Documento para discussão no GT

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Documento para discussão no GT"

Transcrição

1 Quanto ainda resta da Caatinga? Uma estimativa preliminar Carlos Henrique Madeiros Casteleti José Maria Cardoso da Silva Marcelo Tabarelli André Maurício Melo Santos Universidade Federal de Pernambuco, Centro de Ciências Biológicas, Núcleo de Biodiversidade. Documento para discussão no GT Petrolina, 2000

2 Introdução A região da caatinga compreende uma área aproximada de km 2, incluindo partes dos Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Minas Gerais. Este bioma é dominado por um dos poucos tipos de vegetação cuja distribuição está totalmente restrita ao Brasil (Ferri 1979). De modo geral, a biota da região da caatinga tem sido geralmente descrita na literatura como pobre, abrigando poucas espécies endêmicas e, portanto, de baixa prioridade para conservação. Estudos recentes mostram que isto está longe de ser verdade (Andrade-Lima 1982, Rodal 1992, Sampaio 1995, Garda 1996, Silva & Oren 1997). A região possui sim um considerável número de espécies endêmicas. Além disso, várias espécies novas de animais e de plantas endêmicas têm sido descritas recentemente para região, indicando um conhecimento zoológico e botânico bastante precário. Por exemplo, um estudo sobre o esforço amostral das coletas de um grupo de anfíbios identificou a Caatinga como uma das regiões menos conhecida em toda a América do Sul, com extensas áreas não possuindo uma única informação (Heyer 1988). A Caatinga tem sido bastante modificada pelo homem. Garda (1996) indica que os solos nordestinos estão sofrendo um processo intenso de desertificação devido à substituição da vegetação natural por culturas, principalmente através de queimadas, e que o desmatamento e as culturas irrigadas estão levando a salinização dos solos, aumentando ainda mais a evaporação da água contida neles e acelerando, desta maneira, o processo de desertificação. De acordo com Garda (1996), somente a presença da vegetação adaptada das caatingas tem impedido a transformação do nordeste brasileiro num imenso deserto. Apesar das ameaças à sua integridade, menos de 2% da caatinga está protegida como unidades de conservação de uso restrito (Tabarelli et al. 2000). Este artigo tem como objetivo estimar a área total do bioma Caatinga já alterado pelo homem. A estimativa é baseada nos mapas gerados pelo Projeto Radambrasil (IGBE 1993) mais uma simulação utilizando as estradas da região como eixos de alteração ambiental. A lógica para isso baseia-se nos efeitos bem 2

3 documentados que a construção e a manutenção das estradas trazem ao ambiente (Forman 2000). Material e Métodos Como mapa base foi utilizado o Mapa de Vegetação do Brasil, na escala 1: (IBGE 1993). Este mapa foi digitalizado na projeção geográfica, por Edmar Moretti (IBAMA, DIREC/DICRI, Brasília), a partir do mapa impresso. Este mapa foi sobreposto ao mapa com os limites do bioma Caatinga, tal como definido para fins do Subprojeto Áreas e Ações Prioritárias para a Conservação, Uso Sustentável e Repartição de Benefícios do Bioma Caatinga (www.biodiversitas.org/caatinga). Em uma primeira análise, todas as classes vegetacionais que foram classificadas pelo IBGE como dominadas por atividades agrícolas foram selecionadas e suas áreas calculadas utilizando a opção geoprocessing do programa ARCVIEW (ESRI 1998). Esta análise simples gera a primeira estimativa da área alterada no bioma Caatinga. Esta estimativa é, entretanto, conservadora, pois é baseada em informações coletadas durante todo o Projeto Radambrasil, que se estendeu durante a década de 70 e 80. Por isso, é necessário também adicionar uma outra estimativa, que leve em conta os principais eixos de pressão antrópica sobre a região: as estradas. As estradas alteram significativamente a paisagem de uma determinada região. Estes diversos efeitos incluem, por exemplo, alterações na vegetação, alterações no ambiente químico, modificações no ambiente físico, expansão de espécies exóticas, modificações no uso humano da terra e água, modificações no comportamento dos animais, mortalidade de animais devido à construção e manutenção das estradas, além da mortalidade devido a colisão com veículos (Trombulak & Frissell 2000). Para estimar a área de alteração de uma estrada, é essencial conhecer a largura da zona de efeito da estrada (Forman 2000). Como as estradas podem interromper fluxos ecológicos na paisagem (Forman 1995), os efeitos ambientais que elas causam se estendem muito mais do que simplesmente as áreas utilizadas nas suas construções e manutenções (Forman 1995). Infelizmente, poucos estudos existem estimando a largura média da zona de efeito da estrada (Reijnen et al. 1995; Forman 2000). 3

4 Para estimar o efeito das estradas sobre o bioma Caatinga, um mapa das principais estradas da região foi digitalizado. Ao longo deste sistema de estradas, simulações foram feitas utilizando-se como largura média da zona do efeito da estrada as seguintes distâncias: 1, 3, 5, 7 e 10 km. A área total do impacto para cada simulação foi calculada e adicionada à estimativa baseada somente no mapa do Projeto Radambrasil. Áreas de sobreposição entre as duas estimativas foram adicionadas somente uma vez. Estas simulações foram feitas utilizando o Xtools, ferramenta do Arcview (ESRI 1998). O cálculo das áreas foi realizado utilizado o script calc_area, que deve ser utilizado com a projeção Equal_Area Cylindrical. Resultados Utilizando somente o mapa do Projeto Radambrasil (1993), estimou-se que a área coberta por atividades agrícolas no bioma é de km 2, o que corresponde a 27,47% do limite da Caatinga. Esta área modificada se estende por praticamente toda a Caatinga (Figura 1). Os resultados das simulações feitas a partir da rede de estradas principais que existe na região estão apresentados na Figura 2. A área de impacto das estradas cresce substancialmente de acordo com a largura média adotada para a zona de efeito da estrada. Assim, com largura de 1 km, a área adicionada foi de km 2 ; com 3 km, foi de km 2 ; com de 5 km, foi de mm 2 ; com 7 km, foi de Km 2 ; e com 10 km, foi de km 2. Assim, dependendo do da largura adotada, a área alterada pelo homem no bioma da Caatinga variará de km 2 (30,3%) a km 2 (51,67%). Discussão e Recomendações Independente da estimativa adotada, uma importante parcela do bioma Caatinga foi bastante modificada pelas atividades humanas. Algumas destas áreas previamente ocupadas pela agricultura possuem grande risco de desertificação, exigindo ações urgentes de restauração da vegetação original (Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, 1998). Certamente, a porcentagem de alteração da vegetação original da Caatinga 4

5 alterada pelas atividades humanas é superior aos 28% estimados através do mapa produzido pelo IBGE (1993) e uma análise do impacto causado pelo sistema de estradas certamente adiciona informações importantes para uma estimativa mais acurada. O nó crítico desta estimativa está na determinação de uma largura média da zona de impacto de estrada adequada para a região, pois há poucos estudos sobre este assunto no mundo (Forman, 2000). Um estudo-piloto (Santos 2000) realizado na região da caatinga nos arredores de Xingó pode ajudar na escolha de uma largura média mais adequada à região. Este autor estudou o efeito das estradas na paisagem de uma área de ,8 ha, e concluiu que o impacto se estende em média por até 7 km. Esta conclusão foi baseada em estudos de imagens de satélite da região para determinar a distribuição dos remanescentes de caatinga na paisagem. Santos (2000) descobriu que a faixa de 7 km ao longo das estradas continha apenas 10% da cobertura vegetal e que todos os remanescentes de caatinga localizados nesta faixa eram pequenos (<200 ha) e isolados, portanto ecologicamente inviáveis. Se adotarmos a largura média da zona de impacto da estrada de 7 km como válida para todo o bioma da Caatinga, a área total alterada pelo homem na região será de km 2, ou seja, 45.32% da região (Figura 3). Este valor coloca a Caatinga como um dos biomas mais modificados pelo homem no Brasil, sendo ultrapassado apenas pela Floresta Atlântica e Cerrado. O mapa com as áreas com baixo impacto na Caatinga (Fig. 3) se parece com um arquipélago, composto por "ilhas" de diferentes tamanhos, cercados por uma rede intricada de áreas alteradas. No total, são 202 "ilhas" de baixo impacto. A área destas "ilhas" varia de 0,00002 km 2 até ,63 km 2 (média de 1.988, 35 km 2 e desviopadrão de 4.026,52). A grande maioria destes polígonos (31,19%) não é maior do que 50 km 2 e apenas 9 "ilhas" possuem área igual ou maior do que km 2 (Figura 4). Com base no mapa que prediz realisticamente a distribuição da área alterada pelo homem na região da Caatinga (Figura 3), as seguintes recomendações podem ser feitas: Novas unidades de conservação devem ser criadas no centro das grandes áreas nucleares de vegetação original ainda existentes entre as áreas alteradas. Isto garantiria uma proteção maior para estas áreas e um custo menor de fiscalização (Peres & Terborgh, 1995); 5

6 Pelo menos uma grande unidade de conservação de tamanho apropriado (com no mínimo há de área) deve ser criada em cada uma das "ilhas" de baixo impacto. Naturalmente, estas reservas devem complementar a representatividade ambiental do sistema de unidades de conservação atualmente existente (Tabarelli et al., 2000). Estratégias devem ser desenvolvidas para utilizar de forma eficiente, para fins econômicos, as áreas do bioma Caatinga já alteradas, evitando assim pressões sobre áreas ainda pouco alteradas. Bibliografia Andrade-Lima, D The caatingas dominium. Rev. Bras. Bot. 4: ESRI, 1998.Arcview GIS 3.1. ESRI, United States. Ferri, M.G A vegetação brasileira. EDUSP, São Paulo. Formam, R. T. T Land mosaics: the ecology of landscapes and regions. Cambridge University Press, Cambridge, United Kingdom. Formam, R. T. T Estimate of the area affected ecologically by the road system in the United States. Conservation Biology 14(1): Garda, E. C Atlas do meio ambiente do Brasil. Editora Terra Viva, Brasília. Heyer, R. H On frog distribution patterns east of the Andes. In P. E. Vanzolini & R. H. Heyer (eds.), Proceedings of a Workshop on Neotropical Distribution Patterns. Academia Brasileira de Ciências, Rio de Janeiro, Brasil. pp IBGE, Mapa de vegetação do Brasil. IBGE, Rio de Janeiro. Ministério do Meio Ambiente, dos Recursos Hídricos e da Amazônia Legal, Desertificação: caracterização e impactos. Peres, C. A. & J. W. Terborgh, Amazonian nature reserves: an analysis of the defensibility status of conservation units and design criteria for the future. Conservation Biology 9(1): Reijnen, M. J. S. M., G. Veenbaas, & R. P. B. Foppen Predicting the effects of motorway traffic on breeding bird populations. Ministry of Transport and Public Works, Delft, The Netherlands. Rodal, Fitossociologia da vegetação arbustivo-arbórea em quatro áreas de caatinga em Pernambuco. Tese de doutorado. Campinas: Universidade de Campinas. 6

7 Sampaio, E.V.S.B Overview of the Brazilian caatinga. pp In Bullock, S.H., Mooney, H.A. & Medina, E. (eds.), Seasonally dry forests. Cambridge University Press, London. Santos, A. M. M Ação antrópica e estratégia de conservação da Caatinga na região de Xingó- Brasil. Monografia, Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas, Universidade Federal de Pernambuco. Silva, J. M. C. & D. C. Oren Geographic variation and conservation of the Moustached Woodcreeper (Xiphocolaptes falcirostris), na endemic and threatened species of northeastern Brazil. Bird Conservation International 7: Tabarelli, M; Silva, J. M. C.; Santos, A. M. M Análise de representatividade das unidades de conservação de uso direto e indireto no bioma Caatinga. Documento Temático, Seminário Biodiversidade da Caatinga (www.biodiversitas.org/caatinga). Trombulak, S. C. & Frissell, C. A Review of ecological effects of roads on terrestrial and aquatic communities. Conservation Biology 14(1):

8 Figura 1. As áreas em vermelho representam as áreas de atividade agrícola no bioma Caatinga. Baseado no mapa de vegetação do Brasil. IBGE (1993). Escala 1:

9 Figura 2. Aumento da área alterada no bioma Caatinga a medida que se aumenta a largura média da "zona de efeito da estrada". Estes valores são adicionados aos 27,47% da região já alterados pelas atividades agrícolas. 9

10 Figura 3. As áreas em vermelho representam as áreas alteradas no bioma Caatinga. Como áreas alteradas entende-se as áreas de atividade agrícola mais a zona de efeito da estrada (7 km) ao longo das principais rodovias do bioma Caatinga. 10

11 Figura 4. Distribuição das "ilhas" de áreas de baixo impacto em categorias de tamanho no bioma da Caatinga. Note que a maioria das "ilhas" está na categoria de menor tamanho. 11

Quanto ainda resta da Caatinga? Uma estimativa preliminar

Quanto ainda resta da Caatinga? Uma estimativa preliminar Quanto ainda resta da Caatinga? Uma estimativa preliminar Carlos Henrique Madeiros Castelletti Universidade Federal de Pernambuco José Maria Cardoso da Silva Universidade Federal de Pernambuco Conservation

Leia mais

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense

Biomas Brasileiros. 1. Bioma Floresta Amazônica. 2. Bioma Caatinga. 3. Bioma Cerrado. 4. Bioma Mata Atlântica. 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense Biomas Brasileiros 1. Bioma Floresta Amazônica 2. Bioma Caatinga 3. Bioma Cerrado 4. Bioma Mata Atlântica 5. Bioma Pantanal Mato- Grossense 6. Bioma Pampas BIOMAS BRASILEIROS BIOMA FLORESTA AMAZÔNICA

Leia mais

Informação sob embargo até dia 30/11 às 9hs... Cana-de-açúcar avança em áreas prioritárias. para a conservação e uso sustentável do Cerrado

Informação sob embargo até dia 30/11 às 9hs... Cana-de-açúcar avança em áreas prioritárias. para a conservação e uso sustentável do Cerrado Informação sob embargo até dia 30/11 às 9hs Instituto Sociedade, População e Natureza... Cana-de-açúcar avança em áreas prioritárias para a conservação e uso sustentável do Cerrado (Mapas elaborados pelo

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DO BIOMA CAATINGA NA CONCEPÇÃO DE DISCENTES, DE UMA ESCOLA LOCALIZADA NO SEMIÁRIDO PARAIBANO.

CARACTERIZAÇÃO DO BIOMA CAATINGA NA CONCEPÇÃO DE DISCENTES, DE UMA ESCOLA LOCALIZADA NO SEMIÁRIDO PARAIBANO. CARACTERIZAÇÃO DO BIOMA CAATINGA NA CONCEPÇÃO DE DISCENTES, DE UMA ESCOLA LOCALIZADA NO SEMIÁRIDO PARAIBANO. OLIVEIRA, Mayara Cecile Nascimento¹-UEPB SILVA, Renata Lima Machado¹-UEPB CARLOS, Angélica Cardoso

Leia mais

1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal

1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal 1º Seminário Catarinense sobre a Biodiversidade Vegetal Ações do Governo Federal Visando à Valorização e Conservação da Biodiversidade Vegetal João de Deus Medeiros joao.medeiros@mma.gov.br Departamento

Leia mais

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Professor: Josiane Vill Disciplina: Geografia Série: 1ª Ano Tema da aula: Dinâmica Climática e Formações Vegetais no Brasil Objetivo da aula: conhecer a diversidade

Leia mais

Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira

Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira Cientistas incompetentes dizem que o Código Florestal é santo Ciro Siqueira Metzger é um biólogo que adora o Código Florestal e constrói hipóteses apenas para provar aquilo que ele quer que seja provado

Leia mais

DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS

DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS DOMÍNIO DOS MARES DE MORROS Situação Geográfica Este domínio estende-se se do sul do Brasil até o Estado da Paraíba (no nordeste), obtendo uma área total de aproximadamente 1.000.000 km².. Situado mais

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, RESGATAR A IMPORTÂNCIA DO BIOMA CAATINGA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL, RESGATAR A IMPORTÂNCIA DO BIOMA CAATINGA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE ENSINO SUPERIOR DO SERIDÓ CERES DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA DGEO PROJETO EDUCAÇÃO AMBIENTAL, RESGATAR A IMPORTÂNCIA DO BIOMA CAATINGA Caicó/RN 2015 UNIVERSIDADE

Leia mais

REPRESENTATIVIDADE DO BIOMA CAATINGA NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO ESTADO DO PIAUÍ

REPRESENTATIVIDADE DO BIOMA CAATINGA NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO ESTADO DO PIAUÍ Porto Alegre/RS 23 a 26/11/2015 REPRESENTATIVIDADE DO BIOMA CAATINGA NAS UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DO ESTADO DO PIAUÍ Verônica Maria Pinheiro Pimentel (*), Jéssica Camilla da Silva Vieira de Araújo, Nadya

Leia mais

Morcegos da Caatinga: Panorama científico dos últimos 35 anos

Morcegos da Caatinga: Panorama científico dos últimos 35 anos Morcegos da Caatinga: Panorama científico dos últimos 35 anos Juan Carlos Vargas Mena 1,3,4, Eugenia Cordero-Schmidt 1,3,4, Bernal Rodriguez- Herrera 2,3,4 & Eduardo Martins Venticinque 1 1 Universidade

Leia mais

DESMATAMENTO EM ÁREAS PROTEGIDAS DA CAATINGA

DESMATAMENTO EM ÁREAS PROTEGIDAS DA CAATINGA DESMATAMENTO EM ÁREAS PROTEGIDAS DA CAATINGA Laura Sabbatini Trebbi 1,2, Bianca Vigo Groetaers Vianna 1,2, Bruno Mariani Piana 1,2, Daniel Moraes de Freitas 3, Rodrigo Antônio de Souza 3 1 Empresa Júnior

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2016 Institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da Caatinga. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Esta Lei institui a Política de Desenvolvimento Sustentável da

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO A DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO E MITIGAÇÃO DOS EFEITOS DA SECA- PAN-Brasil

PROGRAMA DE AÇÃO A DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO E MITIGAÇÃO DOS EFEITOS DA SECA- PAN-Brasil PROGRAMA DE AÇÃO A NACIONAL DE COMBATE À DESERTIFICAÇÃO E MITIGAÇÃO DOS EFEITOS DA SECA- PAN-Brasil Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável Coordenação de Combate à Desertificação

Leia mais

(Natureza e Conservação, no prelo)

(Natureza e Conservação, no prelo) (Natureza e Conservação, no prelo) 4 Perguntas para ecologia 1. Qual a extensão mínima das Áreas de Preservação Permanente ao longo de rios? 2. Qual a quantidade mínima de RL em termos de conservação de

Leia mais

"Protegendo as nascentes do Pantanal"

Protegendo as nascentes do Pantanal "Protegendo as nascentes do Pantanal" Diagnóstico da Paisagem: Região das Cabeceiras do Rio Paraguai Apresentação O ciclo de garimpo mecanizado (ocorrido nas décadas de 80 e 90), sucedido pelo avanço das

Leia mais

Caatinga: exclusivamente brasileira

Caatinga: exclusivamente brasileira Caatinga: exclusivamente brasileira Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Biodiversidade e Florestas Departamento de Conservação da Biodiversidade Parque Nacional da Serra da Capivara - PI Caatinga:

Leia mais

Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica

Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Monitoramento dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica Realização: Patrocínio: Execução Técnica: PRIMEIRO MAPEAMENTO DA MATA ATLÂNTICA SOS Mata Atlântica INPE e IBAMA Escala: 1:1.000.000 CONCLUÍDO:

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma

Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros. Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia. Bioma Cap. 26 De norte a sul, de leste a oeste: os biomas brasileiros Sistema de Ensino CNEC Equipe de Biologia Bioma Conjunto de vida, vegetal e animal, constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação, condições

Leia mais

Nosso Território: Ecossistemas

Nosso Território: Ecossistemas Nosso Território: Ecossistemas - O Brasil no Mundo - Divisão Territorial - Relevo e Clima - Fauna e Flora - Ecossistemas - Recursos Minerais Um ecossistema é um conjunto de regiões com características

Leia mais

Praticando seus conhecimentos sobre desertificação

Praticando seus conhecimentos sobre desertificação Praticando seus conhecimentos sobre desertificação O fenômeno de desertificação pode ocorrer através de um processo natural ou pela ação humana. O manejo inadequado do solo para agricultura, atividades

Leia mais

Florestas de Proteção: Áreas Prioritárias para Conservação e Ações para a Preservação das Áreas Protegidas

Florestas de Proteção: Áreas Prioritárias para Conservação e Ações para a Preservação das Áreas Protegidas Florestas de Proteção: Áreas Prioritárias para Conservação e Ações para a Preservação das Áreas Protegidas Fotos: Fundação Araripe Dra. Cecília Costa Depto. De Botänica UFPE cepacosta@yahoo.com.br Perda

Leia mais

Código Florestal. Pantanal. Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Código Florestal. Pantanal. Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Código Florestal Pantanal Walfrido Moraes Tomas Pesquisador tomasw@cpap.embrapa.br Ministério da Agricultura, O Código Florestal atual apresenta sérias dificuldades para sua aplicação no Pantanal. A Embrapa

Leia mais

Complexo regional do Nordeste

Complexo regional do Nordeste Antônio Cruz/ Abr Luiz C. Ribeiro/ Shutterstock gary yim/ Shutterstock Valter Campanato/ ABr Complexo regional do Nordeste Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses, MA. Sertão de Pai Pedro, MG. O norte

Leia mais

PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA

PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA ANEXO 4 PADRONIZAÇÃO DE MAPAS AVALIAÇÃO DO ESTADO DE CONSERVAÇÃO DA FAUNA BRASILEIRA Este roteiro visa orientar a metodologia para delimitar área de ocorrência/extensão e padronizar a apresentação dos

Leia mais

SCIENTIA PLENA VOL. 8, NUM. 4 2012 www.scientiaplena.org.br

SCIENTIA PLENA VOL. 8, NUM. 4 2012 www.scientiaplena.org.br SCIENTIA PLENA VOL. 8, NUM. 4 2012 www.scientiaplena.org.br Análise da estrutura vegetacional em uma área de transição Cerrado-Caatinga no município de Bom Jesus-PI T. M.Oliveira 1 ; A. R. Alves 2 ; G.

Leia mais

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25. Profº André Tomasini

TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25. Profº André Tomasini TERCEIRÃO GEOGRAFIA FRNTE 8 A - aula 25 Profº André Tomasini Localizado na Região Centro-Oeste. Campos inundados na estação das chuvas (verão) áreas de florestas equatorial e tropical. Nas áreas mais

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE DE INCÊNDIOS EM PLANTAÇÕES INDUSTRIAIS NO BRASIL

CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE DE INCÊNDIOS EM PLANTAÇÕES INDUSTRIAIS NO BRASIL NOVTEC 2010 Workshop Novas Tecnologias em Gestão Florestal Sustentável A gestão do risco de incêndio e a gestão da cadeia de valor 25-26 de Outubro, 2010 Lisboa, Portugal CARACTERIZAÇÃO DA HISTÓRIA RECENTE

Leia mais

RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO

RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO O QUE SÃO Reservas da Biosfera? - Reservas da Biosfera são áreas de ecossistemas terrestres ou aquáticos estabelecidas para promoverem soluções

Leia mais

O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL O USO DA BIODIVERSIDADE COMO PRESERVAÇÃO AMBIENTAL Stefani de Souza Patricia de Freitas Co-autor - Prof. MSc. Cristian Coelho Silva cristian_coelho@yahoo.com.br luscheuer@hotmail.com Palavras-chave: sustentabilidade,

Leia mais

wrocha@uefs.br 1. Introdução.

wrocha@uefs.br 1. Introdução. Levantamento da cobertura vegetal e do uso do solo do Bioma Caatinga Washington Franca-Rocha 1 Ardemírio de Barros Silva 2 Marjorie Cseko Nolasco 3 Jocimara Lobão 4 David Britto 5 Joselisa Maria Chaves

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP. vi.unicamp2010@gmail.com

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP. vi.unicamp2010@gmail.com UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP e-mail: vi.unicamp2010@gmail.com ANÁLISE DOS CONFLITOS ENTRE ÁREAS DE USO E OCUPAÇÃO DOS SOLOS E ÁREAS DE CONSERVAÇÃO NO MUNICÍPIO DE ILHA COMPRIDA (SP). Viviane

Leia mais

Aulas de Ciências de 12 a 21 5ª série. A Biosfera A terra, um planeta habitado. Biomas e ambientes aquáticos. Os biomas terrestres

Aulas de Ciências de 12 a 21 5ª série. A Biosfera A terra, um planeta habitado. Biomas e ambientes aquáticos. Os biomas terrestres Aulas de Ciências de 12 a 21 5ª série A Biosfera A terra, um planeta habitado De todos os planetas conhecidos do Sistema Solar, a Terra é o único que apresenta uma biosfera, onde a vida se desenvolve.

Leia mais

Inventário Florestal Nacional IFN-BR

Inventário Florestal Nacional IFN-BR Seminário de Informação em Biodiversidade no Âmbito do MMA Inventário Florestal Nacional IFN-BR Dr. Joberto Veloso de Freitas SERVIÇO FLORESTAL BRASILEIRO Gerente Executivo Informações Florestais Brasília,

Leia mais

ANÁLISE DA TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM NA REGIÃO DE MACHADO (MG) POR MEIO DE COMPOSIÇÕES COLORIDAS MULTITEMPORAIS

ANÁLISE DA TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM NA REGIÃO DE MACHADO (MG) POR MEIO DE COMPOSIÇÕES COLORIDAS MULTITEMPORAIS ANÁLISE DA TRANSFORMAÇÃO DA PAISAGEM NA REGIÃO DE MACHADO (MG) POR MEIO DE COMPOSIÇÕES COLORIDAS MULTITEMPORAIS ALENCAR SANTOS PAIXÃO 1 ; ÉLIDA LOPES SOUZA ROCHA2 e FERNANDO SHINJI KAWAKUBO 3 alencarspgeo@gmail.com,

Leia mais

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC

SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - SNUC - SNUC PREVISÃO LEGAL Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e àcoletividade

Leia mais

Universidade Federal do Paraná

Universidade Federal do Paraná * Universidade Federal do Paraná * *O que são Biomas? *Bioma é uma unidade biológica ou espaço geográfico caracterizado de acordo com o macroclima, a fitofisionomia (aspecto da vegetação de um lugar),

Leia mais

Documento de Projeto. Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite

Documento de Projeto. Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Documento de Projeto Projeto Número: 00061740 BRA/08/011 Monitoramento do Desmatamento nos Biomas Brasileiros por Satélite Este projeto tem como objetivo

Leia mais

O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado

O MATOPIBA e o desenvolvimento destrutivista do Cerrado O MATOPIBA e o desenvolvimento "destrutivista" do Cerrado Paulo Rogerio Gonçalves* No dia seis de maio de 2015 o decreto n. 8447 cria o Plano de Desenvolvimento Agropecuário do Matopiba e seu comitê gestor.

Leia mais

EMENDA AO PLDO/2003 - PL Nº 009/2002-CN ANEXO DE METAS E PRIORIDADES

EMENDA AO PLDO/2003 - PL Nº 009/2002-CN ANEXO DE METAS E PRIORIDADES Emenda Nº: 656 0468 CIENCIA E TECNOLOGIA PARA A GESTÃO DE ECOSSISTEMAS 4134 DESENVOLVIMENTO DE PESQUISAS SOBRE FRAGMENTAÇÃO NA MATA ATLANTICA PESQUISAS REALIZADAS 20 Para conservar biodiversidade precisamos,

Leia mais

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015

Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Desafios e oportunidades associadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) 7ª CONSEGURO setembro 2015 Meta brasileira de redução das emissões até 2020 36,1% a 38,9% das 3.236 MM de tonco2eq de emissões projetadas

Leia mais

Monitoramento do Bioma Cerrado

Monitoramento do Bioma Cerrado Monitoramento do Bioma Cerrado Prof. Dr. Nilson C. Ferreira Monitoramento do Bioma Cerrado Biomas Brasileiros, destaque mapa antrópico do bioma Cerrado. Fonte: Sano et al. 2007(PROBIO-MMA). Monitoramento

Leia mais

BIOMAS BRASILEIROS. Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia

BIOMAS BRASILEIROS. Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia BIOMAS BRASILEIROS Prof.ª Débora Lia Ciências/ Biologia BIOMA: É CONJUNTO DE ECOSSISTEMAS TERRESTRES, CLIMATICAMENTE CONTROLADOS, QUE SÃO CARACTERIZADOS POR UMA VEGETAÇÃO PRÓPRIA (RAVEN ET AL., 2001) LOCALIZAÇÃO

Leia mais

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso

A Biodiversidade é uma das propriedades fundamentais da natureza, responsável pelo equilíbrio e estabilidade dos ecossistemas, e fonte de imenso Biodiversidade Pode ser definida como a variedade e a variabilidade existente entre os organismos vivos e as complexidades ecológicas nas quais elas ocorrem. Pode ser entendida como uma associação de vários

Leia mais

Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia

Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia Biodiversidade, Agrobiodiversidade e Agroecologia Hoje, um grande desafio para a agropecuária, principalmente em relação à inovação tecnológica, é a harmonização do setor produtivo com os princípios da

Leia mais

Documento para discussão no GT estratégia para conservação

Documento para discussão no GT estratégia para conservação UNIDADES DE CONSERVAÇÃO NA CAATINGA Preparado por The Nature Conservancy do Brasil e Associação Caatinga com base em informações fornecidas pelo IBAMA (DEUC, Programa RPPN e Superintendências do PI e RN),

Leia mais

EXPANSÃO DA SOJA PARA A PORÇÃO NORTE DO BIOMA CERRADO NO ESTADO DO PIAUÍ

EXPANSÃO DA SOJA PARA A PORÇÃO NORTE DO BIOMA CERRADO NO ESTADO DO PIAUÍ EXPANSÃO DA SOJA PARA A PORÇÃO NORTE DO BIOMA CERRADO NO ESTADO DO PIAUÍ Resumo Patrícia Ladeira Pinheiro¹ Gabriel Pereira² (patricia.ladeira@gmail.com; pereira@ufsj.edu.br) Graduanda em Geografia - UFSJ

Leia mais

Domínios Morfoclimáticos

Domínios Morfoclimáticos Domínios Morfoclimáticos Os domínios morfoclimáticos representam a interação e a integração do clima, relevo e vegetação que resultam na formação de uma paisagem passível de ser individualizada. Domínios

Leia mais

BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp

BIOMA. dominante. http://www.brazadv.com/passeios_ecol %C3%B3gicos_mapas/biomas.asp BIOMAS DO BRASIL BIOMA Definição: Bioma, ou formação planta - animal, deve ser entendido como a unidade biótica de maior extensão geográfica, compreendendo varias comunidades em diferentes estágios de

Leia mais

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

Ministério do Meio Ambiente IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO IMPLEMENTAÇÃO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Unidade de Conservação Área geograficamente estabelecida para se alcançar um objetivo específico de conservação por meio do uso controlado dos recursos biológicos

Leia mais

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável

EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável EXO ANEXO TEMÁTICO 2: Tema Prioritário II Manejo de Paisagem Linha de Ação Temática 2.1 Manejo Florestal Sustentável 1. Objetivos da Chamada de Projetos para esta Linha de Ação Temática O objetivo da chamada

Leia mais

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011.

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011. 1 - APRESENTAÇÃO A Área de Proteção Ambiental (APA) Serra Dona Francisca, localizada no município de Joinville/SC, com área mapeada de 40.177,71 ha, foi criada através do Decreto n 8.055 de 15 de março

Leia mais

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA

Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA Atividade de Ciências 5º ano Nome: ATIVIDADES DE ESTUDO Complete com as principais características de cada bioma: MATA ATLÂNTICA FLORESTA AMAZÔNICA FLORESTA ARAUCÁRIA MANGUEZAL PANTANAL CAATINGA CERRADO

Leia mais

Inventário Florestal do Estado de São Paulo

Inventário Florestal do Estado de São Paulo Inventário Florestal do Estado de São Paulo LABORATÓRIO DE GEOPROCESSAMENTO DO INSTITUTO FLORESTAL MUNDOGEO CONNECT LATIN AMERICA 2014 Histórico 1938: Gonzaga Campos 1962: Borgonovi, et al 1972: Serra

Leia mais

CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015

CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015 Programa Áreas Protegidas da Amazônia Departamento de Áreas Protegidas Secretaria de Biodiversidade e Florestas Ministério do Meio Ambiente CHAMADA DE PROPOSTAS Nº 1/2015 APOIO FINANCEIRO AO PROCESSO DE

Leia mais

O Lavrado de Roraima:

O Lavrado de Roraima: DIAGNÓSTICO O Lavrado de Roraima: importância biológica, desenvolvimento e conservação na maior savana do Bioma Amazônia Ciro CAMPOS, Flavia PINTO, Reinaldo Imbrozio BARBOSA ciro.roraima@yahoo.com.br,

Leia mais

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT

Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Diagnóstico Ambiental do Município de Alta Floresta - MT Paula Bernasconi Ricardo Abad Laurent Micol Maio de 2008 Introdução O município de Alta Floresta está localizado na região norte do estado de Mato

Leia mais

Mudanças Climáticas: Efeitos Sobre a Vida e Impactos nas Grandes Cidades. Água e Clima As lições da crise na região Sudeste

Mudanças Climáticas: Efeitos Sobre a Vida e Impactos nas Grandes Cidades. Água e Clima As lições da crise na região Sudeste Mudanças Climáticas: Efeitos Sobre a Vida e Impactos nas Grandes Cidades Água e Clima As lições da crise na região Sudeste Mudanças Climáticas: Efeitos Sobre a Vida e Impactos nas Grandes Cidades A água

Leia mais

Centro-Sul Brasileiro

Centro-Sul Brasileiro Centro-Sul Brasileiro 1. (UFSC - 2010) Gráfico elaborado a partir de dados do IBGE, Anuário Estatístico do Brasil, jan. 2001. (Adaptado) Com base no gráfico acima, Brasil: Valor da produção industrial,

Leia mais

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos

Biomas Brasileiros I. Floresta Amazônica Caatinga Cerrado. Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Biomas Brasileiros I Floresta Amazônica Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pantanal Campos Sulinos ou Pampas Gaúchos Floresta Amazônica Localizada na região norte e parte das regiões centro-oeste e nordeste;

Leia mais

O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas

O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas O Estado da Biodiversidade Brasileira: Genes, Espécies e Biomas Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada IPEA Diretoria de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais DIRUR Eixo Temático: Sustentabilidade

Leia mais

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades Climatologia É uma parte da que estuda o tempo e o clima cientificamente, utilizando principalmente técnicas estatísticas na obtenção de padrões. É uma ciência de grande importância para os seres humanos,

Leia mais

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial

Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Experiência em Gestão Territorial João Albuquerque - Outubro/ 2009 Reservas da Biosfera-A escala dos Biomas Art. 41. A Reserva da Biosfera é um modelo, adotado internacionalmente,

Leia mais

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BIOMAS BRASILEIROS Creative Commons/Nao Iizuka Bioma Amazônia ou Domínio Amazônico Heterogêneo Perene Denso Ombrófila Três estratos Influenciado pelo relevo e hidrografia Bacia

Leia mais

Biodiversidade em Minas Gerais

Biodiversidade em Minas Gerais Biodiversidade em Minas Gerais SEGUNDA EDIÇÃO ORGANIZADORES Gláucia Moreira Drummond Cássio Soares Martins Angelo Barbosa Monteiro Machado Fabiane Almeida Sebaio Yasmine Antonini Fundação Biodiversitas

Leia mais

A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas. Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015

A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas. Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015 A Água da Amazônia irriga o Sudeste? Reflexões para políticas públicas Carlos Rittl Observatório do Clima Março, 2015 servatório(do(clima( SBDIMA( (( Sociedade(Brasileira( de(direito( Internacional(do(

Leia mais

A origem, evolução e diversidade da fauna da Mata Atlântica. André Victor Lucci Freitas Departamento de Biologia Animal Unicamp

A origem, evolução e diversidade da fauna da Mata Atlântica. André Victor Lucci Freitas Departamento de Biologia Animal Unicamp A origem, evolução e diversidade da fauna da Mata Atlântica André Victor Lucci Freitas Departamento de Biologia Animal Unicamp Distribuição da Mata Atlântica Aparentemente, uma faixa homogênea de florestas

Leia mais

Atlas dos Municípios da Mata Atlântica

Atlas dos Municípios da Mata Atlântica Atlas dos Municípios da Mata Atlântica 2015 Realização: Patrocínio: Execução Técnica: MATA ATLÂNTICA De acordo com o Mapa da Área de Aplicação da Lei nº 11.428, de 2006, segundo Decreto nº 6.660, de 21

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Respostas da fauna às mudanças climáticas IUCN e espécies ameaçadas

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Respostas da fauna às mudanças climáticas IUCN e espécies ameaçadas Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Respostas da fauna às mudanças climáticas IUCN e espécies ameaçadas AQUECIMENTO GLOBAL Respostas da fauna às mudanças climáticas O exemplo dos anfíbios. Em princípio,

Leia mais

Áreas degradadas. Áreas degradadas conceitos e extensão

Áreas degradadas. Áreas degradadas conceitos e extensão Áreas degradadas Áreas degradadas conceitos e extensão Conceituação e caracterização de áreas degradadas O ecossistema que sofreu alterações relativas à perda da cobertura vegetal e dos meios de regeneração

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A BIOMAS BRASILEIROS 2011 Aula VII BRASIL E VARIABILIDADE FITOGEOGRÁFICA O Brasil possui um território de dimensões continentais com uma área de 8.547.403 quilômetros quadrados. 4.320

Leia mais

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre

Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre Prova bimestral 5 o ano 2 o Bimestre geografia Escola: Nome: Data: / / Turma: Leia o trecho da letra da música abaixo e, em seguida, responda às questões. [...] Eu já cantei no Pará Toquei sanfona em Belém

Leia mais

FICHA PROJETO - nº 172 MA

FICHA PROJETO - nº 172 MA FICHA PROJETO - nº 172 MA Mata Atlântica Pequeno Projeto 1) TÍTULO: Morro do Caçador Uma Proposta de Unidade de Conservação. 2) MUNICÍPIOS DE ATUAÇÃO DO PROJETO: Florianópolis, Ilha de Santa Catarina.

Leia mais

Abundância de Biodiversidade

Abundância de Biodiversidade RIQUEZA POUCO CONHECIDA Abundância de Biodiversidade Apesar de distintas, as transformações sofridas por biomas como Mata Atlântica, Caatinga e Campos Sulinos mostram variações de um processo único: a

Leia mais

Centro de Conhecimento em Biodiversidade Tropical - Ecotropical

Centro de Conhecimento em Biodiversidade Tropical - Ecotropical Centro de Conhecimento em Biodiversidade Tropical - Ecotropical Realização: Instituto Energias do Brasil Endereço: Rua Bandeira Paulista, 530 11º andar CEP: 04532-001 São Paulo São Paulo, Brasil. Responsável:

Leia mais

Me. João Luiz da Silva Instituto Federal do Sertão Pernambucano - Campus Floresta. jlmacambira@hotmail.com A CAATINGA 1 INTRODUÇÃO

Me. João Luiz da Silva Instituto Federal do Sertão Pernambucano - Campus Floresta. jlmacambira@hotmail.com A CAATINGA 1 INTRODUÇÃO Me. João Luiz da Silva Instituto Federal do Sertão Pernambucano - Campus Floresta. jlmacambira@hotmail.com A CAATINGA 1 INTRODUÇÃO A caatinga é um bioma que se concentra na região nordeste do Brasil. Ocupando

Leia mais

Figura1: Trajeto da Trilha da Saracura com seus respectivos pontos interpretativos.

Figura1: Trajeto da Trilha da Saracura com seus respectivos pontos interpretativos. PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UMA TRILHA INTERPRETATIVA NA MATA ATLÂNTICA PARA ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS RIO DO SUL Autores: Alessandra Lariza KRUG, Marcelo

Leia mais

SEMINÁRIO Curso: Geografia Disciplina: Hidrogeográfia Professor: Felipe Brasil 4 Período / UNESA Bacia Hidrográfica Rio São Francisco 2 semestre de 2011 Graduandos: Alexandre Graciniano Mª de Lourdes 1

Leia mais

ÍNDICE. 6.2.9 - Desertificação... 1/9. 6.2.9.1 - Núcleo de Desertificação de Gilbués... 4/9. 6.2.9.2 - Considerações Finais... 9/9

ÍNDICE. 6.2.9 - Desertificação... 1/9. 6.2.9.1 - Núcleo de Desertificação de Gilbués... 4/9. 6.2.9.2 - Considerações Finais... 9/9 2619-00-EIA-RL-0001-00 LT 500 KV MIRACEMA - SAPEAÇU E SUBESTAÇÕES ASSOCIADAS ÍNDICE 6.2.9 - Desertificação... 1/9 6.2.9.1 - Núcleo de Desertificação de Gilbués... 4/9 6.2.9.2 - Considerações Finais...

Leia mais

Biodiversidade perdida: o desmatamento

Biodiversidade perdida: o desmatamento Biodiversidade perdida: o desmatamento Ilidia da Ascenção Garrido Martins Juras 1 Introdução Antunes (2005) examina a perda da diversidade biológica como um problema contemporâneo, considerando que esse

Leia mais

GRUPO VIII 3 o BIMESTRE PROVA A

GRUPO VIII 3 o BIMESTRE PROVA A A GERAÇÃO DO CONHECIMENTO Transformando conhecimentos em valores www.geracaococ.com.br Unidade Portugal Série: 6 o ano (5 a série) Período: MANHÃ Data: 15/9/2010 PROVA GRUPO GRUPO VIII 3 o BIMESTRE PROVA

Leia mais

Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira. Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro

Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira. Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro Perfil - 2-1. Fatos sobre Brasil 2. Contexto Florestal 3. Estratégias para

Leia mais

Os Biomas Brasileiros

Os Biomas Brasileiros Os Biomas Brasileiros Roberto Malvezzi, Gogó 1 Hoje se fala muito em "biomas". Palavra um tanto estranha até pouco tempo atrás. Entretanto, na sua fala em um evento organizado pela Itaipu Binacional, o

Leia mais

1ª PARTE - OBJETIVA ESPECIFICA (Valendo 05 pontos cada questão)

1ª PARTE - OBJETIVA ESPECIFICA (Valendo 05 pontos cada questão) PREFEITURA DE VÁRZEA ALEGRE CE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 01/2014 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONTRATAÇÂO TEMPORÁRIA - PROVA DE GEOGRAFIA PROFESSOR DE GEOGRAFIA (6º ao 9º ANO) ASSINATURA DO

Leia mais

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO Estrada da Água Branca, 2551 Realengo RJ Tel: (21) 3462-7520 www.colegiomr.com.br PROFESSOR ALUNO ANA CAROLINA DISCIPLINA GEOGRAFIA A TURMA SIMULADO: P3 501 Questão

Leia mais

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020. São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Convenção sobre Diversidade Biológica: O Plano de Ação de São Paulo 2011/2020 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE São Paulo, 06 de março de 2.012 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Contexto Convenção sobre Diversidade

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

3 PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA

3 PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA 3 PROGRAMA DE COMPENSAÇÃO PELA EMISSÃO DE GASES DO EFEITO ESTUFA 3.1 ÁREAS PARA CONVERSÃO EM UNIDADES DE CONSERVAÇÃO 3.1.1 - Justificativa O Brasil possui uma das biotas mais notáveis do planeta, mas ela

Leia mais

ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT

ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT ESTUDO DA EXPANSÃO DO DESMATAMENTO DO BIOMA CERRADO A PARTIR DE CENAS AMOSTRAIS DOS SATÉLITES LANDSAT Elaine Barbosa da SILVA¹ Laerte Guimarães FERREIRA JÚNIOR¹ Antonio Fernandes dos ANJOS¹ Genival Fernandes

Leia mais

NOVO CÓDIGO FLORESTAL E CADASTRO AMBIENTAL RURAL

NOVO CÓDIGO FLORESTAL E CADASTRO AMBIENTAL RURAL NOVO CÓDIGO FLORESTAL E CADASTRO AMBIENTAL RURAL Eduardo de Mércio Figueira Condorelli desenvolvimentosustentavel@farsul.org.br Ibirubá (RS), 08 de maio de 2014 O TAMANHO DA AGROPECUÁRIA NACIONAL Área

Leia mais

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO

UNIDADES DE CONSERVAÇÃO UNIDADES DE CONSERVAÇÃO espaço territorial e seus recursos ambientais, incluindo as águas jurisdicionais, com características naturais relevantes, legalmente instituído pelo Poder Público com objetivo

Leia mais

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS

ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS ANÁLISE DA PRECIPITAÇÃO DA ESTAÇÃO DA EMBRAPA SEMIARIDO, PROJETO BEBEDOURO PRETOLINA/PE, ATRAVÉS DA TÉCNICA DE QUANTIS Iug Lopes¹; Miguel Júlio Machado Guimarães²; Juliana Maria Medrado de Melo³. ¹Mestrando

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL. Braulio Dias DCBio/MMA

Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL. Braulio Dias DCBio/MMA Estratégia Nacional de Biodiversidade BRASIL Braulio Dias DCBio/MMA 1. Realização de estudos estratégicos; 2. Definição de áreas e ações prioritárias para a conservação da biodiversidade brasileira; 3.

Leia mais

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação

Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Bioindicadores Ambientais (BAM36AM) Sistema Nacional de Unidades de Conservação Unidades de Conservação SNUC Sistema Nacional de Unidades de Conservação Sistema Nacional de Unidades de Conservação Lei

Leia mais

Núcleo Acre: conhecendo a biota regional e preenchendo. lacunas na informação sobre biodiversidade

Núcleo Acre: conhecendo a biota regional e preenchendo. lacunas na informação sobre biodiversidade Núcleo Acre: conhecendo a biota regional e preenchendo SIMPÓSIO DE INTEGRAÇÃO PPBIO-CENBAM - OUT/2010 lacunas na informação sobre biodiversidade Marcos Silveira - coordenador Flávio Obermuller - bolsista

Leia mais

ANÁLISE DA EFETIVIDADE DA ZONA DE AMORTECIMENTO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO POR SENSORIAMENTO REMOTO

ANÁLISE DA EFETIVIDADE DA ZONA DE AMORTECIMENTO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO POR SENSORIAMENTO REMOTO ANÁLISE DA EFETIVIDADE DA ZONA DE DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO POR SENSORIAMENTO REMOTO OTÁVIO AUGUSTO CARVALHO NASSUR 1, JOÃO GABRIEL NOTEL DE SOUZA 2, ELIZABETH FERREIRA 3, ANTONIO AUGUSTO AGUILAR DANTAS

Leia mais

Organização da Aula. Política de Desenvolvimento Econômico. Aula 2. Contextualização

Organização da Aula. Política de Desenvolvimento Econômico. Aula 2. Contextualização Política de Desenvolvimento Econômico Aula 2 Prof. Nivaldo Vieira Lourenço Organização da Aula Aspectos conceituais do desenvolvimento regional Mudanças no conceito de região Regionalização brasileira

Leia mais

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012

Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Ministério da Educação Censo da Educação Superior 2012 Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Educação Quadro Resumo- Estatísticas Gerais da Educação Superior por Categoria Administrativa - - 2012 Categoria

Leia mais