Lilian Gabriela Coelho Honorato Rua Afonso César de Siqueira, 212, apto 16 Vila Adyanna São José dos Campos - SP

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Lilian Gabriela Coelho Honorato Rua Afonso César de Siqueira, 212, apto 16 Vila Adyanna São José dos Campos - SP"

Transcrição

1

2 Dados Internacionais de Catalogação-na-Publicação (CIP) Divisão de Informação e Documentação Honorato, Lilian G. C. Sistemas de Partida Elétrica de Motores Aeronáuticos em Corrente Alternada / Lilian Gabriela Coelho Honorato. São José dos Campos, f. Dissertação de mestrado Curso de Engenharia Aeronáutica e Mecânica. Área de Sistemas Aeroespaciais e Mecatrônica Instituto Tecnológico de Aeronáutica, Orientadores: Prof. Cairo Lúcio Nascimento Júnior, Prof. Geraldo José Adabo. 1. Partida de Aeronaves. 2. Partida Elétrica. 3. Partida Elétrica em Corrente Alternada. 4. Arranque-gerador sem escovas. I. Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial. Instituto Tecnológico de Aeronáutica. Divisão de Engenharia Eletrônica. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA HONORATO, Lilian G. C. Sistemas de Partida Elétrica de Motores Aeronáuticos em Corrente Alternada f. Dissertação de Mestrado em Engenharia Aeronáutica Instituto Tecnológico de Aeronáutica, São José dos Campos. CESSÃO DE DIREITOS NOME DO AUTOR: Lilian Gabriela Coelho Honorato TÍTULO DO TRABALHO: Sistemas de Partida Elétrica de Motores Aeronáuticos em Corrente Alternada. TIPO DO TRABALHO/ANO: Dissertação / 2010 É concedida ao Instituto Tecnológico de Aeronáutica permissão para reproduzir cópias desta dissertação e para emprestar ou vender cópias somente para propósitos acadêmicos e científicos. O autor reserva outros direitos de publicação e nenhuma parte desta dissertação pode ser reproduzida sem a sua autorização (do autor). Lilian Gabriela Coelho Honorato Rua Afonso César de Siqueira, 212, apto 16 Vila Adyanna São José dos Campos - SP

3 SISTEMAS DE PARTIDA ELÉTRICA DE MOTORES AERONÁUTICOS EM CORRENTE ALTERNADA Lilian Gabriela Coelho Honorato Composição da Banca Examinadora: Prof. Cairo Lúcio Nascimento Júnior Presidente/Orientador ITA Prof. Geraldo José Adabo Co-orientador ITA Prof. Luis Carlos Sandoval Góes Membro Externo ITA Eng. Ivan de Figueiredo Malizia Membro Externo Embraer Eng. Frederico Castelhano Sanchez Membro Externo Embraer ITA

4 iv Resumo O trabalho desenvolvido nesta dissertação busca um melhor entendimento da tecnologia de partida elétrica de motores aeronáuticos em corrente alternada como alternativa interessante e mais eficiente que os arranques-geradores com escovas e os sistemas pneumáticos, além de possuir aderência natural à filosofia More Electric Airplane (MEA). Como base para os cálculos para o dimensionamento do sistema de partida elétrica sem escovas identificou-se as curvas de torque do arranque-gerador e do motor de propulsão, e, a relação da rotação das máquinas com o tempo de partida. O equacionamento proposto visou obter uma estimativa da energia que seria demandada pela fonte de energia elétrica; no caso, baterias. A partir da demanda de energia calculada, analisaram-se as opções de bateria disponíveis para o atendimento do sistema e, com isso, identificaram-se limitações das opções disponíveis para o atendimento da demanda dos aviões analisados, quatro aeronaves com categorias distintas de motor. Analogamente, encontraram-se limitações para futuros desenvolvimentos de baterias no que diz respeito ao peso, volume e custo. O resultado principal do trabalho estabeleceu a criticalidade do uso de baterias para a partida elétrica em corrente alternada de motores aeronáuticos de acordo com a classe de tração.

5 v Abstract The work in this thesis find better understand the technology of alternating current electric start engine aircraft as an interesting alternative and more efficient than the startergenerators with brushes and pneumatic systems, as well as having natural adherence to More Electric Aircraft (MEA). As a basis for the calculations for the design of the brushless electric starting system, torque curves of starter-generator and propulsion engine were identified, and the relationship of machine rotating with the start time. The equation proposed was to obtain an estimate of the energy that would be demanded by the electric power source, in the case, batteries. From the energy demand calculated, the options available for battery were analyzed and, therefore, identified the limitations of the available options to meet the demand of the planes examined, four distinct engine categories of aircraft. Similarly, found limitations for future development of batteries with respect to weight, volume and cost. The main result of the work established the criticality of the use of batteries for the alternated current electric start on aircraft engine according to the kind of traction. From the energy demand calculated, analyzed the options available for battery care system and, therefore, identified the limitations of the available options to meet the demand of the aircraft tested, four aircraft with distinct categories of engine. Similarly, we found limitations for future development of batteries with respect to weight, size and cost. The main result of the work established the criticality of the use of batteries for the electric start with alternated current power aero engine according to the kind of traction.

6 vi Lista de Ilustrações Figura 2-1 Biplano SPAD S.XIII [64]...14 Figura 2-2 Aeronave Douglas DC-3 [65]...16 Figura 2-3 Aeronave Convair B-36 [66]...19 Figura 2-4 Diagrama de Blocos Típico do Funcionamento do IDG [10]...20 Figura 2-5 Diagrama de Blocos do Funcionamento do VSFC [1]...21 Figura 2-6 Aeronave Global Express [68]...21 Figura 2-7 Aeronave F-35 Joint Strike Fighter [69]...22 Figura 2-8 Aeronave Boeing 787 [70]...22 Figura 2-9 Partida Manual da Aeronave [6]...23 Figura 2-10 Partida de Hucks [71]...23 Figura 2-11 Partida de Hucks [71]...23 Figura 2-12 Típico Sistema Hand Turning Gear [71]...24 Figura 2-13 Curvas de Partida de Sistemas de Partida Tradicionais...26 Figura 2-14 Esquema de Partida Pneumática...27 Figura 2-15 Air Turbine Starter [72]...28 Figura 2-16 Exemplo de Sistema de Partida Pneumática [9]...29 Figura 2-17 EMB-145 AEW&C, EMB-175, EMB-195, Boeing 737 [4]...30 Figura 2-18 Sistema de Partida Pneumática e Ignição Boeing 737 [56]...31 Figura 2-19 Esquema de Partida Elétrica com Escovas...32 Figura 2-20 Arranque-Gerador do Motor [37]...32 Figura 2-21 Arranque da APU [73]...32 Figura 2-22 Típico Sistema Elétrico de Partida de APU [9]...33 Figura 2-23 Brasilia, Phenom 100, Cessna Citation II [4]...33 Figura 2-24 Sistema de Partida Elétrica Brasília [56]...34 Figura 2-25 Sistema de Partida Elétrica Cessna Citation [56]...34 Figura 2-26 Arquitetura do Sistema de Geração 28V CC Típico [9]...36 Figura 2-27 Arquitetura do Sistema de Geração e Arranque CA FV Típico [22]...37 Figura 2-28 Envelopes de Partida do 787 em Solo [74]...41 Figura 2-29 Arquitetura do Sistema Elétrico e Partida CA no conceito MEA[28]...43 Figura 2-30 Arquitetura dos Sistemas de um Avião MEA [28]...43 Figura 2-31 Conceito de Arquitetura MEA...44 Figura 2-32 Partida Elétrica em Único Estágio...45 Figura 2-33 Partida Elétrica em Dois Estágios - 1º Estágio...46 Figura 2-34 Partida Elétrica em Dois Estágios - 2º Estágio...46 Figura 2-35 Esquema de Partida através da APU [39]...50 Figura 2-36 Diagrama esquemático de um arranque-gerador típico de 3 estágios [33]...51 Figura 2-37 Diagrama esquemático de um arranque-gerador típico de 3 estágios - Modo Partida...52 Figura 2-38 Enrolamentos excitadores e principal de um arranque-gerador [34]...52 Figura 2-39 Como o torque ripple afeta a velocidade [41]...54 Figura 2-40 Máquina sem escovas Trifásica [43]...55 Figura 2-41 Característica de posição de torque [43]...55 Figura 2-42 Posição do campo do estator para diferentes correntes de fase [43]...55 Figura 2-43 Posição do rotor no ponto de comutação [43]...55 Figura 2-44 Diagrama esquemático de um arranque-gerador típico de 3 estágios - Modo Geração...57 Figura 2-45 Estator do Excitador Monofásico e Trifásico [36]...58 Figura 2-46 Diagrama de Blocos do Sistema de Partida da APU [33]...59

7 Figura 2-47 Estrutura da SCU e SPU [33]...62 Figura 2-48 Arranque-Gerador com Rotor Bobinado [32]...63 Figura 2-49 Especificação do Arranque-Gerador SGA da IPS [37]...69 Figura 3-1 Curva de Descarga Bateria Ni-Cd 53 Ah a 0 C, com estado de carga de 20%...73 Figura 3-2 Esquema da Estrutura Interna da TRU [67]...77 Figura 3-3 Esquema da Estrutura Interna da ATRU 18-pulsos [67]...77 Figura 3-4 Esquema de Partida Elétrica Sem escovas...79 Figura 3-5 Exemplo de Curva de Partida - Nível do Mar...80 Figura 3-6 Exemplo de Curva de Partida pés...81 Figura 3-7 Exemplo de Curvas de Partida - Arrasto do Motor, Torque do Arranque-Gerador, Tempo x Velocidade...82 Figura 3-8 Torque de Saída de um Arranque-Gerador Elétrico [57]...85 Figura 3-9 Exemplo de envelope torque-velocidade representativo de um Arranque-Gerador FV [45]...86 Figura 3-10 Curva Potência x Tempo...90 Figura 3-11 Esquema de partida com alimentação CC sob o ponto de vista de conversores. 94 Figura 3-12 Esquema de partida com alimentação CA sob o ponto de vista de conversores..94 Figura 4-1 Metodologia de Cálculo no MS Excel Figura 4-2 Característica de Partida Aeronave Figura 4-3 Característica de Partida Aeronave Figura 4-4 Característica de Partida Aeronave Figura 4-5 Característica de Partida Aeronave Figura 4-6 Curva Velocidade x Tempo das Aeronaves Figura 4-7 Curva Potência x Tempo das Aeronaves Figura 4-8 Característica de Torque do S/G sem escovas Figura 4-9 Curvas de Torque para a Aeronave 2 e S/G F Figura 4-10 Curvas de Torque para a Aeronave 3 e S/G E Figura 4-11 Variação do Peso da Bateria com a Classe de Motor Figura 4-12 Relação Peso x Volume de Baterias Ni-Cd Figura 5-1 Criticalidade da Partida por Baterias por Classe de Tração de Motor Figura 6-1 Diferentes Tipos de Cargas Aplicadas a um Gerador [24] Figura 0-1 Curvas de Torque Figura 0-2 Relação rotação e tempo Figura 0-3 Balanço de Energia Figura 0-4 Relação das Energias de Partida vii

8 viii Lista de Tabelas Tabela Resultados da Pesquisa de Fornecedores...65 Tabela 3-1 Resumo das Fontes de Energia...74 Tabela 3-2 Parâmetros de Saída de TRUs...75 Tabela 3-3 Características de ATRUs...76 Tabela 3-4 Relação do Número de Pulsos com a Aplicação dos Conversores [67]...78 Tabela 4-1 Características de Motor e Geração Primária de Aeronaves Comerciais e Executivas...98 Tabela 4-2 Dados dos Motores das Aeronaves Tabela 4-3 Dados para o Cenário Tabela 4-4 Resultados para o cenário Tabela 4-5 Resultados para tempo de partida de 30s Tabela 4-6 Resultados para tempo de partida de 45s Tabela 4-7 Resultados para tempo de partida de 60s Tabela 4-8 Resultados para tempo de partida de 90s Tabela 4-9 Dados de Arranques-Geradores em Desenvolvimento Tabela 4-10 Dados das curvas de arrasto dos motores Tabela 4-11 Critério de Análise Tabela 4-12 Resultados para o cenário Tabela 4-13 Cálculo da Energia da Bateria para 3 Partidas e Emergência Elétrica Tabela 4-14 Características de Baterias Níquel-Cádmio da SAFT Tabela 4-15 Características de Baterias Chumbo-Ácidas da Concorde Batteries Tabela 4-16 Características de Baterias Lítion-Íon Tabela 4-17 Comparativo entre as Tecnologias de Baterias Tabela 4-18 Requisitos para as Baterias Tabela 4-19 Características das Baterias Ni-Cd Tabela 4-20 Cálculo da Energia da Bateria para 2 Partidas e Emergência Elétrica Tabela 4-21 Cálculo da Energia da Bateria para 1 Partida e Emergência Elétrica Tabela 4-22 Definição das baterias comerciais para a partida e emergência elétrica Tabela 4-23 Comparação do Peso da Bateria para Partida Tradicional e Elétrica CA Tabela 4-24 Comparação do Volume da Bateria para Partida Tradicional e Elétrica CA Tabela 4-25 Custo das Baterias Tabela 4-26 Comparação Hipotética das Tecnologias de Partida...129

9 ix Sumário 1. Introdução Motivação Objetivos Estrutura do Trabalho Revisão das Tecnologias de Partida Evolução dos Sistemas de Elétricos Embarcados [1] Evolução dos Sistemas de Partida de Motores Aeronáuticos Caracterização dos Sistemas Tradicionais de Partida Partida Pneumática Partida Elétrica Sistemas de Geração Elétrica sob o Foco das Tecnologias de Partida Tendências Tecnológicas Sistemas de Partida Elétrica CA Máquina Elétrica Patentes e Artigos Pesquisa na Indústria Definição e Dimensionamento dos Componentes do Sistema de Partida Elétrica CA Fontes de Energia Conversores Dimensionamento do Sistema Esquema de Partida (Diagrama Esquemático): Fonte / Conversor / Motor Curva de Torque Determinação da Curva de Partida do S/G Cálculo da Potência Mecânica (W) Cálculo da Potência Elétrica Demandada pelo S/G e Conversor Cálculo da Corrente Elétrica de Saída do Conversor (Ampères) Cálculo da Energia da Bateria Análise de Partida com Bateria Análise do Conversor Análise da Partida com Outra Fonte de Energia Problemas e Desafios Estudo de Caso Introdução Partida Elétrica CA com Alimentação CC Cálculo 1: Mantendo a mesma relação de engrenagens dos motores Cálculo 2: Modificando a relação de engrenagens dos motores Dimensionamento da Bateria Baterias COTS Desenvolvimento de Produto com Parceiros Comparação Conclusão Análise do Dimensionamento Proposto e dos Resultados Obtidos Estudos Futuros Referências Anexo 1 Sistemas Elétricos de Freqüência Variável Anexo 2 Análise da Energia de Partida Anexo 3 Roteiro de Cálculo Glossário...157

10 10 1. Introdução 1.1. Motivação O trabalho proposto surge apoiado na proposta de um avião mais elétrico. Enfatizado nos dias atuais, devido aos inúmeros estudos desenvolvidos e demais tecnologias descobertas, voltadas a melhoria de eficiência energética das aeronaves, o conceito de More Electric Airplane (MEA) é um dos mais explorados pela indústria aeronáutica atual. Dessa forma, percebe-se que a evolução dos sistemas de geração e distribuição elétrica torna-se cada vez mais importante no contexto MEA. A preocupação em torno de sistemas elétricos não é somente na melhoria de sua funcionalidade e confiabilidade, com equipamentos mais modernos e mais eficientes. A utilização dos sistemas elétricos em substituição aos demais sistemas de fornecimento de energia empregados nas aeronaves é o ponto principal. Diante de desafios de redução dos custos de operação e manutenção impostos pelas companhias aéreas à indústria aeronáutica, sistemas hidráulicos e pneumáticos perdem a cada dia mais espaço devido à complexidade envolvida, aspectos de segurança, volume, peso e custos associados à aquisição e manutenção, dentre outros. Dessa forma, analisar e explorar soluções de substituição de fontes de energia pneumática e hidráulica por eletricidade, desenvolvidas com a filosofia MEA, proporcionará avanços significativos na concepção de futuros aviões. Neste contexto, surge a tecnologia de partida elétrica de grandes motores aeronáuticos (de propulsão) em substituição à partida pneumática. Trata-se de conseqüência natural da remoção dos sistemas pneumáticos, até então utilizados para prover ar sob pressão destinado à partida. O sistema pneumático tradicional, o qual possibilita a partida pneumática, apresenta problemas devido ao número significativo de componentes envolvidos, incluindo sensores de temperatura e mensagens de falha ao piloto, e também por utilizar ar quente oriundo dos

11 11 motores, implicando em queda de sua eficiência. Logo, na tentativa de se obter melhores rendimentos e contribuir para a economia de combustível nas aeronaves, a partida elétrica seria uma alternativa potencialmente promissora. Não obstante, as legislações de redução das emissões de gases poluentes impostas pelos países de 1º mundo caracterizam desafio real e, assim, a aviação também deverá contribuir através de motores mais econômicos que, por conseqüência, poluam menos. Espera-se, para os próximos anos, um aumento de cerca de 20% no rendimento dos motores, caracterizando forte reação da indústria aos requisitos ambientais e também aos constantes reajustes do preço do petróleo, cujo barril atingiu a casa de U$130 em junho de 2008 [27] Objetivos O principal objetivo do trabalho foi estabelecer um procedimento para dimensionar um sistema de partida elétrica que utiliza a máquina elétrica sem escovas e energia em corrente alternada. Esse dimensionamento visa obter o cálculo seja qual for a aeronave estudada, para que o estudo possa contribuir para a análise da utilização desta tecnologia em qualquer projeto. Para atingi-lo, os seguintes objetivos secundários foram perseguidos: Reunir o que há na literatura e no mercado a respeito da tecnologia de partida elétrica; Apresentar novos sistemas de partida elétrica de motores aeronáuticos patenteados e/ou desenvolvidos pela indústria, caracterizado-os e posicionando-os em relação às tecnologias atuais; propor uma análise de seu funcionamento; Verificar os impactos da adoção da nova tecnologia, e; Apresentar os benefícios para indústria aeronáutica e para as companhias/operadores aéreos.

12 12 Para tanto, serão discutidos os sistemas relacionados com a partida elétrica de motores aeronáuticos através de energia oriunda de fontes externas, baterias e arranque de uma unidade auxiliar de potência (APU, Auxiliary Power Unit) ou motor em funcionamento. O emprego de energia elétrica na forma de corrente alternada (CA) e de corrente contínua (CC) também estará em discussão, como também a adoção de freqüência constante (FC) ou variável (FV) nos sistemas CA. Além disso, o estudo das curvas de torque e de conversão de energia aparece como foco para a análise da partida de motores de propulsão através de energia proveniente de baterias, ponto principal desta tese. Esses e demais assuntos serão abordados no relatório conforme divisão apresentada a seguir Estrutura do Trabalho O capítulo 2 trata da revisão das tecnologias de partida e apresenta a evolução dos sistemas elétricos embarcados e dos sistemas de partida. Também é apresentada a caracterização dos sistemas tradicionais de partida, tanto elétrica quanto pneumática, os mecanismos utilizados e as funcionalidades dos sistemas adotados. Paralelamente, fez-se uma discussão sobre os sistemas de geração CC e CA em FC e FV, que atribuem características adicionais aos sistemas de partida. Além disso, as tendências tecnológicas são apresentadas, tais como o conceito MEA, a geração em FV, motores bleedless (sem sistema de sangria de ar), arranques-geradores (S/Gs, starter-generators) sem escovas e engine embedded generators (gerador montado diretamente no interior do motor para eliminar a caixa de engrenagem). Por fim, uma discussão sobre os sistemas de partida CA, apresentando os produtos patenteados e/ou disponíveis no mercado. A metodologia adotada para o projeto de sistema de partida elétrica com S/Gs CA é definida no capítulo 3, com a análise das fontes de energia e dos conversores, caracterização dos motores e das curvas de torque, definição dos padrões de energia elétrica comumente utilizados e análise preliminar da arquitetura do sistema. Propõe-se um procedimento para o

13 13 dimensionamento do sistema de partida e são apresentados os problemas e desafios relacionados. No capítulo 4, apresenta-se um estudo de caso aplicando-se o método desenvolvido para o dimensionamento do sistema de partida em algumas aeronaves disponíveis no mercado. Para tanto, considera-se a adoção da tecnologia de partida com máquina elétrica (S/G) CA sem escovas com alimentação CC, através de baterias, avaliação da sua performance e a indicação da criticalidade da adoção da nova tecnologia de partida, destacando faixas de complexidade e a maior classe de motor acima da qual, segundo conclusões, torna-se inviável a partida com bateria. O dimensionamento proposto no capítulo 3 é utilizado para a análise de quatro aeronaves distintas, incluindo a análise do S/G e da bateria a ser utilizada. Propõ-se cenários de utilização de sistemas tradicionais e a avaliação da adoção desta tecnologia na concepção de um novo avião. Além disso, serão verificadas as baterias existentes no mercado e requisitos de futuras baterias que atenderiam a demanda do novo sistema proposto. As conclusões do trabalho são descritas no capítulo 5, confrontando-se os resultados alcançados com os objetivos propostos. Além disso, apresenta-se uma proposta de estudo para a tecnologia de partida de motores em projetos futuros. Finalmente, de forma a suportar os cálculos desenvolvidos, os anexos apresentam a validação de análises realizadas no desenvolvimento do trabalho.

14 14 2. Revisão das Tecnologias de Partida Para a revisão das tecnologias de partida será abordado em primeiro lugar a evolução dos sistemas embarcados (Capítulo 2.1), e, posteriormente a evolução dos sistemas de partida de motores aeronáuticos (Capítulo 2.2). Como observação, em todo o trabalho, a palavra motor se refere ao motor de propulsão aeronáutico, e, a palavra arranque para os motores usados para partir o motor de propulsão Evolução dos Sistemas de Elétricos Embarcados [1] A principal preocupação do início do desenvolvimento da aviação era a obtenção de uma máquina capaz de voar com controle de vôo adequado e com um motor leve e de potência suficiente. Como o motor utilizado era movido a gasolina, surgiu a necessidade de potência elétrica para a ignição necessária à explosão no interior dos cilindros, o que foi inicialmente atendido com o uso de magnetos. O magneto foi o primeiro sistema de ignição utilizado e tinha como função a geração de eletricidade. O uso de motores à gasolina deveu-se ao fato de que os sistemas de propulsão das aeronaves eram baseados nos automóveis, pois era a tecnologia disponível na época [1]. A Figura 2-1 refere-se a um biplano da década de 20, que utiliza magnetos. Figura 2-1 Biplano SPAD S.XIII [64]

15 15 As primeiras fontes de alimentação elétrica adotadas eram CC com 8V e os sistemas de potência geravam e distribuíam centenas de watts de eletricidade para um número bem reduzido de cargas. Na 1ª Guerra Mundial surgiu a necessidade de potência elétrica para iluminação do painel de instrumentos e rádio para comunicação. Os fabricantes do motor Liberty, usado na época, não conseguiram obter magnetos apropriados para a ignição dos motores. Assim, a idéia foi a utilização de baterias para a ignição. O primeiro sistema elétrico surgiu com bateria chumbo-ácida que era mantida carregada por um gerador acoplado ao motor. Além disso, houve a necessidade de utilização de luzes de aterrissagem. As fontes de 8V foram logo substituídas pelas fontes de 12V para atender essas cargas sem aumento excessivo de peso de cablagem. Além disso, com o tempo, as aeronaves militares foram equipadas com rádios alimentados por baterias. Na década de 20 e 30 houve a expansão do serviço de correio por via aérea, o que impulsionou a utilização crescente de equipamentos elétricos em aeronaves, tais como controles, iluminação de instrumentos e motores de partida. Todas essas cargas eram alimentadas por baterias que eram mantidas carregadas por um gerador acoplado ao motor da aeronave. Em 1930 surge a aeronave Douglas DC-3, Figura 2-2, alimentada por dois geradores de 12V CC 50A cada, além de duas baterias recarregáveis chumbo-ácidas, com capacidade individual de 65Ah. O sistema elétrico fornecia energia para uma série de cargas, como: arranque elétrico de motores, booster coils (bobinas de ignição), luzes de emergência (óleo do motor, trem de pouso, cinto de segurança, etc.), windshield defrost fans (ventiladores usados para degelo do pára-brisa), aquecimento do tubo de Pitot, descongelamento da asa, receptor e transmissor de rádio, luzes de pouso e decolagem, luzes de cabine e luzes dos instrumentos e painéis.

16 16 Figura 2-2 Aeronave Douglas DC-3 [65] O crescente aumento da demanda de energia elétrica em aeronaves levou à adoção do padrão de 28V para as fontes de alimentação CC, até hoje utilizado. Esse aumento de tensão teve o objetivo de minimizar o impacto do peso que cada vez mais se tornava um problema para as aeronaves que surgiam, já que com o aumento da tensão há a diminuição da corrente, e, logo, cabos com menor diâmetro e menor peso. Em contrapartida, com o passar dos anos, os geradores existentes se deparavam com dois requisitos críticos: a necessidade da regulação de tensão e o balanço de cargas entre os geradores elétricos nas aeronaves com mais de um motor. O primeiro tipo de regulador a ser usado foi o regulador Tirrill, baseado em um sistema de vibração de um contato elétrico precursor dos sistemas por modulação de largura de pulso (PWM, pulse-width modulation) a transistor. Entretanto, deixou de ser usado por ser um dispositivo de comutação rápida que gerava muito ruído para os sistemas de rádio, considerados na época a carga elétrica mais importante. Depois, surgiu o regulador Carbom-Pile que se tratava de uma pilha de discos de carbono cuja resistência elétrica variava inversamente com a compressão da pilha de discos. Iniciou-se também a operação de geradores em paralelo para facilitar a partida de motores e a tolerância a falhas do sistema elétrico. Porém, em conseqüência, ocorreu o

17 17 aumento do peso e da complexidade dos sistemas de controle, bem como o aumento do peso das chaves dimensionadas para correntes maiores. A evolução para sistemas de corrente alternada veio a partir dos anos 30, paralelamente ao surgimento de sistemas mais avançados de corrente contínua, devido ao aumento do número de passageiros e da conseqüente demanda de potência elétrica que objetivava oferecer mais itens de conforto ao passageiro, como luzes de leitura e sistemas de ventilação, além do desenvolvimento de novos rádios para a aeronave. O advento da 2ª Guerra Mundial impulsionou ainda mais o crescimento dos sistemas elétricos das aeronaves, já que deveriam ser projetados para gerar e distribuir potência elétrica a diversas cargas operando em várias tensões e atendendo a diversas exigências, dentre as quais: Confiabilidade elevada para os componentes; Tolerância a falhas; Mínimo peso; Manutenção facilitada. Gradualmente, desenvolveu-se o conceito de Engenharia de Sistemas de Potência Elétrica de Aeronaves, segundo a qual o sistema elétrico não deveria interferir com outras funções embarcadas, ser projetado com tempos de vida de componentes compatíveis com a vida útil prevista para a aeronave em questão e deveria sofrer ajustes para ser integrado ao projeto global. O cenário da época já apontava para a necessidade de diferentes tensões de alimentação, desde 1,5V até 1.000V. Além disso, algumas aeronaves foram projetadas com 120V CC como tensão de barramento, e, com isso, obter diferentes tensões a partir de um padrão CC não era uma estratégia eficiente. Outro problema é que, em função da 2ª Guerra Mundial, havia grande pressão para minimizar o peso em vazio (BOW, Basic Operating Weight) de aeronaves de grande porte.

18 18 Entretanto, obter as tensões requeridas a partir de potência CA não era um problema naquela época. A Marinha dos EUA utilizava um sistema CA em 800Hz monofásico para alimentar sistemas de rádio terrestres, mas não se estava certo de que um sistema CA seria apropriado para aeronaves. Outro questionamento era sobre a conveniência do sistema CA em freqüência constante ou variável. O sistema CA em FC apresentava algumas vantagens, mas requeria algum tipo de compensação das variações de velocidade do motor, por exemplo, uma transmissão com razão variável. Neste caso, o sistema denominado Constant Speed Drive (CSD) seria uma solução, mas contribuiria para o aumento do peso do sistema. Em relação ao sistema em FV, a freqüência seria proporcional à rotação do motor. Rádios e lâmpadas incandescentes seriam insensíveis às variações de freqüência, seja pela retificação ou por operar em qualquer dessas freqüências sem alteração de performance (cargas resistivas). Por outro lado, os motores de corrente alternada teriam que passar por reprojeto. Para a definição do sistema a ser adotado na época, foi proposta uma experiência entre duas aeronaves: um sistema em 800Hz foi instalado na aeronave Boeing XB-15 e outro em 400Hz na aeronave Douglas XB-19. Um comitê avaliador considerou diversas freqüências para análise e decidiu pelo sistema CA, 400Hz, trifásico, 115/200V, porque essa freqüência foi considerada suficientemente alta para transmitir potência a distâncias apropriadas, e suficientemente baixa para não apresentar problemas adicionais com o chaveamento de cargas, efeito Corona na altitude, segurança aos passageiros e correção de falhas. No final da 2ª Guerra Mundial iniciou-se o desenvolvimento do método para a geração em FC, CSD, citado anteriormente. O método foi introduzido pela Sundstrand no Bombardeiro B-36, Figura 2-3, o 1º avião ao utilizar geração CA em FC, e tornou-se a mais popular forma de geração de potência em aeronaves comerciais. O CSD consiste em um dispositivo hidro-mecânico que não gera potência elétrica, mas que compatibiliza a rotação variável do eixo do motor da aeronave com a rotação constante solicitada pelo gerador ao

19 19 entregar uma velocidade angular constante na sua saída para o gerador. A unidade é uma bomba hidráulica de deslocamento variável que aciona um motor hidráulico. O CSD tem o seu próprio suprimento de óleo e pode ser desligado em vôo no caso de avaria ou superaquecimento. Figura 2-3 Aeronave Convair B-36 [66] Como o CSD deve ser utilizado de forma casada com o gerador para produzir potência elétrica CA 400Hz, mais recentemente as duas unidades passaram a ser fornecidas em um único componente, o IDG Integrated Drive Generator, conforme Figura 2-4 [10]. Dessa forma, foi possível a redução de peso, volume e momento aplicado a flange de fixação (overhung moment), além de elevar a eficiência. O CSD é composto de um diferencial (conjunto de engrenagens que soma a velocidade da entrada variável da caixa de engrenagens do motor com uma velocidade de correção desenvolvida por esse conjunto), uma unidade hidráulica (é um conjunto bomba e motor que operam junto com o diferencial para desenvolver a velocidade de correção diferencial) e um sistema eletrônico de governo de velocidade (opera na unidade hidráulica baseado em um sinal recebido da válvula servo hidráulica que sente qualquer mudança na velocidade de entrada pelo motor pelo constantemente monitoramento da freqüência de saída do gerador pela unidade de controle do gerador. Se a freqüência do gerador começa a sair da nominal, a válvula servo ajusta o sinal hidráulico [10].

20 20 O gerador do IDG apresentado tem três máquinas (imã permanente, excitador e gerador principal), não possui escovas e é refrigerado a óleo. Figura 2-4 Diagrama de Blocos Típico do Funcionamento do IDG [10] Durante o período de 1960 a 1980, a complexidade e os requisitos do sistema elétrico cresceram ainda mais. Foram desenvolvidos programas visando torná-los mais confiáveis, tolerantes a falhas, mais simples e que melhorassem a qualidade de energia CA. Portanto, novas tecnologias para o gerador, como a chamada Variable Speed Constant Frequency (VSCF), passaram a existir. A geração de energia, nesse caso, é feita através de circuitos

SISTEMAS DE PARTIDA ELÉTRICA DE MOTORES AERONÁUTICOS EM CORRENTE ALTERNADA

SISTEMAS DE PARTIDA ELÉTRICA DE MOTORES AERONÁUTICOS EM CORRENTE ALTERNADA VI CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNICA VI NATIONAL CONGRESS OF MECHANICAL ENGINEERING 18 a 21 de agosto de 21 Campina Grande Paraíba - Brasil August 18 21, 21 Campina Grande Paraíba Brazil SISTEMAS

Leia mais

SISTEMA DE PARTIDA E GERAÇÃO DE ENERGIA PARA TURBINA AERONÁUTICA.

SISTEMA DE PARTIDA E GERAÇÃO DE ENERGIA PARA TURBINA AERONÁUTICA. SISTEMA DE PARTIDA E GERAÇÃO DE ENERGIA PARA TURBINA AERONÁUTICA. Marco Antonio Souza 1, Milton Benedito Faria 2, Carlos Eduardo Cabral Vilela, Prof. MSc 3. Homero Santiago Maciel, Prof. DR 4. UNIVAP,

Leia mais

Controle do motor de indução

Controle do motor de indução CONTROLE Fundação Universidade DO MOTOR DE Federal de Mato Grosso do Sul 1 Acionamentos Eletrônicos de Motores Controle do motor de indução Prof. Márcio Kimpara Prof. João Onofre. P. Pinto FAENG Faculdade

Leia mais

Programa 787 Sistema Elétrico e Baterias

Programa 787 Sistema Elétrico e Baterias Programa 787 Sistema Elétrico e Baterias Mike Sinnett Vice-president & Engenheiro Chefe de Projeto Programa 787 Fevereiro 2013 1 Welcome Sistemas elétricos de uma aeronave Sistema elétrico do 787 Dreamliner

Leia mais

Turbocompressor modelo ABS HST 20

Turbocompressor modelo ABS HST 20 Turbocompressor modelo ABS HST 20 Principais Aplicações O turbocompressor modelo ABS HST 20 é altamente adequado para as seguintes áreas de aplicação: Aeração de água, efluentes ou outros líquidos Flotação

Leia mais

SISTEMA CONJUGADO DE EXAUSTÃO E ADMISSÃO PARA OS MOTORES A COMBUSTÃO INTERNA DO CICLO DE DOIS TEMPOS O

SISTEMA CONJUGADO DE EXAUSTÃO E ADMISSÃO PARA OS MOTORES A COMBUSTÃO INTERNA DO CICLO DE DOIS TEMPOS O 1/7 1 2 SISTEMA CONJUGADO DE EXAUSTÃO E ADMISSÃO PARA OS MOTORES A COMBUSTÃO INTERNA DO CICLO DE DOIS TEMPOS O motor do ciclo de dois tempos remonta aos primórdios da utilização dos motores do tipo à combustão

Leia mais

CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES

CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES CONHECIMENTOS TÉCNICOS DE AERONAVES MÓDULO 2 Aula 4 Professor: Ricardo Rizzo MAGNETISMO É uma propriedade muito conhecida dos imãs, de atrair o ferro. Um imã possui dois pólos magnéticos denominados norte

Leia mais

Capítulo VII. Sistema de manutenção planejada e em motores elétricos. Manutenção elétrica industrial. Características. Conceitos. Organização do SMP

Capítulo VII. Sistema de manutenção planejada e em motores elétricos. Manutenção elétrica industrial. Características. Conceitos. Organização do SMP 50 Capítulo VII Sistema de manutenção planejada e em motores elétricos Por Igor Mateus de Araújo e João Maria Câmara* O Sistema de Manutenção Planejada (SMP) é formado por instruções, listas e detalhamento

Leia mais

CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS

CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS CAPÍTULO 2 - TIPOS DE MÁQUINAS ASSÍNCRONAS TRIFÁSICAS 2.1 INTRODUÇÃO O objetivo do presente trabalho é estudar o funcionamento em regime permanente e em regime dinâmico da Máquina Assíncrona Trifásica

Leia mais

Sensores e Atuadores (2)

Sensores e Atuadores (2) (2) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Atuadores São componentes que convertem energia elétrica, hidráulica ou pneumática em energia mecânica. Através dos sistemas

Leia mais

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DEE CURSO DE ENGENHARIA ELÉTRICA LABORATÓRIO 9: Acionamento de Motores Assíncronos Trifásicos e Monofásicos Objetivo: Verificar alguns tipos de acionamento de motores elétricos de indução trifásicos e monofásicos. Teoria: Os motores elétricos,

Leia mais

Motores Síncronos ADRIELLE C SANTANA

Motores Síncronos ADRIELLE C SANTANA Motores Síncronos ADRIELLE C SANTANA Motores Síncronos Possuem velocidade fixa e são utilizados para grandes cargas, (em função do seu alto custo que faz com que ele não seja viável para aparelhos menores)

Leia mais

Arquitetura das Unidades de Controle Eletrônico

Arquitetura das Unidades de Controle Eletrônico Arquitetura das Unidades de Controle Eletrônico Antes que a unidade eletrônica de controle (Electronic Control Unit ECU) atue de forma precisa no motor, a ECU deve estimar com a maior de precisão possível

Leia mais

PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES

PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES PROJETO AERODINÂMICO DE HÉLICES Prof. Dr. José Eduardo Mautone Barros UFMG Propulsão Departamento de Engenharia Mecânica Curso de Engenharia Aeroespacial Apoio técnico Marco Gabaldo Frederico Vieira de

Leia mais

Eletrônicos PAE. Componente Curricular: Práticas de Acionamentos. 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08

Eletrônicos PAE. Componente Curricular: Práticas de Acionamentos. 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08 1 Componente Curricular: Práticas de Acionamentos Eletrônicos PAE 5.ª Prática Inversor de Frequência Vetorial da WEG CFW-08 OBJETIVO: 1) Efetuar a programação por meio de comandos de parametrização para

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA COLÉGIO TÉCNICO INDUSTRIAL DE SANTA MARIA Curso de Eletrotécnica Apostila de Automação Industrial Elaborada pelo Professor M.Eng. Rodrigo Cardozo Fuentes Prof. Rodrigo

Leia mais

Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos. Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica

Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos. Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica Curso Automação Industrial Aula 3 Robôs e Seus Periféricos Prof. Giuliano Gozzi Disciplina: CNC - Robótica Cronograma Introdução a Robótica Estrutura e Características Gerais dos Robôs Robôs e seus Periféricos

Leia mais

ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS

ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS ESTUDO SOBRE CONTROLE DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS Autores : Marina PADILHA, Tiago DEQUIGIOVANI. Identificação autores: Engenharia de Controle e Automação - Bolsista Interno; Orientador IFC - Campus

Leia mais

Controle e Estabilidade de Sistemas Elétricos de Potência. Antonio J.A. Simões Costa e Aguinaldo S. e Silva

Controle e Estabilidade de Sistemas Elétricos de Potência. Antonio J.A. Simões Costa e Aguinaldo S. e Silva Controle e Estabilidade de Sistemas Elétricos de Potência Antonio J.A. Simões Costa e Aguinaldo S. e Silva Florianópolis, agosto de 2000 Capítulo 1 Introdução 1.1 Controle de Freqüência e Tensão na Operação

Leia mais

Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM. Introdução

Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM. Introdução Motores de tração em corrente alternada: Estudo do desempenho na CPTM Introdução Os motores de tração são os equipamentos responsáveis pela propulsão dos trens. Sua falha implica na diminuição do desempenho

Leia mais

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL Esta aula apresenta o princípio de funcionamento dos motores elétricos de corrente contínua, o papel do comutador, as características e relações

Leia mais

ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA)

ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) ACIONAMENTOS ELETRÔNICOS (INVERSOR DE FREQUÊNCIA) 1. Introdução 1.1 Inversor de Frequência A necessidade de aumento de produção e diminuição de custos faz surgir uma grande infinidade de equipamentos desenvolvidos

Leia mais

Medição de Potência de um motor utilizando um Dinamômetro composto de um Dínamo DC

Medição de Potência de um motor utilizando um Dinamômetro composto de um Dínamo DC MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL ESCOLA DE ENGENHARIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Medição de Potência de um motor utilizando um Dinamômetro composto de um Dínamo

Leia mais

Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade

Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade thinkmotion Seleção de motores em miniatura para os seus dispositivos médicos Avanços recentes aumentam a portabilidade, eficiência e confiabilidade A criação de bombas de infusão pequenas e portáteis

Leia mais

GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA

GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA GERADORES MECÂNICOS DE ENERGIA ELÉTRICA Todo dispositivo cuja finalidade é produzir energia elétrica à custa de energia mecânica constitui uma máquina geradora de energia elétrica. O funcionamento do

Leia mais

APÊNDICE B. Ensaio da Performance do Protótipo. MATRBDA-HAW560-75kW

APÊNDICE B. Ensaio da Performance do Protótipo. MATRBDA-HAW560-75kW APÊNDICE B Ensaio da Performance do Protótipo MATRBDA-HAW560-75kW 282 LABORATÓRIO DE ENSAIOS ELÉTRICOS - BAIXA TENSÃO WEG MÁQUINAS RELATÓRIO DE ENSAIO DE PROTÓTIPO MATRBDA 560 POTÊNCIA: 75KW / 25KW TENSÃO

Leia mais

RELATÓRIO DE ESTÁGIO 2/3 (segundo de três) Período: de 02/04/2012 a 21/05/2012

RELATÓRIO DE ESTÁGIO 2/3 (segundo de três) Período: de 02/04/2012 a 21/05/2012 Universidade Federal de Santa Catarina Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Mecânica Coordenadoria de Estágio do Curso de Engenharia Mecânica CEP 88040-970 - Florianópolis - SC - BRASIL www.emc.ufsc.br/estagiomecanica

Leia mais

Sistemas de Geração Eólica

Sistemas de Geração Eólica Cronograma Aula 1. Panorâma de geração eólica 22/11 Sistemas de Geração Eólica Aula 2. Operação de sistemas de geração eólica 29/11 Prof. Romeu Reginato Outubro de 2010 1 Aula 3. Tecnologias de geração

Leia mais

Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS

Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS Capítulo 8 - MOTORES ELÉTRICOS 8.1 - Motores de Corrente Contínua 8.2 - Motores de Corrente Alternada 8.3 - Motores Especiais 8.4 - Exercícios Propostos Na natureza a energia se encontra distribuída sob

Leia mais

CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO

CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO CAPÍTULO III MOTORES ELÉTRICOS PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO 3.1 Introdução. 3.1.1 Estator e Rotor. As máquinas elétricas girantes normalmente são constituídas por duas partes básicas: o estator e o rotor.

Leia mais

Aproveitamento de potência de tratores agrícolas *

Aproveitamento de potência de tratores agrícolas * Aproveitamento de potência de tratores agrícolas * 1. Introdução Uma das principais fontes de potência, responsáveis pela alta produção agrícola com significante economia de mão-de-obra, é o trator agrícola.

Leia mais

HYDAC KineSys Sistemas de acionamento

HYDAC KineSys Sistemas de acionamento HYDAC KineSys Sistemas de acionamento Veículos de manuseio de materiais Usinas termelétricas Máquinas injetoras de plástico Seu parceiro profissional para soluções de acionamento Todas as condições para

Leia mais

Inversores de freqüência. Introdução

Inversores de freqüência. Introdução Inversores de freqüência Introdução Desde que os primeiros motores surgiram, os projetistas perceberam uma necessidade básica, controlar sua velocidade, várias técnicas foram utilizadas ao longo dos anos

Leia mais

COMPRESSORES, SOPRADORES E VENTILADORES COMPRESSORES CENTRÍFUGOS (NORMA API 617)

COMPRESSORES, SOPRADORES E VENTILADORES COMPRESSORES CENTRÍFUGOS (NORMA API 617) COMPRESSORES, SOPRADORES E VENTILADORES FAIXAS MAIS USADAS ÁRA SELEÇÃO DOS COMPRESSORES. CENTRÍFUGOS: ENTRE 2.000 E 200.000 FT 3 /MIN (CFM) PRESSÃO ATÉ 5.000 PSIG ALTERNATIVOS: ATÉ 16.000 CFM PRESSÃO ATÉ

Leia mais

2. DISPOSITIVOS DE COMANDO E CHAVES DE PARTIDA

2. DISPOSITIVOS DE COMANDO E CHAVES DE PARTIDA 2. DISPOSITIVOS DE COMANDO E CHAVES DE PARTIDA A instalação de máquinas diversas requer uma grande gama de dispositivos que possibilitem o perfeito funcionamento, de preferência o mais automatizado possível,

Leia mais

Sistemas de Força Motriz

Sistemas de Força Motriz Sistemas de Força Motriz Introdução; Os Dados de Placa; Rendimentos e Perdas; Motor de Alto Rendimento; Partidas de Motores; Técnicas de Variação de Velocidade; Exemplos; Dicas CONSUMO DE ENERGIA POR RAMO

Leia mais

Utilização de Inversores de Freqüência para Diminuição de Consumo de Energia Elétrica em Sistemas de Bombeamento

Utilização de Inversores de Freqüência para Diminuição de Consumo de Energia Elétrica em Sistemas de Bombeamento VI SEREA Seminário Iberoamericano sobre Sistemas de Abastecimento Urbano de Água EFICIÊNCIA HIDRÁULICA E ENERGÉTICA EM SANEAMENTO Utilização de Inversores de Freqüência para Diminuição de Consumo de Energia

Leia mais

ANÁLISE DE FALHAS EM COMPRESSORES DE PARAFUSOS. Fabiano Ribeiro do Vale Almeida Universidade Federal de Itajubá

ANÁLISE DE FALHAS EM COMPRESSORES DE PARAFUSOS. Fabiano Ribeiro do Vale Almeida Universidade Federal de Itajubá ANÁLISE DE FALHAS EM COMPRESSORES DE PARAFUSOS Fabiano Ribeiro do Vale Almeida Universidade Federal de Itajubá Márcio Tadeu de Almeida Universidade Federal de Itajubá Trabalho apresentado na 6 a Conferência

Leia mais

P0001 Controle regulador de volume de combustível Circuito aberto P0002 Controle regulador de volume de combustível Faixa/desempenho P0003 Controle

P0001 Controle regulador de volume de combustível Circuito aberto P0002 Controle regulador de volume de combustível Faixa/desempenho P0003 Controle P0001 Controle regulador de volume de combustível Circuito aberto P0002 Controle regulador de volume de combustível Faixa/desempenho P0003 Controle regulador de volume de combustível circuito baixo P0004

Leia mais

LINHA DE EQUIPAMENTOS DIDÁTICOS PARA ÁREA DE ELETROTÉCNICA: DESCRIÇÃO ETC S

LINHA DE EQUIPAMENTOS DIDÁTICOS PARA ÁREA DE ELETROTÉCNICA: DESCRIÇÃO ETC S EQUACIONAL ELÉTRICA E MECÂNICA LTDA. RUA SECUNDINO DOMINGUES 787, JARDIM INDEPENDÊNCIA, SÃO PAULO, SP TELEFONE (011) 2100-0777 - FAX (011) 2100-0779 - CEP 03223-110 INTERNET: http://www.equacional.com.br

Leia mais

Sistema de Excitação e Regulação Digital de Tensão RG3 para geradores síncronos

Sistema de Excitação e Regulação Digital de Tensão RG3 para geradores síncronos Sistema de Excitação e Regulação Digital de Tensão RG3 para geradores síncronos Características operacionais Equipamento padrão Confiabilidade Elevada disponibilidade Facilidades da tecnologia digital

Leia mais

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM Geradores de turbinas eólicas O aerogerador converte a energia mecânica em energia elétrica. Os aerogeradores são não usuais, se comparados com outros equipamentos geradores conectados a rede elétrica.

Leia mais

Alternadores e Circuitos Polifásicos ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA

Alternadores e Circuitos Polifásicos ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA Alternadores e Circuitos Polifásicos ADRIELLE DE CARVALHO SANTANA Alternadores Um gerador é qualquer máquina que transforma energia mecânica em elétrica por meio da indução magnética. Um gerador de corrente

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS O que é um Servomotor? O servomotor é uma máquina síncrona composta por uma parte fixa (o estator) e outra móvel (o rotor). O estator é bombinado como no motor elétrico convencional, porém, apesar de utilizar

Leia mais

Prêmio AEA 2015 - Projetos de Meio Ambiente

Prêmio AEA 2015 - Projetos de Meio Ambiente Prêmio AEA 2015 - Projetos de Meio Ambiente Desenvolvimento de uma Bomba Elétrica de Combustível Flex com foco na Eficiência Responsáveis pelo Projeto (Erwin Franieck, Celso Favero, Lazaro Melo, Rafael

Leia mais

Eletrotécnica. Comandos Elétricos

Eletrotécnica. Comandos Elétricos Eletrotécnica Comandos Elétricos Teoria e Aplicações Escola Técnica de Brasília - ETB Prof. Roberto Leal Ligação de Motores 1 Motor Elétrico Transformar energia elétrica em energia mecânica Motores de

Leia mais

Inversores de Freqüência na Refrigeração Industrial

Inversores de Freqüência na Refrigeração Industrial ersores de Freqüência na Refrigeração Industrial Os inversores de freqüência possuem um vasto campo de aplicações dentro da área de refrigeração industrial. São utilizados nas bombas de pressurização,

Leia mais

EESC-USP LABORATÓRIO DE CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA

EESC-USP LABORATÓRIO DE CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA LABORATÓRIO DE CONVERSÃO ELETROMECÂNICA DE ENERGIA Professores: Eduardo Nobuhiro Asada Luís Fernando Costa Alberto Colaborador: Elmer Pablo Tito Cari LABORATÓRIO N 9: MAQUINA SÍNCRONA: (ângulo de carga,

Leia mais

ECONOMIA DE ENERGIA EM MÁQUINAS DE FLUXO

ECONOMIA DE ENERGIA EM MÁQUINAS DE FLUXO ECONOMIA DE ENERGIA EM MÁQUINAS DE FLUXO Ventiladores - Exaustores - Bombas Centrífugas Geral Máquinas de Fluxo são equipamentos destinados a movimentação de fluidos como líquidos e gases. As principais

Leia mais

Nova Linha de Equipamentos Trifásicos Classic-DSP

Nova Linha de Equipamentos Trifásicos Classic-DSP Nova Linha de Equipamentos Trifásicos Classic-DSP Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento - CP Eletrônica S.A. Rua da Várzea 379 CEP: 91040-600 Porto Alegre RS Brasil Fone: (51)2131-2407 Fax: (51)2131-2469

Leia mais

Geradores CC Parte 2 Adrielle C. Santana

Geradores CC Parte 2 Adrielle C. Santana Geradores CC Parte 2 Adrielle C. Santana Aplicações dos Geradores CC Atualmente com o uso de inversores de frequência e transformadores, tornou-se fácil a manipulação da Corrente Alternada. Como os geradores

Leia mais

Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation

Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation Instruções para Implementadores Volvo Truck Corporation Características Construtivas Tomada de Força VM Contents Generalidades, página 2 Tomada de força montada na caixa de mudanças, página 2 Tomada de

Leia mais

LIVRETO EXPLICATIVO ENERGIA ATIVA E REATIVA

LIVRETO EXPLICATIVO ENERGIA ATIVA E REATIVA LIVRETO EXPLICATIVO LIVRETO EXPLICATIVO ENERGIA ATIVA E REATIVA DEZEMBRO/2009 ELABORADO POR: CLÁUDIO F. DE ALBUQUERQUE ENG ELETRICISTA EDITADO POR: NELSON FUCHIKAMI LOPES ENG ELETRICISTA Índice 1 O que

Leia mais

Medidas de mitigação de harmônicos

Medidas de mitigação de harmônicos 38 Apoio Harmônicos provocados por eletroeletrônicos Capítulo XII Medidas de mitigação de harmônicos Igor Amariz Pires* A maneira mais comum de mitigar harmônicos é por meio da utilização de filtros. O

Leia mais

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices

Introdução ao Projeto de Aeronaves. Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Introdução ao Projeto de Aeronaves Aula 13 Grupo Moto-Propulsor e Seleção de Hélices Tópicos Abordados Grupo Moto-Propulsor. Motores para a Competição AeroDesign. Características das Hélices. Modelo Propulsivo.

Leia mais

Acumuladores hidráulicos na tecnologia híbrida.

Acumuladores hidráulicos na tecnologia híbrida. Acumuladores hidráulicos na tecnologia híbrida. HYDAC Matriz na Alemanha Seu parceiro competente para acumuladores hidráulicos inovadores e sistemas híbridos. Todos os requerimentos para eficientes soluções

Leia mais

PÁS CARREGADEIRAS SL 733 SL 763 HYUNDAI SHANDONG

PÁS CARREGADEIRAS SL 733 SL 763 HYUNDAI SHANDONG PÁS CARREGADEIRAS SL 733 SL 763 HYUNDAI SHANDONG SL 733 GRANDE POTÊNCIA, ALTO DESEMPENHO A carregadeira sobre rodas Hyundai Shandong entrega máxima potência todo o tempo, representando um ganho substancial

Leia mais

Figura 1 - Diagrama de Bloco de um Inversor Típico

Figura 1 - Diagrama de Bloco de um Inversor Típico Guia de Aplicação de Partida Suave e Inversores CA Walter J Lukitsch PE Gary Woltersdorf John Streicher Allen-Bradley Company Milwaukee, WI Resumo: Normalmente, existem várias opções para partidas de motores.

Leia mais

Mecânico de Manutenção Aeronáutica AVIÔNICOS I INSTITUTO DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUMENTOS E SISTEMAS ELÉTRICOS. 1ª Edição 23 de Outubro de 2002

Mecânico de Manutenção Aeronáutica AVIÔNICOS I INSTITUTO DE AVIAÇÃO CIVIL INSTRUMENTOS E SISTEMAS ELÉTRICOS. 1ª Edição 23 de Outubro de 2002 Mecânico de Manutenção Aeronáutica AVIÔNICOS I INSTRUMENTOS E SISTEMAS ELÉTRICOS 1ª Edição 23 de Outubro de 2002 INSTITUTO DE AVIAÇÃO CIVIL DIVISÃO DE INSTRUÇÃO PROFISSIONAL PREFÁCIO Este volume, Instrumentos

Leia mais

Sistemas de Accionamento Electromecânico

Sistemas de Accionamento Electromecânico Sistemas de Accionamento Electromecânico Comando e protecção de motores Introdução SISTEMAS de ACCIONAMENTO ELECTROMECÂNICO, O que são? Sistemas capazes de converter energia eléctrica em energia mecânica

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA Nome dos autores: Halison Helder Falcão Lopes 1 ; Sergio Manuel Rivera Sanhueza 2 ; 1 Aluno do Curso de Engenharia Elétrica; Campus

Leia mais

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICOS CAPÍTULO 05

MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICOS CAPÍTULO 05 MOTORES DE INDUÇÃO MONOFÁSICOS CAPÍTULO 05 2 5.1 Introdução Os motores elétricos pertencem a dois grandes grupos: os de corrente contínua e os de corrente alternada. Os motores de indução se enquadram

Leia mais

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles!

Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! Servos - Analo gicos e Digitais - Funcionamento, uso e diferenças entre eles! É importante lembrar que esta matéria serve para qualquer tipo de servo utilizado em aeromodelismo. Figura 1 Um dos diversos

Leia mais

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102

ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Universidade Federal do Paraná Curso de Engenharia Industrial Madeireira ELEMENTOS ORGÂNICOS DE MÁQUINAS II AT-102 Dr. Alan Sulato de Andrade alansulato@ufpr.br INTRODUÇÃO: Embreagens são elementos que

Leia mais

EQUIPAMENTO AGRÍCOLA

EQUIPAMENTO AGRÍCOLA EQUIPAMENTO AGRÍCOLA PARA GERAÇÃO DE ENERGIA Aproveite a força do seu trator! Práticos, versáteis e seguros, os equipamentos com alternadores da linha Agribam, do grupo Bambozzi, são ideais para propriedades

Leia mais

Topologias de UPS estático. apresentados a seguir cheguem à carga a ser protegida e mantida em operação, utilizamos equipamentos

Topologias de UPS estático. apresentados a seguir cheguem à carga a ser protegida e mantida em operação, utilizamos equipamentos 36 Capítulo II Topologias de UPS estático Luis Tossi * Para evitarmos que os distúrbios elétricos de tensão DC, que se altera em nível DC em função de apresentados a seguir cheguem à carga a ser protegida

Leia mais

TRATOR DE ESTEIRA 7D. 9.400 kg a 10.150 kg. Potência líquida no volante. 90 hp (67 kw) Peso operacional. CAPACIDADE DA LÂMINA (SAE J1265) 1,8 m 3

TRATOR DE ESTEIRA 7D. 9.400 kg a 10.150 kg. Potência líquida no volante. 90 hp (67 kw) Peso operacional. CAPACIDADE DA LÂMINA (SAE J1265) 1,8 m 3 TRATOR DE ESTEIRA 7D Potência líquida no volante Peso operacional 90 hp (67 kw) 9.400 kg a 10.150 kg CAPACIDADE DA LÂMINA (SAE J1265) 1,8 m 3 7D A New Holland é reconhecida em todo o mundo pelas inovações

Leia mais

DESEMPENHO E EMISSÕES DE UM MOTOR DIESEL OPERANDO COM BAIXAS VAZÕES DE HIDROGÊNIO

DESEMPENHO E EMISSÕES DE UM MOTOR DIESEL OPERANDO COM BAIXAS VAZÕES DE HIDROGÊNIO DESEMPENHO E EMISSÕES DE UM MOTOR DIESEL OPERANDO COM BAIXAS VAZÕES DE HIDROGÊNIO Responsável pelo Projeto Luiz Augusto de Noronha Mendes FPT Industrial RESUMO Este trabalho apresenta um estudo sobre o

Leia mais

MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos

MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos MOTORES ELÉTRICOS Princípios e fundamentos 1 Classificação 2 3 Estator O estator do motor e também constituido por um núcleo ferromagnético laminado, nas cavas do qual são colocados os enrolamentos alimentados

Leia mais

Os Diferentes tipos de No-Breaks

Os Diferentes tipos de No-Breaks Os Diferentes tipos de No-Breaks White Paper # 1 Revisão 4 Resumo Executivo Existe muita confusão no mercado a respeito dos diferentes tipos de No-Breaks e suas características. Cada um desses tipos será

Leia mais

MANUAL DRIVE PARA MOTOR DE PASSO MODELO AKDMP5-5.0A

MANUAL DRIVE PARA MOTOR DE PASSO MODELO AKDMP5-5.0A MANUAL DRIVE PARA MOTOR DE PASSO MODELO AKDMP5-5.0A V01R12 Atenção: - Leia cuidadosamente este manual antes de ligar o Driver. - A Akiyama Tecnologia se reserva no direito de fazer alterações sem aviso

Leia mais

O mundo da energia...9 1. Uma presença universal... 10

O mundo da energia...9 1. Uma presença universal... 10 S UNIDADE 1 U M Á R I O O mundo da energia...9 1. Uma presença universal... 10 ENERGIA, SEMPRE MUDANDO DE FORMA...11 ENERGIA AO LONGO DA HISTÓRIA...16 NA VIDA MODERNA...18 Buscando a sustentabilidade...20

Leia mais

Aplicações de Motores Elétricos

Aplicações de Motores Elétricos Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Ciências Tecnológicas - CTC Departamento de Engenharia Mecânica EMC Disciplina Elétrotécnica Aplicações de Motores Elétricos Alunos: Antônio Carlos

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila.

Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila. Departamento de Engenharia Elétrica Conversão de Energia I Lista de Exercícios: Máquinas Elétricas de Corrente Contínua Prof. Clodomiro Vila. Ex. 0) Resolver todos os exercícios do Capítulo 7 (Máquinas

Leia mais

Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima*

Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* 30 Capítulo VI Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas, falha de disjuntor e energização inadvertida Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Proteção contra motorização e correntes desbalanceadas

Leia mais

5 Controle de Tensão em Redes Elétricas

5 Controle de Tensão em Redes Elétricas 5 Controle de Tensão em Redes Elétricas 5.1 Introdução O objetivo principal de um sistema elétrico de potência é transmitir potência dos geradores para as cargas e esta responsabilidade é dos agentes que

Leia mais

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA. Disciplina: Máquinas e Automação Elétrica. Prof.

DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA. Disciplina: Máquinas e Automação Elétrica. Prof. DIRETORIA DE EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA COORDENAÇÃO DO CURSO DE ELETROTÉCNICA Disciplina: Máquinas e Automação Elétrica Prof.: Hélio Henrique INTRODUÇÃO IFRN - Campus Mossoró 2 MOTORES TRIFÁSICOS CA Os motores

Leia mais

Revisão. Gerador Síncrono Tensão induzida no enrolamento do estator

Revisão. Gerador Síncrono Tensão induzida no enrolamento do estator Revisão Gerador Síncrono Tensão induzida no enrolamento do estator Revisão Motor de Indução Geração do campo girante do estator Revisão Motor de Indução Velocidade de rotação do campo girante do estator

Leia mais

Disciplina Higiene do Trabalho. Ventilação Industrial

Disciplina Higiene do Trabalho. Ventilação Industrial Tópicos da Aula Complementar - Ventiladores; - Ventiladores Axiais; - Ventiladores Centrífugos; - Dados necessários para a seleção correta de um ventilador; - Modelos e Aspectos Gerais de Ventiladores.

Leia mais

APLICAÇÃO DE MOTORES TRIFÁSICOS EM EQUIPAMENTOS TRACIONÁRIOS MOVIDOS À BATERIA. Resumo

APLICAÇÃO DE MOTORES TRIFÁSICOS EM EQUIPAMENTOS TRACIONÁRIOS MOVIDOS À BATERIA. Resumo 27 a 29 de Novembro de 2013 - Joinville SC APLICAÇÃO DE MOTORES TRIFÁSICOS EM EQUIPAMENTOS TRACIONÁRIOS MOVIDOS À BATERIA 1 Autor: Edson Bertholdi - Senai SC, Joinville Norte 1 Resumo Este artigo tem o

Leia mais

PT SOLUÇÕES EM ACIONAMENTOS PARA TRANSPORTADORES DE BAGAGENS

PT SOLUÇÕES EM ACIONAMENTOS PARA TRANSPORTADORES DE BAGAGENS INTELLIGENT DRIVESYSTEMS, WORLDWIDE SERVICES BR PT SOLUÇÕES EM ACIONAMENTOS PARA TRANSPORTADORES DE BAGAGENS NORD DRIVESYSTEMS Intelligent Drivesystems, Worldwide Services SOLUÇÕES EM ACIONAMENTOS NORD

Leia mais

Resumo. Palavras chave: acionamentos, moendas, eletro-hidráulicos, eletro-mecânicos. Abstract

Resumo. Palavras chave: acionamentos, moendas, eletro-hidráulicos, eletro-mecânicos. Abstract Resumo COMPARAÇÃO DOS ACIONAMENTOS DE VELOCIDADE VARIÁVEL PARA MOENDAS DE CANA DE AÇÚCAR Gunnar Ivarsson, Tomas Kallin, Juliusz Lewinski Bosch Rexroth, Suécia Paulo Grassmann Bosch Rexroth, Brasil O objeto

Leia mais

Carregadeira LW300K. Potência Motor: 124 HP - Capacidade da caçamba: 1,9 m³ - Peso operacional: 10.600 Kg

Carregadeira LW300K. Potência Motor: 124 HP - Capacidade da caçamba: 1,9 m³ - Peso operacional: 10.600 Kg Carregadeira LW300K Potência Motor: 124 HP - Capacidade da caçamba: 1,9 m³ - Peso operacional: 10.600 Kg Qualidade, confiabilidade e força, aliada ao baixo consumo de combustível. A Pá-carregadeira LW300K

Leia mais

RELAÇÃO DE CÓDIGOS DE FALHA DO DIAGNÓSTICO A BORDO SEGUNDA GERAÇÃO (OBD2) TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS CORTESIA APTTA BRASIL AO TÉCNICO REPARADOR

RELAÇÃO DE CÓDIGOS DE FALHA DO DIAGNÓSTICO A BORDO SEGUNDA GERAÇÃO (OBD2) TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS CORTESIA APTTA BRASIL AO TÉCNICO REPARADOR RELAÇÃO DE CÓDIGOS DE FALHA DO DIAGNÓSTICO A BORDO SEGUNDA GERAÇÃO (OBD2) TRADUZIDOS PARA O PORTUGUÊS CORTESIA APTTA BRASIL AO TÉCNICO REPARADOR ESTES CÓDIGOS SÃO REFERENCIA PARA TODOS OS SISTEMAS DO VEÍCULO

Leia mais

V6 Características. A função de compensação de escorregamento permite uma operação estável mesmo com flutação de carga.

V6 Características. A função de compensação de escorregamento permite uma operação estável mesmo com flutação de carga. IBD# D-F-2-H-KSN-BR V6 Características Alta Performance [Alto torque de partida com 150% ou mais] Com um sistema simplificado de controle vetorial e função de controle de torque automático oferece uma

Leia mais

MATÉRIA TÉCNICA APTTA BRASIL TRANSMISSÃO MERCEDES 722.9 INFORMAÇÃO PRELIMINAR

MATÉRIA TÉCNICA APTTA BRASIL TRANSMISSÃO MERCEDES 722.9 INFORMAÇÃO PRELIMINAR MATÉRIA TÉCNICA APTTA BRASIL TRANSMISSÃO MERCEDES 722.9 INFORMAÇÃO PRELIMINAR A transmissão Mercedes 722.9 já está sendo utilizada nos veículos a partir de 2004, mas apesar deste fato, ainda não existe

Leia mais

Regulador Digital de Tensão DIGUREG

Regulador Digital de Tensão DIGUREG Regulador Digital de Tensão DIGUREG Totalmente digital. Software para parametrização e diagnósticos extremamente amigável. Operação simples e confiável. Ideal para máquinas de pequena a média potência.

Leia mais

Acionamento de Máquinas Elétricas de Indução. Diego Brito dos Santos Cesar Fábio da Conceição Cruz Thiago Timbó Matos

Acionamento de Máquinas Elétricas de Indução. Diego Brito dos Santos Cesar Fábio da Conceição Cruz Thiago Timbó Matos Acionamento de Máquinas Elétricas de Indução Diego Brito dos Santos Cesar Fábio da Conceição Cruz Thiago Timbó Matos Exercícios de Fixação Qual a importância de se manter a relação V/Hz constante e qual

Leia mais

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação 24 Capítulo III Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Faltas à terra no rotor A função primária do sistema de excitação de um gerador síncrono é regular a tensão

Leia mais

Procure pensar em outros exemplos da nossa vida em que os sensores estão presentes.

Procure pensar em outros exemplos da nossa vida em que os sensores estão presentes. Sensores Fabrício Ramos da Fonseca Introdução aos Sensores Nas plantas automatizadas os sensores são elementos muito importantes. Na nossa vida cotidiana, os sensores estão presentes em várias situações,

Leia mais

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MECÂNICA

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MECÂNICA A quilometragem percorrida pelo veículo é indicada pelo: 1 velocímetro. 2 hodômetro. 3 manômetro. 4 conta-giros. O termômetro é utilizado para indicar a temperatura: 1 do motor. 2 do combustível. 3 no

Leia mais

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Mauricélio Alves de Sousa, Eng o Fernando Luiz Marcelo Antunes, PhD Ricardo Silva Thé Pontes, MSc Grupo de Processamento de

Leia mais

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Alternadores Síncronos Linha AN10. Novo

Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas. Alternadores Síncronos Linha AN10. Novo Motores Automação Energia Transmissão & Distribuição Tintas Alternadores Síncronos Linha AN10 Novo Alternadores Síncronos Linha AN10 Os alternadores da linha AN10 foram desenvolvidos para aplicação em

Leia mais

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA

SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA SISTEMAS TÉRMICOS DE POTÊNCIA PROF. RAMÓN SILVA Engenharia de Energia Dourados MS - 2013 MÁQUINAS TÉRMICAS MOTORES A PISTÃO Também conhecido como motor alternativo, por causa do tipo de movimento do pistão.

Leia mais

Operação e Regras de segurança...01. Manutenção Geral...02. Lubrificação de motores...03. Limpeza...04. Armazenamento...05. Identificando falhas...

Operação e Regras de segurança...01. Manutenção Geral...02. Lubrificação de motores...03. Limpeza...04. Armazenamento...05. Identificando falhas... Índice Operação e Regras de segurança...01 Manutenção Geral...02 Lubrificação de motores...03 Limpeza...04 Armazenamento...05 Identificando falhas...06 Certificado de Garantia...07 Operando seu gerador

Leia mais

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM

WWW.RENOVAVEIS.TECNOPT.COM Como funciona um aerogerador Componentes de um aerogerador Gôndola:contém os componentes chaves do aerogerador. Pás do rotor:captura o vento e transmite sua potência até o cubo que está acoplado ao eixo

Leia mais

Canhão Monitor Controle Remoto Modelo Conquest 3678

Canhão Monitor Controle Remoto Modelo Conquest 3678 Canhão Monitor Controle Remoto Modelo Conquest 3678 Descrição Ideal para utilização em áreas com atmosfera agressiva, o Canhão Monitor de Controle Remoto modelo Conquest 3678 é construído em latão fundido,

Leia mais

FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA

FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA FAPERJ & PIUES/PUC-Rio FÍSICA E MATEMÁTICA DO ENSINO MÉDIO APLICADAS A SISTEMAS DE ENGENHARIA 1) INTRODUÇÃO Rio de Janeiro, 05 de Maio de 2015. A equipe desenvolvedora deste projeto conta com: - Prof.

Leia mais

Controle de Motores de Indução

Controle de Motores de Indução Controle de Motores de UERJ PROMINP Prof. José Paulo V. S. da Cunha Referência: Bose, B. K., Modern Power Electronics and AC Drives, Upper Saddle River: Prentice Hall PTR, 2001. Seções 5.3, 7.1, 7.2 e

Leia mais