LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO EM UMA EMPRESA METAL MECÂNICO DA SERRA GAÚCHA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO EM UMA EMPRESA METAL MECÂNICO DA SERRA GAÚCHA"

Transcrição

1 ISSN LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO EM UMA EMPRESA METAL MECÂNICO DA SERRA GAÚCHA Tânia Craco (Universidade de Caxias do Sul) Rejane Remussi (Universidade de Caxias do Sul) Marcia Rohr da Cruz (Universidade de Caxias do Sul) Maria Emilia Camargo (Universidade de Caxias do Sul) Resumo O mundo está tornando-se um mercado sem fronteiras geográficas, no qual as organizações estão inseridas em ambientes cada vez mais acirrados e competitivos. Nesse cenário de desafios, a logística tem se revelado uma ferramenta estratégica.. Sendo desenvolvido um processo sistêmico e de monitoramento contínuo na logística de distribuição dos produtos para o mercado nacional realizado em uma empresa no setor metal mecânico, localizado na serra gaúcha. O presente artigo tem como objetivo apresentar a relevância da estratégia de tempo, como fator importante na competitividade da empresa, fundamentado e observado. Dentre os resultados obtidos estão a melhoria da satisfação dos clientes, agregando nível de serviço na distribuição física, e consequentemente, aumentando o nível de competitividade. Verificou-se também que com a implantação do projeto que ao reduzir o tempo e aumentar a qualidade de entrega dos produtos, a empresa esta agregando valor, por ser uma ação perceptível aos olhos dos seus clientes. Constatou ainda que a partir do estudo que a empresa apresentava duas ineficiências que foram melhoradas a partir da implantação do projeto, sendo elas: falta de monitoramento da sua infra estrutura para melhor expedir o material e a percepção do cliente da falta de controle no momento da entrega. Palavras-chaves: gestão logística; estratégia competitiva; tempo

2 1 Introdução Conforme Mc Ginnis e Kohn (2002) nos últimos anos a forte tendência à globalização tem levado muitas empresas a desenvolverem a logística como parte de sua estratégia corporativa para assegurar vantagens de custo e serviço. Arboche et all (2006), a logística é vital para as empresas que pretendem valorizar cada vez mais sua marca, reter o máximo de clientes, expandir Market Share e negócios no longo prazo. Kobayashi (2000) também aponta que a logística é a atividade que pode criar a diferença com os concorrentes, e, portanto sustentar a estratégia genérica de diferenciação. Bowersox e Closs (2001) abordam que a logística é responsável por parcelas consideráveis do custo final do produto, sendo superada apenas pelos materiais consumidos na produção ou pelo custo dos produtos vendidos no atacado ou no varejo, tornando-se vital para o sucesso dos negócios. Em função da concorrência cada vez mais acirrada, com a globalização e os avanços tecnológicos, as empresas estão sendo forçadas em buscarem constantemente melhores práticas de atuação no mercado, a fim de garantirem a sua sobrevivência e perpetuação, procurando desta forma agregar valor a seus clientes e acionistas (CAPACINO e BRITT, 1991; LANGLEY et al, 2005; SEMEIJN, 1995). Conforme Fleury (2004) neste mundo incerto e dinâmico, a velocidade de resposta é um fator determinante para a construção de vantagem competitiva. Hooley, Saunders e Piercy (2001) salientam que estamos experimentando uma importante mudança de uma era de competição para uma era de colaboração estratégica. Kim e Mauborgne (2005) colocam que atualmente não existem organizações e segmentos excelentes o tempo todo. Por isso, um dos importantes diferenciais de uma empresa hoje é sua capacidade de dar resposta aos clientes e, sob esse aspecto, cabe questionar se os modelos de gestão das empresas hoje dão o suporte necessário para a competitividade mundial. Portanto, para que as empresas adquiram sustentabilidade no mercado, no médio e longo prazo, é necessário trabalhar em um conjunto de dimensões competitivas: custos, qualidade, velocidade (tempo de atravessamento), flexibilidade e inovação. No Brasil, Fleury (2000) afirma que este é um fenômeno que começou a ganhar vulto apenas em 1994, a partir da estabilização econômica propiciada pelo plano real. 2

3 A empresa analisada está inserida no contexto de competição, e na busca de novos mercados para crescimento. Dessa forma, ela precisa estar atenta às inovações de mercado bem dimensionadas para poder ser competitiva. Nesse sentido, a gestão de estratégia do tempo como uma proposta de vantagem competitiva pode incrementar (ou alavancar) a competitividade da empresa estudada. Considerando o contexto apresentado, o objetivo geral deste estudo é analisar a gestão de logística de distribuição na organização estudada, procurando identificar oportunidades que proporcionem ganhos competitivos no mercado. Os objetivos específicos deste trabalho são: a) Identificar às estratégias da empresa vinculadas a proposta; b) Desenvolver uma proposta de melhoria na logística de distribuição do mercado nacional da empresa; c) Fazer um paralelo entre à situação anterior a implantação do projeto na empresa e a situação proposta; d) Demonstrar quais foram às melhorias após a implantação do projeto. 2 Referencial Teórico 2.1 Gestão logística O conceito de logística segundo Carlsson e Sarv (1997) nasceu quando a economia de produção pós-guerra passou a ser ditada pelo mercado, no qual os problemas dos clientes se tornaram mais visíveis. Já Bowersox e Closs (2001) colocam que não havia conceito formal ou teórico sobre logística antes da década de 50. Nesse período as funções logísticas eram consideradas como operações de apoio, não tendo coordenação entre as funções gerando duplicação de trabalho e desperdícios. Relata Persson (1995) que na década de 80 as empresas sofreram mudanças em seu sistema logístico. Fleury (2004) coloca que na a década de 90, a logística no Brasil, passou por significativas mudanças, tanto em termos de práticas empresarias, quanto da eficiência, qualidade e disponibilidade da infraestrutura de transporte e comunicações, elementos fundamentais para a existência de uma logística moderna. Conforme Christopher (2007) a logística é um processo de gerenciar estrategicamente aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos acabados, bem como os fluxos de informação correlatos, por meio da organização de seus canais de marketing de 3

4 modo a poder maximizar a lucratividade presente e futura através do atendimento dos pedidos a baixo custo. Descreve Novaes (2007) que a logística como um processo de planejar, implementar e controlar de maneira eficiente o fluxo e a armazenagem de produtos, bem como os serviços e informações associadas, cobrindo desde o ponto de origem até o ponto de consumo, como objetivo de atender aos requisitos do consumidor. Faria (2005) argumenta que logística é parte do processo da cadeia de suprimentos que planeja, programa e controla, de forma eficiente e eficaz, a expedição, o fluxo reverso e a armazenagem de bens e serviços, bem como do fluxo de informações relacionada, entre o ponto de origem e de consumo, com o propósito de atender às necessidades dos clientes. Para CLM - Council of Logistics Management (1999) logística é a parte do gerenciamento da cadeia de abastecimento que planeja, implementa e controla o fluxo e armazenamento eficiente e econômico de matérias-primas, materiais semi acabados e produtos acabados, bem o ponto de origem até o ponto de consumo, com o propósito de atender às exigências dos clientes. Colocam Bowersox e Closs (2001) que a logística envolve a integração de informações, transporte, estoque, armazenagem, manuseio de materiais e embalagem. E o desafio é coordenar o conhecimento específico de tarefas individuais numa competência integrada concentrada no atendimento ao cliente. No século XXI a logística requer serviços customizados e uma integração total dos membros da cadeia, desde a matéria-prima aos produtos acabados. A busca por essa eficiência logística é a busca constante das organizações. Percebe-se que os autores convergem que a logística tem como objetivo final atender as expectativas dos consumidores ao longo do tempo. Estes autores também destacam: gestão da cadeia de suprimentos; serviços de movimentação e armazenagem; fluxo de materiais; clientes e consumidores; rentabilidade. Alguns autores destacam o fluxo de informações (CHRISTOPHER, 2007; NOVAES, 2001; FARIA 2005), sendo que Bowersox e Closs (2001) ampliam ao mencionar a palavra conhecimento. Além disso, alguns autores mencionam de forma mais explícita a rentabilidade para as empresas, enquanto outros citam apenas o atendimento às necessidades dos clientes. Dessa forma, pode-se afirmar que as organizações buscam incansavelmente a sua permanência no mercado e com sustentabilidade, e isso só é viabilizado tendo uma gestão 4

5 logística eficiente. A logística é um elo entre o mercado e a empresa; é através dela que ocorre a coordenação dos fluxos de materiais e informações que possibilitam a busca de vantagens que lhe diferenciem dos concorrentes e proporcionem lucros. Quanto mais afinada a gestão logística, mais rápida será a resposta ao mercado. No mercado globalizado a arena competitiva aumenta, sendo necessários lançamentos frequentes de novos produtos, com ciclos de vida mais curtos para atender à mudança constante no perfil dos clientes. Isso está forçando as organizações, a serem criativas ágeis e flexíveis. A diferenciação hoje pode ser obtida pela prestação de um pacote de serviços ampliado. Pode-se, dessa forma, utilizar a logística para obtenção de vantagem competitiva, disponibilizando o produto certo, nas condições adequadas para o cliente, ao preço justo. Segundo Christopher (2007) a vantagem competitiva é encontrada, na capacidade de a organização diferenciar-se de seus concorrentes aos olhos do cliente e, pela capacidade de operar a baixo custo e com lucro maior. De acordo com Novaes (2007) a logística agrega valores à cadeia produtiva, valor de lugar, tempo, qualidade e informações, e elimina processos que não tem valor ao cliente. A agregação de valor poderá surgir por meio de entregas confiáveis, quantidades menores, variedade de produtos e melhores serviços. Essas facilidades poderão se tornar um diferencial aos olhos do consumidor. Portanto, o objetivo final de todas as organizações é o equilíbrio nos custos totais e a manutenção de margens seguras para a sustentação. A logística busca soluções eficientes, otimizadas em termos de custo e nível de serviço. Novaes (2007) coloca que a logística incorpora: (i) Cumprimento dos prazos ao longo da cadeia; (ii) Integração efetiva e sistêmica entre todas as áreas da empresa; (iii) Integração efetiva e estreita com os seus parceiros (fornecedores e clientes); (iiii) Otimização com a racionalização dos processos e redução dos custos; (iiiii) Satisfação do cliente, com níveis de serviços adequados. Para prestar um serviço logístico de excelência Fleury (2003) aborda que tem sido o objetivo de inúmeras empresas que diferenciaram seu atendimento, causando uma superação as expectativas de seus clientes, que passou a ser uma nova forma de garantir sua lealdade e conquistar novas contas. É através do serviço que as empresas procuram diferenciar seus produtos, fazendo com que os clientes percebam mais valor naquilo que estão comprando. Flint, Larsson e Gammelgaard (2005) sob o ponto de vista estratégico as empresas precisam 5

6 se organizar melhor e mais rápido que seus competidores, de forma alinhada com o mercado e ainda com ênfase aos diferenciais competitivos advindos da gestão logística. Neste ambiente, no qual a complexidade dos serviços logísticos, aliada a redução de custo e melhoria do nível de serviço. A logística se tornou uma área para a racionalização dos recursos organizacionais, a fim de terem um processo produtivo otimizado. Atualmente algumas perguntas frente à logística versus estratégia podem ser feitas: 1) A logística mostra-se uma escolha efetiva e oportuna frente às novas exigências de mercado? A evolução de seu conceito ao incorporar e utilizar preceitos de marketing, qualidade, finanças e planejamento, a logística tornou-se uma disciplina multifuncional e, assim, aumentou sua contribuição para a eficiência e a eficácia da gestão. Ainda mais, é capaz de manter a atenção às necessidades internas da empresa e, ao mesmo tempo, voltar os seus olhos aos desejos dos clientes. A preocupação com a gestão de fluxos. O primeiro fluxo é o dos materiais, o qual se inicia no fornecedor e termina na entrega ao consumidor final. O segundo é o das informações, o qual tem um sentido inverso ao do anterior. Então, pela sincronização e racionalização destes fluxos, procura-se, simultaneamente, a redução de estoques, que são consumidores de recursos, e o aumento da disponibilidade dos produtos. Essa sinergia favorece, também, o fluxo financeiro da empresa. 2) Como a logística pode ser vista como estratégia? O aumento de seu escopo com o tempo, a logística passou a se preocupar com um número cada vez maior de atividades e deixou de ser vista como operacional para tornar-se estratégica. Assim, deve ser considerada em decisões importantes e receber a atenção dos mais altos escalões da empresa. Em função da ampliação de sua abrangência inicialmente tratada de forma funcional, passou a integrar as diversas funções internas da empresa e hoje funciona como elo entre clientes e fornecedores. Esse enfoque sistêmico e orientação para processos permitem uma visão global da empresa e da cadeia produtiva como um todo. Desse modo, de forma integradora, propicia que todos os interesses e pontos relevantes sejam analisados na tomada de decisão. Assim pode-se observar que a logística deve ser vista pelas organizações de forma estratégica, pois é o elo entre a empresa e o cliente, e ela permite descobrir quais são as componentes de valor que os seus clientes apreciam e procurar a realização de ações que se traduzam na agregação de valores perante os seus clientes. Com isso, será possível conhecer 6

7 onde estão os problemas dos sistemas logísticos e elaborar um conjunto de indicadores de desempenho logístico que servirão para a realização de benchmarking entre os setores e entre as próprias empresas. A solução das dificuldades da logística contribuirá para a criação de uma maior competitividade da economia brasileira. A partir dos conceitos expostos e do contexto mundial, podemos concluir com convicção que a logística apresenta-se hoje como uma formidável ferramenta para a criação de vantagens competitivas nas organizações. Os ambientes globalizados precisam de trocas eficientes e eficazes de produtos e mercadorias, que circulem por canais internacionais e regionais bem afinados. 2.2 Estratégia de Tempo Assim como a competição, a vantagem competitiva é um alvo em constante movimento. Para qualquer empresa de qualquer setor, a chave está não em se ater a uma ideia fixa e única do que seja sua fonte de vantagem. Kennerley, Nelly e Adams (2003) afirmam que o ambiente em que as organizações competem é dinâmico e as rápidas mudanças requerem estratégias. Este ambiente altamente competitivo caracterizado pela compressão do tempo, liderança eficaz dos prestadores de serviços logísticos (SAUVAGE, 2003). Tornar-se empresa baseada no tempo requer um esforço sustentado e enfocado, que é difícil conseguir. Stalk e Hout (1993) citam que uma empresa atravessa três fases para se tornar competidor baseada no tempo. Na primeira fase a companhia descobre a oportunidade e decide sair atrás, chamando isso visão e decisão. A segunda fase é mudar as formas básicas de funcionamento da companhia, sendo chamada realizando mudança e a terceira fase sustentando a melhoria. Hoje em dia, segundo Stalk o tempo é uma vantagem chave. As formas como as empresas líderes de mercado gerenciam o tempo; na produção, no desenvolvimento e no lançamento de novos produtos, em vendas e em distribuição, representam as mais poderosas novas fontes da vantagem competitiva. O exemplo bem claro esta nos japoneses, na segunda guerra mundial, que usaram mão de obra barata, tecnologia com relevância, estratégias baseadas em escala e finalmente fábricas focalizadas. Atualmente as empresas japonesas estão capitalizando o tempo como uma fonte crítica de vantagem competitiva: encurtando o ciclo de planejamento o desenvolvimento do produto e enxugando o tempo de processos nas fábricas, gerenciando o tempo como a maioria das empresas gerencia custos, qualidade e estoques. 7

8 Segundo Martins (1998) torna-se necessário que os produtos e ou serviços estejam à disposição para serem consumidos. As empresas necessitam cada vez mais de esquemas de distribuição rápidos e eficazes, com vários depósitos de produtos acabados junto aos consumidores, ou esquemas de entrega extremamente ágeis, pois o prazo de entrega é fator essencial na decisão de compra. A logística empresarial, parte integrante da administração das operações, constitui um conjunto de técnicas de gestão da distribuição e transporte dos produtos finais, do transporte e manuseio interno às instalações e do transporte das matériasprimas necessárias ao processo produtivo. Para Sauvage (2003) na distribuição, prazos de entrega entre a data da ordem e data do produto que é disponibilizado foram substancialmente reduzidos. Esta contração é um fator de sucesso de estratégia, começando nos anos 90, La Londe e Masters (1994) previu a compressão dos tempos de ciclos através da generalização do Cross-docking, Just-in-time e alta reatividade. Atualmente são baseadas no uso de digitalização, padrão de códigos de barras e técnicas padronizadas de EDI. Com a globalização a redução de prazos no atacado, a eficiência logística exige gerenciamento avançado de informações e sistemas de comunicação. Quanto mais rápido uma organização responder as necessidades do mercado, em comparação às concorrentes, tanto mais elevado será seu crescimento, seus preços e sua lucratividade. Como o tempo é uma variável básica de desempenho do negócio, a gerência raramente o monitora explicitamente, quase nunca com as mesmas precisões dedicadas a vendas e custos. Entretanto o tempo é um padrão de medida de competição mais crítico do que as medições financeiras tradicionais. A logística de entrega segundo Ballou (2006) pode impactar negativamente a avaliação global (produtos e serviços agregados) feito pelo cliente. As estratégias baseadas no ciclo de fabricação flexível, resposta rápida, expansão da variedade e inovação são baseadas no tempo. As empresas são sistemas; o tempo conecta todas as partes. Os concorrentes mais poderosos compreendem este axioma e estão interrompendo o ciclo debilitante que estrangula parte do planejamento da fabricação tradicional. Segundo Stalk e Hout (1993) tornar-se um competidor baseado no tempo significa comprimir o tempo entre fabricar e distribuir produtos. Hoje as organizações devem oferecer aos clientes o que eles querem no momento em que desejam, senão a concorrência o faz no seu lugar. Segundo estes autores, o controle do tempo é a chave para o bom desempenho da empresa, basicamente reduzir o tempo de resposta às evoluções do mercado e a capacidade de serem capazes de se adaptarem. 8

9 2.3 Estratégia competitiva Estratégia competitiva é uma decisão gerencial que determina a sobrevivência, crescimento, e perpetuidade de uma empresa. O posicionamento competitivo envolve uma visão geral de negócio, metas de desempenho e ações orientadas pela visão e sustentadas pelas metas. Para Mintzberg (2000) estratégia é um padrão, consistência em comportamento ao longo do tempo. Três níveis estratégicos podem ser delineados em uma empresa: o corporativo, mais envolvido com decisões de longo prazo, as unidades de negócio, envolvendo mais decisões de médio prazo e o nível funcional, dependente de decisões tomadas em curto prazo. Segundo Porter (1991), uma indústria sofre a ação de diversas forças competitivas: fornecedores, consumidores, entrantes, substitutos e concorrentes. A partir do conhecimento das forças competitivas, a empresa pode definir a sua vantagem estratégica pela diferenciação de produtos ou liderança pelo custo e o enfoque no segmento de mercado em particular em que deseja ser líder. Durand (1998) aponta que o desempenho da empresa não é apenas o resultado do ambiente externo no jogo competitivo forças competitivas, sendo que o desempenho pela organização também varia de acordo com recursos explorados e alavancados por ela para satisfazer as necessidades dos clientes e do mercado. Ao longo dos últimos anos, diferentes estratégias vêm sendo adotadas na manufatura como curvas de aprendizagem, entre elas o portfólio de negócios, o desrateio de custo, a restruturação e estratégia do tempo. Esta última apresenta à vantagem de reduzir o tempo de resposta da empresa a necessidade do cliente (Stalk & Hout, 1993), o que vem a ser hoje, fundamental para o melhor posicionamento competitivo. No contexto de globalização, logística empresarial e competitividade não pode ser deixada de falar da estratégia que o gestor deverá ter para maximizar todo esse conhecimento e ferramentas. Portanto, é importante apresentar algumas teorias sobre a estratégia competitiva e sua importância para o novo modelo de gestão competitiva. A competitividade é tratada em diversos estudos e neste estudo destacou-se os que seguem abaixo. Segundo Porter (2003), tanto a atratividade da indústria quanto a posição competitiva podem ser modeladas pela empresa, e é isto o que torna a escolha da estratégia competitiva desafiante e excitante. Porter também aborda que a base fundamental do desempenho acima da média em longo prazo das empresas é a vantagem competitiva sustentável. 9

10 Uma empresa diferencia-se da concorrência se puder ser singular em alguma coisa valiosa para os compradores. Esta diferenciação é um dos tipos de vantagem competitiva que uma empresa dispõe. Porter (1985), afirmava que a estratégia competitiva visa estabelecer uma posição lucrativa e sustentável contra as forças que determinam a competição industrial. Como a competitividade é um processo complexo, dinâmico e multi-dimensional não é possível definir uma medida única que forneça uma boa reflexão sobre o ambiente competitivo. Ohamae (2001) coloca que sem competidores não haveria necessidade de estratégia, pois o único propósito do planejamento estratégico é tornar a empresa apta a ganhar, tão eficientemente quanto possível, uma vantagem sustentável sobre sua concorrência. Conforme Mintzberg (2000) é através da estratégia que a empresa irá se posicionar na tomada de decisões, quanto a corporação e a competitividade, ou seja, como fará o direcionamento da organização, a fim de agir diante das ameaças da concorrência. Percebe-se que os autores convergem que a estratégia tem como objetivo final manter vantagem competitiva frente ao concorrente. Estes autores também destacam: gestão de manufatura; gestão de qualidade; gestão financeira, consumidores e rentabilidade. 3 Metodologia A estratégia de pesquisa utilizada neste trabalho foi a de estudo de caso. Yin (2005) define estudo de caso como um questionamento empírico que investiga um fenômeno contemporâneo com seus contextos de vida real. Para Gil (2002, p.84), é uma estratégia de visão global do problema que identifica possíveis fatores que são por ele influenciados. Conforme Roesch (1999, p. 197), estudar pessoas em seu ambiente natural é uma vantagem do estudo de caso e uma diferença básica em relação ao experimento que é conduzido num ambiente artificial, controlado. Os estudos desenvolvidos por Denzin e Lincoln (2000) localiza o observador no mundo. Os dados de natureza qualitativa segundo Miles e Huberman (1994) são fontes de descrição ricas que permitem que sejam preservados fluxos cronológicos, que sejam identificados achados inesperados, que sejam revistos modelos conceituais; enfim, esses dados são vívidos, tem sabores que acabam envolvendo muito mais o público ao que se apresentam do que fazem os números, tal a riqueza de interpretações que propiciam. Maanen (1979a) a pesquisa quantitativa reduz a distância entre indicador e indicado, entre teoria e dados, entre contexto e ação. Os métodos qualitativos têm um papel importante no campo dos estudos organizacionais (DOWNEY & IRELAND, 1979). 10

11 Este estudo teve como principal propósito, avaliar como um processo sistêmico e de monitoração contínua na logística de distribuição dos produtos para o mercado nacional, pode auxiliar a empresa estudada a incrementar a competitividade, partindo da análise de um estudo de caso em uma empresa no setor metal mecânico, localizado na serra gaúcha. O trabalho foi desenvolvido em quatro etapas, conforme descrito no objetivo específico, e as áreas envolvidas no desenvolvimento: logística, venda e o tempo à realização do trabalho desde o diagnóstico até a implantação, foi de um ano. Nesta pesquisa pode-se observar a realidade organizacional e seus problemas, processos ou soluções que podem ser aplicados em outras organizações. A figura 1 mostra os objetivos, a coleta dos dados e os resultados esperados. Objetivo específico Coleta de dados Resultados Identificar às estratégias da empresa vinculadas a proposta Relatório Excel Vincular a proposta com as estratégias da empresa. Desenvolver uma proposta de melhoria na logística de distribuição do mercado nacional da empresa Relatório Excel Entrevistas Modelo de um processo sistêmico e de monitoração contínua na logística de distribuição dos produtos para o mercado Fazer um paralelo entre à situação anterior a implantação do projeto na empresa e a situação proposta Demonstrar as melhorias após a Planilha Excel Entrevistas Planilha Excel implantação do projeto Figura 1: Resumo dos procedimentos metodológicos. Fonte: elaboração própria nacional Conhecimento da situação atual e comparar com o proposto. Identificar as melhorias 4 Estudo de Caso 4.1 Identificação das estratégias da empresa vinculadas a proposta. A empresa estudada apresenta funcionários e tem um faturamento mensal de aproximadamente R$ ,00. É uma empresa que é apurada pelo lucro real, sociedade anônima e de capital aberto. As diretrizes da empresa proporcionam o campo fértil necessário para os avanços de uma organização moderna com o olhar para o futuro. Disseminando amplamente visão, missão, negócios, valores e princípios têm muito bem documentados, definido através do seu mapa estratégico e do sistema de gestão dos seus processos e atividades necessárias à condução do negócio. Esta empresa tem um conceito forte de estratégia na sua organização. Ela conhece bem o mercado no qual atua, os seus oponentes e o seu posicionamento, e sabe explorar os seus pontos fortes e tenta minimizar aspectos fracos. Por estar inserida num cenário competitivo, 11

12 ela procura ser flexível e ágil podendo adotar diferentes estratégias dependendo do mercado, já que exporta para mais de 60 países. Todos os projetos desenvolvidos devem ser obrigatoriamente vinculados com as estratégias da empresa e utilizar a ferramenta de gestão de projetos que tem como objetivo conhecimento de métodos, técnicas para auxiliar no desenvolvimento dos mesmos. O projeto desenvolvido neste trabalho é uma proposta de melhoria na logística de distribuição do mercado nacional da empresa através de um processo sistêmico e de monitoramento contínuo. A empresa analisada apresentava uma deficiência no aspecto da entrega dos seus produtos aos clientes, que gerava uma insatisfação, pois os mesmos não possuem grandes volumes de estoque e a demora de entrega gerava perdas de vendas. Em contrapartida a empresa analisada apresenta estoque neste segmento para poder ser ágil e responder rapidamente às necessidades do mercado. A sua eficiência no aspecto de ter produto a pronta entrega, ficava comprometida em virtude de problemas nas entregas dos seus produtos como: entrega incompleta dos produtos pela perda de volumes e o não cumprimento dos prazos de entrega conforme combinado. A insatisfação se tornou crescente e influenciou na necessidade de melhorias, através do mapeamento do processo até a definição do caminho a ser seguido pela organização. Pode-se perceber que a partir de sua ineficiência a empresa observou uma oportunidade de melhoria no nível de serviço ofertado ao seu cliente. Dentre as estratégias da empresa o projeto de transporte para mercado de reposição nacional, encontrou suporte para se desenvolver. Destaca-se abaixo as estratégias vinculadas a este projeto: 1) Gerir relacionamento comercial e o serviço ao cliente; 2) Ter excelência operacional na cadeia produtiva (Supply Chain); 3) Fortalecer cultura de inovação, melhoria contínua e alto desempenho. 4.2 Desenvolvimento da proposta de melhoria na logística de distribuição do mercado nacional da empresa Conforme Faria (2005) muitas empresas conseguem um diferencial competitivo no mercado mediante uma correta utilização dos modos de transporte. Como se trata de um elo entre o fabricante e o consumidor final. Dessa forma, é necessário desenvolver uma proposta de melhoria na logística de distribuição do mercado nacional da empresa; como uma forma de conseguir um diferencial 12

13 competitivo através do gerenciamento deste item, já que está diretamente relacionado com a satisfação do cliente. Christopher (2007) coloca que reduzindo o tempo de canal de suprimentos acarretará muitos benefícios: liberação de capital, benefício contínuo por meio da redução no custo de financiamento de um canal mais curto; tempos de resposta menores e, consequentemente, níveis de serviços mais altos, menos vulnerabilidade à volatilidade do mercado; mais flexibilidade para atender às precisas exigências do cliente. Este modelo tem como proposta atingir um diferencial competitivo, agregando nível de serviço à logística de distribuição física dos seus produtos, trabalhando com a variável tempo, que é uma área que atualmente está deficitária. Isso ocorre devido à empresa atualmente ainda estar focada no aspecto preço, deixando de perceber as necessidades dos clientes. No entanto, pode-se perceber também que os clientes esperam, conforme Faria (2005): Que os produtos cheguem ao seu destino sem avarias; O cumprimento dos prazos de entrega; A entrega do produto no local certo, bem como facilitar o processo de descarregamento; As melhorias constantes nos processos para torná-los mais ágeis; A redução dos custos de entrega, elevando a satisfação dos clientes. O impacto dos custos de transporte pode ser compensado, pela pontualidade de entrega, flexibilidade de manuseio, gerenciamento de roubo, danos e avarias. Isso contribui para o nível de serviço que a empresa presta a seu cliente. Este projeto propõe uma avaliação de desempenho nas entregas do mercado de reposição, definindo indicadores, metas e planos de ação de melhorias, um PDCA contínuo. As transportadoras começaram a serem analisadas por quatro indicadores, que são: 1) Participação Global: será analisada a participação de cada transportadora sobre os embarques totais do período (indicador interno); 2) Ocorrências: quantidade de ocorrências negativas apresentadas no período; 3) Observações: quantidade e percentual de observações negativas no período; 4) Confiabilidade de Entrega (ICE): serão analisadas se as datas de entregas estão em acordo ou desacordo ao negociado (prazos de entrega). Baseado nas metas cada transportadora deverá desenvolver planos de ação. As transportadoras que não alcançarem o mínimo aceitável terão de enviar um plano de ação num prazo máximo de 10 dias corridos a partir da data de recebimento do aviso da empresa. 13

14 A ferramenta a ser utilizada deverá ser única e exclusivamente 8D¹ para a qual cada transportadora deverá providenciar treinamento de um integrante de seu quadro em 8D e MASP² o qual será responsável pelo preenchimento adequado dos relatórios. No primeiro momento a empresa não estipulou um padrão de formulário, ficando cada transportadora responsável pela criação e padronização dos mesmos seguindo os critérios estipulados na ferramenta 8D. Estes indicadores são apresentados na figura 2 com suas respectivas metas: Indicador Cálculo Meta Aceitável Participação Global (Indicador para uso interno empresa) Valor total embarcado pela transportadora / valor total embarcado no período N/I N/I Ocorrências Observações Soma de ocorrências Negativas / Soma de todas as ocorrências do período. Soma de observações Negativas / Soma de todas as observações do período. ZERO <=1% ZERO <=1% ICE Índice de Confiabilidade de Entregas Considera Apenas dias Úteis: [Prazo Negociado - (Data de Entrega Data de Embarque - 1)] Figura 2: Resumo dos procedimentos. Fonte: elaboração própria 1 ZERO Ano 2010 >= 80% Dentro do Prazo Entre e >= 90% Dentro do Prazo A partir de >= 95% Dentro do Prazo Desta forma percebe-se que a empresa está procurando um processo de desenvolvimento dos seus fornecedores e uma parceria e não simples troca de fornecedor pelo não atendimento das metas. E a empresa pretende com este trabalho atingir até 2011 uma acuracidade nas entregas de noventa e cinco por cento. 4.3 Elaboração de paralelo entre à situação anterior a implantação do projeto na empresa e a situação proposta Anteriormente a empresa não tinha ferramentas para medir o nível de serviço prestado pelas transportadoras aos clientes, gerando reclamações constantes e sem medidas de 1 ¹ 8D oito disciplinas é uma ferramenta de qualidade. ² MASP metodologia aplicada a solução de problemas é uma ferramenta de qualidade. 14

15 contenção. Com o novo processo começou a criar ferramentas de controle, que auxiliam a administração. A figura 3 demonstra o acompanhamento da eficiência da transportadora com relações aos prazos negociados. Já figura 4 observa-se os motivos dos atrasos, e a partir disso se tem parâmetros das melhorias necessárias para melhorar o nível de serviço. Neste ponto ao detectar as falhas no processo desenvolve-se os planos de ação de melhorias por parte das transportadoras. A figura 5 apresenta a participação. A participação global da transportadora é demonstrada na figura seis, na qual expõem a participação do faturamento e volumes carregados nas operações de transporte individuais por empresa. A partir das análises de índice de entrega, ocorrências, as transportadoras poderão agregar mais regiões ou perder regiões em função de sua eficiência nas entregas. Podemos observar que as ferramentas proporcionam um norte para a tomada de decisões da organização na questão de transporte e na tomada de medidas preventivas, procurando constantemente a satisfação dos clientes. Figura 3: Índice confiabilidade de entrega. Fonte: elaboração própria 15

16 Figura 4: Ocorrências. Fonte: elaboração própria Figura 5: Participação. Fonte: elaboração própria 4.4 Demonstração das melhorias após a implantação do projeto Este projeto possibilitou melhorias no processo de entrega, reduzindo prazo de entrega e melhorando nas questões de qualidade de serviço prestados. Segundo Martins et al. (2010, p.55) a percepção de um bom serviço que estava atrelada ao deslocamento eficaz de matérias-primas e de produtos acabados entre pontos geográficos distintos, evoluiu para a busca na eficiência dos processos logísticos, o que fez com que outros atributos do serviço fossem incorporados ao bojo da tomada de decisão acerca dos transportes, como o cumprimento dos prazos, a transparência de custos e o desenvolvimento de serviços apropriados e integrados com fornecedores e clientes. 16

17 Um dos pontos demonstrado na figura sete, a evolução da transportadora no aspecto de confiabilidade de entrega, no qual ela começou com uma confiabilidade de vinte cinco por cento nas entregas e em julho de 2010 já tinha melhorado significativamente conseguindo atingir setenta e três por cento. Isso demonstra a eficiência da ferramenta adotada. A figura 7 o gráfico demonstra a evolução no processo de entrega no qual percebe-se a ineficiência dividida em dois momentos: transporte e empresa. No aspecto transporte percebese uma evolução nas reclamações em janeiro de 2010, onde apresentava quarenta e três reclamações pela ineficiência nas entregas. Porém pode-se observar com a aplicação da ferramenta e monitoramento em maio do mesmo ano conseguiu uma redução para oito reclamações. Percebe-se que com a aplicação do gerenciamento e o monitoramento contínuo possibilitou melhorias no desempenho da empresa no aspecto de entrega dos seus produtos com isso garantido a satisfação dos clientes. Figura 6: Evolução do processo de entrega. Fonte: elaboração própria 17

18 Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Figura 7: Evolução do processo de entrega. Fonte: elaboração própria Total Transportadoras Empresa 5 Considerações finais O gerenciamento logístico no Brasil é um conceito muito recente, mas que está ganhando força, em função do cenário em que as empresas estão inseridas. Esse cenário competitivo faz com que as organizações passem a ver a logística como uma ferramenta estratégica, pois necessita desenvolver vantagens competitivas em relação aos seus concorrentes em aspectos como tempo, custo e nível de serviço. Nesse contexto, o estudo desenvolvido teve como principal propósito avaliar como processo sistêmico e de monitoração contínua na logística de distribuição dos produtos para o mercado nacional. Pode-se constatar as deficiências e oportunidades de melhorias na empresa estudada. A combinação da tecnologia da informação e a qualidade total no âmbito da logística possibilitaram agregar valor aos negócios, desde que controlado as técnicas de forma objetiva e dentro de um contexto de negócio que garanta que as metas da logística sejam compatíveis com as da organização. O canal de distribuição utilizado é de distribuidores no segmento de atuação da empresa no Brasil, por ser um produto de reposição automotiva, quando surgir à necessidade de troca em um veículo, se caso o produto não estiver disponível a manutenção será realizado com o produto de outra marca. Desta forma o fato da disponibilidade do produto no menor tempo é uma exigência para não incorrer a venda perdida. 18

19 Com o desenvolvimento do estudo proposto, utilizando a variável tempo, com as transportadoras a empresa melhorou a sua excelência na cadeia, no aspecto da distribuição dos seus produtos, procurando desta forma estreitar o relacionamento com os seus clientes ao melhorar o nível de serviço ofertado e consequentemente aumentando a sua satisfação. Podemos observar que com a implantação deste projeto que ao reduzir o tempo e aumentar a qualidade de entrega dos produtos, a empresa esta agregando valor, por ser uma ação perceptível aos olhos dos seus clientes. Com o trabalho desenvolvido observou-se que a empresa apresentava outras duas ineficiências que anteriormente não eram perceptíveis, em função do seu não monitoramento, entre eles o aspecto de ter uma infraestrutura melhor para expedir material e outro a questão do cliente que ao perceber o não controle no aspecto de entrega, se beneficiava com a postergação de pagamento, o que veio a inexistir após o estudo. 6 Referências bibliográficas ARBOCHE, F.S. Gestão de logística, distribuição e trade marketing. 2ª ed. FGV, BALLOU, R. H. Gerenciamento da cadeia de suprimentos: planejamento, organização e logística empresarial. 4.ªed. Porto Alegre: Bookman, BALLOU, R. Revenue estimation for logistics Customer servisse offering. The International Journal of Logistics Management, v. 17, nº 1, p , 2006 BOWERSOX, D. J; CLOSS, D. J. Logística empresarial: processo de integração da cadeia de suprimento. São Paulo: Atlas, CARLSOON, J.; SARV, H. Mastering logistics change. Linkoping Instituite of Tecnology. v.8, nº 1, CAPACINO, W.C.; BRITT, F.F. Perspectives on global logistics. International Journal of Logistics Management, v. 2, nº 1, p , Council of Logistics Management (CLM), CHRISTENSEN, C.; BROWN, J. D.; MARKIDES, C.; GEROSKI, P. Dossiê inovação: gestão da inovação - a hora, o ritmo e a maneira certa de inovar. SP, n. 49, mar/abr CRISTOPHER, M. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos: estratégias para redução de custo e melhoria de serviço. São Paulo: Pioneira,

20 DENZIN, N. K.; LINCOLN, Y.S. Handbook of qualitative research. 2ª ed. Thousand Oaks, Califórnia: Sage Publications, DINIZAR, F. B. Competitividade: os (des) caminho da globalização. Lajeado: Fates, DOWNEY, H. K.; IRELAND, R. D. Quantitative versus qualitative: the case of environmental assessment in organizational In Adminstrative Science Quarterly, v. 24, nº 4, p , December DURAND, T. The alcchemy if competence. In: HAMEL, G.; PRAHALAD, C. K.; THOMAS, H.O NEAL,D. Strategic Flexibility-Managing in a turbulent environment, FARIA, A. C.; COSTA, G. M. F. Gestão de custos logísticos. São Paulo: Atlas, FLEURY, A. O Futuro do transporte rodoviário de cargas. Gazeta Mercantil. Caderno A14. São Paulo, Nov, FLEURY, P.F. Logística e gerenciamento da cadeia de suprimentos. COPPEAD de Administração). São Paulo: Atlas, ª ed. (Coleção FLEURY, P.A Logística brasileira em perspectiva. In: FLEURY, P.; WANKE, P. FIGUEREDO, K. Logística Empresarial. São Paulo: Atlas, 2004 FLINT, D.J.; LARSSON E.; GAMMELGAARD, B. Logistics innovation: a customer value oriented social process. Journal of Business Logistics, v. 26, nº 1, GIL, A. C. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ªed. São Paulo: Atlas, HALLEY, A.; GUILHON. Logistics behaviour of small entreprises: performance strategy and definition. International journal of Physical Distribution & Logistics Management, v.27, nº 8, p , jan./maio HOOLEY, G. J; SAUNDERS, J.A.; PIERCY, N.F. Estratégia de marketing posicionamento competitivo. São Paulo: Prentice Hall, IMA - Institute of Management Accountants KIM, W C.; MAUBORGNE, R. A estratégia do oceano azul. 9ª. ed. São Paulo: Clio, KENNERLEY, M; NELLY, A. ADAMS, C. Survival of the fittest: measuring performance in a changing business environment. Measuring Businee Excellence, v.7, n.4, p.37-43,

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas...

Importância da normalização para as Micro e Pequenas Empresas 1. Normas só são importantes para as grandes empresas... APRESENTAÇÃO O incremento da competitividade é um fator decisivo para a maior inserção das Micro e Pequenas Empresas (MPE), em mercados externos cada vez mais globalizados. Internamente, as MPE estão inseridas

Leia mais

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que

22/02/2009. Supply Chain Management. É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até os fornecedores originais que Supply Chain Management SUMÁRIO Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM) SCM X Logística Dinâmica Sugestões Definição Cadeia de Suprimentos É a integração dos processos do negócio desde o usuário final até

Leia mais

2. Revisão bibliográfica

2. Revisão bibliográfica 17 2. Revisão bibliográfica 2.1. Logística de transportes A Logística recebeu diversas denominações ao longo dos anos: distribuição física, distribuição, engenharia de distribuição, logística empresarial,

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas.

O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. Logística e Distribuição Professor: Leandro Zvirtes UDESC/CCT Histórico O termo logística tem sua origem no meio militar, estando relacionado a atividade de abastecimento de tropas. A história mostra que

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

CONCLUSÃO das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex

CONCLUSÃO das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex 177 6 CONCLUSÃO A presente investigação das implicações estratégicas das redes e alianças de relacionamento mais significativas da Embratel enquanto empresa do grupo Telmex, atingiu seu objetivo de evidenciar

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Objetivos da aula: - Explorar as principais motivações para a redução dos níveis de estoque e as armadilhas presentes na visão tradicional, quando é focada apenas uma empresa em vez de toda a cadeia de

Leia mais

Objetivo. Utilidade Lugar. Utilidade Momento. Satisfação do Cliente. Utilidade Posse

Objetivo. Utilidade Lugar. Utilidade Momento. Satisfação do Cliente. Utilidade Posse Supply chain- cadeia de suprimentos ou de abastecimentos Professor: Nei Muchuelo Objetivo Utilidade Lugar Utilidade Momento Satisfação do Cliente Utilidade Posse Satisfação do Cliente Satisfação do Cliente

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

O Supply Chain Evoluiu?

O Supply Chain Evoluiu? O Supply Chain Evoluiu? Apresentação - 24º Simpósio de Supply Chain & Logística 0 A percepção de estagnação do Supply Chain influenciada pela volatilidade do ambiente econômico nos motivou a entender sua

Leia mais

Estrutura do Curso. Planejamento Estratégico

Estrutura do Curso. Planejamento Estratégico Estrutura do Curso (Prof. Mauricio Neves) INTRODUÇÃO À ESTRATÉGIA EMPRESARIAL (Unidade I) MODELO PORTER: TÉCNICAS ANALÍTICAS (Unidade II) ESTRATÉGIA BASEADA EM RECURSOS, (Unidade IV) Planejamento Estratégico

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial IETEC INSTITUTO DE EDUCAÇAO TECNOLÓGICA PÓS GRADUAÇAO LATU SENSU 15 a. Turma Gestão da Logística Logística Empresarial Elenilce Lopes Coelis Belo Horizonte MG Julho - 2006 2 SUMÁRIO INTRODUÇÃO À LOGÍSTICA...PÁGINA

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Introdução A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas

Leia mais

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Cassia Uhler FOLTRAN 1 RGM: 079313 Helen C. Alves LOURENÇO¹ RGM: 085342 Jêissi Sabta GAVIOLLI¹ RGM: 079312 Rogério Bueno ROSA¹ RGM:

Leia mais

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso:

PLANO DE NEGÓCIOS. Causas de Fracasso: PLANO DE NEGÓCIOS Causas de Fracasso: Falta de experiência profissional Falta de competência gerencial Desconhecimento do mercado Falta de qualidade dos produtos/serviços Localização errada Dificuldades

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos

Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Aspectos Fundamentais da Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimentos Peter Wanke Introdução Este texto é o primeiro de dois artigos dedicados à análise da gestão de estoques, a partir de uma perspectiva

Leia mais

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta.

FIGURA 1: Capacidade de processos e maturidade Fonte: McCormack et al., 2003, 47p. Maturidade SCM Foco SCM. Inter-organizacional. Alta. Pesquisa IMAM/CEPEAD descreve os níveis de maturidade dos logísticos de empresas associadas Marcos Paulo Valadares de Oliveira e Dr. Marcelo Bronzo Ladeira O Grupo IMAM, em conjunto com o Centro de Pós-Graduação

Leia mais

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos

5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5 Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos 5.1 Conceitos e definições do supply chain management O conceito ou definição do SCM é algo recente na literatura especializada, datado mais precisamente da metade

Leia mais

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO

GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH. PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO GESTÃO DO NÍVEL DE SERVIÇO E SEGMENTAÇÃO DE MERCADO PARA DIFERENCIAÇÃO DOS SERVIÇOS DE RH PROFa. EVELISE CZEREPUSZKO O QUE É NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO? É a qualidade com que o fluxo de bens e serviços

Leia mais

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade

Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade Estruturando o modelo de RH: da criação da estratégia de RH ao diagnóstico de sua efetividade As empresas têm passado por grandes transformações, com isso, o RH também precisa inovar para suportar os negócios

Leia mais

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis:

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Canais de marketing Prof. Ricardo Basílio ricardobmv@gmail.com Trade Marketing Trade Marketing Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Distribuidores; Clientes; Ponto de venda.

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG

O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG O uso da tecnologia CRM em uma empresa de pequeno porte no município de Bambuí-MG Caroline Passatore¹, Dayvid de Oliveira¹, Gustavo Nunes Bolina¹, Gabriela Ribeiro¹, Júlio César Benfenatti Ferreira² 1

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL

CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL CUSTOS LOGÍSTICOS - UMA VISÃO GERENCIAL Data: 10/12/1998 Maurício Lima INTRODUÇÃO Um dos principais desafios da logística moderna é conseguir gerenciar a relação entre custo e nível de serviço (trade-off).

Leia mais

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão

Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão Prof. Me. Maico Roris Severino Curso Engenharia de Produção Universidade Federal de Goiás (UFG) Campus Catalão 1 Roteiro da Apresentação Definições Cadeia de Suprimentos Logística Gestão da Cadeia de Suprimentos

Leia mais

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA

MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA MATRIZ SWOT VANTAGENS DE SUA UTILIZAÇÃO NO COMÉRCIO VAREJISTA Daniela Vaz Munhê 1 Jenifer Oliveira Custódio Camara 1 Luana Stefani 1 Murilo Henrique de Paula 1 Claudinei Novelli 2 Cátia Roberta Guillardi

Leia mais

IETEC Instituto de Educação Tecnológica. Artigo Técnico

IETEC Instituto de Educação Tecnológica. Artigo Técnico IETEC Instituto de Educação Tecnológica Artigo Técnico A Importância Do Desenvolvimento Dos Fornecedores Para A Atividade De Compras Autor: Fernando de Oliveira Fidelis Belo Horizonte MG 11 de Agosto de

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção

Curso de Engenharia de Produção. Noções de Engenharia de Produção Curso de Engenharia de Produção Noções de Engenharia de Produção Logística: - II Guerra Mundial; - Por muito tempo as indústrias consideraram o setor de logística de forma reativa e não proativa (considera

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado.

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. TECNICAS E TECNOLOGIAS DE APOIO CRM Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. Empresas já não podem confiar em mercados já conquistados. Fusões e aquisições

Leia mais

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza A logística integrada A expressão logística integrada surgiu nos EUA em um trabalho de três autores (Lambert, Stock e Ellram) Se destacou pela

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC PAULINO BOTELHO EXTENSÃO EE ESTERINA PLACCO Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS

TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS TÍTULO: UTILIZAÇÃO DA INTELIGÊNCIA COMPETITIVA NA GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE CENECISTA DE SETE LAGOAS

Leia mais

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte

Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte III SEGeT Simpósio de Excelência em Gestão e Tecnologia 1 Pesquisa sobre a integração da Logística com o Marketing em empresas de grande porte Alexandre Valentim 1 Heloisa Nogueira 1 Dário Pinto Junior

Leia mais

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como: Fascículo 4 Gestão na cadeia de suprimentos Cadeias de suprimentos Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2

MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 MBA Gestão de Mercados ementas 2015/2 Análise de Tendências e Inovação Estratégica Levar o aluno a compreender os conceitos e as ferramentas de inteligência preditiva e inovação estratégica. Analisar dentro

Leia mais

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA Autor: Jeferson Correia dos Santos ARTIGO TÉCNICO INOVAÇÃO NA GESTÃO DE PÓS-VENDAS: SETOR AUTOMOTIVO RESUMO A palavra inovação tem sido atualmente umas das mais mencionadas

Leia mais

A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades

A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades A coleta de informações no processo de benchmarking: principais fontes utilizadas e dificuldades Emiliane Januário (USP) emiliane90@hotmail.com Luiz César Ribeiro Carpinetti (USP) carpinet@prod.eesc.sc.usp.br

Leia mais

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites

A. Conceito de Trade Marketing, responsabilidades, atividades, amplitude de atuação e limites 5 Conclusão Trade Marketing é um termo conhecido por grande parte dos profissionais das áreas comercial e de marketing, principalmente entre as indústrias de bens de consumo. Muitas empresas já incluíram

Leia mais

Um novo. modismo gerencial?

Um novo. modismo gerencial? Um novo modismo gerencial? por Cesar Gomes de Mello A imprensa vem divulgando várias notícias sobre empresas e projetos de quarteirização. Afinal, o que é isto? Um novo modismo que aparece no mundo dos

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich

Gestão em Logística. Fundação de Estudos Sociais do Paraná. Luiz Alexandre Friedrich Gestão em Logística Fundação de Estudos Sociais do Paraná Luiz Alexandre Friedrich Nosso contrato... Fornecedor : Luizão Cliente : Alunos de Adm. da FESP - Fornecer subsídios de teoria e prática de Gestão

Leia mais

4º Congresso de Gerenciamento de Projetos da Amazônia. Minicurso: Gerenciamento de Portfólio Palestrante: Luis Augusto dos Santos, MSc,PMP

4º Congresso de Gerenciamento de Projetos da Amazônia. Minicurso: Gerenciamento de Portfólio Palestrante: Luis Augusto dos Santos, MSc,PMP 4º Congresso de Gerenciamento de Projetos da Amazônia Minicurso: Gerenciamento de Portfólio Palestrante: Luis Augusto dos Santos, MSc,PMP Agenda Introdução ao Gerenciamento de Portfólio Identificar e Categorizar

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ INTRODUÇÃO Estratégia é hoje uma das palavras mais utilizadas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO DISCIPLINA: Logística em Agronegócio CÓDIGO: DP 0092 PROFESSOR: Nelson de Mello AULA 1 03/03/2016 Logística

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

3. Estratégia e Planejamento

3. Estratégia e Planejamento 3. Estratégia e Planejamento Conteúdo 1. Conceito de Estratégia 2. Vantagem Competitiva 3 Estratégias Competitivas 4. Planejamento 1 Bibliografia Recomenda Livro Texto: Administração de Pequenas Empresas

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos Gestão por Processos Gestão por Projetos Gestão por Processos Gestão de Processos de Negócio ou Business Process Management (BPM) é um modelo de administração que une gestão de negócios à tecnologia da

Leia mais

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento

Conteúdo. 1. Origens e Surgimento. Origens e Surgimento 1 2 Planejamento Estratégico: conceitos e evolução; administração e pensamento estratégico Profª Ms Simone Carvalho simonecarvalho@usp.br Profa. Ms. Simone Carvalho Conteúdo 3 1. Origens e Surgimento 4

Leia mais

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS BUSINESS GAME UGB VERSÃO 2 Luís Cláudio Duarte Graduação em Administração de Empresas APRESENTAÇÃO (DADOS DE IDENTIFICAÇÃO) O Business Game do Centro Universitário Geraldo Di Biase (BG_UGB) é um jogo virtual

Leia mais

Análise do Ambiente Interno

Análise do Ambiente Interno Análise do Ambiente Interno Professor: Claudemir Duca Vasconcelos Disciplina: Estratégia e Planejamento Corporativo Alunas: Gleice Costa e Cintia Belo 16 Abril 2015 Ambiente Interno de uma Organização

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DO CEARÁ CEFET/CE DEPARTMAENTO DE EDIFICAÇÕES CURSO DE VIAS E TRANSPORTES CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO PROFESSOR: HAMIFRANCY MENESES 1 TÓPICOS ABORDADOS DEFINIÇÃO DE CANAL

Leia mais

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento Gisela Gonzaga Rodrigues (PUC-Rio) giselagonzaga@yahoo.com.br Nélio Domingues Pizzolato (PUC-Rio) ndp@ind.puc-rio.br Resumo Este

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação

E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação Capítulo 2 E-business: Como as Empresas Usam os Sistemas de Informação 2.1 2007 by Prentice Hall OBJETIVOS DE ESTUDO Identificar e descrever as principais características das empresas que são importantes

Leia mais

FATORES CONDICIONANTES AO ACESSO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A RECURSOS PÚBLICOS PARA INOVAÇÃO: ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS NO ESTADO DO PARANÁ

FATORES CONDICIONANTES AO ACESSO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A RECURSOS PÚBLICOS PARA INOVAÇÃO: ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS NO ESTADO DO PARANÁ FATORES CONDICIONANTES AO ACESSO DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS A RECURSOS PÚBLICOS PARA INOVAÇÃO: ESTUDO DE CASOS MÚLTIPLOS NO ESTADO DO PARANÁ Marlete Beatriz Maçaneiro (Professora do Departamento de Secretariado

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

LOGÍSTICA MADE DIFFERENT LOGÍSTICA

LOGÍSTICA MADE DIFFERENT LOGÍSTICA LOGÍSTICA MADE DIFFERENT LOGÍSTICA ENTREGA ESPECIAL Na economia globalizada 24/7 de hoje, a logística e a gestão de armazéns eficientes são essenciais para o sucesso operacional. O BEUMER Group possui

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Logística e Valor para o Cliente 1

Logística e Valor para o Cliente 1 1 Objetivo da aula Esta aula se propõe a atingir os seguintes objetivos: 1. Discutir a importância do gerenciamento da interface entre marketing e logística. 2. Reconhecer a necessidade de entender os

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio

Capítulo 12. Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente. Acadêmica: Talita Pires Inácio Capítulo 12 Dimensão 7: Aprendizado com o Ambiente Acadêmica: Talita Pires Inácio Empresa ABC Crescimento atribuído a aquisições de empresas de menor porte; Esforços de alianças estratégicas e joint-ventures

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Nível de Serviço ... Serviço ao cliente é o resultado de todas as atividades logísticas ou do

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A

O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A O PAPEL DO OPERADOR LOGÍSTICO O PROCESSO DE AGREGAR VALOR AO CLIE TE ESTUDO DE CASO DA FASSI A Thames Richard Silva Dissertação de Mestrado em Gestão de Negócios, Programa de Pós-Graduação em Gestão de

Leia mais