MAURÍCIO JÚNIOR SFALCIN

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1 UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS, CONTÁBEIS, ECONÔMICAS E DA COMUNICAÇÃO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS MAURÍCIO JÚNIOR SFALCIN ANÁLISE COMPARATIVA DE CUSTOS E RESULTADOS EM UMA EMPRESA DE TRANSPORTE DE CARGAS (Trabalho de Conclusão de Curso) IJUÍ (RS) 2013

2 2 MAURÍCIO JÚNIOR SFALCIN ANÁLISE COMPARATIVA DE CUSTOS E RESULTADOS EM UMA EMPRESA DE TRANSPORTE DE CARGAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Graduação em Ciências Contábeis do Departamento de Ciências Administrativas, Contábeis, Econômicas e da Comunicação da UNIJUÍ, para obtenção do título de Bacharel em Ciências Contábeis. Profª. Orientadora Me. Eusélia Paveglio Vieira IJUI RS, julho / 2013

3 3 AGRADECIMENTOS Primeiramente agradeço a Deus por me conceder o dom da vida, em especial a minha mãe Ivete Rosa de Souza Sfalcin e meu pai Luiz Antônio Sfalcin (in memorian), pela paciência, compreensão, força e incentivo em todos os momentos desta caminhada. A minha professora orientadora pelo apoio e contribuição na construção do presente trabalho.

4 4 INDICE DE ILUSTRAÇÕES Quadro 1: Setores de Responsabilidade Figura 1: Estrutura Organizacional da Empresa Pesquisada Quadro 2: Veículos da Frota Própria Quadro 3: Principais Clientes Quadro 4: Principais Concorrentes Quadro 5: Composição do Custo com Motorista Quadro 6: Composição do Custo Patrimonial com Equipamentos Quadro 7: Apuração dos Custos Totais por Km Rodado Quadro 8: Apuração dos Custos Totais por Conjunto Produtivo Quadro 9: Análise do Resultado Frota Própria Figura 2: Análise Gráfica dos Principais Custos Quadro 10: Análise do Resultado Frota Terceirizada Figura 3: Análise Gráfica dos Principais Custos Quadro 11: Resultado Líquido da Empresa Figura 4: Informações Estratégicas na Tomada de Decisão... 51

5 5 SUMARIO INTRODUÇÃO CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO Área de Conhecimento Contemplada Caracterização da Organização Problematização da Temática em Estudo Objetivos Objetivo Geral Objetivos Específicos Justificativa REVISAO BIBLIOGRAFICA Contabilidade Conceito Objeto da Contabilidade Finalidades da Contabilidade Contabilidade de Custos Conceitos Aplicados à Contabilidade de Custos Objetivos da Contabilidade de Custos Finalidades da Contabilidade de Custos Classificação dos Custos Custo Diretos e Indiretos Custos Fixos e Variáveis Custos Patrimoniais com Depreciação Custo com Pessoal Mão-de-obra Direta Mão-de-obra Indireta Métodos de Custeio Custeio por Absorção Custeio Variável Análise do Custo, Volume e Resultado Formação de Preço Margem de Contribuição Ponto de Equilíbrio... 25

6 Margem de Segurança METODOLOGIA DA PESQUISA Classificação da Pesquisa Coleta de Dados Instrumento de Coleta de Dados Análise e Interpretação de Dados ANALISE DOS RESULTADOS Estrutura Organizacional Logística Frota Frota Própria Frota Terceirizada Principais Clientes Principais Concorrentes Preço do Frete Gastos Gerais da Operação Critérios de Contratação e Custo com Pessoal Custo Patrimonial Apuração dos Custos por Conjunto e Quilômetro Rodado Análise do Resultado Frota Própria Análise do Resultado Frota Terceirizada Resultado Líquido da Empresa Informações Estratégicas na Tomada de Decisão CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS... 55

7 7 INTRODUÇÃO Diante um longo período de estudos aprofundado no Curso de Ciências Contábeis envolvendo diversas áreas de atuação profissional, está incluído o desafio de planejar e elaborar um trabalho de conclusão de curso, com o intuito de atender os requisitos necessários para se obter a aprovação no curso de ensino superior, mas também se encontra neste, a oportunidade para especializar-se e aprofundarse ainda mais os conhecimentos em uma determinada área de maior interesse, ou seja, tem a honrosa oportunidade de sair da universidade e poder atuar diretamente na área desejada com o maior comprometimento e responsabilidade, principalmente desenvolvendo as atividades propostas, com eficiência e eficácia. Neste trabalho de conclusão foi aborda-se a temática sobre a análise comparativa relacionada aos custos em uma empresa de transporte de cargas, visando chegar ao ponto final que é definir qual das operações de transporte terá um desempenho mais rentável e lucrativo: analisando a forma de trabalhar com uma frota própria ou com frota terceirizada, ou seja, agregando veículos de outras empresas, e com isto proporcionar informações de cunho relevantes para auxiliar na tomada de decisões dos gestores. Inicialmente, o trabalho apresenta a contextualização do estudo que aborda o tema, o problema, a justificativa e a metodologia. Na sequência para a realização deste estudo foram abordados alguns temas no sentido de revisar a bibliografia de autores que tratam os conceitos de contabilidade, objetivos e finalidades, assim como na área da contabilidade de custo, seguindo com os custos com mão-de-obra, custos patrimoniais, métodos de custeio, análise custo, volume e resultado, e por fim, gestão de frotas - transporte rodoviário de cargas, com o proposito de realizar uma analise da melhor rentabilidade existente nas atividades do transporte, seja com frota própria ou terceirizada. Posteriormente os conceitos de custos com pessoal, depreciação, seguro, combustíveis, pedágios, manutenções do caminhão até formar o custo total. Nos agenciamentos foram os custos com fretes pagos. Os custos com os caminhões próprios e os fretes agenciados são a base para a formação de preços de venda, analise das margens de contribuição, do ponto de equilíbrio e da margem de segurança operacional do mesmo.

8 8 No terceiro capitulo consta a metodologia que norteou o estudo proposto, desde a classificação da pesquisa, do plano e instrumentos de coleta de dados, os quais foram utilizados durante o estudo elaborado. O quarto capitulo consta o estudo de caso da empresa na área de transporte de cargas, a composição estrutural, descrição da frota própria, os principais clientes e concorrentes, as planilhas de custos da operação realizada com a frota própria e também a frota terceirizada em uma determinada rota, através desses cálculos realizados, chega-se na apuração dos resultados líquidos e identificando qual das duas frotas gera uma maior lucratividade a empresa estudada. Finalmente o trabalho apresenta a conclusão, seguido da bibliografia consultada durante a sua realização.

9 9 1 CONTEXTUALIZAÇÃO DO ESTUDO Nesta parte do trabalho, apresenta-se o início do estudo, composta pela definição do tema, do problema e dos objetivos contemplado em seu desenvolvimento, e seguido da justificativa. 1.1 Área de Conhecimento Contemplada A temática deste estudo envolve a gestão de custos, contemplando a análise comparativa entre a frota de veículos próprios de uma Empresa de Transportes de Cargas e de veículos contratados de terceiros. A importância desta temática esta vinculada a sua relação de custo beneficio e mostrando qual deles tem a capacidade de produzir melhores resultados entre as frotas próprias e de terceiros, de modo a subsidiar a gestão na tomada de decisão de futuras ampliações da frota própria ou da ampliação dos serviços terceirizados, tudo baseado nos resultados apurados. 1.2 Caracterização da Organização A história da Transportadora Norte a Sul Ltda. começa ao 1 dia do mês de Abril do ano de 1995, às margens da BR 285 na cidade de Ijuí, atual unidade matriz da empresa. A empresa começou atuando no transporte de líquidos e granéis, para escoar os principais produtos da região (leite e grãos). Com o passar dos anos, com uma visão de ampliação e investimentos, passou a operar também com carretas do tipo Sider, para atender os mais diferentes mercados nacionais, para cargas paletizadas e volumosas, garantindo ao cliente maior segurança e principalmente agilidade no transporte. Atualmente a empresa dispõe de uma estrutura completa de operação, com controle de cargas, administração, centro de manutenção próprio para atender exclusivamente a frota, que proporcionam tranquilidade e comodidade ao cliente. Também com investimentos em equipamentos de comunicação e rastreamento de veículos via satélite, a empresa detém o controle total de sua frota, com uma central própria para o monitoramento com funcionamento 24hs por dia.

10 10 Conta com uma frota própria composta por mais de 100 equipamentos. Atuamos também, com mais 100 veículos terceirizados, possibilitando assim o crescimento nos volumes embarcados e garantindo maior abrangência e segurança ao cliente, operando no transporte nacional. A empresa tem a política de renovação constante da frota de veículos e investimentos em tecnologias, que tragam avanço no que diz respeito ao transporte e logística, assim atendendo as novidades e tendências do mercado, de forma sólida e transparente, principalmente por contar com parceiros de longo prazo, incluindo clientes desde o início de suas atividades. A distribuição da frota em pontos estratégicos dessas rotas, permite atender mais rapidamente aos pedidos de seus clientes em diversas regiões do Brasil. Dos m2 ocupados pela sede da empresa, mais de m2 são de área construída onde estão instaladas a administração e as centrais de controle das operações logísticas. 1.3 Problematização da Temática em Estudo As informações contábeis gerenciais consideram dados históricos e estimados e podem ser classificados em duas grandes vertentes, o Planejamento e o Controle, as quais devem ser atividades integradas, pois o processo de planejar também pode prever os procedimentos subsequentes e de controlar as informações econômicas de uma empresa dirigidas a uma clientela externa: acionistas, instituições financeiras, fornecedores e contabilidade Gerencial, sendo as informações econômicas de uma empresa dirigidas a uma clientela interna: funcionários, gerentes, executivos. As mudanças ocorrem com estrema rapidez e as empresas necessitam se moldar às novas situações, necessitando uma maior atenção para reduzir ou eliminar essas diferenças e conseguir criar novas maneiras de agradar seus clientes, atingindo os objetivos empresariais. O nível de complexidade e competitividade nas empresas de transporte de cargas depende de fatores sistêmicos, estruturais ou empresariais, relacionados às condições macroeconômicas e sociais de onde a empresa está instalada, às características do mercado que a cerca, da concorrência que existe na área do transporte e da configuração da indústria ou setor econômico bem como, à

11 11 capacidade gerencial e operacional da própria empresa. O desafio enfrentado pela gerência consiste em escolher ou criar um contexto em que as competências e recursos da empresa possam produzir vantagens competitivas e de forma que possa se diferenciar entre as concorrentes. Quanto aos fatores estruturais relacionados à competitividade das empresas, existem forças que determinam a dinâmica da competição entre as mesmas; a entrada de novos concorrentes, a ameaça de serviços, o poder de barganha dos clientes e dos fornecedores e a rivalidade entre os concorrentes atuais. A pressão coletiva do segmento mostra que é preciso ter habilidade e informações confiáveis na hora de fechar um contrato de transporte, pequenas variações nos custos e nos preços do frete, garantias de entrega da mercadoria transportada e se necessário contratando seguros conforme o tipo de carga pode ser o diferencial na negociação, sempre analisando a previsão feita de maneira a obter as melhores taxas de retorno, desejada sobre o investimento que será definido. Neste sentido, a contabilidade de custos é um importante instrumento destinado a produzir informações para os diversos níveis gerenciais para as empresas, ou seja, os seus dados internos, de forma a coletar, classificar e registrar os dados operacionais das diversas atividades desempenhadas, utilizando-se dos métodos de custeio e da analise do custo, volume e resultado. Diante deste conjunto de variáveis a grande questão que ORIENTOU o presente estudo é: Em que pode contribuir a contabilidade e gestão de custos na análise de uma empresa de transportes de cargas com frota de veículos próprios ou de terceiros? 1.4 Objetivos São os objetivos definidos do trabalho com base na justificativa, na produção do conhecimento da analise comparativa na busca da resposta ao problema definido.

12 Objetivo Geral Analisar o desempenho e a rentabilidade do uso de veículos próprios ou de terceiros em uma empresa de transporte de carga, instrumentalizando a gestão com informações relevantes a tomada de decisão Objetivos Específicos - Revisar a bibliografia vinculada à contabilidade de custos e analise de resultado; - Descrever a estrutura operacional de funcionamento da empresa em estudo; - Analisar a estrutura de custos próprios e terceirizados; - Efetuar uma analise comparativa dos resultados com base no custo próprio x terceirizados; - Identificar às informações relevantes a gestão das frotas. 1.5 Justificativa As empresas precisam estar em constante inovação e crescimento, e seus gestores necessitam elevar sua capacidade de transformar ideias em negócios. Com a realização deste estudo, fazendo uma analise comparativa do empreendimento existente e do terceirizado, podendo contribuir tanto para a analise de desempenho quanto externa, demonstrando na análise de rentabilidade e investimentos, as alternativas que venham a agregar benefícios, baseadas na analise comparativa dos custos fixos e variáveis dos fretes com frota própria ou terceirizada, além da analise das margens de contribuição e dos resultados apurados. Em seu aspecto teórico, o trabalho almeja colaborar com a gestão qualificada e estratégica, de modo que estas informações possam ser utilizadas e se tornar relevante no processo de tomada de decisão pelos gestores. Visa contribuir com a Ciência Contábil, apresentando aspectos contábeis inerentes ao negócio, dando ênfase à análise dos resultados, aplicando as formas e métodos de custeio e à viabilidade, relacionando-a os veículos de propriedade da empresa transportadora e os veículos agregados de terceiros.

13 13 Para a instituição Unijui e para o Curso de Ciências Contábeis, este trabalho fica disponível como base de estudos a futuros alunos e demais interessados neste tema. A contribuição prática ocorre ao apresentar aos gestores informações que lhes possibilitem tomar decisões, almejando o retorno esperado, uma boa analise comparativa destes serviços próprios ou terceirizados pode contribuir na definição do rumo do negócio, se é mais vantajoso implantar ou terceirizar esse tipo de serviço, definindo se é melhor a contratação de novos agregados ou o investimento de novos veículos para a frota. Assim, pode-se perceber a necessidade de se explorar profundamente esse assunto, no momento onde as empresas têm como objetivo as informações como um dos principais métodos estratégicos para se diferenciar das demais. Portanto, ao realizar um estudo, essas análises possibilitam um prévio reconhecimento e sustentação da viabilidade ou não do investimento, auxiliando na tomada de decisões e reduzindo os custos e desperdício de recursos da entidade.

14 14 2 REVISAO BIBLIOGRAFICA O objetivo da revisão bibliográfica é aprofundar a busca de referências para a construção deste estudo, por meio da leitura de livros, artigos e quaisquer outros meios documentais, que possam fundamentar a melhor compreensão do assunto e da investigação com a finalidade de obter um maior conhecimento relacionado ao tema de estudo, baseado nos mais diversos autores. 2.1 Contabilidade Nessa parte do trabalho, são apresentados os conceitos na área de contabilidade, seus objetivos e as finalidades de sua atuação perante as entidades patrimoniais Conceito Na sequencia apresenta-se dois conceitos de contabilidade definidos pelos seguintes autores: Contabilidade é uma arte. É a arte de registrar todas as transações de uma companhia, que possam ser expressas em termos monetários. E é também a arte de informar os reflexos dessas transações na situação econômicofinanceira dessa companhia, (GOUVEIA, 1984, p.1). Por meio deste conceito formulado para identificar o significado e facilitar a vida dos leitores sobre a identificação e a importância que a contabilidade vem tendo nos últimos tempos. Nesta mesma linha de pensamento Franco diz que a função da Contabilidade é: Sua função é registrar, classificar, demonstrar, auditar e analisar todos os fenômenos que ocorrem no patrimônio das entidades, objetivando fornecer informações, interpretações e orientação sobre a composição e as variações desse patrimônio, para a tomada de decisões de seus administradores, (FRANCO, 1996, p.19). Depois de observar os conceitos citados por estes dois autores, pode-se definir a contabilidade como uma a ciência social de natureza aplicada, que

15 15 desempenha as mais diversas funções, sendo o seu campo de aplicação o patrimônio das entidades Objeto da Contabilidade Segundo (FRANCO, 1996, p.21) o patrimônio é o objetivo da Contabilidade, isto é, sobre ele se exercem as funções contábeis, para alcance de suas finalidades. O patrimônio é um conjunto de bens, direitos e obrigações vinculados à entidade econômico-administrativa, e constitui um meio indispensável para que esta realize seus objetivos. Para alcançá-los, a administração da entidade pratica atos de natureza econômica e financeira, produzindo variações aumentativas e diminutivas na riqueza patrimonial, (FRANCO, 1996, p.21). Iudícibus estabelece que os objetivos da Contabilidade podem ser feitos com base em duas abordagens distintas: Ou consideramos que os objetivos da Contabilidade é fornecer aos usuários, independentemente de sua natureza, um conjunto básico de informações que, presumivelmente, deveria atender igualmente bem a todos os tipos de usuários, ou a Contabilidade deveria ser capaz e responsável pela apresentação de cadastros de informações totalmente diferenciados, para cada tipo de usuário, (IUDÍCIBUS, 2000, p.19). Pode-se definir então o objetivo da Contabilidade, é estudar o patrimônio das entidades, tanto nos seus quantitativos quanto qualitativos, registrando assim os fatos que a alteram Finalidades da Contabilidade A contabilidade tem em sua finalidade registrar, controlar e demonstrar os fatos que ocorrem no patrimônio, gerando informações sobre o resultado financeiro econômico. Franco tem a seguinte definição para a finalidade da Contabilidade: A finalidade da Contabilidade é, pois, controlar os fenômenos ocorridos no patrimônio da entidade, através do registro, da classificação, da demonstração expositiva, da analise e interpretação dos fatos nele

16 16 ocorridos, objetivando fornecer informações, orientação necessárias e tomada de decisões sobre sua composição e variações bem como sobre o resultado econômico decorrente da gestão da riqueza patrimonial, (FRANCO, 1996, p. 22). seguinte forma: Seguindo nesta mesma de linha de pensamento o autor Basso a define da A finalidade fundamental da Contabilidade é gerar informações de ordem física, econômica e financeira sobre o patrimônio, com ênfase para o controle e o planejamento. Como núcleo central do controle patrimonial, a Contabilidade registra os fatos que nele acontecem, emitindo relatórios qualitativos e quantitativos, permitindo ao usuário da informação contábil, entre outras atividades, comparar previsões e orçamentos com a realidade da entidade. No planejamento, contribui com informações ao processo decisório: programação e reprogramação de metas, projetos e atividades, (BASSO, 2005, p. 24). Pode-se dizer que, as informações contábeis são de extrema importância, sendo que a agilidade na prestação destas informações é um fator relevante para que seja tomada uma decisão de forma correta pelos gestores ou pela administração de uma entidade patrimonial. 2.2 Contabilidade de Custos Nesta parte do trabalho, apresenta-se a definição dos principais conceitos aplicados à parte de custos, os objetivos desta metodologia e as suas finalidades diante da Contabilidade de uma entidade, para que se possa obter uma maior compreensão e entendimento do assunto a ser estudado Conceitos Aplicados à Contabilidade de Custos Segundo (LEONE, 2000, p. 19) a Contabilidade de custos se destina a produzir informações para os diversos níveis gerenciais de uma entidade, como auxilio as funções de determinação, de planejamento e controle das operações e de tomada de decisões. A Contabilidade de custos coleta, classifica e registra os dados operacionais das diversas atividades da entidade, denominados de dados internos, bem como, algumas vezes, coleta e organiza dados externos. Os dados coletados podem ser tanto monetários como físicos. Exemplos de dados

17 17 físicos operacionais: unidades produzidas, horas trabalhadas, quantidade de requisições de materiais e de ordens de produção, entre muitos outros, (LEONE, 2000, p. 19). No ponto de vista de Bruni e Famá (2004. p. 24) pode ser definida como o processo ordenado de usar os princípios da Contabilidade geral para registrar os custos de operação de um negocio". Dessa forma, com informações coletadas das operações e das vendas, a administração pode empregar os dados contábeis e financeiros para estabelecer os custos de produção e distribuição, unitários ou totais, para um ou para todos os produtos fabricados ou serviços prestados, além dos custos das outras diversas funções do negocio, objetivando alcançar uma operação racional, eficiente e lucrativa, (BRUNI e FAMÁ, p. 24). A Contabilidade de custos é de muita importância para a tomada de decisões pelos gestores das empresas, através dela podemos analisar os custos de cada produto ou de cada material usado na produção Objetivos da Contabilidade de Custos De acordo com as necessidades gerencias (LEONE, 2000, p. 21) relata que "os objetivos serão fixados de acordo com as necessidades apresentadas pelos diversos níveis". Os três principais são: o objetivo da determinação da rentabilidade, esta num sentido amplo, que considera o desempenho da entidade e de seus componentes em todos os sentidos, o controle dos custos das operações de cada atividade no sentido de minimiza-los pela comparação constante entre os dados previamente estabelecidos e o de fornecer informações, normalmente não recorrentes, aos diversos níveis gerenciais que as solicitam para atender a suas funções de planejamento e tomada de decisões, (LEONE, 2000, p. 21). Portanto, seguindo essa linha de pensamento (MEGLIORINI, 2001, p. 4) diz que "os custos são determinados a fim de atingir a determinação do lucro, controle das operações e tomada de decisões".

18 Finalidades da Contabilidade de Custos No que tange à decisão (MARTINS, 2006, p. 22) consiste na alimentação de informações sobre valores relevantes que dizem respeito às consequências de curto e longo prazo sobre medidas de introdução ou corte de produção, administração de preços de venda, opção de compra. Com o significativo aumento de competitividade que vem ocorrendo na maioria dos mercados, seja industrial, comerciais ou de serviços, os custos tornam-se altamente relevantes quanto à tomada de decisões de uma empresa. Devido à alta competição existente, elas já não podem mais definir seus preços apenas de acordo com os custos incorridos, e sim, também, com base nos preços praticados no mercado em que atuam, (MARTINS, 2006, p. 22). Diante desses fatos pode-se definir que o conhecimento dos custos e a necessidade de ter um planejamento e controle sobre as operações desempenhadas dentro e fora da empresa são vitais para que se alcance o crescimento e os resultados desejados em qualquer ramo de atividade. 2.3 Classificação dos Custos A Contabilidade de Custos surgiu com o aparecimento das empresas industriais (Revolução Industrial), com o intuito de determinar os custos dos produtos fabricados (BORNIA, 2010 p.11). Conforme a visão de Bruni e Famá: Os sistemas, formas e metodologias aplicados no controle e gestão de custos podem ser classificados em função da forma de associação dos custos aos produtos elaborados (unidade de produto), de acordo com a variação dos custos em relação ao volume de produtos fabricados (comportamento em relação ao volume), em relação aos controles exercidos sobre os custos (controlabilidade), em relação a alguma situação especifica (decisões especiais) e em função da análise do comportamento passado (base monetária), (BRUNI e FAMÁ, p. 31). Portanto, os custos são definidos como os métodos usados para o controle e gerenciamento das atividades desenvolvidas pela empresa, com a finalidade de auxiliar os gestores em suas tomadas de decisões.

19 Custos Diretos e Indiretos Em relação à forma de associação de custos com os produtos fabricados, podemos dizer que os custos diretos: São aqueles diretamente incluídos no calculo dos produtos. Consistem nos materiais diretos usados na fabricação do produto e mão-de-obra direta. Apresentam a propriedade de serem perfeitamente mensuráveis de maneira objetiva. Exemplos: aço para fabricar chapas, salários dos operários, etc. (BRUNI e FAMÁ, p. 31). Na concepção de Bornia, os custos diretos: São aqueles facilmente relacionados com as unidades alocação de custos (produtos, processos, setores, clientes, etc.). Exemplos de custos diretos em relação aos produtos são a matéria-prima e a mão-de-obra direta. (BORNIA, 2010, p.21). Já os custos indiretos segundo Bornia, podemos definir da seguinte forma: Os custos indiretos não podem ser facilmente atribuídos as unidades, necessitando de alocações para isso. Exemplos de custos indiretos em relação aos produtos são a mão-de-obra indireta e o aluguel. As alocações causam a maior parte das dificuldades e deficiências dos sistemas de custos, pois não são simples e podem ser feitas por vários critérios. A problemática da alocação dos custos indiretos aos produtos e analise dos mesmos da origem ao que vamos denominar de método de custeio, (BORNIA, 2010, p.21). indiretos: Nesta mesma linha de pensamento, Megliorini conceitua que os custos São aqueles apropriados aos produtos em função de uma base de rateio ou algum critério de alocação. Essa base de rateio deve guardar uma relação próxima entre o custo indireto e o objeto de custeio, evitando causar distorções no resultado final. São empregados como bases de rateios: horas apontadas de mão-de-obra, horas de maquinas utilizadas na fabricação dos produtos, quilos de matéria-prima consumida. Exemplo: custo da energia elétrica, o rateio pode ser feito proporcionalmente as horas de maquinas utilizadas, considerando que o consumo de energia tenha uma relação de causa e efeito muito próxima dessas horas, (MEGLIORINI, p. 11). Portanto, os indiretos somente serão alocados aos produtos devidamente, posteriores a elaboração de rateios, estabelecendo-os assim em seus respectivos centro de custos.

20 Custos Fixos e Variáveis O comportamento dos custos em relação ao volume permite analisar as variações nos custos totais e unitários em relação a diferentes volumes de produção. Os custos podem ser genericamente classificados quanto à variabilidade, (BRUNI e FAMÁ, p. 32). Segundo Megliorini (2001.p. 12)., os custos fixos São aqueles decorrentes da estrutura produtiva instalada da empresa, que independem da quantidade de venha a ser produzida dentro do limite da capacidade instalada. Neste mesmo contexto, Bruni e Famá relatam que: Os Custos fixos são em determinado período de tempo e em certa capacidade instalada, não variam, qualquer que seja o volume de atividade da empresa. Existem mesmo que não haja produção. Podem ser agrupados em: custo fixo de capacidade custo relativo às instalações da empresa, refletindo a capacidade instalada da empresa, como depreciação, amortização, etc; custo fixo operacional relativo a operação das instalações da empresa, como seguro, imposto predial, etc. Exemplos clássicos de custos fixos podem ser apresentados por meio dos gastos com alugueis e depreciação independentemente dos volumes produzidos, os valores registrados com ambos os gastos serão os mesmos, (BRUNI e FAMÁ, p. 32). Os custos variáveis, no pensamento de Megliorini: São aqueles que aumentam ou diminuem, oscilando ao sabor do nível de produção. São exemplos deste comportamento o custo da matéria-prima (quanto mais de produz, maior a sua necessidade, portanto, maior o custo) e o custo da energia elétrica (quanto mais se produz, maior o uso de maquinas e equipamentos elétricos, consequentemente, maior o consumo e o custo), (MEGLIORINI, 2001.p. 13). Segundo Bruni e Famá: Seu valor total altera-se diretamente em função das atividades da empresa. Quanto maior a produção, maiores serão os custos variáveis. Exemplos óbvios de custos variáveis podem ser expressos por meio dos gastos com matérias-primas e embalagens. Quanto maior a produção, maior o consumo de ambos. Assim como os custos fixos, os custos variáveis possuem uma interessante característica: são genericamente tratados como fixos em sua forma unitária, (BRUNI e FAMÁ, p. 32).

21 21 Portanto, os custos variáveis são aqueles que provavelmente sofrerão alteração todo mês e período, pois dependem do volume de produção para que haja a sua identificação. 2.4 Custos Patrimoniais com Depreciação A depreciação pode ser definida de acordo como a perda de valor contábil de um bem do imobilizado, de acordo com os desgastes sofridos pelo tempo de uso e pela força com que é utilizado o bem. A depreciação está presente em todas as atividades e empresas. É definida a seguir por dois conceituados autores. A depreciação de um equipamento representa o valor da parcela daquele equipamento consumida no período. Evidentemente, a máquina não tem uma parte consumida, mas vai se desgastando com o tempo e o uso. Portanto, a depreciação representa a perda de valor do equipamento no período considerado, (BORNIA, p.169). Os métodos de depreciação podem ser utilizados na empresa de transportes de cargas para apropriar de forma sistemática o valor a ser depreciado dos veículos da frota que fazem parte do ativo ao longo da sua vida útil. 2.5 Custos com Pessoal Nesse tópico será apresentado os conceitos e tipos de mão-de-obra direta e indireta utilizadas no processo de produção da empresa Mão-de-obra Direta A definição da mão-de-obra direta é o custo com o empregado no processo de fabricação de um bem ou serviço de uma empresa. Mão-de-obra direta é aquela relativa ao pessoal que trabalha diretamente sobre o produto em elaboração, desde que seja possível a mensuração do tempo despendido e a identificação de quem executou o trabalho, sem necessidade de qualquer apropriação indireta ou rateio. Se houver qualquer tipo de alocação por meio de estimativas ou divisões proporcionais, desaparece a característica de "direta (MARTINS, p. 133).

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