1ª Fase: Período de Transição 1991 a Incorporação do tema Seguros: recomenda a criação de uma comissão

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1 1ª Fase: Período de Transição 1991 a 1994 Assunto: Seguros III ata Análise da atividade seguradora IV ata Incorporação do tema Seguros: recomenda a criação de uma comissão V ata Analise comparativa da atividade seguradora a comissão celebrou sua primeira reunião VI ata Análise da atividade Seguradora -Quadro comparativo de identificação de assimetrias - abordadas questões relativas às condições de acesso as atividades seguradora e resseguradora VII ata Análise da atividade seguradora cumpriu-se a primeira fase do cronograma estabelecido pelo Conselho do Mercado Comum VIII ata Atividade seguradora Monopólio de resseguros no Brasil, monopólio de seguros no Uruguai e o fechamento do mercado de seguros na Argentina IX ata Atividade Seguradora Iniciou o tratamento de pontos de harmonização naqueles que apresentam obstáculos nos avanços das negociações, com o objetivo de chegar a uma proposta comum.

2 - A comissão recomendou ao GMC que temas vinculados a seguros nos diversos subgrupo sejam objeto de tratamento no âmbito da Comissão, prévio a qualquer decisão. X ata Adoção do projeto de obra no Anexo X que substitui a Resolução 37/92 XI ata Avanços: -Eliminação do monopólio de seguros na maioria de ricos do Uruguai, a criação da Superintendência de Seguros e a regulação e controle de Mercado de Valores por parte do Banco Central do Uruguai Atividade seguradora Uruguai informou sobre a promulgação da lei que revoga monopólios de seguros do Estado e cria a superintendência de Seguros e resseguros como órgão descentralizado do Banco Central do Uruguai XII ata Atividade seguradora Adverte a necessidade de homogeneizar as determinações de margem de solvência

3 2ª Fase Assunto financeiros : I ata O Brasil informou a decisão de o governo remeter ao Congresso Nacional antes de 31/12/1998 um projeto de legislação sobre as condições de acesso ao mercado e flexibilização do monopólio de resseguros. Anexo Cronograma de trabalho das comissões Tarefas Setor seguros e resseguros -Harmonização das condições de exercício para seguros: a) exigência de capital mínimo; b)margem de solvência, previsões técnicas e fiscalização II ata Comissão de Seguros - Considerar estratégias para o desenvolvimento dos estudos para os critérios comuns de determinação de margem de solvência, contida no trabalho apresentado pelo Brasil Modos de avaliação de ativos. III ata Comissão de Seguros Foram abordados os seguintes pontos: - margem de solvência; reservas técnicas; auditoria externa; demonstrações financeiras e taxas de risco médias. V ata Proposta da pauta negociadora VII ata Comissão técnica de Seguros: Sugestão da próxima reunião do Protocolo de cooperação de organismos supervisores dos Estados Partes, incluindo intercâmbio técnico com envolvimento de funcionários dos organismos. VIII ata A comissão acordou um documento sobre Harmonização das Condições de Acesso, com ênfases no acesso a filiais.

4 IX ata Comissão técnica de Seguros: Concluíram os seguintes projetos para a avaliação do GMC: Acordo Marco de Condições de Acesso para empresas de seguros com ênfase no mercado de filiais. (Recomendação 4/99); Protocolo de cooperação entre autoridades supervisoras de empresas seguradas dos Estados Partes do MERCOSUL. (Recomendação 3/99); Glossário de termos técnicos básicos preliminares de Seguros para o âmbito do MERCOSUL. -Tratou o tema das condições básicas de exercício para empresas de seguros e suas filiais que operam no MERCOSUL. - Acordou uma nova convocatória do Grupo de Trabalho Margem de Solvência, para analisar tópicos que ficaram pendentes. - A comissão ao SGT4 seu plano de ação de médio-longo prazo conforme solicitado. X ata Incorpora a ata - a) O convênio de cooperação entre autoridades supervisoras de empresas seguradoras dos Estados Parte do MERCOSUL; b) o Acordo do Marco de Condições de acesso a empresas de seguros com ênfase no acesso por filial; e c) o Glossário de termos técnicos básicos preliminares de seguros para o âmbito do MERCOSUL. - Receberam os avanços e as tarefas realizadas pelo Grupo de Trabalho Margem de Solvência - Referiram-se a temas pertinentes a operação de resseguros e recomenda ao Grupo de Trabalho correspondente, o estudo de aspectos relativos a resseguros e características de contratos de resseguros XII ata Discutidos e aprovados os relatórios do Grupo de Trabalho margem de solvência nas suas reuniões em Porto Alegre e Assunção chegou às seguintes conclusões: a) não considerar a aprovação de

5 uma parte da margem de solvência no Estado Parte de exercício e outra de origem da casa matriz, b) considerar a margem de solvência das filiais de forma independente da matriz e c) Considerar o capital mínimo da instalação de filial em US $ para cada ramo de seguro (elementares e vida). -Tem sido configurada a Sub-Comissão de Resseguro para tratar de questões relativas à área. Assim, também, apresentaram formulários projetos de intercâmbio de informações através de estatísticas regionais da web XIII ata Decidiu adiar a implementação do Glossário aprovado pelo GMC (Res.83/99). - E foi acordada a proposta de trabalho para 2002, para incorporação nas propostas das demais comissões e subcomissões do SGT N 4, bem como a coordenação do subgrupo, para submeter à aprovação do GMC XV ata - Foram acordadas alterações ao Projeto de Acordo sobre as condições básicas de exercício para Companhias de Seguros e suas filiais que operam no MERCOSUL, sugerida pela subcomissão margem de solvência A subcomissão de resseguro acordou em encomendar a próxima presidência Pro Tempore para obter documentos mais recentes da Associação dos Supervisores de Seguros da América Latina (ASSAL) e da Associação Internacional das Autoridades de Proteção de Dados (IAIS) para aprofundar a análise dos mesmo. XVI ata O Brasil informou sobre "Projeto Fronteira", e concordou em estabelecer uma lista das empresas autorizadas em cada país, a autoridade para estender Carta Verde e a Carta Azul XX ata Comissão de Seguro / Subcomissão de Margem de Solvência: um projeto que foi acordado com a adoção dos Princípios Básicos da IAIS a ser levantada no próximo ano

6 XXI ata Comissão de Seguro: Realizou uma análise inicial do conteúdo do site e verificou a necessidade de um texto nos moldes sugeridos pela Coordenação do SGT N 4. Aprovada a inclusão nessa página, as atas da Comissão e da Subcomissão Subcomissão de Margem de Solvência: A delegação do Uruguai apresentou uma proposta alternativa para a Argentina e Brasil para a modificação do artigo V do Acordo de Acesso, que foi aceita pelos restantes membros presentes XXIII ata Proposta de adoção dos Princípios Básicos de Seguros da IAIS. A análise da recomendação feita pela Comissão de Seguros XXVI ata Comissão de Seguros - Sobre a implementação da segunda etapa dos Princípios Básicos de Seguros (PBS) da IAIS, na próxima reunião se fará uma análise detalhada dos princípios 6, 7 e 9 relacionados com a autorização para operação - Com a quebra do monopólio de resseguro no Brasil, sugeriu-se convocar para a próxima reunião a Subcomissão de Resseguro, quando deverão ser apresentados os marcos regulatórios vigentes em cada país. XXVII ata com relação ao Acordo Marco de condições de acesso a empresas de seguros com ênfase no acesso por filial a proposta das delegações da Argentina, e o acordo da delegação do Paraguai, resolveu propor a derrogação do artigo V dessa normativa.

7 XXVI ata As delegações expuseram os requerimentos para acesso ao mercado para as companhias de seguros em seus respectivos países. Com relação ao "ACORDO-QUADRO SOBRE CONDIÇÕES DE ACESSO PARA EMPRESAS SEGUROS COM ÊNFASE NO ACESSO POR SUCURSAL", Argentina e o Brasil propuseram, e com concordância da Delegação Paraguai foi decidido propor a revogação do artigo V. XXVII ata Foi considerado estabelecer novos padrões de acesso aos mercados dos Estados Partes e, portanto, corresponde modificação ao Acordo de Acesso, em que se deve derrogar a Decisão 09/99. Cada delegação apresentou Quadro Comparativo de requisitos de acesso em cada Estado parte e discutiram as assimetrias existentes. A delegação brasileira, convidou outras delegações para um estágio na SUSEP, a fim de aprender a fundo o novo sistema de controle de resseguro, regras e práticas de supervisão de solvência. XXVIII ata No que respeita ao Acordo-Quadro sobre as condições de acesso às empresas de seguros, foi acordado que tanto filiais e Sociedades Anônimas, devem atender o marco regulatório do país de anfitrião. Paraguai disse que tomou a decisão de apoiar a prestação de empresas transnacionais de resseguros autorizadas pelas autoridades competentes dos países do MERCOSUL e ASSAL, os demais países expressaram sua preocupação dado que não se conhece claramente a normativa sobre resseguros nos Estados envolvidos.

8 XXIX ata Considerou-se essencial para garantir a convergência adequada na concepção de políticas de gestão para que haja reconhecimento mútuo das entidades reguladoras e de controle, seguindo as diretrizes entendimentos do IAIS. Quanto à regulação do resseguro foi proposto que cada Estado Parte verifique as diferenças de regulamentação com o resto deles, cada um para a próxima reunião, fazer um detalhamento dos elementos reguladores que o distinguem. XXX ata As delegações do Paraguai e Brasil apresentaram novas propostas de Acordo-Quadro para demais delegações. Nesse âmbito foram discutidos os termos "sucursal" e "escritório de representação" e as formas de constituição desses tipos de empresa, incluindo suas necessidades de Capital e Reservas, bem como adequação de cada tipo à legislação de cada Estado Parte. Os Estados Partes acordaram analisar o grau de aplicação dos PBS 4, 5, 13, 15, 16 e 17, atualizados em Outubro 2010 pela IAIS. Com respeito à norma do Paraguai sobre aceitação de resseguros de empresas instaladas no âmbito da ASSAL, os outros Estados Partes outra vez manifestaram sua preocupação XXXI ata Registraram progressos no desenvolvimento das condições de acesso a um texto que consolida propostas do Brasil e do Paraguai.Duas questões permearam as discussões: a forma jurídica que tomariam as empresas de seguros em cada país anfitrião e a localização dos ativos que respaldariam o capital mínimo dessas empresas.

9 XXXII ata Argentina e Brasil relataram que chegaram a um acordo sobre troca de informações que são essencialmente iguais ao MMoU do IAIS e convidaram demais membros para aderirem. Em relação a classificação, exigido pela Coordenação do SGT4, Brasil, Paraguai e Uruguai considerassem a proposta feita pela Argentina. Em relação ao Acordo-Quadro de Condições de acesso às empresas de seguros, discutiu o novo documento e algumas alterações foram feitas.na troca de pontos de vista defendidos sobre o Acordo-Quadro sobre o Acesso informou-se que o Uruguai está preparando um projeto de lei de seguros. Finalmente, Argentina relataram mudanças em seus regulamentos. Os Coordenadores Nacionais decidiram instruir a Comissão de Seguros para apresentar documento para diagnóstico dos problemas que impedem o progresso d o mercado de seguros para efetiva integração. XXXIII ata Argentina e o Brasil assinaram memorando de entendimento bilateral sobre cooperação e intercâmbio de informação. Avanços no texto do "Acordo-Quadro sobre as condições de acesso para Empresas de Seguro". O progresso foi feito de forma isolada, deixando a unificação das principais questões entre elas a Avaliação de Princípios Básicos da IAIS, o consenso foi que cada país deve analisar e auto-avaliar os vários PBS.

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