MEMORIAL DESCRITIVO DO MAPA DE REGIÕES FISIONÔMICAS E USO DA TERRA PROJETO AGET01/03. Referente

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1 PROJETO AGET01/03 Referente Definição de Áreas Prioritárias para Conservação do Estado de Goiás, Brasil Consórcio Imagem - WWF Brasil Novembro de 2004

2 REVISÃO DATA EMISSÃO DESCRIÇÃO ELABORADO POR 0 03/11/2004 EMISSÃO INICIAL LUIS CARLOS DAMBRÓS 1 16/11/2004 REVISÃO GERAL DO LUIS CARLOS DOCUMENTO DAMBRÓS APROVADO POR CONSÓRCIO IMAGEM-WWF CONSÓRCIO IMAGEM-WWF Memorial Descritivo do Mapa de Regiões Fisionômicas e Uso da Terra LISTA DE DISTRIBUIÇÃO ORGANIZAÇÃO RESPONSÁVEL ORGANIZAÇÃO RESPONSÁVEL ORGANIZAÇÃO RESPONSÁVEL IMAGEM GABRIELA IPPOLITI AGMA SANDRA REZENDE AGETOP MÁRCIO RESENDE

3 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS METODOLOGIA Nomenclatura fitogeográfica Interpretação das classes de cobertura vegetal e uso da terra Definição dos polígonos de remanescentes Estruturação da legenda dos remanescentes Construção do mapa final (integração das interpretações Formações Vegetais Remanescentes e Uso da Terra) Possíveis confusões espectrais Checagem de campo CARACTERIZAÇÃO SUMARIADA DAS TIPOLOGIAS VEGETAIS REMANESCENTES SÍNTESE GERAL DOS RESULTADOS SÍNTESE POR FOLHA 1: BIBLIOGRAFIA

4 1. INTRODUÇÃO E OBJETIVOS Este documento apresenta os procedimentos metodológicos que embasaram a realização do mapeamento das fito fisionomias remanescentes e o uso da terra no projeto Definição de Áreas Prioritárias para Conservação no Estado de Goiás, contratado junto ao consórcio IMAGEM/WWF pela Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas e Agência Goiana do Meio Ambiente, AGETOP e AGMA, respectivamente. Busca ainda fazer descrições sumariadas das tipologias remanescentes, confrontando-as com aspectos generalizados de relevo, solos e litologias, bem como estabelecer as quantificações obtidas em cada uma das 34 (trinta e quatro) folhas na escala de 1: que compõe o estado de Goiás (com o Distrito Federal incluído) referidos ao Sistema Geodésico Brasileiro. Complementa a memória o arquivo fotográfico e dados obtidos por ocasião das viagens de checagem de campo. 2. METODOLOGIA A metodologia utilizada que resultou no Mapa das Regiões Fisionômicas e Uso da Terra, foi proposta e discutida em duas reuniões conjuntas (Consórcio e Agências AGMA/AGETOP), sendo a primeira realizada nas dependências da AGETOP em Goiânia, no dia 16/10/2003 e a segunda em São José dos Campos (SP), nos dias 13 e 14/05/2004, convocadas e realizadas conforme agendas anexas: AGENDA DE REUNIÃO DELIBERAÇÃO DA LEGENDA DO MAPEAMENTO DA COBERTURA VEGETAL E USOS DO SOLO Produto Final Mapa de Regiões Fisionômicas do Estado de Goiás 1

5 DATA PREVISTA: Dia 16 de Outubro de 2003 Quinta-Feira Dia 16/10/2003 Mapa das Regiões Fisionômicas do Estado de Goiás LOCAL: AGMA - Goiânia de 9:30 às 17:30 h FINALIDADE: Reunião Técnica com clientes e consultor para discutir a proposta de Legenda sugerida a AGMA/ AGETOP e apresentação do Produto Piloto preparado pela IMAGEM PARTICIPANTES: Edson Sano, Luiz Dambrós, Omar Silva Jr., Weber Pires, e Corpo Técnico da AGMA. PROGRAMAÇÃO: 09:30 h as 10:00 h Apresentação dos Consultores a AGMA e AGETOP 10:00 h as 11:00 h Apresentação do Mapa Piloto e Metodologia de Trabalho 11:00 h as 12:00 h Apresentação de Propostas de Legenda 12:00 h as 13:00 h Intervalo para Almoço 13:30 h as 16:30 h Discussão das Propostas Apresentadas 16:30 h as 17:30 h Encerramento da Reunião com Conclusão da Legenda Definitiva 2

6 Woorrkksshhoopp PPrrooj jeettoo AAGEETT--0011// ee 1144 ddee Maai ioo IIMAAGEEM ((SSJJCC)) Dia 13 de Maio Mapa das Regiões Fisionômicas e Uso da Terra 8:30 9:00 Mapa de Regiões Fito ecológicas Apresentação Consultor Luis A. Dambrós Mapa de Cobertura Vegetal e Uso da Terra 9:00 9:30 Apresentação Consultor Edson Sano 9:30 9:45 Café Hotel 9:45 10:15 Exposição das Agências 10:15 11:30 Discussão 11:30 12:00 Fechamento registrado em ata de reunião 12:00 13:30 Almoço - Hotel Mapa de Unidades de Paisagem e Vulnerabilidade Ambiental 13:30 14:15 Metodologia Vulnerabilidade Ambiental Apresentação Consultor Edson Crepani / Luís Borsoi Vulnerabilidade dos Solos do Estado de Goiás 14:15 14:45 Apresentação Consultor Geraldo César 14:45 15:00 Exposição das Agências 15:00 15:15 Café - Hotel 15:15 16:30 Discussão 16:30 17:00 Fechamento registrado em ata de reunião Mapa de Áreas Prioritárias para Conservação Proposta metodológica para geração do Mapa de Áreas Prioritárias 17:00 18:00 para Conservação Apresentação Carlos Scaramuzza Dia 14 de Maio Mapa de Áreas Prioritárias para Conservação - Continuação 8:30 9:30 Exposição das Agências 3

7 9:30 11:15 Discussão 11:15 11:30 Fechamento registrado em ata de reunião 11:30 12:00 Lanche - Hotel Implantação do SIG 12:00-12:30 Modelo de Dados da Base do Projeto/Disponibilização dos dados na Intranet - Apresentação Thiago Ferreira 12:30 13:00 Exposição das Agências 13:00 14:45 Discussão Requisitos Funcionais do Sistema 14:45 15:00 Fechamento registrado em ata de reunião 4

8 2.1 Nomenclatura fitogeográfica Da primeira reunião realizada na AGETOP, resultou a Legenda de Cobertura Vegetal e Usos da Terra, conforme anexo contido na ata daquela reunião: ANEXO I Legenda de Cobertura Vegetal e Usos da Terra VEGETAÇÃO NATURAL: Classes Sub-Classes Formações Florestais Mata de Galeria e Ciliar Mata Seca e Cerradão Formação Savânica Cerrado Sentido Restrito Formação Campestre Campo Cerrado, Campo limpo, Campo Sujo, Campo Rupestre VEGETAÇÃO ALTERADA: Classes Sub-Classes Cultura Anual (Cultura em Pivô Central) Cultura Perene Pastagens Reflorestamento Área Urbana Núcleo Rural Cultivadas Nativas Pinus, Eucalipto, Seringeira- Silvicultura 5

9 Espelho D água Outros AREA DE TENSÃO ECOLOGICA Queimadas, Mineração, Solo Exposto (não culturais) Encraves Áreas de Transição Como se pode observar, as classes e subclasses da vegetação natural são as da nomenclatura fitogeográfica proposta por Ribeiro & Walter (1998). Apesar do fácil entendimento, essa classificação foi posteriormente preterida e substituída pela adotada nos mapas de vegetação brasileira, produzidos pelo IBGE, com base nos levantamentos do Projeto RADAMBRASIL e oficialmente usados para estabelecimento de políticas públicas a nível regional. Essa classificação cujo embasamento teórico é discutido no Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE, 1992), tem bases conceituais adaptadas aos sistemas de classificações internacionais, além de ter se mostrada como a mais adequada para a escala de representação de 1: Para adequação aos objetivos, neste trabalho fez-se algumas pequenas alterações, especialmente na maneira de representar as legendas das formações e subformações vegetais. Além de que, para satisfazer parte dos usuários, foi introduzido em anexo, as equivalências com a classificação de Ribeiro & Walter, op.cit. Assim, a vegetação natural remanescente e que foi aprovada no Workshop em São José dos Campos, passou a ser designada da seguinte maneira: Região da Savana (Cerrado) S1 - Savana Florestada S2 - Savana Arborizada sem floresta-de-galeria S3 - Savana Arborizada com floresta-de-galeria S4 - Savana Parque sem floresta-de-galeria (terrenos bem drenados) S5 - Savana Parque com floresta-de-galeria (terrenos bem drenados) S6 - Savana Parque sem floresta-de-galeria (terrenos mal drenados) 6

10 S7 - Savana Parque com floresta-de-galeria (terrenos mal drenados) S8 - Savana Gramíneo-Lenhosa sem floresta-de-galeria (terrenos bem drenados) S9 - Savana Gramíneo-Lenhosa com floresta-de-galeria (terrenos mal drenados) Região da Floresta Estacional Semidecidual F1 - Floresta Estacional Semidecidual Aluvial F2 - Floresta Estacional Semidecidual das Terras Baixas F3 - Floresta Estacional Semidecidual Submontana F4 - Floresta Estacional Semidecidual Submontana (terrenos calcáreos) F5 - Floresta Estacional Semidecidual Montana Região da Floresta Estacional Decidual D1 - Floresta Estacional Decidual Submontana D2 - Floresta Estacional Decidual Submontana (terrenos calcáreos) D3 - Floresta Estacional Decidual Montana Formações Pioneiras P1 - Formação Pioneira Fluvial e/ou Lacustre Herbácea P2 - Formação Pioneira Fluvial e/ou Lacustre Arbustiva No quadro a seguir estão relacionadas as classes e equivalentes da nomenclatura de Ribeiro & Walter, que tem se mostrado adequadas para escalas de semi detalhe e detalhe. 7

11 Savana Florestada (S1) Savana Arborizada (S2; S3) Savana Parque (terrenos bem drenados) (S4;S5) Savana Parque (terrenos mal drenados) (S6; S7) Savana Gramínea- Lenhosa (terrenos bem drenados) (S8) Savana Gramínea- Lenhosa (terrenos mal drenados) (S9) Cerradão Cerrado Denso Cerrado Típico Cerrado Ralo Cerrado Rupestre Campo Sujo Seco (às vezes) Campo Rupestre (às vezes) Parque de Cerrado Vereda (às vezes) Campo Sujo Úmido (às vezes) Campo Sujo com Murunduns (às vezes) Campo Limpo Seco Campo Sujo Seco (às vezes) Campo Rupestre (às vezes) Campo Limpo Úmido Campo Limpo com Murunduns Vereda (às vezes) Campo Sujo Úmido (às vezes) Formações Pioneiras Herbáceas (P1) Campo Limpo Úmido (às vezes) Campo Limpo com Murunduns (às vezes) Vereda (às vezes) Formações Pioneiras Arbustivas (P2) Campo Sujo Úmido (às vezes) Campo Sujo com Murunduns (às vezes) Vereda (às vezes) Floresta Estacional Semidecidual Aluvial (F1) Mata-de-galeria (às vezes) Mata Ciliar (às vezes) Palmeiral (às vezes) 8 Floresta Estacional Mata Seca Sempre-verde

12 2.2 Interpretação das classes de cobertura vegetal e uso da terra O procedimento utilizou diferentes métodos de classificação, de acordo com as características dos alvos: classificação manual, classificação não supervisionada e classificação supervisionada, que serão descritos à continuação. A interpretação começou em todas as imagens, pelas classes com menor nível de confusão espectral: Pivô de irrigação, Áreas Urbanas. Para a classe Cultura em Pivô Central o método utilizado foi a interpretação e digitalização manual/visual; ou seja, foram gerados polígonos (manualmente) das áreas irrigadas por Pivô Central, e estes polígonos foram convertidos para o formato raster (matricial) com valor correspondente ao de sua classe na legenda do projeto para posteriormente serem agrupados na classificação final. Para a classe Área Urbana o método utilizado foi o mesmo do pivô central, porém ao delimitar a área que é atribuída como área urbana, o interprete manteve no interior da 9

13 mesma, as classes que correspondem à cobertura vegetal dentro da cidade, como exemplo parques, reservas etc. Para as classes restantes, foram utilizadas ferramentas de classificação não supervisionada (ISODATA) do software Erdas Imagine v Os pixels foram agrupados e atribuídos estatisticamente, à classe espectral de maior semelhança. Foram utilizadas em todos os casos, as bandas 3, 4 e 5 das imagens Landsat ETM+. O resultado da interpretação automática foi uma imagem com 30 classes; essas foram agrupadas seguindo uma interpretação manual/visual, verificando se a classe era coerente com o tema a ser interpretado, para posteriormente processar a combinação e edição das mesmas. Cada classe foi editada separadamente, para evitar conflitos entre classes com a mesma resposta espectral. Quando uma classe se encontrava finalizada, esta era subtraída da imagem (multiplicação de Imagens) com o intuito de diminuir os conflitos espectrais posteriores. O resultado foi uma imagem com as áreas de classes anteriormente classificadas, sem informação. A imagem resultante deste processo foi utilizada para a interpretação da próxima classe. Algumas das classes da legenda exigiram a comparação dos dados da imagem com dados auxiliares como Censo Agropecuário do Estado de Goiás, Mapas de Vegetação do Projeto RADAMBRASIL (escala 1: ), zoneamentos econômico-ecológicos detalhados e dados do trabalho de campo. Após a classificação de todos os temas, foi realizado o mosaico de todas as classes para obter um único arquivo com todas as classes da legenda. Para esse mapeamento a área mínima de representação foi de 25 ha, tendo sido contempladas as seguintes tipologias: 01 Mata de Galeria e Ciliar 02 Mata Seca ou Cerradão 03 Cerrado Sentido Restrito 04 Campo Limpo 05 Campo Sujo, Campo Rupestre 06 Cultura em Pivô Central 07 Cultura Anual 08 Cultura Perene 10

14 09 Pastagem 10 Reflorestamento 11 Água 12 Área Urbana, Núcleo Rural 13 Outros Ex. Queimadas, Mineração, Solo exposto (não Agricultura) 14 Área de Tensão Ecológica OBSERVAÇÃO: As trinta e quatro cartas resultantes desse mapeamento específico constitui se na base do mapa final Mapa das Regiões Fisionômicas e Uso da Terra do Estado de Goiás, cuja construção exigiu uma integração das interpretações e adequação de escala. Essa base de dados, na íntegra, entretanto, foi disponibilizado para as Agências, para que deles se faça o melhor uso. 2.3 Definição dos polígonos de remanescentes Para a elaboração do mapeamento das Formações Vegetais Remanescentes utilizou-se como base o mapa de Uso da Terra, confeccionado digitalmente com procedimentos e técnicas variadas incluindo classificação supervisionada, não supervisionada e manual. As cinco primeiras classes do Mapa de Uso, mais a classe 14, consideradas naturais e identificadas preliminarmente como Mata de Galeria / Ciliar, Mata Seca ou Cerradão, Cerrado Sentido Restrito, Campo Limpo, Campo Sujo/Campo Rupestre e Área de Tensão Ecológica, foram retrabalhadas visando sua adequação à escala de 1: e à nomenclatura fitogeográfica. Esse tratamento foi realizado com o cruzamento visual das interpretações do uso, em papel transparente, diretamente sobre as imagens analógicas do satélite LANDSAT ETM+, na composição colorida RGB 543, correspondentes aos anos de Para adequação à escala foram inicialmente desconsiderados todos os polígonos isolados de vegetação natural, com dimensões inferiores a 0,5 cm² aproximadamente, e cuja representação no terreno equivale a mais ou menos 156 ha. Polígonos menores foram mantidos quando interligados, e quando isso ocorreu a legenda foi definida como 11

15 mosaico e ou Área de Contato, dependendo do caso. Áreas de vegetação ciliar como matas de galerias e/ou floresta aluvial só foram consideradas quando com dimensões de no mínimo 1,5 mm, representando no terreno cerca de 370 m de largura, aproximadamente. As classes das Formações Vegetais Remanescentes foram redefinidas de acordo com a nomenclatura fitogeográfica do Projeto RADAMBRASIL (Góes-Filho et al, 1982), especificada e comentada no Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE, 1992). Para a aferição da legenda contou-se com o trabalho de mapeamento denominado Vegetação do Estado de Goiás, Atualização dos Antropismos e Inventário, efetuado pelo Radambrasil em convênio com o IBDF, em Obs: Todas as outras classes do mapa de uso, incluindo as de vegetação natural de polígonos não representativos foram classificados como N. 2.4 Estruturação da legenda dos remanescentes Na representação do mapa os polígonos com vegetação remanescente podem ser simples, quando com uma única classe, ou com até três componentes, sendo que neste caso a ordem identifica sua importância, o primeiro é o de maior representatividade. Ex: S214 (Savana Arborizada sem floresta-de-galeria+savana Florestada+Savana Parque sem floresta-de-galeria). Áreas de Contato ou de Tensão Ecológica são identificadas na legenda quando da junção de duas letras maiúsculas, seguidas por numerais que identificam a principal formação contatada de cada região fito ecológica, respectivamente, sendo que, a primeira a ser representada é a de maior importância ou ocorrência no polígono. Ex: SD11 (Contato de Savana Florestada com Floresta Estacional Decidual Submontana). Obs: Quando na representação aparece apenas uma letra, a ocorrência de mais de um dígito carateriza um mosaico de fisionomias de uma mesma região fito ecológica. 12

16 2.5 Construção do mapa final (integração das interpretações Formações Vegetais Remanescentes e Uso da Terra): Mapa de Regiões Fisionômicas e Uso da Terra Após a interpretação, as 34 cartas (escala 1: ) correspondentes às formações vegetais remanescentes foram scaneadas, georreferenciadas e posteriormente vetorizadas (Figura 1). Fig. 1: Exemplo de uma carta de formações Vegetais Remanescentes (escala de 1: ) - Transformação das classes do Mapa digital de Formações de Vegetação Remanescente 13

17 Cada classe do Mapa Digital de Formações de Vegetação Remanescente. Foi transformada para arquivos AOI ( Área of Interest ) no software Erdas Imagine versão 8.6(Vide Figura 2). Fig.2 Exemplo de AOI - Atribuição das Classes Depois da transformação das classes em AOI, foi utilizado o comando FILL (Erdas Imagine versão 8.6.) para realizar a atribuição das classes aos diferentes polígonos (classificação), 14

18 utilizando como background (classificação de fundo) a interpretação do Uso da Terra descrita no item 2.2; com exceção da classe N, todas as demais classes do Mapa de Formações Vegetais Remanescentes passaram a ser integradas com a interpretação do Uso do Solo, utilizada como classificação de fundo (Vide Figura 3). Os espaços ocupados pela classe N no mapa de Formações de Vegetação Remanescente continuaram com a classificação relacionada no mapa de Uso da Terra. 15

19 Fig.3 Exemplo de atribuição de classes com Uso de background - Edições necessárias para integração das interpretações 16

20 A consolidação das duas classificações em um único produto exigiu ainda algumas edições, representados no tópicos abaixo: - Edição dos limites de integração das classes dos diferentes mapeamentos; - Eliminação de polígonos menores a 156 ha pertencentes às classes Mata de Galeria e Ciliar, Mata Seca ou Cerradão, Cerrado Sentido Restrito, Campo Limpo, Campo Sujo, Campo Rupestre provenientes da classificação do Uso das Terras; - No caso de polígonos de uso da terra pertencentes às classes Cultura em Pivô Central, Cultura Anual, Cultura Perene, Pastagem, Reflorestamento, Água, Área Urbana, Núcleo Rural e Outros, foram mantidos os polígonos de tamanho menor do que 156 ha, considerando-se 25 ha como tamanho mínimo das classes. 2.6 Possíveis confusões espectrais Como em todo mapeamento é natural ocorrer erros interpretativos, por maior controle que se faça, incluindo maior checagem de campo. Uma maneira de errar menos é tornar muito genérica as classes. Optou-se por tentar acertar, discriminando o melhor possível essas classes, para esta escala e este sensor. Outrossim, algumas situações devem ser destacadas como áreas de potencial confusão espectral: - Áreas assinaladas como de Savana Gramíneo-Lenhosa e ou Savana Parque, especialmente as de ocorrência extra Unidades de Conservação e em terrenos de Cambissolos e Neossolos Litólicos, podem eventualmente estarem superestimadas, representando na verdade áreas antropizadas com pastagens plantadas, ou mais comumente, áreas degradadas com retirada parcial dos indivíduos, configurando na realidade um campo antrópico. O inverso também pode ter ocorrido, isto é, em situações assemelhadas de solos, porções assinaladas como de Pastagem, representar eventualmente, tratos naturais de Savana Gramíneo-Lenhosa e ou Savana Parque, principalmente. 17

21 - Áreas de Savana Florestada (Cerradão) tem refletância muito semelhante as de Floresta Estacional Semidecidual e ou Decidual. Assim é possível que alguma confusão possa ter havido na definição dessas categorias. - Capoeiras de estágios avançados tem igualmente refletância semelhante ao Cerradão e ou outra tipologia florestal. Assim, algumas áreas assinaladas como de Cerradão e ou de florestas, podem na realidade não ser ou estarem muito degradadas. O estágio, ou melhor, o estado de conservação é um atributo que, geralmente, só pode ser obtido in loco. - Nas áreas de encostas muito movimentadas e escarpas, pode ter havido uma superestimação e/ou subestimação das fisionomias, agravado pelo problema da sombra. - Entre as classes de Uso da Terra: Pastagem e Lavoura Anual é possível que tenha havido as maiores confusões. É praticamente impossível separar, somente com análise espectral e em determinados tipos de solos, lavouras e pastagem plantada, cujo estágio evolutivo ou stand são muito assemelhados. Para tentar diminuir, ou pelo menos distribuir o erro, foram utilizados os censos agropecuários municipais. - Finalmente, não se pode deixar de comentar que o mapeamento se refere à interpretações de imagens com datas de aquisição de 2001 e De lá para cá alguma coisa, é provável, já mudou. 2.7 Checagem de campo Visando validar as informações retiradas das interpretações das imagens foram programados e realizados dois períodos de campo, conforme os roteiros em anexo. A primeira viagem foi executada no período de 14 a 25 /06/2004 e teve a participação dos seguintes profissionais: Luiz Fernando Borsoi (especialista em geomorfologia Imagem); Geraldo César Oliveira (especialista em solos consultor Imagem/UFG); Luiz Alberto Dambrós (especialista em vegetação consultor Imagem/IBGE) e com o acompanhamento dos técnicos da Agência Ambiental: Alejandro, Denise e Suzete. 18

22 A segunda viagem executada basicamente no sul do estado no período de 18 a 22/10/2004, sem a presença do Prof. Geraldo, contou com os técnicos da Agência Ambiental: Alejandro, Denise, Greig e Suzete e pela Imagem Luiz Borsoi e Luiz Dambrós. Ferramentas Utilizadas Imagens de satélite Landsat em papel na composição 543, recortadas no formato 1: ; interpretações em papel poliéster, na mesma escala dos mapas de uso da terra e de remanescentes. Para a documentação dos trabalhos de campo, foram utilizados computadores de mão ( Palm Top ) com o software ArcPad e GPS s acoplados; assim, os pontos visitados foram georreferenciados e documentados em um tema de pontos que contem a descrição temática na sua tabela de atributos. Dentro do software ArcPad, pode-se visualizar e manipular os temas limite de município, estradas a serem percorridas, localidades, pontos pré-estabelecidos no escritório, e o tema com os pontos coletados em campo. O Palm Top serviu também de navegador espacial para os técnicos, facilitando assim a localização em tempo real. Após o preenchimento do formulário, em cada ponto foi anexado pelo menos uma fotografia digital, utilizando a câmera que também se encontra acoplada no computador de mão. Em alguns pontos utilizou-se máquina fotográfica tradicional. As fotografias, todas georreferenciadas, constituem mais um dos atributos do ponto em questão. Roteiro do Trabalho de campo 1 19

23 Roteiro do Trabalho de campo 2 20

24 3. CARACTERIZAÇÃO SUMARIADA DAS TIPOLOGIAS VEGETAIS REMANESCENTES A Classificação da Vegetação Brasileira, adaptada a um Sistema Universal, proposta pelo IBGE (1992) distingue no Brasil nove (9) regiões ou tipos principais de vegetação, assim discriminadas: - Floresta Ombrófila Densa (Floresta Pluvial Tropical); - Floresta Ombrófila Aberta (faciações da Floresta Densa); - Floresta Ombrófila Mista (Floresta de Araucária); - Floresta Estacional Semidecidual (Floresta Tropical Subcaducifólia); - Floresta Estacional Decidual (Floresta Estacional Decidual); - Campinarana (Campinas); - Savana (Cerrado); 21

25 - Savana-Estépica (Caatinga do Sertão Árido, Campos de Roraima, Chaco Sul Matogrossense e Parque de Espinilho da Barra do Rio Guaraí) e - Estepe (Campanha Gaúcha e Campos Gerais Planálticos) Para o Estado de Goiás, submetido a um clima continental com dois períodos bem demarcados por chuvas e secas, a mesma classificação define a ocorrência de três (3) dessas tipologias: - Savana (Cerrado); - Floresta Estacional Semidecidual (Floresta Tropical Subcaducifólia) e - Floresta Estacional Decidual (Floresta Tropical Caducifólia). A grosso modo, nas áreas interfluviais, a distribuição desses tipos obedece a gênese e a fertilidade dos solos. Em terrenos areníticos lixiviados e fortemente aluminizados, ocorre a Savana (Cerrado). Já nos solos calcíferos e/ou de origem magmática e logicamente mais férteis (latossolos e argissolos distróficos e/ou eutróficos), ocorrem os tipos florestais estacionais. Região da Savana (Cerrado) De acordo com o Manual Técnico da Vegetação Brasileira (IBGE,1992), o termo Savana procede da Venezuela, tendo sido empregado pela primeira vez por Oviedo y Valdez (1851), para designar os lhanos arbolados da Venezuela (formação graminóide dos planaltos, em geral coberta por plantas lenhosas) e posteriormente levado para a África (apud.tansley, 1935). No decorrer de décadas entretanto vários autores utilizaram-se de outros termos para designar esta vegetação: - Humboldt (1806) chamou-a Estepe - Drude (1889) denominou-a Estepe tropical - Schimper (1903) designou-a Floresta de savana para representar as formações graminosas arborizadas intertropicais. 22

26 - Warming (1908) denominou-a no Brasil de campos cerrados ou vegetação xerofítica, em fase de um longo período seco bem demarcado (1973). - Chevalier (1932) Savana - Lanjouw (1936) Savana - Trochain (1951/54) Savana - Rawitscher (1952) adotou a terminologia de Warming de campo cerrado - Beard (1953) Savana - Aubréville (1956) Savana - Schnell (1971) Savana - Projeto RADAMBRASIL (1973/86) Savana (Cerrado). Quando do mapeamento do Radambrasil, após as ponderações acima, resolveu-se adotar o termo Savana como prioritário e Cerrado como sinônimo regionalista, por apresentar uma fito fisionomia ecológica homóloga àquelas. A Savana (Cerrado), é conceituada como uma vegetação xeromorfa, preferencialmente de clima estacional (mais ou menos seis meses secos), podendo não obstante ser encontrada também em clima ombrófilo. Reveste solos lixiviados aluminizados, apresentando sinúsias de hemicriptófitos, geófitos, caméfitos e fanerófitos oligotróficos de pequeno porte, com ocorrência por toda a Zona Neotropical e prioritariamente no Brasil Central. Em outras partes do País, recebe nomes locais, como: tabuleiro, agreste e chapada no nordeste, campina ou gerais no norte de Minas, Tocantins e Bahia, dentre outras denominações. 23

27 A Savana (Cerrado) foi subdividida em quatro subgrupos de formação, todas bem representadas no Estado de Goiás: - Savana Florestada (Cerradão); - Savana Arborizada (Campo Cerrado, Cerrado propriamente dito ); - Savana Parque (Campo Sujo de Cerrado, Cerrado de Pantanal) e - Savana Gramíneo-Lenhosa (Campo Limpo de Cerrado) Embora constituam formações florestais com estrutura típica, etc, as florestas-de-galerias, pelas suas dimensões, não são separadas nesse sistema de classificação, construído para representar mapeamentos em escalas regionais, sendo consideradas portanto, como componentes da Savana (Cerrado). A presença ou ausência delas, numa determinada área, entretanto, define as subformações vegetais, onde poderemos ter por ex: Savana Arborizada sem floresta-de-galeria e/ou Savana Arborizada com floresta-de-galeria e assim por diante. Savana Florestada (Cerradão) Na caracterização do Manual Técnico da Vegetação Brasileira, op cit. o Cerradão, como popularmente é designado, constitui um Subgrupo de formação com fisionomia típica e característica, restrita a áreas areníticas lixiviadas com solos profundos, ocorrendo em um clima tropical eminentemente estacional. Apresenta sinúsias lenhosas de micro e nanofanerófitos tortuosos com ramificação irregular, providos de macrófilos esclerófilos perenes ou semi-decíduos, ritidoma esfoliado corticoso rígido ou córtex maciamente suberoso, com órgãos de reserva subterrâneos ou xilopódio. Não apresenta sinúsia nítida de caméfitos, mas sim relvado hemicriptofítico, de permeio com plantas lenhosas raquíticas e palmeiras anãs. Para Ribeiro & Walter (1998), o Cerradão é uma formação florestal, embora admitam que floristicamente tem maior similaridade com o Cerrado, propriamente dito. Apresenta dossel predominantemente contínuo e cobertura arbórea oscilando entre 50 a 90%, com altura variando de 8 a 15 metros. Em sua maioria, os solos onde ocorre são profundos e bem drenados, não obstante podem ocorrer em solos mais rasos e por isso, podendo 24

28 ainda ser subdividido em Cerradão Mesotrófico e Cerradão Distrófico, de acordo com sua correspondência à fertilidade do solo, sendo que em cada tipo agregam-se espécies características adaptadas a cada ambiente. Ainda, segundo Ribeiro &Walter, de maneira geral, as espécies arbóreas mais freqüentes no Cerradão são: Callisthene fasciculata, Caryocar brasiliense, Copaifera langsdorffii, Emmotum nitens, Hirtella glandulosa, Lafoensia pacari, Magonia pubescens, Siphoneugenia densiflora, Vochysia haenkeana e Xilopia nitida. Outros autores acrescentam ainda: Agonandra brasiliensis, Bowdichia virgilioides, Dalbergia miscolobium, Dimorphandra mollis, Kielmeyera coriacea, Machaerium opacum, Platypodium opacum, Platypodium elegans, Pterodon emarginatum, Qualea grandiflora e Sclerolobium paniculatum. Como arbustos são citados: Alibertia edules, Alibertia sessilis, Brosimum gaudichaudii, Bauhinia bongardii, Casearia silvestrys, Casearia javitensis, Copaifera oblongifolia, Duguetia furfuracea, Miconi albicans, Miconia macrothyrsa e Rudgea viburnoides. Savana Arborizada (Campo Cerrado, Cerrado propriamente dito ) Para o IBGE(1992) essa tipologia é caracterizada como Subgrupo de formação natural ou antropizado que se caracteriza por apresentar uma fisionomia nanofanerofítica rala e outra hemicriptofítica graminóide contínua, sujeito ao fogo anual. Estas sinúsias dominantes formam fisionomias ora mais abertas (Campo Cerrado); ora com a presença de um scrub adensado (Cerrado propriamente dito ). A composição florística, apesar de semelhante à da Savana Florestada, possui ecótipos dominantes que caracterizam os ambientes de acordo com o espaço geográfico ocupado... Para Ribeiro &Walter, já citado, essa formação é uma das formações savânicas do Bioma Cerrado e estaria classificada ou correspondendo basicamente ao que eles denominam tipo fisionômico Cerrado sentido restrito e em especial aos subtipos Cerrado Denso e Cerrado Típico, com a seguinte caracterização: O Cerrado Denso é um subtipo de vegetação predominantemente arbóreo, com cobertura de 50% a 70% e altura média de 5 a 8 metros. Representa a forma mais densa e alta de Cerrado sentido restrito. Os 25

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