverá separação entre presos de comportamento, tendências, níveis de educação e faixa etária diversas.

7 Parágrafo Único - O preso primário cumprirá pena em seção distinta daquela reservada para os reincidentes. Art O preso transferido do NCB para o CIR, será acompanhado do seu prontuário e de informações sobre conceito, elogios e punições, devendo restar apenas a ficha prisional no estabelecimento de origem. Art O Diretor do Estabelecimento ou Conselho Disciplinar informará sobre presos transferidos, de modo a facilitar sua classificação. Art Na época de transferência, se o preso estiver cumprindo pena disciplinar, a mesma poderá ser concluída no outro estabelecimento. Art As transferências para unidades prisionais de outros estados da federação deverão ser feitas através de autorização judicial, contendo relato sobre a situação do interno. Art A soltura do preso dar-se-á pelo término do cumprimento da pena ou em virtude de algum benefício incidente, sempre por ordem escrita da autoridade judiciária competente. Art. 38 Poderá haver saídas excepcionais, na forma e pelo modo autorizado nos artigos 120 e 121 da Lei de Execução Penal. CAPÍTULO X DA CLASSIFICAÇÃO Art A classificação do preso far-se-á pela Comissão Técnica de Classificação, consoante o rendimento apurado através do seu comportamento e desempenho prisional. Art Haverá 03 (três) graus de classificação: BOM; REGULAR; e MAU. 1º - Os requisitos serão os constantes da ficha prisional, além da soma dos conceitos dados por escrito pelos membros. 2º - Durante o período probatório não haverá classificação de comportamento.

8 Art Punição ou comportamento incompatíveis praticados pelo preso podem importar em desclassificação, além de aplicação de penalidade. A desclassificação importa no retorno a qualquer grau inferior. Art As alterações de classificação não podem ocorrer em períodos inferior a seis meses. Art Qualquer alteração na classificação ou desclassificação terá de ser fundamentada. Art Da desclassificação caberá recurso, oral ou escrito, para o Diretor do estabecimento, no prazo de 08 (oito) dias úteis, contados da data em que for dada ciência ao preso. Parágrafo Único - O recurso a que se refere este artigo será assinado pelo interessado, e redigido por ele ou por estagiário de Direito, advogado, Defensor Público, Promotor de Justiça ou Procuradoria do Distrito Federal. CAPÍTULO XI DO TRATAMENTO PENITENCIÁRIO Art O tratamento penitenciário terá como objetivo efetivar as disposições da sentença ou decisão criminal, a emenda do preso e a preparação de sua volta à sociedade. Art São instrumentos de tratamento penitenciário, entre outros: I. assistência material, médica, jurídica, educacional, social e religiosa; II. trabalho; e III. disciplina. 1º - A assistência visa ao atendimento das necessidades morais, espirituais e materiais do preso e será prestada nas modalidades social, religiosa, jurídica, médica e educacional. 2º - A educação tem por fim atingir um mínimo ético-social quanto à personalidade do preso. Nela se inclui o lazer prisional. 3º - O trabalho, de qualquer natureza, é obrigatório e remunerado, podendo ser realizado dentro ou fora do estabelecimento, na forma prevista na Lei de Execução Penal. 4º - A disciplina será aplicada visando a obter o hábito da ordem e o sentimento de respeito à autoridade e ao semelhante, devendo o preso ter conhecimento amplo do regime e do tratamento prisional.

9 5º - O preso e/ou internado, usará o tipo de vestimenta a ser adotado e distribuído pela COSIPE ou por ela permitido. CAPÍTULO XII DA ASSISTÊNCIA PENITENCIÁRIA SECÇÃO I DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Art A assistência social tem por finalidade amparar o preso e o internado e prepará-lo para o retorno à liberdade. Art A assistência social, exercida por profissionais qualificados, será prestada diretamente ao interno e a sua família. Parágrafo Único É facultado o auxílio de entidades públicas ou privadas nas tarefas de atendimento social. Art Incumbe ao Serviço de Assistência Social: I. conhecer os resultados dos diagnósticos e exames; II. relatar, por escrito, ao Diretor do estabelecimento, os problemas e as dificuldades enfrentadas pelo assistido; III. acompanhar o resultado das permissões de saídas e de saídas temporárias; IV. promover, no estabelecimento, pelos meios disponíveis, a recreação; V. promover a orientação do assistido, na fase final do cumprimento da pena, e do liberando, de modo a facilitar o VI. seu retorno à liberdade; providenciar a obtenção de documentos, dos benefícios da previdência social e do seguro por acidente no trabalho; VII. orientar e amparar, quando necessário, a família do preso, do internado e da vítima. Art Para os efeitos da assistência social, o conceito de família é compreensivo de todos aqueles que mantenham relação de dependência com o preso, haja ou não parentesco legal. SECÇÃO II DA ASSISTÊNCIA RELIGIOSA Art A assistência religiosa, com liberdade de culto, será prestada aos presos e aos internados, permitindo-lhes a participação nos serviços organizados no estabelecimento penal, bem como a posse de livros de instrução religiosa.

10 1º - No estabelecimento haverá local apropriado para os cultos religiosos. 2º - Nenhum preso ou internado poderá ser obrigado a participar de atividade religiosa. Art A direção velará para que seja mantida, de forma atualizada, a relação de religiosos e leigos e seus grupos, autorizados a trabalharem no estabelecimento prisional, onde constará a qualificação completa de cada um e o respectivo diretor, encarregado, ou orientador espiritual. Art Nenhum religioso ou leigo ou grupo religioso ou grupo leigo poderá iniciar seus trabalhos sem antes ser advertido e instruído para os problemas prisionais e devidamente cientificado de que seu trabalho se deve desenvolver em harmonia com as normas do estabelecimento. Art Será permitido que os trabalhos religiosos se realizem fora do estabelecimento, desde que haja prévia autorização do Juízo das Execuções Criminais. Art Na realização de trabalhos internos dever-se-á dar preferência a atividades ecumênicas. Art. 56 De modo algum se permitirão cultos ou atividades que causem ou possam causar tumultos ou delírios. SECÇÃO III DA ASSISTÊNCIA EDUCACIONAL Art A assistência educacional compreenderá a instrução escolar e a formação profissional do preso e do interno. Art O ensino de primeiro grau será obrigatório integrando-se no sistema escolar da Unidade Federativa. Art O ensino profissional será ministrado em nível de iniciação ou aperfeiçoamento técnico. sua condição. Parágrafo Único - A mulher condenada terá ensino profissional adequado à Art As atividades educacionais podem ser objeto de convênio com entidade públicas ou particulares, que instalem escola ou ofereçam cursos especializados. Art Em atendimento às condições legais, dotar-se-á cada estabelecimento de uma biblioteca, para uso de todas as categorias de reclusos, provida de livros instrutivos, recreativos e didáticos.

11 Art Não haverá limitação às formas de educação e instrução, devendo dar-se ênfase especial às atividades artísticas, culturais e outras que possam produzir no preso nova visão da vida bem como se incentivar a educação física e profissionalizante. Art Será conferida especial atenção ao lazer prisional, voltada para o relaxamento da tensão e para o entrosamento da vida social do preso, visando à sua integração à sociedade. Parágrafo Único - Todas as formas sadias de lazer aconselhadas para o tipo e idade dos presos devem ser desenvolvidas. SECÇÃO IV DA ASSISTÊNCIA JURÍDICA Art A assistência jurídica terá por fim a proteção dos direitos penais nos termos da Lei de Execução Penal e deste Regimento. Parágrafo Único - Ao preso que puder defender seus direitos, sem prejuízo dos seus encargos pessoais e familiares, não se dará assistência jurídica. Art A assistência jurídica consiste nas seguintes tarefas: I. manter o preso informado de sua situação jurídica penal; II. requerer e acompanhar todos os benefícios penais incidentes na execução; III. manter contatos com o Juízo das Execuções, Tribunais, Conselho Penitenciário e Direção do Estabelecimento no sentido de velar pela situação do preso; IV. providenciar o recebimento de qualquer benefício extrapenal a que o preso tiver direito; V. providenciar para que os prazos prisionais não sejam ultrapassados, requerendo o que for de direito; VI. zelar pela situação patrimonial e cuidar dos registros civis do preso e de sua família. Art A assistência jurídica que se relacionar com recursos no foro será desenvolvida por estagiário de Direito, Promotoria ou Defensoria Pública da Procuradoria do Distrito Federal. SECÇÃO V DA ASSISTÊNCIA MÉDICA Art A assistência médica será ampla, abrangendo a assistência dentária e o acompanhamento psicológico e psiquiátrico.

12 Art Os Médicos, Dentistas, Psicólogos e Psiquiatras dos estabelecimentos prisionais, farão atendimento ambulatorial e de emergência, encaminhando o preso, nos casos mais graves para atendimento nos hospitais da rede oficial. Art A assistência médica contará com uma farmácia, enfermaria e salas de consultas. Art O serviço de saúde prisional será auxiliado por pessoal de enfermagem. Art Ao ingressar no estabelecimento o preso será obrigatoriamente submetido a exame de saúde, bem como ás medidas profiláticas e terapêuticas indicadas, lançando-se registro no seu prontuário. Parágrafo Único Tal exame inclui atendimento psicológico para efeito de poder ser levantado um perfil de sua personalidade, além de exame dentário completo. Art O preso terá asseguradas as medidas de higiene e conservação da saúde durante todo o tempo do seu recolhimento. Art Á assistência médica compete, entre outras, as seguintes atividades: I. manter o fichário dos presos, com todas as alterações cronologicamente registradas; II. velar pela inspeção sanitária da alimentação, vestuário e dependências prisionais, comunicando à Direção qualquer irregularidade encontrada; III. recomendar, em sendo o caso, exame de periculosidade ou de cessação desta; IV. ajudar na manutenção da ordem interna, aliviando tensões pessoais ou coletivas; V. realizar, quando solicitada, laudos técnicos acerca dos presos; e VI. realizar, periodicamente, palestras para os presos, apreciando temas de interesse, como saúde, higiene, sexo, drogas e outros julgados apropriados. SECÇÃO VI DO TRABALHO INTERNO Art O trabalho do condenado, como dever social condição de dignidade humana, terá finalidade educativa e produtiva. 1º - Aplicam-se à organização e aos métodos de trabalho precauções relativas à segurança e à higiene.

13 2º - O trabalho do preso não está sujeito ao regime de Consolidação das Leis do Trabalho. 3º - O trabalho do preso será remunerado, mediante prévia tabela, não podendo ser inferior a três quartos do salário mínimo. Art O condenado á pena privativa de liberdade esta obrigado ao trabalho na medida de suas aptidões e capacidade. Parágrafo Único - Para o preso provisório, o trabalho não é obrigatório e só poderá ser executado no interior do estabelecimento. Art Na atribuição do trabalho deverão ser levadas em conta a habilitação, a condição pessoal e as necessidades futuras do preso, bem como as oportunidades oferecidas pelo mercado. econômica. sua idade. 1º - Deverá ser limitado, tanto quanto possível, o artesanato sem expressão 2º - Os maiores de sessenta anos poderão solicitar ocupação adequada à 1 3º - Os doentes ou deficientes físicos somente exercerão atividades apropriadas ao seu estado. Art A jornada de trabalho não será inferior a seis, nem superior a oito horas, com descanso nos domingos e feriados. Parágrafo Único - Poderá ser atribuído horário especial de trabalho aos presos designados para os serviços de conservação e manutenção do estabelecimento penal. Art O trabalho poderá ser gerenciado por fundação, ou empresa pública, com autonomia administrativa, e terá por objetivo a formação profissional do condenado. 1º - Nessa hipótese, incumbirá à entidade gerenciadora promover e supervisionar a produção, com critérios e méritos empresariais, encarregar-se de sua comercialização, bem como suportar despesas, inclusive pagamento de remuneração adequada. 2º - Todas as importâncias arrecadadas com as vendas reverterão em favor da fundação ou empresa pública. Art O trabalho externo será admissível para os presos em regime fechado somente em serviço ou obras públicas realizadas por órgãos da Administração Direta ou Indireta, ou entidades privadas, desde que tomadas as cautelas contra a fuga e em favor da disciplina.

14 1º - A verificação das condições de admissibilidade, conveniência e oportunidade do trabalho externo será realizada pela Comissão Técnica de Classificação, a cujo parecer, entretanto, não ficará adstrito o Diretor do estabelecimento. 2º - O limite máximo do número de presos será de dez por cento do total de empregados na obra. 3º - Caberá ao órgão de Administração, à entidade ou à empresa empreiteira a remuneração desse trabalho. 4º - A prestação de trabalho a entidades privada depende do consentimento expresso do preso. Art A prestação de trabalho externo, a ser autorizada pela direção do estabelecimento, dependerá de aptidão, disciplina e responsabilidade, além do cumprimento mínimo de um sexto da pena. Parágrafo Único - Revogar-se-á a autorização de trabalho externo ao preso que vier a praticar fato definido como crime, for punido por falta grave, ou tiver comportamento contrário aos requisitos estabelecidos neste artigo. Art Será proibido qualquer tipo de trabalho que importe em fiscalização ou controle de um preso sobre outro. Art. 82 A remuneração do preso poderá ser depositada em Caderneta de Poupança, aberta na Caixa Econômica Federal, para formação de pecúlio. CAPÍTULO XIII DA DISCIPLINA PRISIONAL SECÇÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art A disciplina consiste na colaboração com a ordem, na obediência às determinações das autoridades e seus agentes e no desempenho do trabalho. Parágrafo Único Estão sujeitas à disciplina o condenado à pena privativa de liberdade ou restritiva de direitos e o preso provisório. Art Não haverá falta nem sanção disciplinar sem expressa e anterior previsão legal ou regulamentar. 1º - As sanções não poderão colocar em perigo a integridade física e moral do condenado.

15 2º - É vedado o emprego de cela escura. 3º - São vedadas as sanções coletivas. Art. 85 O condenado ou denunciado no início da execução da pena ou da prisão, será cientificado das normas disciplinares. Art. 86 Não haverá pena disciplinar em razão de dúvidas ou suspeitas. Art. 87 Nas faltas graves, a autoridade representará ao Juiz da execução para os fins dos arts. 118, inciso I, 125, 127, 181 1º, letra d, e 2º, da Lei n.º de Art. 88 Serão considerados faltas disciplinares leves e médias todas as ações ou omissões do interno, infringentes de normas constantes deste Regimento e graves as previstas na Lei de Execução Penal. Art O preso que de qualquer modo concorra para a prática de falta disciplinar incide na mesma sanção cominada ao faltoso, na medida da sua culpabilidade. SECÇÃO II DAS SANÇÕES DISCIPLINARES Art. 90 Aplicam-se aos presos infratores as seguintes sanções principais: I. advertência verbal; II. repreensão escrita; III. suspensão ou restrição de direitos (art. 41, único da Lei de Execução Penal); e IV. isolamento na própria cela ou em cela especial. Art Consideram-se sanções secundárias : I. perda de favores; II. suspensão de visita concedida em caráter de favor; III. rebaixamento de classificação disciplinar; e IV. apreensão de valores ou objetos. Art A cela de isolamento que ficará em local afastado dos pavilhões e será de segurança máxima, terá as mesmas dimensões das celas comuns, como higiene, aeração e iluminação satisfatórias, mas guarnecida apenas com instalações sanitárias, cama e colchão. Art O rebaixamento de classificação disciplinar poderá verificar-se para qualquer conceito de grau inferior.

16 Art A pena de apreensão de valores ou objetos será sempre aplicada quando o preso tiver em seu poder, irregularmente, valor ou objeto. 1º - Quando a apreensão incidir sobre valor ou objeto, que, pela sua natureza e importância, autorize a presunção de origem ilícita, o Diretor do estabelecimento o remeterá à autoridade competente para as providências cabíveis. 2º - Nos casos em que não ocorra a hipótese prevista no 1º, o valor apreendido será depositado na conta do pecúlio prisional do preso, não podendo, entretanto, ser adicionado à parcela destinada a seus gastos particulares. 3º - O objeto de uso não consentido, que houver sido apreendido, só se restituirá ao preso quando este haja adquirido condições de usá-lo ou ao ser posto em liberdade. SEÇÃO III DA APLICAÇÃO DAS SANÇÕES Art Na aplicação das sanções disciplinares, Ter-se-á em conta os antecedentes do preso, o motivo que determinou a falta, as circunstâncias em que ocorreu e as consequências que acarretou. Art As sanções disciplinares na própria cela ou em cela especial de isolamento não ultrapassarão o prazo de trinta dias, para cada falta cometida. Art Compete ao Diretor do estabelecimento, ouvido o Conselho Disciplinar, aplicar as sanções disciplinares. Art As sanções disciplinares poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente. Art São circunstâncias que sempre atenuam a sanção: I. a personalidade abonadora do preso; II. a ausência de faltas anteriores; III. ser menor de 21 anos e maior de 60 anos; IV. haver sido de somenos importância sua cooperação na falta; V. ter confessado, espontaneamente, a autoria da falta ignorada ou imputada a outrem; VI. haver agido sob coação a que não podia resistir; e VII. ter procurado, logo após a falta, evitar ou minorar suas consequências. Art São circunstâncias que agravam a sanção: I. a personalidade desabonadora do preso;

17 II. a reincidência; III. promover ou organizar a cooperação na falta ou dirigir a atividade dos demais agentes; IV. haver coagido ou introduzido outros presos à prática de falta; V. ter praticado a falta quando, em virtude da confiança nele depositada pelas autoridades administrativas, gozava da liberação de alguma ou algumas normas gerais de segurança; e VI. haver agido em conluio com funcionário. Art A execução da sanção disciplinar aplicada poderá ser suspensa, por seis meses, quando, a critério do Diretor do estabelecimento, as circunstâncias, a gravidade e a personalidade do agente autorizem a presunção de que não voltará a praticar faltas. Art Cometendo o interno nova falta, durante o período de suspensão, será a sanção suspensa executada cumulativamente com a que vier a sofrer. Art A execução da sanção disciplinar será suspensa quando o órgão médico do Sistema Penitenciário a desaconselhar por motivo de saúde, em parecer acolhido pelo Diretor do estabelecimento. Art Ao preso submetido a regime disciplinar será assegurado banho de sol e visita médica, nos dias e horários fixados pela Direção do estabelecimento. Art O tempo de isolamento preventivo do infrator será sempre computado no prazo de duração da sanção disciplinar aplicada. SECÇÃO IV DO PROCEDIMENTO DISCIPLINAR Art Cometida a infração, deverá o preso ser conduzido ao Chefe de Vigilância interna para a lavratura da ocorrência. Art O Chefe de Vigilância interna deverá, tendo em vista a gravidade da falta, adotar as providências preliminares que o caso requeira, e, sendo necessário, determinará o isolamento preventivo do preso. Art O Chefe de vigilância interna comunicará, imediatamente, a ocorrência ao Diretor do estabelecimento, a fim de que este mantenha ou revogue as providências inicialmente tomadas. Art Cabe ao Diretor do estabelecimento encaminhar à Comissão Técnica de Classificação e ao Conselho Disciplinar a comunicação de que trata o artigo anterior.

18 Art O Conselho Disciplinar realizará as diligências indispensáveis à precisa elucidação do fato, velando pelo direito de defesa do infrator. Art Concluído o inquérito disciplinar, o Conselho o remeterá, com o seu parecer, no prazo máximo de 24 horas, ao Diretor do estabelecimento para julgamento. Art No parecer de que trata o artigo anterior, o Conselho opinará quanto a culpabilidade do interno e proporá ao Diretor do estabelecimento a punição que entender cabível. Art As faltas cometidas no serviço externo serão julgadas pelo diretor do estabelecimento, depois de exarado o parecer do Conselho Disciplinar. Art Admitir-se-á como prova todo elemento de informação que o Conselho Disciplinar entender necessário ao esclarecimento do fato. Art O interno poderá solicitar reconsideração do ato punitivo, no prazo de 08 (oito) dias úteis contados daquele em que a decisão seja comunicada ao preso, quando: I. não tiver sido unânime o parecer do Conselho Disciplinar em que se fundamentou o ato punitivo; e II. o ato punitivo tiver sido aplicado em desacordo com o parecer do Conselho. Parágrafo Único - O pedido de reconsideração não pode ser reiterado. Art Somente após tornar-se definitivo será o ato punitivo anotado no prontuário do preso. Art Em qualquer época, o preso poderá requerer a revisão da punição sofrida, desde que prove haver sido: I. a decisão fundamentada em testemunha ou fato comprovadamente falso; e II. aplicada a punição em desacordo com este Regimento. Parágrafo Único - O pedido de revisão só se admitirá se fundado em provas não apresentadas anteriormente. SECÇÃO V DAS FALTAS DISCIPLINARES Art São faltas disciplinares leves:

19 I. ocultar fato ou coisa relacionada com a falta de outrem, para dificultar averiguações; II. utilizar material, ferramenta ou utensílio do estabelecimento em proveito próprio, sem a autorização competente; III. portar objeto de valor, além do regulamente permitido; IV. transitar pelo estabelecimento ou por suas dependências em desobediência às normas estabelecidas; V. desobedecer às prescrições médicas, recusando o tratamento necessário ou utilizando medicamentos não prescritos ou autorizados pelo órgão médico competente; VI. enviar correspondências sem autorização do Diretor do estabelecimento; VII. efetuar ligações telefônicas sem autorização; VIII. utilizar-se de local impróprio para satisfação de necessidades fisiológicas; IX. utilizar-se de objeto pertencente a outro preso sem o devido consentimento; X. proceder grosseira ou imoralmente em relação a outro interno; XI. simular doença ou estado de precariedade física para eximirse de obrigação; XII. cometer desatenção propositada durante estudos ou aula de serviço. Art. 119 São faltas disciplinares médias: I. praticar ou contribuir para a prática de jogos proibidos, agravando-se a falta quando essa prática envolver exploração de outros presos; II. resistir, inclusive por atitude passiva, à execução de ordem ou ato administrativo; III. caluniar, difamar ou injuriar funcionário; IV. praticar compra ou venda não autorizada, em relação a outro preso; V. faltar à verdade com o fim de obter vantagem ou eximir-se de responsabilidade; VI. formular queixa ou reclamação com improcedência, reveladora de motivo reprovável; VII. explorar companheiros sob qualquer pretexto ou forma; VIII. desobedecer aos horários justo ao trabalho que for determinado; IX. recusar-se sem motivo justo ao trabalho que for determinado; X. recusar-se à assistência ou ao dever escolar, sem razão justificada; XI. entregar ou receber objetos sem a devida autorização;

20 XII. desleixar-se da higiene corporal, do asseio da cela ou alojamento, e descurar da conservação de objetos de uso pessoal; XIII. lançar nos pátios águas servidas ou objetos, bem como lavar, estender ou secar roupas em local não permitido; XIV. produzir ruídos para perturbar a ordem, nas ocasiões de descanso, de trabalho ou de reunião; XV. desrespeitar os visitantes, seus ou de outros internos; XVI. retardar o cumprimento de ordem, com intuito de proscrastinação; XVII. descurar da execução de tarefa; XVIII. ausentar-se dos lugares em que deva permanecer. Art. 120 São faltas disciplinares graves: I. praticar atos constitutivos de crimes ou contravenções; II. iniciar movimento coletivo de subversão à ordem ou à disciplina, ou dele participar; III. agredir ou tentar agredir funcionário ou visitante, agravandose a falta quando a agressão for praticada com uso de arma ou objeto equivalente, ou dela resultar lesão corporal ou morte; IV. agredir ou tentar agredir companheiro, agravando-se a falta quando a agressão ou tentativa se praticar com uso de arma ou objeto equivalente, ou dela resultar lesão corporal ou morte; V. evadir-se ou tentar evadir-se, agravando-se a falta quando a evasão ou tentativa for praticada através de abuso de direito VI. ou favor, ou, ainda, mediante violência ou grave ameaça; adquirir, usar, portar ou fornecer substância que cause dependência física ou psíquica; VII. confeccionar, portar ou guardar objetos proibidos; VIII. falsificar, alterar ou fazer uso de cartões de identidade ou documento fornecidos pela administração; IX. praticar atos contrários à moral e aos bons costumes; X. rebelar-se contra ordens não manifestamente ilegais; XI. desobedecer a ordem de funcionário no exercício da função respectiva; XII. desacatar funcionário. SECÇÃO VI DAS SANÇÕES DISCIPLINARES Art São sanções disciplinares leves: I. advertência verbal; II. repreensão.

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