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1 1 FACULDADE ASSIS GURGACZ BENEFÍCIOS DO CHOCOLATE AMARGO: UM COMPARATIVO IN VIVO Cascavel 2012

2 2 GABRIELA MACHADO BENEFÍCIOS DO CHOCOLATE AMARGO: UM COMPARATIVO IN VIVO Trabalho de conclusão de curso apresentado a Faculdade Assis Gurgacz, FAG, Curso de Farmácia. Prof. Orientador: Josnei da Silva Cascavel 2012

3 3 GABRIELA MACHADO BENEFÍCIOS DO CHOCOLATE AMARGO: UM COMPARATIVO IN VIVO Trabalho apresentado no Curso de Farmácia da FAG, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Farmácia, sob a orientação do Professor Especialista Josnei da Silva. BANCA EXAMINADORA Prof. Esp. Josnei da Silva Faculdade Assis Gurgacz Prof. Me. Maria Izabel Perreira Matos Faculdade Assis Gurgacz Prof. Esp. Giovane Douglas Zanin Faculdade Assis Gurgaz Cascavel, 23 de Novembro de 2012.

4 4 DEDICATÓRIA Dedico aos meus pais Sebastião e Sandra, todo o meu esforço e minhas conquistas. Agradeço por terem me ensinado o valor dos estudos e por sempre me incentivarem e apoiarem. Obrigada por ouvirem quando precisei falar e por estarem perto quando precisei chorar. Tenho muito orgulho da família que possuo.

5 5 AGRADECIMENTOS A Deus, pela proteção e pelas graças concebidas. Agradeço pela paz proporcionada através da oração e pela benção nessa etapa da vida, na qual um sonho que se concretiza. A meus pais, Sebastião e Sandra, e meu irmão, Gustavo Henrique, grandes riquezas da minha vida. Muito obrigada pelo amparo, pela força, pelo amor, pelo carinho e pelas sábias palavras de conforto proporcionadas nos momentos de dificuldade. Vocês são o meu porto seguro, tudo para mim. Sou muito feliz por fazer parte dessa família e agradeço por isso sempre. A Diego, grande amor da minha vida, meu namorado, melhor amigo, meu parceiro. Agradeço pela ajuda, pelo apoio, pelo amor, pelo carinho, pela compreensão e paciência em meus maus momentos. Obrigada por me fazer feliz todos os dias. Ao meu professor orientador, Josnei, grande apreciador do chocolate amargo, pelo incentivo e colaboração com o estudo, bem como pela atenção e paciência diante as dificuldades encontradas. Agradeço pela amizade na qual teve início no período do cursinho e se fortaleceu na faculdade, e pelos ensinamentos que contribuíram para meu crescimento profissional e pessoal. Ao Dr. Ricardo, farmacêutico do Laboratório UNILABOR, a qual disponibilizou o laboratório para a realização dos exames bioquímicos, contribuindo com resultados mais seguros e confiáveis. Aos voluntários participantes da pesquisa, na qual são meus amigos e futuros colegas de profissão, por aceitarem a participação como meus cobaias. Sem vocês, nada disso seria possível.

6 6 A todos os professores, desde os que me ensinaram as primeiras letras até os que me ajudaram a concluir minha graduação em Farmácia. Ao Professor Claudinei pela ajuda em momento de apuro. Agradeço também pelos conhecimentos e ensinamentos proporcionados durante o decorrer da faculdade. A Thaís, técnica do Laboratório de Análises clínicas da FAG, por sempre estar disposta e ajudar em momentos na qual precisei. Aos Professores Emerson e Leyde, na qual ministraram disciplinas de Análises Clínicas, despertando uma paixão referente a este universo farmacêutico, e à Yara e Giovane, por todo o incentivo e motivação com os estudos, mostrando que é possível vencer dificuldades. Agradeço aos puxões de orelha na qual, com certeza, foram muito válidos. Aos meus amigos, pelo companheirismo e pela amizade durante o período da faculdade, em especial Vanessa, Renata, Patrícia, Geovane, André e Andresa, na qual, tenho certeza que irá durar para sempre. Obrigada pela parceria tanto em momentos felizes como difíceis, deixando os quatro anos de graduação mais alegres. Enfim, a todos que colaboraram em minha pesquisa de forma direta ou indireta.

7 7 SUMÁRIO 1.REVISÃO DA LITERATURA...08 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARTIGO...38 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...60 ANEXO I QUESTIONÁRIO...63 ANEXO I - NORMAS DA REVISTA CIENTÍFICA...64

8 8 1. REVISÃO DE LITERATURA 1.1 DOENÇAS CARDIOVASCULARES De um modo geral as doenças cardiovasculares (DCV) se caracterizam por um conjunto de doenças que afetam o aparelho cardiovascular, designadamente o coração e os vasos sanguíneos (GUS, I., et al, 2002). Segundo o Ministério da Saúde, em 2008 as DCV lideram as causas de morte em países desenvolvidos e em desenvolvimento em todo o mundo, sendo responsáveis por milhares de mortes a cada ano, o que continua sendo conforme os dados apresentados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC, 2010). Além de representarem importante problema de saúde pública em nível mundial, constituem a principal causa de altos custos em assistência médica e socioeconômicos (GUS, I. et al., 2002). São responsáveis por alta freqüência de internações, uma vez que em 2007 foram registradas internações por DCV no Sistema Único de Saúde (SUS). Em relação aos custos, em novembro de 2009 ocorreram internações, resultando em um custo de R$ ,3 (SBC, 2010). Dentre as principais DCV existentes se incluem infarto agudo do miocárdio, diabetes mellitus, angina, hipertensão arterial sistêmica, morte súbita e acidente vascular encefálico (OPAS, 2003). A doença aterosclerótica é a principal causa de mortalidade no Brasil conforme a III Diretrizes Brasileira Sobre Dislipidemias e Diretriz de Prevenção da Aterosclerose do Departamento de Aterosclerose da SBC (2001). Essa

9 9 doença é multifatorial e a sua prevenção passa pela identificação e controle, não só das dislipidemias, mas do conjunto dos fatores de risco. A origem da aterosclerose é incerta, porém acredita-se que o início da lesão seja no endotélio por mecanismo hemodinâmico. Nesta lesão há afluxo de monócitos na qual, quando ativados, liberam radicais superóxido, peróxido de hidrogênio e enzimas hidrolíticas. Estes produtos, além de lesar células próximas, estimulam a proliferação de músculo liso subendotelial. A lesão pode ser exacerbada pela fumaça do cigarro que, por ser rica em ferro, catalisa a oxidação de lipoproteínas de baixa densidade. Tal oxidação estimula a internalização de colesterol nos monócitos, os quais, conseqüentemente, se convertem em células espumosas, contribuindo para a formação da placa de ateroma (FERREIRA, et al. 1997). Segundo Lessa (2004) as taxas reconhecidas para uma maior relevância das DCV são: sobrepeso, inclusive obesidade, com IMC (peso/altura²) 25kg/m²; obesidade central; hipertensão arterial com pressão arterial sistólica 140mmHg e/ou pressão arterial diastólica 90mmHg; colesterol total (CT) 240mg/dL; HDL-colesterol (HDL) < 40mg/dL; triglicerídeos 200mg/dL; glicemia 126mg/dL mais diagnóstico comprovado de diabetes em tratamento e glicemia de jejum normal; tabagismo (sendo fumante atual com qualquer número de cigarros por dia) e, por fim, consumo de álcool seja em finais de semana com embriaguez freqüente ou consumo diário com ou sem embriaguez. Estes fatores de riscos para a ocorrência de tais doenças são divididos em não-modificáveis e modificáveis. Os não-modificaveis estão relacionados à herança genética, herança psicossocial, idade, sexo, e antecedentes familiares

10 10 do individuo. Já, os fatores modificáveis são o tabagismo, a hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, redução dos níveis de HDL, o LDL elevado, sedentarismo, sobrepeso, estresse e dislipidemia, onde podem receber intervenções preventivas (ALVES, A. et al., 2009). Sendo um fator de risco modificável, a hipercolesterolemia se caracteriza de acordo com a III Diretrizes Brasileira Sobre Dislipidemias e Diretriz de Prevenção da Aterosclerose do Departamento de Aterosclerose da SBC (2001) por uma elevação isolada do colesterol total, em geral representada por aumento do LDL. Ou seja, o acúmulo da LDL no compartimento plasmático resulta em hipercolesterolemia. Este fato pode ser recorrente por defeito no gene do receptor de LDL com conseqüente déficit na expressão ou função dos receptores de LDL, diminuindo o catabolismo desta lipoproteína, especialmente pelo fígado (SBC, 2001). A Consulta Pública SAS/MS nº 13, de 12 de novembro de 2002 mostrou que em um estudo conduzido em nove capitais brasileiras, envolvendo indivíduos com idade média de 34,7 ± 9,6 anos, no ano de 1998, mostrou que o nível sérico de colesterol total foi de 183 ± 39,8 mg/dl, dos quais 32,4% com níveis superiores a 200 mg/dl. Esta cifra pode representar, na faixa etária de maior risco para eventos cardiovasculares (maiores de 50 anos), cerca de 19 milhões de brasileiros. Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (2003) mais de 50% de todos os óbitos poderiam ter sido evitados se fossem estabelecidas medidas preventivas de baixo custo como o controle da pressão arterial, diabetes mellitus, taxa de colesterol baixa, obesidade e outros fatores.

11 11 A diminuição do risco de eventos depende do tamanho da redução do colesterol, que pode ser atingida por procedimentos dietéticos associados a mudanças no estilo de vida bem como com tratamento farmacológico. Entretanto, é a associação de dieta e a prática de exercícios físicos adequados o mais indicado e, se não houver controle desejável dos níveis de colesterol, adição de fármacos hipolipemiantes, como as estatinas, funcionam como melhor estratégica para reduzir o LDL. Além disso, mudanças de estilo de vida relacionadas ao abandono do hábito de fumar e às medidas anti-estresse também são relevantes (MARTINEZ, T. L.R, et al., 2005). 1.2 RADICAIS LIVRES O termo radical livre é freqüentemente usado para designar qualquer átomo ou molécula com existência independente, contendo um ou mais elétrons não pareados, nos orbitais externos (NUNES, 2007). É formado em um cenário de reações de óxido-redução, ou seja, cede o elétron solitário, oxidando-se, ou recebe outro elétron, reduzindo-se. Portanto, os radicais livres ou provocam ou resultam dessas reações de óxido-redução (FERREIRA e MATSUBARA, 1997). Segundo Queroz (2008) o organismo está sujeito a reações de desequilíbrio que levam a formação de radicais livres, sendo que estas substâncias podem provocar vários danos celulares. Para impedir ou equilibrar esse tipo de dano celular, o organismo tem a proteção de enzimas endógenas capazes de catalisar reações para inativação de radicais livres. Muitas vezes,

12 12 ocorre desequilíbrio entre a produção e a inativação de radicais livres, seja pela queda na capacidade do sistema enzimático ou pelo excesso de produção de radicais livres. Nesses casos, o organismo encontra-se em situação de estresse oxidativo. O estresse oxidativo é o excesso dos radicais livres, um grande número de desordens celulares provenientes de espécies reativas de oxigênio pode ocorrer devido a sua reação com lipídeos, proteínas, carboidratos e ácidos nucléicos (ANDRADE. et al., 2007). Este é o causador de diversas patologias, como envelhecimento precoce, câncer, aterosclerose, doenças neurológicas, inflamação crônica, problemas respiratórios, diabetes mellitus, aterosclerose, doenças auto-imunes das glândulas endócrinas, carcinogênese e mutagênese (ANDRADE, et al., 2007; BIANCHI, et al, 1999; SILVA, et al, 2011). Todos os componentes celulares são suscetíveis à ação das espécies reativas do metabolismo do oxigênio, porém a membrana é um dos mais atingidos em decorrência da peroxidação lipídica, que acarreta alterações na estrutura e na permeabilidade das membranas celulares. Conseqüentemente, há perda da seletividade na troca iônica e liberação do conteúdo de organelas, como as enzimas hidrolíticas dos lisossomas, e formação de produtos citotóxicos (como o malonaldeído), culminando com a morte celular (FERREIRA e MATSUBARA, 1997). A lesão oxidativa dos lipídios nas paredes dos vasos sanguíneos parece ser um fator decisivo no desenvolvimento da aterosclerose, já que a oxidação da LDL a transforma numa partícula reativa potencialmente letal para as artérias (GORDON, 1998).

13 13 Observa-se que quando oxidada a molécula nociva de LDL, a mesma tem ainda mais facilidade para se depositar nas artérias até obstruí-las, provocando um infarto ou até mesmo um derrame cerebral (CAMPOS, 2005). A produção excessiva desses radicais conduz diversas formas de dano celular e sua cronicidade pode estar envolvida com a etiogênese ou com o desenvolvimento de numerosas doenças. Porém estas lesões causadas nas células podem ser prevenidas ou reduzidas por meio da atividade de antioxidantes. Os antioxidantes podem agir diretamente na neutralização da ação dos radicais livres ou participar indiretamente de sistemas enzimáticos com essa função. Dentre os antioxidantes temos diversas vitaminas e minerais, podendo estes também ser encontrados em alimentos com concentrações pequenas (ARUOMA, 1996; NUNES, et al, 2007). Em outras palavras essas substâncias são responsáveis por retardar a velocidade da oxidação, inibindo os radicais livres e prevenindo algumas doenças, contribuindo para uma maior longevidade da população. Desta forma, torna-se essencial o equilíbrio entre os radicais livres e o sistema de defesa antioxidante (FERREIRA e MATSUBARA, 1997). 1.3 ATIVIDADE ANTIOXIDANTE A importância de compostos naturais com capacidade antioxidante para a medicina preventiva vem sendo amplamente reconhecida nos últimos anos (EFRAIN, et al, 2006). Este fato traduz-se pela oxidação ser parte fundamental da vida aeróbica e do nosso metabolismo. Assim, os radicais livres são

14 14 produzidos naturalmente ou por alguma disfunção biológica (NUNES, et al, 2007). Mais de 95% do oxigênio consumido durante o metabolismo aeróbico é utilizado nas mitocôndrias para produzir energia, o restante não é completamente oxidado em água, produzindo espécies reativas de oxigênio, que podem ser tóxicas para as células e tecidos (NOGUEIRA, C., BORGES, F., RAMALHO, A., 2010). Portanto em sistemas aeróbicos, é essencial o equilíbrio entre agentes oxido redutores e o sistema de defesa antioxidante (FERREIRA e MATSUBARA, 1997). Antioxidante é qualquer substância que, quando presente em baixa concentração comparada à do substrato oxidável, regenera o substrato ou previne significativamente a oxidação do mesmo (HALLIWELL, 2000). Esses compostos doam átomos de hidrogênio e assim, inibem as reações em cadeia provocadas pelos radicais livres (HARTMAN et al.1990; ARORA et al., 1998, BIANCHI, et al., 1999, NUNES, et al, 2007). Os antioxidantes atuam em diferentes mecanismos de defesa contra os radicais livres níveis na proteção dos organismos: impedindo a sua formação, principalmente pela inibição das reações em cadeia com o ferro e o cobre, pela intercepção de radicais livres gerados pelo metabolismo celular ou por fontes exógenas, impedindo o ataque sobre os lipídeos, os aminoácidos das proteínas, a dupla ligação dos ácidos graxos poliinsaturados e as bases do DNA (BIANCHI, et al, 1999). Estas substâncias são responsáveis pela inibição e redução das lesões causadas pelos radicais livres nas células (BIANCHI, et al, 1999). O consumo

15 15 de substâncias antioxidantes na dieta diária pode produzir uma ação protetora efetiva contra os processos oxidativos que naturalmente ocorrem no organismo (DEGÁSPARI, et al, 2004). Populações com dietas ricas em substâncias antioxidantes apresentam baixa incidência de aterosclerose coronária, já que os antioxidantes aumentam a resistência da LDL à oxidação e vêm sendo associados com a redução de risco para coronariopatias (GORDON, 1998). Antioxidante alimentar é toda substância da dieta capaz de reduzir significativamente os efeitos adversos produzidos pelas espécies reativas de oxigênio, como aquelas contendo oxigênio e nitrogênio e que cumprem papel fisiológico no organismo (NOGUEIRA, C., BORGES, F., RAMALHO, A., 2010). Os antioxidantes obtidos da dieta, tais como as vitaminas C, E e A, os Flavonóides e Carotenóides são extremamente importantes na intercepção dos radicais livres. Outro mecanismo de proteção é o reparo das lesões causadas pelos radicais. Esse processo está relacionado com a remoção de danos da molécula de DNA e a reconstituição das membranas celulares danificadas. Em algumas situações pode ocorrer uma adaptação do organismo em resposta a geração desses radicais com o aumento da síntese de enzimas antioxidantes (BIANCHI, et al, 1999). Segundo Ferreira e Matsubara (1997) os antioxidantes podem ser classificados em naturais ou sintéticos, e ambos são recomendados para o alívio dos sinais e sintomas de doenças humanas associadas ao estresse oxidativo e, até mesmo, para bloquear a sua evolução. A partir do início dos anos 80, o interesse em encontrar antioxidantes naturais para o emprego em produtos alimentícios ou para uso farmacêutico

16 16 tem aumentado consideravelmente, com o intuito de substituir antioxidantes sintéticos, os quais têm sido restringidos devido ao seu potencial carcinogênico, bem como pela comprovação de diversos outros males como: aumento do peso do fígado e significativa proliferação do retículo endoplasmático (WANG e ZHENG, 2001). O organismo possui também outra forma de defesa contra os danos causados pelos radicais livres, além dos antioxidantes. Esta outra forma consiste em um sistema de enzimas celulares, cujas concentrações são controladas por herança genética que afetam os genes, como as enzimas superóxido dismutase, glutationa e catalase (FERREIRA e MATSUBARA, 1997). Em adição aos efeitos protetores dos antioxidantes endógenos, a inclusão de antioxidantes na dieta é de grande importância sendo relacionado com a diminuição do risco do desenvolvimento de doenças associadas ao acúmulo de radicais livres (NUNES, et al, 2007). 1.4 COMPOSTOS FENÓLICOS: FLAVONÓIDES O termo composto fenólico ou polifenol possui propriedades biológicas que estão relacionadas com a atividade antioxidante que cada fenol exerce sobre determinado meio (QUEROZ, 2008). Essas propriedades dependem da sua biodisponibilidade, pelo motivo da absorção ser variável pela diversidade estrutural. Diante disso, uma evidência indireta de sua absorção pelo intestino, é o aumento da capacidade antioxidante do plasma após o consumo de alimentos que contêm esses compostos (HORST e LAJOLO, 2007).

17 17 Uma série de estudos epidemiológicos mostra que há associação entre o consumo de polifenóis com a prevenção de doenças. A ação dessas, deve-se pela reação com radicais livres, quelando metais e, assim, obtendo implicações benéficas na saúde humana como a redução do risco. Além disso, pode causar o retardo do desenvolvimento de doenças, principalmente as cardiovasculares, câncer e outras relacionadas à idade (COENTRÃO, P. A. M., 2005). Apesar de inibirem os processos da oxidação em certos sistemas, isso não significa que os polifenóis possam proteger as células e os tecidos de todos os tipos de danos oxidativos (BIANCHI, et al, 1999). Os compostos fenólicos se dividem em dois grupos: os flavonóides e os não flavonóides, sendo que ambos são considerados metabólitos secundários. O grupo dos flavonóides também é conhecido como polifenólicos e geralmente ocorrem em plantas na forma de glucosídios, sendo uma das substâncias responsáveis pela atribuição do perfil sensorial de frutas, atribuindo-lhes o corpo característico (DEGÁSPARI, et al, 2004). Dentre os inúmeros polifenóis existentes, os flavonóides são os mais abundantes na dieta e estão amplamente distribuídos em frutas, cereais, hortaliças in natura, chocolate e bebidas tais como chá, café, vinho (BIANCHI, et al, 1999; ENGLER, et al, 2004). Os efeitos bioquímicos e farmacológicos dos flavonóides são muito vastos. Além de ação antioxidante, também possui ação antiinflamatória, antiplaquetária, efeitos antialergênicos e de inibição da proliferação celular. Eles podem inibir enzimas como a prostaglandina sintetase, a lipoxigenase e a ciclooxigenase, sendo que todas estão relacionadas diretamente com a tumorogênise. Também tem poder de induzir enzimas do sistema

18 18 desentoxicante, como a glutationa stransferase (DEGÁSPARI, et al, 2004; HORST e LAJOLO, 2007). Como já mencionado, os flavonóides inativam os radicais livres. Essa capacidade é válida para ambos os compartimentos celulares: lipofílico e hidrofílico (HARTMAN et al.1990). Além de protegem contra a oxidação do colesterol LDL, atuam contra alergias, inflamações, úlceras, virose, tumores, hepatotoxinas e inibição da agregação plaquetária. (ANJO, D. F. C., 2004). Assim, para estes compostos, são atribuídas propriedades protetoras da camada interna das artérias, reduzindo a oxidação do colesterol ligado às LDL e aumentando a fração de colesterol bom, o HDL (CAMPOS, 2005). Dessa forma, reduz cardiopatias e tromboses, além da síntese de estrógeno (ANJO, D. F. C., 2004). A quercetina, a miricetina, a rutina e a naringenina são os flavonoides mais investigados. A quercetina está amplamente presente nas frutas e vegetais. Entretanto, esse antioxidante pode reagir com ferro e tornar-se um pró-oxidante. (BIANCHI, et al., 1999; NUNES, et al, 2007). A utilização de flavonóides, vitaminas C e E, e o carotenóide previne ou reduz o desenvolvimento da doença aterosclerótica (SBC, 2001). Alguns estudos in vitro mostraram que a atividade antioxidante dos flavonóides é maior que a das vitaminas E e C (QUEROZ, 2008) Além disso, citam que os flavonóides agem de forma a poupar o consumo de vitamina C, evitando a formação de radicais livres (DEGÁSPARI, et al, 2004). Os flavonóides correspondem a aproximadamente 1/3 da ingestão humana (HORST e LAJOLO, 2007). O estudo de Arabbi e colaboradores (2004) mostrou que a ingestão dietética de flavonóides pela população

19 19 brasileira é de 60 a 106 mg/dia sendo considerada baixa já que o consumo diário de polifenóis pode atingir 1g/dia. Estes compostos são disponíveis em várias frutas e vegetais e possuem grande diversidade sendo que entre os cultivares resulta em alimentos com diferentes características, tanto de sabor quanto de coloração, o que certamente está associado com o conteúdo e o perfil dos polifenólicos (ARABBI, et al, 2004). Em plantas estes compostos exercem função de fotoproteção, defesa contra microorganismos e insetos, além de serem responsáveis pela pigmentação e por algumas características organolépticas dos alimentos. Os polifenóis apresentam uma estrutura química comum, derivada do benzeno, ligada a um grupo hidrofílico (HORST e LAJOLO, 2007) e constituem um grupo heterogêneo, composto de várias classes de substâncias com propriedade antioxidante (NUNES, et al, 2007). Os polifenóis existem como componentes intrínsecos do cacau, e assim, seus produtos derivados como o chocolate, podem ser considerados um alimento funcional conferindo efeitos benéficos à saúde (COENTRÃO, P. A. M., 2005). 1.5 O CACAUEIRO O cacaueiro é uma planta nativa das matas equatoriais da região amazônica. Pertence a família Esterculiaceae, gênero Theobroma, espécie Theobroma cacao (EFRAIM, et al, 2006).

20 20 Conhecido desde a Antiguidade, quando os primeiros colonizadores espanhóis chegaram à América, o cacau já era cultivado pelos índios, principalmente os Astecas, no México, e os Maias, na América Central (COENTRÃO, P. A. M., 2005). Existem lendas em torno do chocolate, além de episódios curiosos, como ter sido usado pelos Astecas como moeda, provocar discussões entre os religiosos sobre o seu uso nos conventos (devido às suas supostas propriedades afrodisíacas) e, por muito tempo, ser uma bebida exclusiva das cortes da Europa (VALENZUELA, A.B., 2007). Nativo da América Central e da Amazônia, com ocorrência também na mata Atlântica, o cacaueiro vive a 20 a norte e 20 a sul da linha do Equador, ou seja, em toda a faixa tropical do hemisfério sul (ABICAB, 2001). Dessa forma, produz-se cacau nos seguintes países: Belize, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Granada, Guatemala, Guiana, Honduras, Nicarágua, Panamá, Peru, República Dominicana, Trinidad e Tobago e Venezuela (SALVADOR, I., 2011). Muito embora o cacaueiro se encontrasse vegetando naturalmente como uma parcela significativa do revestimento florestal amazônico, as primeiras iniciativas de exploração econômica só começaram a ganhar impacto durante o período colonial, quando a coroa portuguesa incentivou o aumento da produção, da exportação e os primeiros plantios experimentais. Porém a partir da metade do século XVIII, se tornou mais evidente uma demanda expressiva pelos atributos econômicos do cacaueiro, bem como o estabelecimento de plantios comerciais por parte dos agricultores (MENDES, F. A. T., 2000).

21 21 O cultivo do cacau se espalhou pelo mundo, devido que, suas sementes, foram levadas para outras regiões e continentes, formando grandes plantações (VALENZUELA, A.B., 2007). No século XVI, o chocolate chegou à Europa e então, em 1875, Daniel Peters fez o primeiro chocolate feito com leite e em 1880, Rodolphe Leindt fez um suave chocolate derretido pela adição de manteiga de cacau à massa de chocolate (líquor) (COENTRÃO, P. A. M., 2005). Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Cacau, Balas e Derivados (ABICAB), o cacaueiro, também chamado palmeira-cacau, possui sua árvore com uma particularidade, sendo essa, formando ao mesmo tempo brotos, flores, folhas e frutos. O cacaueiro é uma árvore pequena 4 e 12 m., mas na América tropical pode chegar a 15 m, possuindo sua madeira com coloração rosada, porosa e leve. Seus frutos alongados e cheios de sulco contém entre 20 e 50 sementes de cor marrom-avermelhado, cobertas com uma polpa branca, viscosa, doce e comestível. Seu tamanho e conformação variam conforme a espécie, variedade, solo, clima e qualidade da árvore. Medem, em média, de 12 a 20 cm de comprimento. Pesam entre 300 e 600 g. O embrião é formado por dois grandes cotilédones e as substâncias que se encontram nestes, constituem o produto comercializado. Nos tecidos dos cotilédones se encontram os princípios estimulantes: a teobromina e a cafeína (ABICAB, 2007). Existem mais de 16 espécies de cacau, mas duas espécies são consideradas principais: Forastero e Criollo. O Forastero espalhou-se pela bacia amazônica abaixo e em direção às Guianas e o Criollo em direção ao norte, na América Central e Sul do México (COENTRÃO, P. A. M., 2005).

22 22 O Forastero é considerado o verdadeiro cacau brasileiro e se caracteriza por frutos ovóides, como superfície lisa, imperceptivelmente sulcada ou enrugada, com o interior de suas sementes com coloração violeta escuro ou, algumas vezes, quase preto. Já, o Criollo produz frutos grandes, com superfície enrugada, e suas sementes são grandes, com o interior branco ou violeta pálido (SALVADOR, I., 2011). O cacau da espécie Forastero é hoje o mais cultivado no Brasil e no mundo (EFRAIM, et al, 2006). Representa cerca de 95% da produção mundial proveniente dos países da África Ocidental e Brasil. Segundo ABICAB, também é conhecido como cacau roxo mundialmente, e se subdivide nestas quatro variedades: Comum, Pará, Maranhão e Catongo. Entretanto antigamente o tipo de cacau mais cultivado pelos índios Astecas e Maias foi da espécie Criollo (SALVADOR, I., 2011) além de que estes são mais raros de se encontrar. Há também uma terceira espécie de cacau: o cacau trinitário, um cruzamento entre o Criollo e o Forastero (CASTRO, D. 2001). O cacau trinitário é mais resistente e produtivo de que o cacau Criollo, mas de qualidade inferior. É produzido em Granada, Jamaica, Trinidad e Tobago, Colômbia, Venezuela e América Central (Sorveteria Confeitaria Brasileira, 2007). Esta espécie é essencialmente um cruzamento e não ocorre naturalmente (SALVADOR, I., 2011). O primeiro nome dado à árvore do cacau foi Amygdalae pecuniariae na qual significa amêndoa-dinheiro, por seu significado como moeda de intercâmbio. (VALENZUELA, A.B., 2007). Em 1937, o cacau foi descrito como Theobroma fructus por um sueco quem realizou a primeira classificação botânica, onde em 1753 propôs o nome Theobroma cacao, que permanece até

23 23 hoje (CASTRO, D., 2001) onde significa cacau, alimento dos deuses (VALENZUELA, A.B., 2007). No Brasil, antes do descobrimento da república, o cacau era encontrado em estado selvagem no Amazonas e Pará. No final do século XVIII foi levado do Pará para a Bahia e a sua colheita é feita duas vezes por ano (CASTRO, D., 2001). O cacaueiro exige temperatura sempre superior a 20 graus e, por isso, sua faixa ideal para cultivo, no Brasil, fica entre os Estados do Espírito Santo, Bahia e Rondônia. O maior produtor nacional é a Bahia, com 75% da colheita brasileira (era de 96,9% antes do surgimento do fungo da vassoura de bruxa) (EFRAIM, et al, 2006). 1.6 PROPRIEDADES DO CACAU Os valores nutricionais por 100 g do cacau (fruta), segundo o Instituto Plantarum de Estudos da Flora (2006), são 100 calorias, 3g de proteína, 0,1g de gordura, 15g de carboidrato, 6mg de cálcio, 41 mg de fósforo, 1mg de ferro, 230 mg de potássio, 0,3 mg de vitamina A, 0,2 mg de vitamina B1, 0,1 mg de vitamina B2, 21 mg de vitamina C e 3mg de niacina B3. O termo alimento funcional originou-se no Japão em 1980, quando foi utilizado pela indústria para descrever alimentos fortificados com ingredientes específicos, inferindo-lhes benefícios à saúde (HORST, 2007). De acordo com a Resolução número 18 de 30 de abril de 1999 da ANVISA, alimento funcional define-se por: todo alimento ou substancias encontrados no alimento que alem das funções nutricionais básicas, produz efeitos metabólicos e/ou fisiológicos a saúde.

24 24 A Associação Dietética Americana (ADA) especifica que os fitoquímicos são componentes naturais e constituintes dos chamados alimentos funcionais, como os polifenóis, podendo desempenhar importantes funções benéficas para a saúde como parte de uma dieta variada (COENTRÃO, P. A. M., 2005). O cacau consiste em uma substância funcional de grande atividade antioxidante que pode contribuir para a manutenção da saúde cardíaca. Seus conteúdos fitoquímicos foram sendo reconhecidos especialmente pela metilxantina e teobromina. Essas são substâncias alcalóides com efeito estimulante semelhante ao da cafeína (HAMMERSTONE, et al., 1999). De Acordo com Rein e colaboradores (2000), o chocolate possui cafeína em sua composição, na qual deixa o indivíduo mais disposto, porém em baixa quantidade. Em cada 100 g de chocolate contém 5mg de metilxantina e 160 mg de teobromina (HAMMERSTONE, et al., 1999). A teobromina é normalmente encontrada no fruto do Theobroma cacao, sendo uma substância estimulante do miocárdio e também vasodilatadora. Assim, aumenta as batidas do coração, contudo também dilata os vasos sanguíneos, reduzindo a pressão sanguínea (HAMMESTONE, et al, 1999). Outros estudos sugerem que a diminuição da pressão sanguínea, pelo chocolate, pode ser causada através de flavanols (ALMOOSAWI, et al, 2010; GRASSI, et al, 2005; BELZ, et al, 2011). O chocolate possui, também a cada 100g, a quantidade de 600 mg de feniletilamina, caracterizada por um estimulante com efeito parecido com a dopamina e a epinefrina (SCHMITZ, H. H., 2001; SHUMACHER, 2008). Possui estrutura molecular semelhante às anfetaminas, e são substâncias

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