PRINCIPAIS PERGUNTAS E RESPOSTAS

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1 1) Onde obtenho informações sobre aposentadoria? Resposta: No site da Secretaria Municipal de Administração (www.rio.rj.gov.br/sma), na parte destina a Serviços, há uma seção chamada Aposentadoria: Quanto tempo falta?, onde é possível fazer a simulação e previsão de aposentadoria, bem como encontrar as mais diversas informações acerca deste direito do servidor. Caso não encontre lá a informação desejada, deverá procurar o Órgão de RH da sua Unidade. 2) Quais as formas de aposentadoria possíveis? Resposta: Aposentadoria Voluntária É a aposentadoria requerida pelo funcionário ocupante de cargo de provimento efetivo perante o Órgão Setorial de Recursos Humanos da Secretaria em que estiver lotado. Aposentadoria por Invalidez É a aposentadoria iniciada pela Gerência de Perícias Médicas, através de ofício encaminhado ao Órgão Setorial de Recursos Humanos da Secretaria em que estiver lotado o servidor. Aposentadoria Compulsória É a aposentadoria iniciada pelo Órgão Setorial de Recursos Humanos, com a eficácia a contar do dia em que o servidor completar 70 anos de idade. 3) Como encaminho meu pedido de aposentadoria? Resposta: O servidor que preenche uma das regras de aposentadoria deverá dirigir-se ao Órgão de RH da sua Unidade de lotação para preenchimento do requerimento destinado a solicitação do benefício. 4) Quais são os documentos necessários à abertura do processo de aposentadoria? Resposta: Requerimento do servidor, cópia da carteira de identidade, cópia do último contracheque, ato de investidura original, declaração positiva ou negativa de acumulação de cargos, Certidão Declaratória de Situação emitida pelo PREVI-RIO, além dos processos administrativos (se houver) de: Triênio, Averbação, Incorporação, Licença Especial, Posicionamento. OBSERVAÇÃO: O servidor não pode ser impedido de abrir o seu processo de aposentadoria na ausência de algum desses documentos ou processos, todavia, o feito retornará para cumprimento de exigência. 5) Onde obter informações sobre o andamento do meu processo de solicitação de aposentadoria? Resposta: O servidor deverá dirigir-se ao Órgão de RH da sua Unidade, que estará apto a prestar esclarecimentos sobre o andamento do processo. 6) Os períodos de licença para tratamento de saúde do próprio servidor (artigo 88, da Lei nº. 94, de 14/03/1979) são descontados na apuração do tempo de contribuição? Resposta: Não. Nos períodos de licença para tratamento de saúde o servidor contribui para a previdência, não podendo ser descontado.

2 7) Durante o período de licença sem vencimentos, contribuí para o FUNPREVI. Este período poderá ser contado como tempo de contribuição? Resposta: As faltas, as suspensões e as licenças sem vencimentos ocorridas a partir do dia 16/12/1998 (data de entrada em vigor da Emenda Constitucional nº 20/98) serão consideradas para fins de aposentadoria, se ficar demonstrado que durante os referidos afastamentos houve desconto previdenciário em favor do Instituto de Previdência Municipal. Destaque-se, porém, que a suspensão do exercício compreendida entre julho de 1999 a dezembro de 2001 (período em que vigorou a Lei Municipal nº 2.805/99) não pode ser considerada para fins de aposentadoria. Isto porque o art. 3º da Lei nº 2.805/99 alterou o 15 da Lei no 1.079/87, prevendo que a suspensão do exercício importará, enquanto persistir, cessação temporária da contribuição previdenciária, preservada a condição de segurado e vedado o cômputo do período correspondente. Assim sendo, as licenças sem vencimentos ocorridas no referido período não podem ser consideradas para fins de aposentadoria, porque não houve o respectivo desconto previdenciário. 8) Como fica a situação de um servidor que solicita aposentadoria e queira usufruir férias ou licença prêmio, enquanto aguarda a publicação do ato de aposentadoria? Resposta: O servidor que requerer sua aposentadoria e vier a usufruir férias, Licença Prêmio ou mesmo que lhe seja concedida Licença para tratamento de saúde, tendo, nesse ínterim, publicada a sua aposentadoria em Diário Oficial, este ato interromperá os efeitos dos citados eventos. 9) Posso desaverbar um período do meu tempo de contribuição, para averbá-lo em outro regime previdenciário? Resposta: Sim. Condição para o desmembramento: a) Quando se tratar de tempo de contribuição para do INSS (empresa privada) e este viabilizou a obtenção do ABONO DE PERMANENCIA, a exclusão do tempo poderá modificar a validade da concessão do mencionado benefício. Neste caso, o servidor deverá concordar em restituir ao erário os valores percebidos a esse título. b) Quando se tratar de tempo da União, outros Estados, Municípios e Distrito Federal e este foi computado para qualquer vantagem ou benefício (triênio, progressão/posicionamento, abono de permanência etc.), deverá ser revista a contatem de tempo, os benefícios decorrentes, e conseqüente devolução dos valores percebidos a esse título. 10) O servidor que vier a ser aposentado com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, e, posteriormente solicitar averbação de tempo de contribuição de outro regime previdenciário, poderá obter a revisão de sua aposentadoria? Resposta: Sim, desde que não se trate de tempo concomitante e que o requerimento de averbação se dê em até cinco anos após a publicação do ato de aposentadoria. O tempo será averbado, a certidão apostilada e o ato de aposentadoria retificado pelo órgão competente, com validade a partir da data do pedido de averbação.

3 11) Estando em atividade, como averbar meu tempo de serviço (público e/ou privado)? Resposta: O servidor interessado deverá dirigir-se ao seu Órgão de RH da sua Unidade de lotação munido da Certidão de Tempo de Contribuição expedida pelo INSS ou outro ente gestor previdenciário. No RH será preenchido o requerimento específico de solicitação, a ser anexado o ORIGINAL da certidão apresentada pelo servidor. O processo de solicitação é encaminhado à S/SUBG/CGP/CAP/Gerência de Direitos e Vantagens para análise e concessão da averbação. 12) O que Abono de Permanência? Resposta: O Abono de Permanência foi instituído pela Emenda Constitucional n. º 41/03, em substituição a isenção da contribuição previdenciária e equivale ao valor da contribuição previdenciária. O servidor que alcança as condições previstas na legislação para aposentadoria voluntária, contribui para o FUNPREVI e recebe em contrapartida o abono de permanência, até que complete as exigências para aposentadoria compulsória (art. 40, 1º, II, da Constituição Federal). 13) E a isenção da contribuição previdenciária? Resposta: A isenção previdenciária foi instituída pela Emenda Constitucional n.º 20/98 e tinha como beneficiários os servidores que, até a edição da E.C. n.º 20/98 (15/12/98), já tivessem completado as exigências para a aposentadoria integral, bem como, aqueles que alcançassem a condição de aposentarse de forma integral, nos termos estabelecidos pelo artigo 8º da referida Emenda, e optassem pela permanência em atividade. O servidor ficava isento da contribuição previdenciária até que atingisse as condições para aposentadoria contida no art. 40, 1º, III, a, da Constituição Federal (aposentadoria por tempo de contribuição com proventos integrais). A Emenda Constitucional no 41/03 revogou a isenção da contribuição previdenciária e criou a figura do abono de permanência, através da qual o servidor volta a contribuir para o FUNPREVI e em contrapartida recebe um abono de permanência no valor da contribuição previdenciária. Apesar da E.C. no 41/03 ter possibilitado a cobrança da contribuição previdenciária dos aposentados, a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro vem mantendo até então os aposentados isentos da contribuição previdenciária. Por esse motivo, decidiu-se manter também a isenção previdenciária para o servidor ativo que atinge as condições para aposentadoria integral e permanece em atividade. Este servidor, além de ficar isento da contribuição previdenciária, recebe o abono de permanência no valor da contribuição. Com isso, ele efetivamente recebe uma vantagem a mais para permanecer trabalhando. Quando este servidor se aposenta ele continua isento da contribuição previdenciária, mas deixa de receber o abono de permanência. 14) O que é PPP? Resposta: PPP é a sigla de Perfil Profissiográfico Previdenciário, um documento histórico-laboral do trabalhador, apresentado em formulário instituído pelo INSS, contendo informações detalhadas sobre as atividades do trabalhador, exposição a agentes nocivos à saúde, resultados de exames médicos e outras

4 informações de caráter administrativo. O modelo do formulário encontra-se no Anexo XV da Instrução Normativa INSS/PR nº 20/ ) Qual o objetivo do PPP? Resposta: Apresentar, em um só documento, o resumo de todas as informações relativas à fiscalização do gerenciamento de riscos e existência de agentes nocivos no ambiente de trabalho, além de ser o documento que orienta o processo de reconhecimento de aposentadoria especial. 16) O Perfil Profissiográfico foi instituído por uma Instrução Normativa do INSS? Resposta: Não. A Instrução Normativa INSS/PR nº 20/2007 regulamenta e formata o PPP, cuja exigência encontra-se prevista na Lei nº 8.213/91 e no Regulamento da Previdência Social (Decreto nº 3.048/99). Veja a letra da Lei: "A empresa deverá elaborar e manter atualizado perfil profissiográfico abrangendo as atividades desenvolvidas pelo trabalhador e fornecer a este, quando da rescisão do contrato de trabalho, cópia autêntica desse documento (art. 58, parágrafo 4, Lei 8.213/91)". 17) Tenho adquirido o direito a seis meses de licença especial. Já solicitei o gozo desta licença no ano passado, tendo o pedido sido negado. Gostaria de saber como proceder para exigir o meu direito, já que, a nível local, não estou conseguindo. Resposta: Para usufruto da licença especial, se faz necessária a concordância do Gerente ou Diretor da respectiva Unidade de lotação, o qual poderá negar o usufruto mediante imperiosa necessidade de serviço, observados os critérios de oportunidade e conveniência da Administração Pública. 18) Quando do gozo da licença especial, quais descontos serão realizados? Resposta: Enquanto perdurar o período da licença especial, o servidor perde o direito às gratificações relativas ao tíquete refeição/alimentação, auxílio transporte, PAP, Cargo em Comissão / Função Gratificada, e demais Encargos Especiais, na forma do Decreto nº , de 18 de dezembro de Enfim, recomendamos que o servidor antes de usufruir do benefício previsto no artigo 110 da norma estatutária, busque orientação junto ao responsável pelo Órgão de RH da sua Unidade para conhecer das eventuais perdas remuneratórias. 19) Posso receber minha remuneração ou proventos de aposentadoria em qualquer banco? Resposta: Não. Apenas no Banco Santander. 20) Quem faz as avaliações do meu estágio probatório? Como posso ter acesso a elas? Resposta: As avaliações são realizadas por comissão específica, formada por servidores efetivos da respectiva Unidade ou Coordenadoria de Saúde, destinada a verificar a aptidão do servidor para o cargo para o qual foi nomeado. Quando da realização da avaliação o avaliado poderá solicitar ter vistas da folha de resultados.

5 21) Quem pode solicitar exoneração, quais os direitos que lhe são devidos e onde pode ser realizada essa solicitação? A solicitação de exoneração pode ser efetuada a qualquer tempo junto à Coordenadoria de Administração de Recursos Humanos da SMA A/CSRH/CAD, situada à Rua Afonso Cavalcanti, nº. 455, 10º andar, ala A, Prédio Anexo, do Centro Administrativo São Sebastião CASS, observado o procedimento previsto na RESOLUÇÃO SMA Nº DE 11 DE MAIO DE ) Pedi exoneração e não recebi a gratificação de férias proporcionais, o que devo fazer? Resposta: Estando a gratificação de férias condicionada ao usufruto da mesma, é vedado o pagamento da referida gratificação quando da aposentadoria, exoneração ou demissão de servidor efetivo ou ocupante de cargo em comissão, considerada a suspensão dos efeitos financeiros do artigo 8º caput e parágrafo único, da Resolução SMA nº. 851, de 29 de novembro de 1996, pela Resolução SMA nº. 904, de 21 de janeiro de ) Onde posso alterar/solicitar minha senha de acesso ao contracheque online (via internet)? Resposta: A senha deve ser solicitada diretamente na S/SUBG/CGP/CAP/Gerência de Pessoal, situada à Rua Afonso Cavalcanti, nº. 455, sala 615, do Centro Administrativo São Sebastião CASS. 24) Posso solicitar por minha senha para acesso ao contracheque online? Resposta: Por motivos de segurança, a alteração ou a solicitação de senha para acesso ao contracheque online ser solicitada diretamente na S/SUBG/CGP/CAP/Gerência de Pessoal. 25) Posso solicitar por meu comprovante de rendimentos, para o preenchimento da minha declaração de imposto de renda? Resposta: A Declaração de Rendimentos referente a cada exercício é encaminhada devidamente lacrada para a Unidade de lotação do servidor, conforme se dá com os contracheques. Para sua própria segurança, não é possível o encaminhamento por , sendo que o referido documento também se encontra disponível para consulta no site da Secretaria Municipal de Administração, a partir do acesso ao Contracheque Online. Caso o servidor não possua a senha, a mesma deverá ser solicitada diretamente na S/SUBG/CGP/CAP/Gerência de Pessoal, situada à Rua Afonso Cavalcanti, nº. 455, sala 615, do Centro Administrativo São Sebastião CASS. 26) Preciso alterar meus dados cadastrais. Como fazer? Resposta: Para alteração cadastral (grau de instrução, estado civil, endereço, etc.) o servidor deverá comparecer à S/SUBG/CGP/CAP/Gerência de Pessoal, para realizar a alteração. Em caso de alteração de endereço, deverá apresentar original e cópia do comprovante de residência. Para mudança de estado civil, será necessário o original do Ato de Investidura, além do original e cópia da Certidão de Casamento. Este procedimento não pode ser realizado por .

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